segunda-feira, 20 de julho de 2026

ESTIAGEM NA AMAZÔNIA DEIXA DE SER PROBLEMA AMBIENTAL E PASSA A DESAFIAR A ECONOMIA BRASILEIRA

Seca nos rios amazônicos já impacta logística, indústria e abastecimento; debate reúne especialistas na FGV

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP) da Fundação Getúlio Vargas, com apoio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), promove no dia 27 de julho (segunda-feira), às 19h (horário de Brasília), mais um episódio da série Diálogos Amazônicos, com o tema "Seca nos Rios Amazônicos: Clima e Economia". O evento será transmitido ao vivo pelo canal da FGV EESP.

A estiagem dos rios amazônicos produz efeitos que ultrapassam as fronteiras da região Norte. A redução da navegabilidade impacta diretamente o escoamento da produção do (PIM) Polo Industrial de Manaus aumenta custos logísticos, afeta fornecedores de diversas regiões do país e influencia setores como comércio exterior, energia, mineração, agronegócio e abastecimento de insumos.

O encontro abordará os impactos das secas extremas registradas nos últimos anos sobre a navegabilidade dos rios, o abastecimento das populações, o transporte de cargas e a competitividade de setores econômicos da região. O debate também discutirá como ciência, gestão pública e iniciativa privada podem atuar de forma integrada para compreender, antecipar e responder aos efeitos das estiagens severas na infraestrutura hidroviária e na logística amazônica, fortalecendo a resiliência regional diante da crescente frequência de eventos climáticos extremos.

Convidados especiais

  • Otto Luiz Burlier da Silveira Filho - Secretário nacional de Hidrovias e Navegação do Ministério de Portos e Aeroportos
  • Marcello di Gregório - Diretor-presidente da Super Terminais
  • Francis Wagner Silva Correa - Professor de Meteorologia da (UEA) Universidade do Estado do Amazonas

Moderação

  • Márcio Holland – Professor de Políticas Públicas na FGV EESP e Colunista Broadcast/Agência Estado. Foi Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Serviço

Diálogos Amazônicos

A série “Diálogos Amazônicos” tem o patrocínio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Bic da Amazônia; Coimpa; Honda; Copag; Mondial; UCB da Amazônia; Visteon; Sinaees; Águas de Manaus; Super Terminais; Midea Carrier; Abraciclo; Simmmem; Impressora Amazonense; Fieam; Caloi; Tutiplast Indústria; Recorfama Indústria; GBR Componentes; Embalagem Placibras; Atem; Vinci; Bemol e Fundação Rede Amazônica.

CIEAM O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 578.208 mil empregos, dos quais 134 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2025 com um faturamento de R$ 228 bilhões

CIEAM
Grupo Printer Comunicação

HELANE SOUZA ASSUME DIRETORIA DA ABSOLAR NO AMAZONAS PARA ACELERAR DESCARBONIZAÇÃO COM BATERIAS E ENERGIA SOLAR NA REGIÃO

CEO da Trend Energy Holding & Investment e presidente do Grupo Future, a executiva assume com a missão de reforçar o trabalho da entidade em prol da tecnologia fotovoltaica, armazenamento energético e demais soluções sustentáveis no território amazonense

Helane Souza

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) acaba de nomear Helane Souza, CEO da Trend Energy Holding & Investment e presidente do Grupo Future, como a nova diretora da entidade no Amazonas. A executiva assume com a missão de ampliar a colaboração regional no desenvolvimento de políticas públicas, programas e incentivos na área de energia solar, armazenamento energético e demais tecnologias sustentáveis, sobretudo para acelerar a descarbonização da região amazônica, ainda muito dependente de combustíveis fósseis.

A proposta com a nova diretoria é também promover o crescimento econômico e a transição energética no estado a partir da expansão da fonte solar e das tecnologias de armazenamento energético por baterias no território amazonense. Segundo dados da ABSOLAR, o Amazonas possui atualmente cerca de 323 megawatts de potência instalada na geração própria solar. São mais de 17,8 mil sistemas fotovoltaicos em operação, que abastecem aproximadamente 21 mil unidades consumidoras.

Nascida na comunidade de Santo Antônio, em Novo Airão (AM), em meio ao santuário das Anavilhanas, Helane iniciou sua jornada empreendedora aos 19 anos, unindo desde cedo as raízes amazônicas à visão de que preservação e progresso devem caminhar juntos. É especialista em regulação e direito de Energia e foi uma das primeiras mulheres a desbravar o mercado de energia solar no Amazonas, tornando-se uma referência nacional na área.

Para a executiva, o avanço da energia solar e dos sistemas de armazenamento é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil e da região amazônica. “Como muitos estados da região Norte do país ainda dependem dos combustíveis fósseis, mais caros e poluentes, para suprimento de eletricidade dos cidadãos e do setor produtivo, o crescimento da energia solar e das baterias no Amazonas tem sido fundamental para melhorar a qualidade energia elétrica da população, garantindo mais segurança, autonomia e independência aos consumidores a partir de tecnologias limpas e sustentáveis”, comenta.

A ABSOLAR possui, ao todo, 14 diretorias estaduais no País, no Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e agora no Amazonas.

“A entrada de Helane Souza é motivo de grande satisfação e representa um importante avanço nos trabalhos desenvolvidos atualmente na região pela entidade”, diz Bárbara Rubim, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. “Por ser uma profissional de grande experiência no setor, Helane trará toda a sua expertise para ampliar o relacionamento local e a articulação com as autoridades e empreendedores da região”, acrescenta Rodrigo Sauaia, CEO da entidade.

ABSOLARFundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) é a entidade do Brasil que reúne todos os elos da cadeia de valor da fonte solar fotovoltaica e demais tecnologias limpas, incluindo armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. Com associados nacionais e internacionais, de todos os portes, a entidade é fonte de informação e articulação em prol da transição energética sustentável do Brasil

ABSOLAR
TOTUM Comunicação

GRUPO PRINTER COMUNICAÇÃO ASSUME O RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA DA CHINESA YADEA NO BRASIL

A partir deste mês, o Grupo Printer Comunicação passa a responder pelo relacionamento com a imprensa da Yadea no Brasil, líder global no desenvolvimento e na fabricação de motocicletas, scooters, bicicletas, patinetes e autopropelidos elétricos, segmento que vem registrando forte expansão no Brasil

O atendimento à imprensa será conduzido pelo executivo de atendimento, Marcel Salgueiro, e pela gerente de atendimento, Amanda Themístocles (à esquerda). A direção da conta fica a cargo de Rosangela Ribeiro (à direita)

Fundada na China em 2001, a Yadea está presente em mais de 100 países e atende uma base superior a 100 milhões de usuários por meio de uma rede global com mais de 40 mil varejistas. Tendo iniciado suas operações no mercado brasileiro em 2025, a marca se notabiliza pelos investimentos contínuos em tecnologia e inovações para a promoção da mobilidade sustentável. Sua presença no país conta com produção local em Manaus e expansão contínua da rede de concessionárias e de atendimento.

Grupo Printer

Como responsável pela comunicação da marca, o Grupo Printer será o ponto de contato para o atendimento às demandas da imprensa, agendamento de entrevistas, divulgação de informações institucionais e de produtos, além do apoio às iniciativas de relacionamento com a mídia desenvolvidas pela Yadea.

Os porta-vozes da Yadea e a equipe do Grupo Printer Comunicação permanecem à disposição para colaborar com pautas e entrevistas sobre mobilidade elétrica, inovação, tecnologia, sustentabilidade e o desenvolvimento do mercado brasileiro de veículos elétricos de duas rodas.

Yadea

A Yadea está presente em mais de 100 países, fornecendo veículos elétricos para mais de 100 milhões de usuários por meio de uma rede global com mais de 40 mil varejistas. Com a missão “Uma jornada maravilhosa para usuários globais”, a Yadea concentra-se em inovação tecnológica avançada para oferecer soluções de mobilidade verde e contribuir para um futuro mais sustentável.

Yadea
Grupo Printer Comunicação

MARCIO MOTTA É O NOVO GESTOR DE ATENDIMENTO E CUSTOMER SUCCESS DA INDEXMED

Executivo assume os processos de atendimento e sucesso do cliente no segmento de saúde e segurança do trabalho

Marcio Motta

A Indexmed, healthtech especializada em gestão digital de saúde e segurança do trabalho, anunciou a chegada de Marcio Motta, que passa a atuar como gestor de atendimento, customer success e suporte.

Com foco em elevar a experiência do cliente e otimizar a operação de pós-venda, o novo gestor chega para fortalecer a estrutura de relacionamento da healthtech. “Espero contribuir fortalecendo a experiência dos nossos clientes e ajudando a tornar os processos de Atendimento e Customer Success cada vez mais eficientes. Quero colocar em prática minha experiência de mais de 20 anos em SST para aumentar a satisfação dos clientes, desenvolver o time e apoiar o crescimento exponencial da Indexmed”, afirma o profissional.

Com mais de duas décadas de atuação na área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), Márcio acumula uma sólida bagagem no setor. Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação pela Estácio, ao longo de sua carreira ele se destacou no desenvolvimento de equipes de alta performance e na implementação de soluções estratégicas de atendimento, com passagens por empresas como RHMED Consultores Associados, BenCorp e Labor Mesp.

Na Indexmed, o gestor terá um papel fundamental para garantir que a tecnologia ande lado a lado com a satisfação do cliente. “O que mais me motiva é fazer parte de uma empresa que está em constante evolução e busca inovar por meio da tecnologia. Também gosto do desafio de construir soluções, desenvolver pessoas e gerar resultados que façam diferença para os clientes e para o crescimento da empresa", destaca.

Indexmed

A Indexmed é uma das principais plataformas de gestão de Saúde e Segurança do Trabalho, desenvolvida para atender empresas de todos os portes e prestadores de serviços de SST. É especialista nos envios dos eventos de SST para o eSocial, garantindo total conformidade com a legislação vigente. A solução centraliza exames ocupacionais, documentos legais e indicadores de saúde em um único ambiente digital, oferecendo rastreabilidade total das informações e suporte estratégico à tomada de decisões, atendendo também às exigências da NR 1.

Fundada em 2018 por Renan Soloaga, Leandro Santos, Ricardo Micelli e Sergio Pironato, a healthtech organiza dados críticos de SST, conectando tecnologia, gestão e compliance. Sua missão é tornar os processos mais eficientes, escaláveis e alinhados às necessidades reais das empresas e equipes de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Atualmente, a Indexmed conta com mais de 3,5 milhões de vidas cadastradas e mais de 267 mil empresas gerenciadas. Clique aqui e saiba mais

Indexmed
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RAPHAEL MENDONÇA É O NOVO DIRETOR COMERCIAL DA FINTECH FINZA

Com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro, Raphael Mendonça chega para ampliar geração de negócios, fortalecer parcerias estratégicas e acelerar a expansão da fintech

Raphael Mendonça

A Finza, fintech especializada em crédito para PMEs, acaba de oficializar a chegada de Raphael Mendonça como novo Diretor Comercial. O executivo,  25 anos de experiência no mercado financeiro, passa a ser responsável por ampliar a geração de negócios, fortalecer parcerias estratégicas e acelerar  o plano de crescimento da fintech, que já emitiu R$ 4 milhões em Cédulas de Crédito Bancário (CCB) e tem projeção de encerrar 2026 com carteira de R$ 40 milhões, além de expandir gradualmente a atuação para novos segmentos industriais.

Com passagens por gigantes do mercado,  como Safra, Itaú e ABN AMRO Bank, o executivo ocupou posições de liderança nas áreas comercial, de crédito, gestão de riscos e relacionamento com empresas, atuando em diferentes regiões do país e desenvolvendo negócios voltados ao segmento corporativo.

Na Finza, a prioridade de Raphael está em acelerar a colaboração com as indústrias e fomentar de forma significativa o acesso dos pequenos e médios empreendedores ao crédito. Em paralelo, analisar novos negócios, produtos e parcerias para a fintech.

