terça-feira, 25 de novembro de 2025

GRUPO HEINEKEN ANUNCIA GIOVANNA ABREU COMO GERENTE DE MARKETING SÊNIOR PARA AS MARCAS SOL E EISENBAHN

Executiva assume a gestão de marcas premium da companhia após passagem como head de marketing da Red Stripe Corporate na Jamaica

Giovanna Abreu

O Grupo HEINEKEN anuncia a chegada de Giovanna Abreu ao cargo de gerente de marketing senior das marcas de linha premium da companhia, posição em que será responsável pela liderança estratégica das marcas Eisenbahn e SOL no Brasil.

Formada em Administração e Gestão de Negócios pela FIA e Relações Internacionais pela ESPM, a executiva atua há mais de dez anos na área de marketing de consumo. Com passagem por multinacionais como BRF, Danone e PepsiCo, Giovanna chega para assumir a nova posição após um ano como head de marketing da Red Stripe Corporate (Heineken Jamaica). No Grupo HEINEKEN, também atuou como gerente de marketing das marcas Devassa, Tiger e do portfólio de bebidas não alcoólicas.

Sua carreira é marcada por uma vivência multicultural: Giovanna acumulou experiência direta em dois mercados estratégicos para o setor no Brasil e Caribe, combinando repertórios locais que aprimoram sua visão sobre comportamento de consumo, dinâmica de mercado e construção de marcas. Especialista em conectar insights reais do consumidor às estratégias de negócio, traz uma abordagem focada em crescimento e fortalecimento de portfólio.

Na nova função, a executiva terá como prioridade acelerar a presença das marcas do grupo em um cenário competitivo e em transformação, ampliando relevância cultural, valor de marca e conexão com o consumidor. A presença de Giovanna reforça o movimento do Grupo HEINEKEN para fortalecer sua liderança em categorias estratégicas do mercado brasileiro.

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Em 2017, fortaleceu sua presença no país com a aquisição da Brasil Kirin, consolidando-se como o segundo maior player do mercado brasileiro de cervejas. Hoje, a companhia emprega mais de 13 mil pessoas e opera 13 unidades produtivas – sendo 12 cervejarias e duas microcervejarias – além de construir sua 14ª cervejaria em Passos (MG). Com sede em São Paulo, o portfólio da companhia inclui marcas como Heineken®, Amstel, Amstel Ultra, Eisenbahn, Eisenbahn Unfiltered, Sol, Baden Baden, Blue Moon, Lagunitas, Devassa, Tiger, Bavaria, Glacial, Kaiser, No Grau, Schin e Amstel. No segmento de não alcoólicos, estão presentes Heineken® 0.0, Sol Zero, CLASH’D, FYS, Itubaína, Skinka e Água Schin. O Grupo HEINEKEN no Brasil é subsidiário da HEINEKEN NV, maior cervejaria da Europa. Mais informações no site e nos perfis da companhia no LinkedIn e Instagram

Grupo HEINEKEN
Agência Lema

TERMINAL DE CONTÊINERES DE PARANAGUÁ AMPLIA CALADO OPERACIONAL

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, passa a operar com calado de até 13,30 metros, ampliação que permite transportar cerca de 400 TEUs adicionais de contêineres cheios por embarcação.

A atualização - formalizada pela Portos do Paraná por meio da Portaria nº 224/2025 e aprovada pela Marinha do Brasil e pela Praticagem - é apoiada pelos estudos de simulação contratados pela TCP, conduzidos em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a partir da conclusão da última campanha de derrocagem promovida pela portos do paraná.

Os novos limites de calado foram definidos conforme o porte das embarcações e divididos em duas condições operacionais: maré zero e maré positiva. Para navios de até 300 metros de comprimento (LOA), o calado a maré zero passa de 12,80 para 13,00 metros, podendo chegar a 13,30 metros com 30 centímetros de maré positiva.

Já os navios de 336 a 366 metros mantêm o limite de 12,80 metros em maré zero, mas passam a operar com 13,10 metros com 30 centímetros de maré positiva e com o calado máximo de 13,30 metros quando a maré alcançar 50 centímetros — níveis superiores aos praticados por terminais catarinenses, que operam com calados entre 11,00 m e 12,20 m, dependendo do porte das embarcações.

“Na prática, quanto maior o calado autorizado, mais carga o navio consegue transportar por viagem, gerando ganho direto de eficiência para armadores, importadores e exportadores, sem acréscimo de custos operacionais”, explica Rafael Stein, superintendente institucional e jurídico da TCP. “Por isso, esta ampliação representa mais do que uma conquista operacional: trata-se da validação de um trabalho meticuloso de engenharia náutica, que permite à TCP expandir sua capacidade de transporte com total segurança”.

A TCP já opera navios de 366 metros desde janeiro de 2024, quando recebeu o MSC Natasha XIII, primeiro porta-contêineres desse porte a atracar em um terminal brasileiro. Embarcações da mesma dimensão passaram a escalar Paranaguá desde então, mas ainda não utilizavam sua capacidade plena devido às restrições de profundidade. Com o novo calado autorizado pela Portos do Paraná, esses navios devem escalar o terminal com regularidade e passarão a deixar o terminal mais carregados, com melhor aproveitamento de lastro, carga e janela de maré.

A aprovação desses novos parâmetros está sustentada pelos estudos técnicos conduzidos no Centro de Simulação e Treinamento em Manobras Marítimas da Escola Politécnica da USP, que utilizou modelagem matemática avançada e simuladores de alta precisão para testar cenários de atracação e desatracação em diversas condições de vento, corrente e maré, incluindo embarcações de até 368 metros de LOA e 51 metros de boca. As simulações contaram com a participação de equipes técnicas da TCP, Portos do Paraná, Marinha do Brasil e Sindicato dos Práticos, assegurando rigor técnico e segurança na definição dos novos limites operacionais.

Como parte das melhorias implementadas, os estudos também indicaram a necessidade da instalação de um sensor adicional nos marégrafos utilizados para monitoramento das condições de maré, investimento que foi realizado em parceria entre a TCP e a Paranaguá Pilots, beneficiando todo o segmento portuário. Essa medida reforça a confiabilidade das informações fornecidas aos práticos, garantindo maior precisão na definição das janelas de atracação e aumentando a segurança da navegação. Para Julio Verner, Presidente do Sindicato dos Práticos, “O estudo e os investimentos recentes foram fundamentais para ampliar o calado operacional com segurança. Essa evolução assegura condições ideais para operações com embarcações de grande porte, reduz riscos em manobras complexas e consolida Paranaguá como um porto preparado para atender às exigências da nova geração de navios. É um avanço que alia tecnologia, planejamento e segurança.”

Investimentos estruturais garantiram os avanços

Desde 2024, o calado operacional do canal de acesso passou de 12,10 para 12,80 metros a maré zero após a remoção de aproximadamente 20 mil metros cúbicos de rochas nas Pedras Palanganas. O material, fragmentado, foi doado a municípios do litoral para obras públicas. Todo o processo foi executado com medidas preventivas, mitigatórias e monitoramentos periódicos da fauna, flora e qualidade da água.

Gabriel Perdonsini Vieira, Diretor de Operações da Portos do Paraná, reforça o impacto estratégico dos investimentos: "Um dos grandes diferenciais que nós tivemos esse ano foi o aumento do nosso calado operacional. Passamos a ter 13,3m para exportação e importação de granéis sólidos e agora o aumento para 13,3m no segmento de contêineres. Este é um grande diferencial do nosso porto, pois traz mais competitividade e com certeza influencia nos excelentes resultados de movimentação. Estamos aumentando o calado operacional para embarcar e receber mais cargas e atracar navios maiores, tornando assim o nosso complexo cada vez mais atrativo e mais competitivo".

