quarta-feira, 21 de outubro de 2026

AZUL RECEBE 51º EMBRAER E195-E2 EM OPERAÇÃO CONDUZIDA POR MULHERES

Batizado de “Voando Juntas”, novo jato reforça a frota da Companhia e destaca o protagonismo das mulheres na aviação

Recebimento acontece durante o Outubro Rosa, campanha que reforça a importância
da conscientização e dos cuidados com a saúde da mulher

A Azul, maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e rotas domésticas diretas, recebeu seu 51º Embraer E195-E2 em uma entrega conduzida por uma equipe técnica exclusivamente feminina. Batizado de  “Voando Juntas”, o novo jato, de matrícula PS-ADR, chega à frota da Companhia durante o Outubro Rosa, reforçando a valorização da presença feminina na aviação.

Além da participação feminina nas etapas técnicas de recebimento da aeronave, a programação inclui um grupo de convidadas para a cerimônia de entrega. A iniciativa quer valorizar a presença das mulheres em diferentes áreas da aviação, especialmente em atividades técnicas e operacionais, além de promover a conscientização sobre os exames preventivos contra o câncer de mama.

“A chegada de uma nova aeronave é sempre um momento importante para a Azul, mas esta entrega tem um significado especial. Reunir uma equipe feminina para receber o nosso 51º E2, justamente durante o Outubro Rosa, é uma forma de reconhecer a competência dessas profissionais e dar visibilidade ao trabalho que realizam diariamente na aviação, chamando também a atenção para um movimento muito importante de saúde”, Raphael Linares, Vice-Presidente de Frotas e Jurídico.

A incorporação do novo Embraer E195-E2 dá continuidade à renovação e modernização da frota da Azul. Com capacidade para transportar 136 Clientes, o modelo faz parte da estratégia da Companhia de ampliar a eficiência de suas operações e oferecer mais conforto aos passageiros. Avião comercial mais moderno em operação no Brasil, o modelo operado pela Azul tem telas individuais de entretenimento em todos os assentos, proporcionando uma experiência de viagem ainda mais confortável. A Azul é a primeira operadora brasileira dos E-Jets da Embraer.

Azul recebeu o E-Jet de número 2.000 da Embraer em setembro

A chegada da 51ª aeronave E195-E2 acontece pouco mais de um mês após outro marco na história da Azul. Em setembro, a Companhia recebeu o E-Jet de número 2.000 produzido pela Embraer, em uma cerimônia realizada no hangar da fabricante, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

A aeronave também marcou a entrega do 145º jato Embraer incorporado à frota da Companhia, reforçando uma parceria que já completa 18 anos. A relação com a Embraer contribui para a expansão da malha aérea da Azul e amplia as conexões entre cidades do interior e os principais centros urbanos do país, além de fortalecer a indústria aeronáutica nacional.

Azul S.A. (B3: AZUL3; NYSE: AZUL), companhia aérea oficial das Seleções Brasileiras de Futebol e a maior do Brasil em número de cidades atendidas e de rotas domésticas diretas, oferece mais de 800 voos diários para 137 destinos, em mais de 230 voos nacionais sem paradas. Com uma frota operacional de cerca de 180 aeronaves e mais de 15 mil tripulantes, a Azul foi eleita pela Cirium (empresa líder em análise de dados de aviação) como a 4ª companhia aérea mais pontual do mundo e da América Latina em 2025, sendo a melhor brasileira no ranking global. Foi também a companhia mais pontual do país em abril, junho e julho de 2026. Para mais informações, clique aqui e acesse o site da Azul

Azul Linhas Aéreas Brasileiras

ASTRAZENECA ANUNCIA JULIA MANTOVANI COMO NOVA DIRETORA DE RECURSOS HUMANOS

Executiva passa a integrar o Comitê Executivo da companhia no país

A AstraZeneca Brasil anuncia Julia Mantovani como nova diretora de Recursos Humanos. A executiva também passa a integrar o Comitê Executivo da companhia no Brasil. Com mais de 19 anos de experiência em Recursos Humanos, Julia construiu sua trajetória atuando em agendas de talentos, liderança, cultura e transformação organizacional. Antes de chegar à AstraZeneca, ocupava a posição de Diretora de Recursos Humanos para a América Latina na AbbVie.

“Chego à AstraZeneca muito motivada pela oportunidade de contribuir para uma organização em que ciência, inovação e pessoas caminham juntas. Acredito que culturas fortes são construídas quando conectamos a estratégia do negócio ao desenvolvimento das pessoas, criando um ambiente em que diferentes talentos possam contribuir, crescer e gerar impacto. Chego com a missão de fortalecer ainda mais essa experiência e apoiar o próximo capítulo da AstraZeneca no Brasil ao lado das nossas equipes e lideranças”, afirma Julia Mantovani, nova Diretora de Recursos Humanos da AstraZeneca Brasil.

A chegada da executiva reforça a agenda de Pessoas & Cultura da AstraZeneca e se soma a um cenário em que as mulheres já representam 57% da liderança sênior da companhia no Brasil, dado que evidencia o compromisso da empresa com a construção de um ambiente cada vez mais inclusivo e equitativo. Com seus colaboradores como parte central de sua capacidade de inovar e gerar impacto, a AstraZeneca mantém no país o compromisso de criar experiências que estimulem inovação, desenvolvimento e crescimento profissional, valorizando diferentes perspectivas para ultrapassar os limites da ciência.

Julia é formada em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e possui pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, orientada pela ciência, que está focada na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição médica em Oncologia, Doenças Raras e Biofarmacêuticos, incluindo Medicina Cardiovascular, Renal e Metabólica, Respiratória e Imunologia. Com sede em Cambridge, Reino Unido, a AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo.Para mais informações, visite o site (www.astrazeneca.com.br) e siga a empresa no Instagram @astrazenecabr

AstraZeneca
Edelman

ROBERTA FRAISSAT ASSUME COMO HEAD OF THEATRICAL MARKETING DA AMAZON MGM STUDIOS NO BRASIL

Executiva chega para liderar as estratégias de marketing dos lançamentos cinematográficos da companhia no país

Roberta Fraissat

O Amazon MGM Studios segue ampliando sua equipe para fortalecer a operação de distribuição cinematográfica no Brasil. O mais novo reforço é Roberta Fraissat, que assume o cargo de Head of Theatrical Marketing, sendo responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.

“Estamos muito felizes com a chegada de Roberta Fraissat para liderar as estratégias de marketing dos lançamentos cinematográficos do Amazon MGM Studios no Brasil. Sua ampla experiência no mercado será fundamental para fortalecer nossa atuação e impulsionar o crescimento da operação no país”, afirma Caio Meira, Head of Theatrical Distribution do Amazon MGM Studios no Brasil.

