domingo, 22 de fevereiro de 2026

SAFRINHA DE MILHO: ESTRATÉGIA, TEMPO E ESCOLHAS BEM CALIBRADAS. Por Talita Cury*

A segunda safra de milho consolidou-se como um dos pilares da agricultura brasileira, ao mesmo tempo em que se tornou uma das etapas mais sensíveis do calendário agrícola. Janelas de plantio mais curtas, maior exposição ao estresse hídrico e pressão crescente de pragas e doenças elevaram o nível de risco e exigem decisões cada vez mais precisas ao longo do ciclo produtivo.

O milho ocupa hoje posição estratégica não apenas na alimentação animal, mas também na matriz energética, com o avanço consistente do etanol. Esse protagonismo amplia responsabilidades e reforça a necessidade de sistemas produtivos mais eficientes, capazes de sustentar produtividade mesmo em condições menos favoráveis. Reduzir perdas, otimizar recursos e proteger o potencial produtivo desde o início da lavoura tornou-se parte central da estratégia.

Nesse contexto, soluções de nutrição e proteção biológica ganham relevância como ferramentas complementares ao manejo convencional. Atuando de forma preventiva, contribuem para o equilíbrio fisiológico da planta, melhoram a eficiência no uso da água e ajudam a mitigar os impactos de estresses bióticos e abióticos. Não substituem planejamento ou disciplina operacional, mas aumentam a previsibilidade do sistema quando bem posicionadas.

Mesmo com a safrinha em andamento, ainda há espaço para decisões que preservam produtividade e rentabilidade. Leitura criteriosa da lavoura, ajustes técnicos e intervenções no momento adequado fazem diferença em um ambiente no qual o custo do erro é elevado e o tempo é um fator crítico.

A experiência recente da agricultura brasileira mostra que eficiência produtiva e sustentabilidade caminham juntas, especialmente em sistemas intensificados como o da segunda safra. O milho responde positivamente ao planejamento, à integração de soluções e à gestão responsável do risco. É nesse equilíbrio entre técnica, timing e estratégia que a safrinha segue cumprindo seu papel econômico e social no país.

* Talita Cury é Conselheira de Administração e
Relações Institucionais do Grupo Santa Clara

Grupo Santa Clara
Conceito Comunicação

O MOMENTO QUE VIVE O BRASIL

“É importante mostrar para o mundo o momento que vive o Brasil”, disse Lula, na despedida da Índia

Em coletiva de imprensa concedida neste domingo (22), antes do embarque para a Coreia do Sul, presidente exaltou o momento do Brasil no cenário internacional, fez projeções otimistas, disse o que espera do encontro com Donald Trump, ressaltou o BRICS e voltou a cobrar uma reformulação na ONU.

O presidente Lula afirmou ter certeza que o Brasil é um dos países de maior credibilidade em nível internacional: "Isso só é possível com muito trabalho e com muita seriedade" - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Ao fazer um balanço de sua visita à Índia neste domingo (22), durante entrevista coletiva concedida antes do embarque para a Coreia do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou os resultados da missão e afirmou que é preciso seguir apresentando ao planeta as potencialidades do Brasil. 

“É importante mostrar para o mundo o momento que vive o Brasil. Em apenas três anos e dois meses, nós fizemos mais de 520 novos mercados de produtos brasileiros. É mais do que tudo que a gente já tinha alcançado em muito tempo”, disse o presidente. “Nós não temos preferência comercial. O Brasil tem interesses comerciais. E o faremos com quem quiser fazer, desde que seja uma política de ganha-ganha”, destacou.

"Nós não temos preferência comercial. O Brasil tem interesses comerciais. E o faremos com quem quiser fazer, desde que seja uma política de ganha-ganha”, afirmou o presidente do Brasil.

Lula lembrou que, há 21 anos, esteve na Índia e, ao retornar ao Brasil, celebrou o marco de 100 bilhões de dólares de comércio exterior. Desde então, esse montante foi multiplicado em mais de seis vezes. “Hoje, esse comércio está por volta de 649 bilhões de dólares. E eu espero que, dentro de algum tempo, a gente possa comemorar um trilhão de dólares de comércio exterior”.

Da mesma forma, o presidente mostrou otimismo em relação à ampliação do fluxo comercial com a Índia após esta viagem. “O primeiro-ministro (Narendra) Modi estabeleceu comigo a ideia de que nós precisamos ter uma meta para chegar a 20 bilhões (de dólares) até 2030. Eu disse: nós vamos chegar a 30 bilhões em 2030, porque o potencial econômico dos dois países é muito forte”. Em 2025, o fluxo bilateral superou 15 bilhões de dólares pela primeira vez na história, um crescimento de 25% em relação a 2024.

Lula ressaltou ainda que o momento do Brasil no cenário internacional é fruto de um intenso trabalho para reposicionar a imagem do país. “Tudo está acontecendo tal como estava previsto e tal como nós trabalhamos. Porque foi com muito trabalho que a gente conseguiu oferecer aos empresários internacionais previsibilidade, estabilidade fiscal, estabilidade econômica, estabilidade social e estabilidade jurídica. E hoje eu tenho certeza de que o Brasil é um dos países de maior credibilidade em nível internacional. Isso só é possível com muito trabalho e com muita seriedade”.

Acordos governamentais

Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira falou antes do presidente Lula e fez um balanço detalhado da agenda na Índia, destacando os acordos que foram fechados. “Os dois chefes de Estado concordaram em priorizar iniciativas de cooperação nas áreas de defesa, aviação civil e militar, comércio, investimentos, saúde, indústria farmacêutica, ciência e tecnologias digitais, energia, minerais críticos, cooperação espacial, educação e cultura. Por ocasião dessa visita, foram assinados 11 acordos governamentais. Dentre eles, destaco a declaração que estabeleceu a parceria digital para o futuro, além de instrumentos nas áreas dos minerais críticos, propriedade intelectual, saúde, serviços postais, empreendedorismo e certificados de origem, entre vários outros. Foram também firmados três instrumentos público-privados entre universidades, fundações e outros entes governamentais”, listou o ministro.

Maior das missões

Presidente da ApexBrasil, Jorge Viana foi além e classificou a visita à Índia como a mais profícua de todas as realizadas nesta gestão pelo Governo do Brasil. “De todas as missões, acho que essa foi a maior, com extraordinários resultados, e que tem um futuro extraordinário pela frente. Nós inauguramos o escritório da Apex aqui em Nova Délhi, que já está funcionando. Nós colocamos produtos do Brasil na maior rede de supermercados daqui de Nova Délhi. Amanhã, vamos colocar na maior rede de supermercados de Mumbai. São pelo menos 40 lojas que já vão ter produtos brasileiros: castanha, açaí, limão, frutos”, revelou Viana, que também afirmou que em breve haverá um voo direto de Nova Délhi para o Brasil, o que facilitará ainda mais os fluxos comerciais e turísticos.

