sexta-feira, 5 de junho de 2020

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

ESTAMOS TODOS AJOELHADOS?


Ou estamos todos sufocados? No mundo inteiro, em fotos simbólicas, nas grandes manifestações contra o racismo, contra a morte, nos Estados Unidos, do negro George Floyd, sufocado pelo joelho de um policial branco por exatos oito minutos e quarenta e seis segundos, as pessoas vêm se ajoelhando.



E os joelhos que também podem matar adquiriram assim mais um sentido, o que não é de submissão a nenhuma autoridade, nem de humilhação. Ao contrário, são momentos de súplica para um basta. Resistência. Um basta ao desprezo pela vida humana, tão claramente exposto essa semana também pela morte, em Pernambuco, do menino Miguel, cinco anos, deixado em um elevador que o elevou, sim, mas ao nono andar de um prédio luxuoso de classe alta onde uma grade se desprendeu em sua procura pela mãe, e o projetou 34 metros abaixo.

Negro, criança, pequenino, havia sido deixado por minutos pela mãe sob os cuidados da loura patroa mulher de prefeito que a havia mandado passear com o cachorro da casa. Bastava que ela, a patroa, o tirasse do elevador para onde correu – mas ela, não, fez pior, apertou ainda o botão para que o elevador subisse. A mãe de Miguel, hoje com razão desesperada, pergunta: e se fosse ao contrário? Os joelhos da sociedade estariam sobre seu pescoço. Enquanto a patroa rica pagou uma fiança e está em liberdade.

João Pedro, 14 anos, negro, brincava dentro de uma casa em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, quando um tiro o atingiu pelas costas, vindo de mais uma desastrada operação policial, dessas que atira para todos os lados, especialmente em comunidades negras, pobres, e que tantas crianças matam, tantas pessoas matam.

Nós nos ajoelhamos para rezar por elas, sempre mais tarde de tudo que poderíamos ter feito.

Vidas negras importam, diz o movimento que se espalha pelo mundo. Vidas importam, todas, ainda não diz claramente o movimento que esperamos de joelhos aqui no Brasil. 35 mil mortos em poucos mais de cem dias da pandemia de Covid-19, negros muitas de suas principais vítimas. Um presidente que diz "E daí?", que balbucia sem corar que "sente muito, mas todos vamos morrer", como se essa frase fosse de alguma inteligência e não apenas demonstrasse o profundo desprezo pela população que governa e que é encaminhada para um matadouro, às vezes até com pauladas mesmo.

Como representante dessas vidas negras, é posto um ser asqueroso, que chama o movimento antirracista de "escória" e continua ali como se nada tivesse acontecido, sentado em sua cadeira na Fundação Palmares, talvez se achando de branca candura, sem se ver negro, sem se ver, sem fazer.

Eu quase já não consigo mais respirar esse ar nacional há mais de um ano e meio, desde que esse grupo chegou ao poder buscando asfixiar tudo o que é livre, sensato, conquistado. Que vem dando largos passos em direção a um abismo irracional e de ignorância aproveitando as mortes que incentiva em seus movimentos contra o isolamento social, aproveitando nossa perplexidade com atos e fatos que se sucedem dia a dia mais graves e cruéis.

Está tudo em vermelho e negro. A informação acaba sendo o vermelho sangue que corre nas veias do país que parece não mais querer acreditar nelas, as notícias, os fatos sendo revelados, como se estancar esse sangue com cegueira pudesse paralisar todo esse mal que nossos joelhos sangram de tanto que os dobramos para orar, com fé , em súplicas, pelo entendimento da importância de uma democracia, por Justiça e igualdade entre todos, raças, gêneros, classes, povos.

Ele implorava. Não consigo respirar. Não consigo respirar. Não consigo respirar. Por, repito, oito minutos e quarenta em seis segundos, ele implorou. Os joelhos que asfixiaram George Floyd, cena assistida, gravada, documentada, é muito mais do que apenas americana, muito mais do que apenas contra a violência policial ou o racismo. Ela é a forma sufocante da morte de quase meio milhão de pessoas em todo o mundo nesse terrível 2020.

Estamos todos já quase sem ar, e preocupados com o avanço do sufocamento democrático desse desleal grupo no poder. E o que parece é que esse poder já está tomado. Pelo fatos, posições, pelo silêncio nacional de um povo que se humilha, sendo que um percentual deles, infelizmente, se ajoelha paramentado em verde e amarelo por adoração a (mais um) ídolo de barro, onde ele apenas escorrega, sem cair de vez.

Marli Gonçalves. 
Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora Contexto e pela Amazon.
Me encontre, me siga, juntos somos mais.
marligo@uol.com.br
marli@brickmann.com.br

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MERCEDES-BENZ REALIZA AÇÃO SOCIAL PARA PROTEGER MOTORISTAS DA COVID-19


A Mercedes-Benz está novamente nas estradas ao lado dos motoristas com uma ação social que visa cuidar e proteger os profissionais do volante frente à Covid-19. “Siga com Saúde” é uma iniciativa que vai ao encontro dos motoristas para distribuir kits de prevenção com máscaras e álcool gel e também um kit lanche. Eles também recebem medição de temperatura, além de um folheto de boas práticas com dicas para evitar a contaminação do Coronavírus.

O “Siga com Saúde” teve início no mês de maio e já passou por rodovias importantes das cidades paulistas de Cubatão, Registro e Sumaré. As próximas etapas, neste mês de junho, ocorrerão na Via Dutra em Guaratinguetá (SP) e na Fernão Dias em Oliveira (MG).

“Desde o início da pandemia, os motoristas não pararam nenhum minuto. Continuaram abastecendo nossas casas e movimentando esse Brasil. E nós, como a maior fabricante de caminhões do País, não podíamos deixá-los sozinhos nesse desafio. Estou muito orgulhoso desse projeto, que mostra a essência da Mercedes-Benz: trabalhar ‘para todos que movem o mundo’”, diz Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

Essa ação está totalmente alinhada ao compromisso da Mercedes-Benz com a responsabilidade social. “Este é um momento de ajuda, de solidariedade. Estamos cuidando de quem sempre cuida da gente. Nesse período difícil do nosso País, eles continuaram transportando alimentos, remédios e insumos para unidades de saúde, como também as cargas e mercadorias que movimentam a economia do País. Estamos juntos para enfrentar os efeitos da Covid-19”, conclui Ari.

