segunda-feira, 5 de maio de 2025

ATVOS REAFIRMA COMPROMISSO COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA ‘EXPO RICA 2025’

Companhia patrocina a 4ª edição do evento em Costa Rica, Mato Grosso do Sul, para fortalecer laços com a comunidade e o agronegócio da região

De 8 a 11 de maio, a Atvos, uma das líderes na transição energética e entre as maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil, participará da ‘Expo Rica – Exposição Agropecuária de Costa Rica 2025’. O evento, que marca as comemorações dos 45 anos da cidade homônima, deve reunir produtores, empresas e a população local em uma programação diversificada no Parque de Exposições Laerte Paes Coelho.

Assim como nos anos anteriores, a companhia patrocinará a 4ª edição da feira para estreitar laços com a comunidade e reafirmar o impacto positivo de sua atuação na região norte de Mato Grosso do Sul. “É uma oportunidade de celebrar o crescimento do município e de reforçar nosso papel como agente de transformação e desenvolvimento econômico e social. Estamos comprometidos em impulsionar um agronegócio cada vez mais sustentável, gerando valor para toda a cadeia produtiva de Costa Rica e seu entorno”, afirma Leonardo Camargo, gerente de Negócios Agrícolas da Atvos.

Durante os quatro dias de evento, a empresa receberá parceiros estratégicos, produtores rurais, fornecedores, clientes e demais públicos de relacionamento em seu camarote exclusivo, com a distribuição de brindes para os convidados. A presença da Atvos na Expo Rica também demonstra seu compromisso de longo prazo com o município, onde a companhia opera, há quase 14 anos, a Unidade Costa Rica. A planta agroindustrial conta com 1,2 mil colaboradores diretos e possui capacidade para moer 3,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar; produzir 408 milhões de litros de etanol, o suficiente para abastecer 10,2 milhões de veículos populares com combustível sustentável; além de cogerar 300 GWh de energia elétrica a partir da biomassa, contribuindo para a matriz energética limpa do Brasil e para a redução das emissões de carbono.

A Expo Rica 2025 terá em sua programação shows de artistas renomados, como César Menotti & Fabiano, Jennifer & Stephany, Luan Pereira, Cézar & Paulino e Clayton & Romário, além de atividades tradicionais como leilões, exposições de animais, rodeio, cavalgada, queima do alho e a novidade da prova do tambor. A entrada é gratuita.

Serviço
4ª Expo Rica – Exposição Agropecuária de Costa Rica
De 8 a 11 de maio de 2025
Parque de Exposições Laerte Paes Coelho
Costa Rica - Mato Grosso do Sul

Atvos

A Atvos é uma das principais produtoras de biocombustíveis do Brasil, além de produzir açúcar VHP e energia elétrica limpa e sustentável por meio da biomassa da cana-de-açúcar. A partir desta matéria-prima, a companhia tem capacidade para produzir cerca de 3,3 bilhões de litros de etanol, que podem movimentar mais de 58 milhões de carros compactos; 750 mil toneladas de açúcar VHP, volume capaz de adoçar as vidas de milhões de famílias após refinado; além de cogerar aproximadamente 4,2 mil GWh de energia elétrica, suficiente para abastecer uma população de mais de 18 milhões de pessoas. Possui cerca de 10 mil integrantes nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde estão localizadas suas oito unidades agroindustriais.

Como um player relevante na geração de energia limpa e renovável, a empresa é uma das principais emissoras nacionais de créditos de descarbonização (CBIOs), tendo renovado a certificação do RenovaBio de todas as suas unidades agroindustriais até 2025. Ainda pela frente socioambiental, apoia projetos voltados para temas como educação, cultura, saúde, segurança, meio ambiente e atividades produtivas, com o objetivo fomentar o desenvolvimento socioeconômico e promover melhoria na qualidade de vida das comunidades onde atua. Para mais informações, clique aqui.

Atvos
FSB Comunicação

SUBSEA7 ANUNCIA NOVO CONTRATO "SUPER-MAJOR" OFFSHORE COM A PETROBRAS

Acordo engloba projetos para o desenvolvimento do campo de Búzios 11, na bacia de Santos, Rio de Janeiro

A Subsea7, líder global na entrega de projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, anuncia a assinatura de um novo contrato super-major com a Petrobras, para o desenvolvimento do campo Búzios 11, no valor de US$ 1.25 bilhões. O projeto está localizado aproximadamente a 180 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, a 2 mil metros de profundidade na camada pré-sal da bacia de Santos.

"Esse novo acordo destaca a expertise comprovada da Subsea7 em entregar projetos complexos de escala mundial, reforçando nossas fortes capacidades de execução e compromisso com a excelência operacional e segurança. Com um backlog sólido e um portfólio diversificado, continuamos a gerar valor para nossos acionistas enquanto contribuímos ainda mais para o desenvolvimento do Brasil. Agradecemos à Petrobras pela confiança e esperamos, mais uma vez, desempenhar um papel significativo no sucesso do campo Búzios", afirma Yann Cottart, Vice-Presidente Sênior do Brasil e Centro de Projetos Globais Oeste para a Subsea7.

O escopo do contrato inclui engenharia, aquisição, fabricação, instalação e pré-comissionamento de um sistema de risers rígidos e linhas de fluxo de 112 km. O gerenciamento do projeto e a engenharia começarão imediatamente nos escritórios da Subsea7 no Rio de Janeiro e em Paris e Sutton, a fabricação dos dutos ocorrerá na spoolbase da Subsea7 no Brasil e as atividades offshore estão programadas para 2027 e 2028.

Subsea e Petrobras

No quarto trimestre de 2024, a Subsea7 anunciou a entrega do "First Oil" na primeira fase do Projeto Mero 3, realizado em parceria com a Petrobras. O marco representa o primeiro projeto de Engenharia, Suprimento, Construção e Instalação (EPCI) da companhia com a Petrobras em uma década, sinalizando um importante avanço para o setor e para o desenvolvimento econômico nacional. O FPSO utilizado na iniciativa foi concebido para produzir 180 mil barris de óleo e comprimir até 12 milhões de metros cúbicos de gás diariamente. A conquista reforça a relevância do Brasil no cenário global de energia e a retomada de colaborações estratégicas entre as duas empresas.

Subsea7

Líder global na entrega de projetos e serviços offshore para o setor de energia, a Subsea7 torna possível a transição energética offshore por meio da evolução contínua do petróleo e do gás com baixo teor de carbono, permitindo o crescimento de energias renováveis e emergentes.

Presente no Brasil há mais de 35 anos, a empresa conta hoje com mais de dois mil colaboradores diretos distribuídos em bases operacionais em Ubu, no Espírito Santo, Rio das Ostras (RJ) e Niterói (RJ), além de um escritório na cidade do Rio de Janeiro. As operações no Brasil estão divididas em duas áreas principais:

  • Subsea e convencional: Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (EPCI), descomissionamento em profundidades variadas e contratos de PLSVs;
  • Serviços durante a vida útil o campo: Inspeção, reparo e manutenção, gerenciamento de integridade e serviços de suporte.

Subsea7
Weber Shandwick

STARTUPS DO CUBO ITAÚ FATURAM R$ 10 BILHÕES EM 2024 E IMPULSIONAM A INOVAÇÃO E BEM-ESTAR FINANCEIRO NO BRASIL

As startups integrantes do Cubo Itaú, um dos principais hubs de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, alcançaram um faturamento estimado de R$ 10 bilhões em 2024, segundo aponta o Selo Cubo. O valor representa um crescimento de mais de 40% em relação a 2023, evidenciando o impacto dessas empresas na economia brasileira e o amadurecimento do ecossistema de inovação impulsionado pelo Itaú Unibanco.  Entre os destaques, duas vencedoras na categoria Performance do Selo Dourado do Cubo: Morada.AI e Karhub.

A Morada.AI é uma startup que desenvolveu uma série de soluções baseadas em inteligência artificial para o setor imobiliário. Por meio da Mia, assistente virtual generativa, é feito um atendimento para os usuários que têm a pretensão de negociar imóveis. A Morada.ai conta ainda com o Sales, um co-piloto do corretor, e o Iago, ferramenta de atendimento no pós-venda para incorporadoras. Já foram mais de 1 milhão de pessoas atendidas e mais de 20 milhões de mensagens trocadas, além da startup registrar um crescimento de mais de 600% em 2024.

