sábado, 10 de outubro de 2026

PIRELLI ABRE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA DE ESTÁGIO 2027

A Pirelli abre mais uma edição de seu tradicional programa de estágio. Com o mote Entre no movimento: Desenvolva o seu potencial, o Programa de Estágio Pirelli 2027 oferece, ao menos, 29 novas vagas para diversas áreas da empresa. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do programa e estarão abertas até 02 de novembro de 2026. Os aprovados no processo iniciam em seus postos a partir de 18 de janeiro de 2027.

As vagas de estágio serão para as seguintes áreas: Administrativo, Backoffice, Comercial, Contabilidade, Economia e Controladoria, Engenharia, Financeiro, HSE (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), Jurídico, Laboratório, Manutenção, Marketing, Negócios e TI, P&D, Projetos, Qualidade, Recursos Humanos, Secretariado e Vendas.

Os postos de trabalho são para as seguintes unidades da empresa: São Paulo, São Bernardo do Campo, Barueri e Campinas, no Estado de São Paulo; e Feira de Santana, na Bahia.

“Chega uma nova edição do tradicional Programa de Estágio da Pirelli, e com ela renovamos nosso compromisso de oferecer aos jovens profissionais um ambiente marcado por grandes expectativas e desafios, mas também por grandes oportunidades. A companhia se empenha em contribuir para o desenvolvimento desses jovens que ingressam no mercado de trabalho, tanto na esfera profissional quanto na pessoal, formando bons profissionais e, ao mesmo tempo, excelentes cidadãos”, destaca Giusepe Giorgi, diretor de RH da Pirelli para América Latina.

“Estamos em busca de estudantes que compartilhem o espírito inovador e transformador da Pirelli e tenham interesse em construir uma carreira sólida dentro da empresa. Os selecionados poderão contribuir com projetos relevantes e desenvolver suas competências junto a um time engajado com a inovação e o crescimento contínuo”, finaliza Giusepe.

Conduzido pela Companhia de Estágios, após as inscrições, as etapas seguintes do processo seletivo são: triagem, dinâmica de grupo online, painel de negócios e entrevistas com a gerência da companhia.

Programa de Estágio Pirelli 2027

  • Inscrições: até 02 de novembro
  • Número de vagas: 29
  • Início do estágio: 18 de janeiro de 2027
  • Carga horária: 6 horas por dia
  • Bolsa Auxílio: Ensino superior entre R$ 1.189,44 e R$ 1.869,84 (varia conforme a localidade); Ensino técnico entre R$ 756,00 e R$ 1.198,26 (varia de acordo com a localidade).
  • Benefícios: Assistência médica sem coparticipação; vale-refeição ou refeitório no local (varia de acordo com a localidade); vale-transporte e/ou ônibus fretado (varia de acordo com a localidade); recesso – 15 dias a cada 6 meses ou 30 dias uma vez por ano; cesta de final de ano; seguro de vida; PitStop de desconto (série de descontos especiais em diversos segmentos de lojas físicas e virtuais, como restaurantes, viagens entre outras); desconto em pneus; WellHub (antigo Gympass); Programa Plenamente (cuidado de saúde mental das pessoas, possibilidade de consultas gratuitas com psicólogos e especialistas); Sempre Bem (acompanhamento de pessoas com doenças crônicas e subsídio de medicamentos para as seguintes doenças: hipertensão, diabetes, doenças pulmonares e doenças cardiovasculares); Presente de aniversário e Desconto de até 30% na aquisição de pneus (5 pneus de carro e 2 de moto).

> Clique aqui, acesse o site (https://estagiopirelli.com.br/) e inscreva-se

Programa de Estágio Pirelli 2027
Companhia de Estágios
Hercog Comunicação e Estratégia

JADLOG VENCE CIONET AWARDS BRASIL 2026 COM PROJETO NEXUS87

Hub logístico de última geração foi reconhecido na categoria Growth após dobrar a capacidade de processamento e acelerar entregas em todo o País

A Jadlog, uma das principais empresas de transporte de encomendas e logística do País, venceu o CIONET Awards Brasil 2026, na categoria Growth, com o projeto Nexus87, seu novo hub logístico de última geração localizado em Perus, na capital paulista.

“O Nexus87 representa uma transformação na forma como operamos. O projeto combina automação, tecnologia e inteligência operacional para dar mais escala, velocidade e previsibilidade à nossa malha. O reconhecimento da CIONET reforça a importância desse investimento para sustentar o crescimento da Jadlog e acompanhar a evolução do mercado”, afirma Bruno Tortorello, CEO da Jadlog.

Inaugurado em maio de 2026, o Nexus87 representa o maior investimento realizado pela Jadlog em seus 20 anos de história. Foram R$ 200 milhões destinados a uma estrutura com 20 mil m² de área construída, em um terreno de 50 mil m², e 87 docas de cross-docking contínuo.

O projeto permitiu à companhia dobrar a capacidade de processamento do principal hub da rede. O novo sorter processa 18 mil volumes por hora em períodos de pico, com 80% do fluxo físico automatizado. O tempo de movimentação interna de uma encomenda, do descarregamento ao embarque, que podia chegar a quatro horas, foi reduzido para poucos minutos.

“A integração entre tecnologia e operação permitiu automatizar etapas e fazer com que os volumes percorram o hub com menos intervenções manuais e maior rapidez. Com isso, conseguimos aumentar a capacidade de processamento e diminuir de forma expressiva o tempo de movimentação das encomendas”, explica Tortorello.

Bruno Tortorello, CEO da Jadlog

A modernização foi desenvolvida para responder ao crescimento da operação da Jadlog. Desde 2016, quando a companhia passou a integrar o grupo Geopost, o volume movimentado cresceu dez vezes, impulsionado pela expansão do e-commerce.

O Nexus87 gerou 550 novos empregos diretos em Perus e opera atualmente com 900 colaboradores, sendo 600 na operação e 300 nas áreas administrativas, distribuídos em três turnos.

“Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo ao investir em tecnologia para ganhar eficiência, escala e previsibilidade. O Nexus87 prepara a Jadlog para responder, com mais agilidade, às novas demandas do mercado”, completa o CEO da Jadlog.