“Existe uma demanda crescente por crédito produtivo entre micro, pequenas e médias empresas. Meu objetivo é ampliar a capacidade da Finza de chegar a esses empreendedores por meio de novos canais de negócios e parcerias estratégicas”, afirma Mendonça.

Para Eric Jun, co-CEO da Finza, a chegada do executivo reforça a estratégia de expansão da empresa. “Mendonça traz uma combinação importante de experiência comercial, conhecimento do mercado financeiro e capacidade de desenvolvimento de negócios. Sua chegada fortalece nossa estrutura para sustentar o crescimento da Finza nos próximos anos”, finaliza.

A Finza é uma fintech brasileira especializada em soluções financeiras para pequenos e médios empreendedores, com foco em crédito, antecipação de recebíveis e apoio ao capital de giro. A empresa atua como uma infraestrutura digital que conecta negócios a fontes de financiamento, utilizando tecnologia e análise de dados para tornar o acesso a recursos mais rápido, previsível e alinhado à realidade de quem empreende. Com o objetivo de ser o banco do empreendedor, a fintech integra crédito e gestão financeira à rotina das empresas. Com projeções de emitir R$ 40 milhões em crédito via Cédula de Crédito Bancário (CCB) em 2026, a empresa emitiu R$ 1 milhão em 2025, seu primeiro ano de operação. Dessa forma, a Finza reforça seu papel na ampliação do acesso ao financiamento produtivo fora do sistema bancário tradicional

Finza
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sábado, 18 de julho de 2026

HYUNDAI MOTOR BRASIL É CERTIFICADA PELO INSTITUTO LIXO ZERO BRASIL PELA QUARTA VEZ CONSECUTIVA

A Hyundai foi em 2023, a primeira montadora do País a conquistar o reconhecimento, ao registrar índice de 93% de resíduos adequadamente descartados. Marca foi melhorada para 94,2% em 2024, 95,8% em 2025 e 97,3% no ano de 2026

Este ano, a Hyundai também foi reconhecida com o Selo Ouro do “Compromisso SP Carbono Zero”, concedido às organizações que assumem formalmente a meta de
atingir a neutralidade das emissões de gases de efeito estufa até 2050

A Hyundai Motor Brasil recebeu sua quarta certificação consecutiva concedida pelo Instituto Lixo Zero Brasil. A companhia, que já havia sido a primeira fabricante de automóveis do País a receber o reconhecimento em 2023, solidifica sua liderança e compromisso ambiental ao elevar o índice de destinação correta de resíduos para 97,3%. O feito dá sequência à melhoria dos números da Hyundai na área, após registrar 93% no primeiro ano como Empresa Lixo Zero, 94,2% em 2024 e, mais recentemente em 2025, 95,8% de direcionamento adequado dos resíduos gerados na operação da fábrica sediada em Piracicaba (SP).

A performance reforça os avanços do projeto Aterro Zero, iniciado em 2018, e posiciona a fábrica de Piracicaba como uma das principais referências da indústria automotiva brasileira em economia circular e sustentabilidade. Os novos índices também são resultado de ações como campanhas de conscientização, reestruturação de coletores seletivos e a busca proativa por novas finalidades para os descartes. O selo, que se baseia nos padrões internacionais da Zero Waste International Alliance (ZWIA), atesta que mais de 90% dos resíduos são desviados de aterros sanitários e incineração, sendo encaminhados para reutilização, reciclagem ou compostagem.

Anteriormente, a Hyundai foi também a primeira montadora no Brasil a vencer o Prêmio Lixo Zero, na categoria “Certificação do Ano”, graças ao pioneirismo da marca no setor ambiental. Dentre as iniciativas da Hyundai celebradas pela condecoração, é possível destacar o projeto desenvolvido pela montadora que reaproveita resíduos de borra de fosfato gerados pelo processo produtivo dos veículos. Esse substrato, até então, era considerado um passivo ambiental sem alternativas viáveis de reaproveitamento e, a partir da ação da Hyundai, passa a ser transformado em matéria-prima, pela primeira vez na história da indústria nacional, para a fabricação de fertilizantes.

Hyundai firma compromisso por “carbono zero”

Também este ano, a Hyundai Motor Brasil conquistou o Selo Ouro do “Compromisso SP Carbono Zero”, iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL). O reconhecimento é concedido às organizações que assumem formalmente o compromisso de atingir a neutralidade das emissões de gases de efeito estufa (Net Zero) até 2050, mediante a elaboração de inventários de emissões e o estabelecimento de metas intermediárias de descarbonização para 2030 e 2040, até o relatório final em 2050.

A certificação Selo Ouro reforça o compromisso da Hyundai com a gestão climática responsável e a transição para uma economia de baixo carbono, alinhada às diretrizes do programa estadual e às melhores práticas internacionais de sustentabilidade. Além de demonstrar transparência na gestão de emissões, o reconhecimento evidencia os esforços contínuos da empresa na redução de sua pegada de carbono e na construção de operações cada vez mais sustentáveis.

Hyundai Motor Brasil
Ketchum-Interfuse

NUTEC LIDERA PROJETO DE R$ 1,4 MILHÃO PARA TRANSFORMAR RESÍDUOS ORGÂNICOS EM BIOMETANO NO CEARÁ

Iniciativa reúne pesquisadores e tecnologias inovadoras para produzir combustível renovável a partir de resíduos agroindustriais e urbanos, com financiamento da FUNCAP e apoio da Fundepag

Coleta de matéria prima para a produção de biogás

O Núcleo de Tecnologia e Qualidade Industrial do Ceará (NUTEC) lançou uma iniciativa inédita que combina materiais adsorventes, microalgas e inteligência artificial para produzir biocombustível renovável de padrão comercial a partir de dejetos agroindustriais e urbanos.

Intitulado Pesquisa e Desenvolvimento de Novas Tecnologias para Produção e Purificação de Biometano, o projeto conta com investimento total de R$ 1.433.042,55, financiado pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), com assistência da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag), e será desenvolvido ao longo de 24 meses.