Mercedes-Benz do Brasil

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VALMET TEM NOVO DIRETOR DE AUTOMAÇÃO

A Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, anuncia André Kakehasi como novo diretor de Automação da companhia na América do Sul. 


Há 15 anos na empresa, o profissional é formado em Engenharia Elétrica, com especialização em Celulose & Papel e Gestão Comercial e MBA em Finanças.

No novo cargo, Kakehasi tem a missão de seguir o desenvolvimento da área de Automação com foco no atendimento e satisfação do cliente. Com longa experiência no setor de Celulose e Papel e membro do Comitê Científico do Congresso da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), Kakehasi também é membro da ISA - International Society of Automation com participação na Pulp and Paper Industry Division.

Com amplo portfólio na área, a Valmet entrega serviços completos de automação, desde instrumentos especiais de campo, controle avançado de processo, gerenciamentos de ativos, informações e dados dos clientes, bem como serviços para toda linha de produtos - conectados à indústria 4.0 por meio da Internet Industrial.

Valmet


A Valmet é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Sua atuação de tecnologia inclui fábricas de celulose, linhas de produção de papel, cartão e papel, além de usinas de energia para produção de bioenergia. Seus serviços e soluções de automação melhoram a confiabilidade, o desempenho dos processos, e aprimoram a utilização de matérias-primas e energia.

As vendas líquidas da Valmet em 2019 foram de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. A empresa possui mais de 13.000 profissionais em todo o mundo, com sede em Espoo, Finlândia e suas ações estão listadas na Nasdaq Helsinki. Na América do Sul, possui unidades em Araucária-PR, Sorocaba-SP, Campinas-SP, Belo Horizonte-MG, Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. 

quinta-feira, 4 de junho de 2020

ZF PURIFICA E REUTILIZA ÓLEO DE CORTE NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS DA PLANTA DE SOROCABA


A ZF investiu em engenharia de recursos para alcançar maior eficiência no uso de matérias primas em sua linha de produção de Sorocaba, SP. Um dos exemplos está na utilização do óleo de corte utilizado em máquinas de alta performance. Com um processo de reuso, redução e reciclagem de fluidos lubrificantes para os processos industriais, a empresa conseguiu purificar e reutilizar 70% do óleo de corte da produção, com a economia de mais de mais de 187 mil litros de óleo novo no período de um ano. A ação faz parte de um projeto que envolve a produção e a área de meio ambiente da ZF no Brasil, que tem a finalidade de eliminar desperdícios, reutilizar materiais, reciclar os resíduos e economizar água e energia, entre outros.

O projeto implementado pela ZF no Brasil criou um sistema próprio de extração de óleo dos resíduos de usinagem, promovendo seu reuso e filtragem. Com ele, o fluido usado é reutilizado após passar por um processo de centrifugação, com a filtragem e a decantação, para a retirada das impurezas. Com isso a ZF conseguiu alcançar um resultado de 70% de retorno do óleo de corte à produção.

“A fabricação das engrenagens que compõem as transmissões, demanda um trabalho de corte de metais que precisa ser lubrificado e refrigerado para a garantia da qualidade e precisão dos dentes das engrenagens. Com isso, as máquinas que fazem os cortes consomem óleo e geram resíduos, os chamados cavacos de metal que carregam boa parte desse lubrificante. A ideia foi extrair o óleo desses cavacos, torná-lo próprio e retorná-lo para o uso dentro nossa da produção”, explica Jackson Janoski, assistente técnico do laboratório da planta de Sorocaba. Inicialmente o projeto tinha como objetivo dar cobertura para apenas 13 máquinas de alta performance na linha de produção e atualmente, 49 de um total de 152 máquinas estão operando com o óleo reciclado, que apresenta alta qualidade.

De acordo com Sildson Corrêa, gerente sênior de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da ZF, “quando tratamos de sustentabilidade na produção em nossas plantas, trabalhamos com o conceito dos 3 R’s e nesse projeto não foi diferente. Reduzimos ao máximo o desperdício de matéria prima, depois reutilizamos o que foi extraído dos cavacos e está em condições de reuso e, por fim, tratamos e reciclamos internamente o óleo que previamente seria descartado”, explica. “Na outra ponta, o óleo residual é tratado externamente para que alcance condições adequadas para descarte ou reciclagem”, finaliza.

Organização interna


De acordo com Jackson Janoski, este projeto especificamente teve início em janeiro de 2017 e apenas um ano depois de seu planejamento, a empresa conseguiu reduzir a utilização de lubrificantes novos e a geração de resíduos perigosos, além de implementar uma central de resíduos limpos, que foram totalmente organizados para consumo na linha de produção.

Os tanques para a coleta dos fluidos lubrificantes e o sistema de coleta seletiva de cavacos de metal foram desenvolvidos internamente, reutilizando-se partes de equipamentos obsoletos. “Este trabalho foi realizado por engenheiros e especialistas da ZF na América do Sul e se diferencia de todos os outros tanques utilizados na produção para facilitar a identificação e a coleta”, finaliza Jackson Janoski. 

ZF América do Sul
MM Editorial

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RESPIRADORES CONSERTADOS PELA FCA SALVAM VIDAS EM HOSPITAIS DO SUDESTE, NORTE E NORDESTE DO PAÍS


Cerca de 40 funcionários da Fiat Chrysler Automóveis (FCA) participam, desde abril, da ação solidária para reparar respiradores pulmonares, essenciais no tratamento de pacientes com sintomas graves da Covid-19. Em dois meses, a FCA já consertou 80 dos 330 respiradores recebidos nas fábricas da Fiat, em Betim (MG), e da Jeep, em Goiana (PE). No total, cerca de 30 hospitais de 20 municípios do Alagoas, Amapá, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco receberam seus equipamentos de volta, em plena condição de uso. A iniciativa faz parte de um amplo programa de ações realizado pela empresa, para auxiliar no combate ao novo coronavírus.

Outros 20 respiradores aguardam apenas a calibração e os testes finais, para liberação aos hospitais. “Cada aparelho recuperado pode salvar até dez vidas. É muito gratificante participar dessa iniciativa, utilizando nossos conhecimentos em benefício da saúde. A pandemia nos mostra o quanto é fundamental a capacidade de adaptação e reinvenção diante das crises. E é isto que estamos fazendo”, afirma Leonardo Amaral, gerente de Assuntos Regulatórios e Compliance da FCA, também responsável pela coordenação dessa força-tarefa.

