sexta-feira, 23 de agosto de 2019

PRÊMIO BOMBARCO VAI ESCOLHER OS CINCO MELHORES BARCOS E LANCHAS FABRICADOS NO BRASIL.


O site Bombarco, líder em negócios náuticos no País, vai premiar a excelência na fabricação de barcos e lanchas brasileiros, um segmento que tem previsão de faturamento de U$1,5 bilhão para 2020. Serão premiados cinco barcos das categorias Diversão (até 25 pés), Barco do ano (até 32 pés), Família (até 45 pés), Luxo (até 65 pés) e Iate (acima de 65 pés).


A pré-seleção dos concorrentes será feita na primeira semana de setembro. Participam barcos dos principais estaleiros do país, como Intermarine, Azimut Yachts, Sedna Group, Fibrafort, Ventura Marine, NX Boats, Armatti Yachts, Atymar, Tethys Yachts e Triton Yachts. A premiação ocorrerá dia 17 de setembro de 2019, no Terraço Itália, em São Paulo, dois dias antes do início da exposição São Paulo Boat Show, na São Paulo Expo.

Além dos cinco melhores barcos produzidos no Brasil, o Prêmio Bombarco também vai homenagear personalidades de destaque no universo náutico brasileiro. Serão conferidos quatro prêmios a pessoas que contribuíram de alguma forma com a comunidade náutica em suas respectivas áreas de atuação. O prêmio Grande Capitão será conferido a um empresário do setor, o Bom Marinheiro irá homenagear o representante de uma categoria fundamental para quem ama barcos, o Defensor dos Oceanos vai reconhecer os esforços de quem luta pela preservação do meio ambiente, e o Herói do Mar homenageará um grande esportista náutico brasileiro.

A revelação dos barcos vencedores – determinados criteriosamente por um corpo de cinco jurados formado por especialistas – e a homenagem a pessoas e empresas que tenham obtido destaque no setor náutico será feita durante um jantar de gala para a elite da indústria náutica brasileira. Como explica Marcio Ishihara, CEO do Bombarco: “A ideia é fazer do evento uma grande celebração da atividade náutica no Brasil e para isso convidamos a Família Schurmann para uma participação especial. Eles irão falar de um assunto importantíssimo para todo mundo que ama o oceano, que é a campanha #MaresLimpos da ONU, para a qual foram apontados como embaixadores mundiais, e contarão os planos de sua próxima expedição, a Voz do Oceano, que percorrerá pontos estratégicos do planeta defendendo a causa de um mar sem plásticos”, disse.

Segundo Ishihara, o Brasil ainda tem poucos barcos para tanto litoral, o que faz com que o potencial da indústria seja proporcional à extensão do espaço a ser ocupado: “São mais de sete mil quilômetros banhados pelo oceano Atlântico, ao longo dos quais se alternam maravilhosas paisagens, com dunas, falésias, praias, mangues, baías, restingas, estuários, recifes de corais e muitas ilhas. Isso sem contar as inúmeras represas e rios do interior do país onde também se encontram condições ideais para a atividade náutica”, explica o CEO do Bombarco.

Para atender um mercado de navegadores cada vez mais exigente, a indústria náutica brasileira tem se aperfeiçoado constantemente e hoje está num patamar muito próximo dos países mais desenvolvidos no setor, inclusive exportando para alguns deles. E, com a intenção de valorizar o produto náutico nacional, o site Bombarco, comemorando 10 anos de existência em 2019, criou o Prêmio Bombarco de Excelência Náutica Brasileira.

A premiação será transmitida ao vivo por mídias sociais e terá ampla divulgação no site Bombarco e na publicação impressa mais útil do mercado, o Guia do Capitão. O apresentado e mestre de cerimônias do evento será o ator global e velejador Max Fercondini. Atualmente ele vive em um veleiro baseado em Lisboa, Portugal. Max tem se dedicado a navegar com frequência pelo Mediterrâneo e a conduzir veleiros na travessia entre a Europa e o Caribe. Ele vai dividir com o público presente um pouco dessa experiência.

O Brasil possui cerca de 120 estaleiros, entre nacionais e de origem europeia e norte-americana, especializados na fabricação de embarcações de esporte e recreio, desde caiaques e motos aquáticas até iates de alto luxo, trawlers e veleiros de longo curso. 