Já a KarHub, plataforma de eCommerce que está revolucionando o mercado de autopeças no Brasil, entrou no Cubo com planos ambiciosos de expansão. Desde então, conquistou marcos importantes, incluindo a crescimento de 6x do faturamento em 2024 e a consolidação de uma estratégia de go-to-market escalável, com forte presença entre lojistas e oficinas de todo o país.

O levantamento também aponta um aumento de 19,55% no número de profissionais empregados pelas startups do Cubo, totalizando mais de 27 mil colaboradores no último ano. Os números reforçam o papel do hub como plataforma de crescimento sustentável para negócios de base tecnológica que estão, na prática, oferecendo soluções para desafios reais da sociedade – da inclusão financeira à eficiência energética, da saúde digital à gestão pública.

“Esse crescimento mostra como nosso ecossistema evolui ao unir startups, grandes empresas e investidores em torno da inovação. Ver essas conexões se transformando em resultados concretos demonstra que continuamos no caminho certo para transformar a sociedade por meio do empreendedorismo tecnológico", destaca Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú.

Selo Cubo Itaú

O Selo Cubo é um estudo anual realizado pelo hub com startups residentes, e tem como objetivo medir o desempenho do ecossistema de inovação e dar visibilidade à sua evolução. A metodologia contempla indicadores de faturamento, captação de investimentos, geração de empregos e maturidade dos negócios, e envolve uma coleta quantitativa e qualitativa com os fundadores das startups. O selo também reconhece empresas que demonstram alto potencial de crescimento, solidez e relevância para a sociedade. O resultado oferece uma visão clara do impacto econômico e social gerado pelas startups do Cubo, contribuindo para a agenda de inovação do país.

Inovação com propósito

O Cubo Itaú é parte da estratégia mais ampla do Itaú Unibanco para incentivar o desenvolvimento de soluções tecnológicas com impacto positivo. Ao promover um ambiente que favorece a colaboração entre startups e grandes empresas, o Cubo fortalece iniciativas alinhadas à visão do banco de gerar bem-estar financeiro para pessoas e negócios. Iniciativas ligadas à educação financeira, acesso a crédito, inclusão produtiva e digitalização de pequenas e médias empresas têm ganhado protagonismo entre os membros do hub.

O Itaú tem ampliado nos últimos anos seu foco em produtos e serviços que ajudam os brasileiros a fazerem escolhas financeiras mais conscientes e sustentáveis. O apoio contínuo ao Cubo e às startups que crescem dentro de seu ecossistema reforça o papel do banco como um agente de transformação econômica e social.

“A inovação precisa estar conectada às reais necessidades das pessoas. O Cubo é o lugar onde essa conexão acontece todos os dias — com ideias, negócios e tecnologias que, de fato, transformam vidas”, afirma Paulo Costa.

Cubo ItaúInaugurado em setembro de 2015 pelo Itaú Unibanco em parceria com a Redpoint eventures, o Cubo Itaú é um hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico focado na América Latina, uma organização sem fins lucrativos que potencializa a conexão e a criação de negócios entre grandes empresas e startups. O Cubo Itaú tem uma sede na Vila Olímpia, em São Paulo, e em Montevidéu, no Uruguai, e, por meio de suas plataformas física e digital, contribui com o crescimento das mais de 500 startups curadas que fazem parte de seu portfólio e refletem mais de 25 segmentos de mercado, contemplando, assim, empreendedoras e empreendedores de todo o Brasil e de diversas regiões do mundo. O Cubo também apoia as transformações digital e cultural de corporações e tem mantenedores que representam as maiores indústrias da economia, como Itaú Unibanco, Corteva, São Martinho, Itaú BBA, CNH Industrial, Suzano, Cargill, Dexco, MPD, Saint-Gobain, Wilson Sons, Porto do Açu, Hidrovias do Brasil, International School, TIM, NTT Data Brasil, Fundo Vale, IGA, Visa, Wayra Brasil, RD Saúde, Johnson & Johnson, Vero, Copa Energia, Ambipar, iFood, Jaguar Land Rover, AWS, Microsoft, Oracle e Zallpy. Soma-se a isso a presença de uma comunidade dedicada a Investidores com Antler, BID Lab, HiPartners, Latitud, Norte, SaaSholic, Bewater, Crivo Ventures, Gridx, Indicator, Kamay Ventures, NXTP, Partners for Growth, SP Ventures e Upload com apoio da LAVCA, abvcap e Emerging Venture Capital Fellows, além de parceiros estratégicos, como Instituto Caldeira, FM/Derraik, Abstartups, Innoscience, entre outros. Clique aqui para mais informações

Itaú Unibanco
Weber Shandwick

SANTA CATARINA RECEBE NOVO CONDOMÍNIO LOGÍSTICO E REFORÇA A INFRAESTRUTURA DO SETOR NO ESTADO

Fulwood investe R$ 115 milhões no GCR Business Park, empreendimento com 50 mil m² e estrategicamente localizado em Governador Celso Ramos

Com investimento na ordem de R$ 115 milhões, a Fulwood aposta, pela primeira vez, no estado de Santa Catarina com o GCR Business Park, empreendimento logístico projetado para atender à demanda por infraestrutura moderna e eficiente na região. Com inauguração prevista para maio, o parque contará com uma área locável de 50.102,89 m² e oferecerá soluções inteligentes e sustentáveis para empresas de médio a grande porte dos segmentos de varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, autopeças, logística e indústrias leves.

O GCR Business Park contará com galpões de alto padrão, com pé-direito livre de 12 metros, pisos com capacidade para 6 toneladas por metro quadrado e vãos livres entre pilares de até 22,5 metros. O projeto inclui ventilação cruzada e isolamento termoacústico, garantindo conforto térmico e redução de custos operacionais.

No total, serão 104 vagas para carretas e carros, além de disponibilizar carregamento para veículos elétricos. A segurança é outro diferencial, com portaria blindada e monitoramento 24 horas.

Localizado a 54 km de Florianópolis e 64 km do Porto de Itajaí, o condomínio logístico está posicionado em um dos principais eixos de distribuição do estado, facilitando o escoamento de mercadorias para os mercados do Sul e Sudeste do Brasil.

Expansão do setor logístico em Santa Catarina

Santa Catarina se consolida como um dos principais polos logísticos do país, impulsionado por uma infraestrutura robusta e localização estratégica. O estado abriga três dos cinco portos com maior volume de exportações e importações do Brasil, além de contar com uma rede integrada de 9.500 km de rodovias e 980 km de ferrovias em pleno funcionamento.

De acordo com um estudo da Brain Inteligência Estratégica de 2024, a taxa de vacância de galpões logísticos no estado é de apenas 3%, bem abaixo da média nacional de 10%, demonstrando a forte demanda por espaços modernos e bem localizados. Além disso, o estado conta com mão de obra qualificada e uma das menores taxas de desemprego do Brasil.

“O GCR Business Park reforça o compromisso da Fulwood com o desenvolvimento do setor logístico em Santa Catarina. Nosso objetivo é oferecer um projeto que alie tecnologia, sustentabilidade e eficiência operacional, impulsionando as operações das empresas que escolhem o estado como base logística”, afirma Gilson Schilis, CEO da Fulwood.

