sexta-feira, 29 de abril de 2016

MERCEDES-BENZ É LÍDER DESTACADA NAS VENDAS DE ÔNIBUS NO BRASIL HÁ 60 ANOS.

DE CADA 10 ÔNIBUS QUE CIRCULAM NO PAÍS, 6 SÃO MERCEDES-BENZ.


Este ano, a Mercedes-Benz do Brasil, líder consolidada de mercado no segmento de ônibus, celebra 60 anos de atividades no País. Desde que fabricou o LP 312 em 1956 – o primeiro chassi de ônibus produzido no Brasil – a Empresa sempre se manteve na primeira posição das vendas. Nestas seis décadas, foram produzidos 670.000 ônibus da marca no País. Isso também está refletido na frota circulante nacional: de cada 10 ônibus que circulam no Brasil, 6 levam a estrela de três pontas.

“O Brasil é o terceiro maior mercado de ônibus do mundo. Além disso, a liderança histórica conquistada por nosso time brasileiro é extremamente significativa e importante para o Grupo Daimler”, afirma Hartmut Schick, chefe mundial da Daimler Buses. “Isso reafirma o papel estratégico da Mercedes-Benz do Brasil não só no País, como em todos os negócios da América Latina, e também em outros mercados de exportação”. 

“Mesmo num ambiente de mercado difícil, o Brasil continua sendo muito importante para a Daimler Buses”, prossegue Hartmut Schick. “Não só porque é um dos maiores mercados de ônibus do mundo, mas também porque é um importante centro de exportação. Por exemplo, mais de 40% dos chassis produzidos aqui no Brasil foram exportados em 2015”.


Segundo o executivo, a liderança da Empresa no segmento voltou recentemente a subir. 


“No primeiro trimestre deste ano, nossa participação cresceu mais uma vez, apesar da atual retração do mercado do País. Atingimos 55% de market share, três vezes mais que o obtido pelo segundo colocado, e aumentamos 2,5 pontos percentuais comparado aos 52,5% registrados em todo o ano de 2015”, afirma. “Isto significa que a nossa participação cresceu, apesar da situação econômica do País”, define  Hartmut Schick

Empresa oferece soluções para todas as demandas

Para Hartmut Schick, atender efetivamente às necessidades reais dos clientes, motoristas e usuários do sistema de transporte são diferenciais da marca. “Continuamos trabalhando no desenvolvimento de novos produtos e serviços, sempre visando mais eficiência, produtividade e segurança para o transporte de passageiros e a mobilidade urbana.” 

O executivo cita o sucesso do superarticulado O 500 da Mercedes-Benz como solução totalmente aprovada pelas empresas operadoras e pelos gestores do transporte coletivo de massa no Brasil. “Além da Mercedes-Benz estar presente de forma absoluta nos sistemas de transporte coletivo urbano do País, com cerca de 74% de participação, neste ano, alcançamos o marco de 1.000 unidades comercializadas do superarticulado no Brasil. Os ônibus foram vendidos principalmente para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, para uso em sistemas como corredores, faixas exclusivas e BRT, soluções para a mobilidade urbana da população e de turistas e públicos de grandes eventos”.


O superarticulado O 500 da Mercedes-Benz – com 4 eixos e 23 metros de comprimento, disponível nas versões com piso baixo e piso alto – tem se mostrado perfeito para o sistema BRT (Bus Rapid Transit), oferecendo uma capacidade de transporte para mais de 200 pessoas, dependendo do modelo e da configuração interna do salão de passageiros. 


Os clientes da Mercedes-Benz têm à disposição a mais completa linha de chassis de ônibus para transporte urbano e rodoviário. São mais de 90 versões para atender todas as demandas dos clientes, com modelos para transporte urbano, rodoviário, fretamento, turismo e escolar – do micro-ônibus para 19 passageiros ao superarticulado para mais de 200 pessoas. 

Assessoria especializada para BRT e sistemas de transporte

A Mercedes-Benz também oferece ao mercado assessoria especializada em transporte de passageiros, por meio de uma equipe totalmente focada em sistemas como o BRT, para apoio a clientes, órgãos gestores e consultorias de transporte. Como exemplo, os profissionais da área deram importante contribuição às etapas de construção e operação do BRT do Rio de Janeiro, cidade sede de grandes eventos esportivos. Além disso, cerca de 270 ônibus da marca operam num trecho de 100 km do BRT local.

A Empresa tem conhecimento e experiência mundial e local para a implantação desse tipo de sistema. A marca está presente hoje em todos os principais BRTs no mundo, como os de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba no Brasil, Bogotá na Colômbia, Santiago do Chile, México, Turquia e África do Sul. Os sistemas desses países figuram entre os que mais transportam passageiros por ônibus urbanos no mundo.

Controle de qualidade contínuo para a segurança dos clientes

Visando zelar pela alta qualidade dos chassis de ônibus da marca em todas as etapas de produção, a Mercedes-Benz do Brasil realiza um importante trabalho junto aos principais encarroçadores do País. Esta parceria resulta num abrangente e robusto processo de PDI (Pre Delivery Inspection ou Inspeção pré-entrega), uma verificação da interface de montagem da carroçaria no chassi antes do veículo completo ser liberado para o cliente.

“O PDI é uma grande referência da marca no mercado brasileiro. Nós somos a única fabricante do setor a realizar uma inspeção desse porte em 100% dos chassis de ônibus nos encarroçadores parceiros”, afirma Ricardo Silva, diretor geral de Ônibus da América Latina. “O processo consiste na inspeção visual e funcional dos ônibus equipados com chassis da marca, visando sua conformidade com as exigências do mercado e com os padrões de qualidade Mercedes-Benz, explicitados nos manuais de encarroçamento de cada modelo de chassi e que seguem as diretrizes da Daimler Buses”.

Rede de Concessionários dedicada ao negócio de ônibus

O atendimento especializado que a Mercedes-Benz oferece aos clientes de ônibus é outro grande destaque da marca. Além da elevada abrangência no território nacional, a Empresa dispõe de uma especial Rede dedicada aos negócios de ônibus, o Center Bus – Centro Especializado em Ônibus.

