segunda-feira, 16 de julho de 2018

NOVO MODELO INDUSTRIAL DA AIRBUS HELICOPTERS ESTÁ TOMANDO FORMA.


O primeiro H160 pré-série foi equipado com sua fuselagem traseira, a primeira grande montagem de componente que foi pré-montada em Albacete, na Espanha, de acordo com a estratégia implementada na Airbus Helicopters. A fuselagem principal da primeira aeronave pré-serie chegou nas instalações da empresa em Donauwörth, Alemanha, no início do ano. Um total de dez aeronaves pré-serie estão planejadas e serão montadas progressivamente, permitindo que a empresa ajuste seu processo industrial. Com isso o processo ganha em maturidade e os prazos de montagem diminuem, garantindo neste modo um ciclo de 40 dias no tempo de produção.

Foto: Eric RAZ.


O DIA EM QUE O CRAQUE JORNALISTA VIROU O MAIOR CRAQUE FUTEBOLISTA.
Por Chico Lelis*



Edson Arantes do Nascimento. Poucos são aqueles que não sabem quem está por trás desse nome, certo? Odair Pimentel. Muito poucos, mas poucos mesmo, sabem o que esse nome representa, certo? Pois em um determinado dia, em 1966, na África, eles se tornaram um único ser: PELÉ. Pois vou contar como isto aconteceu.

Corria o ano de 1966, Pelé já era ídolo mundial, adorado na Vila Belmiro onde fazia gols memoráveis, ao lado de Coutinho, Pepe, Dorval, Mengálvio, Zito e Edu, entre outros, só pra mencionar atacantes e meio campistas.

Por seu lado, Odair Pimentel era repórter esportivo, um dos mais conceituados do setor, que então escrevia para o Diário de São Paulo.  E, como tal, “cobria” o Santos F.C., o maior time do mundo em sua época.

Naquele ano, o Santos fez sua primeira excursão à África, e Odair viajou com a “Seleção” e outros jornalistas brasileiros. Ao pousar no aeroporto, o avião foi cercado pela população que não deixava espaço para ver o chão. A polícia local, para evitar que invadissem o aparelho, usava enorme cassetetes, como se fossem tacos de golfe.

Todos queriam ver o ídolo PELÉ. Gritos, choros, delírio total. Ao ver aquilo, o maior jogador de todos os tempos tremeu. E a cena era realmente assustadora. Ele então sugeriu que Coutinho fosse o primeiro a sair, com a camisa 10.  O centroavante, claro, se negou. Mengalvio, também não aceitou ser sósia do Rei, assim como nenhum outro negro do time. Daí, alguém olhou pro Odair Pimentel e falou, Odair, põe a camisa do Pelé e vai lá.

Sem entender direito o que estava acontecendo, Odair se sentiu honrado com aquela escolha e colocou a camisa número 10 sem titubear.

- "Chico, quando a porta foi aberta e vi aquele povo todo querendo entrar na marra no avião e a polícia batendo neles como se fossem bolas de golfe, com aqueles cassetetes enormes, me arrependi, mas já era tarde. Desci as escadas do avião pensando que ia ser engolido pela massa. Entrei num carro branco, conversível, e segui vendo aquele mar de gente gritando PELÉ, PELÉ. E não havia espaço aberto, todos queriam chegar no carro. Foi amedrontador, mas emocionante ao mesmo tempo”.

Obs: estes dois últimos parágrafos são literais, fatos a mim contados pelo próprio ODAIR PIMENTEL, com  quem tive a honra de trabalhar na Sucursal de O Globo, em São Paulo, no início dos anos 80, na deliciosa redação, no Conjunto Zarvos, na Consolação x São Luís, um das mais badaladas esquinas de São Paulo, naqueles tempos. Há uma versão de que terroristas da época haviam ameaçado matar PELÉ, e que Odair foi no lugar dele para preservar o amigo. Mas a versão que narro aqui me foi contada, ao vivo, pelo próprio “clone” do Rei.

