quinta-feira, 7 de maio de 2026

BOMBARDIER EXIBE JATO GLOBAL 8000 PELA PRIMEIRA VEZ NA AMÉRICA DO SUL DURANTE O CATARINA AVIATION SHOW

Aeronave executiva mais rápida do mundo será exposta ao lado do Global 6500 e do Challenger 3500

Bombardier Global 8000

A Bombardier anunciou nesta quinta-feira, dia 7, que o jato executivo mais rápido do mundo, o Global 8000, estará em exibição no Catarina Aviation Show, evento realizado de 21 a 23 de maio, em São Paulo. Trata-se da estreia da aeronave em uma feira do setor. O modelo Global 6500, que entrega alto desempenho sem concessões, e o jato executivo Challenger 3500, líder de vendas, também serão expostos no evento.

As aeronaves oferecem aos clientes luxo, desempenho e alcance líderes em suas categorias, sendo ideais para operações em aeroportos de regiões com altas temperaturas, grande altitude e pistas curtas. Durante o evento, a equipe comercial da empresa estará presente para receber clientes e parceiros.

Considerado o principal representante de uma nova era para a indústria, o jato executivo Global 8000 eleva padrões e redefine os limites da categoria ao combinar velocidade, alcance e eficiência operacional sem precedentes. É a aeronave civil mais rápida em operação, com velocidade máxima de Mach 0,95 e alcance de 8.000 milhas náuticas, permitindo que os passageiros voem mais rápido e mais longe.

Com a menor altitude de cabine da aviação executiva em produção - 2.691 pés, enquanto voa a 41.000 pés -, oferece uma experiência de voo suave, com nível de conforto a bordo elevado que reduz o estresse fisiológico associado a viagens em grandes altitudes, ajudando os passageiros a chegarem ao destino mais descansados e prontos para suas atividades. Com seu longo alcance, a aeronave conecta cidades estratégicas, como São Paulo a Perth, São Paulo a Vancouver e São Paulo a Dubai.

A aeronave também se destaca pela agilidade, com desempenho de decolagem e pouso comparável ao de um jato leve, já que seu avançado design de asa, com slats exclusivos no bordo de ataque, permite operar em até 30% mais aeroportos do que seu principal concorrente.

“O Global 8000, da Bombardier, está hoje no ápice da aviação executiva, enquanto o Global 6500 e o líder da indústria Challenger 3500 são aeronaves com desempenho comprovado. Estar no Catarina Aviation Show oferece à Bombardier a oportunidade perfeita para apresentar os incríveis atributos de desempenho e design dessas aeronaves”, afirma Frank Vento, Vice-Presidente de Vendas para os Estados Unidos e América Latina da marca. “A Bombardier está posicionada de uma maneira única no mercado brasileiro e, por isso, estamos muito satisfeitos em destacar no país os diferenciais dos nossos jatos”, acrescenta.

O Global 6500 combina estilo, desempenho e inovação sem concessões, levando passageiros mais rápido e mais longe com o máximo de conforto. Com velocidade máxima de Mach 0,90 e alcance de 6.600 milhas náuticas, conecta destinos importantes como São Paulo a Aspen, São Paulo a Londres e São Paulo a Lagos.

Também à altura, o Bombardier Challenger 3500 se destaca pelo desempenho e custo-benefício, combinando tecnologia avançada a um nível excepcional de conforto para os passageiros. Em 2025, o modelo foi o jato executivo super midsize mais entregue no mundo, quase o dobro de seu concorrente mais próximo. Com alcance de 3.400 milhas náuticas e velocidade máxima de Mach 0,83, conecta passageiros a destinos estratégicos como São Paulo a St. Maarten, São Paulo a El Calafate e São Paulo a Dakar.

Clientes da região que buscam manutenção para suas aeronaves também contam com maior tranquilidade graças à rede dedicada de serviços e suporte da Bombardier, que inclui a instalação autorizada MAGA Aviation, no Aeroporto Catarina, em São Paulo, oferecendo manutenção de linha, peças e ferramentas para aeronaves das famílias Global, Challenger e Learjet.

O Centro de Serviços da Bombardier em Miami Opa-Locka, com quase 28 mil metros quadrados e operação completa, amplia ainda mais a capacidade de manutenção disponível aos clientes. Além disso, a empresa conta com uma extensa rede global de aproximadamente 100 unidades, prontas para atender seus clientes em qualquer lugar e a qualquer momento.

Bombardier

A Bombardier (BBD-B.TO) projeta, fabrica, modifica e mantém as aeronaves de melhor desempenho do mundo para os clientes mais exigentes, sejam eles pessoas, empresas, governos ou forças militares. Isso significa não apenas superar padrões, mas compreender profundamente seus clientes a ponto de antecipar necessidades que ainda não foram expressas.

Para isso, a empresa está comprometida em liderar o futuro da aviação, inovando para tornar o voo mais confiável, eficiente e sustentável. Também é movida pela paixão de oferecer um nível incomparável de excelência e atenção aos detalhes, proporcionando aos seus clientes mais confiança e uma experiência elevada, à altura do que esperam e merecem. Afinal, aqueles que moldam o mundo sempre precisarão das formas mais produtivas e responsáveis de se deslocar por ele.

Os clientes da Bombardier operam uma frota de mais de 5.200 aeronaves, apoiados por uma ampla rede global de colaboradores e 10 centros de serviços distribuídos em seis países. Os jatos de alto desempenho da Bombardier são produzidos em unidades de aeroestruturas, montagem e acabamento localizadas no Canadá, nos Estados Unidos e no México. Em 2024, a Bombardier foi reconhecida com o prestigiado prêmio “Red Dot: Best of the Best” na categoria Marcas e Design de Comunicação.

Para mais informações sobre a Bombardier, seu Relatório de Sustentabilidade e iniciativas de uso de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) via sistema Book-and-Claim, clique aqui e acesse o site (bombardier.com). Siga a Bombardier no X: @Bombardier

Bombardier
Casa.9 Agência de Comunicação

MEMÓRIAS DO BRASIL DE NORTE A SUL, DE LESTE A OESTE. Por chicolelis*

Vale a pena escolher um caminho, enfrentar terra, amassar barro e ver o Brasil da janela de seu carro

Rodovia BR-116

Vale tanto a pena que vale até viajar na memória e recordar momentos especiais e felizes como a expedição Flexpedition que fizemos, eu e um grupo de jornalistas. Vale a pena esquecer um pouco os momentos difíceis que o mundo atravessa para recordar. E como dizem os poetas, recordar é viver!

Vale a pena cruzar o País de Norte a Sul, de Leste a Oeste, rodar por todo nosso litoral, desde o Oiapoque até o Chuí; desenhar uma cruz de Leste a Oeste, desde a praia de Cabo Branco em João Pessoa (PB) até a pequena cidade de Mâncio Lima (AC), nas nascentes do rio Moa, em plena floresta Amazônica e, depois, visitar o Caminho do Ouro (ou Estrada Real), de Diamantina, MG, até Paraty, RJ, por onde seguia o ouro brasileiro que era lavado para Portugal.

