sexta-feira, 10 de abril de 2020

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

COLAPSO DA RAZÃO

Derrocada, desmoronamento, ruína – os melhores sentidos de colapso, a palavra que era ameaça, mas já chegou, se instalou e precisamos nos livrar dela. Assistimos à derrocada, desmoronamento, à verdadeira ruína da inteligência, do bom senso, da ética, em uma parte da população brasileira que apela para a ignorância por falta de argumentos, consciência, informações ou mesmo por má-fé – o colapso da razão.

Escrevo sob forte impacto e tristeza, de quem acabou de saber que perdeu um amigo, um grande jornalista, que foi sempre um exemplo de cidadão: Randáu Marques. Morreu do coração, o coração que em seu corpo só emitiu amor e carinho com seus colegas. Randáu, além de ter sido uma pessoa simplesmente maravilhosa, do bem, foi o precursor da luta pelo meio ambiente, um dos primeiros que nos informaram e fizeram entender a ecologia e sua intima ligação com a raça humana e sua sobrevivência. Sabe Cubatão, que já foi o endereço da morte, com seus bebês nascendo sem cérebro? Sabe a Mata Atlântica? Muito antes de Partido Verde! Sabe tudo isso que ainda estamos ouvindo hoje da menina Greta? Pois é, Randáu nos alertava em pleno anos 80 do que poderia vir, do que viria, do que veio. Falava sobre a natureza como ninguém. Tive a honra de trabalhar com ele no Jornal da Tarde.

Escrevo também sob forte impacto dos números que todos os dias atravessam o limite da vida, dos mortos por um vírus muito real, muito visível, muito devastador, mas que ainda tem quem não acredite nele, não leve a sério a única forma - difícil, sim, mas única - que temos de desacelerar seu caminho de destruição e morte, o isolamento social, a quarentena. E eu não quero ver, nem saber de mais pessoas tão importantes nesse mundo sendo levados por ele na sua barca maldita, que agora tem navegado lotada, e em todo o mundo. São perdas, todas, inestimáveis, e com elas, principalmente os idosos, se enterra conhecimento, vivência, lutas vencidas, histórias que mal tivemos tempo de honrar, em todos os campos do conhecimento.

Escrevo me sentindo muito revoltada – e perplexa - com o governante que mais uma vez começou e terminou a semana nos ameaçando com suas grotescas palavras, atos, declarações e chamadas incessantes da população para a fila da morte, lá onde não há um metro de distância uns dos outros nas covas que se abrem continuamente guardando os corpos de pessoas de todas as classes sociais, e que não pararão de chegar nelas se não houver um basta enquanto for tempo.

Ao ver o número de pessoas aqui em São Paulo, o epicentro nacional, saltitantes pelas ruas, lotando-as bem coladinhos uns aos outros, respirando, espirrando, tossindo, cuspindo; abrindo clandestinamente seus comércios, largando os cuidados básicos para evitar a disseminação descontrolada do vírus, e sem precisão, sem serem obrigadas já que não trabalham em serviços essenciais, tristeza e medo se misturam. Estarão eles se achando deuses, eleitos como imortais, fortes e viris, desconhecendo o perigo e seguindo o tal irresponsável Messias e seus asseclas? Acreditam que assim a economia – como se vidas pudessem ser descartadas - não será afetada?

Acreditarão eles que o remédio propagandeado sabe-se lá por qual interesse, dia e noite por um ignorante, mau militar, mau líder, péssimo político, funcione mesmo? E que gotas dele pingarão do céu sobre suas cabeças coroadas os isentando de serem infectados e que, se o forem, bastarão pílulas mágicas? No mundo, inclusive em lugares desenvolvidos, mais de um milhão de infectados, a morte de muitos milhares diariamente já não teria sido evitada se o remédio fosse tão mágico? Médicos, cientistas perdem o tempo precioso que poderiam estar dedicando às suas pesquisas para vir a público desmentir essa eficácia, alertar para os grandes riscos colaterais.

Estarão todos surdos? Incapazes de ver a progressão aqui em nosso solo? Acham talvez que os hospitais de campanha improvisados sendo construídos a toque de caixa são para enfeitar as cidades?

Os especialistas temem o colapso da Saúde e que virá caso um grande número de pessoas sejam infectadas ao mesmo tempo e necessitem de internação, respiradores, atenção médica, isso além de tudo o que diariamente leva pessoas aos hospitais, já tão deficitários muito antes disso tudo. Um outro grupo que busca se contrapor teme o colapso da Dona Economia, como se essa antes já não estivesse tão cambaleante e sem ações e respostas positivas, e que agora querem usar para justificar um governo até aqui de fracassos, escândalos, gafes, com poucos ministros bons entre um grupo que parece ter se evadido da escola ainda no jardim de infância. Irresponsáveis, serão julgados pela História.

