segunda-feira, 5 de outubro de 2026

CARINE DAMOIS É A NOVA CFO DO RENAULT GROUP

Com mais de 20 anos de experiência em funções de liderança na área financeira em grupos industriais internacionais, a executiva era CFO Adjunta do grupo Michelin desde 2021

O Renault Group anuncia a nomeação de Carine Damois para o cargo de Chief Financial Officer (CFO) a partir de 14 de novembro de 2026. A executiva se reportará a François Provost e será membro da Leadership Team do Renault Group.

Durante sua carreira, Carine Damois desenvolveu uma expertise cobrindo todas as grandes áreas de finanças corporativas, como controle de gestão, tesouraria, gestão de riscos, impostos e comércio exterior, consolidação e emissão de relatórios, planejamento estratégico, finanças sustentáveis, bem como serviços corporativos e transformação organizacional. Sua trajetória internacional e ampla experiência serão diferenciais valiosos para apoiar o Renault Group em sua busca pela performance, agilidade e excelência na execução. Esta nomeação fortalece ainda mais a equipe de direção em um momento em que o Renault Group trabalha na implementação de seu plano estratégico futuREady.

“Recebo com alegria a chegada de Carine Damois ao Renault Group. Sua experiência reconhecida na área de finanças, sua sólida expertise industrial e sua visão internacional fazem dela o perfil ideal para assumir o comando de nossa função Finanças. Neste momento em que estamos executando nossa estratégia e temos a ambição de manter um alto nível de performance financeira, tenho certeza que a Carine contribuirá de forma determinante para o cumprimento de nossas metas. Aproveito para agradecer calorosamente ao Duncan, por seu comprometimento e contribuição para a evolução do Grupo durante quase três décadas”, declarou François Provost, CEO do Renault Group.

Carine Damois conta com mais de 20 anos de experiência em governança financeira, transformações digitais e serviços corporativos em organizações internacionais. Desde 2021, ocupava o cargo de CFO Adjunta do grupo Michelin, onde coordenava funções financeiras-chave em mais de 100 países e desempenhava um papel central na gestão da performance, estratégia e transformações do Grupo. Antes de fazer parte da equipe de direção da Michelin, a executiva ocupou diferentes cargos de liderança na Michelin e no grupo AREVA, em áreas que vão desde manufatura, logística, energia, tesouraria e operações. Esta ampla trajetória permitiu que ela desenvolvesse uma compreensão aprofundada dos desafios estratégicos, financeiros e operacionais enfrentados pelos grandes grupos internacionais. Carine Damois é formada pela ESSEC Business School.

O Renault Group está na vanguarda de uma mobilidade que está se reinventando. O Grupo se baseia na complementariedade de suas três marcas automotivas – Renault, Dacia, Alpine – e sua financeira cativa – Mobilize Financial Services –, para oferecer soluções de mobilidade inovadoras e sustentáveis aos seus clientes. Presente em mais de 100 países, o Renault Group vendeu 2.337 milhões de veículos em 2025. O grupo emprega mais de 100 mil colaboradores, que dão vida ao seu Propósito no dia a dia, para que a mobilidade aproxime as pessoas. Preparado para enfrentar desafios tanto nas ruas como nas competições, o Grupo tem um compromisso com uma transformação ambiciosa de geração de valor. Este compromisso tem como foco o desenvolvimento de tecnologias e serviços inéditos, além do lançamento de uma gama de veículos ainda mais competitiva, equilibrada e eletrificada. Alinhado com os desafios ambientais, o Renault Group tem a meta de atingir a neutralidade de carbono na Europa até 2040 e no mundo até 2050. Clique aqui e visite o site

Renault Group
Renault do Brasil

BRASIL AVANÇA NA PRODUÇÃO MUNDIAL DE ALGODÃO COM MAIS TECNOLOGIA NO CAMPO

Com safra recorde estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, avanço da cotonicultura amplia demanda por precisão, controle de qualidade e soluções de biotecnologia

O Brasil chega a um novo patamar na produção mundial de algodão. Terceiro maior produtor global, atrás apenas de China e Índia, o país deve encerrar a safra 2025/26 com produção recorde de 4,14 milhões de toneladas de pluma, segundo o 12º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em setembro de 2026. O avanço da cultura reforça também um movimento que ocorre dentro das lavouras: a incorporação crescente de tecnologia, biotecnologia e ferramentas de precisão aos processos produtivos.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) dimensionam a importância brasileira no cenário internacional. Na safra 2025/26, o Brasil responde por aproximadamente 15,4% da produção mundial, com 18,75 milhões de fardos de 480 libras, atrás da China, com 35,8 milhões, e da Índia, com 23,8 milhões.

“Quando um país alcança essa dimensão na produção agrícola, produtividade deixa de estar relacionada apenas à expansão de área. O desafio passa a ser produzir melhor, com mais informação, precisão e controle dos processos. É justamente nesse ponto que a biotecnologia ganha importância, porque permite transformar análises e dados biológicos em decisões mais assertivas para a produção”, afirma Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa brasileira especializada em soluções para biotecnologia e diagnóstico molecular.

O desempenho nacional reforça essa busca por eficiência. De acordo com a Conab, mesmo com redução de 3,2% na área cultivada na safra 2025/26, para cerca de 2,02 milhões de hectares, a produtividade das lavouras cresceu 4,9%, chegando ao recorde de 2.053 quilos de pluma por hectare. Com isso, a produção deve superar em 1,5% o resultado da temporada anterior.

Do campo ao laboratório

O protagonismo brasileiro no algodão também ocorre no mercado internacional. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o país exportou o volume recorde de 3,37 milhões de toneladas entre agosto de 2025 e julho de 2026, crescimento de 19% sobre o ano comercial anterior. As vendas externas movimentaram US$ 5,3 bilhões e consolidaram o Brasil como maior exportador mundial da fibra.

A produção em larga escala esta diretamente combinada com o melhoramento genético do algodão, que se tornou-se um dos principais pilares da competitividade brasileira no mercado global, em uma cultura que esta cada vez mais orientada por ganhos de produtividade, qualidade de fibra e sustentabilidade. Para apoiar esse avanço, tecnologias moleculares vêm ampliando a capacidade de pesquisadores e empresas na identificação de genes de interesse, no desenvolvimento de novas cultivares e na validação genética de materiais utilizados no campo.

“O algodão brasileiro mostra como o agronegócio nacional está se tornando cada vez mais intensivo em conhecimento. E soluções para automação laboratorial em extração e purificação de DNA e RNA e PCR em tempo real para análises de genotipagem permitem acelerar processos de seleção e caracterização genética, reduzindo o tempo necessário para a obtenção de variedades mais produtivas, resistentes a doenças e adaptadas às diferentes regiões produtoras. Além disso, essas ferramentas contribuem para assegurar a qualidade genética das sementes e a rastreabilidade dos materiais ao longo da cadeia produtiva do algodão”, diz Tatiani.

