segunda-feira, 30 de março de 2020

SBCTRANS LIDERA AÇÃO SOCIAL PARA IDOSOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO


A SBCTrans lançou esta semana a ação social "#fiqueemcasa, a gente faz por você" como forma de ajudar e colaborar para que os cidadãos de São Bernardo do Campo com mais de 60 anos atendam ao pedido do Ministério da Saúde e fiquem em casa. As empresas Diastur, Cartão Legal e Ubus também estão participando do novo e inédito projeto.

Segundo Milena Braga Romano, diretora executiva da SBCTrans, a luta contra o coronavírus é de todos e, por isso, precisamos estar juntos. “A pandemia está aflorando o senso de bem comum e coletividade nas pessoas. Somos um só e, neste momento, os atos de solidariedade são fundamentais, ainda mais para o grupo de risco e aos que estão próximos”, enfatiza.

A partir desta segunda-feira, 30 de março, as pessoas com mais de 60 anos, pertencentes ao grupo de risco do coronavírus, poderão ligar na Ouvidoria da SBCTrans pelo telefone 4941.8550 ou pelo WhatsApp (11) 971.575.758.

Um voluntário da operadora atenderá ao pedido para ir à farmácia, supermercado, petshop ou qualquer outra tarefa de necessidade essencial que o idoso precisar.

De acordo com Milena Romano, as pessoas que precisarem de ajuda serão atendidas pelos colaboradores voluntários das empresas SBCTrans, Diastur, Cartão legal e Ubus, de acordo com a sua região, onde moram e localização. “O voluntário disponível mais próximo do endereço do munícipe fará o atendimento. Assim, vamos colaborar para manter todas as pessoas do grupo de risco dentro de suas casas, evitando a possibilidade de contaminação pelo Covid-19”, finaliza a executiva. 

Serviço
#fiqueemcasa, a gente faz por você
Ligue no telefone da Ouvidoria da SBCTrans
(11) 4941.8550 ou WhatsApp (11) 971.575.758.
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

A SBCTrans, fundada em 1998 na cidade de São Bernardo do Campo, conta com uma frota de mais de 400 veículos, que oferecem conforto e segurança aos clientes. Considerada a melhor empresa de transporte público do Estado de São Paulo, tem como missão oferecer proximidade, facilidade e qualidade aos clientes.

SBCTrans
Secco Consultoria de Comunicação

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VOLKSWAGEN ABRE AS INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA DE ESTÁGIO 2020


Maior produtora e exportadora de veículos da história da indústria automotiva nacional, a Volkswagen abre portas para novos talentos com a abertura de um novo Programa de Estágio para estudantes do ensino superior. 

São 31 vagas para os alunos atuarem nas unidades da empresa em São Bernardo do Campo, São Carlos, Taubaté e Vinhedo (SP). As inscrições podem ser feitas pelo link, até 30 de abril. A primeira fase da seleção, composta por prova de inglês, prova de raciocínio lógico e Fit Cultural (alinhamento dos valores do candidato à cultura da empresa) será 100% online, alinhada às recomendações das autoridades de saúde pelo distanciamento social.

"Estamos há 67 anos presentes na vida, no coração e na garagem dos brasileiros e vivemos um momento desafiador, de construção de uma Nova Volkswagen, uma empresa ainda mais inovadora e próxima das pessoas. Queremos contar com novos talentos que agreguem com ideias, atitude e paixão para essa causa", explica Marcellus Puig, vice-presidente de Recursos Humanos da Volkswagen do Brasil e América do Sul.

As vagas podem ser preenchidas por estudantes que possuem inglês intermediário e que estejam cursando: Administração, Design, Desenho Industrial, Direito, Engenharias, Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais, Relações Públicas ou Secretariado com formação prevista entre junho de 2021 e junho de 2022.

O Programa oferece benefícios como bolsa-auxílio, transporte fretado gratuito, seguro de vida, ambulatório médico, desconto na compra de veículos e estacionamento gratuito.

Para mais informações, acesse o site www.vw.com.br/estagio.

