sábado, 14 de fevereiro de 2026

PORTO DE SANTOS CRESCE EM VOLUME DE CARGAS E EXPÕE LIMITES ESTRUTURAIS NO SISTEMA ANCHIETA-IMIGRANTES

Região Sudeste lidera movimentação portuária nacional com 635,3 milhões de toneladas e avanço de 6,01% em 2025, mas gargalos continuam impactando o transporte e logística

A movimentação de 635,3 milhões de toneladas de cargas entre janeiro e novembro do último ano confirma o protagonismo dos portos da Região Sudeste na infraestrutura logística nacional. Trata-se de um crescimento de 6,01% em relação ao mesmo período de 2024, desempenho que contribuiu de forma decisiva para os resultados positivos da balança comercial brasileira, que atingiu o recorde de 348 bilhões de dólares em exportações entre 2023 e 2025. Dentro desse cenário, o Porto de Santos encerrou 2025 com o melhor resultado de sua história, alcançando a marca de 186,4 milhões de toneladas movimentadas, um crescimento de 3,6% sobre o recorde anterior, estabelecido em 2024.

O desempenho vem sendo acompanhado de perto pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), que destaca a relevância dos resultados para a infraestrutura logística paulista, especialmente na região de Santos, onde está localizado o maior porto da América Latina. Para a entidade, o avanço consolidou ainda mais a posição estratégica da Baixada Santista no comércio exterior brasileiro.

“São números importantes, robustos, e que trazem orgulho para nós aqui da Baixada Santista. O Porto de Santos mais uma vez demonstra sua força e capacidade operacional. Mas quem vive o dia a dia da operação sabe que cada tonelada movimentada exige um esforço logístico enorme”, reflete Roseneide Fassina, vice-presidente regional da FETCESP e presidente do SINDISAN – Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista.

O crescimento do volume, segundo a dirigente, também evidencia fragilidades estruturais que ainda não foram plenamente resolvidas. Os gargalos logísticos e as limitações nos acessos ao Porto de Santos continuam sendo pontos críticos. O principal deles está no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), responsável por controlar o fluxo de veículos entre o planalto e a Baixada Santista.

“Temos picos de circulação que impactam diretamente a mobilidade da região. Em determinados momentos do dia, chegam a passar mais de 600 caminhões por hora pelo sistema. Isso não significa que todos estejam indo para o porto, mas a pressão sobre a infraestrutura é real e constante”, afirma Fassina. “Caminhões que chegam antes do horário agendado acabam aguardando, o que gera filas, aumenta custos e traz reflexos para toda a cadeia.”

Na prática, o transporte rodoviário de cargas (TRC) é o principal responsável por levar e retirar mercadorias do Porto de Santos, especialmente no comércio exterior, onde as exportações são determinantes para os resultados do complexo portuário. Qualquer interrupção ou lentidão no fluxo impacta diretamente os prazos de embarque, a produtividade dos terminais e os custos operacionais.

A Federação também destaca que o desafio não se limita aos acessos viários. A capacidade estática dos pátios, a organização do agendamento e a infraestrutura de apoio precisam acompanhar o crescimento dos volumes. Sem ampliação estrutural, o aumento da movimentação tende a intensificar a pressão sobre o sistema.

Nesse contexto, a intermodalidade é apontada como um caminho estratégico. De acordo com a presidente regional da entidade: “Se tivéssemos maior integração ferroviária com o transporte rodoviário de cargas, reduziríamos parte dessa pressão sobre os acessos e aumentaríamos a eficiência do sistema como um todo. A integração multimodal traz benefícios econômicos e ambientais”.

Além da integração entre modais, a modernização tecnológica e a agenda de sustentabilidade também entram no debate. Diante desse cenário, uma das principais pautas defendidas pela entidade é a ampliação da área do Porto de Santos. “Hoje temos um complexo de 7,8 milhões de metros quadrados, mas, com a inclusão das áreas perimetrais na poligonal do porto, esse espaço poderia chegar a 20,4 milhões de metros quadrados. Essa ampliação é fundamental para garantir capacidade futura e evitar que o crescimento se transforme em gargalo”, finaliza Fassina.

FETCESPA Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo foi fundada em 1989 com a finalidade de representar o Transporte Rodoviário de Cargas no Estado de São Paulo junto às autoridades em todos os níveis das administrações pública e privada federal e estadual. Por isso, atua como órgão técnico e consultivo no estudo de soluções de questões ligadas ao transporte. A Federação mantém comissões de trabalho formadas por empresários e assessorias jurídica e técnica especializadas. Os grupos participam de discussões sobre infraestrutura dos transportes, privatização das rodovias, terminais de cargas, tributos nas empresas de transportes, política trabalhista, acidentes no trabalho, roubo e desvio de cargas, multimodalidade, poluição veicular, legislação de trânsito e transporte de produtos químicos (perigosos), entre outros temas

A Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo
Grupo Mostra de Ideias

HOJE E O FUTURO. Por Linoel Dias*

“O futuro dependerá daquilo que fizermos no presente”, Mahatma Ghandi

Foto: Sebastião Salgado

Vivemos dias de guerras, inquietação e insegurança em todo o mundo. As pessoas parecem mergulhadas numa dicotomia estressante, ansiosas pelo amanhã, mas incapazes de saborear o agora. Planejam o futuro com mapas e projeções, mas deixam escapar o único tempo que realmente possuem — o presente. Correm tanto atrás do que virá que se esquecem de viver o que já chegou.

É verdade que o futuro, para muitos, dependerá daquilo que fizerem hoje. A semente plantada agora será a colheita de amanhã. No entanto, há uma diferença profunda entre preparar o futuro e ser prisioneiro dele. O primeiro é sabedoria; o segundo é ansiedade.

O grande Criador proclama: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” Não se trata de um convite à irresponsabilidade, mas à confiança. A proposta é viver cada dia com fé, fazendo o melhor possível no presente e entregando o que não controlamos em Suas mãos.

As pessoas felizes aprenderam essa harmonia interior: 
– Olham para o passado com gratidão, pois sabem que cada experiência trouxe aprendizado.
– Vivem o presente com alegria, porque reconhecem nele uma preciosa dádiva. 
– E encaram o futuro com esperança, porque confiam na providência divina.

A felicidade não está em controlar o tempo, mas em confiar no Autor do tempo.

No campo político, por exemplo, é comum vermos, infelizmente, líderes que, ao serem eleitos, já projetam o próximo mandato. Pensam mais no futuro eleitoral e se esquecem das necessidades urgentes do presente. Essa desconexão gera frustração e descrédito. Quando o hoje é negligenciado, o amanhã perde consistência. Não existe futuro sólido construído sobre um presente abandonado.

