sábado, 15 de agosto de 2026

CARLOS ZARLENGA, EX-PRESIDENTE DA GM E STELLANTIS, PASSA A INTEGRAR O BOARD DA VAMMO

Executivo chega ao Conselho de Administração ao mesmo tempo em que a empresa prepara nova fase de expansão

Carlos Zarlenga

A VAMMO, empresa que democratiza o acesso à mobilidade elétrica por meio de um ecossistema que integra motocicletas, infraestrutura de battery swap e tecnologia proprietária, anuncia a chegada de Carlos Zarlenga ao seu Conselho de Administração. O executivo, que liderou operações da General Motors e da Stellantis na América Latina, passa a integrar o board em um momento decisivo para a companhia, marcado pelo fortalecimento da governança e pela preparação para uma nova fase de crescimento.

A nomeação acontece após um período de forte crescimento da VAMMO. Apenas em 2026, a empresa ampliou sua base de clientes ativos em 188%, alcançando a marca de 8 mil usuários. Com sua proposta já validada pelo mercado, a companhia inicia uma nova etapa focada em ganhos de eficiência operacional, fortalecimento da governança e preparação para escalar a operação nos próximos anos.

No Conselho, Zarlenga atuará em três frentes prioritárias para a próxima fase da VAMMO: estruturação financeira e preparação para captação, fortalecimento da cadeia de suprimentos — área crítica para uma empresa que possui uma montadora em Manaus e importa componentes da China —, e aproximação com governos e com a indústria automotiva, segmento que o executivo conhece a fundo após décadas liderando GM e Stellantis na região. A escolha de um operador experiente, e não apenas de um investidor financeiro, sinaliza que a empresa prioriza agora eficiência e escala sobre crescimento de receita puro.

“Tínhamos ótimos investidores, mas o que precisávamos agora era de um operador. O Carlos conhece a fundo como estruturar cadeias de suprimento globais, como financiar uma empresa em fase de crescimento acelerado e como construir relacionamento com governos, três desafios que estão na nossa frente agora. E o mais importante: ele já viveu os problemas que ainda vamos enfrentar”, afirma Jack Sarvary, CEO e cofundador da VAMMO.

Para Carlos Zarlenga, o potencial da VAMMO está na capacidade de resolver um desafio real da mobilidade urbana brasileira por meio de um modelo de negócio escalável. 

“O modelo de negócios da VAMMO faz muito sentido. A empresa resolve um desafio real da mobilidade urbana brasileira ao combinar tecnologia, infraestrutura própria e um modelo operacional capaz de crescer com eficiência. Fiquei muito impressionado com os fundadores e estou feliz em integrar o Conselho da empresa”, diz Carlos Zarlenga.

O executivo também destaca que a infraestrutura construída pela companhia representa um diferencial competitivo para acelerar a eletrificação do setor. 

“A infraestrutura desenvolvida pela VAMMO foi extremamente bem planejada e cria valor real para seus clientes. A mobilidade elétrica não é apenas mais econômica; ela também é mais rápida, eficiente e reduz o tempo de inatividade dos entregadores. O modelo de locação integrado à troca de baterias oferece exatamente o que esses profissionais precisam: disponibilidade e acessibilidade”, completa.

Como conselheiro, Zarlenga apoiará a liderança da empresa na construção dos processos necessários para sustentar o crescimento da companhia. 

“À medida que a empresa cresce, espero contribuir com a experiência que acumulei ao longo de décadas liderando operações industriais complexas, ajudando a equipe a construir uma organização cada vez mais eficiente e preparada para expandir”, afirma.

A VAMMO é um ecossistema tech-driven que democratiza o acesso à mobilidade elétrica na América Latina por meio de uma solução all-in-one, que integra hardware próprio, suporte, infraestrutura e rede de battery swap. Fundada em 2022 por Jack Sarvary (ex-Rappi) e Billy Blaustein (ex-Tesla), a empresa desenvolve e fabrica suas motocicletas elétricas e equipamentos de carregamento em Manaus e opera uma das maiores redes de troca de baterias da América Latina, oferecendo uma alternativa mais econômica, eficiente e sustentável para a mobilidade urbana

VAMMO
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RANDONCORP ALCANÇA RECEITA LÍQUIDA CONSOLIDADA DE R$ 3,3 BILHÕES E APRESENTA AVANÇO OPERACIONAL NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2026

Companhia registra evolução da margem EBITDA Ajustada para 13,3% no período, além de queda da alavancagem pelo quinto trimestre consecutivo

Foto: Alex Battistel | Divulgação Randoncorp

A Randoncorp alcançou R$ 3,3 bilhões de receita líquida consolidada no segundo trimestre de 2026, representando estabilidade na comparação anual e avanço frente ao primeiro trimestre deste ano, conforme os dados informados ao mercado na quinta-feira, 13 de agosto. Foi um período que combinou recuperação gradual dos volumes em alguns dos principais mercados, continuidade da resiliência da reposição e decisões importantes ligadas à gestão de portfólio e à disciplina financeira da companhia.

O principal destaque do trimestre ficou para a evolução operacional da Randoncorp. O EBITDA Ajustado alcançou R$ 440,4 milhões no período, com margem EBITDA Ajustada de 13,3%, um crescimento de 19,4% e de 2,1 pontos percentuais, respectivamente, na comparação com o segundo trimestre de 2025.

Os resultados do período foram sustentados pela retomada das vendas de produtos ligados ao agronegócio, especialmente semirreboques e autopeças para veículos pesados, e pelo desempenho resiliente dos segmentos de reposição. Esses fatores foram parcialmente compensados por uma menor demanda do setor industrial e de componentes destinados à cadeia de veículos comerciais ligada a esse segmento. Apesar da melhora do resultado operacional e financeiro, a rentabilidade do trimestre foi pressionada, sobretudo, por efeitos pontuais e não recorrentes, como a descontinuidade da operação da Delta Global.

Pelo quinto trimestre consecutivo, a Randoncorp apresentou queda das métricas de alavancagem, atingindo 2,9 vezes o EBITDA dos últimos doze meses. A trajetória foi sustentada, entre outros fatores, pela geração positiva de fluxo de caixa livre, pela redução do endividamento bruto e pela diminuição do custo médio da dívida.

Para o CFO da Randoncorp, Paulo Prignolato, os números demonstram a consistência da estratégia em um contexto que exige cautela. “O foco segue na otimização do capital de giro, na captura de sinergias, na racionalização de estruturas operacionais e na disciplina na alocação de capital, fundamentais para sustentar a geração de caixa e apoiar o processo de desalavancagem”, afirma o executivo.