É possível ver e amar o Brasil da janela de um carro, conhecendo todas as nossas praias, passando pelas cidades mineiras que ainda guardam sinais da colonização, cruzar o sertão nordestino, o cerrado do Brasil Central e por fim, a floresta Amazônica, num total de 22 mil quilômetros, ou meia volta em torno da terra, com seus 40 mil quilômetros de circunferência.

Parece um desafio. Mas, foi o que fizemos com cerca de 100 jornalistas brasileiros, de jornais, rádio, tv, revistas, blogs e sites em três expedições, chamadas de Flexpedition, em sete carros Chevrolet, entre agosto de 2006 e setembro de 2007: do Chuí ao Oiapoque, 45 dias; Caminho do Ouro, 10 dias; e, Leste-Oeste, 35 dias.

O objetivo, comprovar a versatilidade dos carros Flex, movidos a gasolina e/ou etanol, mas, principalmente, para mostrar aos jornalistas convidados o Brasil real, com praias paradisíacas, estradas boas, caminhos difíceis, desenvolvimento, lugares esquecidos, perdidos, quase no fim do mundo.

Esses jornalistas visitaram lugares aonde nunca haviam ido antes, viram populações que talvez pensassem que não existiam e, acima de tudo, realizaram o sonho de conhecer melhor seu próprio País.

De ponta-cabeça

A aventura começou de ponta-cabeça ou de trás para a frente, até porque Chuí, no Sul do Brasil fica mais perto de São Paulo, de onde partiram os carros, do que o Oiapoque, lá no Norte brasileiro.

Essa primeira expedição fez, então, o caminho ao contrário, do Chuí até o Oiapoque que, na época não tinha energia elétrica e o esgoto era a céu aberto. Como continua até hoje.

Desde o Chuí, até São Paulo, foram visitadas as cidades e lugares de Porto Alegre, Chuí, Praia do Cassino (a maior praia do mundo em extensão, com cerca de 250 quilômetros), em Santa Catarina, a Serra do Rio do Rastro, uma descida de 1.460 metros, no Paraná (Caverna do Diabo) e também de São Paulo.

Os jornalistas foram se revezando por etapa. Do Chuí até São Paulo um grupo, de São Paulo até a Bahia outro grupo e assim por diante até chegar ao Oiapoque, o ponto mais setentrional (ao norte) do Brasil.

Do começo ao fim, a equipe da expedição do Chuí ao Oiapoque percorreu os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá, nas cinco etapas dessa primeira expedição Flexpedition.

Pôr do Sol no Cerrado

Foram 45 dias de estradas, nas mais imprevisíveis condições de conservação, e mais de 10 mil quilômetros, divididos em cinco etapas.

Dificuldades, estradas perigosas, calor equatorial insuportável, maratonas de até 13 horas rodando num único dia para cumprir os objetivos traçados, mas, também, belas paisagens brasileiras, agradáveis descobertas e a doce sensação de missão cumprida.

Uma saborosa viagem fluvial

Em Belém, capital do Pará, começou a quinta e última etapa da expedição, com uma saborosa aventura de travessia da Baía de Marajó, começando pelo rio Pará, circundando a ilha de Marajó, até sair no rio Amazonas, no porto de Santana, ao lado da cidade de Macapá. Foram cinco dias e cinco noites a bordo do navio São Francisco de Paula, subindo o rio Amazonas contra a maré até Manaus.

A ilha de Marajó é uma ilha pertencente ao Estado do Pará, localizada na foz do rio Amazonas. Com uma área de aproximadamente 40.100 km², é a maior ilha fluviomarinha do mundo. A maior ilha fluvial é a ilha do Bananal. A cidade de Belém situa-se a sudeste do canal que separa a ilha do continente.

A ilha se destaca como o lugar de maior rebanho de búfalos do Brasil, por ter uma população ribeirinha bem pobre e uma quantidade infinita de serrarias, legais ou ilegais.

A expedição contornou toda a ilha de Marajó, desde a Baía de Marajó, saindo de Belém, até o Porto de Santana, próximo à cidade de Macapá, no Amapá.

O barco, ou melhor navio, usado pelos expedicionários foi o São Francisco de Paula, pilotado pelo comandante José da Silva Brito, de 44 anos. A diferença entre barco e navio é que barco é feito de madeira e navio de ferro. Mas, não era um navio grande. Em seu convés couberam apertados três carros da expedição. Outros quatro carros já haviam sido enviados a Macapá em outro navio.

As primeiras informações que tínhamos sobre o navio não eram muito auspiciosas. Seriam cinco dias de navegação e alguns expedicionários teriam que dormir em redes, pois o navio tinha poucas cabines.

Aliás, o pessoal que viaja nesses navios paga por uma cabine, com um beliche para duas pessoas ou para dormir na rede. Cada um deve levar sua própria rede e uma cordinha para amarrá-la nos ganchos do convés, que fica parecendo um varal de roupas coloridas estendidas para secar. Tem gente, como o sr. José Augusto que, por falta de dinheiro, conseguiu um pequeno desconto para dormir no chão (sem colchão) com a mulher e uma filha. Outros dois filhos dividiram a única rede da família.

Os navios entre Belém e Macapá têm, no entanto, a concorrência das companhias aéreas. Quem tem muita bagagem, porém, prefere o navio em função do preço, como o mascate Erivan Machado Miranda, de 23 anos e sua mãe Marisete. Eles compram roupas em Belém e Fortaleza, para revender em Macapá: “É a primeira vez que faço essa viagem de navio. Levar todas essas trouxas de roupas no avião fica mais caro”, disse.

Viajar de navio pelos rios Pará e depois Amazonas, contornando a ilha de Marajó, além do tempo de viagem e do desconforto, tem lá seus perigos que os tripulantes não admitem. O navio São Francisco de Paula, por exemplo, tem seguranças que ficam acordados a noite toda, enquanto os passageiros se enroscam nas redes, para evitar o ataque de piratas que se escondem nas muitas ilhas fluviais e mesmo na ilha de Marajó.

Além dos piratas, a região abriga muitas serrarias e, segundo os habitantes, de Belém e Macapá, a maioria ilegal.

Outro perigo no caminho do navio são os ribeirinhos que seguem o navio em busca de comida ou presentes que os tripulantes e passageiros jogam na água, dentro de sacos plásticos. O comandante José da Silva Brito disse que às vezes ocorrem afogamentos e atropelamentos quando os pequenos barcos entram na frente do navio. Esses barcos, geralmente, são tripulados por crianças pequenas de cinco a seis anos, que desaparecem nas ondas provocadas pela passagem do navio.