Filosoficamente, o tempo é um fluxo contínuo. O passado já não pode ser alterado; o futuro ainda não existe; apenas o presente é real. O filósofo conhecido como Santo Agostinho já refletia que o passado vive na memória, o futuro na expectativa, mas o presente é o tempo da ação. É nele que decidimos, amamos, perdoamos, construímos.

Então, como compatibilizar presente e futuro sem tristeza e amargura?

Primeiro, compreendendo que o presente é o terreno onde plantamos. Não devemos viver paralisados pelo medo do amanhã, mas também não devemos desperdiçar o hoje com negligência. O equilíbrio nasce quando fazemos o nosso melhor agora, com consciência, fé e responsabilidade.

Segundo, cultivando gratidão. A gratidão nos liberta da amargura, porque nos faz perceber que já temos muito pelo que agradecer. Quem agradece, vive mais leve.

Terceiro, exercitando a confiança. A fé não elimina os desafios, mas tira o peso da solidão. Quando entregamos o futuro ao Criador da História, deixamos de carregar um fardo que nunca foi nosso.

Hoje é o único tempo onde o amor pode ser demonstrado, onde o perdão pode ser concedido, onde a mudança pode começar. O futuro é consequência.

Se vivermos o presente com propósito, o futuro não será motivo de medo, mas de esperança.

Que possamos aprender a viver o hoje com intensidade, planejar o amanhã com sabedoria e confiar que, acima de tudo, há um propósito maior conduzindo nossos passos.

* Linoel Dias é jornalista e colunista do “Coisas de Agora”

“QUERIA SER UMA MOSQUINHA” ... Por Marli Gonçalves*

Tem horas que adoraria ser uma mosquinha para poder ver e ouvir o que exatamente rola, acontece – ou aconteceu, e de onde só saiu algum resumo muito resumidinho - em algumas salas e reuniões, certos lugares. Descobriria muita coisa, creio que até bem divertida, com toda a minha curiosidade e, claro, experiência onde buscar os fatos.

Aproveitando o clima de Carnaval, de fantasias e devaneios, voltou uma vontade constante que, como pessoa curiosa que sou, sempre, e que gosta de saber como as coisas ocorreram no original, de virar uma mosquinha infiltrada. Olha a fantasia. Não uma mosquinha qualquer, mas uma bem bonitinha, bem apessoada, equipada até com uma luzinha led no bumbum, que aproveitaria para ler documentos, como um vagalume. Não sei se sabem, mas no geral odeio insetos, tenho alergia a picadas e alguns a mim parece que surgem só para nos infernizar, listando aí os cupins no verão e a invasão de formiguinhas domésticas. Só outro dia descobri que essas danadas mais comuns foram nomeadas, talvez mesmo em tempos carnavalescos, sabia? Formiga-Fantasma (aquela quase transparente, só a cabecinha preta, minúscula, perturba, coça e você não acha). Formiga-louca (anda em círculos), Formiga-faraó (será que elas sambam ao som de Ivete Sangalo?). Formiga-carpinteira. Formiga-argentina! (essa não tem humildade). Formiga-caseira-malcheirosa (bem, essa não foi nomeada, foi xingada). Enfim, pode ver que tem alguma dessas aí, perto de você, te olhando. Ou sacaneando.

Acho que muitos insetos, tipo Aedes e baratas, servem só para infernizar nossa vida, embora até entenda que muitos têm funções, digamos “sociais”. Considero especiais bem poucos, como os vagalumes, as joaninhas, as abelhas, os louva-a-Deus, entre eles.  Mas, no meu caso, como mosquinha, que são mais comuns e passam batido, estaria melhor disfarçada e poderia voar até para entrar em gavetas e armários do Poder e que a cada dia parecem guardar mais segredos.

Vê se não concorda: consegue imaginar exatamente o clima de como foi de verdade a reunião dos ministros no Supremo Tribunal Federal, STF, que resolveu, digamos, pedir “gentil e delicadamente”, como estão fazendo supor, ao Ministro Dias Toffoli que se afastasse do cargo de relator no caso do Banco Master, e que a cada dia ferve mais, e com ele na panela?

E lá na Papudinha? Digam sinceramente se não têm curiosidade de saber o que o ex-presidente faz o dia inteiro. Claro, isso quando não está recebendo alguma visita para conspirar. Não sei se lá ainda recebe todas as refeições de fora, temo que com medo de ser envenenado. Ler, que é bom para diminuir a pena, acho difícil. Também fiquei pensando se soltou algum rojãozinho especial ao saber que foi o seu ministro terrivelmente evangélico André Mendonça o sorteado para substituir Dias Toffoli. Esse ano eleitoral realmente vai ser um estouro, os conluios a mil. Como mosquinha poderia saber bem mais para contar a vocês, de tramoias, acordos, conversas, traições, conluios, preços.

Mas mosquinhas também voam pelo mundo, e minha curiosidade se estenderia a pousar no ombro do Trump e do Putin, zumbindo em suas orelhas de vez em quando, esperando até quando todos vamos assistir seus assombros. Imaginam eles na intimidade?

Brincadeiras à parte, é Carnaval. Quando menina pensava só em me fantasiar de havaiana, que sempre achei bonitinho balançar a sainha de palha. Tanto que coleciono aquelas bonecas de havaianinhas que dançam com a luz solar. Mas fazer o quê? A gente cresce, vira jornalista, e tenta de todas as formas descobrir as coisas, na fonte, informar, contar o que acontece e o que pode causar.

Nada melhor mesmo do que ser uma mosquinha. E voar das raquetadas se descoberta.

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

AIR CANADA COMPRA AIRBUS 350-1000 E EXPANDE ATUAÇÃO

Airbus A350-1000 amplia a capacidade de voos de longo alcance e eleva o padrão de conforto a bordo

Air Canada expande seu programa de modernização de frota com a incorporação do Airbus A350-1000, aeronave de corredor duplo de última geração. A companhia confirmou a encomenda de oito unidades, além de direitos de compra para outras oito aeronaves do mesmo modelo. As entregas estão previstas para começar no segundo semestre de 2030.

Equipado com motores Rolls-Royce XWB97 e fabricado com materiais mais leves. Segundo estimativas da Airbus, o Airbus A350-1000 pode reduzir em até 25% o consumo de combustível em relação à geração anterior de aeronaves. O modelo possui alcance potencial aproximado de 9.000 milhas náuticas.