Principais pontos da entrevista do presidente Lula

Estados Unidos e Donald Trump
A pauta que eu quero conversar com o presidente norte-americano é muito mais ampla do que minerais críticos. Nós temos uma relação diplomática de 201 anos. É uma relação muito sólida. O que eu quero conversar com o Trump é a relação entre o Brasil e os Estados Unidos. Eu não sei qual é a pauta dele, mas eu espero que, depois dessa reunião, a gente possa estar garantindo que a gente voltou a ter uma relação altamente civilizada, altamente respeitosa. Nós queremos ter relações iguais com todos os países. Nós queremos tratar todos em igualdade de condições e receber deles um tratamento também igualitário. Se isso for possível, eu acho que tudo voltará à normalidade.

Derrubada das tarifas dos EUA
Eu quero conversar com o Trump pessoalmente, sentar em torno de uma mesa para conversar com muita seriedade sobre a importância da relação civilizada entre Brasil e Estados Unidos. E obviamente que eu não tenho como ficar medindo a decisão da Suprema Corte americana. Não tem como um presidente de outro país julgar a decisão da Suprema Corte. Alguém recorreu, a Corte tomou a decisão. Certamente, ele já tomou novas medidas, alguém vai recorrer, vai ter outra decisão. Da nossa parte, o que nós achamos é que houve um alívio para muitos países que estavam taxados em 50% e 40%. Agora para todo mundo vai ser 15%. Eu estou convencido que na conversa a relação Brasil-Estados Unidos vai voltar à normalidade. Eles têm interesse, nós temos interesse. Se taxar alguns produtos nossos vai causar inflação nos Estados Unidos e vai ser prejudicial ao povo americano. Ele já sabe disso.

Reuniões com MODI e empresários indianos
Não discutimos nenhum problema que fosse polêmico entre nós dois, porque eu não vim aqui para discutir a divergência, eu vim aqui para discutir a confluência. E eu tenho muita afinidade com o primeiro-ministro Modi. Posso dizer que os empresários indianos são muito otimistas com relação aos seus investimentos no Brasil. O que nos une nesse instante é a nossa briga para que as nossas economias sejam fortalecidas e a gente possa sair da situação que a gente se encontra. Nós queremos nos transformar em países altamente desenvolvidos.

Reformulação na ONU
Nós precisamos ter fóruns para discutir as coisas, porque senão as coisas não mudam. Nós estamos reivindicando há muito tempo a mudança no estatuto da ONU e a mudança no Conselho de Segurança da ONU, dos membros permanentes, mas também a mudança dos países. Precisa ter mais gente no Conselho de Segurança. Não tem nenhum país do continente africano, não tem nenhum da América Latina. Só tem a China, da Ásia. Por que a Índia não está no Conselho de Segurança da ONU? Um país com um bilhão e quatrocentos milhões de seres humanos. Por que o Brasil não está? Por que a Alemanha não está? Por que o México não está? Por que a Nigéria não está? Por que o Egito não está? Você tem muitos países com mais de cem milhões de habitantes que poderiam estar, para quê? Para mudar. Para a ONU voltar a ter eficácia, a ter representatividade. Porque do jeito que está a ONU, ela tem hoje pouquíssima eficácia. Ela não resolve nenhum problema. É preciso fortalecer a ONU se a gente quer que prevaleça uma instituição de importância vital para a manutenção da paz e da harmonia no mundo. Eu acho que, juntos, esses países em desenvolvimento e os países do Sul Global podem mudar a lógica econômica do mundo.

BRICS
O BRICS é um processo de formação de um grupo muito forte. Quase metade da humanidade. O que nós precisamos é ter consciência de que 10 membros do BRICS participam do G20. Por que foi construído o G20? Por conta da crise do subprime causada em 2008. Por que foi criado o BRICS? Por conta das reuniões que a gente fazia com a Índia, com a China e com a Rússia. A gente está dando uma certa cara a um grupo que era marginalizado, que era o chamado pessoal do Sul Global. E nós temos pretensões políticas. Criamos um banco, que é o banco do BRICS. Tudo nosso é muito novo ainda. O que nós queremos é fortalecer um grupo. Quem sabe esse grupo, fortalecido, vai se juntar ao G20 e quem sabe um dia a gente tenha só um grupo, um G30. Eu estou convencido de que o BRICS é um jeito da gente ter o equilíbrio geopolítico no planeta Terra.

Governo Federal
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
FSB Comunicação

sábado, 21 de fevereiro de 2026

“INFLUENCERS: “PRAGAS” QUE ECOAM, CONSCIÊNCIAS QUE ESCOLHEM”. Por Linoel Dias*

Foto: digination.id

Vivemos em um tempo em que a influência deixou de ser privilégio de reis, líderes religiosos ou grandes pensadores. Hoje, qualquer pessoa com um celular na mão pode alcançar milhares — às vezes milhões — de outras. A era das redes sociais transformou cidadãos comuns em “influencers”, vozes capazes de moldar comportamentos, opiniões e desejos.

Mas influenciar é mais do que aparecer.

Influência é responsabilidade. Cada palavra publicada, cada imagem compartilhada, cada opinião defendida carrega um peso invisível, com impacto na vida de alguém. Há jovens formando valores, adultos buscando referências, pessoas fragilizadas procurando direção. Nesse cenário, a pergunta que precisa ecoar é: influenciar para quê?

Há influencers que promovem conhecimento, saúde emocional, fé, educação, solidariedade. Usam sua visibilidade como instrumento de luz. Tornam-se pontes, não palcos. Servem, não apenas se servem. São como lâmpadas colocadas no alto, não para exaltar a si mesmas, mas para iluminar o caminho de outros.

Por outro lado, existe o risco da superficialidade. Quando a busca por curtidas supera a busca por verdade; quando a imagem vale mais que o caráter; quando o lucro se torna mais importante que a consciência — a influência perde sua essência e transforma-se em ruído. E ruído não constrói, apenas distrai.

O texto Sagrado nos lembra que “pelos seus frutos os conhecereis”. Não pelos seguidores, não pelas visualizações, mas pelos frutos. Que frutos uma influência está gerando? Ansiedade? Comparação? Inveja? Ou esperança, aprendizado e crescimento?

O número de pastores/pastoras, sem a mínima formação, é cada vez maior, criando celeumas religiosas e sociais. Confundem popularidade com autoridade.