Uma das principais empresas do setor de condomínios logístico-industriais do Brasil, a Fulwood encerrou o ano de 2024 com taxa de vacância de 2,3%, abaixo do setor, que apresentou recorde histórico. Neste ano, confiante no mercado, a Fulwood entregará o total de 150 mil m² de ABL (área bruta locável), incluindo o GCR e o Guarulhos Business Park, inaugurado em abril. Com ocupantes de alto nível de governança dos diversos setores da economia, a Fulwood faz a locação e administração de 19 projetos logísticos-industriais, distribuídos em oito cidades diferentes, dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A Fulwood é uma das principais empresas do setor de condomínios logístico-industriais do Brasil. Desde 1994, atua na incorporação de galpões e já desenvolveu mais de 1.200.000 m². Além de incorporar os empreendimentos, faz a locação e administração dos projetos logísticos-industriais. Com ocupantes de alto nível de governança dos diversos setores da economia, a Fulwood faz a locação e administração de 19 projetos logísticos-industriais, distribuídos em oito cidades diferentes, dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina, totalizando mais de 850 mil m² de área bruta locável (ABL) e 55 ocupantes, contabilizando mais de 10.000 vidas. A companhia concentra sua atuação em galpões “triple-A”, a mais alta categoria do segmento em relação aos padrões construtivos, com alta taxa de eficiência. Como referência, a Fulwood detém o FW5 – Extrema Business Park – Bloco 2, o primeiro condomínio logístico do Brasil com o nível platinum da certificação LEED O+M, concedida pela U.S. Green Building Council. Clique aqui e visite o site.

Fulwood
Temp7 Comunicação

sábado, 3 de maio de 2025

AGRONEGÓCIO PRECISA SER MAIS “POP” NA COP30. Por Jorge Görgen*

Para não sair como vilão da conferência climática mundial, a agricultura brasileira precisa construir uma imagem uniforme e alinhar seu discurso na COP30

Colheita de soja. Foto: Frota News

A COP30, que será realizada em Belém (PA), está se aproximando, e a cadeia produtiva do agronegócio brasileiro vive o dilema de como se posicionar de forma unificada diante das questões ambientais emergentes que serão debatidas no evento global.

É sempre fácil associar a imagem da agricultura nacional à figura de vilã. Organizações não governamentais e instituições do gênero, defensoras da causa ambiental, já têm um discurso pronto para demonizar os produtores agrícolas brasileiros. A narrativa central é que a agricultura está devastando florestas e transformando o cenário em pastagens para engorda de gado e, depois, em lavouras de soja.

Segundo dados dos alarmistas de plantão, mais de 20% da Amazônia Legal já foi destruída, e o avanço segue em ritmo acelerado, prometendo uma paisagem lunar no lugar da floresta úmida antes do fim deste século. É uma imagem forte e de fácil assimilação pelo grande público, já temeroso com o aquecimento global.

Mas como explicar ao mundo que o agro organizado não é o vilão da destruição da floresta amazônica e que o Brasil não é o único país responsável pelo aceleramento das mudanças climáticas?

Muito pelo contrário, o agro verde-amarelo tem muito a mostrar e dizer ao mundo.

Separar o joio da soja

Aqui, precisamos começar separando, literalmente, o joio do trigo — ou, neste caso, o joio da soja. Crime é crime e vice-versa. Como em todos os setores, há segmentos mais rudimentares do agronegócio formados por gangues que grilam terras, invadem áreas devolutas, reservas indígenas ou de proteção permanente, e seguem em frente, desrespeitando a legislação, o Ibama e o próprio governo.

Decididamente, não estamos falando dessa gente, que precisa ter um encontro com as barras da Justiça. Estamos falando de quem produz corretamente e coloca comida na mesa dos brasileiros e de milhões de pessoas mundo afora.

Mas isso não interessa muito a quem denuncia o agro de forma generalista. E aqui está a armadilha na qual o Brasil e as lideranças do agronegócio não podem cair durante os debates da COP30. Cabe às nossas autoridades e entidades do setor mostrar que a agricultura faz parte da solução — e não do problema. Afinal, a questão ambiental não se sobrepõe à segurança alimentar. Elas estão interligadas. Só existe agricultura porque comida é fonte de energia e saúde para a humanidade. E porque há urgência e fome no mundo.

Mas o que é a COP30?

Para começar a responder a esse dilema à altura das demandas da sociedade civil organizada, o governo brasileiro e as entidades que lideram o agronegócio precisam, antes de tudo, compreender a arena onde acontecerão os principais debates desse evento de grande envergadura.

Agricultura e preservação. Foto: Frota News.

A COP30 — ou Conferência das Partes —, que o Brasil sediará em novembro, é uma reunião internacional que integra a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Essas conferências são realizadas anualmente com o objetivo de avaliar o progresso das negociações sobre as mudanças climáticas e estabelecer acordos para mitigar os efeitos já verificados no planeta.

A COP30 terá papel relevante na avaliação de dois aspectos cruciais: a implementação contínua dos compromissos assumidos em conferências anteriores e o avanço das metas globais para o futuro — especialmente no que se refere à adaptação e à resiliência diante das mudanças climáticas.

Dados atualizados indicam que, neste primeiro quarto de século, a temperatura média global já subiu quase 1 grau Celsius. Se nada mudar, poderemos atingir os 3 graus de aumento previstos pelos cientistas bem antes de 2100 — ou seja, em menos de 50 anos a partir de agora.

Por isso, a cada edição da COP, representantes dos países signatários se reúnem para discutir políticas climáticas, estabelecer compromissos para a redução das emissões de gases de efeito estufa e implementar os objetivos do Acordo de Paris, firmado em 2015.

Mas uma COP não deve ser vista como um fim em si mesma. Trata-se de um processo contínuo, que começou em Estocolmo-72, passou pela Rio-92 (ou Eco-92) e culminou no Acordo de Paris. Ou seja, já existem enunciados anteriores e compromissos assumidos que, muitas vezes, geraram expectativas frustradas.

Com a fragilidade do multilateralismo nos dias de hoje, o debate pode se esgotar se não surgirem metas objetivas e factíveis — capazes de reunir à mesa todos os agentes globais necessários para resolver o impasse climático em que nos encontramos, criando um ponto de inflexão que salve o planeta e o futuro da humanidade.

Os exemplos do Brasil

É aqui que o agronegócio brasileiro pode oferecer bons exemplos ao mundo. Temos protagonismo na agricultura e pecuária global, não apenas no aspecto econômico — como líderes em várias culturas —, mas também em práticas sustentáveis.

Carnes, cana, grãos, café, cítricos, florestas plantadas… e por aí vai. Mas também temos exemplos concretos de agricultura sustentável a apresentar, inclusive no bioma amazônico.

Práticas regenerativas de uso do solo existem há pelo menos 50 anos, desde que o plantio direto começou a surgir no Paraná. O etanol é uma das maiores bandeiras que podemos levantar como solução energética viável para a mobilidade. Além da cana, temos o sucesso do uso de biocombustíveis, com destaque para o biometano, utilizado no transporte coletivo, de cargas e em máquinas agrícolas — fechando o ciclo sustentável no campo.

Mais recentemente, cresce o conceito de integração entre lavoura, pecuária e reflorestamento em uma mesma propriedade. É uma inovação verde-amarela que pode ser exportada para diversos países, especialmente os nossos vizinhos do continente americano, mostrando que produtividade pode — e deve — caminhar junto com sustentabilidade, preservando a umidade do solo e os mananciais de água.

Zona Azul versus Zona Verde

Esses exemplos precisam estar presentes em todos os discursos dos representantes brasileiros durante a COP, para que a força da nossa mensagem não se dilua nem seja ofuscada por imagens de queimadas e florestas derrubadas. Seja na Zona Azul, onde estarão os representantes oficiais dos governos, ou na Zona Verde, onde estarão empresas, ONGs e a sociedade civil.

É preciso lembrar que, por trás de tudo isso, o principal tema da COP é econômico: trata-se da competitividade dos países em todas as áreas — especialmente na geração de energia e na agricultura, incluindo pecuária e pesca. São dois pilares da economia global que estarão em jogo em Belém, e o Brasil precisa estar preparado para defender seus interesses estratégicos.

Sem esquecer que a imprensa mundial estará atenta, cobrindo as duas arenas da conferência: o lado oficial, de onde sairão os acordos e metas entre os países, e o lado não oficial, de onde, geralmente, vêm as imagens de protestos que correm o mundo. Se o discurso não estiver bem alinhado, as imagens da Zona Verde poderão ofuscar as boas intenções e argumentos do agronegócio brasileiro.

Assim, a pecha de vilão permanecerá marcada a ferro e fogo no agro nacional. E a próxima oportunidade para reverter essa imagem será apenas na COP31, em Istambul, na Turquia, em novembro de 2026.

