quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

GEBRÜDER WEISS NOMEIA ALESSANDRO CACCIOLA PARA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Alessandro Cacciola

Lauterach | Áustria O Conselho de Supervisão da Gebrüder Weiss nomeou Alessandro Cacciola como novo membro do Conselho de Administração. A partir de 1º de março de 2026, ele liderará as operações aéreas e marítimas. Cacciola sucede Lothar Thoma, que deixará a empresa por motivos pessoais em 31 de março de 2026, quando passará formalmente o cargo para seu sucessor.

Alessandro Cacciola traz consigo mais de duas décadas de experiência em logística internacional. É formado em Administração de Empresas com foco em agenciamento de cargas, transporte e logística, além de possuir um MBA em Gestão e Liderança de Negócios Internacionais. Cacciola iniciou sua carreira profissional na empresa de logística Dachser, onde ocupou diversos cargos executivos e de vendas na Europa, antes de se tornar diretor global de vendas e membro do conselho administrativo da Dachser Air & Sea Logistics, contribuindo para impulsionar o crescimento internacional da empresa. Em 2019, Cacciola ingressou no conselho administrativo do Grupo Andreas Schmid, assumindo o cargo de CEO. Nessa função, foi responsável pela reestruturação abrangente e pelo programa de globalização da organização.

“Com Alessandro Cacciola, ganhamos um líder experiente que possui as habilidades necessárias para garantir a continuidade e gerar novos impulsos na GW”, afirma Wolfgang Niessner, Presidente do Conselho de Supervisão da Gebrüder Weiss. “Com seu apoio, planejamos consolidar ainda mais nossos negócios em expansão nos segmentos Aéreo e Marítimo e ampliar nossos serviços em escala global, com foco no futuro.”

Wolfgang Niessner

“A Gebrüder Weiss é uma empresa de renome no setor e sempre foi sinônimo de credibilidade, qualidade e foco consistente no cliente”, afirma Cacciola. “Estou ansioso para conhecer meus colegas ao redor do mundo. Acredito que a troca livre de informações, mesmo entre diferentes países e culturas, é um fator essencial para o sucesso, além de gerar motivação pessoal. O objetivo será impulsionar o desenvolvimento estratégico da linha de produtos da Gebrüder Weiss, priorizando a qualidade do serviço, a capacidade de integração e soluções sustentáveis – mantendo, assim, as cadeias de suprimentos globais resilientes e preparadas para o futuro.”

Lothar Thoma é membro do Conselho de Administração da Gebrüder Weiss desde 1º de setembro de 2019. Sob sua liderança, a divisão de Transporte Aéreo e Marítimo evoluiu com sucesso, apesar das fases desafiadoras do mercado, incluindo a pandemia de Covid-19. Medidas de expansão marcantes foram implementadas durante sua gestão – nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Tailândia, Polônia, Alemanha e outros países.

Lothar Thoma

“Desde as minhas primeiras experiências na empresa familiar, tive a sorte de passar cerca de 40 anos de sucesso e experiências marcantes no setor de logística, conhecendo inúmeros países e culturas e trabalhando com pessoas maravilhosas. Foi um ótimo período, mas agora gostaria de seguir outros interesses. Desejo a Alessandro Cacciola e à minha equipe muito sucesso e união”, conclui Thoma.

“A empresa gostaria de agradecer expressamente a Lothar Thoma por suas muitas realizações e desejar-lhe tudo de bom para o futuro”, disse Wolfgang Niessner.

A transição de Lothar Thoma para Alessandro Cacciola ocorrerá ao longo de um período de um mês para garantir a continuidade para clientes, parceiros e funcionários.

A nomeação de Alessandro Cacciola reforçará a equipe executiva da Gebrüder Weiss, que continua composta por Wolfram Senger-Weiss (CEO), Jürgen Bauer e Peter Schafleitner.

A Gebrüder Weiss Holding AG, com sede em Lauterach, Áustria, é uma provedora global de serviços logísticos completos, com cerca de 8.600 funcionários em 180 localidades próprias. A empresa gerou receitas de 2,71 bilhões de euros em 2024. Seu portfólio abrange soluções de transporte e logística, serviços digitais e gestão da cadeia de suprimentos. A combinação de competências digitais e físicas permite que a Gebrüder Weiss responda com rapidez e flexibilidade às necessidades dos clientes. A organização familiar – com uma história que remonta a mais de meio milênio – implementou uma ampla gama de iniciativas ambientais, econômicas e sociais. Hoje, também é considerada pioneira em práticas comerciais sustentáveis. Clique aqui e visite o site

Gebrüder Weiss

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

ENERGIA SOLAR AUMENTA GERAÇÃO DE EMPREGOS NO BRASIL

Dados apontam que, até 2030, o número de empregos deve crescer até 157%

A energia solar segue em crescente expansão como matriz energética no Brasil. Segundo dados da revista Mundo Elétrico, até 2030 a energia solar pode representar 33% da matriz energética do país. O avanço da tecnologia, a queda nos custos de instalação e a ampliação do acesso a crédito impulsionam a decisão de adquirir a energia solar em seus diversos aspectos: residenciais, empresariais, industriais e rurais.

Desde o início da década, já foram criados mais de 1 milhão de empregos diretos. A estimativa é de que, em mais quatro anos, 3,6 milhões de empregos são estimados. Em 2012, entre empregos diretos e indiretos, foram criados 1,4 milhão de postos de trabalho, assim, até 2030 a estimativa é de aumento de 157% na criação de postos de trabalho.

O portal de notícias Terra,  em reportagem de 23 de novembro, citou a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica ( Absolar), afirmando que, desde 2012, foram R$ 279,7 bilhões em novos investimentos, o que proporcionou R$ 87,3 bilhões em arrecadação de tributos. Ainda segundo a Absolar, 50 milhões de toneladas de CO₂ no Brasil, deixaram de ser emitidas na atmosfera. A PV Magazine aponta que 62,3 GW de capacidade foram instaladas. Todos esses números que corroboram com a perspectiva de aumento na criação de empregos.

Para Anderson Oliveira, CEO do Grupo EcoPower Energia Elétrica, a energia solar inspira o cuidado com o meio ambiente, e impacta a economia do país. “A energia solar vai de encontro a uma conscientização que é global: a sustentabilidade. Além dela, a economia que proporciona às famílias, às empresas, indústrias e propriedades rurais em suas contas de energia elétrica impulsiona a economia do país. O valor mensal economizado é investido em diversas áreas como viagens, ampliações das empresas, novas tecnologias etc”, afirma Oliveira.

A EcoPower experiencia diariamente o crescimento apontado. Em dezembro, a empresa celebrou 85 mil projetos homologados. Segundo Anderson, a empresa se desenvolveu porque, desde seu início, jamais deixou de anteder aos clientes da mesma forma: “Tratando por nome, tratando da forma como a gente gostaria de ser tratado. Com o mesmo respeito e atenção que cada projeto precisa”.

No mercado de energia solar desde 2013, Anderson recorda que a EcoPower  iniciou suas atividades apenas com ele e sua sócia, Náchila. Hoje, conta em sua sede, na cidade de Barretos (SP), com mais de 400 colaboradores internos. A empresa possui mais de 350 franqueados em todos os estados do Brasil e 200 veículos próprios.

