quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

SANTA CASA DE RESENDE AMPLIA ATENDIMENTO COM APOIO DA VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS.

A Santa Casa de Misericórdia de Resende abriu suas portas à população para traçar novas metas de melhorias e mostrar sua estrutura de atendimento após a segunda fase de reforma que contou com o apoio da Volkswagen Caminhões e Ônibus. 


Nos últimos anos, todos os procedimentos aumentaram, assim como a quantidade de especialidades médicas abrangidas para consultas, ao mesmo tempo em que todas as atividades se tornaram ainda mais humanizadas e com maior nível de segurança hospitalar.

Parte dessa evolução se deve às doações realizadas pela Volkswagen Caminhões e Ônibus no período. Entre as contribuições que fazem mais diferença está um equipamento para cirurgias por videolaparoscopia e também uma autoclave com capacidade maior, o que agiliza o processo de esterilização dos materiais e abre, assim, a possibilidade de mais cirurgias.Tecnologias modernas como mesas especiais para procedimentos de ortopedia facilitam o trabalho médico e trazem ganhos à segurança para o melhor resultado. Assim como novas camas, colchões e poltronas oferecem maior acolhimento ao paciente, além de conforto.

“É motivo de muita alegria tanto para a população como para a Volkswagen Caminhões e Ônibus. Temos um histórico de preocupação social. Não só nos ocupamos de produzir caminhões e ônibus em Resende, mas também em gerar empregos, pagar impostos e estar atentos às necessidades da sociedade. O mais interessante é ver o resultado que já reverte em benefícios para a população”, afirma Adilson Dezoto, vice-presidente de Produção e Logística da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Para a Volkswagen Caminhões e Ônibus, priorizar a saúde faz parte de sua estratégia de responsabilidade social. “Concentramos nosso apoio em promover qualidade de vida à população, especialmente de Resende, onde temos nossa fábrica, pois acreditamos que esse é um dos pilares de uma sociedade melhor”, destaca Marco Saltini, diretor de Relações Governamentais e Institucionais da montadora.

Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Comunicação Corporativa.

Leia> O Brasil Sobre Rodas.

MARINHA ABRE 1000 VAGAS PARA CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO.


Divulgado o edital para o Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros (CPAEAM). As inscrições começam nesta quarta-feira (23) e serão encerradas no dia 13 de fevereiro de 2019. O concurso é destinado a homens, brasileiros natos ou naturalizados com 18 anos completos e menos de 22 no dia 1° de janeiro do ano de 2020, que tenham o Ensino Médio completo e que estejam em dia com as obrigações civis e militares.


Fases do Concurso

O EAM abre 1.000 vagas, sendo 20% dessas vagas destinadas a candidatos que se autodeclararam negros.

O candidato realizará uma Prova Objetiva composta por 50 questões, divididas em Português (15), Matemática (15), Ciências – Física e Química (15) e Inglês (5). Após essa etapa, acontecerão os Testes Complementares, como a Verificação de Dados Biográficos, Inspeção de Saúde, Teste de Aptidão Física, Avaliação Psicológica e a Verificação de Documentos.

Sendo aprovado em todas as etapas, o candidato será designado em uma das quatro Escolas, sendo elas: Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará (EAMCE), a Escola de Aprendizes Marinheiros de Pernambuco (EAMPE), a Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES) e a Escola de Aprendizes-Marinheiros de Santa Catarina (EAMSC). 

O candidato aprovado no concurso realizará o curso de formação durante 48 semanas, sob o regime de internato, no qual estudará disciplinas do Ensino Básico e do Ensino Militar-Naval. Durante o curso, o Aprendiz-Marinheiro receberá bolsa-auxílio de R$ 900,00 mensais, além de alimentação, ajuda para aquisição de uniformes, entre outros auxílios. Ao final, ele será nomeado Marinheiro e receberá remuneração em torno de R$ 1.800,00.