Jorge Görgen é jornalista, consultor, profissional de comunicação corporativa com destaque nos setores automotivo, transporte & logística, e agronegócio. Atuou como responsável pela Comunicação Corporativa do Iveco Group e, anteriormente, na CNH Industrial. Premiado duas vezes como Profissional do Ano de Comunicação Empresarial pela Aberje (2018 e 2023), também ocupou cargos de liderança como vice-presidente da ANFAVEA e conselheiro da Aberje. Fale com o Jorge: jlagorgen@gmail.com.

> Leia também: Movimento pela transformação da logística brasileira.

VPORTS AMPLIA EM 70% A CAPACIDADE DE RECEBER NAVIOS PANAMAX NO PORTO DE VITÓRIA (ES)

O complexo portuário de Vitória, operado pela Vports, ampliou sua capacidade operacional e, agora, poderá receber navios de até 83 mil toneladas, aumentando em 70% a quantidade de embarcações do tipo Panamax* capazes de acessar o canal do porto.

A alteração é fruto de estudos realizados pela Vports que, somados à dragagem recém finalizada – com investimentos na ordem de R$ 30 milhões -, vão permitir o aumento do potencial de movimentação de cargas. Antes, o chamado DeadWeight (DWT), medida que determina a capacidade máxima de carga que pode ser transportada, era de 70 mil toneladas.

O trabalho foi realizado pela Vports com o objetivo de aumentar a capacidade logística portuária do Espírito Santo, habilitando o Porto de Vitória para receber navios de maior capacidade. A mudança permitirá o atendimento a navios graneleiros e de carga geral, com maior eficiência, maior consignação e, consequentemente, menor custo por tonelada transportada.

Segundo o diretor comercial da Vports, Pedro Benevides, a ampliação da capacidade de movimentação de navios representa uma expansão significativa para a competitividade do estado, oferecendo alternativa estratégica para rotas de longo curso e operações de grande escala. “Nossos investimentos em modernização, melhorias na infraestrutura portuária e, agora, este importante avanço de aumento do porte bruto vão permitir um incremento em nossa capacidade de movimentação de carga”, destaca.

“Desde que assumimos a concessão, demos grandes passos em prol da modernização e da infraestrutura portuária, garantindo eficiência e agilidade às nossas operações. Junto com as empresas parceiras, fizemos investimentos da ordem de R$ 580 milhões em melhorias. E é isso que mostramos na feira, para atrair novos parceiros, viabilizar novos negócios e demonstrar todo potencial logístico do Espírito Santo”, afirma o diretor-presidente da Vports, Gustavo Serrão.

* Panamax – Navio Panamax que atendam os limites de 245m de comprimento (LOA) e 32,5m de boca (largura)

deadweight (DWT)

Também conhecido como peso morto do navio, é a medida da capacidade máxima de carga que um navio pode transportar. Essa medida é expressa em toneladas e inclui tudo o que o navio leva além do seu peso estrutural (excluindo esse), como contêineres, combustível, provisões (alimentos, insumos), tripulação, passageiros e lastro (água usada para balancear o navio).

Vports
Mosaico Gestão em Comunicação
Fariello Comunicação

KEPLER REGISTRA RECEITA R$ 357,2 MILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE E ANUNCIA PARCERIA ENTRE PROCER E XP

Áreas de Reposição e Serviços e Negócios Internacionais cresceram 28,5% e 5,6%, respectivamente, nos primeiros três meses do ano

A Kepler Weber registrou, no primeiro trimestre do ano, uma receita líquida de R$ 357,2 milhões, com destaque para o crescimento em relação a igual período de 2024 de Reposição e serviços, 28%, e Negócios Internacionais, 5,6%. Na comparação com o trimestre anterior, quando a empresa havia registrado receita de R$ 380,3 milhões, houve recuou 6,1%.

A empresa atribui o resultado a "fatores externos" e cita juros elevados, restrição de crédito e queda na renda do produtor, impactada pelos preços da commodities.

"Ainda assim, o aumento no volume e na diversidade de clientes atendidos reforça a efetividade da nossa estratégia comercial e a capacidade da Companhia de preservar sua competitividade em um ambiente adverso", informou a empresa.

O lucro líquido no período foi de R$ 25,6 milhões, ante os R$ 52,2 milhões do trimestre anterior, e margem EBITDA de 14,8%, redução de 3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (17,8%). Na mensagem ao Mercado, a Kepler anuncia o maior negócio dos últimos cinco anos da companhia, uma venda feita para o "setor de biocombustíveis, reforçando a assertividade da nossa estratégia baseada em diferenciação, eficiência e proximidade com o cliente".

"Para o segundo trimestre, mantemos uma perspectiva de margens ainda pressionadas, mas seguimos confiantes na retomada gradual da rentabilidade ao longo do segundo semestre, impulsionada por uma safra recorde, melhoria na renda do produtor, gerando uma maior diluição de custos fixos, dado a maior execução de projetos e possível normalização das condições de mercado", sinaliza a diretoria da Kepler Weber.

XP e Procer

Na última semana de abril, durante a divulgação de resultados, a companhia anunciou uma parceria entre a Procer e a XP. O contrato estabelece a oferta de soluções financeiras aos 1,5 mil clientes da Procer, com objetivo de ampliar a rentabilidade do produtor rural.

A operação contempla serviços voltados à gestão de caixa, proteção de margens, hedge e investimentos, agora ampliados com soluções como gestão de risco, research, mercado de capitais, câmbio, antecipação de recebíveis, revisão tributária, wealth planning, seguros, entre outros benefícios.

A Procer monitora duas mil unidades de armazenagem. Em 2024, a plataforma monitorou cerca de 60 milhões de toneladas de grãos, movimentando um valor superior a R$ 120 bilhões.

Áreas de negócios

Reposição e Serviços fechou o trimestre com receita líquida de R$ 73,1 milhões. O resultado representa um aumento de 28% na comparação com o primeiro trimestre de 2024, quando o segmento havia reportado R$ 56,9 milhões.

"Esse desempenho está em linha com a estratégia da Companhia de ampliar a participação do segmento na receita total, promovendo maior recorrência e rentabilidade", diz trecho do balanço, que ainda traz aumento de 10% no volume de negócios e ampliação na base de clientes atendidos.

A Kepler Weber afirma que a atuação internacional da companhia também favoreceu os resultados da área de negócio, "especialmente na América Latina. Destaca-se ainda o crescimento de 12% na receita proveniente dos centros de distribuição em relação ao 1T24, além da continuidade do bom desempenho nas vendas dos produtos Seletron e Biocav, que já haviam sido destaques no trimestre anterior".

Na comparação com o trimestre anterior, a empresa registrou redução de 23,7% em decorrência de "sazonalidade", já que o quarto trimestre concentra, historicamente, maior volume de faturamento.

Em Negócios Internacionais, os negócios realizados, que contemplam uma base de 53 países, em cinco continentes, permitiram um crescimento 5,6% na receita líquida no primeiro trimestre em comparação com igual período de 2024, passando de R$ 38,8 milhões para R$ 41 milhões.

"Essa performance reflete nossa forte presença e liderança na América do Sul, especialmente em mercados chave como Uruguai e Colômbia, além do ganho de mercado em países como Angola, onde a empresa tem ampliado sua presença", sinaliza.

A empresa também informa R$ 25,9 milhões em novos negócios para o segmento, com vendas para clientes na Bolívia, Paraguai e Uruguai.

O segmento de Fazendas, que reflete negócios voltados diretamente ao produtor rural, se manteve praticamente estável na comparação com igual período de 2024, com receita líquida de R$ 131,7 milhões ante R$ 132 milhões do ano anterior. O resultado é avaliado pela diretoria como "sólido", considerando o momento macroeconômico desafiador.

"Como reflexo da efetividade da estratégia comercial, o número de clientes atendidos cresceu 18% no trimestre, impulsionado pela ampliação da cobertura de mercado e pelo foco em capilaridade comercial", diz o balanço.

Ao longo do trimestre, a companhia fechou seis novos negócios para produtores na Bahia, Mato Grosso, Goiás e São Paulo. A receita aproximada destes projetos, R$ 33,6 milhões, vai impactar os resultados no segundo semestre.

