quarta-feira, 22 de abril de 2026

ENERGIA: BRASIL PODE CHEGAR A 10 GW EM ARMAZENAMENTO ATÉ 2035

Durante Storage Leaders ABSOLAR, autoridades e agentes do setor elétrico destacam papel das baterias na redução de custos, segurança energética e expansão renovável

Foto: bydenergia.com

As projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Plano Decenal de Energia (PDE 2035), indicam que o Brasil pode incorporar cerca de 7 gigawatts (GW) em armazenamento de energia e outros 3 GW em mecanismos de resposta da demanda. Juntos, esses recursos serão fundamentais para atender às necessidades de potência do Sistema Interligado Nacional (SIN), mas sua viabilização depende de um marco legal estável e de avanços regulatórios.

Apresentada por Thais Teixeira, consultora técnica da EPE, esta projeção foi um dos temas tratados por especialistas, autoridades e agentes do setor elétrico durante o Storage Leaders, evento promovido pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) na última semana, com as presenças de lideranças empresariais, consultores e representantes de entidades de classe e de órgãos de governo.

Um dos principais pontos de atenção levantados no evento foi a urgência na contratação de flexibilidade. Projeções indicam que a carga líquida mínima do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2029 pode ser inferior à observada em 2024, ao mesmo tempo em que a rampa de carga tende a crescer de forma significativa, exigindo novos recursos para garantir o equilíbrio entre oferta e demanda ao longo do dia, um dos principais desafios operacionais da transição energética.

Estudos apresentados por Jovanio Santos, diretor de estratégia da Deloittem apontam que as necessidades de flexibilidade de curto prazo podem crescer entre duas e dez vezes até 2035, refletindo uma mudança estrutural na operação dos sistemas elétricos modernos. Nesse contexto, tecnologias como baterias, resposta da demanda e usinas hidrelétricas reversíveis ganham protagonismo, enquanto fontes despacháveis passam a exercer papel cada vez mais voltado à garantia de capacidade.

O armazenamento, nesse cenário, também surge como alternativa competitiva às térmicas fósseis, segundo análises apresentadas pela Marília Rabassa, head de consultoria da CELA (Clean Energy Latin America). De acordo com o estudo, o uso de baterias pode reduzir em até 48% os custos totais de capacidade e em até 66% as emissões de carbono, além de contribuir para maior eficiência operacional.

Na ocasião, Ricardo Simabuku, diretor de Gestão de Mercado da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), trouxe análises sobre a volatilidade do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que já apresenta variações expressivas ao longo do dia — em um caso analisado, entre R$ 61/MWh e R$ 712/MWh — e que pode ser mitigada com o uso de armazenamento, reduzindo custos térmicos e perdas de energia renovável.

Já na visão de Talita Porto, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), “o armazenamento deve ser tratado como um ativo de flexibilidade, capaz de reorganizar o uso da energia no tempo e no espaço, aliviar congestionamentos, estabilizar a rede e ampliar a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN)”. Casos práticos apresentados por agentes do setor mostraram que o despacho de baterias já foi determinante para evitar cortes de carga e garantir estabilidade em regiões críticas.

Durante o debate, Renato Ribeiro, da transmissora ISA Energia, trouxe exemplos práticos do uso do sistema de baterias implantado na subestação de Registro (SP), onde o despacho de BESS foi essencial para evitar cortes manuais de carga e proporcionar estabilidade de tensão em regiões críticas, como o Litoral Sul de São Paulo durante a temporada de verão.

Casos práticos apresentados pela Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica de Menor Porte (ABRADEMP) também evidenciaram os benefícios das baterias: em um projeto piloto em uma distribuidora no Paraná, a implantação de um sistema BESS de 10 MW / 20 MWh demonstrou ganhos relevantes, como melhoria nos indicadores de continuidade do fornecimento, redução de sobrecargas e colapsos de tensão, maior resiliência a eventos climáticos extremos e integração mais segura da geração solar distribuída.

Segundo a entidade, o armazenamento permitiu evitar ou postergar investimentos significativos em infraestrutura de rede, com implantação mais rápida e maior flexibilidade operacional, incluindo resposta em menos de um segundo e capacidade de operação dinâmica por software.

No cenário internacional, a expansão das baterias avança rapidamente. Segundo a BloombergNEF (BNEF), a capacidade global saltou de cerca de 1 GW em 2013 para mais de 85 GW em 2023, com forte concentração em China, Estados Unidos e Europa, indicando uma mudança estrutural na forma como os sistemas elétricos estão sendo planejados.

Esse crescimento, segundo a BNEF, é impulsionado pela queda significativa nos custos das baterias. O preço dos sistemas caiu de cerca de US$ 170–180 por kWh para aproximadamente US$ 108 nos últimos anos, tornando a tecnologia cada vez mais competitiva e viável economicamente.

Em muitos mercados, mais de dois terços dos novos sistemas de baterias já estão sendo conectados diretamente às redes de transmissão e distribuição no mundo, ampliando seu papel como solução para planejamento da infraestrutura, adiamento de investimentos em rede e prestação de serviços ancilares. Entre esses serviços, destacam-se regulação de frequência, controle de tensão, reserva de capacidade, black start e integração de fontes renováveis, evidenciando o caráter multifuncional do armazenamento.

Apesar do avanço tecnológico e do potencial de mercado, os especialistas alertaram para desafios relevantes no ambiente regulatório brasileiro. Para a presidente eleita do Conselho de Administração da ABSOLAR, Bárbara Rubim, o armazenamento é estratégico para o futuro do setor elétrico brasileiro. “Neste sentido, o País precisa superar desafios importantes, especialmente a ausência de um marco regulatório consolidado. Esse tema, discutido desde 2023, ainda carece de regulamentação formal que reconheça e valorize todas as funções do armazenamento no setor elétrico”, pontua.

“A ausência de regras específicas, a dificuldade de remuneração adequada pelos múltiplos serviços prestados e limitações na estrutura de mercado ainda são barreiras importantes ao desenvolvimento do setor. Nesse sentido, o aprimoramento de um mercado de serviços ancilares, com produtos bem definidos e sinais de preço adequados, é fundamental para viabilizar modelos de negócio sustentáveis”, acrescenta Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR.

Há ainda expectativa positiva em relação ao Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP - Armazenamento) de 2026, que pode contratar cerca de 2 GW em baterias, embora a ABSOLAR defenda ajustes estruturais, como a ampliação do prazo de contratos e a eliminação de distorções regulatórias.

“Outras medidas como a inclusão do armazenamento no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI) e a possibilidade de emissão de debêntures incentivadas são fundamentais para destravar investimentos e consolidar o Brasil como protagonista na nova onda tecnológica do setor elétrico global”, conclui Sérgio Jacobsen, vice-presidente eleito de Armazenamento da ABSOLAR.

Para ampliar o debate e aproximar o tema dos profissionais que atuam na ponta do setor, a ABSOLAR realizará, no próximo dia 21 de maio, em São Paulo, o evento Armazenamento para Integradores. A iniciativa reunirá especialistas, empresas e integradores para discutir oportunidades de mercado, aplicações práticas, modelos de negócio e os principais desafios técnicos e regulatórios relacionados ao uso de baterias no Brasil, reforçando o papel estratégico do armazenamento na expansão da geração distribuída e na modernização do sistema elétrico nacional.

ABSOLARFundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) é a entidade do Brasil que reúne todos os elos da cadeia de valor da fonte solar fotovoltaica e demais tecnologias limpas, incluindo armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. Com associados nacionais e internacionais, de todos os portes, a entidade é fonte de informação e articulação em prol da transição energética sustentável do Brasil

ABSOLAR
TOTUM Comunicação

UPL BRASIL ANUNCIA GIULIANO SCALABRIN COMO DIRETOR NACIONAL DE VENDAS

Agrônomo está na companhia há 14 anos e liderará a execução da estratégia comercial da empresa

Giuliano Argenta Scalabrin

A UPL, fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, anuncia a nomeação do engenheiro agrônomo Giuliano Argenta Scalabrin para o cargo de diretor nacional de vendas. O profissional está na empresa há 14 anos e durante sua trajetória participou de momentos importantes como a criação da Natural Plant Protection (NPP) – unidade de negócios que reúne biossoluções, da qual foi diretor no Brasil – e também da ORÍGEO, joint venture da UPL com a Bunge que atua na venda direta a produtores do MATOPIBA, Pará, Mato Grosso e Rondônia.

Até assumir a área nacional de vendas, Scalabrin liderava a unidade de negócios responsável por cana e pastagem, bem como pelos territórios do Sudeste e Nordeste brasileiros, para todas as culturas. Em sua trajetória na UPL, o profissional passou por diversas áreas de vendas e marketing, incluindo atuação também no Cerrado, incluindo os estados de Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantins. Formado em 1995 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ele tem pós-graduação em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e em gestão executiva de negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC).

Giuliano Scalabrin afirma: “Estou honrado com este desafio e motivado a contribuir ainda mais com a estratégia da UPL. A eficácia na execução de vendas passa pela escuta ativa de clientes e parceiros no campo. É a partir desse contato próximo que fortalecemos relações e compreendemos as demandas e desafios do agricultor. Eu e minha equipe estamos dedicados a construir relações ainda mais sólidas para oferecer as melhores soluções para a proteção dos cultivos”.

Cristiano Figueiredo, CEO da UPL Brasil, destaca: “A nomeação do Giuliano reforça nosso compromisso com a valorização de talentos internos e reconhece uma trajetória construída com consistência e resultados dentro da UPL. A trajetória dele na companhia é marcada pelo conhecimento do campo, capacidade de criar conexões e liderança em diferentes frentes do negócio. Isso proporciona a consistência e a visão necessárias para avançarmos em nossas metas e ampliar a entrega de valor ao produtor rural brasileiro”.

A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL) é uma fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, com receita anual superior a US$ 5,2 bilhões. Somos uma empresa com propósito. Por meio do OpenAg®, a UPL está focada em acelerar o progresso do sistema alimentar. Estamos construindo uma rede que está reimaginando a sustentabilidade, redefinindo a maneira como uma indústria inteira pensa e trabalha – aberta a novas ideias, inovação e novas respostas enquanto nos esforçamos para cumprir nossa missão de tornar cada produto alimentício mais sustentável. Como uma das maiores empresas de soluções agrícolas do mundo, nosso robusto portfólio consiste em soluções biológicas e tradicionais de proteção de cultivos com mais de 15.000 registros. Estamos presentes em mais de 140 países, representados por mais de 12.000 colaboradores em todo o mundo. Para obter mais informações sobre nosso portfólio integrado de soluções em toda a cadeia de valor alimentar – incluindo sementes, pós-colheita, bem como serviços físicos e digitais –, visite o site e siga-nos no Linkedin, no Instagram e no Facebook

UPL
Texto Comunicação Corporativa

ETANOL DE SOJA EM ESCALA INDUSTRIAL REFORÇA O PROTAGONISMO BRASILEIRO EM BIOCOMBUSTÍVEIS AVANÇADOS

Com a primeira planta industrial do mundo, a CJ Selecta consolida sua liderança e reforça o papel pioneiro na transição energética, ao avançar no processo de certificação do RenovaBio

Plantação de soja. Foto: Divulgação

A CJ Selecta, produtora brasileira de Concentrado Proteico de Soja (SPC), óleo de soja, lecitina, etanol de soja e fertilizantes organominerais, reforça seu papel pioneiro na transição energética ao avançar no processo de certificação do RenovaBio com a primeira planta de etanol de soja em escala industrial do mundo. O projeto, iniciado em 2018, une inovação tecnológica, eficiência produtiva e redução comprovada de emissões de gases de efeito estufa, posicionando a companhia como referência global em soluções alinhadas à agenda ESG.

O desenvolvimento do etanol de soja surgiu a partir da necessidade de agregar valor ao melaço de soja, um coproduto que apresentava baixa rentabilidade e forte sazonalidade de demanda. “Desde o início, o projeto nasceu com uma visão estratégica de sustentabilidade, buscando fechar nossa cadeia produtiva e reduzir a pegada de carbono dos nossos produtos, já que o etanol é um insumo essencial para a produção do SPC, nosso principal produto”, explica a CEO da CJ Selecta, Alessandro Reis.

O pioneirismo representou um dos maiores desafios do projeto, uma vez que não existiam referências de produção de etanol de soja em escala industrial. Para superar essa barreira, a empresa estabeleceu parceria com um fornecedor estratégico especializado em fermentação alcoólica e conduziu extensos estudos laboratoriais e em escala piloto. Esses testes permitiram identificar leveduras capazes de converter os principais oligossacarídeos da soja — rafinose e estaquiose — em etanol com rendimento tecnicamente viável. “Foi um processo longo, baseado em ciência e validação técnica, que nos deu segurança para avançar com um modelo produtivo inédito no mundo”, destaca Alessandro.

Com a definição do balanço de massa, a CJ Selecta estimou uma capacidade teórica de produção de até 10 milhões de litros de etanol hidratado por ano. Desse total, cerca de 3 milhões de litros são consumidos internamente no processo de produção de SPC, enquanto aproximadamente 7 milhões de litros têm potencial de comercialização para postos de combustíveis das regiões de Araguari e Uberlândia. As obras da planta tiveram início em 2020 e, após dez meses de instalação e mais três meses dedicados à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção começou em março de 2021, marcando um momento histórico para o setor.

O avanço mais recente do projeto está diretamente ligado ao RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis, que reconhece e remunera a redução de emissões por meio dos Créditos de Descarbonização (CBios). Em 2023, a CJ Selecta solicitou oficialmente o ingresso no programa. Por se tratar de uma rota tecnológica inédita, a ANP iniciou um processo de validação envolvendo outros órgãos federais, como a Embrapa. “Esse trabalho conjunto é fundamental para assegurar que a rota do etanol de soja seja corretamente reconhecida pelo seu real potencial de descarbonização”, afirma o profissional.

Os resultados da RenovaCalc, ferramenta oficial do programa, já validaram o desempenho ambiental do etanol de soja da CJ Selecta, que apresenta emissões 47,05% menores que as da gasolina — 46,28 gCO₂eq/MJ contra 87,40 gCO₂eq/MJ. Com esses números, a empresa estima uma redução anual entre 7 mil e 8 mil toneladas de CO₂ equivalente, o que poderá gerar o mesmo volume de CBios por ano. “Estamos na fase final do processo de certificação e aguardamos a atualização regulatória que inclui oficialmente a rota da soja. A expectativa é iniciar a geração e comercialização dos CBios até meados de 2026”, projeta Alessandro.

Para a CJ Selecta, o projeto representa mais do que um novo produto, mas de um marco estratégico. “Ser a primeira planta de etanol de soja em escala industrial do mundo reforça nosso compromisso com inovação responsável e consolida o grupo como uma referência global em soluções industriais alinhadas aos princípios ESG”, ressalta o CEO.

Próximos passos

Atenta ao futuro da iniciativa, a companhia realizou o estudo da pegada de carbono da soja e, desde 2021, vem colaborando com a Embrapa e a ANP na construção de uma nova rota de biocombustível. A expectativa é que essa nova rota seja incluída no cálculo do RenovaBio o mais breve possível.

“A mensuração da pegada de carbono da soja e a colaboração com instituições de referência refletem o compromisso da CJ Selecta com o avanço científico e com o desenvolvimento de soluções sustentáveis para a matriz energética brasileira. A inclusão dessa nova rota no RenovaBio representará um passo relevante para o reconhecimento dos ganhos ambientais e para o fortalecimento dos biocombustíveis como vetor da transição energética”, comemora Alessandro.

