quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

POWERSAFE ENTRA NO MERCADO DE ENERGIA SOLAR

A Powersafe, fabricante brasileira de baterias e sistemas de energia, anuncia a entrada no mercado de energia solar no Brasil e aposta no crescimento dos projetos híbridos em residências e empresas que combinam a tecnologia fotovoltaica com equipamentos de armazenamento energético. A empresa possui um portfolio com mais de 400 produtos, que estão alinhados com a perspectiva de expansão dentro do segmento solar em 2025.

Bateria Powersafe para uso residencial combinado com energia solar

Com plantas em São Paulo e Minas Gerais e mais de 20 anos de atuação com sistemas de baterias nas áreas de telecomunicações, financeira e industriais, a Powersafe vai focar em produtos estratégicos para atender ao mercado solar, priorizando inovação, eficiência e sustentabilidade. Com a crescente demanda por soluções de armazenamento de energia, a organização aposta em tecnologias que se alinham às tendências globais e às necessidades específicas do setor.

Entre as tecnologias desenvolvidas para o setor, destacam-se as baterias de armazenamento para sistemas fotovoltaicos, com baterias de íon-lítio, de chumbo puro e de chumbo ácido desenvolvidas para aplicações industriais, comerciais e residenciais. Com a marca Getpower Baterias Especiais, a solução possui alta densidade energética, permitindo armazenamento eficiente em espaços compactos. Possui ainda vida útil longa, reduzindo custos operacionais no longo prazo, e integração com sistemas de gestão energética (EMS), que proporciona monitoramento em tempo real e otimização do uso.

Também conta com soluções de armazenamento modular, com sistemas de baterias escaláveis que podem ser adaptados conforme o crescimento da demanda energética. Possui design plug-and-play, simplificando instalação e manutenção, ideal para aplicações híbridas (rede elétrica e off-grid), além de compatibilidade com inversores de diferentes fabricantes, garantindo flexibilidade.

A empresa também traz ao mercado soluções para sistemas híbridos de energia, que combinam painéis solares, armazenamento de energia e geradores para garantir fornecimento ininterrupto. As novidades foram apresentadas oficialmente no Encontro Nacional ABSOLAR, realizado entre os dias 11 e 12 de dezembro de 2024 e que reuniu cerca de 900 players do setor fotovoltaico do Brasil e do exterior.

“Analistas de mercado apontam o armazenamento como um dos pilares estratégicos para o ano de 2025 no setor fotovoltaico, com papel essencial na garantia de segurança energética, otimização da gestão de demanda e suporte à integração de sistemas solares em larga escala”, comenta André Ribeiro, (cargo correto?) executivo da Powersafe. “Estamos direcionando esforços para liderar a transformação no setor solar, com soluções que atendem à crescente demanda por armazenamento de energia. Esses produtos representam não apenas uma resposta às necessidades atuais do mercado, mas também um compromisso com o futuro sustentável e eficiente da energia.

O executivo projeta que a nova área voltada ao mercado solar cresça mais rapidamente que os demais setores atendidos pela Powersafe, como os de data centers e telecom. “O mercado solar está em franca expansão, impulsionado pela redução de custos e maior demanda por sustentabilidade. O armazenamento de energia, essencial para a eficiência da energia solar, tem se tornado um segmento estratégico, com projeções de crescimento global acima de 20% ao ano. Essa tendência apresenta margens mais atrativas e volume crescente de projetos, colocando o setor solar como um dos principais motores de crescimento futuro para a Powersafe”, explica.

“Além disso, a expertise da empresa em armazenamento a posiciona de forma competitiva para capturar oportunidades nesse mercado em ascensão, diversificando receitas e alinhando-se às demandas globais por soluções energéticas sustentáveis”, acrescenta.

Investimentos em 2025

Em 2025, a Powersafe prevê uma série de investimentos estratégicos para atender ao mercado solar, focando em inovação, produção e expansão de sua presença no setor. Os principais aporte serão para expansão da capacidade produtiva e ampliação do parque fabril, pesquisa e desenvolvimento (P&D), infraestrutura de testes e certificação, capacitação e treinamento, tecnologia e automação, expansão comercial e parcerias estratégicas.

Uma das apostas da organização é a disponibilidade de equipe especializada para atendimento completo das necessidades dos clientes. Entre os diversos serviços prestados, destacam-se o dimensionamento de bancos, instalação, assistência técnica, ensaios de capacidade, testes de avaliação e vida de baterias, entre outros. A empresa ficará focada em proporcionar soluções eficientes e personalizadas, garantindo assim qualidade e confiabilidade em cada projeto.

Também vai atuar para ser um ponto de referência para o mercado solar, sobretudo para os integradores, nos temas técnicos e comerciais para soluções de baterias. Umas das estratégias é a oferta de conhecimento técnico de qualidade, além de suporte para distribuidores e empreendedores que atuam com projetos e instalação na oferta de baterias.

“Vamos atuar de forma intensa para expandir a rede de distribuidores e clientes no mercado solar nacional. Esses investimentos visam consolidar a Powersafe como um líder no mercado de armazenamento para energia solar, aproveitando o crescimento acelerado do setor e a crescente demanda por soluções eficientes e sustentáveis”, conclui Ribeiro.

A Powersafe está entre as maiores indústrias e distribuidoras de baterias para aplicações especiais da América do Sul.

Além disso, com 20 anos de experiência, é referência no mercado, fornecendo soluções de alta qualidade e confiabilidade para diversos setores. Oferecendo suporte técnico pré e pós-venda, a empresa garante segurança e eficiência em cada projeto. Comprometida em oferecer soluções de energia que ajudem os clientes a alcançarem seus objetivos com profissionalismo e segurança. Projetando o futuro e realizando sonhos, a Powersafe é uma parceira confiável para suas necessidades energéticas.

Powersafe
TOTUM Comunicação



LUMINATOR BRASIL TEM MELHOR ANO DE SUA HISTÓRIA E CRESCE 10% EM 2024

A Luminator Brasil, especialista em tecnologias de transporte para ônibus e trens e que em 2024 comemorou 25 anos de atuação, registrou no ano passado o melhor desempenho de sua história, com crescimento de 10% em seus negócios. O aumento de vendas foi baseado na ampliação do fornecimento para os atuais clientes, novos clientes, e no lançamento de novos produtos, como o Próxima Parada e o sistema Multiplex.

“Acompanhamos o crescimento do mercado brasileiro de ônibus que, com a renovação de frota e a busca pela elevação nos padrões de qualidade dos serviços, incorporou novas tecnologias para tornar a experiência dos passageiros muito mais eficiente e agradável. Dois exemplos são os sistemas Próxima Parada e o Multiplex, com grande procura nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.”, explica Rafael Rossi, gerente de vendas da Luminator Brasil.