Jadlog - Uma das maiores empresas de logística e transporte de cargas expressas fracionadas do país, com mais de 20 anos de atuação no mercado. Em janeiro de 2017 se associou com a Geopost, a maior rede de entrega de encomendas internacionais da Europa, que adquiriu 100% da empresa em 2021. Destacando-se no mercado pela rapidez e qualidade de seus serviços, a Jadlog dispõe de uma das maiores estruturas de distribuição porta a porta de encomendas do Brasil, além da mais abrangente rede de PUDOS (Pick Up Drop Off) com mais de 5.500 pontos comerciais parceiros de bairro no País. Por meio de sua rede de franquias, com mais de 500 unidades espalhadas por todas as capitais, o Distrito Federal e as principais cidades, a empresa atende a todos os municípios brasileiros. Em pesquisas recentes realizadas pela Olist e ABCOMM, a empresa foi eleita a transportadora privada mais utilizada pelos Market Places e E-commerces. A Jadlog utiliza toda a aviação comercial e cargueira do país. A frota terrestre dedicada é composta por mais de 2,3 mil caminhões e carretas e por 4,7 mil utilitários

Jadlog
GPCOM Comunicação Corporativa

CASE DA FRASLE MOBILITY É APRESENTADO EM CONGRESSO DE ENGENHARIA, EM SÃO PAULO

Em painel, diretor de Negócios da Frasle Mobility, Alfredo Lorenzoni, abordou o projeto Caldeira Verde, que evita a emissão de cerca de 10 mil toneladas de CO₂ por ano

A Frasle Mobility foi representada no Congresso SAE Brasil 2026, um dos principais fóruns de engenharia da mobilidade da América Latina, por meio da participação do diretor de Negócios, Alfredo Lorenzoni. O executivo integrou o painel sobre Energia e Mobilidade  durante o evento, em São Paulo, e apresentou o case Caldeira Verde, iniciativa que vem contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa nas operações industriais da companhia.

Implantado na unidade de Caxias do Sul (RS), onde são produzidas pastilhas e lonas de freio, o Caldeira Verde consiste na substituição do gás natural por biomassa na geração do vapor utilizado no processo de prensagem desses componentes. A biomassa empregada é formada por cavacos de madeira provenientes de reciclagem e reflorestamento, o que torna a operação mais sustentável e alinhada às metas de descarbonização da empresa.

A iniciativa recebeu investimento de R$ 17 milhões e representa um dos principais avanços ambientais da Frasle Mobility em sua jornada de transformação industrial. Com a mudança na matriz energética dessa etapa do processo fabril, a companhia deixa de emitir aproximadamente 10 mil toneladas de dióxido de carbono por ano.

“A Caldeira Verde demonstra que é possível conciliar competitividade industrial e responsabilidade ambiental. Trata-se de um projeto que reforça nosso compromisso com a inovação sustentável e contribui diretamente para a construção de uma mobilidade mais eficiente e de menor impacto ambiental”, afirma o diretor de Negócios da Frasle Mobility, Alfredo Lorenzoni.

A participação da Frasle Mobility no Congresso SAE Brasil reforça o protagonismo da companhia na busca por tecnologias e processos capazes de reduzir impactos ambientais. A Caldeira Verde vai ao encontro de uma das metas de sustentabilidade da Randoncorp: a redução em 40% da emissão de gases de efeito estufa até 2030.

Frasle Mobility. Keep life in motion.
ANK Reputation

DÜRR LANÇA ECORS GERAÇÃO 2: ROBÔS INTELIGENTES QUE REDUZEM CUSTOS E ELEVAM A PRECISÃO EM LINHAS DE PINTURA

A Dürr apresenta uma nova plataforma de robôs para diversas aplicações em linhas de pintura. A série conta com quatro modelos de robôs projetados para atender a diferentes capacidades de carga e requisitos de alcance, alinhando alta qualidade de processo à redução da complexidade de planejamento, operação e assistência técnica

Com a nova geração EcoRS, a Dürr está estabelecendo uma plataforma
padronizada para aplicações de selagem

A nova série EcoRS inclui quatro modelos de robôs com capacidades de carga que variam de 20 a 150 kg e distâncias de alcance de até 3.100 mm. A série abrange uma ampla gama de aplicações de selagem, limpeza e manuseio em linhas de pintura. Graças ao seu projeto padronizado, é possível implementar múltiplas aplicações utilizando uma única plataforma unificada. Para os clientes, essa padronização simplifica o planejamento de instalações, a gestão de peças de reposição e os serviços de manutenção ao longo de toda a vida útil do equipamento. “Com a nova geração EcoRS, estamos estabelecendo uma plataforma padronizada para aplicações de selagem. Os clientes se beneficiam de uma elevada qualidade de processo, máxima disponibilidade e uma redução significativa da complexidade ao longo de todo o ciclo de vida do produto”, destaca Paulo Sentieiro, vice-presidente de Vendas e Marketing da Dürr Brasil.

Projetados especificamente para linhas de pintura

Os robôs EcoRS foram desenvolvidos especificamente para processos em linhas de pintura. A combinação de robótica, sistemas de controle e tecnologia de aplicação sob medida para essas operações garante alta precisão de trajetória, aplicação uniforme de material e excelente qualidade de cordão na área de selagem, especialmente em aplicações de cordão fino. Isso assegura processos de selagem estáveis e reproduzíveis, que atendem às crescentes exigências por cordões funcionais e com acabamento estético em carrocerias automotivas modernas. Além disso, a área de trabalho ampliada oferece maior flexibilidade para a integração de diferentes modelos e futuros programas de veículos.

Maior flexibilidade com menor perfil de interferência

Entre os avanços mais importantes da EcoRS Geração 2 estão os motores internos para os eixos 3 a 6 e o cabeamento interno. Essa arquitetura reduz o perfil de interferência do robô e facilita a limpeza. Ao mesmo tempo, o peso e a área de ocupação dos robôs foram reduzidos.

Ao contrário das soluções convencionais, os robôs EcoRS e a tecnologia de aplicação associada foram projetados especificamente de forma integrada. A perfeita sinergia entre a cinemática do robô, o sistema de controle e a tecnologia de processo garante alta repetibilidade e uma operação confiável.

Arquitetura unificada de controle e software

Com o EcoRS, os robôs, sistemas de controle e tecnologias de aplicação são fornecidos por uma única fonte. A plataforma utiliza a mesma tecnologia de controle dos robôs de pintura da Dürr e é totalmente integrada à arquitetura de controle da marca e à plataforma DXQ. Isso cria um ecossistema de sistemas sem interrupções na linha de pintura. Os operadores podem analisar com transparência os dados de processo e operação em diversas áreas da fábrica, identificando oportunidades de otimização antecipadamente. Ao mesmo tempo, a arquitetura de controle padronizada simplifica a integração em ambientes de produção existentes.