EcoPower Eficiência Energética

BRUNO ELOEL ARENA ASSUME VICE-PRESIDÊNCIA INTERNACIONAL DA CASA DO CONSTRUTOR

Bruno Eloel Arena

A Casa do Construtor inicia um novo capítulo da trajetória internacional com a nomeação de Bruno Eloel Arena como vice-presidente Internacional da Rede. O movimento consolida uma estratégia que vinha sendo construída nos últimos anos e reflete a maturidade de uma empresa que, após se espalhar por todo o território brasileiro, passou a olhar com método e ambição para fora do país.

A criação da vice-presidência Internacional responde a um desafio claro. Crescer além das fronteiras exige mais do que replicar um modelo de sucesso. É preciso compreender culturas, legislações, hábitos de consumo e dinâmicas econômicas distintas. Sob a liderança de Bruno, a Casa do Construtor passa a tratar a internacionalização como um eixo estruturado do negócio, com planejamento próprio, metas definidas e equipe dedicada.

Bruno construiu sua trajetória dentro da Rede antes de assumir o protagonismo internacional. Conhece o chão da operação, o cotidiano das lojas e as engrenagens do franchising. Essa vivência prática tem orientado a expansão para países da América do Sul, onde a marca já opera no Paraguai e no Uruguai e prepara a abertura da primeira unidade na Argentina, além de negociações em andamento no Chile e México.

A atuação internacional da Casa do Construtor tem como premissa adaptar o modelo à realidade local. O portfólio de equipamentos, os formatos de loja e até os processos de suporte são ajustados conforme o perfil de cada mercado. A lógica é manter a essência da marca, mas respeitar as particularidades de cada país, evitando soluções padronizadas que ignoram o contexto regional.

"Internacionalizar é escutar. Cada país tem seu ritmo, sua forma de construir, sua relação com o aluguel de equipamentos. Nosso papel é entender essas diferenças e oferecer um modelo que faça sentido localmente", afirma Bruno Eloel Arena.

A vice-presidência Internacional também nasce integrada às demais áreas da franqueadora. Marketing, Jurídico, Financeiro, Tecnologia e Operações atuam de forma coordenada para garantir que as unidades fora do Brasil operem com o mesmo nível de governança e eficiência já reconhecido no mercado nacional. A estrutura foi pensada para sustentar crescimento de longo prazo, e não movimentos pontuais.

O avanço internacional ocorre em paralelo a um momento simbólico da empresa. A Casa do Construtor se aproxima da marca de 850 unidades. Nesse cenário, a presença fora do Brasil deixa de ser complementar e passa a integrar o planejamento estratégico da corporação.

Para os fundadores, a nomeação de Bruno representa continuidade e evolução. "A internacionalização exige preparo, visão e responsabilidade. O Bruno reúne essas características e conhece profundamente a Casa. É um passo natural para uma empresa que amadureceu e passou a dialogar com outros mercados", avalia Altino Cristofoletti Junior.

Expedito Eloel Arena reforça que a expansão internacional segue o mesmo princípio que guiou o crescimento no Brasil. "A gente sempre acreditou no interior, no trabalho local, na construção feita com proximidade. Fora do país, a lógica é a mesma. Crescer respeitando as pessoas e os territórios."

Casa do Construtor
MGA Press

LATAM RECEBE SEU PRIMEIRO BOEING 787-9 COM MOTORES GENX E ACELERA RENOVAÇÃO DE SUA FROTA DE LONGO ALCANCE

Novo Dreamliner incorpora motores de última geração que reduzem o consumo de combustível em até 15% em comparação com modelos anteriores do fabricante GE Aerospace

O LATAM Airlines Group acaba de anunciar a incorporação de seu primeiro Boeing 787-9 Dreamliner equipado com motores GEnx da GE Aerospace, tornando-se o primeiro grupo de companhias aéreas a contar com esse modelo na América do Sul. A aeronave decolou de Charleston, Carolina do Sul (Estados Unidos da América), com destino a Santiago (Chile), e será integrada nos próximos dias à operação de longo alcance do grupo.

Segundo informações fornecidas pelo fabricante, os motores GEnx (General Electric next-generation) permitem uma redução no consumo de combustível de até 15% em comparação com a geração anterior, além de menores emissões de CO₂ e NOx, redução de ruído e maiores níveis de confiabilidade e durabilidade.

“A combinação do Boeing 787-9 com os motores GEnx nos permite dar um passo relevante rumo a uma operação mais eficiente e sustentável, reduzindo o consumo de combustível e as emissões, além de ganhar flexibilidade para continuar crescendo e nos adaptando a diferentes mercados e rotas. Essa incorporação é fundamental para fortalecer a nossa malha aérea de longo alcance e acompanhar o crescimento internacional do grupo nos próximos anos”, afirma Sebastián Acuto, Diretor de Frota e Projetos do LATAM Airlines Group.

Essa incorporação está inserida no plano de crescimento e modernização da frota do grupo, que permitiu encerrar 2025 com 371 aeronaves, após a incorporação de 26 novos aviões ao longo do ano, todos modelos de última geração. Para 2026, o grupo LATAM projeta a chegada de 41 novas aeronaves - incluindo os primeiros Embraer da frota - e mais 27 aviões adicionais em 2027 - incluindo seu primeiro Airbus XLR.

Assim, a LATAM prevê incorporar, até 2030, mais de 130 novas aeronaves de diferentes fabricantes, o que permitirá ampliar sua malha e melhorar a eficiência em rotas de média e longa distância. Com esse investimento, a LATAM projeta que mais de 50% de sua frota será composta por aeronaves de última geração até o final desta década.

A LATAM Airlines S.A. e suas afiliadas são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, África, Estados Unidos e o Caribe. O grupo LATAM possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A321neo, A320, A320neo e A319. LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil são as afiliadas de carga do grupo LATAM, possuindo uma frota combinada de 21 aeronaves de carga. Essas afiliadas de carga contam com acesso as aeronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes

LATAM Brasil
GBR Comunicação

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

PEDRO BARBOSA É O NOVO CMO DO BURGER KING® NO BRASIL

A ZAMP®, máster franqueada das marcas Burger King®. Popeyes®, Subway® e Starbucks® no Brasil, anuncia a contratação de Pedro Barbosa para assumir a posição de CMO (Chief Marketing Officer) do Burger King®. O executivo vai liderar as áreas de marketing e vendas da marca no Brasil.

Pedro é formado em Administração de Empresas pela FGV e tem MBA pela NYU. Depois de começar a carreira no mercado financeiro, esteve por 10 anos na RBI, liderando importantes funções globais de marketing e vendas, nas marcas Burger King® e Popeyes®, onde foi responsável pela transformação nas áreas de marketing e vendas para marcas nos Estados Unidos e América Latina. Em sua última experiência, foi o Chief Strategy Officer da Kraft Heinz no Brasil.

”Estamos felizes com a chegada do Pedro porque acreditamos muito na sua capacidade estratégica e visão sobre o negócio de QSR. Ele será uma liderança importante para ajudar a construir esse próximo ciclo da marca no país.”, afirma Gabriel Guimarães, Presidente do Burger King®.

Burger King®
Loures Consultoria

MARCELO NADER É O NOVO GERENTE COMERCIAL DA WIZ CORPORATE NO RECIFE

Marcelo Nader

A Wiz Corporate, unidade de negócios da Wiz Co voltada para atuação com grandes empresas, recebeu o reforço de Marcelo Nader, ex-tesouraria e gerente de risco da Eletrobrás, para compor a liderança de vendas e parcerias em Recife (PE). Nader foi responsável direto pelo processo da maior contratação de seguros da história do país, a Usina de Belo Monte, que emitiu mais de R$ 200 milhões em prêmios para Riscos de Engenharia em 2010.

