sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

GUIA PRÁTICO PARA ENCRENCAR O TRÂNSITO. Por Eduardo Fangel*

Há algum tempo penso em compartilhar técnicas infalíveis para “engarrafar cidades brasileiras” com eficiência suíça - só que ao contrário. Tudo baseado no princípio sagrado da política municipal: “se o eleitor pede lombada, lombada haverá”. Fiscalização? Educação? Engenharia de tráfego? Coisas neoliberais demais.

Antes, um lembrete básico que todo prefeito ignora com orgulho: 

"Vazão = velocidade x área“

Mas quem liga pra física quando dá pra inaugurar concreto?

1. Lombadas (a religião oficial)

Coloque “sempre nas vias principais”, de preferência logo após cruzamentos. 

Assim:

  • Quem vem da preferencial freia sem necessidade
  • Quem vem do “PARE” não sabe se para, arranca ou reza
  • Todos perdem tempo, combustível e sanidade

PS: os testes em laboratórios de emissões veiculares demonstram que o maior consumo de combustível e consequente emissão de poluentes ocorre no anda e para do trânsito.

Fiscalizar velocidade dá trabalho. Lombada é voto sólido.

2. Faixas de pedestres (o caos democrático)

Pinte faixas:

  • Em todo cruzamento
  • Em toda esquina
  • Em locais sem visibilidade nenhuma
  • Semáforo verde? Problema do motorista.
  • Conversão à direita? Surpresa! Um pedestre brota do nada.

Faixa no meio da avenida com canteiro central? Excelente. Pedestre não usava mesmo — agora vai usar.

3. Placas “PARE” estratégicas

Sempre dê preferência à rua:

  • Mais estreita
  • Mais lenta
  • Com menos fluxo

Estudo de tráfego é elitista. Intuição política é ciência exata.

4. Estacionamento livre, leve e solto

Avenida com duas faixas?

 Transforme em “uma”.

Rua estreita?

 Estacione dos “dois lados”.

O importante é garantir que ambulância e ônibus nunca passem. Comércio feliz, cidade parada.

5. Retornos infinitos

Permita retornos:

  • Em todas as ilhas
  • Em toda avenida movimentada
  • Sem recuo, sem sinalização e sem piedade

Nada cria mais engarrafamento que um carro atravessado tentando “só virar rapidinho”.

6. Faixas que somem magicamente

Avenida de três faixas?

  • Faça virar duas. Do nada!
  • Sem placa, sem aviso, sem vergonha.

O motorista aprende na marra. Ou não aprende.

7. Mate as rotatórias (crime urbanístico qualificado)

Rotatória flui? Então está errado.

Troque por:

  • Semáforos

De três tempos; Intermináveis! Que param tudo mesmo quando não passa ninguém, Trânsito parado transmite sensação de “controle”.

Conclusão:

O trânsito não precisa fluir. Precisa “parecer humano”, mesmo que seja burro. Lombada inaugurada, fiscalização não adotada. Lombada aparece na foto. Multa dá chilique. Engarrafamento é só o preço do populismo viário.

Se a cidade travar, melhor ainda: o eleitor acha que cresceu demais.

E os prefeitos? Seguem firmes, cortando fita… em cima da lombada.

* Eduardo Fangel é formado pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo e foi, durante muitos anos, responsável pelo “Traffic Safety” no Campo de Provas da General Motors, em Indaiatuba, SP.

** Espaço editorial da Coluna chicolelis

FABIO RIBEIRO É O NOVO CEO DA NLT TELECOM

Executivo terá a missão de expandir atuação comercial da empresa, ampliando portfólio e presença na América Latina

Fabio Ribeiro

A NLT Telecom, operadora autorizada Anatel, anuncia Fabio Ribeiro como seu novo CEO, que chega para ampliar a atuação comercial da empresa. Há sete anos no mercado, a NLT iniciou como MVNO pioneira especializada em IoT e, atualmente, tem tido relevante desempenho também como Mobile Virtual Network Enabler (MVNE).

“A NLT já se consolidou como uma das principais operadoras do Brasil graças à inovação e à capacidade de entregar conectividade confiável e customizada para os setores mais exigentes do mercado. Minha missão, a partir de agora, é a de acelerar ainda mais o crescimento e a transformação da empresa, fortalecer nosso conjunto de soluções e expandir a operação para novos mercados, sempre colocando o cliente no centro de todas as decisões”, afirma Fabio Ribeiro.

Com mais de 20 anos de experiência no setor, Fabio tem sólida experiência em gestão e desenvolvimento de equipes multidisciplinares em várias áreas de negócio, tendo atuado em importantes empresas de telecom no Brasil, como Vivo, Claro Next, TNS e Vero. O executivo tem graduação em Engenharia pela Federal de Itajubá, MBA pela University of Manchester e especialização pela UCSD e UNIFEI.

A NLT Telecom é operadora global de telecomunicações exclusiva para o mercado de IoT, uma Mobile Virtual Network Enabler (MVNE), que oferece ao mercado a melhor estrutura de core de rede do país, com conectividade em qualquer tecnologia, dentro e fora do território nacional. As soluções multitecnológicas de hiperconectividade NLT podem ser combinadas entre si de forma a atender as mais diversas aplicações, sendo ideais para comunicação entre máquinas (M2M) e Internet das Coisas (IoT), em áreas como saúde, indústria 4.0, rastreamento de veículos e ativos, logística, agronegócio, monitoramento e segurança, meios de pagamento e cidades inteligentes

NLT

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

MASSEY FERGUSON REÚNE ANTIGOS COLABORADORES PARA CELEBRAR O LEGADO DA MARCA NO BRASIL

Encontro marcou o lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”, que eterniza memórias de ex-colaboradores

Lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”

A unidade da AGCO em Jundiaí (SP) recebeu antigos colaboradores que construíram suas trajetórias profissionais na Massey Ferguson em um encontro dedicado à celebração do legado da marca no Brasil. Entre conversas e lembranças compartilhadas, o evento foi uma oportunidade de reviver trajetórias profissionais e laços de amizade construídos ao longo de décadas. A ocasião foi marcada pelo lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”, obra que reúne histórias, vivências e memórias de profissionais que fizeram parte da trajetória da empresa ao longo das décadas.

Escrito pela jornalista Eloisa Rangel, o livro registra relatos de 45 ex-funcionários que ajudaram a consolidar a Massey Ferguson como uma das principais referências do setor agrícola no país, reunindo experiências que vão do chão de fábrica à presidência da empresa. “Conhecer a realidade de quem participou ativamente do desenvolvimento da agroindústria brasileira foi inspirador e nos permitiu um resgate de memória muito humano. O livro é um tributo a quem fez a história da marca e da agricultura brasileira", afirma a autora.