Também precisamos refletir sobre nosso papel como seguidores. Não somos vítimas passivas do conteúdo que consumimos. Escolhemos a quem dar audiência. Alimentamos aquilo que valorizamos. Se a sociedade produz influencers vazios, é porque há um público que os sustenta. Se produz líderes conscientes, é porque há uma audiência que deseja profundidade.

Influenciar não é apenas um título digital — é uma missão humana. Todos influenciamos alguém: filhos, amigos, colegas de trabalho. Mesmo quem não possui redes sociais é influencer no cotidiano. Cada atitude é uma mensagem. Cada decisão é um exemplo.

Talvez o grande desafio do nosso tempo não seja acabar com os influencers, mas transformar o conceito de influência. Que ela deixe de ser sinônimo de fama e passe a ser sinônimo de impacto positivo. Que o brilho das telas não apague o brilho da ética. Que a visibilidade caminhe ao lado da responsabilidade.

A verdadeira influência não se mede em números, mas em vidas tocadas. Não se constrói em algoritmos, mas em valores. E quando a consciência guia a comunicação, a influência deixa de ser vaidade — e se torna serviço.

* Linoel Dias é jornalista e colunista do “Coisas de Agora”

NAVEGANTES É O PRIMEIRO AEROPORTO DA MOTIVA COM CARREGADORES DE CELULAR POR INDUÇÃO NAS LONGARINAS

A solução, criada por um colaborador, transforma a experiência dos passageiros e deve ganhar expansão para outros aeroportos da Motiva

Carregar o celular durante uma viagem deixou de ser um desafio para quem passa pelo Aeroporto Internacional de Navegantes. O terminal é o primeiro da Motiva a testar um sistema de carregamento por indução instalado diretamente nos braços das longarinas, que são aqueles assentos presentes nas salas de embarque. A novidade foi criada por um colaborador do aeroporto de Navegantes e promete transformar a experiência dos passageiros.

A ideia surgiu de forma despretensiosa, mas cheia de propósito. “Eu estava voltando de uma viagem e meu celular estava com menos de 5% de bateria. O aeroporto estava lotado, todas as tomadas estavam ocupadas. Quando me sentei e olhei para o braço da longarina, pensei: ‘poderia ter um carregador aqui”, relembra Douglas Nardelli, analista de aeroportos e criador do projeto.

Desenvolvido de forma colaborativa, o sistema é simples e seguro: um módulo de carregamento é instalado no braço da longarina, com toda a fiação protegida e acabamento discreto. Basta encostar o celular sobre o ponto indicado e a bateria começa a ser recarregada, sem a necessidade de cabos.

Para os passageiros, a novidade já faz diferença. “Muito prático. Não precisei ficar procurando tomadas nem me preocupar em esquecer cabos. Enquanto esperava meu voo, consegui carregar o celular”, contou Pedro Batista, advogado, que estava a caminho do Rio de Janeiro.

O aeroporto preparou um espaço exclusivo onde todas as longarinas contam com a tecnologia de indução. O local já atrai mais movimento e tem gerado comentários positivos. “O principal benefício é oferecer mais pontos de carregamento, inclusive para quem esquece o carregador em casa. Transformamos um espaço antes pouco utilizado em uma área de conveniência para os passageiros”, destaca Douglas.

Para a gestão do aeroporto, a iniciativa reforça a importância de valorizar ideias que surgem dentro da própria equipe. “A Motiva está sempre em busca de soluções que ampliem a boa experiência dos passageiros. Projetos como esse mostram como a inovação também nasce de dentro, do olhar atento de quem vive o dia a dia do aeroporto”, afirma Wilson Rocha, gerente do Aeroporto Internacional de Navegantes.

O projeto, atualmente em fase piloto em Navegantes, já conta com planos de expansão. A expectativa é que a tecnologia seja implementada em outros aeroportos administrados pela Motiva ainda este ano, ampliando a experiência de uma jornada mais prática, conectada e conveniente, que já vem conquistando os viajantes. 

Aeroporto de Navegantes: Fundado em 1970, é o principal acesso aéreo para o litoral norte de Santa Catarina, onde estão localizados a cidade de Balneário Camboriú e o parque Beto Carrero World, por exemplo. Possui grande relevância para o turismo e os negócios da região Sul do Brasil. Está sob administração da Motiva desde março de 2022

Motiva: Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, a Motiva atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em sua plataforma de trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Primeira empresa do Brasil a integrar o Novo Mercado, a Companhia está listada há 14 anos no hall de sustentabilidade da B3

Motiva
Excom - Excelencia em Comunicação

NEOSOLAR LANÇA EQUIPAMENTO INÉDITO NO MERCADO BRASILEIRO PARA FORNECIMENTO DE ENERGIA EM LOCAIS REMOTOS

Gerador Solar 12Vcc é uma solução Off Grid completa, compacta e fácil de instalar

Com o crescimento acelerado no Brasil e no mundo, a energia solar é uma alternativa viável para levar eletricidade a áreas remotas, onde a rede elétrica tradicional não chega, ao mesmo tempo em que promove inclusão social, reduz impactos ambientais e estimula o uso de uma fonte limpa, renovável e economicamente acessível.

De olho nessa necessidade, a NeoSolar acaba de lançar o Gerador Solar 12Vcc ZTROON, uma solução Off Grid completa para cargas em corrente contínua, compacta e fácil de instalar — ideal para quem busca autonomia e eficiência energética.

O Gerador Solar ZTROON é versátil e pode alimentar diversos tipos de equipamentos, como câmeras de segurança e sistemas de vigilância, antenas e roteadores de internet, dispositivos IoT e sensores agrícolas, além de estações meteorológicas e sistemas de telemetria.

Vantagens e aplicações do Gerador Solar 12Vcc ZTROON

O produto possui saída de 12V para câmeras, repetidores, roteadores, modems, Starlink, iluminação, IoT. Além disso, as vantagens incluem ainda proteção contra sobrecarga e descarga, aquecimento automático em baixas temperaturas, conta com IP65, proteção contra chuva e poeira.

A solução incorpora em um único equipamento tudo o que um sistema solar precisa para funcionar: painel solar, controlador de carga e bateria de lítio integrados, além de um BMS inteligente que garante armazenamento seguro e maior vida útil ao sistema.

Produto inédito no mercado brasileiro, o equipamento possui um portfólio bem amplo com atualmente 3 modelos, 60W, 100W e 240W prontos para uso no modo plug & play. O equipamento possui integração que dispensa instalações complexas e pode ser fixado diretamente em postes ou paredes.

“Nosso portfólio ganha mais robustez com o Gerador Solar All In One da ZTROON e reforça o compromisso em oferecer tecnologia para o cliente que busca a sua própria geração de energia, com alta eficiência e desempenho, em uma solução eficiente e segura”, afirma Raphael Pintão, sócio-fundador da NeoSolar.