“Seguimos preparados para capturar, com consistência, as oportunidades de retomada dos mercados em que atuamos, mantendo foco na disciplina de capital, nas prioridades estratégicas e na geração de valor de longo prazo. Nossa operação global, aliada à solidez financeira e à força dos negócios, reforça a base para sustentar o crescimento da Randoncorp”, afirma o presidente e CEO da companhia, Daniel Randon.

>>> Clique aqui e acesse portal de Relações com Investidores da Randoncorp, onde estão disponíveis os dados completos.

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CUMMINS CELEBRA 70 ANOS DA OPERAÇÃO DE EIXOS E REFORÇA LEGADO DE INOVAÇÃO NO PAÍS

Iniciativas nos últimos seis anos impulsionaram a modernização da operação, com avanços em manufatura avançada, digitalização, sustentabilidade, segurança e desenvolvimento humano

Fábrica de eixos da Cummins localizada em Osasco (SP)

Após celebrar, em 16 de julho, 70 anos de operações em Osasco (SP), a Cummins reforça o legado de uma unidade que, ao longo de sete décadas, acompanhou a evolução da indústria de veículos comerciais e, hoje, integra sua trajetória de mais de um século de inovação e compromisso com seus clientes em todo o mundo.

Nos últimos anos, a unidade dedicada à produção de eixos consolidou uma nova fase de desenvolvimento, incorporando tecnologias avançadas de manufatura, iniciativas alinhadas à estratégia de sustentabilidade Destino ao Zero, programas voltados à segurança e ao desenvolvimento de pessoas e outras iniciativas que reforçam seu papel estratégico para o futuro da mobilidade.

“A capacidade de se reinventar faz parte da história da operação de Osasco (SP). Ao longo de sete décadas, a unidade acompanhou diferentes ciclos de evolução da indústria, incorporando novas tecnologias, processos e competências. Esse movimento ganhou ainda mais intensidade a partir de 2022, após integração com a Cummins, marcando um novo capítulo para a operação. Chegar aos 70 anos representa, portanto, olhar para o presente e para o futuro, preparados para continuar evoluindo junto com nossos clientes, fornecedores e comunidade”, afirma Kleber Assanti, gerente geral da Divisão de Eixos da Cummins.

Da modernização industrial à manufatura inteligente

O primeiro grande movimento ocorreu entre 2020 e 2023, com ampliação e modernização da fábrica. Nesse período, a unidade incorporou 12 mil metros quadrados à sua área produtiva, implantou a nova linha de Montagem de Diferenciais em Células (MDC), modernizou as linhas de montagem de eixos, implementou um armazém vertical automatizado e adquiriu novos equipamentos para corte, lapidação e usinagem de componentes críticos.

As iniciativas melhoraram a eficiência dos processos produtivos e aumentaram a flexibilidade operacional, rastreabilidade e qualidade, além de ampliar a capacidade produtiva da unidade para acompanhar a evolução dos produtos e as crescentes exigências do mercado de veículos comerciais.

Industrialização, tecnologia e transformação digital

Se o foco inicial esteve na ampliação da capacidade produtiva e na modernização da infraestrutura industrial, a partir de 2023, a agenda de transformação foi intensificada, com foco em iniciativas de industrialização, digitalização da manufatura, eficiência energética, sustentabilidade, segurança, acessibilidade e desenvolvimento de pessoas.

Uma das principais frentes desse novo ciclo foi a evolução da manufatura e da capacidade tecnológica da operação. Entre os principais destaques está a aquisição de novas máquinas para fabricação e medição de engrenagens.

A nova lapidadora L60 modernizou uma etapa crítica da fabricação de coroas e pinhões. Além de proporcionar setups até 66% mais rápidos, o equipamento ampliou a flexibilidade produtiva e trouxe ganhos significativos em precisão e repetibilidade. Já a cortadora de engrenagens C60 ampliou em 12% a capacidade de produção de coroas e pinhões, enquanto a nova medidora P65 fortaleceu o processo de inspeção dimensional, ampliando a capacidade de medição de componentes críticos e a confiabilidade da manufatura.

Além disso, as linhas de montagem de eixos passaram por uma profunda modernização, substituindo conceitos tradicionais baseados em esteiras por modelos mais flexíveis, apoiados em paleteiras e princípios de lean manufacturing. A mudança permitiu maior adaptabilidade das linhas, eliminação de gargalos produtivos, otimização dos fluxos de materiais e ganhos relevantes de ergonomia e eficiência operacional.

Outras iniciativas, como a otimização de layouts industriais, a localização de componentes estratégicos e a modernização de processos de usinagem e montagem, reforçaram a capacidade da unidade de responder com agilidade à evolução tecnológica dos produtos da companhia. Ao mesmo tempo, criaram as bases industriais necessárias para suportar futuras gerações de eixos e componentes.

Paralelamente, a unidade acelerou sua jornada de digitalização, incorporando sistemas e ferramentas capazes de ampliar a conectividade da operação, integrar sistemas industriais e transformar dados em inteligência para tomada de decisão.

Entre os avanços implementados estão os sistemas MES (Manufacturing Execution System), responsáveis por garantir a correta montagem dos produtos e ampliar a rastreabilidade das linhas de diferenciais, além da implantação de plataformas para aquisição e monitoramento de dados industriais em tempo real. A operação também passou a utilizar softwares dedicados ao monitoramento de torques e curvas de aperto, permitindo acompanhamento instantâneo de parâmetros críticos de qualidade ao longo do processo produtivo.

A inteligência artificial também passou a fazer parte da rotina da fábrica por meio da instalação de 60 sensores de temperatura e vibração voltados à manutenção preditiva. A iniciativa já gerou 203 alertas preventivos e evitou mais de 42 horas de paradas de linha, contribuindo para aumentar a disponibilidade dos equipamentos e a confiabilidade da operação.

Sustentabilidade e pessoas como parte da estratégia

A transformação da operação também alcançou a forma como a unidade utiliza recursos, gerencia sua infraestrutura e desenvolve pessoas. Alinhadas aos pilares globais da Cummins, as iniciativas implementadas nos últimos anos reforçam uma estratégia de crescimento baseada em competitividade industrial, sustentabilidade e desenvolvimento humano.

A unidade de Osasco (SP) recebeu projetos voltados à eficiência energética, modernização da infraestrutura e redução do impacto ambiental das operações. As iniciativas contemplaram a substituição gradual de empilhadeiras movidas a GLP por modelos elétricos alimentados por baterias de íons de lítio.

A agenda de eficiência também incluiu a modernização do sistema de ar comprimido da planta, responsável pelo fornecimento de ar para diferentes processos industriais da fábrica. A atualização proporcionou uma redução estimada de 13% no consumo de energia elétrica.