Como forma de reconhecimento e homenagem, os exemplares do livro foram distribuídos para cada um dos antigos colaboradores durante o evento. "Este livro representa o nosso legado. A junção de todas as histórias que construíram algo tão excepcional que é difícil até de descrever. É a celebração de um grupo que se mantém unido há 40 anos, mantendo essa trajetória, essa amizade e essa paixão pela marca. É inesquecível e este livro é o coroamento de tudo isso", afirma Lucia Meilei, ex-colaboradora Massey Ferguson.

Para Fernanda Teixeira, gerente de Comunicação da AGCO para a América do Sul, a iniciativa reforça a conexão da empresa com sua própria história. “Em um ano em que a Massey Ferguson celebra 65 anos de Brasil e mais de 175 anos no mundo, ver o orgulho de quem ajudou a marca a crescer é contagiante. Valorizar o ser humano vai muito além de uma boa entrega; trata-se de trazer essas pessoas de volta para 'dentro de casa' e reconhecer aqueles cujos olhos brilham pela nossa história. É uma amizade que precisamos levar para as próximas gerações, garantindo que teremos muitos outros Legendários no futuro.

A iniciativa também incluiu um encontro on-line com colaboradores atuais da Massey Ferguson, promovendo um momento de troca entre gerações. Na ocasião, integrantes do grupo de Legendários compartilharam suas experiências e memórias de trabalho, reforçando os valores, a cultura e o orgulho de pertencer à marca.

O grupo, nomeado carinhosamente de Legendários, é formado por profissionais de diferentes áreas e departamentos que atuaram na empresa desde meados das décadas de 1960 e 1970. Com tradição de promover encontros anuais, o grupo cresce a cada edição. Neste ano, os participantes puderam conhecer as diferentes áreas da operação da AGCO em Jundiaí, como Centro de Distribuição de Peças, Centro de Treinamento AGCO Academy, Centro de Excelência de Transmissões Reman e Centro de Experiência ao Cliente, em uma experiência que conectou passado, presente e futuro da Massey Ferguson no Brasil.

A Massey Ferguson, marca pertencente ao grupo AGCO, acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola. É a maior exportadora de máquinas agrícolas da América Latina e referência no mercado brasileiro há seis décadas. Os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, implementos, pulverizadores, enfardadoras e produtos e serviços de agricultura de precisão Massey Ferguson são comercializados para mais de 80 países, principalmente África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai. As fábricas na América do Sul ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões) e também na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores). Possui uma extensa e estabelecida rede de concessionárias no Brasil, com mais de 200 lojas. Clique aqui, visite o site e saiba mais

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$ 11,7 bilhões em 2024. Clique aqui para mais informações

Massey Ferguson
AGCO
FSB Comunicação

CIEE RECEBE JAIRO AVRITCHIR PARA COMANDAR NOVA SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA

Executivo passou por grandes empresas como Dell, JP Morgan e Banco UBS

Jairo Avritchir

Alinhado à sua estratégia de modernização e avanço contínuo do uso de tecnologia, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inserção social e trabalho jovem da América Latina, anuncia a criação da Superintendência de Tecnologia - SUTEC, que Jairo Avritchir assume como novo superintendente da organização.

Com quatro décadas de atuação no mercado, Avritchir construiu uma trajetória sólida em companhias de grande porte, tendo ocupado posições de liderança nas áreas de TI e Inovação em organizações como Dell, J.P. Morgan, Webcontinental, UBS Brasil, Portocred e Banco Fibra. Ao longo de sua carreira, liderou equipes de TI no Brasil e no exterior, conduzindo programas de transformação digital, desenvolvimento e implantação de sistemas, governança de TI, segurança da informação e gestão de risco.

A chegada do executivo reforça o compromisso do CIEE com a adoção de soluções tecnológicas para melhorar a experiência das empresas, estudantes e instituições de ensino,  ampliar a eficiência operacional, fortalecer a segurança da informação e fomentar a inovação, apoiando a missão social da entidade.

“Estou muito feliz e motivado para assumir esse desafio. O CIEE é uma instituição com um propósito social relevante e uma atuação essencial para o desenvolvimento de jovens e empresas. Implementar novas tecnologias é fundamental para acelerar esse impacto positivo”, afirma Avritchir.

CIEE 61 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Comunicação do CIEE

KEPLER WEBER INICIA EMBARQUES PARA UM DOS PROJETOS INTERNACIONAIS MAIS RELEVANTES DOS ÚLTIMOS 15 ANOS

Contrato fechado com a MP Agro, cerealista venezuelana, envolve implantação de estrutura para beneficiamento e estocagem de milho branco com capacidade de 80 mil toneladas

A Kepler Weber (KEPL3) anunciou um dos projetos internacionais de maior relevância da companhia nos últimos 15 anos, voltado à implantação de uma unidade de beneficiamento e estocagem de milho branco na Venezuela. A estrutura terá capacidade inicial para 80 mil toneladas, com possibilidade de expansão futura, e atenderá principalmente a indústria de farinha de milho branco, base da alimentação no país.

O contrato foi firmado com a MP Agro, cerealista que atua no fornecimento de insumos, equipamentos e no financiamento da safra para agricultores locais. Com a nova estrutura, a companhia ampliará sua capacidade de originação, passando a receber grãos próprios, de produtores independentes e de cooperativas parceiras, com foco no abastecimento da indústria alimentícia local.

“O projeto reforça nossa atuação internacional e está alinhado à estratégia de diversificação geográfica da companhia”, afirma Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber.

Além da estrutura de armazenagem, a obra envolve uma solução integrada com máquinas de pré-limpeza e limpeza, quatro secadores e sistema de termometria digital da Procer, com sensores de umidade relativa, que permitem o monitoramento contínuo e maior controle da qualidade do milho ao longo do processo. O cronograma contratual está previsto para conclusão no segundo semestre de 2026.

O contrato está alinhado à estratégia da companhia de ampliar a presença em outros países, especialmente na América Latina, onde a Kepler Weber é líder no segmento. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025, a receita líquida do segmento de negócios internacionais da empresa somou R$ 135,1 milhões, crescimento de 11,7% em relação ao mesmo período de 2024.

“Projetos desse porte exigem engenharia robusta, integração de sistemas e domínio de processos voltados ao consumo humano. É nesse tipo de desafio que a companhia consolida sua atuação internacional, levando tecnologia brasileira para mercados estratégicos”, destaca Ismael Schneider, gerente de negócios internacionais da Kepler Weber.

