domingo, 13 de setembro de 2026

SUBESTAÇÃO DA FRASLE MOBILITY SUSTENTA AMPLIAÇÃO DE 25% DA CAPACIDADE PRODUTIVA E REDUÇÃO DE MAIS DE 2 MIL TONELADAS DE CO₂, EM JOINVILLE

Maior investimento já realizado em um único projeto ampliou a capacidade produtiva da operação e fortaleceu a geração de empregos na região

Em primeiro plano, a subestação de energia da Fremax, em Joinville (SC)

Um ano após a inauguração de uma nova subestação de energia própria na unidade da Fremax, em Joinville (SC), a Frasle Mobility comemora os resultados alcançados com o maior investimento já realizado pela companhia em um único projeto. A estrutura, que entrou em operação em agosto de 2025, permitiu ampliar em 25% a capacidade produtiva da fábrica, crescimento que foi totalmente absorvido pela demanda dos mercados nacional e internacional.

Ao longo de 12 meses, a expansão sustentou o aumento da produção e fortaleceu a posição da companhia em segmentos estratégicos, ao contribuir para atender o crescimento dos negócios no Brasil e em mercados externos, especialmente na América Latina e nos Estados Unidos.

“Atingir a plena utilização dessa capacidade adicional apenas um ano após a entrada em operação da subestação demonstra o acerto da estratégia adotada pela Frasle Mobility. O investimento nos preparou para atender o aumento da demanda com eficiência, confiabilidade energética e competitividade”, afirma o diretor da unidade Fremax, Julio Cesar da Silva.

Além dos ganhos operacionais, o projeto segue gerando benefícios ambientais. A eliminação da utilização de geradores de energia a diesel contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa - estratégia alinhada aos compromissos de sustentabilidade da companhia. Desde a inauguração, a subestação já contribuiu para evitar a emissão de aproximadamente 2,4 mil toneladas de CO₂.

Com investimento de R$ 51 milhões, a estrutura foi projetada para garantir maior autonomia energética, segurança operacional e capacidade de expansão para o crescimento futuro da unidade.  “Os resultados obtidos ao longo deste primeiro ano validam nossa relevância no mercado. Operar com toda a capacidade adicional, amplia presença e gera valor para clientes, colaboradores, comunidade e acionistas”, destaca Silva.

A expansão também trouxe impactos positivos para a economia local. Cerca de 100 novos postos de trabalho fortalecem a presença da Frasle Mobility em Joinville e contribuem para o desenvolvimento socioeconômico da região. Construída em uma área de 4,8 mil metros quadrados dentro do complexo industrial, a subestação continua operando em conformidade com as exigências regulatórias da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e com a legislação ambiental vigente. A Frasle Mobility doou à Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) a subestação de conexão utilizada até então pela unidade, o que ampliou a infraestrutura local e possibilitou novos pontos de distribuição de energia.

Frasle Mobility

A Frasle Mobility é uma companhia multinacional brasileira especializada em soluções sustentáveis para a mobilidade. Destaca-se pela forte presença no mercado de reposição automotivo e no fornecimento de componentes para OEM, reunindo produtos de alta qualidade e marcas reconhecidas pelo mercado em seu portfólio. A companhia desenvolve soluções integradas de serviços e produtos para o controle de movimentos.

Com unidades no Brasil, Estados Unidos, China, Índia, Reino Unido, Holanda, Alemanha, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia e México, possui 12 plantas industriais, nove centros de distribuição, sete escritórios comerciais, dois centros de tecnologia e desenvolvimento e equipes capacitadas para atender os clientes em mais de 125 países nos cinco continentes, oferecendo mais de 43 mil referências em soluções em autopeças.

Desde 1996, a Frasle Mobility é controlada pela Randoncorp, mantendo de forma conjunta empresas de referência em inovação, como o Centro Tecnológico Randon (CTR) e a NIONE, pioneira global em tecnologias com nanopartículas. Atua ainda na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e no incentivo à pesquisa científica por meio do apoio ao Instituto Hercílio Randon.

Frasle Mobility. Keep life in motion.
ANK Reputation

FEDEX ANUNCIA INVESTIMENTOS EM SUA OPERAÇÃO NO BRASIL

Projeto contempla novas filiais, expansão da rede FedEx Ship Center e ampliação de centros logísticos

A FedEx, maior empresa de transporte expresso do mundo, anunciou uma nova etapa de investimentos no Brasil voltada à expansão e integração da infraestrutura de seus serviços internacionais e de Supply Chain. A companhia prevê um aporte de mais de R$ 75 milhões no país para a abertura de unidades em localidades estratégicas e a expansão de centros de distribuição.

As novas instalações funcionarão como centros de serviço multifuncionais, promovendo a integração entre as operações de transporte Internacional e Supply Chain. Entre os serviços oferecidos estão a coleta e entrega de remessas internacionais, pontos de estoque avançado e distribuição de última milha para equipamentos de ponto de venda (POS) e entregas críticas, proporcionando mais agilidade, conveniência e eficiência aos clientes.

“Os investimentos reforçam nosso compromisso com a operação da companhia no Brasil e com uma estratégia de crescimento de longo prazo voltada ao fortalecimento dos nossos serviços’, afirma Camila Lima, Vice-Presidente de Operações da FedEx no Brasil. “Estamos criando condições para oferecer aos clientes soluções cada vez mais conectadas, flexíveis e eficientes”.

