sábado, 9 de maio de 2026

CEMIG INVESTE CERCA DE R$ 1,5 BILHÃO EM MINAS GERAIS NO 1º TRIMESTRE DE 2026

Valor é mais de 22% superior ao mesmo período de 2025. Até o fim do ano, os recursos devem superar R$ 6,7 bilhões

Em meio ao maior ciclo de investimentos de sua história, a Cemig investiu cerca de R$ 1,5 bilhão em Minas Gerais no primeiro trimestre de 2026, o que representa um avanço de 22,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Até o fim deste ano, a companhia planeja aportar cerca de R$ 6,73 bilhões no estado, com impacto direto na qualidade do fornecimento de energia para mais de 9,5 milhões de clientes.

Principal foco do plano de investimentos da companhia, o segmento de distribuição concentrou R$ 1,28 bilhão no período. Entre os destaques estão a entrega de seis novas subestações – além da modernização de uma instalação, que ampliaram em 107,5 MVA a capacidade de transformação do sistema elétrico, reforçando a segurança do fornecimento e criando condições para o crescimento da demanda em diversas regiões do estado.

Ainda em relação à distribuição, destaque para a construção de 765 quilômetros de redes de baixa e média tensão, ampliando o alcance e a resiliência da rede elétrica da companhia nos 774 municípios da sua área de concessão.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Cemig Distribuição investiu mais de R$ 208 milhões, um aumento de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram destinados R$ 130 milhões.

Na área de geração e transmissão, os investimentos somaram cerca de R$ 123 milhões, com destaque para a aplicação de R$ 103 milhões em reforços e melhorias em linhas de alta tensão. Esses aportes adicionam R$ 15,1 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) à companhia, o que representa um crescimento de 45,2% em relação ao mesmo período de 2025, reforçando a eficiência e o retorno dos investimentos realizados.

De acordo com o gerente de Projetos de Alta Tensão da Cemig Distribuição, Sandro Assis, os resultados do período refletem a consistência da estratégia de investimentos da companhia.

“A Cemig vem acelerando seus investimentos de forma consistente, com foco na melhoria da qualidade do fornecimento, na ampliação da capacidade do sistema e na preparação da rede para as transformações do setor elétrico. Esse movimento é fundamental para acompanhar o crescimento do estado e garantir mais confiabilidade no atendimento aos nossos clientes”, afirma.

Investimentos em outras empresas do Grupo Cemig

Outras empresas do Grupo também avançaram no período. A Gasmig investiu R$ 38 milhões, com construção de 23,6 quilômetros de gasodutos, ampliando a oferta de gás natural no estado. Do montante total investido, R$ 18,7 milhões foram destinados ao Projeto Centro-Oeste, importante projeto de expansão da Gasmig, cujo investimento total é superior a R$800 milhões. O gasoduto irá levar gás natural a cidades importantes do Centro-Oeste de Minas Gerais.

Já a Cemig SIM aportou R$ 34 milhões, adicionando sete novas usinas fotovoltaicas, com incremento de 19 MWp de capacidade instalada, fortalecendo a atuação da companhia em geração distribuída e soluções energéticas sustentáveis.

Cemig

O DIA DA VITÓRIA. Por Linoel Dias*

Foto: IA Canva©coisasdeagora

Em 9 de maio de 1945, o mundo celebrou o chamado “Dia da Vitória”, marco do fim da Segunda Guerra Mundial. Após anos de dor, destruição e sofrimento, as nações respiraram aliviadas. Estima-se que entre 50 e 70 milhões de vidas foram perdidas — um número que não cabe apenas na história, mas que ecoa na consciência da humanidade.

Era para ser mais do que o fim de um conflito. Era para ser o início de um novo tempo, de reflexão, de transformação interior. No entanto, ao olharmos para o mundo ao longo dos anos, percebemos que, embora tenhamos avançado em tecnologia, ciência e conhecimento, ainda tropeçamos nas mesmas falhas do coração humano. Evoluímos em muitos aspectos, mas ainda lutamos para sermos verdadeiramente humanos.

O homem constrói, mas também destrói. Descobre curas, mas também cria armas. Progride em inteligência, mas, muitas vezes, se perde na sabedoria. Isso nos leva a uma pergunta profunda: que tipo de vitória estamos realmente buscando?

A verdadeira vitória não deveria ser apenas sobre nações ou conflitos externos, mas sobre o egoísmo, o orgulho e a indiferença que habitam dentro de nós. Vencer, de fato, é aprender a amar mais, julgar menos, estender a mão ao invés de fechar o punho.

Precisamos ser menos de nós mesmos — menos egoístas, menos endurecidos — e mais de Deus. Mais fé, mais compaixão, mais esperança. Porque é na transformação do coração que nasce a paz que o mundo tanto procura.

Que o “Dia da Vitória” não seja apenas uma lembrança histórica, mas um convite diário. Um chamado para que cada um de nós vença suas próprias batalhas interiores. Pois, quando o homem vence a si mesmo, ele finalmente começa a construir um mundo onde a vitória não significa a derrota de outro, mas a vida plena para todos.

* Linoel Dias é jornalista e colunista do “Coisas de Agora”

MILLS REGISTRA LUCRO LÍQUIDO RECORDE NO 1T26, COM AVANÇO DE RECEITA E FORTE GERAÇÃO DE CAIXA

Receita cresce 11,8% e EBITDA ajustado avança 13,8%, com margem de 51,0%, e maior previsibilidade de receitas

Mills é a líder do mercado brasileiro de locação de plataformas elevatórias

A Mills apresentou resultados sólidos no primeiro trimestre de 2026, mantendo sua trajetória de crescimento consistente, com avanço relevante nos principais indicadores operacionais e financeiros. A Companhia registrou Receita Líquida de R$ 461,2 milhões no período, crescimento de 11,8% em relação ao 1T25, refletindo a expansão das operações e o aumento da demanda, especialmente nas unidades de Pesados, Intralogística e Formas e Escoramentos.

O principal vetor do crescimento foi a receita de locação, sustentada pela expansão do volume operacional e pelo avanço das operações de longo prazo na carteira. No trimestre, essa modalidade atingiu 55% da receita de locação alta de 8 pontos percentuais na comparação anual, ampliando a previsibilidade e a resiliência dos resultados da Companhia.

“Estamos avançando de forma consistente na execução da nossa estratégia, combinando crescimento, eficiência e previsibilidade de receitas. O aumento da participação de contratos de longo prazo e a expansão da nossa frota reforçam nossa capacidade de capturar oportunidades de mercado com disciplina e escala, sustentando resultados sólidos e geração de valor no longo prazo”, diz Sergio Kariya, CEO da Mills.

O EBITDA Ajustado atingiu R$ 235,1 milhões no 1T26, crescimento de 13,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA ajustada alcançou 51,0%, evidenciando ganhos de escala e a disciplina da Companhia na gestão de custos e despesas, além de avanços contínuos em eficiência operacional.