De acordo com a coordenadora do projeto no NUTEC, Antônia Fádia Valentim de Amorim, a iniciativa tem como objetivo desenvolver e validar, em escala piloto, um sistema integrado capaz de transformar resíduos orgânicos de origem agroindustrial e de esgoto sanitário em biometano com pureza mínima de 90% de metano, equivalente ao padrão do gás natural comercial.

“O biogás bruto gerado pela decomposição de matéria orgânica contém grandes quantidades de dióxido de carbono (CO₂) e sulfeto de hidrogênio (H₂S), compostos que reduzem o poder energético do gás e corroem equipamentos, inviabilizando seu uso direto. Nesse contexto, o NUTEC lidera o desenvolvimento de tecnologias de baixo custo para remover esses contaminantes e elevar o biogás ao nível de biocombustível comercializável”, explica.

Antônia Fádia Valentim

A iniciativa é executada na unidade piloto do NUTEC, em Fortaleza (CE), que já conta com infraestrutura instalada de biodigestores de 1.000 litros, laboratórios analíticos e sistemas de monitoramento de gases. O projeto reúne ainda pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE), que contribuem com pesquisas aplicadas em adsorção, captura de CO₂ e desenvolvimento de materiais nanoestruturados.

Sistema integra adsorventes, microalgas e inteligência artificial

O Sistema Integrado de Biogás com Tratamento Avançado (SIBTA), desenvolvido sob coordenação do NUTEC, combina diferentes tecnologias para aumentar a eficiência da produção de biometano. Entre elas estão a síntese de nanopartículas de óxido de ferro (Fe₃O₄), compósitos de óxido de ferro com biocarvão (Fe₃O₄/biochar) e zeólitas de alta capacidade de adsorção produzidas a partir de resíduos industriais, capazes de capturar gás sulfídrico (H₂S) e gás carbônico (CO₂) com eficiência superior a 90%.

O sistema também contempla a operação e o monitoramento de um biodigestor de 1.000 litros para acompanhamento da produção de metano, dióxido de carbono e sulfeto de hidrogênio, além da utilização de fotobiorreatores para cultivo das microalgas Chlorella vulgaris e Limnospira platensis, responsáveis pela fixação biológica do CO₂ residual. O processo é complementado por um gêmeo digital baseado no modelo matemático ADM1 e integrado a ferramentas de aprendizado de máquina, permitindo monitoramento e otimização em tempo real, com erro de previsão inferior a 15%.

Tecnologia para transformar resíduos em energia

Interior da Unidade Piloto de Produção de biogás, com destaque
 pra três reatores de fibra de vidro

O projeto impacta diretamente o estado do Ceará, que vem avançando na gestão de resíduos, mas ainda enfrenta desafios relacionados ao aproveitamento energético desses materiais. A proposta prevê a valorização de resíduos agroindustriais, da fração orgânica de resíduos sólidos urbanos, de lodos e efluentes, criando alternativas para produtores rurais, agroindústrias e gestores municipais.

Além dos ganhos ambientais e energéticos, a iniciativa permitirá ao NUTEC desenvolver adsorventes produzidos localmente, reduzindo a dependência de materiais importados e fortalecendo a capacidade tecnológica da instituição.

“Este projeto representa um marco para o Ceará: transformamos um problema ambiental, ou seja, os resíduos que poluem nosso solo e nossas águas em energia limpa e tecnologia de ponta desenvolvida aqui mesmo no nosso estado. É a ciência cearense trabalhando para o Ceará”, afirma Antônia Fádia.

O projeto também prevê três ações de capacitação técnica para pelo menos 150 participantes e a realização de um Hackathon de inovação em biogás, com potencial para estimular o surgimento de startups voltadas ao setor de bioenergia, reforçando o papel do NUTEC como hub de inovação pública no Ceará.

Ao final dos 24 meses de execução, a expectativa é obter pelo menos três adsorventes com eficiência comprovada, operar continuamente o sistema produzindo biometano em padrão comercial por aproximadamente 30 dias, publicar dois artigos científicos indexados com DOI, realizar um depósito de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) referente ao compósito Fe₃O₄/biochar ou ao processo integrado SIBTA e registrar o software desenvolvido para o gêmeo digital.

A Fundepag foi criada em 1978, a partir dos esforços de grupos empresariais, representantes da agropecuária, da indústria, do comércio e das finanças para somar esforços do Estado e da iniciativa privada no desenvolvimento de projetos de pesquisa. Apoia e executa diversos tipos de projetos, serviços tecnológicos, capacitações e eventos. Além de contar com seu próprio Núcleo de Inovação Tecnológica Fundepag – NIT, expandido para Centro de Inovação Tecnológica - Conexão.f - reconhecido pelo Governo paulista, oferece uma estrutura de apoio administrativo-financeiro, de gestão de pessoas, consultoria jurídica e ferramentas informatizadas, com a qualidade e ética assessoradas pelas ISO 9001:2015 (qualidade), ISO 37301:2017 (compliance) e ISO 37001:2017 (antissuborno). Clique aqui para mais informações

NutecEm 1977, a Secretaria de Indústria e Comércio do Governo do Ceará realizou um estudo pioneiro para identificar os desafios tecnológicos enfrentados pelas indústrias locais. A pesquisa revelou carências em manutenção, controle de qualidade, treinamento de pessoal, transferência de tecnologia, pesquisa aplicada e consultoria. Com base nesses dados, foi elaborado um Plano Diretor, que justificou a criação do Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), destacando programas prioritários como assistência técnica, treinamento, ensaios tecnológicos e projetos de pesquisa. Em 2006, o Nutec foi qualificado como Agência Executiva, fortalecendo seu papel como referência em pesquisa, inovação e assistência tecnológica. Atualmente vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), o Nutec mantém sua missão de apoiar o sistema produtivo, instituições públicas e o Governo do Estado, promovendo o desenvolvimento científico e tecnológico no Ceará

NUTEC - Núcleo de Tecnologia e Qualidade Industrial do Ceará
Attuale Comunicação

TEMPO PARA TUDO, TUDO TEM O SEU TEMPO. Por Linoel Dias*

Ah, o tempo… esse mestre silencioso, irreversível e soberano, que não volta atrás nem se detém por nossas inquietações. Ele corre, ensina, transforma — e, muitas vezes, nos convida a aprender aquilo que a pressa insiste em ignorar

Há coisas que levam tempo. Há sementes que precisam permanecer ocultas sob a terra antes de florescerem. Há dores que só se tornam compreensíveis depois de longas estações. E há processos que, mesmo lentos aos nossos olhos, estão sendo cuidadosamente conduzidos pelo Criador.