A cabine de corredor duplo é anunciada pela fabricante como a mais silenciosa disponível atualmente. A aeronave foi projetada para operar com pressurização equivalente a 6.000 pés de altitude, reduzindo o impacto no organismo, minimizando o jet lag e proporcionando uma experiência de viagem mais confortável. O A350-1000 contará o novo padrão de cabine da Air Canada, que será introduzido ainda este ano em outros equipamentos.

Esta aquisição soma-se às 14 aeronaves Boeing 787-10 Dreamliner previstas para entrar em operação no decorrer de 2026. Nos próximos meses, a Air Canada também receberá a primeira das 30 aeronaves Airbus A321XLR encomendadas.

A companhia segue ainda com as entregas do Airbus A220, montado no Canadá, restando 23 aeronaves de um pedido firme de 65 unidades. Além disso, cinco aeronaves Boeing 737 MAX adicionais, arrendadas, devem entrar em operação em 2026.

Todos esses modelos serão incorporados com o novo padrão de cabine de próxima geração da Air Canada, incluindo melhorias em conectividade e sistemas de entretenimento a bordo.

“A aquisição do Airbus A350-1000 reforça a posição da Air Canada como uma das principais companhias aéreas globais na próxima década. Essa aeronave de última geração adiciona uma nova dimensão às nossas operações de longo curso, com alcance impressionante, maior capacidade de carga e eficiência operacional comprovada, ampliando as possibilidades de conectividade para nossos clientes”, afirma Mark Galardo, Vice-Presidente Executivo, Chief Commercial Officer e Presidente da Air Canada Cargo. “Essas aeronaves complementam nossa frota atual, proporcionando flexibilidade para sustentar uma malha aérea crescente, resiliente e diversificada. O Airbus A350-1000 terá papel central na nova era da Air Canada, conectando nossos clientes, nossos hubs e o Canadá ao mundo.”

Segundo John Di Bert, Vice-Presidente Executivo e Chief Financial Officer da Air Canada, a aquisição representa um investimento estratégico de longo prazo. “Essas aeronaves proporcionarão maior eficiência de custos, confiabilidade operacional aprimorada e competitividade em nossa rede global. Seus materiais mais leves e motores avançados garantem redução significativa no consumo de combustível em comparação às aeronaves da geração anterior, contribuindo para nossos objetivos financeiros e ambientais”, destaca. O executivo acrescenta que o pedido está alinhado à estratégia de alocação de capital da companhia, que busca manter investimentos em capital iguais ou inferiores a 12% das receitas.

A Air Canada é a maior companhia aérea do Canadá e a transportadora de bandeira do país. É membro fundador da Star Alliance, a mais abrangente aliança global de companhias aéreas. Com voos regulares para mais de 180 aeroportos no Canadá, nos Estados Unidos e em destinos internacionais, a companhia atende os seis continentes e conta com a classificação Quatro Estrelas da Skytrax.

Air Canada

Recentemente, a Air Canada anunciou a maior expansão de sua malha aérea para a América Latina, com a introdução de quatro novos destinos, 13 rotas inéditas e um aumento de 16% na capacidade, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Única companhia aérea a operar voos diretos entre o Brasil e o Canadá, a empresa trouxe novidades para o mercado brasileiro: além das rotas já operadas entre São Paulo e as cidades de Toronto e Montreal, a Air Canada lançou um voo direto entre o Rio de Janeiro e Toronto.

O Aeroplan, principal programa de fidelidade de viagens do Canadá, permite que seus membros acumulem e resgatem pontos na maior rede global de companhias aéreas parceiras. Já a Air Canada Vacations oferece mais opções de viagem do que qualquer outro operador turístico canadense. A divisão de cargas, Air Canada Cargo, fornece transporte aéreo de mercadorias e conectividade para centenas de destinos nos seis continentes, utilizando tanto aeronaves de passageiros quanto cargueiros dedicados.

A Air Canada mantém um firme compromisso com a sustentabilidade, com a meta de zerar suas emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050. Para mais informações, consulte o relatório climático da companhia, elaborado conforme as recomendações da TCFD. As ações da Air Canada são negociadas publicamente na TSX (Canadá) e na OTCQX (Estados Unidos).

Air Canada
VBRA

THIAGO MARQUES É O NOVO HEAD DE MARKETING E PRODUTO DA MG MOTOR BRASIL

Executivo tem como objetivo consolidar o posicionamento da MG Motor no mercado brasileiro e reforçar os diferenciais de inovação, esportividade e legado britânico da marca aos brasileiros

Thiago Marques

A MG Motor Brasil anuncia a chegada de Thiago Marques como seu novo Head de Marketing e Produto. Com uma trajetória de sucesso, mais de 18 anos de experiência na indústria automotiva e em grandes corporações, Marques assume o desafio de consolidar a marca no mercado brasileiro e intensificar a conexão da MG com o público nacional.

A chegada do executivo ocorre em um momento chave e de expansão para a companhia. A MG Motor não apenas busca ampliar sua presença no Brasil, mas também inicia no fim desse ano a montagem no país, um marco que reforça seu compromisso de longo prazo e sua visão de um crescimento sustentável no mercado brasileiro. Tornar a marca ainda mais conhecida e próxima do público, conquistando a confiança dos brasileiros, é um dos objetivos centrais de sua gestão.

"A MG tem um potencial imenso e se diferencia por seu legado britânico de paixão, design, DNA esportivo e ousadia, impulsionada pela força global e inovação da SAIC Motor. Meu objetivo é traduzir isso em uma conexão profunda com o público brasileiro, mostrando que a MG Motor é sinônimo de tecnologia, esportividade, confiança e uma experiência automotiva diferenciada, especialmente na era da mobilidade elétrica. Estamos aqui para construir uma história duradoura com o consumidor brasileiro", declara Thiago.

O executivo possui um sólido histórico em marketing, produto e branding, com atuação consistente no fortalecimento de marcas e na construção de estratégias integradas de comunicação e negócio. Ao longo de sua carreira, ocupou posições estratégicas em renomadas empresas como Hyundai Motor Brasil, Jaguar Land Rover, Renault, Caoa Chery, PSA Peugeot Citroën e Omoda & Jaecoo, além de ter iniciado sua jornada na Embraer.

Sua vasta expertise abrange gestão de campanhas de marketing, relações públicas, eventos, marketing de produtos, operações de vendas, gestão de rede de concessionárias e planejamento estratégico, incluindo estratégia de preços. Um de seus principais focos é, junto às equipes, construir e desenvolver campanhas e marcas que gerem valor significativo para a companhia e que ressoem positivamente no mercado.

O executivo é graduado em Marketing pela Universidade Paulista, possui Especialização em Business Management pela University of Sydney (Austrália) e MBA em Gestão de Marketing pela Faculdade Pitágoras, o que complementa sua experiência prática com uma robusta formação acadêmica.