Pois nós, eu e uma grande parcela da população, temos uma informação: já há um grande colapso: o da razão. E todos nós seremos vítimas disso, de uma forma ou outra, hoje ou no amanhã que há de chegar, mesmo que com seus passos duros, caminhando e aprofundando ainda mais as disparidades sociais desse país.


Marli Gonçalves. 
Jornalista, consultora de comunicação, editora do site Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora Contexto e pela Amazon.
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BR7 MOBILIDADE PROMOVE AÇÃO DE PÁSCOA PARA 60 CRIANÇAS DE TRÊS INSTITUIÇÕES


A BR7 Mobilidade, nova operadora de transporte público de São Bernardo do Campo, promoveu nesta quinta-feira, dia 9 de abril, sua ação social de Páscoa e envolveu cerca de 60 crianças de três instituições e casas de apoio a crianças e adolescentes com câncer. O projeto contou com a parceria da "Fábrica Era Uma Vez", empresa com foco na recreação e entretenimento para crianças utilizando o teatro, a música e a encenação.

As instituições que participaram da ação de Páscoa deste ano foram: Casa do Pequeno Cidadão, localizada na Vila Leopoldina, em São Paulo; Casa de Apoio Vida Divina, na cidade de Ermelino Matarazzo, e Lar Bethânia, da cidade de Ferraz de Vasconcelos, no estado de São Paulo.

Segundo Nelson Ribeiro, diretor da BR7 Mobilidade, a parceria com a “Fábrica Era Uma Vez” permitiu que, além dos ovos de Páscoa, as crianças fossem presenteadas com encenações de artistas caracterizados como o Coelho de Páscoa que alegraram e entreteram os jovens nesta data.

“A ação de Páscoa, assim como a de ajuda aos idosos de São Bernardo do Campo durante a quarentena, estão alinhadas como o posicionamento da BR7 Mobilidade de, por intermédio da assistência a entidades educacionais, promover a aproximação com a sociedade e beneficiar crianças carentes e a comunidade, com a promoção de diversas atividades e eventos culturais, que resultam em melhor desenvolvimento e integração social”, explica.

A “Fábrica Era Uma Vez” nasceu do sonho de dois artistas que não se conheciam, Laila Salomão e Fernando Lyra Júnior, mas sonhavam a mesma coisa: alegrar muitas crianças através dos contos de fadas, músicas e muita imaginação. Com muita diversão a “Fábrica Era Uma Vez” conta com uma grande equipe artística com atores, autores, diretores, músicos, maquiadores, figurinistas, cenógrafos e coreógrafos.

BR7 Mobilidade
Secco Consultoria de Comunicação

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GRUPOS GERADORES SÃO ESSENCIAIS EM TEMPOS DE CRISE


O volume de dados que trafegam nas redes cresce exponencialmente. A pandemia causada pelo Covid-19 dita novos rumos, torna os desafios cada vez maiores e a tecnologia a principal aliada para manter as pessoas conectadas. E por traz desta movimentação e armazenamento descomunais de dados, estão os Data Centers, os grandes responsáveis por toda essa operação e fluxo.

Para Heber Jordão, gerente de Power Systems da Distribuidora Cummins Brasil, “o crescimento da demanda digital fez com que as providências fossem mais imediatas, mais urgentes . E quando se fala deste novo cenário diante dos efeitos da pandemia, a dependência pelos Data Centers é fundamental. Os equipamentos estão cada vez mais robustos e os riscos de incidentes com perda de dados tende a zero”.

Correta climatização e energia constante garantem o funcionamento adequado dos sistemas de um Data Center. A Cummins, por sua vez, contribui com o setor ao garantir energia em um momento de vulnerabilidade, em operação a carga plena. A fabricante de grupos geradores se destaca no mercado por ser a única companhia a produzir todos os componentes (as soluções são integradas) que compõem o equipamento: motor, alternador, controlador, radiador, sistemas e controles.

“Por ser um projeto extremamente criterioso, é uma tendência neste mercado de Data Center que estes clientes façam as aquisições de grupo geradores de empresas fabricantes dos principais componentes, como motor e alternador, garantindo assim alta confiabilidade e suporte de todo o sistema”, completa Jordão.

Com isso, a companhia consolida a participação no mercado de Data Center (o crescimento em 2019 foi de cerca de 25% comparado com 2018), adequa os projetos de acordo com a necessidade dos clientes e aprimora cada vez mais seus produtos, acessórios, sistemas e tecnologia para suportar com excelência o setor.

Na maioria dos casos no mercado de Data Centers, o grupo gerador funciona como uma unidade de backup, ou seja, um sistema auxiliar de emergência que entra em operação caso haja falha na rede elétrica, sendo que na maioria dos projetos de missão crítica, estes grupos geradores possuem potência superior a 1000 KVA.