Até o final de setembro, deverão ser abertas instalações em Curitiba (PR), Itabuna (BA), João Pessoa (PB), Ribeirão Preto (SP), Aracajú (SE), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ). O projeto, que contempla 34 novas unidades, já conta com centros de serviço recentemente inaugurados no bairro do Pacaembu, em São Paulo (SP), São Luís (MA), São José dos Campos (SP), Londrina (PR), Joinville (SC), Florianópolis (SC), Campinas (SP), Pouso Alegre (MG), entre outras cidades.

Supply Chain

Além das novas unidades voltadas à integração dos serviços internacional e de logística, a FedEx está expandindo sua infraestrutura e seu portfólio de Supply Chain.  A empresa iniciou a expansão da capacidade operacional da unidade de Cajamar, que passará de 55 mil para 90 mil posições-palete. O projeto inclui investimentos em infraestrutura e modernização tecnológica, com a implementação de novas soluções compactas de automação e classificação de mercadoria. Em Jaboatão dos Guararapes (PE), o atual armazém será ampliado de 16 mil m² para 26 mil m² e passará por modernizações para atender aos padrões Triple A.

O portfólio também foi reformulado para adicionar soluções customizadas e modulares. A empresa passa a oferecer gestão ponta a ponta, desde o acompanhamento de fornecedores e de frete internacionais até o desembaraço aduaneiro, armazenagem e preparação dos produtos para o destino no mercado brasileiro.

Entre as novidades está uma solução voltada para empresas que trabalham com peças de reposição. Nesse modelo, a FedEx gerencia toda a cadeia logística, incluindo o controle dos prazos de produção, transporte internacional, processos aduaneiros e serviços de valor agregado, proporcionando maior eficiência operacional, previsibilidade e controle ao longo de toda a operação.

FedEx Brasil

  • 4 voos semanais, operados com aeronave própria (B 767-300), entre os aeroportos de Viracopos (Campinas/SP) e o hub global da companhia em Memphis (EUA), de onde saem as conexões para mais de 220 países e territórios.
  • Envios diretos para mais de 50 países por meio de alianças com companhias aéreas. São mais de 60 saídas semanais pelos aeroportos de Guarulhos (SP) e Viracopos.
  • Transporte rodoviário internacional para Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.
  • Aproximadamente 500 cidades atendidas em todo o país.
  • Cerca de 50 filiais entre centros logísticos, estações do serviço internacional e FedEx Ship Center.
  • 150 bases estratégicas para operações de POS e Critical Delivery.
  • Mais de 320 centros de envio internacional (FASC).

A Federal Express Corporation é a maior empresa de transporte expresso do mundo, oferecendo entregas rápidas e confiáveis para mais de 220 países e territórios. A Federal Express Corporation utiliza uma rede global aérea e terrestre para acelerar a entrega de remessas urgentes com data e prazos definidos

FedEx
Edelman

IVECO GROUP E SENAI PREMIAM TRÊS PROJETOS DE INOVAÇÃO VOLTADOS À SUSTENTABILIDADE NA INDÚSTRIA

Estudantes vencedores do Grand Prix SENAI de Inovação 2026 desenvolveram soluções com foco em economia circular e eficiência energética, em desafio que mobilizou 1.260 alunos de todo o Brasil

Transformar desafios da indústria em soluções inovadoras e sustentáveis foi o pulso que mobilizou estudantes de diferentes regiões do Brasil no Grand Prix SENAI de Inovação 2026. Em parceria com o SENAI, o Iveco Group reconheceu e premiou os três projetos vencedores, que propõem alternativas para ampliar a economia circular, reduzir impactos ambientais e contribuir para uma indústria mais eficiente.

Ao longo da jornada, 1.260 alunos participaram do desafio com o Iveco Group. Depois de uma criteriosa seleção, os projetos mais inovadores foram premiados durante visitas dos alunos aos concessionários Rodonaves, em Campinas (SP), e Mais Truck, em João Pessoa (PB).

Entre os projetos selecionados estão soluções voltadas à utilização de materiais de menor impacto ambiental, otimização de componentes e reaproveitamento de recursos. As propostas mostram como a inovação pode contribuir para a sustentabilidade ambiental e a eficiência econômica, estimulando novos modelos de produção e o uso mais inteligente dos recursos.

“As premiações dão continuidade à parceria entre o Iveco Group e o SENAI e reforçam o compromisso da empresa com a inovação e a formação de novos talentos. Ao longo do desafio, os estudantes foram convidados a pensar em soluções aplicáveis a desafios reais da indústria, conectando conhecimento técnico, criatividade e sustentabilidade”, afirma Lucilene Carvalho, gerente de Sustentabilidade do Iveco Group.

Projetos vencedores

1º lugar: SENAI Santos Dumont, de São José dos Campos (SP), com o projeto “Painel de Porta Eco-Modular” para caminhões. Desenvolvida com compósito de fibra de curauá e polipropileno, a solução utiliza conceitos de biomimética para combinar leveza e resistência. O projeto também facilita a montagem, manutenção e reciclagem do componente por meio de encaixes sem parafusos e adesivos.

2º lugar: SENAI Areias, de Recife (PE), com o “Módulo Nexus”, uma estrutura lateral para chassis que integra baterias, Arla 32 e combustível em uma única solução. Desenvolvido em alumínio reciclado, o projeto busca aliar resistência, dissipação térmica e possibilidade de reutilização do material ao final de sua vida útil.

3º lugar: SENAI “Gaspar Ricardo Júnior”, de Sorocaba (SP), responsável pela “EcoOficina”, proposta que utiliza recondicionamento de peças, impressão 3D (nylon com fibra de carbono) e o uso de biocombustíveis no processo produtivo. A solução busca ampliar a vida útil de componentes, reduzir descartes e contribuir para a eficiência dos veículos, com potencial para reduzir o consumo de combustível e as emissões.