O tempo de reparação dos aparelhos varia bastante. Problemas técnicos identificados em alguns respiradores são simples, como a troca de bateria. Outros já necessitam de componentes mais específicos e a busca por peças de reposição transforma-se em uma corrida contra o tempo. Atualmente, 110 equipamentos encontram-se nessa situação. “Equipamentos industrial e médico possuem componentes bem similares. Muitos dos nossos fornecedores estão sendo acionados. Em vez de fabricar peças para os sistemas dos automóveis, a demanda é para os respiradores. Estamos todos aprendendo juntos”, completa Leonardo Amaral.

Nas fábricas da Fiat e da Jeep, os aparelhos são higienizados e reparados em laboratórios, que foram especialmente organizados para essa nova atividade. Antes da devolução aos hospitais, cada equipamento é calibrado e certificado, de acordo com normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Todo respirador também recebe laudo técnico assinado por engenheiros clínicos de empresas especializadas.


Localizado em Belo Horizonte, o Hospital da Baleia encaminhou para a FCA 25 respiradores que não funcionavam. Desse total, 15 já foram recuperados e estão em uso. “Dos 100 leitos dedicados ao tratamento de pacientes com a Covid-19, menos de um terço tem esses aparelhos. A chegada dos ventiladores é de grande valor, pois irá nos ajudar bastante no enfrentamento da epidemia da Covid-19, por sermos um hospital com grande número de pacientes imunodeprimidos”, destaca o superintendente Técnico do Hospital da Baleia, Mozar de Castro Neto.

Em João Pessoa (PB), seis aparelhos já foram devolvidos à Secretaria Municipal da Saúde. Um dos hospitais beneficiados foi o Hospital Municipal Prontovida. “A ajuda está sendo essencial, tanto pela dificuldade de encontrar esses aparelhos diretamente no fornecedor como pela redução de custo num momento que todos os recursos estão voltados para enfrentar a pandemia”, destaca Roberlândia Freire, diretora da Regulação em João Pessoa. A unidade de saúde está sendo operacionalizada para atender pacientes em tratamento pela Covid-19, com 30 leitos de UTI e outros 80 de enfermaria.

Parcerias



A força-tarefa para consertar os aparelhos foi criada pelo Senai e pelo Ministério da Economia, em parceria com grandes indústrias instaladas no Brasil. Estima-se que o Brasil possui cerca de 65,2 mil aparelhos respiratórios, mas em torno de 3,6 mil estão inoperantes e necessitam de reparos.

Desde maio, o Senai Pernambuco passou a trabalhar lado a lado com a equipe da FCA no laboratório do Polo Automotivo Jeep. Além de garantir a troca de conhecimentos, a mudança também contribuiu para aumentar a capacidade de atendimento e agilizar a aquisição das peças necessárias para o conserto dos aparelhos. “Com a unificação das equipes, conseguimos reduzir gargalos na manutenção e calibração das máquinas, ganhando mais eficiência e agilizando a devolução desses aparelhos tão importantes nesse momento”, destaca Mateus Marchioro, gerente de Montagem da Jeep e responsável pela ação.

Toda a operação é feita em conjunto com empresas parceiras, que são: Aclin, AMECH - Associação Mineira de Engenharia Clínica e Hospitalar, Arkmeds, Azul Linhas Aéreas, Jabil do Brasil, Medical Hosp, Sada e Surgical.

Fiat Chrysler Automóveis

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DIVISÃO DE MOLAS E BARRAS ESTABILIZADORAS DA THYSSENKRUPP REDUZ 5% NO CONSUMO TOTAL DE ENERGIA


A unidade de molas e barras estabilizadoras automotivas da thyssenkrupp reforça o seu compromisso com a sustentabilidade e anuncia a redução de 5% no consumo total de energia em suas fábricas, em São Paulo (SP) e Ibirité (MG). A economia representa um consumo equivalente ao de um ano de quase 400 residências e foi alcançada um ano antes da meta traçada.

O resultado é reflexo de uma série de medidas importantes implantadas na operação, como o investimento em motores de alto rendimento, troca de lâmpadas florescentes por LED, manutenções que avaliam a vibração, termografia e plano adequado de lubrificação dos equipamentos, monitoramento online dos principais consumidores de energia e a substituição de máquinas e equipamentos por modelos que consumam menos gás natural e energia elétrica.

"As medidas implantadas no Brasil vão ao encontro de nossas metas globais para a sustentabilidade. Até 2030 queremos diminuir as emissões em cerca de 30% em nossa operação e na compra de energia, além de nos tornarmos uma empresa climaticamente neutra até 2050", explica Sergio Savazzi, CEO da unidade Springs & Stabilizers no Brasil.

A fábrica de São Paulo foi uma das primeiras do segmento automotivo e a segunda do Grupo thyssenkrupp a se certificar na norma de eficiência energética ISO 50.001:2011. A certificação oferece às organizações sistemas e processos de gestão necessários para aumentar a eficiência energética, incluindo o seu uso e consumo e, consequentemente, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e outros impactos ambientais relacionados à energia. Neste ano, a empresa cumpriu todos os requisitos para a recertificação na nova versão da norma, prevista para o segundo semestre de 2020, incluindo uma gestão mais ampla dos custos de energia.

"Seguimos o nosso trabalho de forma racional sobre o consumo de energia, com medidas concretas que trazem resultados positivos à sociedade e à sustentabilidade do negócio. O gasto energético representa em torno de 3 MWh por tonelagem produzida ao ano. Por isso, entendemos que se trata de um elemento-chave para os negócios, ecologicamente e economicamente", complementa Savazzi.

A divisão de molas e barras estabilizadoras produz aproximadamente 7 milhões de peças ao ano. Possui certificação na IATF 16.949, ISO 9.001, ISO 14.001 e ISO 50.001, compatibilizadas no SGI (Sistema de Gestão Integrada), compondo resultados consistentes com a Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Energia.

thyssenkrupp


A thyssenkrupp é um grupo de tecnologia com vasta experiência em materiais. Mais de 162.000 colaboradores trabalham em 78 países com paixão e conhecimento tecnológico para desenvolver produtos de alta qualidade, processos industriais inteligentes e serviços para o progresso sustentável. Suas competências e empenho são a base do nosso sucesso. No ano fiscal de 2018/2019, a thyssenkrupp obteve o faturamento global de €42 bilhões.