Mais recentemente, Roberta atuou como LATAM Marketing Director e Head of Marketing Brazil na Crunchyroll, onde liderou iniciativas de marketing em diferentes mercados da América Latina. Sua atuação envolveu o desenvolvimento de campanhas locais, lançamentos cinematográficos, parcerias com criadores de conteúdo e experiências para fãs, além da colaboração com equipes globais, regionais e locais para ampliar o engajamento do público e fortalecer a presença da marca.

Com uma sólida trajetória no marketing de entretenimento, Roberta acumula ampla experiência no desenvolvimento e na execução de campanhas integradas para grandes lançamentos e franquias. Ao longo de sua carreira, trabalhou em diferentes frentes, incluindo publicidade, relações públicas, parcerias estratégicas, eventos e ativações voltadas ao público.

Na The Walt Disney Company, onde construiu parte significativa de sua carreira, Roberta ocupou posições de liderança nas áreas de marketing para lançamentos cinematográficos e streaming, além de comandar estratégias locais para marcas e franquias como Marvel e Lucasfilm. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de grandes produções, como Vingadores, Star Wars, Toy Story, O Rei Leão, Carros e Alice no País das Maravilhas, entre outros títulos.

“Estou muito feliz em fazer parte desta equipe e acompanhar todo o desenvolvimento que o Amazon MGM Studios está realizando no mercado de Theatrical.”, afirma Roberta Fraissat.

Amazon MGM Studios no Brasil
Atômica Lab

IGUATEMI CAMPINAS PREPARA PROGRAMAÇÃO GRATUITA DE HALLOWEEN PARA AS CRIANÇAS

Entre 22 de outubro e 1º de novembro, shopping recebe oficinas temáticas, pintura facial e Caça aos Doces

O clima de Halloween vai tomar conta do Iguatemi Campinas com uma programação gratuita especialmente preparada para o público infantil. Entre os dias 22 de outubro e 1º de novembro, o shopping promove atividades temáticas que incluem pintura facial, confecção de máscaras e dedoches, oficina de slime e a tradicional Caça aos Doces.

De quinta a domingo, das 12h às 20h, as crianças poderão participar das oficinas realizadas no 1º piso, próximo ao Balcão de Informações. Durante todos os dias da programação, a atração Transformação Monstruosa convida os pequenos a entrarem no clima da data com pinturas faciais inspiradas no universo do Halloween.

Às quintas-feiras e aos domingos, a atividade Máscaras Assustadoras propõe a criação de máscaras temáticas. Nas sextas-feiras, a diversão fica por conta dos Monstrinhos de Feltro, com a produção de dedoches, enquanto os sábados serão dedicados ao Laboratório de Slime Maluco, em uma oficina para criar e brincar com slime.

“Queremos que as crianças entrem no clima do Halloween de forma divertida e criativa. Preparamos diferentes atividades para que as famílias possam aproveitar a programação e viver bons momentos juntas no shopping”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

A programação também terá a Caça aos Doces, nos dias 24 e 31 de outubro, com turmas às 10h30 e às 11h30. A atividade parte do 1º piso, próximo à loja Zara, e convida as crianças para uma divertida busca por doces pelo shopping.

Todas as atividades são gratuitas e possuem vagas limitadas. Para participar, é necessário garantir a inscrição pelo aplicativo Iguatemi One, mediante disponibilidade.

Serviço

- Halloween no Iguatemi Campinas
- Oficinas de Halloween
- De 22 de outubro a 1º de novembro, de quinta a domingo, das 12h às 20h
- 1º piso, próximo ao Balcão de Informações

Programação

- Transformação Monstruosa – pintura facial | quinta a domingo
- Máscaras Assustadoras – confecção de máscaras | quinta e domingo
- Monstrinhos de Feltro – confecção de dedoches | sexta-feira
- Laboratório de Slime Maluco – oficina de slime | sábado

Caça aos Doces

- 24 e 31 de outubro, turmas às 10h30 e 11h30
- 1º piso, próximo ao Balcão de Informações

Entrada: gratuita
Participação: mediante resgate pelo aplicativo Iguatemi One, sujeito à disponibilidade de vagas
Vagas limitadas

O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo. Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 380 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer. Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas. Clique aqui para mais informações

Shopping Iguatemi Campinas
Assessoria de Imprensa
FSB Comunicação
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Antônio Fraga
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terça-feira, 20 de outubro de 2026

YAMAHA NÁUTICA LANÇA QUATRO MOTORES DE POPA NO BRASIL

F150H, F250N e F300F chegam à Linha SDI da Yamaha com soluções de direção integrada. F200S Commercial ganha motor V6 4.2L e recursos voltados ao uso profissional

Do lazer à rotina de trabalho na água, cada forma de navegar tem suas próprias necessidades. Para atender a esses diferentes usos, a Yamaha Náutica lança no Brasil quatro motores de popa que combinam desempenho, controle e recursos voltados a uma condução mais prática e precisa.

As novidades incluem os F150H, F250N e F300F, integrantes da Linha SDI (Sistema de Direção Integrado), e o F200S Commercial, voltado especialmente a aplicações profissionais e de uso intenso.

“Um dos avanços desses lançamentos está na forma como a direção foi incorporada ao próprio conjunto. Essa integração reduz a presença de componentes externos, contribui para uma instalação mais organizada e ajuda a aproveitar melhor o espaço a bordo. É uma aplicação de tecnologia que traz ganhos concretos tanto para a montagem quanto para a experiência de navegação”, afirma Luciano Guidugli, gerente executivo da Yamaha Náutica.

Esses motores também são compatíveis com todos os níveis do Helm Master® EX, tecnologia da marca que reúne recursos para tornar a condução mais intuitiva e ampliar o controle a bordo. O sistema oferece possibilidades como piloto automático e joystick. Na prática, esse recurso facilita manobras de baixa velocidade e permite realizar movimentos com mais precisão e simplicidade.

“O mercado náutico brasileiro está em constante evolução, com novas demandas e oportunidades de crescimento. Na Yamaha, acompanhamos esse movimento investindo em novas tecnologias e ampliando nosso portfólio. Os lançamentos são mais um exemplo dessa atuação, reforçando nosso compromisso com a inovação, a eficiência e a segurança, tanto no lazer quanto no uso profissional”, complementa Guidugli.

Novos integrantes da linha SDI

e/d: Motores de Popa Yamaha F150H | F250N | F300F

  • F150H entrega 150 HP de potência e traz direção eletro-hidráulica integrada, que conecta digitalmente a caixa de direção ao motor.
  • Com 250 HP, o F250N traz direção 100% elétrica integrada. A solução dispensa parte dos componentes presentes nos sistemas hidráulicos convencionais. O acionamento elétrico também proporciona respostas suaves e precisas aos comandos do condutor.
  • O F300F, de 300 HP, também conta com direção totalmente elétrica integrada. O modelo pode equipar configurações com um, dois, três ou quatro motores e oferece, entre os recursos opcionais, o Props Light, sinalização que indica quando o propulsor está em funcionamento.

