terça-feira, 7 de abril de 2026

ADL MINERAÇÃO REALIZA PRIMEIRA EXPORTAÇÃO DE MINÉRIO DE TERRAS RARAS PARA O MERCADO INTERNACIONAL

Empresa 100% brasileira, mineradora embarca contêiner de monazita para o mercado externo em movimento que representa marco para a soberania mineral do Brasil

Imagem meramente ilustrativa. IA Canva ©coisasdeagora

A ADL Mineração, empresa privada 100% brasileira com atuação no segmento de minerais estratégicos e elementos terras raras embarcou o primeiro container de monazita, minério de terras raras, para o Canadá. O fato é considerado histórico porque sinaliza o início da produção e exportação privada de monazita no país após um longo período.  O último embarque aconteceu há sete anos por meio da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) vinculada ao governo federal.

O mineral ganhou relevância geopolítica e econômica no mundo por estar diretamente conectada ligada a cadeias produtivas críticas da transição energética, indústria de alta tecnologia e da defesa como fabricação de ímãs permanentes de alta potência, telas, carros elétricos, motores de turbinas eólicas, energia nuclear entre outros.

A expectativa da mineradora é exportar entre 500 toneladas e 1.000 toneladas de monazita até o final de 2026, atendendo diferentes mercados, como Canadá, Estados Unidos e China. Nos próximos dois anos, a meta é alcançar um volume de exportação em torno de 3 mil toneladas.

Imagem meramente ilustrativa. IA Canva ©coisasdeagora

“A retomada da produção e, sobretudo, da exportação de monazita representa um marco histórico para o setor mineral brasileiro. Embora tenha havido uma exportação em 2019 por meio da INB, vinculada ao governo federal, esta é a primeira vez, após décadas, que uma empresa privada brasileira realiza esse movimento, o que reforça o potencial do país no mercado global de terras raras e amplia sua relevância na cadeia de suprimentos de tecnologias estratégicas”, afirma Adelina Lee, CEO da ADL Mineração.

A executiva explica que, nos últimos anos, o ambiente regulatório avançou e o setor ganhou maior maturidade, permitindo que empresas privadas altamente estruturadas pudessem atender aos requisitos regulatórios, técnicos, ambientais e de segurança exigidos para viabilizar esse tipo de operação.

ADL Mineração

A ADL Mineração é uma empresa privada 100% brasileira, atuante no setor de minerais estratégicos, com foco na produção e comercialização de monazita, ilmenita, zirconita e rutilo. A companhia vem ampliando sua atuação de forma estruturada, com base técnica consistente, conformidade regulatória e visão de longo prazo, contribuindo para o fortalecimento da cadeia mineral no Brasil.

Nesse contexto, a ADL mantém parceria sólida com a INB (Indústrias Nucleares do Brasil), apoiada por uma base técnica forte e por alinhamento em temas estratégicos para o avanço dos projetos. Essa cooperação tem sido importante tanto para as operações em andamento quanto para a preparação de novas iniciativas, sempre com foco em responsabilidade técnica, viabilidade regulatória e desenvolvimento de longo prazo. Clique aqui para mais informações.

ADL Mineração
Tamer Comunicação

segunda-feira, 6 de abril de 2026

CARLOS EDUARDO TYBA É O NOVO DIRETOR COMERCIAL DO GRUPO IOX

Com passagens por Itaú e Santander, executivo reforça o Grupo IOX que mira acelerar expansão depois de alcançar 3,4 bi de AuM

Carlos Eduardo Tyba

O mercado de crédito no Brasil alcançou R$ 5,5 trilhões, com crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Esse cenário de expansão mostra uma crescente demanda por soluções financeiras mais sofisticadas e personalizadas. Entretanto, o sucesso no ambiente atual exige mais do que boas estratégias. Empresas precisam contar com equipes altamente qualificadas e com expertise consolidada, capazes de navegar em um mercado volátil e dinâmico.

Para manter o ritmo de crescimento, mantendo o foco na qualidade dos ativos e na disciplina na gestão de risco, o Grupo IOX anuncia a chegada de Carlos Eduardo Tyba como novo Diretor Comercial. Com mais de dez anos de experiência no setor financeiro, Carlos Eduardo Tyba acumula passagens por instituições de grande porte, como Itaú e Santander, além de atuação mais recente nos bancos Banco Pine e Banco Pleno. 

Ao longo de sua carreira, esteve diretamente envolvido na originação e estruturação de operações de crédito para empresas, com foco em soluções sob medida e análise criteriosa de risco. “Seguimos investindo na construção de um time altamente qualificado, capaz de sustentar o nosso crescimento com disciplina e consistência. A chegada do Tyba reforça nossa capacidade de originação e nossa visão de longo prazo para o negócio”, afirma Richard Ionescu, CEO do Grupo IOX.

A chegada do executivo ocorre em um momento de expansão consistente do Grupo IOX. Com mais de 22 anos de atuação, a companhia conta atualmente com mais de R$ 3,4 bilhões em patrimônio líquido, ante aproximadamente R$ 1,3 bilhão em fevereiro de 2025. Nesse período, a IOX já estruturou mais de 3 mil operações de crédito, atendendo empresas de diferentes portes em todo o Brasil.

A contratação está diretamente alinhada à estratégia da companhia de fortalecer sua capacidade de originação qualificada, especialmente em um contexto em que os grandes bancos nem sempre atendem às necessidades de capital de giro e gestão financeira em um cenário de Selic ainda nas altas históricas. Ao mesmo tempo, essa expansão é conduzida com disciplina na seleção de ativos e alinhamento com o perfil de risco das estruturas,  garantindo consistência na relação com investidores.  

O modelo de atuação da IOX combina originação criteriosa, estruturação técnica e disciplina na gestão de risco, permitindo à companhia expandir sua atuação de forma consistente ao longo do tempo. Essa abordagem tem sido fundamental para consolidar a confiança de investidores e ampliar o relacionamento com empresas que buscam soluções de crédito estruturadas, com maior flexibilidade e alinhamento às suas necessidades. 

"Com a chegada do Tyba, damos mais um passo importante na nossa jornada de crescimento. Ele traz uma vasta experiência e um olhar estratégico essencial para fortalecer nossa atuação no crédito estruturado. Estamos comprometidos em oferecer soluções financeiras ágeis e cada vez mais adequadas às necessidades do mercado, mantendo a excelência na gestão de risco e a qualidade das operações que entregamos aos nossos clientes e investidores", completa Ionescu.

