segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

CASA FIAT DE CULTURA CELEBRA 20 ANOS COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM 2026

Instituição reafirma sua trajetória como referência cultural e anuncia um ano marcado por grandes exposições

Painel de Portinari no Hall da Casa Fiat de Cultura. Foto: Studio Cerri | Divulgação 

Fundada em 2006, a Casa Fiat de Cultura nasceu como um presente ao público brasileiro pelos 30 anos da Fiat no Brasil e se tornou o primeiro espaço cultural criado por uma empresa do setor automotivo no país. Nessas duas décadas, consolidou-se como um dos principais espaços culturais ao realizar, em Belo Horizonte (MG), o melhor da arte produzida no Brasil e no mundo em uma programação inteiramente gratuita, inclusiva e universal.

Ao longo dessa trajetória, a Casa Fiat de Cultura realizou 110 exposições, reunindo obras de artistas brasileiros e internacionais consagrados, como Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila do Amaral, Portinari, Niki de Saint Phalle e Rembrandt, além de nomes relevantes da cena contemporânea. Nesse período, 5 milhões de pessoas visitaram as mostras e participaram de palestras, oficinas, visitas mediadas, passeios culturais, cursos e concertos musicais, reforçando o papel da instituição como espaço de formação e valorização da cultura.

“Durante esses 20 anos, a Casa Fiat de Cultura cumpriu um importante papel: inserir Minas Gerais no roteiro das artes no país. Celebrar esse marco é reafirmar nossa missão de oferecer ao público brasileiro uma programação múltipla e capaz de estimular o intercâmbio entre diferentes culturas e linguagens artísticas. Para esta nova década que se inicia, renovamos esse compromisso, ao ampliar a atuação junto a grandes acervos e instituições nacionais e internacionais”, afirma Massimo Cavallo, presidente da Casa Fiat de Cultura.

Em 2026, ano em que a Fiat celebra 50 anos e a Casa Fiat de Cultura completa 20 anos, a instituição realiza uma programação especial. A primeira grande exposição do ano será dedicada a um dos ícones da pintura mundial, Pierre-Auguste Renoir (1841–1919), em parceria com o MASP, que também esteve ao lado da Casa Fiat de Cultura em sua primeira mostra: “Arte Italiana do MASP na Casa Fiat de Cultura”. A exposição reunirá 12 obras de Renoir, entre pinturas e uma escultura, que abrangem praticamente toda a trajetória do artista francês.

Outro destaque da programação deste ano é a realização, em parceria com os Museus Vaticanos, de uma mostra inédita dedicada ao mestre do barroco brasileiro Antônio Francisco de Lisboa, o Aleijadinho, com inauguração prevista para o segundo semestre, em Roma. A exposição reúne as esculturas de Sant’Ana Mestra, São Joaquim e São Manuel, todas do século XVIII, restauradas pela Casa Fiat de Cultura em 2021. A exposição conta com patrocínio da Stellantis, por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), e com o apoio da Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA – Cultura & Patrimônio).

“O calendário comemorativo de 2026 foi pensado para celebrar nossa trajetória e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro. Ao longo do ano, o público poderá acompanhar importantes mostras nacionais e internacionais, que refletem o fortalecimento de parcerias estratégicas e a ampliação do diálogo com grandes acervos e artistas, reafirmando o papel da Casa Fiat de Cultura na cena cultural brasileira”, completa Ana Vilela, gestora cultural da instituição.

Casa Fiat de Cultura em 20 anos

2006 – Nos 30 anos de Fiat no Brasil, foi criado o primeiro espaço cultural de uma empresa de automóveis no Brasil, a Casa Fiat de Cultura, como um presente aos brasileiros. A primeira exposição foi “Arte italiana do Masp na Casa Fiat de Cultura”, que levou 40 mil visitantes ao Belvedere, antiga sede do espaço cultural.

2007 – A exposição “Speed – A arte da velocidade na Casa Fiat de Cultura” marca as comemorações no Brasil do centenário do Manifesto Futurista. Foi exibido o mais representativo acervo de arte italiana deste período, reunindo fotografias históricas, obras de arte, filmes, moda, objetos de design, e até a Ferrari de Schumacher.

2008 – Casa Fiat de Cultura realiza a maior retrospectiva do artista Amilcar de Castro no Brasil, ocupando, além de suas galerias, as praças da Liberdade e a Praça JK, com a exibição de obras monumentais.

2009 – No ano da França no Brasil, a Casa Fiat realiza duas grandes mostras internacionais: Marc Chagall e Rodin. Pela primeira vez, a monumental escultura Les trois ombres (As três sombras), de Rodin, foi retirada do jardim do Musée Rodin, na França, onde está instalada. As obras L’Éternel printemps (A eterna primavera) e a escultura Les bénédictions (As bênçãos), algumas de suas mais bonitas peças em mármore, também nunca haviam saído do museu francês.

2010 – A Casa Fiat de Cultura realiza a exposição “Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas”, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake (São Paulo) e a Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre). A mostra buscou traçar relações entre a arte oriental e o artista fluminense, radicado em terras mineiras nas duas últimas décadas de vida.

2011 – É realizado, no Palazzo Pamphili, o primeiro Festival Itália-Brasil, numa parceria da Casa Fiat de Cultura com a Embaixada do Brasil em Roma. Nomes como Vik Muniz, Irmãos Campana, Ernesto Neto, Grupo Galpão, Elisa Freixo e Toquinho participaram do Festival.

2012 – Pela primeira vez, o Brasil recebe uma exposição de Caravaggio. Destaque para Medusa Murtola, que saiu pela primeira vez da Itália e causou comoção em todo o país. A exposição integrou a programação do Momento Itália-Brasil.

2013 – Casa Fiat de Cultura inicia o restauro de sua nova sede, no antigo prédio do Palácio dos Despachos – edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) –, constituindo-se como um dos principais pilares do Circuito Liberdade. Com curadoria de Ronaldo Fraga, “Recosturando Portinari” revela os bastidores da restauração do painel Civilização Mineira, de Candido Portinari.

2014 – Em junho, mês da abertura da Copa do Mundo no Brasil, a Casa Fiat de Cultura inaugura sua nova sede no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. A primeira mostra no novo prédio foi “Barroco Itália Brasil – Prata e Ouro”, que exibiu 40 esculturas barrocas, reunindo obras em prata da Itália do século XVII e peças policromadas do Barroco mineiro e brasileiro, revelando a riqueza artística do período.

2015 – A Casa Fiat de Cultura resgata uma tradição e lança a primeira edição de seu Presépio Colaborativo, todo criado com materiais reutilizáveis e feito de forma colaborativa em ateliês abertos com a participação do público.

2016 – É criada a Picolla Galleria, novo espaço expositivo da Casa Fiat de Cultura, com o objetivo de apoiar e promover novos artistas. A cada ano, abre-se processo de seleção para escolha dos projetos que integrarão o calendário expositivo.

2017 – Lançamento das peças multissensoriais do maior painel de Portinari em Minas Gerais, que fica em exposição permanente no hall da Casa Fiat de Cultura. Novos recursos de acessibilidade e mediação para pessoas com deficiência visual ampliam o acesso à obra.

2018 – Obras de mestres do Renascimento Italiano, como Tiziano, Perugino e Guido Reni, que retrataram São Francisco de Assis, são apresentadas pela Casa Fiat de Cultura. A exposição é destacada entre as 100 mostras mais visitadas no mundo, na categoria Old Masters, segundo a revista inglesa The Art Newspaper. Neste mesmo ano, jovens artistas participaram de uma Residência em Arte Digital na Casa Fiat de Cultura.

2019 – Inédita, a mostra “Beleza em Movimento – Ícones do Design Italiano” reúne várias linguagens e impressionante acervo, composto por mais de cem peças, entre obras de arte, automóveis históricos, objetos de design, miniaturas e instalações multimídia. Pela primeira vez, uma exposição da Casa Fiat de Cultura ocupa todas as galerias do espaço.

