segunda-feira, 3 de março de 2025

GEOMEMBRANA REVOLUCIONA A IRRIGAÇÃO E REDUZ CUSTOS NO CAMPO

Tecnologia permite economia de até 60% no consumo de energia, maior eficiência no uso da água e ampliar área irrigada com a mesma outorga.

Com os desafios da agricultura moderna, o uso eficiente da água tornou-se uma prioridade para produtores que buscam reduzir custos e aumentar a sustentabilidade. Por exemplo, estudos indicam que a aplicação de geomembranas em reservatórios de irrigação pode gerar uma economia de até 60% nos gastos de energia, além de mitigar a perda de água por lixiviação no solo. Com um investimento inicial baixo, o retorno financeiro pode ser alcançado em menos de dois anos.

A busca por eficiência no agronegócio impulsiona a adoção de tecnologias inovadoras, e as geomembranas têm se mostrado fundamentais para otimizar os recursos hídricos. “Essa solução evita desperdícios, assegura a conservação da água e proporciona maior previsibilidade para os produtores. Diante de um cenário de instabilidade climática e aumento das exigências ambientais, sua implementação se tornou indispensável”, relata, Everardo Mantovani, Especialista em Irrigação e consultor do Grupo Nortène.

Redução de custos e impacto ambiental positivo

De acordo com levantamentos técnicos, além de garantir o armazenamento da água, as geomembranas permitem o controle mais preciso da lâmina d’água, possibilitando o bombeamento nos horários de menor tarifa elétrica, o que pode representar uma redução alta nos custos energéticos.

Outro fator relevante é o custo-benefício da tecnologia. “O investimento inicial das geomembranas corresponde a aproximadamente 7% do custo total do sistema de irrigação com pivô central, sendo amortizado em menos de dois anos devido à economia gerada na conta de energia e à redução das perdas hídricas”, explica o consultor da Nortène. Essa redução no gasto de energia elétrica pode superar 4% ao ano, impactando diretamente a rentabilidade da produção.

Além da economia gerada, o uso de geomembranas está diretamente associado à preservação ambiental. A tecnologia contribui para a redução da captação excessiva de água dos mananciais, um fator essencial para manter o equilíbrio dos recursos hídricos. “Com o armazenamento mais eficiente da água nos reservatórios, há menor necessidade de exploração de fontes naturais, ajudando a mitigar os impactos da estiagem e garantindo a sustentabilidade do sistema agrícola a longo prazo”, pontua Mantovani.

Segurança e conformidade com normas técnicas

O uso adequado de geomembranas também reduz riscos operacionais. A norma técnica NBR 16199/2020 estabelece critérios para a instalação correta, garantindo durabilidade e eficiência. A utilização de materiais de baixa qualidade ou a instalação inadequada pode resultar em falhas estruturais, rompimento de reservatórios e paralisação da irrigação por até 90 dias, comprometendo toda a atividade na fazenda.

O especialista reforça a importância da qualidade na instalação, “o uso de geomembranas de alta qualidade e a aplicação correta seguindo normas técnicas são essenciais para evitar prejuízos e garantir a segurança hídrica na agricultura. Essa tecnologia não apenas protege o produtor contra perdas financeiras, mas também fortalece a sustentabilidade no campo”.

Diante das crescentes exigências ambientais, alguns estados já determinam o uso de geomembranas como requisito para obtenção da outorga de uso da água em projetos de irrigação com pivô. Além disso, o rompimento de reservatórios devido à má impermeabilização pode configurar crime ambiental, sujeitando produtores a multas e processos judiciais. “Em um caso recente, um produtor rural de Uberlândia (MG) foi multado em quase R$ 700 mil após o rompimento de um reservatório, evidenciando a necessidade de medidas preventivas e o cumprimento das normas técnicas”, conta Mantovani.

Grupo Nortène - Fundada em 1981 e sediada em Barueri/SP, a Nortène é pioneira no fornecimento de: reservatórios de geomembrana, filmes agrícolas, mulching, telas plásticas tecidas, telas plásticas termo-soldadas, silo-bolsa, lonas para silagem. A Nortène contribui também com sua tecnologia exclusiva em plásticos na fabricação e na comercialização dos produtos das empresas: Engepol Geossintéticos, Santeno Irrigação, Tecnofil Soluções em telas e Silox armazenagem

Grupo Nortène
Rural Press

MADEIRA É USADA COMO HEDGE CAMBIAL PARA PROTEGER DINHEIRO CONTRA FLUTUAÇÕES DA MOEDA NO BRASIL

Existem muitas formas de proteger o próprio patrimônio. A medida é necessária principalmente diante da desvalorização do real, que foi de quase 30% no ano passado, segundo o departamento de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco. Mesmo com uma recuperação em 2025, sendo uma boa notícia para o mercado financeiro brasileiro, a preocupação com o real é constante, e tem levado investidores a apostarem na madeira como hedge cambial.

Um estudo sobre rendimentos realizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), demonstra que a poupança, Fundo DI, LCI/LCA, CDB e Tesouro IPCA+, podem apresentar resultados que variam de 181% a 521%, enquanto o Mogno Africano, uma árvore exótica que é plantada no Brasil, apresenta um rendimento líquido de mais de 1210%.

Renata Brito, diretora executiva do IBF, explica que a madeira derivada desta árvore é um ativo, que pode ser comercializado em moedas internacionais, como euro e dólar, oferecendo uma espécie de “proteção adicional” contra a desvalorização do real.

“Muitos nos procuram tendo em vista o alto rendimento líquido do Mogno Africano. Ao optar pelo ativo de florestas em Mogno Africano, você preserva o poder de compra, potencializando a multiplicação do seu capital ao longo do tempo, independentemente das flutuações econômicas globais. Os investidores são atraídos por essa possibilidade” - explica Brito. Isso não significa que a madeira nobre do Mogno Africano, usada nos mercados navais e móveis, seja imune às flutuações do mercado. No entanto, ela oferece uma proteção mais forte contra variações cambiais.

A especialista explica que no empreendimento de Mogno Africano, localizado em Pompéu, Minas Gerais, existem mais de 5 mil hectares da árvore, que levam 18 anos para completar o ciclo completo e chegarem na fase de corte. São mais de 400 investidores não só do Brasil, mas de outras nacionalidades como Canadá e Austrália. “Imóveis e Renda Fixa, como CDBs, LCIs, LCAs, são ativos impactados pela economia local e pela inflação, mas ainda desempenham um papel importante na diversificação da carteira” - afirma.

IBF - Instituto Brasileiro de Florestas (IBF)
Inove Comunicação Integrada

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

DÖHER IMPLANTA COMITÊ ESG

A Döhler, gigante têxtil catarinense, que já é referência em iniciativas voltadas à sustentabilidade, deu mais um passo e implantou, recentemente, o Comitê ESG com apoio técnico da Martinelli.

O comitê é responsável por estudar e recomendar estratégias, unificar a visão sobre ESG na empresa, visando altos padrões de governança corporativa.

Além disso, esse grupo, formado por profissionais de diversas áreas da Döhler, avalia quais riscos são toleráveis e quais devem ser evitados.