As inscrições poderão ser feitas pelo site www.ingressonamarinha.mar.mil.br. A taxa é de R$ 42,00 e o candidato poderá pagar até o dia 20 de fevereiro. No ato da inscrição, o candidato deverá indicar a ordem de preferência de área profissional: Eletroeletrônica, Apoio e Mecânica.

Serviço
Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros
Período de inscrição: 23 de janeiro a 13 de fevereiro de 2019
Taxa de inscrição: R$ 42,00
Inscreva-se: www.ingressonamarinha.mar.mil.br

Marinha do Brasil

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

PRIMEIROS SATÉLITES DA CONSTELAÇÃO ONEWEB SÃO ENVIADOS PARA O LOCAL DE LANÇAMENTO.


A OneWeb Satellites, uma joint venture entre a Airbus e a OneWeb, anunciou nesta terça-feira a entrega dos primeiros satélites da constelação OneWeb.


Os satélites foram produzidos nas instalações da OneWeb Satellites na unidade da Airbus Defence and Space, em Toulouse, e os seis primeiros satélites acabam de ser enviados para Kourou, na Guiana Francesa, para lançamento. O primeiro lançamento da mega constelação está marcado para 19 de fevereiro de 2019 a bordo de um foguete Soyuz. Esse lançamento será o primeiro de muitos.

Com essa geração de satélites, a OneWeb Satellites começa um novo capítulo da história que teve início há três anos. "Nossa equipe está transformando a indústria espacial e estamos mostrando que conseguimos entregar tudo o que prometemos", disse Tony Gingiss, CEO da OneWeb Satellites.

A OneWeb Satellites passará agora a se concentrar na aceleração da produção de uma constelação inteira de satélites em sua nova fábrica na Flórida, demonstrando mais uma vez a agilidade dessa joint venture.

A OneWeb Satellites é uma joint venture entre a OneWeb, uma multinacional de comunicações cuja missão é garantir acesso à internet a todos, em qualquer lugar do mundo, e a Airbus. O primeiro projeto da joint venture inclui a produção de satélites de comunicação de altíssima performance. As instalações da OneWeb Satellites em Toulouse estão sendo utilizadas para validar os inovadores processos de produção necessários para fabricar esses satélites em uma escala nunca antes atingida, mitigar quaisquer riscos e estabelecer a estrutura que será utilizada.

A fábrica da OneWeb Satellites fica próxima ao Kennedy Space Center, na Flórida, e conta com diferentes linhas de produção. Os satélites pesam aproximadamente 150 kg e irão operar em uma órbita terrestre baixa quase polar, a 1.200 km.

Airbus
JeffreyGroup Brasil.

Leia> O Brasil Sobre Rodas.

UM TELEFONEMA ATREVIDO.
Por Chico Lelis*


Bem, cá estou eu tentando lembrar quando isso realmente aconteceu. Só tenho, como certeza absoluta, que era uma quarta-feira, após o almoço.

Certeza mesmo! Certeza, por que?

Bem, lá estávamos nós, na Sucursal de O Globo, querida Sucursal, cheia de bons amigos – muitos deles que conservo, com alegria, até hoje. Era uma quarta-feira modorrenta, sem nenhuma novidade, um olhando pra cara do outro, sem ter qualquer perspectiva de que algo merecedor de notícia iria acontecer naquele dia.
Daí me ocorreu uma ideia louca. Descolei o número do Palácio do Planalto, peguei o telefone e liguei pra lá.

- Palácio do Planalto (ou Presidência da República, não lembro exatamente como fui atendido), boa tarde, às suas ordens!

- Boa tarde, por favor, queria falar com o presidente Figueiredo.

- Quem quer falar com ele?

- Um brasileiro (dei nome e RG para me identificar)

- Hoje é quarta-feira e o presidente não dá expediente após o almoço, como é a praxe militar. Ele está na Granja do Torto. (Viram agora porque tenho certeza de que aconteceu numa quarta-feira, entre 1980 e 1983? Foi neste período que trabalhei em O Globo)

- Pode, por favor, me fornecer o telefone de lá?