A Mills também apresentou forte geração de caixa no período. A conversão de EBITDA em caixa atingiu 82,5%, um aumento de 9,3 pontos percentuais em relação ao 1T25, demonstrando a eficiência na gestão de capital de giro e a qualidade dos resultados operacionais.

O lucro líquido do trimestre foi recorde histórico, totalizando R$ 197,0 milhões, um crescimento expressivo de 190,1% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo bom desempenho operacional e por efeitos não recorrentes registrados no período. Em bases recorrentes, o lucro líquido somou R$ 65,5 milhões no trimestre, refletindo a evolução estrutural da rentabilidade da Companhia.

No campo financeiro, a Mills manteve uma estrutura de capital sólida e disciplinada. A alavancagem financeira foi reduzida em 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, encerrando o período em 1,1x dívida líquida/EBITDA dos últimos 12 meses, patamar que reforça a flexibilidade financeira para sustentar o crescimento futuro.

A Companhia também avançou em sua estratégia de expansão operacional. O tamanho da frota atingiu 16,3 mil unidades ao final do 1T26, crescimento de 7,5% em relação ao 1T25, refletindo investimentos contínuos na ampliação da capacidade e no fortalecimento da sua posição de liderança no setor.

O desempenho do trimestre reforça a consistência da estratégia da Mills, baseada na expansão de suas operações, aumento da participação de contratos de longo prazo, disciplina financeira e foco contínuo em eficiência operacional e geração de caixa.

Mills

Com mais de 73 anos de história, a Mills é a líder do mercado brasileiro de locação de plataformas elevatórias e soluções de engenharia para formas, escoramentos e infraestrutura — e um player relevante no segmento de Linha Amarela e intralogística, com ativos como empilhadeiras, transpaleteiras e rebocadores.

Presente em mais de 1.400 cidades, a Companhia opera com um modelo de negócio orientado a contratos de longo prazo, que combina previsibilidade de receita, diversificação de carteira e relacionamentos duradouros com clientes e fornecedores. Esse modelo, aliado a rigorosos padrões de qualidade operacional, sustenta a posição da Mills como parceiro estratégico de referência nos setores em que atua.

A governança corporativa da Mills é ancorada em um Programa de Integridade robusto, com mecanismos internos que reforçam a ética, a transparência e a mitigação de riscos em todas as camadas da organização.

No campo ESG, a Companhia tem metas de redução de emissões aprovadas pelo SBTi — abrangendo os escopos 1, 2 e 3 — e avança com iniciativas concretas de descarbonização em seus segmentos de atuação. É certificada como Empresa B pelo B Lab, reconhecimento que atesta desempenho em governança, impacto socioambiental e transparência, e vencedora do IAPA Awards 2025 na categoria Sustentabilidade.

Esses compromissos são ratificados por sua presença em cinco índices da B3: ISE B3 (sustentabilidade empresarial), ICO2 B3 (gestão de emissões de carbono), IGPTW B3 (melhores empresas para trabalhar), IDIVERSA B3 (diversidade e inclusão) e o ranking TEVA Mulheres na Liderança.

Mills
GBR Comunicação

NÃO SOU MÃE. SOU FILHA. Por Marli Gonçalves*

Não lembro de ter feito homenagens públicas à minha mãe, perto do meu coração eternamente, longe de meus olhos há 23 anos. Tudo que pude por ela fazer o fiz em vida, e presença de mãe, sabem como é, fica cravada na gente, em tudo. Hoje homenageio as mães em seu nome, contando um pouco sobre ela.

Alaide. “Florzinha”, como a chamavam amigos

Nunca me cobrou sobre a decisão tomada bem cedo de não ter filhos e casar. Ao contrário, considerava que eu estava certa, por ela mesma ter passado maus bocados para criar meu irmão e eu, além das turbulências do dia a dia com meu pai.

Mineira de Formiga, Minas Gerais, não gostava de lembrar desse tempo que abandonou cedo, caindo na vida, por lhe trazer algumas péssimas lembranças, como a do próprio pai, meu avô, e a ponto de não aceitar seu nome nem na sua carteira de identidade, por ela descrito como rude, violento com todos e com minha avó, por ela lembrada como um ser de luz e resistência. Não os conheci.

“Quem tem terra é tatu”, respondia quando se referiam à sua terra natal.  Recordava só a infância no mato, a galinha Cocota que gostava de tomar café, e que em um dia viu parar na panela, o que a marcou muito. Creio que até por isso, muitos e muitos anos depois, se afeiçoou especialmente aos dois galos que criou no nosso apartamento, Le Cocq e o Chicão. Passeando numa dessas feiras ganhou dois pintinhos que trouxe para casa - eles foram crescendo até se transformarem em garbosos galos de afiadas esporas. Brancos, de vez em quando tomavam banho com sabão de coco. Chiques.

Baixinha, combativa, nunca baixou a cabeça ou se amedrontou com as muitas ameaças e injustiças que enfrentou – uma das maiores heranças que me deixou. “Não aceite desaforos”, dizia. A vi enfrentar dragões de todos os tipos. De engraçado lembro de uma vez que, em uma fila, o carro em que estávamos ser cortado por engraçadinhos que se instalaram à frente, furando. Foi o tempo de ela, ágil, tirar do pé seu tamanquinho de madeira Dr. Scholl (lembram?), pular do carro empunhando nos tais engraçadinhos até eles saírem dali apavorados. Muitas vezes tomou a frente de defesa de nossa família ou de seus bichos. Antes dos galos, periquitos australianos a quem deu nomes de sucesso como Frank e Nancy Sinatra, ou o Chumbinho, que mantinha livre voando pela casa e que uma vez despencou de cima do tanque onde subiu para pegá-lo, arteira que só! Teve também o poodle Tommy (da ópera do The Who).

Amava Nossa Senhora Aparecida. Era divertida, avançada, mas com pinceladas conservadoras. Lembro de palavras que desencavava de repente e de algumas de suas superstições. Do amor incondicional e orgulho dos filhos. O bom gosto típico de canceriana e o hábito de bater pernas, descolar ofertas incríveis e se entrosar com todo mundo, atividades que foi deixando ao adoecer com uma maldita diabetes, que enfrentou com marcante dignidade, entre internações, e até o doloroso fim.

Alaide. “Florzinha”, como a chamavam amigos que foram fundamentais e solidários ao meu lado nesses tempos difíceis e que me forjaram com ainda mais ímpetos de sobrevivência. Coisas que só uma mãe é capaz de transmitir, e ninguém sabe de onde tiram tanta força.