A Cummins oferece grupos geradores abertos e com carenagem, a fim de reduzir o ruído e proteger contra ações do tempo. Como opção em solução digital, a Cummins ainda conta com o sistema de monitoramento remoto PowerCommand Cloud™. Desenvolvido exclusivamente pela companhia, permite o acompanhamento virtual dos Grupos Geradores em tempo real, reduzindo os custos de operação e manutenção, além do tempo de inatividade das máquinas instaladas.

terça-feira, 7 de abril de 2020

ABSOLAR PROPÕE PROGRAMA EMERGENCIAL PARA REDUZIR EM R$ 817 MILHÕES A CONTA DE LUZ DOS CONSUMIDORES DE BAIXA RENDA


ABSOLAR - Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica - acaba de apresentar uma proposta de criação de um programa emergencial para instalar sistemas solares fotovoltaicos em consumidores de baixa renda com Tarifa Social, como forma de aliviar os efeitos da crise econômica decorrente do isolamento social indispensável no combate ao coronavírus COVID-19.

A medida, apresentada ao Ministério de Minas e Energia e aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, poderia, segundo estimativas da ABSOLAR, trazer uma economia de R$ 817 milhões ao longo de 25 anos nas contas de luz dos consumidores de baixa renda, bem como aumentar a arrecadação direta e indireta em R$ 237 milhões aos cofres públicos.

A proposta foi elaborada como suporte à intenção do governo de isentar, por três meses, a cobrança de energia elétrica sobre os consumidores cadastrados no Programa Tarifa Social. A proposta inicial do governo demandaria aproximadamente R$ 1,05 bilhão em recursos no período.

De acordo com a entidade, parte do valor poderia ser revertido na instalação de 87,5 mil sistemas fotovoltaicos, com benefícios adicionais de geração de novos postos de trabalho no País e proporcionando uma economia total de R$ 253 milhões na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) em 25 anos.

“Nossa intenção é contribuir com o debate iniciado no governo, de viabilizar a redução dos impactos econômicos sobretudo para a população mais vulnerável. A proposta tem grande potencial de alívio financeiro aos cidadãos de baixa renda e permite o fortalecimento das ações de recuperação da economia, com geração de emprego e renda de forma mais rápida”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR.

“Um programa emergencial para uso de energia solar fotovoltaica por consumidores de baixa renda traria economia imediata e alívio aos usuários. Além disso, o ganho seria duradouro, já que os equipamentos possuem vida útil de mais de 25 anos. Também haveria uma expressiva redução estrutural nos valores da CDE, diminuindo este encargo que hoje é rateado na conta de luz de todos os brasileiros, aliviando o custo para todos os consumidores”, complementa Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR.

ABSOLAR
TOTUM Comunicação

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segunda-feira, 6 de abril de 2020

SENAI MOBILIZA A INDÚSTRIA PARA AUMENTAR FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA CORONAVÍRUS

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) mobilizou a sua rede de 27 Institutos de Inovação e 60 Institutos de Tecnologia, assim como indústrias parceiras para aumentar a produção no Brasil dos equipamentos de proteção individual (EPIs)



Na segunda quinzena de março, foram fabricados mais de 20 mil máscaras cirúrgicas, 15 mil protetores faciais, cinco mil aventais hospitalares e 3 mil litros de álcool gel em unidades do SENAI e de pelo menos 35 empresas. Todos os itens produzidos seguem rigorosamente as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As máscaras cirúrgicas, protetores faciais (faceshield), luvas cirúrgicas e de procedimentos, aventais e produtos antissépticos – como álcool-gel 70% e álcool glicerinado 80% – estão sendo doados às secretarias de saúde em 16 estados para distribuição a hospitais públicos e particulares. Além disso, em Santa Catarina, 14 indústrias demonstraram interesse em fabricar máscaras e aventais, e aguardam retorno da Secretaria de Saúde estadual a fim de iniciar a produção. A previsão é que, juntas, consigam produzir 1 milhão itens por mês. Os EPIs são essenciais para a proteção dos profissionais de saúde que atendem pacientes com a covid-19.

O SENAI também orienta a indústria têxtil sobre as especificações técnicas exigidas para a produção de insumos e de EPIs que utilizam materiais têxteis, a fim de ampliar a fabricação desses itens. As informações são repassadas em parceria com associações Industriais como a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), a Associação Brasileira das Indústrias de Não Tecidos e Tecidos Técnicos (ABINT) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A instituição pesquisa ainda, em sua rede de laboratórios, o uso de materiais alternativos, mantendo os requisitos de segurança, que possam ser usados em itens que serão fabricados. “O SENAI tem atuado em diversas frentes para ajudar a sociedade brasileira a enfrentar a pandemia de covid-19. Sem dúvida, a iniciativa de apoiar o aumento da produção de equipamentos de proteção individual é uma das mais relevantes, pois busca proteger os profissionais de saúde, os nossos heróis nesta guerra contra o coronavírus”, afirma o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.