Na parada em Parintins (lembram da festa, em junho, do Garantido e Caprichoso?) um fato curioso. Querendo saber de algum lugar onde pudesse comprar artesanato, me indicaram uma loja “logo ali”. E lá fui, era logo ali mesmo, em busca de um chapéu de palha para proteger a cabeça que fervia sob o sol.

Litoral Nordestino

Encontrei um muito bonito, bem-acabado, elegante, e perguntei ao balconista de que tribo o havia produzido. Não lembro o nome fornecido, mas ele garantiu que era obra de nossos índios. Chegando ao barco, onde estávamos hospedados, ao levantar a aba interna, vi e inscrição Made in China (talvez, procedente de alguma tribo no interior do País asiático que, à época, ainda não era a potência mundial de hoje).

O rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes, no lago Lauri ou Lauricocha, no Peru e deságua no Oceano Atlântico, junto à Ilha do Marajó. Ao longo de seu percurso, o Amazonas recebe os nomes de Tunguragua, Marañón, Ucayali, Solimões e finalmente Amazonas.

Uma pesquisa recente revelou que o Amazonas tem de 6.868 quilômetros de comprimento e mais de mil afluentes, portanto maior que o Nilo com seus 6.695 quilômetros de extensão, é, assim, o mais longo rio do mundo. Sua bacia hidrográfica é a maior do mundo, com uma superfície de aproximadamente sete milhões de quilômetros quadrados. O Amazonas, como todos sabem, é de longe o rio mais caudaloso do mundo, com um volume de água cerca de 56 vezes o do rio Nilo.

Em Macapá, o Amazonas forma uma praia fluvial durante a vazão, ou maré baixa, onde os habitantes jogam futebol. À noite, com a maré alta, a água chega até um pier, onde os moradores locais se encontram em bares e restaurantes.

A marca histórica, de rodar do Chuí (extremo sul do País) até a cidade do Oiapoque (extremo norte), foi alcançada depois que os viajantes ainda tiveram que pegar a BR-156, após deixar o navio.

Rodaram 600 quilômetros pela BR-156, que está asfaltada apenas até Tartarugalzinho (depois de cruzar o rio Macari – que foi a divisa do Brasil até 1900), cerca de 280 quilômetros. Depois, são mais 270 quilômetros de terra e outros 50 quilômetros de asfalto, antes de chegar ao Oiapoque.

Cruzar o Brasil de Leste-Oeste

A segunda expedição, de Leste a Oeste, começou na praia de Cabo Branco em João Pessoa (PB) e terminou na pequena cidade de Mâncio Lima (AC), nas nascentes do rio Moa, em plena floresta Amazônica, atravessando a caatinga do sertão nordestino, o cerrado do Maranhão e a última fronteira agrícola em Palmas.

Foram quatro dias cruzando os estados da Paraíba, Ceará e Pernambuco, Piauí, Maranhão e Tocantins, atravessando o semiárido do sertão nordestino e o cerrado do planalto central, enfrentando calor de até 40 graus centígrados e trechos de estradas em péssimas condições de tráfego e segurança.

Até o final da expedição no Acre, extremo oeste do país, foram mais de 8.200 quilômetros de rodovias asfaltadas, estradas de terra, enfrentando buracos, lama e condições adversas de clima.

De leste a oeste, cruzando o sertão, a vida não passa na mesma estação.

Esse caminho vale ouro!

O Caminho do Ouro, ou Estrada Real, foi criado pela Coroa portuguesa no século XVII com a intenção de fiscalizar a circulação das riquezas e mercadorias que transitavam entre Minas Gerais - ouro e diamante - e o litoral do Rio de Janeiro - capital da colônia por onde saíam os navios para Portugal. Como era proibido fazer o trajeto por outra via, o caminho foi usado por imperadores, soldados, mercadores, músicos, aventureiros e intelectuais, que além de produtos, carregavam ideais, como o de se transformar o Brasil em uma república independente. Foi por esse motivo, e para servir de exemplo para a o resto da população que partes do corpo de Tiradentes foram expostas em pontos estratégicos da Estrada após seu esquartejamento.

A grande movimentação e importância desse caminho fizeram nascer ao longo dos seus 1.200 km, inúmeras vilas, povoados e cidades. Mas é claro que com o fim desse ciclo econômico e com a industrialização, o caminho ficou por muito tempo adormecido, o que ajudou na sua conservação e possibilitou hoje o surgimento de vários projetos de recuperação para explorar seu potencial turístico.

Atualmente, a Estrada é formada por 177 municípios, sendo 162 em Minas Gerais, oito no Rio de Janeiro e sete em São Paulo. A união desses destinos reuniu atrativos de sobra para uma longa viagem, são construções coloniais, igrejas, museus, reservas ecológicas, esportes de aventura, estações de águas minerais, culinária mineira e, principalmente, nossa história.

A Estrada nasceu da união de três caminhos surgidos em momentos diferentes que deram origem ao que ela é hoje: o Caminho Velho, o Caminho Novo e a Rota dos Diamantes.

E a comida, mineira sô!

Em tempo: nesta coluna contei com a indispensável ajuda do Nereu Leme que, juntamente com o Luiz Fanfa, organizaram as viagens. Ele ainda  lembra de cada quilômetro das deliciosas “aventuras” feitas pelo Brasil. O drive da minha memória não tem tamanha capacidade para lembrar de tudo.

Obrigado Nereu!

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

COMPETIÇÃO ELETROQUAD SAE BRASIL AXIA ENERGIA 2026 DESAFIA À INOVAÇÃO EM DRONES AUTÔNOMOS

Competição estudantil reúne 27 equipes inscritas de universidades de Norte a Sul do país e será realizada de 14 a 17 de maio

Imagem da EletroQuad AXIA Energia 2025

Com 27 equipes inscritas que representam instituições de ensino superior de quatro regiões e 9 Estados brasileiros mais Distrito Federal, a Competição EletroQuad AXIA Energia 2026 será realizada de 14 a 17 de maio na Univap - Universidade do Vale do Paraíba, localizada à Av. Shishima Hifumi, 2911 – Bairro Urbanova _ São José dos Campos – São Paulo.

Lançada em 2025 e dirigida a estudantes de graduação e pós graduação, a competição desafia os alunos ao desenvolvimento de habilidades em atividades de alta complexidade, como a integração de sistemas, seleção de componentes embarcados, visão computacional, desenvolvimento de algoritmos e proficiência no controle de voo do drone.

Dedicada ao fomento do intercâmbio de técnicas e conhecimento em engenharia de sistemas e robótica aplicados à operação autônoma de drones, a EletroQuad volta este ano mais desafiadora no que toca ao emprego de soluções multidisciplinares e inovadoras aplicadas em três missões, obrigatórias a cada equipe.