Maior disponibilidade com menores custos operacionais

A padronização do portfólio simplifica a manutenção, o atendimento técnico e a resolução de problemas. A menor variedade de peças de reposição e a redução dos níveis de estoque diminuem os custos operacionais, contribuindo para um menor Custo Total de Propriedade. Paralelamente, a plataforma unificada e o projeto robusto dos robôs aumentam a disponibilidade do sistema, garantindo uma operação de excelente custo-benefício ao longo de todo o ciclo de vida da instalação.

Grupo Dürr

O Grupo Durr tem marcado presença direta desde 1964 no Brasil, atualmente emprega 300 funcionários. Durr Brasil Ltda com sede em São Paulo, comercializa a maioria dos produtos do portfólio do grupo. Entre suas principais atividades estão sistemas completos de Pintura em regime chave na mão, mas também serviços, modificações e modernizações de instalações existentes não somente na indústria automobilística, mas também outros setores industriais na América do Sul. Seus clientes incluem fabricantes automotivos, sua cadeia de fornecedores, e também indústria em geral.

O Grupo Dürr é uma das principais empresas de engenharia mecânica e de instalações do mundo, com expertise nas áreas de tecnologia de automação, digitalização e eficiência energética. Os seus produtos, sistemas e serviços permitem processos de produção altamente eficientes e sustentáveis - principalmente na indústria automotiva e para fabricantes de móveis e casas de madeira, bem como na montagem de produtos médicos e elétricos e na produção de baterias. O Grupo Dürr gerou vendas de quase € 4,2 bilhões em 2025 e atualmente conta com cerca de 17.500 funcionários e 123 locais de negócios em 32 países. Desde a venda de sua divisão de tecnologia ambiental no final de outubro 2025, o negócio foi consolidado em três divisões:

  • Automotive: paint shops, bem como montagem final, testes, tecnologia de enchimento e de produção para eletrodos de bateria
  • Industrial Automation: sistemas automatizados de montagem e teste para componentes automotivos, dispositivos médicos e bens de consumo, bem como tecnologia de balanceamento
  • Woodworking: máquinas e equipamentos para a indústria da madeira

Grupo Durr
Press Services Soluções Integradas em Comunicação

LWART ANUNCIA EQUIPE VENCEDORA DA TERCEIRA EDIÇÃO DA MARATONA VERDE

Programa de educação socioambiental dobrou o número de escolas participantes em Lençóis Paulista e premiou projeto que transforma fibras de bambu e resíduos vegetais em painéis de maior valor agregado

Integrantes da Equipe Ecozillo, vencedora da terceira edição da Maratona Verde

A Lwart Soluções Ambientais concluiu a terceira edição da Maratona Verde, programa de educação socioambiental que estimula estudantes a desenvolver soluções sustentáveis com base na economia circular. A iniciativa, reconhecida como finalista dos prêmios Sustentabilidade Petronas e AEA ESG 2026, ampliou seu alcance neste ano ao incluir a Escola Estadual Paulo Zillo, além da ETEC Cidade do Livro, dobrando o número de instituições parceiras em Lençóis Paulista (SP), cidade-sede da maior planta de rerrefino de óleo lubrificante usado da América Latina.

A equipe vencedora desta edição foi a *Ecozillo*, que apresentou uma proposta para transformar fibras de bambu e resíduos vegetais, como folhas, folhas secas e pequenos galhos, em painéis de maior valor agregado. O projeto utiliza um aglutinante de origem vegetal, com estudo de alternativas como amido e fécula, e prevê a disposição planejada das fibras para contribuir com o desempenho mecânico do produto. A solução poderá fornecer matéria-prima para empresas fabricantes de móveis, portas, divisórias, revestimentos e outros produtos, além de considerar, futuramente, a possibilidade de logística reversa e reaproveitamento dos materiais após o uso.

“A Maratona Verde estimula o protagonismo dos jovens na busca por soluções sustentáveis para a escola e para a comunidade. Cada nova escola que entra no programa amplia esse alcance”, afirma Rosana Otsubo, coordenadora de Responsabilidade Social Corporativa e Trade/Eventos da Lwart Soluções Ambientais.

A edição de 2026 começou em 21 de agosto e reuniu etapas de seleção de equipes, mentorias, workshop de plano de negócios, apresentação dos projetos e premiação. Conduzido pela área de Estratégia e Novos Negócios da Lwart, o workshop orientou os participantes sobre viabilidade, impacto e estruturação das propostas, aproximando as ideias desenvolvidas em sala de aula da realidade do mercado.

Idealizada para desenvolver habilidades socioambientais nos estudantes por meio da economia circular, eixo central do negócio da Lwart, a Maratona Verde vem ampliando seu alcance a cada edição. Em 2024, o programa envolveu 36 alunos, nove professores e 13 voluntários da empresa, além de 126 beneficiários indiretos. Em 2025, alcançou 100% das turmas da ETEC Cidade do Livro, impactando 370 estudantes e reunindo nove equipes finalistas. Entre as soluções apresentadas naquele ano estavam uma cola biodegradável feita de casca de laranja, vencedora da edição, e tubetes biodegradáveis produzidos a partir de bagaço de malte de cervejaria.

A iniciativa também é reconhecida pelos educadores pelo impacto no envolvimento e no desenvolvimento dos alunos. “Projetos como este são o sonho de qualquer educador: ver seus alunos engajados, desafiados e crescendo em todos os aspectos”, avalia Carmen Adélia Simonssini Beline, coordenadora do curso de Química da ETEC Cidade do Livro.

Baseada na atuação voluntária de colaboradores da Lwart, que acompanham os estudantes durante o desenvolvimento dos projetos, a Maratona Verde incentiva a criação de soluções sustentáveis com aplicação prática na escola e na comunidade, aproximando os jovens dos conceitos de inovação, empreendedorismo e economia circular.