“Não há dúvidas que a indústria náutica brasileira é uma vibrante força geradora de empregos, com profissionais de grande talento se dedicando com afinco ao desenvolvimento e fabricação de barcos adaptados às condições de navegação do nosso extenso litoral e ao gosto de um público que adora celebrar a vida em contato com a natureza” , conta Marcio Ishihara.

A premiação será patrocinada pelas empresas: Unifisa, Volvo Penta, Kapazi e Propspeed,com apoio dos parceiros Revista The President, Família Schurmann e Madalena. 

Foto: Daniel Mafra

Nereu Leme
nereu@casadanoticia.com.br

Leia> O Brasil Sobre Rodas

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

AUMENTO NA IMPORTAÇÃO DE AERONAVES INDICA MELHORA NO MERCADO DE AVIAÇÃO EXECUTIVA


A realização da Labace - Latin American Business Aviation Conference & Exhbition, maior feira de aviação executiva da América Latina, entre os dias 13 e 15 de agosto em São Paulo, confirmou a expectativa de crescimento na importação de aeronaves destinadas à aviação executiva. A Cisa Trading, uma das maiores importadoras do Brasil, registrou um movimento superior ao do evento do ano passado, puxado pelo interesse das empresas por aeronaves de médio porte.

"São aeronaves com valor entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões, cuja demanda visa atender às operações do dia a dia de empresas, que com a retomada da economia, estão abrindo filiais ou ampliando seus negócios em diferentes regiões do Brasil", conta Felipe Videira, diretor executivo de negócio da Cisa Trading, ao explicar que "a procura tem como objetivo renovar a frota ou promover um upgrade no equipamento para voos no país".

Na Cisa Trading, a previsão é que as encomendas de aeronaves importadas, neste ano, sejam superiores às do ano passado tanto em valor quanto em volume, diante da perspectiva de um cenário econômico mais estável. Este movimento se iniciou no primeiro semestre e tende a se ampliar nos próximos meses. "Estima-se que o setor de aviação executiva importou 50 aeronaves em 2018, e este número pode dobrar em 2019", diz Videira.

Com mais de dez anos de atuação neste setor, o portfólio de serviços para importação de aviões e helicópteros da Cisa Trading engloba todas as etapas do processo, como financiamentos, pagamento de impostos, desembaraço junto à Receita Federal, nacionalização do produto, translado da aeronave, entre outros.

A Cisa Trading foi fundada em 1996 pelo empresário Antonio José Louçã Pargana, a partir da fusão de outra empresa criada por ele – a Comvix, que, na ocasião, já ocupava posição de destaque no setor de comércio exterior brasileiro – e da Coimex, do mesmo setor, sediada no Espírito Santo. Em 2018, a Cisa Trading registrou um volume de negócios superior a R$ 8 bilhões em transações comercias que envolveram 200 mil itens importados, atendendo mais de 200 clientes.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

VOOM ANUNCIA MUDANÇAS DE LIDERANÇA EM SUA OPERAÇÃO NO BRASIL


A Voom nasceu da necessidade de permitir que as pessoas usem o ar para se deslocar em grandes cidades congestionadas. A plataforma de reserva de helicóptero sob demanda da Voom é líder na nova onda de soluções de mobilidade aérea urbana e, em seu segundo ano de operações em São Paulo, o número de voos cresceu 62%. Como resultado do crescimento contínuo dos negócios, a Voom tem o prazer de anunciar a promoção de Olivier Capoulade como o novo Chief Operating Officer da Voom e a de Felipe Fonseca como o novo Country Manager da Voom no Brasil.

“Estou muito feliz com essa nova oportunidade de ajudar no crescimento da Voom, que continua melhorando a vida das pessoas, permitindo acesso cada vez mais fácil a voos urbanos nas cidades mais congestionadas do mundo”, diz Olivier Capoulade, que lançou as operações da Voom em São Paulo em 2017.

Capoulade se formou em Strategy pela ESCP Europe. Veio para o país como analista de marketing da Peugeot do Brasil em 1999. Voltou para Europa em 2001 e foi responsável pelo gerenciamento das vendas da Eurosport International, focando principalmente na Coreia do Sul. Em 2006, voltou ao Brasil e fundou a Altina Media International, uma agência focada em clientes brasileiros com interesse em investir em publicidade em outros países.