Especialista nos setores de infraestrutura e energia, com mais de 25 anos de experiência no mercado, Marcelo Nader assume o cargo de Gerente Comercial da Wiz Corporate como reforço para uma das frentes de atuação da empresa que tem mostrado oportunidades de expansão em todo território nacional.

“A Wiz Corporate possui em sua estrutura - e como diferencial competitivo - especialistas que conhecem a visão de seguros, aliada ao olhar do cliente. Chego com o desafio de conectar a expertise de mercado que tenho acumulado ao longo de mais de duas décadas, em passagens por empresas como a ABGR, CHESF e Eletrobrás, e o reconhecimento da Wiz Corporate em seu campo de atuação”, diz Marcelo Nader.

A Wiz Corporate trabalha com foco em seguros corporativos e oferece soluções de mercado, de acordo com as necessidades de cada cliente. Com um atendimento técnico customizado para ajudar a entender riscos e proteger negócios contra prejuízos causados por eventualidades e imprevistos, dispõe de mais de 50 soluções para empresas do agronegócio à construção civil, além de apoiar na gestão estratégica de benefícios corporativos.

Wiz Co (WIZC3) é uma corretora completa de seguros especializada em bancassurance e distribuidora de consórcio e crédito. Atua com ampla oferta de serviços para extrair valor de diferentes canais, gerando oportunidades e potencializando negócios com dinamismo, sinergia e expertise no mercado. Está avaliada atualmente em R$ 1,3 bilhão na B3, onde tem ações listadas desde junho de 2015. Possui mais de 50 anos de atuação e, ao longo dos últimos anos, firmou parcerias estratégicas com mais de 20 instituições, entre elas: Inter, Bmg, BRB, Paraná Banco e Grupo Omni

Wiz Co
InPress Porter Novelli

HELOÍSA DE CASTRO É ELEITA PRESIDENTE DO CRCSP E ASSUME GESTÃO 2026-2027

À frente do maior Conselho de Contabilidade do Brasil, a nova presidente inicia mandato em um momento de transformações na profissão, impulsionadas pela Reforma Tributária e pelo avanço da tecnologia

Heloísa de Castro

A contadora Heloísa de Castro foi eleita presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP) para a gestão 2026-2027. Ela assume o comando do maior Conselho de Contabilidade do país em um cenário de profundas mudanças no setor, impulsionadas pela Reforma Tributária do consumo e pela ampliação do uso de tecnologias baseadas em automação e Inteligência Artificial.

Em seu discurso de posse, a nova presidente reafirmou o compromisso da nova gestão com a profissão contábil, os profissionais e a sociedade. “É um compromisso que nos levará a realizar muito mais pela profissão”, destacou. Segundo ela, a Contabilidade brasileira atravessa um momento de reconfiguração, impulsionado pela Reforma Tributária do consumo, que começa a vigorar neste ano, e pela expansão do uso de tecnologias baseadas em automação e Inteligência Artificial. Nesse contexto, o papel do contador tende a se tornar cada vez mais consultivo e estratégico, com foco em resultados e não apenas em conformidade fiscal. Ao concluir, afirmou ter plena confiança no trabalho a ser desenvolvido ao longo do mandato. “Tenho a certeza de que, nos próximos dois anos, conduziremos este Conselho com trabalho, resiliência, lealdade, respeito e consideração por todos. Junto com os profissionais, o Conselho será a voz da Contabilidade.”

Além da presidente eleita, também passam a integrar o Conselho Diretor do CRCSP Flávia Augusto, vice-presidente de Gestão e Controladoria; Wander Pinto, vice-presidente de Integridade, Ética e Disciplina; Renato Prone Teixeira da Silva, vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Roberson de Medeiros, vice-presidente de Registro.

A eleição ocorreu após a posse de dois terços dos conselheiros efetivos e suplentes que passam a integrar o Plenário do CRCSP, eleitos em 13 de novembro de 2025 para o mandato de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2029. A Chapa Heloísa de Castro, única inscrita no processo eleitoral, foi aprovada com 30 votos favoráveis, dois votos em branco e um voto nulo, oficializando a composição do Conselho Diretor e das Câmaras da entidade para o biênio 2026-2027.

Ao todo, foram empossados 24 conselheiros efetivos para o mandato 2026-2029, além de conselheiros suplentes e suplentes com mandato complementar.

Perfil profissional

A contadora Heloísa de Castro possui trajetória consolidada na área contábil, com forte atuação em gestão, regulação e desenvolvimento institucional. Integra o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo desde 2018 e, no biênio 2024-2025, exerceu a vice-presidência de Administração e Finanças, sendo responsável pela gestão administrativa e financeira da entidade, com orçamento anual superior a R$ 110 milhões.

Também coordenou a Câmara de Registro do CRCSP e é vogal titular da Junta Comercial do Estado de São Paulo, com mandato de 2023 a 2027.

No setor privado, é sócia-diretora dos grupos Plancon Contabilidade e Plangest, com atuação em consultoria, planejamento tributário e gestão financeira. É formada em Ciências Contábeis e Administração de Empresas PUC-SP, com imersão em Empreendedorismo e Inovação na Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo
ConteúdoInk Comunicação

OTAVIO AUGUSTO LOPES É O NOVO SÓCIO-LÍDER DA EY

Com mais de 20 anos de experiência, Otavio Augusto Lopes chega para impulsionar inovação e reforçar portfólio de serviços  para o setor de Agronegócio Latam

Otavio Augusto Lopes

A EY, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo, anuncia Otavio Augusto Lopes como seu mais novo sócio-líder de Agronegócio para América Latina. Com mais de duas décadas de experiência em consultoria estratégica, o executivo se consolidou como referência global na condução de transformações no setor agroalimentar, atuando em quatro continentes e mais de 15 países. Sua trajetória combina profundo conhecimento dos setores de bens de consumo, alimentos e agronegócio com expertise em transformação digital e gestão de negócios.

Ao longo de sua carreira, Otavio liderou transformações complexas, implementação de mudanças organizacionais, desenvolvimento de estratégias de entrada em mercados e programas de crescimento. Também se destacou pela aplicação de inovação tecnológica em toda a cadeia de valor agroalimentar, do campo à mesa. Além disso, tem forte atuação na formação e desenvolvimento de talentos e ativos estratégicos, agregando valor sustentável às organizações.

Formado em 1996, Otavio possui mestrado em Agronegócio e Bioenergia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das principais escolas de negócios do Brasil. Antes de ingressar na EY, acumulou experiência na Origin C&P, Telecom Italia, Petroflex e Accenture.

EY

A EY existe para construir um mundo de negócios melhor, ajudando a criar valor em longo prazo para seus clientes, pessoas e sociedade e gerando confiança nos mercados de capitais.

Utilizando dados, inteligência artificial e tecnologia como viabilizadores, equipes diversas da EY ajudam clientes a moldar o futuro com confiança e a solucionar as questões mais complexas do mundo atual.

As equipes da EY atuam em todo espectro de serviços em assurance, consulting, tax e strategy and Transactions, agora EY-Parthenon. Impulsionadas pela visão dos setores da indústria, parceiros de diversos ecossistemas e uma rede multidisciplinar e globalmente conectada, as equipes da EY podem fornecer serviços em mais de 150 países.