Ideal para ambientes externos, o Gerador Solar possui baixo custo de manutenção, em uma operação confiável e de longa vida útil. “Com o adicional de suporte técnico especializado da NeoSolar, oferecemos uma solução completa para projetos Off Grid, áreas rurais, condomínios, construções temporárias e locais sem acesso à rede elétrica estável”, finaliza.

A NeoSolar é a maior distribuidora de produtos para energia solar Off Grid do Brasil, focada em fazer da energia solar fotovoltaica uma solução viável e utilizada em todo o país. Fundada em 2010, a empresa possui unidades de negócios para projetos On e Off Grid, cursos e treinamentos, bombeamento solar e soluções customizadas. A empresa foi uma das fundadoras da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR), principal associação do setor no País

NeoSolar

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

PENDURICALHOS, BALANGANDÃS E OUTROS BABADOS. Por Marli Gonçalves*

O juiz populariza ainda mais a expressão penduricalhos. O presidente sacode os balangandãs dele e chegam notícias sambadas de todos os cantos. O país do Carnaval é mesmo uma maravilha. Além de agora festejarmos o pré, o próprio e o pós, todos os blocos se mantêm alinhados, incluindo a política, a Justiça. E as lambanças que se estenderão durante o ano.

Aqui é mesmo Carnaval o tempo inteiro. Sacode. É visível a alegria dos jornalistas noticiando o breque aos penduricalhos dos poderes, incluindo o Judiciário, nas últimas sentenças do ministro Flávio Dino, uma das novidades mais recentes do STF (instituição que cada vez mais não nos falta como fonte de notícias). Uma das primeiras vezes que eu me lembre que o “juridiquês” é claro como água. Todo mundo entende, já sabia, está adorando ver expostos os ganhos adicionais de castas, que ultrapassam qualquer limite do razoável: os penduricalhos, assim descritos. Quem os defende, quem ganha, quanto ganha, como ganha, quem os inventa, auxílio-peru, auxílio panetone, licenças-prêmio, ajudas quase divinas que nem comprovar conseguem.

Flávio Dino realmente tem um perfil diferenciado. Haroldo Lima, que a pandemia matou em 2021, um dos meus maiores e antigos amigos, ex-guerrilheiro, ex-deputado constituinte, entre tudo o mais que viveu, sempre me dizia que Dino era especialmente inteligente, e o que é melhor, com humor, como o descrevia contando suas histórias. Haroldo convivia direto com ele, era dirigente do PCdoB, partido ao qual o ministro pertenceu durante anos. Agora vejo o quanto Haroldo tinha razão. Dino animou ainda mais o nosso Carnaval.

Mas não foi o único. Lula se superou na Avenida, beijando, na Sapucaí, um a um, os pavilhões de todas as escolas do dia que a Acadêmicos de Niterói o homenageava com o desfile e samba-enredo do qual ouviremos certamente falar durante muito tempo e até depois das eleições presidenciais previstas para outubro. Tentava mostrar imparcialidade. Desceu várias vezes à Avenida, creio até que um pouco para fugir do mau humor da primeira dama, Janja, que chegou toda pronta para desfilar, mas foi convencida de que não deveria para não piorar ainda mais a situação, e como se isso fosse possível àquela altura. Uma breve leitura do samba-enredo, que dificilmente não passou pelo crivo do Planalto, deixa qualquer um com dificuldade de defender que aquilo não foi uma forma de propaganda. Com um “quase” de oficial.

Uma trapalhada evitável – ou ao menos poderia ter sido melhor disfarçada - que juntou alas e alas de ode ao líder que, segundo o enredo, só fez o bem, nunca teve problemas ou questionamentos; aliás, nem preso foi. Censurar, jamais, mas que a puxada e a deselegância de tratamento de alguns temas foram excessivas não há como negar. Não era um bloco despojado desfilando por aí com eleitores e foliões travessos; naquele momento era uma Escola do Grupo Especial, que acabou, ainda por cima, despencando de novo, rebaixada, para gáudio (mais um) dado de graça aos opositores. Que inclusive se ofendem por muito menos.

Bem, dizem que é agora que o ano começa, embora há muito isso não seja mais verdade, e este já se mostra bem animado e perigoso. Nós, que não ganhamos penduricalhos, vamos continuar sambando, balançando nossos balangandãs por aí.

PS: Tive o prazer de fazer os textos do maravilhoso livro de pesquisa e imagens da fotógrafa Catherine Krulik, Carnavais do Brasil, da Grão Editora, 2010. Lá dá para ver a beleza de todos os carnavais que festejamos. Que não são poucos

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

FABIANO PEDRASSANI ASSUME A DIREÇÃO GERAL DA OSTEN MOTORS

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente

Fabiano Pedrassani

Fabiano Pedrassani assume a Direção Geral da Osten na divisão Motors, que reúne 33 operações de Vendas e Pós-Vendas, representando marcas de referência como BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, Ram, Triumph, Kawasaki, BMW Motorrad e BYD.

Engenheiro de formação, Fabiano possui MBA em Finanças, Administração e Economia, especialização em Estratégia, Liderança, Gestão de Negócios e Inteligência Artificial. Com mais de 20 anos de experiência, esteve à frente de empresas nacionais e multinacionais em posições C-Level, iniciando sua carreira no mercado financeiro, onde construiu uma base sólida de gestão apoiada em planejamento, processos orientados a resultados e valorização das pessoas.

Ao longo de sua trajetória executiva, liderou iniciativas de transformação digital, reestruturação operacional e melhoria consistente de desempenho, sempre conectando estratégia e execução. Seu DNA profissional é marcado por foco em indicadores, disciplina financeira e uma visão clara de longo prazo.

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente.

Cultura orientada ao cliente

Com 25 anos de história, a Osten construiu uma trajetória sólida no mercado automotivo premium, reconhecida pela excelência operacional e pelo foco genuíno no cliente. Esse posicionamento é sustentado por uma liderança presente e um modelo de governança claro, conduzido por Jorge Yamaniski Neto, CEO da Osten, e Jorge Yamaniski Filho, Presidente do Conselho, que combinam visão estratégica, disciplina de execução e responsabilidade institucional.

Desde a origem do grupo, a cultura Omotenashi orienta a forma de agir da Osten. Mais do que um conceito, trata-se de um conjunto de práticas incorporadas ao dia a dia, com foco no cuidado, na atenção aos detalhes e na antecipação das necessidades de clientes e parceiros. Essa aplicação consistente fortalece a cultura organizacional, amplia a confiança do mercado e reforça a capacidade da Osten de gerar valor de maneira sustentável.