Integra Iveco Group: mentoria com especialistas

Após o reconhecimento, os projetos vencedores seguem para uma nova etapa de desenvolvimento por meio do Integra Iveco Group, jornada que aproxima os estudantes de especialistas da empresa e dos desafios concretos da indústria. Durante o período de mentoria, as equipes terão acompanhamento técnico e a oportunidade de visitar o complexo industrial de Sete Lagoas (MG), ampliando o contato com processos, tecnologias e profissionais do setor automotivo.

Em outubro, os estudantes apresentarão os protótipos desenvolvidos no auditório da fábrica do Iveco Group, em Sete Lagoas.

Para o especialista de Desenvolvimento Industrial do SENAI, Antônio Lopes, a parceria mostra a força da conexão entre educação, indústria e inovação, aproximando os estudantes de desafios reais, estimulando criatividade, colaboração e o desenvolvimento de soluções para a indústria. "Para nós, é um orgulho acompanhar essa jornada e de ver, na prática, como parcerias como esta ampliam as oportunidades para nossos alunos e fortalecem a formação de profissionais preparados para os desafios do futuro. Quando SENAI e indústria caminham juntos, a inovação deixa de ser apenas uma ideia e se transforma em impacto", afirma Lopes.

IVECO

CUMMINS BRASIL CONTRIBUI PARA FORMAÇÃO DE NOVOS PROFISSIONAIS PARA O MERCADO DE DATA CENTERS NO BRASIL

Líder em tecnologia de energia compartilha conhecimento técnico e aproxima alunos da realidade da infraestrutura de energia que sustenta operações de missão crítica

A primeira turma do programa “Operadores de Data Center” teve início em julho de 2026, e 24 alunos seguem atualmente na formação

A Cummins Brasil amplia sua contribuição para a formação de novos profissionais no mercado de Data Centers ao participar do programa de formação de Operadores de Data Center da Generation, iniciativa que aproxima empresas do setor e novos talentos em preparação para atuar em um dos segmentos de infraestrutura digital em expansão no País.

Desenvolvido pela Generation, organização global sem fins lucrativos dedicada à formação profissional e à empregabilidade, o programa é patrocinado pela Equinix e conta com a participação de empresas que integram o ecossistema de Data Centers, entre elas Cummins e ODATA. A proposta combina formação técnica, desenvolvimento de competências comportamentais, preparação para a empregabilidade e aproximação dos alunos com a realidade das empresas e das diferentes tecnologias envolvidas na operação de Data Centers.

Como parte desta iniciativa, a Cummins Brasil promoveu uma jornada de capacitação técnica em suas instalações no final de agosto, reunindo 24 alunos da primeira turma do programa, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos participantes sobre as tecnologias, os processos e as soluções relacionados à infraestrutura de energia que sustenta operações de missão crítica.

Durante a programação, especialistas da Cummins Brasil e da Distribuidora Cummins Brasil (DCB) compartilharam conhecimentos sobre grupos geradores e seus principais componentes, abordando motores, alternadores, sistemas de controle, regimes de potência e sistemas de transferência. Os participantes também conheceram soluções e aplicações desenvolvidas para contribuir para a disponibilidade, a confiabilidade e a continuidade operacional dos Data Centers, além de processos de fabricação, tecnologias e padrões de qualidade adotados pela Cummins, por meio de visitas técnicas às áreas produtivas da Cummins Turbo Technologies (CTT), Motores e Geradores.

“A formação de novos profissionais é fundamental para acompanhar a evolução de um mercado que exige cada vez mais conhecimento e especialização. Ao participar dessa iniciativa, podemos colocar nossa experiência a serviço do desenvolvimento de novos talentos e aproximá-los, na prática, das tecnologias e da infraestrutura que sustentam operações de missão crítica”, afirma Leandro Vilhena, Gerente de Data Center da Cummins Brasil.

Formação de novos talentos

A primeira turma do programa “Operadores de Data Center” teve início em julho de 2026, e 24 alunos seguem atualmente na formação. Uma segunda turma está prevista para novembro, com expectativa de reunir entre 25 e 30 participantes. Ao longo deste ano, a iniciativa deve alcançar aproximadamente 50 pessoas, com meta de 80% de conclusão do programa e de 75% de empregabilidade dos formados em até 180 dias após a capacitação.

Gratuita para os participantes, a formação tem duração de 14 semanas, em período integral, totalizando 440 horas. O currículo combina fundamentos de computação, redes, Linux e fibra óptica com conteúdos específicos sobre design, hardware, operação e sustentabilidade em Data Centers. O curso ainda contempla competências comportamentais relacionadas às exigências de ambientes de missão crítica e atividades voltadas à preparação dos alunos para o mercado de trabalho.

“A formação de profissionais para Data Centers precisa acompanhar as necessidades de um setor que cresce e, ao mesmo tempo, exige competências muito específicas. Por isso, o programa combina conhecimento técnico, desenvolvimento comportamental e contato com empresas que vivem essa realidade”, afirma Andrea Matsui, CEO da Generation Brasil.

Qualificação para as novas oportunidades

Cerca de 71 mil profissionais atuam atualmente em funções relacionadas a Data Centers no Brasil, contingente que cresce aproximadamente 8% ao ano, segundo dados do LinkedIn Talent Insights reunidos pela Generation. Somente em São Paulo e Região Metropolitana, principal polo do setor no País, foram abertas cerca de 600 vagas de nível de entrada a intermediário para a função de profissional técnico de Data Center no último ano.