O aumento do calado também ocorre em um momento de transformação estrutural do canal de acesso. Em outubro, foi realizado o leilão de concessão do canal, que prevê ampliar a profundidade para 15,5 metros nos cinco primeiros anos de contrato, além de modernizar a sinalização náutica, executar novas dragagens, promover ações ambientais e aprimorar a infraestrutura aquaviária. O investimento estimado do Porto de Paranaguá é de R$ 1,23 bilhão, acompanhado de uma redução de 12,63% na taxa Inframar paga pelas embarcações, benefício que depende do cumprimento das metas previstas no contrato.

“Com a futura ampliação do canal para 15,5 metros, Paranaguá se posicionará entre os principais portos de águas profundas da América do Sul. A autorização atual já gera ganhos imediatos e é um passo decisivo para receber a nova geração de porta-contêineres que deve dominar as rotas globais nos próximos anos”, completa Stein.

A TCP encerrou o primeiro semestre de 2025 com 744.650 TEUs movimentados, permanecendo como o maior terminal de contêineres do Sul do Brasil e o terceiro maior do país, segundo o Estatístico Aquaviário da ANTAQ. A ampliação do calado reforça sua posição como hub estratégico do comércio exterior e consolida sua preparação para operar embarcações de grande porte com ainda mais eficiência.

TCP
203comunicacao

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

RHODIA CONFIRMA PLANO DE INVESTIMENTO MULTIANUAL PARA PLATAFORMA TÊXTIL EM SANTO ANDRÉ

Apoiado por medidas antidumping, os investimentos visam fortalecer a soberania industrial, desenvolver produtos sustentáveis ​​e aumentar a competitividade da cadeia de poliamidas no Brasil


A Rhodia, empresa do Grupo Solvay e líder na produção de poliamida na América Latina, anuncia um novo e robusto programa multianual de investimentos em sua unidade industrial em Santo André (SP). A iniciativa envolve um investimento de capital de R$ 100 milhões ao longo do período de 2025 a 2028, destinado à modernização, eficiência energética e inovação.

Os investimentos são direcionados ao desenvolvimento de tecnologias avançadas e à expansão da capacidade produtiva. O foco está no desenvolvimento de produtos de alto valor agregado, incluindo fios inteligentes e soluções sustentáveis ​​que já colocam a indústria nacional na vanguarda global.

Essa medida estratégica permitirá à Rhodia, além de consolidar sua liderança na produção de poliamida 6.6, aprimorar os processos de fiação da poliamida 6. Essa expansão é um passo fundamental para garantir o fornecimento seguro e fortalecer a soberania de toda a cadeia produtiva brasileira, desde a matéria-prima química até a confecção das peças.

“Esses investimentos refletem nossa confiança no mercado brasileiro e em sua capacidade de inovação. Estamos preparados para oferecer soluções avançadas e sustentáveis ​​que atendam às demandas do dinâmico setor têxtil”, afirma Daniela Manique, presidente da Rhodia para a América Latina. “Acreditamos que um ambiente competitivo justo e previsível é o principal fator para o crescimento, a preservação de empregos qualificados e o desenvolvimento tecnológico no Brasil”, completa a executiva.

O novo ciclo de investimentos reflete a confiança da empresa no potencial do mercado brasileiro e é viabilizado por um ambiente de negócios que caminha para um maior equilíbrio competitivo, apoiado pelo atual governo, que tem corretamente aplicado medidas de defesa comercial que combatem a concorrência desleal e preços artificiais praticados nos produtos importados, especialmente da Ásia. A previsibilidade e a estabilidade das regras de mercado são essenciais para viabilizar investimentos de longo prazo, permitindo que a indústria nacional retome seus planos de expansão focados em tecnologia e sustentabilidade. Com essa iniciativa, a Rhodia reafirma seu papel estratégico e seu compromisso de longo prazo com a cadeia química e têxtil, garantindo competitividade e geração de valor para a indústria nacional.

Rhodia
FSB Comunicação

SANTIAGO FRAGA É O NOVO VICE-PRESIDENTE DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA ODILO

Executivo vai liderar alianças globais com ecossistemas educacionais, empresas e governos para acelerar o impacto e a expansão da ODILO, com foco especial no Brasil e América Latina.

Santiago Fraga

A ODILO, edtech espanhola que está redefinindo a forma como organizações e pessoas aprendem por meio de um ecossistema digital único, anuncia a chegada de Santiago Fraga como vice-presidente de Relações Institucionais. A nova posição reforça a estratégia global da empresa e seu compromisso em expandir sua atuação em mercados prioritários, como o Brasil e a América Latina.

No novo papel, Fraga será responsável por conduzir alianças estratégicas com empresas, governos, redes de ensino e instituições internacionais, impulsionando modelos de aprendizagem contínua e personalizada, hoje considerados essenciais para fortalecer competitividade, produtividade e inovação.

Com a nomeação de Santiago Fraga, a ODILO reforça sua missão de apoiar empresas, governos e instituições brasileiras na construção de ecossistemas de aprendizagem que acelerem o desenvolvimento econômico, social e tecnológico do país. Segundo o executivo, atualmente o Brasil tem uma grande oportunidade de retomar o crescimento, especialmente no setor de serviços, que representa 65% do PIB nacional.

“A aprendizagem é o investimento com maior retorno para os próximos três anos, impulsionada pela disrupção da inteligência artificial e pela necessidade de reter os melhores talentos”, destaca. “Para os sistemas educacionais, a formação em IA pode transformar a matriz produtiva, elevar a competitividade brasileira e apoiar o aumento do PIB. Pela experiência e pelos resultados, a ODILO se mostrou um grande parceiro para organizações.”

Desenvolver capacidades com cultura organizacional e estratégia de negócios

A criação da vice-presidência reflete a visão da ODILO de conectar o desenvolvimento de capacidades com cultura organizacional, estratégia de negócios e economia do conhecimento, em um momento em que o investimento em talento se converte em fator decisivo para o crescimento sustentável.

Com ampla experiência internacional, Fraga já liderou mais de 100 projetos voltados ao desenvolvimento de habilidades, à inovação educacional e à transformação institucional em organizações públicas e privadas nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Entre as instituições com as quais colaborou estão Pan American Energy, Globant, United Way, National Endowment for Democracy e One School Global.

No setor público, foi diretor no Ministério da Educação da Província de Buenos Aires (Argentina), onde geriu um sistema com mais de 480 mil profissionais e políticas que beneficiaram 4 milhões de estudantes.

Sobre sua chegada à ODILO, Fraga destaca o papel estratégico do aprendizado diante da revolução da inteligência artificial. “Sete em cada dez colaboradores buscam empresas capazes de sobreviver à revolução da IA. Isso tornou a aprendizagem um valor central para atrair e reter talentos. Na ODILO, nos posicionamos como o melhor parceiro para organizações públicas e privadas, oferecendo personalização, cultura e desenvolvimento de capacidades como vantagens competitivas para os próximos anos.”