Mãe e filha
* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

sexta-feira, 8 de maio de 2026

JADLOG INAUGURA HUB LOGÍSTICO DE ÚLTIMA GERAÇÃO E DÁ UM SALTO HISTÓRICO DOBRANDO SUA CAPACIDADE E ACELERANDO ENTREGAS EM TODO O PAÍS

Unidade, localizada no bairro de Perus, em São Paulo, é resultado do mais relevante investimento já realizado pela empresa em 20 anos, e reúne o que há de mais atual no mundo em termos tecnológicos

Novo Hub logístico Jadlog

A Jadlog, uma das principais transportadoras de cargas fracionadas do e-commerce e do mercado B2B do País, inaugurou nesta quinta-feira (07), em São Paulo, o novo Hub logístico, que permitirá dobrar sua capacidade operacional de processamento. O empreendimento é resultado de um investimento de mais R$ 200 milhões, o maior já realizado pela a Jadlog em seus 20 anos de trajetória. O novo hub conta com tecnologias e equipamentos de última geração, incluindo um sorter de 310 metros de comprimento e o uso de Inteligência Artificial em diversas etapas da operação.

“Depois de crescer dez vezes em volume movimentado desde a aquisição da Jadlog pelo grupo Geopost, em 2016, estamos realizando o investimento mais relevante da nossa história, com o objetivo de ampliar as nossas instalações, a capacidade operacional e trazer o que há de mais avançado em tecnologia”, afirma Bruno Tortorello, CEO da Jadlog. 

Bruno Tortorello

“A nossa nova sede nos permitirá operar com padrões elevados de intralogística, fortalecendo a operação da nossa malha nacional de distribuição, formada por mais de 500 franquias, 17 filiais e a rede Pickup, de 4 mil pontos comerciais parceiros de bairro”, destaca Tortorello.

Instalado em uma área de cerca de 20 mil m², o hub conta com 87 docas, cerca de 2 mil m² de mezanino para os escritórios e 5 mil m² de área de apoio.

O novo sorter - equipamento que automatiza a triagem de mercadorias – tem capacidade para movimentar encomendas de até 35 kg e foi projetado para operar em alta velocidade, podendo processar 18 mil volumes por hora, aumentando significativamente a produtividade e reduzindo falhas e retrabalho. Entre os seus principais diferenciais, estão o alto nível de automação, a precisão na leitura e separação dos volumes, o layout flexível e a integração com os sistemas de gestão da Jadlog.

“O uso das novas esteiras e do sistema de classificação automatizado permitirá um aumento expressivo do volume de encomendas processadas por hora, duas vezes maior do que a capacidade atual”, observa Tortorello.

Segundo o CEO da Jadlog, a automação elimina gargalos no fluxo interno e garante maior regularidade, velocidade e previsibilidade na operação, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

O empreendimento vai contribuir diretamente para a redução dos prazos de entrega para o B2C e B2B, ao acelerar as etapas de triagem e despacho. Isso irá impactar positivamente o lead time total, permitindo entregas mais rápidas e maior previsibilidade nos prazos.

Tecnologias específicas

Entre as tecnologias específicas, estão os scanners de alta velocidade, sistemas avançados de leitura automática de códigos e soluções de visão computacional, que ampliam a precisão da triagem, aumentam a velocidade de processamento e reduzem erros operacionais.

Ferramentas de digitalização e inteligência artificial serão aplicadas na leitura automática de volumes, análise de dados operacionais, apoio à tomada de decisão, balanceamento de fluxo e previsão de demandas.

O novo Hub irá operar com sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS) de última geração, integrados aos sistemas corporativos da Jadlog, permitindo controle em tempo real das operações, rastreabilidade total e otimização contínua do fluxo interno.

Construção sustentável

Pensado para acompanhar a estratégia de sustentabilidade da Jadlog e de seu controlador, a Geopost, o novo Hub foi construído com infraestrutura preparada para minimizar impactos ambientais, otimizar recursos e reduzir emissões. Possui iluminação em LED de alta eficiência, sistemas de automação para controle do consumo energético e equipamentos projetados para reduzir o gasto de energia. Também foi projetado para apoiar, de forma progressiva, a operação e a expansão da frota de veículos elétricos da Jadlog.

Na unidade serão adotadas práticas de gestão responsável de resíduos, com foco na segregação correta, reciclagem de materiais, reaproveitamento de embalagens e redução do uso de plástico. O projeto do novo Hub contempla soluções para uso racional da água, incluindo dispositivos de redução de consumo e reaproveitamento sempre que possível. Pelas iniciativas implementadas, a Jadlog receberá o selo prata de certificação LEED para o novo empreendimento.

JadlogUma das maiores empresas de logística e transportes de cargas expressas fracionadas do País com mais de 20 anos no mercado. Em janeiro de 2017 se associou com a Geopost, a maior rede de entrega de encomendas internacionais da Europa, que adquiriu 100% da empresa em 2021. Destacando-se no mercado pela rapidez e qualidade de seus serviços, a Jadlog dispõe de uma das maiores estruturas de distribuição porta a porta de encomendas do Brasil, além da mais abrangente rede de PUDOS (Pick Up Drop Off) com mais de 4 mil pontos comerciais parceiros de bairro no País. Através de sua rede de franquias, com mais de 500 unidades espalhadas por todas as capitais, Distrito Federal e principais cidades, a empresa atende todos os municípios brasileiros. Em pesquisas recentes realizadas pela Olist e ABCOMM, a empresa foi eleita a transportadora privada mais utilizada pelos Market Places e E-commerces. A Jadlog utiliza toda a aviação comercial e cargueira do país. A frota terrestre dedicada é formada por mais de 2,3 mil caminhões e carretas e 4,7 mil utilitários

Jadlog
GPCOM Comunicação Corporativa

HOTEL VOVÓ CAROLINA: TRADIÇÃO FAMILIAR E HOSPITALIDADE EM GRAMADO.

Hotel Vovó Carolina

* Linoel Dias

Um dos hotéis mais tradicionais e familiar, de Gramado/RS. o Vovó Carolina está completando 45 anos de atividades, ajudando a contar a história da cidade e região, com um toque muito especial e familiar. Foi criado pelo casal Octavio e Ana Rossi, natural de Morro Agudo, no interior de Gramado, com muita dedicação e visão de negócio, com sua filha Marta Rossi.

Na década de 50 mudou-se para a região central da cidade e a entrada no setor hoteleiro aconteceu em 1980, bem na época do Natal.

Construído no terreno da família, em localização privilegiada no centro de Gramado, os atendimentos iniciaram com 10 apartamentos. Atualmente, o hotel conta com 19 acomodações, que mantém viva a essência da hospitalidade que marcou sua fundação. O nome é uma homenagem à mãe de Octavio, Carolina, que reforça o caráter familiar.

Expansão e legado familiar

Em 1996, surgiu a Pousada Vovó Carolina, na Avenida das Hortênsias, no mesmo período, em que o filho João Batista Rossi retornou a Gramado com a esposa Mariah, para integrar o negócio da família.

Hoje, a Pousada Vovó Carolina conta com 46 apartamentos e segue sob a gestão de João e Mariah, que mantêm presença constante na operação.