Segundo o gestor, o fornecimento de produtos com mais tecnologia é uma realidade, tanto no mercado nacional quanto no exterior, e também nos segmentos de Urbanos e Rodoviários. “Parte desse incremento de vendas foi decorrente da conquista de novos clientes e dessa ampliação de portfólio. Os investimentos na ampliação e qualificação da frota circulante no Brasil e em outros países da América Latina, como Chile e México, fizeram com que aumentássemos também as exportações, inclusive para outras operações Luminator ao redor do mundo”, destaca.

O incremento dos negócios será baseado no aumento do fornecimento de produtos para clientes do setor de transporte Urbano e Rodoviário e também no lançamento de novas soluções para esse segmento e outros nos quais atua há pouco tempo, como o metroferroviário.

Para 2025, a Luminator pretende crescer entre 8% e 10%. Para isso, está investindo já há algum tempo na elevação dos serviços de pós-venda e atendimento ao cliente, fortalecendo a rede. “Além do treinamento presencial nas garagens dos clientes, investimos para ter disponibilidade de peças de reposição, e atendimento nas principais cidades do Brasil e América Latina em até 24h, fundamental na operação dos clientes”, explica Rossi.

Lumidesk, nova ferramenta de atendimento automatizado

Em 2025, a Luminator vai iniciar os primeiros testes com o Lumidesk, nova ferramenta de atendimento automatizado para maior agilidade no contato com o cliente. Via aplicativo e WhatsApp, o parceiro terá conexão direta com a fábrica no controle de chamados técnicos e identificação de problemas.

Com unidade em Caxias do Sul, a Luminator é líder no mercado mundial no fornecimento de sistemas de informação para passageiros, com produtos como o Itinerário eletrônico, Sistema de Próxima Parada, Telas TFT e soluções de segurança como sistemas multiplex e de câmeras CCTV. A empresa tem como principais clientes fabricantes de ônibus, operadoras de transporte público urbano e rodoviário, além de outros clientes no modal Rail.

A Luminator está posicionada de maneira única para oferecer suporte aos fabricantes de ônibus e trens, bem como às operadoras de transporte público em todo o mundo. A Luminator está desenvolvendo e fornecendo tecnologia com benefícios tangíveis para o transporte público.

Fundado em 1928 nos Estados Unidos, o Luminator Technology Group oferece soluções de tecnologia mundialmente reconhecidas que aumentam a inteligência, segurança e eficiência para operações de transporte público. Combinando pesquisa e desenvolvimento estratégico com aquisições inteligentes, possui presença global, com centros de engenharia na América Latina, Europa e EUA, atuação em cerca de 85 países e mais de 300 mil produtos fornecidos para ônibus e trens em todo o mundo.

Luminator
Secco Consultoria de Comunicação

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

SHELL INICIATIVA JOVEM ANUNCIA ABERTURA DE INSCRIÇÕES E EXPANSÃO PARA MINAS GERAIS E SÃO PAULO

As inscrições para o Shell Iniciativa Jovem estão abertas. O programa de empreendedorismo inicia o ano de 2025 com uma comemoração especial: são 25 anos de qualificação e empoderamento de jovens empreendedores comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico sustentável no Brasil. Para marcar esta importante trajetória, o programa, que já é realizado no Rio de Janeiro e Espírito Santo, vai expandir para Minas Gerais e São Paulo, ampliando seu impacto e consolidando seu legado.

O processo seletivo conta com quatro etapas: inscrição, triagem, entrevistas e análise da candidatura. O programa, totalmente gratuito, é destinado a jovens de 20 a 34 anos, que tenham o ensino médio completo, que sejam residentes nos estados do Sudeste, com negócios em qualquer setor de atuação, seja na fase de ideação ou operação. Interessados podem se inscrever pelo site oficial do programa (www.iniciativajovem.org.br) até o dia 2 de fevereiro.  

As atividades incluem mentorias, treinamentos, consultorias especializadas e suporte para o desenvolvimento de estratégias de marketing, vendas e ESG. Além disso, empreendedores em destaque podem receber capital semente (investimento inicial em startups e empresas em fase de desenvolvimento) e aqueles que receberem o Selo de Empreendimento Sustentável têm acesso a oportunidades exclusivas na Rede de Empreendimentos Sustentáveis, que conecta os participantes a investidores e eventos do ecossistema de inovação. A Rede é formada por empresas que foram seladas pelo programa desde a sua criação – empresas auditadas e que demonstraram estar alinhadas com os pilares da inovação, da ética e da sustentabilidade do programa.

“A celebração de 25 anos do Shell Iniciativa Jovem reflete nosso compromisso em promover a cultura do empreendedorismo sustentável, criando soluções que beneficiam a sociedade como um todo. A expansão para Minas Gerais e São Paulo reflete nosso desejo de ampliar esse impacto e criar um legado ainda maior no Brasil”, afirma Maria Angert, gerente de Performance Social da Shell Brasil.

Desde 2000, o Shell Iniciativa Jovem já transformou a realidade de milhares de empreendedores no Brasil e os resultados são impressionantes:

- Mais de R$ 25 milhões investidos pela Shell Brasil no programa;
- 19.000 empreendedores inscritos e mais de 3 mil selecionados;
- 595 negócios certificados com o Selo de Empreendimento Sustentável;
- 390 empresas ativas na Rede de Empreendimentos Sustentáveis;
- Mais de 5.200 empregos gerados direta e indiretamente;
- R$ 639 milhões gerados em receita pelos negócios participantes.

Shell Iniciativa Jovem

O Shell Iniciativa Jovem é um programa de empreendedorismo que empodera e qualifica jovens empreendedores com as competências que necessitam para iniciar ou desenvolver negócios sustentáveis e de impacto social. Desde 2000, 595 empresas foram certificadas e 390 integram a Rede de Empreendimentos Sustentáveis do programa. O Shell Iniciativa Jovem é a versão brasileira do Shell LiveWire, programa global da companhia, presente em 18 países. 

Inscrições pelo site oficial do programa (www.iniciativajovem.org.br) até o dia 2 de fevereiro. 

Shell Há 111 anos no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Shell Brasil
Edelman

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

BNDES E FINEP APOIARÃO PROJETOS PARA TRANSFORMAÇÃO DE MINERAIS ESTRATÉGICOS

Objetivo é desenvolver cadeias de lítio, terras raras, níquel, grafite e silício, além de mobilizar investimentos para a fabricação de células de baterias, células fotovoltaicas e imãs permanentes.

Foto: br.depositphotos.com | Divulgação BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançam, nesta terça-feira, 7 de janeiro, edital de chamada pública para fomentar planos de negócios que visem a transformação de minerais estratégicos. O objetivo é desenvolver a cadeia de materiais estratégicos sustentáveis no país.

Com o orçamento de R$ 5 bilhões, linhas de crédito, participação acionária em empresas e recursos não reembolsáveis, as duas instituições vão investir em capacidade produtiva e em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), visando a transformação de minerais para a transição energética e para a descabonização.