Lwart Soluções Ambientais - Empresa 100% brasileira, a Lwart Soluções Ambientais é líder nacional no segmento de coleta e rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado e a única produtora na América Latina de óleos básicos de alta performance (Grupo II) a partir desse material. Focada em promover a sustentabilidade e fortalecer os princípios da economia circular, a empresa atende anualmente cerca de 90 mil clientes. Sua planta em Lençóis Paulista (SP) é uma das mais avançadas do mundo e conta com o apoio de 23 unidades de armazenamento temporário de óleo distribuídas pelo país. Em 2026, com a inauguração de uma nova fábrica, a Lwart se tornará a segunda maior rerrefinaria do mundo. Clique aqui e saiba mais

Lwart Soluções Ambientais
Press à Porter

PODER E PRESTÍGIO. Por Linoel Dias*

Duas realidades, muitas vezes antagônicas, estão quase sempre presentes na vida humana e, não raro, fazem sombra uma à outra: poder e prestígio

Imagem IA Chatgpt

O poder é a capacidade de impor a própria vontade sobre os outros, inclusive diante da resistência. O prestígio, ao contrário, não se impõe: conquista-se. É o reconhecimento, a honra, o respeito e a admiração que alguém recebe pela sua história, pelo seu caráter e, sobretudo, pela maneira como trata aqueles que estão ao seu redor.

Há pessoas que passam a vida buscando os dois: querem o poder para mandar e o prestígio para serem admiradas. O problema começa quando o poder deixa de ser instrumento de serviço e transforma-se em instrumento de domínio. É aí que o cargo sobe à cabeça, a autoridade se converte em arrogância e o ser humano começa a acreditar que a posição que ocupa o torna superior aos demais.

Quase todas as pessoas conseguem suportar as adversidades. O sofrimento, muitas vezes, revela nossa capacidade de resistência. Mas existe um teste ainda mais difícil para o caráter: dê poder a alguém. É diante da autoridade que descobrimos quem realmente somos. Porque o poder não necessariamente transforma uma pessoa; muitas vezes, apenas revela aquilo que ela já era.

A história está repleta de exemplos de homens que chegaram ao topo e, em vez de estender a mão, fecharam o punho; em vez de servir, passaram a exigir servidão; em vez de ouvir, determinaram; em vez de respeitar, intimidaram. O poder, quando não é acompanhado de humildade, pode produzir a perigosa ilusão de que tudo é permitido.

Na política, no judiciário, na religião, nas empresas e até dentro das famílias, essa tentação permanece. Quem recebe autoridade deveria receber também uma dose maior de responsabilidade. Quanto maior o poder, maior deveria ser a humildade; quanto maior o cargo, maior deveria ser o compromisso com aqueles que confiaram naquela liderança.

O verdadeiro líder não precisa lembrar constantemente aos outros que tem poder. Sua autoridade é percebida pela maneira como serve. Quem precisa humilhar para ser obedecido talvez tenha autoridade, mas não tem liderança. Quem precisa ameaçar para ser respeitado pode até possuir poder, mas dificilmente conquistará prestígio verdadeiro.

Há uma grande diferença entre ser temido e ser respeitado. O medo pode ser imposto; o respeito precisa ser conquistado. O medo desaparece quando o poder termina. O respeito, porém, pode permanecer mesmo depois que o cargo, a riqueza e os títulos já ficaram para trás.

E talvez seja justamente aí que poder e prestígio se separam definitivamente.

O poder passa. O cargo passa. A fama passa. O dinheiro passa. Os aplausos passam. Mas o caráter permanece na memória daqueles que cruzaram nosso caminho.

Existe uma frase atribuída ao psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Jung que resume, com precisão, essa contradição: “Onde impera o amor, não há desejo de poder; onde predomina o poder, falta o amor.” Essa é uma realidade. Quem verdadeiramente ama não precisa dominar. Quem serve não precisa se colocar acima. Quem compreende o valor do próximo não sente necessidade de diminuí-lo.

Existe uma lógica completamente diferente da lógica do poder humano. Quando os discípulos de Cristo discutiam sobre quem seria o maior, Ele não lhes ensinou a conquistar posições; mas a servir. “Quem quiser tornar-se grande entre vocês deverá ser servo.” E Ele próprio demonstrou isso não apenas com palavras, mas com a própria vida.

Essa é a inversão dos valores do Evangelho: na sociedade, muitas vezes, o maior é aquele que manda; para Cristo, maior é aquele que serve.

Por isso, talvez não deveríamos perguntar: “quanto poder eu tenho?” e sim “o que estou fazendo com o poder que recebi?”

Porque autoridade sem ética é um perigo. Poder sem responsabilidade é uma ameaça. Prestígio sem caráter é apenas aparência. Mas poder colocado a serviço do bem transforma-se em missão.

Um dia, não seremos lembrados apenas pelo cargo que ocupamos, pela autoridade que exercemos ou pelas pessoas que conseguimos fazer obedecer. Seremos lembrados pelo bem que fizemos, pelas vidas que ajudamos, pelas mãos que estendemos e pelo amor que deixamos pelo caminho.

O poder pode abrir portas. O dinheiro pode comprar espaços. O prestígio pode trazer aplausos. Mas somente o caráter pode deixar um legado.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

LEAPMOTOR E TV PALMEIRAS APRESENTAM NOVO QUADRO A BORDO DO C10 ULTRA-HÍBRIDO

Sinal Verde é o nome da atração, que tem como proposta mostrar um outro lado de personalidades ligadas ao Maior Campeão do Brasil

Bate-papo descontraído entre o jogador Andreas Pereira e o comunicador e humorista Paulo Bonfá acontece a bordo do primeiro SUV do mercado equipado com a tecnologia REEV

A Leapmotor, fabricante de veículos eletrificados parceira da Stellantis, apresenta uma novidade em parceria com a TV Palmeiras, canal oficial do clube no YouTube. A marca, que desde o primeiro semestre deste ano é patrocinadora das equipes adultas masculina e feminina e das categorias de base alviverde, expande a presença no clube na estreia do Sinal Verde, novo quadro na programação da TV Palmeiras.

“A parceria com o Palmeiras já é bastante positiva para a Leapmotor, mas estamos sempre buscando novas oportunidades para expandir ainda mais a presença da marca no cotidiano dos brasileiros. Participar do Sinal Verde nos coloca em contato com um público amplo e nos apresenta mais uma plataforma para mostrar os diferenciais e as tecnologias de nossos carros”, destaca Felipe Daemon, head da Leapmotor para a América do Sul.

No Sinal Verde, personagens ligados ao Maior Campeão do Brasil participam de uma conversa leve e divertida a bordo de um C10 Ultra-Híbrido, o primeiro SUV à venda no País equipado com a tecnologia REEV, que permite aos proprietários a liberdade de escolher entre recarregar ou reabastecer.