“A Voom é uma plataforma em crescimento que demonstra a demanda por viagens aéreas acessíveis como uma alternativa inteligente ao transporte terrestre nas cidades. É um grande prazer aceitar a posição do Country Manager no Brasil e continuar a fazer parte desse movimento para criar mobilidade aérea urbana”, afirma Felipe Fonseca, que desde 2018 atuava como Business Development Director da Voom no país.

Fonseca é formado em Science in Business Administration pela Wayne State University e pós-graduado pela Fundação Getulio Vargas em Business Administration and Management. Sua trajetória profissional inclui atuações na TAM Airlines em 2012 e na Serasa Experian entre 2013 e 2017.

A Voom desenvolveu uma plataforma que faz com que os sonhos dos passageiros e viajantes se tornem realidade - sobrevoar o trânsito com um simples toque de um botão. Não é segredo para ninguém que o horário de pico no trânsito é mais que um incômodo para os passageiros. O trânsito custa bilhões de dólares por ano para as economias locais e causa um impacto negativo na saúde das populações. O congestionamento é uma importante questão global que só tende a piorar devido ao grande crescimento populacional. Felizmente, a Voom tem a solução para os dias de hoje – um serviço sob demanda que conecta passageiros a um assento livre em um helicóptero compartilhado em questão de minutos. A Voom está enriquecendo a rotina de viajantes ao proporcionar uma melhoria em seus deslocamentos diários. A empresa que pertence à Airbus e faz parte da divisão UAM (Mobilidade Urbana Aérea) foi lançada em 2016, e atualmente está disponível em São Paulo (Brasil) e na Cidade do México (México), e será lançada em outras cidades ao redor do mundo ao longo de 2019 e além. Para saber mais sobre o serviço ou agendar o seu voo, visite o site www.voom.flights ou baixe o aplicativo na Apple Store. Nos siga no Twitter, no Facebook e no Instagram.

“TEATRO A CAMINHO DA ESCOLA” MODIFICA COSTUMES DE CRIANÇAS DE SÃO BERNARDO E SANTO ANDRÉ


Na volta às aulas neste segundo semestre, a Diastur Transporte Escolar, empresa responsável pelo transporte escolar das cidades de Santo André e São Bernardo, iniciou as apresentações do projeto “Teatro a Caminho da Escola”. Divertidas encenações teatrais realizadas nas escolas e dentro dos ônibus escolares com mensagens de cunho educativo, de acordo com as necessidades apontadas pelas próprias escolas e registradas pelas monitoras dos veículos, entretêm e educam os alunos do Ensino Infantil (03 a 05 anos) e do Ensino Fundamental (06 a 11 anos).

Neste mês de agosto, os temas apontados são “Nada de tirar o sarro de quem está com coceira. Piolho não é brincadeira!”, para as escolas de Santo André, e “pontualidade e agressividade”, nas linhas de São Bernardo do Campo. Em Santo André, as apresentações, que tiveram início este ano, envolvem 16 escolas e 86 linhas escolares. Em São Bernardo, são 147 escolas e 560 linhas escolares.

Segundo Milena Braga Romano, diretora da Diastur Transporte Escolar, o projeto Teatro a Caminho da Escola, surgiu em 2012 e conta com a participação da Secretaria de Educação, a fim de proporcionar acesso à cultura do teatro para as crianças e utilizar a ludicidade das encenações como instrumento do processo de adaptação às regras do transporte escolar.

Com o sucesso alcançado nas apresentações nos ônibus em São Bernardo, a empresa decidiu, no ano passado, levar as peças teatrais para dentro das escolas.  E, neste ano, o projeto passou a ser desenvolvido também nas escolas e linhas escolares da rede pública em Santo André.

As apresentações têm colaborado para modificar os costumes das crianças durante o trajeto entre suas casas e as escolas. “Decidimos criar esta ação em razão do número de ocorrências registradas pelas monitoras dentro do transporte escolar, relacionadas à adaptação dos alunos às regras, como pontualidade no horário de embarque, manter o cinto de segurança afivelado durante a viagem, não se alimentar dentro do ônibus e respeitar os colegas, o motorista e a monitora”, esclarece.