Desenvolvendo negócios no Brasil desde 1837, a thyssenkrupp emprega mais de 8 mil colaboradores em todas as regiões do país nos segmentos automotivo, energia, infraestrutura, mineração, construção civil, química, petroquímica e defesa. Na América do Sul, a empresa contabilizou durante o ano fiscal 2018/2019 o faturamento de €1.1 bilhão.

FUNDAÇÃO GRUPO VOLKSWAGEN TORNA-SE PARCEIRA DA PLATAFORMA APRENDENDO SEMPRE


A Fundação Grupo Volkswagen tornou-se um dos parceiros de conteúdo da plataforma Aprendendo Sempre. A iniciativa foi criada por uma coalizão de organizações sociais para apoiar gestores educacionais, professores e famílias a garantir que todos os estudantes continuem aprendendo e se desenvolvendo durante a pandemia de Covid-19, que suspendeu as aulas em todo o Brasil.

A plataforma reúne uma curadoria de conteúdos e soluções para auxiliar nesta tarefa. Estão disponíveis indicações de ferramentas com conteúdos pedagógicos alinhados à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Além disso, há tecnologias que viabilizam a preparação e a transmissão de aulas on-line e uma agenda de eventos, cursos e atividades à distância. Para as famílias, há recomendações de ferramentas e atividades, além de dicas para ajudar crianças e adolescentes em casa. Entre os conteúdos disponibilizados pela Fundação, estão publicações, materiais acessíveis e cursos sobre mobilidade urbana.

A coalizão responsável pela plataforma inclui Fundação Roberto Marinho, Instituto Ayrton Senna, UNICEF, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Itaú Social, entre outras organizações. Como parceiros de conteúdo, além da Fundação Grupo Volkswagen, estão Instituto Votorantim, SEBRAE, Fundação Grupo Boticário, Mais Diferenças, entre outros.

Acesse a plataforma Aprendendo Sempre e conheça as soluções gratuitas.

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Volkswagen do Brasil

Há 67 anos presente na vida, no coração e na garagem dos brasileiros, a Volkswagen vive um momento único no Brasil. A Nova Volkswagen faz parte de uma estratégia que prevê a maior ofensiva de produtos da marca no País, com 20 lançamentos até 2020, fruto de um investimento de R$ 7 bilhões. A marca detém o maior portfólio de produtos no País e acumula conquistas expressivas: é a maior produtora, com 23 milhões de veículos fabricados, e a maior exportadora da história no Brasil, com quatro milhões de carros embarcados. No Brasil, são 15 mil empregados, atuando em quatro fábricas (Anchieta/SP, Taubaté/SP, São José dos Pinhais/PR e São Carlos/SP), um centro de peças em Vinhedo/SP e escritórios regionais com a missão de oferecer a melhor experiência de mobilidade para melhorar a vida das pessoas. A Volkswagen conta com mais de 500 concessionárias em todas as regiões do país.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

CLARO INAUGURA QUATRO USINAS SOLARES ENTREGUES PELA EDP


A Claro recebeu da EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, quatro usinas solares de geração distribuída. O empreendimento, localizado em uma área de 5,8 hectares no município de Taubaté (SP), tem capacidade instalada de mais de 4 megawatts-pico (MWp) e vai garantir o fornecimento de energia renovável a 516 unidades consumidoras da empresa de telecomunicações no Estado.

Juntas, as usinas vão gerar mais de 6.000 MWh/ano, o equivalente à energia consumida por 2.523 residências. Além dos ganhos econômicos, as usinas vão evitar que 454 toneladas de dióxido de carbono sejam emitidas a cada ano, o que corresponde ao plantio de 2.785 árvores.

O empreendimento, que será operado pela EDP, integra as iniciativas do programa "A Energia da Claro", lançado em 2017, que prevê o uso de fontes renováveis e ações de proteção ao meio ambiente em todas as operações e instalações da empresa de telecomunicações no Brasil. A Energia da Claro conta com usinas em vários estados, como Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo) e tem instalações em fase final de implantação, além de projetos em construção nas demais unidades federativas.

Até 2021, o programa vai gerar 80% da energia consumida pela empresa, mais de 600.000 MWh/ano. Considerado o maior projeto de Geração Distribuída e o primeiro entre organizações de telecomunicações no país, prevê a geração de energia limpa (solar, hidrelétrica, eólica biogás e cogeração qualificada) para as concessionárias de eletricidade e engloba ainda ações de mobilidade elétrica e de eficiência energética.

"Essa parceria reforça o compromisso da Claro com a inovação e com a sustentabilidade. Por isso a empresa investe em um programa próprio de energia renovável, que tem custo menor e reduz a produção de gases de efeito estufa", afirma Hamilton Ricardo Pereira da Silva, diretor de Infraestrutura da Claro.

"A escolha da EDP para entregar este projeto à Claro, uma das maiores empresas do setor de telecomunicaçoes do País, mostra a credibilidade conquistada pela nossa companhia na Geração Distribuída. Enxergamos esta área como uma das mais promissoras para o nosso negócio nos próximos anos e continuamos atuando para aumentar nossa participação no segmento", afirma Carlos Andrade, vice-presidente de Estratégia de Novos Negócios da EDP no Brasil.

Mercado de energia solar


Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar atingiu, ao fim do primeiro trimestre deste ano, a marca de 5.114 gigawatts (GW) de capacidade instalada no País – o que representa um aumento de 14,4% em relação ao fim de 2019.

Deste total, 55%, ou 2.687 GW, referem-se a usinas de grande porte, conhecidas no setor como geração centralizada, e os demais 2.427 GW referem-se aos mais de 208,3 mil sistemas de mini ou micro geração, a chamada geração distribuída.
Aurimar Monteiro
Consultor Sênior

EDP no Brasil
Claro

BOSCH FOCA NA SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS NA AMÉRICA LATINA

Unidade Bosch em Campinas, São Paulo.

A pandemia do coronavírus trouxe desafios sem precedentes e a Bosch deseja contribuir, sempre que possível, para conter a Covid-19. “Estamos empenhados para contribuir com a nossa experiência no desenvolvimento de soluções tecnológicas e de serviços que possam apoiar o enfretamento da pandemia”, destaca Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina.