2020 – Em um ano de pandemia e fechamento dos espaços culturais em todo o mundo, a Casa Fiat de Cultura reestrutura toda sua programação para o ambiente digital, promovendo o acesso de milhares de pessoas em todo o Brasil.

2021 – Nos 45 anos da Fiat no Brasil e 15 anos da Casa Fiat de Cultura, um novo presente é dado aos brasileiros: o cuidadoso restauro de obras de Aleijadinho (1738-1814), realizado ao vivo para visitação do público.

2022 – A partir das reflexões suscitadas pelo centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Casa Fiat de Cultura realiza a exposição “EntrePanos: rupturas do moderno e contemporâneo”, reunindo nomes como Tarsila do Amaral, Helio Oiticica e Flávio de Carvalho para discutir as dimensões do vestir.

2023 - A Casa Fiat de Cultura realiza as mostras O Inferno de Dante, que trouxe interpretações visuais da obra de Dante Alighieri; Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas, que destacou a estética modernista no mobiliário brasileiro, e OCEANVS, que uniu arte e tecnologia para refletir sobre a água por meio de uma experiência imersiva.

2024 - O ano marcou uma programação diversificada, que aprofundou diálogos sobre o colecionismo, com Visível Sensível: do colecionismo ao museu; realizou a primeira exposição de Pancetti em Belo Horizonte; homenageou a capital mineira por meio das obras de Carlos Bracher e apresentou a exposição interativa “Pimpa”, personagem infantil italiana.

2025 - A Casa Fiat de Cultura promove o restauro de obras da artista Yara Tupynambá e realiza “Arte Gravada: acervo do MAP na Casa Fiat de Cultura”, celebrando a cultura mineira; com “Natureza Transformada”, promove o diálogo entre arte, arquitetura e natureza; “Em cada canto” reúne obras brasileiras da coleção de Vilma Eid; e a inédita mostra “Niki de Saint Phalle. Sonhos de liberdade” marca a Temporada França-Brasil.  Pela primeira vez no Brasil, realiza a exposição de gravuras “Rembrandt – O mestre da luz e da sombra”. A instalação “Manguezal”, que conta com a escultura Radici di Mangrovia (Raízes do Mangue), dos artistas italianos Mariagrazia Abbaldo e Paolo Albertelli é doada pela Casa Fiat de Cultura ao idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, responsável por gerir o Museu do Jardim Botânico, com exposição dedicada à obra.

2026 – A Casa Fiat de Cultura celebra 20 anos e abre as comemorações com exposição dedicada a Renoir.

20 anos da Casa Fiat de Cultura em números

  • 5 milhões de visitantes
  • 800 mil jovens, crianças e professores atendidos pelo Programa Educativo
  • 110 exposições de acervos internacionais e nacionais
  • Mais de 3,5 mil obras de arte apresentadas
  • Mais de 100 instituições parceiras em todo o mundo
  • 13 itinerâncias realizadas, promovendo a circulação dos acervos e o acesso às exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Buenos Aires
  • 11 prêmios de Comunicação e Desenvolvimento Cultural
  • 48 novos artistas contemplados na seleção da Piccola Galleria
  • 11 presépios colaborativos com a participação do público
  • Mais de 200 empregos diretos e indiretos a cada exposição
  • 750 pessoas atendidas em grupos PCDs, inclusivos, socioeducativos e de diversidade

Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. 

Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em Braille e atendimento em libras. Mais de 100 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari e Rembrandt, entre outros. 

Há 20 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. 

A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 800 mil participaram de suas atividades educativas.

Serviço

- Casa Fiat de Cultura   
- Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – Belo Horizonte/MG
- Circuito Liberdade
- Horário de Funcionamento
- Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 21h  
- Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h

Informações  

Casa Fiat de Cultura - www.casafiatdecultura.com.br   
- casafiatdecultura@stellantis.com  
- facebook.com.br/casafiatdecultura  
- Instagram: @casafiatdecultura  
- X: @casafiat  
- YouTube: Casa Fiat de Cultura
  
Casa Fiat de Cultura
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BMW GROUP ANUNCIA NOMEAÇÃO DE SEAN GREEN PARA LIDERANÇA DA MINI NA REGIÃO AMÉRICAS

Sean Green

O BMW Group nos Estados Unidos anunciou que Sean Green assumirá o cargo de Vice-Presidente da MINI região Américas, a partir de 1º de maio de 2026. Sean sucede a Mike Peyton, que decidiu buscar novas oportunidades fora da empresa. Sean se incorpora à região das Américas após ter sido, mais recentemente, Head do BMW Group China em Pequim, onde supervisionou todas as atividades do Grupo na região.

Nativo da Inglaterra, Sean trabalha para o BMW Group há mais de 35 anos. Aos 16 anos, juntou -se à BMW no Reino Unido como técnico aprendiz, construindo sua carreira dentro da empresa em áreas de pós-vendas, marketing de produto e vendas, tanto para as marcas BMW quanto MINI.

Sua trajetória inclui quatro anos na sede central em Munique e três anos e meio liderando o BMW Group em Dublin, Irlanda. Durante mais de 10 anos, Sean desempenhou funções de alta liderança em Pequim para as marcas do Grupo, culminando recentemente como Head da região.

A conexão de Sean com a MINI começou muito cedo. Ele lembra que o primeiro carro da família foi um Mini 850 verde de 1967, seguido pelo seu primeiro carro próprio aos 17 anos, um Mini 1000 azul. Desde o ano 2000, Sean tem estado estreitamente envolvido com a marca, incluindo o relançamento da MINI no Reino Unido e a direção do negócio da MINI tanto na Europa quanto na China.

"A região Américas desempenha um papel importante para o BMW Group a nível global", comentou Sebastian Mackensen, Presidente e CEO da BMW América do Norte. "Sean chega à região com grande experiência, paixão e um histórico comprovado de liderança que nos ajudará a consolidar o sucesso da marca MINI na região, e me entusiasma voltar a trabalhar com ele. Agradecemos ao Mike por sua contribuição durante mais de uma década aos negócios da MINI e BMW Motorrad, e desejamos sucesso em seus futuros projetos".

A conexão de Sean com a MINI começou cedo. O primeiro carro de sua família foi um Mini 850 verde de 1967, seguido de seu primeiro carro próprio aos 17 anos, um Mini 1000 azul. Desde 2000, Sean tem estado estreitamente envolvido com a marca, incluindo o relançamento da MINI no Reino Unido e a liderança da MINI tanto na Europa quanto na China.

Mike Peyton deixa o BMW Group após liderar as operações da BMW Motorrad e MINI na região Américas. Como Head da MINI Américas, Peyton impulsionou melhorias na rede de concessionários e nos negócios, o que contribuiu para aumentar a rentabilidade e estabelecer as bases para o bem-sucedido lançamento de um portfólio de produtos completamente novo para a marca. Anteriormente, Peyton ocupou cargos de direção na Harley-Davidson e na Ford Motor Company.

BMW Group Brasil
JeffreyGroup

VOLVO CARS ANUNCIA NOVA ESTRUTURA EXECUTIVA PARA BRASIL E AMÉRICA LATINA

Marcelo Kronemberger acumula funções de liderança para operação brasileira e latinoamericana, enquanto Marcelo Godoy assume posição estratégica para a região

Marcelo Kronemberger

A Volvo Cars anuncia uma nova estrutura para Brasil e América Latina. Com a nova estrutura, Marcelo Kronemberger acumula as funções de presidente da operação brasileira e latino-americana, da qual já era o líder desde junho de 2025. Kronemberger é formado em economia, com MBA em Auditoria e Controladoria, e entrou para a Volvo Car Brasil em 2012, como Business Controller. Já passou pelas áreas de Importadores como Managing Director, foi também Diretor Comercial no Brasil e fez parte da Organização de importadores GILA conduzindo a gestão de mais de 50 países.