A ODILO é uma empresa de educação digital que permite que qualquer organização crie seu próprio Ecossistema de Aprendizagem, oferecendo aos seus usuários acesso ao maior catálogo de conteúdo educacional multiformato do mundo e a possibilidade de criar todo tipo de experiências de aprendizagem sem restrições. Já foram criadas mais de mil plataformas, permitindo o acesso a 170 milhões de usuários em cinco continentes. ODILO, o maior ecossistema educacional do mundo, possui acordos de conteúdo com mais de 7.300 fornecedores de conteúdo educacional digital em todos os formatos (cursos, aplicativos interativos, vídeos, podcasts, imprensa, revistas, audiolivros, e-books, etc.). A ODILO é uma empresa multivertical que promove a aprendizagem em empresas privadas, escolas públicas e privadas, universidades públicas e privadas, formação profissional certificada, administração pública e governo

ODILO
Race Comunicação

AGCO UTILIZA IA COMO FERRAMENTA PARA SEGURANÇA DOS COLABORADORES NAS UNIDADES FABRIS

No Dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho, companhia destaca inovações para proteção dos profissionais, que além de Inteligência Artificial, usa robótica e telemetria

Célula de testes de colheitadeiras na fábrica da AGCO em Santa Rosa (RS)

Em celebração ao Dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho (27/11), a AGCO, líder global em design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia de agricultura de precisão, reforça o papel essencial desses profissionais na construção de ambientes industriais mais seguros e sustentáveis. A companhia vem transformando suas práticas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança em uma cultura de cuidado, apoiada por tecnologia, comportamento e inovação.

Por meio de um programa corporativo estruturado em três pilares: Cultura e Comportamento, Redução de Lesões de Alta Frequência e Redução de riscos de Alta Severidade, a AGCO consolidou uma jornada que alia conscientização e avanços tecnológicos para proteger seus colaboradores em todas as operações, dentro e fora das fábricas.

O primeiro pilar, Cultura e Comportamento, representa uma jornada de transformação rumo à cultura de interdependência, na qual cada pessoa é responsável por cuidar de si, do outro e permitir ser cuidado. Entre as principais iniciativas está um programa criado pela equipe da América do Sul, chamado de “10 minutos para segurança” e, posteriormente, expandido para todas as unidades globais da AGCO de falas e diálogos regulares conduzidos pelas lideranças para reforçar boas práticas, compartilhar conhecimentos sobre o tema e discutir como prevenir situações de risco. “São poucos minutos no dia que fazem toda a diferença, mantendo o tema da segurança na rotina e fortalecendo o vínculo entre líderes e equipes”, destaca Bruna Malaguti, gerente regional de Segurança, Saúde e Meio Ambiente AGCO América do Sul.

O segundo pilar, Redução de Lesões de Alta Frequência, envolve campanhas preventivas para acidentes como lesões nas mãos, tropeços e quedas. Entre as ações, destacam-se a eliminação gradual de ferramentas de risco, como martelos, a instalação de proteções físicas em equipamentos e ferramentas, bem como a melhoria contínua de acessos e pisos para garantir mobilidade e acessibilidade. Na unidade de Canoas (RS), por exemplo, drones são utilizados para inspeções de telhados, substituindo o trabalho em altura e reduzindo o risco de acidentes. A fábrica também implantou acessos e passarelas sobre os telhados, que permitem a travessia segura de ponta a ponta.

O investimento em tecnologia também tem papel central nessa evolução. Um dos destaques é o uso de Inteligência Artificial em ergonomia. A AGCO utiliza o software Velocity, uma plataforma de IA que analisa vídeos das estações de trabalho para identificar riscos ergonômicos e sugerir melhorias de postura e layout. A empresa também estabeleceu um limite interno de manuseio de peso de 16 kg por colaborador, impulsionando o desenvolvimento de soluções inovadoras na logística e montagem para reduzir esforços físicos e aumentar a eficiência.

Já o terceiro pilar, Redução de Riscos de Alta Severidade, aposta na automação e na robótica para prevenção. Na fábrica da AGCO em Santa Rosa (RS), a célula de testes de colheitadeiras opera com scanners e câmeras, permitindo que os testes sejam realizados 100% de forma remota. Na AGCO em Mogi das Cruzes (SP), os testes de motores são feitos em salas blindadas, enquanto robôs de solda, na fábrica de Ibirubá (RS) executam operações sem o contato direto dos trabalhadores.

A segurança também vai além dos muros das fábricas. A AGCO expandiu suas iniciativas para equipes que atuam em campo, como áreas comerciais, de serviços e engenharia. A companhia implementou um programa de direção defensiva e equipou 100% de sua frota, de aproximadamente 300 veículos na América do Sul, com tecnologia de telemetria, que monitora velocidade, frenagens bruscas e aceleração. A iniciativa, pioneira no Brasil e na Argentina, tem caráter educativo e preventivo, estimulando uma condução mais segura e consciente.

“A segurança é um valor inegociável na AGCO e está no centro de todas as nossas decisões operacionais. Investimos continuamente em tecnologia e em pessoas na busca de processos inovadores para garantir o zero-acidente. O foco em segurança direciona a cultura da empresa ao bem estar e ao mesmo tempo promove valores fundamentais como o trabalho em equipe, qualidade em tudo que fazemos, entrega e redução de custo”, afirma Fernando Nogueira, vice-presidente de Operações de Manufatura AGCO América do Sul.

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$ 11,7 bilhões em 2024. Para mais informações, clique aqui e visite o site

AGCO
FSB Comunicação

LORRAINE CORRÊA É A NOVA HEAD DE GENTE E GESTÃO DA PONTALTECH

Executiva possui mais de 13 anos de experiência em Gestão de Pessoas e Cultura

Lorraine Corrêa

Em um mercado cada vez mais competitivo, a cultura corporativa não é apenas um discurso atraente, mas um motor de inovação e prosperidade. Compreendendo essa importância, a Pontaltech, empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel, acaba de anunciar a contratação de Lorraine Corrêa como nova Head de Gente e Gestão. Sua chegada visa fortalecer e estreitar a conexão da cultura e valores do negócio a este departamento, apoiando os times ao longo de toda a sua jornada.

Com MBA em gestão de pessoas e liderança pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Lorraine soma mais de 13 anos de experiência na área, tendo passado por empresas dos mais diversos setores do mercado – incluindo o agronegócio, alimentação e tecnologia. Desde seu primeiro emprego em uma empresa familiar, na qual ficou por oito anos, teve ampla autonomia para implementar e expandir a área de recursos humanos, período que lhe trouxe grandes aprendizados à sua carreira.

Natural de Anápolis/GO, se mudou para a capital paulista no auge da pandemia. “Recebi uma proposta de uma foodtech para implantar o RH do zero. Foi meu primeiro contato com startups, além do desafio natural de estruturar o departamento com foco em cultura, métricas e metologias de clima organizacional – mas, que deram tão certo que conquistamos certificações da área, além de ter sido reconhecida externamente com o prêmio Top 100 People”, relembra.

A proposta de assumir o cargo de Head de Gente e Gestão da Pontaltech veio através de uma abordagem pelo LinkedIn, a qual lhe traria mais um grande desafio em sua trajetória. Afinal, seria um mercado totalmente diferente do que já havia passado, o que lhe exigiria um enorme aprendizado para entregar o que era esperado no RH, fortalecendo e recriando a cultura interna com mais estratégia. Responsabilidades, essas, que fizeram bastante sentido com seu momento e expectativas.

Sua chegada foi celebrada por Carlos Secron: “Temos reestruturado muitos planejamentos internamente, o que nos fez ter um foco ainda maior no RH. Nossas lideranças precisam estar preparadas para apoiar os times nos objetivos traçados, fortalecendo o senso de pertencimento às melhores práticas de gestão de pessoas. Por isso, a experiência de Lorraine nessa área nos deixa ainda mais confiantes de que reforçará nossa cultura e desenvolvimento de cada talento”, destaca.