Máscaras caseiras


Referência nacional em pesquisa, desenvolvimento e educação na área têxtil, o SENAI-Cetiqt, localizado no Rio de Janeiro, está definindo protocolos para confecção de máscaras simples para uso doméstico, com orientação quanto a materiais, costura e uso. Acesse aqui essas informações. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sugeriu que a população utilize máscaras de tecido para permitir que os produtos industriais possam ser usados por profissionais de saúde.

Coordenada pelo SENAI de Santa Catarina e pela Associação Brasileira da Indústria da Ferramentaria (Abinfer), outra iniciativa mobilizou 50 indústrias para produzir protetores faciais. A meta é fabricar até sexta-feira 500 mil desses produtos, que devem ser usados como complemento aos demais itens de segurança, como máscaras, luvas e touca.

Centros de inovação da rede do SENAI também têm produzido protetores faciais. O Instituto de Inovação em Energias Renováveis, em Natal, confeccionou 1.500 desses itens com material próprio, que foram doados à Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte. Outro exemplo é do Instituto de Tecnologia em Automação, em Maracanaú (CE), que desenvolveu protótipo em impressora 3D, validado por comitê técnico da Secretaria de Saúde do estado. Em parceria com a empresa Esmaltec, do Grupo Edson Queiroz, a expectativa é a produção de 40 mil protetores de acetato, que serão doados ao sistema de saúde do Ceará.

Em Salvador, o SENAI Cimatec desenvolveu ainda um modelo de protetores faciais, mais confortáveis ao uso e com processo produtivo mais ágil e flexível. Esse sistema fabril pode ser implantado em empresas que tenham interesse e infraestrutura para produção desse tipo de EPI. Em cada unidade do SENAI que fizer parte da iniciativa, com parceria de empresas, será possível produzir mil protetores faciais por dia. Já foi solicitada à Anvisa a aprovação do novo modelo.

Álccol gel


A instituição também mobilizou a indústria para a produção de álcool-gel, seguindo as normas da Anvisa. Em Santa Catarina, por exemplo, a previsão é que a empresa WEG produza 100 mil litros do produto por mês. No Rio Grande do Sul, a rede de Inovação e Tecnologia produziu álcool etílico glicerinado 80%, utilizado por profissionais da área da saúde apenas como antisséptico para as mãos. Já foram doados frascos ao Hospital Tacchini, de Bento Gonçalves, à Secretaria Regional do Trabalho de Porto Alegre e ao Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de Caxias do Sul. Os insumos foram doados por empresas industriais do estado.

O SENAI pôs sua infraestrutura a serviço do combate à pandemia de coronavírus em quatro frentes: 1) detecção e diagnóstico, por meio do apoio à maior produção de testes para detecção do vírus; 2) prevenção, com ajuda à fabricação de equipamentos de proteção individual (EPI); 3) tratamento de doentes, ao trabalhar na manutenção de respiradores mecânicos parados e apoiar a fabricação e desenvolvimento de novos equipamentos, e 4) gestão hospitalar, ao prestar consultoria para organização do fluxo, buscando otimizar o atendimento em hospitais e proteger os profissionais de saúde.

A rede de Inovação e de Tecnologia do SENAI


Os Institutos do SENAI possuem pesquisadores qualificados, equipamentos e infraestrutura de vanguarda para desenvolvimento de produtos e processos inovadores, assim como para a oferta de serviços de consultoria e metrologia. Desde que a rede de 27 Institutos SENAI de Inovação foi criada, em 2013, mais de R$ 1 bilhão foram aplicados em 1.086 projetos concluídos ou em execução. A estrutura conta com mais de 700 pesquisadores, sendo que cerca de 44% possuem mestrado ou doutorado. Atualmente, 12 centros são unidades Embrapii, e têm verba diferenciada para financiamento de projetos estratégicos de pesquisa e inovação. A rede de 60 Institutos SENAI de Tecnologia, que começou a ser implantada nos anos 1990, possui corpo técnico de cerca de 1.200 especialistas e consultores que prestam serviços buscando melhorar a qualidade de produtos e serviços, a produtividade e a competitividade dos negócios.

 Clique aqui e saiba mais como o SENAI, SESI e indústrias estão se unindo para produzir equipamentos de proteção a profissionais de saúde.

