sábado, 3 de outubro de 2026

O VOTO E O DEVOTO. Por Linoel Dias*

Imagem IA Gemini

Quando até o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino — jurista, professor, ex-juiz federal, ex-governador do Maranhão - estado que possui o menor IDH - Indice de Desenvolvimento Humano do Brasil, sendo um dos mais miseráveis do país — fala publicamente sobre um país vivendo tempos cabulosos, talvez seja prudente parar e refletir.

A pergunta que fica é: como chegamos até aqui?

Alguém disse, com muita sabedoria, que chega um momento em que precisamos abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os caminhos que sempre nos levam aos mesmos lugares.

Talvez o Brasil esteja precisando exatamente disso: uma mudança.

Não adianta querer vinho novo em odres velhos. Jesus já ensinava: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos” (Marcos 2:22).

Não se muda uma realidade repetindo eternamente os mesmos erros, elegendo os mesmos corruptos, tolerando os mesmos vícios e esperando resultados diferentes.

E aqui surge uma enorme responsabilidade: o voto.

O voto não é apenas uma obrigação eleitoral. É uma procuração que entregamos a alguém para falar, decidir e agir em nosso nome.

Por isso, votar é muito mais sério do que apertar alguns números numa urna.

É escolher —  das opções existentes — quem receberá uma parcela do poder que pertence ao povo.

Por isso, o título desta reflexão “O Voto e o Devoto”.

O voto pertence ao cidadão, a fé pertence ao devoto.

E ambos precisam caminhar juntos, mas sem se confundirem.

O religioso não deve transformar o altar em palanque, nem o palanque em altar. Não deve colocar sua esperança definitiva em Brasília, em partidos, em governantes, em ministros, em tribunais ou em qualquer outro poder humano.

Porque nenhum homem merece a confiança que somente Deus merece.

As instituições são necessárias. A democracia é necessária. A Justiça é necessária. O Estado é necessário.

Mas todos são formados e conduzidos por seres humanos — e seres humanos são falíveis.

Por isso, confiar cegamente em instituições pode ser tão perigoso quanto desconfiar de todas elas.

O cidadão precisa fiscalizar. O eleitor precisa discernir. O cristão precisa orar.

E precisamos lembrar que poder sem responsabilidade se transforma em abuso; liberdade sem consciência transforma-se em irresponsabilidade; e fé sem ação pode transformar-se em acomodação.

Há situações que nos fazem perguntar: em quem podemos confiar? Nos políticos? Nas instituições? Nos tribunais? No Executivo? No Legislativo? No Judiciário?

Talvez a resposta mais prudente seja: confie nas instituições dentro dos limites da Constituição, fiscalize os homens que as ocupam e coloque sua confiança última em Deus.

A Bíblia não manda colocar a esperança definitiva nos poderosos. O Salmo 146 nos lembra:
“Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.”

Isso não significa abandonar a política.

Significa justamente o contrário:
participar dela sem transformá-la em religião.

Porque quando o homem transforma um político em salvador, já perdeu a capacidade de cobrar dele alguma coisa.

E quando transforma um partido em igreja, passa a defender seus erros como se fossem dogmas.

O Brasil precisa de cidadãos, não de adoradores de políticos.

Precisa de consciência, não de fanatismo.

Precisa de responsabilidade, não de idolatria.

E precisa, acima de tudo, de uma profunda renovação moral e política.

Há algo muito desconfortável, quando o trabalhador que acorda cedo, enfrenta trânsito, transporte precário, impostos e dificuldades para sustentar sua família olha para o Estado e sente que a balança da justiça não está equilibrada.

Uma pergunta legítima aos defensores dos atuais programas sociais e pacotes de bondades do governo: O trabalhador brasileiro sente que seu esforço está sendo devidamente reconhecido?

Afinal, democracia não é somente votar. É também prestar contas, cobrar.

Vamos novamente ao título:
O VOTO E O DEVOTO.

O voto é responsabilidade diante da República.

O devoto é aquele que reconhece que - acima da República, acima de Brasília, acima dos palácios, das cortes, dos partidos e dos governos - existe um Deus que continua sendo soberano.

Por isso, o nosso maior refúgio não está em Brasília. Felizmente.

O nosso maior refúgio está no Alto.

Não está no luxo de uma mesa sofisticada, nem numa garrafa de Macallan, aberta em Nova York ou Londres, nem no resort Tayayá, enquanto milhões lutam diariamente para sobreviver.

Não há problema em desfrutar legitimamente dos frutos do trabalho e da vida. O problema começa quando o conforto de poucos se torna indiferente à dor de muitos.

A verdadeira riqueza de uma nação não pode ser medida apenas pelo luxo daqueles que chegaram ao topo, mas também pela dignidade daqueles que ainda lutam para sair da base.

E então chegamos à conclusão inevitável: é preciso votar.

Não porque o voto seja uma varinha mágica. Não porque um candidato seja um salvador. Não porque algum partido possua todas as respostas.

O voto é uma das poucas armas cívicas entregues igualmente ao cidadão comum.

Rico ou pobre. Doutor ou analfabeto. Empresário ou trabalhador. Homem ou mulher.

Todos entram na cabine eleitoral com a mesma responsabilidade.

E o devoto entra ali levando consigo algo ainda maior: sua consciência.

Que Deus nos dê sabedoria para escolher. Discernimento para não sermos enganados. Coragem para mudar aquilo que precisa ser mudado.

E que compreendamos que nenhum governo humano será capaz de ocupar o lugar do Governo de Deus.

O voto pode mudar governos.

A consciência pode mudar sociedades.

E somente Deus pode transformar corações. Por isso vote e fiscalize.

Mas, acima de tudo: olhe para o Alto.

Porque Brasília pode até decidir muita coisa sobre nossa vida. Mas não decide e define a nossa consciência e o nosso destino eterno.

“Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.” - Salmo 33:12

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

FORD ABRE 40 VAGAS DE ESTÁGIO PARA UNIVERSITÁRIOS EM SÃO PAULO E NA BAHIA

O Programa de Estágio 2027.1 da Ford oferece oportunidades em diversas áreas, desde engenharia e TI a finanças e marketing

A empresa oferece uma trilha de desenvolvimento voltada ao aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais

A Ford abriu as inscrições do seu Programa de Estágio 2027.1 para universitários que desejam iniciar a carreira na indústria automotiva. Nesta edição, são oferecidas 40 vagas nas unidades da empresa em Camaçari (BA), São Paulo e Tatuí (SP), distribuídas entre as áreas de Desenvolvimento do Produto, Tecnologia da Informação, Vendas, Pós-Vendas, Recursos Humanos, Finanças, Manufatura, Gestão Ambiental e Marketing.

As inscrições podem ser feitas até 31 de outubro de 2026 pelo Link. Os selecionados deverão iniciar as atividades em janeiro de 2027. Para participar, é necessário estar cursando do segundo ao penúltimo ano da graduação em instituição reconhecida pelo MEC e ter disponibilidade para um contrato de, no mínimo, um ano.