Outro destaque foi a implantação do conceito de Building Management System (BMS), plataforma que integra e monitora em tempo real indicadores relacionados ao consumo de energia, água, gás e demais utilidades da planta. A solução ampliou a capacidade de monitoramento da infraestrutura, permitindo maior controle sobre os recursos utilizados e apoiando a tomada de decisões voltadas à eficiência operacional. A estratégia ambiental foi complementada pela instalação de um sistema fotovoltaico que gera aproximadamente 8 mil kWh por mês, volume suficiente para abastecer o prédio administrativo da unidade.

Segurança, ergonomia e inclusão na prática

A evolução da operação também alcançou a forma como a unidade gerencia segurança, ergonomia e inclusão dentro do ambiente fabril. Nos últimos anos, a Cummins incorporou novas tecnologias e metodologias voltadas à prevenção de riscos, à melhoria das condições de trabalho e à construção de um ambiente mais acessível para seus colaboradores.

Entre as iniciativas está a adoção de sistemas inteligentes para monitoramento da interação entre pessoas e equipamentos de movimentação. A unidade incorporou 62 câmeras com IA, capazes de identificar riscos de colisão, detectar a presença de pessoas em áreas críticas e reduzir automaticamente a velocidade dos equipamentos em situações de risco. Em casos mais severos, o sistema pode, inclusive, realizar a parada automática da operação, ampliando a capacidade preventiva da fábrica.

A tecnologia também passou a apoiar a evolução das análises ergonômicas por meio do HumanTech. O programa utiliza ferramentas digitais para avaliação quantitativa das condições dos postos de trabalho, permitindo identificar oportunidades de melhoria com maior precisão e transformar dados em ações voltadas à saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores. Entre janeiro de 2025 e maio de 2026, o programa ampliou de 12 para 607 o número de postos analisados.

A operação também avançou em iniciativas voltadas à prevenção de riscos ocupacionais. Por meio do programa Hand Safety, a unidade concluiu a análise de risco em 100% dos postos de trabalho, fortalecendo ações preventivas voltadas à proteção das mãos e à eliminação de potenciais exposições operacionais.

Os avanços também contemplaram a acessibilidade. Adequações estruturais realizadas nos últimos anos ampliaram a autonomia, a segurança e a inclusão de colaboradores e visitantes, reforçando o compromisso da Cummins com a construção de um ambiente cada vez mais inclusivo, acessível e alinhado à valorização das diferenças.

“Os 70 anos representam um marco importante da nossa história. Além de celebrar tudo o que construímos até aqui, este momento reforça nossa capacidade de evoluir continuamente. Ao longo dessa trajetória, tecnologias mudaram, processos evoluíram e produtos se transformaram, mas o compromisso com as pessoas permaneceu no centro de tudo o que fazemos. É essa combinação entre conhecimento, experiência, inovação e talento humano que continuará guiando a atuação da Cummins e a evolução de Osasco (SP) nas próximas décadas”, conclui Assanti.

Cummins Brasil
Textofinal de Comunicação Integrada

AGCO E SENAI INAUGURAM CENTRO DE REFERÊNCIA EM NOVA MUTUM PARA IMPULSIONAR AGROINDÚSTRIA EM MT

Espaço de 1.000 m² será destinado à capacitação de profissionais na manutenção de máquinas agrícolas

A AGCO, líder mundial em concepção, fabricação e distribuição de máquinas e soluções agrícolas, inaugura no dia 19 de agosto, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Mato Grosso (Senai MT), o novo Centro de Referência Agroindustrial, em Nova Mutum, Mato Grosso. O projeto, que vem sendo desenhado há cerca de três anos, tem o objetivo de impulsionar a qualificação tecnológica no coração de um dos maiores polos agrícolas do país.

O novo espaço possui 1.000 m² de área construída e foi planejado para receber exclusivamente as tecnologias das marcas do grupo AGCO: Fendt, Massey Ferguson, Valtra e PTx. A unidade está estrategicamente posicionada para atender não apenas às concessionárias das marcas AGCO, mas também profissionais e empresas de todo o Estado, oferecendo capacitações que vão desde a formação básica de técnicos em máquinas pesadas até treinamentos em manutenção, agricultura de precisão e tecnologias digitais. O Centro também oferecerá consultorias voltadas ao desenvolvimento de equipes e à melhoria contínua dos negócios do setor produtivo de Mato Grosso.

A estrutura é dividida em salas de aula, laboratório de elétrica e hidráulica, laboratório de agricultura digital e uma oficina dedicada às tecnologias AGCO. No local, os alunos terão contato prático com máquinas agrícolas de última geração, como tratores, colheitadeiras e pulverizadores. A formação será conduzida por um corpo docente altamente qualificado do SENAI, composto por Engenheiros Mecânicos, Agrícolas, Eletricistas e de Automação.

“O agronegócio do Mato Grosso avança no uso de tecnologias, e a chegada de máquinas inteligentes exige profissionais preparados para extrair o máximo dessas soluções. Nossa parceria com o SENAI amplia as oportunidades de formação de novos técnicos no estado e aproxima a tecnologia do campo da comunidade local. Queremos que o Centro de Referência contribua para o desenvolvimento de mão de obra qualificada e para o fortalecimento da atividade agrícola na região”, destaca Vitor Kaminski, gerente de treinamento técnico da AGCO.

Mão de obra na agroindústria regional

A escolha de Nova Mutum para sediar o projeto é estratégica. A cidade possui uma das infraestruturas mais completas do SENAI no estado e está localizada em uma região com demanda por profissionais capacitados para lidar com máquinas agrícolas equipadas com tecnologias avançadas. As formações buscam preparar novos profissionais para atuar na manutenção de máquinas e atualizar os conhecimentos de quem já trabalha no setor.

“Este Centro de Referência reforça a missão do Senai de preparar pessoas para o mundo do trabalho, conectando a formação profissional às necessidades reais do setor produtivo. Mato Grosso vive um processo acelerado de crescimento e, somente entre 2026 e 2027, precisará de mais de 210 mil trabalhadores com formação industrial. A parceria com a AGCO nos permite preparar novos profissionais e atualizar quem já atua no mercado para que, de fato, estejam preparados contribuir com o desenvolvimento do estado”, destaca a diretora regional do Senai Mato Grosso, Fernanda Campos.

Inscrições e vagas

O Centro de Referência Agroindustrial atenderá pessoas interessadas em ingressar na área de manutenção de máquinas agrícolas, técnicos das redes de concessionárias da AGCO e profissionais que atuam na manutenção de equipamentos nas propriedades rurais. As inscrições poderão ser realizadas diretamente pelos canais de atendimento do SENAI Mato Grosso ou por meio das concessionárias parceiras da AGCO na região.