Mais potência e recursos para o uso profissional

O novo F200S Commercial, de 200 HP, passa a contar com motor V6 de 4,2 litros, no lugar da configuração anterior de 3,4 litros. Desenvolvido para embarcações submetidas a uma rotina intensa de trabalho, traz estrutura e rabeta reforçadas e passa a oferecer comando eletrônico.

Mesmo com o aumento da cilindrada, o modelo pesa 15 quilos a menos que seu antecessor e pode proporcionar economia de combustível de até 10%, além de contar com direção elétrica integrada.

O motor também conta com hélice Reliance Series equipada com a tecnologia SDS® da Yamaha (Shift Dampener System), sistema de amortecimento que suaviza os engates para frente e para ré e também reduz impactos, ruídos e vibrações.

Yamaha

A Yamaha iniciou suas operações no Brasil na década de 1970, com a inauguração da unidade de Guarulhos (SP). Atualmente, a companhia tem uma presença global em mais de 200 países, contando com uma equipe de 54 mil colaboradores. No mercado local, a corporação mantém uma rede com 615 pontos de venda autorizados, empregando mais de 4.500 funcionários diretos.

Em 2024, a Yamaha Brasil alcançou a marca de cinco milhões de motocicletas produzidas e avançou na oferta de soluções de mobilidade ambientalmente responsáveis. Nos últimos anos, a companhia vem ampliando seu portfólio com soluções inovadoras e sustentáveis. Entre os destaques estão a Fluo ABS Hybrid Connected e a ZR Hybrid Connected, modelos com sistema híbrido leve.  No segmento náutico, a companhia, também, oferece no Brasil os motores elétricos de popa da Torqeedo, que combinam zero emissão de poluentes, tecnologia inteligente e desempenho eficiente.

A empresa também aderiu à Rede Brasil do Pacto Global da ONU, com metas para neutralidade de carbono até 2050 e tratamento de 100% dos resíduos até 2035. Alinhada com o compromisso social, apoia programas de capacitação profissional e promove treinamentos de segurança no trânsito por meio da Yamaha Riding Academy.

Yamaha do Brasil
Grupo Printer Comunicação

MOTIVA ANUNCIA KELLER RODRIGUES COMO NOVO DIRETOR DE OPERAÇÕES DA PLATAFORMA DE RODOVIAS

Executivo passa a ser responsável pela operação das 13 concessionárias da Motiva, com foco na excelência operacional e melhoria dos padrões de segurança viária e serviços

Keller Rodrigues

A Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, fortalece sua liderança na plataforma Rodovias com a chegada de Keller Rodrigues à diretoria de Operações. Com 27 anos de experiência no setor rodoviário, o executivo assume a posição após liderar a implantação e a estruturação operacional da Motiva Paraná, concessionária responsável pela administração de 569 quilômetros de rodovias no Paraná.

Reportando-se diretamente ao presidente da plataforma Rodovias, Eduardo Camargo, Keller passa a ser responsável pela gestão integrada das 13 concessionárias da Companhia, que administram 5.044 quilômetros de rodovias em sete estados brasileiros. Sua atuação terá foco no fortalecimento da excelência operacional, na evolução dos padrões de segurança viária e na melhoria contínua dos serviços prestados aos milhões de usuários que utilizam diariamente as rodovias administradas pela empresa.

“Assumir a diretoria de Operações da plataforma Rodovias representa a continuidade de uma trajetória construída dentro da Companhia, ao lado de equipes comprometidas com a excelência e a segurança. Meu objetivo é seguir impulsionando a evolução das nossas operações, com foco na eficiência, na inovação e na melhor experiência para os clientes que utilizam nossas rodovias”, afirma Keller Rodrigues.

Trajetória construída no setor

Engenheiro civil formado pela Universidade Paulista (Unip) e pós-graduado em Gestão de Negócios pela Universidade de São Paulo (USP), Keller iniciou sua carreira na ViaOeste e acumula quase três décadas de atuação no segmento de concessões rodoviárias.

Ao longo de sua trajetória, passou por operações de concessionárias como Rodoanel e Motiva Pantanal, onde ocupou a gerência de Interação com o Cliente. Posteriormente, assumiu a gerência de Operações da Motiva Autoban e participou de projetos estratégicos para a evolução da Companhia, entre eles a implantação do Centro de Controle Operacional Integrado (CCOI), em Jundiaí (SP), além da estruturação operacional das concessionárias Motiva Sorocabana e Motiva Paraná.

A chegada de Keller à diretoria ocorre em um momento de expansão da Companhia, que prevê investimentos superiores a R$ 65 bilhões em rodovias e trilhos nos próximos dez anos, contribuindo para a modernização da infraestrutura e da mobilidade no Brasil.

Motiva - Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias e Trilhos. São 18 ativos, em 8 estados brasileiros e cerca de 15 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 5.044 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em Trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Foi a primeira empresa a abrir capital no Novo Mercado da B3 e compõe há 15 anos o hall de sustentabilidade da B3

Motiva
FSB Comunicação

O JAPÃO ESTREIA NO FESTURIS COM UMA EXPERIÊNCIA FANTÁSTICA DEDICADA À BEBIDA MILENAR: O SAQUÊ.

* Linoel Dias

Uma taça de saquê pode contar muito sobre o Japão. E o brasileiro Fábio Ota estará à frente da imersão e contará a história e explicará como servir e harmonizar um bom saquê. O arroz, a água, o clima, as técnicas de fermentação e até as características de cada região produtora ajudam a criar diferentes estilos de uma bebida que atravessou fronteiras e está presente em restaurantes e bares de diferentes partes do mundo.

Em novembro, um pouco desse universo chegará a Gramado (RS). Pela primeira vez em 38 edições, o Japão participará do Festuris, em uma experiência que pretende aproximar os visitantes não apenas do destino, mas também de sua cultura e gastronomia. O país estará no Espaço Luxury, onde terá um ambiente próprio e, entre as atrações, um Saquê Bar.

Quem ajudará a conduzir essa viagem pela bebida será o Sake Samurai brasileiro Fabio Kenji Ota, fundador da Mega Sake e um dos principais especialistas no assunto no Brasil. Neto de japoneses, Ota conheceu o Japão com 13 anos e já retornou ao país cerca de 30 vezes. Em 2023, recebeu em Kyoto o título de Sake Samurai, distinção concedida a pessoas que contribuem para difundir a cultura do saquê no mundo.

Fabio Kenji Ota

A relação entre os brasileiros e a bebida, no entanto, começou muitas décadas antes. O saquê chegou ao país junto com a imigração japonesa, iniciada oficialmente em 1908. Na década de 1930 foi criada em Campinas, no interior de São Paulo, a empresa que daria origem à primeira produção comercial de saquê no Brasil.