A expectativa é que a nova Head construa um departamento de Gente e Gestão 100% integrado aos valores e cultura da empresa, de forma sustentável e consistente à longo prazo. Focar não apenas nas metas e inovações desejadas, mas também se fazendo valer de uma boa gestão de pessoas vinculada a essa jornada, fazendo com que se sintam reconhecidos e valorizados.

Olhar para essa experiência completa, segundo Lorraine, permite uma melhor compreensão das necessidades de cada profissional, e de que forma a área de Gente e Gestão pode ser verdadeiramente útil a todos, independentemente do momento da jornada em que cada um estiver. Afinal, quando há uma conexão genuína entre as metas corporativas e as pessoas que, realmente, fazem elas acontecerem, todo o negócio consegue se tornar cada vez mais próspero.

Diante de responsabilidades tão estratégicas para o fortalecimento da marca, este novo momento de sua carreira não poderia ser menos celebrado. “Desde o começo, fui muito bem recebida por todos. Fico muito contente com essa nova etapa, na qual trarei toda minha experiência consolidada na área de gestão de pessoas para fomentar esse olhar estratégico no desenvolvimento das equipes e, com isso, criar uma cultura cada vez melhor que traga resultados excelentes à Pontaltech”, finaliza a nova Head.

PontaltechFundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana

Pontaltech
InformaMídia

LUCAS LOPES ASSUME A PRESIDÊNCIA DA OPERAÇÃO BRASILEIRA DO MERCADO BITCOIN

Mercado Bitcoin reforça time de liderança e mira R$ 400 bilhões em volume e 25 milhões de clientes até 2030

Lucas Lopes 

O MB | Mercado Bitcoin, maior plataforma de ativos digitais da América Latina, inicia um novo capítulo em sua trajetória com a chegada de Lucas Lopes para reforçar o time executivo e ocupar a recém-criada posição de Presidente da operação Brasil. A nova estrutura reforça a vocação cripto da companhia e simboliza a expansão de um ecossistema que leva o acesso aos ativos digitais a um público cada vez mais amplo, conectando investimentos, serviços bancários e pagamentos em um mesmo ambiente.

A partir de agora, o MB passa a operar com duas frentes globais complementares: a operação Brasil, sob liderança de Lucas Lopes, e a operação Europa, liderada por Reinaldo Rabelo, que está à frente da expansão da companhia em Portugal. Ambos reportam ao Chairman executivo Roberto Dagnoni. O movimento reforça a ambição do MB de consolidar-se como um player global em ativos digitais e infraestrutura financeira baseada em blockchain.

No Brasil, o MB projeta chegar a R$ 400 bilhões em volume transacionado até 2030, um marco que reforça a ambição da companhia de liderar a expansão do varejo digital no país. A meta inclui também aumentar a base de clientes de 4 milhões para 25 milhões - um crescimento de mais de seis vezes em cinco anos, marcando uma fase voltada ao fortalecimento da estratégia de crescimento no varejo, impulsionada pela busca por eficiência operacional e digitalização da companhia.

Com o novo plano, o MB reforça sua vocação para crescimento em escala no varejo digital, sustentada por eficiência operacional e produtos acessíveis, digitais e integrados ao dia a dia dos clientes. “A chegada do Lucas representa um reforço estratégico ao time de liderança do MB. Ele reúne experiências bem-sucedidas em escalar negócios, track record em crédito e cobrança, além de modelagem de produtos voltados a grandes audiências, sempre com foco em tecnologia e dados para otimizar a jornada do cliente”, destaca Roberto Dagnoni, Chairman do MB, ao ressaltar como a chegada do executivo traz uma expertise complementar para a companhia.

Além da chegada de Lucas Lopes, o MB anunciou recentemente outros reforços estratégicos em sua estrutura no Brasil, com a criação da área de Wealth Management, o MB Ultra, voltada a clientes de alta renda e liderada pelo banker Felipe Whitaker, e a contratação de Giresse Contini como Diretor de Marketing, Growth e Canais Digitais, fortalecendo a estratégia de expansão e posicionamento da marca.

A estratégia reforça não apenas o crescimento da plataforma brasileira, que está entre as 20 maiores corretoras cripto globais (Kaiko) e entre as 5 maiores em ativos tokenizados (rwa.xyz), mas também evidencia o foco em produtos e tecnologia. O executivo chega com o desafio de fortalecer a presença do MB como principal porta de entrada do brasileiro para o universo dos ativos digitais. “Acreditamos que o futuro dos investimentos digitais deve ser simples, seguro e acessível para todos. Nosso propósito é abrir as portas dessa nova economia, oferecendo tecnologia confiável, experiências intuitivas e produtos que inspirem confiança e liberdade”, afirma Lucas Lopes.

O novo Presidente Brasil do MB diz enxergar também no país um terreno fértil para crescimento, considerando que o país ocupa a quinta posição global em adoção de criptoativos e lidera o mercado na América Latina. Além da meta de ampliar os ativos sob gestão, o MB também projeta alcançar 25 milhões de clientes até 2030. “Escala com qualidade é o motor dessa nova fase. É por meio dela que vamos ampliar nosso impacto, ampliar acesso e construir uma ponte sólida entre o sistema financeiro tradicional e a nova economia digital”, complementa o executivo.

As mudanças também refletem uma transformação cultural e operacional na empresa, voltada à integração entre tecnologia, produto e experiência do cliente. "Queremos acelerar a nossa jornada digital, ampliando o uso de tecnologia e dados para criar experiências excepcionais para os nossos usuários. É um novo jeito de operar que começa dentro de casa, no modo como criamos, medimos e entregamos valor com visão centrada no cliente de tudo o que fazemos", reforça o executivo.

Antes de ingressar no MB, Lucas teve uma trajetória de destaque na Serasa Experian, onde liderou times de produto, tecnologia e dados e conduziu, no Brasil, o crescimento de produtos de crédito e varejo que cresceram de zero para US$ 100 milhões de receita em cinco anos. Posteriormente, esteve à frente também da área de varejo da Experian no Reino Unido. Lucas é graduado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e possui MBA em Administração de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

MB | Mercado BitcoinCom mais de 4 milhões de clientes em 12 anos de operação, o MB | Mercado Bitcoin é a plataforma de investimentos em ativos digitais líder na América Latina, a partir da atuação como corretora de criptomoedas, tokenizadora de ativos e banco digital. Primeiro unicórnio cripto brasileiro e entre as 5 maiores tokenizadoras de crédito privado do mundo, tem sedes no Brasil e em Portugal e opera com os mais altos padrões de transparência e integridade financeira, sendo auditada pela KPMG, uma das maiores empresas de auditoria do mundo

MB | Mercado Bitcoin
InPress Porter Novelli

domingo, 23 de novembro de 2025

TRABALHANDO SIM, PELADOS NÃO!!!!! Por chicolelis*

Sebastião Salgado

Essa é uma história lá do fundo dos bastidores da indústria automobilística. Bem lá do fundo mesmo. E pouco conhecida.  E, eu fui um coadjuvante dessa história que teve como figura principal o grande fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, que nos deixou em maio último, após uma brilhante trajetória.

Participaram dela trabalhadores do segundo turno da fábrica da GM em São Caetano do Sul, SP. Eles seriam os modelos do setor, para seu projeto “Trabalhadores”, com fotos em preto e branco, executado entre 1986 e 1992, quando ele correu o mundo fotografando todo tipo de trabalhador. Ele conseguiu levar adiante  este seu trabalho após vender, para o mundo inteiro, as fotos que fez do atentado ao presidente do EUA, Ronald Reagan, em 30 de março de 1981.