O importante não é apenas desejar a mudança, mas compreender que ela faz parte de um processo. E processo exige paciência, perseverança e fé. Nem tudo acontece no nosso ritmo, mas tudo acontece no tempo certo.

Vivemos em uma era que valoriza o imediato, o rápido, o instantâneo. Porém, a vida verdadeira não se constrói na pressa. Ela se edifica no caminhar constante, no aprender diário, no agir com propósito. Por isso, passe mais tempo realizando do que apenas sonhando; mais tempo vivendo do que esperando; mais tempo praticando do que planejando.

Mas não confunda agir com ansiedade. Há uma diferença entre movimento e inquietação. A ansiedade rouba a paz, distorce o tempo e cansa a alma. Já a serenidade alinha o coração com o propósito de Deus e nos ensina a confiar, mesmo quando não entendemos.

Acalme, portanto, o seu espírito. Cubra-se de serenidade. Permita que a paz conduza seus passos. Pois há um tempo de plantar, um tempo de colher; um tempo de chorar e um tempo de sorrir; um tempo de esperar… e um tempo de realizar.

Debaixo do céu, tudo tem o seu tempo determinado — já dizia o sábio Salomão em Eclesiastes 3. E nessa verdade encontramos descanso: não estamos atrasados, nem adiantados — estamos sendo conduzidos.

Que saibamos discernir o tempo de agir e o tempo de esperar. Ter coragem para avançar e sabedoria para pausar. E que, acima de tudo, confiemos que o Autor da vida não se atrasa, nem se adianta — Ele faz tudo perfeito, no Seu tempo.

Foco, Fé e Força… que o tempo conduz a História.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 17 de julho de 2026

MERCEDES-BENZ CARS & VANS BRASIL MANTÉM LIDERANÇA EM TRANSPARÊNCIA CLIMÁTICA NO MERCADO PREMIUM

Empresa recebe, pelo quarto ano consecutivo, o selo Ouro no GHG Protocol, programa de referência para a gestão e contabilização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)

Estrela ESG Mercedes-Benz
Marca é pioneira no segmento premium a obter a certificação Ouro

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil conquista, pelo quarto ano consecutivo, o selo Ouro no GHG Protocol, programa de referência para a gestão e contabilização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Desde 2021, a empresa integra a iniciativa e se destaca pelo foco em responsabilidade ambiental, rastreabilidade e governança climática no setor automotivo.

Nesta nova edição, a certificação reforça a evolução da Mercedes-Benz na gestão e mensuração das emissões de gases de efeito estufa, a partir de um inventário que contempla diferentes frentes da operação, como consumo de combustíveis, uso de energia elétrica, emissões de sistemas de climatização e deslocamentos ligados às atividades da empresa.

“Este reconhecimento reforça o compromisso da nossa empresa com uma atuação cada vez mais responsável, transparente e alinhada às diretrizes globais de sustentabilidade da marca. Nossos times trabalham continuamente para aprimorar processos, fortalecer a governança climática e contribuir para uma operação mais eficiente do ponto de vista ESG”, afirma Marcelo Calonga, Head de Desenvolvimento de Rede de Concessionários da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.

Marcelo Calonga

A iniciativa conta com uma solução inédita no setor automotivo, desenvolvida pela Mercedes-Benz com base na norma internacional ISO 14064-1 e integrada à estrutura de gestão de riscos do COSO ERM (Enterprise Risk Management). Os dados nacionais são consolidados em dashboards com validação automatizada por inteligência artificial, o que amplia a padronização, a rastreabilidade e a transparência das informações em toda a rede de concessionárias.

GHG Protocol

Criado em 2008, o Programa Brasileiro GHG Protocol é responsável pela adaptação do método GHG Protocol ao contexto brasileiro e pelo desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões de gases de efeito estufa (GEE). A iniciativa foi desenvolvida pelo FGV Centro de Estudos em Sustentabilidade e WRI (World Resources Institute), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e 27 empresas fundadoras.

Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil

FERNANDO GOUVÊA ASSUME A DIRETORIA DE GERAÇÃO DE RECEITAS E MARKETING DA AGROTOOLS

Reconhecida como o maior ecossistema de soluções digitais baseado em inteligência de dados para o agronegócio corporativo, Agrotools anuncia a chegada de Fernando Gouvêa como novo Diretor de Geração de Receitas e Marketing

Fernando Gouvêa

Com mais de 20 anos de experiência nas áreas comercial e de desenvolvimento de negócios, o executivo assume a missão de acelerar a transformação comercial da companhia, fortalecer a geração de receitas e ampliar a presença da marca em mercados estratégicos.

A Agrotools é pioneira na aplicação de tecnologias como sensoriamento remoto, inteligência artificial, blockchain e APIs. Por meio de tecnologia proprietária, a empresa analisa mais de 1.300 camadas de dados de múltiplas fontes para apoiar a gestão de riscos, o compliance ESG e a eficiência das operações no campo. Primeira Agtech B Corp Global, a companhia também possui a certificação ISO 27001, referência internacional em gestão da segurança da informação. “Quero trazer para a companhia a disciplina e a cultura de vendas presentes nas empresas de alta performance. Meu objetivo é contribuir para a construção de processos, rotinas e estratégias que ampliem nossa capacidade de gerar valor para clientes e parceiros”, afirma o executivo.