Volkswagen do Brasil

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INSTITUTO GM ANUNCIA AÇÕES DE SUPORTE AO COMBATE À PANDEMIA DE COVID-19

O Instituto General Motors (IGM), braço social da GM no Brasil, está realizando a doação de cestas de alimentos, higiene e limpeza e óculos de segurança; além de emprestar carros em comodato para as autoridades nos locais onde a empresa está presente.

As doações e empréstimos têm o objetivo de contribuir para o combate à pandemia de Covid-19 e seus impactos no sistema de saúde e renda das populações mais vulneráveis.

"Neste momento difícil que estamos passando, as relações de parceria e a solidariedade precisam se intensificar ainda mais. O Instituto General Motors sempre esteve presente nas comunidades onde atua, especialmente em situações de crise. Nossos empregados têm no seu DNA a vocação para o voluntariado e estamos em contato contínuo com as autoridades, apoiando as necessidades em diversas frentes", declara Marcos Munhoz, presidente do Instituto GM.

As mais de 5.500 cestas de alimentos, higiene e limpeza serão doadas a famílias em situação de vulnerabilidade social em todas as sete cidades em que a GM está presente no Brasil: Gravataí (RS), Joinville (SC), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP), Indaiatuba (SP) e Mogi das Cruzes (SP), além da capital paulista.

"Vamos adquirir os produtos para compor as cestas no comércio de cada cidade onde faremos as doações. Assim, poderemos contribuir duplamente, com quem necessita receber e com quem precisa vender mais", explica Munhoz.

O óculos de segurança é um EPI (Equipamento de Proteção Individual) usado na atividade fabril e muito importante para a proteção dos profissionais de saúde que estão trabalhando na linha de frente contra o Covid-19. Serão doadas um total de 3.000 unidades para as prefeituras das cidades onde a GM está presente e que sinalizaram essa necessidade: Gravataí, Joinville e São José dos Campos.

Os 105 carros que foram colocados à disposição em regime de comodato, serão utilizados pelas prefeituras de Gravataí, Joinville, São Caetano do Sul, São José dos Campos; além do governo estadual de São Paulo. Os veículos poderão ser usados para o transporte de profissionais de equipamentos de saúde e, também, de pacientes; além de outras necessidades.

General Motors América do Sul.

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domingo, 29 de março de 2020

FISHING RAPTOR MODERNIZA FROTA DE EMBARCAÇÕES


Mundialmente conhecida pelos seus barcos apropriados aos amantes de pesca e de outros esportes náuticos, a Fishing Raptor ampliou a sua participação no mercado brasileiro e internacional. O objetivo é seguir atendendo ao público ligado a esses esportes, mas, também, evoluir em termos de instalações para lazer, conforto e pernoite. O sucesso já é comprovado por meio do crescimento de mais de 20% em vendas de suas embarcações no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período o ano passado.

“Os modelos da Fishing Raptor continuam com a mesma essência: altíssima resistência e desempenho com cascos projetados por renomados engenheiros norte-americanos e apropriados para navegação a longas distâncias. Ideais para aventureiros e público que curte a prática de esportes náuticos como é o caso da pesca oceânica. Mas ano a ano aprimoramos a qualidade também em termos de tecnologias e instalações. Hoje, é visível a evolução do processo de produção com o emprego de materiais de altíssimo valor. Acabamentos e mobiliário também passaram por ampla modernização além de projeto arquitetônico, incluindo cabine com cama na meia nau, sem falar dos equipamentos de navegação. Alta tecnologia é empregada em todos os modelos da nova coleção com belos painéis touch screen, joystick, piloto automático e vários outros”, conta o diretor da marca Fernando Assinato.


“A Fishing Raptor sempre teve um excelente renome no mercado, mas a marca era geralmente bem posicionada como barco de pesca apenas. Há cerca de 3 anos iniciamos esse processo de reposicionamento oferecendo ao consumidor da pesca um barco prático, seguro e extremamente confortável. Mas agora também oferecemos uma embarcação consagrada para outros públicos, pessoas que gostam de esportes náuticos em geral ou para quem apenas gosta de navegar distâncias maiores com máxima qualidade”, explica o executivo.