Agência CNI de Notícias

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domingo, 5 de abril de 2020

CHUMBO GORDO
. Por Carlos Brickmann*

HORA DA VERDADE: O BEM E O MAL

É na hora da crise que as pessoas se revelam: dá para ver quem é bom, quem é mau, quem é ótimo. Bom é o pessoal da Lupo, famosa por suas meias. A fábrica estava parada – mas seus donos arranjaram tudo para manter boa distância entre os operários chamados a trabalhar, desenvolveram a máscara de proteção e estão trabalhando, por enquanto abastecendo as unidades de saúde da região de Araraquara. Maus são altos funcionários do setor público, que recebem ótimos salários, multiplicam-nos com penduricalhos e não desistem de um único centavo para a luta contra o coronavírus. Mantêm carros, jatinhos, todas as mordomias, e garantiram uns aos outros que na verba deles não se mexe.

Bons são os empresários (190, até agora) que assinaram manifesto se comprometendo a não demitir até maio e pedindo que, além disso, o empresariado faça doações para a sobrevivência de pessoas como manicures, vendedores de lanches e outros que não têm como pagar as contas. Entre as empresas que assumiram este compromisso, estão Magazine Luiza, Renner, BTG, Natura, Boticário, XP. Itaú, Bradesco e Santander estão no grupo (mas mostram seu lado mau mantendo os juros no alto).

E, dizem os empresários, demitir é mau negócio, custa caro. Pior, ao demitir ajudam a perpetuar a crise que lhes dá prejuízo.

Ótimos são médicos e enfermeiros que, mesmo aposentados, voltaram à ativa e enfrentam o risco do vírus lutando para salvar vidas. Sejam louvados.


Bom exemplo


Ótima é a dra. Andrezza S. Guedes - CRM 145443, Instituto Salute de Medicina Integral, tel. (19) 9 8447-8089. Ela se propôs a orientar moradores de um condomínio de Vinhedo, SP, sobre a necessidade de ir ou não a postos de saúde ou hospitais. Por telefone, avalia situações de doenças diversas. Se a pessoa toma regularmente remédios que necessitam de receita e não tem agora como pedi-la a seu médico, ela faz o contato e dá a receita. Atende por fone, WhatsApp, orienta sobre medidas preventivas e cuidados gerais. Seu objetivo é desafogar ao máximo as unidades de saúde, para que seus colegas tenham mais tranquilidade no atendimento. Que bom exemplo de médica dedicada à saúde! Fez o juramento, e o cumpre. Ela autorizou a divulgação de seu nome e celular. Quem precisar, que a procure, more onde morar. Que outros profissionais sigam este exemplo: sempre é possível ajudar os outros.


Mau exemplo


Talvez Suas Excelências não tenham percebido. Mas, se perceberam, que maldade! Desempregados que buscam emprego há mais de um ano, mas que tinham emprego no longínquo 2018, não têm acesso aos R$ 600,00 (que um dia, cremos, será pago aos que têm melhor sorte). A lei foi aprovada assim e Bolsonaro não vetou essa parte. Quem ganhou R$ 28.559,71 em 2018 (pouco mais de R$ 2 mil mensais) também fica fora mesmo estando desempregado há mais de um ano. Os parlamentares não se preocuparam. Nem Bolsonaro.


Chose de loque


E Bolsonaro? O caro leitor decide se é bom ou mau. Em conversa com pastores, que foram pedir-lhe uma linha de crédito para igrejas, disse que o coronavírus "não é tudo isso que estão pintando". Motivo: "o Brasil tem uma temperatura diferente". Garantiu que não sabe de hospital algum lotado (São Paulo construiu dois hospitais de campanha para ampliar as vagas), desafiou os governadores a ir a Ceilândia e Taguatinga, perto de Brasília, "no meio do povo". Completou: "Tá com medinho de pegar vírus?" Bom ou mau?


A saúde e a política


Bolsonaro prometeu não demitir o ministro Mandetta no meio da guerra. De que guerra fala? Da guerra ao coronavírus, na qual adota comportamento contrário ao recomendado pelo Ministério da Saúde? Guerra pela reeleição?

O presidente disse que o ministro sabe que ambos "não estão se bicando". Mas levou uma pancada forte: Rosângela, esposa do ministro Sérgio Moro, apoiou Mandetta publicamente. "Entre a ciência e o achismo, eu fico com a ciência (...) Mandetta tem sido o médico de todos nós e minhas saudações são para ele". Ambos, Moro e Mandetta, estão com popularidade superior a dele. É possível que Bolsonaro tema que decidam disputar 2022 contra ele.


Eleição, se houver


Marta Suplicy (sem partido), entrou no Solidariedade, de Paulinho da Força. O PT a convidou, mas ela preferiu outro partido para ser indicada, em aliança, para a vice do candidato petista à Prefeitura paulistana – se houver eleição neste ano. Marta gostaria de ser vice de Haddad, que foi subsecretário de Finanças em sua administração. Marta foi uma boa prefeita, criou em São Paulo os CEUs, escolas públicas de tempo integral e alta qualidade, lançou o Bilhete Único de Ônibus. Haddad foi o responsável por um apelido que a marcou: "Martaxa". Ele vivia tendo ideias a respeito de novas taxas e impostos, e a prefeita, que aceitou suas ideias, levou a culpa de tudo.