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Clique aqui para mais informações

Senai MTHá 49 anos em Mato Grosso e 84 anos no Brasil, o Senai atua na formação de profissionais para a indústria e no desenvolvimento do setor produtivo. No estado, oferece cursos de aprendizagem industrial, qualificação, aperfeiçoamento, habilitação técnica e educação superior, além de soluções em tecnologia e inovação para as empresas

AGCO
FSB Comunicação

SUMITOMO RUBBER DO BRASIL DIVULGA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL E REFORÇA COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE E O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS

Publicação reúne resultados de 2025 em frentes ambientais, sociais e de governança, com destaque para a reciclabilidade de resíduos, que saltou de 25% para 86%, e para o reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo como um dos melhores lugares para se trabalhar no Brasil

A Sumitomo Rubber do Brasil, detentora das marcas DUNLOP, Falken e Sumitomo no país, acaba de divulgar o seu novo Relatório de Responsabilidade Social, publicação que apresenta as principais iniciativas desenvolvidas pela empresa em 2025 para promover o crescimento sustentável, fortalecer o relacionamento com colaboradores, clientes e comunidades e ampliar os impactos positivos de suas operações no Brasil.

O material reúne, em um único documento, os resultados e avanços da empresa na área ambiental, social e de governança (ESG), demonstrando como a sustentabilidade integra a estratégia de negócios e orienta as decisões de longo prazo da companhia. Entre os destaques do ciclo, o relatório evidencia o compromisso da empresa com práticas responsáveis de gestão, inovação, preservação ambiental, desenvolvimento social e valorização das pessoas.

Resultados que comprovam o compromisso com a sustentabilidade

Os números apresentados no relatório traduzem a evolução da companhia em suas três frentes de atuação:

  • Ambiental: a taxa de reciclabilidade de resíduos subiu de 25% para 86% em um ano, reforçando a iniciativa Aterro Zero, em vigor desde 2022. A parceria com a RECICLANIP alcançou 100% da meta do IBAMA, com mais de 56 mil toneladas de pneus coletadas. A empresa mantém o Selo Ouro do GHG Protocol, o Selo Clima Paraná Categoria A pelo segundo ano consecutivo e o Selo ODS SESI 2025.
  • Social: com cerca de 2.200 colaboradores ao final de 2025, a companhia foi reconhecida pelo terceiro ano consecutivo como um dos "Melhores Lugares para Trabalhar" do Brasil e investiu quase 20 mil horas em treinamentos de segurança no ano.
  • Governança: a gestão ESG é formalizada por procedimento interno e sustentada por certificações como ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, ISO 50001 e IATF 16949, com 16 auditorias realizadas em 2025.

A publicação também reforça a importância da transparência na prestação de contas aos diferentes públicos de relacionamento, permitindo acompanhar a evolução dos programas e projetos desenvolvidos pela Sumitomo Rubber do Brasil em temas como responsabilidade socioambiental, governança corporativa, segurança, diversidade, desenvolvimento humano e relacionamento com as comunidades onde está presente.

"O Relatório de Responsabilidade Social representa nosso compromisso com uma atuação ética, transparente e sustentável. Compartilhar nossos avanços, desafios e iniciativas é uma forma de prestar contas à sociedade e reforçar que o crescimento da empresa está diretamente ligado à geração de valor para as pessoas, para o meio ambiente e para o desenvolvimento das comunidades", afirma Hisaya Kamohara, Presidente da Sumitomo Rubber do Brasil.

Ao consolidar essas informações em uma publicação única, a companhia reafirma sua visão de que o desenvolvimento sustentável é resultado da integração entre desempenho econômico, responsabilidade ambiental e impacto social positivo, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prioritários da empresa: ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura) e ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis).

O Relatório de Responsabilidade Social está disponível para consulta na Política do Sistema de Gestão Integrado e pode ser acessado por clientes, parceiros, colaboradores e demais interessados em conhecer as iniciativas e resultados da companhia.

Dunlop

Há mais de um século, John Boyd Dunlop revolucionou o transporte com a invenção do pneu, dando origem à marca DUNLOP. Atualmente, como parte do grupo Sumitomo Rubber Industries, a DUNLOP figura entre os seis maiores fabricantes de pneus do mundo (ranking “Leading tyre manufacturers” de 2024). Sua sede mundial no Japão abriga um moderno centro de P&D e três campos de prova.

No Brasil, a fábrica da DUNLOP em Fazenda Rio Grande (PR) é a mais moderna do país, adaptando a tecnologia às necessidades dos brasileiros. Inaugurada em outubro de 2013, a unidade recebeu um investimento total de R$ 2,45 bilhões, impulsionado por 3 ciclos de expansão de capacidade produtiva. O aporte mais recente, superior a R$ 1 bilhão, foi anunciado em 2021 e concluído no final de 2024, reforçando o compromisso com o desenvolvimento local. Única fábrica no país a produzir pneus com a exclusiva tecnologia TAIYO (Sun) System – processo sem emendas que garante maior precisão e segurança – e fabrica os pneus Falken e Sumitomo.

A DUNLOP comercializa pneus para carros de passeio, vans, SUVs, pick-ups, caminhões, ônibus e motocicletas. O slogan 'Quem Tem, Anda Bem' traduz a promessa da marca de uma experiência de direção segura, tranquila e de alta performance.

DUNLOP
LVBA Comunicação

BRASIL X CHINA: A Importância do Primeiro Passo. Por Linoel Dias*

Imagem ChatGPT

Poucas vezes nos damos conta da importância do primeiro passo. Ele parece pequeno diante da grandeza de um projeto, de um sonho ou de uma missão, mas quase tudo aquilo que um dia se tornou grande, começou de maneira simples e, muitas vezes, imperceptível.

Nenhum projeto nasce pronto. Uma grande realização começa com uma ideia; a ideia transforma-se em decisão; a decisão exige coragem; e a coragem manifesta-se quando damos o primeiro passo.

O primeiro passo é o momento em que o sonho deixa de ser apenas sonho e começa a transformar-se em realidade.

Neste 15 de agosto, lembra a chegada oficial dos primeiros imigrantes chineses a São Paulo, em 15 de agosto de 1900. Um grupo de 107 chineses desembarcou no Brasil, dando início a uma história que, ao longo das décadas, se ampliaria e se tornaria parte importante da formação econômica, cultural e social de nosso país. A data foi posteriormente instituída como o Dia Nacional da Imigração Chinesa, pela Lei nº 13.686/2018.