Todos juntos para moldar o futuro com confiança

EY se refere à organização global e pode se referir a uma ou mais firmas-membro da Ernst& Young Global Limited, cada uma das quais é uma pessoa jurídica independente. A Ernst Young Global Limited, uma empresa do Reino Unido limitada por garantia, não presta serviços a clientes. Informações sobre como a EY coleta e usa dados pessoais, bem como a descrição dos direitos dos indivíduos sob a legislação de proteção de dados, estão disponíveis em ey.com/privacy. As firmas-membro da EY não exercem a advocacia onde são proibidas da prática pelas leis locais. Para mais informações sobre a organização, clique aqui e visite o site

EY
FSB Comunicação

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

ESCRAVO DA BUROCRACIA. Por Ricardo Hernandes*

Ilustração: jusbrasil.com.br 

Em pleno século XXI, o cidadão brasileiro segue aprisionado por uma engrenagem invisível, mas poderosa: a burocracia estatal. Não se trata apenas de excesso de regras, mas de um sistema que se tornou um fim em si mesmo, impondo rituais, exigências redundantes e prazos indefinidos que corroem o tempo, a paciência e a confiança da sociedade nas instituições públicas.

O escravo da burocracia não se submete a um senhor, mas a formulários, carimbos, protocolos e sistemas digitais instáveis. Sua vida é regida por normas que mudam sem clareza, procedimentos mal explicados e exigências que frequentemente ignoram o bom senso. O mérito do pedido raramente importa mais do que o cumprimento estrito — e muitas vezes confuso — do rito administrativo.

Nesse modelo, a responsabilidade quase sempre recai sobre o cidadão. Se o Estado exige um documento que ele próprio emitiu, cabe ao interessado providenciá-lo novamente. Se há erro ou inconsistência, a falha é atribuída a quem “não seguiu corretamente o procedimento”. O sistema se protege, transfere o ônus e evita a autocrítica.

Órgãos públicos como Detrans, cartórios e repartições diversas simbolizam esse funcionamento. O tempo do cidadão perde valor institucional. Horas são convertidas em números de protocolo. Dias se transformam em “processos em análise”. Semanas ou meses podem terminar em um indeferimento genérico, sem explicação clara ou orientação objetiva para correção.

É importante reconhecer que a burocracia, em sua origem, não é um mal. Ela existe para organizar, garantir igualdade de tratamento e dar segurança jurídica. O problema surge quando o procedimento passa a ser mais importante do que o resultado, quando a regra se sobrepõe à finalidade e quando a eficiência deixa de ser considerada um dever do Estado.

A digitalização dos serviços públicos, anunciada como solução, trouxe avanços inegáveis, mas também revelou novas formas de exclusão e desorientação. O balcão físico foi substituído por plataformas que exigem cadastros múltiplos, senhas, validações e sistemas que frequentemente falham. O labirinto permanece — apenas mudou de endereço.

Nesse contexto, o cidadão deixa de ser o destinatário do serviço público e passa a servir ao sistema. Acumula comprovantes, arquivos digitais e registros que comprovam apenas uma realidade desconfortável: cumprir todas as regras não garante a resolução do problema.

Enquanto o Estado não compreender que eficiência, clareza e respeito ao tempo do cidadão são direitos fundamentais — e não concessões —, o país continuará produzindo não usuários de serviços públicos, mas escravos da burocracia: disciplinados, cansados e resignados como este motorista, habilitado pela primeira vez há 54 anos, que desde de outubro passado tenta renovar sua CNH, via DetranSP - Atende Fácil São Caetano do Sul. Tenham certeza de que não está nada fácil!

* Ricardo Hernandes é jornalista

SCHAEFFLER REVOLUCIONA ROBÓTICA HUMANOIDE COM NOVO ATUADOR DE ENGRENAGEM PLANETÁRIA

O atuador planetário da Schaeffler viabiliza movimentos de alta precisão e assegura a máxima autonomia operacional das juntas robóticas

Pela primeira vez, a Schaeffler revela na Consumer Electronics Show (Las Vegas) um atuador de engrenagem planetária desenvolvido exclusivamente para as complexas demandas da robótica humanoide. Projetado para oferecer alta precisão na transmissão de torque e rigidez mecânica superior, o componente é a peça-chave para movimentos fluidos e eficientes.

Considerando que um robô humanoide exige entre 25 e 30 atuadores para articular ombros, joelhos e quadris, a tecnologia da empresa alemã supera um gargalo crítico do setor: a reversibilidade. Enquanto sistemas convencionais limitam o movimento inverso, o design inovador desenvolvido pela companhia permite uma reversão suave e precisa. Com produção 100% verticalizada (in-house), a Schaeffler garante controle total de qualidade e confiabilidade. Essa inovação não apenas aprimora a tecnologia atual, mas acelera a chegada de robôs capazes de assumir tarefas repetitivas e ergonomicamente exaustivas, elevando a produtividade da indústria do futuro.

Andreas Schick, Diretor de Operações (COO) da Schaeffler AG e líder da frente de robótica humanoide no Conselho Executivo, destaca a ambição da companhia: "Nossa meta é consolidar a liderança em um mercado de robótica humanoide que avança em ritmo acelerado. A Schaeffler traduz décadas de excelência em manufatura na capacidade de entregar soluções de alta qualidade, em escala industrial e com agilidade sem precedentes. Este novo atuador planetário não é apenas um protótipo, mas um produto pronto para o mercado, projetado para elevar o patamar de performance e versatilidade da nova geração de robôs”.

Atuador planetário: Engenharia de precisão sob medida para a robótica humanoide

A Schaeffler possui uma vantagem competitiva única: utiliza robôs humanoides em sua própria cadeia de valor. Essa experiência prática permite que a empresa compreenda profundamente as exigências do mercado e converta soluções escaláveis dos setores automotivo e industrial em produtos customizados para os desafios do futuro. Com um portfólio que abrange oito famílias de produtos, a Schaeffler supre todos os requisitos para humanoides. Atuadores lineares e rotativos — uma das competências centrais da marca — representam cerca de metade dos componentes de um robô, evidenciando a sólida integração vertical e expertise em tecnologia de movimento.

O grande destaque na CES é o novo atuador planetário, um sistema de alta eficiência desenvolvido integralmente pela Schaeffler. Esta unidade "all-in-one" integra redutor de dois estágios, motor elétrico, encoder e controlador em um design ultracompacto. Com torque entre 60 e 250 Nm e alta estabilidade térmica, o sistema minimiza a rotação involuntária e suporta forças externas com excelência. O resultado é uma sequência de movimentos precisos, e eficientes, com total transparência de torque, garantindo a performance ideal em operações contínuas.

Schaeffler na Consumer Electronics Show

Conheça o futuro da robótica: os componentes inovadores da Schaeffler para humanoides e outras tecnologias de ponta estarão em exposição na CES 2026. Visite-nos de 6 a 9 de janeiro, no West Hall (Estande 7301) do Centro de Convenções de Las Vegas. Clique aqui e saiba mais sobre a Schaeffler no Consumer Electronics Show

Schaeffler
Imagem Corporativa

domingo, 4 de janeiro de 2026

FLUXO DE PASSAGEIROS PARA A AMÉRICA DO SUL CRESCE 19,6% EM UM ANO E APRESENTA O MELHOR RESULTADO DA HISTÓRIA

Movimentação superou Europa e América do Norte

O ano de 2025 já é, oficialmente, o maior da história para a aviação internacional brasileira. Dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelam que a movimentação de passageiros entre o Brasil e o exterior, de janeiro a novembro, somou 25,8 milhões de viajantes. O volume é um recorde histórico para o período nos últimos 25 anos e já supera em 3% toda a movimentação registrada ao longo dos 12 meses de 2024.