Grupo IOX Criado em 2004, o Grupo IOX nasceu ao identificar oportunidades no mercado de crédito brasileiro. No começo buscou pequenos negócios no Sudeste, mas a expansão foi rápida: atuação expandida para médias e grandes empresas em todo o país. Com mais de 22 anos de mercado e mais de R$ 33 bilhões investidos, o Grupo IOX atua como parceiro estratégico de empresas e investidores. Especialistas em crédito, oferecem soluções sob medida para empresas e retornos atrativos com risco ajustado para investidores. Clique aqui e saiba mais

Grupo IOX
Gueratto Press

JBS LANÇA ESCOLA DE INGLÊS NA AUSTRÁLIA PARA PREPARAR BRASILEIROS PARA CARREIRAS INTERNACIONAIS

Programa de educação corporativa integra idioma, cultura e rotina industrial para fortalecer o Global Talent, que há 10 anos desenvolve profissionais para as operações da Companhia no exterior

Foto: Divulgação JBS

A JBS inaugurou uma escola corporativa de inglês voltada à preparação de colaboradores brasileiros para atuar em suas operações na Austrália. Batizada de English Academy, a iniciativa combina ensino do idioma, adaptação cultural e experiência prática na indústria. A primeira turma embarcou em março e o segundo embarque será feito em abril.

A escola está localizada em Dinmore, Ipswich, no estado de Queensland, onde a Companhia opera sua maior unidade de carne bovina na Oceania. O programa de imersão pode durar até 12 meses, dependendo do progresso de cada aluno. As aulas são presenciais, com carga horária de 20 horas semanais, e têm foco no vocabulário técnico da indústria de alimentos e no contexto cultural australiano.

Os materiais didáticos foram desenvolvidos internamente, em conformidade com o Australian Education Services for Overseas Students (ESOS) Framework, e aprovados pela Australian Skills Quality Authority, órgão regulador nacional do setor de educação e treinamento vocacional na Austrália.

Para apoiar a adaptação dos participantes, os estudantes serão acomodados em casas totalmente mobiliadas, localizadas a aproximadamente dois quilômetros da planta e da escola. O modelo permite que os colaboradores conciliem o aprendizado do idioma com experiência profissional desde o início de sua jornada com a JBS Austrália no país. A turma inaugural é composta por 30 profissionais da área de produção, todos colaboradores da JBS no Brasil.

Segundo a empresa, a criação da escola abre a oportunidade de aprimorar a proficiência em inglês de profissionais com forte experiência técnica que nem sempre tiveram acesso prévio ao ensino formal do idioma. “Além da fluência, a adaptação cultural é fundamental para que os profissionais se estabeleçam no país e evoluam em suas carreiras”, afirma Ana Ruperez, coordenadora de Mobilidade Global da JBS Austrália.

A preparação dos participantes começou no Brasil em julho de 2025, com aulas online realizadas duas vezes por semana e ministradas pelo mesmo professor que acompanha o grupo na etapa presencial. Em março de 2026, o treinamento passou a ser totalmente presencial e integrado à rotina da unidade da JBS em Dinmore.

De acordo com a JBS, trazer o curso para dentro da empresa permite um acompanhamento mais próximo do desempenho dos alunos e um melhor equilíbrio entre trabalho e estudo. “Temos profissionais altamente qualificados no Brasil e queremos ampliar as oportunidades para que esses talentos atuem globalmente. A escola foi criada para que o idioma não seja um obstáculo nesse caminho”, afirma Fernando Meller, diretor executivo de Recursos Humanos da JBS Brasil.

A English Academy faz parte do esforço mais amplo da Companhia para preparar profissionais para posições internacionais. Criado há dez anos, o programa JBS Global Talent já levou pessoas da JBS para unidades nos Estados Unidos, Canadá, México, Inglaterra e Austrália. “Não se trata apenas de mobilidade, mas de desenvolvimento de carreira”, acrescenta Meller. “Quando integramos idioma, cultura e trabalho, aumentamos as chances de sucesso no longo prazo”.

A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 280 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Méxicoe Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. Clique aqui e saiba mais

JBS
FSB Comunicação

MRV AMPLIA PROJETO DE RESSOCIALIZAÇÃO COM MÃO DE OBRA PRISIONAL E PREVÊ NOVAS VAGAS EM CINCO ESTADOS EM 2026

A iniciativa oferece oportunidade de trabalho e qualificação para reeducandos em obras e processos produtivos da companhia

Trabalhador da construção civil. Foto: Divulgação MRV

A MRV, empresa do grupo MRV&CO, está ampliando seu projeto de contratação de mão de obra prisional, iniciativa que promove oportunidades de trabalho e contribui para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Segundo a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil possui atualmente 941.752 pessoas em cumprimento de pena. Desse total, 705.872 estão em celas físicas e 235.880 cumprem pena em regime domiciliar, com ou sem monitoramento eletrônico.

Nesse contexto, iniciativas que ampliam o acesso ao trabalho e à qualificação profissional são ferramentas importantes para reduzir a reincidência e apoiar processos de reinserção social. O projeto da construtora foi iniciado como um piloto em 2024, e o modelo está sendo expandido para diferentes regionais da companhia, que deverá abrir novas vagas ao longo do primeiro semestre de 2026.

Entre as novas frentes previstas está o município de Guarulhos (SP), onde serão disponibilizadas 30 vagas para atuação em duas obras da empresa. Ainda, outras localidades também devem iniciar o programa no mesmo período, como Sete Lagoas (MG), Joinville (SC), Blumenau (SC) e Belo Horizonte (MG).

Atualmente, o projeto já está em operação em Lagoa Santa (MG) e em Manaus (AM), onde o projeto começou com 15 participantes e atualmente já conta com 25 reeducandos, com estudos em andamento para ampliar o número para até 100 trabalhadores. A companhia também avalia a possibilidade de contratação formal, via CLT, após o cumprimento da pena, ampliando as oportunidades de reinserção profissional.

A iniciativa se soma a outras experiências da empresa no tema: em Ribeirão Preto (SP), por exemplo, a MRV mantém, há quase dois, anos uma fábrica instalada dentro de uma unidade prisional para produção de kits elétricos utilizados nas obras.

Processos

A seleção dos reeducandos é realizada pelos órgãos responsáveis pelo sistema prisional de cada estado seguindo critérios rigorosos de elegibilidade. Apenas pessoas condenadas por crimes de menor periculosidade podem participar, e normalmente são selecionadas quando falta cerca de um ano para o cumprimento total da pena.

Antes de iniciarem as atividades, os participantes passam por um processo de adaptação e capacitação para se familiarizar com as rotinas e práticas de segurança do trabalho. Durante a participação no programa, os reeducandos trabalham de segunda a sexta-feira e recebem uma bolsa-auxílio equivalente a 75% do salário-mínimo. A MRV também custeia transporte e alimentação.