"Estou muito feliz com essa consolidação das operações. Poder unir a liderança do Brasil e da América Latina representa uma grande oportunidade de integração e fortalecimento da marca Volvo em toda a região. Temos um time excepcional e resultados que demonstram nosso potencial de crescimento", afirma Marcelo Kronemberger.

À frente da Volvo Car Brasil desde dezembro de 2023, Marcelo Godoy passa a ocupar a posição de Head de Vendas, Planejamento e Logística para Brasil e América Latina. Seu foco será aplicar sua expertise para os outros mercados da região, reforçando o excelente resultado entregue pela operação brasileira, em 2025, quando encerrou o ano com 9.721 carros emplacados, o recorde da marca em mais de duas décadas de atuação no território nacional.

“O Godoy e todo o time da Volvo Car Brasil fizeram um trabalho incrível em 2025, levando a marca ao maior número de vendas em sua história. Contar com todo o conhecimento dele para impulsionar outros mercados da América Latina será de grande valia para a região”, afirma Kronemberger.

Marcelo Godoy

Para Marcelo Godoy, encarar esse novo desafio é mais uma oportunidade de expandir o legado feito no Brasil. “Só tenho a agradecer a todo o time da Volvo Car Brasil, que fez um excelente trabalho desde o fim de 2023, quando passei a liderar a equipe. Tenho muito a deixar como legado este grande resultado com 9.721 carros vendidos. Estou muito empolgado para ajudar as operações de outros países na América Latina”, garante Godoy.

Com a nova estrutura, a diretoria para América Latina e Brasil conta, além de Marcelo Kronemberger como presidente e Marcelo Godoy como Head de Vendas, Planejamento e Logística, com os seguintes executivos: André Bassetto como Head de Produto e Market Intelligence, Ricardo Ochiai como Head de Network e Eduardo Oshima como Head de Pós-Vendas. Permanecem em suas posições: Rita Leme como Head de People Experience, Felipe Yagi como Head de Marketing, Comunicação e Customer Experience, e João Reia como Head de Finanças.

Volvo Cars
Casulo Colab

MARCELO LITVIN É O NOVO CFO DA TEMPO

Executivo com trajetória em finanças, operações e transformação assume para fortalecer disciplina financeira e apoiar os próximos ciclos de crescimento da companhia

Marcelo Litvin

A Tempo, companhia líder nos segmentos de assistências, conveniências e serviços especializados, anuncia a chegada de Marcelo Litvin como novo Chief Financial Officer (CFO). A nomeação reforça o compromisso da empresa com uma gestão financeira ainda mais estratégica, conectada ao negócio e alinhada à agenda de crescimento sustentável.

Mais do que liderar a área financeira, Marcelo chega com papel central na discussão de temas como alocação de capital, alavancas de valor, gestão de riscos e eficiência operacional, e irá atuar em apoio direto ao comitê executivo e ao conselho de administração.

Com passagens por Oi, Philips, Alpargatas e Bliv, o executivo construiu uma carreira sólida nas áreas de finanças, estratégia e operações, com experiência internacional e atuação em países como Brasil, Argentina e Estados Unidos. Ao longo de sua trajetória, ocupou posições de liderança e ocupou cargos de COO, CFO e Chief Transformation Officer, com foco em criação de valor, transformação e crescimento em ambientes complexos.

“Enxergamos no Marcelo um perfil hands-on, orientado a resultados e com alta capacidade de execução. Ele também é reconhecido por seu estilo colaborativo e por liderar equipes de alta performance. Chega com o desafio de fortalecer a cultura de controles internos, conformidade e disciplina financeira, sem perder a agilidade necessária para sustentar o crescimento da Tempo. Sua chegada representa mais um passo importante na consolidação da nossa estratégia, reforçando nossa ambição de crescimento sustentável, excelência operacional e geração de valor de longo prazo”, explica João Armesto, CEO da Tempo.

Na nova posição, Marcelo destaca o potencial de escala do ecossistema da companhia. “É um privilégio assumir a Diretoria Financeira de uma empresa que é referência nos segmentos em que atua, com alta capacidade de operar em qualquer cidade do Brasil, e que conta com uma proposta de valor muito relevante para o amplo mercado de serviços do país — especialmente nas frentes de Assistência e Conveniência. Quero contribuir para acelerar essa tese, que está repleta de oportunidades”, reforça Marcelo Litvin.

TempoCom mais de 30 anos de atuação no mercado brasileiro, a Tempo é a líder nacional em Assistências – que abrange os segmentos de Mobilidade, Dia a Dia, Família e Bem-Estar -, e Serviços de Conveniências – que incluem Montagem, Instalação, Reparação e Conservação. A companhia gerencia um amplo portfólio de soluções, como guincho, socorro mecânico, encanador, eletricista, chaveiro, assistência funeral, check-up médico, cuidados com pets. Sediada em Barueri (SP), a empresa tem como principais acionistas os fundos de private equity Carlyle / SPX e o braço de investimentos da Swiss RE. A carteira de clientes da companhia reúne as principais seguradoras, montadoras de veículos, bancos, financeiras e varejistas do País, que consolidam a distribuição de seus serviços por meio dos canais B2B e B2B2C. Sua capilaridade se estende por todo o território nacional com mais de 22 mil empresas parceiras aptas a prestar serviços e atendimento 24 horas por dia e sete dias por semana. Com uma base de mais de 21 milhões de usuários cadastrados – que, em 2025, solicitaram cerca de 3 milhões de serviços de Assistência ou de Conveniência -, e sustenta uma operação que gera, atualmente, 1.300 empregos diretos

Tempo
Ketchum

LEMBRANÇAS!!! Por chicolelis*

"Um orgulho ter me encontrado com Vinicius de Moraes e Toquinho"

Penso que, quando chegamos aos 80, um monte de lembranças começa a chegar à nossa mente. Eu não sou diferente, inclusive nas dores e nas idas aos médicos que nos mandam para laboratórios onde nos furam, nos fazem entrar em máquinas barulhentas e desconfortáveis. Tudo para “especular” sobre a nossa saúde.

Bem, voltando às lembranças, conto apenas aquelas que mais marcaram minha infância, juventude e idade adulta. Entre elas a mais marcante está relacionada às minhas idas ao auditório da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, onde assisti, algumas vezes, o programa “Cesar de Alencar”, sucesso nacional da emissora.

Eu morava no Grajaú, bairro carioca e ia para  a rádio Nacional, na Zona Portuário do Rio, nas lotações que se usava no Rio nos anos 50. Era uma viagem temerosa, pois os motoristas eram “alucinados” fechando outros veículos, “furando”  farol (não lembro que se chama no Rio).

E ali vi, e ouvi, Ângela Maria, Nelson Gonçalves, Emilinha Borba, Marlene, João Dias, Francisco Carlos e, o então Rei da Voz, Francisco Alves. Ele cantava uma música que fez sucesso com a crianças (eu, com 6 ou 7 anos, era seu fã também): Criança feliz/feliz a cantar/alegre embalar seu sonho infantil/ó meu bom Jesus, que a todos conduz/ olhai as crianças do nosso Brasil.

Quando ele morreu, em 1952 no seu potente Buick 1950, preto, que ele mesmo dirigia, pela Via Dutra, ao bater em um caminhão. Nós, as crianças do Brasil, choramos sua morte, quando ouvimos  a notícia pelo rádio (eu já morava em Ponte Nova, MG), Diz a lenda, que o disco encontrado na “vitrola” da sua casa, no Rio de Janeiro, era “Adeus”: Adeus, adeus, adeus/cinco letras que choram/num sorriso de dor.... é como o fim de uma estrada....