Liderança aumenta exigências

A relevância internacional do algodão brasileiro cria, ao mesmo tempo, oportunidades e novas exigências. Com o país ocupando posições de liderança na produção e nas exportações, aspectos como qualidade, eficiência, rastreabilidade e sustentabilidade ganham peso na competitividade da cadeia.

Nesse cenário, tecnologias de análise molecular e automação podem assumir papel cada vez maior, especialmente diante da necessidade de obter respostas rápidas e confiáveis, reduzir perdas, aprimorar o uso de insumos e ampliar o controle sobre processos produtivos. “À medida que o país amplia sua participação no mercado mundial, ciência e tecnologia passam a ocupar uma posição ainda mais relevante para sustentar os próximos ciclos de crescimento”, conclui a especialista da Loccus.

A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, fornece equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas ao diagnóstico molecular, à genômica, à biotecnologia e à extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para ampliar a precisão, a segurança e a agilidade dos processos laboratoriais. O avanço da cultura reforça também um movimento que ocorre dentro das lavouras: a incorporação crescente de tecnologia, biotecnologia e ferramentas de precisão aos processos produtivos. O avanço da cultura reforça também um movimento que ocorre dentro das lavouras: a incorporação crescente de tecnologia, biotecnologia e ferramentas de precisão aos processos produtivos

Loccus
Lumière Comunicação

TECFIL ANUNCIA NOVO CEO

A Tecfil, maior fabricante de filtros automotivos da América Latina, anuncia a chegada de Edson Brasil para cargo de CEO

Edson Brasil 

Com mais de 45 anos de experiência no setor automotivo e de reposição, Edson Brasil construiu uma sólida trajetória em transformação organizacional, planejamento estratégico, reestruturação operacional, estratégias comerciais e aceleração de vendas. Ao longo da sua carreira, ocupou posições de liderança em empresas como SKF, Valeo, Sabó, Delphi e Arteb.

Atuou como membro do Conselho Superior do SINDIPEÇAS e da ABIPEÇAS, tendo integrado o Grupo de Manutenção Automotiva (GMA), responsável pela formulação de estratégias para o mercado brasileiro de reposição automotiva. Também integrou a Diretoria do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), contribuindo para o fortalecimento da qualidade, inovação e evolução tecnológica do setor.

Edson Brasil é graduado em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e possui MBA em Aftermarket pela Northwood University, em Michigan (EUA).

Sua trajetória em grandes empresas e entidades do setor soma à Tecfil experiência em gestão, eficiência operacional e desenvolvimento comercial, pilares importantes para a evolução da companhia.

Tecfil - Maior fabricante de filtros automotivos da América Latina e uma empresa 100% brasileira, a Tecfil conta com uma unidade fabril e um centro de distribuição, localizados no município de Guarulhos, ocupando uma área construída com mais de 50 mil m². Conta com mais de 1.100 colaboradores e produz mais de 5.800 modelos de filtros para todos os mercados, destinados a milhares de modelos de veículos, o que inclui todas as marcas de automóveis, motos, o setor de caminhões, de máquinas pesadas e implementos agrícolas. A empresa se destaca por fornecer filtros originais de fábrica para diversas montadoras. Atualmente, a marca está presente em todo o Brasil e exporta para mais de 60 países, levando ao mercado filtros com alta capacidade e qualidade

Tecfil 
GPCOM Comunicação Corporativa

ABIMAQ APRESENTA CAMINHOS PARA EMPRESAS AMPLIAREM ATUAÇÃO EM COMPRAS PÚBLICAS

As compras realizadas pela Administração Pública representam uma frente de negócios que exige das empresas preparação comercial, jurídica e financeira para identificar oportunidades, participar de licitações e administrar os contratos. Para mostrar como fabricantes de máquinas e equipamentos podem estruturar essa atuação, a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) promove, em 9 de outubro (sexta-feira), a palestra gratuita Mercado de Compras Públicas: Como Transformar o Estado em um Cliente Estratégico.

Voltado a empresários, dirigentes e profissionais das áreas comercial, jurídica, financeira, administrativa, de compliance e licitações, o encontro apresentará aspectos práticos para empresas que já fornecem ou pretendem fornecer produtos e serviços ao Poder Público. Entre os temas estão a identificação de editais e oportunidades, os procedimentos para participação em licitações eletrônicas, a documentação necessária e os principais requisitos para contratação.

A programação também abordará a preparação das áreas comercial, técnica e jurídica, a análise de editais, a formação de preços e a avaliação da viabilidade econômica dos contratos.

A palestra conduzida por Ariosto Mila Peixoto, mestre em Direito Público e especialista em licitações e contratos administrativos, compliance e negociação, apresentará ainda mecanismos como pedidos de esclarecimento, impugnações e recursos administrativos, além de aspectos relacionados à execução contratual, reajustes, reequilíbrio econômico-financeiro e prevenção de riscos.

Serviço

  • Palestra Mercado de Compras Públicas: Como Transformar o Estado em um Cliente Estratégico
  • 9 de outubro (sexta-feira) das 9h às 11h
  • Carga horária: 2h
  • Local: Online, via plataforma Zoom
  • Valor: Gratuito
  • Mais informações: (11) 5582-6321/6326 - WhatsApp: (11) 94526-8280 ou neste link

ABIMAQ
Vervi Assessoria

DOMVS IT ANUNCIA RAFAEL PAVANELLI COMO NOVO COO E CTO.

Executivo com mais de 20 anos de experiência assume operação e tecnologia com foco em previsibilidade, eficiência e aplicação de inteligência artificial aos negócios

Rafael Pavanelli 

A DOMVS IT anuncia Rafael Pavanelli como novo Chief Operating Officer (COO) e Chief Technology Officer (CTO). Com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia e passagens por empresas como UOL, IBM, PagSeguro PagBank e Bankly, o executivo assume as duas áreas com a missão de aproximar engenharia, operação e estratégia de negócios.

A concentração das funções de COO e CTO acompanha a estratégia da companhia de integrar as decisões sobre tecnologia à execução dos projetos, com maior previsibilidade das entregas, eficiência operacional e capacidade de transformar investimentos tecnológicos em resultados para os clientes. A chegada do executivo também busca fortalecer as unidades de negócio (BUs) da DOMVS IT, ampliando a integração entre as áreas e apoiando a evolução das operações.

“Não dá para prometer previsibilidade ao cliente sem controlar a engenharia, e não dá para escalar inteligência artificial sem processos, pessoas e uma operação capaz de sustentar esse crescimento. Unir essas duas frentes reduz a distância entre o que precisa ser construído e a forma como isso será entregue”, afirma Pavanelli.

Ao longo da carreira, o executivo acumulou experiência em engenharia de software, transformação digital e gestão de operações. No PagSeguro, onde permaneceu por quase dez anos, liderou equipes responsáveis por produtos como emissão de cartões, PagVendas e Open Finance. Na Bankly, atuou na gestão de equipes voltadas a Open Finance, Contas e Legado, ampliando sua experiência em ambientes de tecnologia financeira e operações críticas.