Por meio desta Rede de Concessionários, o cliente tem acesso a mais completa linha de produtos e serviços de pré e de pós-venda, como os financiamentos e seguros do Banco Mercedes-Benz, contratos de manutenção, assistência 24 horas, três linhas de peças de reposição e a mais premiada Central de Relacionamento com o Cliente, entre diversos outros.

Centro Mundial de Competência para desenvolvimento de chassis de ônibus


Graças à atuação de seu Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT), localizado na planta de São Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz do Brasil é o Centro Mundial de Competência da Daimler para desenvolvimento de chassis de ônibus Mercedes-Benz. Dessa forma, é uma referência para as demais unidades do Grupo Daimler.

O superarticulado O 500, inovação da marca para transporte de grande volume de passageiros, foi desenvolvido no CDT. O time de engenheiros e técnicos da área também atuou intensivamente na aplicação de avançadas tecnologias aos ônibus rodoviários, como, por exemplo, o pacote completo de segurança, que inclui o controle de estabilidade ESP, sistemas ABS+ASR, freio eletrônico EBS, retarder integrado e freios a disco. 

Imprensa Mercedes-Benz do Brasil
Valter Oliveira
valter_barbosa.oliveira@daimler.com 
11 4173-7324

SUPERBIKE BRASIL. JOVEM REVELAÇÃO GANHA DESTAQUE EM COMPETIÇÃO INTERNACIONAL.

Renzo Bianchesi Ferreira #13, na 2ª etapa Copa Pirelli. Foto: Thiago Capodanno/VGCOM. 

O SuperBike Brasil, o maior campeonato de motovelocidade das Américas, tem se empenhado ao longo dos últimos anos para revelar novos talentos no esporte a motor com intuito de elevar a qualidade e ampliar a relevância do país no cenário internacional – e quem sabe alcançar o sonho de ter um campeão mundial brasileiro num futuro nem tão distante.

Este trabalho vem aos poucos se concretizando e ganhando dimensão. Um bom exemplo de sucesso é o caso da jovem revelação Renzo Bianchesi Ferreira. Em 2014, o piloto campineiro disputou pela primeira vez a Honda Junior Cup, categoria-escola destinada a instruir e formar novos talentos. Das oito etapas da temporada, Renzo acabou vencendo duas e sagrou-se campeão com uma larga vantagem sobre os adversários.

No ano seguinte, em 2015, subiu um degrau e decidiu participar da categoria Copa Honda CBR 500R, com motos mais robustas de 500 cilindradas. Já de início, mostrou que tinha habilidade de sobra e impôs seu ritmo intenso nas corridas. Até o meio da temporada, Renzo vinha como um dos favoritos ao título. Contudo, uma série de incidentes e lesões o tiraram das últimas três etapas e acabou assim ficando apenas com a quarta posição no ranking geral do campeonato.

Passados os contratempos, a carreira do piloto voltou a deslanchar em 2016. Renzo venceu as duas etapas da Copa Pirelli, realizadas no Autódromo de Interlagos em fevereiro e março deste ano, e em seguida partiu para novos desafios rumo ao estrangeiro. A jovem revelação, que já havia feito história ao ser o primeiro piloto brasileiro convidado a participar da seletiva da Red Bull MotoGP Rookies Cup, mudou-se para os Estados Unidos e deu início à sua carreira internacional. Renzo foi aceito pela equipe Team Rabid Transit, e com o numeral #130 iniciou a disputa da MotoAmerica – importante campeonato norte-americano de motovelocidade – pela categoria KTM RC390 Cup.

Na primeira participação, no Autódromo Road Atlanta, Renzo marcou sua estreia com um 11º lugar – o que poderia ter sido ainda melhor segundo sua própria avaliação. Após receber elogios da revista americana Road Racing World, Renzo declarou, através de sua conta oficial do Facebook, ‘estar muito feliz com os resultados alcançados, isso sem nunca ter pisado na moto’ e nem conhecer a pista’.

"Larguei em vigésimo depois de uma penalização sem sentido. Na segunda volta já estava em décimo segundo. Consegui ficar em sétimo e quando estava para pegar a sexta posição, o piloto à minha frente caiu, mas consegui me livrar para não bater na moto dele e acabei terminando em décimo primeiro", publicou o piloto. Foto: Antonio Zappellini.

O SuperBike Brasil tem Patrocínio Silver Honda, Mobil, Pirelli e Yamaha. Patrocínio Bronze Premium de Kawasaki, Ducati e MotoSchool. Patrocínio Bronze de Shark, Diafrag, Alpinestars e Tutto Moto.

Ingressos para ARQUIBANCADA são GRATUITOS. Informações Adicionais: Tel.: 11 5524-5684 ou pelo site: www.superbikebrasil.com. 

SERVIÇO
2ª etapa SuperBike Brasil - 22 de Maio
Autódromo de Interlagos - SP - Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 

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Twitter: @SuperBikeBrasil.

VGCOM - VANESSA GIANNELLINI COMUNICAÇÃO
Vanessa Giannellini 
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DE CARRO POR AÍ.
Por Roberto Nasser*

Ilustração planta Zoyte

Zotye outra marca goiana.

Chinesa Zotye aparentemente fincou pé no Brasil. Após adquirir a TAC, fabricante dos jipes Stark no Ceará, acertou-se com o governo de Goiás e assinou termo de implantação em Goianésia, a 170 km de distância de Goiânia e 200 km de Brasília. Instalação seria em Colatina, ES, ou Sobral, Ce, e Carlos Eduardo Barbosa, diretor, justificou mudança: governo de Goiás foi mais rápido.

A ideia é implantar fábrica em terreno de 120 mil m2, com 28 mil m2 cobertos, acreditando iniciar operações em 2018. Junto, outra fábrica das partes para os modelos elétricos. Até lá, alugar grandes galpões para iniciar o processo de montagem CKD, formando veículos a partir da importação de conjuntos desmontados. Projeto para 2018, em instalações próprias, é de quantidade próxima a 20 mil/ano, com sonhos de exportação à América Latina – mas é coisa lenta, exigindo atingir o percentual de 60% em peças Mercosul.