“A estruturação da estratégia ESG pelo Comitê é fundamental para dar continuidade às ações que já vêm sendo desenvolvidas pela Döhler, demonstrando que empresas familiares podem liderar transformações sustentáveis em seus setores. A Döhler tem demonstrado um compromisso exemplar com a responsabilidade ambiental, adotando práticas sustentáveis em todas as etapas de seus processos fabris. Estamos felizes em fazer parte desta jornada com a Döhler nas iniciativas de ESG e acreditamos que, juntos, podemos fazer a diferença nessa área cada vez mais importante para quem quer crescer no mercado”, destaca o presidente da Martinelli, Nereu Martinelli.

“A gente acredita na sustentabilidade como um ativo indispensável, um compromisso da marca com o Planeta e com as pessoas. Por isso, buscamos acelerar processos internos e direcionar esforços para construção de novos projetos e iniciativas sustentáveis. Temos certeza que o apoio da Martinelli será importante nessa caminhada”, pontuou Udo Döhler, presidente do Conselho de Administração da Döhler.

Além do Comitê, a Martinelli está assessorando na elaboração do primeiro relatório de sustentabilidade da Döhler.

Döhler se destaca em iniciativas ambientais

Desde a escolha da matéria-prima até o final do ciclo de vida do produto, a Döhler se destaca por suas iniciativas, como a construção do primeiro aterro industrial do Sul do Brasil e a inauguração de sua estação de tratamento de efluentes, que trata 100% dos efluentes gerados.

Além disso, a Döhler investiu em tecnologias inovadoras, como a estamparia digital, com consumo mínimo de água, e a instalação de mais de 2,3 mil placas fotovoltaicas, tornando-se referência em energia solar na região. Esses esforços são reconhecidos por importantes certificações como a ISO 14001 e o Certificado I REC, que atestam o uso de energia renovável.

O processo produtivo também alia tecnologia à sustentabilidade por meio do rastreamento do algodão usado nas fiações que resultam em produtos têxteis cada vez mais responsáveis.

Primeira toalha de algodão rastreável do Brasil, primeira cortina com fios de garrafa PET, cortina de fibra recuperada estão entre os produtos FIO VERDE da Döhler, que pretende avançar ainda mais em sustentabilidade.

DöhlerUma das principais e mais sustentáveis indústrias têxteis da América Latina, reconhecida globalmente pela qualidade. Tem 143 anos de história, mais de 3 mil colaboradores e está situada em Joinville (SC). Em seu parque fabril de 225 mil m2 produz artigos para casa (cama, mesa, banho e decoração), além de tecidos para mobília, indústria de calçados e soluções para os setores hoteleiro e hospitalar. Exporta para mais de 20 países e tem orgulho de fabricar produtos que levam conforto e bem-estar a milhares de pessoas ao redor do mundo. Clique aqui e visite o site

Döhler
Pipah Comunicação

MULHERES: EU VEJO VOCÊS. VEJO TODAS NÓS. Por Marli Gonçalves*

Mulheres, cada vez melhores, mais mulheres em todos os lugares, mais firmes, mais fortes, mais livres e independentes. Mas os desafios continuam, também cada vez mais, na busca por respeito, segurança e participação política.

Lá vem o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, nossa data de festejar glórias e conquistas. Não nos subestimem. Não venham com conversa fiada, nem gracinhas de “cadê o dia do Homem?” que esta para nós é data séria, batalhada, e nessa batalha que, mais de século depois de sua eclosão, parece ainda longa, árdua, interminável, interposta de obstáculos. Respeito é bom e gostamos, muito. Segurança é fundamental e ainda nos falta, ainda às centenas de mártires assassinadas por aqueles que não suportam nossa caminhada. Na política o horror de ainda termos de ver as imagens diárias daqueles aglomerados de homens e ternos, sorrindo como se poderosos fossem, uma ou outra cabecinha feminina ali no meio, nem todas certas de seu papel e responsabilidades de nossa representação. E, mesmo quando representadas, somos ainda vergonhosamente quase sempre as primeiras apontadas, depostas para ceder espaços, como se ali apenas esquentássemos as cadeiras.

Brasil, se liga! Somos maioria, somos mais. Estamos aí. Estamos aqui.

Mulheres, nós, mulheres. Estamos em muitos lugares que antes não eram sequer imagináveis, mostrando em condições iguais – e muitas vezes até melhores – a competência, o cuidado, o carinho e a forma que só nós temos de lidar. Falo da raça e força com que enfrentamos a realidade que há de mudar cada vez mais rapidamente. Falo da particularidade de nossa linguagem e corpos. Que dizem não é não.

Mulheres: eu vejo vocês. Em missões espaciais e especiais. Nas piruetas olímpicas de nossas meninas. Sobre ondas altas, skates voadores, na direção de máquinas poderosas, fazendo gols. No comando de empresas e equipes – e agora que já entendemos que não somos inimigas umas das outras nos tornamos muito mais fortes. Quebramos paradigmas e invadimos praias que antes eram desertas de nossa presença. Chegará o dia que tudo isso será normal, talvez eu ainda não presencie, mas sinto que ultimamente aceleramos, embora estranhamente ainda tenhamos de prestar atenção e apontar os mesmos temas de exatos 50 anos atrás, justamente quando a Organização das Nações Unidas instituiu nosso importante dia, o Dia Internacional da Mulher, a  data mundial que simboliza nossa luta pela igualdade de gênero, pela não discriminação e contra a violência. Data que agora deveria estar sendo comemorada com toda a pompa. Mas tudo bem, comemoramos nós.

Mulheres: eu vejo vocês. Cada vez mais visíveis nos postos de trabalho, conseguindo assim manter, muitas vezes sozinhas, suas famílias. As vejo mais confiantes, em busca do que sonham, jovens, senhoras, brancas e negras, que conhecem tão bem a discriminação e preconceito, a dupla e às vezes tripla jornada. Que agora sabem mais sobre seu prazer sexual e suas escolhas, não se intimidam.

Que se mostram, e que agora veremos radiantes nos blocos e desfiles, com seus gingados e sorrisos, liderando as batucadas.  E assim já começam as nossas comemorações.

Abram alas!




*Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela AmazonMe encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves,Facebook,Instagram,TwitterBlueSky, Threadsmarli@brickmann.com.br.


CASA DOS VENTOS E ARCELORMITTAL BRASIL ANTECIPAM OPERAÇÃO DO COMPLEXO EÓLICO BABILÔNIA CENTRO

Empreendimento já conta com 28 aerogeradores instalados 13 semanas antes do previsto

A Casa dos Ventos, referência em geração de energia renovável e protagonista da transição energética brasileira, e a ArcelorMittal Brasil, maior produtora de aço no país, anunciam a antecipação da operação comercial do Complexo Eólico Babilônia Centro, construído e operado pelas duas empresas. O empreendimento, localizado na Bahia, já conta com 28 aerogeradores funcionando, dos 123 totais. Isso significa uma antecipação de 13 semanas em relação ao cronograma original do projeto.