O grande motor desse resultado foi a aproximação com países vizinhos. A América do Sul consolidou-se como o destino número 1 dos brasileiros e a região que mais cresce na movimentação de turistas ao longo do último ano.

No acumulado de janeiro a novembro, a movimentação com os países sul-americanos, considerando voos de origem e destino, atingiu 10,5 milhões de passageiros. O número não apenas representa um crescimento expressivo de 19,6% frente ao mesmo período do ano anterior, como já é 8,7% superior a toda a movimentação de passageiros em 2024 para a região.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o fato de 2025 (janeiro a novembro) já ter superado o ano completo de 2024 comprova o aquecimento da economia e da aviação nacionais. "Chegar a novembro já tendo superado os números de todo o ano de 2024 é um feito extraordinário. Isso mostra que os brasileiros estão viajando mais e que o nosso país se reconectou ao mundo. O destaque para a América do Sul, com um crescimento de quase 20%, é outro destaque a comemorar", afirmou.

Liderança sul-americana

Ao escolherem para onde viajar, os brasileiros têm optado massivamente por destino da América do Sul. De janeiro a novembro, 5,2 milhões de passageiros embarcaram do Brasil com destino aos países vizinhos.

O volume supera com folga os outros continentes e mostra uma mudança de perfil no turismo internacional. Enquanto o fluxo de passageiros para a Europa (4 milhões) cresceu 9,6% e para a América do Norte (2,4 milhões) avançou 7%, a procura pela América do Sul saltou 19,3%.

Esse índice – praticamente o dobro do crescimento europeu e quase o triplo da América do Norte – confirma que a integração regional deixou de ser uma promessa para se tornar a realidade mais dinâmica do setor aéreo nacional.

Dois países concentram a maior parte desse intercâmbio. A Argentina lidera o ranking, tendo movimentado 4,3 milhões de passageiros até novembro. Logo atrás, o Chile aparece com 3,1 milhões, consolidando-se como um parceiro estratégico de turismo e negócios. Juntos, os dois países respondem por mais de 70% da movimentação no continente. A lista de destinos em alta segue com Colômbia (873 mil), Peru (820 mil) e Uruguai (663 mil).

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, destaca que estes números refletem a recuperação da nossa malha aérea internacional e a maior integração do país enquanto destino para negócios e turismo. “Ao ampliarmos a conectividade com a América do Sul, temos uma rede maior, que atende a mais localidades com menor tempo e liga o Brasil ao resto do mundo com maior eficiência. Isso beneficia todo o sistema de aviação e incrementa as oportunidades de negócios e turismo. O crescimento de quase 20% na região não acontece por acaso; é resultado de um ambiente regulatório estável e do esforço para atrair novas rotas, permitindo que o passageiro tenha mais opções de horários e destinos do que jamais teve", disse.

Os números de 2025 consolidam uma curva de crescimento exponencial. Para se ter ideia da força dessa retomada, em 2021 (com os impactos da pandemia), o fluxo de passageiros entre o Brasil e os vizinhos sul-americanos foi de apenas 605.714 viajantes. De lá para cá, a recuperação mostrou um salto para 4 milhões em 2022; para 6,9 milhões em 2023; 8,7 milhões de passageiros em 2024 e agora rompe a barreira histórica dos 10,5 milhões.

Na prática, a movimentação de passageiros em 2025 já é 17 vezes maior do que a registrada naquele período crítico, desenhando um cenário de superação clara para o setor.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

FUNDO DA MARINHA MERCANTE DESTINA R$ 218 MILHÕES PARA PROJETOS NO SUL DO PAÍS

Investimentos vão fortalecer a indústria naval, ampliar a capacidade produtiva e gerar empregos na região

Investimentos reforçam a vocação da região Sul como um dos principais polos navais do país - Foto: Divulgação/Detroit Brasil

A região Sul do Brasil será beneficiada com R$ 218,8 milhões em investimentos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), destinados a ampliar a frota, modernizar estaleiros e fortalecer empresas do setor naval. Os recursos foram aprovados na quarta e última reunião de 2025 do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), ocorrida em dezembro e coordenada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os investimentos reforçam o papel estratégico do Fundo para o desenvolvimento industrial do país. “O Fundo da Marinha Mercante voltou a ser um instrumento de desenvolvimento. Ao apoiar os projetos do Sul, estamos garantindo mais empregos, inovação, competitividade e fortalecendo um setor estratégico para o Brasil”, afirmou.

Projetos contemplados

Os investimentos estão concentrados nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, reforçando a vocação da região Sul como um dos principais polos navais do país.

Em Santa Catarina, os recursos abrangem iniciativas de modernização industrial, como a atualização de estaleiros, além da construção de embarcações destinadas à navegação interior, ao transporte de passageiros, ao apoio portuário e ao apoio marítimo. Os projetos envolvem estaleiros e empresas do setor naval local, fortalecendo a capacidade produtiva e ampliando a atuação do estado em serviços de docagem, reparo e construção naval.

No Rio Grande do Sul, os recursos são destinados à modernização de embarcação voltada à navegação interior. O projeto tem como objetivo atualizar a frota empregada no transporte hidroviário, ampliando eficiência operacional, segurança e confiabilidade das operações em vias interiores.

Para Costa Filho, além do impacto industrial, os investimentos reafirmam o compromisso do governo federal com o desenvolvimento regional. “Estamos levando investimentos para onde mais fazem diferença na vida das pessoas. Cada projeto aprovado representa emprego, renda, oportunidades e fortalecimento da logística nacional”, destacou.

Esta última reunião do ano consolidou 2025 como um dos anos mais importantes da história recente do FMM. Apenas nessa reunião (61ª), foram aprovados R$ 5 bilhões em projetos para o país. No acumulado do ano, o Fundo alcançou R$ 32,1 bilhões aprovados, com potencial de geração de milhares de empregos diretos e indiretos em todo o Brasil.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
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BIOPOWER INVESTE R$ 140 MILHÕES E PROJETA PRODUÇÃO RECORDE DE 650 MILHÕES DE LITROS DE BIODIESEL

Aporte é o maior desde a construção da unidade de Mafra (SC), em 2021, e visa aumentar a eficiência na produção para atender à crescente demanda por energia limpa

A Biopower, empresa da JBS Novos Negócios que produz biodiesel, acaba de anunciar um investimento de R$ 140 milhões em modernização e inovação tecnológica de suas três usinas, localizadas em Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC). O aporte, o mais significativo desde a construção da unidade de Mafra, em 2021, prepara a empresa para um novo ciclo de crescimento e reforça seu papel estratégico na transição energética nacional. Com a inovação, a Biopower projeta sua produção em um volume recorde de mais de 650 milhões de litros em 2025.

Dentre os investimentos, está a implementação da tecnologia de esterificação enzimática, um moderno processo que substitui catalisadores químicos por enzimas de alta eficiência. Essa abordagem mais limpa e precisa permitirá um ganho de produtividade, maior flexibilidade no uso de matérias-primas diversas, como sebo bovino e óleo de cozinha usado, e a conversão de subprodutos, que antes eram comercializados separadamente, em mais biodiesel. O projeto começa a ser implementado neste ano e tem conclusão prevista para meados de 2026.