Entre os objetivos estão o desenvolvimento de cadeias de lítio, terras raras, níquel, grafite e silício, entre outros, assim como a mobilização de investimentos para a fabricação de componentes: células de baterias, células fotovoltaicas e imãs permanentes. O apoio vai abranger plantas em escala industrial e, também, plantas-piloto ou de demonstração, pesquisas e estudos necessários para a viabilização de novas capacidades industriais, a depender do estágio dos projetos e tecnologias envolvidas. Com isso, a presente chamada poderá alavancar nos próximos anos investimentos em um volume de cinco a dez vezes o orçamento disponibilizado.

O Brasil possui projetos de produção de minerais estratégicos entre os melhores do mundo, considerados de classe mundial, além de energia limpa e de baixo custo, que colocam o país em posição privilegiada para a construção de capacidade produtiva de materiais sustentáveis de baixo carbono.

No território brasileiro estão a maior reserva e maior produção mundial de nióbio, segunda maior reserva de grafite natural, terceira maior reserva de níquel, terceira maior reserva de terras raras, entre outros, além de ser responsável também pela quinta maior produção de lítio e terceira maior produção de silício.

O país caminha para se consolidar como um dos maiores fornecedores de materiais críticos para as cadeias produtivas inseridas na agenda transição energética e descarbonização, além de serem aplicados em outras tecnologias.

Com a validação do potencial das reservas brasileiras para a produção em grande volume de lítio e terras raras, a partir da operacionalização recente de grandes minas, houve uma multiplicação dos investimentos e novas descobertas em projetos de classe mundial que sustentarão um crescimento acelerado da produção brasileira desses minerais.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a chamada pública deve mobilizar atores de diferentes elos das cadeias produtivas dependentes desses minerais. “Mineradores e detentores de tecnologias e experiência em materiais transformados e componentes manufaturados dentro e fora do país poderão constituir parcerias e contar com as melhores opções de financiamento às indústrias no Brasil”, explica. “A chamada representa importante avanço no âmbito do setor mineral para a consecução dos objetivos do governo brasileiro de expandir a capacidade produtiva da indústria no contexto de desenvolvimento sustentável e tecnológico da nova política industrial e do plano de transformação ecológica.”

“O Brasil, com sua ciência e suas vastas reservas de minerais estratégicos, está posicionado de forma única para liderar a transição energética global. Não queremos ser apenas fornecedor de recursos naturais, mas protagonista na criação de um futuro mais sustentável, em que as tecnologias resultem em uma economia mais verde e de baixo carbono, e que contribuam para uma melhor qualidade de vida das pessoas, agora e nas futuras gerações”, afirmou o presidente da Finep, Celso Pansera.

Demanda

O Brasil possui grandes capacidades de geração eólica e solar, além de um mercado automotivo consolidado de grande volume que caminha para a eletrificação, e consumirá cada vez mais células de baterias e outros componentes de alto valor. Assim, os investimentos no território brasileiro poderão contar também com a capacidade de consumo doméstico, além de atender aos crescentes mercados internacionais.

Essas e outras vantagens comparativas posicionam o Brasil como um forte candidato para investimentos em novas capacidades de refino ou metalurgia e oferta de materiais transformados, assim como componentes de alto valor, como óxidos separados e imãs permanentes de terras raras aplicados em turbinas eólicas e motores de veículos elétricos, químicos de lítio, de níquel, materiais purificados de grafite e óxidos de nióbio para baterias, células e vidros para geração de energia solar, entre outros.

Agência BNDES de Notícias

EDUARDO DE OLIVEIRA É O NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS

Com mais de 20 anos dedicados à instituição, Eduardo de Oliveira assume a liderança do Conselho Curador para fortalecer o legado de inclusão e acessibilidade da Fundação.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos, referência em inclusão social de pessoas cegas e com baixa visão, confirma o nome de Eduardo de Oliveira como o novo presidente do Conselho Curador. Com mais de duas décadas de contribuição à Fundação, Eduardo assume o cargo para o mandato de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2027, trazendo vasta experiência e compromisso com a causa da inclusão.

Formado em Engenharia Metalúrgica, com pós-graduações em Marketing (Universidade Mackenzie), Administração de Empresas e Economia (FEA/USP), além de especialização em Planejamento e Gestão Estratégica (FGV), Eduardo tem uma trajetória marcada pela liderança e pelo impacto positivo. Seu envolvimento com a Fundação Dorina começou em 2004, quando foi convidado a atuar voluntariamente em áreas financeiras. Em 2010, integrou formalmente o Conselho, presidindo o Conselho Fiscal a partir de 2016.

Ao longo de sua carreira, Eduardo também se destacou como Gerente Nacional de Expansão no NUBE e como Superintendente Educacional no CIEE, onde atuou por 21 anos. Essa bagagem reforça sua capacidade de liderar a Fundação Dorina em um momento de novas oportunidades e desafios.

“É uma honra assumir essa responsabilidade e dar continuidade ao trabalho extraordinário realizado por Francisco e pelos que me antecederam. Minha vivência de mais de 20 anos na Fundação me dá a confiança necessária para contribuir ainda mais com o legado de dona Dorina Nowill, promovendo uma sociedade inclusiva e acessível. Estamos prontos para expandir ainda mais nosso impacto positivo”, afirma Eduardo de Oliveira.

Com a liderança de Eduardo, a Fundação reafirma seu compromisso de ser uma referência na construção de uma sociedade mais justa e acessível para todos.

Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 78 anos se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional.

Responsável por um dos maiores parques gráficos braille em capacidade produtiva da América Latina, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.

A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, audiodescrição e consultorias especializadas como acessibilidade arquitetônica e web. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. Clique aqui e visite o site.

Fundação Dorina Nowill para Cegos
RPMA Comunicação

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

SCHAEFFLER REVELA NOVA ERA DA TECNOLOGIA DO MOVIMENTO NA CES 2025

Tecnologia Humanoide

A Schaeffler, empresa líder em tecnologia do movimento, apresentará seu portfólio expandido de produtos e sua expertise durante a CES 2025, a maior feira de tecnologia do mundo. A exposição das inovações da empresa será no West Hall do Las Vegas Convention Center (Estande 4140), nos Estados Unidos, de 7 a 10 de janeiro de 2025.

“A exposição da CES deste ano é um marco significativo para a Schaeffler, pois mostramos nosso portfólio expandido de produtos e como estamos em uma posição única para não apenas habilitar, mas acelerar o ritmo de mudança em nossos setores em evolução”, disse Marc McGrath, CEO regional das Américas. “De robôs humanoides a inovações automotivas e industriais, se for preciso se mover de alguma forma, estamos mostrando como a Schaeffler está liderando o caminho para dar vida ao movimento.”