Para o episódio de estreia, o comunicador e humorista Paulo Bonfá, que assume o volante do C10 Ultra-Híbrido e faz o papel de entrevistador, recebe Andreas Pereira, um dos pilares da equipe palmeirense neste ano. O meio-campista é o líder em assistências na temporada 2026, somando até o momento 12 passes que resultaram em gols para o time comandado pelo treinador Abel Ferreira.

Clique na imagem e assista o primeiro episódio de Sinal Verde, na TV Palmeiras

Leapmotor - Fundada em 2015, a Leapmotor é uma empresa de veículos eletrificados inteligentes baseados em tecnologia. O fundador, Sr. Zhu Jiangming, é um engenheiro elétrico com mais de 30 anos de experiência técnica. A Leapmotor está sediada em Hangzhou, província de Zhejiang, China, e seu escopo de negócios abrange design inteligente de veículos elétricos, pesquisa e desenvolvimento, fabricação, direção inteligente, controle de motor elétrico, desenvolvimento de sistemas de bateria, bem como soluções de rede de veículos baseadas em computação em nuvem. Como uma empresa de base tecnológica, os principais componentes do Leapmotor são desenvolvidos e fabricados de forma independente, incluindo trem de força elétrico e sistemas inteligentes. A proporção de peças desenvolvidas e fabricadas por conta própria representa 70% do custo total do veículo e lançou sucessivamente tecnologias elétricas inteligentes líderes, como o primeiro sistema de acionamento elétrico oito em um do setor, a primeira tecnologia de célula para chassi produzida em massa do setor e a primeira “Arquitetura E/E Central Integrada de Quatro Domínios em Um” do setor. A Leapmotor tem uma proposta de valor orientada para o cliente, oferecendo opções de potência dupla puramente elétrica e de alcance estendido. Em 2023, a Stellantis investiu na Leapmotor. No início de maio de 2024, Stellantis e Leapmotor formaram uma joint venture chamada Leapmotor International BV para explorar o mercado internacional

Stellantis

NOVA EXPOSIÇÃO MARCA CENTENÁRIO DA USINA HENRY BORDEN E INAUGURA ESPAÇO CULTURAL EM CUBATÃO

Projeto concebido e implantado pela Fundação Energia e Saneamento para a Emae transforma área da usina histórica em um espaço contemporâneo de memória, patrimônio industrial e educação

Tunel da secão subterrânea da Usina Henry Borden | 2019
Foto: Luiz Kagiyama | Acervo Fundação Energia e Saneamento

A história da energia que impulsionou o desenvolvimento de São Paulo ganha um novo capítulo. No dia 07 de novembro, a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) inaugura o Espaço Cultural Henry Borden, em Cubatão (SP), marcando as comemorações dos 100 anos da Usina Henry Borden com uma exposição permanente totalmente renovada, concebida e implantada pela Fundação Energia e Saneamento (FES).

Mais do que uma atualização museográfica, o projeto transforma o antigo espaço expositivo em um ambiente contemporâneo de cultura, memória e educação, conectando patrimônio industrial, engenharia, meio ambiente, inovação tecnológica e apresentação de histórias das pessoas que ajudaram a construir uma das usinas hidrelétricas mais icônicas do mundo.

A iniciativa foi desenvolvida por meio de um projeto cultural viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), tendo a FES como instituição proponente e responsável pela concepção, coordenação e execução do projeto. A proposta incluiu a renovação completa da museografia e da expografia, a ampliação dos espaços expositivos, a incorporação de novas tecnologias, ações de acessibilidade e educação patrimonial, além da valorização da memória dos trabalhadores da usina.

Com 227 metros quadrados de área expositiva, o novo Espaço Cultural Henry Borden reúne uma exposição permanente totalmente renovada, concebida para aproximar diferentes públicos da histórica da usina e de sua importância para o desenvolvimento de São Paulo.

"A Usina Henry Borden é muito mais do que uma hidrelétrica. Ela representa um marco da engenharia brasileira e um patrimônio que impulsionou o desenvolvimento econômico e industrial de São Paulo ao longo de um século. Ao inaugurar este novo Espaço Cultural, reafirmamos nosso compromisso com a preservação dessa história, com a valorização das pessoas que ajudaram a construi-la e com a ampliação do acesso da sociedade a esse legado, estimulando reflexões sobre o futuro da energia", explica Rafael Strauch, diretor-presidente da Emae.

"O patrimônio industrial ocupa um lugar fundamental na compreensão da história e do desenvolvimento de São Paulo. Nosso desafio foi transformar esse legado em uma experiência significativa para o público de hoje, combinando pesquisa, preservação, tecnologia, acessibilidade e educação. Esse é um princípio que orienta a atuação da Fundação Energia e Saneamento na valorização do patrimônio cultural e na promoção dos museus como espaços vivos de conhecimento e cidadania", comenta Claudinéli Moreira Ramos, diretora executiva da FES.

Ao longo da visita, o público percorre diferentes núcleos temáticos que apresentam a trajetória da Usina Henry Borden, sua relevância para a industrialização paulista, o patrimônio industrial, os desafios da engenharia, a sustentabilidade e o futuro da energia.

Um dos destaques da nova exposição é o projeto Usina de Memórias e Futuros, que reúne depoimentos de dezenas de trabalhadores, aposentados e moradores ligados à história da usina, valorizando o patrimônio imaterial construído ao longo de um século de funcionamento.

A experiência do visitante também incorpora recursos tecnológicos inéditos, como uma simulação em realidade virtual que reproduz o tradicional percurso realizado no trolley de manutenção da usina, permitindo ao público vivenciar uma experiência imersiva em um dos cenários mais emblemáticos do complexo.

O novo Espaço Cultural Henry Borden também amplia seu compromisso com a inclusão. O projeto incorporou placas táteis, mapas táteis, audiodescrição por QR Code e melhorias de acessibilidade física, tornando a visita mais democrática para diferentes públicos.

Além da nova exposição, o projeto contempla ações educativas voltadas à formação de públicos, incluindo visitas gratuitas para estudantes da rede pública como contrapartida social prevista na iniciativa, reforçando o papel do espaço como ambiente permanente de educação patrimonial.

Neste primeiro momento, o Espaço Cultural Henry Borden não estará aberto à visitação pública. As informações sobre visitação, funcionamento, agendamento e condições de acesso serão divulgadas posteriormente.