Naquela chegada – não se pensava, nem de longe, em política ou alguma soberania.  Foi o primeiro passo. Pequeno diante da história de uma grande civilização, mas suficientemente importante para iniciar uma caminhada que atravessaria gerações.

A China, com sua milenar tradição, nos trouxe filosofia, disciplina, trabalho, conhecimento e inovação. Ofereceu-nos também uma importante lição, através do filósofo Lao Tse. Dele, temos a conhecida afirmação: “Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.”

Importância comercial

Para se ter uma noção hoje, da importância da relação entre os dois países, as exportações do Brasil e China bateram recordes históricos no 1° semestre de 2026: US$ 58,3 bilhões (alta de 21,9%) lideradas por commodites como soja, petróleo bruto, minério de ferro e carne bovina. De outra parte, as exportações do Brasil para os EUA somaram US$ 21 bilhões, no mesmo período entre janeiro e julho de 2026, com a queda de 12,2%, conforme Relatório do Monitor do Comércio da Amcham Brasil – Câmara Americana de Comércio para o Brasil.

Não nos preocupando com aspectos políticos, de taxas e sobretaxas, às vezes, deixamos de começar um projeto porque olhamos para o tamanho da montanha. Pensamos nos obstáculos, calculamos as dificuldades e esperamos o momento perfeito. Mas o momento perfeito raramente acontece. O que existe é o passo possível de hoje.

As grandes coisas podem nascer das pequenas. Uma semente parece insignificante, mas dentro dela existe uma árvore. Um grão de mostarda é pequeno, mas pode tornar-se uma grande planta.

O Criador não exige que enxerguemos todo o caminho; muitas vezes, Ele apenas nos pede fé para dar o próximo passo.

O primeiro passo exige , porque ainda não conhecemos o final da caminhada. Exige coragem, porque todo começo contém riscos. Às vezes, exige humildade e não política, porque ninguém começa sabendo tudo. E exige perseverança e não blá-blá-blá, porque depois do primeiro passo virão o segundo, o terceiro e muitos outros.

A lição que se tem é não desprezar os pequenos começos. A decisão é começar, não esperar ter todas as respostas.

Dê o primeiro passo.

Para o dia a dia da jornada da vida, coloque, qualquer que seja o projeto, diante do Criador e  trabalhe, confie e caminhe.

Porque, muitas vezes, aquilo que chamamos de grande conquista é apenas a soma de muitos pequenos passos dados com fé, disciplina e perseverança.

E quando o caminho parecer longo demais, lembre-se de Lao Tse e, sobretudo, da Palavra de Deus: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças.” (Eclesiastes 9:10)

O futuro não começa quando chegamos ao destino. O futuro começa quando temos coragem de dar o primeiro passo.

Um passo de cada vez, mas sempre caminhando na direção do bem, da verdade e dos propósitos estabelecidos em nosso coração.

* Linoel Dias é jornalista, assessor de imprensa e
 colunista do Coisas de Agora

OUTBACK STEAKHOUSE DE INDAIATUBA OFERECE OPÇÕES ACESSÍVEIS PARA MOMENTOS VARIADOS

Restaurante inaugurado recentemente no Polo Shopping conta com opções de excelente custo-benefício para os diversos “Momentos Outback”

O Outback Steakhouse, restaurante de inspiração australiana conhecido pela culinária marcante, atendimento descontraído e instalações aconchegantes, oferece opções com excelente custo-benefício, em diferentes formatos, atendendo a todos os perfis, ocasiões e horários. Disponíveis na unidade recém-inaugurada no Polo Shopping Indaiatuba, o Lunch Menu e o Billabong Hour buscam tornar a experiência no restaurante, chamada de “Momento Outback” ainda mais atrativa. Confira:

Lunch Menu

Tradicional cardápio de almoço executivo da casa, é a pedida ideal para quem quer aproveitar uma refeição completa no almoço: entrada, prato principal e acompanhamento (exceto para massas) por um preço único.

Válido de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 12h às 15h, o menu de almoço conta com ícones da marca, como a Junior Ribs, porção individual das tradicionais costelinhas suínas com molho barbecue e pratos mais recentes no cardápio da rede, como o Peppercorn Filet, que traz três medalhões de filet mignon com o exclusivo tempero da casa, o Grilled Fish & Shrimp Toowoomba, tilápia grelhada com camarões, champignon e molho Alfredo, e o Steak au Gratin, com cubos de filet mignon cobertos com molho gorgonzola e mix de queijos gratinados.

O lunch menu custa a partir de R$ 54,90, conforme o prato principal escolhido. É possível ainda acrescentar, por R$ 10,90, a sobremesa Strawberry Aussie Moon, composta por base crocante de biscoito Thunder, doce de leite e calda de caramelo, finalizada com morangos frescos, sorvete sabor baunilha e um toque de canela.

Billabong Hour

No famoso Billabong Hour do Outback, oferecido de domingo a sexta-feira, das 17h às 20h, os clientes pagam metade do valor sobre o preço do cardápio de bebidas alcoólicas – incluindo chopps, vinhos em taça e drinks, exceto alguns itens específicos. O restaurante é conhecido por seu chope servido em caneca congelada (R$ 16,90 – 340 ml) e drinks variados, como o Gold Coast Rita (R$ 34,90), uma refrescante margarita frozen preparada com tequila nobre do México, licor triple sec e ingredientes exclusivos do Outback, que figura como um dos mais pedidos da casa.

O Billabong Hour é uma ótima oportunidade para curtir um #MomentoOutback e, durante o período, o cardápio do restaurante continua disponível. Uma das boas pedidas são os aperitivos, como as Kookaburra Wings (R$ 79,90), 10 unidades de asas de frango empanadas com um blend de temperos à escolha do cliente, servidas com molho tipo Blue Cheese e aipo crocante, ou a icônica Bloomin’ Onion (R$ 64,90), famosa cebola gigante e dourada com o autêntico sabor da rede, acompanhada do molho Bloom.

Serviço

  • Outback Polo Shopping Indaiatuba
  • Alameda Filtros Mann, 670 - Jardim Tropical, Indaiatuba (SP)
  • Horários: de segunda a sábado das 11h30 às 23h; domingos e feriados, das 11h30 às 22h

O Outback Steakhouse possui 195 restaurantes no Brasil e está presente em 91 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin' Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida, de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback

Outback Polo Shopping Indaiatuba
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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

VOLKSWAGEN CONQUISTA O CERTIFICADO GREAT PLACE TO WORK PELO 5º ANO CONSECUTIVO

A Volkswagen do Brasil se mantém como excelente lugar para trabalhar de acordo com a pesquisa de clima GPTW - Great Place To Work

Em 2026, a Volkswagen também conquistou a certificação Top Employer, pelo 8º ano consecutivo, reforçando sua excelência como empregadora

A Volkswagen do Brasil conquistou, pelo 5º ano consecutivo, a certificação Great Place To Work (GPTW), se mantendo como excelente lugar para trabalhar. A certificação é resultado de uma pesquisa internacional de clima, respondida voluntariamente pelos colaboradores, para avaliar o nível de satisfação e o índice de confiança em relação à empresa e ao ambiente de trabalho.