A fusão com a Vitesco Technologies, concluída em 1º de outubro de 2024, expande a presença da Schaeffler globalmente, adicionando novas unidades industriais e impulsionando as capacidades de pesquisa e desenvolvimento da empresa. As soluções da Schaeffler agora cobrem todo o espectro de movimento, da transmissão de força à geração de energia e sustentabilidade, permitindo uma integração perfeita de tecnologias. Especialmente no campo da eletromobilidade, a Schaeffler agora pode oferecer aos clientes uma gama abrangente de produtos e, portanto, é capaz de obter benefícios ainda maiores do potencial de crescimento no mercado de eletromobilidade.

Destaques da Schaeffler na CES 2025

Exposição de Tecnologia Humanoide

A Exposição de Tecnologia Humanoide é uma exibição interativa que destaca o papel fundamental da Schaeffler em permitir o movimento por meio da robótica avançada. Os visitantes podem vivenciar como a Schaeffler impulsiona o movimento em humanoides e o compromisso contínuo da empresa em desenvolver tecnologias inovadoras que estão moldando a próxima geração de capacidades robóticas.

Veículo de Desempenho Dinâmico

O Veículo de Desempenho Dinâmico da Schaeffler apresenta a gama completa de tecnologias para sistemas de chassis e trens de força eletrificados, ampliados pela adição da Vitesco Technologies. A empresa agora pode fornecer uma solução completa e revolucionária de veículo elétrico a bateria (BEV), apresentando todos os componentes e sistemas vitais necessários para um trem de força eletrificado completo. A exposição interativa demonstra a amplitude de soluções — de componentes e sistemas para carros leves de passageiros a aplicações pesadas.

Centro de movimento

O Motion Hub demonstra como as oito famílias de produtos de tecnologia de movimento da Schaeffler trabalham perfeitamente juntas para impulsionar a inovação em todos os setores. O profundo conhecimento da empresa em tecnologias de movimento – que vão de componentes de precisão a sistemas completos e de geração de energia a controle de movimento – permite que a Schaeffler desenvolva inovações usando experiência em todos os tipos de movimento, reconhecendo como o design e a função de um único componente podem afetar outros sistemas.

Tecnologia de Bateria

A Schaeffler está comprometida em fornecer uma gama de soluções de bateria para a indústria automotiva – desde pacotes de bateria utilizando sua expertise em fabricação, até o desenvolvimento da próxima geração de tecnologia de bateria, incluindo componentes para baterias de estado sólido (ASSB). A Schaeffler demonstrará seus últimos avanços na tecnologia ASSB enquanto continua a fazer progressos neste campo, abrindo caminho para a industrialização futura.

Tecnologia de Produção

Os recursos de tecnologia de produção da Schaeffler, alimentados por inteligência artificial avançada e uma força central na integração vertical, impulsionam maior automação e eficiência em todas as operações. Essa integração perfeita permite soluções de fabricação inteligentes, incluindo produção modular e aplicativos móveis, como exemplificado pelo EMMA, um cobot (robô colaborativo) móvel, que aumenta a flexibilidade e a precisão em ambientes de produção dinâmicos – destacando a inovação e o compromisso da empresa com a excelência em fabricação de última geração.

Após a CES

O compromisso da Schaeffler com a inovação é ainda mais fortalecido por meio de parcerias estratégicas com as principais universidades, fornecedores e participantes do setor. Essas colaborações são vitais para o avanço de tecnologias que moldarão o futuro da mobilidade e do movimento. Como parte de sua dedicação à sustentabilidade, a Schaeffler está a caminho de atingir a neutralidade de carbono até 2040, ao mesmo tempo em que desenvolve soluções que ajudam os clientes a melhorar a sustentabilidade de seus próprios produtos e operações.

Para mais informações sobre as últimas inovações da Schaeffler na CES 2025, clique aqui e visite o site.

Schaeffler
Imagem Corporativa

PETROBRAS LANÇA PRIMEIRA CHAMADA DE PROPOSTAS PARA AQUISIÇÃO DE BIOMETANO

A Petrobras lançou, nesta segunda-feira (6), a sua primeira chamada de propostas para aquisição de biometano. A iniciativa é alinhada aos objetivos da companhia de descarbonização das operações e atuação com um portfólio de ofertas de gás robusto e competitivo com produtos com menor pegada de carbono. A iniciativa prevê o recebimento de ofertas para contratação firme com entregas a partir de 2026, prazos contratuais de até 11 anos, e recebimento em diferentes pontos de entrega, como refinarias, usinas termelétricas, na malha de transporte e na malha de distribuição. O processo busca, ainda, o levantamento das condições comerciais ofertadas pelo mercado em função do mandato de descarbonização criado pela Lei 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro.

“Dentro dos conceitos da Transição Energética justa, se a empresa obtiver sinalização positiva dos produtores quanto às condições de competividade e oferta desse insumo, a Petrobras pode adquirir volumes 3 a 4 vezes maiores do que a produção média diária de biometano do país, que é de cerca de 220 mil m³/dia, conforme registros públicos da ANP”, explica o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

O processo incentiva o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao biometano em diversos pontos do país, além de ter o potencial de contribuir para a viabilização de investimentos na cadeia produtiva, que envolve a agroindústria, em especial os segmentos sucroalcooleiro e pecuário, e aterros sanitários, contribuindo não somente com a geração de energia limpa, mas também com os processos de gestão de resíduos nessas áreas, com benefícios amplos a toda a sociedade.

Pré-requisitos

A primeira etapa da chamada será não vinculante e demandará a apresentação de propostas comerciais, acompanhadas de informações como a origem do biometano, o meio de movimentação, a eventual sazonalidade de produção e o cronograma previsto, no caso de projetos que ainda não estejam operando. A etapa seguinte, prevista a partir de maio de 2025, será de negociação comercial para aquisição de biometano. O insumo deverá ser acompanhado do certificado de garantia de origem, e atender os requisitos e padrões de qualidade da ANP. Também serão aceitas propostas para a compra de certificados de garantia de origem, o que viabiliza a participação de produtores em pequena escala ou aqueles instalados em locais em que não exista possibilidade logística para a entrega nos pontos aceitos pela Petrobras.

O biometano é oriundo do processo de purificação do biogás, produzido a partir de matéria prima de origem orgânica, e é constituído essencialmente de metano. O produto é especificado segundo os padrões da ANP e reúne características que o tornam intercambiável com o gás natural de origem fóssil em suas diversas aplicações, podendo ser utilizado para geração de energia renovável, como insumo na descarbonização da indústria, na produção de hidrogênio de baixo carbono, bem como em processos de biorrefino e produção de fertilizantes.

Todos os termos para a participação na chamada de propostas, como os pontos de entrega, requisitos de qualificação, termos gerais do contrato, cronograma, entre outros, são descritos em regulamento disponível aqui. O processo da chamada será realizado via Portal de Compras Eletrônicas Petronect. Empresas sem registro no Portal Petronect deverão acessar o site, opção "Cadastre-se na Petrobras", onde poderão iniciar seu cadastramento.