Deram!!!

Ao meu lado os colegas me olhavam como se eu estivesse enlouquecido. Será?

Liguei!!!

- Granja do Torto, boa tarde!

- Boa tarde, gostaria de falar com o presidente Figueiredo.

- Quem deseja falar com ele?

- Um brasileiro (nome/RG).

Para minha mais absoluta surpresa, fui transferido para aquele que era o braço direito (e também o esquerdo) do presidente Figueiredo, o Major Dourado. (Diz a lenda que ele e Figueiredo saiam pelas madrugadas de Brasília em possantes motos para aliviar as tensões do dia-a-dia).

Atendido com toda cortesia pelo Major Dourado, a quem me identifiquei (brasileiro,RG ...) e disse que queria falar com o presidente Figueiredo.

- Infelizmente isso não será possível hoje, porque às quartas-feiras, o presidente não dá expediente no período da tarde! Mas eu vou lhe dar um número do Palácio da Alvorada.

E deu o número.

Ligue-me amanhã e vamos ver se conseguimos que fale com o presidente. Boa tarde!- Boa tarde, obrigado.

Nesta altura eu já nem sabia o que fazer. Nem ninguém ao meu lado.

Levamos o assunto para a chefia da Sucursal, o querido Wilson Gomes, que passou o caso para a sede de O Globo, no Rio.

- Esqueçam, não levem o assunto adiante.

Foi assim que terminou o mais angustiante (agora divertido) telefonema da minha carreira, que neste ano completa 50 anos.

Será que se ligar para o Palácio do Planalto, numa quarta-feira qualquer, o novo presidente vai me atender?







chicolelis - chicolelis@gmail.com - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na FordGoodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos Social e Ambiental. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

BRIDGESTONE ABRE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA DE ESTÁGIO 2019.


Estão abertas, até 28 de fevereiro, as inscrições para o Programa de Estágio Bridgestone 2019. O programa oferece 13 vagas para estudantes do ensino superior nas áreas de Exatas e Humanas.

Os candidatos atuarão nas unidades da empresa em São Paulo e Santo André, nas áreas de Compras, Logística, Tecnologia da Informação, Comércio Exterior, Engenharia de Vendas, Recursos Humanos, Comunicação Corporativa, Jurídico e Industrial, onde serão integrados aos negócios da companhia e preparados para terem protagonismo em suas carreiras.

Durante o programa, todos os estagiários selecionados participarão de palestras para conhecerem os negócios da empresa, treinamentos e avaliações com a área de Recursos Humanos e ao final, como conclusão do programa, desenvolverão um projeto dentro da área em que estagiaram.

“Este é um programa completo, que busca colaborar com o desenvolvimento dos novos profissionais, trazendo uma visão integrada das atividades da companhia e atuação prática”, explica Lucila Del Grande, diretora executiva de Recursos Humanos da Bridgestone.

A carga horária será de 6 horas diárias. Além de remuneração salarial, os benefícios incluem assistência médica e odontológica, convênio farmácia, seguro de vida, vale-transporte, vale-refeição ou refeição no local.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.vagas.com.br (código v1822790).

Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior empresa de pneus e borracha do mundo. Além de pneus para utilização em uma ampla variedade de aplicações, a Bridgestone também atua nos segmentos de molas pneumáticas; produtos químicos para aplicações em construção civil, como materiais de impermeabilização; borracha industrial; e artigos desportivos, entre outros. Seus produtos são vendidos em mais de 150 países em todo o mundo. No Brasil, a fabricação de pneus das marcas Bridgestone e Firestone está distribuída nas unidades de Santo André (SP) e de Camaçari (BA). A companhia possui também duas fábricas de bandas de rodagem e partes de borracha para reforma de pneus, instaladas em Campinas (SP) e Mafra (SC).