O desafio, no entanto, não está apenas na disponibilidade de profissionais. Apesar do volume de candidatos, análises realizadas pela Generation apontam que as vagas do setor permanecem entre as consideradas difíceis de preencher, evidenciando uma lacuna entre os profissionais disponíveis e aqueles efetivamente preparados para as exigências da operação.

Entre as principais dificuldades identificadas junto aos empregadores estão a preparação para atuar em ambientes de missão crítica, a combinação de fundamentos técnicos com habilidades de comunicação e a familiaridade com ferramentas, processos e padrões utilizados na rotina dos Data Centers. “É justamente sobre essas lacunas que o programa busca atuar ao combinar formação técnica, desenvolvimento comportamental e aproximação com empresas do setor”, reforça Matsui.

A preparação para a empregabilidade também integra o programa, com ações como mentorias, revisão de currículos, preparação para processos seletivos e conexão dos participantes com empresas do ecossistema de Data Centers e do setor de tecnologia. A proposta é aproximar os profissionais formados das oportunidades disponíveis e contribuir para reduzir a distância entre as competências demandadas pelas empresas e a preparação dos candidatos para ingressar no setor.

Para mais informações, clique aqui e acesse o site

A Generation é uma organização global sem fins lucrativos que atua na formação e inserção profissional de pessoas em situação de vulnerabilidade. Presente em mais de 17 países, desenvolve programas gratuitos focados em habilidades técnicas e comportamentais, com conexão direta com o mercado de trabalho. No Brasil, já formou milhares de alunos, 80% deles empregados em até seis meses após a conclusão dos cursos

Cummins Brasil – Líder global em energia, possui unidades de negócios complementares que projetam, fabricam e distribuem motores, serviços e tecnologias relacionadas para a um amplo portfólio de soluções de energia. Seu portfólio inclui também sistemas de combustível, turbos, soluções para emissões, eixos, cardans, componentes e sistemas de geração de energia elétrica. Presente no país há mais de cinco décadas, produz uma variada gama de motores para diversos segmentos do mercado, entre caminhões de todos os portes, pick-ups, ônibus, aplicações estacionárias, máquinas de construção, equipamentos agrícolas, máquinas para mineração e aplicações marítimas. Possui duas unidades fabris: no município de Guarulhos (SP), onde estão as áreas de motores, geradores, turbos e soluções de emissões. Já em Osasco (SP), a Cummins Drivetrain and Braking Systems (CDBS) produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada. Para mais informações, clique aqui e acesse acesse o site

Cummins Brasil
Textofinal de Comunicação Integrada

TRAMONTINA REINAUGURA LOJA NO IGUATEMI CAMPINAS COM NOVO CONCEITO

Em novo espaço, operação amplia experiência dos clientes e reforça o mix de marcas do shopping

O Iguatemi Campinas recebeu, na última semana, a nova Tramontina Store. Totalmente atualizada, em um novo espaço no 1º piso do shopping, a operação apresenta o novo conceito da marca, com proposta de oferecer uma experiência de compra mais completa e dinâmica aos clientes.

Com 343,25 m², a loja reúne aproximadamente 950 produtos, entre utilidades domésticas, equipamentos para cozinha, eletrodomésticos e jogos de mesa em porcelana. A reinauguração amplia a presença da Tramontina no empreendimento e integra o movimento contínuo do Iguatemi Campinas de renovar seu mix, reunindo marcas relevantes de diferentes segmentos e novidades para o público.

“A Tramontina tem uma relação consolidada com os nossos clientes. Receber a operação em um espaço atualizado, com um conceito que valoriza ainda mais a experiência de compra, reforça o nosso compromisso de manter o Iguatemi Campinas sempre atual, com um mix qualificado e novidades que façam sentido para o nosso público”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de Marketing do empreendimento.

Além do portfólio de produtos, a nova loja oferece serviços como personalização de itens, lista de presentes, clique e retire e cartão-presente. O espaço também conta com o programa de logística reversa “Seu Ambiente mais Consciente”, que disponibiliza pontos de coleta para produtos e embalagens pós-consumo, além de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, pilhas e baterias.

A nova proposta da Tramontina se soma às opções de casa e decoração disponíveis no Iguatemi Campinas, que reúne cerca de 380 operações e um mix diversificado de marcas nacionais e internacionais, além de gastronomia, cultura, lazer e serviços.

O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo. Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 380 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer. Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas. Clique aqui e visite o site

Shopping Center Iguatemi Campinas
Assessoria de Imprensa
FSB Comunicação
Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
rosana@macchinaweb.com.br
Antônio Fraga
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sábado, 12 de setembro de 2026

ABEAÇO ANUNCIA TAMARA FIGUEIREDO COMO NOVA GERENTE EXECUTIVA DA ASSOCIAÇÃO

A Abeaço, Associação Brasileira de Embalagem de Aço, anuncia Tamara Figueiredo como nova Gerente Executiva. A profissional conta com uma trajetória construída nas áreas de Relações Institucionais, Advocacy, Gestão Estratégica e Direito

Tamara Figueiredo

Advogada, Tamara é formada pela Universidade Federal do Pará, com especializações em Direito Municipal e Direito Tributário, possui experiência na articulação com governos, setor privado, organizações da sociedade civil e diferentes stakeholders, atuando na construção de parcerias, representação institucional, gestão de projetos e desenvolvimento de agendas estratégicas.

Sua trajetória inclui passagens pela ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela coordenação executiva da Conferência Internacional de Resíduos Sólidos (CIRSOL), além de experiência na advocacia pública, administrativa e eleitoral.