Agroindústrias encerrou o primeiro trimestre com receita líquida de R$ 100,8 milhões, desempenho "impulsionado pela crescente demanda por ampliação da capacidade de armazenagem". Na comparação com o igual período de 2024, quando faturou R$ 106 milhões, a companhia reporta uma redução de 4,9%.

"Assim como no segmento de Fazendas, o ambiente econômico pressionou a rentabilidade dos projetos", afirma o balanço, que também traz R$ 23,7 milhões em novos negócios fechados no trimestre que vão favorecer próximos resultados.

Portos e Terminais, segmento caracterizado por projetos de grande porte, fechou o trimestre com R$ 10,6 milhões em receita líquida. Apesar de o volume ser menor que o mesmo trimestre do ano passado, R$ 46,6 milhões, e 11,4% menor que o período anterior, R$ 12 milhões, o segmento "demonstrou resiliência em sua rentabilidade", conforme a Kepler Weber.

"Mesmo com a queda na receita líquida, o volume de clientes atendidos se manteve em linha com o 1T24, reforçando a efetividade da estratégia comercial e a continuidade do relacionamento com o mercado", reforça o balanço.

Kepler Weber
Agência Fato Relevante

PROTÓTIPO DO PRIMEIRO BARCO MOVIDO A HIDROGÊNIO VERDE, ÚNICO COM PRODUÇÃO ON BOARD NO MUNDO, É EXIBIDO NO BRASIL.

Desenvolvido pelo JAQ, do Grupo Náutica, junto ao Itaipu Parquetec, o projeto brasileiro de construção de barcos movidos a hidrogênio verde representa um avanço significativo na transição energética e na descarbonização do setor marítimo.

“O hidrogênio verde não é o futuro, é o presente. Queremos provar que é viável navegar sem emitir carbono”, afirmou Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica e que também comanda a JAQ, uma das unidades do grupo. A apresentação foi feita no painel “Transição Energética e COP30 - Desafios e caminhos para um futuro sustentável”, realizado na última semana, durante o Rio Boat Show. Hoje, 80% das mercadorias comercializadas globalmente são transportadas por navios e a previsão da Organização das Nações Unidas (ONU) é que, até 2027, o comércio marítimo global cresça 2,1%.

Pesquisas indicam que os navios são, atualmente, uma das maiores fontes de poluição no setor de transporte, e um cruzeiro, por exemplo, emite, em média, o dobro de CO2 por passageiro comparado a um avião na mesma distância. Entretanto, um novo projeto brasileiro promete inaugurar uma nova era na transição energética náutica e naval no mundo, com a produção dos primeiros barcos movidos a hidrogênio verde produzido a bordo e com emissão zero de carbono. Liderada pelo JAQ junto ao Itaipu Parquetec, centro referência na produção de hidrogênio verde (H2V) no Brasil, a iniciativa contempla a criação de duas embarcações, a Explorer H1 e a Explorer H2, ambas 100% sustentáveis. O protótipo da Explorer H1 também foi apresentado ao público durante o no Rio Boat Show, que termina neste domingo (4). O barco pronto será exposto pela primeira vez na COP30, em novembro de 2025, em Belém (PA).

“A náutica sempre fez parte da minha vida e é nossa missão contribuir com soluções que impactam no desenvolvimento e também na sustentabilidade, não apenas no mundo náutico, mas também no setor naval de maneira mais ampla. Passei a entender melhor sobre o potencial do hidrogênio verde e enxergar como uma grande solução limpa para a indústria”, comenta Paciornik. “Como presidente de Grupo Náutica e de unidades como a Boat Show Eventos e a JAQ, que atuam nesse setor, tenho a convicção de que a sustentabilidade será o futuro”, completa.

De acordo com Paciornik, o projeto será estruturado em três fases distintas e conta com um investimento de cerca de R$ 150 milhões. A primeira fase contempla o lançamento da Explorer H1, uma embarcação que funcionará exclusivamente em exposições e terá suas áreas internas ‘alimentadas’ por hidrogênio verde, sem emissão de carbono. Na segunda fase, o mesmo modelo será adaptado para operar com motores híbridos: 20% de hidrogênio e 80% de óleo diesel. Essa mudança permitirá reduzir em até 80% as emissões de CO2 do barco. No entanto, durante essa fase, o Explorer H1 ainda precisará ser abastecido em postos de hidrogênio, já que não terá capacidade de produzir o combustível a bordo. Por fim, na terceira fase, prevista para o próximo ano, será lançado o Explorer H2, que terá a capacidade de extrair água do mar, dessalinizar e gerar on board o hidrogênio necessário para sua propulsão, operando assim de forma 100% sustentável e sem emissões de carbono.

“Nossa inovação é criar um sistema que gera hidrogênio diretamente do barco, o que é um grande desafio devido às condições do mar, como as ondas e o clima. O processo, chamado de eletrólise, começa com a água do mar. Primeiro, a água é dessalinizada, ou seja, o sal é retirado, e depois o hidrogênio é separado do oxigênio. Esse processo quebra a molécula de água, liberando oxigênio puro. Na sequência, o hidrogênio se une novamente ao oxigênio, o que gera eletricidade para o barco e a emissão de vapor de água, que torna o processo 100% limpo. Se o barco for movido por motores elétricos, essa energia vai para os motores. É um ciclo totalmente sustentável. E o mais importante: este é o primeiro sistema do mundo que faz isso a bordo de um barco”, explica Eduardo Colunna, diretor de Inovação Marítima do JAQ e presidente da Associação Náutica Acobar.

As embarcações

A embarcação Explorer H1, com 36 metros de comprimento, está equipada com um sistema de hidrojatos, projetado para navegação em águas rasas, e será a primeira a ser apresentada na COP30. Atualmente, encontra-se no estaleiro Inace, em Fortaleza (CE). A Explorer H2, com 50 metros de comprimento, está em fase de desenvolvimento no Estaleiro do Arpoador, no Guarujá (SP), e será destinada a apoiar operações de mergulho, além de realizar coleta de dados hidrográficos e oceanográficos. Este modelo contará com um motor da marca alemã MAN, que pode operar tanto com diesel quanto com hidrogênio. Após a apresentação da Explorer H1, a segunda fase do projeto será focada na conclusão e entrega da Explorer H2, com previsão para 2026.

Grupo Náutica

Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Náutica traz soluções em inovação, sustentabilidade, infraestrutura, eventos e comunicação na área náutica. É formado pela Revista Náutica (https://www.nautica.com.br), pioneira e líder no setor; o Boat Show, mais importante salão náutico da América Latina com as edições de São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Foz do Iguaçu; a Metalu, maior fabricante de píeres e passarelas em alumínio do mundo; e a JAQ Apoio Marítimo, com projetos inovadores focados em pesquisas e sustentabilidade. O grupo também se preocupa com as questões sociais e é detentora das ações “Só Jogue na Água o que Peixe pode Comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que busca a navegação em lugares inimagináveis, assim como desenvolve os principais Guias de Turismo Náutico do país.

Grupo Náutica
Rotas Comunicação

COM NOVOS EQUIPAMENTOS, PORTO ITAPOÁ EVITA CONSUMO DE MAIS DE 1 MILHÃO DE LITROS DE COMBUSTÍVEL

Trata-se do equivalente a mais de 4 mil toneladas de gases do efeito estufa, que deixaram de ser emitidas na atmosfera

Novos RTGs híbridos, guindastes móveis para movimentar e empilhar contêineres, no Porto de Itapoá. 

O Porto Itapoá evitou o consumo de mais de 1,18 milhão de litros de combustível durante o ano de 2024. Trata-se do equivalente a mais de 4 mil toneladas de gases do efeito estufa que deixaram de ser emitidas na atmosfera. O que possibilitou essa façanha foram os investimentos de mais de R$ 160 milhões que o Terminal fez na ampliação e modernização de sua frota de equipamentos.