Devido a importância das iniciativas, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais – ABIOVE, manifestou apoio à companhia e destacou o avanço para a agregação de valor e a diversificação da cadeia da soja no Brasil. Para a entidade, a planta reforça o papel estratégico da soja no desenvolvimento de biocombustíveis sustentáveis e contribui para o fortalecimento da indústria nacional.

 “A iniciativa se insere em um contexto de crescimento do setor, com elevada produção e processamento, e evidencia um modelo industrial eficiente, alinhado à sustentabilidade, ao ampliar a participação da soja na matriz energética e consolidar o protagonismo do Brasil na oferta de produtos com maior valor agregado”, frisa o diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da associação, Daniel Furlan Amaral.

CJ Selecta Desde 1984 a CJ Selecta, companhia que faz parte da CJ Bio Division do grupo coreano CJ, atua com pioneirismo na fabricação de produtos derivados de soja para diversos segmentos. Com sede em Uberlândia (MG) e unidade industrial em Araguari (MG) e várias filiais espalhadas pelo Brasil, a companhia é hoje umas das maiores exportadoras de Concentrado de Proteico de Soja (SPC, na sigla em inglês soy protein concentrate), com fontes de soja transgênica e não-transgênica. Em 2019 a CJ Selecta iniciou a produção de fertilizantes especiais e soluções para nutrição de plantas, com foco em produtividade e sustentabilidade, integrando tecnologia e conhecimento técnico para oferecer soluções que ajudam produtores a alcançar alta performance de forma ambientalmente responsável

CJ Selecta
Attuale Comunicação

GM FINANCIAL BRASIL DIVULGA RESULTADOS DE 2025 COM R$ 13,9 BILHÕES EM OPERAÇÕES DE CRÉDITO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE R$ 2,6 BILHÕES

Demonstrações financeiras auditadas apontam Índice de Basileia de 19,34% ao final do exercício

A GM Financial, subsidiária de financiamento cativo da General Motors, divulgou as demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 de suas operações no Brasil. Os números consolidam as operações do Banco GM S.A. e da GMAC Administradora de Consórcios Ltda. As demonstrações foram auditadas pela Ernst & Young, que emitiu parecer sem ressalvas.

Ao longo do exercício, o Banco GM S.A. registrou R$ 13.930 milhões em operações de crédito e arrendamento mercantil. Ao final do período, os ativos totalizaram R$ 17.233 milhões, enquanto o patrimônio líquido atingiu R$ 2.645 milhões. O índice de Basileia encerrou o ano em 19,34%, evidenciando a robustez da estrutura de capital da instituição.

O resultado líquido do exercício atribuível à controladora somou R$ 401.168 mil, enquanto o resultado operacional alcançou R$ 503.510 mil, refletindo o sólido desempenho das atividades financeiras ao longo do período.

As receitas de intermediação financeira totalizaram R$ 2.639.048 no exercício, com destaque para as operações de crédito. As despesas da intermediação financeira somaram R$ 1.883.968, influenciadas principalmente pelos custos de captação no mercado e pelas provisões associadas ao risco de crédito.

O processo de elaboração das demonstrações financeiras foi marcado por robusta governança e rigor nos controles internos. O Comitê de Auditoria avaliou os relatórios relativos ao exercício e não registrou observações relevantes. Os trabalhos conduzidos pelas auditorias interna e independente também não identificaram riscos que pudessem afetar a continuidade das operações.

“Os resultados de 2025 reforçam a consistência do nosso modelo de negócios no Brasil, apoiado em crescimento responsável, disciplina de capital e forte alinhamento com a estratégia da General Motors no Brasil. Manter um Índice de Basileia robusto, ao mesmo tempo em que ampliamos nossa atuação em crédito, evidencia nossa capacidade de sustentar o crescimento com solidez, eficiência e foco no longo prazo”, afirma Paulo Noman, presidente da GM Financial Brasil.

As demonstrações financeiras do Banco GM S.A. foram publicadas no Diário Comercial, conforme exigência regulatória. As versões digitais estão disponíveis no website da companhia, na seção Investidores.

A GM Financial é a subsidiária de financiamento cativo e propriedade integral da General Motors e está sediada em Fort Worth, EUA. Somos uma fornecedora global de soluções de financiamento automotivo, com operações na América do Norte, América do Sul e Ásia. Com operações no Brasil desde 1930, oferece soluções de financiamento, consórcio, seguros e gestão de frota, com um portfólio de produtos inovadores e uma linha completa de alternativas para financiar e expandir os negócios dos concessionários

GM Financial
Brainstory

SKYONE ANUNCIA HELENA SOARES COMO CHIEF STRATEGY AND TRANSFORMATION OFFICER

Ex McKinsey & Company e Grupo Fleury, a executiva chega para integrar áreas internas e fortalecer a execução estratégica da companhia

Helena Soares

A Skyone, empresa brasileira de tecnologia especializada em cloud, dados e inteligência artificial, anuncia a chegada de Helena Soares como CSTO (Chief Strategy and Transformation Officer). A criação da nova área, que faz parte do movimento de expansão após a rodada Série C liderada pela Advent International, tem como objetivo conectar planejamento e execução, promovendo maior agilidade na tomada de decisão e consistência na geração de resultados.

Com atuação transversal, a área apoiará a priorização das iniciativas mais relevantes e impulsionará transformações estruturais do negócio. Helena se reportará diretamente ao CEO, Ricardo Brandão, e trabalhará em parceria com o time executivo para garantir o avanço das principais frentes estratégicas da companhia.

“A Skyone tem um potencial de crescimento muito relevante, e meu papel será contribuir para que essa evolução aconteça com consistência, qualidade e escala, fortalecendo nossos produtos e ampliando o impacto que geramos para clientes e parceiros”, afirma a executiva.

Com experiência em consultoria estratégica e gestão corporativa, Helena atuou na McKinsey & Company, liderando projetos de transformação com foco em crescimento, estratégia comercial e eficiência em diversos setores. Também foi gerente de Pricing e Inteligência Comercial no Grupo Fleury. A executiva é formada em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas, com dupla diplomação pela École Centrale de Lyon e MBA pela Columbia Business School.

“Estamos iniciando um novo ciclo de evolução da Skyone, e a chegada da Helena fortalece nossa capacidade de executar a estratégia com foco, velocidade e impacto”, afirma Ricardo Brandão, CEO da Skyone.

SkyoneFundada em 2013, a Skyone é uma empresa brasileira de tecnologia especializada em cloud, dados e Inteligência Artificial. Sua plataforma integrada simplifica e acelera a transformação digital, modernizando a entrega de software, reduzindo custos e encurtando o time-to-market. A companhia cresce cerca de 50% ao ano e multiplicou sua receita por dez desde 2018. Presente em mais de 35 países, a Skyone escala sua atuação por meio de um ecossistema com mais de 400 parceiros de software, que atende 25 mil clientes finais, incluindo Cobasi, Mambo, Malwee e Fortbras Autopeças. Em 2025, a empresa recebeu investimento Série C liderado pela Advent International

Skyone
NOVA PR

terça-feira, 21 de abril de 2026

FESTO APRESENTA CONCEITO SEAMLESS AUTOMATION NA HANNOVER MESSE 2026

A multinacional alemã Festo, líder global em automação industrial pneumática e elétrica, está presente na Hannover Messe 2026, maior feira de tecnologia industrial do mundo, realizada ao longo desta semana na Alemanha e que tem o Brasil como país parceiro.

No estande da empresa, situado no Stand C17 do Salão 13 do pavilhão, os visitantes acompanham na prática como a automação contínua transforma complexidade em clareza por meio da perfeita integração dos sistemas elétricos e pneumáticos que oferecem aos clientes vantagens competitivas significativas.