Com a chegada de Tamara, a Abeaço busca fortalecer sua atuação institucional e estratégica, contribuindo para o fortalecimento da representação da Associação e para o desenvolvimento de agendas estratégicas para o setor de embalagens de aço.

A ABEAÇO - Associação Brasileira de Embalagem de Aço, é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia de valor do setor de Latas de Aço do Brasil: fabricantes da matéria-prima aço e não aço, de embalagem, tampas, rolhas metálicas e de equipamentos para envase e fabricação de embalagens de aço. A Associação foi criada, em maio de 2003 para promover, valorizar e fortalecer a imagem da embalagem de aço e para dar suporte técnico e mercadológico a seus fabricantes. Por acreditar no potencial do setor, a entidade aproxima interesses de toda a cadeia produtiva para desenvolver soluções, produtos e negócios para os seus associados, no Brasil. A ABEAÇO soma esforços aos fabricantes de embalagens de aço em proveito de cada um e de todos, fomentando pesquisas, desenvolvendo campanhas, participando de eventos e divulgando as características das embalagens de aço junto a envasadores, distribuidores, varejo e consumidor final que, em sua maioria, desconhecem os benefícios e as vantagens das latas de aço. Hoje, a Associação reúne 20 empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e com o governo. Clique aqui e visite o site

ABEAÇO
Press à Porter

O QUE REPRESENTA A TOGA DE UM MAGISTRADO. Por Linoel Dias*

Imagem IA Gemini

Confesso que, durante muito tempo, procurei compreender o verdadeiro significado da toga de um magistrado e o que ela deveria representar diante da Justiça

A toga não é apenas uma vestimenta. É um símbolo. Quando um magistrado está togado, deixa de falar apenas o cidadão, o homem, suas convicções e preferências pessoais; dever falar,(ou deveria falar) acima de tudo, a Justiça.

Sua cor, seu formato e sua solenidade procuram transmitir uma mensagem: diante da lei, a pessoa do juiz deve desaparecer para que prevaleçam a imparcialidade, a independência, a igualdade e o respeito ao Direito.

Mas é justamente aí que começa uma das grandes questões do nosso tempo: será que a toga, por si só, é suficiente para garantir a imparcialidade de quem a veste?

Vivemos em tempos cabulosos, de desigualdade. Somos todos feitos da mesma matéria humana — carne, ossos, sentimentos, limitações e, sobretudo, imperfeições — embora alguns tenham mais carne do que osso e outros tenham muito mais poder do que deveriam ter. A toga, entretanto, deveria lembrar ao magistrado que o poder recebido não o coloca acima da sociedade, mas a serviço dela.

O magistrado não é proprietário da Justiça. É seu servidor e guardião.

Seu salário é pago pela sociedade. Seu poder é delegado pelo Estado. Sua autoridade nasce da Constituição e das leis. Portanto, sua posição não deveria conduzi-lo a um pedestal de superioridade, mas a uma consciência ainda maior de responsabilidade.

A TOGA E A IMPARCIALIDADE

A primeira grande mensagem da toga deveria ser a imparcialidade.

Quando o magistrado se senta diante de um processo, não deveria enxergar amigos ou inimigos, ricos ou pobres, poderosos ou humildes, aliados ou adversários. Deveria enxergar pessoas diante da lei.

A Justiça não pode ter dois pesos e duas medidas.

Não pode ser rigorosa para uns e complacente para outros. Não pode mudar de interpretação conforme a pessoa que esteja diante dela. Não pode transformar simpatia em virtude, antipatia em culpa ou conveniência em princípio jurídico.

É compreensível que seres humanos errem. Magistrados são humanos e, portanto, também estão sujeitos a limitações, interpretações equivocadas e falhas. O problema começa quando o erro deixa de ser exceção e passa a ser acompanhado de arrogância, parcialidade ou ausência de humildade para reconhecê-lo.

Porque a toga pode esconder o corpo, mas não consegue esconder a consciência.

A SOLENIDADE NÃO É SUPERIORIDADE

A toga também representa solenidade e seu uso confere dignidade às sessões, audiências e julgamentos. É um momento especial, porque está em jogo algo extremamente precioso: a liberdade, o patrimônio, a honra, a dignidade e, muitas vezes, a própria vida de uma pessoa.

Mas solenidade não pode ser confundida com superioridade; respeito não significa submissão; autoridade não significa autoritarismo; e poder não significa impunidade.

Quanto maior a autoridade, maior deveria ser a responsabilidade de quem a exerce.

A TOGA E A IGUALDADE

Existe ainda o simbolismo de que a toga procura esconder as diferenças externas do magistrado.

Diante dela, pouco importa a altura, a aparência, a idade, a condição física ou qualquer outra característica pessoal. A vestimenta cria uma imagem de uniformidade.

Mas existe uma igualdade muito mais profunda que a toga não consegue produzir: a igualdade moral. Essa não se veste; se constrói.

A toga pode igualar aparências, mas somente caráter pode produzir dignidade. Pode cobrir o corpo, mas não pode cobrir a ética. Pode representar autoridade, mas não pode fabricar sabedoria.

Pode produzir respeito institucional, mas não pode obrigar ninguém a respeitar uma decisão que considere injusta.

Então a pergunta: “O que representa aquele que está dentro da toga?”

PODER E RESPONSABILIDADE

Em uma democracia, nenhuma autoridade deveria esquecer que todo poder tem limites.