Nas escolas de Santo André, as apresentações duram em média 15 minutos e são realizadas de terça e quinta-feira, em dois períodos (manhã e tarde), conforme a programação da Secretaria de Educação. Uma dupla de atores encena os textos adaptados às necessidades das escolas para educar e instruir as crianças sobre pontualidade com os horários, higiene pessoal e violência.

No transporte escolar a serviço da prefeitura de Santo André e São Bernardo do Campo, as apresentações são realizadas também por uma dupla de atores, na saída dos alunos do período da manhã e na entrada do período da tarde, e duram em média cinco minutos.  Neste modelo, os alunos são surpreendidos dentro do transporte com a visita dos personagens.

O projeto Teatro a Caminho da Escola teve início em 2012. Nesses mais de seis anos, foram mais de 2.000 apresentações realizadas, assistidas por cerca de 10 mil alunos no transporte, como: Peter Pan e Fada Sininho; Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau; Sítio do Pica Pau Amarelo (Emília e Quindim); Carrossel; Turma da Mônica (Mônica e Cebolinha); Homem Aranha; Batman; Mulher Maravilha, e Turma do Chaves.

Temas para a programação do segundo semestre:

Santo André
- Agosto 2019 - Nada de tirar o sarro de quem está com coceira. Piolho não é brincadeira!”
- Setembro 2019 - Como é bom respirar! Por isso temos que cuidar!
- Outubro 2019 - Não importa se é menino ou menina, o legal é BRINCAR feito criança de verdade!
- Novembro 2019 - Violência afasta amigos
- Dezembro 2019 - Natal não é presente. Natal é praticar o bem!

São Bernardo
- De agosto a dezembro - Pontualidade e agressividade

A Diastur Transporte Escolar, fundada em 1977, iniciou suas atividades atuando no ramo de agenciamento e operação de transporte rodoviário turístico em território nacional e internacional. Em 1999, expandiu os seus serviços e passou também a atuar no segmento de transporte escolar, no atendimento de cerca de 900 alunos da Rede Municipal de Ensino de São Bernardo do Campo. A empresa ampliou sua atuação no segmento escolar e, hoje, atende mais de 13 mil alunos do ensino infantil, fundamental e educação especial de 147 escolas municipais, de São Bernardo do Campo e Santo André, percorrendo diariamente 602 linhas distribuídas pela cidade.

Diastur Transporte Escolar
Secco Consultoria de Comunicação

Leia> O Brasil Sobre Rodas

A REIMPLANTAÇÃO DOS CASSINOS NO BRASIL.
Por Dario Luiz Dias Paixão*

Há setenta e três anos, no dia 30 de abril de 1946, o presidente do país, general Eurico Gaspar Dutra, assinava o Decreto Lei nº. 9215 restaurando o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais de 1941. Estavam assim fechados os cassinos no Brasil, inclusive aqueles amparados pela Lei das Águas de 1920, que permitia o jogo em estâncias hidrominerais e climáticas. Apoiando a medida, o satisfeito Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara concedia entrevistas para os jornais. Nos 71 cassinos do Brasil, o clima era de velório. Os rostos estampavam o sentimento de cerca de 53.200 desempregados, dos salões de jogos e grill-room.

Enquanto no Brasil os cassinos fechavam, em Las Vegas, no mesmo ano de 1946, era inaugurado o Flamingo, primeiro resort-cassino da famosa Strip (avenida turística da cidade). Apesar da máfia ter reinado na cidade até o fim dos anos 1960, acabou cedendo seus negócios para empreendedores e grupos empresariais por conta da dura regulamentação e fiscalização da atividade. Em 2018, Vegas recebeu 42 milhões de turistas, enquanto que o Brasil recebeu 6,6 milhões de visitantes.

De qualquer forma, a população brasileira continua na condição de grande apostadora nas loterias oficiais; nos turfes; nos clubes e torneios de pôquer; nos cruzeiros marítimos; nas casas de jogos ilegais; nos bingos; no Jogo do Bicho; nos vários cassinos de fronteira; em Atlantic City nos EUA ou Punta del Este no Uruguai; ou ainda, na Internet com seus inúmeros sites amparados em paraísos fiscais. Um volume de receita que chega a 10 bilhões de dólares, sendo dois terços ilegais.