Desde que a Covid-19 começou a se espalhar na América Latina, o Grupo Bosch implementou uma série de ações que visam proteger os seus cerca de 9.400 colaboradores na região, como a adoção do trabalho remoto, férias coletivas, além de intensificar os cuidados com a higienização em suas localidades, entre outras. Adicionalmente, equipes multidisciplinares da Bosch estão trabalhando em parceria com universidades, centros de pesquisas e outras entidades no desenvolvimento de soluções que visam ajudar no combate à pandemia causada pelo coronavírus.

Uma das iniciativas é a impressão em 3D e a doação das hastes utilizadas nas viseiras de proteção transparentes (Face Shields) para área hospitalar. Outra ação é a montagem de sete subconjuntos utilizados em respiradores pulmonares como forma de acelerar a fabricação dos equipamentos no Brasil. A empresa também estruturou um call center ativo para localizar e indicar aos hospitais os centros capacitados para manutenção de respiradores pulmonares em todo território nacional, entre outras iniciativas. Em nivel global, a empresa quer contribuir, por exemplo, com o recém desenvolvido teste rápido da Covid-19 e o dispositivo de análise Vivalytic. A Bosch pretende produzir mais de um milhão de testes rápidos em 2020 e aumentar para três milhões no próximo ano. Além disso, em algumas regiões a empresa está produzindo máscaras faciais e desinfetantes que são usados, principalmente, para a proteção de seus colaboradores.

Desenvolvimento dos negócios em 2020: Impacto da pandemia da Covid-19


Embora o ano tenha começado de forma positiva para o Grupo Bosch na América Latina, o total de vendas acumuladas no primeiro quadrimestre de 2020 registrou queda em relação ao mesmo período do ano passado decorrente da pandemia do coronavírus. Tendo em vista a conjuntura atual, é difícil fazer qualquer tipo de previsão sobre como serão os resultados da empresa em 2020. 

“Estamos vivendo uma crise sem precedentes que, apesar de ser uma questão de origem sanitária e não de mercado, tem impactado fortemente os negócios da empresa na região. A partir de agora, teremos um novo “normal” que exigirá a revisão de alguns conceitos mercadológicos por todos os setores industriais, especialmente o automotivo”, completa Besaliel Botelho.

O foco principal agora é garantir a liquidez e a sustentabilidade dos negócios e, até onde for possível, a manutenção dos empregos. Para tanto, a Bosch aderiu à Medida Provisória 936, que permite a redução de jornada de trabalho com redução de salário e a suspensão de contrato de trabalho. “Nosso objetivo, frente aos desafios atuais, é buscar ao menos um resultado equilibrado para o Grupo Bosch na região”, conclui o executivo.

Negócios em 2019: Resultado estável mesmo num cenário desafiador


O Grupo Bosch fechou o ano fiscal de 2019 com vendas totais de 6,5 bilhões de reais na América Latina, incluindo as exportações e as vendas das empresas coligadas. “Mesmo com todos os desafios econômicos, políticos e sociais que vivenciamos na América Latina no último ano, conseguimos manter as nossas vendas no mesmo patamar de 2018. Com certeza, a nossa ampla diversidade de negócios nos setores da mobilidade, bens de consumo, industrial, energia, tecnologia predial, agronegócios e mineração contribuíram para esse resultado”, ressalta Botelho.

As operações do grupo no Brasil foram responsáveis por 80% do volume de vendas na América Latina. Seus quase 8.000 colaboradores no país contribuíram para gerar um faturamento de R$ 5,2 bilhões de reais, sendo 27% gerados a partir das exportações especialmente para os mercados da América Latina, Norte Americano e Europeu.

Novos negócios fortalecem a diversidade de atuação da Bosch na América Latina



Uma das principais vantagens competitivas do Grupo Bosch é a sua diversidade de atuação em diferentes setores de negócios. A empresa vem continuamente investindo no desenvolvimento de novas tecnologias, especialmente nos setores de agronegócios, mineração, Indústria 4.0, gestão e monitoramento de frotas. “Acreditamos que a digitalização, a conectividade e o big data são a base futura dos novos modelos de negócios.  As nossas soluções e serviços seguem essa tendência e atendem às necessidades do mercado local, gerando oportunidades de crescimento na região”, destaca Botelho.

Monitoramento Inteligente via IoT: a solução de controle de carga fria da Bosch atende à nova regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (RDC 304/2019), que entrou em vigor em março de 2020 estabelecendo novos requisitos na distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos em todo o território nacional. A solução consiste na aplicação de tecnologia baseada em Internet das Coisas (IoT), que permite o rastreamento e monitoramento constante de produtos sensíveis e de alto valor agregado da indústria farmacêutica. Informações como localização geográfica, condições de temperatura e umidade são registradas por sensores 24 horas por dia, sete dias na semana, possibilitando a tomada de decisões assertivas frente aos indícios de eventos irregulares como, por exemplo, alterações de temperatura e umidade.

Gerenciamento e Manutenção de Frotas: a gestão eficiente da frota e a manutenção adequada dos veículos são formas efetivas para reduzir custos e trazer mais produtividade às empresas. Implementado nos mercados da Argentina e do Brasil, a Bosch apresenta o serviço de gerenciamento e manutenção de frotas, que permite que as empresas tenham em mãos, em tempo real, todos os dados essenciais do veículo simplificando e otimizando processos administrativos, operacionais e de manutenção sem custos de mensalidade ou de implementação. Além de contar com a Bosch Car Service, a maior rede de oficinas independentes do mundo e presente em todo território nacional, o serviço também oferece guincho 24 horas por dia, dados para gestão da manutenção preventiva e também corretiva, assim como informações sobre a forma de condução, quilômetros percorridos, entre outros benefícios.

Conectividade no campo: a Bosch amplia a sua atuação no setor de agronegócios levando a sua expertise em sensores, softwares e serviços para o campo. A Solução de Plantio Inteligente Bosch, desenvolvida para atender às demandas dos mercados brasileiro e argentino, permite otimizar a distribuição de sementes de acordo com a fertilidade e curvas do solo, realiza corte de linhas que evita a sobreposição e o desperdício de sementes, fatores que proporcionam melhor utilização da área plantada. Já a Solução de Pulverização Inteligente Bosch possibilita que o agricultor pulverize herbicida apenas onde realmente é necessário. O sistema faz uso de câmeras específicas com algoritmos de inteligência artificial que detectam as linhas de culturas e identificam as ervas daninhas na área de cultivo em tempo real. Ambas as inovações têm o objetivo de proporcionar mais conectividade, economia e produtividade para o agricultor.