O Legislativo legisla, o Executivo administra e o Judiciário julga. Cada Poder possui sua importância e suas prerrogativas, mas nenhum deveria se transformar em um poder absoluto.

Quando uma autoridade começa a acreditar que sua posição a coloca acima das críticas, acima das leis ou acima dos cidadãos, algo perigoso acontece: o instrumento criado para servir à Justiça pode começar a servir ao próprio poder.

E uma sociedade livre precisa ter coragem para questionar seus governantes, seus parlamentares, seus magistrados e também suas autoridades religiosas.

Questionar não é desrespeitar. Fiscalizar não é atacar. Discordar não é afrontar.

Em uma democracia saudável, ninguém deveria ser tão poderoso a ponto de não poder ser questionado.

A TOGA DIANTE DE DEUS

Existe, porém, uma dimensão ainda maior que a Constituição, os códigos e os tribunais.

É a dimensão da consciência diante de Deus.

A Bíblia nos apresenta uma advertência que deveria fazer qualquer autoridade refletir profundamente:

“Deus é o justo juiz.” - (Salmo 7:11)

E também:

“O Senhor é o nosso juiz; o Senhor é o nosso legislador; o Senhor é o nosso rei.” - (Isaías 33:22)

Essas palavras não diminuem a importância da Justiça humana. Pelo contrário: lembram àquele que julga que ele próprio será, um dia, julgado.

O magistrado julga processos. Deus julga corações.

O magistrado examina provas. Deus conhece intenções. O magistrado interpreta a lei. Deus conhece a verdade absoluta.

A toga pode representar o poder de julgar entre os homens. Mas nenhum ser humano deveria esquecer que existe um Juiz Supremo diante de quem todos, togados ou não, estaremos um dia em igualdade absoluta.

Em última análise, a toga não faz o magistrado. É o magistrado que dá significado à toga.

Ela pode representar imparcialidade, solenidade, igualdade, autoridade, poder e respeito. Mas esses valores precisam existir primeiro no caráter de quem a veste.

Uma toga sem ética é apenas um tecido.

Que todo magistrado possa vestir sua toga não como uma armadura de poder, mas como um manto de responsabilidade.

Nunca se esqueça de que, a Justiça humana pode ser falível, mas a Justiça de Deus, jamais. Diante do Supremo Juiz, a única toga que realmente importa é a da consciência e corações limpos.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

DIAS ESTRANHOS. Por Marli Gonçalves*

É quase impossível, seja quem for, não estar nesse momento ao menos um pouco aflito, ansioso, revoltado ou preocupado. Dias estranhos, não só na política, no complexo comportamento humano, no revoltado meio ambiente, exalam o ar geral e violento que respiramos já há tempos.

Não é coisa de agora não, desse momento eleitoral, ou dos impasses catastróficos no meio jurídico e institucional que agora se aceleram e vêm à luz; pior, ainda com muitas sombras. Tudo isso que assistimos perplexos vêm correndo e ocorrendo há muito tempo, desenhados e ignorados continuamente como se a sociedade esperasse aquele famoso jeitinho nacional, o esquecimento. Mas os fatos – alguns até comemorados por uns e outros como vitórias sobre inimigos - foram se empilhando em covas abertas, e delas se levantam para assombrar.

Tampouco foi culpa só da pandemia cruel e seus personagens, que levou tantos que amávamos e tampouco tiveram o direito de sobreviver. Que transformou todas as formas de relacionamento e informação. Aquela, da qual achávamos, otimistas, que dela sairíamos melhores. Perceba que já a vivemos arrastando correntes, que nem precisamos nomear. Ouvimos agora de novo o terrível som de seu arrastar.

Buscamos, repito que há anos, de um lado ou outro, criar e glorificar heróis, salvadores da Pátria, defensores do que acreditávamos correto ou justo. Alimentamos monstros que fulminaram, acusaram, prenderam, levantaram lebres, depois demonstrando seus reais interesses, os tais mitos, alguns ainda por aí tentando voltar à proa de onde foram desbancados morosamente. Aplaudimos e nos calamos depois diante de outras decisões despropositadas punindo com sentenças duras uns feios, velhos e pobres ignorantes mortais de verde e amarelo arregimentados, guerrilheiros destreinados, evocando moral, família, e a “liberdade” que acabaram perdendo. O Olimpo dos casos, os mandantes, os cabeças, os deixaram ardendo enquanto continuavam seus planos. Aí estão. Nos abrigamos sob capas pretas, já rotas, furadas, que remendamos.

A divisão das peças do tabuleiro se embolou, mostrando todos juntos no mesmo saco da corrupção, dúvidas, mentiras, manipulações, revelações. Se engalfinham em praça pública, estilingadas para lá e para cá, revelados nas notas soltas pelo caminho de um protótipo de banqueiro. Em detalhes cinematográficos.

A imprensa busca informações em milhares de páginas de documentos que o vento abre com sopros misteriosos, e que até a ela divide, acirrando concorrências, incluindo participações duvidosas de alguns. Nos mostra trechos do juridiquês, revela conversas. Como estão, se estão, de verdade, sendo entendidas?

A eleição bate à porta no meio de tudo isso. O temor é a de que seus resultados sejam novamente amargos e arrastados pelos tempos vindouros, nesse círculo nacional historicamente impreciso.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

ASTRAZENECA ANUNCIA LEANDRO FONSECA COMO NOVO DIRETOR DE CORPORATE AFFAIRS NO BRASIL

Executivo passa a integrar o Comitê Diretivo da companhia no país

Leandro Fonseca

A AstraZeneca anuncia Leandro Fonseca como novo diretor de Corporate Affairs no Brasil. A partir de setembro, o executivo passa a integrar o Comitê Diretivo da companhia e será responsável pela liderança do relacionamento institucional e governamental no país.