Quase um século depois, o cenário mudou. O saquê deixou de ocupar apenas as mesas de restaurantes japoneses e passou a aparecer em cartas de bebidas, menus de harmonização e casas de alta gastronomia. A empresa fundada por Ota atende hoje mais de 500 bares e restaurantes.

Essa conexão entre destino, cultura e gastronomia também está por trás da estreia japonesa no Festuris. Para a CEO da Rossi & Zorzanello e idealizadora do Festuris, Marta Rossi “existe uma mudança na forma como o viajante de alto padrão escolhe seus destinos. Hoje ele busca acesso à cultura, à gastronomia e a experiências que dificilmente poderiam ser reproduzidas em outro lugar. A estreia do Japão no Festuris traduz muito desse movimento: é um destino que reúne tradição e uma identidade muito própria, e queremos aproximar o nosso público desse universo”, afirma a CEO.

O 38º Festuris – um dos principais encontros de negócios turísticos das América será realizado de 12 a 15 de novembro de 2026, no Serra Park, em Gramado.

* Fotos: Keiny Andrade | Divulgação Festuris

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

ASTRAZENECA ANUNCIA FILIPPO FONTANA COMO NOVO PRESIDENTE DA COMPANHIA NO BRASIL

A chegada do executivo ocorre em um momento importante para a companhia, marcado pelo avanço de seu pipeline global de inovação, especialmente em oncologia, doenças raras e biofarmacêutica, áreas que concentrarão importantes avanços científicos nos próximos anos

 Filippo Fontana

Com nove anos de trajetória na AstraZeneca, Filippo Fontana chega ao país após atuar como Country President da AstraZeneca na Áustria, onde liderou um período de sólido desempenho financeiro. Durante sua gestão, conduziu lançamentos bem-sucedidos de medicamentos nas áreas de atenção primária e especializada, acelerando o acesso dos pacientes à inovação e fortalecendo a posição da companhia no mercado.

À frente da operação brasileira, o executivo liderará a estratégia da companhia para continuar impulsionando a inovação, ampliar o acesso dos pacientes às soluções em saúde, fortalecer parcerias em todo o ecossistema de saúde e apoiar o crescimento das áreas terapêuticas.

"O Brasil é um dos mercados mais dinâmicos e inspiradores do mundo, com uma enorme oportunidade de transformar a vida de milhões de pessoas. Estou entusiasmado para trabalhar ao lado das nossas equipes e parceiros no país, contribuindo para ampliar o impacto da ciência e da inovação para os pacientes brasileiros", afirma Filippo.

Ele também apoiará a ambição da AstraZeneca de fortalecer sua atuação em ciência, pesquisa e desenvolvimento (P&D) no país, incluindo a expansão da agenda de pesquisa clínica. Recentemente, a companhia anunciou um investimento de R$ 400 milhões em 2026 para ampliar suas atividades de estudos clínicos no Brasil, reforçando a relevância estratégica do país na rede global de inovação da AstraZeneca.

A AstraZeneca está presente no Brasil há mais de 25 anos, com sede em São Paulo. Atualmente, emprega aproximadamente 1.500 colaboradores em todo o país e disponibiliza cerca de 50 medicamentos aos pacientes brasileiros em suas principais áreas terapêuticas. Em 2025, a companhia alcançou mais de 3 milhões de pacientes no Brasil, consolidando o país como um de seus principais mercados de crescimento.

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, orientada pela ciência, que está focada na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição médica em Oncologia, Doenças Raras e Biofarmacêuticos, incluindo Medicina Cardiovascular, Renal e Metabólica, Respiratória e Imunologia. Com sede em Cambridge, Reino Unido, a AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações, visite o site (www.astrazeneca.com.br) e siga a empresa no Instagram @astrazenecabr

AstraZeneca
Edelman

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

AXIANS BRASIL ANUNCIA LUCIANO PASQUALIN COMO NOVO LÍDER DA ÁREA DE VENDAS

Executivo com mais de 30 anos de experiência em tecnologia assume a área em momento de consolidação da operação da empresa no país

Luciano Pasqualin

A Axians Brasil anuncia Luciano Pasqualin como novo Líder da Área de Vendas. Com mais de 30 anos de experiência no mercado de tecnologia, o executivo assume a área em um momento em que a companhia consolida sua operação no país. Sua missão será ampliar a visão sobre a jornada de transformação digital dos clientes e conectar, de forma mais integrada, consultoria, implementação e operação.

Pasqualin construiu sua trajetória profissional no setor de tecnologia, com atuação especialmente ligada a vendas, liderando times de alta performance no desenvolvimento de negócios e relacionamento com grandes organizações. Antes de chegar à Axians, atuou em grandes empresas como SAP, IBM, Telefonica/Vivo e ioasys. O executivo também possui formação executiva pela Harvard Business School.

Na Axians, terá como desafio fortalecer a estratégia de Vendas consultivas de forma a agregar mais valor às organizações em sua Jornada de Transformação Digital.  A proposta é identificar o estágio de maturidade, as prioridades e os desafios de negócio para, a partir deles, conectar as diferentes competências da companhia e construir caminhos de evolução tecnológica.

“Hoje, o cliente tem diante de si um número enorme de tecnologias e possibilidades. O desafio está em entender o que realmente gera valor para aquele negócio, em que momento e como conectar essas decisões ao longo do tempo. Quero trazer para a área de vendas essa visão mais próxima e consultiva, entendendo primeiro o contexto para depois construir a jornada junto com o cliente”, afirma Luciano Pasqualin, Líder de Vendas da Axians Brasil.

A chegada do executivo acompanha uma evolução mais ampla na forma como a Axians vem se posicionando no mercado. Em vez de iniciar a conversa por tecnologias específicas, como cloud, infraestrutura, cibersegurança, dados, automação ou inteligência artificial, a companhia passa a organizar sua atuação a partir da jornada de transformação de cada cliente.

A premissa é que organizações, mesmo dentro de um mesmo setor, podem estar em estágios bastante diferentes. Algumas ainda precisam modernizar infraestrutura ou fortalecer segurança e governança. Outras já avançam em dados, automação e inteligência artificial. Nesse cenário, a atuação do time de Vendas ganha também um componente de diagnóstico, capaz de conectar necessidades imediatas a uma visão mais ampla de evolução.

“Transformação digital deixou de ser uma discussão sobre qual tecnologia comprar. Para a nossa equipe, isso significa conhecer profundamente o negócio do cliente, entender onde ele está e ajudá-lo a definir os próximos passos. A tecnologia entra como resposta a essa jornada, e não como ponto de partida”, completa Pasqualin.

Com a nova liderança, a Axians busca reforçar a conexão entre estratégia e execução e ampliar relações de longo prazo com os clientes, acompanhando desde a identificação das necessidades e definição do caminho até a implementação, operação e evolução dos ambientes tecnológicos.