Do valor da bolsa, 25% fica reservado para o próprio reeducando — liberado apenas após a liberdade —, 25% é destinado à família e outros 25% ao Estado. Durante o período em que o participante ainda está no sistema prisional, não há vínculo empregatício formal. Além disso, a legislação prevê que, a cada três dias trabalhados, um dia seja reduzido da pena, mecanismo conhecido como remissão.

Para Raphael Lafetá, diretor executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV&CO, iniciativas desse tipo reforçam o compromisso da companhia com impacto social positivo. “Nosso objetivo é contribuir para a ressocialização por meio do trabalho, oferecendo oportunidades reais de aprendizado e geração de renda. Ao mesmo tempo, buscamos ampliar o impacto positivo das nossas operações, alinhando nossas iniciativas aos compromissos de sustentabilidade e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, afirma.

MRVCom 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país. Clique aqui e saiba mais

MRV
Loures Consultoria

domingo, 5 de abril de 2026

FERNANDO PEITER É O NOVO DIRETOR-EXECUTIVO DA CONTROLLER BMS

Executivo assume liderança da empresa para acelerar expansão em automação predial, infraestrutura tecnológica e data centers

Fernando Peiter, novo diretor-executivo Controller BMS

A Controller BMS, empresa especializada em automação predial e sistemas integrados de infraestrutura tecnológica do ecossistema Emive&Co., anuncia Fernando Peiter como seu novo diretor-executivo. O executivo assume a liderança da companhia com a missão de fortalecer a atuação da empresa em projetos de edifícios inteligentes, infraestrutura industrial e data centers — segmentos que vêm registrando forte expansão no país.

Com trajetória consolidada em multinacionais de tecnologia e infraestrutura, Peiter possui ampla experiência na gestão estratégica de negócios e na condução de operações comerciais e técnicas. Ao longo da carreira, ocupou posições de liderança em empresas como Siemens e Otis Elevadores, onde foi responsável por áreas de negócio, operações, marketing e vendas, tendo sempre desenvolvido iniciativas voltadas à expansão de portfólio, crescimento da base de manutenção e digitalização da relação com clientes.

A chegada do executivo ocorre em um momento de expansão da Controller BMS. No último ano, a empresa registrou crescimento superior a 50% no volume de projetos, impulsionado pela retomada dos investimentos em edifícios corporativos e pela crescente demanda por soluções tecnológicas voltadas à automação predial, segurança eletrônica e eficiência operacional de edifícios.

“A infraestrutura tecnológica dos edifícios evoluiu muito nos últimos anos. Automação predial, sistemas de detecção e combate a incêndio, controle de acesso e monitoramento precisam operar de forma integrada para garantir segurança, eficiência energética e confiabilidade operacional, especialmente em ambientes críticos”, afirma Peiter.

A Controller BMS atua como integradora de sistemas, desenvolvendo soluções que combinam automação predial (BMS), detecção e combate a incêndio, controle de acesso, videomonitoramento e infraestrutura tecnológica para edifícios comerciais, hospitais, aeroportos e complexos industriais.

Ao longo de sua trajetória, a empresa participou da implantação e operação de sistemas tecnológicos em diversos empreendimentos relevantes no país. Entre os projetos atendidos estão edifícios corporativos icônicos como o JK Corporate, na zona oeste de São Paulo, além de instituições culturais e de saúde como o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e unidades hospitalares da rede São Camilo.

A companhia também possui atuação em aeroportos, hospitais e grandes complexos corporativos, incluindo projetos em edifícios empresariais da região da Faria Lima e centros comerciais de grande circulação.

Entre as prioridades estratégicas da nova gestão está a ampliação da participação da empresa em projetos de maior complexidade tecnológica, especialmente em empreendimentos que exigem alto nível de integração de sistemas, como data centers, hospitais e instalações industriais.

Outro foco será o fortalecimento da área de manutenção e operação de sistemas prediais, considerada um dos principais vetores de crescimento do setor. Segundo Peiter, o mercado vem migrando para um modelo de gestão cada vez mais orientado por dados, com uso de tecnologias de monitoramento e análise operacional para melhorar o desempenho dos edifícios.

“A manutenção de sistemas prediais está evoluindo para uma abordagem cada vez mais baseada em dados e inteligência operacional. O objetivo é antecipar falhas, otimizar consumo de energia e garantir maior confiabilidade na operação dos edifícios”, afirma.

Com cerca de 500 colaboradores e forte presença em São Paulo, a Controller BMS atende mais de 200 clientes de manutenção predial, além de atuar em projetos de implantação de sistemas tecnológicos em novos empreendimentos corporativos e industriais.

Controller BMSCom mais de 30 anos de atuação, a Controller BMS é especializada em soluções integradas para automação predial, segurança eletrônica e sistemas de detecção e combate a incêndio. A empresa atua na concepção, implantação e manutenção de infraestrutura tecnológica para edifícios comerciais, hospitais, centros logísticos e instalações industriais. Desde 2023, a companhia integra o ecossistema Emive&Co., ampliando sua capacidade de atuação em projetos de tecnologia predial e infraestrutura crítica no Brasil

Controller BMS
Tamer Comunicação

AMBIENTAL, DA JBS, BATE RECORDE E RECICLA 7,6 MIL TONELADAS DE PLÁSTICO EM 2025

Com salto de 51% no volume reciclado, empresa da JBS Novos Negócios consolida modelo que transforma resíduos industriais em produtos de valor agregado e reforça gestão ambiental integrada

A Ambiental já evitou que quase 55 mil toneladas
de plástico fossem destinadas a aterros sanitários

A Ambiental, empresa da JBS especializada em gerenciamento de resíduos sólidos, alcançou em 2025 o maior volume de reciclagem de plástico de sua história: 7,6 mil toneladas em um ano. O resultado representa crescimento de 51% em relação ao recorde anterior e reforça a consolidação de um modelo de economia circular dentro da companhia, no qual resíduos de unidades produtivas retornam ao mercado como novos produtos ou matéria-prima de alto valor agregado.

Em 11 anos de operação, a Ambiental já evitou que quase 55 mil toneladas de plástico fossem destinadas a aterros sanitários, um volume equivalente a 24 piscinas olímpicas. Em vez de descarte, o material passou por triagem, processamento e transformação em resina reciclada e outros produtos industriais. “O crescimento no volume de plástico reciclado em 2025 não é somente um indicador ambiental, é eficiência operacional. Conseguimos transformar o que antes era um custo de descarte em um recorde de 4,4 mil toneladas de resina de alta qualidade”, explica Thuany Taves, diretora da Ambiental. “Na prática, estamos provando que a economia circular na JBS é um motor de valor, gerando insumos industriais que abastecem desde o setor moveleiro até a construção civil”, complementa.