Na nova posição, uma das prioridades será ampliar o uso de inteligência artificial tanto na operação interna quanto nos projetos desenvolvidos para clientes. A estratégia inclui aplicações em engenharia, desenvolvimento, testes e sustentação, além da integração da tecnologia a produtos, processos e decisões de negócio.

“O cliente não quer comprar inteligência artificial simplesmente pela tecnologia. Ele quer reduzir custos, ganhar velocidade, melhorar a experiência do consumidor e resolver problemas do negócio. O desafio agora é tirar a IA do campo da experimentação e incorporá-la à operação com processo, métrica e responsabilidade”, diz.

Pavanelli também terá como foco fortalecer práticas de arquitetura e engenharia e ampliar a previsibilidade do delivery. Segundo o executivo, parte importante da demanda atual está justamente na distância entre o investimento realizado pelas empresas em tecnologia e o retorno efetivamente obtido.

“Muitas empresas já investiram em tecnologia e agora precisam fazer esses recursos funcionarem de forma integrada. Isso passa por incorporar IA aos sistemas existentes, modernizar ambientes legados, organizar dados e tornar a operação mais previsível”, afirma.

Com a nova liderança, a DOMVS IT pretende fortalecer sua atuação como parceira de tecnologia em projetos que envolvem engenharia de software, dados, inteligência artificial, modernização e sustentação de ambientes.

“Quero que a DOMVS IT seja reconhecida como a parceira que transforma investimento em tecnologia em resultado de negócio, combinando profundidade técnica, previsibilidade operacional e uso responsável de inteligência artificial”, conclui Pavanelli.

A DOMVS iT é uma empresa de tecnologia com mais de 11 anos de atuação, presente no Brasil, Portugal, EUA e Alemanha. A companhia apoia seus clientes em toda a jornada digital, desde estratégia, engenharia e inovação até integração e sustentação de soluções tecnológicas. Seu portfólio inclui serviços em arquitetura e engenharia de software, nuvem, automação, DataOps e transformação digital, além de soluções para gestão de dados, como virtualização e mascaramento de dados com Delphix, que apoiam iniciativas de desenvolvimento, testes, migração, modernização e Inteligência Artificial

DOMVS iT
mgapress

E AGORA, JOSÉ? Por Linoel Dias*

A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou. E agora, José?

Imagem IA Gemini

O poema de Carlos Drummond de Andrade - divertido mas real - nos leva a pensar: o que fazemos quando termina a festa, quando as luzes se apagam e descobrimos que o mundo não parou?

Enquanto há festa, aplausos e holofotes, muitos aparecem. Há companheiros, admiradores, discursos e abraços. Mas quando a música termina, as luzes se apagam e o poder muda de mãos e vai para o centrão, o que fazer?

É preciso, portanto, não depositar toda a nossa confiança no status quo, porque ele é passageiro. O dia muda, as circunstâncias mudam, os homens mudam. Os governos mudam, os poderosos de hoje também. Que digam o Renan, o Datena, Gleisi, Alexandre Frota e tantos outros que podem ser esquecidos.

Mas depois das eleições, a vida continua.

O candidato perdeu? A tristeza pode até existir, afinal somos humanos e temos nossas escolhas, convicções e esperanças. Mas não devemos transformar uma derrota eleitoral em derrota da esperança. A democracia escolhe governantes; Deus continua governando a História.

Os que perderam encontrarão outros caminhos — alguns, certamente, encontrarão uma nova “boquinha”. Mas o trabalhador continuará trabalhando, as contas continuarão chegando, os problemas continuarão existindo e a vida seguirá seu curso.

A verdade é que não podemos colocar nossa esperança definitiva em homens, partidos, governos ou instituições.

Tudo passa. Só Deus permanece.

O salmista nos lembra: “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.” (Salmo 20:7)

Quando a festa acaba, Deus continua presente. Quando a luz se apaga, Ele continua sendo Luz. Quando o povo vai embora, Ele permanece ao nosso lado.

Quando a noite esfria, Ele continua aquecendo nossa esperança.

Agora é hora de levantar, respirar fundo e continuar.

Se o seu candidato venceu, ótimo; mas não se esqueça da humildade. Se perdeu, não desanime e não perca a fé. Nenhuma eleição é maior do que os planos de Deus.

Nós enxergamos o presente; Deus conhece o futuro. Nós fazemos planos; Deus conhece o caminho. Nós vemos apenas uma parte da história; Ele conhece o livro inteiro.

Aquilo que hoje parece uma derrota, pode ser apenas uma mudança de direção. Talvez uma porta fechada seja proteção; e aquilo que desejávamos ardentemente, talvez não fosse aquilo de que realmente precisávamos.

Por isso, quando perguntarmos: “E agora, José?” a melhor resposta é Agora é confiar.

Agora é trabalhar. Agora é seguir em frente.

Agora é fazer a nossa parte e entregar a Deus aquilo que não podemos controlar.

Quando tudo terminar — a festa, o mandato, o poder, os aplausos, as ilusões e até a própria caminhada terrena — permanecerá aquilo que nunca passa: a presença, a graça e o amor de Deus.

Então, José, não tenha medo.

A festa acabou? A vida continua.

A luz apagou? Deus continua sendo Luz.

O povo sumiu? Deus continua presente.

A noite esfriou? A esperança permanece.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sábado, 3 de outubro de 2026

GWM BRASIL APOIA OPEN AIR BRASIL, QUE CHEGA A SÃO PAULO COM PROGRAMAÇÃO DE CINEMA, MÚSICA E CULTURA

Evento será realizado de 6 a 18 de outubro, no Jockey Club, reunindo cinema, música, gastronomia e entretenimento

Experiência conta com tela de cinema a céu aberto de 325 m², projeção 4K e
sistema de som Dolby Digital Surround

A GWM Brasil é uma das patrocinadoras do Open Air Brasil [*], evento apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank que reúne cinema, música, gastronomia e entretenimento em uma experiência cultural ao ar livre. Após a edição realizada no Rio de Janeiro no primeiro semestre, o evento chega a São Paulo entre os dias 6 e 18 de outubro, no Jockey Club.

A participação da montadora faz parte de sua estratégia de apoio a iniciativas que ampliem o acesso à cultura e promovam experiências de convivência e entretenimento nas cidades. Ao longo dos 13 dias de programação na capital paulista, o público poderá acompanhar sessões de cinema, apresentações musicais e outras atrações culturais e de entretenimento.

Entre os destaques do Open Air Brasil [*] está a estrutura de exibição, que conta com uma tela de cinema de 325 m², dimensão equivalente à de uma quadra de tênis e à altura aproximada de um prédio de quatro andares. A estrutura também utiliza tecnologia de projeção 4K e sistema de som Dolby Digital Surround, criando uma experiência audiovisual de grande escala ao ar livre.

Para a GWM Brasil, a iniciativa também representa uma oportunidade de aproximar a marca de experiências culturais que fazem parte da vida das cidades e promovem momentos de encontro entre diferentes públicos.