A antecipação, homologada em janeiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), reforça o histórico da Casa dos Ventos na entrega de projetos antes do prazo, possibilitada por uma gestão próxima de fornecedores, uma equipe técnica altamente qualificada e um planejamento robusto. “A antecipação da operação, resultado da nossa busca constante por eficiência e do compromisso com a excelência, posiciona a Casa dos Ventos como referência no mercado de energia renovável. O nosso conhecimento do setor e a qualidade da nossa equipe foram fundamentais para esse resultado,” destaca Lucas Araripe, diretor-executivo da Casa dos Ventos.

“O Complexo Eólico Babilônia Centro demonstra o comprometimento da ArcelorMittal com a descarbonização por meio da aplicação de energia renovável em seu processo produtivo. Globalmente, o Grupo foi pioneiro no setor ao estabelecer a meta global de atingir a emissão líquida zero de carbono até 2050. Nessa jornada, a transição energética é um passo fundamental, razão pela qual ampliamos nossos investimentos em projetos de energia no Brasil, que somam R$ 5,8 bilhões”, afirma Jefferson De Paula, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO Aços Longos e Mineração LATAM. “Também nos orgulhamos de ver nosso aço XCarb, de baixa pegada de carbono, aplicado na construção de uma obra dessa relevância”.

Durante o pico da construção, mais de 1.400 profissionais estão envolvidos, impulsionando a geração de empregos e movimentando a economia local. No total, o projeto gerará mais de 4.500 empregos diretos e indiretos.

Um projeto circular e sustentável

A fundação dos aerogeradores deste complexo eólico é feita com o vergalhão ArcelorMittal 50 S XCarb, um aço de baixa pegada de carbono, produzido exclusivamente pela empresa nas usinas do Brasil.

A produção do ArcelorMittal 50 S XCarb utiliza como matéria-prima 100% de sucata metálica em sua composição e 100% da energia elétrica renovável, garantindo redução da ordem de 60% das emissões em comparação com o vergalhão tradicional da empresa. Essa produção especial classifica o vergalhão na categoria “XCarb - Recycled and Renewably Produced”.

O Complexo Eólico Babilônia Centro se tornará híbrido com uma planta solar adicional, atingindo uma capacidade instalada total de 800MW ao ser finalizado. A conclusão do projeto integrará a hibridização da geração de energia no local, combinando fontes eólica e solar para otimizar a produção e garantir maior eficiência. Além de acelerar a transição energética, os complexos híbridos também maximizam o uso das infraestruturas de conexão e distribuição de energia.

Casa dos Ventos
SP4 Comunicação Corporativa

ArcelorMittal
InPress Porter Novelli

VIAGENS CARNAVALESCAS! Por chicolelis*

Carnaval de rua em Colônia, Alemanha. Foto: Tripadvisor.

Viagens! Sei lá quantas eu fiz nos meus 56 anos de carreira jornalística, iniciada em 1969, no meu querido jornal A Tribuna, em Santos. Não consigo mesmo nominar todas elas, passando pela Ford, GoodYear, O Globo (Sucursal São Paulo), General Motors, Portugal Telecom (Consultor), Diário do Comércio (falecido e saudoso jornal da Associação Comercial de São Paulo).

É claro que me lembro das viagens de lançamentos nos quais participei como organizador ou como convidado, mas três delas, nunca esquecerei, especialmente nesta época do ano, em que Momo está reinando nas ruas brasileiras  também em algumas, muito poucas, por esse “mundão” afora.

Pois é, por isso nunca vou esquecer quando fomos à Barcelona, para lançamento daquele, que foi um dos maiores sucessos de vendas da nossa indústria, o Corsa. Foi no Circuit da Calalunya, em Montmeló.

Eram cerca de 250 jornalistas, mais algumas centenas de concessionários da marca, que se deslumbraram, não apenas com o carro, mas muito com a cidade, dominada pelas obras de Gaudi (1852/1926) que deixou várias obras, como a interminável Sagrada Família, Casa Milà, Casa Batló, Parque Guel e Casa Vicens.

Primeiro carnaval fora

Pois é, foi tudo muito, tudo muito bem (como diz a música da Blitz), até que alguém perguntou se não havia carnaval em Barcelona. Pois não é que apareceu um guia local afirmando que havia sim, distantes uns poucos quilômetros de onde estávamos. Eu ainda reforcei a pergunta: mas é carnaval mesmo? Não queria que os convidados ficassem frustrados com o carnaval catalão.

E não deu outra, chegamos ao lugar e havia lá talvez umas 100 pessoas balançando os braços para cima e para baixo, com música (eletrônica) que nós nem reconhecíamos como música brasileira, muito menos como de carnaval. Tristeza, mas foi a única frustração na viagem, porque o test-drive em Montmeló e outras atividades atingiram seu objetivos.

O segundo, na Alemanha

Em outra viagem, esta para Alemanha, em 1998, não me lembro a razão da viagem, mas tive um dia de folga e resolvi visitar minha ex-colega de GM Brasil, a Patrícia, (grávida de Gabriela) que morava lá em Königstein, na montanha, com seu marido Wlamir e a então pequena Mariana, e que recentemente lhe deu uma neta, a gracinha da Daniela.

Era carnaval e não havia muito tempo para conhecer o lugar que, apesar de pequeno, cerca de 3 mil habitantes, era cheio de subidas e descidas, bem característica de lugares montanhosos.

Então perguntei: como é o carnaval aqui? Ao que Wlamir, com ar zombeteiro respondeu que era muito bom. Que poderíamos conhecer, naquela noite, indo a uma cidade vizinha, Mainz, jantar em um restaurante local.

E assim aconteceu. Logo que anoiteceu, fomos para Mainz, cidade vizinha. Era um pouco cedo e “abrimos” o restaurante. Pouco tempo depois foram chegando os carnavalescos. Uns com chapéus engraçados, outros com fantasia (em especial as crianças), mas tudo na maior calmaria, sem qualquer barulho que pudesse incomodar o pessoal da mesa ao lado.

Pronto! Assim foi meu segundo carnaval fora desta terra descoberta por Cabral.

Mas quero ressaltar aqui que existe um carnaval bom na Alemanha, conforme testemunho da minha amiga Lilly. Fica em Colônia, onde ela residiu por alguns anos e lá, e saia em três escolas de samba no carnaval.

- Era como estar no Brasil, contou-me ela animada.

O terceiro, em Portugal

A língua é a mesma. E o carnaval em Portugal é muito na base do “vira”, com raras músicas do nosso carnaval. Mas, lá é muito divertido, muito animado, que chega a contagiar. Nem  lembro bem em que ano estive lá, por dois dias de carnaval. Lembro muito bem que comíamos uma deliciosa castanha assada na brasa (ao contrário daqui, que é cozida) e do excelente vinho D’ouro.

*chicolelis - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

ABSOLAR REÚNE AUTORIDADES PÚBLICAS E EMPRESÁRIOS DO AGRONEGÓCIO E ENERGIA SOLAR DO CENTRO-OESTE PARA DEBATER TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

Foto: blog.intelbras.com.br/energia-solar-rural

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) vai reunir, no dia 19 de março, em Brasília (DF), empresários, consultores, autoridades públicas e especialistas para uma série de debates sobre avanços e o futuro da energia solar na região Centro-Oeste e no País. Trata-se do ABSOLAR Meeting Centro-Oeste, evento que discute as novas oportunidades de negócios e investimentos para as companhias do setor, tanto no âmbito nacional quanto no desenvolvimento regional.