A produção de resina reciclada atingiu 4,4 mil toneladas no período, alta de 8% sobre 2024. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo reaproveitamento de big bags – bolsas utilizadas no armazenamento e transporte de insumos agrícolas – e por resíduos plásticos provenientes das operações de unidades de negócios da JBS, como Friboi, Seara, Swift, Couros e Novos Negócios.

Versátil, a resina dá origem a uma ampla gama de aplicações, que vão de sacos plásticos, bobinas e paletes a soluções de engenharia, como móveis, telhas, chapas de ACM e o Piso Verde. Ao ampliar a oferta de insumos reciclados, a empresa contribui para reduzir a demanda por matéria-prima virgem e fortalecer cadeias produtivas com menor impacto ambiental.

Além do plástico, a Ambiental também gerencia papel, vidro e metal e responde pela logística reversa de itens complexos e não recicláveis, como lâmpadas, pilhas e baterias. No consolidado de 2025, a companhia administrou 34 mil toneladas de resíduos sólidos – avanço de 13% em relação ao ano anterior –, todas com certificação de destinação ambientalmente correta.

“Olhar para o plástico é fundamental, mas a gestão ambiental de uma companhia do porte da JBS exige uma visão 360 graus. Ao gerenciarmos 34 mil toneladas de resíduos, do papel ao vidro, passando por itens complexos como baterias, garantimos que nada se perca ou gere passivo. Esse crescimento de 13% reflete nossa capacidade de oferecer uma solução completa, em que 100% do que sai das fábricas tem destino certo e certificado”, ressalta Thuany.

Estrutura consolidada e expansão operacional

Com 22 filiais distribuídas por polos estratégicos em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, a Ambiental opera um sistema integrado de triagem e processamento. As unidades regionais funcionam como centros de preparação do material, que é posteriormente encaminhado à matriz, em Lins (SP), para transformação em resina.

Em 2025, a empresa ampliou sua atuação com uma nova unidade no Centro de Distribuição na Anhanguera, em São Paulo, fortalecendo a integração com marcas como Seara e Friboi e iniciando operações com a Swift.

A estrutura já instalada coloca a companhia em posição confortável para atender às metas de logística reversa previstas na legislação federal, que passam a exigir maior recuperação de embalagens plásticas e incorporação de resina reciclada nos próximos anos. “Entramos em 2026 com a tranquilidade de quem já validou o modelo operacional. Hoje, entregamos soluções que superam as exigências legais, alcançando até 100% de conteúdo reciclado em alguns filmes plásticos. Não estamos somente cumprindo uma norma; estamos ditando o ritmo de como a indústria pode se desvincular do uso de recursos virgens”, pontua Thuany.

Principais números de 2025

  • Total reciclado: 7,6 mil toneladas (+51% vs. 2024), consolidando um novo recorde;
  • Resina produzida: 4,4 mil toneladas (+8% vs. 2024), consolidando um novo recorde;
  • Destinação: 74% comercializado como insumo industrial e 26% transformado em produtos próprios;
  • Gestão total: 34 mil toneladas de resíduos totais (incluindo papel, metal e eletrônicos) gerenciados com certificação ambiental.

Os números consolidam a Ambiental como um dos pilares da estratégia de economia circular da JBS, combinando eficiência operacional, geração de valor e redução de impacto ambiental em escala industrial.

A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 282 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. Clique aqui e saiba mais

JBS
FSB Comunicação

GRUPO ORBENK ANUNCIA JOÃO JORGE MASSANEIRO COMO DIRETOR DE PESSOAS E COMPLIANCE

Executivo de 33 anos assume função acompanhando a expansão da companhia e a evolução de sua cultura organizacional

João Jorge Massaneiro

O Grupo Orbenk, prestes a completar 40 anos de atuação em gestão de facilities, com operações nas áreas de limpeza profissional, segurança patrimonial, serviços de apoio, terceirização de equipes e processos e soluções em alimentação, anuncia João Jorge Massaneiro como Diretor de Pessoas e Compliance.

Natural de Concórdia (SC), o executivo de 33 anos ocupa um cargo inédito na companhia. João é mestre em Sistemas Produtivos, com foco em Gestão do Conhecimento, Cultura Organizacional e Integridade Corporativa, acumulando formações complementares como pós-graduação em Compliance e Governança, Liderança e Relacionamento Interpessoal, além de MBAs em Gestão de Projetos e Gestão de Processos e um Master Internacional em Diplomacia, realizado na Espanha.

Além da atuação na companhia, o novo diretor de Pessoas e Compliance do Grupo Orbenk preside o Núcleo de Compliance da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ) e atua como professor de pós-graduação em Compliance, Riscos e Controles na Universidade Católica de Santa Catarina.

João está no Grupo Orbenk há sete anos. Ingressou como assistente, passou pelas funções de analista, coordenador e gerente até chegar à diretoria, tendo atuado desde o início do Programa de Compliance da empresa. “Uma empresa dinâmica como a Orbenk possui muitas oportunidades pois está sempre se reinventando, atenta às melhores práticas de mercado”, afirma o executivo.

O crescimento da Orbenk nos últimos anos ampliou significativamente o alcance das iniciativas de cultura organizacional. Desde o início dessa jornada, ainda em um contexto de cerca de 14 mil colaboradores, João teve papel ativo na sua estruturação e fortalecimento. Hoje, com 37 mil profissionais distribuídos em 11 estados, sua atuação acompanha a consolidação de um ambiente mais alinhado e consistente com os valores da empresa.

“Nosso desafio é criar diretrizes comuns em um ambiente diverso, formado por pessoas de diferentes realidades, culturas e interpretações”, explica João. Nesse contexto, a Diretoria de Pessoas e Compliance assume um papel integrado à estratégia da companhia, atuando de forma estruturante no fortalecimento da cultura organizacional e no desenvolvimento das pessoas, promovendo alinhamento de valores, senso de pertencimento e crescimento sustentável. “Mais do que orientar condutas, nosso papel é contribuir para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de indivíduos, criando um ambiente onde as pessoas possam evoluir, aprender e construir suas trajetórias”, destaca.

Iniciativas de educação corporativa, como a Universidade Orbenk, ganham protagonismo nesse movimento, impulsionando capacitação contínua e ampliando oportunidades internas. O foco está em preparar pessoas não apenas para suas funções atuais, mas para novos desafios ao longo de suas jornadas.

Esse direcionamento reforça o modelo de atuação da Orbenk, centrado no cuidado. “Somos uma empresa feita de pessoas e para pessoas. Isso exige olhar atento para cultura, comportamento e para a forma como nos relacionamos no dia a dia”, afirma.