A MG Motor é uma marca britânica com mais de um século de tradição. Combinando design moderno, engenharia avançada, tecnologia de ponta e inovação, a MG Motor oferece veículos que se destacam no mercado global. A MG faz parte do grupo SAIC Motor, um dos maiores conglomerados automotivos do mundo e responsável pelas vendas de 4,507 milhões de unidades globalmente em 2025. Clique aqui, acesse o site e saiba mais

MG Motor
Burson Global

COLGATE-PALMOLIVE BRASIL AUMENTA CAPACIDADE LOGÍSTICA COM NOVAS TECNOLOGIAS

Novo ecossistema logístico integra a operação diretamente às plantas produtivas da companhia, elevando a agilidade e a escala da distribuição no Brasil

A Colgate-Palmolive Brasil e a Fiorde lançam o Colgate Smart Supply Hub, em São Bernardo do Campo. Com a expansão, a nova área na Rodovia Imigrantes aumenta sua capacidade de armazenamento em mais de 171%, quase triplicando sua capacidade logística e permitindo aumentar a produção de embalagens promocionais, otimizar a escala e conectar a logística entre as plantas da companhia e seu centro de customização.

“Ao transformar nossa operação em um ecossistema guiado por dados, estamos desenhando o futuro do setor. O Smart Supply Hub utiliza a tecnologia para simplificar processos e tornar a cadeia de suprimentos mais inteligente, garantindo que nossos produtos cheguem com agilidade e eficiência às mãos de todos os nossos consumidores”, afirma Adriana Leite, Presidente da Colgate-Palmolive Brasil.

O novo modelo garante fluidez entre o recebimento de insumos e a saída de produtos, eliminando etapas e reduzindo o tempo de resposta ao mercado. Com a digitalização da jornada, ainda em 2026 a unidade da Rodovia Imigrantes utilizará drones para otimizar a localização de itens, trazendo mais agilidade à gestão de estoque, e contará com a rastreabilidade da frota em tempo real. Essas frentes permitem um ganho significativo de produtividade na movimentação de materiais.

A Fiorde permanece à frente da gestão do armazém, que é 100% dedicado à Colgate-Palmolive. “Esse projeto é resultado de uma parceria construída ao longo dos anos, sustentada por confiança, proximidade e uma visão estratégica compartilhada. Quando operação, tecnologia e objetivos de negócio atuam de forma integrada, a evolução deixa de ser pontual e passa a ser estrutural. O Smart Supply Hub simboliza uma mudança de mentalidade: a transição de um modelo operacional para um sistema inteligente, integrado e preparado para o futuro do supply chain”, afirma Mauro Lourenço Dias, presidente do Fiorde Group.

A modernização consolida o conceito de operação conectada, integrando em tempo real o fluxo de mercadorias entre as plantas produtivas e a área de customização. Essa visibilidade total permite uma gestão mais ágil de prioridades e prazos, eliminando gargalos e otimizando a escala de cargas.

A Colgate-Palmolive é uma empresa em crescimento, inovadora e responsável, que reimagina um futuro mais saudável para todas as pessoas, seus animais de estimação e nosso planeta. Com foco em Higiene Oral, Cuidados Pessoais, Cuidados com a Casa e Nutrição Animal, vendemos nossos produtos em mais de 200 países e territórios sob marcas como Colgate, Palmolive, Ajax, Axion, Darling, elmex, EltaMD, Fabuloso, Filorga, hello, Hill’s Prescription Diet, Hill’s Science Diet, Irish Spring, Lady Speed Stick, meridol, PCA SKIN, Prime100, Protex, Sanex, Softsoap, Sorriso, Soupline, Speed Stick, Suavitel and Tom’s of Maine. Somos reconhecidos por nossa liderança e inovação na promoção da sustentabilidade e do bem-estar para a comunidade, incluindo nossas conquistas na redução de resíduos plásticos e promoção da reciclagem, economia de água e melhoria da saúde bucal infantil por meio do nosso programa “Sorriso Saudável, Futuro Brilhante”, que já impactou aproximadamente dois bilhões de crianças e suas famílias desde 1991. Para mais informações sobre a Colgate-Palmolive e de como criamos mais sorrisos, clique aqui e visite o site

O Fiorde Group é uma empresa 100% brasileira, com mais de 40 anos de atuação em comércio exterior, logística internacional e supply chain. Fundado em 1985, o grupo oferece soluções completas door-to-door, que incluem desembaraço e assessoria aduaneira, agenciamento de cargas aéreo e marítimo, transporte rodoviário, armazenagem e tecnologia própria para gestão logística. Com sede em São Paulo e presença nacional, atua como parceiro estratégico de empresas que buscam segurança, eficiência e competitividade nas operações de importação e exportação

Fiorde Group
DSOP
Colgate-Palmolive
Loures

INSTITUTO ELISABETHA RANDON INCLUI NOVOS CURSOS E AMPLIA TURMAS DO PROGRAMA INICIAÇÃO PROFISSIONAL

Jovens atendidos passam a contar com formação em plásticos e logística

Foto: Bruno Rosa | Divulgação IER

O ano começa com novidades para os integrantes do programa Iniciação Profissional, do Instituto Elisabetha Randon (IER). A iniciativa amplia as oportunidades de formação com a oferta dos cursos de Moldador de Plásticos por Injeção e Operador de Processos Logísticos, que passam a contar com turmas realizadas na Frasle Mobility e na sede da Randoncorp, no bairro Interlagos, em Caxias do Sul. As aulas foram retomadas nesta semana.

A ampliação da oferta de cursos faz parte do movimento contínuo do Instituto para qualificar jovens ao mercado de trabalho ao alinhar formação técnica, desenvolvimento humano e novas demandas da indústria da mobilidade. O novo curso de Moldador de Plásticos por Injeção, por exemplo, surge a partir da necessidade de preparar os participantes para tendências tecnológicas do setor, conectando inovação, sustentabilidade e responsabilidade social.

“Essa atualização do programa reforça o nosso compromisso em oferecer uma formação conectada com a realidade da indústria e, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento integral dos jovens”, destaca a diretora-presidente do Instituto Elisabetha Randon, Maurien Randon Barbosa.

No ano passado, o programa realizou um projeto piloto em parceria com a Simplás, SENAI, Sebrae e Instituto Federal, que contribuiu para a estruturação do novo formato.

