segunda-feira, 30 de junho de 2025

FESTIVAIS DE INVERNO SE ESPALHAM E AQUECEM O ESTADO DE SÃO PAULO

Pratos como fondue, sopas, caldos, massas e receitas com queijos e chocolates são escolhas populares para enfrentar o frio

Eventos atraem público de todos os gostos, passando pela valorização da cultura local.

* Linoel Dias

Está aberta a temporada dos famosos - e esperados - Festivais de Inverno pelo Estado de São Paulo. Os eventos atraem público de todos os gostos, passando pela valorização da cultura local, inclui exposições de arte, feiras de artesanato e até com shows musicais. Durante o período, municípios paulistas apresentam sua diversificada gastronomia para os turistas e visitantes. O Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), apurou estas festas, algumas com expectativa de público de mais de 1,5 milhão de pessoas. Leia a seguir.

Na Estância Turística de Amparo, por exemplo, são esperadas cerca de 500 mil pessoas entre visitantes e turistas ao longo de 18 dias consecutivos de seu Festival de Inverno, que começa dia 9 e segue até 27 de julho. Segundo a prefeitura, organizadora do evento, a ocupação de leitos já alcança 75%, mas a expectativa é de lotação. Este ano reunirá mais de 150 atrações gratuitas na Praça Pádua Salles.

Em outra Estância Turística, a de Bragança Paulista, são esperadas 20 mil pessoas, e a expectativa de ocupação hoteleira é de 100%. Neste ano, contará com a participação de bares, restaurantes e espaços culturais de 4 de julho a 2 de agosto.

A partir de 21 de julho, outro tradicional evento acontece em Paranapiacaba, distrito de Santo André. O Festival de Inverno se estende até 29 de julho e contará com programação diversificada, shows, comida típica e atividades culturais. O evento é uma oportunidade para conhecer a charmosa Vila Inglesa no alto da Serra do Mar, que no ano passado recebeu 225 mil visitantes.

A cidade mais alta do Brasil, a Estância Turística de Campos de Jordão, promove a 55ª edição do Festival de Inverno, de 5 de julho a 3 de agosto. O tradicional evento vai reunir 76 apresentações gratuitas, entre música e dança, e público de 1,5 milhão. O clima serrano, a neblina, o ar puro e o verde da Mata Atlântica são ingredientes que emolduram jardins, casas e construções de encher os olhos deste destino.

Se tem inverno, não pode faltar o tradicional Festival de Inverno em Guararema. A 8ª edição do evento está confirmada, de 28 de junho a 28 de julho, com diversas opções gastronômicas e muita música boa no estacionamento do Recanto do Américo (Pau D’Alho), com atividades de sexta-feira a domingo.

Desde 13 de junho - até 27 de julho -, a charmosa Estância Turística de Serra Negra, se transforma em um grande palco de arte, música e cultura com o Festival de Inverno Serra Negra In Concert 2025. A programação é gratuita para todas as idades, inclui shows musicais e vários espetáculos.

Em Cunha, o Festival de Inverno conhecido como Acordes na Serra e está confirmado entre 4 e 27 de julho com programação completa na Praça da Matriz, incluindo shows todos os dias, palestras, workshops e uma feira de expositores.

O Município de Interesse Turístico de Apiaí se prepara para receber nos dias 19, 20 e 21 de julho, o seu tradicional Festival de Inverno que neste ano traz artistas de jazz e blues. Este evento ainda contará com shows, apresentações artísticas, gastronomia, artesanato e atividades de ecoturismo.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

RUDNEI ROCHA É O NOVO CIO DA SIS INNOV & TECH

Executivo assume cargo em momento estratégico da companhia, focada em serviços de transformação digital para atuar em novas indústrias e no mercado financeiro

Rudnei Rocha

A SIS Innov & Tech, empresa de inteligência tecnológica em inovação e transformação digital, anuncia Rudnei Rocha como novo CIO. A movimentação acontece no momento em que a companhia celebra 22 anos e avança em sua estratégia de crescimento, com foco em ampliar sua atuação em indústrias e nos mercados financeiro e de saúde.