João destaca ainda o impacto das operações na rotina do entorno da companhia. “Estamos presentes nos serviços mais essenciais, como na limpeza hospitalar, alimentação escolar e serviços em transporte público e aeroportos, ou seja, todos os dias, a população se depara com colaboradores Orbenk sem nem se dar conta. Dessa forma, quando investimos no crescimento das pessoas, ampliamos também o impacto positivo que elas geram nos ambientes onde atuam. Isso vai além da empresa e se reflete na sociedade como um todo”.

O Grupo Orbenk atua com gestão de facilities, prestando serviços especializados nas áreas de limpeza profissional, segurança patrimonial, serviços de apoio, terceirização de equipes e processos, além de soluções em alimentação. Com sede em Joinville (SC) e presente em outros 11 estados brasileiros – e em expansão - o grupo, 100% nacional, reúne mais de 33 mil colaboradores, sendo 700 alocados em sua Central de Serviços Compartilhadas (CSC). Clique aqui e saiba mais

Grupo Orbenk
IZYCOM Comunicação

sábado, 4 de abril de 2026

O QUE ESTÁ EM JOGO NA INDÚSTRIA E COMO A LOGÍSTICA DE LUBRIFICANTES ESPECIAIS MOVIMENTA A ECONOMIA NACIONAL EM 2026

Distribuição de graxas e óleos de alta performance une planejamento técnico e capilaridade para evitar corrosão, reduzir paradas não programadas e impactar a competitividade do setor produtivo

A eficiência da indústria brasileira depende diretamente da
continuidade operacional de seus equipamentos*

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor encerrou janeiro de 2026 com receita líquida total de R$ 17,3 bilhões, resultado influenciado pela desaceleração do mercado doméstico, que recuou 19% no comparativo com o mesmo mês de 2025.

Apesar da retração, a entidade projeta para o ano uma recuperação gradual, com crescimento de 3,5% na produção física e avanço de 4% na receita líquida, impulsionados pela expansão da atividade brasileira estimada em 5,6%. Outra pesquisa, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), projeta alta de 1,1% para o Produto Interno Bruto (PIB) industrial em 2026, que sinaliza um momento de retomada moderada para o setor produtivo no país.

A eficiência da indústria brasileira depende diretamente da continuidade operacional de seus equipamentos. Cada parada não programada de uma máquina implica em perda de produtividade, aumento de custos de manutenção e impacto nos prazos de entrega.

No Brasil, a dimensão continental e a diversidade climática impõem desafios adicionais. Equipamentos instalados em regiões litorâneas enfrentam a corrosão acelerada pela maresia. 

“Máquinas que operam em altas temperaturas, como as encontradas nos setores siderúrgico e cerâmico, exigem lubrificantes com estabilidade térmica elevada. Já na indústria alimentícia e farmacêutica, a necessidade de produtos certificados, sem risco de contaminação, torna a especificação ainda mais rigorosa”, afirma Luiz Maldonado, CEO da Lubvap Special Lubricants, empresa de distribuição com mais de 15 anos no mercado de soluções em lubrificação industrial.

Luiz Maldonado, CEO da Lubvap Special Lubricants*

A solução para esse desafio envolve mais do que a entrega de graxas e óleos. Distribuidoras especializadas passaram a atuar como consultoras técnicas, no desenvolvimento de planos de lubrificação personalizados que definem o produto correto, a frequência de aplicação e os métodos adequados para cada componente. Essa abordagem evita desde a oxidação de rolamentos até a falha prematura de redutores, garantindo que os equipamentos operem dentro dos parâmetros ideais.

A Lubvap Special Lubricants estruturou uma operação que combina marcas internacionais, produtos nacionais e linhas próprias, como a Texas Special Lubricant, desenvolvida para atender necessidades específicas de diferentes segmentos industriais. O portfólio inclui desde lubrificantes biodegradáveis com certificações internacionais até formulações resistentes à água salgada para a indústria naval.

A logística nesse setor exige precisão. De acordo com Luiz, uma graxa inadequada aplicada em um rolamento de alta rotação pode perder a capacidade de proteção em poucas horas, levar ao superaquecimento e à quebra do componente. “Um óleo com viscosidade incorreta em um redutor compromete a eficiência da transmissão de potência e reduz a vida útil do equipamento. Por isso, a distribuição incorpora análise das condições operacionais, treinamento de equipes e definição de periodicidade de aplicação”, destaca o especialista.

O impacto econômico dessa abordagem é mensurável. Planos de lubrificação bem estruturados aumentam o intervalo entre manutenções, reduzem o consumo de peças de reposição e evitam paradas emergenciais. “Para a economia nacional, a capilaridade dessa logística tem peso estratégico. Quando uma indústria de mineração mantém seus britadores em operação contínua, ou quando uma planta do agronegócio evita a corrosão em seus silos e transportadores, o reflexo aparece na produtividade de cadeias inteiras”, acrescenta o profissional.

Equipamentos instalados em regiões litorâneas
enfrentam a corrosão acelerada pela maresia*

O setor de lubrificantes especiais opera, portanto, como um elemento estruturante da infraestrutura industrial. Atender diferentes segmentos - energia, aeronáutica, automotiva, offshore, gráfica, metalúrgica, entre outros - exige conhecimento técnico para interpretar as necessidades de cada operação e capacidade logística para entregar no prazo certo, independentemente da localização.

Para Luiz, a conscientização sobre essa operação ainda é um desafio. “Muitas empresas tratam a lubrificação como um gasto secundário, sem dimensionar o custo real das paradas não programadas ou da substituição precoce de equipamentos. Em um mercado de concorrência global, onde a eficiência produtiva define a sobrevivência das empresas, a gestão adequada da lubrificação deve ser entendida também como uma vantagem competitiva”, recomenda o especialista.

O contexto global oferece a oportunidade de mostrar como a combinação de tecnologia química, planejamento técnico e inteligência logística sustenta a operação da indústria brasileira para garantir produtividade e competitividade em um mercado cada vez mais exigente.