Os estagiários terão acesso a uma trilha de desenvolvimento voltada ao aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais. Além de bolsa-estágio competitiva, os benefícios oferecidos pela empresa incluem “day-off” de aniversário, Cartão Flash de alimentação e mobilidade/conectividade, TotalPass de academia e telemedicina.

O Brasil é hoje um dos nove centros globais de desenvolvimento do produto da Ford e conta com mais de 1.500 engenheiros e especialistas, que atuam no Centro de Desenvolvimento e Tecnologia (Camaçari) e no Centro de Testes (Tatuí). Esse time é responsável pelo desenvolvimento de um terço de todas as funcionalidades e tecnologias presentes hoje nos carros globais da Ford.

“Estamos em busca de novos talentos dispostos a aprender, aceitar desafios e fazer parte deste momento de grande transformação da indústria automotiva e da mobilidade”, diz Cintia Salmazo, diretora de HRBP, Talento, DE&I & Cultura da Ford América do Sul. “Neste programa, os estagiários terão várias oportunidades de crescimento e autonomia para desenvolver projetos de inovação, em contato com as tecnologias e processos mais avançados do mercado.”

> Clique aqui e inscreva-se

A Ford Motor Company (NYSE: F) é uma empresa global com sede em Dearborn, Michigan, comprometida em ajudar a construir um mundo melhor, onde cada pessoa seja livre para se mover e buscar seus sonhos. O plano Ford+ da empresa para crescimento e criação de valor combina pontos fortes existentes, novas capacidades e relacionamento sempre ativo com os clientes para enriquecer suas experiências e aprofundar sua fidelidade. A Ford desenvolve e entrega picapes, utilitários esportivos, vans comerciais e carros inovadores e desejados da Ford, além de veículos de luxo da Lincoln, juntamente com serviços conectados, incluindo BlueCruise (ADAS) e segurança. A empresa oferece liberdade de escolha por meio de três segmentos de negócios centrados no cliente: Ford Blue, projetando veículos icônicos a combustão e híbridos; Ford Model e, inventando veículos elétricos inovadores juntamente com softwares embarcados que definem experiências digitais sempre ativas para todos os clientes; e Ford Pro, ajudando clientes comerciais a transformar e expandir seus negócios com veículos e serviços sob medida para suas necessidades. Além disso, a empresa fornece serviços financeiros por meio da Ford Motor Credit Company. A Ford emprega cerca de 168.000 pessoas em todo o mundo. Mais informações sobre a empresa e seus produtos e serviços estão disponíveis neste link

Ford Motor Company
Ideal Axicom

FIM DA LINHA OU PRÓXIMO CICLO? A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA TENTA EVITAR QUE MATERIAIS E BILHÕES ACABEM NO DESCARTE.

No Brasil, cerca de 2 milhões de veículos chegam ao fim da vida útil por ano, mas apenas 1,5% têm destinação considerada adequada. No Rio de Janeiro, a Firjan SENAI articula indústria, empresas, centros de pesquisa e instituições de fomento para transformar pesquisa aplicada em soluções para a cadeia automotiva

Elementos de tapeçaria automotiva produzidos com material reciclado
Foto: Paula Johas | Divulgação Firjan

O carro que chega ao fim da vida útil não leva consigo apenas peças usadas. Também carrega plástico, fibras, tecidos, espumas, compósitos e outros materiais que custaram energia, dinheiro e recursos naturais para chegar até ali. Quando não conseguem retornar à cadeia produtiva, esses materiais representam uma perda econômica e revelam uma dificuldade maior da indústria brasileira: transformar pesquisa aplicada e política industrial em soluções que cheguem ao mercado no tempo necessário.

Essa foi uma das discussões presentes os quatro painéis do Auto360 - 1º Encontro de Logística Reversa da Cadeia Automotiva, realizado pela Firjan SENAI na Casa Firjan, no Rio. O encontro reuniu a General Motors, Stellantis, além de empresas e entidades como Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), Associação de Engenharia Automotiva (AEA), Interni, Protecta, Ideal Peças, Associação Brasileira de Reciclagem Automotiva (ABCAR), Sindirepa-RJ, Guarulhos Sucatas, Techcollor, Inmetro e Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro. A presença de diferentes elos da cadeia evidencia que a logística reversa não se resolve em uma única etapa.

“Para o Rio, há oportunidade de consolidar uma rede de competências em torno de uma agenda que combina indústria, tecnologia e sustentabilidade. Ao atuar como elo entre empresas, centros de pesquisa e o setor produtivo, a Firjan SENAI ajuda a criar as condições para que soluções desenvolvidas no ambiente de P&D encontrem aplicação efetiva na indústria”, afirma Alexandre Reis, diretor executivo Operacional do Sistema Firjan e diretor executivo SESI SENAI.

A dimensão econômica do problema ajuda a explicar por que a discussão deixou de ser exclusivamente ambiental. Segundo estimativa da ABCAR, cerca de 2 milhões de veículos chegam ao fim da vida útil todos os anos no Brasil. Apenas 1,5% teriam atualmente destinação adequada. A entidade calcula ainda que R$ 14 bilhões em peças recuperáveis sejam descartados anualmente. O mercado de desmontagem e reciclagem automotiva movimenta hoje cerca de R$ 2 bilhões por ano, com aproximadamente 550 mil veículos reciclados. A entidade avalia que esse volume poderia dobrar com maior estruturação da atividade.

A conta aumenta quando se considera que o problema começa antes do desmonte. O desenho do veículo determina, em boa medida, se um material poderá ser identificado, separado e reaproveitado depois. Um plástico misturado a outros polímeros, uma fibra incorporada a um compósito ou um tecido sem identificação adequada podem continuar fisicamente presentes no veículo, mas perder valor quando chegam ao fim da vida útil.

“Na prática, isso muda o desenho da cadeia. Não basta desenvolver uma tecnologia capaz de reciclar determinado plástico ou tecido. É preciso projetar a peça pensando em sua desmontagem, identificar o material, criar uma logística capaz de recuperá-lo, processá-lo sem perder as propriedades necessárias e encontrar uma aplicação industrial para o que foi recuperado”, explica Paulo Roberto Fúrio, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Firjan SENAI SESI.

A pesquisa aplicada já tenta resolver parte desse problema. Nos Institutos SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras e em Química Verde, no Rio, projetos trabalham justamente na transformação de resíduos e materiais descartados em novos insumos e componentes para a indústria. Em uma das frentes, materiais têxteis que perderam sua utilização original estão sendo estudados para voltar à cadeia automotiva.

Um dos casos envolve fardas que deixaram de ser utilizadas pelo Exército. Em vez de seguirem diretamente para o descarte, o material é processado e transformado em componentes destinados à indústria automotiva, inclusive em aplicações relacionadas ao isolamento acústico dos veículos. É um exemplo de economia circular que começa não no desmonte de um carro, mas na busca por uma nova utilização industrial para um material que já cumpriu sua função original.

A lógica é diferente da simples reciclagem de resíduos. “A economia circular abre um campo enorme de inovação. Projetos realizados pela área de fibras têm mostrado o potencial de transformar resíduos em novos insumos de alto valor”, diz Fúrio.

Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura e Materiais da AEA e gerente de Tecnologia e Inovação da Engenharia de Manufatura da General Motors na América do Sul, resumiu uma das inquietações presentes nos debates: o Brasil avançou na construção de uma política industrial, mas continua lento na transformação dessas iniciativas em resultados industriais. Na avaliação apresentada durante o encontro, nos últimos 12 anos o país conviveu com uma forte entrada de produtos chineses e, apesar de avanços pontuais, não conseguiu melhorar na mesma velocidade sua posição competitiva.

“Há recursos naturais, programas de incentivo, instrumentos de fomento e políticas públicas. Mas tempos ainda, por exemplo, o gargalo do tempo necessário para transformar esses instrumentos em projetos, produtos e escala. Na indústria automotiva, em que decisões de fornecedores e montadoras seguem ciclos internacionais, meses podem fazer diferença”, explica Sakuramoto.

A comparação feita no debate foi com a China, onde projetos considerados estratégicos podem ser tratados como política de Estado e conectados diretamente à geração de propriedade intelectual e aplicação industrial. Para o Brasil, a discussão passa pela criação de projetos estruturantes que não dependam exclusivamente de acordos pontuais entre empresas e governo, mas que desenvolvam competências consideradas estratégicas para o país.

A produtividade é outro componente dessa equação. “O Brasil conseguiu elevar em cerca de 30% a produtividade em dez anos, mas esse ganho ocorreu em um ambiente em que a inflação corroeu parte dos investimentos necessários para manter o avanço. O resultado é uma corrida em que, quando determinado incentivo ou programa começa a produzir efeitos, a tecnologia ou a necessidade industrial já pode ter mudado”, lamenta Sakuramoto.

No setor automotivo, essa pressão ganha uma dimensão adicional. São cerca de 1,6 bilhão de veículos em circulação no mundo, e cada veículo utiliza aproximadamente 2,5 toneladas de recursos naturais ao longo de sua produção. Em escala global, são cerca de 100 bilhões de toneladas de recursos naturais extraídos por ano, um volume associado a uma demanda sobre os recursos do planeta superior à sua capacidade de regeneração.

A indústria, portanto, começa a enfrentar uma equação que combina competitividade, matéria-prima e tempo. No Brasil, já existe matéria-prima reciclada em escala. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), elaborado pela MaxiQuim e publicado em 2025, foram produzidas 1,012 milhão de toneladas de resina plástica reciclada pós-consumo em 2024. Desse total, 67 mil toneladas foram destinadas ao setor automotivo. Novamente aparece o desafio de fazer esse material atender às especificações e à regularidade exigidas pela indústria.

“Desmontadoras precisam conseguir separar e identificar materiais; recicladores e transformadores precisam de matéria-prima com especificação e regularidade; a indústria precisa garantir desempenho e segurança; e as montadoras têm papel relevante na definição de requisitos e na criação de aplicações capazes de absorver o material recuperado”, afirma Celso Mattos, presidente do Sindirepa-RJ e vice-presidente da Firjan.

A regulação também começa a mudar o desenho dessa cadeia no país. A partir de 2027, veículos leves das categorias M1 e N1 deverão ser projetados para que pelo menos 80% de sua massa seja potencialmente reutilizável ou reciclável e 85% reutilizável ou recuperável. Em 2030, os percentuais sobem para 85% e 95%, respectivamente.

O Programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), política industrial federal criada em 2024 para o setor automotivo, estabelece metas e mecanismos de estímulo à descarbonização, inovação, pesquisa e economia circular. Dentro dessa agenda, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) coordena o projeto “Economia Circular de Autopeças Plásticas e Têxteis na Cadeia Automotiva”, iniciado em 2024, com conclusão prevista para 2027 e orçamento de aproximadamente R$ 4,16 milhões.

O próprio projeto mostra a mudança de escala da discussão: a reciclagem de plásticos e têxteis deixa de ser apenas uma etapa posterior ao uso do veículo e passa a fazer parte de uma agenda de desenvolvimento tecnológico. Essa é uma transição que já encontra exemplos na indústria. Em 2025, a Stellantis inaugurou em Osasco (SP) um Centro de Desmontagem Veicular Circular Autopeças, dedicado à desmontagem de veículos, recuperação de peças e reciclagem de materiais. A unidade recebeu investimento de R$ 13 milhões e tem capacidade anunciada para desmontar até 8 mil veículos por ano.

“Investir em um centro dedicado à desmontagem e à recuperação de materiais é uma forma de antecipar uma transformação que já está acontecendo na indústria. É uma aposta em tecnologia, eficiência e novos modelos de negócio que vão ganhar importância na indústria automotiva”, declara o representante da Stellantis, Martin Sirot.

Firjan - Federação das Indústrias do Rio de Janeiro

KARSTEN REFORÇA MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL AO COMPLETAR 144 ANOS DE TRAJETÓRIA

Investimentos em tecnologia, modernização do parque fabril e expansão internacional marcam o novo ciclo da companhia catarinense

Uma das empresas mais tradicionais da indústria têxtil brasileira, a Karsten completou 144 anos combinando a força de sua história com um novo ciclo de transformação. Fundada em 29 de setembro de 1882, em Blumenau (SC), a companhia avança na modernização de sua operação industrial, na ampliação da capacidade produtiva e no fortalecimento de sua presença internacional.

Os movimentos fazem parte de uma estratégia de longo prazo voltada ao aumento da eficiência, da produtividade e da competitividade, ao mesmo tempo em que a empresa preserva valores construídos ao longo de mais de um século.

Modernização industrial

Uma das principais iniciativas desse novo ciclo é a chegada de 12 novos teares da japonesa Toyota, destinados à produção de toalhas felpudas na unidade matriz, em Blumenau.

O investimento de aproximadamente R$ 12 milhões, incluindo equipamentos, infraestrutura, acessórios e instalação, permitirá substituir, até dezembro, 20 teares instalados na década de 1990. A renovação representa um avanço importante na atualização do parque fabril e amplia a eficiência de uma categoria historicamente estratégica para a Karsten.

A modernização também alcança outras etapas do processo produtivo. Neste ano, entrou em operação uma solução automatizada de costura da alemã TEXPA na unidade de tecidos felpudos, também em Blumenau. Com investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, o equipamento incorpora programação digital à produção e amplia o nível de automação, contribuindo para ganhos de produtividade, qualidade e agilidade.

Para o CEO da Karsten, Márcio L. Bertoldi, os investimentos mostram que tradição e transformação precisam caminhar juntas. “Chegar aos 144 anos é motivo de muito orgulho, mas também de responsabilidade com o futuro. Tecnologia, para nós, não significa apenas comprar máquinas novas. Significa produzir melhor, aumentar nossa competitividade e criar as condições para que a Karsten continue crescendo de forma sustentável pelas próximas gerações”, afirma.

Uma nova fronteira internacional

Outro marco desse ciclo é a primeira unidade industrial da Karsten fora do Brasil, instalada em Minga Guazú, no Paraguai. A operação amplia a capacidade produtiva da companhia, especialmente na categoria de banho, e representa um passo importante na construção de uma plataforma industrial mais flexível e competitiva na América do Sul.