“A Seamless Automation combina nosso amplo portfólio de soluções com conectividade de ponta a ponta e uma experiência digital intuitiva para nossos clientes”, explica Frank Notz, Diretor de Vendas da Festo. O portfólio Seamless inclui automação pneumática e elétrica, software e IA. Conectividade contínua garante conectividade contínua nos sistemas. Isso é possível graças à arquitetura de sistemas abertos da Festo, que conecta componentes individuais de diferentes tecnologias.

Isso cria fluxos de dados ininterruptos, do componente individual ao sistema de controle de alto nível, mesmo em soluções da Festo e fornecedores terceirizados. A Experiência Digital Contínua oferece suporte abrangente, desde o projeto e operação até a manutenção, durante todo o projeto. Os dados são transferidos de forma fluida.

Perfeita e coerente: tudo se encaixa

“Com a Automação Contínua, estamos abrindo caminho para todas as necessidades de movimento industrial dos nossos clientes”, acrescenta o Diretor de Vendas Notz. Tudo se encaixa: mecanicamente e digitalmente, desde o hardware até o software e o programa de aprendizado adequado, complementado pela ampla expertise tecnológica e aplicada dos engenheiros e técnicos da Festo.

O fluxo consistente de dados dos componentes individuais para o sistema de controle e a alta compatibilidade graças a padrões abertos garantem que dispositivos, dados e hardware se reconheçam e operem automaticamente de forma fluida. Isso permite protocolos padronizados entre tecnologias, um sistema modular universal, princípios consistentes do sistema e a mesma arquitetura em todos os módulos.

Com a Automação Contínua da Festo, os usuários economizam recursos valiosos de desenvolvimento e programação. Isso é garantido por uma seleção, design e comissionamento simples e rápidos dos produtos. A Automação Contínua também inclui a Conectividade Contínua: a conectividade de dados, informações e conhecimentos tecnológicos e de aplicações permite que os dispositivos se reconheçam e trabalhem juntos automaticamente. A conectividade aberta entre hardware, mecânica e software permite uma integração fácil nas máquinas e sistemas dos clientes.

Festo, Senai e ApexBrasil no Brazilian Skills Showcase – Mechatronics

A Festo participa – junto com o SENAI e a ApexBrasil – no Brazilian Skills Showcase – da Mechatronics, competição amistosa entre equipes do Brasil e da Alemanha realizada nos quatro dias de evento no Pavilhão Brasil, voltada à demonstração de competências técnicas avançadas e à preparação para a WorldSkills Shanghai 2026. Novamente, o Brasil integra a competição, em razão de sua condição de país parceiro da feira.

A ApexBrasil atua como parceira estratégica e apoiadora institucional, viabilizando o espaço no Pavilhão Brasil e fortalecendo a presença da indústria e dos talentos brasileiros no cenário internacional. O SENAI – Departamento Nacional é o responsável pela coordenação da preparação da delegação brasileira e a promoção de intercâmbios tecnológicos internacionais (“challenges”). A Festo Didactic, por sua vez, contribui com sua expertise global em educação técnica e tecnologias de aprendizagem, fornecendo os Sistemas de Produção Modular (MPS) que serão utilizados na competição. Esses mesmos sistemas são aplicados nas competições internacionais WorldSkills e EuroSkills, garantindo alinhamento com padrões globais de avaliação e prática industrial.

O Brazilian Skills Showcase – Mechatronics tem duas equipes, representando Brasil e Alemanha, que enfrentam desafios industriais progressivos, com a construção diária de uma nova aplicação baseada em problemas reais da indústria. Os competidores, organizados em duplas, são avaliados em competências como integração de sistemas mecânicos, elétricos, pneumáticos e de automação; programação e comissionamento de sistemas com CLP; montagem, testes, diagnóstico e solução de falhas e raciocínio lógico, trabalho em equipe e tomada de decisão sob pressão. Além das competências técnicas, a competição enfatiza habilidades socioemocionais essenciais, como comunicação eficaz, pensamento crítico, criatividade e adaptação a cenários dinâmicos. Clique aqui e saiba mais.

Festo – A Festo é líder global em tecnologia de automação e educação técnica, com sede em Esslingen - Alemanha. Fundada em 1925, a companhia conta com mais de 20 mil colaboradores em aproximadamente 250 unidades distribuídas por 176 países, faturamento de € 3,45 bilhões (exercício fiscal de 2024) e índice de investimento em P&D de 8,8% das vendas com cerca de 100 novos produtos por ano e mais de 2,6 mil patentes registradas. Como fornecedora de soluções para automação industrial, a Festo oferece um portfólio integrado de tecnologias pneumática, elétrica e digital, além de soluções em software e inteligência artificial. São mais de 36 mil produtos, mais de 200 serviços e cerca de 10 mil soluções customizadas, atendendo a 300 mil clientes em mais de 35 segmentos industriais, incluindo automotivo, eletrônico, semicondutores, alimentos, farmacêutico, mineração e petroquímico. Para isso, contamos com 22 fábricas, 10 centros logísticos e 58 centros globais de engenharia para atender os clientes ao redor do mundo. A sustentabilidade é uma parte integral da estratégia corporativa da Festo com foco na redução das emissões de CO2 – para nossos clientes e para nós mesmos. Apoiamos nossos clientes na realização de uma produção eficiente e, assim, na economia de CO2, energia e recurso. Por meio da Festo Didactic, líder global em educação e treinamento técnico desde 1965, o grupo apoia a qualificação profissional e a transformação industrial. A área atende 56 mil clientes educacionais em todo o mundo, oferecendo soluções completas para desenvolvimento de competências, com sistemas modulares de aprendizagem, plataformas digitais, softwares, centros de treinamento e conteúdos alinhados às tendências de digitalização, inteligência artificial e aprendizagem ao longo da vida

Festo
Básica Comunicações

EVEO ANUNCIA NOVOS DIRETORES PARA FORTALECER OPERAÇÕES E SUPORTE AO CLIENTE

A EVEO anuncia a chegada de dois novos executivos para posições estratégicas da companhia, em um movimento alinhado ao plano de crescimento que projeta atingir R$ 500 milhões em receita até 2030, com foco na automação e na estruturação de processos. Laerte Fiorentini entra como diretor de Operações, enquanto Adson Campos assume como diretor de Suporte ao Cliente. Ambos vão atuar com o CTO Fabio Stein

Laerte Fiorentini e Adson Campos 

Laerte Fiorentini assume na EVEO a responsabilidade de fortalecer a operação de data center da companhia, com foco em disponibilidade, segurança e evolução contínua do ecossistema. Com experiência na liderança de operações de TI em ambientes complexos, atuou na gestão de infraestruturas críticas e na condução de iniciativas de transformação digital. Ao longo da carreira, liderou equipes de alto desempenho, projetos de migração para ambientes multi-cloud e iniciativas de otimização que resultaram em ganhos de eficiência e redução de custos operacionais. “Meu objetivo é impulsionar a operação da EVEO a partir de uma base sólida de infraestrutura, garantindo alta disponibilidade, segurança e eficiência, ao mesmo tempo em que ampliamos a capacidade de inovação e entrega para os clientes”, diz.

Adson Campos passa a liderar na EVEO as áreas de Ativação, Suporte ao Cliente e Serviços Gerenciados, com a missão de estruturar processos, elevar a eficiência operacional e evoluir a experiência do cliente ao longo de toda a jornada. Entre as prioridades, está a criação da frente de Serviços Gerenciados, que será desenvolvida em conjunto com a área comercial. Com mais de 20 anos de experiência em infraestrutura, operações e governança de TI, construiu sua trajetória à frente de ambientes tecnológicos críticos e operações em escala, com passagem por projetos que envolvem cloud computing, segurança da informação e gestão de serviços. “A EVEO vive um momento de expansão importante, e meu foco é garantir que a experiência do cliente acompanhe esse crescimento, com processos bem definidos, eficiência operacional e um suporte cada vez mais próximo e resolutivo”, afirma.