“Investimos para aprimorar ainda mais um produto que já tem reconhecimento de excelência no mercado e para nos mantermos na vanguarda de um setor em plena expansão”, afirma Alexandre Pereira, diretor da Biopower. “Essa modernização nos dará mais eficiência e elasticidade produtiva, garantindo nossa competitividade para atender a uma demanda por biodiesel que, certamente, continuará crescendo”, completa. O anúncio ocorre em um momento especial para a operação, já que a unidade de Mafra alcançou recentemente a marca de 1 bilhão de litros de biodiesel produzidos.

O aumento na demanda por biodiesel, impulsionado pela legislação vigente que prevê a elevação da mistura para 20% (B20) até 2030, acontece em um momento de crescimento histórico dos biocombustíveis no Brasil. Atualmente, a mistura está em 15%. É nesse cenário de expansão que o investimento da Biopower se posiciona, preparando a companhia para capturar as novas oportunidades e contribuir para a meta do país de se consolidar cada vez mais como uma potência em energia limpa. Em 18 anos de atuação, a empresa já produziu mais de 4 bilhões de litros de biodiesel, evitando a emissão de cerca de 9 milhões de toneladas de CO₂.

A Biopower também avança em novas frentes que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo. A definição de metas globais da Organização Marítima Internacional (IMO), que busca atingir emissões líquidas zero no setor até 2050, abre espaço para combustíveis sustentáveis, e a empresa está preparada para atender essa demanda. O biodiesel se apresenta como uma alternativa viável e imediata ao diesel naval tradicional, podendo ser utilizado sem a necessidade de adaptação nas embarcações e com o mesmo desempenho e custo competitivo em relação a outras tecnologias.

Além disso, a Biopower conta com certificação e rastreabilidade internacional, como o selo ISCC (International Sustainability and Carbon Certification), requisito para o mercado europeu, e a Certificação EPA (Environmental Protection Agency), dos Estados Unidos. “À medida que o mundo acelera a transição para uma matriz energética mais limpa, queremos ser referência em soluções reais e acessíveis. Além do aumento da mistura para B20 nos próximos anos, o mercado de descarbonização naval surge como uma frente estratégica, que nos inspira a continuar inovando e ampliando nosso papel na construção de um futuro mais sustentável”, afirma Pereira.

A Biopower é exemplo do modelo econômico circular aplicado pela JBS em seus negócios: extrair valor do que era considerado descarte. Hoje, cerca de 99% de cada bovino processado pela companhia é aproveitado. Em aves e suínos, esse percentual é de quase 95%. Isso alimenta um ciclo virtuoso que combina reaproveitamento de matéria-prima, criação de empregos e redução de impactos logísticos e ambientais. A atuação também fortalece a economia regional, com operações 24 horas por dia, e cerca de 300 colaboradores diretos nas três unidades da empresa.

Para o diretor da Biopower, a tecnologia é essencial, mas ganha ainda mais força quando aliada ao talento e à dedicação das pessoas que fazem a empresa acontecer. “A tecnologia é uma ferramenta, mas a inovação nasce das pessoas. Temos um time que não somente opera, mas que cria, melhora e supera desafios. Foi essa expertise que nos permitiu, por exemplo, ser pioneiros no uso de diferentes tipos de matéria-prima. É esse conhecimento que representa nosso ativo mais valioso e que nos diferencia da concorrência”.

Biopower em números

  • 3 usinas: Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC)
  • 5ª maior capacidade produtiva do Brasil: mais de 900 milhões de litros
  • Projeção de produção recorde em 2025: mais de 650 milhões de litros
  • Presença nacional: entregas em mais de 22 estados

A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 280 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. A JBS prioriza um programa de segurança alimentar de excelência, adotando as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal ao longo de sua cadeia de valor, com o objetivo de alimentar o mundo de forma mais sustentável. Clique aqui e saiba mais

JBS
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sábado, 3 de janeiro de 2026

MARCELO LAURATO É O NOVO DIRETOR DE VENDAS DA FAISTON

Marcelo Laurato

A Faiston, empresa especializada em soluções e serviços gerenciados de infraestrutura de TI, anuncia a chegada de Marcelo Laurato como novo diretor de Vendas, reforçando o plano de expansão iniciado este ano com a ampliação do portfólio de serviços e a consolidação de parcerias estratégicas no setor de tecnologia. O movimento ocorre após um ciclo em que a empresa ampliou sua capacidade de entrega, fortaleceu o atendimento nacional e avançou em soluções integradas para empresas de médio e grande porte.

A entrada de Laurato marca o início de uma nova fase. Com mais de 20 anos de atuação em tecnologia, incluindo liderança de equipes de vendas, desenvolvimento de canais e estratégias de mercado, ele assume a missão de acelerar o crescimento comercial da Faiston em um momento em que a empresa consolida sua atuação como provedora completa de infraestrutura, serviços e conectividade.

“Este ano foi decisivo para reposicionar a Faiston como uma empresa orientada a serviços, escala e atendimento de alta performance. A chegada do Marcelo ocorre no momento certo, quando ampliamos nossa capacidade técnica, expandimos parcerias e crescemos de forma consistente no mercado corporativo. A experiência dele em construir operações comerciais sólidas contribuirá diretamente para acelerarmos nossos próximos passos”, Josivan Costa, CRO da empresa.

“A Faiston está em um momento de crescimento real, sustentado por entregas consistentes, serviços que evoluíram muito e uma visão clara de mercado. Entrar para liderar essa próxima etapa é uma oportunidade de contribuir para uma empresa que já se diferencia pela capacidade técnica e pela proximidade com o cliente”, afirma Laurato.

Com a nova diretoria, a Faiston se prepara para ampliar presença no mercado corporativo em 2026, aprofundando a integração entre operações, serviços e suporte técnico, pilares que sustentam a estratégia anunciada pela companhia neste ano.

FaistonFundada em 2001, e com um novo posicionamento de mercado desde 2021, a Faiston é uma integradora de serviços e soluções 100% nacional. Com sede em São Paulo, a empresa conta com mais de 300 funcionários e 5.500 parceiros de tecnologia em todo o Brasil. Para saber mais, clique aqui e acesse o site

Faiston
Intelligenzia

SETOR DE ENERGIA SOLAR PROJETA EXPANSÃO COM ABERTURA DO MERCADO DE BATERIAS EM 2026

Mercado vive expectativa de inovação tecnológica e novos investimentos com realização do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) e da SNEC PV & ES LATAM, edição brasileira do maior evento de energia solar do mundo

Após adicionar 11,4 gigawatts em 2025, o setor de energia solar brasileiro projeta nova expansão em 2026 com a abertura do mercado de baterias. O País vive expectativa da realização do primeiro leilão de baterias e a introdução de novas soluções de armazenamento de energia, muitas delas apresentadas durante a SNEC PV & ES LATAM, edição latino-americana do maior evento da indústria de energia solar do mundo, que acontece em março do próximo ano, na cidade de São Paulo.

Depois da recente aprovação da regulamentação do armazenamento de energia por baterias, por meio da Lei 15.269/2025, está previsto para abril o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), o primeiro certame do país dedicado exclusivamente à contratação de potência por baterias. Esses sistemas de armazenamento poderão garantir a disponibilidade da energia produzida por usinas solares e eólicas em momentos em que não há produção, destravando investimentos e trazendo flexibilidade ao sistema elétrico.