A Lubvap Special Lubricants, empresa de distribuição com mais de 19 anos no mercado de soluções de lubrificação, localizada na cidade de São José dos Campos, estado de São Paulo, atua em todo o Brasil, com uma equipe de especialistas técnicos, que atende todos os segmentos da indústria brasileira com Lubrificantes Especiais de Alta Performance; Lubrificadores Automáticos; Desengraxantes Biodegradáveis, aprovados pela Anvisa; e Soluções em Limpeza Industrial (solventes e desengraxantes)

* Fotos: Divulgação Lubvap

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Oficina da Comunicação Integrada

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O MOTOR DO LADO DIREITO VAI EXPLODIR. Por chicolelis*

Nos meus dias de repórter de O Globo (Sucursal São Paulo) convivi com pessoas muito especiais, entre elas, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, um gênio que produziu o Itaipu o primeiro carro elétrico da América Latina em 1975

Neste ano João Gurgel estaria completando 100 anos.
Foto: Divulgação Gurgel Motores

Sua marca, GURGEL, apareceu no Buggy Ipanema, seguido do Xavante XT, que teve várias versões. Foram cerca de 30 modelos, prioritariamente utilitários, com apenas o modelo XEF, pequeno carro urbano, com motor VW 1.600, produzido entre 1983 e 1986. Seu preço, muito alto,  fez com suas vendas ficassem restritas a menos de 150 unidades.

Mas a história do Gurgel é muito conhecida e, por isso, quero aqui falar de algumas cenas que vivi com ele e, posteriormente, após sua morte, com sua filha Maria Cristina.

Estive algumas vezes em sua casa, ao lado da fábrica, em São Carlos, SP, para entrevistas e aprender a admirar o gênio Gurgel. Certa vez, durante o almoço, ele se insurgiu contra o Proálcool, argumentando que ele iria acabar com os pequenos produtores de alimentos, como o seu vizinho, um pequeno agricultor japonês, que fornecia verduras, legumes e frutas para sua casa e que agora produzia cana de açúcar. "E agora nosso alimento vem do CEASA (antigo nome do CEAGESP)", lamentou.

Sua esposa, Carolina , que lhe dera três filhos,  contou que “o João era incrível, que nunca parava de fazer cálculos. Nem mesmo quando dormindo. Era muito comum ouvi-lo calculando enquanto dormia".

A visita à fábrica sempre incluía uma “aventura” no terreno da mesma, com uma grande inclinação que terminava na linha férrea. Ele sempre dirigia agressivamente, subindo na maior velocidade possível. Lá no alto, poucos metros antes da linha do trem, ele dava um “cavalo de pau” e descíamos no Gurgel Tocantins, a toda velocidade. Ele ria, percebendo o desconforto do passageiro.

Apoio da Imprensa de Economia

João Gurgel, em 1989, ao lado do protótipo do primeiro carro elétrico da América Latina, o Gurgel Itaipu E 150. Foto: Acervo da Família Gurgel

Não lembro exatamente quando, ele resolveu abrir o capital da empresa, colocando ações no mercado. Lembro bem que vários jornalistas do setor, como eu, o Nereu Leme, então na Folha de S. Paulo; S. Stefani, uma das maiores memórias da Imprensa (ele não anotava uma única linha nas entrevistas), da extinta Gazeta Mercantil; Alzira Rodrigues, à época no Estadão; Milton da Rocha Filho (do extinto Jornal do Brasil) adquirimos ações da Gurgel Motores, como forma de prestigiar o empresário que todos admiravam.

Agora, a explosão!

Além da data referente ao 100º aniversário de João Augusto Conrado do Amaral Gurgel (que nos deixou em 30 de janeiro de 2009), o que me fez voltar a falar dele foi o acontecimento recente em Cumbica (aeroporto de São Paulo), quando o motor de um avião explodiu tão logo levantou voo em direção aos EUA.

Em uma viagem com sua filha ao lado, Gurgel olhou para a direita da aeronave, que taxiava, e disse à Maria Cristina, em voz baixa: aquele motor vai explodir. Vou chamar a comissária. Ela ainda tentou demove-lo daquela ideia, mas não conseguiu.

Gurgel apertou o botão de chamada, a moça veio e ele, com toda a discrição possível, falou da sua preocupação, com o barulho do motor apontado.

Ela foi até a cabine e voltou de lá com um sorriso informando que o comandante afirmara que nada havia de errado com o motor mencionado.

Ainda em terra, felizmente, taxiando, o motor explodiu!”

Esse era o gênio João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, que um dia sonhou e conseguiu produzir um carro totalmente brasileiro.  Pena que durou pouco.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

VERDADEIRO OU FALSO: AS BOMBAS QUE NOS ATINGEM. Por Marli Gonçalves*

“Em tempos de guerra, a primeira vítima é a verdade”, a frase que há tempos ouvimos e que ninguém garante qual é mesmo a sua origem correta, até ela - vejam só - alterada. Não precisa nem da guerra. A desinformação tem inclusive chegado antes e até surge para criar primeiro a guerra que depois fomenta.

Incontroláveis, incontíveis, perigosos, invadem por todos os campos: verdadeiras bombas de efeito moral buscam nossa distração, os incautos, os preguiçosos, os ignorantes. São tão fortes que hipnotizam e fazem com que os atingidos, tais como zumbis, as reproduzam, repliquem, as espalhem. Bombas baratas de indução originadas de mentes bem pagas e malignas que estudam os seus movimentos e sentimentos, tudo o que atrai seus alvos.

Agora revestidas, essas bombas são bem feitas, modernas, até divertidas, algumas com toques pop; outras, com imagens e personagens para atrair jovens, como se brinquedinhos fossem, bonequinhos articulados e animados, coloridos e perversos. Com o rápido desenvolvimento e manipulação da Inteligência Artificial surgem posts e vídeos com situações artificiais misturando elementos da realidade com farsas, sangue e explosões, contando falsas histórias que não são mais para boi dormir, mas touradas para matar e se vangloriar de vitórias inexistentes nos campos de batalha. Servem sempre ao Senhor da Guerra que as criou, e assistimos hoje uma situação sem limites que não consegue ser contida.

Temos visto essas bombas em nossas cabeças já não é de hoje, e nem só nessas guerras sem sentido que agora acompanhamos. As vimos matar – e muito - durante a pandemia, e continuando com mentiras a respeito da saúde, negando verdades, o poder das vacinas, vendendo remédios inócuos, criando “Antes” e “Depois”. Atingindo em cheio as novas gerações, enganando as velhas gerações, estas que ainda engatinham no uso dos complexos sistemas virtuais e digitais, todos atarracados em apps que aumentam a velocidade da propagação usando sem dó os dedos dos atingidos que ficam apertando botões.

Estamos em um ano eleitoral e as bombas por aqui se revestem e se disfarçam de verde e amarelo, azul e branco. Outras se pintam de vermelho. Vão começar a nos buscar onde estivermos com grande intensidade e forte poderio econômico, nos vender sonhos e projetos que depois nunca saem do papel, nos mostrar números maravilhosamente arredondados de feitos, na verdade não feitos, malfeitos. É preciso redobrar a atenção, chamar as coisas pelo nome: mentira. Notícias falsas, que fake news apenas as doura de gringas.

