terça-feira, 10 de junho de 2014

AEROGERADORES

MVC e WEG firmam acordo para fornecimento de Spinners e Nacelles de Aerogeradores para Energia Eólica

A MVC, líder brasileira no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Empresas Artecola e à Marcopolo, por intermédio da MVC Wind Power, divisão especializada em energia eólica, firmou acordo com a WEG para o fornecimento de nacelle (corpo) e spinner (nariz) de aerogeradores para o setor de energia eólica.

Segundo Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o negócio envolve o fornecimento da solução completa do processo e do produto. “O diferencial deste projeto é que a nossa equipe de engenharia e design trabalhou em conjunto com a do cliente no desenvolvimento técnico do produto e também visando minimizar os custos logísticos. A WEG nos enviou quais os requisitos técnicos da aplicação do produto e nos deu liberdade para escolher materiais, processos para as peças, demonstrando a confiança na capacidade de inovação da nossa empresa e uma flexibilidade diferenciada para quem está entrando agora no segmento de energia eólica”, explica o executivo.

Presente no setor eólico desde 2011, a MVC mantém um processo contínuo de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de materiais e processos que possam agregar valor e diferencial para os fabricantes de aerogeradores. A empresa conta com apoio do FINEP, com recursos, e da Polê de Plasturgie (Centro de tecnologia francês), em novos processos e materiais.

Crescimento do setor eólico


Baseado no forte crescimento da área de energia eólica no Brasil, a MVC tem a expectativa, já em 2014, de fornecer 300 conjuntos completos de nacelles (corpo) e spinners (nariz) de aerogeradores. Para 2015, a empresa deve atingir 800 conjuntos produzidos, entregues a clientes como Gamesa, GE, Alstom e WEG, e atingir receita de R$ 80 milhões somente neste segmento.

“Demos um salto na produção de peças para o segmento de energia eólica. Em 2011, começamos atendendo a Gamesa. Em 2013, crescemos com o fornecimento para a Alstom. Em 2014, fechamos o fornecimento de peças para a GE e, agora, para a WEG para entregar 50 conjuntos de nacelle e spinner produzidos pelo processo de RTM SKIN”, revela Gilmar Lima.

O crescimento acelerado tem como grande diferencial o desenvolvimento pela MVC de um novo processo para produção desses componentes, o RTM-SKIN (Resin Transfer Molding). Este novo processo substitui o de Infusão e tem como vantagens garantir ciclo de produção e custo menores para o mesmo desempenho. Uma peça que era feita em 480 minutos pelo processo de infusão (considerando o ciclo completo), hoje é feita em apenas 60 minutos. A carenagem traseira superior produzida pela MVC tem quase 7 metros de comprimento; aproximadamente 2,5 de altura e pesa cerca de 600 kg.

“Até 2015, pretendemos aumentar em 300% a receita no segmento de energia eólica e acompanhar o crescimento do setor que tem investimentos previstos no Brasil da ordem R$ 27 bilhões na construção de novas usinas”, ressalta Lima.

A MVC é reconhecida internacionalmente como empresa inovadora e de grande capacidade de aplicação de avançados processos e materiais no segmento de plásticos de engenharia. Desenvolve produtos com soluções completas e personalizadas para os mercados automotivo, transporte, agronegócio, energia eólica e de construção civil. Possui operações em São José dos Pinhais (PR), Caxias do Sul (RS), Camaçari (BA), Maceió (AL), Catalão e Itumbiara (GO) e Sete Lagoas (MG). Em 2013, registrou crescimento de 78% e atingiu faturamento líquido de R$ 272 milhões. 

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