Mas há um problema para a formação da chapa Haddad-Marta. Ele não quer ser candidato à Prefeitura. Lula acha que pode convencê-lo.

Carlos Brickmann é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação
Leia o Chumbo Gordo, informação com humor, precisão e bom. 
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sexta-feira, 3 de abril de 2020

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

UMA LOTERIA MACABRA

Estranho quem ainda não acredita no poder letal do Covid-19 como se fosse - como se alguém pudesse ser - totalmente imune a ele neste momento entre os mais terríveis da história recente da humanidade. Aposto que apostam em ficarem ricos nas loterias onde realmente a chance de ganhar é uma entre muitos milhares, milhões. Nela acreditam; até pagam por isso. A maior desgraça mundial hoje, além do vírus, é a ignorância, e que aqui no Brasil há anos contamina nossos dias.

Tenho tido terríveis crises de ansiedade, que culminam com palpitações, dores de cabeça, pensamentos desencontrados e preocupados, medos e angústias, além de uma revolta especial com ignorantes, que antes até conseguia suportar com alguma paciência, mas que hoje atingem também a minha saúde. Começo com essa afirmação porque creio firmemente que o momento é de sermos sinceros uns com os outros, trocarmos ideias, sensações. Que a gente ponha para fora o que sentimos, em prol até de ao menos mantermos um mínimo de sanidade mental. Estamos – e agora a expressão parece fazer sentido – dentro de caixas, nossas casas, isolados. E mesmo que não totalmente sós me parece que nunca vivemos de tal forma bruta essas sensações todas e elas são totalmente individuais. Difíceis de serem descritas, mas que atingem e por mais que queiramos nos fazer de fortes.

Como você está? – pergunto. Embora não possa ajudar muito e a cada dia esteja mais claro que não temos a menor noção do que realmente ocorrerá nem na hora seguinte, nem no dia seguinte, nem quanto tempo levará. Os inimigos se multiplicam, além do contágio: os boletos chegando, empregos partindo, notícias de um mundo todo em looping contando diariamente mortos às centenas, e especialmente aqui no Brasil a ameaça constante de um governante absolutamente alucinado atrapalhando o serviço de quem está na linha de frente: seus próprios ministros, autoridades em saúde, profissionais, cientistas, imprensa.

Aqui não se trata mais – incrível – de aversão, que é total, de política, direita, esquerda, vitória, derrota, mas chamar a atenção para o caminho que as coisas rapidamente tomarão se mantida essa perigosa toada. Um presidente que dissemina notícias falsas, que atiça confrontos, que alimenta um gabinete de ódio formado por seus filhos e aconselhadores do mal, próximos. Um homem incapaz de movimentos de união, mas capaz de provocar e comandar atos e pronunciamentos que, se mantidos, certamente ou levarão a uma insurgência jamais vista ou a uma desumana catástrofe social. Capaz, como o fez agora, de conclamar o país para um jejum (!) religioso quando dele se esperam determinações, sim, mas para acabar com a fome que já faz roncar barrigas entre os humildes, miseráveis, as primeiras vítimas da desorganização nacional empurrada anos a fio.

Não é normal, gente. Algo precisa ser feito, não sei se é possível interdição, camisa-de-força, forçar renúncia ou impeachment. Ou pedir, em uníssono, com panelas, gritos ou o que quer que seja, que se cale. Que deixe em paz quem está no campo da guerra.

Dele não se ouviu até agora uma só palavra de alento, apenas ironias desrespeitando as centenas de famílias já em luto, algumas com várias perdas ligadas entre si.

Dele não se ouviu até agora uma palavra contra os aproveitadores que cinicamente aumentam barbaramente os preços, somem com insumos. Nenhuma de suas ordens veio para acabar com os abusos, ou para proteger quem precisa. Vive apenas de suas próprias alucinações, rompantes, daquela meia dúzia que diariamente vai saudá-lo no cercadinho improvisado do Palácio, criando fatos que alimentam robôs, que por sua vez alimentam a ira dos ignorantes.

Dele não se ouviu até agora nada que preste.

O inimigo é um vírus que se respira, invisível. Ainda indomável e desconhecido, mutante. Nos Estados Unidos já há mais mortes do que no 11 de setembro. Aqui já há mais mortes do que em quedas de Boeings, barragens rompidas, desabamentos, enchentes. É mais do que uma guerra, necessitando armas diferentes, e guerras não escolhem idades. Todos atingidos – inclusive o bem maior, a liberdade.

A situação ainda está em andamento, advertem os especialistas de todo o mundo que buscam correr para conter, evitar o pior quadro que se aproxima, mais crítico ainda em vários locais onde líderes ousaram desafiar a realidade e que agora apenas correm para não serem julgados pela História como genocidas.