Até chegar à pré adolescência (naquela época não existia esse termo) foram muitas viagens no Trem de Prata ou pela Cometa (entre Rio e São Paulo), sem a presença de celebridades (outro termo não usado naqueles tempos). Até que Cláudia Cardinale, minha paixão juvenil/adulta veio ao Brasil para filmar “Uma Rosa para Todos”, em 1965. E resolveram fazer um concurso para escolher o brasileiro que iria contracenar com ela. Bobo, acreditei naquela jogada de marketing. E lá fui eu, ao Rio, a bordo do trem de prata, levando minha fotos, entregues após enfrentar uma enorme fila, na porta do Copacabana Palace, até hoje imbatível no seu carisma, na sua majestade. Nunca soube o destino das minhas fotos. (Lixo, com certeza!).

Após a frustração com a La Cardinale, vieram passagens com muitas celebridades das épocas, sem lembrar aqui a cronologia dos acontecimentos. Com Rita Lee o encontro relâmpago foi em um bar ao lado da Record, na avenida Brigadeiros Luiz Antônio, SP. Ela, então nos Mutantes, ainda não era a maravilhosamente famosa Rita que conheceríamos anos depois. Mas já era linda com seus lindos olhos verdes Depois de enfrentar a Via Anchieta e a subida da rua Tabatingüera, SP, (que, apesar de ser curta, sua inclinação não permitia ao ônibus do Expresso Brasileiro passar dos 5 ou 8 km/h).

Na mesma São Paulo, que frequentava regularmente, sempre enfrentando a Tabatingüera, a moça ao mau lado, no balcão da loja, deixou cair um papel. Sem olhar para ela, abaixei-me para pegá-lo. E na volta, fui percorrendo aquele corpo, coberto por um longo vestido azul claro que parecia não acabar. Finalmente o rosto, aquela que foi uma das minhas grandes paixões: Dina Sfat que, simpática, gratificou-me com um a belo sorriso. Ganhei o dia!

Os joelhos da Bossa Nova

Um casal amigo morava no Rio, para onde viajei, a bordo de um Cometa, em Ipanema. A varanda do “apê” dava para um pátio fechado, que servia a vários prédios no quarteirão. E, todos os dias, no final da tarde, Nara Leão (uma das maiores responsáveis pelo movimento da Bossa Nova) era a  moradora em um desses edifícios. E todos os dias ficava com sua filha sentada na grama do pátio. E a vizinhança ia para janelas e varandas ver a moça que tinha aqueles, na época, considerados os mais belos joelhos da MPB.

Com Elis Regina, considerada a melhor cantora brasileira de todos os tempos, meu encontro aconteceu em Santos, de maneira muito desagradável, por ambos os lados.  Repórter de A Tribuna (jornal centenário que teve a primeira mulher secretária do Brasil, em 1990, minha querida amiga Miriam Guedes Azevedo), em Santos, fui escalado para cobrir o show que Elis Regina fez na cidade (não lembro a data, mas foi entre 1971 e 1973).

E lá fui eu, a bordo da Rural Willys do jornal, dirigida pelo Arnaldo, irmão Américo, chefe dos motoristas, e pelo fotógrafo  o elegante Paco (Francisco Herrera, que tinha mais dois irmão clicando no jornal, o Zézinho  e o Raphael). O show era no Clube de Regatas Santista, (que hoje dá lugar às  obras de mais um arranha céu, na Ponta da Praia). Procurei pelo empresário da cantora e ele pediu que esperasse alguns minutos. A Elis estava ao telefone.

Ouvia alguns gritos que ela dava,  mas sem entender direito o que dizia. Quando o empresário abriu a porta, pedindo que eu entrasse, apresentou-me como jornalista do “jornal local”. Foi o quanto bastou para a  “Pimentinha” (apelido dela) “soltasse os cachorros” para cima de mim. “Jornalista é tudo igual, tudo *****, canalhas mentirosos, criadores de casos, seus *****. Olhei bem para ela e falei no meu tom de voz (gritando) vá à *****. Virei de costas e fui embora. Assisti ao show e no dia seguinte, ignorando o nosso encontro frustrado, alegando atraso da chegada da artista,  escrevi sobre o maravilhoso show que assistira.

Outro acontecimento em Santos, este prazeroso, foi meu encontro com Vinicius de Moraes e Toquinho, na porta da Faculdade de Medicina de Santos, da Fundação Lusíada, onde minha filha formou-se. Cheguei a bordo de outra Rural Willys, azul e branca, de A Tribuna, levada pelo Américo (o irmão do Arnaldo) o fotógrafo Arnaldo Giaxa (este não tinha irmão fotógrafo  na casa)

Daí para um  carro e dele descem os dois músicos. Apresentei-me e eles perguntaram onde poderiam tomar alguma coisa ali perto. Perto, só uma padaria.

- Vamos lá! Disse o Poetinha.

Entramos sentamo-nos à uma mesa. Alguém nos atendeu e Toquinho perguntou qual uísque eles tinham. Old Eight foi a resposta. Quando trouxeram a garrafa com os copos e gelo. Vinícius pediu Club Soda para misturar com a bebida. Quando a garrafa ia ser retirada, o Poetinha pediu a deixassem ali. Havia cerca de ¾ nela. E, na quase uma hora que ficamos ali, na padaria, os dois “entornaram” o seu conteúdo.  Me orgulho deste encontro.

Também encontrei com Paulinho da Viola, um dos nossos maiores sambistas, Jaques Morelenbaum, violoncelista e arranjador (quando ainda tinha cabelos), Milton Nascimento, com quem tive um prazeroso almoço no Rubaiyat, na alameda Santos. Uma boa noitada aconteceu no bar do Casa Grande Hotel, no Guarujá, SP, quando do lançamento da Toyota Fielder. Uma longa conversa do Roberto Menescal (um dos maiores músicos desta terra descoberta por Cabral), onde contou muitos “causos” da nossa Bossa Nova.

Grandes noitadas com Cesar Camargo Mariano (grande maestro, pianista arranjador, que me deu o prazer de me incluir no seu grupo de amigos. Cesar me ensinou algumas maneiras diferentes de tomar Jack Daniel’s, além do tradicional “shot”. Um bom companheiro, que está morando longe e de quem tenho muita saudade.

Tem muito mais coisa para falar sobre celebridades, como a felicidades que tive de conhecer o Bird Clemente, meu ídolo maior  (junto com a Nelson Piquet) que me fazia viajar de Santos até Interlagos, durante mais de cinco horas, só para vê-lo,  entrar de lado nas curvas do autódromo. Acho que minha admiração por ele foi quando descobri que, com o eu, ele usava óculos. E pilotava com eles  aquele maravilhoso Willys Interlagos.

Basta por hoje.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

EXPORTAÇÃO DE SUCATA FERROSA INICIA 2026 COM ALTA DE 17% E DIFICULDADES DE VENDAS NO MERCADO INTERNO

Recicladores temem que possível venda das operações da CSN atraia empresa chinesa ao País, inundando ainda mais o mercado brasileiro de aço importado

Foto: grandesconstrucoes.com.br

As exportações de sucata ferrosa, insumo utilizado na fabricação do aço, iniciaram 2026 em alta. Em janeiro, o volume de sucata exportada foi de 69.349 toneladas, um aumento de 16,9% em comparação ao mesmo mês de 2025, quando atingiram 59.323 toneladas. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia, Secex.

No ano passado, as vendas externas já haviam batido recorde, com total de 885.732 toneladas, aumento de 28,2% em relação ao volume de 2024, com 690.791 toneladas. As vendas externas em 2025 superaram em 10,7% o recorde anterior, em 2023, quando chegaram a 800 mil toneladas.

O aumento das exportações – apenas o excedente não comercializado no mercado interno – se deve ao baixo interesse das usinas siderúrgicas nacionais, que há anos sofrem com a concorrência do aço importado. O produto chega ao Brasil com preço barato (cerca de 6 milhões de toneladas ao ano, para um mercado total de 36 milhões), concorrendo com o produto nacional.