Em 2023, o Porto Itapoá investiu na aquisição de 10 RTGs híbridos (guindastes móveis para movimentar e empilhar contêineres), que começaram a operar em 2024. Esses equipamentos consomem três vezes menos diesel do que os modelos convencionais, o que resultou na economia de 890 mil litros de combustível. Sergni Pessoa Rosa Jr., diretor de Operações, Tecnologia e Meio Ambiente do Porto Itapoá, destacou a importância dessa mudança: "Os novos RTGs também são tripulados remotamente, o que dá mais conforto e ergonomia para o operador. Somos o primeiro Terminal da América do Sul a contar com essa tecnologia", afirma.

Já em 2024, o terminal ampliou sua frota sustentável com a compra de 20 Terminal Tractors elétricos. Desde o início de sua operação, em agosto de 2024, esses veículos evitaram o consumo de 290 mil litros de diesel. Por não utilizarem combustíveis fósseis, os Terminal Tractors elétricos representam um avanço significativo na redução da pegada de carbono do terminal. “Hoje, contamos com a maior frota de Terminal Tractors elétricos do Brasil”, salienta Rosa Jr.

Economia de Óleo Lubrificante e Filtros

Além da redução no consumo de diesel, o Porto Itapoá também implementou práticas que ampliaram a vida útil dos óleos lubrificantes e otimizaram as manutenções preventivas. Essas ações, combinadas com a modernização da frota, resultaram na economia de 15 mil litros de óleo lubrificante e 500 filtros. "A extensão da vida útil dos lubrificantes e a otimização das manutenções são exemplos de como pequenas mudanças podem gerar grandes impactos. Essas práticas não apenas reduzem custos, mas também minimizam a geração de resíduos", explica Sergni Pessoa Rosa Jr.

O óleo utilizado é encaminhado para uma empresa que faz reciclagem do material, que retorna para o mercado com outros fins. “Mesmo com a destinação correta, é importante reduzir o consumo como um todo, tornando a cadeia mais sustentável”, avalia o diretor.

Referência ambiental

O Porto Itapoá reafirmou em janeiro seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação no setor portuário. Em um evento realizado na B3, em São Paulo, o CEO do Terminal, Ricardo Arten, assinou o Pacto pela Sustentabilidade, uma iniciativa pioneira do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), liderado pelo ministro Sílvio Costa Filho. O Porto Itapoá é uma das referências em sustentabilidade dentre os portos privados do País.

O Pacto integra o lançamento da nova Política de Sustentabilidade para os setores de portos, aeroportos e hidrovias. A iniciativa estabelece critérios rigorosos para a concessão de selos de reconhecimento – Bronze, Prata, Ouro e Diamante – a empresas que adotem práticas baseadas nos pilares ESG (ambiental, social e de governança). Entre as exigências estão a redução de emissões de gases de efeito estufa, o desenvolvimento de ações sociais e ambientais, e o alinhamento às metas globais da Agenda 2030.

O Porto Itapoá já é amplamente reconhecido como uma referência em sustentabilidade no setor portuário brasileiro, com uma pontuação de 98,33 no Índice de Desenvolvimento Ambiental (IDA) da Antaq, desempenho este que rendeu ao Terminal o Prêmio Via Viva como o porto privado mais sustentável do país. Também conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Ouro do GHG Protocol, por sua gestão comprometida com a transparência, precisão e a redução das emissões de gases de efeito estufa. Recebeu, ainda, a certificação internacional I-REC, confirmando que 100% da energia elétrica utilizada em 2023 foi proveniente de fontes renováveis.

Porto Itapoá
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ISA ENERGIA BRASIL ENCERRA PRIMEIRO TRIMESTRE COM INVESTIMENTOS DE R$ 1,1 BILHÃO

Foto: Agência Brasil

A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE4; ISAE3), líder em transmissão de energia no País, avança em sua estratégia de crescimento sustentável e registra receita líquida regulatória ex-RBSE de R$ 615,8 milhões no primeiro trimestre do ano, um crescimento de R$ 94,2 milhões (+18%) no comparativo com os primeiros três meses de 2024. Já o EBITDA – que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – totalizou R$ 923,3 milhões, um incremento de R$ 26,3 milhões (+2,9%) frente ao mesmo período do ano anterior.

Os principais fatores que impulsionaram o desempenho da companhia foram a atualização da Receita Anual Permitida (RAP) pelo IPCA do ciclo tarifário 2024/25, os efeitos da Revisão Tarifária Periódica (RTP) do Contrato da Concessão Paulista (059/2001) a partir de julho de 2024, bem como a energização de reforços e melhorias de grande porte nos últimos 12 meses e do projeto Minuano, no Rio Grande do Sul, no último trimestre de 2024. Além disso, a evolução controlada de custos e despesas operacionais demonstra o compromisso da companhia com a busca contínua de eficiência e materialização de ganhos de escala conforme avança na entrega de seu portfólio de projetos.

Já o lucro líquido foi de R$ 337,4 milhões, um recuo de R$ 71,8 milhões (-17,6%), devido ao maior patamar de depreciação, pelo aumento e reavaliação da base de ativos, e à maior despesa financeira em função das captações feitas nos últimos 12 meses para suportar o crescimento da companhia.

Avanço consistente na execução do portfólio de projetos

No primeiro trimestre, os investimentos da companhia superaram a marca de R$ 1 bilhão. O CapEx total alcançou o volume de R$ 1,1 bilhão, crescimento de R$ 272,9 milhões em relação ao mesmo período de 2024 (+33%). Desse montante, cerca de R$ 802 milhões foram dedicados a seis projetos em construção em concessões licitadas (+36% vs 1T24), fundamentais para garantir a longevidade da companhia com rentabilidade atrativa. Já em reforços e melhorias, o investimento foi de R$ 306 milhões (+26% vs 1T24) para modernizar o parque instalado no Estado de São Paulo com a substituição de 268 equipamentos entre transformadores, disjuntores, sistemas de proteção e linhas de transmissão.

“A empresa segue com a materialização de sua estratégia de crescimento sustentável para garantir a longevidade do negócio, confiabilidade no serviço de transmissão e a geração de valor aos acionistas ao mesmo tempo em que cria impactos social e ambiental positivos. A perspectiva de receita futura, com os investimentos que estamos realizando em reforços e melhorias e nos projetos greenfield em execução, tende a superar o fim da receita proveniente do componente financeiro da RBSE em 2028”, afirma Rui Chammas, diretor-presidente da ISA ENERGIA BRASIL.

A disciplina financeira adotada pela companhia possibilitou a distribuição de proventos aos acionistas via juros sobre capital próprio (JCP), totalizando cerca de R$ 1,6 bilhão, divididos em três pagamentos iguais nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano.

Além disso, a companhia realizou novas captações para fazer frente aos investimentos, encerrando o período com uma dívida líquida de R$ 12,1 bilhões e índice de alavancagem Dívida Líquida/EBITDA de 3,16x.

“No primeiro trimestre, avançamos na execução do nosso portfólio de projetos já conquistados e autorizados pelo regulador, mantendo o forte ritmo de investimentos associado a uma gestão muito próxima dos custos e avanço físico dos projetos, de forma a garantir a entrega das rentabilidades planejadas e buscar sua superação com uma boa gestão de riscos e oportunidades. Assim, reforçamos o nosso compromisso com os acionistas baseado no tripé: crescimento, proventos e disciplina financeira”, comenta explica Silvia Wada, diretora-executiva de Finanças, Relações com Investidores e Desenvolvimento de Negócios da ISA ENERGIA BRASIL.

Até 2029, a ISA ENERGIA BRASIL irá investir aproximadamente R$ 13 bilhões, dos quais cerca de R$ 7,5 bilhões são para a construção dos seis projetos greenfield, que vão gerar cerca de R$ 1 bilhão em receita anual para ISA ENERGIA BRASIL quando entrarem em operação, e R$ 5,5 bilhões para projetos de reforços e melhorias já autorizados pela ANEEL.

Outros destaques

No primeiro trimestre, a empresa obteve a certificação ISO 45.001, que reconhece suas melhores práticas em gestão de saúde e segurança do trabalho. Além disso, a companhia integrou pelo terceiro ano consecutivo, o Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), criado em 2010 pela B3 e pelo BNDES para estimular discussões sobre mudanças climáticas no Brasil.