“As missões consistem na identificação e reconhecimento de padrões e alvos a partir do desenvolvimento de algoritmos de visão computacional e guiamento que deverão interfacear com o hardware da ferramenta controladora de voo, a fim de que o protótipo cumpra rigorosamente todas as exigências do regulamento”, destaca Jorge Ricardo Jr., coordenador do Comitê Técnico da EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia, PhD em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e engenheiro de Desenvolvimento de Produto na Embraer.

Desafios

Duas das três missões deste ano presentes em 2025 – Bouncing 2.0 e Hang the Right - ficaram mais desafiadoras: A primeira missão com as bases de pouso agora identificadas por uma combinação de números e figuras geométricas (antes apenas figuras geométricas); e a segunda missão, por ter que identificar em voo qual entre dois fios (antes era apenas um) soltará um gancho, que terá então uma esfera laranja sinalizadora.

A terceira, Fault or Not, inédita, se baseia em uma aplicação industrial de inspeção usando drones, que consiste em realizar a leitura de um manômetro analógico impresso com agulha indicando um valor específico, no qual a leitura acima desse valor indica fora do padrão e valores abaixo indicam dentro do padrão. Em cada caso o drone deverá realizar uma ação específica.

Empreendedorismo

Como é comum às competições estudantis da SAE BRASIL (Baja, AeroDesign, Fórmula e H2 Challenge), na EletroQuad as equipes enfrentam todas as fases de um empreendimento, da concepção, construção do projeto e controle de voo à viabilização financeira. As equipes são formadas por até 20 estudantes orientados por um professor da respectiva instituição de ensino.

Premiação

As cinco primeiras equipes classificadas da competição que mais receberão troféus e premiação em dinheiro: 1ª colocada R$ 6.000 mil; 2ª colocada R$5.000 mil; a 3ª colocada R$4.000mil; a 4ª colocada R$ 3.000 mil e a 5ª colocada R$2.000 mil. Menção honrosa será concedida à equipe que obtiver a maior pontuação em cada missão.

Serviço

  • Competição EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia 2026
  • Patrocínio: AXIA Energia
  • Apoio: FEAU Univap (Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo), Osaki, SAE4Mobility, Univap (Universidade do Vale do Paraíba) e Prefeitura de São José dos Campos
  • De 14 a 17 de maio de 2026
  • Local: Univap – Universidade do Vale do Paraíba - Av. Shishima Hifumi, 2911 – Bairro Urbanova, São José dos Campos – São Paulo

Programação

14/05 – quinta-feira

  • 08h às 09h – Credenciamento das equipes
  • 09h às 10h – Cerimônia de Abertura – SAE
  • 10h às 12h – Painel dos Patrocinadores
  • 13h às 17h – Credenciamento das equipes
  • 13h às 17h – Apresentações orais das equipes
  • 17h às 18h – Briefing Operacional obrigatório para equipes com o Comitê Técnico

15 a 17/05 – sexta a domingo

  • 08h às 18h – Competição de vôo (local: Univap - Quadras poliesportivas cobertas e estacionamento)

15/05 – sexta

  • 18h30 às 20h – Noite dos Professores

17/05 – domingo

  • 19h30 às 22h - Encerramento e Premiação

Equipes

  • 27 Equipes inscritas – 27 Instituições de Ensino – 9 Estados + DF

REGIÃO SUDESTE 19 equipes/19 instituições (SP/ MG/ RJ /ES)

São Paulo - 8 Equipes/ 8 Instituições

Equipe Atena - Universidade de São Paulo (USP)

Equipe eVTOL ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica

Equipe Falcon Drones - Instituto Federal de São Paulo

Equipe Game Of Drones – IFSP

Equipe MAIA - Centro Universitário FACENS

Equipe Skyrats - Universidade de São Paulo

Equipe ThunderQuad - Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - FEAU da Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP

Equipe Taphros Drones Systems - Fundação Universidade Federal do ABC

Minas Gerais – 5 equipes/ 5 instituições

Equipe Avant UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais

Equipe AeroVANT - CEFET MG

Equipe Black Bee Drones - Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI

Equipe GAIA - Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Equipe UFVision - Universidade Federal de Viçosa

Rio de Janeiro – 5 equipes/ 5 Instituições

Equipe AeroRio Eletroquad - Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Equipe Ghost Drones - Laboratório de Controle e Automação, Aplicação e Desenvolvimento (LEAD) – UFRJ

Equipe UFFLy - Universidade Federal Fluminense (UFF)

Equipe UFRJ Harpia - Universidade Federal do Rio de Janeiro

Equipe RoboIME - Instituto Militar de Engenharia

Espírito Santo – 1 equipe

Equipe Pegasus - Instituto Federal do Espírito Santo

REGIÃO SUL - 3 equipes/ 3 instituições (PR/SC)

Paraná – 1 equipe

Equipe Gralhabots – Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Santa Catarina – 2 equipes/ 2 Instituições

Equipe AeroSATC – UniSATC – Santa Catarina

Equipe Draconis Drone Design – Universidade Federal de Santa Catarina

REGIÃO NORDESTE – 4 equipes/ 4 instituições (BA/ PE/ SE/ RN)

Bahia – 1 equipe

Equipe Drones Guanambi – IFBAIANO – BA

Pernambuco – 1 equipe

Equipe Delta V– UPE – Pernambuco

Sergipe – 1 equipe

Equipe Swarm 79 – Universidade Federal de Sergipe

Rio Grande do Norte – 1 equipe

Equipe FAETI Senai RN – Faculdade de Energias Renováveis e Tecnologias Industriais (FAETI)

REGIÃO CENTRO-OESTE – 1 equipe (DF)

Distrito Federal – 1 equipe

Equipe Robótica Aérea (EDRA) – Universidade de Brasília – Distrito Federal (DF)

>>> Clique aqui e saiba mais sobre as Competições Estudantis SAE BRASIL 

A SAE BRASIL é uma associação de pessoas físicas, sem fins lucrativos, que tem como propósito ser “A Casa do Conhecimento da Mobilidade Brasileira”. Participam da entidade profissionais de variadas áreas, unidos pela missão de criar e de disseminar conhecimento, visando a desenvolver tecnologia e inovação no ecossistema da mobilidade. Fundada no Brasil em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento da mobilidade e da integração do País ao processo de globalização da economia, a SAE BRASIL é referência nacional para a integração da indústria, academia, 3º setor e dos órgãos técnicos do governo. Conta com 6 mil associados e 09 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje em uma das mais relevantes instituições do setor da mobilidade brasileira. A SAE BRASIL é filiada à SAE International, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, entre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison. Ao longo de mais de um século de existência tornou-se uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios em cerca de 100 países

A AXIA Energia é a maior empresa de energia renovável do Hemisfério Sul, responsável por 17% da capacidade de geração nacional e 37% do total de linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). A capacidade instalada da companhia é 100% renovável, reforçando o compromisso da empresa com a transição energética. AXIA possui 81 usinas, sendo 47 hídricas, 33 eólicas e uma solar