Ele “clicou” todas as formas de trabalho manual e industrial, incluído aquele executado na fábrica GM, provavelmente em 1986, confesso que não lembro a data certa.

Tudo começou quando um dia, antes de ser famoso, mas já um dos melhores fotógrafos deste País, alguém me ligou dizendo que Sebastião Salgado gostaria de fotografar a ação dos trabalhadores na linha de produção da fábrica.

Acertado com o pessoal de RH, marcamos a data e eu tive a honra de acompanhar Sebastião Salgado pela linha de montagem. Nada foi combinado. Ele agia com naturalidade, pegando flagrantes reais do movimento dos operários, hoje colaboradores.

Tocando o aviso de fim do turno, ele me perguntou: e agora, para onde eles vão?

- Para o vestiário, tomar banho e ir para casa.

- Então vamos, vou fotografá-los lá também!

Achei absolutamente natural. Ele fotografara a chegada, o trabalho e, por que não a saída?

Mas, pelados não!

Entramos juntos no vestiário e os trabalhadores começaram a tirar seus macacões de serviço e o Sebastião “clicando” e me avisando, que não iria fotografar a genitália de ninguém, mas as fotos mostrariam a quem as visse, que era um vestiário da fábrica.

Mas, a máquina apontada para eles, causou um grande rebuliço. Reclamações e mesmo xingamentos foram ouvidos e, como em um milagre, apareceu alguém se identificando como do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, “proibindo” aquelas fotos que iriam ridicularizar os trabalhadores.

Sebastião parou de fotografar imediatamente. E saímos dali, sob vaias.

Pedi desculpas e ele que, gentil e elegantemente, lamentou o episódio e garantiu que aquelas fotos jamais seriam usadas no seu trabalho. E não foram. Cumpriu sua promessa e nada saiu, no seu livro, daquela sua ida à São Caetano do Sul.

Nem as fotos no interior da fábrica!


* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

TAAG EXIBE AERONAVE AIRBUS A220-300 EM UM DOS MAIORES EVENTOS DA AVIAÇÃO MUNDIAL

A TAAG Linhas Aéreas de Angola realizou uma participação histórica no Dubai Airshow 2025, esta semana, nos Emirados Árabes Unidos

Pela primeira vez, a companhia contou com uma aeronave em exposição estática em um dos maiores eventos globais de aviação, neste caso, o modelo Airbus A220-300. A iniciativa ofereceu aos visitantes, parceiros do setor e à imprensa internacional uma oportunidade exclusiva de visitar a cabine e conhecer as funcionalidades do equipamento que atende as rotas regionais da TAAG.

A presença do Airbus A220-300 no Dubai Airshow representa um marco importante para a TAAG, servindo como um convite para que a comunidade da aviação conheça melhor os produtos e serviços da companhia, bem como sua estratégia corporativa focada no fortalecimento das conexões intra-África, potencializadas por essa aeronave versátil e de última geração.

O Dubai Airshow serve como uma excelente plataforma para a transportadora de bandeira de Angola reafirmar sua trajetória de crescimento e promover a experiência do cliente, enquanto a companhia aérea passa por um ambicioso processo de transformação e modernização, com todas as operações de voo baseadas no novo hub, o Aeroporto Internacional Dr. Antônio Agostinho Neto (AIAAN).

O Airbus A220-300 tem uma capacidade total de 137 passageiros, incluindo 12 em classe executiva, 35 em classe premium economy e 90 em classe econômica.

A TAAG é uma companhia líder do mercado de aviação em Angola, reconhecida globalmente e com um crescimento sustentado. Além do transporte de passageiros, sua frota realiza igualmente o transporte de cargas, um serviço cada vez mais essencial para o desenvolvimento do ecossistema local. A TAAG tem profundo orgulho da sua história, serviço e foco na melhoria contínua. Clique aqui e visite o site.

TAAG
Mapa360

DIREÇÃO PERIGOSA. Por Marli Gonçalves*

Cuidado, a pista parece escorregadia. Se parar para pensar estamos sempre de carona e nas mãos de alguma direção perigosa, e em todos os sentidos, o que pode nos atingir diretamente e prejudicar muito. Das decisões mundiais até aquelas bem pertinho da gente, e não estou falando só de velocidade, mas também de lerdeza, irresponsabilidade ou ilegalidade nas decisões dos que comandam algo que de alguma forma nos diz respeito.

Primeiro, vamos ao mundo, repleto de países com dirigentes que todos os dias nos acordam perplexos com as decisões que tomam, sejam medidas de guerra, atacando, ameaçando outros, invadindo territórios e pistas que não são suas, buscando a submissão. Seja na economia, como as medidas e tarifas, inclusive como as que agora nos afetam e que vêm sendo resolvidas em baixa velocidade. Os Estados Unidos de Trump é atualmente campeão de ultrapassagem de limites, seguido de perto por muitos outros que atropelam a história e as promessas de que barbáries e genocídios não mais ocorreriam.

Vivemos agora mesmo a ansiedade por decisões fundamentais que deveriam ser expressas nos documentos finais da COP30 e que aparentam mais uma vez não serão decisivas para ao menos conter o veloz caminho do aquecimento global, das emergências climáticas, abismo para o qual nos dirigimos na neblina, visão turva do caminho para o futuro e os desastres que já assistimos ou somos vítimas. Cada uma delas – por mais promissoras que sejam - dependerá sempre de quem está ou estará no comando, com o volante posto à esquerda ou à direita, essa cada vez mais instalada nos assentos do poder, negando tudo. Ainda precisaremos de muito tempo para mudarmos a fonte das energias que os movem e para além do negro petróleo que esperam continue jorrando.

Somos também reféns da direção de instituições, sejam públicas ou privadas, as quais confiamos nossos bens e recursos, como bancos, por exemplo. A quebradeira advinda e revelada em detalhes do Banco Master e sua direção desarvorada, com os pilotos presos essa semana e que descobrimos nunca terem tido qualquer habilitação para tal, deixará muita gente caída na estrada e por muito tempo sem assistência, inclusive previdenciária; servidores públicos só descobriram agora onde suas contribuições estavam empregadas. A fila desses desarvorados é grande: Correios, INSS, Congresso. Os radares nunca os atingem, estranhamente.

As informações de como os acidentes são cronometrados sem serem parados para a fiscalização, o luxo exposto, as tramoias, a cegueira da Justiça, a corrupção deslavada, os conluios com o poder liberando as faixas e a contramão, as ultrapassagens de qualquer limite, chegam só depois que tudo capota. Tarde demais.

Não se conta com GPS, Waze, Google maps. São outros comandos que nos levam aos buracos e solavancos. Além da Prefeitura que impera onde mora: na empresa, no departamento, nas operadoras de comunicação, nos serviços. Aliás, até no prédio onde mora de vez em quando é preciso trocar o “motorista”, o síndico. Nessa carona da vida que sempre precisamos pegar, como veem, embora às vezes sem qualquer noção, encontramos a direção perigosa e muito além dos aplicativos de transporte ou dos embriagados. Tudo precisa renovar a carteira de habilitação de tempos em tempos. Seja com testes práticos ou teóricos; seja por meio de votos, de nossa escolha. Mas precisa participar com atenção na hora de decidir a quem entregar quando chamado a opinar. Aproveitar, já que infelizmente isso nem sempre acontece, e quando vê já é perda total, tarde demais, desgovernados. Literalmente.