Obs II: Em 1969, o Santos voltou à África e, para que o jogo transcorresse normalmente, interrompeu-se uma guerra no Congo (*) 

(*) Em 1969, a equipe paulista foi até a África para a promoção da sua equipe. A viagem incluía uma passagem na República Democrática do Congo (na época o país era conhecido apenas como Congo ou Congo belga). Porém o país passava por um momento difícil com a chamada Crise do Congo que perdurou por toda a década de 60. Na época, os militares tentavam se manter no poder, após um golpe de estado acontecido em 1968. Para chegar até o local da partida programada, a cidade de Brazzaville, o Santos precisava atravessar a capital do país, Kinshasa. Porém não havia grande condição para que essa passagem acontecesse de forma tranquila. Foi necessário um grande apelo popular para que isso fosse possível. A partir do momento do cessar-fogo temporário, os exércitos das duas partes envolvidas no conflito escoltaram os santistas até o hotel e depois até o estádio onde seria realizada a partida.






* chicolelis - chicolelis@gmail.com  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na FordGoodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos Social e Ambiental.


domingo, 15 de julho de 2018

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

NOSSA DERRUBADA TORRE DE BABEL


Tá louco. Você fala uma coisa e o povo entende outra. Escreve sobre uma coisa e o povo entende outra. Parece que a cada dia a comunicação entre os seres se torna mais difícil e os deuses agora devem estar é tampando os ouvidos para não se afetarem por tanta besteira vinda de um certo país da América do Sul.

Conta a Bíblia, no Gênesis, que a uma determinada altura dos acontecimentos os homens quiseram subir até bem perto do céu para demonstrar sua tecnologia e capacidade de instalar-se perto de Deus. Imagine, eles lá no bem bom dando ordens e nós aqui embaixo só levando pedradas. Também queriam ficar conhecidos, ganhar poder. Teriam então se disposto a construir uma gigantesca e colossal cidade em uma torre de barro, pontuda, semelhante a uma lança, desafiadora, que chegasse até lá em cima. Tarefa a que deram início em conjunto porque inicialmente ali todos se entendiam, falavam a mesma língua. Não era igual obra ou reforma de hoje em dia que você pede para fazer uma coisa e te entregam outra.

Teria então o Senhor, irritado com a arrogância e soberba dos construtores, decidido mostrar quem é que que mandava ali (ou aqui nisso tudo). Não gostou nada do que viu, embora tenha até se espantado com a capacidade humana, até a achado bonitinha, mas quis parar logo com tudo aquilo, prevendo que dali sairia uma espécie de poderosa empreiteira que poderia mandar em tudo.

Não deu outra. De uma só canetada acabou com a brincadeira. Desceu, confundiu a língua de todos, e os dispersou sobre a Terra. A maior confusão.

Nesse pisão – maior barata voa da história - pode ter escorregado e empurrado aqui para esse continente umas turmas muito estranhas. A brasileira, entre elas. Assim, não há Cristo que faça com que nos entendamos século após século, década após década, dia após dia, principalmente quando perto de períodos eleitorais ou quando se trata de jogos e times de futebol e escolas de samba, entre outros competitivos assuntos.

Aqui tenta ganhar quem grita mais alto. Se bate no peito quando fala em outro idioma, mesmo que seja esquecido o próprio, natural. Somos criativos até para mudar o sentido das palavras, ou para impostá-las, fazendo firulas que as tornam formas de poder e domínio, vide contratos de seguradoras, bancos, leis, tratados e teses que não se entende nada desde seu próprio título, muito menos ao que se referem e para o que podem servir.

Aqui se fala e não se cumpre o que se fala. A palavra dada não tem valor. Palavras lançadas como flechas apenas pairam no ar, como se fossem, hora dessas cair bem em cima das nossas cabeças. Esqueçam o que se falou. esqueçam o que se escreveu. Esqueçam o que foi prometido. Mentiras são como praga de gafanhotos, devastadoras.

O problema é que está chegando a hora de tentarmos nos entender. De ser dada informação e uma educação suficiente para que a população consiga raciocinar, discernir, compreender sozinha o que é que está sendo dito, o que significa e aonde levará. Hora de usarmos uma linguagem clara e comum. Agora, sim, tipo a daquele locutor de tevê que durante o jogo fica o tempo inteiro dizendo exatamente o que está acontecendo, como se não fôssemos capazes nem de enxergar e precisássemos de sua santa ajuda para entender o que se passa ali naquela partida.