Com o tema “O agro move o Brasil, e a energia solar impulsiona esse gigante da economia nacional”, o evento, previso para 300 pessoas, terá como convidados João Martins da Silva, presidente da Confederação Agrícola e Pecuária do Brasil (CNA), Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional, Vinicius Marchese, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), a senadora Teresa Cristina e o deputado federal Pedro Lupion.

Também contará com a própria diretoria da ABSOLAR, como Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração, e Rodrigo Sauaia, CEO. O encontro terá ainda com a presença de players e especialistas do setor de energia solar da região e do País.

Segundo dados da ABSOLAR, a geração própria de energia solar já proporcionou aos estados do Centro-Oeste ao Distrito Federal a atração de mais de R$ 27,9 bilhões em investimentos, com uma capacidade instalada total de mais de 6 gigawatts (GW) em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos.

A proposta do ABSOLAR Meeting Centro-Oeste, que conta com o banco BV como anfitrião, é colaborar com as empresas na geração de novos negócios na área solar, sobretudo no mercado do agronegócio, uma vocação de toda a região, bem como ampliar o relacionamento e o networking entre fornecedores, integradores, fabricantes e clientes que compõem a cadeia de valor da energia solar no País.

Na ocasião do evento, que conta ainda com o apoio e parceria da Ecom Energia, Growatt, Solar Group, Sungrow e WEG, serão organizados três painéis de debates e palestras com especialistas sobre os avanços da energia solar na região e no Brasil, o desenvolvimento econômico, ambiental e social a partir da fonte fotovoltaica, os modelos de financiamento de projetos e o avanço do empreendedorismo no segmento, entre outros. O credenciamento começa às 8h, as palestras, às 9h e as atividades se encerram às 18h.

Inscrições e mais informações podem ser obtidas neste link.

Serviço
ABSOLAR Meeting Centro-Oeste
Brasília – DF
19 de março de 2025, das 8h às 18h
Sede da Confederação Agrícola e Pecuária do Brasil (CNA)
SGAN Quadra 601, Módulo K - Ed. Antônio Ernesto de Salvo
Brasília - Distrito Federal - CEP: 70830-903 
Inscrições de imprensa: tnassa@gmail.com ou (11) 99544-4954 (Thiago)

ABSOLAR
TOTUM Comunicação

ALBERTO FERREIRA DELGADO É O NOVO DIRETOR DE TI DA VOLKSWAGEN FINANCIAL SERVICES

Com mais de 25 anos de experiência profissional na área, executivo chega à companhia após assumir posições de liderança em grandes instituições financeiras.

Alberto Ferreira Delgado é o novo Diretor de Tecnologia da Informação (CIO) e membro do Comitê Executivo da Volkswagen Financial Services (VWFS), a mais completa plataforma de mobilidade do Brasil, com soluções para todas as marcas do Grupo Volkswagen presentes no país e seus clientes, rede de concessionários, lojistas e multimarcas. Com mais de 25 anos de experiência profissional no setor de TI, Delgado chega à VWFS com a missão de contribuir para a evolução da jornada digital da companhia, aliando modernização tecnológica, aprimoramento de processos e aceleração do aprendizado contínuo das equipes da área.

Ao longo de sua trajetória, o executivo acumulou passagens por importantes instituições financeiras, como Nubank, Rede Itaú e Itaú Unibanco, nas quais assumiu posições de liderança. É formado em Ciências da Computação pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com Mestrado em Engenharia da Computação pela Universidade de São Paulo (USP) e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de certificação pela MIT Sloan School of Management.

De acordo com Delgado, entre os pontos fundamentais para a realização de uma transformação digital bem-sucedida na empresa, está a capacitação das equipes, por meio do compartilhamento de conhecimento e da adoção das ferramentas necessárias para operacionalizar as evoluções de que a companhia necessita.

“Assumo esse novo cargo com o desafio de liderar a criação de estratégias de inovação robustas, capazes de tornar a tecnologia um importante vetor positivo para potencializar investimentos estratégicos e garantir a diversificação e expansão dos negócios da VWFS”, destacou o executivo.

A Volkswagen Financial Services Brasil (VWFS) é a mais completa plataforma de mobilidade do país, oferecendo soluções para todas as marcas do Grupo Volkswagen presentes no país e seus clientes, rede de concessionários, lojistas e multimarcas. Dentre seus produtos e serviços, a VWFS oferece soluções para compra, financiamento, consórcio, assinatura, asseguração, locação e gestão de veículos e frotas por meio do Banco Volkswagen, Audi Financial Services, Ducati Financial Services, Porsche Financial Services, Consórcio Nacional Volkswagen, Volkswagen Corretora de Seguros e LM Soluções de Mobilidade. A missão da VWFS é ser a chave para a mobilidade, atendendo às necessidades de posse, uso e pós-uso de veículos de seus mais de 800 mil clientes ativos no Brasil.

Volkswagen Financial Services Brasil
Máquina Cohn & Wolfe

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

INDRA LIDERA PROJETO PARA OTIMIZAR DETECÇÃO DE AMEAÇAS SUBAQUÁTICAS EM FRONTEIRAS MARÍTIMAS E PORTOS EUROPEUS

Iniciativa utiliza tecnologias como IA, detecção acústica com hidrofones e inspeção por sonar de alta resolução para combater atividades ilícitas e proteger a infraestrutura portuária da UE

A Indra, multinacional espanhola líder nos segmentos de defesa, tráfego aéreo e espaço, está à frente de um novo projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (I+D+i), batizado de Smart Maritime and Underwater Guardian (SMAUG). A companhia lidera a iniciativa, composta por um consórcio de entidades de sete países europeus, que trabalham juntas em prol da melhoria da detecção de ameaças subaquáticas e atividades de tráfico ilícito em portos e fronteiras marítimas. O projeto foi lançado no âmbito do Horizonte Europa, programa-quadro de pesquisa e inovação da União Europeia para o período 2021-2027.

Atualmente, mais de 80% do comércio global ocorre por via marítima e o movimento contínuo de embarcações tem exigido maior robustez e eficácia nos procedimentos de segurança portuária, especialmente no monitoramento e detecção de atividades legais e ilegais em portos, regiões costeiras e fronteiras. Além disso, tensões geopolíticas têm transformado o oceano em um terreno cada vez mais sensível e carente de proteção.

É nesse contexto que surge o projeto SMAUG, com intuito de detectar, rastrear e monitorar movimentos suspeitos e a entrada de produtos potencialmente ilícitos ou nocivos nos terminais marítimos e regiões litorâneas da União Europeia. A iniciativa utiliza um sistema integrado, baseado na solução iSIM da Indra, que combina gestão de segurança, sistemas avançados de detecção subaquática e embarcações de vigilância.

A detecção e localização de ameaças subaquáticas, em específico, são realizadas a partir de quatro métodos principais: I) detecção acústica, com o uso de hidrofones, que captam sons emitidos por pequenos veículos subaquáticos autônomos; II) varredura rápida do casco das embarcações e do fundo do porto, a partir de um sonar; III) inspeção de objetos em águas de baixa visibilidade, com um sonar de alta resolução; e IV) localização autônoma coletiva, por meio de um conjunto coordenado de veículos subaquáticos, que operam em cooperação.