Serviço

  • Inauguração do Espaço Cultural Henry Borden
  • 07 de novembro de 2026
  • Usina Henry Borden – Cubatão (SP)
  • Av. Bernardo Geisel Filho, 2606 – Jardim das Indústrias, Cubatão – SP, 11555-010
  • Visitação: Atendimento mediante agendamento específico. Informações e orientações para agendamento serão divulgadas pelos canais oficiais.
  • Acessibilidade: O espaço conta com recursos de acessibilidade, como mapas táteis, placas táteis e audiodescrição por QR Code.

Espaço Cultural Henry Borden
Betini Comunicação

IA NO CINEMA E NOS CARROS. Por chicolelis*

Na semana passada, ao falar dos pilotos com que eu me relacionei, pessoal ou apenas profissionalmente, usei foto da IA, onde eu aparecia ao lado de Bird Clemente, Nelson Piquet, Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi. Eu estava no meio do grupo, e, por falha do IA, fiquei parecendo mais baixo que todos eles quando, com meus 1,88m, sou o mais alto da turma. Daí me veio o tema desta semana, lembrando do meu primeiro contato com a Inteligência Artificial, em 1968, quando conheci o HAL 9000, nas telas dos cinemas (eu assisti esse filme umas seis vezes, no “telão” e outras tantas no DVD)), como um dos principais “atores” do 2001 UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, do genial Stanley Kubrick.

"Olho" do robô HAL 9000
Imagem IA Chatgpt

O HAL foi colocado dentro de uma nave espacial, com destino a Júpiter, em uma viagem de 18 meses, a uma velocidade de 160.000 km/h para vencer os 778 mil quilômetros que separam a terra daquele planeta (isso no ponto médio de aproximação). E pensar que hoje, o carro mais rápido do mundo, o Yangwang U9 Xtreme levaria cerca de 179 anos (cerca de 1.567.853 horas) para vencer essa distância, com sua máxima de 496,22 km/h.

E o supercomputador, com inteligência artificial foi colocado a bordo, junto com uma tripulação especializada, para cuidar do funcionamento da nave e pela segurança dos seus ocupantes. Mas o HAL começa a tomar atitudes, provocando algumas falhas que levam os humanos a pensar em desligá-lo. Ele se recusava a cumprir algumas tarefas a ele determinadas, falando “desculpe-me, mas não posso fazer isso”, dando ao espectador a impressão de que ele estava se humanizando.

Mas, como ele era hiper inteligente, percebe o movimento da tripulação e passa a vigiá-los e, com leitura labial, descobre os próximos movimentos para neutralizá-lo. Mas, ao final, o ser humano consegue seu intento e a viagem segue sem problemas.

HAL 9000
Imagem IA Chatgpt

E nossos carros?

Atualmente temos várias tarefas de infraestrutura e funcionamento nas mãos dos muitos “HALs” surgidos desde o surgimento daquele computador a bordo da Discovery One, do filme. E, como no filme, corremos o risco de sermos ultrapassados em termos de conhecimentos gerais. 

E, claro, a IA está na indústria automobilística. E não é de hoje! Ainda não chegamos ao ponto de o carro seja feito “sozinho” por uma inteligência artificial, mas vários modelos, com peças específicas foram desenhados, estruturados e otimizados por IA, com o uso da técnica conhecida por design generativo. São muitas as montadoras que já usam a IA em partes importantes de desenvolvimento.

São vários os modelos de veículos, passeio e transporte, que usam a IA. Os engenheiros do setor, usam essa “superferramenta” para que ela faça cálculos e projeções, materiais (aço, alumínio, polímeros) e pontos de fixações. Ela também é capaz de testar em minutos, o que levaria semanas, ou mais tempo, nas mãos humanas. Isso acontece com cálculos e desenhos industriais.

O que a IA já faz com sucesso é dirigir o veículo. Isso já está consolidado e muitos circulam por algumas cidades, como São Francisco, na Califórnia, Phoenix, no Arizona e Zagreb, na Croácia (somente para táxis). Em algumas cidades europeias, como Madrid, Londres, Munique e Zurique, estão em testes. Muitas cidades usam um motorista de segurança, que ficam “de olho” no “colega” comandado pela IA.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com

CUIDADO COM O CANTO DA SEREIA, CRIANÇAS. Por Marli Gonçalves*

Amo as sereias, quem me conhece sabe que até as coleciono. Adoro suas lendas, mas sei bem e não me calo também sobre o que envolve a sua sedução, o canto de promessas e mentiras, dissertando sobre aventuras que levam os iludidos a naufragar, sem controle.

No momento esse imenso navio é o Brasil. Não é só uma sereia que nesse momento entoa o canto melodioso e confuso que enquanto fala em liberdade pode, ao invés disso, tomá-la de assalto; é um sobrenome cercado de gente estranha, de tubarões e outros seres saídos sabe-se lá de qual buraco sombrio, talvez digitais, muitos jovens. Não lembro de na vida ter ouvido tantas bobagens como a que sai dessas bocas que, aliadas, já nos infernizam abertamente antes até do fim desta viagem que pode acabar muito mal.

Não adiantará taparmos nossos ouvidos – essa “sereia”, da enorme e terrível familícia, mais os seus aliados, lembram a turma da bruxa Úrsula, mulher, sereia de tentáculos vorcarianos de polvo, da história de Ariel, A Pequena Sereia, e que dela rouba a voz com promessas. Maligna, envolvendo o povo com seus acordos perigosos em troca, sim, de suas almas e vozes.  O horror de um pulo ao desconhecido. Mais um salto na história que na realidade sabemos – já vivemos outras vezes - onde pode levar.

Na ânsia de muitos que seja alcançado um lugar seguro, diferente, trocando o certo (ok, mais ou menos certo, mas ao menos bem conhecido) pelo duvidoso, nossas pernas podem se trançar, trazendo muita dor como no conto (Hans Christian Andersen, 1837) da sereinha que, por um príncipe, trocou seu belo rabo.

As sensações e a angústia que vejo também em meus pares, que ainda acreditam obstinadamente na possibilidade de salvação tem feito nesses dias meu coração disparar como nunca. Dou graças a bem recentemente ter passado por um check-up total analisado pelo meu querido cardiologista Charles Mady. Senão, diria até que essa palpitação, essa verdadeira dor que sinto, ampliada essa semana, seria um problema. Tudo bem. O diagnóstico atual é de uma ansiedade enorme, baseada na intuição cultivada ao longo de décadas de vida, de jornalismo, de política, de campanhas, de detecção até espiritual que tantas vezes me salvou, me livrou do mal, alertando. Um radar que não para de apitar. Na verdade, gritar. Mas sozinho ninguém faz um verão. E nem todos verão, infelizmente, o que me parece tão transparente.