Antes de ingressar na Agrotools, Gouvêa construiu uma sólida trajetória na multinacional americana Oracle, onde atuou por oito anos. Nos últimos quatro anos, liderou a área de vendas diretas da companhia, com atuação nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Grande São Paulo e Capital.

 “Tenho experiência em liderança, na construção de cadências comerciais, gestão de equipes, acompanhamento de indicadores e relacionamento com clientes. Acredito que essa vivência pode contribuir significativamente para consolidar uma cultura de equipe, fortalecendo isso cada vez mais forte dentro da Agrotools”, destaca.

Os desafios da nova função

Entre as prioridades de Fernando Gouvêa está a condução de uma transformação comercial estruturada, exercendo uma liderança estratégica capaz de integrar equipes, fortalecer a cultura de resultados e acelerar o crescimento da Agrotools. O executivo terá como foco impulsionar a geração de receitas, ampliar a proximidade com clientes e parceiros e consolidar estratégias que sustentem a expansão da empresa nos próximos anos.

Segundo Gouvêa, um dos principais desafios será equilibrar a adoção de práticas comerciais mais modernas e orientadas por dados com o nível de maturidade dos diferentes segmentos atendidos pela companhia. “Existe uma dinâmica muito própria nas empresas de tecnologia, especialmente nas grandes organizações, onde clientes e parceiros já estão habituados a determinados modelos de relacionamento. A missão agora é promover essa evolução de forma equilibrada, com uma boa liderança respeitando o momento da empresa, dos clientes e do mercado”, afirma.

Para o executivo, liderar esse processo significa não apenas implementar novas metodologias e ferramentas, mas também engajar pessoas, desenvolver talentos e construir uma visão compartilhada de crescimento sustentável. Outro foco estratégico do profissional será a ampliação de parcerias capazes de acelerar a expansão da Agrotools e ampliar sua cobertura territorial. “Precisamos construir alianças estratégicas que fortaleçam nossa capacidade de escalar tecnologias, ampliar nossa presença no mercado e atender um número cada vez maior de empresas que buscam inteligência para tomada de decisão”, reforça.

Embora esteja ingressando em um segmento novo em sua trajetória profissional, o executivo afirma que vem dedicando os primeiros meses na companhia à imersão no universo do agro. “Existe uma curva natural de aprendizado, mas estou extremamente focado em acelerar esse processo. O agronegócio é um setor fascinante, estratégico para o país e com enorme potencial de crescimento”, ressalta.

Disciplina dos esportes aplicada aos negócios

Além da carreira executiva, Fernando Gouvêa construiu uma trajetória de destaque no esporte de alto rendimento. Durante quase duas décadas atuou como atleta profissional de polo aquático, integrando a Seleção Brasileira por dez anos e participando da última edição da Liga Mundial da modalidade, realizada no Canadá, em 2012.

Para ele, muitas das habilidades desenvolvidas no esporte são fundamentais para o ambiente corporativo. “O esporte me ensinou valores que levo para toda a minha carreira, como disciplina, persistência, resiliência e trabalho em equipe. Também aprendi a importância da gestão do tempo e da organização, competências essenciais para liderar equipes, estruturar processos e alcançar resultados consistentes”, conclui.

Agrotools
Ruralpress

FORMAS NACIONAIS DE MOVIMENTOS PARA SOBREVIVÊNCIA. Por Marli Gonçalves*

Preparem-se. Apertem os cintos... Aliás, apertem tudo. Vamos lá que a temporada de movimentos obrigatórios para superar o cenário nacional está aberta. Eleições, tumultos, conversas fiadas, reajustes de tarifas de tudo o que a gente usa. Mais tarifaços. Para esquentar, que nada chega para refrescar, o El Niño já está entre nós. Vamos lá.

Cuidado. Abaixa! Desvia. Corre! Apertem os cintos. Não é que o piloto sumiu. A briga estará na condução da direção, muitos querendo o posto, um empurrando o outro, e adivinha só – o espelho está aí - quem está no tal avião aguentando as turbulências por conta do empurra-empurra. Como os preços já sentiram a condição, vamos apertar os cintos literalmente para as calças não caírem. E sem usar as tais canetas.

Aliás essas viraram coqueluche desenfreada. Até os restaurantes, com esse álibi, começaram a diminuir o que vem nos pedidos; não o preço, claro. Nada de gourmetização nem daqueles pratos enormes com pequenas porções arrumadas lindamente no centro – agora é geral. Já viram quanto está o preço do quilo nos self-services?

Assim, aprenderemos novos movimentos e até apuração dos sentidos, como tatear no escuro para economizar energia elétrica. Podemos estudar mais o crudivorismo, a dieta baseada no consumo de alimentos crus ou aquecidos a temperaturas menores, para economizar o gás. Se bem que esta dieta depende que comamos frutas, legumes, sementes e se você andou por feiras e supermercados deve lembrar toda hora com muita nostalgia dos preços do passado.

Bambolê, um bom e barato equipamento para aprender a desviar de tantas armadilhas pode ser um bom investimento, aquele aro girado ao redor da cintura, membros ou pescoço, para estimular a coordenação motora, o equilíbrio e o fortalecimento. No mínimo vai se distrair, se divertir, porque fácil não é. Rebolar, a gente já vem rebolando.

Por conta da violência geral, inclusive política, no dia a dia estamos aprendendo, adultos, a correr e a jogar melhor a “queimada”, nos esgueirando não só para usar o celular em cantinhos mais seguros para não o ver sair correndo de carona nas mãos de ladrões lépidos de moto ou bicicleta. Já viram que muitas lojas instalaram placas nas portas proibindo que tentemos nos abrigar ali para isso? Ninguém quer ajudar mais ninguém, que horror onde chegamos!