Kepler Weber
Agência Fato Relevante

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

NOS PORTOS QUE NÃO DORMEM, A ENERGIA PRECISA SER MAIS DO QUE CONSTANTE - PRECISA SER INTELIGENTE

Com recordes de 1,32 bilhão de toneladas de cargas, setor portuário brasileiro adota painéis que monitoram rede em tempo real e permitem manutenção sem parar operação

Foto: Freepik | Divulgação Engerey Painéis Elétricos

Entre guindastes imensos que puxam contêineres, empilhadeiras que cortam filas de caminhões e navios que chegam com exatidão milimétrica, está um dos maiores desafios logísticos do Brasil: manter a continuidade, minuto a minuto, das operações em um porto.

A alta demanda por exportações de grãos, minérios e produtos industrializados fez das estruturas portuárias um ponto crítico da economia, onde qualquer falha elétrica pode custar milhões.

Com o setor portuário atingindo recordes - 1,32 bilhão de toneladas de cargas em 2024, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) - e com as cargas conteinerizadas crescendo cerca de 20%, os números mostram que os portos estão cada vez mais sob pressão.

Mais volume, mais contêineres, mais turnos e, consequentemente, mais necessidade de confiabilidade. Nesse ambiente, a infraestrutura elétrica, que antes podia ser considerada um “dado adquirido” - isto é, assumia-se que os sistemas iriam funcionar normalmente - , passa a exigir atenção redobrada em engenharia, seleção de sistemas, automação e monitoramento remoto.

“Quando falamos de porto, estamos falando de carga, de risco, de prazo e de pessoas trabalhando com máquinas pesadas”, ressalta o engenheiro eletricista Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos.

O engenheiro destaca que “se um painel elétrico falhar, como por exemplo, um disjuntor desarmar indevidamente ou um cabo sobreaquecer, gera-se risco de interrupção ou até de incêndio. No cenário da logística portuária, essa falha reverbera muito além da sala de manutenção — pode significar navio aguardando, filas de caminhões paradas, atraso no embarque ou desembarque e, claro, custos altos”.

Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos

Junto a toda essa infraestrutura portuária há uma rede complexa de energia. Painéis, transformadores, disjuntores e sistemas de proteção garantem o funcionamento das máquinas e a segurança dos trabalhadores. “Mas, até pouco tempo atrás, esses equipamentos operavam ‘no escuro’, isto é, só se sabia de um problema depois que ele acontecia”, diz Amaral.

A tecnologia tem acompanhado todo esse avanço no setor, e sistemas inteligentes trabalham para que cada etapa da operação portuária funcione com segurança e continuidade.

“Um exemplo são os painéis de média tensão SM6 Connected, que garantem a continuidade das operações por meio do monitoramento inteligente de seus componentes internos. Com isso, o engenheiro pode verificar o status do equipamento de forma remota e programar manutenções preventivas antes que uma falha ocorra — tudo sem interromper as atividades. É um avanço significativo em relação aos painéis convencionais, que exigem a parada total do sistema para reparos”, destaca Amaral.

Segundo o especialista, o mesmo conceito é aplicado aos painéis elétricos de baixa tensão, como os PrismaSet da Schneider Electric, fornecidos no Brasil pela Engerey que também têm a conectividade como seu principal diferencial.

Além disso, painéis elétricos inteligentes possuem mecanismos que não protegem apenas a infraestrutura, mas também os operadores que atuam dentro do ambiente portuário, um dos mais arriscados do setor logístico.

“Quando o sistema detecta um risco e atua de forma automática, reduz-se drasticamente a exposição de técnicos e eletricistas a situações de perigo. É segurança física e operacional ao mesmo tempo”, observa.

A tendência é que os painéis elétricos passem a conversar com sistemas de gestão em nuvem, gerando dados em tempo real sobre consumo, eficiência e riscos — o que deve transformar o conceito de manutenção e gestão portuária.

“Estamos entrando em uma era em que a infraestrutura elétrica será tão conectada quanto o próprio terminal de cargas”, diz Amaral. “Isso muda tudo: o porto passa a operar de forma preditiva, e não mais reativa”, conclui.

> Clique aqui e visite o site da Engerey

Referências

https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2025/02/portos-brasileiros-registram-maior-movimentacao-da-historia-com-132-bilhao-de-toneladas-em-2024

https://www.gov.br/antaq/pt-br/noticias/2025/recorde-nos-portos-setor-aquaviario-movimenta-mais-de-1-32-bi-de-toneladas-em-2024

Engerey Painéis Elétricos
Engenharia de Comunicação

CASE IH REALIZA DESAFIO INÉDITO COM DRONE DE APLICAÇÃO

Teste de 24 horas comprova eficiência, precisão e potencial para reduzir custos e emissões no campo

A Case IH, marca da CNH, concluiu um desafio inédito com o seu Drone de Aplicação para avaliar o desempenho do equipamento em condições reais de operação, incluindo autonomia, resistência a fatores ambientais, estabilidade de voo e confiabilidade na comunicação e transmissão de dados. Durante 24 horas ininterruptas, a tecnologia foi testada na Fazenda Conectada Case IH, o laboratório de tecnologia e inovação em uma fazenda real localizada em Água Boa (MT).

E os resultados comprovam o impacto financeiro e ambiental que o drone traz para a operação agrícola. O drone modelo P150, que opera com a capacidade máxima de 70 litros, realizou 147 voos, cobrindo uma área total de 892 hectares e aplicando 7.039 litros de produto com 98,9% de acurácia. A operação registrou 18 horas e 45 minutos de voo efetivo, com velocidade média de 64 km/h, altura de 6 metros e largura de faixa de 11 metros. A taxa média de aplicação foi de 8 litros por hectare. O rendimento médio foi de 37 hectares por hora, com picos de até 51 hectares por hora, e o maior voo cobriu 8,75 hectares. O pit stop mais rápido levou apenas 22 segundos, demonstrando agilidade na operação.

Além da eficiência operacional, o teste reforça o potencial do drone para reduzir custos e impactos ambientais. A aplicação precisa e eficaz diminui o consumo de insumos e de combustível e contribui para a redução das emissões de carbono. Essa tecnologia está alinhada à estratégia da Case IH de promover práticas agrícolas mais limpas e sustentáveis, apoiando o produtor rural na transição para uma agricultura de baixo carbono.

“Neste teste, levamos o nosso produto ao extremo para comprovar o que já sabíamos: que ele entrega máxima produtividade e alta eficiência, o que reforça o nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade. O Drone de Aplicação Case IH faz parte de um ecossistema de tecnologias que oferecemos ao produtor rural e que amplia as possibilidades de manejo inteligente, com ganhos em eficiência, redução de custos e menor emissão de carbono”, afirma Leandro Conde, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina.