A decisão de produzir no Paraguai faz parte de uma visão de longo prazo que combina capacidade, competitividade e expansão internacional. “O Paraguai não é um movimento isolado. É parte da Karsten que estamos construindo para o futuro. Estamos ampliando nossa capacidade, aumentando nossa flexibilidade e fortalecendo nossa presença na América do Sul".

"Queremos uma empresa cada vez mais preparada para competir,
 crescer e aproveitar novas oportunidades”, destaca
Márcio Bertoldi

Da fábrica para a casa

Os investimentos atuais se apoiam em uma estrutura construída ao longo de 144 anos. Com mais de 2,5 mil colaboradores, unidades industriais em Blumenau, Ibirama e Minga Guazú (Paraguai) e centro de distribuição em Gaspar (SC), a companhia está presente em mais de 20 países e em aproximadamente 7 mil pontos de venda no Brasil. A marca também mantém lojas próprias em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

O portfólio reúne produtos de cama, mesa, banho e decoração e traduz uma estratégia contínua de desenvolvimento de soluções para a casa.

Ao longo dos anos, a Karsten incorporou tecnologias como Sempre Limpa e Easy Wash para mesa e os tecidos impermeáveis Acquablock, além de ampliar sua presença em decoração com Karsten Decor e Karsten Ateliê.

As toalhas e produtos de banho permanecem entre os principais símbolos da marca. Entre os destaques está a linha Lumina, com tecnologia Unika, desenvolvida para reunir desempenho, qualidade, absorção e conforto.

Na categoria de cama, um dos avanços mais recentes é o Liso Max, tecnologia proprietária desenvolvida para reduzir rugas e vincos em tecidos 100% algodão e lançada inicialmente na linha Duo. A proposta é oferecer maior praticidade preservando características valorizadas do algodão, como maciez, respirabilidade e conforto.

Essas iniciativas acompanham as mudanças nos hábitos de consumo e reforçam o movimento da Karsten de ampliar sua atuação para além de produtos individuais, desenvolvendo soluções cada vez mais completas para a casa.

Uma história que continua em movimento

A capacidade de se transformar acompanha a Karsten desde sua origem. Em 1882, a empresa nasceu como uma pequena tecelagem em Blumenau. Ao longo de mais de um século, atravessou profundas mudanças econômicas, tecnológicas e sociais, ampliou seu portfólio, modernizou suas fábricas e construiu uma das marcas mais reconhecidas do setor de cama, mesa e banho no Brasil.

Para Bertoldi, a longevidade da companhia está justamente na capacidade de preservar sua essência sem deixar de mudar. “Quando olhamos para 144 anos de história, vemos muito mais do que fábricas, produtos ou máquinas. Vemos gerações de pessoas que ajudaram a construir a Karsten. Nosso compromisso é honrar esse legado, mas não viver apenas dele. Precisamos ter a coragem de transformar, inovar e fazer hoje as escolhas que permitirão que as próximas gerações continuem essa história.”

O executivo destaca que esse equilíbrio entre passado e futuro orienta o atual momento da companhia. “Uma empresa com 144 anos não chegou até aqui fazendo sempre as mesmas coisas. Chegou porque soube mudar sem perder sua essência. É isso que queremos continuar fazendo: preservar aquilo que nos trouxe até aqui e, ao mesmo tempo, construir a Karsten que queremos deixar para as próximas gerações.”

Ao completar 144 anos, a Karsten reafirma uma trajetória marcada pela capacidade de se renovar. Tecnologia, eficiência industrial, inovação, desenvolvimento de marcas e expansão internacional formam hoje as bases de um novo ciclo, construído sobre uma história centenária, mas com os olhos voltados para o futuro.

Karsten
KOI Comunicação

ERA UMA VEZ...Por Marli Gonçalves*

Que saudades do Brasil colorido, com muitas opções competitivas, correndo feliz para as urnas. Lembra? Em 1989, na primeira eleição presidencial direta depois da Constituição de 88, naquele ano, olha só, foram 22 candidatos no primeiro turno, alguns bem interessantes, e com os partidos definidos, sem a geleia de federações de hoje, com uns engolindo outros. Escolha dura.

Onde anda nosso país que agora parece mais uma laranja mal cortada, amarga? Era uma vez um país tropical divertido, saindo mal ou bem de um período violento e obscuro de 21 anos de ditadura militar, de um golpe que nos afastou das conquistas pessoais dos anos 60, nos martirizou nos anos 70, e se estendeu. O país que se arrumou todo até para suportar em 1985 a imposição indireta de um presidente após a derrota da campanha histórica “Diretas Já!”. Tínhamos a cara bonachona de Tancredo Neves, e logo a posse adiada, sua morte, e a unção de José Sarney, o vice, ao cargo.

Estranho que sempre e até hoje temos confusão. Nomes que despencam no nosso caminho, como o de Fernando Collor e seus marajás, que acabou levando a presidência do Brasil, depois sofrendo impeachment. E mais um vice, Itamar Franco, indo para o comando. Mais recentemente, apareceu Jair Bolsonaro, que depois de 28 anos no baixo clero como deputado, foi alçado a presidente em 2018, um período de dificuldades, da pandemia assassina, de negacionismo e ataques à imprensa e às liberdades individuais, e até de mais uma tentativa de golpe. Agora aparecem mais estranhos, este representante da familícia, Flávio Bolsonaro, e aventureiros como Renan Santos, Augusto Cury, e ex-governadores tentando, como Ronaldo Caiado e Zema.

Em 1994, foi a vez de Fernando Henrique Cardoso, uma espécie de herói do Plano Real, reeleito em 1998. Lula tentou em 88, 94 e 98, até se eleger e tomar posse em 2003. Reeleito em 2006, depois fez de Dilma Rousseff sua sucessora, reeleita, até sofrer impeachment e entregando a mais um vice, Michel Temer.

Eleito pela terceira vez em 2022, Lula continua aí na parada para um quarto mandato. Persistência louvável, no mínimo. Sempre vivemos ciclos bons e confusos se alternando, chegando ao hoje nas urnas com essas opções empasteladas, que duvido muitos saibam quem se juntou a quem.

Era mesmo uma vez, distante, aquele país tropical colorido e combativo que a essa altura já estaria pensando numa moda de verão para Ipanema, um topless, apitos, ganhar alguma Copa mais para a frente torcendo por uma seleção de craques sumidos.

Não, agora estamos nos desentendendo, divididos, tensos, tempos nublados, corrupção grassando, apavorados com retrocessos e repressão, perda de direitos, violência, El Niño e severos desequilíbrios ambientais, rupturas institucionais, descontroles digitais e avanços desgovernados - de poder e de inteligência artificial.

Era uma vez os bons tempos que vivemos. Vamos às urnas em prol de que um dia voltem.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

MERCEDES-BENZ E ADIDAS APRESENTAM EDIÇÃO EXCLUSIVA DO SAMBA OG QUE CELEBRA DESIGN, INOVAÇÃO E LEGADO

Colaboração faz parte das comemorações dos 140 anos de inovação da Mercedes-Benz

Além de uma longa tradição, as marcas compartilham o objetivo de evoluir continuamente, preservando suas identidades únicas.