O Programa Iniciação Profissional tem como missão preparar jovens para a inserção no mercado de trabalho por meio de uma formação técnica e humanística, promovendo inclusão social e ampliação de perspectivas profissionais. A iniciativa é voltada a adolescentes entre 15 e 16 anos, que realizam a formação em parceria com o SENAI.

Ao longo de seus 21 anos de existência, o programa já beneficiou cerca de 1,3 mil adolescentes, reforçando o papel do Instituto Elisabetha Randon como agente de transformação social por meio da educação e da qualificação profissional.

Instituto Elisabetha Randon

Organização da Sociedade Civil com Interesse Público (OSCIP), o Instituto Elisabetha Randon (IER) promove a cidadania e o desenvolvimento social, por meio de ações direcionadas à educação, à cultura, à assistência social e ao estímulo à prática do voluntariado.

Desenvolve suas ações por meio dos programas Vida Sempre, Florescer, Iniciação Profissional, Ser Voluntário e Memorial Randon, além de projetos financiados por leis de incentivo. O Instituto Elisabetha Randon é mantido pela Randoncorp e seus funcionários e coordena os programas sociais da companhia voltados à comunidade.

Randoncorp

Multinacional brasileira referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações ao redor do mundo, alcança mais de 125 países com a comercialização de produtos e serviços e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 18 mil colaboradores envolvidos.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais com as marcas Suspensys, Castertech, Master Freios e JOST Brasil. Também atua como montadora e está entre as maiores fabricantes de semirreboques do mundo por intermédio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A companhia conta, ainda, com a Rands Soluções Financeiras e Serviços, que possui amplo portfólio integrado e voltado a pessoas físicas e jurídicas. A atuação abrange desde financiamentos, investimentos e seguros até assistências e locação de veículos pesados com a Addiante, atendendo diferentes setores, como transporte e logística, agronegócio e varejo. O grupo investe também em pesquisas de nanotecnologia e eletromobilidade com a NIONE e possui tecnologia avançada amplamente reconhecida no Centro Tecnológico Randon (CTR). A Randoncorp cria soluções em automação e robótica industrial com a Auttom, desenvolve ferramentas em softwares e tecnologia com a DB e oferece alternativas para gestão de frotas com a Delta Global, além de atuar em investimento e aceleração de startups com a RV.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, auxilia organizações a implementar a cultura de inovação para gerar resultados com apoio da Conexo. Atua na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica ao apoiar o Instituto Hercílio Randon.

A Randoncorp faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras.

Randoncorp
ANK Reputation

ROBERTA SILVA É A NOVA CHIEF REVENUE OFFICER DA ALTEC

Profissional chega para liderar estratégia integrada de receita, unindo Vendas, Marketing, Sucesso do Cliente e Parcerias, com foco em expansão sustentável e previsibilidade

Roberta Silva

A Altec, referência nacional em software de gestão e automação no setor de FoodService, anuncia Roberta Silva como nova Chief Revenue Officer (CRO), posição em que será responsável por liderar as áreas de Vendas, Marketing, Sucesso do Cliente e Parcerias. A executiva chega com a missão de impulsionar o crescimento da companhia, ampliar eficiência operacional e garantir previsibilidade de receita.

Com mais de 12 anos de atuação em vendas e gestão comercial, Roberta construiu uma trajetória marcada pela combinação entre estratégia, execução e desenvolvimento de pessoas. Passou por todas as etapas da jornada comercial, desde a operação até decisões de alta gestão, estruturando equipes, implementando academias de vendas, desenvolvendo lideranças e conduzindo projetos que geraram resultados expressivos.

Com experiência em empresas de tecnologia e especialização em dados, processos e metodologias modernas, consolidou-se como referência em capacitação estratégica e construção de culturas organizacionais de alto desempenho.

“Descobri, ao longo do caminho, que minha maior potência está em desenvolver pessoas. Acredito que performance verdadeira nasce de ambiente, método e escuta. Mais do que formar times de alta performance, sempre busquei formar culturas fortes, com senso de pertencimento e clareza de propósito”, afirma Roberta.

Na Altec, sua atuação será orientada pela integração entre estratégia, processos e pessoas, fortalecendo a relação com clientes e parceiros. Entre as prioridades estão ampliar a previsibilidade comercial, otimizar jornadas, acelerar receita e expandir o relacionamento com o mercado, desde a geração de demanda à retenção e evolução da base.

Para Élida Queiroz, CEO da Altec,  com a chegada da Roberta, a empresa fortalece a sua estratégia e se prepara para novos ciclos de crescimento. “Estamos em um momento de evolução importante da companhia, com o compromisso de contribuir para um crescimento sólido, sustentável e conectado às necessidades dos clientes, Roberta chega para consolidar este momento”, finaliza.

Altec
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REGIÃO SUL SUPERA 18 MILHÕES DE PASSAGEIROS EM 2025 E FORTALECE AVIAÇÃO REGIONAL

Porto Alegre teve mais de 7 milhões de passageiros no período e se manteve como 9º aeroporto mais movimentado do país. Aeroporto de Foz do Iguaçu movimentou 2,2 milhões de passageiros em 2025.

 Aeroporto de Foz do Iguaçu. Foto: Divulgação | Motiva Aeroportos

A aviação civil na Região Sul do Brasil registrou desempenho expressivo em 2025, consolidando a retomada do setor e ampliando a conectividade regional. Nos aeroportos das capitais, Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC) foram movimentados mais de 18 milhões de passageiros ao longo do ano. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e foram compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

O Aeroporto de Porto Alegre (RS) alcançou 7,2 milhões de passageiros em 2025, e se manteve como 9º mais movimentado do país. Curitiba, no Paraná, registrou 6 milhões de passageiros, enquanto Florianópolis (SC) atingiu a marca de 5 milhões de viajantes.

Entre os destaques do período está o desempenho do Aeroporto Internacional de Florianópolis, que apresentou o maior crescimento percentual dos últimos três anos na região, com aumento de 52,6% no número de passageiros em comparação com 2022. No mesmo intervalo, Curitiba registrou crescimento de 24,8%, enquanto Porto Alegre avançou 12,2%.

A malha aérea da Região Sul também se fortaleceu em rotas estratégicas. A ligação São Paulo/Porto Alegre movimentou 2.024.233 passageiros em 2025, configurando-se como a quarta rota mais movimentada do mercado doméstico brasileiro.

Além das capitais, aeroportos do interior desempenharam papel relevante na integração regional. Navegantes (SC) e Foz do Iguaçu (PR) registraram mais de 2 milhões de passageiros cada. Maringá (PR) movimentou cerca de 855 mil viajantes; Londrina (PR), 693 mil; e Chapecó (SC), 636 mil passageiros em 2025.