A Axians é a marca de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da VINCI Energies, grupo global presente em 60 países, com mais de 109 mil colaboradores e faturamento superior a € 21,6 bilhões. No Brasil, a Axians apoia empresas e instituições em suas jornadas de transformação digital por meio de uma atuação integrada que combina consultoria, implementação e operação de soluções. Seu portfólio abrange cibersegurança, dados e inteligência artificial, computação em nuvem (cloud computing), modernização de data centers e aplicações críticas, contribuindo para maior eficiência operacional, inovação e segurança tecnológica dos negócios

Axians
SC Comunicação e Conteúdo

RECORDES NOS PORTOS MOSTRAM NOVA ESCALA DA LOGÍSTICA E AUMENTAM PRESSÃO SOBRE OS ACESSOS TERRESTRES

Os portos brasileiros chegaram a uma nova escala de movimentação. Em agosto de 2026, o Porto de Santos registrou 538,2 mil TEUs, maior volume mensal de contêineres de sua história e avanço de 3,9% sobre agosto do ano anterior. No mesmo mês, Suape, em Pernambuco, movimentou 2,7 milhões de toneladas, também estabelecendo recorde mensal, com crescimento de 61% na comparação anual. O desempenho acompanha uma tendência mais ampla: em 2025, os portos brasileiros movimentaram 1,4 bilhão de toneladas, maior volume já registrado no país e 6,1% acima de 2024.

Essa expansão é resultado de transformações construídas ao longo de décadas. A conteinerização, a mecanização das operações, a especialização dos terminais e a incorporação de novas tecnologias aumentaram produtividade e capacidade. Outro marco ocorreu em 1993, com a Lei de Modernização dos Portos, que ampliou a participação privada nas operações e estimulou investimentos em equipamentos e infraestrutura.

Para a Fundação Memória do Transporte (FuMTran), os recordes atuais também evidenciam uma mudança no próprio desafio portuário. Se durante boa parte dessa trajetória o foco esteve na capacidade dos cais e terminais, o crescimento atual exige que rodovias, ferrovias, retroáreas e estruturas de apoio avancem no mesmo ritmo.

“Os portos brasileiros passaram por uma transformação muito significativa e hoje movimentam volumes que seriam difíceis de imaginar algumas décadas atrás. Mas, à medida que o terminal se torna mais eficiente, cresce também a necessidade de garantir que a carga consiga chegar e sair com a mesma eficiência. O desafio passa a envolver todo o corredor logístico”, afirma Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran.

A questão é evitar que os ganhos obtidos dentro dos complexos sejam transferidos para gargalos em seus acessos. A ampliação da capacidade rodoviária e ferroviária, a organização de pátios reguladores e retroáreas e a integração com terminais intermodais tornam-se cada vez mais relevantes à medida que cresce o volume transportado. Afinal, a movimentação portuária depende de uma rede que começa muito antes do cais e continua depois dele, conectando áreas produtoras, indústrias, centros de distribuição e mercados consumidores.

Nesse cenário, a ferrovia pode ganhar maior participação no transporte de grandes volumes e em longas distâncias, enquanto o modal rodoviário permanece essencial na coleta, distribuição e conexão entre diferentes pontos da cadeia. A expansão dos próprios terminais reforça a necessidade desse planejamento: entre julho de 2025 e janeiro de 2026, foram formalizados 25 instrumentos relacionados a Terminais de Uso Privado, com R$ 9,23 bilhões em investimentos previstos.

“Os recordes mostram o quanto os portos evoluíram. O próximo passo é garantir que rodovias, ferrovias, terminais intermodais e áreas de apoio também avancem de forma coordenada. Sustentar volumes cada vez maiores dependerá menos de uma estrutura isolada e mais da eficiência com que todo o sistema consegue movimentar essas cargas”, conclui Leite.

A FuMTran – Fundação Memória do Transporte nasceu em março de 1996, instituída pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), com a missão de preservar e divulgar a memória, a história e a cultura do transporte brasileiro em todas as modalidades. Seus objetivos envolvem organizar, preservar e tornar acessíveis os registros históricos da atividade dos transportes. A entidade tem, ainda, a missão de contribuir para a manutenção do patrimônio histórico-cultural do Brasil por meio da conservação da memória e da cultura do transporte brasileiro em todos os modais – rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário –, seja de carga ou de passageiros, mais a infraestrutura e a logística, tornando-os acessíveis à população. O projeto de memória, acervo e portal é perene, um processo contínuo, um trabalho sem fim

FuMTran
Grupo Mostra de Ideias

XHARA ANUNCIA MAURÍCIO UTIYAMA COMO CEO

Refinaria multióleos brasileira entra em nova fase com foco em inovação, desenvolvimento de produtos e sustentabilidade

Maurício Utiyama

A Xhara, refinaria multióleos brasileira especializada na cocriação de soluções sob medida para diferentes segmentos industriais, anuncia Maurício Utiyama como seu novo CEO. A chegada do executivo reforça a estratégia da companhia de ampliar sua presença no mercado brasileiro e sul-americano e desenvolver soluções em parceria com clientes das indústrias alimentícia, cosmética e oleoquímica.

Com mais de 25 anos de experiência no setor de bens de consumo, Utiyama liderou negócios no segmento de higiene e beleza. Sua trajetória nas áreas comercial, de marketing e de pesquisa e desenvolvimento contribuirá para a nova fase da Xhara, que atua de maneira independente sob o controle da APAR Holdings, com identidade e estratégia próprias.

A Xhara é uma refinaria multióleos brasileira especializada na cocriação de soluções sob medida para diferentes segmentos industriais. Com atuação integrada em pesquisa, desenvolvimento e produção, a empresa transforma óleos vegetais brutos em soluções de alto valor agregado para as indústrias alimentícia, cosmética e oleoquímica. Parte da APAR Holdings, grupo empresarial brasileiro com mais de 90 anos de tradição, a Xhara alia inovação, sustentabilidade e excelência operacional para atender às demandas de mercados diversos. Com uma estrutura que reúne um centro técnico composto por laboratórios e plantas-piloto em um único local, situado em Limeira (SP), a companhia desenvolve soluções personalizadas que impulsionam a competitividade de seus clientes, mantendo elevados padrões de qualidade, rastreabilidade e desempenho, respaldados por certificações reconhecidas internacionalmente, como FSSC 22000 e RSPO

Xhara
RPMA Comunicação

AGGREKO COMPRA SEIS USINAS TERMELÉTRICAS E PASSA A ABASTECER 32 LOCALIDADES REMOTAS DO AMAZONAS

Aquisição eleva para 149,1 megawatts a capacidade instalada da Aggreko nos sistemas isolados do Amazonas

Os geradores funcionam 24 horas por dia e têm previsão de operação pelos próximos
8 anos, garantindo o fornecimento de energia para áreas residenciais remotas

A Aggreko, líder global em soluções de energia, concluiu a aquisição de seis usinas termelétricas no Amazonas que pertenciam à Brasil Bio Fuels (BBF) e agora detém 100% do Consórcio Geração Amazonas (CGA). Com a operação, a empresa reúne 32 usinas nos sistemas isolados do estado, que são localidades desconectadas da rede elétrica nacional e dependem de geração própria para ter energia. A região é caracterizada por sua complexidade logística e pelo difícil acesso às localidades atendidas.