Para o especialista do Núcleo de Ensaio de Máquinas Agrícolas da Universidade Federal de Santa Maria, José Fernando Schlosser, que acompanhou o teste, foi um marco importante e difícil de ser repetido. “Podemos ter esse teste como referência. No tempo total de 24 horas deslocou-se uma distância linear de 815 km. Embora essa tenha sido uma prova de difícil repetição, poucos equipamentos atuais poderão alcançar números espantosos como esses”, explica.

Entre as vantagens dessa tecnologia estão a maior facilidade operacional em terrenos de topografia irregular ou mais recortados, como talhões menores, além de possibilitar aplicações em culturas de grande porte, como coqueiros e bananas. Outro uso bastante indicado para esse equipamento é em áreas alagadas, evitando o amassamento da cultura e a compactação do solo.

Fácil de transportar, o Drone de Aplicação possui um plano de voo autônomo, o que simplifica a operação, além de contar com um sistema de monitoramento do espaço ao seu redor, evitando obstáculos e acidentes, trazendo segurança e precisão à operação.

A Case IH fez o lançamento oficial do Drone de Aplicação durante a Agrishow 2025 como uma solução complementar à linha de pulverizadores Patriot. Com importação e distribuição no Brasil pela marca, são oferecidos dois modelos: de 30 litros (P60) e de 70 litros (P150), contando com todo o suporte da marca por meio de mais de 180 pontos de atendimento da rede de concessionários.

“Um dos grandes diferenciais é a segurança que o agricultor tem de comprar o produto e ter garantida toda a pós-venda da Case IH com atendimento, peças, serviços e treinamentos. Não tem outra marca de drone que ofereça todo esse suporte”, comenta Gerson Garbuio, diretor da concessionária Agritex e proprietário da Agropecuária Jerusalém, onde a Fazenda Conectada Case IH está localizada.

Fazenda Conectada Case IH

A Fazenda Conectada é um laboratório vivo de Agricultura Digital, onde a Case IH testa soluções avançadas para aumentar a produtividade e promover a transição para práticas mais sustentáveis. A Case IH, em parceria com a TIM, acaba de anunciar novos resultados da Fazenda Conectada, com safra recorde e redução de custos.

O projeto integra conectividade, gestão de dados e tecnologias de ponta, como o drone, que entrará nos próximos estudos desenvolvidos no local, pela Agricef, em parceria com a Unicamp.

A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos, colhedoras de cana, além de tratores com uma ampla faixa de potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da marca a melhor opção do plantio à colheita. A Case IH é uma marca da CNH. Mais informações podem ser encontradas no site

Case IH
REDE Comunicação

JAMES LOVE É O NOVO CHIEF REVENUE OFFICER DA CLAROTY

Veterano em cibersegurança, executivo chega para consolidar o forte impulso e liderar a empresa no próximo capítulo de crescimento sustentado de receita

James Love

A Claroty, a empresa de proteção de sistemas ciberfísicos (CPS), anunciou a nomeação de James Love como Chief Revenue Officer (CRO). Love traz para a Claroty mais de 25 anos de experiência em liderança de tecnologia e cibersegurança, construindo e escalando funções de go-to-market em organizações de alto crescimento. Recentemente, James atuou como CRO na Radiant Logic, consolidando uma trajetória de liderança que agora o posiciona estrategicamente para impulsionar os ambiciosos planos de crescimento da Claroty.

“James se junta à Claroty em um momento crucial de nossa jornada”, disse Yaniv Vardi, CEO da Claroty. “À medida que expandimos nossa liderança como a plataforma mais unificada para proteção de CPS, sua capacidade comprovada de escalar organizações de vendas de alto desempenho, desenvolver talentos excepcionais e construir culturas vencedoras será fundamental para nossa próxima fase.”

Antes de ingressar na Claroty, Love ocupou cargos executivos em empresas líderes de cibersegurança, incluindo Illumio, Imperva, Orca Security, Arxan Technologies e Radiant Logic. Nessas funções, Love formou equipes de vendas de primeira classe que prosperaram ao encantar os clientes. Sob sua liderança, suas equipes aprimoraram os processos de go-to-market, melhoraram a estratégia e a execução de vendas e fortaleceram os ecossistemas de parceiros e alianças.

“Estou entusiasmado por me juntar à Claroty em um momento em que a segurança de CPS é prioridade para todas as organizações que sustentam infraestruturas de missão crítica”, disse Love. “Os clientes que atendemos precisam de uma fonte confiável de verdade operacional, e estou ansioso para levar nossa visão de um programa de proteção de CPS inigualável para mais organizações, conforme continuamos nosso rápido crescimento em 2026 e além.”

Love ingressa na Claroty no momento em que a empresa deu um passo emocionante em sua estratégia de inovação em IA, lançando recentemente a "The CPS Library" — um catálogo de ativos movido a IA, pioneiro no setor, que garante visibilidade e precisão aprimoradas no rastreamento de especificações de ativos.

A notícia também surge após importantes reconhecimentos de analistas nos últimos doze meses, com a Claroty sendo nomeada líder no Gartner® Magic Quadrant™ de 2025 para Plataformas de Proteção de CPS (¹) e no The Forrester Wave™: Soluções de Segurança de IoT, 3º Trimestre de 2025. 

(¹) Gartner, Magic Quadrant for CPS Protection Platforms, Katell Thielemann, Wam Voster, Ruggero Contu, 12 de fevereiro de 2025. O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço retratado em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa do Gartner e não devem ser interpretadas como declarações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, em relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.

GARTNER é uma marca registrada e marca de serviço da Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas nos EUA e internacionalmente, e MAGIC QUADRANT é uma marca registrada da Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas e são usadas aqui com permissão. Todos os direitos reservados.

A Claroty redefiniu a proteção de sistemas ciberfísicos (CPS) com uma plataforma inigualável centrada na indústria, construída para proteger infraestruturas de missão crítica. A Plataforma Claroty oferece a visibilidade de ativos mais profunda e o conjunto de soluções construídas para CPS mais amplo do mercado, compreendendo gestão de exposição, proteção de rede, acesso seguro e detecção de ameaças – seja na nuvem com Claroty xDome ou on-premise com Claroty Continuous Threat Detection (CTD). Apoiada por pesquisas de ameaças premiadas e uma vasta gama de alianças tecnológicas, a Plataforma Claroty permite que as organizações reduzam efetivamente o risco de CPS, com o tempo de valorização (time-to-value) mais rápido e menor custo total de propriedade. A Claroty é implementada por centenas de organizações em milhares de locais globalmente. A empresa está sediada na cidade de Nova York e possui presença na Europa, Ásia-Pacífico e América Latina. Para saber mais, clique aqui e visite o site

INTERNACIONALIZAÇÃO DA ENERGIA SOLAR BRASILEIRA: POR QUE ADERIR AOS PADRÕES GLOBAIS É ESTRATÉGICO PARA O PAÍS. Por Vinicius Gibrail*

Foto: institutosolar.com

A indústria de energia solar fotovoltaica do Brasil vive um momento de rápido crescimento e amadurecimento. Nesse sentido, a internacionalização tem sido um caminho natural e estratégico, tanto para ampliar mercados de exportação quanto para atrair investimentos estrangeiros. Um pilar fundamental desse movimento é a adesão a padrões globais de qualidade e segurança, por meio de certificações internacionais reconhecidas.