Para o CTO Fabio Stein, as contratações contribuem com a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento. “A chegada do Laerte e do Adson fortalece nossa capacidade de escalar com qualidade e automação combinando excelência operacional, evolução tecnológica e uma visão estruturada de processos. Esse movimento é fundamental para sustentarmos nosso plano de crescimento e entregarmos cada vez mais valor aos clientes”, comenta.

Com as novas lideranças, a EVEO avança na construção de uma operação mais estruturada, orientada à eficiência, confiabilidade e experiência do cliente, pilares que sustentam a próxima fase da empresa.

A EVEO é reconhecida como a maior empresa de servidores dedicados do Brasil e a principal referência em private cloud do país. Pioneira no mercado de tecnologia há mais de 25 anos, possui cinco data centers Tier III estrategicamente localizados em Cotia e Osasco (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Miami (FL), garantindo robustez e conectividade para o cenário nacional e internacional. Seu portfólio abrange soluções como bare metal, nuvem privada, colocation, storage e disaster recovery para atender diversos segmentos com segurança, eficiência e alta disponibilidade. Certificada com o selo GPTW - Great Place To Work, a EVEO reforça seu compromisso com a valorização de pessoas e qualidade do ambiente de trabalho. Para mais informações, clique aqui e acesse o site

EVEO
NB Press Comunicação

INCOFIOS FORMA SEUS PRÓPRIOS ESPECIALISTAS PARA CRESCER

Investimento em capacitação técnica se torna peça-chave para produtividade e qualidade na Incofios

Foto: incofios.com.br

Santa Catarina concentra cerca de 26% da produção têxtil brasileira, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), liderando o setor no país e consolidando-se como um dos principais polos industriais da cadeia. Nesse cenário, a formação de mão de obra qualificada se tornou um fator determinante para sustentar produtividade e competitividade. É a partir dessa realidade que a Incofios, com sede em Indaial, tem estruturado uma estratégia contínua de capacitação, posicionando-se também como um polo de formação de especialistas em fiação no Vale do Itajaí.

Para a área de Recursos Humanos da empresa, o avanço da capacitação interna está diretamente ligado à estratégia de crescimento da empresa. “Na Incofios, acreditamos que inovação nasce das pessoas. Investir em educação é preparar nossos profissionais para um setor que exige cada vez mais precisão e conhecimento técnico”, afirma a gerente de RH, Cristiane Arndt Lehmann.

A empresa consolidou a educação corporativa como um dos eixos do seu modelo de gestão. Por meio da Unitex, universidade interna criada para apoiar o desenvolvimento técnico e comportamental dos colaboradores, todos os profissionais da área produtiva passam por capacitação específica de acordo com a máquina e o processo em que atuam. O objetivo é garantir precisão operacional, padronização e ganho de eficiência em todas as etapas da produção.

O investimento acompanha essa estratégia. Todos os anos são destinados valores para iniciativas de formação técnica, liderança e desenvolvimento humano, reforçando o entendimento de que o desempenho industrial está diretamente ligado à qualificação das equipes. Além disso, nossos colaboradores possuem  acesso a programas estruturados de desenvolvimento.

Formação técnica alinhada à operação

A Unitex opera em modelo híbrido, com estrutura física dedicada a treinamentos presenciais e uma plataforma de ensino a distância. O formato amplia o acesso ao conhecimento e permite que os colaboradores avancem em diferentes trilhas de aprendizagem, que incluem conteúdos técnicos de fiação, qualidade, segurança do trabalho, além de competências comportamentais e de liderança.

Na prática, a formação acompanha a operação. Cada colaborador é preparado para atuar com precisão no equipamento que opera, reduzindo variáveis no processo produtivo e elevando o padrão de qualidade do fio, um fator crítico em uma indústria onde pequenas variações impactam diretamente o desempenho final do produto.

Esse modelo contribui para sustentar metas industriais de longo prazo. A empresa projeta atingir 5 mil toneladas mensais até 2030, um avanço que depende não apenas de investimentos em tecnologia, mas da formação contínua de equipes capacitadas.

Desenvolvimento de lideranças e cultura técnica

Além da formação operacional, a Incofios mantém programas voltados ao desenvolvimento de lideranças. O Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL), por exemplo, forma novos gestores a cada ano, fortalecendo uma cultura organizacional baseada em autonomia, gestão colaborativa e tomada de decisão técnica.

Para a área de Recursos Humanos, o avanço da capacitação interna reflete uma visão estratégica sobre o papel das pessoas no crescimento da empresa. “A Unitex é uma ferramenta que conecta desenvolvimento individual com os objetivos da empresa”, garante.

Educação como base para o futuro do setor

A estratégia de capacitação também dialoga com compromissos mais amplos da empresa, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente nas frentes de educação de qualidade e trabalho decente. A proposta é contribuir não apenas para o desempenho interno, mas para o fortalecimento do ecossistema têxtil regional, historicamente sustentado por mão de obra qualificada.

Na prática, a formação contínua tem impacto direto na competitividade da indústria. Ao desenvolver especialistas em fiação dentro da própria operação, a empresa reduz lacunas técnicas do mercado, acelera a curva de aprendizado dos profissionais e contribui para manter o Vale do Itajaí como uma das principais referências têxteis do país.

IncofiosFundada em 2001, a Incofios é uma das líderes na produção de fios 100% algodão, com foco na excelência e na inovação. A empresa se destaca por sua capacidade de produzir fios com os mais altos padrões de qualidade, atendendo a diferentes segmentos da indústria têxtil. Com unidades produtivas localizadas em Indaial, Luiz Alves (SC) e Campo Verde (MT), a Incofios alia tecnologia avançada, sustentabilidade e compromisso com o desenvolvimento do setor têxtil, sendo referência em toda a cadeia produtiva de fios

Incofios
Presse Comunicação

segunda-feira, 20 de abril de 2026

CONSÓRCIOS IMPULSIONAM ACESSO À TECNOLOGIA NO CAMPO E FORTALECEM AGRICULTURA 4.0

Produtores ampliam produtividade com apoio de soluções financeiras estruturadas

O avanço da agricultura digital no Brasil tem impulsionado a adoção de tecnologias voltadas à eficiência e à produtividade no campo. Nesse contexto, o consórcio de pesados tem sido utilizado por produtores rurais como alternativa de planejamento para aquisição de máquinas, equipamentos e soluções tecnológicas, contribuindo para a modernização da produção agrícola em diferentes regiões do país.

“A modernização do campo passa por planejamento financeiro. O consórcio permite ao produtor estruturar a aquisição de equipamentos e tecnologias sem recorrer a linhas de crédito com custos elevados, favorecendo uma gestão mais previsível”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios.

Nos últimos anos, o agronegócio brasileiro tem incorporado ferramentas como drones, sensores e softwares de gestão para monitoramento de lavouras e tomada de decisão. Esses recursos permitem acompanhar o desenvolvimento das safras em tempo real, identificar pragas e doenças com maior precisão e otimizar o uso de insumos.

Os drones e veículos aéreos não tripulados (VANTs) têm sido utilizados para gerar imagens que auxiliam na análise da saúde das plantas, enquanto sensores conectados por meio da Internet das Coisas (IoT) coletam dados sobre umidade, temperatura e condições do solo. Essas informações são integradas a plataformas digitais que organizam os dados e apoiam o planejamento das atividades agrícolas.

Além disso, softwares de gestão e ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem o cruzamento de dados históricos e operacionais, contribuindo para previsões mais precisas e decisões estratégicas. A agricultura de precisão, por sua vez, possibilita a aplicação de insumos de forma localizada, ajustando a quantidade conforme a necessidade de cada área da lavoura.