Em 2026, a Volkswagen do Brasil alcançou 78 pontos na pesquisa GPTW, registrando um avanço de cinco pontos em comparação a 2025. O resultado reflete uma trajetória consistente de aprimoramento em todas as dimensões avaliadas, com destaque para o pilar Orgulho, que evoluiu de 82 para 86 pontos.

O forte sentimento de pertencimento continua sendo uma das principais fortalezas da Volkswagen. A empresa alcançou 93 pontos na afirmação “Tenho orgulho de contar que trabalho aqui”, igualando ao benchmark das melhores empresas. A VW também conquistou 90 pontos em “Pretendo trabalhar aqui por muito tempo”, índice superior à média do mercado.

Outro destaque é a percepção positiva sobre os produtos e serviços da Volkswagen: 91% dos colaboradores acreditam que os clientes classificam os produtos e serviços da marca como excelentes, resultado acima do benchmark das 20 Melhores Super Grandes Empresas do Brasil.

“Receber a certificação GPTW (Great Place To Work) pelo 5º ano consecutivo é um reconhecimento que nos enche de orgulho porque reflete a percepção das nossas pessoas colaboradoras sobre a experiência positiva de trabalhar na Volkswagen do Brasil. Esse resultado demonstra a força da nossa cultura, baseada em respeito, confiança, colaboração, diversidade e inclusão, e ressalta o nosso compromisso permanente de promover um ambiente em que cada pessoa possa desenvolver seu potencial, contribuir com suas ideias e construir sua trajetória profissional consistente. Mais do que uma conquista, essa certificação confirma que estamos avançando na construção de uma Volkswagen cada vez mais humana, inovadora e preparada para o futuro”, afirma Maria Ângela (Angie) Stelzer, vice-presidente de Recursos Humanos da Volkswagen do Brasil e Região SAM (América do Sul).

Volkswagen do Brasil é empregadora de excelência

A Volkswagen do Brasil mantém o compromisso de ser uma empregadora de excelência, oferecendo um ambiente de trabalho humano, diverso, saudável e voltado ao desenvolvimento das pessoas. Em 2026, a Volkswagen do Brasil também celebrou a conquista da certificação internacional Top Employer, pelo 8º ano consecutivo, reafirmando sua posição entre as empresas mais reconhecidas do País e se consolidando como referência em gestão de pessoas.

Em 2026, a Nossa VW se manteve entre as 74 organizações certificadas no Brasil, reafirmando sua relevância. Na edição deste ano, a Volkswagen do Brasil conquistou a nota 88,47%, que é destaque na avaliação das práticas de Recursos Humanos, superando a média benchmark do segmento, que é de 84,96%.

A Volkswagen do Brasil avançou de forma consistente nas práticas de Saúde e Bem-Estar, com programas e espaços dedicados à saúde mental e física dos colaboradores. Paralelamente, expandiu as iniciativas de Diversidade e Inclusão, promovendo um ambiente cada vez mais seguro, respeitoso e representativo. Também evoluiu na integração digital da jornada do colaborador, facilitando o acesso à gestão da vida profissional, aos benefícios e às ferramentas de desenvolvimento. Essas iniciativas refletem uma estratégia contínua de transformação, conectada aos desafios e às demandas do futuro.

Em 2025, a Volkswagen conquistou pelo 2º ano consecutivo, a certificação “Melhores Empresas para Pessoas LGBTQIA+ Trabalharem”, da pesquisa HRC Equidade BR, da HRC (Human Rights Campaign Foundation), como parte de seu Programa Global de Equidade no Trabalho, em parceria com o Instituto Mais Diversidade e o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+.

Outra conquista importante da Volkswagen do Brasil, em 2025, foi a certificação Age Friendly Employer, concedida pelo Age Friendly Institute, organização global com sede nos Estados Unidos. O selo reconhece empresas que têm práticas inclusivas para profissionais 50+ (50 anos ou mais) e que assumem um compromisso público com a valorização da diversidade etária e o combate ao etarismo.

Diversidade & Inclusão é pilar estratégico na Volkswagen

A Volkswagen do Brasil conta com uma estratégia robusta de Diversidade & Inclusão, valorizando e respeitando as diferenças entre as pessoas. Desde 2023, a Volkswagen é a única montadora signatária de cinco fóruns que abrangem os pilares trabalhados pela empresa: o Movimento Mulher 360, a Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, a REIS (Rede Empresarial de Inclusão Social - PcDs) e o Fórum Gerações e Futuro do Trabalho. A adesão aos fóruns integrou 38 novos compromissos à estratégia de Diversidade & Inclusão da empresa.

Desde 2020, a Volkswagen do Brasil também é signatária dos Princípios de Empoderamento Feminino da ONU. Além disso, a Volkswagen do Brasil conquistou 8 vezes o Prêmio Automotive Business Diversidade & Inclusão por suas ações e boas práticas no setor automotivo.

A empresa estabeleceu sua estratégia de governança com a criação de um Comitê de Diversidade & Inclusão que conta com a participação de todos os membros do comitê executivo da empresa com foco na pauta de diversidade, equidade e inclusão. A Volkswagen do Brasil também oferece vagas afirmativas para públicos de diversidade em processos seletivos.

Entre as ações de Diversidade & Inclusão também estão cinco grupos de diálogo formados por pessoas colaboradoras que atuam de forma voluntária para fomentar ações nos pilares LGBTQIAP+, gênero, gerações, raças & etnias e PcD (Pessoas com Deficiência).

Volkswagen do Brasil

MAIS UNIÃO. PRECISAMOS FALAR SOBRE ISSO. AGORA. Por Marli Gonçalves*

É muita coisa errada. Lixo, destruição de árvores, calçadas sendo varridas com mangueiras, construções irregulares, perigos e perturbações de toda sorte, e pelo que praticamente todas as cidades passam. Você sai por aí, vê, sofre e se sente sozinho, amedrontado, incapaz, silenciado, impotente. Ameaçado quando reclama.