No Brasil, por muito tempo a única obrigatoriedade para equipamentos fotovoltaicos foi o selo do INMETRO, que estabelece critérios mínimos de desempenho e segurança para comercialização nacional. Contudo, a ausência de uma certificação técnica mais abrangente permitiu a proliferação de equipamentos com diferentes níveis de qualidade. Neste sentido, as certificações internacionais voluntárias têm se tornado referência de qualidade.

Organismos independentes testam os equipamentos solares de forma muito mais completa, segundo padrões internacionais rigorosos. Por exemplo, a norma IEC 61215 (da IEC) envolve cerca de 18 a 21 ensaios diferentes em módulos fotovoltaicos, incluindo ciclos de temperatura, umidade, teste de resistência mecânica, ensaios de degradação acelerada (damp heat), testes elétricos de isolação, entre outros.

Esses procedimentos vão muito além do exigido localmente e servem para assegurar que o painel possa operar com desempenho e segurança durante toda sua vida útil projetada – que pode superar os 25 anos. Mesmo que a análise do INMETRO seja extremamente relevante, o teste nacional contempla apenas 1 dos 18 testes recomendados internacionalmente.

Adotar certificações internacionais confere, portanto, garantia de qualidade e confiabilidade reconhecida globalmente. Quando um produto solar brasileiro — seja um painel, um inversor ou outro componente — passa nos testes segundo as normas IEC, isso significa que ele atende aos requisitos considerados mundialmente necessários para desempenho, durabilidade e segurança. Esses requisitos são justamente os exigidos em mercados avançados como Europa, Estados Unidos, China, Japão e vários outros, onde a conformidade com as normas IEC é vista como mínimo obrigatório para comercialização.

Módulos solares: qualidade comprovada para competir no exterior

A IEC define normas específicas para módulos solares, principalmente a IEC 61215, que trata da qualificação de projeto e desempenho, e a IEC 61730, que aborda requisitos de segurança elétrica. Fabricantes brasileiros que querem exportar seus painéis precisam obter essas certificações junto a laboratórios acreditados internacionalmente, comprovando que seus produtos resistem a condições adversas e operam com segurança equivalente aos melhores do mundo.

A certificação IEC 61215/61730 traz a confiança que o equipamento foi aprovado em todos os testes de stress, climáticos e elétricos que os mercados mais exigentes do mundo demandam. A própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem alinhado seus padrões aos da IEC; em 2024, a ABNT publicou a norma NBR IEC 61215-1:2024, uma tradução da norma IEC 61215-1:2021, listando 21 ensaios de qualidade para módulos fotovoltaicos. Isso mostra um movimento nacional de aproximação aos padrões globais, facilitando que fabricantes locais sigam as mesmas diretrizes técnicas reconhecidas internacionalmente.

Inversores e componentes: adequação global e novos mercados

Além dos painéis, outros componentes críticos como os inversores fotovoltaicos também precisam aderir a padrões globais. Os inversores, responsáveis por converter a energia dos módulos em eletricidade utilizável na rede, devem cumprir normas de segurança elétrica e de desempenho específicas.

Internacionalmente, existem certificações como a IEC 62116, que faz o teste de anti-ilhamento, e requisitos de compatibilidade com rede, as quais correspondem às normas IEC/EN de conexão à rede, equivalentes às normas de grid code europeias e norte-americanas. No Brasil, a Portaria INMETRO 004/2011 introduziu a certificação compulsória de inversores conectados à rede até 10 kW, assegurando parâmetros mínimos de eficiência e proteção.

Contudo, para equipamentos de maior porte ou casos fora do escopo do INMETRO, é praxe que distribuidoras de energia e clientes exijam certificados de conformidade emitidos por laboratórios internacionais. O mesmo vale para outros componentes do sistema solar fotovoltaico – estruturas de fixação, rastreadores solares (trackers), fusíveis, cabos, conectores e até baterias de armazenamento.

Cada um desses itens possui normas técnicas internacionais que balizam a qualidade. Quando produtos brasileiros desses segmentos seguem tais normas e obtêm certificações reconhecidas, aumentam sua aceitação no mercado global.

Por exemplo, uma empresa nacional que produza estruturas de montagem para painéis pode buscar certificações ISO/IEC para resistência mecânica e tratamento anticorrosão; assim, seus produtos terão melhor entrada em projetos no exterior, que geralmente exigem conformidade a normas internacionais de construção e segurança.

Do ponto de vista comercial, alinhar-se com padrões globais para quaisquer componentes utilizados na geração de energia fotovoltaica, reduz obstáculos técnicos. Muitos países só permitem a importação e uso de equipamentos solares certificados conforme padrões IEC ou equivalentes. Para citar um caso, na União Europeia é obrigatório que inversores solares tenham marcação CE, o que implica atender a diversas normas IEC/EN; nos Estados Unidos, inversores e módulos precisam de certificações como UL e IEEE, que guardam correspondência com normas IEC. Se um produto brasileiro já nasce em conformidade com esses padrões internacionais, o processo de homologação em outros países torna-se muito mais ágil, sem necessidade de refazer testes do zero. Isso poupa tempo e custos, acelerando a entrada em novos mercados.

Mais do que cumprir uma formalidade técnica, abraçar certificações como IEC 61215, IEC 61730, entre outras, significa posicionar o Brasil no patamar de excelência exigido pelas maiores economias do mundo. Os reflexos dessa estratégia são claros: empresas nacionais mais preparadas para exportar, produtos confiáveis que conquistam a preferência de clientes e investidores, e um mercado doméstico fortalecido por equipamentos de melhor desempenho e segurança.

* Vinicius Gibrail é Diretor da Divisão de Produtos Solares e Comerciais da TÜV Rheinland na América do Sul

TÜV Rheinland
Intelligenzia

BHP ANUNCIA MINA TOTALMENTE AUTÔNOMA NO CHILE

Projeto impulsiona a segurança, a eficiência e a sustentabilidade na produção de cobre, metal essencial para a transição energética. Em linha com meta global de 40% de participação feminina na força de trabalho, a BHP registra 64% de participação feminina em funções relacionadas à autonomia na mina de Escondida Norte.