Bridgestone 
Máquina Cohn & Wolfe 

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domingo, 20 de janeiro de 2019

COOP REPASSA CERCA DE R$ 180 MIL PARA FEDERAÇÃO DAS APAEs.

A Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais do Estado de São Paulo (FEAPAEs-SP) acaba de receber da Coop - Cooperativa de Consumo o valor de R$ 179.926,53, proveniente de dois projetos sociais mantidos pela solidariedade de seus clientes.

Um dos projetos é o Troco do Bem, que consiste na doação de pequenas quantias (moedas) de cooperados e clientes que pagam suas compras em dinheiro. No último trimestre de 2018 (meses de outubro, novembro e dezembro), esse valor somou R$ 97.994,89. Outra parte de R$ 81.931,64 refere-se à Revista Coop, já que metade da venda de cada exemplar produzido pela cooperativa, descontados os impostos, é dirigida à entidade. A doação é empregada na melhoria da qualidade de vida dos cerca de 3 mil assistidos das APAEs onde as unidades da Coop estão instaladas.

Durante o ano de 2018, os dois projetos sociais contribuíram para que a Coop repassasse para a FEAPAEs-SP o montante de R$ 701.833,24 e, desde o início do Troco do Bem, em 2012, e da Revista Coop, em 2010, a Federação já foi contemplada com R$ 3,07 milhões.

Atualmente, a Coop é considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina. Possui 817 mil cooperados ativos, cerca de 6,5 mil colaboradores diretos, 31 unidades de distribuição - 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí –, além de três postos de combustíveis e 50 drogarias, sendo 31 internas nas lojas e 19 de rua. A Cooperativa encerrou 2018 com faturamento total de R$ 2,3 bilhões. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade, a exemplo do ciclo de palestras gratuito; programa de saúde e qualidade de vida; programas educacionais voltados aos estudantes da rede pública e particular e doações para entidades beneficentes onde tem unidades de distribuição.

sábado, 19 de janeiro de 2019

SALVANDO O PEIXE-BOI.
Por Chico Lelis*


Enquanto as araras azuis voam em segurança sobre o Pantanal, no centro do País, protegidas pelo instituto que leva seu nome, com o patrocínio da Fundação Toyota, o Peixe-Boi nada com mais tranquilidade no litoral entre Alagoas e Amapá, também graças ao apoio que a montadora dá ao Programa do Peixe-Boi.

Uma área da aclimatação foi criada para deixar ali os animais que são encontrados atolados ou feridos na região. Ficam lá o tempo necessário para recuperação, embora alguns deles, ao serem soltos, rejeitem o convívio em ambiente aberto. Ficam doentes, se ferem facilmente, tornando-se vulneráveis ao ataque de predadores e acabam voltando aos recintos.

Mas os resultados do trabalho são animadores. Antes do início do programa, o Peixe-Boi estava inscrito na Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçados de Extinção, como “criticamente em perigo”. Hoje, a população dobrou de 500 para 1000 indivíduos e passou para a a condição de “em perigo”.

Até alguns anos, a caça era o maior problema para a sobrevivência da espécie. Os moradores o capturavam para sua alimentação. Por ser extremamente dócil, o Peixe-Boi não reage mesmo que seja vítima de ataques por parte dos humanos.

Mas hoje, com a conscientização da população, que ajuda na sua preservação, a depredação dos mangues é seu principal inimigo, já que é ali que ele encontra boa parte da sua alimentação. Atualmente os moradores da região promovem o turismo, levando as pessoas a conhecer o Peixe-Boi em passeios de jangada ou vendendo artesanato.

Monitoramento

Depois do período de adaptação o Peixe-Boi é recolado na natureza, com um chip que faz a monitoramento do animal via satélite, com a equipe do projeto acompanhando o animal, podendo interferir, caso haja necessidade de socorrê-lo.