Pousada Vovó Carolina

O legado de Octavio Rossi, falecido em setembro de 2023, aos 93 anos, permanece como referência na condução dos negócios. Reconhecido por sua atenção ao bem receber, ele esteve ativo até os últimos anos de vida, contribuindo diretamente para a consolidação da marca.

Ao longo das décadas, o Vovó Carolina construiu reputação baseada na hospitalidade e na qualidade dos serviços, com destaque especial para o café da manhã que se tornou um dos grandes diferenciais da casa.

Segundo João Batista, foram seus pais que introduziram um conceito que se tornaria marca registrada na hotelaria gramadense: a fartura aliada ao sabor caseiro. Muitas das receitas desenvolvidas por Ana Rossi seguem sendo utilizadas até hoje, com produção própria de pães, biscoitos e outros itens.

Embora o padrão do setor hoteleiro tenha evoluído ao longo dos anos, o Vovó Carolina mantém sua identidade ao valorizar o estilo colonial e o cuidado personalizado, com atenção aos detalhes de atender bem.

Hospedagem afetiva na casa da família Rossi

A comemoração dos 45 anos do Hotel Vovó Carolina ganha um capítulo especial e carregado de significado - a abertura ao público da residência onde viviam Octavio e Anita Rossi, transformando o espaço em uma nova experiência de hospedagem que une memória, afeto e tradição.

Batizada como Casa do Vovô Octavio e da Vovó Anita, a iniciativa é conduzida pelos filhos João Batista Rossi, Marta Rossi e Maristela Rossi.

e/d: Marta Rossi, João Batista Rossi e sua esposa Mariah 

“Para nós este é um momento muito especial, porque estamos entregando aos nossos clientes e hóspedes o nosso berço. Foi dentro desta casa que aprendemos a trabalhar a hospitalidade. Meus pais, mesmo sendo pessoas muito simples, já nasceram com isso no sangue: o prazer de receber as pessoas”, destacam os irmãos.

A proposta da casa é oferecer uma experiência íntima e acolhedora, preservando o ambiente familiar com o conforto e os serviços característicos do hotel. A estrutura foi cuidadosamente adaptada para receber hóspedes com comodidade e segurança, mantendo viva a identidade afetiva e original do lar.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

LUIZ FERNANDO MACHADO CARVALHO É O NOVO CCDO DA VexIA

Executivo assume a frente das áreas de Customer Success e Delivery com foco em retenção, expansão de receita e excelência operacional

Luiz Fernando Machado Carvalho

A VexIA anunciou mais uma novidade na composição de sua diretoria, a chegada de Luiz Fernando Machado Carvalho como novo Chief Customer & Delivery Officer (CCDO), cargo responsável por liderar, de forma integrada, toda a jornada do cliente, desde a entrega dos serviços até a geração de valor contínuo e expansão da base. O executivo passa a comandar as estratégias de Customer Success e Delivery para as operações de TI da companhia, com o objetivo de impulsionar o crescimento sustentável por meio da retenção e expansão de clientes.

Com experiência em serviços de tecnologia e liderança de equipes multidisciplinares, Luiz assume o desafio de estruturar uma operação orientada ao cliente, conectando áreas como Comercial, Operações e Produto, além de fortalecer indicadores estratégicos como NRR (Net Revenue Retention), NPS e níveis de SLA.

“Acredito que o crescimento consistente vem da capacidade de gerar valor real ao cliente ao longo de toda a jornada. Nosso foco será construir uma operação cada vez mais eficiente, previsível e centrada nas necessidades do cliente”, afirma Luiz Carvalho.

A criação e o fortalecimento da função de CCDO fazem parte do movimento estratégico da VexIA para evoluir seu modelo operacional e acelerar resultados.

“A chegada do Luiz reforça nosso compromisso com excelência na entrega e proximidade com o cliente. Estamos estruturando a companhia para crescer de forma sólida, com foco em valor e performance”, destaca Ricardo Blagevitch, CEO da VexIA.

VexIA - Com 27 anos de mercado, a Vex.IA é uma referência global em eficiência operacional, tecnologia, consultoria estratégica e BPO (Business Process Outsourcing), que combina Inteligência Artificial, dados, processos e governança para gerar eficiência real e crescimento sustentável. Mais do que implementar tecnologia, a companhia atua no redesenho de como as empresas operam, identificando onde está o valor, eliminando ineficiências e criando estruturas mais inteligentes, integradas e escaláveis. Pioneira na adoção de governança tecnológica, a empresa é uma das poucas do setor a possuir a certificação ISO/IEC 42001, o primeiro padrão mundial para Sistemas de Gestão de Inteligência Artificial, garantindo ética, segurança e responsabilidade no uso de IA. Unindo tecnologia de ponta com profunda expertise em processos, a Vex.IA atua como uma garantidora de execução, assegurando que diagnósticos complexos se transformem em resultados reais e mensuráveis para grandes corporações, se posicionando como parceira estratégica na construção de operações mais eficientes, resilientes e preparadas para o futuro. Clique aqui e saiba mais

VexIA
Lam Comunicação

IGUATEMI CAMPINAS LANÇA CAMPANHA DE DIA DAS MÃES COM SORTEIO DE VIAGENS

Com R$ 700 em compras e cadastro no Iguatemi One, clientes concorrem a vouchers de 50 mil reais para viajar 

Iguatemi Campinas

O Iguatemi Campinas apresenta sua campanha de Dia das Mães 2026 com a promoção “Compre e Concorra”, que vai premiar clientes com experiências inesquecíveis. A cada 700 reais em compras nas lojas participantes e cadastro das notas fiscais no aplicativo Iguatemi One, o cliente recebe um número da sorte para concorrer ao sorteio de quatro vouchers de 50 mil reais para viagens.

A campanha acontece até o dia 31 de maio e reforça o posicionamento do shopping como destino completo para quem busca presentes especiais aliados a experiências únicas. Entre os diferenciais, clientes Bradesco Principal que utilizarem cartões American Express recebem números da sorte em dobro, ampliando as chances de participação.

Inspirada em destinos desejados como Maldivas, Turquia, Paris e Patagônia, a ação convida o público a celebrar o Dia das Mães com mais significado, transformando o momento de compra em uma oportunidade de viver novas histórias.

“Mais do que uma campanha promocional, pensamos em uma iniciativa que conecte afeto e experiência. O Dia das Mães é uma data muito simbólica e queremos proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de transformar o momento de compra em novas memórias e vivências marcantes”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

Para participar, basta realizar as compras, cadastrar as notas fiscais no aplicativo Iguatemi One dentro do período da promoção e acompanhar os números da sorte gerados. O regulamento completo está disponível no app.