A BHP anuncia que a mina de Escondida Norte, parte da operação de Escondida, agora é totalmente autônoma. O marco contempla 33 caminhões e 11 perfuratrizes, que operam em toda a mina. Atualmente, 30% da produção total de Escondida provém dessa zona autônoma, e mais de 350 mil toneladas de material são movimentadas diariamente, impulsionando a eficiência em grande escala.

Para garantir a operação da mina, mais de 5 mil trabalhadores foram treinados em novas tecnologias, garantindo o aumento da capacidade em toda a força de trabalho. Entre os trabalhadores que desempenham funções relacionadas à autonomia, 64% são mulheres, mantendo o compromisso da empresa com diversidade.

Como a maior produtora mundial de concentrados e cátodos de cobre, Escondida opera com as cavas Escondida e Escondida Norte, que servem a três plantas de concentração e duas operações de lixiviação. A mina dispõe de uma vida útil remanescente de várias décadas e uma base de recursos de mais de 26 bilhões de toneladas.

Essas conquistas visam reduzir riscos, aumentar a produtividade e criar um ambiente de trabalho mais seguro. As operações autônomas em Escondida representam uma resposta estratégica aos desafios do setor, como a queda na qualidade dos minérios e o aumento da complexidade operacional.

Com a demanda global por cobre crescendo, impulsionada pela eletrificação, energias renováveis e infraestrutura digital, a BHP está comprometida em produzir este recurso essencial de forma mais segura, eficiente e sustentável.

A BHP, que completou 140 anos em 2025, tem sede na Austrália e é líder global em mineração. A empresa atua em mais de 90 localidades e tem em seu time mais de 90 mil pessoas em todo o mundo. Sempre guiada pelo pioneirismo, a BHP produz commodities essenciais para o futuro, como minério de ferro, cobre, níquel e, em breve, potássio. No Brasil, a BHP detém 50% de participação na Samarco, joint-venture não operada, que produz minério de ferro. A BHP sempre esteve e segue comprometida com os esforços de reparação pós-rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, em 2015

BHP
Ideal Axicom

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

RANDONCORP FORMALIZA ADESÃO À FIRST MOVERS COALITION DURANTE O FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, EM DAVOS.

Documento consolida companhia como a segunda empresa brasileira na categoria Alumínio a ingressar no grupo por conta de compromissos com a descarbonização de cadeias produtivas

A Randoncorp formalizou a adesão à First Movers Coalition (FMC) com a assinatura oficial da carta de compromisso durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. O ato, oficializado nesta segunda-feira (19) marca a entrada definitiva da companhia na iniciativa global liderada pelo Fórum Econômico Mundial, voltada à aceleração da descarbonização em setores intensivos em emissões.

e/d: Daniel Randon, presidente e CEO da Randoncorp; e Noam Boussidan, Head da First Movers Coalition; no ato de assinatura oficial da carta de compromisso Foto: Filipe PenkoBTG | Divulgação Randoncorp

Com a assinatura, a Randoncorp consolida seu posicionamento como uma das empresas brasileiras de referência em sustentabilidade industrial, tornando-se a segunda do país a integrar a First Movers Coalition no setor de Alumínio, categoria adotada pela organização, ao lado da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA).

A adesão formal reforça compromissos já em curso, especialmente relacionados ao uso de alumínio de baixo carbono em suas operações. Atualmente, a Randoncorp já supera a meta mínima de 10% estabelecida pela FMC, utilizando o chamado “alumínio verde”, fornecido pela CBA, em uma estratégia alinhada à redução da intensidade de carbono de sua cadeia produtiva.

“A assinatura da carta de adesão simboliza mais um passo concreto da Randoncorp em direção à nossa ambição ESG. Esse movimento reforça nosso compromisso contínuo em investir em inovação para uma mobilidade cada vez mais sustentável e, mais do isso, demonstra que já faz parte da nossa estratégia industrial ao orientar, de forma objetiva, nossas decisões de negócio”, afirma o presidente e CEO da Randoncorp, Daniel Randon.

Além da formalização da adesão, a Randoncorp mantém participação ativa na programação na Brazil House, espaço que reúne empresas brasileiras para discutir temas estratégicos da agenda global. Ao longo da semana, a empresa conduz painéis voltados à economia de baixo carbono, investimentos sustentáveis e financiamento climático.

Ao integrar oficialmente a First Movers Coalition, a Randoncorp passa a contribuir de forma ainda mais direta para o avanço de soluções industriais de menor impacto ambiental ao fortalecer a atuação em um ecossistema global que conecta empresas, governos e instituições financeiras em prol da transição para uma economia mundial de baixo carbono.

Randoncorp

Multinacional brasileira referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações ao redor do mundo, alcança mais de 125 países com a comercialização de produtos e serviços e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 18 mil colaboradores envolvidos.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais com as marcas Suspensys, Castertech, Master Freios e JOST Brasil. Também atua como montadora e está entre as maiores fabricantes de semirreboques do mundo por intermédio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A companhia conta, ainda, com a Rands Soluções Financeiras e Serviços, que possui amplo portfólio integrado e voltado a pessoas físicas e jurídicas. A atuação abrange desde financiamentos, investimentos e seguros até assistências e locação de veículos pesados com a Addiante, atendendo diferentes setores, como transporte e logística, agronegócio e varejo. O grupo investe também em pesquisas de nanotecnologia e eletromobilidade com a NIONE e possui tecnologia avançada amplamente reconhecida no Centro Tecnológico Randon (CTR). A Randoncorp cria soluções em automação e robótica industrial com a Auttom, desenvolve ferramentas em softwares e tecnologia com a DB e oferece alternativas para gestão de frotas com a Delta Global, além de atuar em investimento e aceleração de startups com a RV.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, auxilia organizações a implementar a cultura de inovação para gerar resultados com apoio da Conexo. Atua na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica ao apoiar o Instituto Hercílio Randon.

A Randoncorp faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras.

Randoncorp
ANK Reputation

MEIO AMBIENTE: RESULTADOS DE 2025 IMPULSIONAM EXPANSÃO DA COLETA ITINERANTE DA RECICLUS EM 2026

O serviço de coleta itinerante de lâmpadas fluorescentes, oferecido gratuitamente pela Reciclus, ampliou o alcance da logística reversa no país e garantiu a destinação ambientalmente correta desse resíduo

Em 2025, foram realizadas mais de 100 coletas nessa modalidade, em 12 estados e no Distrito Federal, resultando no recolhimento de mais de 1,6 milhão de lâmpadas que deixaram de ser descartadas de forma inadequada. Esse serviço reduz riscos ambientais e à saúde humana, em casos de descarte incorreto de lâmpadas fluorescentes - resíduo que contém mercúrio, uma substância tóxica que pode contaminar solo, água e ar quando liberada no meio ambiente.