Precisamos continuar no jogo. E para isso marcarmos e seguirmos os passos corretamente, para que não saia ainda mais cara essa loteria em que estamos metidos. Vamos ganhar esse jogo. Todos nós. Dividiremos o prêmio da vida.

Marli Gonçalves. 
Jornalista, consultora de comunicação, editora do site Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora Contexto e pela Amazon.
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TITÃS LANÇAM PRIMEIRO EP DE "TITÃS TRIO ACÚSTICO"


Os Titãs formam um grupo indescritível. Em 38 anos, surpreendem a cada lançamento - nos 15 álbuns de estúdio anteriores gabaritaram os gêneros (do new wave ao punk), tiveram todo tipo de formação (do trio ao octeto), e em todas ocasiões se recusaram ao conforto de uma estrada conhecida. Não poderia ser diferente agora, no projeto “Titãs Trio Acústico”, que lançam com o primeiro de três EPs.

A formação traz Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto. Os três se revezam nos vocais, enquanto Britto assume piano ou baixo, Branco, baixo ou violão, e Tony, violão, violão de 12 cordas ou guitarra acústica. Titãs Trio Acústico EP 01, já disponível nas plataformas digitais, traz novas versões para "Sonífera Ilha", "Porque Eu Sei Que é Amor", "Isso", "O Pulso", "Miséria", "Tô Cansado", "Querem Meu Sangue" e "Família". 

O registro era para ter marcado a efeméride de 20 anos do lendário “Acústico MTV”, só que o seria se fosse lançado em 2017. Mas na época eles estavam focados na composição e lançamento da primeira ópera-rock escrita e composta por uma banda no país, “Doze Flores Amarelas”. Só um reforço de que não dá para esperar lugar-comum da banda.

“Nós marcamos, então, quatro shows em teatros (neste formato acústico), e o resultado foi tão impactante que virou uma turnê. Quando vimos o material que tínhamos, resolvemos entrar estúdio para gravar”, diz Branco Mello.

Neste “Trio Acústico - EP01”, o desafio foi recriar canções com o mínimo de elementos, já que nem no acústico de 23 anos atrás fizeram essa economia. Algumas ganharam versões onde um deles somente a conduz em voz e algum instrumento.

A escolha do repertório, aliás, é outro ponto de atenção no trabalho, já que mais uma vez encararam o desafio de desnudar as canções seja qual fosse a complexidade de elementos no registro original.

“Fazer de maneira diferente é algo intrínseco nos Titãs. Nosso desafio é sempre sermos diferentes do trabalho anterior. Temos que surpreender a nós mesmos”, diz Tony Bellotto.

“Trio Acústico - EP01” começa com “Sonífera Ilha”, que é o primeiro single e data do disco de estreia da banda, de 1984. Aqui, ela viaja para um ska essencial, com piano, baixo, guitarra acústica e um acento percussivo ganhando uma despretensão como se tivesse sido composta na semana passada.

“O clipe (desta versão) é como se fosse um retrato emocional desses 38 anos de carreira. Com direito a participações especialíssimas de pessoas queridas, que amamos e admiramos. É como se estivéssemos fechando mais um ciclo, relançando o nosso primeiro single totalmente repaginado”, conta Sérgio Britto.

Na sequência, “Porque Eu Sei que é Amor” encaixa como se ganhasse uma versão R´n´B/soul dos Temptations. A balada, aliás, é de 2009, posterior ao primeiro acústico.

“Isso” igualmente é futura ao especial da MTV - é de 2001 -, mantém certo tom da original e traz uma dramaticidade ainda maior do que foi gravada no trabalho mais sensível do conjunto, “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana”, quando perderam o guitarrista Marcelo Frommer. Marca também a estreia de Tony Bellotto como vocalista na banda.

O desafio inovador a que o guitarrista se referiu, aliás, é explícito na sequência, com duas do álbum inventivo de 1989, em que mesclaram o rock a programações eletrônicas, “Õ Blésq Blom”. “O Pulso” e “Miséria” mostram porque desde suas primeiras versões sinalizaram para onde a música brasileira apontaria nos anos seguintes, com a explosão de mangue beat e Cia.

É também uma abertura para as performances quase solo de “Trio Acústico - EP01”. “Miséria” é conduzida em piano e voz por Sérgio Britto, além de percussão, “Tô Cansado” é levada por Branco Mello no vocal e violão e Tony empunha guitarra e novamente microfone em “Querem Meu Sangue”.

Do raivoso “Cabeça Dinossauro”, de 1986, vem “Família”, que fecha o primeiro EP, na vibe reggae/ska daquela gravação e tocada por quinteto - com o acréscimo de Mario Fabre na bateria e Beto Lee no violão.