“Os bons resultados do programa nos deixam muito felizes e animados em trabalhar com organizações sérias e comprometidas. A Fundação Toyota vai continuar apostando em ações e parceiros, realizando práticas verdadeiramente sustentáveis com foco na formação de cidadãos e na preservação do meio ambiente”, afirma Percival Maiante, presidente da Fundação Toyota do Brasil.

O Peixe-Boi

São mamíferos herbívoros, alimentando-se de 8% a 13% de seu peso de plantas como o capim-agulha e folhas de mangue. Podem atingir 600 quilos e medir até quatro metros.

Como acontece com a Arara Azul, a reprodução do Peixe-Boi é um dos motivos do crescimento demorado da população.  A reprodução da espécie gira em torno de 12 a 14 meses, levando dois anos para se reproduzir novamente.

O animal pode ficar até cinco minutos em baixo da água sem respirar. Em repouso, pode permanecer até 20 minutos submerso.

* Com informações da Fundação Toyota Brasil









chicolelis - chicolelis@gmail.com - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na FordGoodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos Social e Ambiental. 

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

CONCÓRDIAS E DISCÓRDIAS


Queria ser jardineira e plantar concórdias, que seria uma flor linda, viva, fértil, que eu inventaria e espalharia pelo mundo todo, começando por São Paulo, e torcendo para que as sementes fossem carregadas por todo o país. Quem a olhasse seria imediatamente acalmado e passaria a prestar mais atenção no que o outro diz. Seu aroma e colorido se embrenhariam nas casas, nos gabinetes, e todos seriam invadidos por uma sensação de mais lógica, paz e bem-estar.

Sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu... Ainda é permitido sonhar, não? Pois bem. Faço isso agora. Parei para pensar um pouco sobre como está difícil achar o ponto de concórdia, sobre qualquer assunto, tema. Um mínimo equilíbrio de bom senso e raciocínio. Onde foi que nos perdemos?

Não é saudosismo, ao contrário, tenho achado que estamos andando para trás, mas muito para trás, lá atrás, quase chegando em um passado que deveria estar soterrado, onde não havia comunicação entre as pessoas, apenas opressão e violência, dominação. Até por causa disso, já interrompo o ataque: não estou falando só de política, dessa gente que vem, mas que passa, muitas vezes como um vendaval que a tudo destrói, arrasta. E que seguidamente tentamos reconstruir.

Refiro-me a nós. Às conversas olho no olho, aos debates divertidos e ricos, com argumentos. Não esse clima de saloon, de bangbang que, por discordar do outro se pensa em eliminá-lo, seja com gestos, seja com palavras, ou mesmo...Um clima que se embrenhou por aqui, e parece estar colado, não passar nem com reza braba.

Qual é a vida real que estamos vivendo? Essa, das redes sociais? Curti, amei, haha, uau, triste, grrr, com as carinhas – emojis – correspondentes. Ou essa das fotos, selfies, com boquinha de pato, em invejáveis cenários paradisíacos? Não colecionamos mais figurinhas. Colecionamos pessoas, seguidores, “Ks”, amigos, inclusive muitos que nunca vimos e nunca veremos – até porque alguns nem existem mesmo, são robôs. Amigo virou palavra com outros sentidos.  Podem até ser meras arrobas, atrás das quais se escondem intenções. Nossas vidas viraram livros abertos; muitos contando apenas histórias da carochinha. Estamos todos vestindo pesadas burcas, só com os olhinhos aparecendo e os dedinhos teclando, passando, repassando qualquer coisa. Assim fica fácil enganar, fazer correr e escorrer o mal.