“Essa situação vem desestruturando a indústria brasileira do aço, que não tem como competir com a China, mais eficiente do ponto de vista logístico e tributário e que, além disso, tem subsídios do governo há vários anos. Isso tem levado à forte queda nas compras de sucata ferrosa no mercado interno”, afirma Clineu Alvarenga, presidente do Instituto Nacional de Reciclagem (Inesfa), órgão de classe que representa mais de 5,5 mil empresas recicladoras que praticam a sustentabilidade e impulsionam a economia circular, reinserindo materiais reciclados no ciclo da transformação.

A situação pode se agravar ainda mais caso se confirme a venda das operações da CSN no Brasil. Em fato relevante divulgado em 15 de janeiro, a siderúrgica informou que o conselho de administração autorizou a companhia a iniciar um projeto estruturado de desinvestimento, com foco na reorganização da estrutura de capital e na redução do endividamento.

Alvarenga teme que investidor chinês compre a siderúrgica, como forma de colocar um pé no Brasil, fato que poderá inundar ainda mais o mercado brasileiro de aço, afetando negativamente toda a cadeia, desde a siderurgia até os recicladores de sucata, cooperativas e catadores autônomos. Como há uma forte concentração no País com poucas usinas, o Cade pode vetar a compra por um concorrente nacional, abrindo oportunidade para os chineses.

Conforme o presidente do Inesfa, “o setor de reciclagem fez o dever de casa e tem capacidade atualmente de oferecer às usinas siderúrgicas nacionais um material pronto para uso, de melhor qualidade, que torna a produção de aço mais eficiente”. A comercialização da sucata de pronto uso evita, também, a atuação dos chamados “noteiros”, que fazem uma concorrência desleal e vendem o material in natura, sem recolhimento de impostos. Hoje, cerca de 60% da sucata consumida pelas usinas no mercado interno é de pronto uso, diz o Inesfa. Os principais compradores da sucata brasileira no exterior, também de pronto uso, são Índia, Bangladesh e Paquistão.

Reforma tributária

Embora o governo, por meio da Fazenda, tenha emitido uma nota afirmando que a venda de materiais realizada por catadores, cooperativas e organizações da economia popular seguirá isenta de tributação após a reforma tributária, o Inesfa teme pelo futuro do setor. “Sabemos que haverá impacto, mas no momento não conseguimos afirmar qual será na cadeia da reciclagem. Há muitas particularidades no setor. Já solicitamos reuniões com a Receita para fazer essa avaliação e estamos participando ativamente do Fórum Nacional da Economia Circular, do MIDC”, diz Alvarenga.

Além disso, a entidade encomendou estudo para saber o impacto da Proposta de Emenda Constitucional 34, de 2025 (PEC da Reciclagem), defendida pelo setor, na arrecadação tributária. A PEC já alcançou no ano passado às 185 assinaturas necessárias para ser analisada. Alvarenga lembra que na recente mensagem do presidente ao Congresso Lula pediu aos parlamentares que acompanhem o andamento da PEC, “que corrige o crédito concedido pela reforma tributária no setor de reciclagem”.

Inesfa - Instituto Nacional de Reciclagem
Letras e Fatos Comunicação

SAFRINHA DE MILHO: ESTRATÉGIA, TEMPO E ESCOLHAS BEM CALIBRADAS. Por Talita Cury*

A segunda safra de milho consolidou-se como um dos pilares da agricultura brasileira, ao mesmo tempo em que se tornou uma das etapas mais sensíveis do calendário agrícola. Janelas de plantio mais curtas, maior exposição ao estresse hídrico e pressão crescente de pragas e doenças elevaram o nível de risco e exigem decisões cada vez mais precisas ao longo do ciclo produtivo.

O milho ocupa hoje posição estratégica não apenas na alimentação animal, mas também na matriz energética, com o avanço consistente do etanol. Esse protagonismo amplia responsabilidades e reforça a necessidade de sistemas produtivos mais eficientes, capazes de sustentar produtividade mesmo em condições menos favoráveis. Reduzir perdas, otimizar recursos e proteger o potencial produtivo desde o início da lavoura tornou-se parte central da estratégia.

Nesse contexto, soluções de nutrição e proteção biológica ganham relevância como ferramentas complementares ao manejo convencional. Atuando de forma preventiva, contribuem para o equilíbrio fisiológico da planta, melhoram a eficiência no uso da água e ajudam a mitigar os impactos de estresses bióticos e abióticos. Não substituem planejamento ou disciplina operacional, mas aumentam a previsibilidade do sistema quando bem posicionadas.

Mesmo com a safrinha em andamento, ainda há espaço para decisões que preservam produtividade e rentabilidade. Leitura criteriosa da lavoura, ajustes técnicos e intervenções no momento adequado fazem diferença em um ambiente no qual o custo do erro é elevado e o tempo é um fator crítico.

A experiência recente da agricultura brasileira mostra que eficiência produtiva e sustentabilidade caminham juntas, especialmente em sistemas intensificados como o da segunda safra. O milho responde positivamente ao planejamento, à integração de soluções e à gestão responsável do risco. É nesse equilíbrio entre técnica, timing e estratégia que a safrinha segue cumprindo seu papel econômico e social no país.

* Talita Cury é Conselheira de Administração e
Relações Institucionais do Grupo Santa Clara

Grupo Santa Clara
Conceito Comunicação

O MOMENTO QUE VIVE O BRASIL

“É importante mostrar para o mundo o momento que vive o Brasil”, disse Lula, na despedida da Índia

Em coletiva de imprensa concedida neste domingo (22), antes do embarque para a Coreia do Sul, presidente exaltou o momento do Brasil no cenário internacional, fez projeções otimistas, disse o que espera do encontro com Donald Trump, ressaltou o BRICS e voltou a cobrar uma reformulação na ONU.

O presidente Lula afirmou ter certeza que o Brasil é um dos países de maior credibilidade em nível internacional: "Isso só é possível com muito trabalho e com muita seriedade" - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Ao fazer um balanço de sua visita à Índia neste domingo (22), durante entrevista coletiva concedida antes do embarque para a Coreia do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou os resultados da missão e afirmou que é preciso seguir apresentando ao planeta as potencialidades do Brasil. 

“É importante mostrar para o mundo o momento que vive o Brasil. Em apenas três anos e dois meses, nós fizemos mais de 520 novos mercados de produtos brasileiros. É mais do que tudo que a gente já tinha alcançado em muito tempo”, disse o presidente. “Nós não temos preferência comercial. O Brasil tem interesses comerciais. E o faremos com quem quiser fazer, desde que seja uma política de ganha-ganha”, destacou.

"Nós não temos preferência comercial. O Brasil tem interesses comerciais. E o faremos com quem quiser fazer, desde que seja uma política de ganha-ganha”, afirmou o presidente do Brasil.

Lula lembrou que, há 21 anos, esteve na Índia e, ao retornar ao Brasil, celebrou o marco de 100 bilhões de dólares de comércio exterior. Desde então, esse montante foi multiplicado em mais de seis vezes. “Hoje, esse comércio está por volta de 649 bilhões de dólares. E eu espero que, dentro de algum tempo, a gente possa comemorar um trilhão de dólares de comércio exterior”.

Da mesma forma, o presidente mostrou otimismo em relação à ampliação do fluxo comercial com a Índia após esta viagem. “O primeiro-ministro (Narendra) Modi estabeleceu comigo a ideia de que nós precisamos ter uma meta para chegar a 20 bilhões (de dólares) até 2030. Eu disse: nós vamos chegar a 30 bilhões em 2030, porque o potencial econômico dos dois países é muito forte”. Em 2025, o fluxo bilateral superou 15 bilhões de dólares pela primeira vez na história, um crescimento de 25% em relação a 2024.