Brincadeiras (e realidade) à parte, agora que a Copa acabou e tomamos mais uma tunda de atordoar o segundo semestre se apresenta em todo seu esplendor. Beba bastante água, que frio e calor nessas variações térmicas inacreditáveis vão maltratar nossa saúde e precisaremos dela enquanto o tal El Niño piorar ainda mais o clima, e o garoto está chegando com força no mundo todo. Aliás, um tema, como muitos outros que nos são fundamentais, ignorados solenemente quando poderiam ser previstos e atenuados.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

BETTER GROUP LANÇA PROJETO QUE TRANSFORMA BATATA-DOCE EM ETANOL, BIOGÁS E NUTRIÇÃO ANIMAL EM CICLO SUSTENTÁVEL

Com investimento de R$ 20 milhões, iniciativa amplia a produção de biocombustíveis, gera energia renovável e cria cadeia de aproveitamento integral da matéria-prima

Usina Agropecuaria Vista Alegre | Itapetininga - SP 

A Agropecuária Vista Alegre – empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil – anunciou o início do processo de obtenção de documentos ambientais para a implantação de um projeto para produção de etanol, biogás e ração animal a partir da batata-doce. Com investimento de R$ 20 milhões na ampliação da indústria e na implantação de biodigestor, a iniciativa amplia a capacidade produtiva e diversifica uso do tubérculo fora do padrão comercial. A expectativa é produzir 7 milhões de litros de etanol por ano, dos quais 5 milhões terão origem na fermentação da batata-doce, além de 7 mil toneladas anuais de ração e 7 milhões de metros cúbicos de biogás com a inclusão do dejeto bovino.

O início do processo ocorre um ano após a apresentação do projeto na Feira Tecnológica da Batata-Doce (Batatec) de 2025, em Presidente Prudente (SP), animando os agricultores locais. A edição deste ano – organizada em parceria com a Agropecuária Vista Alegre – acontece entre os dias 23 e 26 de julho e reunirá produtores, pesquisadores e empresas ligadas à cadeia da batata.

“Esse projeto representa um novo passo na estratégia do Better Group de investir em soluções que ampliam a eficiência das operações e geram valor para os diversos elos da cadeia produtiva. Reunimos, em uma única iniciativa, produção de biocombustível, geração de energia e nutrição animal, com aproveitamento integral da matéria-prima”, afirma David de Carlo, gerente industrial da Agropecuária Vista Alegre. “Essa proposta também fortalece nossa relação com os produtores da região ao criar uma alternativa para o aproveitamento da batata-doce fora dos padrões habituais ou exigidos pelo mercado de consumo.”

Com a ampliação, a produção de etanol da empresa saltará de 2 milhões para 7 milhões de litros por ano, fortalecendo o compromisso do Better Group com uma cadeia produtiva de menor impacto ambiental – que inclui desde o etanol carburante utilizado em sua frota até o álcool destinado às indústrias farmacêutica, alimentícia e de cosméticos. Mais do que um avanço de escala, para a companhia o projeto materializa a economia circular na prática: o biodigestor converte resíduos e dejetos bovinos em biogás, que gera energia térmica e elétrica para a própria operação e contribui para a redução da pegada de carbono do negócio.

“A matéria-prima terá origem em parcerias com pequenos, médios e grandes produtores da região, responsáveis pelo fornecimento de batata-doce. Como o processamento industrial não depende de critérios estéticos, ampliamos o aproveitamento da produção com redução de perdas no campo”, comenta David de Carlo. Para complementar o abastecimento da indústria, a Agropecuária Vista Alegre também cultivará 400 hectares de batata-doce irrigada por pivô central, com adubação feita a partir de resíduos orgânicos da própria operação.

Outro resultado do processamento será a produção de Wet Distillers Grains (WDG, sigla em inglês para grãos úmidos de destilaria), coproduto utilizado na fabricação de ração para os animais confinados do Better Group. Testes laboratoriais apontam teor de proteína acima de 29% no ingrediente, possibilitando produção de aproximadamente de 7 mil toneladas de ração por ano. Após a extração desse material, os resíduos seguirão para o biodigestor, onde serão convertidos em biogás para geração de energia da própria indústria.

"Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group prática esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de 'Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã', construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular. A transformação da batata-doce em diferentes produtos mostra como a inovação pode ampliar o aproveitamento dos recursos e criar novas oportunidades para toda a cadeia produtiva", informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

Prêmio de ecologia

Ainda que recém-lançado, o projeto Bioenergia da Batata-Doce já conquistou um importante reconhecimento nacional. Em junho, a Agropecuária Vista Alegre recebeu o 32º Prêmio Expressão de Ecologia, na categoria Energias Limpas. Esta é uma das principais premiações ambientais do país e destaca iniciativas que associam inovação, eficiência produtiva e responsabilidade ambiental, reforçando a relevância de soluções voltadas ao melhor aproveitamento dos recursos no agronegócio.

Better GroupEmpresa brasileira de proteína animal, reúne a Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina com capacidade de engorda anual de aproximadamente 136 mil animais/ano, e duas plantas frigorificas Better Beef com capacidade de abate de aproximadamente 1.500 animais/dia. O grupo, que fornece carne para todo o Estado de São Paulo e exporta para mais de 20 países, é comprometido com a produção de proteína animal de qualidade superior, com práticas responsáveis de sustentabilidade, bem-estar animal e econômica circular. Clique aqui para mais informações

Better Group
Texto Comunicação Corporativa

JORNAL VIROU BANHEIRO DE PET. Por chicolelis*

Foto: Petz | Divulgação

Ao visualizar a foto que ilustra esta coluna, senti uma leve dor no coração. Nada grave, que pudesse pedir atendimento médico. Mas doeu reconhecer que hoje, aquele papel que fez parte de tantos anos da minha vida, virou banheiro para cães e gatos, hoje conhecidos como PETs.

Além de não exigir atendimento cardiológico, não foi uma dor de revolta, ou indignação. Apenas uma dor diante de tantas belas lembranças que meus anos em redações em três jornais me proporcionaram.  E de tantos anos em que fui leitor de muitos jornais nesta terra descoberta por Cabral.