As minhas flores concórdias teriam fortes atrativos para reunir pessoas em torno delas, todas obviamente concordando em pelo menos um ponto. A partir daí poderíamos começar de novo a discutir outros temas. Proponho que o primeiro seja liberdade, liberdade individual, cada um vive a sua, desde que não interfira na do outro. Perguntas teriam respostas. Análises, críticas e comentários seriam bem-vindos, e rebatidos numa medida educada, da argumentação sem xingação, e especialmente sem paixões políticas, essas desgraçadas formas de amor que sempre trazem desapontamentos. Sempre. É só aguardar. Por mais otimistas que sejamos.

Sempre nos orgulhamos de ser um país gentil, feliz, variado, abrigando todas as raças e credos, comunidades imigrantes de todos os países. Abertos a batalhas, sim, desde que justas e solidárias. Ultimamente estamos ao contrário.

As desavenças e discórdias não são de agora, mas nos fazem muito mal. Pensamos em nos armar, ao invés de nos amar. Em proibir, ao invés de respeitar.

Pense nas concórdias. Ajude a espalhá-las. Enquanto é tempo. Antes que as rosas das rosas, as rosas hereditárias, as rosas radioativas estúpidas e inválidas, sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada, se espalhem em nossos canteiros.

São Paulo, parabéns, 465 anos!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA ULTRAPASSARÁ A MARCA DE 3 MIL MEGAWATTS EM 2019 NO BRASIL.


SEGUNDO PROJEÇÕES DA ABSOLAR, SETOR SOLAR FOTOVOLTAICO INVESTIRÁ ESTE ANO VALOR SUPERIOR A R$ 5 BILHÕES, GERANDO MAIS DE 15 MIL NOVOS EMPREGOS NO PAÍS


Em 2018, o Brasil ultrapassou a marca histórica de 2 mil  megawatts (MW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica conectados na matriz elétrica nacional. E a trajetória de crescimento seguirá em ritmo acelerado em 2019.

Segundo projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o setor solar fotovoltaico ultrapassará a marca de 3 mil MW até o final do ano, atraindo ao País mais de R$ 5,2 bilhões em novos investimentos privados, com a instalação de mais de 1 mil  MW adicionais em sistemas de pequeno, médio e grande porte. Com isso, o crescimento anual do mercado será de 88,3% frente ao crescimento do ano de 2018, ajudando a acelerar a economia nacional.

“O mito de que a energia solar fotovoltaica era cara já caiu por terra. Já é uma das fontes renováveis mais competitivas do Brasil, com retornos sobre investimento entre 3 e 7 anos na geração distribuída. Com isso, a energia solar fotovoltaica crescerá mais de 80% em 2019 e será uma grande locomotiva de prosperidade, contribuindo para o progresso e desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil. Este será mais um ano radiante para o mercado solar fotovoltaico brasileiro, repleto de boas oportunidades, novos negócios, atração de investimentos e geração de mais empregos”, comenta o presidente do conselho de administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk. “O País tem um potencial solar privilegiado e poderá se tornar uma das principais lideranças em energia solar fotovoltaica no planeta ao longo dos próximos anos”, completa Koloszuk.

No segmento de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica, composto por sistemas de pequeno e médio porte instalados em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos, a ABSOLAR projeta um crescimento do mercado de mais de 97% frente ao total adicionado em 2018, com a entrada em operação de 628,5 MW em 2019, totalizando 1.130,4 MW até o final do período. Com este avanço a participação do segmento de geração distribuída no mercado solar fotovoltaico brasileiro subirá de 21,9% até 2018 para 34,2% até o final de 2019, demonstrando a relevância cada vez maior deste mercado para o setor.

“A geração distribuída está em alta e é imprescindível para o avanço da energia solar fotovoltaica no Brasil. Ela será responsável pela movimentação de mais de R$ 3 bilhões em todos os estados e municípios do País, trazendo economia e sustentabilidade aos consumidores públicos e privados, ao mesmo tempo em que gera milhares de empregos locais qualificados para a população”, destaca o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.