Lula ressaltou ainda que o momento do Brasil no cenário internacional é fruto de um intenso trabalho para reposicionar a imagem do país. “Tudo está acontecendo tal como estava previsto e tal como nós trabalhamos. Porque foi com muito trabalho que a gente conseguiu oferecer aos empresários internacionais previsibilidade, estabilidade fiscal, estabilidade econômica, estabilidade social e estabilidade jurídica. E hoje eu tenho certeza de que o Brasil é um dos países de maior credibilidade em nível internacional. Isso só é possível com muito trabalho e com muita seriedade”.

Acordos governamentais

Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira falou antes do presidente Lula e fez um balanço detalhado da agenda na Índia, destacando os acordos que foram fechados. “Os dois chefes de Estado concordaram em priorizar iniciativas de cooperação nas áreas de defesa, aviação civil e militar, comércio, investimentos, saúde, indústria farmacêutica, ciência e tecnologias digitais, energia, minerais críticos, cooperação espacial, educação e cultura. Por ocasião dessa visita, foram assinados 11 acordos governamentais. Dentre eles, destaco a declaração que estabeleceu a parceria digital para o futuro, além de instrumentos nas áreas dos minerais críticos, propriedade intelectual, saúde, serviços postais, empreendedorismo e certificados de origem, entre vários outros. Foram também firmados três instrumentos público-privados entre universidades, fundações e outros entes governamentais”, listou o ministro.

Maior das missões

Presidente da ApexBrasil, Jorge Viana foi além e classificou a visita à Índia como a mais profícua de todas as realizadas nesta gestão pelo Governo do Brasil. “De todas as missões, acho que essa foi a maior, com extraordinários resultados, e que tem um futuro extraordinário pela frente. Nós inauguramos o escritório da Apex aqui em Nova Délhi, que já está funcionando. Nós colocamos produtos do Brasil na maior rede de supermercados daqui de Nova Délhi. Amanhã, vamos colocar na maior rede de supermercados de Mumbai. São pelo menos 40 lojas que já vão ter produtos brasileiros: castanha, açaí, limão, frutos”, revelou Viana, que também afirmou que em breve haverá um voo direto de Nova Délhi para o Brasil, o que facilitará ainda mais os fluxos comerciais e turísticos.

Principais pontos da entrevista do presidente Lula

Estados Unidos e Donald Trump
A pauta que eu quero conversar com o presidente norte-americano é muito mais ampla do que minerais críticos. Nós temos uma relação diplomática de 201 anos. É uma relação muito sólida. O que eu quero conversar com o Trump é a relação entre o Brasil e os Estados Unidos. Eu não sei qual é a pauta dele, mas eu espero que, depois dessa reunião, a gente possa estar garantindo que a gente voltou a ter uma relação altamente civilizada, altamente respeitosa. Nós queremos ter relações iguais com todos os países. Nós queremos tratar todos em igualdade de condições e receber deles um tratamento também igualitário. Se isso for possível, eu acho que tudo voltará à normalidade.

Derrubada das tarifas dos EUA
Eu quero conversar com o Trump pessoalmente, sentar em torno de uma mesa para conversar com muita seriedade sobre a importância da relação civilizada entre Brasil e Estados Unidos. E obviamente que eu não tenho como ficar medindo a decisão da Suprema Corte americana. Não tem como um presidente de outro país julgar a decisão da Suprema Corte. Alguém recorreu, a Corte tomou a decisão. Certamente, ele já tomou novas medidas, alguém vai recorrer, vai ter outra decisão. Da nossa parte, o que nós achamos é que houve um alívio para muitos países que estavam taxados em 50% e 40%. Agora para todo mundo vai ser 15%. Eu estou convencido que na conversa a relação Brasil-Estados Unidos vai voltar à normalidade. Eles têm interesse, nós temos interesse. Se taxar alguns produtos nossos vai causar inflação nos Estados Unidos e vai ser prejudicial ao povo americano. Ele já sabe disso.

Reuniões com MODI e empresários indianos
Não discutimos nenhum problema que fosse polêmico entre nós dois, porque eu não vim aqui para discutir a divergência, eu vim aqui para discutir a confluência. E eu tenho muita afinidade com o primeiro-ministro Modi. Posso dizer que os empresários indianos são muito otimistas com relação aos seus investimentos no Brasil. O que nos une nesse instante é a nossa briga para que as nossas economias sejam fortalecidas e a gente possa sair da situação que a gente se encontra. Nós queremos nos transformar em países altamente desenvolvidos.

Reformulação na ONU
Nós precisamos ter fóruns para discutir as coisas, porque senão as coisas não mudam. Nós estamos reivindicando há muito tempo a mudança no estatuto da ONU e a mudança no Conselho de Segurança da ONU, dos membros permanentes, mas também a mudança dos países. Precisa ter mais gente no Conselho de Segurança. Não tem nenhum país do continente africano, não tem nenhum da América Latina. Só tem a China, da Ásia. Por que a Índia não está no Conselho de Segurança da ONU? Um país com um bilhão e quatrocentos milhões de seres humanos. Por que o Brasil não está? Por que a Alemanha não está? Por que o México não está? Por que a Nigéria não está? Por que o Egito não está? Você tem muitos países com mais de cem milhões de habitantes que poderiam estar, para quê? Para mudar. Para a ONU voltar a ter eficácia, a ter representatividade. Porque do jeito que está a ONU, ela tem hoje pouquíssima eficácia. Ela não resolve nenhum problema. É preciso fortalecer a ONU se a gente quer que prevaleça uma instituição de importância vital para a manutenção da paz e da harmonia no mundo. Eu acho que, juntos, esses países em desenvolvimento e os países do Sul Global podem mudar a lógica econômica do mundo.

BRICS
O BRICS é um processo de formação de um grupo muito forte. Quase metade da humanidade. O que nós precisamos é ter consciência de que 10 membros do BRICS participam do G20. Por que foi construído o G20? Por conta da crise do subprime causada em 2008. Por que foi criado o BRICS? Por conta das reuniões que a gente fazia com a Índia, com a China e com a Rússia. A gente está dando uma certa cara a um grupo que era marginalizado, que era o chamado pessoal do Sul Global. E nós temos pretensões políticas. Criamos um banco, que é o banco do BRICS. Tudo nosso é muito novo ainda. O que nós queremos é fortalecer um grupo. Quem sabe esse grupo, fortalecido, vai se juntar ao G20 e quem sabe um dia a gente tenha só um grupo, um G30. Eu estou convencido de que o BRICS é um jeito da gente ter o equilíbrio geopolítico no planeta Terra.

Governo Federal
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
FSB Comunicação

sábado, 21 de fevereiro de 2026

“INFLUENCERS: “PRAGAS” QUE ECOAM, CONSCIÊNCIAS QUE ESCOLHEM”. Por Linoel Dias*

Foto: digination.id

Vivemos em um tempo em que a influência deixou de ser privilégio de reis, líderes religiosos ou grandes pensadores. Hoje, qualquer pessoa com um celular na mão pode alcançar milhares — às vezes milhões — de outras. A era das redes sociais transformou cidadãos comuns em “influencers”, vozes capazes de moldar comportamentos, opiniões e desejos.

Mas influenciar é mais do que aparecer.

Influência é responsabilidade. Cada palavra publicada, cada imagem compartilhada, cada opinião defendida carrega um peso invisível, com impacto na vida de alguém. Há jovens formando valores, adultos buscando referências, pessoas fragilizadas procurando direção. Nesse cenário, a pergunta que precisa ecoar é: influenciar para quê?

Há influencers que promovem conhecimento, saúde emocional, fé, educação, solidariedade. Usam sua visibilidade como instrumento de luz. Tornam-se pontes, não palcos. Servem, não apenas se servem. São como lâmpadas colocadas no alto, não para exaltar a si mesmas, mas para iluminar o caminho de outros.