No Congresso Federal, dois projetos de lei (PL 442/1991 na Câmara dos Deputados e 186/2014 no Senado) visam regulamentar toda a área e podem ser votados em plenária ainda neste segundo semestre. Na medida em que é preciso planejar o futuro das políticas que atingem o jogo e a atividade turística no país, torna-se imperativo estudar a história, os casos de sucesso e insucesso de legalização dos cassinos em vários países, seus impactos socioeconômicos e suas diversas formas de regulamentação.

A partir desses estudos, o Brasil pode ampliar e melhorar o debate sobre o possível retorno, a regulamentação e o controle dos cassinos no país, no sentido de evitar impactos negativos que acontecem frequentemente, tais como a ilegalidade dos recintos, a fuga de divisas, o vício do jogo e a não arrecadação de impostos.

Casos de sucesso recentes são verificados na África do Sul, Austrália, Caribe, Cingapura, Chile, Espanha, Inglaterra, Macau, Mônaco e Portugal, onde os efeitos positivos têm sido a promoção de uma imagem de destino mais completo e de qualidade; geração de empregos e divisas; aumento da arrecadação de impostos que são revertidos para educação, saúde (inclusive o combate ao vício), segurança pública e infraestrutura; construção de novos equipamentos e atração de investimentos internacionais; e aumento da permanência média dos turistas.

Entre todos os modelos verificados no mundo, os que possuem melhor custo-benefício para governos e sociedade são aqueles em que os cassinos estão situados em Resorts Cassinos Integrados, parecidos com o modelo verificado no Brasil quando da proibição dos jogos. Hoje, somente o Equador nos acompanha na proibição aos cassinos na América do Sul. Com coragem, temos que responder qual a presença apropriada e o papel do jogo na sociedade brasileira.

* Dario Luiz Dias Paixão, doutor em Gestão do Turismo pela Universidade de Málaga - Espanha, pesquisador do tema há 21 anos e coordenador-geral de Pós-Graduação da Universidade Positivo. 


domingo, 18 de agosto de 2019

DISCOS DE FIBRA ULTRA CERAMIC DEWALT PROMETEM AUMENTAR DESEMPENHO

Com sua nova tecnologia de grãos cerâmicos, os discos de fibra Ultra Ceramic da DEWALT, marca líder na fabricação de ferramentas para uso profissional e industrial, proporcionam trabalhos mais rápidos, produtivos e seguros.



Produzidos para uso em processos de desbaste de metal, a novidade promete máxima eficiência na remoção de material  como em processos de solda, chanfro em aço carbono, lixamento de ligas, aço inoxidável e metais duros.

Os discos Ultra Ceramic são feitos com tecnologia que garante grãos afiados durante toda a vida útil do disco e remoção mais rápida e eficiente, inclusive de ligas de metais duras. Contam ainda com um revestimento especial. Trata-se de um aditivo para um corte mais frio, reduzindo a temperatura na área de contato, mantendo maior desempenho do corte sem queimar a peça, mesmo sob muito atrito.

Os processos de desbaste são feitos mais rapidamente e os costados de fibra ultra resistentes aumentam desempenho e produtividade, resultando em menos paradas para troca de disco.

Líder mundial na fabricação e comercialização de ferramentas elétricas voltadas para o usuário industrial e profissional, a DEWALT é sinônimo de produtividade. Seus produtos são fabricados com materiais de alta tecnologia, o que confere a eles alta performance, combinada a inovação e segurança. Com mais de 80 anos de história, a DEWALT garante equipamentos de extrema qualidade e robustez, capazes de garantir a eficiência necessária mesmo nos serviços mais pesados.

sábado, 17 de agosto de 2019

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

ATÉ QUANDO O HORROR CONTRA A MULHER? 


O Brasil está na muito desonrosa posição de ser o quinto país do mundo em registros de feminicídios, o assassinato de mulheres por  serem mulheres, violência doméstica, discriminação de gênero, nomenclatura que desde 2015 nos ajuda a calcular esses números e índices, mas ainda não nos ajuda a mudar o quadro que visivelmente só piora. O primeiro semestre de 2019 marcou o aumento de 44% de aumento nos casos em comparação com o ano passado. Que que há?