Ao todo, 25 terminais da Região Sul operaram voos comerciais no período, consolidando uma rede estratégica de conexões aéreas que impulsiona o turismo, os negócios e o escoamento da produção regional.

Investimentos fortalecem infraestrutura

O crescimento da demanda é acompanhado por investimentos estruturantes. O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou a destinação de R$ 389 milhões para obras e melhorias na infraestrutura aeroportuária da Região Sul, reforçando o compromisso do Governo Federal com a ampliação da capacidade operacional, o aumento da segurança e a modernização dos terminais.

Os recursos contemplam obras de infraestrutura, melhorias em pistas e pátios, além da implantação e modernização de equipamentos e sistemas operacionais. Estão entre os aeroportos beneficiados o de Chapecó (SC), Guarapuava (PR), Toledo (PR), Blumenau (SC), Francisco Beltrão (PR) e Cascavel (PR), ampliando as condições para a atração de novas rotas e o fortalecimento da aviação regional.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

SERGIO SANTOS ASSUME PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DA ABICLOR

Mandato também confere a Santos liderança na Clorosur, entidade que representa a indústria de cloro-álcalis em toda a América do Sul

Sergio Santos

Sergio Santos, gerente executivo de Relações Institucionais da Unipar, acaba de assumir o cargo de Presidente de Conselho Diretor da Abiclor (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor) e da Clorosur (Associação Latino-Americana da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados). Com mandato que vai de janeiro de 2026 a dezembro de 2027, a nomeação marca uma nova etapa na governança da Abiclor, entidade que atua de forma estratégica na interlocução com a sociedade, autoridades públicas e setores produtivos.

Com trajetória consolidada no setor químico e petroquímico, o executivo construiu carreira na Unipar, companhia líder na produção de cloro, soda e PVC, com atuação nas áreas de planejamento e finanças, relações governamentais, gestão financeira e controladoria. Nos últimos anos, também esteve à frente da área de Relações com Investidores, participando de processos de modernização e de operações de fusões e aquisições no setor.

Sergio Santos também é diretor financeiro da Tucano Holdings, joint venture da Unipar com a Auren Energia no segmento de geração de energia eólica. Graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Engenharia Econômica pela COPPEAD/UFRJ, ele destaca o papel institucional da Abiclor. “A Abiclor é reconhecida por sua atuação e busca contínua por informar sobre os produtos da indústria de cloro-álcalis e suas aplicações, necessárias em setores tão amplos e diversos do mercado. Além disso, a interlocução governamental na defesa da competitividade do setor diante da concorrência externa predatória também vem se destacando como uma frente de atuação importante para a Associação”, afirma.

“A transição na Presidência do Conselho da Abiclor simboliza um momento relevante para a entidade”, diz o presidente executivo interino da Abiclor, Nelson Felipe Junior. “Reforça o compromisso com uma governança sólida e atenta às demandas do setor. A expectativa é de uma gestão alinhada às necessidades atuais da indústria de cloro-álcalis.”

Para Sergio Santos, o desafio de 2026 é continuar promovendo o crescimento do setor para que o trabalho da Abiclor e Clorosur continue sendo reconhecido, inclusive internacionalmente. Como representante de um segmento fundamental para a economia do país, intimamente ligado a setores produtivos tão importantes como o saneamento básico, produtos de limpeza/desinfecção, alimentos, papel/celulose, alumínio, dentre outros igualmente importantes.

Abiclor - A Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor) representa o setor de cloro-álcalis, que é a indústria base de diversos produtos essenciais para a economia, além de estar diretamente ligada ao saneamento básico e à saúde pública do país. Com 45 associados, a Abiclor reúne algumas das principais plantas produtoras do Brasil, entre elas, Chemtrade, Chlorum Solutions, Katrium e Unipar e também espelha outros elos da cadeia, como fornecedores de equipamentos, distribuidores, transportadores e empresas de atendimento emergencial. A Abiclor atua para promover o avanço da indústria de cloro-álcalis em linha com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU, com foco na segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente. Clique aqui para mais informações

Abiclor
Hercog Comunicação e Estratégia

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

ANDREA PINHEIRO É REELEITA PARA A PRESIDÊNCIA DA FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO

Nova gestão dá continuidade a um ciclo de transformações institucionais, fortalecimento de ações educativas, recordes de público e consolidação internacional da Bienal de São Paulo

Andrea Pinheiro

O Conselho de Administração da Fundação Bienal de São Paulo reelegeu Andrea Pinheiro para a presidência de sua Diretoria Executiva, consolidando a continuidade de uma gestão marcada por inovação institucional, ampliação do acesso à arte e fortalecimento do papel público da Bienal de São Paulo no Brasil e no exterior. Para o biênio 2026-2027, ela permanece com a mesma chapa que a acompanhou nos últimos dois anos: Maguy Etlin (primeira vice-presidente), Luiz Lara (segundo vice-presidente), Ana Paula Martinez, Francisco Pinheiro Guimarães, Maria Rita Drummond, Ricardo Diniz, Roberto Otero e Solange Sobral.

Pinheiro iniciou seu primeiro mandato em 2 de janeiro de 2024 com a proposta de reforçar os modelos de governança da Bienal e fortalecer sua atuação pública e educativa. Desde então, sua gestão entrou para a história da instituição ao torná-la a primeira mulher a entregar uma edição da Bienal de São Paulo, marco simbólico e estrutural no contexto de uma das mais importantes exposições de arte do mundo.

Um dos principais legados do primeiro mandato foi a implementação de um novo modelo de governança para a escolha curatorial, com a criação de um comitê colegiado para a seleção da curadoria da 36ª Bienal de São Paulo. A iniciativa será repetida para a 37ª Bienal. Outro ponto de inovação foi a ampliação da duração da Bienal em um mês, para que a mostra estivesse aberta em dezembro e no início de janeiro, durante as férias escolares, maximizando seu alcance e seu potencial de democratização de acesso à arte. A mudança trouxe resultados: a 36ª Bienal contou com 784.399 visitantes, um crescimento de cerca de 20% em relação à última edição.

A ênfase na educação como ferramenta de transformação social tornou-se um eixo central da gestão, orientando tanto a concepção das exposições quanto as estratégias de relacionamento com o público. Esse direcionamento refletiu-se de forma expressiva nos resultados da 36ª Bienal de São Paulo, ampliando o alcance do programa em cerca de 40% em relação a 2023: foram 113 mil atendimentos, sendo mais de 90 mil voltados a crianças e adolescentes. Para além da atuação no espaço expositivo, 25 mil professores passaram por ações de formação conduzidas pela Bienal. Parcerias com agentes do poder público, ONGs, universidades, escolas e organizações diversas permitiram que os conteúdos da mostra atingissem novos espaços e audiências.