 Agora, sim, entraremos em outro campo, precisaremos saber tudo sobre os jogadores, o seu passado e o que pretendem de futuro com suas jogadas e estratégias, quais bandeiras levantarão, se as jogadas serão individuais ou coletivas, como se movimentarão no cenário global. E, principalmente, quais serão os seus salários. E os nossos.

Que tudo isso seja dito em linguagem bem clara, olhos nos olhos. Inclusive utilizando sinais - bem simples, para todos poderem entender, e com as mãos poderem apertar as melhores opções nas teclas. Confirmar.

Babel, faltando pouco mais de dois meses, 2018.





* Marli Gonçalves, jornalista – Como a música de Caetano, (...) "A língua é minha Pátria / eu não tenho Pátria: tenho mátria / Eu quero frátria"..."(...)"Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões / Gosto de ser e de estar E quero me dedicar a criar confusões de prosódia / E uma profusão de paródias / Que encurtem dores / E furtem cores como camaleões"(...)Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.com. Estou no Facebook e no Twitter. Visite o "Chumbo Gordo": www.chumbogordo.com.br. e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br.



Leia> O Brasil Sobre Rodas.

sábado, 14 de julho de 2018

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

O INCRÍVEL ESCRITOR ROBÔ.


Embora seja claro que subsistirão as carreiras criativas, providas por pessoas empreendedoras e flexíveis, aptas a compreender o semelhante e, portanto, o mundo, a 4ª Revolução Industrial nos reserva muitas surpresas. 

Algo que parece impossível é a substituição do escritor pelo robô. Já existe uma automação de narrativa muito eficiente. Para Klaus Schwab, que criou o Fórum Econômico Mundial, “algoritmos sofisticados podem criar narrativas em qualquer estilo apropriado para um público específico. O conteúdo soa tão humano que um teste recente, efetuado pelo jornal The New York times mostrou que, ao ler duas peças semelhantes, é impossível dizer qual delas foi criada por um autor humano e qual foi produzida por um robô”.

É tão veloz e surpreendente essa tecnologia, que Kristian Hammond, cofundador da Ciência da Narrativa, empresa especializada em geração automatizada de narrativas, prevê que, ainda na década de 2020, 90% das notícias poderão ser geradas por um algoritmo, a maior parte delas sem qualquer intervenção humana, ressalvada a criação do algoritmo. 

Durante o Fórum Econômico Mundial, solicitou-se que os diretores de RH dos maiores empregadores atuais em dez indústrias e quinze países imaginassem o impacto ao emprego, trabalho e competências até 2020. Concluíram que a demanda recairá muito mais sobre as habilidades de resolução de problemas complexos, competências sócio-emocionais e de sistemas e menos sobre as habilidades físicas ou competências técnicas específicas.

Esse recado precisa surtir efeito na cabeça de todas as pessoas. Tudo aquilo que o ser humano fazia como senhor absoluto da criação, hoje pode ser realizado por máquinas. A Inteligência Artificial é uma realidade presente, não é mais ficção científica. As criaturas têm de se convencer de que é impossível permanecer parado, enquanto o mundo muda e nós mudamos com ele.

Não haverá lugar para a “decoreba” na escola, nem como parcela exigível nos concursos para ingresso em carreiras ainda ambicionadas. O talento é requisitado para revisitar funções que não podem prescindir de humanidade e encontrar atividades prazerosas, gratificantes e rentáveis é o desafio posto para todos os que pretendam viver melhor nos próximos anos. 

Quanto àquele romance que você escreveria, saiba que o algoritmo poderá fazê-lo mais rapidamente e com êxito maior do que se você mesmo o elaborasse. É o mundo novo, que chega para o homem velho. 









* José Renato Nalini é desembargador, reitor da Uniregistral, palestrante e conferencista. Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

CASA RONALD MCDONALD ABC INICIA VENDA DE TÍQUETES ANTECIPADOS PARA O MCDIA FELIZ 2018.


A Associação Projeto Crescer do ABC, administradora da Casa Ronald McDonald ABC por meio de voluntários do Rotary Club Santo André, já iniciou a venda dos tíquetes antecipados para o McDia Feliz 2018, que acontecerá no último sábado do mês de agosto (25).