Todos esses métodos, apoiados por inteligência artificial (IA), permitem uma detecção mais eficaz de mercadorias ilícitas ou nocivas, bem como de ameaças ocultas sob a superfície da água. Assim, o SMAUG traz uma contribuição significativa para a segurança marítima, melhorando a proteção de infraestruturas e navios, além de detectar embarcações suspeitas, como os chamados “narcossubmarinos”.

Como líder do SMAUG, a Indra agrega ao projeto sua experiência no desenvolvimento de algoritmos avançados para o processamento de sons e imagens subaquáticas, aplicando IA para a detecção precoce de objetos e ameaças. A companhia, também contribui com sua capacidade na área de segurança de infraestruturas portuárias e transporte marítimo, fornecendo soluções que reforçam a proteção em ambientes marítimos de alta complexidade.

A solução iSIM, desenvolvida pela empresa, opera como um centro de integração e análise, unificando e processando dados de sistemas de segurança física, como hidrofones, scanners subaquáticos, enxames de drones e veículos autônomos, de maneira aliada a sistemas de vigilância por satélite. O iSIM também capta informações dos sistemas de gestão portuária, permitindo uma visão global e interoperável que otimiza a segurança, a eficiência operacional e a tomada de decisões em tempo real.

Cooperação internacional

De acordo com Juan Román Martínez, responsável pelo projeto SMAUG na Indra, o projeto representa “um avanço significativo na segurança marítima, uma vez que não só reforça a proteção, mas também promove a cooperação interacional no combate às atividades ilícitas praticadas em alto mar”.

Com um orçamento de cerca de 6 milhões de euros, o projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (I+D+i) que deu origem ao SMAUG envolve um consórcio composto por 22 instituições parceiras e altamente experientes, incluindo universidades, centros de pesquisa, PMEs, agências de segurança pública, autoridades públicas, guardas costeiras e de fronteira, além de organizações privadas de sete países da União Europeia: Espanha, Estônia, França, Itália, Alemanha, Grécia e Noruega.

Em meio à sua ampla gama de capacidades, o SMAUG tem sido preparado para garantir sua interoperabilidade com o Ambiente Comum de Partilha de Informações (CISE) da União Europeia, com o intuito de contribuir para a criação de uma esfera política, cultural, jurídica e técnica aberta ao intercâmbio de dados entre os sistemas de vigilância dos países-membros do bloco e do Espaço Econômico Europeu (EEE). Com isso, todas as autoridades dos diferentes setores envolvidos no ambiente portuário e marítimo poderão ter acesso às informações adicionais necessárias para a realização de missões nos mares.

A Indra é a multinacional espanhola líder e uma das principais empresas globais de defesa, tráfego aéreo e espaço que, por meio da tecnologia, protege o nosso modo de vida atual e antecipa as necessidades do futuro. A sua equipe comprometida de especialistas, o seu profundo conhecimento do negócio e das tecnologias mais recentes, e a sua capacidade única de inovação e integração de sistemas fazem dela o parceiro tecnológico de confiança para as principais operações e para a digitalização dos seus clientes em todo o mundo. Graças à sua liderança em grandes programas e projetos europeus, bem como ao seu espírito de colaboração e estratégia de alianças, promove o ecossistema industrial e inovador nesses setores.

Indra
Máquina Cohn & Wolfe

BRASKEM ANUNCIA PROJETO PARA EXPANDIR A PRODUÇÃO DE ETENO NA UNIDADE DO RIO DE JANEIRO

Projeto em Duque de Caxias aumentará a produção de eteno, em 220 mil toneladas por ano, e de volumes equivalentes de polietileno.

Unidade Industrial Braskem Duque de Caxias - RJ. Foto: Braskem.

A Braskem, petroquímica global, informa o início do projeto em parceria com a Petrobras, para aumentar a capacidade de produção da sua central petroquímica, no Rio de Janeiro, em 220 mil toneladas de eteno por ano, além dos volumes equivalentes de polietileno. O projeto contará com o investimento de aproximadamente R$ 233 milhões para a contratação de estudos de engenharia conceitual e básica.

A Braskem deverá firmar um contrato com a Petrobras para o fornecimento de etano de longo prazo, em função da maior disponibilidade do gás natural no Brasil e buscará os recursos previstos no âmbito do Regime Especial da Indústria Química (“REIQ Investimentos”), o qual prevê o crédito presumido de 1,5% de PIS/COFINS para execução de investimentos na ampliação de capacidade instalada da indústria química brasileira.

O projeto faz parte da estratégia de transformação da companhia por meio do aumento da utilização de gás em sua matriz de matéria-prima. “Estamos em busca de impulsionar a competitividade da indústria química brasileira e este projeto será fundamental”, afirma Roberto Ramos, CEO da Braskem. E a Petrobras tem estratégia semelhante, já que também ressalta a importância da ampliação do uso do gás natural na matriz das indústrias do país.

“A Petrobrás está muito satisfeita em apoiar este projeto de aumento de capacidade da Braskem em Duque de Caxias, disponibilizando gás natural oriundo do pré-sal do Complexo de Energias Boaventura”, diz William França, Diretor Executivo de Processos Industriais e Produtos da companhia. “Esta ação está em linha com a diretriz do governo de ampliar a oferta de gás natural na matriz industrial brasileira”, finaliza.

A Braskem é uma empresa petroquímica global, orientada para o ser humano, com olhar para o futuro, que cultiva relacionamentos sólidos e gera valor para todos. Oferecendo soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, a petroquímica possui um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. A Braskem acredita que a inovação disruptiva é o único caminho possível para se estabelecer uma nova relação com o planeta, por isso, escolhe agir no presente, promovendo a circularidade do plástico e impulsionando a revolução dos materiais de base biológica. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha, a companhia exporta seus produtos para clientes em mais de 71 países por meio de seus 8.500 mil integrantes que atuam globalmente em um modelo de gestão que demonstra o compromisso com a ética, respeitando as normas de conformidade em todos os países e garantindo o respeito à competitividade responsável. Clique aqui e visite o site

Braskem
Agência Fato Relevante

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

CARLOS MOURA É O NOVO CEO DA MANSERV

A Manserv anuncia Carlos Moura (foto) como seu novo CEO, marcando um importante movimento estratégico no ano em que a companhia celebra quatro décadas de atuação. Reconhecida como uma das líderes em serviços técnicos especializados no país, a companhia reforça seu compromisso com a inovação e a excelência ao nomear um executivo com ampla experiência.

Ao longo de sua trajetória profissional, Carlos Moura ocupou cargos de liderança e consultoria de grandes empresas, tendo sido CFO na Raízen, BRF e CBMM, além de desempenhar funções estratégicas na DASA, Itaú Unibanco e Grupo Bozano. Nos últimos três anos, atuou como conselheiro consultivo de administração e membro do Comitê de Gestão de Riscos e Auditoria da própria Manserv.

Formado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Administração Financeira pela Fundação Dom Cabral, Moura assume a liderança da Manserv em um momento de transformação e crescimento da companhia.