Entre os exemplos que integram a Coleção 2020 da Fishing Raptor e que fazem sucesso no Brasil e no mercado internacional, estão as embarcações: Fishing 300WA, Fishing 350 Raptor e Fishing 375 Solarium. Todas se destacam pelo layout que combina o clássico com o moderno, como um “off road” sobre as águas. Layout prioriza o aproveitamento de espaços com cabine confortável, cozinha, sofá e banheiro em seus interiores. Cockpit projetado para momentos de lazer com família e amigos e, também, com espaços apropriados para circulação e para armazenamento de itens esportivos, sem falar da central de comando com novo desenho para receber equipamentos eletrônicos de última geração. Com a alta aceitação da Fishing Raptor, a projeção da empresa é ampliar a produção em 50% nos próximos três anos.

Com unidade produtiva em Santa Catarina, a Fishing Raptor é o principal fabricante de lanchas de lazer e esportes náuticos do país. Possui em seu portfólio modelos de 21 a 42 pés. Cada embarcação atende ao mais rigoroso controle de qualidade para seguir as normas internacionais marítimas e de segurança.

sábado, 28 de março de 2020

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

SOCORRO, O PILOTO ENLOUQUECEU!


Vivemos agora um dos maiores e mais terríveis desafios da Humanidade – houve outros, claro, mas não estávamos por aqui. E se agora quisermos continuar por aqui, precisamos manter de qualquer forma ao máximo as medidas de isolamento social, quarentena, e de acordo com as organizações médicas mundiais. Os cintos se apertaram, mas o piloto não sumiu; apenas não sabe dirigir, e não pode sequestrar um país.

Ninguém está querendo ficar em casa trancado, com crianças fora da escola, sem saber o que vai acontecer, trabalhando como pode, ou não trabalhando, sendo obrigado a não trabalhar por não ter como nem onde. O importante é entender o que precisamos fazer nesse momento, e que não é coisa local, é pandemia, mundial. Grave, grave, muito grave. Com reflexos econômicos imensuráveis, um futuro nebuloso.

Mas estamos vendo tudo só piorar por aqui, inclusive por altas incontroladas de preços, abusos de toda sorte, picaretagens e falsificações em produtos médicos, falta de insumos, o Brasil mostrando sua cara e suas deficiências sociais, econômicas, trabalhistas, de saneamento. Milhares de pessoas que nem casa têm para se isolar, nas ruas, com fome, sem poder contar com os solidários voluntários para lhes dar uma prato de comida, ao menos uma vez ao dia, sem água pra beber, porque os bares estão fechados. E os mandamos lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel, como se vivêssemos uma linda fantasia conjunta.

Ninguém quer isso tudo o que está ocorrendo, mas o tal piloto, de cuja mente, dele e seus apaniguados, jorra diariamente uma quantidade de ignorâncias tal que torna mais insuportável esse momento, quer fazer parecer que é indolência nossa. Repare. As medidas que precisa tomar, não toma; as promessas que fez, inclusive econômicas, não cumpre. Nos leva a uma situação verdadeiramente insustentável, inclusive diante do resto do planeta. Esse é o fato.

Governados por um Bolsonaro inepto que conseguiu mostrar de vez a única e principal certeza desse momento, a sua total ignorância, incapacidade de liderar, dirigir, pensar. Suas ações e aparições a cada dia apenas têm servido para aumentar a angústia de todos nós, nos deixando marcas, e nos deixando doentes de muitas outras formas além do coronavírus. Depressivos, violentados, atônitos, escandalizados, revoltados.

Parem, por favor, apenas parem esse homem antes que seja tarde demais. Ele ri de nossa agonia. Nos desrespeita, juntando esses grupos de ódio de ignorantes que mancham, eles sim, o nosso verde e amarelo. Com o vermelho de nosso sangue e o verde de sua bílis nojenta. Covardes que se escondem atrás de robôs, que agora batem bumbos de dentro de seus carros potentes em inacreditáveis carreatas. Que dizem que não querem o Brasil parado e que vão nos matar se obtiverem sucesso nessa empreitada suicida, já demonstrada como muito suicida, e em várias partes do mundo.