Essa guerra é nossa. Não se distraia. Já vimos recentemente os estragos que essas bombas podem causar.

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

FORD ABRE VAGAS DE ESTÁGIO PARA ESTUDANTES EM SÃO PAULO E NA BAHIA

Há cerca de 50 vagas disponíveis nas unidades da Ford em São Paulo (Capital), Tatuí (SP), e Camaçari (BA) para as áreas de Desenvolvimento do Produto, Finanças, TI, Comunicação, RH, Pós-Vendas, Marketing e Jurídico

A Ford abriu as inscrições do seu Programa de Estágio 2026 para estudantes das áreas de Engenharia, Tecnologia e Humanas que desejam iniciar a carreira em uma das maiores empresas da indústria automotiva global. Além da possibilidade de fazer parte dos times que estão criando novas tecnologias e moldando o futuro da mobilidade, o programa oferece excelentes oportunidades de desenvolvimento profissional.

No total, o programa oferece cerca de 50 vagas nas unidades da Ford em São Paulo (Capital), Tatuí (SP), e Camaçari (BA) para atuar nas áreas de Desenvolvimento do Produto, Finanças, Comunicação, TI, Recursos Humanos, Pós-Vendas, Marketing e Jurídico.

As inscrições podem ser feitas até 1° de maio, por meio deste link. Para participar, é necessário estar cursando do segundo ao penúltimo ano da graduação, em instituição vinculada ao MEC, e ter disponibilidade para no mínimo um ano de contrato. Os aprovados deverão iniciar o estágio a partir de julho.

Além de bolsa estágio competitiva, os benefícios oferecidos pela empresa incluem “day-off” de aniversário, Cartão Flash de alimentação e mobilidade/conectividade, totalpass de academia e telemedicina. O programa conta com uma trilha de desenvolvimento estruturada, focada no aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais.

O Brasil é hoje um dos nove centros globais de desenvolvimento do produto da Ford e conta com mais de 1.500 engenheiros e especialistas, que atuam no Centro de Desenvolvimento e Tecnologia (Camaçari) e no Centro de Testes (Tatuí). Esse time é responsável pelo desenvolvimento de um terço de todas as funcionalidades e tecnologias presentes hoje nos carros globais da Ford.

“A indústria automotiva vive um momento de grande transformação e estamos à procura de novos talentos dispostos a aprender e participar dessa evolução. Os novos estagiários poderão atuar junto com os nossos times em diferentes áreas e vivenciar a cultura Ford, com várias oportunidades de crescimento e autonomia para desenvolver projetos de inovação”, diz Cintia Salmazo, diretora de HRBP, Talento, DE&I & Cultura da Ford América do Sul.

Ford Motor Company
Ideal Axicom

quinta-feira, 2 de abril de 2026

RODRIGO OLIVEIRA É O NOVO HEAD DE OPERAÇÕES E COMERCIAL DA MOTZ

Com mais de 20 anos de experiência em liderança de operações logísticas, o profissional chega para contribuir com a evolução em novos mercados a partir do apoio da tecnologia

Rodrigo Oliveira

A Motz, transportadora digital que conecta cargas e destinos facilitando a jornada da cadeia logística, acaba de anunciar Rodrigo Oliveira como novo Head de Operações e Comercial. O executivo chega para contribuir com a evolução em novos mercados e com o destaque perante a concorrência por meio do uso de tecnologia e visão estratégica.

Rodrigo acumula mais de 20 anos de experiência em logística e operações comerciais, tendo liderado a área de logística da Eurochem Brasil com foco na operação Inbound e Outbound, além da gestão completa do setor. O executivo também passou atuou como diretor comercial da Hidrovias do Brasil, onde trabalhou por mais de 10 anos, destacando-se pela Gestão de Inteligência de Mercado, Pricing e Experiência do Cliente, além do foco nas áreas comerciais e operacionais.

Formado em Administração com foco em empresas, o executivo também possui MBA em Gestão Empresarial com ênfase em Logística. Além disso, Rodrigo passou, no início da carreira, pela Vilma Alimentos, atuando nas áreas de logística e operações.

“Toda o conhecimento adquirido durante minha trajetória na qual atuei para elevar governanças, reestruturando áreas críticas, renegociando contratos-chave e implementando sistemas que hoje sustentam operações mais robustas e integradas, contribuirá para o que farei a partir de hoje na Motz. Chego para ajudar no processo de evolução e atendimento de novos mercados, através de uma gestão próxima dos nossos parceiros, além de definir um caminho claro de como nos diferenciarmos dos nossos concorrentes, utilizando a nossa expertise tecnológica e a nossa visão de mercado mais estratégica”, completa o profissional.

Para o resto do ano, o executivo seguirá, junto ao time, reforçando a atuação da Motz como parceira de todo o ecossistema logístico, facilitando a jornada dos caminhoneiros, das transportadoras e dos embarcadores por todo o Brasil.

A empresa, no mercado desde 2020, tem como objetivo conectar as cargas de embarcadores com os motoristas autônomos e transportadoras parceiras, aliando a solidez, a capilaridade e a segurança no atendimento. Presente em mais de 150 pontos de expedições em todo o Brasil, com atuação nas principais cidades e corredores de transporte rodoviário, a Motz realizou mais de 740 mil viagens em 2024, registrando a média de 84 viagens a cada hora.

A Motz é a transportadora digital que facilita e melhora a jornada dos caminhoneiros e dos embarcadores por todo o Brasil. Tem como objetivo conectar as cargas de embarcadores com os motoristas autônomos, aliando a solidez, a capilaridade e a segurança no atendimento. Com 90 mil motoristas cadastrados em sua base, a Motz está presente em mais de 150 pontos de expedições em todo o Brasil, com atuação nas principais cidades e corredores de transporte rodoviário. Foram mais de 740 mil viagens em 2024, registrando a média de 84 viagens a cada hora. Mais informações neste link

Motz
PinePR

CRISTIANO FIGUEIREDO É O NOVO CEO DA UPL NO BRASIL

Engenheiro agrônomo com 25 anos de experiência, executivo era responsável pela área comercial da empresa

Cristiano Figueiredo.  Foto: Thiago Pedro | Divulgacao UPL

A UPL, fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, anuncia a nomeação de Cristiano Figueiredo como CEO (Chief Executive Officer) no Brasil em substituição a Rogério Castro, que deixa a companhia após posicionar a empresa entre as maiores do mercado brasileiro.