O Estado de São Paulo concentrou o maior volume de operações, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Pernambuco. A atuação também alcançou o Distrito Federal, Tocantins, Minas Gerais, Maranhão, Amazonas, Bahia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

As coletas itinerantes atendem gratuitamente cidades com menos de 25 mil habitantes, especificamente para o recolhimento de lâmpadas com origem em organizações sem fins lucrativos, escolas, universidades, hospitais e instituições públicas que precisam cumprir as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei nº 12.305/2010), que estabelece a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

“Neste ano, o objetivo é ampliar a mobilização dos municípios, incentivando que concentrem as lâmpadas fluorescentes queimadas ou não utilizadas - especialmente aquelas substituídas por iluminação LED - e entrem em contato com a Reciclus para viabilizar a coleta. Após essa etapa, orientamos que, nas próximas aquisições de lâmpadas, os municípios passem a incluir a destinação ambientalmente adequada nos processos licitatórios, como uma boa prática e em conformidade com a legislação vigente.”

A iniciativa busca apoiar, principalmente, os municípios de menor porte, onde não há Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) específicos da Reciclus e onde o acúmulo desse tipo de resíduo tende a ocorrer de forma mais lenta. Além de eliminar um passivo ambiental relevante, o município que solicita a coleta pode aproveitar a ação para promover campanhas junto à população, fortalecendo a educação ambiental, incentivando o descarte correto e ampliando ainda mais o volume de lâmpadas coletadas.

Para solicitar a coleta itinerante, instituições e municípios devem preencher o formulário de interesse pelo link

Após o envio, a equipe da Reciclus analisará a solicitação e, se estiver de acordo com os critérios, solicitará fotos e documentos complementares. Com tudo aprovado, a associação agenda a coleta gratuita, que será realizada em uma única visita e em um único endereço.

Para mais informações sobre a coleta itinerante da Reciclus, clique aqui

Reciclus

Desde 2017, a Reciclus – Associação Brasileira para a Gestão da Logística Reversa de Produtos de Iluminação – desempenha o papel de entidade gestora da logística reversa de lâmpadas com mercúrio no Brasil. A organização operacionaliza a coleta segura, o transporte e a destinação adequada em parceria com recicladoras e transportadoras homologadas. Desde o início de suas operações, foram coletadas mais de 53 milhões de lâmpadas fluorescentes, nos quase 4 mil pontos de entrega da Reciclus. Comprometida com a Educação Ambiental, a associação possui o Programa Reciclus Educa que tem como objetivo a produção e disseminação de conhecimento e conscientização ambiental, especialmente para crianças e jovens. O Programa oferece gratuitamente materiais de Educação Ambiental para escolas públicas e privadas, prefeituras e secretarias de educação e meio ambiente. Atualmente, a iniciativa soma mais de 185 mil materiais distribuídos por todo o Brasil, além de mais de 3 mil educadores(as) capacitados(as) por meio do curso gratuito oferecido pelo Programa.

Materiais do Programa Reciclus Educa

A Cartilha do Bem: aprendendo a cuidar do meio ambiente

Revista em quadrinhos Turma da Mônica: Uma ideia brilhante

E-book Investigar, Sentir e Pertencer

Para mais informações, clique aqui e visite o site

Reciclus
Sing Comunicação de Resultados

BRASILEIROS PRIORIZAM INOVAÇÃO EM SAÚDE E SUSTENTABILIDADE, APONTA BOSCH TECH COMPASS 2026

Pesquisa global, realizada pela Bosch, entrevistou mais de 11 mil pessoas em sete países, incluindo mais de dois mil brasileiros

Foto: Getty Images | Divulgação Grupo Bosch

A quinta edição do Bosch Tech Compass, estudo global que analisa expectativas e percepções sobre tecnologia, mostra que os brasileiros estão cada vez mais atentos à qualidade de vida e ao meio ambiente. Segundo a pesquisa, 59% esperam inovações em tecnologia de saúde pessoal e 42% priorizam soluções sustentáveis, nos próximos anos.

O levantamento confirma que a tecnologia é vista como aliada direta do bem-estar e do equilíbrio ambiental. Esse movimento se reflete tanto na busca por avanços que tornem os cuidados de saúde mais acessíveis quanto na expectativa por soluções que respondam aos desafios climáticos.

O estudo, realizado em sete países (Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Reino Unido e Estados Unidos), também revela que a Inteligência Artificial deve desempenhar papel central na próxima década. No Brasil, 70% dos entrevistados acreditam que a IA será a tecnologia mais influente no período. A agricultura aparece como o setor em que o País mais se destaca em inovação global, citada por 33% dos brasileiros.

Apesar da visão positiva, a pesquisa aponta barreiras à inovação no Brasil. Para 45% dos entrevistados, a burocracia ainda é o maior entrave. A falta de mão de obra qualificada vem em seguida, mencionada por 35%. A percepção sobre o sistema educacional também preocupa: apenas 32% acreditam que as escolas incentivam pensamento inovador, índice distante de países como China (77%) e Índia (76%), por exemplo. Por outro lado, o estudo revela um desejo de cautela por parte dos brasileiros: 47% acreditam que o progresso tecnológico deveria avançar mais devagar para que seus impactos sejam mais bem compreendidos.

“No Brasil, estamos desenvolvendo inovações e serviços que integram tecnologia e sustentabilidade, como por exemplo as soluções híbrido-flex e Dual Fuel (diesel-etanol), totalmente alinhadas à estratégia de descarbonização no setor da mobilidade. Além disso, a Bosch já oferece ao mercado tecnologias de automação e digitalização para agricultura inteligente, que também geram benefícios diretos para a sustentabilidade no campo. Para apoiar todo esse movimento, investimos em capacitação de pessoas na Academia de Talentos Digitais que está formando jovens para fortalecer ainda mais o ecossistema de inovação no país”, afirma Paulo Rocca, Vice-Presidente de Inovação e Novos negócios da Bosch América Latina.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

Bosch Tech Compass

Bosch Tech Compass é uma pesquisa global realizada pela Gesellschaft für Innovative Marktforschung mbH (GIM) em nome da Robert Bosch GmbH. A edição 2026 entrevistou mais de 11 mil pessoas em sete países, incluindo 2.009 brasileiros, entre agosto e setembro de 2025.