EletroQuad AXIA Energia 2026
Assessoria de Imprensa
Link Comunicação Empresarial & Editora
Susete Davi
sdavi.2011@gmail.com

IGUATEMI S.A. REGISTRA ALTA DE 110% NO LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO NO 1T26 E REFORÇA CONSISTÊNCIA OPERACIONAL

Companhia alcança R$ 5,6 bilhões em vendas, com crescimento de 12,8%, elevada ocupação de 97,3% e sólida disciplina financeira

Iguatemi Campinas

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service do setor, com participação em 15 shopping centers, dois premium outlets, quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas operadas pela iRetail mantendo a consistência de sua trajetória operacional e financeira, com crescimento nos principais indicadores e fortalecimento contínuo de seu posicionamento no segmento premium e de luxo. No primeiro trimestre de 2026, a Companhia atingiu R$ 5,6 bilhões em vendas totais, alta de 12,8% em relação ao 1T25, impulsionada pela resiliência do consumo no segmento premium, pela produtividade dos ativos e pela contínua qualificação do portfólio. O desempenho reforça a expansão de market share e a capacidade de sustentar crescimento mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiador.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 239,5 milhões, alta de 110%, com margem líquida ajustada de 64,9%. O FFO ajustado foi de R$ 274,7 milhões, 98,4% acima do 1T25, com margem FFO ajustada de 74,5%. A alavancagem encerrou o trimestre em 1,29x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, reforçando a solidez financeira e a disciplina na alocação de capital.

A receita bruta totalizou R$ 414,8 milhões no trimestre, alta de 11,7% na comparação anual , enquanto a receita líquida ajustada somou R$ 368,9 milhões, avanço de 11,8% em relação ao 1T25, sustentada pela expansão da receita de aluguel e pela captura de valor dos ativos adquiridos. O EBITDA ajustado consolidado foi de R$ 405,2 milhões, crescimento de 65,9% sobre o mesmo período do ano anterior, com margem EBITDA ajustada de  109,9%, mantendo elevada eficiência operacional.

“O desempenho deste primeiro trimestre materializa nossa tese de resiliência ativa e reflete uma disciplina rigorosa na execução. Mesmo em um cenário de juros restritivos, seguimos crescendo acima da inflação, com ativos cada vez mais produtivos, níveis recordes de ocupação e a menor inadimplência para um primeiro trimestre em 16 anos. Essa consistência operacional nos permite manter margens robustas e uma estrutura de capital extremamente saudável, mesmo após ciclos importantes de investimento”, afirma Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A.

No trimestre, as vendas mesmas áreas (SAS) cresceram 7,8% e as vendas mesmas lojas (SSS) avançaram 5,2%, ambas acima da inflação. O aluguel percentual cresceu 26,4%, enquanto os aluguéis mesmas lojas (SSR) avançaram 6,0% e os aluguéis mesmas áreas (SAR), 6,7%, com ganhos reais acima da inflação e leasing spread positivo. Na análise de produtividade, as vendas por metro quadrado cresceram 7,3% na visão 100%, passando de R$ 7,7 mil para R$ 8,2 mil, e 12,1% na visão proporcional à participação da Iguatemi, de R$ 7,3 mil para R$ 8,1 mil. Já o aluguel por metro quadrado avançou 8,8% na visão 100%, de R$ 613 para R$ 667, e 12,7% na visão IGTI, de R$ 560 para R$ 631, reforçando a qualidade dos ativos e o potencial de reprecificação do portfólio.

A taxa média de ocupação atingiu 97,3%, a maior para um primeiro trimestre dos últimos anos e 0,7 p.p. acima do 1T25. O resultado reflete a estratégia de qualificação de mix e a atratividade dos ativos para marcas premium e internacionais, consolidando a Iguatemi como parceiro preferencial para expansão de marcas de alto valor agregado. O custo de ocupação seguiu controlado em 11,9%, ainda abaixo das médias históricas da Companhia, enquanto a inadimplência líquida atingiu 0,7%, o menor patamar para um primeiro trimestre nos últimos 16 anos, reforçando a saúde financeira dos lojistas e a qualidade do crédito.

A operação de varejo, composta pelo Iguatemi 365 e pela iRetail, registrou avanço expressivo no trimestre, com aumento de 59,2% na receita bruta sobre o 1T25, fruto da combinação entre o crescimento orgânico das marcas já presentes no portfólio e a entrada de novas operações ao longo dos últimos trimestres. O desempenho do período foi impulsionado por um crescimento de 22% nas vendas mesmas lojas (SSS), além do forte resultado da Birkenstock e da Polo Ralph Lauren após a mudança de ponto no Iguatemi São Paulo. A operação apresentou forte ganho de eficiência, resultando em um EBITDA positivo de R$ 4,8 milhões, com crescimento de 808,6% em relação ao 1T25.

Gestão ativa de portfólio e expansão estratégica reforçam geração de valor

Dando continuidade à estratégia de otimização de portfólio, a Iguatemi finalizou a venda de participações minoritárias em quatro ativos (Iguatemi Alphaville, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Praia de Belas) para o fundo XP Malls, por R$ 372 milhões. A transação gerou um ganho de capital de aproximadamente R$ 143 milhões, refletindo a capacidade da Companhia de cristalizar valor em ativos maduros para realocar recursos em frentes de maior potencial de retorno. Como evento subsequente, em abril, foi concluída a aquisição de 3,0% adicional no Pátio Paulista, por R$ 75,6 milhões, a um cap rate de 7,5%, elevando a participação da Iguatemi no shopping para 14,45% e ampliando a exposição a um empreendimento com elevada produtividade por m² e perfil de público AB+.

“Nossa estratégia de alocação de capital é pautada pela profundidade e dominância nos mercados onde o consumo premium é mais resiliente”, explica Oliveira. “A alienação de participações minoritárias é uma alavanca estratégica de geração de valor e liquidez, que nos permite concentrar recursos em ativos dominantes e preservar uma estrutura de capital extremamente robusta. Entramos no restante de 2026 com o balanço limpo e um portfólio altamente qualificado, prontos para capturar a maturação das novas marcas internacionais que escolheram a plataforma Iguatemi como seu destino no país”.

A Iguatemi S.A. encerra o 1T26 não apenas com eficiência operacional comprovada, mas com uma estrutura de capital otimizada que a diferencia em seu setor. A combinação entre a dominância física de seus shoppings e a aceleração do ecossistema digital e de varejo próprio pavimenta o caminho para um crescimento sustentável. A Companhia mantém o foco na geração de valor para o acionista através da seletividade de ativos e do fortalecimento de sua posição como o hub indispensável para o mercado de luxo e alta renda no Brasil.

Iguatemi
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CAMPINAS DECOR APOSTA EM AGENDA DE EXPERIÊNCIAS E ABRE PROGRAMAÇÃO COM EVENTO ESPECIAL DE DIA DAS MÃES

Workshop que une vinho e arte marca o início de uma série de eventos que ampliam a proposta da mostra, transformando a visita em uma vivência sensorial e cultural completa

Mais do que uma vitrine de arquitetura, decoração e paisagismo, a Campinas Decor 2026 reforça seu caráter imersivo ao investir em uma programação paralela que convida o público a viver o espaço de forma ainda mais intensa. Nesta edição comemorativa de 30 anos, a mostra abre sua agenda de experiências com um evento especial de Dia das Mães que combina criatividade, bem-estar e enologia em um encontro pensado para surpreender.

O workshop “Tintos & Tons” inaugura essa proposta ao oferecer uma vivência sensorial única. Pintar utilizando o próprio vinho como pigmento. Conduzida pela arteterapeuta Duda Guitti, a experiência acontece no dia 9 de maio, às 17h, no espaço Campinas Decor Eventos, assinado pelo designer de interiores Helio Fregnani e arquiteta urbanista e designer Sibelly Quinalha.

A atividade inclui degustação de três taças de vinho e propõe um momento de conexão e expressão artística, alinhado ao espírito contemporâneo da mostra. Em clima de celebração, as primeiras dez mães inscritas, acompanhadas de um participante pagante, serão presenteadas com a imersão, reforçando o caráter afetivo da iniciativa.

“A escolha por abrir a programação com uma experiência que une arte, sensorialidade e convivência traduz o direcionamento desta edição, que valoriza não apenas o olhar, mas também as sensações e os encontros. A proposta é ampliar o conceito tradicional da mostra, transformando-a em um espaço vivo, onde diferentes experiências se encontram”, afirma Hebe Fontenele, diretora da Campinas Decor.

Para participar do evento “Tintos e Tons” no Dia das Mães, que tem custo de R$ 190,00 por pessoa, é preciso enviar uma mensagem por direct no Instagram @campinasdecor ou para o whatsapp (15) 98124.5601. Já o ingresso para a mostra deve ser comprado na bilheteria.

Campinas Decor 2026

Realizada pela primeira vez em um mall corporativo, o Royal Trade Center, a Campinas Decor 2026 ocupa mais de 3,2 mil metros quadrados e reúne 33 ambientes assinados por 48 profissionais de Campinas e região. O cenário, marcado por corredores envidraçados e forte conexão com o exterior, favorece uma visita dinâmica e integrada, que dialoga diretamente com a proposta dos eventos.

Essa conexão entre arquitetura e experiência também se reflete nas tendências apresentadas nos ambientes, que destacam um morar mais sensorial, com foco em bem-estar, funcionalidade e acolhimento. Materiais naturais, iluminação estratégica, automação e espaços multifuncionais reforçam as novas dinâmicas do cotidiano, um conceito que também se reflete na programação de eventos, pensada para ampliar essas sensações para além dos projetos.

Ao longo da temporada, que segue até 7 de junho, a agenda prevê ainda outras atrações que prometem diversificar a experiência do público, como um jantar harmonizado, uma experiência gastronômica com chef convidado, e talks dos mais variados temas. “Essas iniciativas sinalizam uma curadoria voltada à pluralidade de interesses, incentivando o visitante a retornar em diferentes momentos”, afirma a diretora da Campinas Decor, Hebe Fontenele.

Com investimento de cerca de R$ 7 milhões e expectativa de público em torno de 30 mil visitantes, a Campinas Decor reafirma sua relevância no cenário nacional ao incorporar novas maneiras de interação com o público. “Mais do que visitar ambientes, a proposta é viver a mostra também por meio de experiências que estimulam os sentidos, promovem encontros e criam memórias”, diz Hebe.

Criada em 1996, a Campinas Decor consolidou-se como a principal mostra do segmento no interior paulista e mantém, ao longo de sua trajetória, o compromisso de transformar espaços e devolvê-los qualificados à cidade. Nesta edição, além da inovação no formato e da diversidade de eventos, o público encontra também o tradicional engajamento social, com iniciativas que reforçam o vínculo da mostra com a comunidade.

Serviço

Campinas Decor 2026 – Edição 30 anos

Até 7 de junho de 2026

Av. Royal Palm Plaza, 180, Jardim Nova Califórnia, Campinas

Horários de visitação: de terça a sexta-feira, das 14h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 22h; a bilheteria fecha sempre às 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira); R$ 120,00 (inteira + exemplar da revista da mostra); R$ 40,00 (meia-entrada); R$ 80,00 (meia-entrada + revista); R$ 60,00 (ingresso promocional, exclusivamente às terças-feiras, com flyer); R$ 100,00 (ingresso promocional, exclusivamente às terças-feiras, com flyer + revista); R$ 160,00 (passaporte Campinas Decor com visitas ilimitadas, exceto para eventos fechados); R$ 200,00 (passaporte Campinas Decor com visitas ilimitadas, exceto para eventos fechados + revista); crianças até 12 anos não pagam; vendida separadamente, a revista custa R$ 50,00.

Operações de alimentação disponíveis: bar, café, restaurante e wine bar

Estacionamento com serviço de valet: R$ 40,00 o período

Telefone para informações: (19) 99378-7008

Site (www.campinasdecor.com.br) Instagram @campinasdecor

Patrocinadores e apoiadores: Cyberglass, Elettromec, Alfa Colchões, Bella Home, Instituto Integrado Dr. Bruno Caíque, Lexxa, Eucatex, Harman/JBL,  Criare Collection, Smartech, Tecprag, Engetax, Piccoloto Negócios Imobiliários, Royal Palm Plaza, Ultraled Campinas, Decorflex, GM7, Vitrais Ton Geuer e Polo Arqdec.

Campinas Decor 2026
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quarta-feira, 6 de maio de 2026

SILVIA GERBER É A NOVA PRESIDENTE DO GRUPO VOLVO NA AMÉRICA LATINA

Silvia Gerber é a primeira mulher a ocupar o mais alto posto
da organização na América Latina

Na posição, a executiva será responsável pela gestão corporativa de todos os negócios de veículos comerciais da marca na região, incluindo mercados estratégicos como Brasil, Chile, Peru, Argentina e México. Ela sucede a Wilson Lirmann, designado agora para assumir o comando das operações de caminhões do Grupo Volvo nos Estados Unidos.

Silvia Gerber é funcionária de carreira da Volvo. Em mais de 20 anos, ocupou posições de liderança como chief financial officer (CFO) da Volvo Buses Latin America e da Volvo México; diretora-executiva da Volvo Colômbia e UD Trucks Latin America (antiga marca do Grupo Volvo); além de CFO e vice-presidente do Grupo Volvo América Latina. Seu atual cargo é o de presidente do Banco Volvo no Brasil e da Volvo Financial Services (VFS) na América Latina. A executiva tem formação em administração de negócios e economia pela Goshen College (Estados Unidos) e pós-graduação em economia da energia e do meio ambiente na Scuola Superiore Enrico Mattei (Milão, Itália).

“Tive a oportunidade de acumular uma visão integrada dos negócios da marca. Somos líderes em caminhões pesados na América Latina, posição que conquistamos graças à preferência de nossos clientes, em reconhecimento aos nossos produtos e serviços. Usarei minha experiência em benefício de nossos clientes e de todos aqueles que se relacionam com a Volvo, uma marca comprometida com o presente e o futuro da indústria de transportes comerciais sustentáveis, seguros e de alta produtividade”, afirma Silvia Gerber.

A unidade latino-americana do Grupo Volvo reúne diversas áreas de negócio globais da marca: Volvo Trucks, Volvo Buses, Volvo Construction Equipment, Volvo Penta e Volvo Financial Services. As fábricas ficam em Curitiba (PR) - caminhões, chassis de ônibus, cabines, motores e transmissões - e Pederneiras (SP) - equipamentos de construção. Recentemente, a Volvo anunciou um novo ciclo de R$ 2,5 bilhões em investimentos no Brasil (2026 a 2028), o maior da história da marca.

Silvia Gerber assume a nova posição em 1º de agosto, reportando-se diretamente ao presidente mundial da Volvo Trucks, Roger Alm.

Grupo Volvo América Latina

VULCABRAS INICIA 2026 COM CRESCIMENTO CONSISTENTE E ALCANÇA 23º TRIMESTRE CONSECUTIVO DE EXPANSÃO

Receita líquida registra alta de 10,7% na receita líquida no 1T26, impulsionada pelo desempenho das marcas e pela qualificação do mix

Atividade no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Vulcabras

A Vulcabras (VULC3) iniciou 2026 mantendo a trajetória consistente de crescimento registrada ao longo dos últimos anos. Após encerrar 2025 com resultados históricos, a Companhia alcançou, no primeiro trimestre de 2026 (1T26), seu 23º trimestre consecutivo de expansão, reforçando a resiliência do seu modelo verticalizado de negócios, mesmo diante de um ambiente ainda desafiador para o consumo. A combinação de marcas fortes e disciplina comercial e eficiência, sustentou a evolução dos resultados no período.

No trimestre, a receita líquida atingiu R$ 776,4 milhões, crescimento de 10,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025 (1T25). O volume bruto somou 7,6 milhões de pares e peças, alta de 6,8% na mesma base de comparação, refletindo a continuidade da estratégia de crescimento com foco na qualificação do mix e na ampliação da participação de produtos de maior valor agregado.

O lucro bruto totalizou R$ 313,5 milhões, crescimento de 11,2% na comparação anual, com margem bruta de 40,4%, levemente superior ao registrado no 1T25. O EBITDA recorrente foi de R$ 156,9 milhões, alta de 11,8%, com margem de 20,2%, evidenciando a disciplina operacional e a captura contínua de ganhos de eficiência.

A divisão de calçados esportivos seguiu como principal frente de crescimento, com avanço de 11,3% no trimestre. O desempenho foi sustentado pela força das marcas e pela estratégia de evolução do portfólio. A Olympikus manteve forte ritmo, com destaque para a linha de corrida de performance, enquanto a Under Armour apresentou o maior crescimento relativo no período, impulsionada também por novos lançamentos. A Mizuno também seguiu ampliando sua presença no mercado, com expansão consistente de portfólio.

O canal de e-commerce manteve sua trajetória de crescimento qualificado, com receita de R$ 124,4 milhões no trimestre, alta de 5,1% em relação ao 1T25. O desempenho reforça o papel estratégico do digital no posicionamento das marcas e na construção de uma relação direta com o consumidor, mantendo a disciplina comercial.

Os resultados do trimestre refletem a solidez da base operacional da Vulcabras, que inicia o ano com produção equilibrada, níveis consolidados de eficiência e estoques saudáveis no varejo. A carteira de pedidos para 2026 indica continuidade da demanda pelos produtos da Companhia, sustentada pela boa performance de sell-out das coleções recentes e pela evolução contínua do portfólio.

“Iniciamos o ano com uma operação mais equilibrada, capturando ganhos de eficiência e mantendo margens saudáveis. Esse resultado é fruto de um trabalho consistente ao longo dos últimos trimestres, que nos permite crescer com mais previsibilidade e controle.” afirma Pedro Bartelle, CEO da Vulcabras.

A Vulcabras (VULC3) é uma empresa 100% brasileira que, após 73 anos de história, marca sua presença no mercado como uma Sportech global, aliando esporte e tecnologia para alcançar a alta performance no esporte. Além de desenvolver soluções tecnológicas disruptivas, a empresa é a maior gestora de marcas de artigos esportivos do País e maior produtora de calçados esportivos do Brasil, tendo em seu portfólio as marcas Mizuno, Olympikus e Under Armour. Fundada em 1952 com sede em Jundiaí (SP), possui mais de 24 mil colaboradores divididos em cinco unidades: nas duas plantas fabris localizadas em Horizonte (CE) e Itapetinga (BA); no centro administrativo em Jundiaí (SP), no Centro de Distribuição em Extrema (MG) e no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento localizado em Parobé (RS). No exterior, a Vulcabras marca presença em mais de 20 países, com atuação robusta principalmente na América Latina, onde conta com 46 lojas exclusivas no Peru e Chile. Suas marcas levam tecnologia e inovação para todo perfil de atleta, de todos os locais, de todos os bolsos, e de todas as performances. Prazer, nós somos a Vulcabras, e vivemos para o esporte

Vulcabras
Current Global

IGUATEMI CAMPINAS LANÇA ESPAÇO DO TORCEDOR COM EXPERIÊNCIAS INTERATIVAS PARA OS FÃS DE FUTEBOL

Shopping entra no clima da Copa do Mundo com espaço temático, ativações especiais e programação para todas as idades

Espaço do Torcedor Iguatemi Campinas

O Iguatemi Campinas inaugura o Espaço do Torcedor, uma área dedicada aos apaixonados por futebol que reúne entretenimento, interação e momentos de conexão durante o período da Copa do Mundo. Com patrocínio da Panini, referência mundial em álbuns e figurinhas, a iniciativa integra a programação do shopping e segue até o dia 19 de julho.

Instalado no 2º piso, próximo ao Bullguer, o espaço foi pensado para proporcionar uma experiência completa, com atrações que vão desde a tradicional troca de figurinhas até atividades interativas e conteúdos exclusivos ligados ao universo do futebol.

Entre os destaques está a Panini Experience, com venda oficial de álbuns e figurinhas, espaço dedicado à troca entre colecionadores e uma exposição especial com itens que celebram a história das Copas. Complementando a programação, o público também poderá aproveitar uma área de jogos digitais, além de ativações como chute a gol, touch ball e cenários instagramáveis.

O espaço conta ainda com uma exposição fotográfica com imagens do fotógrafo Rodrigo Vilalba, da assessoria oficial de cobertura da Copa do Mundo, além de uma TV com exibição de fotos em tempo real, acompanhando os jogos ao longo do evento.

“Criamos o Espaço do Torcedor como um ponto de encontro para quem vive o futebol de forma intensa. A proposta é trazer o clima da Copa do Mundo para dentro do shopping, incentivando a interação entre os visitantes e criando uma experiência leve, divertida e cheia de memória afetiva”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do empreendimento.

Serviço
Espaço do Torcedor
Iguatemi Campinas
2º piso, na entrada em frente ao Bullguer
Até 19 de julho
Panini Experience
Segunda a sábado: 10h às 22h
Domingos e feriados: 12h às 20h
Demais atividades
Todos os dias: 12h às 20h

Iguatemi Campinas
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PEDÁGIO DIGITAL ANUNCIA RODRIGO ZAMBON COMO CEO

Executivo chega para liderar crescimento e presença da empresa no país

Rodrigo Zambon

O Pedágio Digital, plataforma oficial para pagamento por placa de pedágio no modelo free flow, anuncia a chegada de Rodrigo Zambon como CEO. Em um momento de expansão do sistema de livre passagem no Brasil e do avanço da adesão ao pagamento digital de pedágios, o executivo assume a companhia, criada oficialmente em dezembro de 2025, com a missão de impulsionar o crescimento e ampliar a interoperabilidade da plataforma no país.

Com mais de duas décadas de experiência em liderança e transformação de negócios, Zambon construiu uma trajetória em posições como diretor de operações (COO), sócio e líder de operações digitais, com atuação em projetos de crescimento, reestruturação e escala de negócios. Ao longo da carreira, também exerceu papéis como membro de conselho consultivo e investidor, contribuindo para a estratégia e o desenvolvimento de diferentes companhias. É formado em Economia e possui programas executivos pela University of Cambridge, Tuck School of Business at Dartmouth e Singularity University.

O Pedágio Digital é uma plataforma segura que permite consultar e pagar tarifas de pedágio em um único lugar, facilitando a experiência de motoristas que não possuem TAG no veículo. A solução integra, em um mesmo ambiente, passagens realizadas tanto em praças tradicionais quanto em pórticos eletrônicos no modelo free flow. Pelo site oficial pedagiodigital.com ou pelo aplicativo, é possível verificar e regularizar débitos de forma rápida, simples e protegida contra fraudes, com prazo de até 30 dias após a passagem para pagamento. A plataforma reúne informações de concessionárias como EcoRodovias, Motiva e Concessionária Novo Litoral (CNL), garantindo interoperabilidade e uma experiência mais centralizada para o usuário, e não envia links ou boletos por e-mail, redes sociais ou aplicativos de mensagens, sendo o acesso feito exclusivamente pelos canais oficiais

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MÁQUINAS FURLAN COMPLETA 64 ANOS E AVANÇA EM NOVO CICLO DE EXPANSÃO NA MINERAÇÃO

Com investimentos de R$ 50 milhões até 2028, empresa amplia atuação e fortalece presença na América Latina

Parque industrial da Máquinas Furlan em Limeira (SP)

Em um cenário em que o Brasil concentra cerca de 10% das reservas mundiais de minerais críticos, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração, eficiência operacional e confiabilidade tornaram-se fatores decisivos para a competitividade da mineração. É nesse contexto que a Máquinas Furlan completa 64 anos e avança em um novo ciclo de crescimento, ampliando sua atuação ao longo de toda a cadeia produtiva e fortalecendo sua presença na América Latina.

“Chegar aos 64 anos com consistência e relevância no mercado é resultado de uma construção sólida, pautada na confiança dos nossos clientes e na capacidade de evoluir continuamente. Hoje, a Furlan está mais preparada, com um portfólio ampliado e uma atuação ainda mais próxima das operações, para entregar soluções completas que geram valor real para a mineração”, afirma o CEO, Valter Furlan.

Hoje, a empresa atua em toda a jornada do cliente, combinando equipamentos, peças fundidas, serviços de reforma, locação e reposição, acompanhando as operações ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos. Esse modelo foi reforçado recentemente com a estruturação das divisões de locação e peças de reposição, ampliando a capacidade de atendimento e a proximidade com o cliente em diferentes etapas da operação.

Investimentos e tecnologia impulsionam eficiência

e/d: Wagner Furlan, Presidente do Conselho de Administração; e Valter Furlan, CEO da empresa; filhos do fundador da Máquinas Furlan, Geraldo Furlan.

O novo ciclo de crescimento é sustentado por um plano de investimentos de R$ 50 milhões para os próximos anos. Os recursos estão direcionados à modernização dos processos produtivos, incluindo o uso de softwares de inteligência artificial para simulação de plantas e otimização de capacidade, além de avanços na fundição e intensificação de práticas de manutenção preventiva.  Esses investimentos acompanham a evolução dos próprios equipamentos, que vêm incorporando melhorias capazes de elevar a produtividade em até 30%, além de sistemas de automação e sensores inteligentes que reduzem paradas operacionais.

Disponibilidade operacional

A ampliação da oferta de peças de desgaste e reposição, bem como o suporte técnico contínuo, também integra a estratégia da companhia, com foco em garantir previsibilidade, disponibilidade e eficiência nas operações de mineração. Com estoques estratégicos e equipes especializadas, a Furlan busca reduzir o tempo de máquina parada e assegurar a performance dos equipamentos ao longo de sua vida útil.

A base dessa estratégia está em um parque industrial de 210 mil m², em Limeira (SP), que integra as Divisões de Equipamentos, Fundidos e Serviços, permitindo controle total do processo produtivo e ganhos de eficiência. A empresa também se apoia na engenharia própria para desenvolver soluções customizadas, adaptadas à realidade de cada operação — um  diferencial que reforça sua competitividade em aplicações de alta exigência técnica.

Com atuação consolidada no Brasil e presença crescente na América Latina, a Máquinas Furlan reforça seu posicionamento como parceira estratégica da mineração, apoiando clientes na busca por produtividade, redução de custos e eficiência operacional.

A Máquinas Furlan é uma fabricante de soluções para a indústria extrativa, com um portifólio que reúne mais de 150 modelos de equipamentos e uma ampla linha de acessórios para atender às demandas do setor mineral. Fundada em 1962, na cidade de Limeira, no interior do Estado de São Paulo, a Furlan se consolidou como referência no Brasil, nas Américas do Sul, Central e do Norte. No parque industrial de 210 mil m², a fabricante agrega recursos tecnológicos e profissionais qualificados para o desenvolvimento e fabricação de produtos empregados nas operações de cominuição (britagem, trituração e moagem) e no processamento de minérios (classificação, transporte, piroprocessamento etc.)

Máquinas Furlan
Há Propósito Comunicação