Serviço

  • Compre e Concorra Dia das Mães | Iguatemi Campinas
  • Período: até 31 de maio de 2026
  • Mecânica: a cada 700 reais em compras + cadastro no Iguatemi One = 1 número da sorte
  • Prêmio: 4 vouchers de 50 mil reais para viagens
  • Benefício: clientes Bradesco Principal com cartões American Express recebem números da sorte em dobro
  • Participação e regulamento: aplicativo Iguatemi One

Iguatemi Campinas
FSB Comunicação
Macchina Comunicação Empresarial
Rosana Spinelli
rosana@macchinaweb.com.br
Antônio Fraga
fraga@macchinaweb.com.br

quinta-feira, 7 de maio de 2026

BOMBARDIER EXIBE JATO GLOBAL 8000 PELA PRIMEIRA VEZ NA AMÉRICA DO SUL DURANTE O CATARINA AVIATION SHOW

Aeronave executiva mais rápida do mundo será exposta ao lado do Global 6500 e do Challenger 3500

Bombardier Global 8000

A Bombardier anunciou nesta quinta-feira, dia 7, que o jato executivo mais rápido do mundo, o Global 8000, estará em exibição no Catarina Aviation Show, evento realizado de 21 a 23 de maio, em São Paulo. Trata-se da estreia da aeronave em uma feira do setor. O modelo Global 6500, que entrega alto desempenho sem concessões, e o jato executivo Challenger 3500, líder de vendas, também serão expostos no evento.

As aeronaves oferecem aos clientes luxo, desempenho e alcance líderes em suas categorias, sendo ideais para operações em aeroportos de regiões com altas temperaturas, grande altitude e pistas curtas. Durante o evento, a equipe comercial da empresa estará presente para receber clientes e parceiros.

Considerado o principal representante de uma nova era para a indústria, o jato executivo Global 8000 eleva padrões e redefine os limites da categoria ao combinar velocidade, alcance e eficiência operacional sem precedentes. É a aeronave civil mais rápida em operação, com velocidade máxima de Mach 0,95 e alcance de 8.000 milhas náuticas, permitindo que os passageiros voem mais rápido e mais longe.

Com a menor altitude de cabine da aviação executiva em produção - 2.691 pés, enquanto voa a 41.000 pés -, oferece uma experiência de voo suave, com nível de conforto a bordo elevado que reduz o estresse fisiológico associado a viagens em grandes altitudes, ajudando os passageiros a chegarem ao destino mais descansados e prontos para suas atividades. Com seu longo alcance, a aeronave conecta cidades estratégicas, como São Paulo a Perth, São Paulo a Vancouver e São Paulo a Dubai.

A aeronave também se destaca pela agilidade, com desempenho de decolagem e pouso comparável ao de um jato leve, já que seu avançado design de asa, com slats exclusivos no bordo de ataque, permite operar em até 30% mais aeroportos do que seu principal concorrente.

“O Global 8000, da Bombardier, está hoje no ápice da aviação executiva, enquanto o Global 6500 e o líder da indústria Challenger 3500 são aeronaves com desempenho comprovado. Estar no Catarina Aviation Show oferece à Bombardier a oportunidade perfeita para apresentar os incríveis atributos de desempenho e design dessas aeronaves”, afirma Frank Vento, Vice-Presidente de Vendas para os Estados Unidos e América Latina da marca. “A Bombardier está posicionada de uma maneira única no mercado brasileiro e, por isso, estamos muito satisfeitos em destacar no país os diferenciais dos nossos jatos”, acrescenta.

O Global 6500 combina estilo, desempenho e inovação sem concessões, levando passageiros mais rápido e mais longe com o máximo de conforto. Com velocidade máxima de Mach 0,90 e alcance de 6.600 milhas náuticas, conecta destinos importantes como São Paulo a Aspen, São Paulo a Londres e São Paulo a Lagos.

Também à altura, o Bombardier Challenger 3500 se destaca pelo desempenho e custo-benefício, combinando tecnologia avançada a um nível excepcional de conforto para os passageiros. Em 2025, o modelo foi o jato executivo super midsize mais entregue no mundo, quase o dobro de seu concorrente mais próximo. Com alcance de 3.400 milhas náuticas e velocidade máxima de Mach 0,83, conecta passageiros a destinos estratégicos como São Paulo a St. Maarten, São Paulo a El Calafate e São Paulo a Dakar.

Clientes da região que buscam manutenção para suas aeronaves também contam com maior tranquilidade graças à rede dedicada de serviços e suporte da Bombardier, que inclui a instalação autorizada MAGA Aviation, no Aeroporto Catarina, em São Paulo, oferecendo manutenção de linha, peças e ferramentas para aeronaves das famílias Global, Challenger e Learjet.

O Centro de Serviços da Bombardier em Miami Opa-Locka, com quase 28 mil metros quadrados e operação completa, amplia ainda mais a capacidade de manutenção disponível aos clientes. Além disso, a empresa conta com uma extensa rede global de aproximadamente 100 unidades, prontas para atender seus clientes em qualquer lugar e a qualquer momento.

Bombardier

A Bombardier (BBD-B.TO) projeta, fabrica, modifica e mantém as aeronaves de melhor desempenho do mundo para os clientes mais exigentes, sejam eles pessoas, empresas, governos ou forças militares. Isso significa não apenas superar padrões, mas compreender profundamente seus clientes a ponto de antecipar necessidades que ainda não foram expressas.

Para isso, a empresa está comprometida em liderar o futuro da aviação, inovando para tornar o voo mais confiável, eficiente e sustentável. Também é movida pela paixão de oferecer um nível incomparável de excelência e atenção aos detalhes, proporcionando aos seus clientes mais confiança e uma experiência elevada, à altura do que esperam e merecem. Afinal, aqueles que moldam o mundo sempre precisarão das formas mais produtivas e responsáveis de se deslocar por ele.

Os clientes da Bombardier operam uma frota de mais de 5.200 aeronaves, apoiados por uma ampla rede global de colaboradores e 10 centros de serviços distribuídos em seis países. Os jatos de alto desempenho da Bombardier são produzidos em unidades de aeroestruturas, montagem e acabamento localizadas no Canadá, nos Estados Unidos e no México. Em 2024, a Bombardier foi reconhecida com o prestigiado prêmio “Red Dot: Best of the Best” na categoria Marcas e Design de Comunicação.

Para mais informações sobre a Bombardier, seu Relatório de Sustentabilidade e iniciativas de uso de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) via sistema Book-and-Claim, clique aqui e acesse o site (bombardier.com). Siga a Bombardier no X: @Bombardier

Bombardier
Casa.9 Agência de Comunicação

MEMÓRIAS DO BRASIL DE NORTE A SUL, DE LESTE A OESTE. Por chicolelis*

Vale a pena escolher um caminho, enfrentar terra, amassar barro e ver o Brasil da janela de seu carro

Rodovia BR-116

Vale tanto a pena que vale até viajar na memória e recordar momentos especiais e felizes como a expedição Flexpedition que fizemos, eu e um grupo de jornalistas. Vale a pena esquecer um pouco os momentos difíceis que o mundo atravessa para recordar. E como dizem os poetas, recordar é viver!