Joana correu para a porta para fugir e se livrar do agressor, o próprio marido, depois de se desvencilhar dele que já a agarrara pelos cabelos porque ao entrar em casa a encontrou falando ao telefone, baixinho, dando risadas. Ele não teve dúvidas, ela devia, só podia, estar falando com um amante, combinando algum encontro; e já chegou dando bordoadas. Joana não conseguiu sair. Foi morta a facadas ali mesmo, na soleira da porta de dentro de sua casa. A amiga com quem conversava ouviu tudo, o telefone largado na pressa, os gritos, os pedidos de socorro que não pode atender. Nada pode fazer a não ser testemunhar que minutos antes apenas tinha ligado para contar à Joana uma piada que ouvira, e antes que esquecesse o final, como sempre acontecia. Ela própria falava baixinho do outro lado da linha porque estava no trabalho e acredita que Joana sem perceber achou que também devia ficar falando baixinho...

Um grande amor sem fim, a paixão à primeira vista. Se conheceram e não mais se largaram. Ele, alguns anos mais velho, ela saberia que já tinha casado algumas vezes e tido sete filhos “por aí”. Mas isso ela soube mesmo só muito tempo depois. Ele era bem relacionado, estrangeiro, arrojado, o homem fascinante. E um dia deixou de ser.

Não demorou a aparecer o bicho peçonhento que deve estar por trás da violência e morte de tantas mulheres: o ciúme. Ciúme é doença, não tem nada de amor, tem tudo de desconfiança. Cresce, se espalha, domina o cérebro e os pensamentos, cria situações. Envenena. Faz perder a razão. Não há diálogo possível com os infectados, inclusive sejam eles homens ou mulheres.

Valentina não podia olhar para o lado, onde ia era seguida, passou a viver como em uma prisão regime semiaberto. Ele buscava e levava ao trabalho; aliás, nenhum prestava; ninguém prestava. Foram meses com a violência só crescendo, e quando quis dar um fim ao namoro, ao que já não era nem de longe romance, só terror, viu sua vida ameaçada. Suas coisas – todas – roubadas, quebradas, atiradas pela janela, a porta derrubada a pontapés.

Valentina está viva para contar a história porque fez como se faz no cinema para se defender: a garrafa, batida, quebrada na ponta da mesa, caco afiado, para conseguir sair e pedir socorro à vizinha. Teve que gritar, bater na porta dela, que sim, ouvia a briga, mas nada tinha feito. Há algum tempo era ainda maior o número de pessoas que acreditavam que “em briga de marido e mulher não se mete a colher”. Provérbio idiota. Mete-se, sim. A colher e o que mais for preciso. Chama-se a polícia.

A caminho do hospital, machucada, Valentina até viu os policiais que foram chamados: estavam às gargalhadas com o agressor. Anos mais tarde, me contou, recebeu o telefonema de uma mulher que lhe perguntava como havia sobrevivido. Estava grávida deste mesmo homem e temia pela sua vida e a do filho, vítima que estava sendo de violência, ameaças, ciúmes, o roteiro completo.

Todo dia sabemos de casos de mulheres violentadas, espancadas, mortas, muitas assassinadas junto aos filhos, das formas mais torpes. Tem o que mata e depois tenta forjar que foi suicídio. O que machuca e se arrepende e tenta socorrer, contando as mesmas mentiras com lágrimas de crocodilo, culpando a escada de onde ela teria caído sem querer, o escorregão no banheiro. Tem o que diz que “se ela não é minha não será de mas ninguém” – é o que joga ácido no rosto, mutila seus seios, quebra suas pernas. Alega que ambos estavam bêbados ou drogados ou “que foi ela que começou”.

Antes que alcancemos o topo da lista mundial, o Brasil tem de mudar esse quadro, de incentivo à violência em várias áreas, inclusive na política e na liberação de armas. Tem de cuidar da proteção efetiva, que funcione não apenas em um papel com ordens judiciais que enfim não protegem ninguém. Não adianta nada vermos as lindas reportagens sobre patrulhas que sabemos que não existem na realidade para a população, principalmente a mais pobre e que mora em regiões mais afastadas. Botões que a mulher aperta sem parar e o pânico de se encontrar sozinha com seu algoz.