Ainda na   historinha infantil, baseada em fábula que desde menina me fascina, lembro dos alertas de perigo dados à sereinha, do desespero do Linguado, do caranguejo Sebastian. Vejo a gaivota Sabichão que, com conselhos errados, impulsiona Ariel a acreditar no tal reinado em terra firme.

Tudo muito errado, esquisito, lento e precipitado, nos dividindo ainda mais. Essa sereia terrível não canta, mas está produzindo uma espuma doce e pegajosa de atração ao tal poder, atraindo para si quem dele quer se lambuzar, como moscas, derrotados rancorosos em busca de pequenas vitórias que os mantenham. Vitórias de Pirro. Aquela, do sucesso inútil, que se equipara ao tamanho da imensa derrota, que só conhecerão de verdade quando traídos e jogados ao mar. Naufragarem. Virarão espuma, arrependidos.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

STELLANTIS ANUNCIA MUDANÇAS DE EXECUTIVOS NA AMÉRICA DO SUL

A Stellantis anuncia mudanças na liderança de suas marcas na América do Sul. Pedro Silva assume como Head da marca Peugeot para a região, sucedendo Fabiana Figueiredo. À frente da Citroën desde 2025, o executivo passa a responder pelas duas marcas

        Pedro Silva                                                             Fabiana Figueiredo

Com quase 20 anos de experiência no setor automotivo, Pedro ingressou na FCA em 2008 e construiu sua trajetória profissional com passagens pelas áreas de Compras, Planejamento e Estratégia de Produto, Engenharia, Supply Chain e Marketing de Produto.

Em 2021, assumiu a gerência de Marketing de Produto da Fiat e, em 2024, passou a ocupar o cargo de diretor de Marketing de Produto da Jeep. A experiência acumulada em diferentes áreas ao longo da sua trajetória na companhia contribuiu para uma visão integrada do negócio, que conecta desenvolvimento de produtos às estratégias de marketing e posicionamento das marcas.

Fabiana Figueiredo, por sua vez, assume como responsável por Business Transformation dentro da diretoria de AI Transformation & Value Creation da Stellantis para a América do Sul. Com mais de 15 anos de experiência na indústria automotiva, a executiva acumula passagens pelas marcas Fiat, Jeep e Ram, com atuação nas áreas de planejamento estratégico, marketing, branding e experiência do cliente. Fabiana fará parte da iniciativa que integra a região a uma estratégia global de inteligência artificial, com foco na transformação dos negócios, no estímulo à inovação e na geração de valor para a companhia.

A Stellantis N.V. (NYSE: STLA / Euronext Milan: STLAM / Euronext Paris: STLAP) é uma montadora líder global, comprometida em oferecer aos seus clientes a liberdade de escolher a maneira como se movem, adotando as tecnologias mais recentes e criando valor para todos os seus stakeholders. Seu portfólio exclusivo de marcas icônicas e inovadoras inclui Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS Automobiles, FIAT, Jeep®, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram, Vauxhall, Free2move e Leasys. Clique aqui para mais informações

Stellantis

ZF RECEBE RECONHECIMENTO POR PROJETO DE REDUÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA

Reconhecimento foi recebido durante o Veolia Day 2026, seminário regional promovido pela Veolia em parceria com a UNICAMP

Unidade da ZF em Sorocaba

A ZF empresa global de tecnologia para mobilidade, recebeu o reconhecimento Empresa Destaque em Sustentabilidade 2026 durante o Veolia Day – Reuso de Água e Eficiência Energética na Indústria, realizado em setembro, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). O encontro, promovido anualmente pela Veolia, reúne empresas da região para compartilhar projetos com resultados relevantes em sustentabilidade, eficiência operacional e impacto financeiro.

O reconhecimento foi concedido à ZF pelo projeto de redução do consumo e descarte de água, desenvolvido na unidade de Sorocaba a partir do aumento dos ciclos de concentração das torres de resfriamento. A iniciativa permitiu reduzir em aproximadamente 2.900 m³ por ano o consumo de água potável, contribuindo para uma gestão mais eficiente desse recurso.

A iniciativa evidencia a importância da gestão de recursos naturais dentro das operações industriais da empresa. Ao ampliar os ciclos de concentração das torres de resfriamento, a unidade da ZF em Sorocaba, interior paulista, conseguiu otimizar o uso da água, reduzindo tanto o consumo do recurso quanto a necessidade de descarte.

O Veolia Day é realizado anualmente para promover o intercâmbio de experiências entre empresas e apresentar projetos desenvolvidos por clientes e parceiros que tenham gerado resultados expressivos.

A ZF é uma empresa global de tecnologia que fornece sistemas dinâmicos altamente avançados para carros de passeio, veículos comerciais e tecnologia industrial. Seu abrangente portfólio de produtos é voltado principalmente para montadoras, provedores de mobilidade e empresas start-up nos setores de transporte e mobilidade. A ZF eletrifica uma ampla variedade de veículos. Por meio de seus produtos e soluções integradas de hardware e software, a empresa contribui para tornar a mobilidade mais segura e inteligente. Além do setor automotivo, abrangendo carros de passeio e veículos comerciais, a ZF também atende segmentos de mercado como o de máquinas agrícolas e de construção, energia eólica, propulsão marítima, acionamentos ferroviários e sistemas de testes. Com cerca de 153 mil colaboradores ao redor do mundo, a ZF registrou um faturamento de 38,8 bilhões de euros no ano fiscal de 2025. A empresa opera 162 unidades de produção em 29 países. Clique aqui e visite o site

ZF
MM Editorial

CONFERÊNCIA ZFM 2050 DEBATE FUTURO DA ZONA FRANCA DE MANAUS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA

O CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas) realizou, na última terça-feira, 06, em São Paulo, a Conferência ZFM 2050 – Agenda Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, encontro que reuniu especialistas, economistas e representantes dos setores produtivo e público para discutir os desafios e as oportunidades da Zona Franca de Manaus nas próximas décadas.

Promovido pelo CIEAM, com apoio do CORECON-SP (Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo), o evento colocou no centro do debate a necessidade de uma estratégia de longo prazo capaz de combinar desenvolvimento econômico, competitividade industrial, inovação, redução das desigualdades regionais e preservação ambiental. A proposta foi ampliar a discussão sobre o papel da Zona Franca de Manaus não apenas para o Amazonas, mas para o desenvolvimento do Brasil.