Processo assemelhado ao prometido pelo empresário Sergio Habib para viabilizar a tormentosa JAC: rompida a sociedade com os chineses, tocar o negócio sozinho e, enquanto constrói, aluga instalações para montar veículos trazidos em partes da China.

Mescla

Z 100 (divulgação Zoyte)

Segundo Cadu Barbosa os primeiros produtos serão o compacto Z100, em versões com motor por combustão interna, tri cilíndrico 1,0, e elétrico. Junto, utilitário esportivo T600, com motor 1,5 litro e turbo. Concorrentes indicam preços de R$ 35 mil para o compacto com motor Otto; R$ 40 mil tração elétrica; e de R$ 50 mil pelo utilitário esportivo.

T600 (divulgação Zoyte)

Paralelamente, definição sobre a TAC, de produção suspensa para mudanças no jipe Stark, aplicação de sistema ABS nos freios e alterações visuais marcando modelia e a nova controladora acionária. É indefinida a permanência em Sobral, Ce, ou a transferência para Goianésia. A TAC – Tecnologia Automotiva Catarinense - iniciou em Santa Catarina, mudou-se para o Ceará e, indo para Goiás, corre o risco de alterar o nome para TAG.
Se a Zoyte efetivamente se implantar em Goiás, será a quarta marca no estado. Hoje há Mitsubishi e Suzuki em Catalão, e CAOA/Hyundai em Anápolis. Outras duas outras marcas chinesas dizem, irão para Hidrolândia, próxima à capital e para Luziânia, a 50 km de Brasília.

Megale preside Anfavea

Engenheiro mecânico, mineiro, maneiroso, experiente em montadoras de várias nacionalidades e diretor de assuntos governamentais da Volkswagen, Antonio Megale sentar-se-á por três anos na cadeira de presidente da Associação e do Sindicato dos fabricantes de veículos – Anfavea e Sinfavea.

A habilidade de tato em mesclar o raciocínio cartesiano de engenheiro, com o conduzir o relacionamento da marca junto ao diversificado público governamental será muito exigida. A atividade de fazer e vender veículos é, ao lado da extinção de empregos, e da disparada da dívida pública, a de maiores perdas. Experiência importante, momento desafiante, em instigar, sugerir, participar das propostas para deter queda de vendas e de emprego, em abrir novos mercados estrangeiros, fomentar o crescimento. No Brasil a indústria automobilística é a face econômica.

Mineiramente modesto, Megale simplifica a principal agenda da Anfavea: garantir com o governo um mínimo de previsibilidade para o setor.

Luiz Moan, economista, antecessor, houve-se bem no período de crise para a qual se espera deter a queda e estabilizar números.

Aqui, o Kicks


Lançamento da Nissan, baseado na plataforma comum empregada para March e Versa, foi fotografado no Rio de Janeiro para campanha de lançamento. Á imprensa será mostrado estaticamente próximo dia 2.

Modelo empregado é mexicano, trazido para cumprir compromissos atrelados ao patrocínio dos Jogos Olímpicos, quando disponibilizará enorme frota à organização, e aproveitar a intensa exposição para obter massiva divulgação.

Produção local atrasou, e por isto além das unidades trazidas para a apresentação, primeira série será de Kicks importados do México. Até o final do ano há expectativa de acertos com os fornecedores locais.

Versão superior, na foto, motor 1,6 litro, 110/111 cv e transmissão CVT – automática por polias variáveis.

Roda-a-Roda

Petróleo – Caça aos automotores como entes poluidores e o surgimento de veículos híbridos e elétricos, instaram Shell a reagir por seu Carro Conceito.
Time – Focou aerodinâmica e baixo atrito no motor, comandado por Gordon Murray, ex-projetista da MacLaren e Osamu Goto, ex-engenheiro chefe da equipe Honda em Fórmula 1. Pesa 540 kg, leva três pessoas – motorista à frente, dois atrás -, e a frente bascula. Parece a evolução do Isetta feito pela Romi no Brasíl entre 1956 e 1961.
Recorde – Motor 3 cilindros, 660 cm3, cravou 47,2 km/litro a 70 km/h de média. Não entrará em produção, servindo para mostrar o desenvolvimento de tecnologia de construção e lubrificantes para motores com ignição a centelha.

Carro Conceito Shell (divulgação Shell)

Mais uma – Matriz japonesa Mitsubishi Motors Corporation admitiu ter manipulado dados de consumo de seus produtos. Coisa antiga, multas novas.
Ocasião – No grupo operação automóveis é pequena, e o problema e seus custos podem pavimentar o caminho para ligar-se à interessada FCA – Fiat e Chrysler. Última tentativa, com a Ford, foi rechaçada.
Dieselgate – Parte da solução das emissões poluentes de seus motores diesel acima das normas legais, Volkswagen anunciou disposição de comprar quase meio milhão de unidades circulando nos EUA.
Mais - Integra acordo em tribunal da Califórnia. Donos pretendendo ficar com os carros, te-los-ão corrigidos nas regras de emissões. Acordo inclui recursos
para pesquisas em tecnologia automotiva. Marca informou, projeta custos no processo de adequação às normas legais, até agora, 18,2B de euros.
Embalo – Na questão, governo alemão determinou a VW, Opel, Audi, Porsche e Mercedes-Benz façam re-callpara 630 mil veículos para conferir e consertar eventuais emissões acima do padrão. BMW foi excetuada.
Autoridade – Enrique Alemañy, presidente da Ford Argentina, tomou posse na presidência da ADEFA, associação dos fabricantes de veículos no vizinho país. 
Conta própria – Confirmou queda do mercado interno e não ver perspectivas para recuperação do Brasil, estimando nossa produção 2016 em 2,2M de veículos. Discurso bolivariano, mesmo de Da. Dilma, Da. Kirchner e do Sr Maduro: problemas internos tem causas externas.
Sine die – Jaguar Land Rover adiou inauguração de instalações industriais em Itaiaia, RJ, antes prevista para estes dias. Rótulo oficial, compatibilizar agendas. Na prática não sabem a quem do governo federal convidar.
Cruze – Vestido para confundir, unidade do Cruze, próximo lançamento da GM, circula em São Caetano do Sul, SP, sede da GM. Será lançado de 3 a 5 de maio na Argentina, onde produzido. Depois, Brasil, mercado maior.