A Mercedes-Benz e a adidas dão continuidade à sua trajetória de colaboração com o lançamento do adidas Samba OG x Mercedes-Benz, disponível online e em lojas selecionadas da adidas a partir de 13 de outubro. O modelo une o estilo inconfundível de ambas as marcas e representa o início de uma parceria estratégica que dará origem a uma série de projetos futuros.

A edição limitada do tênis foi anunciada no fim de janeiro, quando a Mercedes-Benz iniciou as celebrações de seu ano comemorativo “140 Years of Innovation” com a estreia mundial do Classe S. Com o adidas Samba, as parceiras escolhem um modelo que é um clássico consagrado há décadas. Reconhecido mundialmente por sua herança esportiva e estilo, o Samba é a escolha ideal para uma marca que molda a mobilidade há 140 anos.

Duas marcas com uma visão compartilhada

Seja nas estradas, nos esportes ou na vida cotidiana, a Mercedes-Benz e a adidas acompanham pessoas ao redor do mundo há muitas décadas. Ambas as marcas possuem uma história longa e bem-sucedida e evoluíram continuamente ao longo do tempo.

Por meio de seus produtos e de sua forte presença de marca, conquistaram relevância cultural que vai além da funcionalidade e do conforto. Enquanto a Mercedes-Benz molda a mobilidade há 140 anos, a adidas influencia gerações por meio do esporte e do lifestyle. O que une ambas as marcas é o compromisso com a inovação e com a criação de produtos que movimentam e inspiram as pessoas, mantendo-se relevantes ao longo do tempo.

Um sneaker inspirado pela tradição e pelo progresso

O adidas Samba OG x Mercedes-Benz traduz essa combinação entre tradição e progresso, dando vida às qualidades de ambas as marcas de uma nova maneira.

Criado originalmente para os campos de futebol, o adidas Samba evoluiu para se tornar um ícone global de estilo. A versão adidas Samba OG x Mercedes-Benz une esse legado duradouro a elementos característicos das duas marcas, celebrando a inovação, o trabalho artesanal e o design atemporal que definem Mercedes-Benz e adidas há gerações.

Como uma declaração de luxo e sofisticação, a parte superior do modelo incorpora o padrão de costura em losangos inspirado no interior do Mercedes-Benz Classe S, enquanto o icônico logotipo da Mercedes-Benz aparece em destaque na língua do calçado. Disponível nas tonalidades monocromáticas Magic Beige, Grey Five e Black, a colaboração celebra inovação e excelência artesanal.

Veículos Classe S visitam a adidas a caminho do retorno para casa

Após percorrerem quase 65 mil quilômetros por seis continentes na jornada global “140 Years. 140 Places.”, os três novos veículos Classe S, batizados de “Bertha”, “Carl” e “Gottlieb”, farão uma parada especial na sede global da adidas, em Herzogenaurach, na Alemanha, no dia 13 de outubro.

A visita marca o início da etapa final da volta ao mundo antes do retorno a Stuttgart, onde acontecerá o grande encerramento da jornada em 17 de outubro.

A adidas é líder global na indústria de artigos esportivos. Com sede em Herzogenaurach, Alemanha, a empresa emprega cerca de 65 mil pessoas em todo o mundo e registrou vendas de € 24,8 bilhões em 2025. Para mais informações, clique aqui e visite o site Adidas Group

Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil

IGUATEMI CAMPINAS RECEBE EXPOSIÇÃO “JARDIM DAS INFÂNCIAS”

Mostra propõe um olhar sensível sobre as infâncias por meio da arte e conta com oficinas gratuitas para o público

O Iguatemi Campinas recebe, de 1º a 18 de outubro, a exposição “Jardim das Infâncias – Arteterapia: a infância revisitada pelas mãos”, da artista e arteterapeuta Ana Laura Pompe. Instalada no Espaço de Eventos do empreendimento, a mostra reúne trabalhos desenvolvidos em encontros de arteterapia com crianças e adolescentes e convida o público a refletir sobre memórias, sentimentos e diferentes formas de vivenciar a infância.

A exposição parte da pergunta “o que brota em mim?” para apresentar criações produzidas livremente pelas crianças e adolescentes, que puderam escolher formatos, suportes e materiais para expressar suas experiências. Aquarela, argila, giz pastel, carvão e colagem estão entre os recursos utilizados como linguagem para sentimentos, lembranças, brincadeiras e vivências que nem sempre encontram espaço nas palavras.

“Buscamos trazer ao Iguatemi Campinas uma programação que amplie o contato do público com diferentes manifestações artísticas e, ao mesmo tempo, proporcione experiências que despertem reflexão e participação. ‘Jardim das Infâncias’ traz um olhar muito sensível sobre o universo infantil e convida crianças, adolescentes e adultos a se conectarem com suas próprias memórias e afetos por meio da arte”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

Além de visitar a exposição, que acompanha o horário de funcionamento do shopping, o público poderá participar de oficinas gratuitas, de 10 a 13 de outubro. As atividades integram a proposta de um “jardim coletivo”, no qual os visitantes também deixam suas próprias contribuições. Entre as experiências estão o Plantio de Desejos, com a customização de sementes a partir de palavras, frases ou desenhos; a Chuva de Memórias, que utiliza aquarela e lápis aquarelável para representar lembranças e brincadeiras da infância; Guardiões do Jardim, com criações feitas de argila, folhas secas e gravetos; e Florir e Espalhar, em que flores de papel recebem impressões sobre a exposição e desejos para o futuro.

A participação será realizada por meio de resgate no aplicativo Iguatemi One.

Serviço

  • Jardim das Infâncias – Arteterapia: a infância revisitada pelas mãos
  • De 1º a 18 de outubro
  • Espaço de Eventos do Iguatemi Campinas
  • Oficinas gratuitas: 10, 11, 12 e 13 de outubro
  • Horários das oficinas: 11h às 12h | 14h às 15h | 15h30 às 16h30 | 17h às 18h
  • Horário da exposição: de segunda a sábado, das 10h às 22h; aos domingos e no feriado, das 12h às 20h
  • Participação nas oficinas: gratuita, via aplicativo Iguatemi One

Ana Laura Pompe

Ana Laura Pompe é formada em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde também concluiu licenciatura em Artes. Especializou-se em arteterapia e atualmente finaliza sua formação em psicanálise, área à qual se aproximou a partir do interesse pela saúde psíquica e pela compreensão da produção artística como uma possibilidade de expressão e elaboração do inconsciente.

Seu trabalho é marcado pelo interesse pelas infâncias e pela educação, com uma abordagem que valoriza a liberdade, a autonomia e a pluralidade.

O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo. Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 380 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer. Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas. Clique aqui para mais informações

Shopping Iguatemi Campinas
Assessoria de Imprensa
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Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

DP WORLD RECEBE NOVOS GUINDASTES ELÉTRICOS COMO PARTE DA AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE NO PORTO DE SANTOS

Primeiro lote de portêineres e RTGs integra plano de expansão que elevará a capacidade do terminal para 1,7 milhão de TEUs em 2026

A DP World iniciou, em setembro, uma nova etapa da expansão do seu terminal no Porto de Santos com a chegada de dois portêineres (Quay Cranes – QCs) e seis guindastes sobre pneus (Rubber Tyred Gantry – RTGs). O investimento integra um plano superior a R$ 2 bilhões destinado à modernização da infraestrutura portuária brasileira e ao fortalecimento da eficiência logística do comércio exterior.