E a única coisa que dá para adiantar para o próximo é que os fãs não devem esperar a mesma coisa.

OUÇA TITÃS TRIO ACÚSTICO EP 01. Acesse: https://titas.lnk.to/TrioAcusticoEP1.

Foto: Silmara Ciuffa

Assessoria de Imprensa | Titãs

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

BR7 MOBILIDADE APOIA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

A BR7 Mobilidade, nova operadora de transporte coletivo público em São Bernardo do Campo, está colaborando com a campanha de vacinação contra a gripe da Prefeitura do Município. 


A operadora transformou parte do Terminal Alvarenga em PitStop para vacinação, que foi realizada pelos profissionais da saúde em uma verdadeira operação de Drive-Thru.

No Drive-Thru, os munícipes sequer precisam descer do veículo para receber a proteção. A ação inédita de realizar a vacinação contra a Influenza fora das UBSs é mais uma estratégia da Prefeitura de São Bernardo para o combate ao COVID-19. O objetivo é evitar a aglomeração de idosos, principal grupo vulnerável à doença, nas Unidades de Saúde.

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a Influenza terá início no dia 16 de abril e terá como alvo professores de escolas públicas e privadas, além de profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Está previsto para sábado (09/05), o ‘Dia D de Mobilização Nacional’, data em que terá início a terceira fase de vacinação, destinada a crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, adultos de 55 a 59 anos de idade e deficientes. A campanha se estenderá até 22 de maio.

OSRAM ENTRE AS EMPRESAS MAIS SUSTENTÁVEIS DO MUNDO

Um estudo realizado pela Corporate Knights - empresa canadense de mídia, pesquisas e informações financeiras voltada ao “capitalismo limpo”, ou seja, para a promoção de empresas empenhadas em adotar um sistema econômico incorporado aos benefícios sociais, econômicos e ecológicos; estabeleceu um ranking entre empresas do mundo todo, incluindo players brasileiras, que foram classificadas pelo desempenho em sustentabilidades a partir da avaliação de 65 indicadores não só ambientais, mas também sociais e econômicos. Divulgado em março deste ano, mês em que é comemorado o Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, o ranking classifica a OSRAM, multinacional alemã líder mundial em iluminação automotiva, como a 11ª empresa Mais Sustentável do Mundo, ficando entre grandes nomes como Banco do Brasil e Natura Cosméticos.

Especialistas do Fórum Econômico Mundial estão cientes que medidas mais sustentáveis adotadas por grandes empresas são essenciais, já que o mundo tem testemunhado climas extremos, incêndios florestais, inundações e tempestades que fizeram pessoas se deslocarem de suas casas para outras partes de seus países e do mundo, o que muitas vezes, amplifica os problemas sociais. Porém, os desafios atuais para as empresas não estão apenas em criar algo extraordinário, mas sim com ideias eficientes e, principalmente, conscientes.

Além do governo, as pessoas estão cada vez mais engajadas para consumir algo que elas apoiam. Como afirmou o escritor francês Albert Camus, “cada geração é, sem dúvida, chamada a reformar o mundo”. Esse efeito que as gerações estão dispostas a mover para construir um planeta melhor no futuro, as pessoas estão vendo em exemplos como a da sueca Greta Thunberg, da canadense Autumn Peltier e da brasileira Artemisa Xakriabá, além de tantos outros nomes do cenário mundial, que chamaram a atenção nos últimos anos em prol do meio ambiente.

Tendo o sustentável como princípio, a OSRAM, é uma das líderes em soluções de alta tecnologia para iluminação no mundo e monitora todos os seus processos fabris para garantir eficiência em seus produtos com respeito ao ambiente. Em seus 110 anos de atuação se tornou líder em inovação, com práticas que sustentáveis muito além de cumprir à lei.

Toda a produção é planejada para um consumo eficiente de recursos, com foco em economia de energia e redução de materiais de embalagem. Seu sistema de gestão ambiental, com certificação ISO 14001, garante o atendimento dessas metas de forma consistente e contínua. “São aspectos como esses que transformam as relações do capitalismo para a busca de resultados mais conscientes”, finaliza Marieli Senedez Miguel, Gerente de Marketing LATAM da companhia alemã ao comemorar o destaque da indústria no ranking.

A OSRAM, com sede em Munique, na Alemanha, é uma das líderes em soluções de alta tecnologia para iluminação no mundo. O portfólio da companhia abrange: lâmpadas, semicondutores ópticos como diodos emissores de luz (LED) – a reatores eletrônicos, além
de luminárias completas, sistemas de gerenciamento e soluções em iluminação. A OSRAM é líder de mercado no setor automotivo. As atividades da companhia têm focado em luz – e, portanto, na qualidade de vida – por mais de 110 anos. Mais informações sobre a OSRAM podem ser encontradas na internet, pelo site www.OSRAM.com.br 

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