Indústria 4.0: A empresa é uma das precursoras do tema Indústria 4.0. Globalmente, a Bosch é usuária de tecnologias de I4.0 em suas operações e também é provedora de soluções para que toda a cadeia produtiva possa estar conectada, especialmente as pequenas e médias empresas. Sua experiência combinada com o amplo know-how em sensores, softwares e serviços, além da sua própria nuvem de IoT, possibilita a oferta de soluções completas de I4.0 ao mercado latino americano.  

Grupo Bosch: perspectivas para 2020 e estratégia de longo prazo


Em vista à pandemia da Covid-19, a Bosch prevê que a economia global terá desafios consideráveis neste ano. Será necessário um esforço supremo para alcançar ao menos um resultado equilibrado, anunciou a direção mundial do Grupo Bosch durante Conferência Anual de Imprensa, que ocorreu no fim de abril, na Alemanha.

Apesar dos desafios atuais, a Bosch mantém seu plano estratégico de longo prazo: a fornecedora de tecnologia e serviços continua na busca sistemática e ambiciosa de suas metas climáticas e, para isso, está desenvolvendo soluções que visam apoiar a expansão da mobilidade sustentável. “Embora outras questões estejam em destaque atualmente, não podemos perder de vista o futuro do nosso planeta”, disse Volkmar Denner, CEO do Grupo Bosch mundial. A empresa atingirá suas metas de ação climática globais para 2020 e chegará à neutralidade de carbono em todas as suas 400 unidades em todo o mundo. Além disso, a Bosch estabeleceu o objetivo de tornar as atividades ao longo da sua cadeia de valor as mais neutras possível - até 2030, as emissões deverão ser reduzidas em 15%. A empresa também planeja reunir a sua experiência em mais de 1.000 projetos de eficiência energética em uma nova empresa de consultoria, a Bosch Climate Solutions.

Como a ação climática está acelerando as mudanças estruturais em muitos setores, o hidrogênio está se tornando cada vez mais importante tanto na indústria automotiva quanto na de construção. A Bosch está desenvolvendo, juntamente com parceiros, células de combustível móveis e estacionárias. No que diz respeito à mobilidade, de acordo com Denner é importante ter uma ampla tecnologia que não estabeleça apenas um único caminho para a mobilidade sustentável, mas que também leve em consideração motores de combustão eficientes e, principalmente, combustíveis sintéticos renováveis ​​e células de combustível.

CUMBO GORDO.
Por Carlos Brickmann*

A FORÇA DAS NOVAS FORÇAS


De um lado, os manifestantes bolsonaristas não estão interessados no Supremo, nem em Direito, e não se preocupam com a corrupção parlamentar – ou não apoiariam a aliança de seu mito, a quem querem como ditador, com o Centrão. De outro, as torcidas organizadas que os enfrentaram em nome da democracia e do antifascismo são organizadas, mas como grupos belicosos, daqueles que marcam brigas de rua pela Internet, nas quais já morreu gente, e não estão interessadas em democracia ou em luta antifascista – ou não aceitariam entre seus integrantes um cavalheiro todo de preto, ostentando no peito uma suástica, símbolo maior do nazismo. De ambos os lados, são desordeiros, aglomerando-se sem se importar com o coronavírus, nem com as pessoas que irão contaminar. A morte dos outros é apenas um detalhe.

A briga nas ruas chama a atenção. Mas o importante acontece em outra frente, a política. A oposição, anestesiada desde a surra eleitoral que tomou, começa a sair de sua paralisia, acordada pelas declarações autoritárias de Bolsonaro & Filhos e impulsionada pela sociedade civil. Nada, ainda, a ver com partidos, mas com movimentos como "Somos 70%", "Estamos juntos" e o manifesto "Basta!" Há neles união de tradicionais adversários políticos e ideológicos, em nome de um objetivo maior – oficialmente, a democracia. Mas não se pode esquecer que "Basta!" foi um dos editoriais do Correio da Manhã às vésperas da deposição do presidente João Goulart, em 1964.

A ausência


Lula está fora: não quer se unir a adversários que, com o impeachment de Dilma, tiraram o PT do poder. Mas Lula, convenhamos, já não é o Lula de antes. A CUT vacila (perder o imposto sindical foi um golpe duríssimo), ele mesmo parece ter perdido o fogo dos velhos tempos, aliados importantes o abandonaram: não apenas Ciro Gomes, mas até mesmo o PCdoB conversa com outros setores. As conversas ainda devem avançar, mas o exemplo histórico anterior funcionou: a campanha das Diretas Já começou assim e, apesar dos percalços, deu certo e levou ao fim da ditadura militar.

Um número


O "Estamos Juntos" já reuniu mais de 200 mil assinaturas. É um início promissor. No início da campanha das Diretas Já, os idealizadores e líderes do movimento couberam no terraço de cobertura da Folha de S.Paulo, onde foram fotografados (todos riram muito da foto, que pretendia representar a sociedade civil – e representou). O primeiro comício reuniu cinco mil pessoas. O último ocupou o Vale do Anhangabaú inteiro, em São Paulo.

O tempo passa


Bolsonaro ainda tem considerável capital político, apesar do desgaste dos últimos tempos. Mas perdeu mais de um ano em que jogou sozinho, sem oposição. Ele e os filhos ocuparam o papel de oposição ao próprio Governo. Hoje, além do possível surgimento de uma nova oposição fora do Congresso, há o problema do coronavírus. Não foi ele que trouxe a pandemia, embora atrapalhe e muito as tentativas de combatê-la. Mas é quase inevitável que os problemas dela decorrentes ajudem a reduzir seu apoio popular. No caso, por sua culpa: Mandetta ia bem, era bem visto pela opinião pública, era Governo. E foi fritado. Moro também era popular, era Governo, e foi fritado. É como afastar Messi do time para mostrar que o bom ali é o técnico, não o craque.