Quase uma conclamação: precisamos aprender a nos unir para tentar nos fazer ouvir, uma vez que pouco está adiantando solitariamente recorrer aos canais oficiais, e as barbaridades se aglomeram. Sou testemunha – tenho quase um “colar” de registros feitos, pedidos, à Prefeitura de São Paulo, que não deram em nada, no canal oficial Portal 156. Estão lá, todos até irritantemente marcados como atrasados, por exemplo, um, em 894 dias; outro, em 119 dias. Esse automático deles sabe contar, mas não resolver. As administrações regionais aqui da cidade tomadas como feudos eleitorais e partidários.

Semana passada, em uma exposição de arte – aliás, imperdível, de Alex Flemming no Palacetes da Sé, Centro velho de São Paulo, um espaço histórico – encontrei um amigo, e depois outro que passava se juntou à conversa; não se conheciam. Chamou a atenção a confluência de preocupações e a mesma descrença em obter atenção para o cotidiano. São Paulo tem sérios problemas de zeladoria, de desrespeito às regras mínimas, falta de fiscalização. Já era ruim, mas agora e além disso com a transformação imobiliária desmedida em todas as regiões, beira o insuportável.

Ah, claro, ouviremos que há fiscalização. O que parece apenas provar que – e de forma evidente - se há fiscais, a corrupção continua campeando, e que muitos comerciantes e empresários ainda preferem molhar mãos do que pagar multas ou resolver os problemas.

Acompanho há tempos, pelas redes sociais. Um desses amigos, morador no Centro, está até rouco de tanto reclamar do barulho, de festas madrugada adentro no seu vizinho Edifício Itália, as gigantescas concentrações e shows no Vale do Anhangabaú, da balbúrdia dos bares na praça Dom José Gaspar. Essa lista vai longe. Outro dia viu sendo cimentado o pé de uma árvore, e quando interviu, ouviu o que eu também estou cansada de escutar (e obviamente revidar, no tom merecido), “o que é que ele tinha a ver com isso?”.

É assim sempre. Com o perigoso sabão jogado no passeio, como se todos gostassem de cair ou ficar com pés molhados pelas mangueiras, ser atropelados ao seguir pela rua. O desaforo dos motoqueiros, ciclistas e etc. na contramão, furando faixas. O absurdo dos bueiros tampados pelo cimento despejado das obras. O lixo espalhado e em árvores. A privatização dos espaços públicos com parklets, cada vez maiores e que viraram extensão de mesas de bares e restaurantes. Desrespeitos à Lei Cidade Limpa. Ih, a lista é interminável. Tudo perto de nós, na porta de nossas casas.

Não devemos, acredito, sermos poucos a notar ou atingidos. A imprensa engole notas oficiais vazias quando instada a denunciar. Precisamos de mais, nos unir, nos juntar, fazer “barulho”. Aliás, para tudo. Lembrando que em tempos eleitorais “eles” não gostam de ser expostos – quem sabe consigamos soluções? Não custa tentar.

* Marli Gonçalves. Jornalista, cronista, consultora de comunicação, 
editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, 
Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). 
Vive em São Paulo, Capital.  
marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

CASA FIAT DE CULTURA E O AUTOMÓVEL COMO EXPRESSÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA

Peter Fassbender, curador da exposição "Celebrar as ruas", revela como escolhas de design ajudam a transformar carros em objetos de desejo e memória

Mais do que um meio de transporte, o automóvel carrega referências que ajudam a contar a história de uma sociedade. É a partir dessa relação entre carros e cultura que a Casa Fiat de Cultura realiza na terça-feira, dia 18 de agosto, às 19h30, o bate-papo "O automóvel como espelho da identidade brasileira", com Peter Fassbender, um dos curadores da exposição "Celebrar as ruas: 50 anos de Fiat e brasilidade na Casa Fiat de Cultura" e vice-presidente de Design da Stellantis América do Sul. A participação é gratuita, mediante inscrição pela Sympla: (https://bit.ly/BatePapoPeter).

Com uma trajetória dedicada ao design automotivo, Peter Fassbender vai compartilhar com o público aspectos do processo de criação de um veículo e das escolhas que definem a personalidade do modelo. Cores, materiais, formas e acessórios serão abordados como elementos que ultrapassam a dimensão estética e ajudam a revelar hábitos e transformações de diferentes épocas. A conversa também propõe observar como essas escolhas estabelecem uma relação emocional entre as pessoas e os automóveis.

O bate-papo integra a programação paralela da exposição "Celebrar as ruas: 50 anos de Fiat e brasilidade na Casa Fiat de Cultura", em cartaz até 11 de outubro de 2026, com entrada gratuita. Na mostra, o automóvel aparece em diálogo com diferentes manifestações da cultura brasileira e com momentos que marcaram a transformação do país nas últimas cinco décadas. Modelos que fizeram parte do cotidiano de diferentes gerações convivem com obras de arte, registros históricos, criações de moda e experiências que ajudam a refletir sobre a identidade brasileira e os caminhos imaginados para o futuro.

O bate-papo "O automóvel como espelho da identidade brasileira" é um evento viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura e da Casa Fiat de Cultura. Conta com o patrocínio da Stellantis e da Fiat. A mostra tem apoio cultural do Programa Amigos da Casa.

Exposição “Celebrar as ruas”

Da criação de Brasília à chegada da Fiat em Minas Gerais, a exposição revela futuros imagináveis a partir da relação entre a indústria e a arte. O percurso abrange futebol, moda, religiosidade e Carnaval, expressões culturais que pulsam na identidade brasileira. Os temas ganham forma em obras de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Djanira da Motta e Silva, Cláudio Tozzi, Beatriz Milhazes e Volpi, entre outros importantes nomes que percorrem décadas da arte nacional e seguem, ainda hoje, em diálogo com o presente. As ruas são o fio condutor dessa jornada, lugar onde se percebe um Brasil plural, vibrante e em movimento. Ao celebrar 50 anos de história no país, a Fiat reafirma sua presença na vida das pessoas e na cultura brasileira, reunindo mais de 250 peças, entre obras de arte, fotografias históricas, looks de moda e carros que marcaram época enquanto aceleram rumo ao futuro. A visitação é gratuita.

Peter Fassbender

Peter Fassbender é vice-presidente da Stellantis para a América do Sul e chefe do Design Center South America. Formado em Design Industrial, com especialização em Design Automotivo pela Universidade de Pforzheim, na Alemanha, iniciou sua carreira na Fiat, em Turim, onde trabalhou por 12 anos em projetos como Stilo, Punto, Coupe e Doblo.

Nesse período, atuou ao lado de mestres do design automotivo, como Giorgetto Giugiaro, Leonardo Fioravanti e Marcello Gandini, além de estúdios renomados como Bertone, Italdesign, Pininfarina e I.De.A.