Marli GonçalvesJornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli GonçalvesFacebookInstagramTwitterBlueSkyThreads, marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

DEUTSCHE TELEKOM EXPANDE OFERTA DE CONECTIVIDADE MÓVEL COM LANÇAMENTO DO SATÉLITE LEO

Solução de internet satelital em parceria com a Starlink é focada no segmento B2B

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A Deutsche Telekom Global Business Solutions, uma das principais empresas de telecomunicações integradas do mundo, expande a solução conectividade móvel e passa a oferecer a conexão por meio de satélites de baixa órbita (LEO) em parceria com a Starlink no Brasil.

A solução Satélite Leo garante internet de alta velocidade e baixa latência por meio de constelações de satélites em órbita terrestre baixa e é capaz de fornecer conectividade em áreas remotas ou de difícil acesso, em locais em que a fibra não chega, como zonas rurais, marítimas e industriais isoladas.

“Este tipo de solução de conectividade de satélite funciona como habilitador de vários serviços de valor agregado, como redes 5G, backhaul de redes privativas 5G, automação OT, IoT, edge computing, videomonitoramento inteligente, integração com SD-WAN/SASE e conectividade crítica em operações remotas onde não existe conectividade”, explica Veridiana Vieira, Head de Vendas da Deutsche Telekom Global Business Solutions Brasil.

Veridiana Vieira

Setores como agronegócio, e-commerce, mineração, óleo e gás, logística, hospitalidades, transporte marítimo serão os principais beneficiados pelo Satélite Leo. No agronegócio, por exemplo, a solução possibilita fazer desde o monitoramento remoto das condições do solo até o controle automatizado de máquinas agrícolas. No setor de logística, é possível rastrear ônibus, veículos de frota e cargas em tempo real, otimizando rotas e ampliando a segurança.

“O Satélite Leo pode atender as necessidades de empresas de todos os portes que precisam de baixa latência, alta confiabilidade, sem fronteiras e velocidade de até 250 Mbps, com menor custo em comparação a satélites de média órbita”, completa Veridiana.

A solução está disponível em três capacidades: Flat High Performance, capaz de atender empresas que demandam conexão em movimento, o que a posiciona como ideal para o setor marítimo, grandes áreas em construção e indústria de mineração; Enterprise, ideal para o agronegócio, logística e grandes empresas; e Standard que demanda menor investimento e capaz de atender as necessidades de pequenas e médias empresas como hotéis e comércios locais.

A Deutsche Telekom Global Business foi criada na Alemanha em 2020 para ser a unidade de negócios de serviços de comunicação e conectividade do grupo Deutsche Telekom para clientes B2B. A Deutsche Telekom Global Business foi lançada no Brasil em 2023, mas o grupo já atua com serviços de telecomunicações desde 2005. A empresa atua em mais de 25 mercados ao redor do mundo e tem cerca de 3 mil funcionários. O portfólio de serviços está focado em redes corporativas flexíveis e seguras como base para a digitalização e a consultoria estratégica está no centro do modelo de negócios. O portfólio de soluções inclui Links de internet, Lan to Lan, SD-WAN, MPLS (Multi-Protocol Label Switching), FWA (Fixed Wireless Access), conexão por satélite, Wi-Fi e soluções de conectividade IoT/M2M.A Deutsche Telekom é a operadora líder na Europa, com mais de 261 milhões de clientes móveis, 25 milhões de linhas fixas, 22 milhões de linhas de banda larga e 198 mil funcionários em todo o mundo. Para mais informações, clique aqui e visite o site

Deutsche Telekom
Intelligenzia

EVOY ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS DESTACA CUIDADOS ESSENCIAIS PARA EVITAR FRAUDES

Empresa apresenta recomendações gerais para identificação de contatos legítimos e medidas de segurança

A Evoy Administradora de Consórcios alerta sobre a importância de identificar corretamente as comunicações oficiais das empresas do setor, diante do aumento de perfis falsos que simulam atendimentos e tentam aplicar golpes. O objetivo é reforçar o que é canal legítimo, quem pode realizar contatos, onde essas comunicações ocorrem e por que a validação prévia é fundamental para evitar fraudes. A empresa destaca que esse tipo de ameaça não se limita ao segmento de consórcios, mas atinge diversos setores, o que amplia a relevância do tema.

Marcelo Lucindo, CEO da Evoy, afirma que “o alerta tem a intenção de oferecer informações claras, práticas e acessíveis, para que qualquer consumidor consiga identificar quando uma comunicação é realmente segura”. Ele explica que a empresa mantém perfis oficiais nas principais redes sociais, além de atendimento via app, área do cliente e canais institucionais. Qualquer contato que ocorra fora desses ambientes deve ser considerado suspeito até ser verificado. Lucindo observa que golpistas utilizam técnicas sofisticadas e exploram a confiança do público, motivo pelo qual a atenção deve ser redobrada.

Entre as orientações, a Evoy destaca que o consumidor deve sempre analisar a legitimidade do perfil que estabelece o contato. Perfis com poucas informações, histórico limitado, fotos genéricas ou mensagens com caráter de urgência entram na lista de sinais de alerta. Caso haja suspeita, a recomendação é interromper a conversa, não clicar em links, bloquear o perfil e denunciá-lo na plataforma. Segundo Lucindo, “nenhuma empresa séria solicita dados pessoais sensíveis por mensagens diretas ou por canais não verificados, e o cliente sempre deve buscar confirmação nos canais institucionais que já conhece e utiliza”.

Marcelo Lucindo, CEO da Evoy.

O app da Evoy, assim como a área do cliente disponível no site institucional, são ambientes protegidos, que garantem privacidade e segurança nas interações. Nesses canais, é possível consultar informações do consórcio, acompanhar assembleias, visualizar extratos, enviar documentos e receber comunicados oficiais. A empresa reforça que boletos, avisos e informações sobre grupos e cotas são divulgados exclusivamente por esses meios e que contatos inesperados com solicitações de pagamento devem ser verificados antes de qualquer ação.

A Ouvidoria da Evoy integra o conjunto de canais confiáveis disponíveis ao consumidor. O serviço atua como instância final para casos não resolvidos nos atendimentos primários e exige a apresentação de um protocolo anterior. O atendimento ocorre por telefone e e-mail institucionais e tem como objetivo garantir a análise adequada de questões mais complexas, preservando o registro formal de todas as etapas.

A Evoy orienta também que consumidores mantenham cuidados gerais com seus dispositivos e perfis digitais, adotando medidas como ajustes de privacidade, atualização de aplicativos, proteção de dados pessoais e confirmação da identidade de contatos que solicitem informações ou valores. Quando a mensagem vier de alguém conhecido, recomenda-se verificar a autenticidade por outro canal antes de responder. A empresa destaca que essas práticas são válidas para qualquer tipo de serviço ou atendimento digital, não apenas para consórcios.

Marcelo Lucindo reforça que “a prevenção começa pela verificação correta dos canais e pela recusa imediata de interações suspeitas. Nosso papel é orientar o consumidor para que ele reconheça sinais de alerta e se proteja de tentativas de fraude”.

Ele conclui que a Evoy seguirá ampliando suas orientações ao público, reforçando mecanismos de segurança e divulgando informações que contribuam para a proteção de clientes e usuários. A empresa ressalta que o alerta beneficia não apenas seus consorciados, mas todo o setor, promovendo maior conscientização sobre os riscos presentes no ambiente digital.