“Estar ao lado do Open Air Brasil nos permite apoiar uma experiência que vai além da exibição de filmes. É um evento que reúne pessoas, cultura e entretenimento em um espaço aberto e acessível, e que dialoga com a nossa visão de apoiar iniciativas capazes de gerar experiências positivas para as comunidades onde estamos presentes”, afirma Thiago Sugahara, Gerente de ESG e Relacionamento com Stakeholders da GWM Brasil.

A participação da GWM no evento está alinhada à estratégia de ESG da empresa, que contempla o apoio a iniciativas voltadas à cultura, ao relacionamento com as comunidades e à geração de impacto social positivo.

GWM - Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países

GWM
Grupo Printer Comunicação

[*] Nota da Redação: Para mais informações sobre a programação e venda de ingressos para o Open Air Brasil, clique aqui e acesse o site Sympla

BRZ ANUNCIA NOVA ETAPA DE GOVERNANÇA: EDUARDA TOLENTINO VAI PARA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E RICARDO GOULART É NOVO CEO

Após consolidar o fortalecimento da governança corporativa e a listagem da companhia na B3, executiva conclui ciclo à frente da Diretoria Executiva e passa a presidir o Conselho de Administração

A BRZ Empreendimentos anuncia uma mudança em sua estrutura de governança corporativa. Eduarda Tolentino, que está na companhia há 16 anos e vem atuando nos últimos cinco como CEO, deverá assumir a presidência do Conselho de Administração a partir de janeiro de 2027. Ricardo Goulart, executivo com 20 anos de experiência nos setores de incorporação e construção civil, assume como novo CEO, num processo de transição que acontecerá ao longo dos próximos três meses.

Eduarda Tolentino                                           Ricardo Goulart 

Sob a gestão de Eduarda Tolentino, a BRZ preparou a companhia para acessar o mercado de capitais: em 2023 obteve registro de emissor junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), estruturou seu estatuto e suas práticas de governança em conformidade com as regras do Novo Mercado da B3, instalou o Comitê de Auditoria e ampliou a participação de conselheiros independentes.

O avanço em governança veio acompanhado de expansão financeira: a receita líquida passou de R$ 753 milhões em 2023 para R$ 1,08 bilhão em 2025 - um crescimento de 44% -, com a marca de R$ 1 bilhão superada pela primeira vez em 2024 e sustentada no exercício seguinte, com recordes consecutivos nestes dois anos. No mesmo período, a margem bruta subiu de 27,2% para 31,2% e a margem bruta das safras lançadas saltou de 31% para 42%, indicando um portfólio originado com rentabilidade estruturalmente superior. Em 2025, a companhia teve uma margem EBITDA ajustada de 13,1%.

A BRZ entregou 5.082 unidades habitacionais e lançou outras 4.432 em 2025, que representaram recordes históricos. Ao longo de sua trajetória, a companhia já lançou mais de 44 mil unidades e entregou 128 empreendimentos, em 34 cidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde estão concentradas suas operações. As entregas cresceram 48,6% sobre 2024 e o VGV entregue avançou 77,8%, alcançando R$ 1,2 bilhão. A conversão de vendas em financiamento bancário atingiu 92,2%, ante 87,1% em 2023, refletindo a disciplina de crédito da operação.

"Planejar a sucessão faz parte da responsabilidade de quem lidera uma companhia. Ao longo desses anos, trabalhamos para construir uma estrutura de governança sólida, capaz de sustentar o crescimento da BRZ para além de qualquer gestão individual. No Conselho de Administração, seguirei contribuindo para a estratégia e para a visão de longo prazo da companhia", afirma Eduarda Tolentino.

Eduarda manterá papel ativo na representação institucional da BRZ, incluindo sua atuação junto a entidades do setor, além de presença regular na sede, contribuindo para a estabilidade e a continuidade da operação durante o processo de transição.

Um novo ciclo, com bases já construídas

Ricardo Goulart chega à BRZ para assumir o cargo de CEO a partir da primeira semana de outubro. Engenheiro civil formado pela PUC Minas, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, o executivo tem mais de 20 anos de experiência nos setores de construção civil e incorporação. Iniciou sua trajetória na Construtora Líder, com atuação em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Em 2010, ingressou na Construtora Tenda (Grupo Gafisa) como Gerente Geral de Obras de uma operação que contava com 18 canteiros ativos, posição que ocupou até 2014. Em 2015 ingressou na Rôgga Construtora e Incorporadora como Gerente Geral de Obras, assumindo a Diretoria de Operações em 2017, onde liderou 28 canteiros com mais de 700 mil m2 em execução simultaneamente, e posteriormente tornou-se sócio da companhia.

"A BRZ construiu, nos últimos anos, uma estrutura de governança madura, que separa com clareza os papéis de estratégia e gestão. O desafio agora é dar continuidade a essa trajetória, com consistência, disciplina financeira e capacidade de execução", afirma Ricardo Goulart.

Com a transição, Eduarda amplia sua atuação na estratégia e nas decisões de longo prazo da companhia à frente do Conselho de Administração, enquanto Ricardo assume a condução da Diretoria Executiva, dando continuidade ao ciclo de crescimento da BRZ.

Plano estratégico

A nova governança marca a conclusão de um plano iniciado em 2023, com a transferência da sede da empresa de Belo Horizonte (MG) para Campinas (SP).  A decisão aproximou a estrutura corporativa das principais praças de atuação da companhia e de parcela relevante de seu landbank. Mais do que uma mudança física, o novo ambiente passou a apoiar uma estratégia de maior integração entre áreas, proximidade das lideranças e fortalecimento da cultura organizacional, em um escritório moderno concebido em modelo open space.

Em paralelo, a companhia reuniu seus principais projetos estruturantes no Programa Nova Era, organizado em cinco frentes de transformação: a reformulação de processos, o redesenho da arquitetura de sistemas, a ampliação da adoção do lean construction e a evolução da jornada operacional - dos novos negócios à assistência técnica -, além do lançamento do BRZLab, que concentra iniciativas voltadas à eficiência e inovação operacional, entre eles a reforma tributária e a industrialização dos canteiros. Como resultado, os principais fluxos da companhia foram redesenhados e, nas jornadas financeira, fiscal e contábil, houve redução de até 72% das etapas transacionais de backoffice, criando uma base integrada, escalável e eficiente, com ganhos que começarão a ser capturados de forma mais ampla a partir do ciclo de 2027.

A BRZ Empreendimentos é uma incorporadora com foco no mercado imobiliário econômico, fundada em 2010 em Belo Horizonte (MG) e atualmente sediada em Campinas (SP). Presente em 34 cidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a companhia já lançou mais de 44 mil unidades e entregou 128 empreendimentos ao longo de sua trajetória. A BRZ mantém forte atuação em programas de financiamento governamental, como Minha Casa Minha Vida e Casa Paulista. Clique aqui e visite o site

BRZ Empreendimentos
NB Press Comunicação

GAC TRANSFORMA SEUS CARROS EM PERSONAGENS DE LIVRO DE COLORIR

Com distribuição gratuita nas concessionárias, segunda edição do GAC Little Colors convida pais e filhos a colorir juntos e propõe uma pausa na rotina digital das famílias

Livro foi desenvolvido com uma curadoria interna da GAC e linguagem
conectada à nova geração

Em um país onde 92% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos usam internet e mais de um quarto deles começou a navegar até os 6 anos, segundo a TIC Kids Online Brasil 2025, do Cetic.br, atividades longe das telas ganham espaço entre as famílias. É nesse cenário que a GAC lança, em outubro, o GAC Little Colors, livro de colorir que transforma os carros da marca em atividades lúdicas.