A chegada de Fabiano Pedrassani à Direção Geral reforça esse modelo de liderança. Sua atuação aproxima ainda mais a governança da operação, fortalecendo a execução no dia a dia e conectando estratégia, pessoas e resultados.

Osten Group - Fundada em agosto de 2001, a Osten Group é um dos maiores grupos do segmento automotivo premium do Brasil. A Osten Motors, operação de concessionárias, representa as marcas BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, RAM, BYD, BMW Motorrad e Triumph Motorcycle, e foi uma das primeiras a comercializar veículos elétricos no País. A Osten GO atua em assinaturas e locação de veículos e motocicletas, com o objetivo de proporcionar uma nova rotina, por meio de experiências com veículos premium, uso e compartilhamento de veículos elétricos e terceirização da frota executiva para empresas. A Osten Seguros oferece soluções em seguros automotivo, residencial, empresarial, vida, previdência, saúde e odontológico. A REVO - Electric Revolution, é especializada na comercialização e instalação de pontos de recarga para veículos elétricos em residências, empreendimentos comerciais, shoppings e estacionamentos. A Osten Group está presente nos principais polos do Estado de São Paulo, com operações de Vendas e Pós-Vendas em São Paulo, São José dos Campos, Santos e Praia Grande, além de um Centro Administrativo e Logístico na Zona Leste da capital. Com atuação em todo o território nacional, o grupo é referência de excelência no setor automotivo, amplamente reconhecido e premiado pelas principais montadoras. O compromisso com a qualidade, a inovação e a experiência do cliente se refletem em elevados padrões em cada ponto de contato, especialmente em nosso pós-venda, que sustenta a força e a reputação da marca Osten. Clique aqui e visite o site

Osten Group
GPCOM Comunicação Corporativa

IAB BRASIL ANUNCIA LIDERANÇAS DOS COMITÊS PARA 2026

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), associação que integra uma rede global presente em mais de 45 países, anunciou os nomes dos presidentes e vice-presidentes de seus comitês para 2026 

Entre os anunciados estão: Natalia Kuchar, Heitor Estrela, Alexandre Kavinski, Ricardo D’Ottaviano e Mariana Meinberg

Neste ano, serão nove núcleos temáticos, responsáveis por discutir, propor e acompanhar os principais assuntos relacionados ao mercado de publicidade e mídia digital no país.

“É dentro dos comitês que acontecem as conversas mais relevantes sobre o nosso mercado. Os encontros têm lideranças que acompanham de perto as transformações do setor, contribuem para a construção de boas práticas e promovem debates qualificados sobre os temas que impactam diretamente a indústria”, afirma Denise Porto Hruby, CEO do IAB Brasil.

Os presidentes são eleitos e têm mandato de um ano, com possibilidade de reeleição única por mais um período. Já os vices são indicados pela diretoria do IAB Brasil. Os comitês anunciados são os de Assuntos Regulatórios e Jurídicos, Áudio Digital, Brand Safety, Creator Economy, DOOH (Digital Out-of-Home), Inteligência Artificial, Retail Media e Vídeo Digital.

À frente dos comitês estão profissionais  de empresas que integram o mercado de publicidade, tecnologia, dados, veículos, agências e plataformas digitais. Essa composição, segundo o IAB Brasil, busca refletir a diversidade de visões e experiências do setor, promovendo debates qualificados e alinhados às transformações da indústria. Todos os associados do IAB podem participar dos comitês.

Os comitês se reúnem periodicamente com todos os associados do IAB para discutir os desafios e oportunidades de cada área. Desses encontros, saem os Grupos de Trabalho, que se reúnem para produzir materiais educativos ao mercado, como pesquisas, infográficos, guias, entre outros materiais.

Os comitês e seus líderes

Comitê de Assuntos Regulatórios e Jurídicos
Presidente: Natalia Kuchar (Google)
Vice-Presidente: Nome: Beatriz Falcão (Kwai)

Comitê de Áudio Digital
Presidente: Rafael Takeshita (Spotify)
Vice-Presidente: Sabrina Balhes (Nielsen)

Comitê de Creator Economy
Presidente: Marina Landherr (TikTok)
Vice-Presidente: Gabriela Hermanny (Globo)

Comitê de DOOH
Presidente: Heitor Estrela (Eletromidia)
Vice-Presidente: Breno Cersosimo (helloo)

Comitê de Inteligência Artificial
Presidente: Alexandre Kavinski (WPP Media Services/WMS)
Vice-Presidente: Adriano Henriques (Artificial Gains)

Comitê de Jogos e Apostas
Presidente: Ricardo D’Ottaviano (Betano)
Vice-Presidente: Fernanda Meirelles (FAS Advogados)

Comitê de Mensuração
Presidente: Daniela Pereira (Unilever)
Vice-Presidente: Leo Naressi (DP6)

Comitê de Retail Media
Presidente: Mariana Meinberg (Magalu Ads)
Vice-Presidente: Daniela Keller (Mercado Ads)

Comitê de Vídeo Digital
Presidente: Breno Barcelos (Google)
Vice-Presidente: Will Zanette (Netflix)

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) é uma organização de impacto que tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável da publicidade digital no país. Integra uma rede global presente em mais de 45 países, incentivando a criação de boas práticas no planejamento, criação, compra, venda, veiculação e mensuração de ações publicitárias on-line. Com 27 anos de atuação no Brasil, a organização reúne cerca de 200 associados, entre eles representantes das principais empresas do mercado digital, como veículos de mídia, agências, anunciantes, empresas de tecnologia, institutos de pesquisa e consultorias

IAB Brasil
Ovo Comunicação

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

GRUPO UBYAGRO ANUNCIA REORGANIZAÇÃO DO COMITÊ EXECUTIVO PARA REFORÇAR ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO E INOVAÇÃO

Instalações da Ubyfol no Distrito Industrial II de Uberaba, Minas Gerais.

O Grupo UbyAgro, multinacional brasileira com atuação internacional, anuncia uma reorganização em seu Comitê Executivo, que inclui a criação de três novas diretorias estratégicas, contando com o total de oito diretorias. O movimento integra a estratégia da companhia para ampliar a eficiência operacional, sustentar o crescimento e preparar a gestão do negócio para os desafios do futuro do agronegócio.

“O novo Comitê Executivo reforça a visão de longo prazo do Grupo, que combina eficiência operacional, inovação e competitividade, com atenção especial às demandas por sustentabilidade no campo”, destaca Fabrício Simões, CEO do Grupo UbyAgro.