ManservEmpresa brasileira que oferece soluções em serviços técnicos especializados de manutenção de ativos, operação de processos, intralogística e locação de equipamentos pesados em todos os setores da economia. Com 40 anos de história, conta com mais de 36 mil colaboradores e milhares de pontos de atendimento em todo o Brasil. Possui mais de 500 contratos com empresas nacionais e globais, de médio e grande porte, com destaque para os setores de mineração, química, petroquímica, óleo e gás, energia, siderurgia, farmacêutico, automobilístico, papel e celulose, saúde, varejo e infraestrutura (portos, aeroportos, saneamento e ferrovias).

Manserv
Máquina CW

CNH FECHA PARCERIA COM FIEMG LAB PARA IMPULSIONAR INOVAÇÃO ABERTA EM MINAS GERAIS

Hub agregará o amplo ecossistema da empresa para desenvolvimento de soluções mais ágeis para a indústria

A CNH, responsável pelas marcas agrícolas Case IH e New Holland, e de construção, CASE Construction Equipment e New Holland Construction, se uniu ao FIEMG Lab, HUB de inovação aberta entre startups indtechs e indústrias do Brasil, para impulsionar a inovação no mercado mineiro. A parceria é mais uma colaboração firmada entre a empresa e o ecossistema de inovação brasileiro, reforçando seu esforço em contribuir no desenvolvimento de tecnologias e soluções que agreguem valor à sua cadeia produtiva.

A partir do acordo, a CNH fortalece a conexão com mais de 300 startups e três mil profissionais conectados ao FIEMG Lab e que, desde 2017, já movimentaram mais de R$ 135 milhões em novos negócios. “A CNH acredita no modelo de inovação aberta para buscar gerar valor para o mercado. Com essa parceria ampliamos nossas possibilidades de contato com um ecossistema muito rico e que fortalece ainda mais nosso trabalho de trazer soluções, seja no âmbito da produtividade, sustentabilidade, tecnológico ou mesmo de gestão”, destaca o líder de Inovação da CNH, Paulo Máximo.

e/d: Paulo Máximo, diretor de Serviços Comerciais e Planejamento de Operações da CNH para América Latina; Mariana Yazbeck, gerente do FIEMG Lab; e Grasielle Silva, gerente de Estratégia de Experiência do Cliente da CNH para a América Latina.

A parceria terá foco especialmente em conexões no mercado de construção, segmento de atuação da CNH em Minas Gerais. Além de networking, compartilhamento e aprendizado com outras indústrias inovadoras. A colaboração prevê a conexão para cursos e conteúdos em gestão e cultura da Inovação; acesso ao “CONEXÃO STARTUP – INDÚSTRIA”, uma metodologia própria para conexão à startups e geração de resultados de forma ágil e eficaz; portfólio de mais de 300 startups com alto grau de maturidade atestadas pelo Programa Fiemg Lab 4.0; e exposição constante no ecossistema de empreendedorismo e inovação. “Fazendo parte das indústrias do futuro teremos a oportunidade de interagir e nos aproximar de empresas que vivenciam desafios similares aos nossos, conseguindo trazer soluções com muito mais agilidade”, completou Máximo.

O Fiemg LAB é uma iniciativa pioneira do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), no âmbito da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). As organizações acreditam na relação impactante entre startups e indústrias como agentes para a construção de uma nova economia, próspera e abundante. Com o propósito de acelerar o futuro da indústria para o aumento da competitividade, por meio da inovação aberta com startups, o FIEMG Lab possibilita o desenvolvimento econômico no ecossistema de inovação para empreendedores e indústrias.

CNH

CNH (NYSE: CNH) é uma empresa de equipamentos, tecnologia e serviços de classe mundial. Impulsionada por seu propósito Breaking New Ground, centrado em Inovação, Sustentabilidade e Produtividade, a empresa fornece a direção estratégica, recursos de P&D e investimentos que permitem o sucesso de suas marcas globais e regionais. 

Globais, Case IH e New Holland fornecem aplicações agrícolas 360°, de máquinas à implementos e as tecnologias digitais para obter o máximo destes produtos; enquanto a CASE Construction Equipment e New Holland Construction oferecem uma linha completa de produtos de construção que tornam o setor mais produtivo.

As marcas com foco regional da Companhia incluem: STEYR, para tratores agrícolas; Raven, líder em agricultura digital, tecnologia de precisão e desenvolvimento de sistemas autônomos; Hemisphere, líder em design e fabricação de tecnologias de posicionamento e direção, baseadas em satélites de alta precisão; Flexi-Coil, especializada em sistemas de plantio direto e semeadura; Miller, fabricante de equipamentos de pulverização; Kongskilde, fornecendo plantio direto, semeadura e implementos de feno e forragem; e Eurocomach, que produz uma ampla gama de mini e midiescavadeiras para o setor de construção, incluindo soluções elétricas. 

Ao longo de uma história de mais de dois séculos, a CNH sempre foi pioneira em seus setores e continua inovando com paixão para garantir a eficiência e o sucesso dos clientes. Como uma empresa verdadeiramente global, os mais de 40.000 empregados da CNH fazem parte de um ambiente de trabalho diverso e inclusivo, focado em fornecer aos clientes oportunidades de desenvolver e construir um mundo melhor. Clique aqui e visite o site.

CNH
Rede Comunicação de Resultado

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS CONTRIBUEM PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA NO BRASIL

Fundação Grupo Boticário apoia programas inovadores que buscam aliar diferentes conhecimentos para a proteção da biodiversidade e restauração de ecossistemas

Monitoramento de cardumes por drones em Fernando de Noronha é exemplo do uso de tecnologia para a conservação da natureza. Foto: José Amorim Reis Filho.

Iniciativas que combinam ciência, tecnologia e inovação estão desempenhando um papel fundamental na conservação da natureza e na preservação de espécies da fauna e flora em todo o Brasil. Equipamentos como drones e aplicativos já são amplamente utilizados para monitorar espécies, recuperar áreas naturais e conectar cientistas e cidadãos aos desafios ambientais. Com o avanço da inteligência artificial, novos progressos serão possíveis, especialmente no processamento e interpretação de dados e imagens, otimizando as ações voltadas à conservação da biodiversidade.

“Soluções tecnológicas e inovadoras estão presentes em todas as áreas da nossa vida, incluindo a conservação da natureza. Este é um nicho com grande potencial para gerar novos conhecimentos, proteger áreas naturais e espécies, além de fortalecer a economia e promover o bem-estar social”, afirma Marion Silva, gerente de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, instituição que apoia projetos em prol da preservação de espécies e ecossistemas.

Com a popularização de drones e câmeras fotográficas com sensores de movimento, o monitoramento de espécies na natureza tem se expandido, trazendo também benefícios econômicos. Softwares capazes de interpretar imagens, cruzando diversas informações, estão em rápido desenvolvimento, especialmente no exterior. “Esses avanços podem – e devem – ser incorporados às estratégias de conservação de áreas naturais no Brasil. É um caminho promissor que pode aprimorar nossas estratégias de preservação”, ressalta Marion.

Em Fernando de Noronha, cientistas utilizam imagens aéreas para estudar as atividades de pesca da sardinha no Parque Nacional Marinho, uma unidade de conservação que protege a rica biodiversidade local. A partir das imagens captadas durante o período de pesca, foi possível identificar o tamanho dos cardumes, as dinâmicas dos barcos pesqueiros, as atividades dos pescadores e até os impactos do turismo.