Desrespeitam os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate; desrespeitam a Ciência; desrespeitam a lógica. Nos levarão ao abismo se permanecerem nessas cadeiras, nos levarão a claras revoltas locais, farão reviver todas as agruras do século passado, escutem, acreditem. Isso não vai acabar bem. Entramos em um perigosíssimo vácuo de poder.

Não podemos ficar em suas mãos como estamos agora, sabendo claramente que os números de infectados e mortos estão totalmente subestimados, porque não temos a base, nem os testes que possam aferir a realidade, e ela é dura.

Nunca tive problemas com idade, a não ser agora onde querem fazer parecer que quem tem mais de 60 anos pode – e quase deve - morrer, que não fará falta – alguns safados chegam a declarar isso textualmente, e ainda se acham brasileiros e que o dinheiro deles os salvará. Estaríamos marcados para morrer, não poder fazer nada? Não, somos a História desse país, temos o conhecimento capaz de combater o mal que tenta se instalar.

Sinto uma revolta como há muito não sentia. Sei que não estou sozinha. Todas as noites ouço o som dessa revolta nas panelas que batem e nos gritos das janelas de meu país, nas discussões que tomam as redes sociais. Mas é cada vez mais clara a situação: quando pudermos abrir as portas, e se possível até bem antes disso, agora, e antes que seja tarde demais, essa revolta precisa criar corpo, ser real, e arrancar dali o maluco que tomou a direção e está desgovernado, pretendendo nos matar.

No mínimo, de raiva.

Marli Gonçalves. 
Jornalista, consultora de comunicação, editora do site Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora Contexto e pela Amazon.
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quinta-feira, 26 de março de 2020

INVESTIMENTOS DE CONSUMIDORES RESIDENCIAIS EM ENERGIA SOLAR ULTRAPASSAM R$ 5,1 BILHÕES NO BRASIL


O investimento acumulado em sistemas de energia solar fotovoltaica instalados em residências acaba de atingir R$ 5,1 bilhões no País, segundo dados apurados pela ABSOLAR - Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. De acordo com o mapeamento, os domicílios respondem por 38,9% dos cerca de 2,3 gigawatts de potência instalada em operação nos telhados e fachadas.

A fonte solar fotovoltaica representa atualmente 99,8% de todas as conexões de geração distribuída no País e possui cerca de 200 mil sistemas instalados, espalhados em mais de 79,9% dos municípios brasileiros. O levantamento da ABSOLAR mostra que já são cerca de R$ 11,9 bilhões em investimentos acumulados desde 2012 na geração solar distribuída.

Em número de sistemas solares fotovoltaicos instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 72,60% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (18%), consumidores rurais (6,3%), indústrias (2,7%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,04%) e iluminação pública (0,01%).

Segundo Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR, os consumidores residenciais possuem papel de destaque na adoção e no uso da energia solar fotovoltaica, pois são pressionados com as tarifas de energia elétrica mais altas do Brasil. “As residências são responsáveis por 21,4% de toda a energia elétrica consumida no Brasil. É o segundo maior consumidor de energia elétrica do País, logo depois das indústrias. A energia solar fotovoltaica é uma importante opção para as pessoas reduzirem em até 90% os gastos em suas casas com energia elétrica. É economia no bolso dos brasileiros, aliviando o seu orçamento e protegendo contra aumentos excessivos na conta de luz. Além disso, é uma fonte renovável, limpa e sustentável que contribui para a sustentabilidade do Brasil”, destaca Sauaia.

“Valorizar corretamente todos os benefícios da geração distribuída solar fotovoltaica é o caminho mais honesto e coerente para um País que espera crescer no curto, médio e longo prazos. Se o Brasil almeja um protagonismo maior no cenário econômico mundial, precisamos valorizar e aproveitar nossas riquezas e potencialidades, para elevar a Nação, e principalmente nossos cidadãos, ao mesmo patamar das demais lideranças mundiais”, acrescenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR.

Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.