O medo e a violência contaminam o ao redor, de quem teme ou passa a temer até se aproximar, prestar ajuda nesses casos, e como vemos até hoje acontecer. A mulher demora – algumas, muitos anos - a conseguir se desvencilhar, acabam se afastando de todos, para não “provocar”, para que ninguém mais se machuque, nesse círculo alucinante e cruel.

Denuncie. Ligue 180. Ajude, se souber de alguém nessa situação terrivelmente solitária. Não são “companheiros”, nem “ex-companheiros ou ex-maridos” estes homens. São monstros, assassinos. Aliás, o pessoal do jornalismo do SBT/interior adotou como regra jamais usar a palavra companheiro nos casos que acompanham. Muito bem, uma coisa a ser feita, entre tantas que faltam.

Marli Gonçalves - Jornalista, consultora de comunicação, editora do Site Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. Lançamento oficial 20 de agosto, terça-feira, a partir das 19 horas na Livraria da Vila, Alameda Lorena, São Paulo, SP. Já à venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Foto: Gal Oppido.


Leia> O Brasil Sobre Rodas

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

INSTITUTO RENAULT ENTREGA RENAULT MASTER PARA O LAR MÃE MARIA

A Renault do Brasil, por meio do Instituto Renault, entregou nesta quinta-feira (15), em regime de comodato, uma Renault Master ao Lar Mãe Maria para auxiliar no transporte escolar das crianças e dos adolescentes acolhidos pelo projeto. A ação faz parte do conjunto de atividades desenvolvidas pela Renault no entorno da fábrica, em São José dos Pinhais, que já conta com o apoio à Associação Borda Viva, instituição que apoia o empoderamento feminino por meio da geração de renda e promove segurança alimentar para cerca de 100 crianças da região da Borda do Campo.

Fundado em 2002, o Lar Mãe Maria está situado no município de São José dos Pinhais, no Paraná e consiste em cinco “Casas Lares”, residências com pais e mães sociais preparados para acolher de 10 a 12 crianças em cada casa. As crianças e adolescentes são normalmente encaminhados pela Vara da Infância e Juventude, vítimas de abandono, maus tratos ou violência doméstica e acolhidas em regime de abrigamento. Atualmente, cerca de 54 crianças, que antes estavam em situação de risco ou vulnerabilidade social, estão acolhidas pelo Lar Mãe Maria. O espaço, que tem convênio com a Prefeitura de São José dos Pinhais, é administrado pelas Irmãs Beneditinas da Divina Providência que dedicam seu tempo para minimizar carências e oferecer um lar de acolhimento e desenvolvimento para as crianças e adolescentes.

Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da Renault do Brasil entregou as chaves para a Irmã Narcisa, Diretora do Lar Mãe Maria. “Temos muito orgulho de poder contribuir com o desenvolvimento das crianças e adolescentes acolhidos pelo Lar Mãe Maria, ajudando em um campo tão importante como o da educação”, afirma Caique.


Instituto Renault

Criado há nove anos, o Instituto Renault tem como objetivo promover ações voltadas à sustentabilidade socioambiental, atuando em dois eixos: Mobilidade Sustentável e Inclusão.

No eixo Inclusão, além do Renault Experience a Renault apoia a Associação Borda Viva, para promoção do desenvolvimento social, da segurança alimentar para crianças e do empoderamento feminino por meio do empreendedorismo e da geração de renda. Cerca de 90 mil pessoas já foram atingidas pelas ações da Associação em parceria com o Instituto Renault.

No eixo Mobilidade Sustentável, destaque para o Programa “O Trânsito e Eu”, de educação para segurança no trânsito, presente de forma permanente em oito municípios do país: Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá e Arapongas, no Paraná; Pelotas (RS); além das cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Santa Bárbara d’Oeste e São Paulo, capital. O programa também desenvolve ações itinerantes em parques, shoppings e eventos. Cerca de 230 mil crianças já foram impactadas pela iniciativa. No mesmo eixo, a Renault já comercializou cerca de 200 veículos 100% elétricos no Brasil a empresas que possuem projetos relacionados à mobilidade zero emissão.