O projeto foi criado pela primeira vez em 2025 e recebeu uma resposta tão positiva do público que diversos clientes continuaram procurando os exemplares nas concessionárias ao longo deste ano. Diante da receptividade e dos pedidos recebidos, a GAC decidiu desenvolver uma nova edição, com ilustrações inéditas, novos personagens e atividades inspiradas no universo infantil contemporâneo.

“Acreditamos que nossa jornada é feita de histórias. E esse livrinho foi feito para transformar desenhos, cores e imaginação em memórias e momentos de conexão real. Esse é um convite para desacelerar e estar junto de quem amamos", comenta Luis Fernando Guidorzi, diretor de Marketing e Comunicação da GAC.

A edição reúne diversos modelos GAC em diferentes cenários, com personagens e adesivos exclusivos, para as crianças explorarem cores e soltarem a imaginação

Todo o conteúdo foi desenvolvido a partir de uma curadoria interna da GAC, que definiu os desenhos, situações e referências presentes no material. A proposta foi criar uma linguagem próxima das novas gerações, incorporando de forma lúdica tendências, expressões e temas populares entre crianças e jovens, sempre de maneira adequada ao público infantil.

A escolha do mês das crianças para o lançamento reforça a proposta: aproximar a marca do dia a dia das famílias e criar uma pausa na rotina digital, com uma atividade para pais e filhos fazerem juntos.

"A relação com uma marca também é construída a partir das experiências e das memórias que ela ajuda a criar. O GAC Little Colors nasceu com esse propósito: transformar um elemento do nosso universo, que são os carros, em uma oportunidade de brincadeira, criatividade e conexão entre pais e filhos. O sucesso da primeira edição mostrou que havia espaço para ampliar essa iniciativa. Por isso, criamos uma nova versão, com conteúdo atualizado e alinhado ao universo infantil de hoje", completa Luis Fernando Guidorzi.

O material é gratuito e está disponível nas concessionárias da marca.

GAC Brasil - A GAC, subsidiária do Guangzhou Automobile Group Co., Ltd., é reconhecida globalmente por sua excelência em pesquisa, desenvolvimento e produção de veículos de alta qualidade, combinando tecnologia de ponta e sofisticação. Em 2024, suas vendas ultrapassaram 2 milhões de unidades. Presente em mais de 100 países, a GAC chega ao Brasil para marcar um novo capítulo em sua trajetória de expansão global. Com parcerias estratégicas e uma sólida experiência internacional, a empresa busca oferecer ao consumidor brasileiro veículos inovadores, sustentáveis e confiáveis, com uma gama diversificada de veículos a combustão, híbridos e elétricos. Comprometida com a excelência e a confiança do cliente, a GAC trabalha para impulsionar o desenvolvimento do setor automotivo brasileiro, aliando inovação, eficiência e design sofisticado

GAC Brasil
GREENZ

O VOTO E O DEVOTO. Por Linoel Dias*

Imagem IA Gemini

Quando até o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino — jurista, professor, ex-juiz federal, ex-governador do Maranhão - estado que possui o menor IDH - Indice de Desenvolvimento Humano do Brasil, sendo um dos mais miseráveis do país — fala publicamente sobre um país vivendo tempos cabulosos, talvez seja prudente parar e refletir.

A pergunta que fica é: como chegamos até aqui?

Alguém disse, com muita sabedoria, que chega um momento em que precisamos abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os caminhos que sempre nos levam aos mesmos lugares.

Talvez o Brasil esteja precisando exatamente disso: uma mudança.

Não adianta querer vinho novo em odres velhos. Jesus já ensinava: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos” (Marcos 2:22).

Não se muda uma realidade repetindo eternamente os mesmos erros, elegendo os mesmos corruptos, tolerando os mesmos vícios e esperando resultados diferentes.

E aqui surge uma enorme responsabilidade: o voto.

O voto não é apenas uma obrigação eleitoral. É uma procuração que entregamos a alguém para falar, decidir e agir em nosso nome.

Por isso, votar é muito mais sério do que apertar alguns números numa urna.

É escolher —  das opções existentes — quem receberá uma parcela do poder que pertence ao povo.

Por isso, o título desta reflexão “O Voto e o Devoto”.

O voto pertence ao cidadão, a fé pertence ao devoto.

E ambos precisam caminhar juntos, mas sem se confundirem.

O religioso não deve transformar o altar em palanque, nem o palanque em altar. Não deve colocar sua esperança definitiva em Brasília, em partidos, em governantes, em ministros, em tribunais ou em qualquer outro poder humano.

Porque nenhum homem merece a confiança que somente Deus merece.

As instituições são necessárias. A democracia é necessária. A Justiça é necessária. O Estado é necessário.

Mas todos são formados e conduzidos por seres humanos — e seres humanos são falíveis.

Por isso, confiar cegamente em instituições pode ser tão perigoso quanto desconfiar de todas elas.

O cidadão precisa fiscalizar. O eleitor precisa discernir. O cristão precisa orar.

E precisamos lembrar que poder sem responsabilidade se transforma em abuso; liberdade sem consciência transforma-se em irresponsabilidade; e fé sem ação pode transformar-se em acomodação.

Há situações que nos fazem perguntar: em quem podemos confiar? Nos políticos? Nas instituições? Nos tribunais? No Executivo? No Legislativo? No Judiciário?

Talvez a resposta mais prudente seja: confie nas instituições dentro dos limites da Constituição, fiscalize os homens que as ocupam e coloque sua confiança última em Deus.

A Bíblia não manda colocar a esperança definitiva nos poderosos. O Salmo 146 nos lembra:
“Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.”

Isso não significa abandonar a política.

Significa justamente o contrário:
participar dela sem transformá-la em religião.

Porque quando o homem transforma um político em salvador, já perdeu a capacidade de cobrar dele alguma coisa.

E quando transforma um partido em igreja, passa a defender seus erros como se fossem dogmas.

O Brasil precisa de cidadãos, não de adoradores de políticos.

Precisa de consciência, não de fanatismo.

Precisa de responsabilidade, não de idolatria.

E precisa, acima de tudo, de uma profunda renovação moral e política.

Há algo muito desconfortável, quando o trabalhador que acorda cedo, enfrenta trânsito, transporte precário, impostos e dificuldades para sustentar sua família olha para o Estado e sente que a balança da justiça não está equilibrada.

Uma pergunta legítima aos defensores dos atuais programas sociais e pacotes de bondades do governo: O trabalhador brasileiro sente que seu esforço está sendo devidamente reconhecido?

Afinal, democracia não é somente votar. É também prestar contas, cobrar.

Vamos novamente ao título:
O VOTO E O DEVOTO.