Achar os hackers


Outro problema para Bolsonaro, que talvez contribua para desgastá-lo, é o dos hackers do movimento Anonymous, que começa a divulgar seus dados pessoais e de alguns de seus ministros. A ação dos hackers não tem sentido: não há interesse em saber seus números de CPF ou endereços particulares, a não ser como elemento de chantagem. E está na hora de reparar um grave erro: quando houve a divulgação das trocas de mensagens de Sergio Moro, houve ações contra Glenn Greenwald, que as divulgou. Mas ele, jornalista, estava dentro da lei: a divulgação não é crime. O crime era o hackeamento, e os hackers não foram incomodados. Cibernético ou não, crime é crime. Interceptar conversas alheias é crime e deve ser esclarecido. Simples assim.

Heróis? Não...


E, por favor, vamos parar de chamar os desordeiros que fizeram baderna em Curitiba de "antifascistas". Antifascistas eram os partigiani, combatentes corajosos que minaram dentro de casa o fascismo italiano. Em Curitiba, os baderneiros eram black blocs, que não combatem o fascismo nem sabem o que é isso. Quebrar vitrines a pedradas e bastonadas é coisa de vândalo, de bandido, que se divertem causando prejuízo a quem não tem nada com isso.

...anti-heróis


E botar fogo em bandeira do Brasil? Este colunista não gosta de ver um grupo político-partidário se apropriar de símbolos nacionais. O símbolo é de todos, não de um partido. Mas a bandeira, mesmo sendo hoje usada por bolsonaristas, é de todos nós, é do Brasil. E merece, tem de ser respeitada.


Carlos Brickmann é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação
Leia o Chumbo Gordo, informação com humor, precisão e bom. 
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terça-feira, 2 de junho de 2020

ANVISA LIBERA USO DO BYE CORONA


A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, publicou a aprovação do uso de líquidos para limpeza e desinfecção, conhecidos como saneantes, para o auxílio no combate ao novo coronavírus, tornando os desinfetantes de aplicação geral um agente essencial contra a pandemia. Dessa forma, a empresa Bird Company desenvolveu o ‘Bye Corona’, um desinfetante natural feito à base de óleo essencial da ‘Pinus-SP', que assegura a desinfecção do ar, eliminando vírus e bactérias de ambientes fechados. 

“No Brasil, o ‘Bye Corona’ é o primeiro desinfetante fabricado a partir de substâncias naturais, com registro na Anvisa, e utilizando uma planta totalmente nacional com poderes de desinfecção do ar”, esclarece Brenno Hike Domingues da Silva, diretor da empresa desenvolvedora.

Através da molécula alfa-terpineo e por meio de umidificadores, o 'Bye Corona’ tem a capacidade de eliminar 85% da carga microbiana em ambientes fechados, como em residências, salas comerciais e demais locais com menor circulação de ar. Quando submetido a testes, promove a desinfecção segura para seres humanos e animais, com ausência de irritação cutânea, ocular primária e toxicidade oral aguda.

Os óleos essenciais são conhecidos por seu poder de controlar microorganismos e, a partir desse recurso, levando em consideração o período de pandemia, o Instituto Adolfo Lutz realizou estudos para publicação na revista internacional Current Fungal Infection Reports, que apresentam eficácia do desinfetante natural, com potencial para reduzir a carga de vírus e bactérias, como a Salmonella choleraesuis, Staphylococcus aureus e Clostridium difficille. Com isso, comprova-se o auxílio do produto no combate ao novo coronavírus.

“Vale ressaltar que a Anvisa liberou o uso de produtos para desinfecção de superfícies e prevenção à Covid-19, inclusive os naturais, como é o caso do ‘Bye Corona’, que foi desenvolvido para proteger as pessoas em ambientes fechados e gerar maior segurança para quem necessita sair de casa”, explica Brenno Hike.

O produto é regularizado e registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, com o número 354850001, e a Bird Company ainda indica que a biodegrabilidade imediata é de 83, 1% em 28 dias, conforme método OECD 301 B, superando as normas que exigem pelo menos 60% no mesmo período.

Saiba mais no www.byecorona.com.br

Bye Corona

INSTITUTO RENAULT E COLABORADORES VOLUNTÁRIOS REALIZAM DOAÇÕES PARA PESSOAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL

Com a ajuda de amigos e familiares, os colaboradores da Renault do Brasil estão se mobilizando voluntariamente para arrecadar doações e auxiliar comunidades de Curitiba e região. Neste final de semana colaboradores da área da Montagem realizaram a entrega de 487 cestas básicas, 250 litros de leite e 350 frascos de álcool em gel para os moradores da Vila Pantanal, em Curitiba (PR). Com a ação, a equipe conseguiu doar mais de sete toneladas de alimentos.



“Foi gratificante ver as pessoas felizes por poderem ajudar, fazendo o bem de coração. A entrega foi muito emocionante e nos faz repensar muito sobre a nossa realidade. É importante divulgar as ações para que mais pessoas possam se mobilizar e ajudar. Fazer o bem é essencial”, comenta Marcio dos Reis, supervisor de produção da Montagem e um dos organizadores da arrecadação.

Outra ação foi desenvolvida pela equipe da Estamparia da Renault, em que colaboradores arrecadaram voluntariamente 250 cestas básicas, 400 cabeças de alface e 250 frascos de álcool em gel entregues também aos moradores da Vila Pantanal, em Curitiba (PR). Ao todo, foram mais de três toneladas de alimentos arrecadados, transportados com segurança e utilizando todas as medidas de precaução.

“Foi gratificante poder ajudar quem precisa, ao lado dos meus colegas de trabalho. Uma das melhores experiências que já vivi. Nos mobilizamos de forma rápida, com muita união para fazer as doações. Aprendi que quando você dá algo de coração a quem tanto precisa, está transformando o mundo dessa pessoa em um lugar melhor”, comenta Liziel André, operador na área da Estamparia.

“A união e envolvimento dos colaboradores da Estamparia foi fundamental. Todos participaram ativamente desde a arrecadação até a distribuição dos alimentos. Quando o nosso gerente sugeriu a ação solidária, a equipe se animou imediatamente”, complementa João Malacrida, chefe de produção da Estamparia.

Instituto Renault beneficia 847 pessoas da comunidade da Borda do Campo por meio de doações



Esta semana, o Instituto Renault realizou a entrega de cestas básicas para 86 famílias moradoras da comunidade Borda do Campo, região em que está situado o Complexo Ayrton Senna, que abriga as quatro fábricas da Renault no Brasil. A ação contou com a parceria da Associação de Moradores da Borda do Campo (Amarb).