No total, mais de 700 mil pessoas já foram impactadas pelas ações do Instituto Renault. Mais informações em www.institutorenault.com.br.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS: UMA DAS 11 MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR NO BRASIL!


A Volkswagen Caminhões e Ônibus foi a 11ª colocada entre as grandes empresas que participaram da pesquisa Great Place to Work (melhores empresas para trabalhar) 2019, cuja cerimônia de premiação aconteceu segunda-feira (12) em São Paulo (SP). Membros da Diretoria, executivos e integrantes do time de Recursos Humanos da montadora compareceram ao Espaço das Américas para celebrar o destaque entre 2.645 inscritas. Destas, cento e cinquenta receberam placas de reconhecimento por suas excelentes posições no ranking. Recentemente, a VWCO também conquistou o título de segunda melhor empresa em todo o Estado do Rio de Janeiro.

“Além de pioneiros na oferta de produtos sob medida, na produção em Consórcio Modular e na busca de soluções de mobilidade elétrica, investimos para que a motivação de nossas equipes se mantenha alta. Nossa excelente colocação na pesquisa GPTW 2019, à frente da concorrência, traz um sentimento de alegria que faço questão de compartilhar com todos de nossa organização”, diz o presidente e CEO Roberto Cortes.

Em sua 12ª participação na pesquisa, que tem no Brasil a sua maior edição entre 31 países em todo o mundo, a VWCO obteve resultados expressivos, com os colaboradores dando à empresa a nota 95. “Além de estarmos de volta ao ranking de grandes empresas, nosso desempenho em práticas de pluralismo, responsabilidade social e ambiental pesou bastante na pontuação. É mérito de cada gestor e também de cada colaborador, e estão todos de parabéns”, afirma Lineu Takayama, que recebeu no palco uma placa de premiação em nome da montadora.

COM FOCO NA QUALIDADE E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL SBCTRANS RENOVA CERTIFICAÇÕES ISO 14001 E 9001


A SBCTrans, operadora com o melhor serviço de transporte coletivo urbano do Estado de São Paulo, acaba de receber as certificações ISO 14001 e ISO 9001 versão 2015. A conquista reforça o compromisso da empresa com a preservação ambiental, com a excelência em suas atividades e operações, e destaca o envolvimento de todos os colaboradores para o atingimento das metas determinadas.

“A certificação reforça a postura da SBCTrans como uma empresa comprometida com o meio ambiente e preocupada com o futuro do planeta. Ao mesmo tempo, demonstra o compromisso da companhia na busca da melhoria contínua de seus processos”, enfatiza Milena Braga Romano, diretora executiva da SBCTrans. “As certificações são importantes para os nossos clientes, parceiros, usuários e colaboradores, pois comprovam que estamos adotando as melhores práticas ambientais, com benefício para toda a comunidade.”

Segundo a executiva, o sucesso de um sistema de gestão ambiental depende do comprometimento de todos os níveis e funções da empresa. “As duas certificações, em suas versões 2015, reforçam o conceito no qual todos na corporação devem ser envolvidos e participar para que as metas sejam alcançadas. Assim toda a comunidade é beneficiada”, destaca.

A certificação 14001 exige que as empresas se comprometam com a prevenção da poluição e com a busca de melhorias contínuas como parte do seu ciclo de gestão. Por meio das diretrizes da norma, empresas e organizações – independentemente de porte – são capazes de identificar, priorizar e gerenciar seus riscos ambientais, desenvolvendo desta forma práticas sustentáveis em seus negócios, produtos e serviços.

A SBCTrans é certificada nas normas ISO 9001 e 14001 desde 2008 e 2013, respectivamente. A empresa, desde então, segue cada vez mais com uma visão mais ampla sobre como atuar da melhor forma possível para a melhor gestão, por intermédio da prevenção ou mitigação dos riscos e impactos ambientais adversos gerados pelas suas atividades.

Fundada em 1998 na cidade de São Bernardo do Campo, a SBCTrans conta com frota formada por mais de 400 veículos, que oferecem conforto e segurança aos clientes. Considerada a melhor empresa de transporte público do Estado de São Paulo, tem como missão oferecer proximidade, facilidade e qualidade aos clientes.

SBCTrans
Secco Consultoria de Comunicação

Leia> O Brasil Sobre Rodas