Por outro lado, existe o risco da superficialidade. Quando a busca por curtidas supera a busca por verdade; quando a imagem vale mais que o caráter; quando o lucro se torna mais importante que a consciência — a influência perde sua essência e transforma-se em ruído. E ruído não constrói, apenas distrai.

O texto Sagrado nos lembra que “pelos seus frutos os conhecereis”. Não pelos seguidores, não pelas visualizações, mas pelos frutos. Que frutos uma influência está gerando? Ansiedade? Comparação? Inveja? Ou esperança, aprendizado e crescimento?

O número de pastores/pastoras, sem a mínima formação, é cada vez maior, criando celeumas religiosas e sociais. Confundem popularidade com autoridade.

Também precisamos refletir sobre nosso papel como seguidores. Não somos vítimas passivas do conteúdo que consumimos. Escolhemos a quem dar audiência. Alimentamos aquilo que valorizamos. Se a sociedade produz influencers vazios, é porque há um público que os sustenta. Se produz líderes conscientes, é porque há uma audiência que deseja profundidade.

Influenciar não é apenas um título digital — é uma missão humana. Todos influenciamos alguém: filhos, amigos, colegas de trabalho. Mesmo quem não possui redes sociais é influencer no cotidiano. Cada atitude é uma mensagem. Cada decisão é um exemplo.

Talvez o grande desafio do nosso tempo não seja acabar com os influencers, mas transformar o conceito de influência. Que ela deixe de ser sinônimo de fama e passe a ser sinônimo de impacto positivo. Que o brilho das telas não apague o brilho da ética. Que a visibilidade caminhe ao lado da responsabilidade.

A verdadeira influência não se mede em números, mas em vidas tocadas. Não se constrói em algoritmos, mas em valores. E quando a consciência guia a comunicação, a influência deixa de ser vaidade — e se torna serviço.

* Linoel Dias é jornalista e colunista do “Coisas de Agora”

NAVEGANTES É O PRIMEIRO AEROPORTO DA MOTIVA COM CARREGADORES DE CELULAR POR INDUÇÃO NAS LONGARINAS

A solução, criada por um colaborador, transforma a experiência dos passageiros e deve ganhar expansão para outros aeroportos da Motiva

Carregar o celular durante uma viagem deixou de ser um desafio para quem passa pelo Aeroporto Internacional de Navegantes. O terminal é o primeiro da Motiva a testar um sistema de carregamento por indução instalado diretamente nos braços das longarinas, que são aqueles assentos presentes nas salas de embarque. A novidade foi criada por um colaborador do aeroporto de Navegantes e promete transformar a experiência dos passageiros.

A ideia surgiu de forma despretensiosa, mas cheia de propósito. “Eu estava voltando de uma viagem e meu celular estava com menos de 5% de bateria. O aeroporto estava lotado, todas as tomadas estavam ocupadas. Quando me sentei e olhei para o braço da longarina, pensei: ‘poderia ter um carregador aqui”, relembra Douglas Nardelli, analista de aeroportos e criador do projeto.

Desenvolvido de forma colaborativa, o sistema é simples e seguro: um módulo de carregamento é instalado no braço da longarina, com toda a fiação protegida e acabamento discreto. Basta encostar o celular sobre o ponto indicado e a bateria começa a ser recarregada, sem a necessidade de cabos.

Para os passageiros, a novidade já faz diferença. “Muito prático. Não precisei ficar procurando tomadas nem me preocupar em esquecer cabos. Enquanto esperava meu voo, consegui carregar o celular”, contou Pedro Batista, advogado, que estava a caminho do Rio de Janeiro.

O aeroporto preparou um espaço exclusivo onde todas as longarinas contam com a tecnologia de indução. O local já atrai mais movimento e tem gerado comentários positivos. “O principal benefício é oferecer mais pontos de carregamento, inclusive para quem esquece o carregador em casa. Transformamos um espaço antes pouco utilizado em uma área de conveniência para os passageiros”, destaca Douglas.

Para a gestão do aeroporto, a iniciativa reforça a importância de valorizar ideias que surgem dentro da própria equipe. “A Motiva está sempre em busca de soluções que ampliem a boa experiência dos passageiros. Projetos como esse mostram como a inovação também nasce de dentro, do olhar atento de quem vive o dia a dia do aeroporto”, afirma Wilson Rocha, gerente do Aeroporto Internacional de Navegantes.

O projeto, atualmente em fase piloto em Navegantes, já conta com planos de expansão. A expectativa é que a tecnologia seja implementada em outros aeroportos administrados pela Motiva ainda este ano, ampliando a experiência de uma jornada mais prática, conectada e conveniente, que já vem conquistando os viajantes. 

Aeroporto de Navegantes: Fundado em 1970, é o principal acesso aéreo para o litoral norte de Santa Catarina, onde estão localizados a cidade de Balneário Camboriú e o parque Beto Carrero World, por exemplo. Possui grande relevância para o turismo e os negócios da região Sul do Brasil. Está sob administração da Motiva desde março de 2022

Motiva: Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, a Motiva atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em sua plataforma de trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Primeira empresa do Brasil a integrar o Novo Mercado, a Companhia está listada há 14 anos no hall de sustentabilidade da B3

Motiva
Excom - Excelencia em Comunicação

NEOSOLAR LANÇA EQUIPAMENTO INÉDITO NO MERCADO BRASILEIRO PARA FORNECIMENTO DE ENERGIA EM LOCAIS REMOTOS

Gerador Solar 12Vcc é uma solução Off Grid completa, compacta e fácil de instalar

Com o crescimento acelerado no Brasil e no mundo, a energia solar é uma alternativa viável para levar eletricidade a áreas remotas, onde a rede elétrica tradicional não chega, ao mesmo tempo em que promove inclusão social, reduz impactos ambientais e estimula o uso de uma fonte limpa, renovável e economicamente acessível.

De olho nessa necessidade, a NeoSolar acaba de lançar o Gerador Solar 12Vcc ZTROON, uma solução Off Grid completa para cargas em corrente contínua, compacta e fácil de instalar — ideal para quem busca autonomia e eficiência energética.

O Gerador Solar ZTROON é versátil e pode alimentar diversos tipos de equipamentos, como câmeras de segurança e sistemas de vigilância, antenas e roteadores de internet, dispositivos IoT e sensores agrícolas, além de estações meteorológicas e sistemas de telemetria.

Vantagens e aplicações do Gerador Solar 12Vcc ZTROON

O produto possui saída de 12V para câmeras, repetidores, roteadores, modems, Starlink, iluminação, IoT. Além disso, as vantagens incluem ainda proteção contra sobrecarga e descarga, aquecimento automático em baixas temperaturas, conta com IP65, proteção contra chuva e poeira.

A solução incorpora em um único equipamento tudo o que um sistema solar precisa para funcionar: painel solar, controlador de carga e bateria de lítio integrados, além de um BMS inteligente que garante armazenamento seguro e maior vida útil ao sistema.

Produto inédito no mercado brasileiro, o equipamento possui um portfólio bem amplo com atualmente 3 modelos, 60W, 100W e 240W prontos para uso no modo plug & play. O equipamento possui integração que dispensa instalações complexas e pode ser fixado diretamente em postes ou paredes.

“Nosso portfólio ganha mais robustez com o Gerador Solar All In One da ZTROON e reforça o compromisso em oferecer tecnologia para o cliente que busca a sua própria geração de energia, com alta eficiência e desempenho, em uma solução eficiente e segura”, afirma Raphael Pintão, sócio-fundador da NeoSolar.

Ideal para ambientes externos, o Gerador Solar possui baixo custo de manutenção, em uma operação confiável e de longa vida útil. “Com o adicional de suporte técnico especializado da NeoSolar, oferecemos uma solução completa para projetos Off Grid, áreas rurais, condomínios, construções temporárias e locais sem acesso à rede elétrica estável”, finaliza.