O Instituto também fez a entrega de itens de necessidade básica para o Lar Mãe Maria, projeto apoiado pela instituição que abriga 70 crianças e adolescentes. Irmã Narcisa, do Lar Mãe Maria, reforça a importância da solidariedade.

“Mais uma vez quero expressar nossa gratidão. Não estamos sozinhos nesse período de isolamento, pois estamos sendo acompanhados pelo carinho e solidariedade de quem sabe que nós existimos e precisamos de ajuda: O Instituto Renault. Muito bom ter vocês como amigos e parceiros”, comenta a Irmã.

Alimentação gratuita e diária a crianças da comunidade



A Associação Borda Viva fornece almoço gratuito em seu restaurante para 97 crianças da comunidade. Desde abril, devido à pandemia, a Associação mudou o formato de distribuição e agora os familiares buscam as marmitas preparadas com todo o carinho e cuidado para que a criança faça agora a sua refeição, com segurança, em casa. A entrega é realizada todos os dias da semana. 

O preparo dos alimentos e entregas são realizadas com todas as recomendações do Ministério da Saúde: utilização de máscaras, higienização constante e cumprimento do distanciamento de segurança.         

“Sem as escolas funcionando, a refeição que as crianças têm é a da Borda Viva. E eu agradeço em nome de todos os pais e mães da comunidade que estão mais tranquilos recebendo essa comida garantida. O apoio do Instituto Renault é fundamental para conseguirmos fazer isso. É muito gratificante a gente poder ajudar neste momento difícil”, diz Rose de Fátima, presidente da Associação Borda Viva.

Além da alimentação, também ocorreu a distribuição de lanches para 50 famílias por meio do restaurante Sodexo, que atende os colaboradores da Renault do Brasil. A distribuição foi realizada pela Associação Borda Viva às famílias da comunidade da Borda do Campo.

MOBILIZARENAULT


Com o objetivo de valorizar as ações que estão sendo desenvolvidas pelo Instituto Renault e voluntariamente pelos colaboradores, a Renault do Brasil lançou a campanha “Mobiliza Renault”. A iniciativa busca estimular e dar voz a todos que estão se mobilizando para diminuir os impactos causados pelo coronavírus, divulgando os projetos que estão sendo desenvolvidos, para reconhecer e engajar cada vez mais pessoas. Todas as atividades serão comunicadas pela Renault em seus canais internos e externamente com a hashtag #MobilizaRenault.

Além da iniciativa de arrecadação de alimentos, os colaboradores da Renault também estão produzindo protetores faciais utilizando impressoras 3D e realizando a manutenção de respiradores destinados aos hospitais do Estado do Paraná.

Associação Borda Viva


A Associação Borda Viva é uma organização sem fins lucrativos que atua desde 2002 no desenvolvimento social, segurança alimentar para crianças e no empoderamento feminino por meio do empreendedorismo e da geração de renda. A associação está localizada no bairro Borda do Campo, região próxima à fábrica da Renault em São José dos Pinhais - PR. Cerca de 90 mil pessoas já foram impactadas pelas ações da Associação que conta com a parceria do Instituto Renault.

Para promover a segurança alimentar, crianças cadastradas em idade escolar e que vivem em situação de vulnerabilidade social, recebem diariamente refeições preparadas pelas mulheres da comunidade. Ao todo são 37,2 mil refeições servidas por ano.

A geração de renda possui três frentes:

- A Cozinha Comercial, lançada em 2012, cujo objetivo é gerar renda para as mulheres da comunidade oferecendo refeições de qualidade a um preço acessível.

- Associação também atua na comercialização de coffee breaks para eventos de empresas e outras organizações.

- A Casa da Costura, lançada em 2010, que tem como objetivo formar mulheres na área da costura e modelagem, além de bordados e estampagens. Para trazer maior atratividade aos seus produtos, desde 2015 a Casa da Costura passou a contar com uma coleção desenvolvida pelas mulheres do projeto com o auxílio de uma designer. Mantendo a sua tradição em produtos sustentáveis, a nova coleção utiliza, na sua maioria, aparas e sobras de materiais da indústria automobilística, como cintos de segurança e tecidos automotivos.

Lar Mãe Maria


Fundado em 2002, o Lar Mãe Maria está situado no município de São José dos Pinhais, no Paraná e consiste em cinco “Casas Lares”, residências com pais e mães sociais preparados para acolher de 10 a 12 crianças em cada casa. As crianças e adolescentes são normalmente encaminhados pela Vara da Infância e Juventude, vítimas de abandono, maus tratos ou violência doméstica e acolhidas em regime de abrigamento. Atualmente, cerca de 70 crianças e adolescentes, que antes estavam em situação de risco ou vulnerabilidade social, estão acolhidas pelo Lar Mãe Maria. O espaço, que tem convênio com a Prefeitura de São José dos Pinhais, é administrado pelas Irmãs Beneditinas da Divina Providência que dedicam seu tempo para minimizar carências e oferecer um lar de acolhimento e desenvolvimento para as crianças e adolescentes.

Instituto Renault


Fundado em 2010, o Instituto Renault já impactou mais de 740 mil pessoas, atuando em dois eixos: Inclusão e Mobilidade Sustentável. 

No eixo Inclusão, o Instituto Renault apoia a Associação Borda Viva, para promoção do desenvolvimento social, da segurança alimentar para crianças e do empoderamento feminino por meio do empreendedorismo e da geração de renda.  O Instituto também promove o Renault Experience, projeto que tem como objetivo estimular o empreendedorismo e a inovação entre universitários de todo o país na busca por soluções que facilitem o dia a dia da sociedade. Desde 2018, além da categoria Soluções de Mobilidade, foram criadas duas novas:  Negócios Sociais e Desafio Twizy.  

No eixo Mobilidade Sustentável, destaque para o Programa “O Trânsito e Eu”, de educação para segurança no trânsito, presente de forma permanente em oito municípios do país: Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá e Arapongas, no Paraná; Pelotas (RS); além das cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Santa Bárbara d’Oeste e São Paulo, capital. O programa também desenvolve ações itinerantes em parques, shoppings e eventos. Cerca de 230 mil crianças já foram impactadas pela iniciativa. No mesmo eixo, a Renault já comercializou cerca de 300 veículos 100% elétricos no Brasil a empresas que possuem projetos relacionados à mobilidade zero emissão. 

Renault do Brasil

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