Cruze em SJC. Foto: Gilberto Gardesani.

Disputa – Última semana do mês com briga afiada entre Hyundai e GM para ter o carro mais vendido no mercado. Pré feriado HB20 liderava com 6.500 unidades, 5% sobre GM Onix.
Negócio – FCA, de Fiat, Chrysler e Jeep, através de sua marca de peças Mopar distribuirá óleos lubrificantes Shell. Terão marca diversa: MaxPro.
Festa – DAF, de caminhões, festeja milésima unidade, o XF105, na fábrica de Ponta Grossa, Pr. Velocidade reduzida, montagem começou em 2013. Não é chinesa, mas original da Holanda e ora controlada dos EUA pela Paccar, detentora das marcas Kenworth e Peterbilt.
Caminhos – BMW de motos trata com delicadeza construção de fábrica própria na Zona Franca de Manaus. Assunto surgiu no EICMA, o salão da moto em Milão. Hoje as BMW locais são montadas pela empreendedora Dafra, junto a italianas Ducati e MV Agusta, holandesa KTM.
Nome – Anúncio não é da marca, mas da Suframa, Superintendência da Zona Franca. Não adota nome mundial BMW Motorrad, mas curioso e extenso BMW Manufacturing Indústria de Motos da Amazônia Ltda; aplicará R$ 28,5M para 185 empregos. Valor indica números contidos em área, processos e produção.
Sem cão ... – Mercado interno despencando, marcas nacionais atiram-se às exportações. Irã é novo e potente mercado, apto a absorver 140 mil automóveis, 17 mil ônibus e 35 mil caminhões.
Leque - No mundo há espaço a peculiares veículos nacionais, como o picape Toro. Fiat estuda enviá-lo aos EUA – tão logo haja capacidade de produção.
Com gato – Passo mais atrevido e sólido é da MAN Caminhões: montar filiais ou fazer acordos extra fronteiras para exportá-los em partes, montando-os nos mercados de destino. Articula com Marrocos, Argélia, Nigéria, Quênia e Irã.
BMW – Como informou Coluna passada, BMW vendeu 10.000 unidades de seu modelo X1 para os EUA. Supre demanda e incapacidade produtiva alemã. Valor USD$ x R$ também ajudou. Segue o caminho de Voyage, Mercedes Classe A, Golf. Há uma década não se vendiam automóveis brasileiros aos EUA.
Amenidades – Mercedes-Benz revelou conceito de lancha, a Arrow 460 Granturismo. DNA de automóvel na proporção de volumes, no nome, Silver Arrow of The Seas, para lembrar os Flechas de Prata, vitoriosos carros das corridas pré II Guerra, na cor prateada, parabrisas e vidros laterais baixam.
Como - 46 pés de comprimento - +- 14m -, mono motor, 960 cv de potência, confortos para 10 passageiros – com menos carga pode cruzar a 46 milhas náuticas, uns 90 km/h!


Arrow 460. Mercedes chega ao mar (divulgação MB)

Autódromo – Deputado Distrital Júlio César (PRB) realizou audiência pública buscando solução para reativar o Autódromo de Brasília, com obras paradas por decisão do Tribunal de Contas do DF. No encontro, Carlos Leal, diretor da Terracap, estatal dona da área, anunciou ter R$ 12M para concluir a pista.
Recomeço – Ideia é completar circuito e reativar arquibancadas. Para funcionar ainda este ano, boxes e sanitários em tendas. Parlamentar crê ser o primeiro passo para reativá-lo. Esporte em Brasília não é o futebol do estádio inexplicável em existência, volumetria e custos, mas corridas de automóveis.
Fama – Leitor Luiz Felipe Figueiredo, aparentemente incontido Democrata, foi atrás do Oldsmobile Cutlass Ciera 1986 ex Hillary Clinton, noticiado pela Coluna, à venda. Não cumpriu intento. Leilão no E.Bay, com 145 lances atingiu inimaginados US$ 60,100 – uns R$ 216.116.

Olds ex Hillary, pedigree dá valor. (e.bay)

Gente – Evaristo Nascimento, empresário, passou. OOOO Era a cara das mostras e salões pela Alcântara Machado. OOOO Pós controle da Reed Exhibitions, abriu empresa própria e realizava o Salão dos VUC. OOOO Soma de complicações de saúde. OOOOWolfgang Nänle, VP de Operações Mercedes Brasil, aposentadoria. OOOO Cuidou da produção de ônibus na AL e recentemente organizou a fabricação de caminhões em São Bernardo, SP e Juiz de Fora, MG. OOOO Substituto Carlos Santiago, engenheiro ex Fiat e ex Ford, atual diretor de produção da marca no Brasil. OOOO Luiz Moan, 62, economista, deixou a presidência da Anfavea, associação dos fabricantes de veículos. OOOO E aposentou-se como diretor da General Motors. OOOO

No Brasil Toyota começou em 1952

Marca líder no mundo, operação sul americana com liderança em produtos, a Toyota tem história diferenciada no Brasil. Não recebeu visita de prospectores brasileiros em 1952, em périplo para atrair fabricantes de veículos, nem apelos do GEIA, em 1956 para instalar-se no Brasil.

Apresentou seus produtos em grande esforço de renascimento e abertura internacional ao início dos anos 50, fazendo périplo mundial, um show em navio. No Brasil atraiu atenções do patrício Itiro Nisitani nomeando-o representante, importando caminhões em partes para montá-los. Entre os chassis transformados em caminhões e ônibus, maior atenção para o picape FLX, com cabine avançada. Nisitani montou aproximadamente 800 unidades, instigando a matriz a prospectar o mercado nacional.

Três representantes de uma certa Toyota Motor Company Koromo – era a cidade sede e se incorporara à razão social – procuraram o governador mineiro Juscelino Kubitschek. Estava ao final de gestão, preparando-se à campanha que o levou à Presidência da República em 1956. JK se entusiasmou com o interesse e ofereceu área no polo industrial da vizinha Contagem. Por razões desconhecidas a oferta não prosperou.