Agência Petrobras

PAULO SCATONE É O NOVO HEAD DE DELIVERY DA DELAWARE

Paulo Scatone

Garantir o melhor na entrega de projetos é essencial para desenvolver um bom relacionamento com os clientes. Compreendendo essa necessidade, a delaware Brasil, consultoria especializada na implementação, sustentação e inovação tecnológica, acaba de trazer mais um reforço para o time com a chegada de Paulo Scatone, que assumirá a área de delivery da empresa.

Formado em Ciências da Computação pela FASP (Faculdades Associadas de São Paulo), o profissional já soma mais de 35 anos atuando na área de Tecnologia da Informação e Processos de negócios, atendendo clientes de diferentes segmentos de indústria, tais como: Manufatura, Utilities, Varejo, Produtos de Consumo, Construção Civil, Mídia, Aeroespacial, Óleo e Gás e Indústria Farmacêutica.

Durante sua passagem no mercado, atuou durante 20 anos na SAP Brasil, sendo responsável pela área de operações e delivery. E, por quatro anos, esteve na Aché Laboratórios Farmacêuticos como diretor de TI.

Após uma trajetória consolidada, era hora de encarar um novo desafio e o convite da delaware veio ao encontro desse objetivo. “Já conhecia a delaware há muito tempo. Esse relacionamento de longa data me permitiu ter um contato próximo com os sócios e ver de perto como é o trabalho da consultoria. Por isso, ao ser convidado para fazer parte da equipe, não tive dúvidas que era a decisão certa”, explica Scatone.

Segundo Roberto Matias, a chegada do novo profissional é mais um importante passo da consultoria, que visa garantir a melhor entrega e experiência para os clientes. “Temos o direcionamento de acompanhar o cliente em toda a sua jornada, do início ao fim do projeto e, para isso, é fundamental montarmos um time com ampla experiência. Sendo assim, ao trazermos o Scatone, que tem ampla expertise na área de delivery e também atuou em diversos setores, fortalecemos ainda mais o nosso objetivo de entregar o melhor aos clientes, que estão no centro do nosso negócio.” diz.

O profissional assume o cargo de Head de Delivery e tem como missão impulsionar o setor de entregas, aplicando os modelos de sucesso que desenvolveu ao longo de sua carreira e contribuindo com todo o seu conhecimento de mercado, a fim de levar as melhores práticas e impulsionar a conquista de resultados cada vez mais expressivos. “Chego na delaware Brasil com o intuito de somar esforços em um time altamente promissor e competente. A partir de agora, juntos, daremos passos ainda maiores em busca de manter o nosso ritmo de desempenho, mas sempre com foco nos clientes”, finaliza Scatone.

A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 19 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 4,6 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook.

delaware
InformaMídia

sábado, 4 de janeiro de 2025

PETROBRAS E PRIO CONCLUEM NEGOCIAÇÕES PARA ACESSO AO SISTEMA DE ESCOAMENTO E PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL NA BACIA DE CAMPOS

Dutos do Terminal de Cabiúnas. Foto: Agência Petrobras

A Petrobras firmou acordo com a PRIO que permite à operadora acessar o Sistema Integrado de Escoamento de gás natural da Bacia de Campos (SIE-BC) e a Unidade de Tratamento de Gás de Cabiúnas (UTGCAB). Com a celebração dos contratos, a PRIO poderá utilizar a malha de gasodutos para escoar e processar o gás natural proveniente dos campos de Frade, onde a empresa detém 100% de participação, e Albacora Leste, com 90% de participação, localizados na Bacia de Campos. Os contratos entraram em operação comercial no dia 1º de janeiro de 2025.

Com essa medida, a Petrobras cumpre com as disposições da Lei do Gás, possibilitando o acesso negociado às infraestruturas de escoamento e processamento. “A companhia tem a preocupação de contribuir com o fortalecimento de um mercado de gás natural aberto, sustentável e competitivo, com diversidade de agentes em todos os elos da cadeia”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Mauricio Tolmasquim.

Além da PRIO, a companhia já possui contratos para compartilhamento de infraestruturas de escoamento e processamento com outras nove produtoras nas Bacia de Santos (SP e RJ), Bacia de Campos (RJ), Polo Catu (BA) e Polo Cacimbas (ES).

Agência Petrobras

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

NOSSOS PRIMEIROS PASSOS E O ZUMZUMZUM. Por Marli Gonçalves*

Os primeiros passos de 2025 bem claudicantes. O verão chegou com todo mundo já pronto para ir ao forno e depois se resfriando em enchentes e fazendo ginástica de tapas certeiros em qualquer mosquito que se aproxime perigosamente em momento crucial de surto de dengue, a propósito ainda sem vacina, porque o povo que tem de aprová-la ainda boceja por aí.

Não é desalento, mas retrato desses primeiros dias já revelado em todas as cores. Ouvidos invadidos pelo zumzumzum dos pernilongos e das promessas – algumas quase que ameaças - dos eleitos e reeleitos que agora já mudam do rumo que apresentaram. Ainda teremos de nos preocupar com os eleitos fora de nossas fronteiras e com enorme capacidade de nos atormentar, direta ou indiretamente. Se algumas destas ameaças se concretizarem veremos cenas impressionantes de aviões chegando aos aeroportos repletos de quem foi e que agora serão despejados aqui de volta com suas malas repletas de sonhos, contando aventuras. Nas cidades, seremos atropelados pelo autoritarismo travestido de modernidade e gestão que sempre esquece de nos consultar sobre as reais prioridades, antes destruindo para construir, passando boiadas em nome de poderosos, destruindo a memória, a vegetação, tacando cimento, erguendo arranha-céus, e esquecendo as pessoas e a infraestrutura necessária, vendendo a vez com marteladas, sem fiscalizar o que acontecerá a partir daí.

Trouxemos do ano anterior uma mochila pesada, a começar pela política, justiça e economia nacional em momento confuso e cambaleante, inclusive com outras voltas  - neste caso, de personagens dos quais nos julgávamos livres, mas tais quais os pernilongos continuarão a nos azucrinar quando o que mais queríamos era nem ouvir mais seus nomes nem sobrenomes. Dos palcos, surgem ainda outros em anúncios que até nos fazem rir, ou chorar, projetando seus nomes como candidatos à sucessão de qualquer coisa, até do horror. Pior, ganham espaço, com apoiadores que se apressam em querer um canto também, já que tudo anda tão normalizado, parece tudo bem esse inferno. Cada opção pior do que outra.

As contas de janeiro começaram a chegar até bem antes do fim do ano passado, como um alerta para que moderássemos as comemorações de fim de ano. Amargas, reajustadas com base no dólar; urubus aproveitando as correntes quentes sobrevoam nossos recursos. Nada tem muita explicação, uma notícia atropelada por outra e a gente com essa impressão sobre o tempo passando tão e mais rápido que não tem nem como esboçar reação. Os protestos agora se dão em um outro mundo, o virtual, poucos chegam às ruas, poucos são levados adiante. Criamos verdadeiros mundos paralelos, cidades, ringues de batalha, como um imenso jogo distópico com milhões de participantes atuando ao mesmo tempo e dando a impressão de que essa é a participação possível.