“Esse conjunto de tecnologias exige investimentos estruturados, e o consórcio se apresenta como uma alternativa que permite diluir esse investimento ao longo do tempo, com previsibilidade e organização financeira”, destaca Marcelo Lucindo.

O uso dessas soluções tem impacto direto na produtividade e na eficiência operacional. A otimização de recursos, aliada ao monitoramento constante das lavouras, contribui para redução de desperdícios e maior controle dos custos de produção. Ao mesmo tempo, a adoção de práticas mais precisas favorece a sustentabilidade, com uso mais racional de insumos e menor impacto ambiental.

Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios

Nesse cenário, o consórcio é utilizado como uma forma de viabilizar a aquisição de máquinas agrícolas, sistemas tecnológicos e equipamentos de apoio à produção. A possibilidade de contemplação por sorteio ou lance permite que o produtor tenha acesso ao crédito planejado, sem a incidência de juros, apenas com taxa de administração.

A Evoy Administradora de Consórcios atua nesse contexto oferecendo soluções voltadas ao financiamento planejado de bens, incluindo equipamentos utilizados no agronegócio. A empresa estrutura seus produtos com foco na previsibilidade financeira e na adaptação às necessidades de diferentes perfis de clientes.

Com o avanço contínuo da agricultura 4.0 e a ampliação da demanda por tecnologia no campo, o planejamento financeiro tende a ganhar relevância nas decisões de investimento dos produtores rurais. A utilização de instrumentos como o consórcio se insere nesse cenário como uma alternativa para organização dos investimentos.

“O consórcio pode contribuir para que o produtor rural avance na adoção de tecnologias de forma estruturada, alinhando investimento e capacidade financeira ao longo do tempo”, conclui Marcelo Lucindo.

A Evoy Administradora de Consórcios é a única administradora de consórcios independente, sem grupo empresarial e sem um fundo de investimentos, a receber autorização do Banco Central nos últimos 20 anos. A empresa se destaca por sua abordagem transparente e flexível, transformando o conceito de consórcio no Brasil. Comprometida com sua missão de evoluir o mundo por meio das pessoas, a Evoy Administradora de Consórcios oferece soluções acessíveis e eficientes para ajudar os brasileiros a alcançar seus objetivos com confiança e planejamento. Para saber mais, clique aqui e acesse o site Evoy ConsórciosConheça a Evoy Administradora de Consórcios também pelo Instagram: @evoyconsorciosSaiba mais também sobre o fundador @OMarceloLucindo

Evoy Administradora de Consórcios
Dália Comunicação
Sergio Dias
sergio@daliacomunicacao.com.br

“O BRASIL CANSOU DE SER TRATADO COMO INVISÍVEL”, DIZ LULA AO APRESENTAR O PAÍS COMO POTÊNCIA DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NA MAIOR FEIRA INDUSTRIAL DO MUNDO

Ao inaugurar o pavilhão brasileiro da Feira Industrial de Hanôver, nesta segunda-feira (20), presidente defende protagonismo brasileiro em energia limpa, inovação industrial e cooperação tecnológica com a Alemanha

O presidente destacou a força da matriz energética brasileira e afirmou que o Brasil reúne condições únicas para liderar a oferta de combustíveis renováveis. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Na abertura do pavilhão brasileiro da Feira Industrial de Hanôver (Hannover Messe 2026), na Alemanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (20) que o Brasil quer assumir protagonismo global na transição energética e se consolidar como parceiro estratégico da Europa em inovação, indústria limpa e desenvolvimento sustentável. Diante de autoridades brasileiras e alemãs, Lula destacou que o país “cansou de ser pequeno” e está preparado para competir “em qualquer feira do mundo”, com capacidade de aprender, compartilhar tecnologia e oferecer soluções energéticas limpas.

“O Brasil é um país que quer se transformar numa economia rica. Nós cansamos de ser tratados como um país pobre e um país pequeno”, afirmou o presidente, ao defender uma nova posição brasileira no cenário econômico internacional. “Nós temos uma boa base intelectual, nós temos uma boa base tecnológica, nós temos empresas extraordinárias como a Petrobras, nós temos empresas como a Embraer, que é a terceira maior produtora de avião do mundo. E nós temos a capacidade de compartilhar com a Alemanha coisas em toda a América do Sul. E por que não dizer, a gente começar a olhar para o continente africano”, prosseguiu.

O discurso marcou a participação brasileira na maior feira de inovação e tecnologia industrial do planeta e reforçou a estratégia do Governo do Brasil de posicionar o país como liderança global na agenda da economia verde. Lula destacou a força da matriz energética brasileira e afirmou que o país reúne condições únicas para liderar a oferta de combustíveis renováveis.

"O Brasil é um país que quer se transformar numa economia rica. Nós cansamos de ser tratados como um país pobre e um país pequeno. E nós temos a capacidade de compartilhar com a Alemanha coisas em toda a América do Sul", Luiz Inácio Lula da Silva.

“O Brasil fala que será uma potência mundial na transição energética e que será uma potência mundial na oferta de combustível renovável ao mundo. Nós não estamos falando pouca coisa”, declarou.

Segundo o presidente, cerca de 90% da matriz elétrica brasileira é renovável, o que coloca o país em vantagem competitiva diante de outras economias industrializadas. Lula ressaltou ainda o avanço do Brasil na produção de biocombustíveis, com mistura de 30% de etanol na gasolina e 15% de biodiesel no diesel.

Combustíveis limpos e competitividade

Ao defender a competitividade brasileira na produção de energia limpa, Lula propôs uma comparação internacional das emissões de combustíveis usados em veículos pesados, especialmente caminhões, argumentando que o combustível brasileiro já apresenta emissões menores que combustíveis fósseis utilizados em outros mercados.

A proposta foi apresentada como exemplo do potencial brasileiro para liderar soluções sustentáveis no transporte de carga e ampliar a competitividade industrial com menor impacto ambiental.

“Vamos fazer uma comparação entre os combustíveis brasileiros e os combustíveis alemães ou qualquer outro combustível de outro país, para que a gente possa ver qual é o combustível que emite menos CO₂”, disse.

Após a abertura do pavilhão brasileiro, Lula visitou estandes de empresas brasileiras como WEG, BE8, Vale, Volkswagen Brasil, Embraer e Bayer Brasil. Dois caminhões movidos a biocombustível foram apresentados, incluindo um modelo da Mercedes-Benz abastecido com biodiesel verde.

A Feira de Hannover é o maior evento industrial do mundo. Reúne o que há de mais avançado no campo da indústria e da tecnologia de ponta. Neste ano o Brasil tem, aqui, uma participação especial: somos o país parceiro oficial da Feira de 2026.

Aprender e compartilhar

Lula afirmou que a presença brasileira em Hanôver não tem apenas o objetivo de apresentar produtos, mas de aprofundar cooperação tecnológica com a Alemanha e construir novas oportunidades industriais conjuntas.

“Viemos aqui para aprender aquilo que a indústria mundial tem de novidade para o mundo. Segundo, aprender com a capacidade tecnológica e produtiva do povo alemão. Terceiro, mostrar aquilo que nós somos capazes de fazer e aquilo que a gente pode compartilhar e pode construir junto”, declarou.

Ao destacar empresas brasileiras como a Petrobras e a Embraer, Lula afirmou que o país já possui base tecnológica, capacidade produtiva e capital humano para disputar mercados globais em pé de igualdade com países industrializados.

Parceria estratégica com a Alemanha

O presidente também defendeu o aprofundamento da parceria entre Brasil e Alemanha, apontando que a cooperação bilateral pode impulsionar investimentos, inovação e novas cadeias produtivas sustentáveis.

“Nós, brasileiros, temos muito o que oferecer de oportunidade de investimento, também de oportunidade de compartilhamento de atividades empresariais, de atividade entre as nossas universidades, a troca de experiências científicas e tecnológicas para que a gente possa progredir e crescer junto”, afirmou.