Cristiano Figueiredo assume a liderança da UPL no Brasil após um detalhado processo sucessório, planejado de forma estratégica, que acompanha o movimento global de evolução da companhia. A UPL vem ampliando sua agenda de inovação aberta e acelerando o desenvolvimento de soluções voltadas à transformação da agricultura brasileira e lançou 8 novas tecnologias durante seu último ano fiscal, entre de abril de 2025 a março de 2026.

Engenheiro agrônomo de formação, Cristiano ingressou na UPL em maio de 2018, como líder executivo de negócios. Em abril de 2021, foi promovido a Chief Commercial Officer (CCO). Formado pela Faculdade Regional de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal), ele tem MBA em agronegócio pela Fundação Dom Cabral. O novo CEO da UPL no Brasil soma mais de 25 anos de trajetória profissional, tendo passado por multinacionais, atuado em diversas áreas - como marketing e comercial - e liderado no país processos de integração de empresas após aquisições globais.

“Assumir a liderança da UPL no país – o maior mercado global do grupo – é uma honra pela responsabilidade e pela oportunidade de contribuir para um momento estratégico. A empresa vem fortalecendo sua atuação em inovação e soluções diferenciadas, ampliando a agenda em prol de uma agricultura moderna e sustentável. Nosso foco para os próximos ciclos é acelerar esse movimento, por meio de inovação aberta e parcerias, apoiando o produtor rural com tecnologias que conciliam produtividade, eficiência e sustentabilidade”, declara Cristiano Figueiredo.

O novo Chief Executive Officer da UPL Brasil assume a função anteriormente ocupada por Rogério Castro, cuja história com a companhia remonta a 2008. Naquele ano, ele tornou-se sócio da DVA, empresa adquirida pela UPL em 2011, quando passou a integrar o quadro de executivos da companhia. Desde então, mantém uma atuação contínua, somando 18 anos de dedicação e contribuição para o desenvolvimento do negócio no Brasil.

Ao longo dessa trajetória, Rogério teve papel relevante em diferentes fases da organização, contribuindo para ciclos de transformação, crescimento e consolidação da UPL no Brasil. Em sua gestão, a companhia apresentou crescimento expressivo no país, realizou investimentos consistentes em tecnologia e lançou um número recorde de produtos inovadores, sempre com base na escuta ativa dos produtores rurais.

“A UPL é uma empresa com propósito, e os resultados alcançados refletem o trabalho consistente de uma equipe comprometida, lapidada ao longo de um período de transformação, crescimento e fortalecimento da cultura de inovação. Tenho muito orgulho dessa jornada, que foi trilhada de forma colaborativa. A transição que construímos garante continuidade às iniciativas em curso e a ampliação do impacto positivo a produtores, parceiros e a cadeia como um todo. Cristiano iniciou sua trajetória na UPL trabalhando comigo e, desde então, vem sendo preparado de forma estruturada para esse momento de sucessão. Fico muito feliz que este momento tenha chegado e desejo a ele muito sucesso como novo CEO da UPL Brasil”, afirma Rogério Castro.

Para Mike Frank, CEO da UPL Global, o Brasil tem apresentado resultados que refletem um trabalho extremamente estratégico e consistente. “Rogério Castro teve papel fundamental nesse processo, conduzindo a operação em um período de desafios, mas de oportunidades, para a inovação. Cristiano Figueiredo atua há vários anos de forma integrada como parceiro-chave, contribuindo para a consolidação da UPL no país. Agradeço ao Rogério pela dedicação e desejo sucesso ao Cristiano nesta nova etapa, com a confiança de que a empresa seguirá em crescimento, apoiada em inovação e proximidade com nossos canais de vendas e agricultores em todo o Brasil”.

A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL) é uma fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, com receita anual superior a US$ 5,2 bilhões. Somos uma empresa com propósito. Por meio do OpenAg®, a UPL está focada em acelerar o progresso do sistema alimentar. Estamos construindo uma rede que está reimaginando a sustentabilidade, redefinindo a maneira como uma indústria inteira pensa e trabalha – aberta a novas ideias, inovação e novas respostas enquanto nos esforçamos para cumprir nossa missão de tornar cada produto alimentício mais sustentável. Como uma das maiores empresas de soluções agrícolas do mundo, nosso robusto portfólio consiste em soluções biológicas e tradicionais de proteção de cultivos com mais de 15.000 registros. Estamos presentes em mais de 140 países, representados por mais de 12.000 colaboradores em todo o mundo. Para obter mais informações sobre nosso portfólio integrado de soluções em toda a cadeia de valor alimentar – incluindo sementes, pós-colheita, bem como serviços físicos e digitais –, clique aqui e visite o site e siga-nos no Linkedin, no Instagram e no Facebook

UPL
Texto Comunicação Corporativa

DAF CAMINHÕES ANUNCIA A NOMEAÇÃO DE LUIZ GUSTAVO SCHIONATO PARA O CARGO DE GERENTE REGIONAL DE VENDAS NO BRASIL

Reportando-se à diretoria comercial da marca, liderada por Luis Gambim, Diretor Comercial da DAF Caminhões, Luiz Gustavo será responsável pelo atendimento de concessionárias na região de São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista, e pelo segmento de Caminhões Vocacionais em todo o Brasil

Luiz Gustavo Schionato

Formado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) e com MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o executivo acumula mais de 20 anos de trajetória em empresas multinacionais no Brasil. Possui ampla experiência no atendimento a clientes, pós-venda, CRMs, engenharia, gestão de vendas, marketing e no desenvolvimento de produtos. A partir de 2021, atuou como engenheiro de vendas sênior no segmento de caminhões extrapesados e como consultor comercial de vendas.

“Chego em um bom momento da minha trajetória profissional, marcada pelo trabalho em áreas que se complementam como produtos, assistência técnica, pós-venda e engenharia de vendas. Além de ter desenvolvido uma escuta muito próxima dos clientes, que considero fundamental”, afirma Luiz Gustavo Schionato.

De acordo com o profissional, existe uma enorme oportunidade no segmento vocacional, incluindo os segmentos de madeira, cana, construção e mineração. “Temos um grande mercado para comercializar veículos e equipamentos para esse segmento, que é muito exigente quanto à qualidade e disponibilidade dos caminhões”, finaliza Schionato.

A PACCAR é líder global em tecnologia, design, produção e atendimento ao cliente para caminhões leves, médios e pesados, de alta qualidade, sob as marcas Kenworth, Peterbilt e DAF. A PACCAR também projeta e produz motores avançados a diesel e elétricos, fornece serviços financeiros e de tecnologia da informação e distribui peças para caminhões relacionadas a seus principais negócios. As ações da PACCAR são negociadas no mercado Nasdaq GlobalSelect, com o símbolo PCAR

DAF Caminhões
CDI Comunicação