Voltaram, táteis, em 1958, e adquiriram a MBA/Rover, com projeto aprovado para produzir jipes Land Rover. Era pequena linha de montagem no bairro paulistano do Ipiranga, de onde saíram poucas centenas de unidades. Adquirir as facilidades acelerou planos de fincar pé no país como primeira filial internacional, e deu base para instalação de usina em São Bernardo do Campo, SP para a montagem dos jipes e picapes Land Cruiser, logo em seguida adotando motor Mercedes-Benz e o nome Bandeirante.

Primeiros caminhões Toyota montados no Brasil, 1952 (divulgação TdB)



Roberto Nasseredita@rnasser.com.br, é advogado especializado em indústria automobilística, atua em Brasília (DF) onde redige há ininterruptos 42 anos a coluna De Carro por Aí. Na Capital Federal dirige o Museu do Automóvel, dedicado à preservação da história da indústria automobilística brasileira.

ALLISON REVELA NOVO MODELO FORA DE ESTRADA.

A Allison Transmission anunciou a chegada da transmissão 6630ORS, seu mais recente desenvolvimento para o mercado de veículos fora de estrada, além destacar novas aplicações para os modelos da Bell Equipment, na Bauma 2016, em Munique.

A transmissão totalmente automática 6630ORS é uma evolução dos modelos fora de estrada da Série 6000, que agora oferece maior durabilidade e desempenho. Passou a ter um novo amortecedor interno, a turbina do conversor de torque ganhou palhetas com geometria mais eficaz e recebeu tratamento anodizado em sua superfície.

Respondendo à crescente demanda dos clientes por caminhões articulados que transportem um maior volume de carga, foi desenvolvido e apresentado na mostra alemã um modelo com capacidade de 55 toneladas que recebeu a nova transmissão 6630ORS. Reconhecidas em todo o mundo pela capacidade de enfrentar o trabalho pesado, ter grande durabilidade, além de proporcionar baixo tempo de inatividade e alta produtividade, as transmissões Allison são ideais para veículos desta exigente aplicação.


A Bell Equipment mostrou em seu estande o primeiro B45E (foto) equipado com a Allison 4700 ORS, que da mesma forma que seus modelos B40E e B50E, passarão a contar com as transmissões de sete velocidades em substituição às de seis. Isso traz uma melhor capacidade para vencer aclives em função de uma primeira marcha mais curta e de relações de marcha mais próximas, resultando em melhor desempenho e economia de combustível. A Bell, também expôs o novo articulado B60E, com uma Allison 4800ORS, e o B30E com uma transmissão 3500ORS com retardador.

No estande da Allison a atração foi um MAN TGS 40.480 60W 6x6, de mineração, com uma transmissão da Série 4500. Esse modelo foi produzido para um usuário da área de construção da Rússia.

Durante o evento os visitantes também tiveram a oportunidade de contemplar vários veículos equipados com transmissões Allison. Entre eles, um caminhão rígido Terex TR70, com uma Allison 6620, e um TA400 articulado que trazia uma transmissão da Série 4500 ORS. No estande da KH Kipper foi exibido um MAN TGS 40.480 60W 6x6, voltado para mineração, com uma transmissão Allison modelo 4500.


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Allison Transmission LAO
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ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

PREGAR NO DESERTO

De fato é uma pena o Programa de Avaliação de Veículos Novos para a América Latina e o Caribe (conhecido pela sigla Latin NCAP) insistir em distorções e “condenações” injustificáveis. Apesar de apoiado por ONGs internacionais e de fundação de filantropia como a Bloomberg, falta às vezes certo grau de seriedade. Na realidade sempre fica uma pergunta sem resposta: o que o consumidor brasileiro tem a ver se na Colômbia ou no México os respectivos mercados locais compram um determinado modelo sem os mesmos equipamentos de segurança oferecidos de série no Brasil?

O voluntarismo frequentemente irresponsável do Latin NCAP vem de sua origem europeia. Lá existe um bloco econômico e político de 28 países com livre circulação de carros e pessoas. Querem porque querem repetir aqui o que aconteceu lá, sem avaliar implicações econômicas e técnicas. São realidades bastante diferentes. Quando o Latin NCAP começou a atuar em 2010 já existia lei no Brasil que obrigava a adoção de bolsas de ar em todos os veículos em 2014. A entidade achava possível abreviar a exigência com seus testes de colisão filmados e, claro, foi ignorada.

Basta ver exemplos nos EUA. Em 2014 concedeu-se prazo de quatro anos para obrigatoriedade de câmera de ré em razão de veículos de maior porte daquele mercado. Esse país também tornou compulsório, antes da União Europeia, o controle eletrônico de estabilidade (ESC, em inglês). E acaba de anunciar um grande acordo entre o órgão de segurança viária oficial, a entidade lobista das seguradoras e 22 fabricantes (representam quase 100% das vendas) para introduzir em 2022 o dispositivo de frenagem automática de emergência até 30 km/h. 

Vários modelos europeus, até subcompactos, e mesmo americanos já trazem esse dispositivo de série. No entanto, se não houvesse essa adesão voluntária, a obrigatoriedade por lei, nos EUA, só ocorreria em 2025. Isso não inclui a frenagem antiatropelamento por sua complexidade e custo elevado. Então o Latin NCAP deveria parar de pregar no deserto e assumir pragmatismo.

Em 2015 o Brasil exigiu o ESC nos projetos novos a partir de 2018 e, em 2022, para todos os modelos à venda. Está na lei e não mudará. A entidade tem direito de exigi-lo para um veículo receber as cinco estrelas máximas em seus atuais protocolos. Mas daí a retirar uma provável nota máxima da nova picape Ranger, por exemplo, rebaixando-a de cinco para três estrelas só porque em outros países da região o sistema ESC não é previsto em lei ou os compradores não estejam dispostos a pagar por ele, realmente perde qualquer sentido.
Também se um modelo chinês, importado por qualquer país sul-americano, só alcança zero-estrela no teste de colisão também gera interesse zero para o comprador brasileiro. Perda de tempo.