O uso de baterias em conjunto com a geração solar não se restringirá apenas às grandes usinas centralizadas. Com os equipamentos tornando-se cada vez mais acessíveis, o Brasil deverá testemunhar o crescimento dessas aplicações em instalações residenciais e comerciais, trazendo economia e autonomia para os consumidores, algo que já é uma realidade em outros países.

Muitas novidades nesse segmento serão apresentadas ao público brasileiro durante a SNEC PV & ES LATAM, que acontece em São Paulo (SP) entre 24 e 26 de março. Os participantes terão a oportunidade de conhecer tendências para toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico, incluindo soluções para mobilidade elétrica e armazenamento de energia.

Também será possível acompanhar debates qualificados, conduzidos por especialistas renomados, em um congresso técnico com conteúdo de alto nível. Com organização da NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos do país, e da Oakstream, que atua na comercialização e serviços de energia renovável, a SNEC PV & ES LATAM deve receber pelo menos 10 mil pessoas nos três dias de evento.

A feira de negócios contará com cerca de 100 expositores, incluindo os principais fabricantes de equipamentos fotovoltaicos, como painéis solares e inversores, e desenvolvedores de projetos de geração centralizada e distribuída, além de empresas com atuação nos mercados de armazenamento de energia com baterias, mobilidade elétrica, smarts grids e infraestrutura.

A SNEC de Xangai, na China, é realizada desde 2007 e tornou-se o maior evento de energia solar do mundo. A edição de 2025 aconteceu entre 11 e 13 junho e contou com cerca de 3,5 mil expositores e atraiu de mais de 500 mil visitantes. A SNEC PV & ES LATAM representa a primeira versão da feira e congresso realizada fora da China.

Mercado brasileiro em 2025

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil acrescentou 8,4 GW de sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte (geração distribuída) e 3 GW de grandes usinas (geração centralizada) ao longo de 2025. O desempenho representou investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e geração de quase 400 mil empregos. Como o avanço, o país encerra o ano com 65 GW de potência operacional acumulada na fonte fotovoltaica.

Esses números mantém o Brasil como um dos principais mercados de energia solar do mundo. Nos últimos anos, o país tem se posicionado junto com a China, Estados Unidos e Índia como os líderes globais de instalação de usinas fotovoltaicas. É justamente esse cenário que credenciou o país a receber a primeira edição da SNEC realizada fora da China. As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site

Serviço 
SNEC PV & ES LATAM
De 24 a 26 de março de 2026
Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Informações: https://sneclatambr.com.br

TOTUM Comunicação

ENGIE INICIOU OPERAÇÃO COMERCIAL TOTAL DO CONJUNTO EÓLICO SERRA DO ASSURUÁ, NA BAHIA.

Maior conjunto eólico onshore da ENGIE no mundo e um dos maiores da América Latina, o empreendimento contou com investimento de R$ 6 bilhões.

A ENGIE Brasil Energia anunciou a conclusão da fase de implantação do Conjunto Eólico Serra do Assuruá, localizado em Gentio do Ouro, na Bahia. O empreendimento, composto por 188 turbinas eólicas distribuídas em 24 parques eólicos e com uma capacidade instalada total de 846 MW, é o maior empreendimento eólico onshore da ENGIE no mundo e um projeto emblemático para a América Latina. A infraestrutura também inclui 28 quilômetros de linhas de transmissão, que conectam o parque ao Sistema Interligado Nacional (SIN), garantindo o escoamento da produção para o restante do país.

O Conjunto, construído em fase única com um investimento de R$ 6 bilhões, iniciou suas operações gradualmente em agosto de 2024, após autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A energia gerada já está sendo direcionada para o Mercado Livre de Energia, um marco contratual que permite que empresas de todo o país adquiram energia renovável diretamente do produtor.

“Este é mais um projeto que fortalece o posicionamento do país como fornecedor de energia limpa para grandes indústrias e multinacionais que buscam reduzir suas emissões. Trata-se de um marco para a ENGIE, tanto pelo porte quanto pelo impacto na diversificação da matriz elétrica brasileira, reforçando nosso compromisso com o crescimento sustentável do setor energético nacional”, destaca Eduardo Sattamini, CEO da ENGIE Brasil.

Compromisso social e desenvolvimento local

Durante a fase de construção, o projeto Serra do Assuruá gerou aproximadamente 3.000 empregos diretos e indiretos. A ENGIE priorizou a contratação local, por meio de recrutamento direcionado e apoiou iniciativas de capacitação. Entre elas está o Programa Bahia Qualificação, que ofereceu 60 vagas de treinamento gratuitas — metade reservada para mulheres — em alvenaria, montagem de estruturas de concreto armado e carpintaria.

Como parte de sua política de responsabilidade socioambiental, a ENGIE investiu R$ 8,5 milhões para apoiar diretamente a população com projetos focados em inclusão social, meio ambiente, ações educacionais, de desenvolvimento econômico e a melhoria das condições de vida das comunidades de Gentio do Ouro e região. Desse total, o empreendimento investiu R$ 4,6 milhões em obras de infraestrutura voltada às comunidades rurais, quilombolas e de fundo e fecho de pasto da região, por meio da construção de instalações essenciais dessas comunidades tradicionais, como sedes comunitárias, praça e quadra poliesportivas.

“Na ENGIE, temos o compromisso de impulsionar o desenvolvimento das regiões onde atuamos, promovendo transformações significativas nas comunidades locais. Este projeto é um reflexo concreto da nossa contribuição para um futuro mais justo e sustentável. Acreditamos que o investimento em infraestrutura social é uma poderosa ferramenta de transformação, capaz de fortalecer tradições, gerar impacto positivo duradouro e ampliar as oportunidades para todos”, destaca Paulo Muller, diretor de implantação da ENGIE Brasil Energia.

Presença da ENGIE na Bahia

Atuando no Brasil há quase 30 anos, além do Serra do Assuruá, a ENGIE também opera na Bahia os Conjuntos Eólicos Umburanas, Campo Largo 1 e Campo Largo 2, nos municípios de Umburanas e Sento Sé, somando mais de 1 GW de potência instalada com operação autorizada até 2054.

Recentemente, colocou em operação no estado o primeiro trecho de 334 quilômetros da Linha de Transmissão Asa Branca, uma infraestrutura estratégica que se estenderá por mais de 1.000 quilômetros nos estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto inclui a ampliação de cinco subestações e representa um investimento de R$ 2,7 bilhões.

Fact Sheet - Conjunto Eólico Serra do Assuruá (BA)

ENGIE

A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 98.000 colaboradores em 30 países, o Grupo abrange toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e vendas. A ENGIE combina atividades complementares: produção de eletricidade renovável e gás verde, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas. A cada ano, a ENGIE investe mais de 10 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta net-zero em carbono até 2045. Faturamento em 2024: 73,8 bilhões de euros.

O Grupo é negociado nas bolsas de valores de Paris e Bruxelas (ENGI) e está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europa 120 / França 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).

No Brasil, a ENGIE, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 13 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.

A ENGIE teve no país, em 2024, um faturamento de R$ 12,3 bilhões, e somava 2.800 colaboradores.