Um novo lugar para o Brasil

Ao encerrar o discurso, Lula afirmou que o Brasil busca um novo papel no cenário internacional, com protagonismo econômico e compromisso com a sustentabilidade. Para o presidente, a participação brasileira na feira simboliza a disposição do país de crescer como economia industrial avançada e liderança climática global.

“Depois da participação do Brasil nesta feira, a relação Alemanha e Brasil nunca mais será a mesma”, disse.

Maior do mundo

O Brasil volta a ser parceiro oficial da Feira Industrial de Hanôver depois de 46 anos. A mostra na cidade alemã é a maior feira industrial do mundo, tradicional local de exibição de avanços tecnológicos e de soluções de automatização, digitalização e eletrificação industrial, com foco recente em sustentabilidade, energia limpa e inteligência artificial. A participação empresarial brasileira na Feira, coordenada pela ApexBrasil, envolve mais de 300 empresas, incluindo 60 startups e 140 expositores em seis pavilhões.

Maior economia da Europa

A Alemanha é a maior economia da Europa e terceira maior do mundo, com população superior a 84 milhões de pessoas e PIB nominal superior a US$ 5 trilhões em 2025. O país é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, com fluxo comercial bilateral de US$ 20,9 bilhões no ano passado. A Alemanha constitui, ainda, a sétima origem de investimentos diretos no Brasil, com estoque acumulado de US$ 44 bilhões.

Governo Federal
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
FSB Comunicação

DO MAR PARA AS RODOVIAS: MICRORGANISMOS QUE GERAM ENERGIA E LUZ INSPIRAM PROJETO PIONEIRO DA ECORODOVIAS

Iniciativa em parceria com Regenera Moléculas e ANTT uniu biotecnologia e engenharia rodoviária para testar dispositivos sustentáveis de iluminação e sinalização

Microrganismos vivos que produzem luz e energia estão prestes a marcar presença no futuro da mobilidade no Brasil. Inspirada no comportamento biológico de organismos marinhos capazes de emitir luz e produzir energia, a EcoRodovias desenvolveu um projeto inédito que une biotecnologia, sustentabilidade e engenharia viária. A iniciativa nasce de uma pergunta provocadora: seria possível transformar a própria natureza em fonte de energia limpa para as estradas?

A resposta começa a se concretizar. O projeto utiliza microrganismos marinhos que produzem bioeletricidade, energia gerada por processos metabólicos, e bioluminescência, fenômeno que faz alguns organismos emitirem luz visível. Essa combinação permite criar dispositivos inteligentes de sinalização e iluminação natural, aplicados a elementos de segurança viária e equipamentos de proteção individual. Em vez de depender de energia elétrica convencional, detectores, LEDs e sensores podem ser alimentados por essas “baterias biológicas”, que aproveitam o ciclo de vida dos microrganismos.

“Esse projeto demonstra como a biotecnologia pode transformar processos vivos em soluções reais de infraestrutura, unindo ciência, inovação e sustentabilidade. Mais do que gerar luz e eletricidade, queremos gerar caminhos para um futuro em que tecnologia e biodiversidade caminham lado a lado”, afirma Daniela Almeida, coordenadora de Sustentabilidade.

O projeto foi conduzido na concessionária Ecovias Cerrado, em parceria com a Regenera Moléculas e viabilizado pelo Recurso para Desenvolvimento Tecnológico (RDT) da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

“O grande diferencial está em utilizarmos a biodiversidade protegida do Banco Regenera como fonte única e renovável de matéria-prima: um ativo biotecnológico que reforça nosso compromisso com os mais altos padrões de ESG. Essa parceria com a EcoRodovias e a ANTT consolida o Brasil na vanguarda da bioinovação aplicada à infraestrutura”, afirma Vanessa Agostini, Doutora em Oceanografia Biológica pela FURG e especialista de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, em workshop da ANTT sobre o tema.

Por que a escolha por organismos marinhos?

A escolha pelos microrganismos de origem marinha não é por acaso. Segundo a Regenera Moléculas, é nos oceanos que reside uma das maiores fronteiras da inovação biotecnológica. “Optamos por microrganismos de origem marinha porque é nesse ambiente que a inovação realmente acontece. O oceano é um dos ecossistemas menos conhecidos do planeta - sabemos mais sobre a superfície da Lua do que sobre a sua biodiversidade”, explicou Vanessa Agostini.

Atualmente, segundo a especialista, o Banco Regenera mantém cerca de 2.400 microrganismos entre bactérias e fungos. Essa biodiversidade é o destaque do trabalho da companhia: ao utilizar espécies que se adaptam a condições extremas de salinidade, pH e luminosidade, a Regenera obtém organismos naturalmente mais bioativos e estáveis, capazes de produzir compostos com maior potencial energético e bioluminescente. Tudo isso sem necessidade de manipulação genética.

Como isso acontece na prática

Na prática, o sistema funciona como uma microestação biológica: os microrganismos ficam abrigados em pequenos compartimentos selados, chamados de biorreatores, alimentados por nutrientes naturais ou resíduos orgânicos reaproveitados. Durante seu metabolismo, esses organismos liberam elétrons, que são captados por eletrodos especiais, transformando essa energia em corrente elétrica suficiente para alimentar sensores, sinalizadores e pequenos LEDs. Ao mesmo tempo, espécies bioluminescentes emitem luz visível de maneira contínua, sem necessidade de lâmpadas ou baterias convencionais. 

Esses módulos podem ser instalados em barreiras, placas, uniformes ou dispositivos de segurança. Concluídas as fases iniciais de testes de laboratório e ambiente controlado, os resultados estão sendo analisados. A ideia é avaliar a possibilidade de otimizar os protótipos e avançar com estudos de viabilidade para testes em escala piloto nas rodovias. A análise também envolve questões de custo-benefício, impacto ambiental, testes em ambiente operacional e avaliação de aspectos regulatórios e normativos da aplicação da tecnologia em contextos operacionais.

Inovação que nasce da natureza

O uso de microrganismos bioelétricos representa uma das fronteiras mais promissoras da chamada bioengenharia aplicada à infraestrutura.

Com isso, dispositivos como sinalizadores noturnos podem operar sem baterias convencionais, contribuindo com o potencial para redução de resíduos eletrônicos, economia de consumo de energia da rede e menor impacto ambiental, ou seja, em linha com a visão da EcoRodovias de promover rodovias mais seguras, inteligentes e sustentáveis. 

“Acreditamos que o investimento em pesquisa e desenvolvimento deve ser contínuo para que a gente possa chegar a inovações escaláveis. O apoio a iniciativas como esta, contribui para aproximar a ciência da aplicação prática, estimulando a busca por soluções inovadoras que podem transformar o setor e gerar impactos positivos para a infraestrutura e para a sociedade”reforça Monica Jaen, diretora de Sustentabilidade.