A Proteste, parceira brasileira do Latin NCAP, afirma que o ESC acrescentaria “apenas R$ 180,00” a um veículo. Mas preço de custo não se confunde com o de venda, além de tempo e dinheiro para testes longos e homologações para cada modelo. Ou seja, dar palpite ou jogar para plateia leiga sobre assuntos técnicos abala mesmo qualquer credibilidade que se queira conquistar.

RODA VIVA

ENGENHEIRO Antônio Megale, novo presidente da Anfavea para o período 2016-2019, afirma não conhecer o destino do programa Inovar-Auto que termina em 2017 e nem quais marcas vão se habilitar este ano para superar o limite compulsório de eficiência energética. Cita como mais importantes estímulos aos centros de pesquisa no País e redução de consumo.

TOYOTA, mesmo sem mudar externamente o Etios 2017 (apenas novas rodas de liga leve), decidiu apostar na evolução mecânica. Motores de 1,3 L e 1,5 L, agora fabricados no Brasil, ganharam maior taxa de compressão (13:1), outros aperfeiçoamentos e mais potência: 98 cv e 107 cv (etanol), respectivamente. Estreiam câmbios automático (4 marchas) e manual (6 marchas).

MUDANÇA do quadro de instrumentos melhorou sua visibilidade e o isolamento acústico é superior, em uma primeira avaliação. Fábrica afirma que efetuou mais de 600 mudanças no Etios desde o lançamento em 2012 e oferece o modelo compacto automático mais barato do mercado: R$ 47.490. Preços vão de R$ 43.990 (1,3 L, manual) a R$ 60.295 (1,5 L, automático). 

BRASIL volta a exportar automóveis para os EUA. Embora seja operação específica de 10.000 BMW X1 até o final do ano para atender à procura aquecida deste modelo que a Alemanha não pode atender, tem significado importante para a fábrica catarinense do grupo em termos de imagem e qualidade. Desvalorização do real frente ao dólar, claro, deu ajuda de peso.

ESTUDO do Sindipeças sobre a frota brasileira de veículos (cerca de 42 milhões, sem incluir motocicletas) indica que a idade média voltou a envelhecer em 2015, depois de atingir 8,5 anos em 2012. A tendência é voltar ao patamar de 10 anos no final de 2016, o que torna ainda mais urgente a necessidade da inspeção técnica em automóveis com quatro ou mais anos de uso.







Fernando Calmon é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada no Coisas de Agora, WebMotors, na Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). Escreva para o Fernando Calmon: fernando@calmon.jor.br. Siga: www.twitter.com/fernandocalmon.

MERCEDES-BENZ DO BRASIL COMEMORA 60 ANOS DE DEDICAÇÃO AO CLIENTE E ORIENTADA PARA O FUTURO.


Mercedes-Benz é referência no País e na América Latina como pioneira e líder no desenvolvimento tecnológico e nas vendas de veículos comerciais. Além disso, a marca oferece outras linhas de produtos de alta qualidade e avançada tecnologia, caso dos comerciais leves Sprinter e Vito e dos automóveis premium da marca, para o mercado brasileiro.

“A Mercedes-Benz e o Brasil estão intimamente ligados. Juntos, nós já percorremos um longo caminho. O Grupo Daimler e a Mercedes-Benz contribuíram para o desenvolvimento deste grande País. Nós fizemos isso no passado, fazemos no presente e continuaremos no futuro", declara Dr. Wolfgang Bernhard, membro do Conselho de Administração da Daimler e responsável pela Daimler Trucks e Buses.

"Na Mercedes-Benz do Brasil, nós temos o portfólio de produtos mais amplo da indústria. E a nossa linha de produtos é completa. Estamos orgulhosos de oferecer os principais produtos, tecnologias e serviços aos nossos clientes brasileiros.", afirma o Dr. Wolfgang Bernhard.

A unidade brasileira ganhou amplo reconhecimento por oferecer avançadas tecnologias para os clientes, não só no presente, como também para o futuro. Devido a esse compromisso, a Empresa é líder no País e na América Latina, indicando as tendências que naturalmente são seguidas por outras marcas. “Ou seja, aqui no Brasil, nós temos o DNA de pioneirismo e inovação da marca Mercedes-Benz, bem como a paixão por aquilo que fazemos”, ressalta Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

“Ao lado dos transportadores e dos motoristas, há 60 anos nós fazemos a história dos meios de transporte no Brasil. Cada vez mais, a Mercedes-Benz ouve o que as estradas falam. Como resultado, oferecemos soluções eficientes e rentáveis para os clientes, como a mais completa linha de caminhões, ônibus, comerciais leves e também de automóveis premium. Nós temos veículos de 1 a 500 toneladas para todas as necessidades, além de um portfólio completo e variado de veículos que transporta de uma pessoa, como nossos automóveis, ou para mais de 200 passageiros, como o ônibus superarticulado. Ou seja, a Mercedes-Benz tem tudo o que o mercado precisa e a satisfação do cliente é o que diariamente nos move”, destaca Philipp Schiemer.

Um grande evento para um momento histórico e marcante


Ao longo deste ano, a Mercedes-Benz do Brasil vem realizando uma série de eventos internos e ações por meio de mídias sociais para celebrar os 60 anos no País. A data oficial é 28 de setembro, mas, entre os dias 28 de abril e 5 de maio, a Companhia realiza um grande evento para os clientes do Brasil, da América Latina e de diversos outros países, assim como para parceiros de negócio, colaboradores e a imprensa.

Com base no grande sucesso do evento MB Solutions Week – realizado entre outubro e novembro do ano passado, para lançamentos e novidades acerca de veículos e serviços –, a Mercedes-Benz abre novamente as portas de sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP) para dividir com diversos públicos este momento marcante da sua história.

O evento de comemoração dos 60 anos também cria ótimas oportunidades para novos negócios, especialmente por ocupar o Espaço Mercedes, local por excelência dedicado a receber clientes a fim de atender suas solicitações e necessidades. A partir do mote “Movendo o Futuro”, o evento mostra uma Empresa cada dia mais sintonizada com as demandas atuais de seus clientes, como também aquelas para curto, médio e longo prazo.

“Tomando como referência o nosso passado de muita tradição e conquistas na geração de soluções para o transporte de pessoas e de cargas, com 60 anos de experiência e muito conhecimento na realidade do País, queremos mostrar que a nossa marca tem história, mas não deixa de olhar para frente”, diz Philipp Schiemer.