A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE3; ISAE4) é líder em transmissão de energia no País, por meio da gestão de 35 concessões que impulsionam a transição energética em todo o Brasil, distribuídas em 18 Estados. A companhia é responsável por cerca de 30% da energia elétrica transmitida no País e aproximadamente 95% no Estado de São Paulo, além de ser pioneira no desenvolvimento de tecnologias, como as primeiras subestações digital e 4.0, o primeiro sistema de armazenamento de energia em baterias em larga escala e o primeiro sistema com tecnologia FACTS do Brasil do tipo smart valves. Com mais de 1.600 colaboradores, a empresa tem a sua estratégia de geração de valor sustentável pautada em três pilares: gerar valor ao acionista, criar impactos sociais e ambientais positivos e garantir a longevidade corporativa. Seu sistema elétrico é composto por mais de 31 mil km de circuitos (cerca de 28 mil em operação e 3,4 mil em construção), incluindo ativos próprios e controlados em conjunto, e 137 subestações próprias (130 em operação e sete em construção) com tensão de até 550 kV. Seu acionista controlador é a empresa colombiana ISA, que detém 35,82% do capital total

ISA Energia Brasil
RPMA Comunicação

TÜV RHEINLAND INTEGRA CONSÓRCIO PARA CONSTRUÇÃO DE TRECHO DE VLT DE SALVADOR

Obras de trecho do projeto do VLT de Salvador. Foto: Divulgação/CTB

A TÜV Rheinland, empresa global de consultoria, testes e certificação de sistemas metroferroviários, está participando do projeto do veículo leve sobre trilhos (VLT) de Salvador (BA), como integrante do consórcio que envolve duas outras empresas – Geribello Engenharia – que lidera o projeto, e Sondotécnica Engenharia de Solos.

O consórcio é responsável pela supervisão e gerenciamento das obras, bem como testes e comissionamento das estruturas a serem implantadas, no trecho entre Águas Claras e Piatã, com extensão de 10,52 km, integrando-se ao Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas (SMSL) nos bairros da Paz e Águas Claras. O valor do contrato para este lote é de aproximadamente R$ 28,1 milhões.

A assinatura do contrato entre o governo da Bahia e os consórcios responsáveis pela supervisão das obras ocorreu em 19 de fevereiro passado. Com isso, a Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB) deve avançar para a elaboração do projeto executivo e obtenção das licenças necessárias para o início das obras. O prazo total de execução é de 50 meses, contados a partir da emissão da ordem de serviço, que ocorreu no último dia 12 março.

“No Brasil, a TÜV Rheinland tem participado de importantes obras de mobilidade urbana, consolidando sua expertise na garantia da segurança, qualidade e conformidade técnica em projetos estratégicos. A nossa participação no consórcio responsável pelo trecho do VLT de Salvador reforça o compromisso da TÜV Rheinland com a excelência técnica e a sustentabilidade, contribuindo diretamente para o desenvolvimento socioeconômico e melhoria da qualidade de vida da população local”, afirma Marcos Camelo, Diretor Regional de Ferrovias, da TÜV Rheinland na América Latina.

O projeto do VLT integra um plano mais amplo de modernização e expansão da infraestrutura urbana em Salvador, com impacto positivo na mobilidade urbana e na redução das emissões de carbono.

Foco em mobilidade

A TÜV Rheinland também participou do projeto da Linha 17 do Metrô de São Paulo, sendo contratada pelo consórcio BYD SkyRail para realizar a integração e certificação global dos sistemas do monotrilho. Essa iniciativa marcou a primeira vez que uma linha de monotrilho no Brasil passou por um processo de certificação independente.

O escopo de trabalho da TÜV Rheinland incluiu a auditoria de mais de 300 interfaces relacionadas ao projeto de sinalização, controle de velocidade e aceleração dos trens, fornecimento de energia, telecomunicações, aparelhos de mudança de via e comunicação com operadores e centros de controle. A auditoria foi conduzida de acordo com as normas europeias EN 50126, que estabelecem requisitos de confiabilidade, disponibilidade, manutenção e segurança (RAMS) para aplicações ferroviárias, além dos níveis de integridade de segurança (Safety Integrity Level - SIL), alguns dos quais atingem o nível SIL 4, o mais rigoroso estabelecido pelas regulamentações internacionais CENELEC EN 50126, 50128 e 50129.

O Trecho 1 da Linha 17 - Ouro, quando concluído, terá uma extensão operacional de 6,7 km, conectando o Aeroporto de Congonhas à estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda, com oito estações ao longo do trajeto. A previsão de início das operações é para 2026.

Ainda em São Paulo, a TÜV Rheinland também realizou os estudos de engenharia que viabilizaram a oferta vencedora do leilão do Trem Intercidades de São Paulo, realizada pelo consórcio C2 Mobilidade sobre Trilhos, liderado pelo Grupo Comporte, em parceria com a estatal chinesa CRRC.

TÜV Rheinland
Intelligenzia

BRASFRIGO CHEGA AOS 50 ANOS CRESCENDO FORTE E LIDERANDO MOVIMENTAÇÃO DE PRODUTOS CONGELADOS NA AMÉRICA LATINA

Empresa do Grupo BMG planeja crescer em 2025 com reativação de complexo portuário e investimentos em inovação

Instalações da Brasfrigo em Itajaí - Santa Catarina

A Brasfrigo celebra 50 anos de atuação apostando na inovação e na sustentabilidade para ampliar a liderança no setor de cargas congeladas na América Latina. A empresa, pertencente ao grupo mineiro BMG, detém uma das mais robustas infraestruturas logísticas do mundo no setor, oferecendo serviços de armazenagem, movimentação e unitização de contêineres de produtos congelados destinados à exportação.

Presente em pontos estratégicos como Itajaí (SC) e Uberlândia (MG) e com atuação em 150 países, a Brasfrigo é literalmente um nome de peso no setor, com uma capacidade de armazenar 52 mil toneladas de produtos congelados, volume que deve crescer 17% em movimentação, em 2025, segundo projeta José Humberto Côrtes, diretor da empresa.

Na unidade de Itajaí, que marca presença no Complexo Portuário, as câmaras frigorificadas operam a temperaturas de até -25°C, permitindo a movimentação mensal de mais de 70 mil toneladas de cargas no sistema “drive-cargo”.

“Os bons resultados da Brasfrigo são reflexo de uma trajetória pautada na inovação, na qualidade e na responsabilidade. Estamos prontos para continuar evoluindo, contribuindo para o desenvolvimento logístico do país e para um setor mais eficiente e sustentável”, afirma o diretor.

Côrtes lembra que a Brasfrigo é reconhecida mundialmente pelo compromisso com a tecnologia de ponta e qualidade. Um exemplo disso é a certificação BRCGS Storage & Distribution (S&D), com classificação "A" - mais alto nível de excelência no segmento de armazenagem e distribuição.

Sustentabilidade como pilar estratégico

Além da excelência operacional, a Brasfrigo tem se destacado por suas práticas sustentáveis. Entre os projetos implantados está o sistema de reutilização da água do degelo, que proporciona uma economia de cerca de 900 mil litros de água por mês. Em 2019, a companhia foi reconhecida pelos 17 indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e recebeu o Selo Verde, reforçando seu compromisso com a responsabilidade ambiental.

De olho no futuro, a empresa segue investindo em tecnologia e modernização. Uma das novidades para 2025 é a migração para um novo sistema operacional, ainda mais seguro e com dados em tempo real, o que trará mais agilidade e precisão aos processos internos.

Brasfrigo
Link Comunicação
 

sexta-feira, 2 de maio de 2025

FABRICANTE BRASILEIRA APOSTA EM NOVA DEMANDA POR BATERIAS PARA ATENDER CRESCIMENTO DA CONECTIVIDADE E SERVIÇOS DE TELECOM E DATA CENTERS

Com presença na Abrint 2025, evento dos provedores de internet, Powersafe apresenta soluções de armazenamento energético que aumentam segurança e autonomia aos serviços de conectividade, banda larga e dados no País

A maior necessidade por segurança de suprimento de energia elétrica nas operações de telecomunicações, de provedores de internet e de data centers tem impulsionado o desenvolvimento de novas soluções de armazenamento energético no Brasil. A Powersafe, fabricante brasileira de baterias e sistemas de energia, vai apresentar, durante Abrint 2025, um dos maiores eventos na área, as tendências tecnológicas que trarão mais autonomia e independência aos serviços de conectividade, banda larga e dados.