A EcoRodovias é uma das principais operadoras de concessões rodoviárias do país. Controlada pelo Grupo ASTM, administra 11 concessões em sete estados, totalizando 4,3 mil quilômetros, além de um ativo portuário e uma plataforma logística. A empresa está presente em importantes corredores de escoamento da produção agrícola e industrial, bem como em relevantes rotas turísticas do Brasil. Com o propósito de viabilizar caminhos nunca antes imaginados, a EcoRodovias impulsiona o desenvolvimento da infraestrutura brasileira com inovação, eficiência e foco na experiência do usuário. A companhia também mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, possuindo metas claras em temas como redução de emissões de CO2, segurança, diversidade, equidade e inclusão. Como reconhecimento por suas práticas ESG, integra carteiras relevantes da B3, como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), o ICO2 e o Idiversa. Para mais informações, clique aqui e acesse o site

EcoRodovias
MASS Media

“EXÉRCITO BRASILEIRO: TRADIÇÃO EM MOVIMENTO E INOVAÇÃO” REÚNE BLINDADOS HISTÓRICOS E TECNOLOGIA MILITAR NO GALLERIA SHOPPING

Evento gratuito no Galleria Shopping traz relíquias da Segunda Guerra Mundial, equipamentos modernos e programação cultural diversificada entre 24 e 26 de abril

Foto: Divulgação

O Galleria Shopping promove, entre os dias 24 e 26 de abril, o evento "Exército Brasileiro: Tradição em Movimento e Inovação". A iniciativa, aberta ao público e com entrada gratuita, propõe um diálogo entre o passado e o presente das Forças Armadas, reunindo viaturas históricas da Segunda Guerra Mundial e blindados de última geração. A exposição é realizada em parceria com a Companhia de Viaturas Militares Antigas do Interior de São Paulo (CVMAISP), a 11ª Brigada de Infantaria Mecanizada e a Associação dos Expedicionários Campineiros.

A mostra resgata a trajetória da Força Expedicionária Brasileira (FEB), destacando a participação de 25 mil militares no conflito europeu entre 1944 e 1945. O acervo apresenta relíquias preservadas que testemunharam batalhas decisivas na Itália. Paralelamente, o público poderá conhecer a atual capacidade operacional do Exército por meio de equipamentos modernos, evidenciando a evolução tecnológica da instituição ao longo de oito décadas.

"Nosso objetivo é proporcionar aos visitantes do Galleria uma experiência que une educação, cultura e entretenimento. Ao trazer essas relíquias da FEB ao lado da modernidade do Exército, não apenas homenageamos a história de Campinas, mas também oferecemos um evento para as famílias, que podem desfrutar de uma programação completa e super interessante.", afirma João Timm, gerente de marketing do Galleria Shopping.

Para além do caráter educativo, o evento oferece opções de lazer para diversos perfis. A programação contempla acampamento temático, demonstrações de cães de guerra, atividades infantis e apresentações de radioamadorismo. O entretenimento musical será um dos pilares da celebração, com performances que transitam entre as bandas regimentais e o rock clássico, complementadas por uma área gastronômica com food trucks e cervejarias artesanais.

O cronograma cultural tem início na sexta-feira (24), às 18h30, com a abertura oficial conduzida pela Banda de Música do Exército. No sábado, o palco recebe atrações de Pop Rock, Jazz e Soul a partir das 13h. O encerramento, no domingo (26), contará com a Banda Regimental da Polícia Militar e um tributo ao Pearl Jam, realizado pelo grupo PJ 90.

>>> Para mais informações, clique aqui e acesse o site do evento.

Serviço
Exército Brasileiro: Tradição em Movimento e Inovação
De 24 a 26 de abril de 2026
Sexta-feira: 17h às 22h |  Sábado: 10h às 22h | Domingo: 12h às 20h
Galleria Shopping
Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas, SP
Mais informações: @cvmaisp | www.cvmaisp.com.br

Galleria ShoppingCom arquitetura diferenciada e um ambiente paisagístico que valoriza as áreas livres e arborizadas, o Galleria Shopping foi responsável por introduzir no país o conceito de lifestyle, principalmente por seguir o estilo de um open mall. O empreendimento, que pertence à Iguatemi S.A., destaca-se como um dos mais sofisticados centros de compras do país e apresenta um mix de operações completo formado por lojas especializadas em moda e acessórios, além de opções de gastronomia, serviços, lazer e entretenimento. Adicionalmente, o shopping faz parte de um complexo multiuso e oferece conforto e conveniência para os clientes. Clique aqui e visite o site

Galleria Shopping
FSB Comunicação
Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
rosana@macchinaweb.com.br
Antônio Fraga
fraga@macchinaweb.com.br

domingo, 19 de abril de 2026

BYD RECEBE 400 NOVOS PROFISSIONAIS E SE APROXIMA DE 4 MIL EMPREGOS DIRETOS PARA BRASILEIROS NO COMPLEXO INDUSTRIAL DE CAMAÇARI

Chegada dos novos colaboradores marca mais um avanço da operação na Bahia e consolida o complexo como polo de desenvolvimento industrial e geração de renda para a região

Reunião de integração dos novos funcionários no Complexo da BYD em Camaçari/BA - Divulgação BYD

A BYD acelerou na quinta-feira (16) a expansão de sua operação em Camaçari (BA) ao anunciar a integração de mais de 400 novos profissionais ao complexo baiano. Com as contratações, a empresa passa a contar com quase 4 mil colaboradores diretos brasileiros na unidade e projeta superar 6 mil empregos diretos nos próximos meses. Considerando também os cerca de 3.700 brasileiros que atuam nas construtoras terceirizadas responsáveis pelas obras de ampliação, a expectativa é que o complexo alcance 10 mil trabalhadores brasileiros ainda este ano.

Dos 410 novos colaboradores, cerca de 200 passam a atuar na fábrica de montagem final de veículos. A área de baterias recebe 78 novos trabalhadores, enquanto os demais profissionais serão destinados às operações de motores e autopeças. A maior parte das vagas é para o cargo de operador, refletindo o crescimento das atividades industriais no complexo.

A nova rodada de contratações acompanha o avanço das próximas fases industriais da fábrica, incluindo a entrada em operação das futuras linhas de soldagem, estamparia e pintura, previstas para este ano. Com a ampliação da estrutura, a empresa avança na formação de uma cadeia produtiva mais robusta na Bahia, com impacto direto na geração de renda, na qualificação profissional e no fortalecimento da indústria local.

Para o Vice-Presidente Sênior da BYD Brasil e Head Comercial e de Marketing da BYD Auto do Brasil, Alexandre Baldy, a expansão da operação em Camaçari representa um marco para a indústria brasileira. “A chegada de mais de 400 novos profissionais mostra que a BYD segue avançando de forma consistente na Bahia, combinando expansão industrial, geração de empregos e desenvolvimento regional. Estamos falando de uma operação que já reúne quase 4 mil colaboradores diretos e que deve superar 6 mil empregos diretos nos próximos meses. Considerando os terceirizados, vamos chegar a 10 mil trabalhadores brasileiros no complexo em breve. É um crescimento que reforça o papel estratégico de Camaçari para a BYD e para o futuro da mobilidade no Brasil.”

Mais oportunidades

O processo de contratação da BYD segue critérios estruturados e a empresa não cobra por vagas nem envia cartas para os candidatos. Não há exigência de idade mínima específica para ocupar funções na empresa, sendo as oportunidades acessíveis a profissionais de diferentes faixas etárias, conforme os requisitos de cada cargo.

As vagas de emprego são disponibilizadas no CIAT e SineBahia assim como na plataforma Gupy (bydbrasil.gupy.io) e no perfil da BYD no Linkedin. A estratégia de recrutamento considera todas as etapas do processo seletivo, desde a triagem inicial até a formação de um banco de talentos. Mesmo candidatos que não são imediatamente contratados permanecem no sistema, ampliando suas chances em futuras oportunidades. A empresa também reforça a importância de manter currículos atualizados nos canais oficiais e estar atento aos órgãos parceiros.

BYD em Camaçari

A fábrica da BYD em Camaçari (BA) ocupa uma área de 4,65 milhões de metros quadrados, o equivalente a 645 campos de futebol. É o maior complexo industrial da companhia fora da China. 

A capacidade inicial de produção é de 150 mil veículos/ano, com meta de chegar a até 600 mil veículos/ano quando o projeto estiver completo. Atualmente, estão sendo produzidos três modelos da marca: o compacto BYD Dolphin Mini, o sedã BYD King e o SUV BYD Song Pro. 

O investimento no complexo de Camaçari soma R$ 5,5 bilhões e é esperada a criação de 20 mil empregos diretos e indiretos.

BYD
FSB Comunicação