Para liderar a frente de Marketing, Inovação e Portfólio, o Grupo UbyAgro anuncia a contratação de Otávio Mamede como diretor de Marketing. O executivo passa a responder pelas áreas de Marketing, Pesquisa & Desenvolvimento, DTM, Inovação e Administração de Vendas, funções estratégicas para a expansão e diferenciação do portfólio da companhia. Com mais de 15 anos de experiência no agronegócio e passagens por empresas como Arysta, Timac e UPL, Mamede terá como missão fortalecer os pilares de Acesso ao Mercado e Portfólio, promovendo mais integração entre as áreas e acelerando o desenvolvimento da multinacional.

O fortalecimento da área comercial também ganha destaque com a nomeação de Raiza Machado como diretora Comercial Cerrado 2, responsável pelas operações nos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia, Tocantins e Distrito Federal. Com 13 anos de experiência no agronegócio, Raiza assume a liderança de quatro gerências regionais, para impulsionar a expansão dos negócios, aumentar a proximidade com os clientes e garantir mais agilidade nas decisões comerciais em uma das regiões estratégicas para a organização.

Ana Guimarães assume a Diretoria de Operações, passando a responder por toda a cadeia de operações, suprimentos e logística. Com uma trajetória de 10 anos e atuação recente como gerente Executiva de Finanças, a executiva agrega uma visão integrada, aliando conhecimento financeiro, organização e experiência em gestão para liderar os desafios operacionais e produtivos da companhia.

Sustentabilidade, inovação e protagonismo em biológicos

O novo formato reforça a visão de futuro do Grupo UbyAgro para o agronegócio: crescer com consistência, aliando desempenho econômico ao desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis para o campo. Nesse cenário, a Vitales, empresa do grupo dedicada a biológicos, ganha ainda mais protagonismo ao responder diretamente a uma demanda crescente do mercado por tecnologias que conciliem produtividade e preservação ambiental.

Para ampliar a disponibilidade desses insumos no Brasil e acompanhar a evolução do setor, a Vitales inaugura, no primeiro semestre deste ano, uma nova fábrica que deve triplicar a capacidade de produção. “Ao completar 40 anos, o Grupo UbyAgro se reestrutura para uma nova fase de negócios”, completa o CEO.

Grupo UbyAgroCom sede em Uberaba (MG), o Grupo UbyAgro é composto pela Ubyfol, empresa de nutrição vegetal presente há 40 anos no mercado; pela Vitales, que produz defensivos biológicos e inoculantes para a agricultura; pela Bauminas Agro, que atua na produção de matérias-primas e micronutrientes minerais, pelo Moon Hub, o primeiro polo nacional de inovação tripartite voltado para o agronegócio, e pelo Instituto UbyAgro, cujo objetivo é transformar projetos em ações que geram impacto positivo na vida de colaboradores, clientes e da sociedade. Criada em 2021, a holding foi desenvolvida para estruturar o crescimento de todas as empresas dentro do seu guarda-chuva de atuação

Grupo UbyAgro
Grupo Printer Comunicação

PAULO ALVARENGA FOI NOMEADO CEO DA TKMS BRAZIL

Paulo Alvarenga

Em 2 de fevereiro último, Paulo Alvarenga assumiu a posição de CEO da TKMS Brazil. Com mais de 13 anos de experiência na thyssenkrupp, Alvarenga deixa sua função de liderança corporativa no nível do grupo para liderar duas operações estratégicas em um momento decisivo na transformação do conglomerado industrial alemão.

“É uma honra liderar a TKMS Brazil em uma etapa tão importante. O Programa Fragatas Classe Tamandaré representa não apenas um salto tecnológico para a Marinha do Brasil, mas também uma forte contribuição para a capacidade industrial nacional, a inovação e a geração de empregos qualificados”, afirma Paulo Alvarenga, CEO da TKMS Brazil.

Na TKMS Brazil, o principal destaque é o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), um projeto estratégico que envolve a construção de quatro fragatas de última geração em Itajaí, Santa Catarina, com o objetivo de modernizar a Marinha do Brasil e proteger a chamada “Amazônia Azul”.

Alvarenga é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (Minas Gerais, Brasil), com pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV e em General Management pelo IMD, em Lausanne, Suíça. É também membro do Conselho da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) e Vice-Presidente do Conselho de Administração da ABIHV – Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde. Além de sua função na TKMS Brazil, o executivo também foi nomeado CEO da thyssenkrupp nucera na América do Sul.

Desde outubro de 2025, a TKMS tornou-se independente e passou a ter capital aberto, ingressando no índice MDAX em dezembro de 2025. Como o único fornecedor europeu totalmente integrado de sistemas de defesa marítima, a empresa possui uma carteira recorde de pedidos superior a EUR 18 bilhões, beneficiando-se de maior independência financeira, agilidade e novas oportunidades de inovação e crescimento.

A TKMS é uma das principais empresas navais do mundo, com mais de 9.100 colaboradores (incluindo trabalhadores temporários) em três estaleiros em Kiel e Wismar, na Alemanha, e Itajaí, no Brasil, além de unidades em diversos países. A empresa atua como fornecedora de sistemas para submarinos e navios de superfície, bem como para eletrônica marítima e tecnologias de segurança. Cerca de 3.300 colaboradores trabalham na unidade de Kiel, tornando-a o maior estaleiro da Alemanha. Seus 185 anos de história e a busca constante por aprimoramento permitem que a empresa estabeleça repetidamente novos padrões. A TKMS oferece a seus clientes em todo o mundo soluções sob medida para enfrentar os desafios altamente complexos de um mundo em transformação. A força motriz por trás dessa energia inovadora são seus colaboradores, que moldam o futuro da TKMS com paixão e compromisso todos os dias. Clique aqui para mais informações

thyssenkrupp Brasil
RPMA Comunicação

LUCAS FERREIRA É O NOVO CMO DA BETSUL

Com experiência em marketing digital e liderança de grandes operações de mídia, executivo assume o desafio reposicionar a marca no mercado

Lucas Ferreira

Referência em apostas desde 2019, a Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como seu novo Chief Marketing Officer (CMO). Especialista em marketing digital e com sólida trajetória em diferentes segmentos da economia, o executivo assume a liderança da estratégia do setor de Marketing em um momento decisivo de reposicionamento e aceleração do crescimento da empresa, que soma seis anos de atuação no mercado brasileiro.

“Assumo o desafio na Betsul com total otimismo e uma missão clara de reconduzir a marca ao protagonismo do setor. Temos os pilares necessários para retomar nosso lugar entre os principais players: uma base sólida de excelência no atendimento e a melhor experiência para o jogador. Agora, vamos potencializar esses atributos com uma sinergia profunda entre marketing, produto e tecnologia. Estamos ajustando o rumo com estratégias inovadoras e um foco implacável em resultados, para garantir um crescimento acelerado nos próximos meses”, afirma Lucas.