Entre as novidades, a Powersafe destacará soluções com baterias de lítio, que oferecem maior densidade energética, vida útil estendida e manutenção reduzida, alinhadas às últimas tendências globais no setor.

Considerado um dos maiores eventos voltados para Provedores de Serviço de Internet (ISPs), a Abrint 2025 deve reunir, entre os dias 7 e 9 de maio, em São Paulo (SP), milhares de profissionais do setor para discutir infraestrutura de telecomunicações, inovação em redes, desafios regulatórios e novas tecnologias. O evento acontece no Expo Pavilhões - Distrito Anhembi, zona norte da capital paulista.

Na ocasião do evento, a Powersafe traz as soluções de armazenamento de energia e backup energético para infraestrutura crítica de telecomunicações e provedores de internet, incluindo baterias para torres de telecom e redes de fibra óptica, normalmente instaladas em locais com quedas frequentes de energia.

A empresa também reforça seu compromisso com a eficiência energética, oferecendo soluções que contribuem para a redução de custos operacionais e impactos ambientais, aspectos cada vez mais valorizados pelo setor.

A companhia traz ainda soluções de backup para data centers e infraestrutura de rede, fundamentais para garantir redundância e segurança energética. As tecnologias da Powersafe foram desenvolvidas para trazer mais eficiência e confiabilidade na operação dos ISPs, assegurando continuidade de serviço e redução de downtime.

“Além de ser o maior mercado de telecom do País, o estado de São Paulo concentra grande parte dos Provedores de Serviço de Internet (ISPs) e empresas de infraestrutura digital que impulsionam a conectividade no Brasil. Com a crescente demanda por energia confiável para data centers, torres de Telecom e infraestrutura de redes, nossas soluções destinam-se, na prática, a manter continuidade operacional, segurança energética e eficiência na distribuição de energia para os players do setor”, comenta Leandro Alvares, Diretor Executivo da Powersafe.

A Abrint 2025 contará com congressos técnicos, feira de negócios e oportunidades de networking, sendo um espaço estratégico para fabricantes, distribuidores, integradores e prestadores de serviço do setor de telecom.

Serviço
Powersafe na Abrint 2025
De 7 a 9 de maio, das 10h às 18h
Expo Pavilhões - Distrito Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Portão 38 - Santana, São Paulo
Estande da Powersafe: Estande I29

A Powersafe está entre as maiores indústrias e distribuidoras de baterias para aplicações especiais da América do Sul.
Além disso, com mais de 20 anos de experiência, é referência no mercado, fornecendo soluções de alta qualidade e confiabilidade para diversos segmentos. Oferecendo suporte técnico pré e pós-venda, a empresa garante segurança e eficiência em cada projeto. A Powersafe também possui iniciativas voltadas à eficiência energética e ao uso responsável de recursos, reforçando seu papel como parceira estratégica para um futuro energético mais sustentável. Conte com uma equipe de especialistas na hora de realizar o seu projeto. Certamente, a Powersafe é uma parceira confiável para suas necessidades energéticas

Powersafe
TOTUM Comuninação

SÃO PAULO OKTOBERFEST 2025 ABRE VENDAS DE INGRESSOS PARA O PÚBLICO COM INGRESSO FLEX E MELHOR PREÇO ANTECIPADO

A São Paulo Oktoberfest, principal festival da cultura alemã em São Paulo, inicia na segunda-feira, 05 de maio, as vendas de ingressos para o público geral. A 8ª edição do evento acontece de 19 de setembro a 5 de outubro, no Parque Villa-Lobos, e promete consolidar-se novamente como uma das maiores celebrações culturais da cidade.

Com a abertura das vendas do primeiro lote, o público pode garantir o Ingresso Flex, que oferece a possibilidade de compra antecipada pelo melhor valor e a liberdade de escolha da data para apreciar a festa até 16 de junho. Os valores do primeiro lote são: R$ 69,00 para meia-entrada; R$ 79,00 para ingresso solidário (com doação de 1 kg de alimento não perecível); e R$ 138,00 para o ingresso inteiro.

Além dos ingressos avulsos, estarão disponíveis combos para curtir um final de semana completo — sexta, sábado e domingo — com 10% de desconto sobre o valor unitário: combo meia-entrada por R$ 186,30, combo solidário por R$ 213,30 e combo inteira por R$ 372,60.

Os clientes Bradesco que adquirirem seus ingressos utilizando cartões de débito ou crédito Bradesco, Bradescard, next ou Digio — de qualquer bandeira — terão direito a uma série de vantagens especiais. Além de garantir 15% de desconto sobre o valor do ingresso inteiro, os clientes do banco receberão a caneca oficial colecionável da São Paulo Oktoberfest, que poderá ser retirada diretamente no evento. Outro diferencial importante é o acesso ao Fast Pass: uma fila exclusiva que proporcionará entrada mais rápida e prática nos dias de festival.

> A compra deve ser feita exclusivamente pelo site São Paulo Oktoberfest. 

Os ingressos garantem acesso a todas as áreas abertas ao público, com exceção apenas dos espaços reservados a convidados especiais das empresas participantes. Um dos grandes atrativos da São Paulo Oktoberfest é que o ingresso já inclui, sem qualquer custo adicional, o acesso completo ao parque de diversões, oferecendo uma experiência ainda mais completa para crianças, jovens e famílias.

A caneca oficial da São Paulo Oktoberfest é um dos símbolos tradicionais do evento, reforçando a experiência cervejeira que caracteriza a festa. Com capacidade de 500ml, o acessório é utilizado pelos visitantes durante o festival e se tornou um item de coleção entre os frequentadores. Neste primeiro lote, exclusivamente, a caneca oficial tem o valor de R$ 35,00 e deverá ser retirada no evento.

Experiências cervejeiras e gastronômicas ampliadas

Inspirada na tradição da Oktoberfest de Munique, a São Paulo Oktoberfest trará uma edição ainda mais robusta em 2025, com estrutura ampliada, mais acessível, plana e reforçada para proporcionar conforto e segurança a todos. A programação musical será distribuída em três grandes palcos: o Palco Biertent, na tenda principal, que receberá os shows de destaque do festival; o Palco Bradesco com atrações especiais e a ativação de marca do Bradesco no evento; e o Coreto das Apresentações Artísticas, reservado para grupos germânicos e performances culturais típicas.

As experiências cervejeiras e gastronômicas do festival deste ano serão ampliadas. Além das mais de 80 opções já tradicionais, serão inauguradas duas novas áreas dedicadas exclusivamente à culinária alemã, com cardápios típicos e originais que fortalecem ainda mais a identidade cultural do evento.

Reconhecida internacionalmente, a São Paulo Oktoberfest é o único festival fora da Alemanha a contar com o apoio formal do Governo do Estado da Baviera, chancela inédita que reforça a autenticidade e a originalidade do evento. “Essa parceria inédita, pelo segundo ano consecutivo, fortalece de maneira muito consistente os nossos laços culturais e turísticos com a Alemanha e reconhece, de forma oficial, a autenticidade, a originalidade e a qualidade do nosso festival”, afirma Walter Cavalheiro Filho, fundador e presidente do evento.

A tecnologia também será protagonista em 2025. A Imply ElevenTickets, empresa referência em soluções digitais, fornecerá um ecossistema integrado para venda de ingressos online e nas bilheterias, controle de acessos com reconhecimento facial, plataforma de pagamentos cashless para alimentos e bebidas, além de autoatendimento e monitoramento em tempo real. O objetivo é oferecer mais praticidade, agilidade e segurança para os visitantes.

Desde sua criação em 2017, a São Paulo Oktoberfest já recebeu mais de 600 mil visitantes e consolidou-se como uma das maiores festas temáticas da América Latina, valorizando a integração cultural, a gastronomia de qualidade, o entretenimento e o turismo de experiência.

São Paulo Oktoberfest
Head de Comunicação
Gilberto dos Santos
gilberto.santos@expertecia.com.br