Vale a pena cruzar o País de Norte a Sul, de Leste a Oeste, rodar por todo nosso litoral, desde o Oiapoque até o Chuí; desenhar uma cruz de Leste a Oeste, desde a praia de Cabo Branco em João Pessoa (PB) até a pequena cidade de Mâncio Lima (AC), nas nascentes do rio Moa, em plena floresta Amazônica e, depois, visitar o Caminho do Ouro (ou Estrada Real), de Diamantina, MG, até Paraty, RJ, por onde seguia o ouro brasileiro que era lavado para Portugal.

É possível ver e amar o Brasil da janela de um carro, conhecendo todas as nossas praias, passando pelas cidades mineiras que ainda guardam sinais da colonização, cruzar o sertão nordestino, o cerrado do Brasil Central e por fim, a floresta Amazônica, num total de 22 mil quilômetros, ou meia volta em torno da terra, com seus 40 mil quilômetros de circunferência.

Parece um desafio. Mas, foi o que fizemos com cerca de 100 jornalistas brasileiros, de jornais, rádio, tv, revistas, blogs e sites em três expedições, chamadas de Flexpedition, em sete carros Chevrolet, entre agosto de 2006 e setembro de 2007: do Chuí ao Oiapoque, 45 dias; Caminho do Ouro, 10 dias; e, Leste-Oeste, 35 dias.

O objetivo, comprovar a versatilidade dos carros Flex, movidos a gasolina e/ou etanol, mas, principalmente, para mostrar aos jornalistas convidados o Brasil real, com praias paradisíacas, estradas boas, caminhos difíceis, desenvolvimento, lugares esquecidos, perdidos, quase no fim do mundo.

Esses jornalistas visitaram lugares aonde nunca haviam ido antes, viram populações que talvez pensassem que não existiam e, acima de tudo, realizaram o sonho de conhecer melhor seu próprio País.

De ponta-cabeça

A aventura começou de ponta-cabeça ou de trás para a frente, até porque Chuí, no Sul do Brasil fica mais perto de São Paulo, de onde partiram os carros, do que o Oiapoque, lá no Norte brasileiro.

Essa primeira expedição fez, então, o caminho ao contrário, do Chuí até o Oiapoque que, na época não tinha energia elétrica e o esgoto era a céu aberto. Como continua até hoje.

Desde o Chuí, até São Paulo, foram visitadas as cidades e lugares de Porto Alegre, Chuí, Praia do Cassino (a maior praia do mundo em extensão, com cerca de 250 quilômetros), em Santa Catarina, a Serra do Rio do Rastro, uma descida de 1.460 metros, no Paraná (Caverna do Diabo) e também de São Paulo.

Os jornalistas foram se revezando por etapa. Do Chuí até São Paulo um grupo, de São Paulo até a Bahia outro grupo e assim por diante até chegar ao Oiapoque, o ponto mais setentrional (ao norte) do Brasil.

Do começo ao fim, a equipe da expedição do Chuí ao Oiapoque percorreu os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá, nas cinco etapas dessa primeira expedição Flexpedition.

Pôr do Sol no Cerrado

Foram 45 dias de estradas, nas mais imprevisíveis condições de conservação, e mais de 10 mil quilômetros, divididos em cinco etapas.

Dificuldades, estradas perigosas, calor equatorial insuportável, maratonas de até 13 horas rodando num único dia para cumprir os objetivos traçados, mas, também, belas paisagens brasileiras, agradáveis descobertas e a doce sensação de missão cumprida.

Uma saborosa viagem fluvial

Em Belém, capital do Pará, começou a quinta e última etapa da expedição, com uma saborosa aventura de travessia da Baía de Marajó, começando pelo rio Pará, circundando a ilha de Marajó, até sair no rio Amazonas, no porto de Santana, ao lado da cidade de Macapá. Foram cinco dias e cinco noites a bordo do navio São Francisco de Paula, subindo o rio Amazonas contra a maré até Manaus.

A ilha de Marajó é uma ilha pertencente ao Estado do Pará, localizada na foz do rio Amazonas. Com uma área de aproximadamente 40.100 km², é a maior ilha fluviomarinha do mundo. A maior ilha fluvial é a ilha do Bananal. A cidade de Belém situa-se a sudeste do canal que separa a ilha do continente.

A ilha se destaca como o lugar de maior rebanho de búfalos do Brasil, por ter uma população ribeirinha bem pobre e uma quantidade infinita de serrarias, legais ou ilegais.

A expedição contornou toda a ilha de Marajó, desde a Baía de Marajó, saindo de Belém, até o Porto de Santana, próximo à cidade de Macapá, no Amapá.

O barco, ou melhor navio, usado pelos expedicionários foi o São Francisco de Paula, pilotado pelo comandante José da Silva Brito, de 44 anos. A diferença entre barco e navio é que barco é feito de madeira e navio de ferro. Mas, não era um navio grande. Em seu convés couberam apertados três carros da expedição. Outros quatro carros já haviam sido enviados a Macapá em outro navio.

As primeiras informações que tínhamos sobre o navio não eram muito auspiciosas. Seriam cinco dias de navegação e alguns expedicionários teriam que dormir em redes, pois o navio tinha poucas cabines.

Aliás, o pessoal que viaja nesses navios paga por uma cabine, com um beliche para duas pessoas ou para dormir na rede. Cada um deve levar sua própria rede e uma cordinha para amarrá-la nos ganchos do convés, que fica parecendo um varal de roupas coloridas estendidas para secar. Tem gente, como o sr. José Augusto que, por falta de dinheiro, conseguiu um pequeno desconto para dormir no chão (sem colchão) com a mulher e uma filha. Outros dois filhos dividiram a única rede da família.

Os navios entre Belém e Macapá têm, no entanto, a concorrência das companhias aéreas. Quem tem muita bagagem, porém, prefere o navio em função do preço, como o mascate Erivan Machado Miranda, de 23 anos e sua mãe Marisete. Eles compram roupas em Belém e Fortaleza, para revender em Macapá: “É a primeira vez que faço essa viagem de navio. Levar todas essas trouxas de roupas no avião fica mais caro”, disse.

Viajar de navio pelos rios Pará e depois Amazonas, contornando a ilha de Marajó, além do tempo de viagem e do desconforto, tem lá seus perigos que os tripulantes não admitem. O navio São Francisco de Paula, por exemplo, tem seguranças que ficam acordados a noite toda, enquanto os passageiros se enroscam nas redes, para evitar o ataque de piratas que se escondem nas muitas ilhas fluviais e mesmo na ilha de Marajó.

Além dos piratas, a região abriga muitas serrarias e, segundo os habitantes, de Belém e Macapá, a maioria ilegal.

Outro perigo no caminho do navio são os ribeirinhos que seguem o navio em busca de comida ou presentes que os tripulantes e passageiros jogam na água, dentro de sacos plásticos. O comandante José da Silva Brito disse que às vezes ocorrem afogamentos e atropelamentos quando os pequenos barcos entram na frente do navio. Esses barcos, geralmente, são tripulados por crianças pequenas de cinco a seis anos, que desaparecem nas ondas provocadas pela passagem do navio.