As seis usinas adicionam 11,4 megawatts (MW) de capacidade instalada ao portfólio da companhia, que passa a somar 149,1 MW de capacidade instalada em 32 usinas. As plantas adquiridas estão localizadas em Belém dos Solimões, em Tabatinga, Estirão do Equador e Palmeiras do Javari, em Atalaia do Norte, Feijoal, em Benjamin Constant, além de Envira e Ipixuna. A aquisição abre espaço para ampliar soluções que a Aggreko já utiliza no Amazonas, como monitoramento e atuação remotos, sistemas de armazenamento de energia e projetos de hibridização, que combinam a geração térmica com fontes renováveis, como a solar e baterias.

A experiência com as 26 usinas que já faziam parte do projeto permite a operação das unidades por meio do CORE, sistema de controle criado para monitorar o desempenho dos equipamentos e apoiar tomada de decisões operacionais. O sistema mostra quais máquinas estão em funcionamento, permite acompanhar o consumo de combustível e ajuda a otimizar a operação sem a necessidade de deslocamento até o local.

"A consolidação desses ativos reforça o compromisso da Aggreko com a confiabilidade do fornecimento de energia em regiões estratégicas do Brasil. Ao reunir 32 usinas, ampliamos nossa capacidade de aplicar tecnologia, conhecimento operacional e novas soluções energéticas na Amazônia", afirma Marco Contin, diretor geral da Aggreko no Brasil.

A atuação nesses sistemas faz parte da estratégia da empresa no país. No Amazonas, a Aggreko mantém cerca de 250 profissionais, incluindo a equipe do escritório em Manaus, para apoiar usinas espalhadas por diferentes localidades. A operação conta com uma logística específica para o transporte de equipamentos, materiais e equipes pelos rios da região, em conjunto com o monitoramento e atuação remotos realizados pelo CORE. A integração entre as duas frentes permite otimizar o planejamento e a execução da manutenção dos equipamentos, considerando as particularidades de acesso às localidades atendidas.

Os geradores funcionam 24 horas por dia e têm previsão de operação pelos próximos 8 anos, garantindo o fornecimento de energia para áreas residenciais remotas.

"Nos sistemas isolados, existem localidades que ainda precisam de soluções para garantir o fornecimento de energia. A Aggreko tem experiência para atuar em regiões onde a infraestrutura e a logística exigem um modelo diferente de operação. Esse conhecimento nos permite buscar soluções mais eficientes e adequadas às necessidades de cada localidade", completa Contin.

Cada uma das 32 usinas atende a uma localidade do Amazonas e a operação realizada pela Aggreko ocorre por meio de uma estrutura descentralizada, com unidades espalhadas pelo estado e integrada por tecnologia e gestão centralizada. A companhia também avalia novas oportunidades para combinar geração térmica com fontes renováveis e armazenamento de energia. O objetivo é tornar a operação mais eficiente e reduzir o consumo de combustível sempre que as condições locais permitirem.

Aggreko é um líder global em soluções de energia, fornecendo soluções modulares de energia e controle de temperatura que podem ser implantadas rapidamente, por quanto tempo forem necessárias. Somos especialistas setoriais altamente qualificados, que combinam nosso conhecimento técnico proprietário em aplicações e capacidade de engenharia para fornecer soluções de energia eficientes, confiáveis e sustentáveis. Com experiência em trabalhar nos ambientes mais exigentes, estamos disponíveis para os clientes quando eles mais precisam, desde serviços críticos de emergência até soluções de energia de longo prazo. Estamos continuamente investindo em produtos, combustíveis e serviços mais sustentáveis para tornar soluções mais limpas acessíveis aos clientes, ajudando-os em qualquer etapa de sua jornada de transição energética. Fundada em 1962, temos sede no Reino Unido e empregamos mais de 6.800 pessoas em todo o mundo. Para mais informações, clique aqui e visite o site

Aggreko
Sherlock Communications

sábado, 17 de outubro de 2026

A LÍNGUA DO L E OS SINAIS DA RESISTÊNCIA. Por Marli Gonçalves*

O L, o “éle”, reproduzidos nos dedos, conteúdos divertidos, imagens inesquecíveis. Aconteça o que acontecer são especiais as manifestações e movimentações dos últimos dias em prol de virar votos e salvar o país da abusada familícia.

A grafologia considera a letra L maior que as demais, a que indica autoconfiança, presença marcante. Atenção aos detalhes e calma sob pressão. Ponte entre céu e terra, uma linha vertical, espiritual, que ao se estender representa partilha e ação.  O L como inicial expressaria energia animada, otimista, sociável, com forte facilidade para se expressar e inspirar os outros.

Pois o L, a letra, sua simplicidade e simbologia, de repente passou a ser usada por uma imensa parcela da população, incluindo surpreendentemente – e ressalto – muitos, e quem nunca foi petista, mas sabe a importância de preservar a democracia, na forma de declarar a posição nessa batalha de um país infelizmente dividido. Virou cumprimento nas ruas e manifestações. Gerou logotipos e cartazes. Poses para fotos que inundam as redes sociais, provocando que mais e mais pessoas e categorias se posicionem enquanto é tempo nesses dias. Desde já também um histórico movimento de marketing político e de imagens a ser anotado. Aconteça o que for.

O L, as batalhas, um Exército de milhões em ação, o número 13, o uso das redes sociais em posts informativos, o vermelho, detalhes, jovens, idosos, a formação de grupos de resistência, de profissionais, artistas, celebridades, times, o humor e a criatividade surgem despertos após uma dormência e tristeza inacreditável durante a campanha regular. Sacudido após o resultado do primeiro turno daí eclodiu um movimento popular, uma esperançosa resposta à indescritível angústia que a muitos chegou a adoecer. Aconteça o que acontecer já está dada uma clara dimensão, de certo ponto até maniqueísta, da luta do Bem contra o Mal. Não cessará.

Mais do que apoiar Lula, o atual presidente; é ele, o L, que agora personifica o que temos, mesmo com todos os problemas que não devem mesmo ser negligenciados, o nome que estará na urna contra a volta de um sobrenome e de retrocessos em conquistas que nos são tão valiosas.

É uma tortura prestar atenção real nas falas e propostas do adversário, inexequíveis e sem sentido, infantis e levianas na busca de falar o que lhe disseram que queremos ouvir, no despreparo para lidar com coisas sérias que precisam ser resolvidas de verdade. Ameaças aos projetos sociais, minorias, mulheres, economia, independência entre poderes, religiões. religião. Querem coisa mais ridícula do que o tal “Ministério da Prosperidade”?