ABSOLAR
TOTUM Comunicação

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quarta-feira, 25 de março de 2020

SÃO CAETANO DO SUL ESTÁ ENTRE OS QUATRO MUNICÍPIOS QUE OFERECEM MAIOR NÚMERO DE LEITOS PÚBLICOS E PRIVADOS


Em meio à pandemia causada pelo coronavírus, a Bright Cities realizou um levantamento inédito sobre o número de leitos disponíveis nos 5.570 municípios brasileiros


O estudo cruzou a capacidade dos hospitais de receber pacientes para internação em unidades de terapia intensiva (UTI) com a recomendação da Organização Mundial da Saúde(OMS) de que os países garantam de um a três leitos disponíveis por cada 10 mil habitantes. A conclusão é de que apenas 10% das cidades brasileiras oferecem pelo menos um leito de UTI dentro do Sistema Único de Saúde para cada 10 mil habitantes. Somados os leitos que integram a rede privada de saúde, o número de municípios com pelo menos 1 leito por cada 100 mil habitantes sobe para 704, ou 12,6% do total.

Nacionalmente, o país dispõe de 41.311 leitos que poderiam receber pacientes contaminados pelo Covid-19, total que se enquadra nos requisitos da OMS de oferecer pelo menos um leito por cada 10 mil habitantes. Importante ressaltar, porém, que muitos deles já estão ocupados por pacientes de outras como leitos específicos para casos de isolamento, e excluindo os leitos de UTIs neonatal. Os dados pertencem ao Datasus, base de dados do Ministério da Saúde.

A maioria dos leitos está localizada nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, conforme tabela



> Campo Largo - Paraná - 25,6 leitos
> Campina Grande do Sul - Paraná - 18,4 leitos
> Nerópolis - Goiás - 18,4, leitos
> São Caetano do Sul - São Paulo - 14,9 leitos
> Piancó - Paraíba - 12,4 leitos
* Municípios que oferecem maior número de leitos tanto públicos quanto privados por grupo de 10 mil habitantes.

“Dispor de dados atualizados e estatísticas comparativas é a maneira mais assertiva de realizarmos o planejamento necessário tanto para enfrentar situações de emergência, como a atual, como para criar parâmetros de desenvolvimento de médio e longo prazos”, afirma Raquel Cardamone, fundadora da Bright Cities. “A partir de indicadores reconhecidos internacionalmente, a plataforma permite que gestores e cidadãos se conscientizem sobre a condição de cada localidade e assim possam criar as melhores estratégias para lidar com cada desafio”, completa.

Com uma metodologia inovadora baseada em Big Data e processos de Inteligência Artificial, a Bright Cities é uma plataforma internacional desenvolvida no Brasil para traçar diagnósticos e propor soluções compatíveis com prazos e orçamentos de cada localidade. A partir de uma ampla base de dados e de centenas de indicadores reconhecidos por entidades internacionais como a ONU (Organização das Nações Unidas) e ISO (Organização Internacional de Normalização), a ferramenta estabelece rankings comparativos, traça contextos regionais e identifica os principais desafios sociais e econômicos, independentemente do porte do município. Os diagnósticos consideram o desempenho em dez áreas prioritárias: governança, tecnologia e inovação, saúde, segurança pública, energia, meio ambiente, mobilidade, urbanismo, educação e empreendedorismo. São identificados os principais desafios e criado um roteiro de desenvolvimento passo a passo. As prefeituras recebem um painel navegável e um roteiro de ações com respectivos custos, prazos e indicações de fornecedores. Dessa forma, a Bright Cities contribui para que cidades do mundo todo se tornem cada vez mais inteligentes, ajudando na implementação de soluções tecnológicas capazes de trazer grande impacto ao dia a dia de gestores e cidadãos.

GENERAL MOTORS LIDERA FORÇA-TAREFA DO GOVERNO FEDERAL PARA CONSERTO DE RESPIRADORES NO BRASIL

Instalações, expertise técnico e força de trabalho voluntária da GM serão utilizados na ação contra o Covid-19


A General Motors está engajada na luta contra o Covid-19. Atuando junto às autoridades, a empresa está liderando esforços conjuntos com o ministério da Economia, SENAI, Abeclin - Associação Brasileira de Engenharia Clínica - e outras montadoras para unir uma força-tarefa no conserto de todos os respiradores que não estão funcionando no Brasil, por meio da Iniciativa + Manutenção de Respiradores.

A ação tem o intuito de aumentar o número de aparelhos disponíveis para atender pacientes graves infectados pelo vírus Covid-19.