O voto é responsabilidade diante da República.

O devoto é aquele que reconhece que - acima da República, acima de Brasília, acima dos palácios, das cortes, dos partidos e dos governos - existe um Deus que continua sendo soberano.

Por isso, o nosso maior refúgio não está em Brasília. Felizmente.

O nosso maior refúgio está no Alto.

Não está no luxo de uma mesa sofisticada, nem numa garrafa de Macallan, aberta em Nova York ou Londres, nem no resort Tayayá, enquanto milhões lutam diariamente para sobreviver.

Não há problema em desfrutar legitimamente dos frutos do trabalho e da vida. O problema começa quando o conforto de poucos se torna indiferente à dor de muitos.

A verdadeira riqueza de uma nação não pode ser medida apenas pelo luxo daqueles que chegaram ao topo, mas também pela dignidade daqueles que ainda lutam para sair da base.

E então chegamos à conclusão inevitável: é preciso votar.

Não porque o voto seja uma varinha mágica. Não porque um candidato seja um salvador. Não porque algum partido possua todas as respostas.

O voto é uma das poucas armas cívicas entregues igualmente ao cidadão comum.

Rico ou pobre. Doutor ou analfabeto. Empresário ou trabalhador. Homem ou mulher.

Todos entram na cabine eleitoral com a mesma responsabilidade.

E o devoto entra ali levando consigo algo ainda maior: sua consciência.

Que Deus nos dê sabedoria para escolher. Discernimento para não sermos enganados. Coragem para mudar aquilo que precisa ser mudado.

E que compreendamos que nenhum governo humano será capaz de ocupar o lugar do Governo de Deus.

O voto pode mudar governos.

A consciência pode mudar sociedades.

E somente Deus pode transformar corações. Por isso vote e fiscalize.

Mas, acima de tudo: olhe para o Alto.

Porque Brasília pode até decidir muita coisa sobre nossa vida. Mas não decide e define a nossa consciência e o nosso destino eterno.

“Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.” - Salmo 33:12

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

FORD ABRE 40 VAGAS DE ESTÁGIO PARA UNIVERSITÁRIOS EM SÃO PAULO E NA BAHIA

O Programa de Estágio 2027.1 da Ford oferece oportunidades em diversas áreas, desde engenharia e TI a finanças e marketing

A empresa oferece uma trilha de desenvolvimento voltada ao aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais

A Ford abriu as inscrições do seu Programa de Estágio 2027.1 para universitários que desejam iniciar a carreira na indústria automotiva. Nesta edição, são oferecidas 40 vagas nas unidades da empresa em Camaçari (BA), São Paulo e Tatuí (SP), distribuídas entre as áreas de Desenvolvimento do Produto, Tecnologia da Informação, Vendas, Pós-Vendas, Recursos Humanos, Finanças, Manufatura, Gestão Ambiental e Marketing.

As inscrições podem ser feitas até 31 de outubro de 2026 pelo Link. Os selecionados deverão iniciar as atividades em janeiro de 2027. Para participar, é necessário estar cursando do segundo ao penúltimo ano da graduação em instituição reconhecida pelo MEC e ter disponibilidade para um contrato de, no mínimo, um ano.

Os estagiários terão acesso a uma trilha de desenvolvimento voltada ao aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais. Além de bolsa-estágio competitiva, os benefícios oferecidos pela empresa incluem “day-off” de aniversário, Cartão Flash de alimentação e mobilidade/conectividade, TotalPass de academia e telemedicina.

O Brasil é hoje um dos nove centros globais de desenvolvimento do produto da Ford e conta com mais de 1.500 engenheiros e especialistas, que atuam no Centro de Desenvolvimento e Tecnologia (Camaçari) e no Centro de Testes (Tatuí). Esse time é responsável pelo desenvolvimento de um terço de todas as funcionalidades e tecnologias presentes hoje nos carros globais da Ford.

“Estamos em busca de novos talentos dispostos a aprender, aceitar desafios e fazer parte deste momento de grande transformação da indústria automotiva e da mobilidade”, diz Cintia Salmazo, diretora de HRBP, Talento, DE&I & Cultura da Ford América do Sul. “Neste programa, os estagiários terão várias oportunidades de crescimento e autonomia para desenvolver projetos de inovação, em contato com as tecnologias e processos mais avançados do mercado.”

> Clique aqui e inscreva-se

A Ford Motor Company (NYSE: F) é uma empresa global com sede em Dearborn, Michigan, comprometida em ajudar a construir um mundo melhor, onde cada pessoa seja livre para se mover e buscar seus sonhos. O plano Ford+ da empresa para crescimento e criação de valor combina pontos fortes existentes, novas capacidades e relacionamento sempre ativo com os clientes para enriquecer suas experiências e aprofundar sua fidelidade. A Ford desenvolve e entrega picapes, utilitários esportivos, vans comerciais e carros inovadores e desejados da Ford, além de veículos de luxo da Lincoln, juntamente com serviços conectados, incluindo BlueCruise (ADAS) e segurança. A empresa oferece liberdade de escolha por meio de três segmentos de negócios centrados no cliente: Ford Blue, projetando veículos icônicos a combustão e híbridos; Ford Model e, inventando veículos elétricos inovadores juntamente com softwares embarcados que definem experiências digitais sempre ativas para todos os clientes; e Ford Pro, ajudando clientes comerciais a transformar e expandir seus negócios com veículos e serviços sob medida para suas necessidades. Além disso, a empresa fornece serviços financeiros por meio da Ford Motor Credit Company. A Ford emprega cerca de 168.000 pessoas em todo o mundo. Mais informações sobre a empresa e seus produtos e serviços estão disponíveis neste link

Ford Motor Company
Ideal Axicom

FIM DA LINHA OU PRÓXIMO CICLO? A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA TENTA EVITAR QUE MATERIAIS E BILHÕES ACABEM NO DESCARTE.

No Brasil, cerca de 2 milhões de veículos chegam ao fim da vida útil por ano, mas apenas 1,5% têm destinação considerada adequada. No Rio de Janeiro, a Firjan SENAI articula indústria, empresas, centros de pesquisa e instituições de fomento para transformar pesquisa aplicada em soluções para a cadeia automotiva

Elementos de tapeçaria automotiva produzidos com material reciclado
Foto: Paula Johas | Divulgação Firjan

O carro que chega ao fim da vida útil não leva consigo apenas peças usadas. Também carrega plástico, fibras, tecidos, espumas, compósitos e outros materiais que custaram energia, dinheiro e recursos naturais para chegar até ali. Quando não conseguem retornar à cadeia produtiva, esses materiais representam uma perda econômica e revelam uma dificuldade maior da indústria brasileira: transformar pesquisa aplicada e política industrial em soluções que cheguem ao mercado no tempo necessário.