Com mais de 20 anos de experiência na área de saúde e trajetória nos setores público e privado, Leandro chega à AstraZeneca após seis anos como Head of Public Affairs na Novartis Brasil.

Anteriormente, ocupou posições de destaque no setor público, incluindo a Presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o cargo de Coordenador-Geral de Economia da Saúde no Ministério da Fazenda. Economista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Leandro possui pós-graduação em Finanças pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e mestrado em Regulação pela London School of Economics and Political Science (LSE).

Em sua nova posição, Leandro contribuirá para fortalecer a atuação institucional da AstraZeneca e o diálogo com diferentes atores do ecossistema de saúde, em linha com a estratégia da companhia de transformar o futuro da saúde por meio da ciência, inovação e colaboração. A AstraZeneca trabalha para contribuir para sistemas de saúde mais resilientes, equitativos e sustentáveis.

“É uma satisfação chegar à AstraZeneca em um momento de grandes transformações na saúde. Quero contribuir para fortalecer o diálogo e a colaboração com os diferentes atores do ecossistema, construindo pontes que ajudem a aproximar a inovação de quem precisa dela. Corporate Affairs tem um papel fundamental nessa agenda, conectando ciência, políticas públicas e sociedade para ampliar o acesso e contribuir para sistemas de saúde mais resilientes e sustentáveis”, afirmou Fonseca.

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, orientada pela ciência, que está focada na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição médica em Oncologia, Doenças Raras e Biofarmacêuticos, incluindo Medicina Cardiovascular, Renal e Metabólica, Respiratória e Imunologia. Com sede em Cambridge, Reino Unido, a AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações, visite o site (www.astrazeneca.com.br) e siga a empresa no Instagram (@astrazenecabr)

AstraZeneca
Edelman

QUE CARRO É ESSE? Por chicolelis*

Nesta coluna vou col​ocar ​u​m teste de memória/conhecimento de vocês

"O ........... passa, onde os outros ficam”
Imagem IA Gemini

M​enciono alguns slogans, ou frases marcantes, de modelos lançados no mercado há, pelo menos, 30 anos​ e ver quem consegue identificar o carro que é o alvo da propaganda. Dois deles estão nas fotos e​, como os demais​, faz​em parte do jogo de memória.

Vamos começar por um dos mais antigos, de um dos modelos mais antigos (1) que diz: ”Venha conhecer o lado bom da vida. O lado de dentro do .......”. Não se trata de ordem cronológica ou alfabética, mas sim aleatória. E vem o (2), que foi um dos maiores sucessos mundiais e também aqui: "O ........... passa, onde os outros ficam”. Agora um gigante (3) que foi um dos modelos amados pelos agricultores: “Quem não tem estrada tem........”.

Para os atentos aos comerciais, este é  (4) um dos primeiros comerciais o modelo: “............chegou o carro mais econômico do Brasil”. E este (5): “..................  Um carro grande de roupa justa”, fala de um carro totalmente desenvolvido no País.

Têm aqueles pretensiosos (6): “..........tudo o que você precisa de um carro”; assim como este (7): “............. a solução mágica para não importar”. Este outro fala em preço (8): “............. Pergunta quanto custa e não quanto vale”.

No seu lançamento anunciou algo que chamou a atenção (9): “............ Com a magia dos gênios”. “O carro deste e dos próximos anos” (10) foi o slogan daquele que inaugurou a categoria de médios compactos por aqui. Imagine essa frase hoje (11): “ ............... 40 HP de emoção”. Justificando a sua versatilidade (12): ..............a qualidade justifica a fama”.

“............chegou o carro mais econômico do Brasil”
Imagem IA Gemini

Dois novos

Não poderia deixar de lado aqueles que chegaram bem depois dos mencionados anteriormente, os eletrificados, que estão conquistando o mercado brasileiro. O primeiro citado (13) diz: “............ seu primeiro elétrico chegou”. E outro (14) fala das suas dimensões: “um grande carro para grandes aventuras.

Resultado

Romi-Isetta (1); Fusca (2); Toyota Bandeirante (3); Fiat 147 (4); Volkswagen Brasília (5); Ford Corcel (6); DKW Fissore (7): Ford Maverick (8); Fiat Uno (9): Dodge Polara (10); Renault Gordini (11): DKW Vemaguet (12); Dophin Mini (13) e Haval (14)

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com

A BARBÁRIE DO 11 DE SETEMBRO. Por Linoel Dias*

Há 25 anos, em Nova York, o mundo assistia, atônito, a uma das mais terríveis manifestações da barbárie humana. Na manhã de 11 de setembro de 2001, dezenove terroristas ligados à Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais. Dois foram lançados contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, outro atingiu o Pentágono e o quarto caiu na Pensilvânia, depois que passageiros e tripulantes tentaram impedir que a aeronave chegasse ao seu destino.

Em poucas horas, milhares de vidas foram ceifadas, famílias foram destruídas e uma ferida foi aberta na consciência da humanidade. Não foram apenas prédios que desabaram. Naquele dia, desabou também parte da sensação de segurança de um mundo que imaginava poder controlar seus próprios destinos.

As imagens daquela manhã permanecem na memória coletiva: as torres em chamas, a fumaça cobrindo o céu, pessoas correndo, procurando desesperadamente notícias de familiares e o silêncio doloroso que se seguiu à tragédia.

Nunca mais o mundo foi exatamente o mesmo.