Mais poucos dias, debates, entrevistas, pesquisas, revelações e muitas manifestações. Coração aos pulos. Mas aconteça o que acontecer, uma boa notícia: a de que na hora do vamos ver a frente democrática estará viva e unida contra os dois patinhos e seus amigos feios na lagoa.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br


O VOTO, A FÉ E OS POLÍTICOS. Por Linoel Dias*

Imagem IA Canva

Num momento em que a polarização política cresce ainda mais e se aproxima a decisão do segundo turno, o vale-tudo parece ter se estabelecido como estratégia para conquistar o eleitor, muitas vezes a qualquer preço. Argumentos são substituídos por ataques, propostas cedem lugar a acusações e, lamentavelmente, a exploração da religião passa a integrar o arsenal de convencimento de alguns candidatos.

Isso somente encontra terreno fértil quando falta conhecimento, discernimento e capacidade de avaliação por parte de quem deveria exercer, com liberdade e responsabilidade, o seu direito de escolha.

Misturar voto, fé e políticos num mesmo balaio é criar uma confusão de conceitos, interesses e responsabilidades. É como gritar do alto de uma montanha: a voz ecoa, vai e volta, mas nem sempre transmite uma mensagem compreensível.

Convém, portanto, compreender a diferença entre os três conceitos que, embora possam conviver harmoniosamente, não devem ser confundidos.

Primeiro - o VOTO é uma procuração de confiança que o cidadão concede a alguém para representá-lo na condução dos interesses públicos, por um período determinado. Não é um cheque em branco, muito menos uma declaração de fidelidade permanente. É uma escolha consciente, que precisa ser acompanhada, fiscalizada e avaliada. O político eleito tem o dever de prestar contas à sociedade, e o eleitor conserva o direito de reconhecer seus acertos e cobrar seus erros.

Segundo - a FÉ é uma convicção interior, uma confiança que ultrapassa os limites da realidade material e se fundamenta na relação com o Ser Superior, a quem se presta culto e devoção. Para o cristão, Deus não é candidato, não disputa eleições e não precisa de cabos eleitorais. Sua autoridade não depende de partidos, mandatos ou resultados nas urnas.

São oportunas as palavras de Jesus: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21). Uma colocação que considero extremamente importante: não devemos atribuir à política aquilo que pertence à espiritualidade, nem transformar a fé em instrumento de interesses eleitorais.

Terceiro - o POLÍTICO é aquele que participa da vida pública, ocupando ou não um cargo no governo, e assume responsabilidades na discussão, elaboração e execução de decisões que afetam a coletividade. Sua função deve ser servir à sociedade, e não se servir dela. O mandato é temporário; a responsabilidade pública, porém, exige ética, transparência, competência e compromisso com o bem comum.

Um político pode professar uma religião, assim como qualquer cidadão. Tem todo o direito de expressar suas convicções religiosas. O que não pode é utilizar a fé como instrumento de manipulação, nem imaginar que uma declaração de religiosidade seja suficiente para comprovar honestidade, preparo ou compromisso com a população.

PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS

Numa democracia que se pretenda madura, numa sociedade que aspire à educação, à justiça e ao desenvolvimento, existem princípios que não podem ser negociados conforme a conveniência eleitoral:

1. Princípios morais: honestidade, integridade, respeito à verdade, responsabilidade e coerência entre discurso e prática.

2.   Princípios humanos e pessoais: respeito à dignidade humana, à liberdade de consciência, à família, à diversidade de opiniões, à solidariedade e ao direito de cada cidadão fazer suas próprias escolhas.

3. Princípios constitucionais: respeito à Constituição, às instituições democráticas, à liberdade religiosa, à igualdade perante a lei, à separação dos Poderes e ao Estado Democrático de Direito.

Esses princípios não devem se digladiar entre si. Ao contrário, precisam caminhar juntos, complementando-se e contribuindo para o bem-estar das pessoas e o desenvolvimento da nação.

A religião não deve ser prisioneira de partidos, assim como a política não deve ser refém de púlpitos. Igrejas não são comitês eleitorais, pastores não são cabos eleitorais e políticos não são representantes exclusivos de Deus na Terra. A consciência religiosa merece respeito, mas não pode ser sequestrada por interesses de ocasião.

A Bíblia nos ensina, em Provérbios 14:34, que "A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos". É uma advertência que ultrapassa gerações e fronteiras: nenhuma nação se constrói apenas com discursos, promessas ou demonstrações públicas de religiosidade. É preciso justiça, ética, trabalho, responsabilidade e respeito ao próximo.

E QUANDO CHEGAR A HORA DE VOTAR?

Que cada eleitor examine os candidatos, independente de suas histórias: verifique suas propostas, seus compromissos e, principalmente, suas atitudes. Que não vote movido pelo medo, pelo ódio, vingança pela intolerância ou pela manipulação religiosa. Que não confunda o discurso com a realidade, a aparência com o caráter, nem a promessa com a realização.

Podemos divergir politicamente sem nos tornarmos inimigos. Podemos defender candidatos diferentes sem perder a capacidade de dialogar, respeitar e conviver. Afinal, nenhum resultado eleitoral deveria ser maior do que a paz social, a fraternidade e o respeito à dignidade humana.

A democracia não exige que todos pensem da mesma maneira, mas exige que todos respeitem as regras do jogo democrático.

E, acima de tudo, não nos esqueçamos: políticos passam, partidos mudam, governos terminam e mandatos se encerram. A fé, quando verdadeira, não depende de resultados eleitorais. Deus não muda com as pesquisas, não perde eleições e não precisa de maioria parlamentar para exercer Sua soberania.

O voto escolhe representantes. A fé orienta a consciência. E a política deve servir à sociedade.

Que saibamos separar essas três dimensões, sem abrir mão de nenhuma delas. Que Deus nos conceda sabedoria para escolher; discernimento para avaliar, coragem para cobrar e humildade para respeitar aqueles que pensam diferentemente de nós.

Porque o Brasil precisa de bons políticos, de cidadãos conscientes e de pessoas de fé. Mas, acima de tudo, precisa de uma sociedade que não negocie seus princípios em troca de promessas, poder ou conveniências eleitorais.

Votemos com consciência, vivamos com princípios e caminhemos com fé.

Que o nosso voto seja livre, a nossa consciência soberana e a nossa fé inegociável!

Considero especialmente forte a distinção entre as três dimensões.

"Não se deve usar Deus para eleger políticos, nem usar políticos para justificar a fé. A política é uma responsabilidade humana; a fé é um compromisso espiritual."

É justamente nesse equilíbrio que reside a maturidade de uma sociedade democrática.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

VIAGEM À ISUZU NO JAPÃO. Por chicolelis*

Embora a GM não confirme, existe a possibilidade da empresa retomar a importação de caminhões urbanos de pequeno e médio porte no Brasil, produzidos pela japonesa Isuzu, no Japão, como já faz na Colômbia, Ecuador (a grafia correta do nome do país) e Chile

No final da década de 90, a GM do Brasil montou caminhões da Isuzu NPR,
que aqui receberam a denominação de GMC 7-110

E, por que estou mencionando isso na minha coluna desta semana?