Os equipamentos fazem parte de uma aquisição que, ao todo, contemplará quatro novos portêineres e 15 RTGs. Este primeiro lote, juntamente com a otimização da utilização das estruturas já licenciadas, contribuirá para ampliar a capacidade operacional do terminal para 1,7 milhão de TEUs até o fim de 2026, além de aumentar a produtividade e a eficiência na movimentação de cargas.

Os novos equipamentos ampliarão a produtividade e a eficiência das operações do terminal. Os portêineres (QCs) são responsáveis pela movimentação de contêineres entre os navios e o cais, contribuindo para reduzir o tempo de atendimento às embarcações. Já os RTGs realizam a movimentação e a organização dos contêineres nos pátios de armazenagem, otimizando o uso dos espaços e aumentando a fluidez das operações. A incorporação desse novo parque de equipamentos acompanha o crescimento da demanda do comércio exterior e representa a modernização da infraestrutura da DP World no Brasil.

A segunda etapa da entrega está prevista para o início de 2027, quando será concluída a incorporação dos quatro portêineres e dos 15 RTGs ao terminal da DP World em Santos. Esta próxima etapa é parte do plano de expansão que, em adição a novos arranjos estruturais, elevará a capacidade total do terminal para 2,1 milhões de TEUs nos próximos anos.

"Estamos ampliando nossa capacidade operacional para atender ao crescimento do comércio exterior brasileiro com mais eficiência, produtividade e sustentabilidade", afirma o CEO da DP World Brasil, Fabio Siccherino.

Mais tecnologia e sustentabilidade para o porto

Fabricados pela chinesa ZPMC, uma das principais fornecedoras globais de equipamentos portuários, os novos portêineres foram projetados para ampliar a produtividade operacional e atender embarcações de maior porte que acessam a costa brasileira.

Cada equipamento possui 72 metros de alcance — 7 metros a mais do que os modelos atualmente em operação no terminal – e 56 metros de altura (do cais à lança), o equivalente a um edifício de aproximadamente 18 andares.

Os portêineres contam com sistema inteligente de operação, baseado na tecnologia Siemens, e possuem capacidade para movimentar até 65 toneladas com spreader para dois contêineres de 20 pés (Twin Twenty) ou 50 toneladas para um único contêiner, além de suportar até 80 toneladas em operações com gancho para cargas especiais e não conteinerizadas.

Os novos RTGs são totalmente elétricos e já vêm preparados para futura operação remota. Os equipamentos têm 18,2 metros de altura e possuem capacidade para movimentar até 41 toneladas. Quando os 15 novos RTGs estiverem em operação, estima-se que evitarão a emissão de 4.250 toneladas de CO₂ por ano, em comparação com equipamentos movidos exclusivamente a diesel. A incorporação de novos RTGs elétricos reforça a estratégia de descarbonização da DP World, que já opera hoje com uma frota composta por 22 RTGs totalmente eletrificados desde 2025.

Além disso, a companhia incorporou, em maio deste ano, 15 Internal Terminal Vehicles (eITVs) e três Reach Stackers (eRSs) totalmente elétricas, além de utilizar energia majoritariamente proveniente de fontes renováveis certificadas. As iniciativas contribuem para a redução das emissões de carbono e estão em linha com a meta global do Grupo de alcançar zero emissões líquidas até 2050.

A ampliação da infraestrutura operacional fortalece a capacidade da DP World de atender ao crescimento da movimentação de contêineres no Porto de Santos e amplia a eficiência das operações portuárias, contribuindo para o desenvolvimento da logística brasileira e da integração multimodal.

A DP World Brasil é uma empresa pertencente ao Grupo DP World, líder global de soluções de logísticas e de supply chain, com negócios em mais de 80 países e sede em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. No Brasil, a companhia é responsável pela operação de um dos maiores e mais modernos terminais privados multipropósito do país, instalado na margem esquerda do Porto de Santos (SP), com capacidade anual de movimentação de 1,4 milhão de TEUs e 5 milhões de toneladas de celulose. Com investimentos de R$ 3 bilhões, está instalado em área estratégica, com acesso por vias marítima, rodoviária e ferroviária. A companhia segue ampliando sua presença no Brasil como provedora de soluções logísticas de ponta a ponta, oferecendo serviços de Agenciamento de Carga, com escritórios em Itajaí (SC), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), São Paulo, Campinas e Santos (SP), e Logística de Contrato (Contract Logistics), com plantas localizadas no interior de São Paulo. Para mais informações, clique aqui e acesse o portal

DP World Brasil
Edelman

PESQUISADORES DA UNICAMP CRIAM BATERIA DE FLUXO MAIS SEGURA PARA ARMAZENAR ENERGIA SOLAR E EÓLICA

Tecnologia utiliza eletrodos cilíndricos e insumos nacionais, reduz o risco de vazamentos e foi desenvolvida para o armazenamento de energia em larga escala, contribuindo para a integração de fontes renováveis e para a redução da dependência de geradores a diesel

Sol e vento são fontes de energia abundantes, mas intermitentes. Para que a eletricidade gerada possa ser usada quando o sol não brilha ou o vento não sopra, é preciso armazená-la, como em um reservatório que guarda energia para depois. Pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ligados ao grupo de pesquisa Brazilian Renewable Energies (BREnergies), desenvolveram uma nova arquitetura de bateria de fluxo que pode tornar esse armazenamento mais seguro, barato e simples de montar.

A tecnologia foi desenvolvida durante o doutorado de João Pedro Aguiar dos Santos, engenheiro eletricista graduado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás e mestre e doutor em Engenharia Elétrica pela Unicamp. No mestrado, ele havia estudado supercapacitores, baterias de íon lítio e de íons de sódio. No doutorado, sob orientação do professor César Pagan e coorientação do professor Hudson Zanin, ambos da FEEC, voltou-se às baterias de fluxo, capazes de armazenar grandes quantidades de energia.

As baterias de fluxo tradicionais funcionam como um conjunto de placas empilhadas, ligadas a mangueiras e bombas externas que fazem o eletrólito circular. Esse sistema sofre com vazamentos frequentes, e o risco cresce junto com o tamanho do conjunto de baterias. Outro problema comum é o crescimento de dendritos, pequenas estruturas que se formam dentro da bateria e podem causar curto-circuito.

Um novo formato para resolver problemas antigos

Em suas pesquisas, Santos percebeu que não existia equipamento pronto no mercado para montar o tipo de bateria que vislumbrava. Por isso, teve que construí-la do zero, e foi dessa dificuldade que surgiu um pedido de patente mais adiante, depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com estratégia da Agência de Inovação Inova Unicamp.