Vendido no valor de R$ 16,50, o tíquete permite a troca pelo lanche Big Mac no dia do evento em qualquer restaurante McDonald’s da região do Grande ABC. Toda a renda do McDia Feliz obtida com a venda dos lanches na região será destinada à Casa Ronald McDonald ABC, que atualmente hospeda 27 pacientes e seus acompanhantes, enquanto estão em tratamento. Outra forma de contribuir é adquirindo souvenirs vendidos pela Instituição, como camisetas e kits com bloco de anotações, caneta e post-it. 

De acordo com Nelson Tadeu Pereira - presidente da Casa Ronald McDonald ABC, nesta edição a meta será arrecadar fundos para a instalação da pediatria oncológica no Hospital Estadual Mário Covas. A Casa Ronald Mc Donald ABC atende também como Casa Dia, onde crianças e adolescentes em tratamento nos hospitais da região ou no Instituto de Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC podem usufruir de alimentação e atendimento psicossocial durante o dia, sem nenhum tipo de custo.

Para comprar seu tíquete antecipado, entre em contato por meio do telefone (11) 4992-1440, na própria Casa Ronald McDonald ABC – Av. Príncipe de Gales, 821 – Santo André ou na loja de doação no Atrium Shopping Santo André.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

FUNDAÇÃO TOYOTA.
CAMPANHA ADOTE UM NINHO CHEGA À 5ª EDIÇÃO.


A campanha “Adote um Ninho”, que tem como objetivo reforçar a importância da conservação da arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) chega à sua quinta edição. Promovido pelo Instituto Arara Azul em parceria com a Fundação Toyota do Brasil, o projeto, que leva o mesmo nome, fez com que a população de animais aumentasse significativamente nos últimos 29 anos, passando de 1500 aves, em 1990, para mais de 5000 na região do Pantanal.

A iniciativa consiste no apadrinhamento de ninhos, sendo o monitoramento dos naturais já existentes e a instalação dos artificiais, caixas de madeira adaptadas e fixadas em árvores. A criação desse vínculo, além de fortalecer o projeto por meio de ações de pesquisa e captação de recursos, auxilia na continuidade de uma ação, que retirou a arara-azul da Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção.

 “O padrinho recebe informações sobre o ninho e sobre o projeto em geral. Se algum filhote nascer durante este período, é possível dar nome a ave, receber fotos e kits exclusivos”, explica Eliza Mense, diretora executiva do Instituto Arara Azul.


Desde 2013, com a construção do Centro de Sustentabilidade do Instituto Arara Azul com sede em Campo Grande (MS), a Fundação Toyota do Brasil vem estimulando ações de sustentabilidade socioeconômica por meio da gestão administrativa e desenvolvimento de política para captação de recursos, como campanhas e novos projetos.

As outras edições geraram resultados importantes e significativos para a Campanha e para o Projeto. Desde a edição piloto, em 2014, mais de 57 ninhos foram apadrinhados por empresas e pessoas físicas; também, contou com o apoio de vários famosos como Ziraldo, Michel Teló, Almir Sater e Gabriel Sater, Carlos Saldanha, Chitãozinho e Xororó, Munhoz e Mariano e Luan Santana. Muitos já renovaram suas adoções e novos padrinhos estão aderindo à Campanha.

Mais detalhes sobre todas as modalidades de contribuição ao trabalho desenvolvido pelo projeto Arara Azul e com apoio da Fundação Toyota do Brasil podem ser obtidos pelo site: institutoararaazul.org.br. Na área “Como Ajudar” é possível fazer pequenas doações e, assim, receber produtos com a temática do projeto. Para adotar um ninho, envie um e-mail para diretoriaexecutiva@institutoararaazul.org.br solicitando mais informações. Você receberá uma resposta com informativo, valores, forma de pagamento e um contrato para formalizar a iniciativa.

Fundação Toyota do Brasil

Criada em abril de 2009, a Fundação Toyota do Brasil atua na preservação ambiental e formação de cidadãos. Além das novas iniciativas surgidas com a sua instituição, a Fundação Toyota do Brasil unificou e ampliou todos os projetos de responsabilidade social em andamento, que estavam sob a responsabilidade da montadora Toyota do Brasil.