“A sardinha é a base alimentar para tubarões, golfinhos, vários peixes maiores e aves marinhas, além de ter valor comercial para os pescadores. Manter a pesca sustentável é essencial para outras atividades econômicas, como o turismo, que depende da biodiversidade para atrair turistas, especialmente para atividades de mergulho”, afirma Hudson Pinheiro, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e pesquisador do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP).

Pinheiro, um dos coordenadores do estudo em Fernando de Noronha, explica que o uso de drones oferece várias vantagens em comparação com os métodos tradicionais de monitoramento da pesca, que exigem investimentos elevados e logística complexa. “A gestão da pesca geralmente é feita em terra ou por meio de inspeções em embarcações. O monitoramento com drones é uma opção versátil e econômica, que pode melhorar significativamente os estudos pesqueiros, especialmente em áreas marinhas protegidas”, afirma o pesquisador.

Em Minas Gerais, o Programa de Conservação do Muriqui de Minas, realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), utiliza drones para ajudar na preservação do muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), um primata ameaçado de extinção. Os pesquisadores empregam câmeras térmicas para localizar os animais nas copas das árvores. Antes da utilização dessa tecnologia, era necessário entrar na mata e contar os primatas individualmente, o que exigia muito mais tempo e esforço. Agora, o monitoramento por drones permite cobrir áreas maiores em menos tempo. Estima-se que, em apenas dez minutos de voo, seja possível abranger entre 10 e 20 hectares, com maior precisão do que outros métodos tradicionais.

Ninhos artificiais

Outro exemplo de como a inovação pode ser decisiva para a preservação de espécies em risco de extinção ocorre na Ilha de Trindade, a 1.100 quilômetros da costa do Espírito Santo. As fragatas-de-trindade (Fregata trinitatis), aves marinhas criticamente ameaçadas, não encontram mais árvores para construir seus ninhos, devido à perda de grande parte da vegetação da ilha. Como as fragatas se reproduzem exclusivamente neste local, a escassez de materiais para os ninhos ameaça a continuidade da espécie.

A solução encontrada foi construir dispositivos que imitam árvores e ninhos, incluindo sons de acasalamento para atrair as aves. O projeto, realizado por pesquisadores de diversas universidades brasileiras em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Grupo Boticário, também inclui esforços de restauração vegetal da ilha. A Ilha de Trindade, com apenas 9,1 quilômetros quadrados, perdeu quase toda a sua vegetação original devido a tentativas de colonização nos últimos séculos, que causaram impactos como a retirada de madeira e a introdução de espécies exóticas.

Aplicativos e plataformas colaborativas

Aplicativos também são ferramentas valiosas para facilitar o acesso à natureza e contribuir para a conservação de áreas naturais. A plataforma e-Caves, por exemplo, foi criada para promover a ciência cidadã e o turismo responsável nas cavernas e unidades de conservação brasileiras. O serviço gratuito reúne informações sobre cavernas abertas à visitação no Brasil e permite que os usuários contribuam com dados sobre esses locais. A plataforma conta com a curadoria de biólogas, espeleólogas e outros especialistas e já possui informações sobre mais de 100 cavernas e cerca de 50 parques.

Da mesma forma, o e-Trilhas visa ampliar a conexão das pessoas com a natureza, reunindo informações sobre trilhas em áreas naturais de todo o país. A plataforma destaca serviços e produtos disponíveis nas proximidades, como guias de turismo cadastrados, restaurantes e pousadas. Os visitantes também podem colaborar com os gestores das unidades de conservação, enviando alertas e avaliações sobre o estado das trilhas, além de compartilhar suas experiências nas redes sociais. Todas as trilhas são registradas no Passaporte de Trilhas do visitante, incentivando o engajamento e o conhecimento de novos locais.

Corais de proveta

A busca por soluções para os desafios do oceano também está entre as inovações voltadas para a conservação da natureza. Com o aquecimento das águas e outros fatores que afetam os ecossistemas costeiro-marinhos, os recifes de corais estão cada vez mais ameaçados. Um projeto pioneiro no sul da Bahia desenvolveu uma técnica inédita no Brasil para criar “corais de proveta”. Realizado pela Rede de Pesquisas do Instituto Coral Vivo, com apoio da Fundação Grupo Boticário, o projeto utiliza técnicas de criogenia e reprodução assistida para preservar os corais, garantindo sua regeneração em caso de eventos extremos.

“A mortalidade nos recifes de coral está aumentando a cada ano. Estamos criando ferramentas para garantir a perenidade das espécies diante de um oceano cada vez mais quente”, afirma Leandro Cesar de Godoy, coordenador técnico do projeto e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um dos poucos cientistas no mundo que estudam a criogenia aplicada à conservação dos corais.

“A preservação do material genético das espécies, seja de corais ou de outras, e a formação de bancos de gametas, é uma das grandes contribuições que a ciência pode oferecer à natureza. À medida que mais espécies se aproximam da extinção, essa técnica ganhará relevância e deverá se popularizar ainda mais”, prevê Marion, da Fundação Grupo Boticário.

Teia de Soluções

Para estimular a cocriação de soluções inovadoras, escaláveis e replicáveis para desafios ambientais contemporâneos, a Fundação Grupo Boticário lançou em 2020 a Teia de Soluções. A iniciativa visa integrar diferentes processos de trabalho em rede, oferecendo mentoria, apoio técnico e financeiro para soluções voltadas à conservação da natureza no Brasil. Dessa forma, a Fundação busca promover a colaboração entre profissionais de diversas áreas do conhecimento e de diferentes regiões do país.

Fundação Grupo BoticárioCom mais de 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para conservar o patrimônio natural brasileiro. Com foco na adaptação da sociedade às mudanças climáticas, especialmente em relação à segurança hídrica e à proteção costeira, a instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada em todos os setores. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, considera que a natureza é a base para o desenvolvimento social e econômico do país. Sem fins lucrativos e mantida pelo Grupo Boticário, a Fundação Grupo Boticário contribui para que diferentes atores estejam mobilizados em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou mais de 1.700 iniciativas em todos os biomas no país. Protege duas reservas naturais de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil pelo desmatamento –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com 1,4 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A instituição é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador e presidente do Conselho do Grupo Boticário, criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. Clique aqui e visite o site e siga @fundacaogrupoboticario (Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube, TikTok).

A Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) reúne cerca de 80 profissionais de todas as regiões do Brasil e alguns do exterior que trazem ao trabalho que desenvolvem a importância da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade. São juristas, urbanistas, biólogos, engenheiros, ambientalistas, cientistas, professores universitários – de referência nacional e internacional – que se voluntariaram para serem porta-vozes da natureza, dando entrevistas, trazendo novas perspectivas, gerando conteúdo e enriquecendo informações de reportagens das mais diversas editorias. Criada em 2014, a Rede é uma iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Os pronunciamentos e artigos dos membros da Rede refletem exclusivamente a opinião dos respectivos autores. Clique aqui e acesse o Guia de Fontes no site Fundação Grupo Boticário

Fundação Grupo Boticário
Tamer Comunicação

CAMPO DE BÚZIOS ATINGE MARCA HISTÓRICA DE 800 MIL BARRIS DE ÓLEO PRODUZIDOS POR DIA

Segundo maior campo do país em volume produzido e maior em reservas, Búzios atingiu recorde na segunda-feira (24) após entrada em operação de sua sexta unidade, a FPSO Almirante Tamandaré.