Zona Franca de Manaus 2050

Lúcio Flávio Morais de Oliveira, presidente-executivo do CIEAM; Luiz Augusto Barreto Rocha, presidente do Conselho Superior; do CIEAM e Jeanete Portela, coordenador da Comissão Cieam de Assuntos Jurídicos

No primeiro painel, “Zona Franca de Manaus 2050: Agenda Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia”, moderado por Lúcio Flávio Moraes de Oliveira, presidente-executivo do CIEAM, os especialistas Márcio Holland, professor de Políticas Públicas da FGV EESP, colunista do Broadcast/Agência Estado e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, e Mary Elbe Queiroz, membro imortal da Academia Nacional de Economia e presidente do IPET, discutiram a necessidade de pensar o modelo para as próximas décadas diante das desigualdades sociais e dos desafios de infraestrutura ainda existentes na Amazônia.

Apesar dos avanços registrados pelo Brasil nos indicadores de desenvolvimento humano, municípios da região amazônica ainda convivem com dificuldades de acesso a saneamento básico, infraestrutura, energia e logística, agravadas pelas dimensões territoriais e pelos efeitos de eventos climáticos extremos.

Nesse cenário, a indústria instalada no Amazonas foi apontada como instrumento estratégico para a manutenção da atividade econômica, do emprego e da renda em uma região na qual desenvolvimento e conservação ambiental precisam caminhar conjuntamente.

Para Márcio Holland, a discussão sobre o futuro da ZFM (Zona Franca de Manaus) deve partir de uma visão mais ampla sobre as desigualdades brasileiras e o papel estratégico da Amazônia.

“Pensar a Zona Franca de Manaus até 2050 significa pensar qual Amazônia queremos construir nas próximas décadas. Estamos falando de uma região extremamente rica em recursos naturais, mas que ainda convive com desigualdades profundas e enormes desafios de infraestrutura. A Zona Franca precisa ser entendida como uma política de Estado, capaz de combinar desenvolvimento econômico, inovação, geração de oportunidades e preservação da floresta”, ressalta Holland.

Ele destacou ainda que os incentivos destinados à região não devem ser analisados isoladamente como benefícios fiscais, mas como parte de uma estratégia nacional de desenvolvimento regional. O debate também reforçou que a responsabilidade pela preservação da Amazônia não pode ser atribuída exclusivamente à população local, mas deve integrar uma agenda nacional de políticas públicas, investimentos e planejamento de longo prazo.

Reforma Tributária e segurança jurídica

A segunda parte da Conferência abordou o tema “Reforma Tributária, Zona Franca de Manaus e a Segurança Jurídica”, aprofundando os impactos das mudanças no sistema tributário brasileiro sobre o modelo e os instrumentos necessários para preservar sua competitividade.

Moderado por Jeanete Portela, conselheiro do CIEAM e do Conselho Temático de Assuntos Tributários e Fiscais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o painel reuniu José Maria Arruda, professor associado da Faculdade de Direito da USP e professor convidado da FGV/EESP; Maria Florência Silva, procuradora do Estado do Amazonas (PGE-AM) e Victor Bastos, coordenador da Comissão CIEAM de Assuntos Jurídicos.

O debate colocou no centro da discussão como preservar a competitividade e a segurança jurídica da Zona Franca de Manaus diante do novo sistema tributário. Entre os principais temas estiveram a regulamentação da Reforma Tributária, a manutenção das vantagens comparativas do modelo, o papel do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), as garantias constitucionais da ZFM e, sobretudo, a necessidade de assegurar previsibilidade às empresas que investem e produzem no Amazonas.

Os especialistas ressaltaram que, embora a Reforma Tributária tenha surgido com a proposta de simplificar o sistema e ampliar sua transparência, a transição traz novas questões jurídicas e operacionais que precisarão ser acompanhadas para evitar perdas de competitividade regional.

Outro aspecto debatido foi a transformação dos mecanismos de incentivo da ZFM, com maior relação entre os benefícios e o valor agregado pelas operações realizadas em Manaus. Nesse cenário, eficiência produtiva, tecnologia, inovação e sofisticação das cadeias industriais ganham ainda mais importância para a competitividade das empresas instaladas na região.

Para Jeanete Portela, a preservação do modelo depende de segurança jurídica durante todo o processo de implementação das novas regras.

“A Reforma Tributária muda profundamente a forma como os incentivos da Zona Franca de Manaus serão operacionalizados, mas não altera a necessidade de preservar a competitividade regional. Estamos tratando de um modelo amparado constitucionalmente e que exerce uma função econômica, social e ambiental para o país. O desafio agora é garantir uma regulamentação clara, previsível e juridicamente segura, para que as empresas possam continuar investindo, inovando e gerando empregos no Amazonas”, afirma Portela.

O conselheiro também ressaltou a importância de ampliar o conhecimento sobre a Zona Franca de Manaus e combater mitos e desinformações relacionados ao modelo, considerando as particularidades logísticas, econômicas e sociais da Amazônia e os custos adicionais enfrentados por quem produz na região.

Política de desenvolvimento para o país

Ao longo da conferência, os participantes defenderam que o debate sobre a ZFM deve ultrapassar a questão estritamente tributária. Criado como instrumento de desenvolvimento regional, o modelo possui impactos econômicos, sociais, industriais e ambientais que precisam ser considerados conjuntamente na formulação de políticas públicas para a Amazônia.

Para Lúcio Flávio Moraes de Oliveira, presidente-executivo do CIEAM, a conferência reforçou a necessidade de construir uma agenda de longo prazo para a região, envolvendo diferentes setores da sociedade.

“Pensar a Zona Franca de Manaus até 2050 é pensar o futuro da própria Amazônia. Precisamos de uma estratégia de longo prazo que dê segurança para quem investe e produz na região, estimule inovação e novas oportunidades e, ao mesmo tempo, contribua para a preservação da floresta. Esse debate não pertence apenas ao Amazonas. A Amazônia é um patrimônio do Brasil e seu desenvolvimento precisa fazer parte de uma agenda nacional. A Conferência é justamente um espaço para ampliar esse diálogo e construir caminhos para as próximas décadas”, finaliza o executivo.

CIEAM - O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 578.208 mil empregos, dos quais 134 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2025 com um faturamento de R$ 228 bilhões

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