A NeoSolar é a maior distribuidora de produtos para energia solar Off Grid do Brasil, focada em fazer da energia solar fotovoltaica uma solução viável e utilizada em todo o país. Fundada em 2010, a empresa possui unidades de negócios para projetos On e Off Grid, cursos e treinamentos, bombeamento solar e soluções customizadas. A empresa foi uma das fundadoras da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR), principal associação do setor no País

NeoSolar

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

PENDURICALHOS, BALANGANDÃS E OUTROS BABADOS. Por Marli Gonçalves*

O juiz populariza ainda mais a expressão penduricalhos. O presidente sacode os balangandãs dele e chegam notícias sambadas de todos os cantos. O país do Carnaval é mesmo uma maravilha. Além de agora festejarmos o pré, o próprio e o pós, todos os blocos se mantêm alinhados, incluindo a política, a Justiça. E as lambanças que se estenderão durante o ano.

Aqui é mesmo Carnaval o tempo inteiro. Sacode. É visível a alegria dos jornalistas noticiando o breque aos penduricalhos dos poderes, incluindo o Judiciário, nas últimas sentenças do ministro Flávio Dino, uma das novidades mais recentes do STF (instituição que cada vez mais não nos falta como fonte de notícias). Uma das primeiras vezes que eu me lembre que o “juridiquês” é claro como água. Todo mundo entende, já sabia, está adorando ver expostos os ganhos adicionais de castas, que ultrapassam qualquer limite do razoável: os penduricalhos, assim descritos. Quem os defende, quem ganha, quanto ganha, como ganha, quem os inventa, auxílio-peru, auxílio panetone, licenças-prêmio, ajudas quase divinas que nem comprovar conseguem.

Flávio Dino realmente tem um perfil diferenciado. Haroldo Lima, que a pandemia matou em 2021, um dos meus maiores e antigos amigos, ex-guerrilheiro, ex-deputado constituinte, entre tudo o mais que viveu, sempre me dizia que Dino era especialmente inteligente, e o que é melhor, com humor, como o descrevia contando suas histórias. Haroldo convivia direto com ele, era dirigente do PCdoB, partido ao qual o ministro pertenceu durante anos. Agora vejo o quanto Haroldo tinha razão. Dino animou ainda mais o nosso Carnaval.

Mas não foi o único. Lula se superou na Avenida, beijando, na Sapucaí, um a um, os pavilhões de todas as escolas do dia que a Acadêmicos de Niterói o homenageava com o desfile e samba-enredo do qual ouviremos certamente falar durante muito tempo e até depois das eleições presidenciais previstas para outubro. Tentava mostrar imparcialidade. Desceu várias vezes à Avenida, creio até que um pouco para fugir do mau humor da primeira dama, Janja, que chegou toda pronta para desfilar, mas foi convencida de que não deveria para não piorar ainda mais a situação, e como se isso fosse possível àquela altura. Uma breve leitura do samba-enredo, que dificilmente não passou pelo crivo do Planalto, deixa qualquer um com dificuldade de defender que aquilo não foi uma forma de propaganda. Com um “quase” de oficial.

Uma trapalhada evitável – ou ao menos poderia ter sido melhor disfarçada - que juntou alas e alas de ode ao líder que, segundo o enredo, só fez o bem, nunca teve problemas ou questionamentos; aliás, nem preso foi. Censurar, jamais, mas que a puxada e a deselegância de tratamento de alguns temas foram excessivas não há como negar. Não era um bloco despojado desfilando por aí com eleitores e foliões travessos; naquele momento era uma Escola do Grupo Especial, que acabou, ainda por cima, despencando de novo, rebaixada, para gáudio (mais um) dado de graça aos opositores. Que inclusive se ofendem por muito menos.

Bem, dizem que é agora que o ano começa, embora há muito isso não seja mais verdade, e este já se mostra bem animado e perigoso. Nós, que não ganhamos penduricalhos, vamos continuar sambando, balançando nossos balangandãs por aí.

PS: Tive o prazer de fazer os textos do maravilhoso livro de pesquisa e imagens da fotógrafa Catherine Krulik, Carnavais do Brasil, da Grão Editora, 2010. Lá dá para ver a beleza de todos os carnavais que festejamos. Que não são poucos

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

FABIANO PEDRASSANI ASSUME A DIREÇÃO GERAL DA OSTEN MOTORS

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente

Fabiano Pedrassani

Fabiano Pedrassani assume a Direção Geral da Osten na divisão Motors, que reúne 33 operações de Vendas e Pós-Vendas, representando marcas de referência como BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, Ram, Triumph, Kawasaki, BMW Motorrad e BYD.

Engenheiro de formação, Fabiano possui MBA em Finanças, Administração e Economia, especialização em Estratégia, Liderança, Gestão de Negócios e Inteligência Artificial. Com mais de 20 anos de experiência, esteve à frente de empresas nacionais e multinacionais em posições C-Level, iniciando sua carreira no mercado financeiro, onde construiu uma base sólida de gestão apoiada em planejamento, processos orientados a resultados e valorização das pessoas.

Ao longo de sua trajetória executiva, liderou iniciativas de transformação digital, reestruturação operacional e melhoria consistente de desempenho, sempre conectando estratégia e execução. Seu DNA profissional é marcado por foco em indicadores, disciplina financeira e uma visão clara de longo prazo.

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente.

Cultura orientada ao cliente

Com 25 anos de história, a Osten construiu uma trajetória sólida no mercado automotivo premium, reconhecida pela excelência operacional e pelo foco genuíno no cliente. Esse posicionamento é sustentado por uma liderança presente e um modelo de governança claro, conduzido por Jorge Yamaniski Neto, CEO da Osten, e Jorge Yamaniski Filho, Presidente do Conselho, que combinam visão estratégica, disciplina de execução e responsabilidade institucional.

Desde a origem do grupo, a cultura Omotenashi orienta a forma de agir da Osten. Mais do que um conceito, trata-se de um conjunto de práticas incorporadas ao dia a dia, com foco no cuidado, na atenção aos detalhes e na antecipação das necessidades de clientes e parceiros. Essa aplicação consistente fortalece a cultura organizacional, amplia a confiança do mercado e reforça a capacidade da Osten de gerar valor de maneira sustentável.

A chegada de Fabiano Pedrassani à Direção Geral reforça esse modelo de liderança. Sua atuação aproxima ainda mais a governança da operação, fortalecendo a execução no dia a dia e conectando estratégia, pessoas e resultados.

Osten Group - Fundada em agosto de 2001, a Osten Group é um dos maiores grupos do segmento automotivo premium do Brasil. A Osten Motors, operação de concessionárias, representa as marcas BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, RAM, BYD, BMW Motorrad e Triumph Motorcycle, e foi uma das primeiras a comercializar veículos elétricos no País. A Osten GO atua em assinaturas e locação de veículos e motocicletas, com o objetivo de proporcionar uma nova rotina, por meio de experiências com veículos premium, uso e compartilhamento de veículos elétricos e terceirização da frota executiva para empresas. A Osten Seguros oferece soluções em seguros automotivo, residencial, empresarial, vida, previdência, saúde e odontológico. A REVO - Electric Revolution, é especializada na comercialização e instalação de pontos de recarga para veículos elétricos em residências, empreendimentos comerciais, shoppings e estacionamentos. A Osten Group está presente nos principais polos do Estado de São Paulo, com operações de Vendas e Pós-Vendas em São Paulo, São José dos Campos, Santos e Praia Grande, além de um Centro Administrativo e Logístico na Zona Leste da capital. Com atuação em todo o território nacional, o grupo é referência de excelência no setor automotivo, amplamente reconhecido e premiado pelas principais montadoras. O compromisso com a qualidade, a inovação e a experiência do cliente se refletem em elevados padrões em cada ponto de contato, especialmente em nosso pós-venda, que sustenta a força e a reputação da marca Osten. Clique aqui e visite o site

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