A fim de valorizar o passado glorioso da Empresa, o evento exibe veículos históricos no espaço identificado como “Museu do Cliente”. Com a colaboração de diferentes empresas de transporte, estão expostos um caminhão L 7500 importado, ano 1952, da Covre, e um LP 331, ano 1961, da Supermix, veículos utilizados ativamente na construção e desenvolvimento de Brasília e do Brasil. Ao lado deles, dois ônibus clássicos ganham destaque: um O 355 da Viação Garcia, que trouxe novo padrão de conforto ao transporte de longa distância e um O 321 do acervo da Mercedes-Benz, o primeiro monobloco do País. Também estarão expostos no “Museu do Cliente” a Sprinter de 1997, e o 190 SL, roadster que há mais de 60 anos no portfólio da marca se consolidou como um ícone entre os automóveis dos sonhos da Mercedes-Benz.

Num espaço exclusivo para modelos do portfólio atual da Mercedes-Benz, estão expostos o novo caminhão extrapesado Actros, o gigante em tecnologia; o chassi de ônibus urbano O 500 U, referência no mercado em robustez e conforto para os usuários; o inovador Vito na versão de passageiros luxo; e o sedan Classe C 180 Exclusive, modelo que está em produção na nova fábrica da Empresa em Iracemápolis (SP), onde o SUV compacto GLA começará a ser produzido este ano.  

O evento reservou também um espaço específico para os veículos da marca que trazem inovações ao mercado, como o novo Actros, referência em tecnologia com elevado nível de segurança; o chassi de ônibus rodoviário O 500 com alto padrão de conforto de sua suspensão a ar, a van de passageiros da nova geração da Sprinter e o Mercedes-Benz AMG S 63 Coupé.

A Daimler ocupa posição de vanguarda por trazer a criação de tendências para o mercado, como as da conectividade via WiFi e Internet e o uso da telemática em caminhões e automóveis. Muitas tecnologias são desenvolvidas e utilizadas por veículos Mercedes-Benz. Essa vocação a credencia a estar sempre atualizada e sintonizada com as necessidades e expectativas dos clientes, as de agora e as do futuro, o que é demonstrado no evento por meio de apresentações dinâmicas e criativas, como pela exposição de modelos clássicos e atuais da linha de produtos da marca.

“Dentro do conceito de pioneirismo, trouxemos uma atração muito especial para o evento dos 60 anos: o Caminhão do Futuro 2025 da Mercedes-Benz, veículo de condução autônoma que materializa perfeitamente o DNA de inovação do Grupo Daimler. Muitas de suas avançadas tecnologias já fazem parte do dia a dia no Brasil, como os sistemas de assistência à condução do Actros brasileiro”, comenta Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks.

Caminhão do Futuro tem a assinatura Mercedes-Benz 


"O Caminhão do Futuro 2025 da Mercedes-Benz é um modelo da força tecnológica da Mercedes-Benz Trucks. 120 anos atrás, a marca inventou o caminhão. E agora, estamos inventando tudo de novo", diz Stefan Buchner. "Nós da Mercedes-Benz estamos empenhados em tornar a condução autônoma pronta para a produção em massa até o final da década."

Com o desenvolvimento dessa tecnologia, a eficiência dos transportes aumentará, o trânsito ficará mais seguro para todos os usuários da estrada e o consumo de combustível e as emissões de CO2 serão ainda mais reduzidos. Além disso, haverá uma mudança radical na função do motorista, que passará também a ser um gestor do transporte.

Para alcançar esse objetivo, a Mercedes-Benz conectou os sistemas de assistência já existentes com sensores aprimorados do inovador Highway Pilot. Assim, a condução autônoma já é possível em velocidades realistas e em situações de trânsito em rodovias expressas.

2.120.000 veículos comerciais produzidos no Brasil


Em seus 60 anos de intensas atividades, a Mercedes-Benz do Brasil acumulou números impressionantes. Já são 2.120.000 veículos comerciais produzidos no País: 1.450.000 caminhões e 670.000 ônibus. Além disso, são mais de 2.900.000 motores fabricados no Brasil.

A Empresa ocupa liderança histórica nas vendas de veículos comerciais. No segmento de ônibus, são 60 anos de liderança, posição que já se confirmou no primeiro trimestre deste ano. Aliás, nos primeiros três meses de 2016, a marca também liderou as vendas de caminhões no Brasil.

A liderança da marca também está refletida na frota circulante nacional: de cada 10 caminhões que circulam no Brasil, 4 são Mercedes-Benz. E de cada 10 ônibus, 6 levam a marca da estrela de três pontas.

Durante os 60 anos de atividades no País, a Mercedes-Benz do Brasil é também a maior exportadora de veículos comerciais do País, tendo atendido mais de 60 países de diversos continentes. Cerca de 432.000 caminhões e ônibus foram exportados nessas seis décadas.

O maior fabricante de veículos comerciais da América Latina




A Mercedes-Benz do Brasil é a maior fabricante de caminhões e ônibus da América Latina. Sua planta de São Bernardo do Campo é a maior do Grupo fora da Alemanha para veículos comerciais Mercedes-Benz. É também a única da Companhia a produzir caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos, em um só local.

A fábrica de São Bernardo produz caminhões das linhas Atego e Axor, enquanto a planta de Juiz de Fora (MG) responde pelo Accelo e Actros. A unidade de Campinas, no interior paulista, conta com a linha de produção de peças remanufaturadas RENOV. Além disso, abriga a Central de Armazenamento e Distribuição de Peças e as demais atividades da área de Peças & Serviços ao Cliente, o que inclui toda a estrutura de assistência técnica, Central de Relacionamento com o Cliente e área de Treinamento para clientes e concessionários, entre outros.

Recentemente, a Empresa passou a contar com mais uma unidade produtiva no Brasil, inaugurando a fábrica de automóveis de Iracemápolis (SP). Dessa forma, a Mercedes-Benz passou a ser a única Empresa a produzir caminhões, ônibus, vans e automóveis na América Latina, estando presente em todos os momentos da vida do brasileiro com veículos produzidos aqui mesmo no Brasil, com a qualidade superior que é um atributo da marca.