Na parada em Parintins (lembram da festa, em junho, do Garantido e Caprichoso?) um fato curioso. Querendo saber de algum lugar onde pudesse comprar artesanato, me indicaram uma loja “logo ali”. E lá fui, era logo ali mesmo, em busca de um chapéu de palha para proteger a cabeça que fervia sob o sol.

Litoral Nordestino

Encontrei um muito bonito, bem-acabado, elegante, e perguntei ao balconista de que tribo o havia produzido. Não lembro o nome fornecido, mas ele garantiu que era obra de nossos índios. Chegando ao barco, onde estávamos hospedados, ao levantar a aba interna, vi e inscrição Made in China (talvez, procedente de alguma tribo no interior do País asiático que, à época, ainda não era a potência mundial de hoje).

O rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes, no lago Lauri ou Lauricocha, no Peru e deságua no Oceano Atlântico, junto à Ilha do Marajó. Ao longo de seu percurso, o Amazonas recebe os nomes de Tunguragua, Marañón, Ucayali, Solimões e finalmente Amazonas.

Uma pesquisa recente revelou que o Amazonas tem de 6.868 quilômetros de comprimento e mais de mil afluentes, portanto maior que o Nilo com seus 6.695 quilômetros de extensão, é, assim, o mais longo rio do mundo. Sua bacia hidrográfica é a maior do mundo, com uma superfície de aproximadamente sete milhões de quilômetros quadrados. O Amazonas, como todos sabem, é de longe o rio mais caudaloso do mundo, com um volume de água cerca de 56 vezes o do rio Nilo.

Em Macapá, o Amazonas forma uma praia fluvial durante a vazão, ou maré baixa, onde os habitantes jogam futebol. À noite, com a maré alta, a água chega até um pier, onde os moradores locais se encontram em bares e restaurantes.

A marca histórica, de rodar do Chuí (extremo sul do País) até a cidade do Oiapoque (extremo norte), foi alcançada depois que os viajantes ainda tiveram que pegar a BR-156, após deixar o navio.

Rodaram 600 quilômetros pela BR-156, que está asfaltada apenas até Tartarugalzinho (depois de cruzar o rio Macari – que foi a divisa do Brasil até 1900), cerca de 280 quilômetros. Depois, são mais 270 quilômetros de terra e outros 50 quilômetros de asfalto, antes de chegar ao Oiapoque.

Cruzar o Brasil de Leste-Oeste

A segunda expedição, de Leste a Oeste, começou na praia de Cabo Branco em João Pessoa (PB) e terminou na pequena cidade de Mâncio Lima (AC), nas nascentes do rio Moa, em plena floresta Amazônica, atravessando a caatinga do sertão nordestino, o cerrado do Maranhão e a última fronteira agrícola em Palmas.

Foram quatro dias cruzando os estados da Paraíba, Ceará e Pernambuco, Piauí, Maranhão e Tocantins, atravessando o semiárido do sertão nordestino e o cerrado do planalto central, enfrentando calor de até 40 graus centígrados e trechos de estradas em péssimas condições de tráfego e segurança.

Até o final da expedição no Acre, extremo oeste do país, foram mais de 8.200 quilômetros de rodovias asfaltadas, estradas de terra, enfrentando buracos, lama e condições adversas de clima.

De leste a oeste, cruzando o sertão, a vida não passa na mesma estação.

Esse caminho vale ouro!

O Caminho do Ouro, ou Estrada Real, foi criado pela Coroa portuguesa no século XVII com a intenção de fiscalizar a circulação das riquezas e mercadorias que transitavam entre Minas Gerais - ouro e diamante - e o litoral do Rio de Janeiro - capital da colônia por onde saíam os navios para Portugal. Como era proibido fazer o trajeto por outra via, o caminho foi usado por imperadores, soldados, mercadores, músicos, aventureiros e intelectuais, que além de produtos, carregavam ideais, como o de se transformar o Brasil em uma república independente. Foi por esse motivo, e para servir de exemplo para a o resto da população que partes do corpo de Tiradentes foram expostas em pontos estratégicos da Estrada após seu esquartejamento.

A grande movimentação e importância desse caminho fizeram nascer ao longo dos seus 1.200 km, inúmeras vilas, povoados e cidades. Mas é claro que com o fim desse ciclo econômico e com a industrialização, o caminho ficou por muito tempo adormecido, o que ajudou na sua conservação e possibilitou hoje o surgimento de vários projetos de recuperação para explorar seu potencial turístico.

Atualmente, a Estrada é formada por 177 municípios, sendo 162 em Minas Gerais, oito no Rio de Janeiro e sete em São Paulo. A união desses destinos reuniu atrativos de sobra para uma longa viagem, são construções coloniais, igrejas, museus, reservas ecológicas, esportes de aventura, estações de águas minerais, culinária mineira e, principalmente, nossa história.

A Estrada nasceu da união de três caminhos surgidos em momentos diferentes que deram origem ao que ela é hoje: o Caminho Velho, o Caminho Novo e a Rota dos Diamantes.

E a comida, mineira sô!

Em tempo: nesta coluna contei com a indispensável ajuda do Nereu Leme que, juntamente com o Luiz Fanfa, organizaram as viagens. Ele ainda  lembra de cada quilômetro das deliciosas “aventuras” feitas pelo Brasil. O drive da minha memória não tem tamanha capacidade para lembrar de tudo.

Obrigado Nereu!

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

COMPETIÇÃO ELETROQUAD SAE BRASIL AXIA ENERGIA 2026 DESAFIA À INOVAÇÃO EM DRONES AUTÔNOMOS

Competição estudantil reúne 27 equipes inscritas de universidades de Norte a Sul do país e será realizada de 14 a 17 de maio

Imagem da EletroQuad AXIA Energia 2025

Com 27 equipes inscritas que representam instituições de ensino superior de quatro regiões e 9 Estados brasileiros mais Distrito Federal, a Competição EletroQuad AXIA Energia 2026 será realizada de 14 a 17 de maio na Univap - Universidade do Vale do Paraíba, localizada à Av. Shishima Hifumi, 2911 – Bairro Urbanova _ São José dos Campos – São Paulo.

Lançada em 2025 e dirigida a estudantes de graduação e pós graduação, a competição desafia os alunos ao desenvolvimento de habilidades em atividades de alta complexidade, como a integração de sistemas, seleção de componentes embarcados, visão computacional, desenvolvimento de algoritmos e proficiência no controle de voo do drone.

Dedicada ao fomento do intercâmbio de técnicas e conhecimento em engenharia de sistemas e robótica aplicados à operação autônoma de drones, a EletroQuad volta este ano mais desafiadora no que toca ao emprego de soluções multidisciplinares e inovadoras aplicadas em três missões, obrigatórias a cada equipe.