"Colocamos a nossa expertise, instalações e força de trabalho voluntário técnico à disposição das autoridades. Este é o momento de usarmos todas as armas que temos contra este vírus e a GM fará tudo o que está ao seu alcance para ajudar o Brasil e o mundo a passarem por este momento difícil", declarou Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

O gerente de inovação da GM, Dr. Carlos Sakuramoto, foi a pessoa procurada pelo ministério da Economia para coordenar essa ação: "Neste momento, em paralelo ao levantamento que está sendo feito do número, localização e modelo dos equipamentos parados, estamos treinando virtualmente nosso corpo técnico voluntário e preparando salas nas operações da GM no Brasil para realizarmos os reparos na semana que vem", explica o engenheiro.

Até o momento, já foram mapeados mais de 3.000 respiradores que não estão em operação. Este número pode ser ainda maior.

O objetivo é consertar 100% dos aparelhos fazendo a logística de buscar nos hospitais, levar até uma fábrica mais próxima, consertar com a mão de obra técnica voluntária treinada pelo SENAI e, depois de funcionando, o equipamento retorna para o hospital de origem para ser usado no combate ao Covid-19.

General Motors América do Sul.

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terça-feira, 24 de março de 2020

PRESOS DE SÃO PAULO VÃO CONFECCIONAR 320 MIL MÁSCARAS PARA PROTEÇÃO CONTRA CORONAVÍRUS

O Governador João Doria anunciou nesta terça-feira (24) que reeducandos do sistema prisional do Estado vão auxiliar nas ações de prevenção ao novo coronavírus. A Secretaria da Administração Penitenciária adquiriu insumos para produção de 320 mil máscaras descartáveis de proteção. A confecção tem início a partir de hoje.

A previsão é que sejam produzidas 26 mil peças por dia nas fábricas adaptadas especialmente para a produção das máscaras. Cerca de 200 reeducandos de várias regiões do Estado, de penitenciárias masculinas e femininas, vão confeccionar as máscaras de proteção descartáveis para uso em procedimento simples (não-cirúrgicos).

"Serão produzidas 26 mil peças por dia, seguindo os critérios sanitários e de confecção para a produção destas máscaras, que terão um custo para o Governo de São Paulo de R$ 0,80 por peça. É uma atitude correta, solidária e possível de ser feita. Pode ser um exemplo também para outros Estados brasileiros", disse Doria.

A Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap), vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária, já começa hoje a confecção em oficinas nas Penitenciárias Femininas I e II de Tremembé. Só nessas fábricas, a produção diária será de 18 mil peças, com 121 máquinas trabalhando.

Ainda nesta semana, a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista e a Penitenciária Masculina de Andradina também começam a fabricar as máscaras. Em Tupi Paulista, a produção será de 5,4 mil peças por dia, com 36 máquinas; em Andradina, 2,6 mil peças por dia, com 19 máquinas operando.

Na próxima semana, será alcançada a capacidade total de produção, de 26 mil peças por dia. As fábricas tiveram seu parque fabril adaptado para a confecção das máscaras. As oficinas foram higienizadas e foi criado um protocolo de entrada para garantir a higiene das peças, feitas em TNT duplo. As máscaras serão vendidas a preço de custo.

Secretaria Especial de Comunicação
Assessoria de Imprensa

domingo, 22 de março de 2020

CHUMBO GORDO.
Por Carlos Brikmann*

ACREDITE, AQUI HÁ BOAS NOTÍCIAS.


Boas notícias? Até mais: algumas notícias serão ótimas. Outras ainda dependem de mais estudos, mas o caminho é bom. Abaixo o coronavírus!


* A China fechou o último hospital de coronavírus em Wuhan, o berço da epidemia. Não há novos casos suficientes para justificar um hospital.

* A França estuda o uso de hidroxicloroquina, remédio usado desde 1940 para malária e artrite reumatoide. Um grupo recebeu só o medicamento; outro, a hidroxicloroquina associada a um antibiótico, azitromicina; o terceiro, tratamento convencional. A hidroxicloroquina reduziu bem a carga de vírus; associada à azitromicina, curou 70% dos doentes em seis dias. O grupo que foi tratado convencionalmente teve 12,5% de curas. O sucesso estimulou o presidente americano Donald Trump, que quer acelerar a aprovação de seu uso, mas a FDA, que cuida de medicamentos, pede mais testes clínicos. Trump já chegou a proclamar o sucesso do tratamento na TV americana.