Com mais de 14 anos de experiência em marketing digital e nove anos à frente de equipes de alta performance, Ferreira construiu sua carreira na criação e implementação de estratégias de crescimento e posicionamento de marca nos segmentos de varejo, tecnologia, moda e iGaming. Nos últimos anos, esteve à frente da gestão de mais de R$ 900 milhões em investimentos de mídia, com foco em aquisição de clientes, performance e construção de marcas relevantes. Reconhecido por integrar visão estratégica, análise de dados e liderança de equipes, o executivo visa o crescimento sustentável e resultados consistentes.

Betsul - Regulamentada no mercado de apostas, a Betsul foi criada em 2019, sendo a primeira casa de apostas em território nacional a conquistar o selo RA1000 do Reclame Aqui. A empresa oferece suporte completo 24 horas por dia a fim de garantir sempre a melhor experiência aos seus jogadores, além de manter iniciativas que priorizam o jogo consciente. Ao realizar o cadastro no site, para maiores de 18 anos, o jogador tem acesso a uma ampla gama de esportes e competições nacionais e internacionais, cassinos, cassinos ao vivo, e-sports e instantâneas. Saiba mais em https://www.betsul.bet.br. Autorização Portaria SPA/MF nº 255/2025

Betsul
bpmcom

CARLOS LOMONACO É O NOVO DIRETOR-ADJUNTO DE LOGÍSTICA DA YAMAHA E YAMALOG NO BRASIL

Executivo chega para acelerar novos negócios e ampliar portfólio de serviços logísticos do grupo no país

Carlos Lomonaco

A Yamaha Motor do Brasil, pioneira na fabricação de motocicletas no território nacional, anuncia a chegada de Carlos Lomonaco como diretor-adjunto de Logística e da Yamalog, empresa de soluções logísticas do grupo. O executivo assume o cargo com a missão de fortalecer a geração de novos negócios, desenvolver produtos e ampliar a oferta de serviços no mercado nacional.

Com mais de 15 anos de experiência em Logística e Supply Chain, Lomonaco é engenheiro de produção, com pós-graduação em Gestão Logística e extensão em Finanças pela FIA. Ao longo da carreira, ocupou cargos de gestão nas áreas de Projetos, Desenvolvimento de Negócios e Operações, atendendo clientes de setores como bens de consumo, varejo, indústria, vestuário, cosméticos e automotivo.

A chegada do executivo ocorre em um momento de expansão da Yamalog, que nasceu como operadora logística dedicada às demandas da Yamaha e evoluiu para o modelo de negócios voltado também ao atendimento de novos clientes.

Criada em 2017, a Yamalog é a primeira empresa de logística do Grupo Yamaha no mundo. Iniciou as operações em Manaus, com serviços de armazenagem e transporte, e, no mesmo ano, passou a oferecer soluções in house em São Paulo.

A Yamalog ampliou sua atuação a partir do aproveitamento das rotas de retorno dos caminhões ao Norte do país, estruturando uma operação capaz de atender regiões com alta complexidade logística. Atualmente, mantém presença nacional, com 14 filiais estrategicamente localizadas, sendo quatro com serviços de armazenagem geral.

Atendendo mais de dez segmentos, com destaque para duas rodas, alimentício, industrial, cosméticos e têxtil, a Yamalog reforça sua estratégia de crescimento sustentável, combinando eficiência operacional, capilaridade e padrões rigorosos de qualidade. A empresa possui certificações ISO 9001, ISO 45001 e ISO 14001, além de autorizações de órgãos reguladores como ANVISA, IBAMA e Vigilância Sanitária.

“A Yamalog vive um novo ciclo, com foco em ampliar sua atuação no mercado e desenvolver soluções logísticas cada vez mais completas e competitivas. Minha missão é acelerar essa expansão, fortalecer parcerias e transformar eficiência operacional em geração de valor para os clientes”, afirma Carlos Lomonaco.

A movimentação fortalece o posicionamento da Yamaha no Brasil como provedora de soluções integradas em logística, com estrutura preparada para sustentar o crescimento da operação nos próximos anos.

Yamalog

Fundada em 2017, a Yamalog, empresa de logística do Grupo Yamaha Motor do Brasil, é a única operação logística própria da Yamaha no mundo, incorporando a experiência de mais de 50 anos do grupo no setor. 

Com sede em Manaus, atua nos segmentos de transporte de carga lotação e fracionada, armazenagem e distribuição. Conta com 14 unidades operacionais, que somam mais de 34 mil m², cobertura nacional e presença em todas as regiões do Brasil. 

A empresa opera com uma frota robusta terceirizada, com mais de 600 carretas e 57 veículos de distribuição, emprega mais de 400 colaboradores e atende atualmente 113 clientes ativos, oferecendo soluções personalizadas, inteligentes e alinhadas ao posicionamento “Sempre do seu Jeito”.

A Yamaha iniciou operações no Brasil na década de 1970, com a inauguração da unidade de Guarulhos (SP). Atualmente, a companhia tem uma presença global em mais de 200 países, contando com uma equipe de 54 mil colaboradores. No mercado local, a corporação mantém uma rede com 615 pontos de venda autorizados, empregando mais de 4.500 funcionários diretos. Em 2024, a Yamaha Brasil alcançou a marca de cinco milhões de motocicletas produzidas e lançou novos modelos, incluindo a NEO'S CONNECTED, o primeiro modelo elétrico da marca produzido no Brasil. A empresa também aderiu à Rede Brasil do Pacto Global da ONU, com metas para neutralidade de carbono até 2050 e reciclagem de 100% dos resíduos até 2035. Alinhada com o compromisso social, apoia programas de capacitação profissional e promove treinamentos de segurança no trânsito por meio da Yamaha Riding Academy

Yamaha do Brasil
Grupo Printer Comunicação

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CONSÓRCIO SUPERA 12 MILHÕES DE PARTICIPANTES E SE CONSOLIDA COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO NO BRASIL

Projeção de crescimento de 11% em 2026 reforça mudança estrutural no comportamento do consumidor

Em um ambiente de crédito mais caro e maior cautela na tomada de decisões financeiras, o consórcio vem deixando de ser apenas uma alternativa ao financiamento tradicional para se consolidar como instrumento de planejamento patrimonial no Brasil. A modalidade tem atraído consumidores que priorizam previsibilidade orçamentária, disciplina financeira e organização de médio e longo prazo.

Esse movimento já aparece nos números do setor. Em 2025, o sistema de consórcios alcançou o maior patamar da história, com mais de 12,7 milhões de participantes ativos, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). No mesmo período, as vendas de cotas superaram 5 milhões, mantendo trajetória de expansão mesmo em um cenário macroeconômico desafiador.