Essa foi uma das discussões presentes os quatro painéis do Auto360 - 1º Encontro de Logística Reversa da Cadeia Automotiva, realizado pela Firjan SENAI na Casa Firjan, no Rio. O encontro reuniu a General Motors, Stellantis, além de empresas e entidades como Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), Associação de Engenharia Automotiva (AEA), Interni, Protecta, Ideal Peças, Associação Brasileira de Reciclagem Automotiva (ABCAR), Sindirepa-RJ, Guarulhos Sucatas, Techcollor, Inmetro e Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro. A presença de diferentes elos da cadeia evidencia que a logística reversa não se resolve em uma única etapa.

“Para o Rio, há oportunidade de consolidar uma rede de competências em torno de uma agenda que combina indústria, tecnologia e sustentabilidade. Ao atuar como elo entre empresas, centros de pesquisa e o setor produtivo, a Firjan SENAI ajuda a criar as condições para que soluções desenvolvidas no ambiente de P&D encontrem aplicação efetiva na indústria”, afirma Alexandre Reis, diretor executivo Operacional do Sistema Firjan e diretor executivo SESI SENAI.

A dimensão econômica do problema ajuda a explicar por que a discussão deixou de ser exclusivamente ambiental. Segundo estimativa da ABCAR, cerca de 2 milhões de veículos chegam ao fim da vida útil todos os anos no Brasil. Apenas 1,5% teriam atualmente destinação adequada. A entidade calcula ainda que R$ 14 bilhões em peças recuperáveis sejam descartados anualmente. O mercado de desmontagem e reciclagem automotiva movimenta hoje cerca de R$ 2 bilhões por ano, com aproximadamente 550 mil veículos reciclados. A entidade avalia que esse volume poderia dobrar com maior estruturação da atividade.

A conta aumenta quando se considera que o problema começa antes do desmonte. O desenho do veículo determina, em boa medida, se um material poderá ser identificado, separado e reaproveitado depois. Um plástico misturado a outros polímeros, uma fibra incorporada a um compósito ou um tecido sem identificação adequada podem continuar fisicamente presentes no veículo, mas perder valor quando chegam ao fim da vida útil.

“Na prática, isso muda o desenho da cadeia. Não basta desenvolver uma tecnologia capaz de reciclar determinado plástico ou tecido. É preciso projetar a peça pensando em sua desmontagem, identificar o material, criar uma logística capaz de recuperá-lo, processá-lo sem perder as propriedades necessárias e encontrar uma aplicação industrial para o que foi recuperado”, explica Paulo Roberto Fúrio, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Firjan SENAI SESI.

A pesquisa aplicada já tenta resolver parte desse problema. Nos Institutos SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras e em Química Verde, no Rio, projetos trabalham justamente na transformação de resíduos e materiais descartados em novos insumos e componentes para a indústria. Em uma das frentes, materiais têxteis que perderam sua utilização original estão sendo estudados para voltar à cadeia automotiva.

Um dos casos envolve fardas que deixaram de ser utilizadas pelo Exército. Em vez de seguirem diretamente para o descarte, o material é processado e transformado em componentes destinados à indústria automotiva, inclusive em aplicações relacionadas ao isolamento acústico dos veículos. É um exemplo de economia circular que começa não no desmonte de um carro, mas na busca por uma nova utilização industrial para um material que já cumpriu sua função original.

A lógica é diferente da simples reciclagem de resíduos. “A economia circular abre um campo enorme de inovação. Projetos realizados pela área de fibras têm mostrado o potencial de transformar resíduos em novos insumos de alto valor”, diz Fúrio.

Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura e Materiais da AEA e gerente de Tecnologia e Inovação da Engenharia de Manufatura da General Motors na América do Sul, resumiu uma das inquietações presentes nos debates: o Brasil avançou na construção de uma política industrial, mas continua lento na transformação dessas iniciativas em resultados industriais. Na avaliação apresentada durante o encontro, nos últimos 12 anos o país conviveu com uma forte entrada de produtos chineses e, apesar de avanços pontuais, não conseguiu melhorar na mesma velocidade sua posição competitiva.

“Há recursos naturais, programas de incentivo, instrumentos de fomento e políticas públicas. Mas tempos ainda, por exemplo, o gargalo do tempo necessário para transformar esses instrumentos em projetos, produtos e escala. Na indústria automotiva, em que decisões de fornecedores e montadoras seguem ciclos internacionais, meses podem fazer diferença”, explica Sakuramoto.

A comparação feita no debate foi com a China, onde projetos considerados estratégicos podem ser tratados como política de Estado e conectados diretamente à geração de propriedade intelectual e aplicação industrial. Para o Brasil, a discussão passa pela criação de projetos estruturantes que não dependam exclusivamente de acordos pontuais entre empresas e governo, mas que desenvolvam competências consideradas estratégicas para o país.

A produtividade é outro componente dessa equação. “O Brasil conseguiu elevar em cerca de 30% a produtividade em dez anos, mas esse ganho ocorreu em um ambiente em que a inflação corroeu parte dos investimentos necessários para manter o avanço. O resultado é uma corrida em que, quando determinado incentivo ou programa começa a produzir efeitos, a tecnologia ou a necessidade industrial já pode ter mudado”, lamenta Sakuramoto.

No setor automotivo, essa pressão ganha uma dimensão adicional. São cerca de 1,6 bilhão de veículos em circulação no mundo, e cada veículo utiliza aproximadamente 2,5 toneladas de recursos naturais ao longo de sua produção. Em escala global, são cerca de 100 bilhões de toneladas de recursos naturais extraídos por ano, um volume associado a uma demanda sobre os recursos do planeta superior à sua capacidade de regeneração.

A indústria, portanto, começa a enfrentar uma equação que combina competitividade, matéria-prima e tempo. No Brasil, já existe matéria-prima reciclada em escala. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), elaborado pela MaxiQuim e publicado em 2025, foram produzidas 1,012 milhão de toneladas de resina plástica reciclada pós-consumo em 2024. Desse total, 67 mil toneladas foram destinadas ao setor automotivo. Novamente aparece o desafio de fazer esse material atender às especificações e à regularidade exigidas pela indústria.

“Desmontadoras precisam conseguir separar e identificar materiais; recicladores e transformadores precisam de matéria-prima com especificação e regularidade; a indústria precisa garantir desempenho e segurança; e as montadoras têm papel relevante na definição de requisitos e na criação de aplicações capazes de absorver o material recuperado”, afirma Celso Mattos, presidente do Sindirepa-RJ e vice-presidente da Firjan.

A regulação também começa a mudar o desenho dessa cadeia no país. A partir de 2027, veículos leves das categorias M1 e N1 deverão ser projetados para que pelo menos 80% de sua massa seja potencialmente reutilizável ou reciclável e 85% reutilizável ou recuperável. Em 2030, os percentuais sobem para 85% e 95%, respectivamente.

O Programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), política industrial federal criada em 2024 para o setor automotivo, estabelece metas e mecanismos de estímulo à descarbonização, inovação, pesquisa e economia circular. Dentro dessa agenda, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) coordena o projeto “Economia Circular de Autopeças Plásticas e Têxteis na Cadeia Automotiva”, iniciado em 2024, com conclusão prevista para 2027 e orçamento de aproximadamente R$ 4,16 milhões.