As balas certamente continuarão cruzando os ares encontrando corpos inocentes, comandos e milícias se espalhando, assim como desmedida violência policial, tudo junto e misturado. Mulheres e minorias em risco, liberdades conquistadas indo para o ralo em assustadoras canetadas saídas de reuniões esquisitas e de troca de favores, vindas - para piorar - de um governo silenciado, acuado, chantageado, infelizmente ainda perdido e atordoado em dois anos de mandato.

Nossos primeiros passos com sapatos velhos. Precisamos trocar as solas. Nem que seja para que comecem a ranger para chamar mais a atenção nos caminhos que percorreremos, e em busca de corrigi-los. Enquanto há tempo.




*Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela AmazonMe encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves,Facebook,Instagram,TwitterBlueSky, Threadsmarli@brickmann.com.br. 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

MEU PRIMEIRO QUATRO RODAS. Por chicolelis*

Eu, a Sieger e meu irmão. Foto: Paulo, o meu pai.

Não lembro de ter andando de velocípede (como o do meu irmão Luiz Antônio, o Lub) na foto, mas nunca me esquecerei da minha Sieger, um bicicleta (hoje chamam de bike, não é?) que ganhei de Papai Noel lá em Ponte Nova (MG), quando morei na usina Santa Helena, do “falecido” IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool) - “primo” do também “falecido IBC (Instituto Brasileiro do Café) – onde meus pais trabalhavam.

Era uma delícia andar na minha Sieger (com peças da alemã Göricke Werke) naquela via que chamávamos de rasa, onde estavam as sete casas do funcionários administrativos da usina, onde aprendi a adorar a garapa (hoje chamam de caldo de cana) e melancia, que comíamos no final da tarde, na beira do rio, onde as deixávamos em sacos para comer “geladinhas” e cuspir as sementes que atraia os peixe e dai..... a gente os pescava para o jantar.

Minha segunda duas rodas foi uma Caloi, que usava para entregar correspondência do “falecido” Banco Colonial de São Paulo (hoje virou Itaú), um banco santista, como muitos outros que existiam na minha amada Santos.

Nunca andei de motocicleta, pois a minha primeira experiência gerou uma cicatriz de quase 10 centímetros na parte interna do calcanhar, pois, ao dar a partida, o pedal voltou, fez a cicatriz, que demorou muito para cicatrizar (fiquei ouvindo, por muito tempo, minha amada mãe Olinda dando bronca e me proibindo de subir em qualquer moto).

Vermelho

O primeiro “quatro rodas”, um Chevette, veio em 1973, quando eu já era repórter de “A Tribuna”, onde comecei em 1969, substituindo meu querido amigo/irmão Carlos Monforte, na sucursal do jornal, em São Vicente, a Célula Mater da Nacionalidade. Depois fui para a redação,  em Santos para trabalhar na “Geral”. Quando passei para a economia, tendo como editor o inesquecível José Rodrigues (que já nos deixou) publiquei uma notícia com o título “O Boieng da GM”, que falava da importação de caixa de câmbio para o Chevette, pois o fabricante local não estava dando conta da demanda. O Chevette vendeu mais de 1.500.00 de unidades, desde 1973 até 1994 quando terminou sua produção.

Era lindo, vermelho, que foi lançado aqui no Brasil, no mesmo ano do seu lançamento na Europa. Lá recebeu o nome de Opel Kadett, na Austrália era Holden Gemini, Nos EUA, Pontiac T 1000 (Pronuncia-se Pôniac), no Japão, Isuzu Gemini e na Argentina GMC Chevette e Vauxhall Chevette na Inglaterra, entre outros.

Aqui, tivemos derivados do Chevette, como a SW Marajó, a picape Chevy 500, o modelo quatro portas, um Hatch SR e também o Júnior, com motor 1.0. Os demais usavam motores 1.4 ou 1.6.

Usei Chevette por alguns anos e cometi uma enorme heresia. Influenciado por um amigo, mandei colocar alargador de rodas e “tala larga”, para sair por aí me exibindo. Erro que jamais repeti ou repetirei, mas usei muito na descida de serra de Campos do João e da Via Anchieta, pisando forte com o pé direito.

Nunca sofri um acidente, mas a história do Chevette acabou quando um ônibus do SMTC (Serviço Municipal de Transporte Coletivo – em São Paulo era CMTC) bateu na traseira, em um sinal fechado. O conserto nunca trouxe de volta o meu vermelhinho e me desfiz dele, com tristeza.

*chicolelis - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

DEPOIS DE UM ANO DESAFIADOR, INDÚSTRIAS DE ARROZ MANTÊM OTIMISMO PARA 2025.

Mesmo com as dificuldades enfrentadas ao longo do ano, SindArroz-SC reforça apoio ao setor e celebra boas perspectivas para a safra em andamento

Sendo um dos alimentos mais consumidos no Brasil e no mundo, o arroz e sua cadeia produtiva precisaram enfrentar grandes desafios em 2024. Em apenas um ano, o grão enfrentou uma safra, de 23/24, reduzida, aumento de preço, foi cogitado à desvalorização e sofreu com as enchentes ocorridas em maio no Rio Grande do Sul. Apesar das dificuldades, o Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) se manteve firme apoiando as cerealistas catarinenses e gaúchas, em prol da valorização da qualidade do grão cultivado em solos brasileiros.

Durante a safra 23/24, o arroz sofreu com o fenômeno climático El Niño, que interferiu no aumento da precipitação média e a nebulosidade no período do cultivo, ocasionando a diminuição de um dos componentes principais para o desenvolvimento da planta, a incidência de radiação solar. Ainda assim, apesar de uma redução mínima de produtividade após a colheita, a expectativa do SindArroz-SC se concretizou, rendendo grãos de alta qualidade e mantendo o estado catarinense como segundo maior produtor do Brasil.

Enchentes no RS

Classificadas como a “maior catástrofe climática" no Rio Grande do Sul, as enchentes impactaram as indústrias catarinenses com filiais no estado gaúcho, que registraram algumas perdas na produção. Além disso, durante este período turbulento, a cadeia produtiva também precisou enfrentar a falta de apoio do poder público para com a situação.

“Algumas de nossas indústrias associadas tiveram os depósitos alagados e comprometidos. Com essa situação, o Governo Nacional decidiu realizar um leilão para comprar o grão importado. Sabíamos que essa decisão causaria danos irreparáveis às indústrias de arroz do Brasil, por isso mobilizamos toda a cadeia produtiva para conter o leilão e não desvalorizar o produto nacional”, enfatiza o presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli.