A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia, a ENGIE Brasil Energia, cujo ticker é o EGIE3. Além de integrar o Novo Mercado da B3, a Companhia é uma das únicas empresas listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a ENGIE Brasil Energia foi incluída no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. A Companhia também recebeu, em maio de 2024, a certificação Great Place to Work, um reconhecimento que valida o compromisso contínuo da empresa de criar um ambiente de trabalho positivo e inclusivo para todos, além de também ter sido incluída no Dow Jones Best-in-Class Emerging Markets Index.

ENGIE Brasil Energia
InPress Porter Novelli

TECNOVIDRO CRESCE 10,4% EM 2025 E SUPERA MÉDIA DA INDÚSTRIA

Enquanto o setor acumula alta de 7,2% no ano, a Tecnovidro avançou 3,2% no comparativo

A gaúcha Tecnovidro encerrou 2025 com um desempenho acima do registrado pela indústria nacional de processamento de vidros. Segundo o Termômetro Abravidro de novembro, enquanto o setor acumula alta de 7,2% no ano, a Tecnovidro avançou 10,4% no comparativo entre janeiro e dezembro, superando o crescimento observado entre 2024 e 2025, que foi de 9,5%.

De acordo com o diretor-executivo da Tecnovidro, Marco De Bastiani, o resultado é impulsionado, sobretudo, pela demanda consistente dos mercados de ônibus e de máquinas agrícolas. “Os dois segmentos mantiveram ritmo firme ao longo do ano e ampliaram o volume de pedidos para aplicações especiais em vidro técnico”, ressaltou.

Para dezembro, a projeção da empresa foi de estabilidade em função da dinâmica de fim de ano. Já para 2026, a Tecnovidro trabalha com uma estimativa de crescimento de 8,5%, alinhada ao cenário esperado para o setor e às tendências de recuperação gradual de segmentos industriais.

Segundo o executivo, a empresa ainda enxerga importantes frentes para sustentar o crescimento nos próximos períodos. “Temos bastante espaço para avançar, especialmente no segmento de para-brisas, além de ampliar nossa participação no setor agrícola”, concluiu.

Com desempenho acima da média do mercado e sustentado por nichos estratégicos, a Tecnovidro reforça sua posição como uma das empresas mais resilientes do setor de vidros processados no país, com ganhos em produtividade, redução de custos operacionais e investimentos em automação e melhoria de processos.

TecnovidroFundada em 1986 em Farroupilha, a Tecnovidro é especializada na produção de vidros para veículos pesados, máquinas agrícolas e equipamentos especiais. Com 270 colaboradores e capacidade para produzir 50 mil m² de vidros automotivos mensais, a Tecnovidro se consolida como líder no segmento.

Tecnovidro
Critério

SUSTENTABILIDADE ACELERA FRANQUIAS DE LAVANDERIA EM 2026

O franchising brasileiro entra em 2026 impulsionado pelo crescimento acelerado da categoria de serviços, que cresceu 8,9% no faturamento no 1º trimestre e acelerou para 14,2% no 2º trimestre. O movimento ocorre ao mesmo tempo em que o IBGE confirma a mudança estrutural no perfil dos lares: mais de 30% dos domicílios brasileiros já são compostos por apenas uma ou duas pessoas, arranjo que reduz espaços de serviço, limita infraestrutura doméstica e intensifica a busca por soluções externas de limpeza, manutenção e organização. Nas capitais, a combinação entre adensamento urbano, tempo de deslocamento em alta e custo crescente da energia impulsiona o investimento em modelos padronizados, recorrentes e de ciclo rápido, especialmente aqueles que resolvem tarefas essenciais da rotina.

Nesse contexto, as franquias de serviços essenciais deixam de ocupar um espaço complementar e passam a integrar a própria infraestrutura da rotina urbana. Modelos como lavanderias de ciclo rápido se destacam porque entregam rapidez, previsibilidade e custo menor em um ambiente em que o consumidor precisa redistribuir o tempo com precisão. 

“A rotina urbana mudou de forma definitiva. As pessoas não querem só conveniência, querem tempo real, menos fricção e previsibilidade”, afirma Isaelson Oliveira, CEO do Grupo Hi. A compressão dos lares, o aumento do custo energético e a sobrecarga das jornadas de trabalho aceleram a migração para operações profissionais e padronizadas, que resolvem uma tarefa semanal com eficiência e constância, tendência que se consolida para 2026.

A demanda também cresce pelo lado da eficiência. O avanço da sustentabilidade no varejo de serviços empurra o consumidor para modelos que economizam água, energia e reduzem o desperdício. Enquanto máquinas domésticas tradicionais podem consumir até 135 litros por ciclo, operações profissionais trabalham com média de 48 litros, o que representa uma redução de 65% do uso de água além de ciclos de cerca de 60 minutos. Esse contraste responde a duas pressões simultâneas: o custo da energia elétrica, que segue elevado nas capitais, e a ineficiência dos espaços domésticos, que tornaram inviável manter a rotina semanal de lavagem sem comprometer tempo e orçamento.

É nesse cenário que modelos como o da Lavanderia 60 Minutos, do Grupo Hi, ganham tração. A rede já soma cerca de 890 unidades em operação até dezembro, com mais 300 pontos em implantação, consolidando-se como uma das maiores plataformas de serviços essenciais do Brasil. A empresa estruturou ciclos rápidos, padronização rígida e consumo eficiente de água, oferecendo ao investidor um modelo conectado às dores reais da vida urbana. “Quando você resolve uma necessidade semanal que não desaparece, a demanda deixa de oscilar e passa a acompanhar o ritmo da cidade”, afirma Isaelson Oliveira. Para 2026, a combinação entre sustentabilidade, praticidade e rotina estruturada tende a transformar franquias essenciais no eixo mais estável e resiliente do franchising brasileiro.

Grupo Hi

O Grupo Hi é a holding por trás da maior rede de lavanderias self-service da América Latina, a Lavanderia 60 Minutos. Fundado em 2015 por Isaelson Oliveira, o grupo revolucionou o mercado com um modelo de franquia inovador, acessível e escalável, unindo tecnologia, sustentabilidade e conveniência para transformar a experiência de higienização têxtil.

Com um crescimento exponencial, a rede encerrou 2024 com 1,5 milhão de clientes fidelizados e um faturamento de R$ 53 milhões, além de 890 unidades ativas e um ambicioso plano de expansão para atingir 1.400 lojas até o final de 2025 e internacionalizar a rede de lavanderias self-service em breve para países como Estados Unidos e Portugal. Esse avanço é impulsionado pela recente entrada de João Kepler, CEO da Equity Group, como investidor e chairman do conselho.

O Grupo Hi se diferencia pela criação e desenvolvimento de soluções inteligentes, como os armários automatizados Laundry in Box, os produtos biodegradáveis HiPlim, e a digitalização dos serviços com plataformas como BolePix, um meio de pagamento próprio, e HiChat, um chat e voicebot baseado em inteligência artificial desenvolvido pela IKLI, braço tecnológico do grupo. Além disso, a empresa se preocupa com o desenvolvimento dos seus colaboradores. Através do programa HI Academy, a empresa disponibiliza cursos e grupos de aprendizado e destina 4 horas da carga horária semanal para que a equipe possa se dedicar a adquirir mais conhecimento.

Com um olhar estratégico para o futuro, o Grupo Hi não apenas lidera o setor de lavanderias self-service, mas também projeta um valuation de R$ 1 bilhão nos próximos três anos, consolidando-se como referência global em inovação, franquias e soluções sustentáveis, além do foco em fazer o primeiro IPO do setor. Clique aqui e visite o site.

Grupo Hi
Gueratto Press