Grupo BoschCom mais de 70 anos de história no Brasil, o Grupo Bosch emprega atualmente no país cerca de 10 mil colaboradores e registrou, em 2024, um faturamento líquido de 8,4 bilhões de reais com a oferta de produtos e serviços para os segmentos da Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo e Energia e Tecnologia Predial. As operações do grupo na América Latina contribuíram para gerar um faturamento de 10,8 bilhões de reais, incluindo as exportações e vendas das empresas coligadas. Clique aqui e visite o site

Grupo Bosch

MARCELO NÓBREGA TORNA-SE BUSINESS ADVISOR NA FESA GROUP E FORTALECE INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA

Marcelo Nóbrega

Executivo com mais de 30 anos de experiência, Nóbrega construiu carreira em empresas como McDonald’s/Arcos Dourados, LATAM, Reckitt Benckiser, BP e Repsol YPF, atuando em projetos de transformação cultural, inovação, tecnologia aplicada ao RH e liderança de times globais.

Fundador do think tank Amppl.iA, ele também é responsável por estudos como “O Perfil do CHRO Brasileiro 2025”, que mapeou os principais líderes de RH das maiores empresas do país e revelou tendências sobre competências, trajetória e representatividade no C-Level. Produz análises sobre prioridades do RH em ambientes digitais e de alta mudança, incluindo a necessidade de atrair e reter talentos tecnológicos.

Com a chegada de Marcelo Nóbrega, a FESA amplia a profundidade analítica de seu portfólio de soluções para toda a jornada do RH e reforça sua atuação como referência estratégica na formação, seleção e desenvolvimento de lideranças de alto nível no Brasil.

FESA GroupFundada em 1995, a FESA Group é uma empresa brasileira que apoia organizações em toda a jornada estratégica de gestão de pessoas: do recrutamento executivo ao desenvolvimento de lideranças e à transformação cultural. Referência em seu setor de atuação, combina inteligência de mercado, especialização setorial e tecnologia, tendo a felicidade corporativa como parte essencial do seu DNA. Seu portfólio integrado oferece soluções sob medida para aquisição, desenvolvimento, sucessão e retenção de talentos, sempre com foco no cliente e na entrega de resultados que geram impacto real nos negócios e na vida das pessoas. Mais do que autoridade nos setores em que atua — como Agronegócio, Indústria, Energia e Infraestrutura, Mercado Financeiro e Varejo —, conta com consultores especialistas preparados para criar conexões humanas que impulsionam crescimento e transformação. Com presença em todo o Brasil por meio de mais de 40 sócios, escritórios regionais e atuação internacional via IIC Partners, presente em mais de 30 países, a FESA Group alia alcance global à expertise local. No campo social, o Instituto FESA C.R.O.M.A. promove programas de voluntariado voltados à educação e qualificação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade, reforçando seu compromisso com uma sociedade mais inclusiva e sustentável

FESA Group
FSB Comunicação

GENERAL MOTORS: THOMAS OWSIANSKI ASSUME A PRESIDÊNCIA DA OPERAÇÃO NA AMÉRICA DO SUL

O executivo chega à região em um momento de profunda transformação da empresa, marcado por investimentos relevantes, aceleração tecnológica e renovação do portfólio.

Thomas Owsianski 

A General Motors anuncia Thomas Owsianski como presidente e diretor-geral da operação da companhia na América do Sul, efetivo a partir de 1º de fevereiro. Ele assume a presidência em um contexto de evolução acelerada do setor automotivo e de avanço da estratégia da empresa para crescimento sustentável, competitividade industrial e inovação tecnológica.

A nomeação acompanha o momento atual da GM na América do Sul. Com investimentos relevantes em andamento, renovação e expansão do portfólio, avanço da eletrificação e fortalecimento da base industrial, a companhia consolida sua posição como uma das protagonistas da indústria automotiva sul-americana.

Rory Harvey, vice-presidente executivo e presidente da GM Global Markets, reforça a centralidade da América do Sul nos planos de crescimento e na estratégia industrial da companhia.

“A América do Sul tem fundamentos sólidos, uma base industrial cada vez mais competitiva e um enorme potencial de crescimento. Nossos investimentos estão criando as condições para novas fases de expansão do portfólio, adoção de tecnologias avançadas e geração de valor de longo prazo”, afirma Harvey.

Presente na América do Sul há mais de 100 anos, a General Motors construiu uma trajetória marcada por inovação, pioneirismo industrial e uma relação profunda com seus clientes. A companhia conta com marcas fortes, uma rede de concessionários estruturada e reconhecida pela credibilidade, além de um papel relevante no desenvolvimento econômico e social dos países onde atua.

“Thomas traz uma trajetória consistente de liderança em múltiplos mercados e um profundo conhecimento da região sul-americana. Ele é o líder escolhido para dar continuidade ao nosso momento positivo e conduzir a GM em sua próxima fase de crescimento, com foco em competitividade, solidez do negócio e sustentabilidade no longo prazo”, completa Harvey.

Com mais de três décadas de experiência em posições de liderança nas áreas de vendas, marketing e operações no setor automotivo internacional, Owsianski é reconhecido por aliar visão estratégica à execução. Ao longo de sua carreira, conduziu organizações em ciclos complexos de transformação, sempre com foco em performance, disciplina operacional, desenvolvimento de pessoas e cultura centrada no cliente.

Sua nomeação reforça o compromisso de longo prazo da GM com a América do Sul. A companhia segue focada em fortalecer sua presença industrial, ampliar a produção local, desenvolver fornecedores, expandir e renovar seu portfólio de veículos e avançar em uma estratégia de eletrificação pragmática, alinhada às características do mercado e à matriz energética da região. Tudo isso com uma abordagem disciplinada em custos, qualidade, segurança e execução, assegurando a sustentabilidade do negócio e sua competitividade no cenário global.

“É uma honra assumir essa função em um momento tão importante para a GM na América do Sul”, afirma Owsianski. “A região tem um papel estratégico no futuro da companhia. Temos uma combinação única de escala industrial, talento local, engenharia de excelência e acesso a tecnologias globais.”

“Meu foco é fortalecer nossa competitividade e garantir crescimento de forma disciplinada e sustentável. Vamos continuar construindo um negócio sólido, que gere valor no longo prazo para nossos clientes, nossos colaboradores, nossos parceiros e as comunidades onde atuamos, contribuindo para o desenvolvimento da indústria e da mobilidade na América do Sul.”

No início de sua carreira, Owsianski ocupou cargos executivos na General Motors, incluindo funções na Opel, na Europa. Após construir uma carreira internacional de destaque no setor automotivo, ele agora retorna à GM, trazendo uma ampla experiência que fortalece ainda mais a gestão e a direção estratégica da empresa na região.

A General Motors está acelerando o futuro da mobilidade com tecnologias avançadas que tornam carros, picapes e SUVs ainda mais seguros, inteligentes e sustentáveis. As marcas Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC oferecem um amplo portfólio global de veículos a combustão inovadores, além da linha mais abrangente de elétricos da indústria, à medida que avançamos rumo a um futuro totalmente elétrico. Clique aqui e acesse o site GM

General Motors América do Sul