Supersafra 24/25

Após as dificuldades enfrentadas por toda a cadeia produtiva do arroz, as expectativas para a safra 24/25 são bastante positivas. Segundo boletim da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), 100% do arroz já foi plantado em Santa Catarina, e a colheita, prevista para iniciar no fim de janeiro, pode chegar à casa de 1,2 milhão de toneladas, colocando o Estado como responsável por 12% do abastecimento nacional de arroz.

“Nas indústrias, as estimativas para a safra 24/25 são de sucesso e bons resultados. O arroz começou a cair de preço só em função da expectativa de uma supersafra. Dessa maneira, esperamos um produto de muita qualidade, devido ao clima favorável com luminosidade e sem falta d’água”, afirma o presidente do SindArroz-SC.

50 anos do sindicato

Uma data que com certeza será memorável para o SindArroz-SC em 2025 é sua comemoração de 50 anos de atuação. “Dificuldades nós encontramos neste ano, mas também temos muitos resultados positivos obtidos. Por isso, devemos e vamos sim, comemorar o quinquagésimo do sindicado em 2025. Também, queremos homenagear os ótimos presidentes que contribuíram com o nosso crescimento e lutaram pela valorização do arroz nacional”, reforça Rampinelli.

SindArroz-SC
Expressio Comunicação
Texto: Monique Amboni

COMO SE PREPARAR PARA O PRIMEIRO APAGÃO CIBERNÉTICO DE 2025?

A pergunta não é mais se o apagão virá, mas quando – e somente com uma cibersegurança robusta será possível enfrentar o desafio.

A crescente dependência de sistemas digitais interconectados transformou a infraestrutura cibernética em um dos pilares fundamentais da economia global. No entanto, essa conectividade também revelou vulnerabilidades críticas. De acordo com relatório da IBM, em 2023, o custo médio de um vazamento de dados atingiu o recorde de US$ 4,45 milhões, reforçando o impacto financeiro dos erros e ataques hackers.

Nos últimos anos, o mundo testemunhou uma série de incidentes prejudiciais às empresas e usuários. Em julho, uma falha em um dos sistemas de segurança da CrowdStrike afetou 8,5 milhões de computadores no mundo inteiro. Em 2022, o ataque à Colonial Pipeline, nos Estados Unidos, paralisou uma parte significativa das operações da maior rede de dutos do país, interrompendo o fornecimento de combustível e gerando uma crise temporária.

Incidentes como esses, além de causar prejuízos financeiros bilionários, comprometem informações pessoais e estratégicas, destacando a urgência de estratégias robustas de cibersegurança. A pergunta que se impõe agora não é mais se ocorrerá um colapso, mas quando e como as organizações estão se preparando para reduzir os impactos do próximo apagão cibernético.

“Os ‘apagões’ cibernéticos não apenas colocam em risco as operações empresariais, mas também expõem governos a vulnerabilidades, interrompendo serviços críticos e comprometendo dados sensíveis”, analisa Guilherme Barbosa, Engenheiro de Sistemas da Unentel, distribuidora de soluções tecnológicas para o mercado B2B. O especialista alerta que ataques de ransomware e falhas em sistemas críticos, como o da CrowdStrike, podem desencadear verdadeiros apagões globais se não forem combatidos com abordagens robustas de cibersegurança.

Para enfrentar esse desafio, é urgente adotar medidas preventivas. Com a digitalização, a economia global passou a depender fortemente da computação em nuvem, concentrando-se em um número cada vez menor de provedores desses serviços; mas a diversificação de fornecedores de tecnologia reduz a dependência de um único ponto de falha, enquanto a criação de planos de resposta a incidentes assegura que, em caso de ataque, as operações possam ser retomadas rapidamente.

Além disso, o investimento em tecnologias avançadas, como inteligência artificial para detectar anomalias e sistemas de criptografia aprimorados, são essenciais para proteger dados sensíveis. O treinamento contínuo das equipes é fundamental, garantindo que os colaboradores estejam capacitados para identificar e lidar com as ameaças, implementando práticas de cibersegurança eficazes.

“Diversificar fornecedores e adotar planos robustos de resposta a incidentes são as primeiras ações que empresas e governos devem adotar para mitigar os impactos de um apagão cibernético. Embora o risco seja concreto, a gravidade pode ser significativamente minimizada com uma troca eficiente de informações e uma resposta ágil a ataques em larga escala”, finaliza Guilherme.

A Unentel Distribuição tem mais de 40 anos de mercado, distribuindo grandes marcas com soluções de videoconferência, audiovisual, redes LAN/WLAN, cibersegurança, devices e automação em todo o território nacional. Focada no público B2B, destacou-se entre as empresas que mais cresceram no país por dois anos seguidos, no Ranking EXAME Negócios em Expansão de 2021 e 2022, tornando-se referência no setor de tecnologia brasileiro.

DESLIGAMENTO DAS REDES 2G E 3G VAI TER IMPACTO DE R$ 10 BILHÕES PARA O MERCADO

Consequências devem afetar principalmente as empresas de rastreadores e maquininhas de pagamento

Foto: Freepik

O mercado prepara-se para o desligamento das redes móveis 2G e 3G, já anunciado pela Anatel e que, ao que tudo indica, deve ser feito de forma gradual. A agência também já anunciou que, a partir de abril de 2025, não serão mais permitidos para venda novos equipamentos que usam apenas estas tecnologias de conectividade. Por outro lado, as grandes operadoras já deram início à adequação de suas redes de antenas 2G e 3G.

De acordo com estudo inédito sobre o tema preparado pela Links Field, operadora virtual de telecomunicações (MVNO) focada em soluções de comunicação entre máquinas (M2M), milhares de empresas terão suas operações afetadas nos próximos anos, uma vez que, dos 20 milhões de dispositivos de rastreamento e pagamento existentes hoje no mercado, 12 milhões ainda usam conectividade 2G e 3G. Por outro lado, segundo a Associação Brasileira de Internet (Abranet), muitos municípios brasileiros ainda contam apenas com conectividade móvel 2G ou 3G, como, por exemplo, 40 dos 62 municípios do Amazonas.

Estimativas do impacto deste desligamento para as empresas chegam a cerca de R$ 10 bilhões, que deverão ser absorvidos por empresários de todo o país, entre os quais muitos micro e pequenos empreendedores. Estes custos referem-se à aquisição de dispositivos 4G (com maior capacidade de transmissão de dados e melhor eficiência energética) e os serviços de troca de equipamentos obsoletos em uso no mercado.

Para atenuar os efeitos desta transição tecnológica, é fundamental que os profissionais da área busquem informações de qualidade sobre as novas opções mais adequadas a cada serviço oferecido, assim como ferramentas que facilitem a gestão de seu parque de linhas, com identificação precisa de usuários, formas e detalhes de uso, ativação e desativação de linhas, mapeamento de localização de antenas e cobertura por áreas, tecnologias e operadoras, assim como volumes de dados trafegados. Tarefa realizada com facilidade pela plataforma de gestão de conectividade e parques de SIM cards criada Lyra M2M, empresa do Grupo Lyra dedicada a dispositivos e conectividade IoT e M2M.