Outra inovação de sua gestão foi o desenvolvimento do aplicativo web Bienal Prática, que marca a primeira vez em que inteligência artificial, reconhecimento de imagem, realidade aumentada e recursos de acessibilidade se combinam em uma única plataforma de mediação digital, concebida do zero para uma grande exposição internacional. Ao apontar a câmera do celular para as 30 obras selecionadas, surgia a IARA, um avatar fluente em português, inglês e espanhol que interagia com o público, respondia perguntas em linguagem coloquial e conduzia o usuário por um percurso mediado com recursos de gamificação. Uma experiência inédita de integração entre tecnologia, arte, acessibilidade e experiência do visitante no cenário global.

A gestão também deu continuidade ao processo de fortalecimento institucional iniciado há mais de uma década, consolidando a Fundação como uma organização financeiramente sustentável, com autonomia operacional, equipe técnica permanente e práticas de governança alinhadas às melhores referências do setor cultural. Em termos de estratégia de captação, um dos destaques da gestão foi o leilão de cartazes históricos realizado por ocasião do jantar beneficente promovido em parceria com a Rolex, que arrecadou mais de R$ 5 milhões.

Para Pinheiro, a reeleição representa a validação de um projeto institucional construído de forma coletiva, com responsabilidade e visão de longo prazo. “Nosso compromisso é aprofundar os movimentos iniciados neste primeiro mandato, fortalecendo a governança, ampliando o papel educativo da Bienal e consolidando sua atuação internacional, sempre entendendo a arte como um campo de diálogo e escuta”, conclui.

Após o sucesso em São Paulo, em março a 36ª Bienal de São Paulo inicia seu programa de itinerâncias, ampliando o alcance territorial e social da mostra para mais de dez cidades no Brasil e no exterior. No cenário internacional, a nova gestão projeta um dos momentos mais relevantes da atuação recente da Fundação Bienal de São Paulo: a participação brasileira na 61ª Bienal de Veneza, que contará com a curadoria de Diane Lima e obras de Adriana Varejão e Rosana Paulino, dois nomes centrais da arte contemporânea brasileira.

A participação na 61ª edição dá continuidade a um processo iniciado em 2024, quando a Fundação Bienal de São Paulo, em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores, liderou um projeto de recuperação arquitetônica do Pavilhão do Brasil em Veneza, edifício de propriedade do Itamaraty. Com previsão de conclusão em abril deste ano, a intervenção marca um novo capítulo na história do pavilhão, que passou a apresentar uma configuração alinhada à sua concepção arquitetônica original.

A Fundação Bienal de São Paulo agradece ao seu parceiro estratégico Itaú e aos seus patrocinadores master Bloomberg, Bradesco, Citi, Petrobras, Vale e Vivo.

A Fundação Bienal de São Paulo tem apoio da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Andrea Pinheiro

Importante apoiadora da arte e da cultura, Andrea Pinheiro é presidente da Fundação Bienal de São Paulo desde 2024, tornando-se a primeira mulher a entregar uma Bienal de São Paulo. Sob sua liderança, a 36ª Bienal teve sua duração expandida em um mês e observou a ampliação do alcance de seu programa educativo, ações de comunicação e acessibilidade. 

À frente da instituição, liderou ainda a participação brasileira na 60ª Bienal de Arte e na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, bem como o programa de mostras itinerantes da 35ª Bienal de São Paulo, que dobrou sua visitação em relação à edição anterior, demonstrando o compromisso de sua gestão com a democratização do acesso à arte. É, ainda, conselheira do MASP e patrona da Pinacoteca. 

No âmbito corporativo, é membro do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria da Vivo, e conselheira e membro dos Comitês de RH e de Tecnologia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Com mais de trinta anos de atuação no mercado financeiro no Brasil e nos Estados Unidos, em especial na área de Fusões e Aquisições (M&A), soma experiências em funções de governança corporativa, cargos de alta gerência e liderança de equipes. 

Foi sócia-fundadora do BR Partners, um dos principais bancos de investimento independentes do Brasil, onde respondeu por toda a gestão operacional, além de participar do Conselho de Administração e de comitês executivos. Anteriormente, foi diretora do Banco BMC, tendo conduzido sua transformação em uma instituição de nicho, com atuação especializada em crédito consignado, segmento no qual se destacou entre os líderes. 

Ainda no BMC, comandou seu processo de venda ao Bradesco, em 2007, banco em que permaneceu por dois anos como diretora de consignado. Possui mestrado em finanças pela Stern School for Business – Universidade de Nova York, e especialização em governança corporativa pela Wharton School. Antes de ser eleita presidente da Fundação Bienal, Andrea Pinheiro havia atuado em sua diretoria entre 2019 e 2023.

Fundação Bienal de São Paulo

Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. 

A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, com sua primeira edição apresentada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. 

A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. 

Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

Fundação Bienal de São Paulo
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É CARNAVAL!!!!!!! Por chicolelis*

Tocando tamborim, o inesquecível Mark Hogan, ex-presidente da General Motors do Brasil, destaque entre os ritmistas da bateria da Portela nos anos 90

Depois de alguns dias com o tal do “gatilho”, impedindo-me de escrever, dei “um tiro” nas dores e consegui fazer a minha coluna desta semana. E, como é carnaval, lembrei-me dos meus carnavais, desde a infância, em Ponte Nova, MG, no salão de festas da Usina Santa Helena, do falecido Instituto do Açúcar e do Álcool, onde meus pais trabalhavam. 

Lembro-me  daqueles carnavais, quando crianças e adultos se misturavam pelo salão, cantando “você pensa que cachaça é água / cachaça não é água não / cachaça vem do alambique e água vem do ribeirão”. A festa acabava às 9 da noite.

Depois, a família mudou para o Rio de Janeiro e aí a coisa era profissional, com aqueles intermináveis desfiles na avenida Presidente Vargas, antes do Sambódromo, na Marquês de Sapucaí, que veio em 1978. Eu também fui ao Sambódromo, no Camarote da Brahma, onde cruzei com a Gisele Bündchen  e outros famosos. 

E foram muitos carnavais, desde aqueles no ginásio do Santos FC, então glorioso alvinegro da Vila Belmiro e não a tragédia de time atual, mal dirigido. Além do ginásio, também sai​a no Bloco Bola Alvinegra, ao lado do ponta direita Dorval (meu maior ídolo no time), Coutinho e outros craques da época. Pelé não participava pra não causar tumulto, E lá ia eu cantando “O Bola nasceu no Santos numa noite de alegria / a turma é do barulho do amor e da arrelia......”