Já no segmento de geração centralizada solar fotovoltaica, composto por usinas de grande porte, a ABSOLAR projeta a adição de mais de 380 MW, número muito inferior às expectativas do mercado. O pequeno volume é resultado do cancelamento, pelo Ministério de Minas e Energia, de dois leilões de energia solar fotovoltaica que seriam realizados em 2016. A situação diminuirá a participação do segmento de geração centralizada no mercado solar fotovoltaico brasileiro de 78,1% até 2018 para 65,8% até o final de 2019, evidenciando o impacto negativo do cancelamento dos leilões de energia de 2016.

“Foi um tropeço horrível e um golpe duro para o setor, que frustrou as expectativas do mercado, congelou investimentos internacionais estratégicos ao Brasil e prejudicou o desenvolvimento da fonte. O Governo Federal pode reverter este quadro, com previsibilidade e continuidade na contratação para evitar estas situações. Por isso, a ABSOLAR recomenda ao Ministério de Minas e Energia a contratação de 2.000 MW por ano em usinas solares fotovoltaicas de grande porte. A fonte está entre as mais baratas e sustentáveis do Brasil e queremos contribuir na expansão renovável e competitiva da matriz elétrica nacional nos leilões A-4 e A-6 de 2019, bem como junto aos consumidores livres”, explica o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.

Segundo levantamento da ABSOLAR, o setor solar fotovoltaico possui mais de 20.021 MW em estoque de projetos não-contratados de usinas solares fotovoltaicas, disponíveis e preparados para participar de novos leilões de energia do Governo Federal.

Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.

ABSOLAR.  
Agência Health.

Leia> O Brasil Sobre Rodas.

ESPAÇO VERDE CHICO MENDES RECEBE ESPETÁCULO DE DANÇA "INCUBADANÇA" E CONVIDA PÚBLICO PARA DANÇAR EM VIVÊNCIA INTERATIVA



Para contribuir com a melhoria da qualidade de vida promovendo arte, saúde e bem estar por intermédio da dança, em ambiente que valoriza a diversidade humana, o Sesc São Caetano apresenta dia 25 de Janeiro no Espaço Verde Chico Mendes, a partir das 15h, o programa de dança "Incubadança" da premiada Bombelêla Dance Company, que trará performance de diversos números coreografados de danças urbanas em variados estilos e contarão com participação de DJ e MC. 

O público além de assistir as apresentações, poderá participar de uma vivência de grupo com experiências práticas junto aos dançarinos, e experimentar de maneira lúdica e interativa como coreografar uma apresentação de dança.

Nesse programa "Incubadança" a companhia utiliza a beleza da diversidade humana para mostrar que deficiência não é o oposto da eficiência e para descobrir a eficiência real é necessário experimentar novas possibilidades de movimento e expressão para corpos distintos, multi-etnias, culturas, sonhos e, principalmente, para a realidade do palco como um lugar de realização artística e espiritual.

Desenvolvendo espetáculos, cursos e projetos de excelência artística, pedagógica e social, "A Bombelêla" é uma companhia de dança criada em 1995 na cidade de São Paulo, pelo Educador Físico, Coreógrafo, Terapeuta Corporal, Empreendedor Social, Ator e Apresentador, Mark Van Loo. Aos 20 anos de idade, o jovem professor tinha em sua intuição a ideia de promover a transformação social positiva de seu grupo de alunos tendo a dança como principal instrumento de cultura, amizade e crescimento pessoal. Passadas mais de duas décadas, eis a Bombelêla Dance Company, uma instituição inovadora que vem desafiando os paradigmas de nossa sociedade com arte, ousadia, originalidade e empreendedorismo.

Serviço
Incubadança
Espaço Verde Chico Mendes
Av. Fernando Símonsen, 566 
Cerâmica - São Caetano do Sul - SP
Dia: de 25 de Janeiro - 15 horas
Recomendação etária: Livre
Ingressos: Grátis
Para informações ligue (11) 4223-8800 ou acesse o portal sescsp.org.br.