O desempenho indica uma mudança mais estrutural no comportamento do consumidor. Em vez de recorrer ao crédito com juros para antecipar a compra de bens, parte dos brasileiros tem optado por modelos de aquisição programada, que permitem organizar o fluxo financeiro sem comprometer excessivamente a renda mensal.

“Há um amadurecimento evidente do consumidor. O consórcio deixou de ser visto apenas como alternativa quando o crédito está caro e passou a integrar estratégias de organização patrimonial”, afirma Luis Toscano, vice-presidente de Vendas e Marketing da Embracon, uma das maiores administradoras independentes de consórcios do Brasil.

Segundo o executivo, a modalidade tem sido utilizada não apenas para aquisição de veículos e imóveis, mas também como instrumento complementar dentro da estratégia financeira familiar.

“Muitos clientes combinam consórcio com outras formas de investimento. O foco não é antecipação imediata do bem, mas construção de patrimônio com previsibilidade”, avalia.

Movimento estrutural

A expansão do setor ocorre em um contexto em que educação financeira e controle do endividamento ganham relevância. Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias permanece em patamares próximos a recordes históricos, com cerca de 48% da renda comprometida com dívidas e mais de 28% da renda mensal destinada ao pagamento de obrigações financeiras no Brasil em 2025. Esses indicadores refletem um cenário em que consumidores buscam alternativas menos onerosas ao crédito tradicional.

Para administradoras, o crescimento não está atrelado apenas ao ciclo de juros, mas a uma mudança estrutural na forma como o brasileiro organiza seus projetos de aquisição.

A própria Embracon registrou R$ 39,5 bilhões em créditos comercializados em 2025, crescimento de 78% em relação ao ano anterior, refletindo o avanço da modalidade no mercado.

Perspectivas para 2026

A ABAC projeta crescimento de aproximadamente 11% para o sistema de consórcios em 2026, considerando indicadores como adesões, volume de negócios e participantes ativos. A estimativa sinaliza continuidade da expansão da modalidade mesmo diante de um cenário macroeconômico ainda desafiador.

Para analistas do setor, o número reforça a consolidação do consórcio como instrumento recorrente dentro do planejamento financeiro do brasileiro.

Mais do que alternativa pontual ao financiamento, a modalidade passa a ocupar espaço estratégico na formação de patrimônio, um movimento que pode redefinir o papel do crédito no país nos próximos anos.

Embracon
Máquina Cohn & Wolfe

TERMOTÉCNICA RECICLA EPS (ISOPOR*) USADO PELAS ESCOLAS DE SAMBA

Terminou o Carnaval, e no quesito harmonia com a natureza, a empresa Joinvilense é nota 10, na “batida” do respeito ao meio ambiente. A Termotécnica recicla o EPS (Isopor*) utilizado por escolas de samba em fantasias e carros alegóricos, material escolhido pela leveza, versatilidade e segurança na criação de grandes volumes e cenários, bem como alegorias individuais.

Mas, o que muita gente ainda não sabe é que o EPS é 100% reciclável.  E na unidade, localizada em Joinville, esse material, após o uso, recebe o destino correto: a reciclagem, sendo transformado em matéria-prima para novos produtos, como: rodapés e molduras para acabamentos, peças técnicas para eletrodomésticos, entre outros.

As escolas de samba, que desejarem mais informações para dar o destino correto ao EPS utilizado, podem entrar em contato com a Termotécnica pelo email: marketing@termotecnica.com.br ou o Whatsapp: (47) 999 941 113.

Para entender melhor como funciona a reciclagem do EPS e para onde esse material vai depois do uso, clique aqui e acesse o site Sou Reciclável.

* Isopor é uma marca registrada de terceiros.

Termotécnica
Logos Conexão e Conteúdo

COSTA DO MARFIM CAIU NO SAMBA DA SAPUCAÍ

* Linoel Dias

Os representantes Diplomáticos da Costa do Marfim, no Brasil, Diamouténé Alassane Zié, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário e Jennifer Curcio, Diretora do Escritório de Turismo e Lazer da Costa do Marfim para a América Latina — participaram, no fim de semana, da maior festa popular brasileira: o Carnaval do Rio de Janeiro.

Uma das razões da presença e observação foi a de reforçar a utilização da cultura como instrumento de união entre os dois países.

Jennifer Curcio, Diretora do Escritório de Turismo e Lazer da Costa do Marfim para a América Latina; e Diamouténé Alassane Zié, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Costa do Marfim

A participação reafirmou a política de aproximação bilateral por meio da cultura e do turismo e o compromisso do destino marfinense, em um palco de visibilidade global.

A música e a dança são as expressões culturais fortes em ambos os países, podendo dialogar com a mesma energia, os laços históricos que conectam África e Brasil.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

O TESTE DE FOGO DA RECEITA FEDERAL

O caso envolvendo o Banco Master deixou de ser apenas uma história sobre mercado financeiro. Tornou-se um episódio que toca o coração do Estado: o uso — ou o suposto abuso — de informações sigilosas.

Quando entram na equação autoridades com foro privilegiado e decisões do Supremo Tribunal Federal, o ambiente deixa de ser técnico e passa a ser político. E é justamente aí que mora o risco maior: a percepção pública.

A Receita Federal do Brasil sempre foi vista como um dos órgãos mais técnicos e estruturados da máquina pública. Seus sistemas são auditáveis. Cada acesso deixa rastro. Cada consulta é registrada. Não é um território sem controle.

Se servidores acessaram dados sem justificativa funcional, isso é grave. É crime. É passível de demissão. Mas é, até prova em contrário, um problema individual — não necessariamente institucional.

O que realmente colocaria a Receita em xeque não é o erro isolado. É a hipótese de direcionamento político, uso seletivo da máquina ou blindagem corporativa. Isso, sim, destruiria a confiança construída ao longo de décadas.

O mercado observa em silêncio. Empresas, contadores e investidores precisam de previsibilidade. Precisam acreditar que a fiscalização tributária não é instrumento de disputa de poder. A estabilidade econômica depende dessa neutralidade.

A crise atual é menos sobre o Banco Master e mais sobre credibilidade institucional. O banco pode enfrentar seus próprios problemas regulatórios. Autoridades podem se defender no devido processo legal. Mas a Receita precisa demonstrar algo maior: independência técnica.

Instituições fortes não são as que nunca erram. São as que expõem o erro, corrigem e punem — sem hesitação.

Se houver transparência, responsabilização e reforço de controles, a confiança pode sair até fortalecida. Se houver silêncio, corporativismo ou disputa política travestida de investigação, o dano será profundo.

No fim das contas, o caso é um teste. Não para um banco. Não para um ministro. Mas para a maturidade institucional do país.

E testes institucionais não admitem meia resposta.

Ricardo Hernandes
Coisas de Agora