A Evoy Administradora de Consórcios é a única administradora de consórcios independente, sem grupo empresarial e sem um fundo de investimentos, a receber autorização do Banco Central nos últimos 20 anos. A empresa se destaca por sua abordagem transparente e flexível, transformando o conceito de consórcio no Brasil. Comprometida com sua missão de evoluir o mundo por meio das pessoas, a Evoy Administradora de Consórcios oferece soluções acessíveis e eficientes para ajudar os brasileiros a alcançar seus objetivos com confiança e planejamento. Para saber mais, clique aqui e acesse o siteConheça mais da Evoy Administradora de Consórcios também pelo Instagram: @evoyconsorciosSaiba mais também sobre o fundador @OMarceloLucindo

Evoy Administradora de Consórcios
Dália Comunicação
Sergio Dias
sergio@daliacomunicacao.com.br

MISSÃO DUBAI: INVESTIMENTO DE R$ 1,6 BILHÃO NO PORTO DE SANTOS E PARCERIAS PARA AMPLIAÇÃO DA MALHA INTERNACIONAL SÃO DESTAQUES EM MISSÃO OFICIAL

A missão oficial do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, encerrou-se com resultados expressivos para a infraestrutura e a indústria brasileiras

Liderada pelo ministro Silvio Costa Filho, a comitiva brasileira volta ao país com o anúncio de R$ 1,6 bilhão em investimentos privados para o Porto de Santos e avanços significativos nas negociações para ampliar a malha aérea internacional em regiões brasileiras.

A visita, que reuniu autoridades e grandes agentes globais de logística entre os dias 18 e esta sexta-feira, 21 de novembro, serviu para reafirmar o Brasil como um destino seguro para o capital estrangeiro e para alinhar o país às melhores práticas mundiais de inovação e sustentabilidade.

“Viemos mostrar que o Brasil é um parceiro seguro, previsível e aberto a investimentos que gerem desenvolvimento. O saldo desta missão é a prova de que o mercado internacional confia no atual momento do país, seja aportando recursos na nossa infraestrutura portuária, seja comprando a tecnologia da nossa indústria aeronáutica”, avaliou o ministro Silvio Costa Filho.

Modernização portuária

O principal anúncio financeiro da missão foi a confirmação de um aporte de R$ 1,6 bilhão pela DP World, gigante global de logística, para a ampliação de suas operações no Porto de Santos (SP). O investimento visa elevar a capacidade de movimentação do terminal para 2,1 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) até 2028 e inclui a construção de um novo píer, modernização de equipamentos e ampliação do cais em 190 metros.

Além de garantir recursos, a missão focou na troca de experiências e no intercâmbio de boas práticas entre os países. A comitiva técnica brasileira visitou o Porto de Jebel Ali, um dos mais modernos do mundo, para conhecer tecnologias como o sistema Boxbay, que multiplica a eficiência no armazenamento de cargas.

Conectividade e turismo

A ampliação do turismo e das rotas comerciais também foi pauta central da missão ao país dos Emirados Árabes Unidos. Em reunião com o presidente da Emirates Airlines, Tim Clark, o governo brasileiro avançou nas tratativas para levar voos da companhia para a região Nordeste, descentralizando a entrada de turistas estrangeiros no Brasil.

A agenda de sustentabilidade permeou os encontros com representantes locais, como a Autoridade Geral de Aviação Civil da Arábia Saudita e a Dnata. Foram discutidos investimentos na produção de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil e cooperação técnica para o desenvolvimento de eVTOLs (os "carros voadores"), posicionando o Brasil na vanguarda da descarbonização do setor.

A missão também reforçou laços institucionais voltados à segurança. O ministro se reuniu com o presidente da Interpol, major-general Ahmed Naser Al-Raisi, para debater a proteção do espaço aéreo e de rotas logísticas, uma pauta prioritária para garantir a integridade das operações de comércio exterior brasileiras.

A delegação do Ministério de Portos e Aeroportos contou ainda com a presença do secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, e do diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

SAAB ENTREGA MAIS UM F-39E GRIPEN À FORÇA AÉREA BRASILEIRA

Aeronave é a 11ª em solo brasileiro e já está na Base Aérea de Anápolis (GO)

Nesta quarta-feira, 19 de novembro, às 10h26, o F-39E Gripen de matrícula 4111 pousou na Base Aérea de Anápolis (GO), sede do Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) da Força Aérea Brasileira. O voo, com duração de uma hora e três minutos de voo, decolou do Aeroporto Internacional de Navegantes (SC), conduzido pelo piloto Major Thiago Camargo. Essa é a 11ª aeronave Gripen em solo brasileiro.

“A cada nova entrega do Gripen à Força Aérea Brasileira, reforçamos a maturidade de um ciclo integrado de produção, logística e operações conduzido conjuntamente por Brasil e Suécia. Esse trabalho binacional, sustentado pelo programa de transferência de tecnologia e pela cooperação industrial, demonstra um avanço contínuo e alinhado ao propósito de ampliar as capacidades estratégicas do país”, afirma Peter Dölling, diretor-geral da Saab Brasil.

“Cada novo F-39 Gripen entregue representa um avanço significativo para o país. O Projeto FX-2 é resultado de uma série de interações com diversas organizações do Comando da Aeronáutica e com a Saab. O mais importante é a satisfação de podermos entregar à Força Aérea mais uma capacidade — um poderoso vetor — para que continue a cumprir, com excelência, a missão constitucional de manter a soberania do espaço aéreo brasileiro”, destaca o presidente da COPAC, Major-Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani.

Assim como as demais aeronaves já entregues, o Gripen 4111 foi produzido na sede da Saab, em Linköping, na Suécia, com aeroestruturas fabricadas no Brasil. Ele chegou ao país por via marítima, em um processo logístico que envolveu mais de 30 áreas de 10 instituições, incluindo equipes da Saab, autoridades aeroportuárias, órgãos civis e militares de ambos os países. Uma operação coordenada que assegura o transporte seguro da aeronave até seu voo em território nacional.

A chegada da 11ª aeronave ocorre poucos dias após a certificação de reabastecimento em voo (REVO) do Gripen pelo KC-390 Millenium, um marco que amplia significativamente o alcance operacional do caça sem necessidade de pousos intermediários e reforça a capacidade de pronta resposta da aviação de defesa brasileira.

Com a incorporação do Gripen 4111, a FAB passa a contar com dez aeronaves em operação no 1º GDA. A primeira aeronave segue empregada em campanhas de ensaios no Centro de Ensaios em Voo do Gripen na Embraer em Gavião Peixoto (SP).

Programa Gripen

O programa Gripen brasileiro foi anunciado em 2013, quando o caça foi escolhido para substituir a frota de aeronaves de caça da Força Aérea Brasileira, assim como beneficiar a indústria nacional de Defesa. Em 2014, foi firmado o contrato para o desenvolvimento de 36 aeronaves, sendo 28 Gripen E (monoposto) e 8 Gripen F (biposto). E, em 2015, o contrato entrou em vigor, dando início ao maior programa de transferência de tecnologia já feito pela Saab.

O contrato inclui além das aeronaves, suporte logístico, sistemas de suporte e equipamentos relacionados, treinamento, armamentos e o acordo de cooperação industrial.

Por meio do programa de transferência de tecnologia, a Saab capacitou mais de 350 brasileiros, entre engenheiros, técnicos e pilotos, com treinamentos teóricos e práticos para o desenvolvimento, teste, produção e manutenção do mais avançado caça multimissão do mundo, no Brasil.