Quando comecei, no ano de 1969, em “A Tribuna”, jornal mais que centenário, de Santos, que teve a primeira mulher como editora chefe, Miriam Guedes Azevedo, em 1990, o que eu mais queria era pegar o jornal no dia seguinte e ler o que havia escrito no dia anterior, por mais simples que fosse a notícia/informação. Assim como eu, milhares de pessoas iam às bancas comprar seu jornal, ou eram assinantes e os recebiam em suas casas.

Meu PET na época, a Lua, atendia às suas necessidades fisiológicas no seu cantinho, no quintal da casa e o jornal, depois de recortado meus textos, ia para o lixo.

Mas o jornal passou por várias outras utilidades. Grandes jornais, como Estadão, Folhão, O Globo, JB, Correio Brasiliense, Correio da Manhã, e outros espalhados por esse Brasil e que, apenas um deles, chegou a produzir mais de 1,5 milhão de exemplares em apenas uma edição, já embrulharam carne e peixe por muitos anos. E também eram procurados nas bancas ou lidos em sua casas.

Voltando à minha história dos jornais, em 1980, fui para O Globo, sucursal de São Paulo. Ali também havia a ansiedade de ler o que produzira no dia anterior, mas só confirmava sua publicação depois que o jornal chegava a São Paulo, vindo da matriz, no Rio de janeiro. Naquele tempo, os jornais não mais embrulhavam carne, peixe ou outros alimentos, mas ainda eram lidos e serviam para servir de cama para os moradores de rua que eram em pequeno número pela cidade, mas que já existiam.

Eram usados, desde sempre, para proteger os pés, como se fossem uma palmilha, nos dias de chuva, quando a maioria dos sapatos tinham sola de couro. Tempos em que os jornais eram mais isentos que hoje em dia.

Tempos em que, alguns jornais, quando espremidos, "saia sangue", tamanho o volume de crimes – nem sempre verdadeiros, mas narrados com grande criatividade. Exemplo foi o jornal O Dia, do Rio de Janeiro que, no dia 22 de outubro de 1967, deu a seguinte manchete: VIOLADA NO AUDITÓRIO, referindo-se ao ato do cantor/compositor Sérgio Ricardo, vaiado no concurso musical, na noite anterior, quebrou seu violão e o atirou no auditório; Mentira? Não, criatividade. Diz a lenda que. Naquele dia, diz a lenda O Dia teve 8 edições.

Muitos jornais, como O Globo não saiam aos domingos (só fez isso a partir de 1972) . A A Tribuna não saia às segundas-feiras, mas quando o jornal do Grupo Folhas, CIDADE DE SANTOS, passou a circular no primeiro dia útil da semana, em 1972, A Tribuna também o fez.

Todos esses jornais, naquela época, nunca se transformaram apenas em banheiro de PETs, como hoje, que nem chegam a ser vendidos, são apenas banheiros. Nem mesmo, no meu mais recente trabalho na Imprensa, o Diário do Comércio, falecido jornal da Associação Comercial de São Paulo, teve esse triste destino.

Hoje os leitores de jornais são poucos, as edições não passam de 50 mil exemplares, longe daquelas centenas de milhares que circulavam antigamente. Atualmente todos os jornais “circulam” na Internet, que não serve para banheiro de PET.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

HOT WHEELS CITY EXPERIENCE ENTRA NA RETA FINAL DE VISITAÇÃO NO IGUATEMI CAMPINAS

Experiência inspirada no universo da marca permanece no shopping até 2 de agosto com atrações interativas e pista de kart elétrico para crianças e adultos

Desde sua estreia no Iguatemi Campinas, a Hot Wheels City Experience Pocket Edition tem atraído visitantes de diferentes idades em busca de uma experiência que une diversão, interatividade e o universo de uma das marcas mais conhecidas do mundo. Sucesso de público, a atração entra na reta final de visitação e segue no empreendimento até o dia 2 de agosto, oferecendo atividades para toda a família.

Instalada na Praça de Eventos do segundo piso e no Deck Parking P2, a experiência reúne cinco estações temáticas que convidam o público a mergulhar no universo Hot Wheels. Entre os destaques estão o Museu Hot Wheels, que apresenta a evolução da marca ao longo das décadas, a Oficina de Design, onde os participantes podem criar seus próprios carros, e o HW Lab, espaço dedicado a desafios e experiências interativas.

Outro grande atrativo é a pista de kart elétrico personalizada no estilo Hot Wheels. Com aproximadamente 900 m², o espaço foi desenvolvido para proporcionar uma experiência divertida e segura para crianças, adolescentes e adultos. A operação utiliza karts elétricos, que não emitem poluentes e têm baixo nível de ruído.

"A Hot Wheels City Experience tem conquistado o público justamente por reunir diferentes gerações em uma mesma experiência. É uma atração que desperta a imaginação das crianças e, ao mesmo tempo, resgata memórias afetivas dos adultos, criando momentos especiais para toda a família", afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

A experiência conta ainda com cenários temáticos para fotos, atividades interativas e espaços que estimulam a criatividade dos participantes. Já na pista de kart, crianças a partir de 6 anos e 1,20 m de altura podem participar das baterias infantis, enquanto adolescentes e adultos têm sessões dedicadas ao público adulto.

Serviço
- Hot Wheels City Experience Pocket Edition
- Praça de eventos do 2º piso e P2 do Deck Parking do Iguatemi Campinas
- Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas
- Temporada até 2 de agosto

Horários da experiência
●       Terça a sexta-feira: das 13h às 20h
●       Sábados: das 11h às 21h
●       Domingos: das 12h às 20h

Ingressos  a partir de 19,95 reais (meia-entrada)
https://www.ticketmaster.com.br/event/hotwheelscityexperience-campinas

Kart infantil
Idade: de 6 a 12 anos
Altura mínima: 1,20 m

Kart adulto
Idade: a partir de 13 anos
Altura mínima: 1,60 m
Altura máxima: 1,90 m

Duração das sessões
Aproximadamente 7 minutos por bateria

FSB Comunicação
Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
rosana@macchinaweb.com.br
Antônio Fraga
fraga@macchinaweb.com.br