“Com muito orgulho e satisfação, sempre empregamos muitas pessoas”, destaca Philipp Schiemer. “Ao longo de 60 anos, mais de 100.000 colaboradores trabalharam ou ainda trabalham com a gente. Nosso time tem competência, conhecimento e experiência. Tem paixão pelo que faz, determinação e comprometimento, com foco na excelência e na satisfação do cliente. E sempre demonstrou coragem frente aos desafios em todos os momentos de nossa história no País. Nós vestimos a camisa e buscamos a excelência da Empresa e do Brasil no cenário da indústria automotiva”.

Longa tradição no desenvolvimento de tecnologias e soluções


Em sua fábrica de São Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz do Brasil conta com o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de veículos comerciais do País e um dos maiores da América Latina. Com 24 anos de atividades, é também o maior da Daimler, fora da Alemanha, com foco em veículos comerciais Mercedes-Benz. Como decorrência desse trabalho, a unidade é o Centro Mundial de Competência do Grupo Daimler para desenvolvimento de chassis de ônibus. Além disso, é um importante polo da rede mundial de desenvolvimento de caminhões da Daimler Trucks.

Graças à intensa atuação do CDT, como também da antecessora área de Engenharia de Produtos, a Mercedes-Benz do Brasil é a Empresa que mais lançou caminhões, ônibus e tecnologias para veículos comerciais no Brasil. Além disso, é reconhecida pelo pioneirismo em combustíveis alternativos – ela foi a primeira a desenvolver e testar Biodiesel e Diesel de Cana no Brasil, utilizados hoje regularmente no País. 

“Somos uma Empresa da Daimler, a maior fabricante mundial de veículos comerciais e a que mais introduz tecnologias no mercado global”, destaca Philipp Schiemer. “Naturalmente, todas as inovações lançadas mundialmente são trazidas para o Brasil em momentos propícios e de forma adequada. Isso permite que o CDT acompanhe a evolução mundial dos veículos da marca e disponibilize sempre novas soluções eficientes e rentáveis para os nossos clientes”.

Linha completa de veículos para todas as demandas


A Mercedes-Benz oferece a mais completa linha de veículos para todas as necessidades dos clientes no mercado brasileiro. São 207 versões no portfólio de caminhões, 90 na família de ônibus, 65 versões de comerciais leves e 50 modelos de automóveis premium.

No início deste ano, a Empresa iniciou, com sucesso, a venda do novo Actros para aplicações que utilizam estrada e vias não pavimentadas numa mesma operação – Mix Road. O gigante da marca já está rodando as estradas do País, como no agronegócio, por exemplo, onde já ocorreram as primeiras vendas expressivas do modelo.


No segmento de ônibus, a Mercedes-Benz também constata o sucesso crescente dos superarticulados O 500 em sistemas como BRT, corredores e faixas exclusivas. Já são 1.000 unidades vendidas, principalmente para a cidade de São Paulo. Ainda em 2016, será lançada uma nova versão do superarticulado com maior capacidade de transporte.


No evento de comemoração dos 60 anos no Brasil, a Mercedes-Benz faz a avant première no Brasil da versão van de passageiros da nova linha Sprinter. Com isso, fortalece a imagem do veículo como referência em segurança, tecnologia, conforto, qualidade e agilidade no segmento de comerciais leves.

Com a recém-inaugurada fábrica de Iracemápolis, a Mercedes-Benz do Brasil passou a ser a única fabricante de automóveis da marca na América Latina. Eles são produzidos por brasileiros para clientes brasileiros, com a qualidade premium mundial da Mercedes-Benz.

Ao longo dos 60 anos no País, a Mercedes-Benz foi a Companhia que mais inovou em tecnologia de automóveis no Brasil. Ao mesmo tempo, impulsionou o segmento premium no País. Ela oferece o mais abrangente portfólio do mercado brasileiro, satisfazendo todas as preferências dos clientes. Porém, muito antes de instalar uma fábrica no Brasil, a marca já brilhava no País e era muito conhecida. Em 1951, a Mercedes-Benz enviou 10 automóveis para participar da primeira corrida das 24 horas de Interlagos. 

Amplo portfólio de produtos e serviços do pré ao pós-venda

A Mercedes-Benz está cada vez mais presente no dia a dia de quem trabalha com transporte no Brasil. A fim de atender às atuais demandas e novas necessidades dos clientes, ela aprimora permanentemente o amplo leque de soluções que oferece ao mercado, tendo por base a maior linha de veículos comerciais e o mais abrangente portfólio de produtos e serviços de pré e de pós-venda. O objetivo é assegurar a maior disponibilidade possível da frota para as atividades de transporte, o que se traduz em produtividade e, consequentemente, em rentabilidade para os clientes.

No portfólio de produtos e serviços de pré e de pós-venda destacam-se o FleetBoard, o mais completo sistema de gestão de frota, a SelecTrucks, unidade de negócios de seminovos e as atrativas opções oferecidas pelo Banco Mercedes-Benz e pelo Consórcio Mercedes-Benz, entre muitos outros.

Serviços telemáticos para caminhões no Brasil

Além dos produtos desenvolvidos para o mercado brasileiro, a Daimler também está investindo em soluções telemáticas com o FleetBoard um total de R$ 40 milhões destinado para o sistema de gestão de frotas equipado com novos recursos de rastreamento, que permitem localizar veículos roubados no Brasil. Além disso, os operadores de transporte também estão lucrando com o uso do sistema de gestão de frotas, com uma redução de custos de operação de até 15%. No Brasil, o FleetBoard está disponível para toda a linha de caminhões.

A extensa oferta de veículos, produtos e serviços estão disponíveis no mercado por meio da Rede de Concessionários. São quase 200 pontos de atendimento para veículos comerciais e 56 para automóveis, oferecendo grande abrangência territorial para atendimento e assistência especializada, assegurando tranquilidade e confiabilidade para os clientes, visando a sua satisfação e fidelidade à marca Mercedes-Benz.

Mercedes-Benz do Brasil.
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Valter Oliveira
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