“Durante os estudos, percebi que não existia nenhum tipo de design ou setup experimental que pudéssemos comprar para montar a bateria. Isso foi um grande desafio, porque tivemos que montar desde as células até os reatores maiores para fazer os experimentos no laboratório”, explica o engenheiro.

Em vez de empilhar placas paralelas, como fazem as baterias tradicionais, os inventores criaram um design cilíndrico. A bateria tem um eletrodo em formato de anel grande e outro em formato de anel pequeno, um dentro do outro, com as faces voltadas uma para a outra. As células ficam seladas individualmente e podem ser conectadas em série sem precisar ser empilhadas, o que reduz bastante o risco de vazamento de eletrólitos.

Outro destaque está na forma como o eletrólito circula dentro da bateria. As baterias de fluxo tradicionais dependem de bombas e mangueiras externas, que podem entupir ou quebrar e exigem desmontar todo o sistema para consertar. No design proposto pela nova tecnologia, uma pequena turbina gira dentro da própria bateria e faz o eletrólito circular internamente, sem mangueiras. Isso elimina um dos pontos mais frágeis das baterias de fluxo atuais.

O desenvolvimento da tecnologia como um todo envolveu conhecimentos de diferentes áreas. “Foi um sistema multidisciplinar, unindo engenharia mecânica, eletrônica e eletroquímica, e tivemos que construir tudo do zero”, explica Santos.

Desempenho superior em testes de laboratório

Em testes de carga e descarga, a bateria de fluxo giratório alcançou aproximadamente 400 ciclos sem aditivos no eletrólito, superando resultados da literatura, nos quais sistemas semelhantes nas mesma condições não ultrapassaram cerca de 100 ciclos devido ao crescimento de dendritos. Segundo o engenheiro, o ensaio foi interrompido por uma limitação mecânica do anel coletor rotativo que faz o contado elétrico do eletrodo interno, não por falha eletroquímica. Com melhorias nesse componente e o uso de aditivos, a expectativa é superar 3 mil ciclos e melhorar o seu desempenho elétrico.

A bateria apresentou ainda 98% de eficiência de carga e cerca de 82% de eficiência de energia, devolvendo a maior parte da energia armazenada e perdendo pouco em forma de calor. Valores acima de 80% já são considerados bons para esse tipo de armazenamento. Em teste prático, a bateria funcionou duas horas seguidas, alimentando LEDs e um ventilador.

Os pesquisadores também desenvolveram um sistema de gerenciamento da bateria composto por uma placa e um software que monitoram parâmetros como tensão, corrente, temperatura, pH – nível de acidez ou alcalinidade – e condutividade da solução. O sistema inclui ainda uma câmera endoscópica para observar a formação de dendritos, o que permite identificar sinais de risco antes que comprometam o funcionamento da bateria.

O acompanhamento dessas variáveis permite avaliar o desempenho e o envelhecimento da bateria e orienta as próximas etapas da pesquisa, que devem investigar aspectos como condutividade e durabilidade.

Insumos nacionais e reciclagem já estabelecida no Brasil

Além da arquitetura, outro diferencial é a possibilidade de construir a bateria com insumos disponíveis no Brasil, como grafite, motores, peças mecânicas e eletrólitos à base de água, que não são inflamáveis. O design também pode ser adaptado a três composições químicas diferentes. Nos testes, os pesquisadores utilizaram uma versão solúvel baseada em íons de chumbo dissolvidos em um eletrólito aquoso, aproveitando também a cadeia de reciclagem de chumbo já consolidada no país, capaz de recuperar mais de 98% do material.

A diferença em relação às baterias de chumbo-ácido tradicionais está nos eletrodos usados. As baterias comuns usam placas sólidas de chumbo, que se desgastam com o tempo, enquanto na versão dos inventores os eletrodos são feitos apenas de grafite, e o chumbo fica dissolvido na solução, formando depósitos que voltam integralmente para o líquido depois.

Uma bateria de chumbo-ácido tradicional perde mais de 30% da capacidade depois de 400 ciclos, enquanto esta manteve toda a eficiência no mesmo período. A expectativa é que a bateria dure até 20 anos, já que, quando o eletrólito se degrada, basta trocá-lo por um novo.

Outra vantagem é o uso do ácido metanossulfônico (MSA) em substituição ao ácido sulfúrico. O MSA é biodegradável e considerado menos tóxico e corrosivo que ácidos minerais tradicionalmente empregados em aplicações desse tipo.

Aplicação em energia renovável

Quanto às aplicações, a bateria foi projetada para armazenamento estacionário de energia em grande escala, com potencial para compor sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems), normalmente conectados a usinas solares e eólicas ou diretamente à rede elétrica. Nesses sistemas, a energia é armazenada nos períodos de maior geração e utilizada posteriormente nos momentos de maior demanda, contribuindo para aumentar a flexibilidade, a estabilidade e a segurança do sistema elétrico.

Esse tipo de aplicação ganhou relevância no Brasil com as discussões relacionadas ao Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP) para sistemas de armazenamento. Nesse contexto, a bateria de fluxo giratório pode atuar como uma solução nacional de armazenamento de longa duração. Outra aplicação é a redução do chamado curtailment, situação em que parte da geração de uma usina solar ou eólica precisa ser limitada porque a rede não consegue absorver ou transportar toda a energia produzida naquele momento.

Em sistemas isolados ou regiões que ainda dependem de geração térmica, a tecnologia pode substituir geradores a diesel, cuja eficiência é inferior a 40% e que apresentam emissões significativas de dióxido de carbono. Santos ressalta que, pelas características da tecnologia, sua aplicação é voltada principalmente ao armazenamento estacionário de energia, e não à mobilidade elétrica, como carros, ônibus ou caminhões.

Para chegar ao mercado, a tecnologia precisa ser licenciada por empresas interessadas em dar continuidade ao seu desenvolvimento e criar soluções de armazenamento de energia. A Agência de Inovação Inova Unicamp conecta essa e outras pesquisas e tecnologias a empresas e instituições interessadas em transferência de tecnologia. O contato inicial com a Inova deve ser feito por meio do formulário de conexão disponível no site da Agência.

Inova Unicamp
Texto: Isabele Scavassa
Foto: Igor Alisson

PROLATA ANUNCIA CRISTINE COSTA FULCHINI COMO NOVA GERENTE EXECUTIVA

Cristine Costa Fulchini

Engenheira de Materiais e mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal do ABC (UFABC), Cristine Costa Fulchini possui mais de 10 anos de experiência nas áreas de logística reversa, reciclagem, sustentabilidade e economia circular.

Desde 2018 integra a equipe da Prolata, onde consolidou sua trajetória conduzindo a gestão do programa. Nesse período, atuou na articulação com empresas, cooperativas de catadores e catadoras de materiais recicláveis, operadores privados, parceiros institucionais e órgãos ambientais. Também esteve à frente da expansão e estruturação da rede, do desenvolvimento de parcerias, da governança, da rastreabilidade e do acompanhamento de resultados, além de iniciativas voltadas à educação ambiental.

Como Gerente Executiva, Cristine dá continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos anos, consolidando os avanços já conquistados e ampliando o impacto positivo da logística reversa de embalagens de aço no Brasil, fortalecendo o compromisso da Prolata com a sustentabilidade e a economia circular.