“As missões consistem na identificação e reconhecimento de padrões e alvos a partir do desenvolvimento de algoritmos de visão computacional e guiamento que deverão interfacear com o hardware da ferramenta controladora de voo, a fim de que o protótipo cumpra rigorosamente todas as exigências do regulamento”, destaca Jorge Ricardo Jr., coordenador do Comitê Técnico da EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia, PhD em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e engenheiro de Desenvolvimento de Produto na Embraer.

Desafios

Duas das três missões deste ano presentes em 2025 – Bouncing 2.0 e Hang the Right - ficaram mais desafiadoras: A primeira missão com as bases de pouso agora identificadas por uma combinação de números e figuras geométricas (antes apenas figuras geométricas); e a segunda missão, por ter que identificar em voo qual entre dois fios (antes era apenas um) soltará um gancho, que terá então uma esfera laranja sinalizadora.

A terceira, Fault or Not, inédita, se baseia em uma aplicação industrial de inspeção usando drones, que consiste em realizar a leitura de um manômetro analógico impresso com agulha indicando um valor específico, no qual a leitura acima desse valor indica fora do padrão e valores abaixo indicam dentro do padrão. Em cada caso o drone deverá realizar uma ação específica.

Empreendedorismo

Como é comum às competições estudantis da SAE BRASIL (Baja, AeroDesign, Fórmula e H2 Challenge), na EletroQuad as equipes enfrentam todas as fases de um empreendimento, da concepção, construção do projeto e controle de voo à viabilização financeira. As equipes são formadas por até 20 estudantes orientados por um professor da respectiva instituição de ensino.

Premiação

As cinco primeiras equipes classificadas da competição que mais receberão troféus e premiação em dinheiro: 1ª colocada R$ 6.000 mil; 2ª colocada R$5.000 mil; a 3ª colocada R$4.000mil; a 4ª colocada R$ 3.000 mil e a 5ª colocada R$2.000 mil. Menção honrosa será concedida à equipe que obtiver a maior pontuação em cada missão.

Serviço

  • Competição EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia 2026
  • Patrocínio: AXIA Energia
  • Apoio: FEAU Univap (Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo), Osaki, SAE4Mobility, Univap (Universidade do Vale do Paraíba) e Prefeitura de São José dos Campos
  • De 14 a 17 de maio de 2026
  • Local: Univap – Universidade do Vale do Paraíba - Av. Shishima Hifumi, 2911 – Bairro Urbanova, São José dos Campos – São Paulo

Programação

14/05 – quinta-feira

  • 08h às 09h – Credenciamento das equipes
  • 09h às 10h – Cerimônia de Abertura – SAE
  • 10h às 12h – Painel dos Patrocinadores
  • 13h às 17h – Credenciamento das equipes
  • 13h às 17h – Apresentações orais das equipes
  • 17h às 18h – Briefing Operacional obrigatório para equipes com o Comitê Técnico

15 a 17/05 – sexta a domingo

  • 08h às 18h – Competição de vôo (local: Univap - Quadras poliesportivas cobertas e estacionamento)

15/05 – sexta

  • 18h30 às 20h – Noite dos Professores

17/05 – domingo

  • 19h30 às 22h - Encerramento e Premiação

Equipes

  • 27 Equipes inscritas – 27 Instituições de Ensino – 9 Estados + DF

REGIÃO SUDESTE 19 equipes/19 instituições (SP/ MG/ RJ /ES)

São Paulo - 8 Equipes/ 8 Instituições

Equipe Atena - Universidade de São Paulo (USP)

Equipe eVTOL ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica

Equipe Falcon Drones - Instituto Federal de São Paulo

Equipe Game Of Drones – IFSP

Equipe MAIA - Centro Universitário FACENS

Equipe Skyrats - Universidade de São Paulo

Equipe ThunderQuad - Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo - FEAU da Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP

Equipe Taphros Drones Systems - Fundação Universidade Federal do ABC

Minas Gerais – 5 equipes/ 5 instituições

Equipe Avant UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais

Equipe AeroVANT - CEFET MG

Equipe Black Bee Drones - Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI

Equipe GAIA - Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Equipe UFVision - Universidade Federal de Viçosa

Rio de Janeiro – 5 equipes/ 5 Instituições

Equipe AeroRio Eletroquad - Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Equipe Ghost Drones - Laboratório de Controle e Automação, Aplicação e Desenvolvimento (LEAD) – UFRJ

Equipe UFFLy - Universidade Federal Fluminense (UFF)

Equipe UFRJ Harpia - Universidade Federal do Rio de Janeiro

Equipe RoboIME - Instituto Militar de Engenharia

Espírito Santo – 1 equipe

Equipe Pegasus - Instituto Federal do Espírito Santo

REGIÃO SUL - 3 equipes/ 3 instituições (PR/SC)

Paraná – 1 equipe

Equipe Gralhabots – Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Santa Catarina – 2 equipes/ 2 Instituições

Equipe AeroSATC – UniSATC – Santa Catarina

Equipe Draconis Drone Design – Universidade Federal de Santa Catarina

REGIÃO NORDESTE – 4 equipes/ 4 instituições (BA/ PE/ SE/ RN)

Bahia – 1 equipe

Equipe Drones Guanambi – IFBAIANO – BA

Pernambuco – 1 equipe

Equipe Delta V– UPE – Pernambuco

Sergipe – 1 equipe

Equipe Swarm 79 – Universidade Federal de Sergipe

Rio Grande do Norte – 1 equipe

Equipe FAETI Senai RN – Faculdade de Energias Renováveis e Tecnologias Industriais (FAETI)

REGIÃO CENTRO-OESTE – 1 equipe (DF)

Distrito Federal – 1 equipe

Equipe Robótica Aérea (EDRA) – Universidade de Brasília – Distrito Federal (DF)

>>> Clique aqui e saiba mais sobre as Competições Estudantis SAE BRASIL 

A SAE BRASIL é uma associação de pessoas físicas, sem fins lucrativos, que tem como propósito ser “A Casa do Conhecimento da Mobilidade Brasileira”. Participam da entidade profissionais de variadas áreas, unidos pela missão de criar e de disseminar conhecimento, visando a desenvolver tecnologia e inovação no ecossistema da mobilidade. Fundada no Brasil em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento da mobilidade e da integração do País ao processo de globalização da economia, a SAE BRASIL é referência nacional para a integração da indústria, academia, 3º setor e dos órgãos técnicos do governo. Conta com 6 mil associados e 09 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje em uma das mais relevantes instituições do setor da mobilidade brasileira. A SAE BRASIL é filiada à SAE International, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, entre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison. Ao longo de mais de um século de existência tornou-se uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios em cerca de 100 países

A AXIA Energia é a maior empresa de energia renovável do Hemisfério Sul, responsável por 17% da capacidade de geração nacional e 37% do total de linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). A capacidade instalada da companhia é 100% renovável, reforçando o compromisso da empresa com a transição energética. AXIA possui 81 usinas, sendo 47 hídricas, 33 eólicas e uma solar

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