Neste contexto do desligamento, esta plataforma, aliada às informações do estudo da Links Field (disponível gratuitamente em www.impactoeconomico2g3g.com.br) são ferramentas muito úteis para as empresas que precisam mitigar custos e riscos da transição dos seus dispositivos para a tecnologia 4G e suas variantes NB-IoT e CAT-M1, além de buscar os benefícios e as novas oportunidades decorrentes da transição. Um trabalho conjunto que começa a ser realizado pelas duas empresas, com o principal objetivo de facilitar esta transição.

Para Paulo Nogueira, Diretor Comercial do Grupo Lyra, “este tipo de colaboração é sinal do amadurecimento do mercado. Uma etapa necessária para que empresas do setor IoT passem a contar com soluções integradas e personalizadas, de alta eficiência, com foco em qualidade e inovação tecnológica”. O Sócio Fundador e Diretor Geral da Links Field Brasil, Thiago Rodrigues, acrescenta: “o mercado tem buscado mais informação e clareza sobre as tecnologias que tanto impactam seus negócios, e o foco desta parceria é trazer inovação e informação para o segmento de M2M” e complementa: "a expertise da Lyra M2M em gestão de conectividade se alinha à nossa estratégia de apoiar os clientes na tomada de decisões neste momento crucial de transição de tecnologia".

A Links Field é uma MVNO brasileira que faz parte do grupo Links Field Networks, especializado em soluções de conectividade M2M e IoT. Oferece serviço de gestão de dados customizados para diferentes projetos e necessidades para os mercados de: rastreamento e telemetria veicular, máquinas de pagamentos, dispositivos de monitoramento da Indústria 4.0, coleta de dados do agronegócio, sensores IoT para cidades inteligentes, dentre outros. A empresa chegou ao Brasil em 2019 com o propósito de entregar diferenciais técnicos e operacionais ao mercado, oferecendo redução de custo e otimização das tecnologias necessárias para o bom funcionamento dos dispositivos. Fundado em Hong Kong, no ano de 2017, o grupo expandiu sua operação por todo mundo em seus três primeiros anos de existência e, por meio de 12 escritórios internacionais, atende clientes globais com equipes locais especializadas em cada região. Hoje, é líder global em soluções e serviços de conectividade IoT, sendo desenvolvedor da inovadora tecnologia SoftSIM, além de ter certificação GSMA da plataforma eSIM SM-DP+ com infraestrutura própria, atendendo as demandas mais recentes do mercado de telecomunicações. Clique aqui e visite o site.

Lyra M2MEmpresa do Grupo Lyra, criado na França em 2001, importante player global do mercado de pagamentos para bancos, bandeiras de cartões e adquirentes, presente atualmente em 11 países. Totalmente focada em conectividade, plataforma de gestão e dispositivos M2M e IoT nos mais diversos setores, a Lyra M2M tem em seu DNA o profundo conhecimento de mercado, a expertise em inovação tecnológica e a reconhecida alta qualidade em atendimento ao cliente, características que marcam os 20 anos de sucesso do Grupo Lyra. Clique aqui e visite o site.

Grupo Lyra
Links Field

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

O PAPEL DAS AGTECHS NO DESENVOLVIMENTO DO AGRO 5.0. Por Henrique Galvani*

Foto: CNH | Divulgação

A agricultura tem sido uma atividade fundamental para a humanidade ao longo da história. E, nas últimas décadas, temos testemunhado uma transformação significativa no segmento, impulsionada pela tecnologia. Um estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) identificou que 84% dos agricultores já utilizam ao menos uma plataforma digital, enquanto o levantamento da consultoria 360 Research & Reports registrou que os recursos tecnológicos no setor devem movimentar mais de US$ 8 bilhões até 2026.

Diante desse contexto, é possível começar a falar sobre a próxima fase da revolução tecnológica na agricultura: o Agro 5.0. O conceito, que tem o intuito de otimizar a produtividade na agricultura, mas sem deixar a sustentabilidade de lado, é caracterizado pelo uso integrado de recursos tecnológicos avançados, tais como Inteligência Artificial (IA), Big Data, Internet das Coisas (IoT), automação, drones e afins, sendo uma evolução dos estágios anteriores do segmento.

O Agro 1.0 refere-se a uma agricultura tradicional e manual. Em seguida, veio o 2.0 marcado pela mecanização por meio da introdução de máquinas como tratores e colheitadeiras. Já o 3.0 foi impulsionado pela automação e controle eletrônico a partir da adoção de sistemas de GPS e monitoramento remoto, permitindo uma maior precisão das operações agrícolas. Por sua vez, o 4.0 passou a contar com a integração de sistemas, e, consequentemente, com a análise de dados.

Dessa maneira, o Agro 5.0 veio para elevar a atuação estratégica desse mercado a um novo nível. Com o avanço da Inteligência Artificial, os agricultores têm acesso a sistemas de tomada de decisão com base em algoritmos que podem analisar um grande volume de informação, além de fornecer recomendações precisas em tempo real. A IoT é capaz de conectar máquinas, sensores e dispositivos em toda a cadeia produtiva, contribuindo para o aumento da eficácia do monitoramento.

Aqui, é importante ressaltar que toda essa realidade somente é possível por conta das agtechs - startups que unem a tecnologia ao agronegócio. Segundo dados divulgados pelo Distrito, ecossistema independente de startups, hoje existem 769 dessas empresas em solo latino-americano, sendo que 76,5% estão no Brasil. Ao todo, esses negócios chegaram a captar mais de US$ 650 milhões desde 2017.

Na prática, as startups do agro desempenham um papel fundamental na disseminação do Agro 5.0 por meio da implementação de soluções agrícolas inovadoras. Essas iniciativas permitem o monitoramento em tempo real das produções, otimizando o uso de recursos, automatizando tarefas, promovendo a conectividade e a integração de dados.

Para o sucesso da Agricultura 5.0 uma pauta importante que também temos que tratar é a necessidade de acelerar a capacitação dos agricultores. A tecnologia está evoluindo rapidamente, e os agricultores e operadores precisam adquirir conhecimentos e habilidades para utilizar e gerenciar essas novas máquinas e softwares. A educação agrícola e o treinamento são fundamentais para garantir que os agricultores e operadores possam aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela tecnologização. Pois no final das contas, as agtechs aumentam a produtividade, sustentabilidade e eficiência do setor agrícola, abrindo as portas para a transição do segmento para o Agro 5.0.

Henrique Galvani, COO e sócio-fundador da Arara Seed, primeira plataforma de investimentos coletivos do setor do Agronegócio, é formado em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista. Com uma atuação de 10 anos nesse segmento, o executivo tem passagens por empresas como Grupo BLB Brasil e BLB Ventures.

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