Nacionalmente, a Fundação Toyota do Brasil patrocina desde 2009 o Projeto Toyota APA Costa dos Corais, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do governo federal. O projeto prioriza a conservação dos recifes de corais e ecossistemas associados ao peixe-boi marinho em uma área de 413 mil hectares nos estados de Alagoas e Pernambuco.

No Pantanal sul-mato-grossense, o apoio de quase três décadas ao Projeto Arara Azul nas atividades de proteção e monitoramento da espécie retirou, em 2014, a ave da Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção. Na década de 90, especialistas contabilizavam cerca de 1.500 aves e hoje, com o apoio da Toyota, estima-se uma população de 5000 aves naquela região. No estado de São Paulo, a entidade promove o projeto Águas da Mantiqueira, iniciativa de pesquisa em conservação da biodiversidade, que visa o planejamento territorial e o desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável do município paulista de Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira - cordilheira que é a maior província de água mineral do mundo.

Localmente, a entidade agrega ainda as ações sociais implantadas e mantidas nas comunidades onde a empresa possui unidades, como Indaiatuba (SP), Guaíba (RS), Porto Feliz (SP), Sorocaba (SP) e São Bernardo do Campo (SP). As iniciativas compreendem as áreas de educação, meio ambiente e cultura, e contam com o apoio dos colaboradores da empresa como voluntários.

Para mais informações, visite www.fundacaotoyotadobrasil.org.br

Fundação Toyota do Brasil.
Printer Press Comunicação Corporativa.

Leia> O Brasil Sobre Rodas.

FESTO DESENVOLVE ROBÔ SUBMARINO AUTÔNOMO INSPIRADO EM ANIMAIS MARINHOS.


Inspirado pelos movimentos ondulatórios executados pelas barbatanas dos animais marinhos, o BionicFinWave pode se comunicar com o mundo externo e transmitir dados.


A tecnologia de automação realiza tarefas cotidianas em fábricas, como segurar, movimentar, posicionar produtos e controlar processos. A natureza faz todas essas tarefas de maneira instintiva, fácil e eficiente. Por isso, a equipe de Bionics Learning Network da Festo estuda esses fenômenos e aprende com eles para desenvolver equipamentos que podem ser utilizados para facilitar o dia a dia na indústria. O lançamento mais recente da Festo é o BionicFinWave.

Inspirado pelos movimentos ondulatórios executados pelas barbatanas dos animais marinhos, como o polycladida e o choco, uma espécie de molusco, o robô submarino manobra-se autonomamente por propulsão através de um sistema de tubos de vidro acrílico. Este projeto está fornecendo impulsos para futuros trabalhos com robôs autônomos na indústria de processo.


Para se mover através da água, os animais os quais o BionicFinWave foi inspirado usam suas barbatanas para gerar uma onda contínua que progride ao longo de todo o comprimento de seus corpos. Esta ondulação força a água para trás produzindo um impulso para a frente. O BionicFinWave também usa esse princípio para manobrar para frente ou para trás.

Isso permitiu que a Festo tecnicamente realizasse uma unidade de acionamento da aleta que é particularmente adequada para movimentos lentos e precisos, causando menos turbulência na água do que uma unidade de propulsão de parafuso convencional, por exemplo. Enquanto ele se move através do sistema de tubos, o robô submarino autônomo pode se comunicar com o mundo externo via rádio e transmitir dados, como leituras do sensor de temperatura e pressão, para um tablet.


O BionicFinWave possui duas aletas laterais flexíveis de 370 mm de comprimento moldadas inteiramente em silicone. Elas imitam realisticamente os movimentos fluidos de seu modelo biológico. Para isso, as aletas são presas a nove pequenos braços de alavanca com um ângulo de 45 graus; estes são conduzidos por dois servo motores alojados dentro do robô submarino. Dois virabrequins planos transmitem as forças para os braços, de modo que as duas aletas podem se mover independentemente umas das outras; Por este meio, eles podem gerar simultaneamente diferentes padrões de onda. Para nadar em uma curva, por exemplo, a aleta externa se move mais rápido que a parte interna - como acontece com os degraus de uma escavadeira.