Marca histórica foi alcançada após a chegada da sexta unidade ao campo, o navio-plataforma Almirante Tamandaré, que iniciou sua operação em 15 de fevereiro. Foto: Divulgação SBM.

O Campo de Búzios, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, a cerca de 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, atingiu nesta segunda-feira (24) o recorde de 800 mil barris de óleo produzidos diariamente. Búzios, que entrou em operação em 2018, é o segundo campo em volume de produção no país, atrás apenas do Campo de Tupi.

A marca histórica foi alcançada após a chegada da sexta FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês) ao campo, o navio-plataforma Almirante Tamandaré, que iniciou sua operação em 15 de fevereiro. Estão instalados no local mais cinco unidades: as plataformas P-74, P-75. P-76, P-77 e Almirante Barroso.

“Esse grande marco de produção é fruto sobretudo do empenho incansável das equipes de diferentes áreas da Petrobras. A companhia está empenhada em produzir de forma sustentável, buscando a aplicação de novas tecnologias. Sabemos da responsabilidade que temos em prover energia para ajudar a mover o país. Por isso, celebramos esse recorde conscientes de que precisamos seguir nessa trajetória, desenvolvendo as nossas reservas e buscando novas fronteiras exploratórias”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Aumento da capacidade à vista

Com a chegada da Almirante Tamandaré, a maior instalação do tipo no Brasil, o potencial do Campo de Búzios aumenta ainda mais. A FPSO chegou ao Brasil em outubro, após deixar, em julho, o estaleiro CMHI na China. A plataforma é a primeira unidade do Brasil com capacidade de produzir até 225 mil barris de óleo e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

“Com a entrada da FPSO Almirante Tamandaré, nossa expectativa é atingir, em pouco tempo, um novo marco de produção diária em Búzios: 1 milhão de barris. Além disso, para um futuro próximo, com novas unidades previstas, o potencial de produção de Búzios deve chegar a 1,5 milhão de barris por dia até 2030”, explica a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.

Jornada de recordes

O recorde anterior de produção diária no Campo de Búzios havia ocorrido em janeiro de 2024, quando foi alcançada a marca de 782 mil barris por dia. Ao longo do ano passado, o campo registrou o patamar de 750 mil barris diários em mais de 20 dias.

Em março de 2024, Búzios atingiu a marca de produção acumulada de 1 bilhão de barris de óleo. Em 2020, a Petrobras recebeu o Prêmio da OTC (Offshore Technology Conference) pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para tornar viável a produção em Búzios. As soluções de última geração utilizadas aumentaram a eficiência, impulsionaram a produção e reduziram custos da operação do campo de forma consistente. Em setembro, foi iniciada uma nova campanha de levantamento de dados sísmicos em 4D para o campo.

Operado pela Petrobras em consórcio com as empresas CNOOC, CNPC e PPSA, Búzios possui os poços mais produtivos do país, localizados a mais de 2 mil metros de profundidade no leito marinho. A espessura de seu reservatório tem a mesma altura que o Pão de Açúcar – e sua extensão corresponde a mais que o dobro da Baía de Guanabara.

"O marco de 800 mil barris diários é mais um na coleção de recordes de Búzios que muito nos orgulha. Com essa nova marca, e a partir da implantação progressiva do FPSO Almirante Tamandaré, que será a maior unidade do país, começaremos um trabalho de movimentação de nossas equipes para o marco de 1 milhão de barris por dia", afirma Luiz Otávio Schmall dos Santos, Gerente Executivo de Búzios.

Agência Petrobras

SETOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS NO BRASIL SERÁ MAPEADO EM ESTUDO INÉDITO

Levantamento inédito vai traçar um panorama detalhado do mercado de máquinas agrícolas no Brasil, trazendo uma visão estratégica sobre os desafios e as oportunidades do setor.

O Panorama Setorial – Máquinas Agrícolas no Brasil será realizado pela [BIM]³ – Boschi Inteligência de Mercado, consultoria especializada nos setores de veículos pesados, agrícola e construção, que agora anuncia oficialmente a iniciativa. Por meio de uma extensa coleta de dados sobre o mercado brasileiro de máquinas agrícolas, esse estudo pioneiro visa elucidar as realidades e as necessidades específicas de cada região e cultura, proporcionando insights e uma visão estratégica para todo o ecossistema do setor agroindustrial.

“Trata-se de um projeto que vai se destacar pela sua abrangência e profundidade, permitindo análises segmentadas por região, cultura, tamanho de propriedade e perfil dos agricultores”, afirma Gregori Boschi, sócio da [BIM]³ – Boschi Inteligência de Mercado. “Com foco em máquinas agrícolas autopropelidas (tratores, colheitadeiras e pulverizadores), o levantamento trará informações exclusivas sobre o tamanho da frota circulante, idade média das máquinas, planejamento de troca, hábitos de pós-venda, tendências tecnológicas, além do comportamento de compra de todo o mercado nacional, por tipo de cultura, tamanho de propriedade, gênero e idade”.

A ferramenta visa apoiar o planejamento estratégico, não apenas de montadoras e fornecedores de peças, mas também de concessionárias, locadoras de máquinas, metalúrgicas, institutos de pesquisa, consultorias, instituições financeiras e associações de classe.

Os dados coletados contemplarão as cinco macrorregiões brasileiras, segmentados por estados e culturas agrícolas como soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, café, feijão e arroz. Serão entrevistados decisores e influenciadores de propriedades rurais, cooperativas agrícolas e locadoras de máquinas, permitindo um entendimento detalhado sobre as especificidades de cada público e região do País.

Com isso, os resultados preencherão uma lacuna de informações essenciais, atendendo a um amplo leque de atores, consolidando-se como referência para empresas do setor, influenciadores e tomadores de decisão. Com entregas precisas e inéditas, o objetivo da [BIM]³ é consolidar esse projeto como uma referência essencial para o mercado brasileiro, oferecendo dados confiáveis para decisões estratégicas, além de promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.

Em fase de desenvolvimento, a previsão de conclusão da pesquisa está prevista para julho deste ano. Clique aqui para mais informações.

Sobre a [BIM]³ – Boschi Inteligência de Mercado é uma empresa especializada em fornecer soluções customizadas para conectar estratégia e execução de negócios em crescimento. Com mais de 20 anos de experiência dos seus sócios em setores industriais e B2B, a empresa destaca-se por sua expertise em Inteligência Competitiva, Market Insight, S&OP e Product Planning. Entre os serviços oferecidos estão Consultoria AD HOC (planejamento, estratégia, inteligência e regulações), produtos de assinatura (BI e Relatórios) e Panoramas Setoriais. A empresa atua em nichos específicos, como caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, agronegócio, além de temas correlatos, como mobilidade e transição energética, distribuição de peças e acessórios, garantindo alta especialização

Boschi Inteligência de Mercado
Textofinal de Comunicação Integrada