O próprio projeto mostra a mudança de escala da discussão: a reciclagem de plásticos e têxteis deixa de ser apenas uma etapa posterior ao uso do veículo e passa a fazer parte de uma agenda de desenvolvimento tecnológico. Essa é uma transição que já encontra exemplos na indústria. Em 2025, a Stellantis inaugurou em Osasco (SP) um Centro de Desmontagem Veicular Circular Autopeças, dedicado à desmontagem de veículos, recuperação de peças e reciclagem de materiais. A unidade recebeu investimento de R$ 13 milhões e tem capacidade anunciada para desmontar até 8 mil veículos por ano.

“Investir em um centro dedicado à desmontagem e à recuperação de materiais é uma forma de antecipar uma transformação que já está acontecendo na indústria. É uma aposta em tecnologia, eficiência e novos modelos de negócio que vão ganhar importância na indústria automotiva”, declara o representante da Stellantis, Martin Sirot.

Firjan - Federação das Indústrias do Rio de Janeiro

KARSTEN REFORÇA MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL AO COMPLETAR 144 ANOS DE TRAJETÓRIA

Investimentos em tecnologia, modernização do parque fabril e expansão internacional marcam o novo ciclo da companhia catarinense

Uma das empresas mais tradicionais da indústria têxtil brasileira, a Karsten completou 144 anos combinando a força de sua história com um novo ciclo de transformação. Fundada em 29 de setembro de 1882, em Blumenau (SC), a companhia avança na modernização de sua operação industrial, na ampliação da capacidade produtiva e no fortalecimento de sua presença internacional.

Os movimentos fazem parte de uma estratégia de longo prazo voltada ao aumento da eficiência, da produtividade e da competitividade, ao mesmo tempo em que a empresa preserva valores construídos ao longo de mais de um século.

Modernização industrial

Uma das principais iniciativas desse novo ciclo é a chegada de 12 novos teares da japonesa Toyota, destinados à produção de toalhas felpudas na unidade matriz, em Blumenau.

O investimento de aproximadamente R$ 12 milhões, incluindo equipamentos, infraestrutura, acessórios e instalação, permitirá substituir, até dezembro, 20 teares instalados na década de 1990. A renovação representa um avanço importante na atualização do parque fabril e amplia a eficiência de uma categoria historicamente estratégica para a Karsten.

A modernização também alcança outras etapas do processo produtivo. Neste ano, entrou em operação uma solução automatizada de costura da alemã TEXPA na unidade de tecidos felpudos, também em Blumenau. Com investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, o equipamento incorpora programação digital à produção e amplia o nível de automação, contribuindo para ganhos de produtividade, qualidade e agilidade.

Para o CEO da Karsten, Márcio L. Bertoldi, os investimentos mostram que tradição e transformação precisam caminhar juntas. “Chegar aos 144 anos é motivo de muito orgulho, mas também de responsabilidade com o futuro. Tecnologia, para nós, não significa apenas comprar máquinas novas. Significa produzir melhor, aumentar nossa competitividade e criar as condições para que a Karsten continue crescendo de forma sustentável pelas próximas gerações”, afirma.

Uma nova fronteira internacional

Outro marco desse ciclo é a primeira unidade industrial da Karsten fora do Brasil, instalada em Minga Guazú, no Paraguai. A operação amplia a capacidade produtiva da companhia, especialmente na categoria de banho, e representa um passo importante na construção de uma plataforma industrial mais flexível e competitiva na América do Sul.

A decisão de produzir no Paraguai faz parte de uma visão de longo prazo que combina capacidade, competitividade e expansão internacional. “O Paraguai não é um movimento isolado. É parte da Karsten que estamos construindo para o futuro. Estamos ampliando nossa capacidade, aumentando nossa flexibilidade e fortalecendo nossa presença na América do Sul".

"Queremos uma empresa cada vez mais preparada para competir,
 crescer e aproveitar novas oportunidades”, destaca
Márcio Bertoldi

Da fábrica para a casa

Os investimentos atuais se apoiam em uma estrutura construída ao longo de 144 anos. Com mais de 2,5 mil colaboradores, unidades industriais em Blumenau, Ibirama e Minga Guazú (Paraguai) e centro de distribuição em Gaspar (SC), a companhia está presente em mais de 20 países e em aproximadamente 7 mil pontos de venda no Brasil. A marca também mantém lojas próprias em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

O portfólio reúne produtos de cama, mesa, banho e decoração e traduz uma estratégia contínua de desenvolvimento de soluções para a casa.

Ao longo dos anos, a Karsten incorporou tecnologias como Sempre Limpa e Easy Wash para mesa e os tecidos impermeáveis Acquablock, além de ampliar sua presença em decoração com Karsten Decor e Karsten Ateliê.

As toalhas e produtos de banho permanecem entre os principais símbolos da marca. Entre os destaques está a linha Lumina, com tecnologia Unika, desenvolvida para reunir desempenho, qualidade, absorção e conforto.

Na categoria de cama, um dos avanços mais recentes é o Liso Max, tecnologia proprietária desenvolvida para reduzir rugas e vincos em tecidos 100% algodão e lançada inicialmente na linha Duo. A proposta é oferecer maior praticidade preservando características valorizadas do algodão, como maciez, respirabilidade e conforto.

Essas iniciativas acompanham as mudanças nos hábitos de consumo e reforçam o movimento da Karsten de ampliar sua atuação para além de produtos individuais, desenvolvendo soluções cada vez mais completas para a casa.

Uma história que continua em movimento

A capacidade de se transformar acompanha a Karsten desde sua origem. Em 1882, a empresa nasceu como uma pequena tecelagem em Blumenau. Ao longo de mais de um século, atravessou profundas mudanças econômicas, tecnológicas e sociais, ampliou seu portfólio, modernizou suas fábricas e construiu uma das marcas mais reconhecidas do setor de cama, mesa e banho no Brasil.

Para Bertoldi, a longevidade da companhia está justamente na capacidade de preservar sua essência sem deixar de mudar. “Quando olhamos para 144 anos de história, vemos muito mais do que fábricas, produtos ou máquinas. Vemos gerações de pessoas que ajudaram a construir a Karsten. Nosso compromisso é honrar esse legado, mas não viver apenas dele. Precisamos ter a coragem de transformar, inovar e fazer hoje as escolhas que permitirão que as próximas gerações continuem essa história.”

O executivo destaca que esse equilíbrio entre passado e futuro orienta o atual momento da companhia. “Uma empresa com 144 anos não chegou até aqui fazendo sempre as mesmas coisas. Chegou porque soube mudar sem perder sua essência. É isso que queremos continuar fazendo: preservar aquilo que nos trouxe até aqui e, ao mesmo tempo, construir a Karsten que queremos deixar para as próximas gerações.”

Ao completar 144 anos, a Karsten reafirma uma trajetória marcada pela capacidade de se renovar. Tecnologia, eficiência industrial, inovação, desenvolvimento de marcas e expansão internacional formam hoje as bases de um novo ciclo, construído sobre uma história centenária, mas com os olhos voltados para o futuro.

Karsten
KOI Comunicação