Mas nem tudo foram flores no meu carnaval. Passei alguns muito estranhos, como em Barcelona, enganado por um guia que garantia ser um carnaval como no Brasil. Duvidei, mas, como era noite de folga (estava lá para lançamento do Corsa), fui. E lá estava o carnaval ​"igual" ao nosso​:​ um salão à meia luz, com um conjunto, até que não era mal, tocando boleros e algum samba canção. ​E em Lisboa, em outra ocasião, a situação não era diferente.

Na Alemanha

Talvez o carnaval mais divertido, fora do Brasil, foi na Alemanha. Eu estivera no Salão de Frankfurt e fiz contato com a Patrícia, com quem trabalhara na GM aqui no Brasil. Ela, com o marido Wlamir, moravam em uma cidadezinha, Königstein, em 1998 e fui passar o fim de semana com eles. A cidade é uma graça, município na Saxônia, fica próximo à fronteira tcheca e a 45 minutos de Dresden.

Perguntando se havia carnaval por lá, o Wlamir sorriu e disse com muita convicção: tem sim, amanhã nós iremos até Mainz. E fomos​, sendo os primeiros chegar. Ele havia reservado mesa. Não Havia nenhum indício de que ali haveria algo parecido com carnaval.

- É que as pessoas ainda não chegaram​, sorriu matreiramente o Wlamir. Mas logo começa​, acrescentou.

E as pessoas começaram a chegar. Todo mundo fantasiado, com seus chapéus, máscaras e outros apetrechos carnavalescos. Era assim que comemoravam o carnaval naquela região: jantavam​, animadamente, e iam de volta para casa. Achei mais animado que em Barcelona e Portugal.

Mas não façam mau juízo do carnaval alemão. Tenho uma querida amiga, a Lily, que foi com o marido, executivo do setor automobilístico,  para a Kölonia e lá encontrou nada mais, nada mesmo que três escolas de samba.

- Chico, eu saia nas três. Era ótimo!!!

Por falar em carnaval, não poderia, em hipótese alguma esquecer de mencionar o meu querido amigo Mark Hogan, que infernizou as manhãs e tardes do Severino, ensaiando com o tamborim, para sair na bateria da Portela, em 1992, quando fui prestigiar uma de suas apresentações na Marquês de Sapucaí. Mesmo depois de voltar para os EUA, Mark vinha ao Brasil para sair na escola carioca​. Saudades do meu amigo, membro da bateria da Portela, que já nos deixou.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

NUM ANO DESAFIADOR NO MERCADO DE TRANSPORTES, VOLVO FINANCIAL SERVICES MANTÉM RESULTADOS POSITIVOS EM 2025

Silvia Gerber, presidente da Volvo Financial Services

Com uma carteira total de ativos que chegou a R$ 24 bilhões em 2025, a Volvo Financial Services (VFS) reafirma sua posição de destaque nos segmentos de caminhões, ônibus e equipamentos de construção. Cerca de 40% de todos os veículos Volvo comercializados no mercado brasileiro foram financiados pela VFS, reforçando o papel estratégico da instituição na expansão dos negócios e na oferta de soluções acessíveis aos clientes da marca.

“Mantivemos um excelente resultado em 2025, asseguramos nossa estabilidade em um ano desafiador, dentro de um mercado que registrou queda”, afirma Silvia Gerber, que, em abril de 2025, assumiu a presidência da Volvo Financial Services na América Latina. A instituição engloba o Banco Volvo, o Consórcio Volvo, a Volvo Corretora de Seguros e a Locadora Volvo.

Banco Volvo

O Banco Volvo contabilizou R$ 5,5 bilhões em novos financiamentos, um ótimo desempenho, considerando que o mercado diminuiu e cresceram as compras à vista ou de outras fontes sem juros. As linhas mais utilizadas continuaram sendo Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que representou cerca de 55% dos financiamentos, e o Finame, que teve 45% de participação. A VFS é o maior operador dessa linha do BNDES entre as empresas financeiras ligadas às montadoras de veículos comerciais.

Por outro lado, como ocorre em qualquer momento de desaquecimento, houve crescimento da inadimplência. Segmentos como transporte de combustível, construção e florestal foram os mais impactados, pela alta de juros e pelo aumento nas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos. “Mas nossa longa trajetória, de mais de três décadas, e expertise no mercado nos permitem atravessar ciclos de inadimplência sem perder de vista o nosso propósito: somos um banco do setor, disposto a estar ao lado dos clientes em qualquer cenário, nos momentos de expansão e nos períodos menos favoráveis. Essa postura nos define. Isso é o que nos diferencia dos bancos comerciais: damos suporte 100% do tempo”, assegura Silvia.

Consórcio, Locadora e Seguros

Sorteio realizado durante uma das assembleias do Consórcio Volvo

No Consórcio Volvo, as vendas se mantiveram em um bom patamar, com R$ 2,6 bilhões em novas cartas de crédito. A carteira atual é de R$ 7,8 bilhões, um crescimento de 6% em relação ao exercício anterior. Importante para ampliação, renovação e aquisição de veículos, o Consórcio Volvo tem prazos de até 100 meses. É um dos poucos com sorteio mensal transmitido ao vivo, o que mostra a transparência da administradora e reforça a grande confiança do mercado na marca.

Já a Locadora Volvo cresceu 15% em 2025, fechando o ano com 1.150 ativos contratados. A locadora opera no conceito “Caminhão e Ônibus como Serviço”, uma alternativa para transportadores que não querem adquirir veículos para sua operação. A locação pode ser feita de acordo com o tipo de operação de cada empresa (quilometragem, hora trabalhada ou por assinatura).

Os Seguros Volvo também tiveram bom desempenho em 2025, registrando R$ 179 milhões em vendas de prêmios. Houve crescimento de 37% em itens segurados, em comparação a 2024.

Apoio à descarbonização

Um dos destaques de 2025 foi a participação do Banco Volvo no negócio de ônibus elétricos da marca para a descarbonização do BRT de Goiânia (GO). Foram 16 articulados e 5 biarticulados do modelo Volvo BZRT, 100% elétricos, com zero emissão de CO₂, entregues à cidade no fim do mês de janeiro. Os ônibus foram financiados pela VFS, com captação de recursos internos e um prazo especial de 10 anos. “Desenvolvemos um projeto especial para essa demanda. É o papel de um banco capaz de personalizar condições de pagamento para atender negócios como esse, importantes para a marca e transformadores para a sociedade”, finaliza Silvia.

Grupo Volvo América Latina