Mas 25 anos depois, uma pergunta continua sem resposta satisfatória: o que aprendemos com tudo isso?

O terrorismo foi condenado — e deve ser. Nenhuma causa política, religiosa ou ideológica pode justificar o assassinato deliberado de inocentes. A vida humana não pode ser transformada em instrumento de vingança, propaganda ou poder.

Entretanto, a resposta à barbárie também precisa ser submetida à consciência, à justiça e à ética.

Depois do 11 de Setembro veio a chamada “Guerra ao Terror”, com a invasão do Afeganistão e, posteriormente, a guerra do Iraque. Milhares de militares e civis morreram. Famílias foram destruídas, cidades devastadas e gerações cresceram conhecendo a guerra como parte de sua realidade.

A história nos ensina uma verdade incômoda: quando a violência pretende derrotar a violência, muitas vezes apenas muda de mãos.

Não se combate o ódio produzindo mais ódio. Não se constrói justiça alimentando vingança. Não se alcança a paz sem enfrentar as raízes da intolerância, da opressão, do fanatismo, da ambição e da desumanização do outro.

Eis uma das grandes contradições da humanidade: povos fazem guerras dizendo buscar a paz; governos acumulam armas dizendo defender a segurança; grupos praticam violência afirmando lutar por justiça.

Mas que espécie de paz nasce das cinzas?

Que segurança pode existir quando o medo passa a governar as decisões?

Que justiça é essa que precisa abandonar a própria justiça para ser aplicada?

Quando o homem transforma o semelhante em inimigo absoluto, abre-se a porta para todas as formas de crueldade.

Também é preciso reconhecer que o mundo não aprendeu suficientemente a lição do 11 de Setembro. Depois daquele dia, vieram outras guerras, atentados, conflitos, invasões, perseguições e disputas de poder. O século XXI, que poderia ter sido marcado por extraordinários avanços científicos, tecnológicos e humanitários, continua carregando o velho fantasma da guerra.

Enquanto a humanidade envia sondas ao espaço, desenvolve inteligência artificial, manipula partículas, decifra códigos genéticos e amplia extraordinariamente sua capacidade tecnológica, ainda não conseguiu resolver a mais antiga de suas dificuldades: conviver em paz com o seu semelhante.

Temos máquinas cada vez mais inteligentes, mas continuamos cometendo erros burros.

E talvez essa seja a grande pergunta filosófica do nosso tempo:

De que adianta conquistar o mundo se continuamos perdendo a humanidade?

A Palavra nos apresenta uma resposta que permanece extraordinariamente atual.  Cristo ensinou: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” Não disse bem-aventurados os que vencem guerras, os que acumulam poder ou os que impõem sua vontade pela força. Disse: os pacificadores.

A paz bíblica não significa simplesmente ausência de guerra. É muito mais profunda. É reconciliação, justiça, equilíbrio, misericórdia, respeito e amor. É a capacidade de enxergar no outro não um inimigo, mas um ser humano criado pelo mesmo Deus.

Por isso, diante da memória dolorosa do 11 de Setembro, não devemos lembrar apenas dos terroristas, dos aviões e das torres que caíram. Devemos lembrar, principalmente, das vidas humanas que foram interrompidas.

Cada vítima tinha uma história. Tinha família, sonhos, projetos, amizades, responsabilidades e pessoas esperando sua volta para casa.

Números registram mortos. Memórias registram pessoas.

O mundo precisa aprender que vingança pode produzir silêncio, mas somente justiça pode produzir paz.

Precisamos de líderes que compreendam que poder não é licença para destruir; é responsabilidade para proteger. Precisamos de governantes que saibam que a força de uma nação não está apenas no tamanho de seus exércitos ou na quantidade de suas armas, mas também na grandeza de seus princípios.

Precisamos de religiões que ensinem verdadeiramente a amar, e não a odiar em nome de Deus.

Precisamos de cidadãos que compreendam que diferenças políticas, ideológicas, religiosas ou culturais jamais deveriam ser suficientes para retirar do outro a sua humanidade.

E precisamos, sobretudo, recuperar aquilo que parece estar desaparecendo: a consciência de que toda vida humana possui valor.

Vinte e cinco anos depois, a ferida do 11 de Setembro ainda sangra no coração de milhares de famílias. E o mundo continua enfrentando guerras, terrorismo, intolerância e conflitos.

A verdadeira paz começa dentro de nós.

É por isso que as palavras de Cristo continuam atravessando os séculos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá”.

A paz do mundo pode depender de tratados.
A paz de Deus depende da transformação do coração.
A paz do mundo pode ser temporária.
A paz de Deus pode permanecer mesmo em meio às tempestades.
A paz do mundo pode ser imposta pela força.
A paz de Deus nasce da graça, do perdão e do amor.

O 11 de Setembro não deve ser apenas uma data para recordar uma tragédia. Deve ser uma advertência permanente contra a barbárie, contra o fanatismo e contra a perigosa ilusão de que a violência é capaz de construir um mundo melhor.

Que nunca esqueçamos os que morreram.

Que jamais justifiquemos o terrorismo.

Que não confundamos justiça com vingança.

Que não transformemos o inimigo em desumano.

Que não permitamos que o ódio determine o futuro.

Que a memória do 11 de Setembro não seja apenas lembrança de morte, mas um chamado à vida. Não apenas lembrança de destruição, mas compromisso com a construção. Não apenas memória de uma guerra, mas um apelo à paz.

Que os mortos descansem em paz.

Que os vivos aprendam com a história.

E que a humanidade, enfim, escolha o caminho da paz.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora