sábado, 25 de julho de 2026

CONSTRUIR OU DESTRUIR, EIS A QUESTÃO. Por Linoel Dias*

"Construir pode ser uma tarefa lenta e trabalhosa, que leva anos. Destruir pode ser o ato impensado de um único dia" - Sir Winston Churchill

Imagem: IA Gemini

É curioso observar como, para muitos políticos, destruir parece mais fácil do que construir. Construir exige tempo, paciência, disciplina e, sobretudo, dedicação. Já destruir, muitas vezes, requer apenas um instante de descuido, um discurso impensado, uma canetada impetuosa. Leva-se uma vida inteira para edificar uma reputação sólida, mas bastam poucos minutos para vê-la ruir.

A política e a religião, infelizmente, têm apresentado características semelhantes e até pecados análogos. Líderes invejosos, despreparados, amantes de si mesmos e não da causa, têm contribuído mais para a destruição do que construção.

A sabedoria antiga nos ensina que o verdadeiro valor do ser humano não está no que ele derruba, mas no que ele levanta. Um sábio certa vez afirmou: “Aqueles que dialogam constroem pontes; os que se fecham erguem muros.” E quanta verdade há nisso! O diálogo aproxima, cura, reconstrói. Já o silêncio carregado de orgulho, ou a palavra carregada de dureza, afasta e fragmenta.

A política e a religião têm se utilizado da ganância da inveja, e como bem sabemos, são forças silenciosas, porém devastadoras. Elas corroem o interior do homem, fazendo com que ele deixe de admirar para competir, de servir para dominar, de construir para destruir. Quem se deixa dominar por esses sentimentos perde a capacidade de celebrar o bem e passa a alimentar o mal — primeiro dentro de si, depois ao seu redor.

O Livro Sagrado nos alerta com profunda clareza sobre isso. Ensina que “a palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (Provérbios 15:1). Em outra passagem, lembra que “bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9). Essas palavras não são apenas conselhos; são direções para uma nação e uma vida plena e equilibrada.

Construir, é um ato espiritual e material. É escolher, todos os dias, semear o bem, mesmo quando o terreno parece árido. É erguer pontes onde muitos insistem em levantar barreiras. É responder com serenidade quando o impulso seria reagir com dureza. É, acima de tudo, compreender que cada ação tem sua reação e deixa marcas — seja de edificação ou de destruição.

Que possamos refletir: temos sido construtores ou destruidores? Nossas palavras levantam ou derrubam? Nossas atitudes aproximam ou afastam?

A vida nos oferece, diariamente, escolhas. E ainda que o mundo, por vezes, pareça inclinado à destruição, sempre haverá espaço para quem decide construir. Porque construir é um ato de fé, de coragem e de amor — e, no fim, são essas obras que permanecem.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

sexta-feira, 24 de julho de 2026

CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA INSTALADA EM MANAUS MOVIMENTA TODA A ECONOMIA BRASILEIRA

Com faturamento de R$ 78,56 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026, Polo Industrial de Manaus impulsiona fornecedores, empregos e investimentos em diversos estados brasileiros. CIEAM destaca que crescimento da indústria amazonense beneficia cadeias produtivas em todo o país, especialmente em São Paulo

Avanço do Polo Industrial movimenta fornecedores, amplia exportações e fortalece
a competitividade da indústria nacional

Quando a indústria de Manaus cresce, empresas de diversos estados brasileiros também crescem junto. Esse é um fato que reforça, com dados reais, a importância da Zona Franca de Manaus (ZFM) como instrumento de desenvolvimento nacional. Responsável pela fabricação de eletroeletrônicos, bens de informática, motocicletas, bicicletas, produtos químicos e termoplásticos, entre outros itens, o Polo Industrial de Manaus (PIM) depende de uma extensa rede de fornecedores espalhados pelo país. São Paulo ocupa posição de destaque nesse processo, fornecendo componentes, máquinas, embalagens, tecnologia, serviços especializados e soluções logísticas para as indústrias instaladas na capital amazonense.

“O PIM é o maior cliente da indústria paulista fora de São Paulo. Desde a implantação da ZFM, jamais operamos como uma ilha produtiva”, destaca Lúcio Flávio, presidente executivo do CIEAM (Centro da Indústria do Estado de Amazonas). Ao longo dos anos, Manaus consolidou-se como um elo de uma extensa cadeia nacional de fornecedores. máquinas, equipamentos, componentes eletrônicos, embalagens, softwares industriais, sistemas logísticos, serviços especializados e insumos diversos que chegam diariamente ao Amazonas vindos do Sudeste.

De acordo com dados oficiais da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), São Paulo fornece mais de R$ 35 bilhões por ano em insumos ao Polo Industrial de Manaus. Essa cifra supera o total que a região importa de muitos países. Cada nova fábrica instalada em Manaus representa novas encomendas para fornecedores paulistas. Para o CIEAM, portanto, a relação entre Manaus e São Paulo demonstra que a ZFM não é um modelo isolado, mas um importante instrumento de integração econômica nacional.

Segundo a entidade, a competitividade da indústria instalada na Amazônia estimula a circulação de riquezas entre diferentes regiões, fortalecendo fornecedores, transportadoras, centros de pesquisa, empresas de tecnologia e prestadores de serviços.

Novas oportunidades para a indústria paulista

No caso de São Paulo, essa integração é ainda mais evidente. Componentes eletrônicos, máquinas industriais, embalagens, softwares, equipamentos e serviços especializados produzidos em polos como Campinas, Jundiaí, Sorocaba, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Região Metropolitana de São Paulo abastecem as linhas de produção instaladas em Manaus. A ampliação de uma fábrica e os lançamentos de novos produtos no PIM representam novas oportunidades de negócios para empresas paulistas e de outras regiões do país.

"A ZFM não compete com São Paulo. Pelo contrário: ela movimenta a economia paulista. O crescimento da produção em Manaus gera demanda por insumos, tecnologia, equipamentos e serviços produzidos em diversos centros industriais brasileiros. É uma relação de complementaridade que fortalece a indústria nacional como um todo", destaca Lúcio Flávio.

Os impactos, no entanto, não se limitam à economia. O modelo também desempenha papel estratégico para a preservação ambiental. Ao gerar emprego formal, renda e arrecadação na Amazônia, a Zona Franca contribui para manter 97% da floresta em pé e promover desenvolvimento sustentável na região.

A importância dessa preservação ultrapassa as fronteiras amazônicas. A floresta influencia diretamente os regimes de chuva que abastecem áreas agrícolas, reservatórios e centros urbanos do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. Esse cenário gera os chamados “rios voadores”, que são correntes atmosféricas que transportam umidade para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Essas chuvas abastecem reservatórios, alimentam hidrelétricas e sustentam boa parte da produtividade agrícola nacional. Portanto, com a floresta preservada, os benefícios chegam às lavouras do Centro-Oeste, aos sistemas de abastecimento urbano do Sudeste e à matriz energética brasileira.

"Quando falamos da Zona Franca de Manaus, estamos falando de um modelo que combina produção industrial, desenvolvimento regional e conservação ambiental. É uma iniciativa que gera empregos, movimenta a economia nacional e contribui para a preservação de um ativo natural estratégico para todo o Brasil", afirma o presidente executivo do CIEAM.

Para Lúcio Flávio, compreender essa interdependência é fundamental para qualificar o debate sobre a política industrial brasileira. "Não estamos falando apenas de um modelo regional. Estamos falando de uma política de desenvolvimento nacional, que conecta fornecedores, gera empregos, impulsiona inovação e distribui oportunidades econômicas por todo o país. A Zona Franca de Manaus é um ativo estratégico do Brasil", destaca.

Os números mais recentes comprovam o sucesso da ZFM. Dados do Painel da Economia Amazonense (PEA) mostram que o PIM faturou R$ 78,56 bilhões entre janeiro e abril de 2026, resultado 4,4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. A região deve alcançar faturamento total de R$ 247 bilhões em 2026.

"Os números falam por si. Crescimento do faturamento, avanço das exportações e manutenção de mais de 130 mil empregos demonstram que o PIM continua sendo um dos motores da indústria brasileira. Defender esse modelo é defender a geração de riqueza, inovação e oportunidades para o país", afirma Lúcio Flávio.

Apesar desses bons números, vale lembrar que São Paulo possui cerca de 171 mil indústrias, contra pouco mais de 4 mil do Amazonas. O PIM, por sua vez, reúne, aproximadamente, 600 fábricas de grande porte. Além disso, segundo os dados mais recentes, de 2023, divulgados no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a participação de cada estado na economia brasileira aponta que São Paulo lidera disparado o ranking nacional, com 31,1%, enquanto o Amazonas representa apenas 1,4%. Ou seja: São Paulo ainda produz cerca de 22 vezes mais riqueza do que o Amazonas.

CIEAMO Centro da Indústria do Estado do Amazonas é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 578.208 mil empregos, dos quais 134 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2025 com um faturamento de R$ 228 bilhões

CIEAM
Grupo Printer Comunicação

GRUPO SUPERLÓGICA ANUNCIA OMAR BRANQUINHO COMO DIRETOR DE PRODUTOS PARA MORADIA

Executivo assume a vertical com foco na estratégia de trazer as administradoras como peças-chave na orquestração da experiência em condomínios

Omar Branquinho

O Grupo Superlógica, líder em soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário no Brasil, anuncia Omar Branquinho como novo diretor de Produtos para Moradia. Com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, o executivo assume a posição com a missão de liderar a estratégia do portfólio voltado ao mercado condominial e fortalecer o papel das administradoras como peças-chave na gestão da experiência de síndicos, moradores e condomínios.

Na Superlógica desde 2023, Branquinho participou de diversos projetos com foco em eficiência operacional e planejamento corporativo. Entre suas principais atuações, contribuiu para a estruturação dos processos de suporte, a condução dos ciclos de planejamento estratégico da companhia e a formação dos times de TI e BizOps, área da qual foi diretor. Mais recentemente, atuou como Chief of Staff, posição que ocupava desde junho de 2024.

“Estou animado em assumir esse desafio em um momento importante para a evolução dos produtos voltados ao mercado condominial. Temos a oportunidade de tornar a experiência em condomínios cada vez mais eficiente para administradoras, síndicos e moradores. A evolução do Gruvi, nosso aplicativo voltado à jornada condominial, é uma das nossas principais frentes, tanto pelo potencial de impacto quanto pelo desafio de execução”, afirma Branquinho.

Formado em Engenharia de Computação pela PUC-Campinas, o executivo construiu sua trajetória em empresas de tecnologia, com forte atuação em negócios SaaS. Também atua como Venture Partner, na Venture Hub, e como investidor-anjo, na Kovver App.

Grupo SuperlógicaLíder em soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário, a Superlógica detém 50% do mercado endereçável no segmento condominial no país e oferece um vasto portfólio de produtos, incluindo softwares de gestão, relacionamento e de controles de acesso, além de serviços financeiros como crédito, pagamentos e conta digital. A Superlógica possui mais de mil funcionários e transaciona mais de 35 bilhões de reais em seu sistema. A empresa realizou 8 aquisições nos últimos anos e já recebeu 450 milhões de reais em aportes para expansão de seus produtos e serviços. O investimento foi liderado pelo fundo norte-americano de private equity Warburg Pincus

Grupo Superlógica
NOVA PR

EMBALAGENS BRASILEIRAS: TORMENTO. Por Marli Gonçalves*

Nunca entendi porque são tão ruins as embalagens de tantos e certos produtos, não funcionam, são difíceis de serem abertas, lidos os seus rótulos, conservadas. Você já deve ter proferido muitos palavrões ao tentar abrir algumas delas.

Faca, facão, faquinha – que precisa ter de todos os tamanhos. Dentes fortes. Canivete, tesoura afiada, luvas, vapor – e calma, muita calma. Calmíssima. Concentração. Criatividade. Racionalidade e muita força de vontade para não desistir. Aliás, não desistir, não se machucar, não continuar com fome e, muito menos, você, mulher, evitar ir atrás de algum “homem” ou chamar o porteiro. A autossuficiência no caso de algumas embalagens precisa desse armamento. Ah, acrescente, se possível, uma boa lupa ou seu habitual óculos de grau. Admito que um bom treinamento de força pode ser útil para enfrentar o problema.

Eu poderia estar aqui falando do tarifaço, do caos habitual do transporte público, daquele candidato da familícia que só escorrega, do horror dos crimes, do absurdo do bebê que morreu entalado numa grade da creche sem ninguém ver, dos bêbados assassinos no trânsito. Do frio, do calor, do El Niño. Assuntos não faltam, bem sabemos. Mas as embalagens tomaram a frente. Outro dia conversando com uma amiga que está com sérios problemas de visão, o tema veio, lembrando de quantas delas, embalagens, têm rótulos ilegíveis, tipo fontes diminutas brancas no amarelo. Inclusive – aproveitando já que é reclamação – as plaquinhas nos pontos de venda que, para a gente saber o preço precisa sambar ou rezar, estão a cada dia menores e mais confusas. Você acha que vai pagar uma coisa no caixa, mas era outra: precisava comprar três produtos da mesma marca, sabor, escambau, ou fazer parte - registrada, app, cartão - de algum clube de descontos, sem piscina.

Nem sempre são embalagens de alimentos. Já tentou abrir o invólucro do enxaguante bucal Listerine? Vamos lá. É uma trava. Você olha o desenho – até parece fácil. Aperte para baixo, pressione, rode. Boa Sorte! Pior é que para conservar, acredite, não pode deixar a tampinha já meio soltinha para facilitar. Se esquecer, baubau.

Mas tem muitas embalagens dignas de nota. Zero, claro. Os sachês, os enlouquecedores sachês, aqueles de ketchup, mostarda, maionese. Corte aqui, abra aqui. Abracadabra! Ficou bonita sua roupa manchada, colorida? Não me diga que quebrou o dente tentando ou desistiu de usar no seu sanduíche. Sei como é que é.

Biscoitos e fitinhas vermelhas...Quer um conselho? Vai direto na faca. O mesmo com pacotes de salgados e outros com aquele vinco atrás que requer um certo capricho no momento de juntar e abrir para, digamos, o conteúdo não sair voando.

Enfim, imagino que tenha muitos outros exemplos, e já esteja listando enquanto lê. Torço para que não tenha quebrado a unha, se cortado ou torcido o braço tentando abrir algum vidro, pote, ou alguma lata de conserva com aquele ferrinho; torço também para que o seu abridor de latas esteja bem afiado e você tenha bastante esmero em dar a volta completa.

De vez em quando precisamos falar sobre isso, talvez tema para as eleições? Por que as nossas embalagens são tão ruins?

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

BRADO E TCP ENTREGAM AMPLIAÇÃO FERROVIÁRIA QUE ELEVA EM ATÉ 20% A CAPACIDADE OPERACIONAL EM PARANAGUÁ

Nova infraestrutura permite operações com composições de até 82 vagões e redução na frequência do fluxo de trens em passagem de nível

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, e a Brado Logística, referência no transporte multimodal de contêineres, concluíram, neste mês de julho, as obras de ampliação da estrutura ferroviária dentro do pátio de operações do Terminal. O empreendimento deve aumentar a eficiência da operação e ampliar em cerca de 20% a capacidade de movimentação no modal.

“O ramal ferroviário conecta Paranaguá a Ortigueira, Cambé e Cascavel, importantes polos produtores e exportadores de carne de frango e de papel e celulose. Com a instalação da terceira linha férrea, será possível ampliar a capacidade de movimentação de cargas cheias na ferrovia de 55 mil contêineres para cerca de 66 mil contêineres cheios por ano, o que representa um ganho significativo em eficiência para os clientes atendidos nestas regiões”, explica Fabio Mattos, gerente comercial da TCP.

Para Vinicius Cordeiro, gerente executivo de Comercial e Novos Negócios da Brado, a conclusão da obra representa mais do que a entrega de uma nova infraestrutura. O projeto inaugura uma nova etapa para a logística do Paraná, ampliando as possibilidades de conexão entre produtores e mercados nacionais e internacionais.

“Como operadora multimodal, a Brado tem o papel de transformar essa estrutura em soluções concretas, apoiando o crescimento das operações e ampliando o acesso a uma logística mais eficiente e sustentável. Essa evolução na TCP é especialmente relevante para o agronegócio e o setor industrial do estado, que precisa de alternativas capazes de acompanhar o aumento da produção e alcançar mercados cada vez mais distantes. Ao fortalecer a integração ferroviária, contribuímos para ampliar a competitividade dos produtos paranaenses, oferecendo mais eficiência e previsibilidade ao escoamento da produção”, afirma.

A TCP é o único terminal portuário na região Sul do país a possuir uma conexão direta entre o pátio de operações e um ramal ferroviário, e, com a finalização da obra, o Terminal recebe uma terceira linha de trilhos e uma nova área de manobras, totalizando 757 metros adicionais de ferrovia.

“O modal se consolida como uma solução estratégica, que fortalece a logística de cargas. Com menor risco de avarias, maior segurança e assertividade no tempo de trânsito, o transporte ferroviário no Brasil integra a cadeia de suprimentos de diversos negócios. Em 2024, dos 310 mil contêineres cheios exportados pela TCP, cerca de 52 mil — o equivalente a 17% dos embarques — foram transportados pela Brado”, comenta Mattos.

Anteriormente, o Terminal operava com duas linhas: enquanto um trem chegava ao pátio de operações, outro deixava a área, permitindo a operação de carga e descarga de 41 contêineres por vez. Com a nova linha e a área de manobras, dois trens poderão operar simultaneamente, enquanto um terceiro realiza a saída.

A conclusão da obra também altera a dinâmica no fluxo de veículos. No modelo anterior, os trens chegavam a Paranaguá com 82 vagões e as composições precisavam ser divididas em duas menores, de 41 contêineres cada, para cruzar a passagem de nível na Avenida Portuária. Este processo gerava a necessidade de duas paradas tanto dos trens quanto dos veículos para viabilizar a passagem das composições.

Agora, um único trem poderá seguir de forma contínua e com capacidade máxima, o que diminui a frequência de cruzamentos na passagem de nível da Avenida Portuária e garante uma circulação constante, em velocidade reduzida, evitando os antigos bloqueios prolongados da via.

Investimentos ampliam capacidade logística e fortalecem operação ferroviária

A ampliação da ferrovia integra um conjunto amplo de investimentos realizados pela TCP para fortalecer sua infraestrutura logística. Nos últimos cinco anos, a empresa investiu cerca de R$ 500 milhões em melhorias operacionais e na expansão da capacidade do Terminal. Para atender ao crescimento da movimentação na ferrovia, a área passou a operar com três guindastes RTG (Rubber Tyred Gantry) — um a mais do que anteriormente. Esses equipamentos passaram por um processo de eletrificação, com a instalação de barramentos elétricos ao longo da área ferroviária, iniciativa que gerou uma redução nas emissões de aproximadamente 771 toneladas de carbono por ano na operação dos três equipamentos. Além disso, a TCP investiu na mobilização de novos Terminal Tractors (TTs) para otimizar a operação ferroviária e na readequação do gate do Terminal, permitindo o acesso da terceira linha e maior fluidez na movimentação de cargas.

A expansão também envolveu investimentos da Brado Logística em ativos e componentes estratégicos para a implementação da nova infraestrutura ferroviária. Segundo o executivo da companhia, esses aportes foram determinantes para elevar a capacidade operacional e garantir um serviço mais ágil e confiável aos clientes.

"Essa foi uma estratégia pensada para entregar mais produtividade e eficiência diretamente aos nossos clientes. Com a instalação de novos trilhos e três aparelhos de movimentação de via (AMVs), ampliamos significativamente nossa capacidade de manobra e fluxo de composições, reduzindo tempos de espera e aumentando o giro de atendimento no terminal. Toda a base de sustentação desse sistema, como placas de apoio, chumbadores, soldas e grampos de fixação, foi dimensionada para garantir máxima disponibilidade e confiabilidade operacional. O resultado é uma operação mais versátil, com maior vazão e capacidade de resposta às demandas crescentes dos nossos clientes", afirma Cordeiro.

Para Washington Renan Bohnn, gerente de operações logísticas da TCP, “esses investimentos fortalecem a infraestrutura logística da TCP e permitem que a operação ferroviária evolua com mais eficiência e previsibilidade. Ao ampliar a capacidade do Terminal e integrar melhor os modais de transporte, conseguimos oferecer soluções mais competitivas para os nossos clientes e contribuir diretamente para a eficiência da cadeia logística do comércio exterior brasileiro”.

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, é o maior terminal portuário do Sul do Brasil, segundo a ANTAQ, e um dos principais da América do Sul, com atuação desde 1998 no litoral do Paraná. Reconhecida pela infraestrutura moderna e soluções completas para importadores e exportadores, a empresa conta com o maior pátio reefer da América do Sul, armazém alfandegado próprio, área especializada para cargas perigosas e é o único terminal do Sul do país com conexão ferroviária direta à área alfandegada. A TCP se destaca como um dos principais corredores de exportação do agronegócio brasileiro, liderando os embarques nacionais de carne de frango e ampliando sua participação nas exportações de carne bovina, além de ser referência nos embarques de produtos do agronegócio.

A Brado é referência nacional em serviços de logística multimodal. Tem estrutura própria composta por 33 locomotivas, cerca de 4,7 mil contêineres e mais de dois mil vagões, equipamentos, armazéns e terminais, complementadas por meio de parcerias estratégicas nos principais centros de consumo do país. Com atuação cada vez mais adaptada às necessidades do mercado de importação, exportação e mercado interno, a empresa preza pela excelência na movimentação de contêineres no Brasil, focada na integração multimodal.

Loures

PARA MIM, A FIAT TEM 53 ANOS DE BRASIL. Por chicolelis*

Explico:

É que foi no dia 14 de março de 1973 que eu tive o privilégio de participar, em Betim, MG, da solenidade de lançamento (simbólico) da pedra fundamental da primeira fábrica da Fiat fora da Itália, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, MG. Lá estava eu, repórter de A Tribuna (jornal centenário de Santos, SP), em companhia do "Grand Capo" da empresa, Giovanni Agnelli, e do governador mineiro à época, Rondon Pacheco. E, claro, junto com o primeiro presidente da fábrica no Brasil, Adolfo Neves Martins da Costa. Assim, para mim, a Fiat já existia três anos antes da inauguração da fábrica. E foi o primeiro evento em que tive que usar gravata.

Foi algo realmente histórico, já que marcava a presença de uma fábrica de automóveis fora do “eixo” do Grande ABC paulista, onde estavam GM, em São Caetano do Sul; Volkswagen e Ford, em São Bernardo do Campo, que abrigava também Scania, Karmann-Ghia e Chrysler (esta, encerrou as suas atividades no Brasil em 1981, quando foi adquirida pela Volkswagen, para fabricar caminhões com a sua marca).

E o que foi que fez a empresa italiana ir para Minas Gerais, quando os demais estados ofereciam incentivos fiscais? É que o governo mineiro entrou como sócio oferecendo um terreno, já terraplanado e com toda infraestrutura necessária, com 2,25 milhões de metros quadrados, por um preço simbólico. Foi a primeira parceria societária entre uma montadora e um Estado do Brasil, que tinha participação de 45,29% da fábrica de Betim. Três anos depois da Fiat lançou seu primeiro modelo no Brasil, o 147.

O primeiro a álcool

Além de ser o primeiro modelo Fiat produzido fora da Itália, o 147 também foi o primeiro carro movido a álcool no mundo, em 1979. Mas sua história começou ainda em 1976, quando começaram os ensaios para transformar o 147 em um carro movido a álcool diante da crise do petróleo iniciada em 1973. No mundo inteiro buscou-se alternativas para substituir o petróleo. Aqui, o governo lançou o ProÁlcool (Programa Nacional do Álcool) incentivando a produção do etanol usando a cana-de-açúcar.

E o público conheceu o 147 a álcool no Salão do Automóvel de 1976, que já rodara milhares de quilômetros em testes realizados. O teste definitivo veio em 1978, com uma viagem de 12 dias rodando por 6,8 mil quilômetros todo o Brasil. No ano seguinte ele chegou ao mercado.

Meu primeiro 147, vermelho, comprei do meu querido amigo Mathias Petrich (que já nos deixou) no começo dos anos 80. Uma delícia de carro.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

COM BASE FLUTUANTE DE ALTA TECNOLOGIA, PROGRAMA NORTE CONECTADO INICIA LANÇAMENTO DOS CABOS DE FIBRA ÓPTICA NO RIO MADEIRA

Plataforma abriga até 110 pessoas e funciona como central de alta tecnologia da Infraestrutura que vai conectar Amazonas e Rondônia pelo leito dos rios

Balsa-plataforma no Rio Madeira 
Foto: Marcelo S. Camargo/Divulgação/EAF

A operação de lançamento de cabos de fibra óptica no Rio Madeira teve início na terça-feira (21), utilizando uma balsa-plataforma de 80 metros de comprimento por 24,5 metros de largura como base para as atividades de engenharia e logística do programa Norte Conectado, do Governo Federal. Coordenada pela EAF (Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz), a iniciativa, que vai levar conectividade entre o Amazonas e Rondônia, integra as obrigações do Leilão do 5G, sob coordenação do Ministério das Comunicações e supervisão da Anatel, por meio do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi).

A embarcação funciona como uma central de engenharia e habitação flutuante para até 110 profissionais ao longo de uma jornada de 15 dias, que contará com paradas técnicas e operacionais estratégicas entre Autazes (AM) e Porto Velho (RO).

“Hoje, o Brasil é um país que já serve como referência para a implantação de cabo subfluvial no mundo”, disse a CEO da EAF, Gina Marques.

Vida e infraestrutura a bordo: 16 containers organizam a rotina

A balsa foi montada com uma estrutura modular composta por 16 contêineres industriais (de 6,60 m x 2,44 m x 2,60 m) que garantem autonomia energética, conforto e segurança sanitária para a equipe em trânsito pelo rio.

- Alojamento e Alimentação: 8 contêineres são dedicados aos dormitórios climatizados, 4 abrigam o refeitório e 2 comportam a cozinha industrial, de onde saem diariamente as refeições da tripulação.

- Saúde, Lazer e Sustentabilidade: 2 contêineres são voltados ao conforto (sala de musculação e jogos). A estrutura conta ainda com uma enfermaria com equipe médica de plantão e uma Estação de Tratamento de Efluentes acoplada aos sanitários, garantindo descarte correto de resíduos não tratados no rio.

- Energia e Propulsão: A plataforma é movimentada por empurradores de grande deslocamento e mantida por 3 grupos de geradores que garantem energia 24 horas por dia.

Engenharia de precisão: como o cabo chega ao fundo do rio

Além de alojamento, a plataforma é uma oficina de tecnologia. Todo processo de lançamento é monitorado a bordo:

1. Laboratório Tecnológico de Emendas: espaço climatizado onde a integridade dos 24 pares do cabo de fibra óptica é testada e verificada antes de ir para a água.

2. Coordenação e LCE (Line Cable Engine): da sala de cirurgia, engenheiros controlam a velocidade e a tensão do cabo. O maquinário LCE guia a fibra para que ela saia dos carretéis e deslize suavemente no leito do rio, atingindo profundidades de até 18 metros.

3. Mergulho e câmara hiperbárica: a partir do contêiner-escritório de mergulho, profissionais especializados entram na água durante as etapas de ancoragem para inspecionar o leito com as próprias mãos, garantindo a perfeita fixação do cabo nos pontos de presença (os CMADs) nas margens dos municípios.

"É um projeto 100% brasileiro e de uma complexidade muito grande, único no mundo pela extensão. É um trabalho feito por mão de obra nacional e por empresas nacionais", diz Geraldo Segatto, diretor de Operações da EAF.

Cabos embarcados na balsa-plataforma
Foto: Marcelo S. Camargo/Divulgação/EAF

Tecnologia que preserva a natureza

O uso da balsa-plataforma como base operacional é o centro da estratégia ambiental do programa Norte Conectado.

Classificada como uma Solução Baseada na Natureza (SBN), a operação utiliza a calha natural do Rio Madeira para levar internet de alta velocidade sem a necessidade de abrir estradas ou derrubar vegetação. Pelo rio, o programa garante a preservação de 68 milhões de árvores na Amazônia, segundo estimativa do Ministério das Comunicações.

"É o maior programa de lançamento de cabo subfluvial do planeta. A Amazônia tem distâncias realmente fora do normal do que se entende. A infovia vem exatamente para atender a esse propósito", afirmou o coordenador-geral de Projetos de Infraestrutura do Ministério das Comunicações, Ângelo Lorenzo.

Ao fim da operação, a Infovia 05 vai conectar nove municípios, garantindo a possibilidade de implantação de banda larga de alta capacidade para 8 hospitais regionais de referência, 80 escolas públicas, Fóruns de Justiça e unidades das Forças Armadas entre o Amazonas e Rondônia.

EAF

A Entidade Administradora da Faixa (EAF) é uma instituição sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel e vinculada ao Ministério das Comunicações. Entre suas atribuições estão a limpeza da faixa de 3,5 GHz, essencial para a operação do 5G no país; a execução dos programas Siga Antenado e Brasil Antenado; a implantação das infovias na região amazônica, para expandir a infraestrutura de telecomunicações no Norte do Brasil; e o desenvolvimento das redes privativas de comunicação para o Governo Federal.

EAF - A Entidade Administradora da Faixa
FSB Comunicação

CONSELHO DA IATA NOMEIA SAADIA ZAHIDI COMO DIRETORA-GERAL DA ASSOCIAÇÃO

A Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA) anunciou que Saadia Zahidi foi nomeada por seu Conselho de Administração para o cargo de diretora-geral a partir de 1º de novembro de 2026. Zahidi será a nona diretora-geral da IATA e a primeira mulher nomeada para ocupar o cargo

Saadia Zahidi ingressa na IATA vinda do Fórum Econômico Mundial (WEF),
onde atua como diretora-executiva e membro do Conselho de Administração

Willie Walsh, atual diretor-geral da IATA, encerrará suas funções em 31 de julho de 2026. Por isso, o Conselho de Administração da IATA nomeou Sandrine Le Borgne, diretora financeira e vice-presidente sênior de Serviços Corporativos da IATA, como diretora-geral interina para o período de transição.

“O Conselho está muito satisfeito em nomear Saadia Zahidi como diretora-geral da IATA. A longa e notável experiência de Saadia no Fórum Econômico Mundial irá aprimorar e fortalecer a IATA como a voz das companhias aéreas mundiais. O transporte aéreo global é uma indústria de trilhões de dólares que mudou e continua a mudar o mundo para melhor. A nomeação de Saadia ocorre em um momento de mudanças significativas no cenário internacional. A tecnologia e a geopolítica, entre outros fatores, remodelarão o setor no futuro, e Saadia traz as habilidades certas para articular de forma eficaz o que nossa indústria precisa para continuar conectando pessoas e economias de maneira segura, eficiente e sustentável. Ela trará uma perspectiva nova para a IATA, que ampliará seu apoio à indústria de aviação sobre as bases das sólidas capacidades técnicas, financeiras e de dados da IATA.

Agradeço a Willie por sua liderança extraordinária, que ajudou a IATA a sair dos anos da COVID mais forte e com membros mais representativos do que nunca. Agora, estamos ansiosos para ver Saadia levar o trabalho da IATA a patamares ainda mais altos”, disse Roberto Alvo, presidente do Conselho de Administração da IATA e CEO do LATAM Airlines Group.

“Sinto-me honrada em ajudar a impulsionar a missão da IATA de representar, liderar e servir a indústria aérea neste momento crucial. A aviação é uma infraestrutura crítica para o crescimento econômico, comércio, turismo, empregos, investimentos e oportunidades. Em um mundo em rápida transformação, o papel da IATA em unir o setor para colaborar por meio de padrões confiáveis, serviços essenciais e advocacy nunca foi tão importante.

Estou ansiosa para trabalhar em estreita colaboração com nossas companhias aéreas membros, governos e o ecossistema de parceiros para consolidar a base notável da IATA, garantindo que a aviação continue conectando o mundo, ao mesmo tempo em que abraça a inovação, fortalece a resiliência e promove o crescimento sustentável. Juntos, podemos expandir os benefícios da conectividade para mais pessoas e economias em todo o mundo. Minha principal prioridade será trabalhar com a equipe da IATA e com a indústria para construirmos juntos o futuro da aviação”, disse Zahidi.

Saadia Zahidi

Saadia Zahidi passou mais de duas décadas no Fórum Econômico Mundial, onde atuou como diretora-executiva e membro do Conselho de Administração. Ela fundou e atualmente lidera o Centro para a Nova Economia e Sociedade do WEF. Anteriormente, liderou o Grupo de Comunicações Globais, o Grupo de Programação Global e o engajamento do WEF com acadêmicos, sociedade civil e organizações internacionais.

Também fundou e é coautora dos relatórios do WEF Future of Jobs (O Futuro dos Empregos), Future of Growth (O Futuro do Crescimento), Global Gender Gap (Disparidade Global de Gênero) e das perspectivas do Chief Economist Outlooks. Ela fez parte do painel do Secretário-Geral da ONU sobre Empoderamento Econômico das Mulheres e do Grupo Consultivo de Alto Nível da Agência Espacial Europeia. É autora de Fifty Million Rising, obra que retrata a ascensão das mulheres trabalhadoras no mundo muçulmano.

Zahidi possui bacharelado (BA) em Economia pelo Smith College, mestrado de pesquisa (MPhil) em Economia Internacional pelo The Graduate Institute e mestrado em Administração Pública (MPA) pela Universidade Harvard. Ela possui nacionalidades suíça e paquistanesa.

IATA - Associação do Transporte Aéreo Internacional
LLYC

GRUPO EP AMPLIA PRESENÇA NO MERCADO DE MÍDIA EXTERIOR COM AQUISIÇÃO DA ELETROMIDIA EM RIBEIRÃO PRETO

Movimento reforça estratégia de crescimento da companhia e fortalece atuação em um dos principais polos econômicos do interior paulista; a expansão se iniciou em dezembro de 2025 com a operação da franquia de Campinas

e/d: André Coutinho Nogueira, co-presidente do Grupo EP; e Pedro Coutinho Nogueira, coordenador de Novos Negócios do Grupo EP; durante o evento de lançamento da Eletromidia Ribeirão Preto

O Grupo EP, maior conglomerado de mídia do interior de São Paulo e Sul de Minas, amplia sua presença no mercado de mídia out-of-home com a aquisição de 100% da operação em Ribeirão Preto da franquia da Eletromidia, líder do segmento no Brasil. O movimento, anunciado nesta quinta-feira (23), durante  evento realizado na cidade, para o mercado publicitário local, reforça a estratégia de expansão da companhia e dá sequência ao crescimento iniciado com a compra de 60% da franquia da Eletromidia em Campinas (SP), em dezembro de 2025. A operação passa a integrar o portfólio do grupo, sob gestão da área de Negócios, liderada por Vinícius Zelante Góes.

As oportunidades oferecidas pela operação contemplam uma rede diversificada de pontos de contato, com 102 telas no inventário, em Ribeirão Preto, com presença em edifícios comerciais e residenciais, além de ativos de retail media em supermercados e ambientes de alta circulação, permitindo impactar públicos qualificados ao longo de diferentes momentos da jornada. A estrutura possibilita ativações voltadas a segmentos como financeiro, automotivo, aviação e turismo, bens de consumo, entretenimento, telecomunicações, varejo, tecnologia, hotelaria, construção civil, governo, educação e saúde e bem-estar, além de estratégias orientadas ao comportamento do consumidor, com alto índice de decisão no ponto de venda e compras por impulso, ampliando as oportunidades de conversão e fortalecimento de marca em contextos relevantes do dia a dia.

Para André Coutinho Nogueira, co-presidente do Grupo EP, a compra está diretamente alinhada à estratégia de crescimento sustentável da companhia e ao fortalecimento de sua atuação em praças relevantes do interior. “Essa aquisição reforça nosso compromisso em ampliar a presença do Grupo EP em mercados estratégicos e oferecer soluções cada vez mais completas para nossos clientes. Ribeirão Preto é uma cidade relevante, com grande potencial de crescimento no OOH, e estamos preparados para potencializar ainda mais essa operação.”

A movimentação em Ribeirão Preto dá continuidade à estratégia iniciada com a compra da operação da Eletromidia em Campinas, marco importante na entrada do Grupo EP de forma mais estruturada no mercado de mídia exterior, e representa a segunda operação entre uma franquia da Eletromidia e uma afiliada da Rede Globo. Desde então, a companhia vem ampliando sua presença no segmento, com foco em integração de canais e desenvolvimento de soluções cada vez mais completas. “Depois da compra da Eletromidia de Campinas, seguimos avançando com consistência na expansão desse segmento, fortalecendo nossa atuação regional”, explica André Coutinho Nogueira, co-presidente do Grupo EP.

Para Marcelo Pacheco, CSO da Eletromidia, o movimento reflete o amadurecimento do setor e a força do modelo de negócios da companhia na liderança do mercado nacional. “A consolidação dessa parceria com o Grupo EP em Ribeirão Preto é um passo altamente estratégico para o ecossistema de comunicação. Estamos unindo a nossa tecnologia, inventário digital e inteligência de dados à liderança e capilaridade indiscutíveis do Grupo EP. Esse movimento potencializa a entrega de soluções para os anunciantes em um polo econômico vital, garantindo que as marcas se conectem à jornada do consumidor com ainda mais assertividade, relevância e integração entre os meios”, destaca o executivo.

O mercado de Out of Home (OOH) no Brasil mantém sua trajetória de crescimento em 2026, impulsionado pela digitalização acelerada, pelo uso estratégico de dados e pela forte integração tecnológica. De acordo dados do Painel Cenp-Meios, o setor se posiciona como o terceiro que mais recebe investimentos publicitários no país, com cerca de 12,1% de participação e movimentação anual em torno de R$ 3,51 bilhões.

Grupo EP apresenta Globo DAI ao mercado de Ribeirão Preto

Durante o evento, o Grupo EP também apresentou ao mercado publicitário de Ribeirão Preto o Globo DAI (Dynamic Ad Insertion), solução da Globo que une a força da TV aberta à inteligência da mídia digital. A tecnologia permite a inserção de anúncios personalizados durante a transmissão ao vivo do Globoplay, direcionando campanhas de acordo com o perfil e os interesses dos espectadores. Com a novidade, anunciantes da região passam a contar com uma ferramenta complementar à TV aberta, capaz de ampliar a assertividade das campanhas por meio de segmentação de audiência em um ambiente premium de conteúdo.

Grupo EP

O Grupo EP é o maior conglomerado de comunicação do interior do Brasil, fundado pela família Coutinho Nogueira em Campinas (SP) há 46 anos e com atuação nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Central e Sul de Minas Gerais.

As empresas de mídia do Grupo EP incluem a EPTV, afiliada da Rede Globo, sites Globo (g1 e ge), acidade on, Tudo EP, rádios CBN, EP FM e Jovem Pan, PIO Hub (agência de marketing de influência), EP Eventos, EP Painéis (mídia OOH), participação societária na Rede Bahia e, por meio de operação societária, a Sprint Mídia, franquia da Eletromidia em Campinas, da qual o Grupo EP adquiriu 60% da operação.

A EPTV também está entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2025, segundo pesquisa da revista internacional TIME, em parceria com a Statista.

O conglomerado de mídia alcança mais de 12,3 milhões de telespectadores e representa 7,18% do consumo de todo o país (Fonte: Cobertura EPTV 2025 / IPC Maps 2025).

A Eletromidia alcança mensalmente cerca de 60 milhões de pessoas através de mais de 90 mil pontos de contato, dos quais 70 mil são ativos digitais – o maior inventário digital do país. Levamos conteúdo, serviços e experiências com o propósito de gerar impacto positivo na sociedade por meio da transformação das cidades. Somos a única companhia do setor com atuação em seis verticais do out-of-home – ruas, edifícios, shoppings, aeroportos, transportes e, mais recentemente, graças à parceria com a Azul Linhas Aéreas, mídia de bordo – presente nos 11 maiores mercados do Brasil. Somos uma empresa do Grupo Globo, ampliando nossa capacidade de inovar e transformar o ecossistema publicitário.

Grupo EP
Agência ERA®

VETANCO ANUNCIA THALITA MALTA COMO GERENTE DE ASSUNTOS REGULATÓRIOS E QUALIDADE NO BRASIL

Profissional amplia escopo de atuação ao incorporar pesquisa e desenvolvimento, reforçando a integração entre áreas estratégicas da companhia

Thalita Malta

A Vetanco, referência global em saúde animal, anuncia a promoção de Thalita Malta para a gerência de assuntos regulatórios e qualidade no Brasil. Com mais de 11 anos de trajetória na empresa e duas décadas de experiência no setor, a executiva passa a liderar também a área de pesquisa e desenvolvimento (P&D), fortalecendo a integração entre setores estratégicos da companhia.

Ao longo de sua carreira na Vetanco, Thalita participou diretamente da evolução da área regulatória, contribuindo para torná-la mais estratégica, integrada e ágil. Médica-veterinária formada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com MBA executivo em indústria farmacêutica pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ela assume a nova posição em um momento de expansão das atividades da empresa no Brasil.

"O mais importante dessa trajetória foi perceber como a Vetanco valoriza o desenvolvimento das pessoas e abre espaço para que as áreas cresçam junto com a companhia", comenta a nova gerente. "O regulatório deixou de atuar de forma isolada para se tornar uma área estratégica, conectada às decisões do negócio e ao suporte das equipes no dia a dia", complementa.

Com a incorporação da área de pesquisa e desenvolvimento à sua gestão, a companhia reforça a sinergia entre inovação, qualidade e assuntos regulatórios, contribuindo para o desenvolvimento de soluções alinhadas às necessidades do mercado e dos clientes.

A promoção de Thalita também reflete a estratégia da Vetanco de investir no desenvolvimento de seus profissionais e valorizar talentos que constroem sua trajetória dentro da organização. O reconhecimento fortalece a cultura da empresa de incentivar o crescimento interno e preparar suas equipes para os desafios de um mercado em constante evolução.

A Vetanco é um laboratório veterinário internacional que, desde 1987, desenvolve, fabrica e comercializa soluções para a saúde animal. Presente em mais de 40 países, a empresa oferece produtos internacionalmente comprovados, controlados e seguros, que contribuem para o aumento da produtividade e da segurança agroalimentar, reforçando seu compromisso com a oferta de produtos seguros para alimentos seguros, reconhecidos pelos mercados mais criteriosos. No Brasil, a empresa tem unidades em Chapecó (SC) e Vinhedo (SP). Clique aqui para mais informações

Vetanco
Texto Comunicação Corporativa

REVENA ANUNCIA ADRIANA RANGEL COMO CMO

Executiva tem 28 anos de experiência em tecnologia, com passagens por Microsoft, HPE, VMware, UiPath e Nilo Saúde, e chega para fortalecer posicionamento, geração de demanda, ABM e branding

Adriana Rangel

A Revena, healthtech brasileira que usa inteligência artificial para tornar o ciclo da receita hospitalar mais preciso, eficiente e sustentável, anuncia a chegada de Adriana Rangel como CMO. A executiva assume a missão de liderar a estratégia de mercado da companhia, conectando a tese da empresa às prioridades de CEOs, CFOs, diretorias financeiras e lideranças responsáveis pelo ciclo da receita nos hospitais.

A chegada de Adriana acontece em um momento de expansão da Revena, que vem ampliando sua atuação em hospitais de média e alta complexidade e já está presente em quatro das dez maiores redes hospitalares do país. Com 28 anos de experiência em tecnologia e saúde digital, 18 deles em posições de liderança, a executiva construiu uma carreira marcada pela capacidade de transformar estratégia em resultados e de conduzir organizações em diferentes estágios de desenvolvimento.

Ao longo de sua trajetória internacional, Adriana ocupou posições de diretoria em empresas como Microsoft, Hewlett-Packard Enterprise, VMware e UiPath, onde comandou lançamentos, operações regionais e iniciativas de relacionamento com grandes empresas e lideranças C-level na Europa, no Oriente Médio, na África e nas Américas. Mais recentemente, como CMO da Nilo Saúde, estruturou a área de marketing da healthtech e fortaleceu sua contribuição para a geração de novas oportunidades de negócio.

O debate sobre inteligência artificial na saúde vem amadurecendo rapidamente e avançando para além da assistência. Para a Revena, ampliar essa agenda é parte importante da consolidação de uma categoria em pleno desenvolvimento no Brasil, que conecta tecnologia, gestão hospitalar e sustentabilidade financeira.

“Existe uma discussão crescente sobre IA na saúde, mas ainda muito concentrada na assistência. A Revena está levando essa conversa para uma dimensão igualmente estratégica: a eficiência financeira dos hospitais. Nosso papel é mostrar que o ciclo da receita não é apenas uma área operacional. É uma frente crítica para margem, caixa e sustentabilidade do setor”, afirma Adriana Rangel, CMO da Revena.

Graduada em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Uberlândia, Adriana possui MBA Executivo pela Universidade de São Paulo. Com experiência internacional em tecnologia, marketing orientado à receita e saúde digital, a nova CMO soma sua trajetória à estratégia de expansão da Revena em meio ao crescimento acelerado da companhia e à maior maturidade do mercado de IA aplicada à gestão hospitalar.

A Revena é uma healthtech brasileira especializada em inteligência artificial para o ciclo da receita hospitalar. A plataforma conecta dados clínicos, contratos, protocolos e sistemas hospitalares para gerar contas médicas mais precisas, justificadas e integradas ao fluxo operacional dos hospitais. Com IA e validação humana, a empresa ajuda instituições de saúde a reduzir perdas evitáveis, diminuir trabalho manual, acelerar o fechamento de contas e fortalecer sua sustentabilidade financeira. A Revena já captou R$ 45 milhões em rodada seed e atua em 4 dos 10 maiores grupos hospitalares do país

Revena
NR7

CAMILA RABELO É A NOVA DIRETORA DE VENDAS E DISTRIBUIÇÃO DA UP2TECH

Executiva com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, indústria e distribuição assume a liderança da área comercial para impulsionar a expansão da companhia após marco de 1,5 bilhão de faturamento em 2025

Camila Rabelo

A UP2Tech, distribuidora de tecnologia especializada em soluções para telecomunicações, infraestrutura de redes, eletrônicos e marketplace, anuncia a chegada de Camila Rabelo como diretora de vendas e distribuição com foco no b2b. A executiva passa a liderar a estratégia comercial da empresa, com foco na expansão dos negócios, no fortalecimento da atuação junto a fabricantes, distribuidores e varejistas e na ampliação da presença da companhia no mercado brasileiro.

Com mais de duas décadas de experiência em operações comerciais e desenvolvimento de negócios nos setores de tecnologia, indústria e distribuição, Camila construiu sua trajetória em empresas como Hexagon, Honeywell, Agis, LG Electronics e Motorola, onde liderou iniciativas de expansão de mercado, gestão de canais, vendas consultivas e desenvolvimento de operações comerciais.

Economista pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA Executivo pela ESPM, a executiva chega à UP2Tech para contribuir com o plano de crescimento da companhia e fortalecer sua estratégia de distribuição.

"Temos metas bastante ousadas para os próximos anos e sabemos que o crescimento sustentável começa pelas pessoas. A chegada da Camila Rabelo reforça nosso compromisso de formar um time executivo preparado para acelerar a estratégia da UP2Tech, fortalecer nossa atuação comercial e consolidar a empresa como uma das principais plataformas de tecnologia, distribuição e inovação do mercado", afirma Rodrigo Abreu (Kalu), CEO da UP2Tech.

A UP2Tech é uma das principais distribuidoras de tecnologia do país, especializada na distribuição B2B de soluções para telecomunicações, infraestrutura de redes, tecnologia, eletrônicos e marketplaces. Com uma operação robusta baseada em inteligência logística, tecnologia proprietária e forte relacionamento comercial, a companhia conecta grandes fabricantes globais a varejistas, marketplaces, integradores e provedores de internet. Além da atuação B2B da marca mãe, o grupo conta com a Negóciun — braço responsável pela operação B2C e vendas nos principais marketplaces do país — e com verticais focadas em inovação, como a iBOI (solução disruptiva de rastreabilidade e conectividade IoT para o agronegócio), dentre outras frentes

UP2Tech
JN Assessoria de Imprensa

DIA DA LASANHA: FESTIVAL DE INVERNO NO ABBRACCIO É OPÇÃO PARA CELEBRAR A DATA COM MENU ESPECIAL

Experiência completa para duas pessoas com entrada, dois pratos e bebidas tem valor a partir de R$ 169,90

Poucos pratos atravessam gerações com a mesma força da lasanha. Presente em almoços de domingo, reuniões em família e outras ocasiões especiais, ela conquistou um espaço tão relevante na cultura brasileira que ganhou uma data própria no calendário: 29 de julho, o Dia da Lasanha.

Atento a esse movimento e inspirado na tradição e no lifestyle italiano, o Abbraccio, restaurante do mesmo grupo do Outback Steakhouse, tem sua lasagna bolognese feita de massa artesanal entre os destaques do cardápio e aproveita a data para reforçar sua proposta de proporcionar experiências que celebram os sabores clássicos da Itália com um toque diferente.

No Abbraccio, a Lasagna Bolognese é preparada na própria cozinha, montada em camadas com molho de carnes bovina e suína, um mix de queijos que combina ricota, mussarela e o parmesão Faixa Azul, e o tradicional molho pomodoro. O prato também faz parte do Festival Invernale , menu especial que oferece uma experiência completa para duas pessoas com entrada, dois pratos principais e dois drinks a partir de R$ 169,90 e se estende até o dia 30 de agosto.

Na campanha, os clientes podem escolher um aperitivo entre Bruschetta Caprese e Carbonara Bites e, na sequência, selecionar dois pratos principais entre Lasagna, Gnocchi Gratinato al Formaggio, Gnocchi Creamy Pesto e Carbonara di Roma. A experiência está disponível por R$ 169,90, com duas Sodas Italianas, refrigerante refil ou Iced Tea Refil, ou por R$ 199,90, com duas taças de vinho Abbraccio.

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do Shopping Iguatemi, com atendimento presencial e delivery. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba com um restaurante no Iguatemi Esplanada, com entregas via delivery para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim. No dia 6 de julho, a rede chegou também à região metropolitana de Jundiaí, com uma unidade no JundiaíShopping, que em breve iniciará o serviço de delivery.

Serviço
Festival de Inverno – Abraço
Período: até 30 de agosto.

Salão
• 1 aperitivo + 2 pratos + 2 Sodas Italianas – R$ 169,90
• 1 aperitivo + 2 pratos + 2 taças de vinho Abbraccio – R$ 199,90

Entrega
• Menu para compartilhar (sem bebidas) – R$ 149,90.

O Abbraccio conta com 17 unidades físicas no país, localizadas nas cidades de São Paulo, São José dos Campos, Campinas, Sorocaba, Jundiaí, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília. Com a filosofia "Vero diferente, Vero Abbraccio", traz uma experiência diferenciada de casual dinning fundamentada na hospitalidade calorosa e em um cardápio variado, com um toque moderno e vibrante. Ambiente inspirado no lifestyle italiano, com cozinha aberta que permite que os clientes acompanhem de perto a preparação dos pratos com massas artesanais e ingredientes frescos

Abbraccio
Assessoria de Imprensa
Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
rosana@macchinaweb.com.br
Antônio Fraga
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