Atualmente, o país conta com infraestruturas vitais para o programa Gripen, como o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (ou GDDN, da sigla em inglês), o Centro de Ensaios em Voo do Gripen (ou GFTC, da sigla em inglês) e a linha de produção da aeronave, todos em Gavião Peixoto (SP). Além da unidade da Saab, em São Bernardo do Campo (SP), responsável pela produção de aeroestruturas do Gripen e pela manutenção do radar AESA e sensores de guerra eletrônica do caça.

A unidade da Saab em São Bernardo do Campo, recentemente, inaugurou a segunda linha de produção de fuselagem traseira. Um marco que representa a maturidade industrial da planta ao consolidar a fabricação dessa aeroestrutura de alta complexidade, responsável por abrigar o motor do caça. Com a nova linha, a capacidade anual da unidade dobrou: se antes eram produzidas oito fuselagens traseiras, agora o volume passa para 16 unidades por ano.

A Saab é uma empresa líder em defesa e segurança, com uma missão duradoura: ajudar as nações a manterem seu povo e sua sociedade em segurança. Impulsionada por seus 26 mil profissionais talentosos, a Saab está constantemente superando os limites da tecnologia para criar um mundo mais seguro e sustentável. A Saab projeta, fabrica e mantém sistemas avançados nas áreas de aeronáutica, armamentos, comando e controle, sensores e sistemas subaquáticos. A empresa tem sede na Suécia, operações importantes em diversas partes do mundo e integra as capacidades de defesa nacionais de vários países. A Saab mantém uma parceria de longo prazo com o Brasil e fornece diversas soluções avançadas para o país, tanto civis quanto militares. Com o Programa Gripen Brasileiro, a empresa estabeleceu uma ampla transferência de tecnologia que está beneficiando a indústria de defesa nacional

Saab
Owly

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

MOTIVA ANUNCIA A VENDA DOS SEUS 20 AEROPORTOS PARA O GRUPO AEROPORTUARIO DEL SURESTE (ASUR) POR R$ 11,5 BILHÕES

Considerada a maior transação de aeroportos em andamento no mundo, a operação simplifica o portfólio e gera valor, acelerando crescimento mais sinérgico e rentável

Aeroporto de Belo Horizonte está entre os negociados

A Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, anunciou nesta terça-feira (18) a venda de 100% da sua plataforma de aeroportos para a Aeropuerto de Cancún, S.A. de C.V., uma subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste, S.A.B. de C.V. (ASUR), que opera nove aeroportos no México e outros sete na América Latina. A transação, no valor total de R$ 11,5 bilhões, sendo R$ 5 bilhões em equity pelas participações acionárias da Companhia nos ativos aeroportuários, e R$ 6,5 bilhões em dívidas líquidas, se refere à alienação de 100% das ações detidas pela Motiva na CPC Holding, veículo que consolida as cotas da Companhia nos seus 20 aeroportos.

Maior transação aeroportuária em curso no mundo neste momento, o processo competitivo internacional atraiu o interesse de mais de 20 grupos europeus, latino-americanos e asiáticos, superando as expectativas da Companhia. A previsão é de que a conclusão do processo aconteça em 2026, após a aprovação pelo poder concedente e pelos órgãos de defesa da concorrência. Até o fechamento, a Motiva seguirá tocando a operação, mantendo o quadro atual de colaboradores e assegurando o cumprimento integral dos contratos vigentes e investimentos previstos.

A venda da plataforma de aeroportos marca mais um avanço na estratégia de simplificação do portfólio com destravamento de valor, anunciada pela Companhia no seu plano estratégico Ambição 2035, que prioriza o crescimento rentável, seletivo e sinérgico de seus negócios e a eficiência operacional superior para a criação de valor sustentável.

“Ao avançarmos na reciclagem de capital e simplificarmos o nosso portfólio, ampliamos a nossa capacidade de investimento nos segmentos estratégicos para nossa companhia, em especial de rodovias e trilhos. Esta transação, de alta relevância para a execução de nosso Plano Estratégico Ambição 2035, vai destravar valor em nosso portfólio e simplificar nosso modelo de negócio, fortalecendo a nossa posição para liderarmos o futuro da mobilidade no Brasil,” afirmou o CEO da Motiva, Miguel Setas.

Pelos termos da transação, os ativos foram precificados a um múltiplo EV/EBITDA (LTM) de 8,8x at stake, acima do múltiplo atual da Motiva, proporcionando criação de valor. Os recursos da operação serão utilizados para a redução do endividamento da holding.

Com a conclusão do negócio, a alavancagem consolidada, que considera as controladas em conjunto com a Motiva, cairia de 3,5 vezes para menos de 3,0 vezes, ampliando a capacidade financeira da Companhia para fazer frente ao pipeline de R$ 160 bilhões de oportunidades mapeadas para os próximos anos para concessões rodoviárias, de trens e metrôs no Brasil, além de otimizar a estrutura de capital e melhorar o perfil de risco do portfólio.

“A operação de venda da plataforma de Aeroportos da Motiva reforça o nosso compromisso com a disciplina de capital e a seletividade na alocação de nossos recursos. Ao melhorar o perfil do nosso endividamento e praticamente zerar o endividamento líquido na holding, fortalecemos nossa capacidade de entregar resultados superiores ao mercado e de estarmos bem-preparados para capturar as melhores oportunidades no robusto pipeline de concessões no Brasil”, afirma o Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores e Presidente da Motiva Aeroportos, Waldo Perez.

Plataforma de Aeroportos

A Motiva Aeroportos, agora integralmente vendida à ASUR, reúne 20 operações aeroportuárias na América Latina, sendo 17 no Brasil e três em outros países da região, com movimento anual de cerca de 45 milhões de passageiros e mais de 200 rotas regulares. Estes números colocam a operação como a terceira maior do Brasil, com ativos estratégicos, como os aeroportos de Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.

Nos 12 meses encerrados no terceiro trimestre de 2025, a Receita Líquida do negócio de Aeroportos da Motiva totalizou R$ 2,96 bilhões e o EBITDA alcançou R$ 1,52 bilhão, com margem de 51%, além de 524 mil toneladas de carga movimentadas. Esses indicadores traduzem uma plataforma resiliente, diversificada e eficiente, apta a capturar crescimento com qualidade de serviços, produtividade e robusto fluxo de caixa.

Simplificação de portfólio

O anúncio da venda dá sequência às entregas do Plano Estratégico da Companhia comunicado ao mercado, que previa a otimização do portfólio, iniciada em 2023, e que inclui a desmobilização da operação de Barcas (RJ) e a otimização contratual da BR-163/MS, hoje Motiva Pantanal.

“Com a realização desta transação, a Motiva reforça a sua estratégia de criação de valor sustentável aos seus acionistas e à sociedade. Como anunciamos no Capital Markets Day de 2025, a Companhia está em um movimento de “back to basics”, para se tornar mais simples e com uma expansão mais focada, rentável e sinérgica”, conclui Setas.

A conclusão da operação depende da verificação de condições precedentes, nomeadamente da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), bem como de credores, além das aprovações regulatórias nas restantes jurisdições onde a Motiva Aeroportos detém operações.

Motiva - Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 37 ativos, em 13 estados brasileiros e 16 mil colaboradores, sendo 20 aeroportos, 12 concessionárias de rodovias e cinco de trilhos. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em Trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em Aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Foi a primeira empresa a abrir capital no Novo Mercado e compõe há 14 anos o hall de sustentabilidade da B3

Motiva
FSB Comunicação