Desde 2002, lidera o Design Center South America, responsável pelo desenvolvimento específico para o mercado da America Latina de modelos emblemáticos da Fiat, como Uno, Toro, Argo, Pulse, Fastback e Fiat Mio; além de outros modelos das marcas Stellantis, como RAM Rampage e Jeep Commander. Com áreas e profissionais altamente qualificados como prototipagem, Surface Design e User Experience, o Design Center Stellantis South America se tornou um dos maiores Studios de Design na America Latina.

Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. 

Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em Braille e atendimento em libras. Mais de 100 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros.

 Há 20 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. 

A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 800 mil participaram de suas atividades educativas.

SERVIÇO

  • Bate-papo "O automóvel como espelho da identidade brasileira"
  • 18 de agosto de 2026, terça-feira, às 19h30, na Casa Fiat de Cultura   
  • Entrada gratuita mediante inscrição pela Sympla (https://bit.ly/BatePapoPeter)

Exposição

  • “Celebrar as ruas: 50 anos de Fiat e brasilidade na Casa Fiat de Cultura” 
  • Período expositivo: até 11 de outubro de 2026   
  • Visitação presencial: terça-feira a sexta-feira das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (exceto segundas-feiras)
  • Tour virtual no site (www.casafiatdecultura.com.br)
  • Toda programação da Casa Fiat de Cultura é gratuita

Casa Fiat de Cultura      

  • Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG    
  • Circuito Liberdade
  • Horário de Funcionamento   
  • Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 21h     
  • Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h
  • Informações pelo site www.casafiatdecultura.com.br      
  • casafiatdecultura@stellantis.com   
  • Facebook: facebook.com.br/casafiatdecultura     
  • Instagram: @casafiatdecultura     
  • X: @casafiat     
  • YouTube: Casa Fiat de Cultura  

> Fotos: Léo Lara | Divulgação Casa Fiat de Cultura

Casa Fiat de Cultura
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O ÔNIBUS E EU. Por chicolelis*

Imagem IA Gemini

A ideia da coluna desta semana começou quando entrei na Lat.Bus – Feira Latino Americana de Transportes e me deparei com um modelo da Marcopolo, à minha frente. Logo veio à lembrança as viagens de ônibus, desde os tempos do Expresso Brasileiro, que percorria quase se arrastando, a serra do Mar, vencendo os quase 20 quilômetros da Via Anchieta na subida para São Paulo, partindo de Santos; até os dias atuais, dentro de São Paulo, pelos esburacados corredores de ônibus da Capital.

Também lembrei das minhas idas e vindas entre São Paulo e Rio de Janeiro pela, ainda pista simples, da Via Dutra, a bordo do famoso Morubixaba (modelos Coaches) , importado dos EUA, com o não menos famoso motor GM Marítimo, que emitia um ronco de fazer inveja aos modelos esportivos da atualidade. Muitos o comparavam a uma música. E era delicioso de ouvir mesmo.

No ônibus, subindo de Santos para São Paulo pela Anchieta, inaugurada em 1947, a carroceria do Expresso Brasileiro era da Ciferal. Os bancos não tinham lá muito conforto, nem mesmo a inclinação oferecida nos modelos intermunicipais dos dias de hoje. E o que mais me vem à memória era sua chegada à São Paulo. 

Poucos metros antes de chegar ao ponto de desembarque, na Praça Clóvis Beviláqua (Jurista Brasileiro - 1859/1944), havia a subida da Rua Tabatinguera, com uma inclinação muito grande. Tão forte que tinha a sensação que os seus poucos metros tomavam mais tempo para subir que os quase 20 quilômetros da serra da Anchieta.

Nos ônibus da Cometa, viajava entre Taubaté e Rio de Janeiro. Os Morubixabas eram mais confortáveis que os usados entre Santos e São Paulo. Mas havia um inconveniente: para viajar, tínhamos que ir até a beira da Via Dutra, onde o ônibus parava. Não havia um ponto dentro da cidade, como em Santos e São Paulo. 

Já para ir de Taubaté a São Paulo, a viagem era pela Pássaro Marrom, cujos ônibus eram reconhecidos exatamente pela cor do seu nome. Hoje a cor foi abolida (e quase irreconhecível), apesar do nome ter sido mantido.

Sobre a viagem ao Rio, pela Cometa. Morando no Grajaú, tínhamos a facilidade de embarcar na garagem/oficina da empresa, que ficava ali perto, na Rua Maxwell, homenagem ao Barão Maxwell. O lugar foi demolido e no mesmo espaço há um supermercado. Lá, os motoristas tinham que se apresentar algumas horas antes das suas viagens interestaduais (SP/Rio), como garantia de que estariam em boas condições físicas para a empreitada de 430 quilômetros, que durava entre oito e nove horas. Havia uma parada para “esticar as pernas” no Restaurante Tamborindeguy, nome que, com meus sete ou oito anos, nunca conseguia pronunciar, em Roseira, no Vale do Paraíba.

Mais recentes

Passados alguns anos, a viagem que mais me marcou foi aquela em que, como repórter de O Globo (Sucursal São Paulo) viajei até Iguatu, no Sertão do Ceará, ao lado de Orós, que já foi o maior açude do País, a bordo de um Mercedes-Benz monobloco O-355/0-364. Fui acompanhando uma família que voltava para sua terra após as demissões em massa que aconteceram em agosto/setembro de 1982 nas indústrias do ABC, região metropolitana de São Paulo, que atingiram milhares de trabalhadores.  

Foram mais de 70 horas de viagem e o máximo conforto era uma leve inclinação do encosto do banco. Foi ali que descobri o significado do termo “cozinha” usada em um ônibus. Ao anoitecer, as pessoas pegavam suas marmitas e deixavam sobre o motor que ficava no fundo carro, emitindo calor suficiente para tornar “morna” a sua comida.

Nos últimos tempos tenho andado de ônibus (gratuitamente), em São Paulo, que percorrem os corredores exclusivos que existem por toda a Capital do paulista. Os ônibus são confortáveis, especialmente os elétricos, mas suas suspensões precisam ser reforçadas para enfrentar os buracos que existem por todos os seus percursos. E com eles, sofrem os passageiros e, principalmente, os motoristas e cobradores que cumprem jornadas de oitos horas ou mais, que vivem com problemas em suas colunas.

Eu até já convidei o prefeito da cidade, Ricardo Nunes, para uma viagem de ônibus pelos corredores, mas ele não respondeu ao meu convite. Acho que ele não quer sair da viagem com dor na coluna.

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com