Porque, em junho de 1997, quando gerente de Imprensa da empresa norte-americana, acompanhei um grupo de jornalistas brasileiros em uma viagem ao Japão para conhecer a fábrica da Isuzu em Tomakomai, na província de Hokkaido. Foi uma viagem marcada por momentos marcantes na “Terra do Sol Nascente", também por ter acontecido a primeira visita de jornalistas do mundo inteiro ao campo de provas da fábrica. Nem mesmo os jornalistas japoneses haviam tido a oportunidade.

Fomos em 19 pessoas, 16 jornalistas, sendo quatro mulheres; um guia da Stella Barros, o Gustavo; eu e Luiz Carlos Lacretta pela GM. Na foto, em Tokio, com o castelo Imperial ao fundo, aparecemos todos nós, mais a tradutora Diva Yokohirao. E, como não foi possível conseguir identificar a todos, publico junto com a foto deles, outra imagem com as assinaturas de todos os integrantes do grupo.

Viajando pela, até hoje, imbatível Varig (essa é a opinião de executivos de viajaram pela empresa gaúcha e hoje usam as melhores do mundo), saímos de São Paulo, com escala em Los Angeles, nos EUA. Ali tivemos o único desgastante momento da viagem. Fomos confinados em uma sala de “não fumantes”, por cerca de três horas. O problema foi quando chegou a liberação para embarcarmos em direção a Tokio e os não fumantes tiveram que atravessar a salão de fumantes, que estava tomada pelo cheiro e fumaça de cigarro, infestando nossas roupas e cabelos.

Mas este acontecimento não foi nada perto da recepção que tivemos por parte do pessoal da Isuzu, a começar pelo hotel, O New Otani, com seus 800 quartos com vista panorâmica, inaugurado em 1964 para o Jogos Olímpicos. Lá, tivemos a oportunidade de visitar o Jardim Japonês, com área de quatro hectares, com seus lagos, pontes e paisagismo tradicional japonês, sem contar diversos bares e restaurantes oferecendo culinária de várias nacionalidades, incluindo a local, claro!

Curioso aconteceu na nossa chegada. Olhei sobre o balcão de recepção uma placa anunciando “Massagens por US$ 50”, em diversos idiomas. Cansado na viagem, pedi uma e fui instruído a colocar um roupão, deixar a porta entreaberta e o valor da massagem sobre o criado mudo (lembram desta peça no quarto?).

Minutos depois de tomar meu banho, chegou a massagista. Era uma senhora com cerca de 70 anos que começou a fazer seu trabalho e não sei quanto tempo levou porque adormeci logo depois do primeiro toque em minhas costas.

Mais tarde, quando nos encontramos no saguão para irmos a jantar, fui chamado por dois colegas (ambos solteiros) a um canto que reclamaram de terem sido enganados pelo hotel. Perguntando sobre o acontecera, tive como resposta, a questão da massagem. Dei muita risada, percebendo que ambos haviam confundindo o sentido da “massagem”. Mas concordaram que as massagistas fizerem bem o seu trabalho, deixando-os prontos para enfrentar o programa noturno.

E o programa noturno foi em um restaurante típico da terra, banhado a sake e biru (cerveja) com lascas de ouro. Muitos estranharam a falta de pão junto com a refeição, que não é usual na culinária nipônica. Essa “reclamação” acompanhou-nos por todos 14 dias de viagem.

No dia seguinte, após conhecermos por fora, o Palácio Imperial (à época  habitado pelo imperador Akihito, na era Heisei, de janeiro de 1989 a abril de 2019, quando renunciou ao trono) visitamos o templo budista mais famoso e antigo de Tokio, o Sensō-ji, criado em 645 d.c., dedicado a Kannon, a bodisatva (conforme o Google, chamado de bosatsu em japonês, é um ser que já alcançou um elevado grau de despertar espiritual, mas que escolhe adiar sua própria entrada completa no Nirvana - a iluminação final para os budistas – para ajudar a aliviar o sofrimento de outros seres à salvação).

Da capital japonesa voamos para Hokkaido onde fomos conhecer a fábrica de caminhões leves e médios da Isuzu e foi ali onde a diferença de civilizações foi mais marcante. Ficamos em um hotel onde não haviam camas, mas tatames colocados diretamente sobre o piso. E, para surpresa geral, não havia, como no hotel de Tokio, café da manhã ocidental, com geleias, manteiga, presuntos, bacon, ovos.....e sim o tradicional, Asagohan ou Choshoku, o breakfast tradicional.

Muitos buscaram estabelecimentos próximos para matar sua fome matinal. Em uma das visitas, uma grande surpresa: era uma fábrica de pão e todos se regalaram, com os vários tipos oferecidos ao grupo em uma atraente embalagem. Alguns levaram seus presentes para os restaurantes – todos típicos- para reforçar o sushi e ou sashimi servidos.

No último almoço em Hokkaido, quando nos dirigíamos a mais um restaurante típico, passamos diante de um que se intitulava “cantina italiana”. Foi aí que um dos jornalistas empacou e disse que não ia mais comer peixe cru ou algo do ramo.

E o pessoal da Isuzu compreendeu o drama e entramos na “cantina”. E, lá, com cardápio apresentado em japonês, inglês e italiano, ele, italiano, que se recusara a seguir para outro restaurante, cometeu um grande engano: pediu uma massa “al nero” esquecendo que se tratava de um molho feito com tinta de lula ou polvo, que detestava.

Eu ainda tentei demove-lo daquela escolha, mas só de pensar que ele não iria comer peixe cru, insistiu no molho “al nero”. Quando acabou de comer o prato, perguntei se havia gostado ao que ele respondeu: “adorei”. Quer dizer, adorou aquilo que nunca gostou.

Chegando ao Brasil, “denunciei” o italiano para sua esposa que riu muito do lapso do italiano.

Não sei se a GM vai promover outra viagem para apresentar a nova geração dos caminhões Isuzu que devem ter evoluído nestes 29 anos que nos separam daquela estada no Japão, que ninguém jamais esqueceu. Mesmo aqueles que já nos deixaram, sempre que nos encontrávamos mencionavam aquela temporada de sushi, sake e biru com ouro.

Durou pouco

No final da década de 90, a GM montou caminhões da Isuzu NPR, que aqui receberam a denominação de GMC 7-110. Depois disso, passou a importar o modelo com capacidade para 3,1 toneladas, aqui chamado de GMC 5-90. A ideia era nacionaliza-lo pelo sistema CKD, mas o plano não seguiu adiante. E, a divisão de caminhões da GM no Brasil foi descontinuada no início dos anos 2000.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com