Sendo portadora desta tecnologia, a Festo está criando, mais uma vez, impulsos para trabalhos futuros com robôs autônomos e novas tecnologias de drives para uso em meios fluidos. Conceitos como o BionicFinWave podem ser desenvolvidos para tarefas como inspeção, medições ou aquisição de dados - por exemplo, para a tecnologia de água e esgoto ou outras áreas da indústria de processo. O conhecimento adquirido neste projeto também poderia ser usado para métodos na fabricação de componentes robóticos flexíveis.

A Festo Brasil é líder mundial em automação industrial nos principais segmentos do mercado, tais como automotivo, alimentos e bebidas, eletroeletrônicos, participando nos segmentos químico, petroquímica, tratamento de águas e efluentes. Com matriz em São Paulo, possui uma equipe de 500 funcionários e um moderno parque fabril de 43 mil m², que além de atender o mercado brasileiro, exporta seus produtos para outras filiais e para a matriz.

terça-feira, 10 de julho de 2018

AIRBUS FOUNDATION PRESTA ASSISTÊNCIA NA GUATEMALA APÓS ERUPÇÃO DO VOLCÁN DE FUEGO.


A Airbus Foundation cooperou com a Federação Internacional da Cruz Vermelha após a erupção do Volcán de Fuego, que no início de junho causou a morte de 100 pessoas e o desaparecimento de 200 na Guatemala.


Em colaboração com o operador local, Transportes Aéreos Guatemaltecos, a Airbus Foundation colocou à disposição do Coordenador Nacional de Redução de Desastres (CONRED) e da Cruz Vermelha da Guatemala seis horas de voo do helicóptero monomotor modelo H125 para realizar uma avaliação aérea dos danos na área afetada.

Durante os dias 21 e 23 de junho, cerca de 75 km foram percorridos nos departamentos de Escuintla, Sacatepéquez e Chimaltenango, onde fica o vulcão.

Os vôos permitiram avaliar os danos, identificar as zonas afetadas pelas diminuições dos fluxos piroclásticos e das avalanches, determinar a consequência do desastre nas áreas de cultivo e pastagem, além de localizar as comunidades isoladas para identificar rotas alternativas que facilitem a distribuição da ajuda humanitária.

A Airbus Foundation - presidida por Tom Enders, CEO da Airbus - inclui a Airbus, a Airbus Helicopters e a Airbus Defesa & Espaço como membros fundadores e colaboradores. É a parte da empresa que canaliza programas de filantropia corporativa, fornecendo recursos, serviços, habilidades, pessoal e conhecimento aeronáutico e espacial para impulsionar a inovação e enfrentar os problemas sociais. Em particular, a fundação apoia a comunidade humanitária global, inspira e prepara os jovens para os desafios do amanhã. Desde o seu lançamento em maio de 2008, a Fundação Airbus forneceu mais de 60 voos de ajuda para numerosos destinos ao redor do mundo. Siga-nos no Twitter.

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM SÃO PAULO CRESCE 17% EM 2017.


Estado registrou uma produção média de 328,6 mil barris de petróleo por dia


Com a entrada em produção dos poços de petróleo do pré-sal na bacia de Santos, o Estado de São Paulo vem registrando nos últimos 10 anos aumento significativo da atividade. Em 2017, São Paulo teve uma média de 328.689 barris de petróleo por dia, alta de 17,3% em relação ao ano anterior. A produção nacional registrou aumento de 4,4%. A informação foi divulgada na sexta-feira, 6 de julho, pela Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo.

A atividade no litoral paulista foi incrementada com a entrada em operação do campo de Lapa localizado no pré-sal, fazendo com que a participação paulista atingisse no ano passado a marca de 12,5% da produção nacional de petróleo.

"São Paulo já é o segundo maior produtor de petróleo e gás do Brasil e a tendência é de crescimento nos próximos anos. Temos que aproveitar essa oportunidade que irá fomentar toda a cadeia produtiva do setor, não só no litoral, mas também no interior, gerando novos empregos e aumentando a arrecadação das prefeituras por meio dos royalties", destaca o secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles.

O refino paulista apresentou recuo de 1,7% no período, passando de 780,2 mil barris por dia em 2016 para 767,1 mil em 2017. O refino brasileiro apresentou queda de 4,3%.

São Paulo responde pela produção dos principais derivados de petróleo como gasolina, diesel, óleo combustível, GLP – gás liquefeito de petróleo, querosene de aviação, coque e nafta, que abastecem o mercado nacional. As quatro unidades paulistas refinaram no ano passado 42% do petróleo brasileiro.