Prolata Reciclagem

Criada em 2012, a Prolata Reciclagem é uma entidade gestora para logística reversa de latas de aço, com programa permanente voltado à reciclagem de latas de aço pós-consumo. A associação sem fins lucrativos é uma iniciativa da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, e demais políticas.

O programa está presente nas cinco regiões do Brasil e possui o objetivo de estimular a reciclagem de latas de aço no país, gerar estatísticas confiáveis a respeito, abrir um canal direto com os consumidores, fomentar centros de reciclagem e parcerias com cooperativas de catadores, assim como valorizar o preço da sucata de aço para embalagens. Além disso, também investe em plataformas de comunicação e na educação da sociedade sobre o tema.

Saiba mais sobre a Prolata acessando o site (https://www.prolata.com.br)

Prolata
Press à Porter Gestão de Imagem

SILVIO RENAN É O NOVO DIRETOR DE VENDAS DE SOLUÇÕES DA SCANIA OPERAÇÕES COMERCIAIS BRASIL

Com mais de 30 anos de experiência, executivo retorna para a Scania no Brasil após liderar a área de Serviços da fabricante no Peru

Silvio Renan

A Scania informa que Silvio Renan Souza assumiu a direção de Vendas de Soluções das Operações Comerciais no Brasil. Renan estava na função de diretor de Serviços da Scania Peru, desde julho de 2025. O executivo sucede a Alex Nucci.

Renan possui no currículo mais de 30 anos de experiência nos segmentos de transporte e veículos comerciais, e construiu uma trajetória em diferentes áreas do negócio, a exemplo vendas de caminhões e ônibus, serviços, peças, seminovos e soluções de transporte. Pela Scania passou por três países: Peru, México e Venezuela.

Na primeira passagem pela Scania atuou na empresa de 1997 a 2015. Entre 1997 e 2000, foi gerente de negócios de Assistência Técnica. No período de 2000 a 2002, assumiu a função de gerente de negócios de Vendas de Caminhões. Dentre os anos de 2002 a 2007, trabalhou como gerente de Vendas de Caminhões Seminovos e Usados. Saiu do país para encarar o principal desafio da carreira até aquele momento como gerente de Peças e Serviços da Scania Venezuela, onde permaneceu de 2007 a 2010. Retornou ao Brasil, aceitando o compromisso de ser gerente de Vendas de Caminhões, reportando-se diretamente à diretoria no exercício de 2010 a 2013. Regressou à área de Serviços, na função de gerente de Peças e Serviços, para comandar o departamento de 2013 a 2014. Aceitou, novamente, um desafio internacional pela empresa para assumir a diretoria de Serviços da Scania México (2014 e 2015). Após uma etapa profissional fora da fabricante retornou em julho de 2025 para a Scania Peru, e de onde voltou para o Brasil.

Sua trajetória consolidada na Scania e a combinação de experiência internacional e profundo conhecimento do mercado brasileiro, são atributos diferencias de Silvio Renan. “Trabalhei com o Renan em diversas oportunidades e momentos de sua trajetória na Scania. O convidei para assumir como diretor de Serviços na Scania Peru, onde eu estava como diretor-geral. Agora, estamos novamente juntos no Brasil para oferecermos as melhores soluções para nossos clientes. Sua visão integrada de vendas e serviços está sendo muito importante para seguirmos neste caminho”, afirma Eronildo Barros, presidente e CEO da Scania Operações Comerciais Brasil.

“Volto para o meu país com o sentimento de missão cumprida na operação peruana. Ao mesmo tempo, com uma enorme energia para este novo desafio. É muito especial retornar ao meu país e à operação onde construí grande parte da minha trajetória profissional. Agora, tenho a oportunidade de colocar essa experiência a serviço dos nossos clientes, da rede de concessionárias e das nossas equipes”, conta Silvio Renan Souza, novo diretor de Vendas de Soluções da Scania Operações Comerciais Brasil. “Minha experiência em vendas, serviços e outras áreas da operação me permite enxergar o negócio de maneira holística. Mais do que vender um caminhão ou um ônibus, nosso papel é entender profundamente a operação de cada cliente e construir, junto com ele, a melhor solução de transporte. É isso que significa oferecer valor de forma sustentável e de longo prazo”, explica Renan.

“Vivemos um momento de transformação profunda no transporte. O cliente precisa de produtividade, disponibilidade, eficiência, segurança, sustentabilidade e previsibilidade. A Scania tem uma combinação única de produtos, serviços, financiamento, conectividade, gestão de frotas e soluções de transporte para apoiar nossos clientes, de todos os tamanhos e perfis, nessa jornada”, destaca o novo diretor.

Segundo o executivo, o cenário desafiador do mercado brasileiro reforça a importância de uma atuação cada vez mais próxima aos clientes. “Conheço os desafios do nosso mercado e sei que temos um ambiente competitivo e exigente pela frente. Mas também conheço a força da Scania, dos nossos produtos, das nossas soluções e, principalmente, da nossa rede de concessionárias. Temos uma marca forte, equipes altamente qualificadas e uma proposta de valor baseada no menor custo total de operação. Isso nos dá muita confiança para seguir avançando”, completa Silvio Renan Souza, novo diretor de Vendas de Soluções da Scania Operações Comerciais Brasil.

Renan também reforça seu compromisso com os princípios do Scania Way, colocando o cliente no centro das decisões e contribuindo para a transformação sustentável do setor. “Quero trabalhar junto com nossas equipes e nossa rede para que cada cliente perceba, em cada interação com a Scania, o nosso compromisso de longo prazo. Seguiremos colocando o cliente em primeiro lugar e avançando na liderança da transformação para um sistema de transporte mais Sustentável”, conclui Renan.

Silvio Renan Souza, 53 anos, é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Santa Cecília, de Santos (1996). Tem pós-graduação em Administração de Empresas pela FAAP (2000), MBA em Marketing de Serviços pela ESPM, em 2007, e cursou o Top Management Program do Insper, com extensão em Harvard, em 2022. Em 2025, concluiu a graduação pelo Conselho de Administração de Empresas, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Na direção de Vendas de Soluções das Operações Comerciais no Brasil, Renan faz a gestão de quatro áreas: Vendas de Soluções de Transporte, Scania Locação, Vendas de Soluções Off-Road e Vendas de Soluções para Mobilidade. As lideranças da sua equipe são os gerentes: André Gentil (Vendas de Soluções de Transporte a Frotistas), Renata Campos (Scania Locação), Gustavo Cecchetto (Vendas de Soluções de Transporte – regiões Sul e Sudeste), Fernando Madrid (Vendas de Soluções de Transporte – regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste), Daniel Bandeira (Vendas de Soluções Off-Road) e Maurício Lucena (Vendas de Soluções para Mobilidade), que agrega os chassis de ônibus urbanos e rodoviários.

A estrutura reforça a estratégia da Scania de oferecer ao mercado brasileiro soluções completas, eficientes e sustentáveis, contribuindo para que seus clientes tenham mais produtividade, disponibilidade e rentabilidade ao longo de toda a operação.

Scania