* Na Índia, bons resultados no tratamento com Lopinavir, Oseltamivir e Retonovir associados à Clorfenamina. Os indianos sugerem à Organização Mundial da Saúde o uso internacional dessa combinação de medicamentos.

* A China relata o caso de uma senhora de 103 anos que se curou após um tratamento de seis dias em Wuhan. Há pesquisas bem encaminhadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e Israel. Diz a OMS que 41 grupos tentam criar vacinas contra o coronavírus.

Otimismo

A Apple, empresa com maior valor de mercado do mundo, reabriu suas 42 lojas na China. Hoje, há menos doentes na China do que na Itália.

Enfim!

A Cleveland Clinic americana criou um teste que dá resposta em horas, não em dias. O teste deve estar no Brasil em pouco tempo.

O próximo passo

Mesmo que novos remédios cheguem logo ao mercado e o coronavírus seja esquecido, a pandemia já desorganizou a economia do país. Empresas pararam de funcionar e faturar e continuam a pagar aluguel, impostos, juros, contribuições, taxas. Se reabrirem nesta semana, mesmo assim terão a sobrecarga do período triste.

A Associação Comercial de São Paulo, que apoiou o fechamento do comércio, pede que as autoridades estejam à altura do momento. "É importante a mobilização das esferas governamentais na redução dos riscos ocasionados pela pandemia", diz o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto. "São necessárias medidas rápidas para que os empresários possam adiar o pagamento de impostos. As empresas podem não aguentar uma paralisação tão longa".

Imagine uma empresa aérea: paga o aluguel dos aviões, os salários, e teve de cortar vários países para onde voava. Paga também aluguel (e alto) para deixar os aviões parados nos aeroportos. Se as empresas fecharem, quem irá contratar funcionários?

Impeachment a la carte

Não se preocupe com o pedido de impeachment que o deputado federal Alexandre Frota apresentou ao Congresso. Foi feito às pressas, não com o objetivo de derrubar o presidente Bolsonaro: sua função é outra, de estar à disposição para, se necessário, ser tirado das gavetas e votado.

Impeachment precisa ter elementos jurídicos que o amparem, mas só sai se houver força política por trás. Neste momento, embora já existam adversários que querem ver Bolsonaro pelas costas, não há qualquer possibilidade de afastá-lo. Isso pode mudar – os panelaços já mostram que há oposição fora do PT e partidos satélites. Mas os próprios panelaços estão longe daqueles contra Dilma.

Panelaço

Há gente bloqueada em casa, preocupada com o emprego, as contas, tudo; com medo do coronavírus; cansada do computador e da TV. Vem então um panelaço contra Bolsonaro: por que não? No mínimo rompe a monotonia. Mas é importante lembrar que alguém favorável ao presidente não irá bater panelas contra ele. Quem bate panelas está irritado também com ele. E pode despertar, dentro do bolsonarismo, alguém que se julgue apto a substituí-lo. Já não existe quem queira Sérgio Moro candidato, em vez de Bolsonaro?

É isso aí

Cinco deputados federais tomaram uma bela iniciativa: propuseram um projeto de lei (o PL646/2020) autorizando o uso de parte dos R$ 2 bilhões de dinheiro público destinados a pagar a campanha eleitoral no combate ao coronavírus. O projeto autoriza o uso de recursos do Fundo Partidário para o mesmo objetivo.

É ótimo – até para evitar que o caro leitor não apenas pague a campanha de gente mais rica do que ele como financie a eleição de pessoas com pensamento e comportamento contrários aos seus. Os parlamentares que tiveram a boa iniciativa são Felipe Rigoni (PSB), Vinícius Poit (Novo), João Henrique Caldas (PSB), Paulo Ganime (Novo), Rodrigo Coelho (PSB). Guarde esses nomes: só por apresentar este projeto, já merecem ser votados.

* Carlos Brickmann é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação
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