O Estado conta com mais de 40% da indústria nacional de fabricantes de equipamentos e prestadores de serviços para o setor. Para dar maior competitividade à indústria paulista de petróleo e gás natural o Governo de São Paulo publicou em 30 de junho deste ano um decreto que estabelece que os bens e mercadorias do setor produzidos em São Paulo e vendidos para outros estados também terão isenção de ICMS.

Passaram a ter o benefício os itens incorporados aos bens que garantam a operacionalidade dos produtos utilizados na exploração e produção de petróleo e gás. As ferramentas utilizadas na manutenção também recebem o mesmo incentivo.

Secretaria de Energia e Mineração.

Leia> O Brasil Sobre Rodas.

domingo, 8 de julho de 2018

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

A GRANDE JOGADA E O NOVO ÁRBITRO


Sinto muito. Não deu, bola para frente! Temos, logo agora, outro campeonato para prestar atenção. Formar a seleção e torcer para que ela, essa sim, nos salve desse campo esburacado.

Vou dar uma de louca. A louca otimista. Vai! Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima! Vamos, vamos! Tentar aproveitar e começar do zero agora, como se não houvesse esse ontem, não tivessem ocorrido essas brigas, essas divisões, nem existisse um sem-noção candidato para nos perturbar.

Para torcer agora você não precisa sequer usar o amarelo, para não ter de aguentar aqueles chatos que invocaram com a camisa da Seleção saindo para tomar Sol na rua durante os protestos.  E que vão voltar a atacar, escuta o que estou dizendo. Vão vir com aquele irritante “eu não falei?”. Chatos que quase tiraram ainda mais o ânimo da gente. Pode – e deve – sair de azul, amarelo, verde, vermelho, todas as cores do arco-íris. O Hino continuará um só.

Enfim, demos um tempo, fizemos uma pausa vendo a bola correr de lá para cá e de cá para lá. No fundo, foi devagar, devagar, devagarinho igual na música o que rolou nessa Copa. Fiz as contas: já vivi 15 Copas. Das que me lembro, essa foi a mais esquisita, mais ainda do que a passada aqui no Brasil, aquela desgraça que ajudou muito a esburacar o nosso gramado.

Essa de agora parecia desengrenada – e não só pro nosso lado. Vide o monte de grandões que foram caindo um a um detonando as bolsas mundiais de apostas, as marmotas e outros bichos videntes, a lógica, se é que há alguma no futebol. Foi pegando gosto, vendo até onde dava para ir, tentando sobreviver ao ufanismo radical que tentavam sem sucesso inocular em nossas veias abertas, como de toda a ladina América Latina.

Está claramente diante de nós um Novo Mundo e é preciso enxergá-lo o quanto antes para tentar correr atrás dele enquanto é tempo. É mundo moderno, que usa educação, tecnologia de ponta, procura fontes alternativas de energia, tem consciência de que a natureza revida e que a liberdade é um dos bens mais valiosos para uma sociedade pluralista e melhor organizada. Que só sobreviverá se for em paz.  A tal sociedade globalizada.

Globalizada a um ponto tal que daqui, desse outro lado do mundo, nos próximos dias estaremos todos nós diante da boca de uma caverna funda e inundada que retém o grupo de meninos lá na Tailândia. Do lado de fora da caverna, uma tenda improvisada, uma tela, algumas cadeiras, unem esses meninos às suas mães que ficam ali sentadas o dia inteiro e assistem ao vivo a tentativa de resgate e o desespero de seus filhos, ao mesmo tempo em que oram e dão graças por eles ainda estarem vivos e com alguma esperança. Do outro lado, de dentro do local escuro e úmido, eles acenam para as mães. E para todos nós.

Não é só. Temos muito com o que nos preocupar. Mas precisamos fazer isso com leveza e com muita rapidez no contra ataque.

Julho, 2018.







Marli Gonçalves, jornalista – Sorria. Brasil, você está sendo filmado. Depois alguém vai ver essa fita. Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.com. Estou no Facebook e no Twitter. Visite o "Chumbo Gordo": www.chumbogordo.com.br. e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br.



Leia> O Brasil Sobre Rodas.