Desde o último ano, Rudnei Rocha trabalhava como diretor de Operações na SIS. Com mais de 30 anos de experiência, o executivo, que já dirigiu a Prime IT, é atuante em inovação aberta e especialista na implementação de novos negócios e no desenvolvimento dos times para criação de soluções e sustentação das operações de negócio dos clientes. É formado em Tecnologia em Processamento de Dados pelo Mackenzie, com MBA em Marketing de Serviços pela ESPM e MBA em Negócios Internacionais pela Universidade Nebrija, em Madrid (Espanha).

A promoção de Rudnei para CIO acompanha outra mudança importante na liderança da empresa: Thiago Cappi, que já atuava como CTO e CFO, assumiu recentemente o cargo de CEO após a transição definitiva dos fundadores Manoel, ex-CEO, e Zenaide Cappi, para o papel de conselheiros. Assim, a cadeira de CTO é extinta e dá lugar para a de CIO com a ampliação do escopo de atuação.

Rocha passa a liderar, então, não apenas a área de tecnologia, mas também iniciativas ligadas à integração entre operações, inovação e transformação digital. Ao lado de Cappi, segue a missão de fortalecer o portfólio de soluções e impulsionar a presença da SIS Innov & Tech em indústrias e setores diversificados.

“Também temos o objetivo de intensificar parcerias estratégicas para impulsionar negócios com a integração de tecnologia, pessoas e processos com serviços alinhados às principais soluções do mercado, como ERP, low code, modernização de aplicações, cibersegurança,  RPA e IA”, comenta Rocha.

A SIS Innov & Tech é uma consultoria estratégica de Inovação e Transformação Digital que impulsiona negócios, integrando tecnologia, pessoas e processos para melhorar os resultados dos clientes. Desde 2003, combina experiência com tecnologia e humanização, criando e implementando os melhores serviços de tecnologia do mercado para empresas de diferentes segmentos, independentemente de seus portes. Para mais informações, clique aqui

SIS Innov & Tech
Nova PR

domingo, 29 de junho de 2025

GUILHERME BAPTISTA É O NOVO CEO DA BRANCO

Guilherme Baptista

A Branco, referência nacional no desenvolvimento de soluções para o agronegócio, a construção civil e o setor de casa e jardim, anunciou na última semana que Guilherme Baptista será o seu novo CEO no Brasil. Há 8 anos ocupando o cargo de CFO, o executivo assume com a missão de manter o forte avanço da empresa, que quintuplicou o seu faturamento no país entre 2018 e 2024.

“Posso dizer que tive participação direta no crescimento da nossa empresa no Brasil, pois ocupei a função de CFO nos últimos 8 anos”, comenta Baptista. “A partir de agora, porém, assumo o meu maior desafio profissional, com a missão de manter o que já vem dando certo e colaborar para que a Branco continue essa escalada por todo o território nacional”, acrescenta.

O executivo ressalta que sempre trabalhou em parceria com o antigo CEO, Juliano Silva, e que o departamento financeiro teve papel crucial nas decisões tomadas ao longo dos últimos anos, já que a Branco passou a operar sem alavancagem financeira desde que foi adquirida pela Briggs & Stratton.

“A Branco sempre foi muito conhecida por conta de produtos como motores, motobombas, motocultivadores e geradores. Porém, decidimos levar a força da nossa marca aos segmentos da construção civil e de jardinagem, com a fabricação de tratores cortadores de grama, ferramentas leves, lavadoras de pressão, inversores de solda, vibradores de concreto, entre outros. Por essas e outra razões, o nosso objetivo é manter o crescimento médio em 20% ao ano, já que os mercados onde passamos a atuar movimentam, juntos, mais de 1 bilhão de dólares no país anualmente”.

Com passagens por empresas como Deloitte e Toshiba, Guilherme Baptista tem bacharelado e mestrado em Administração e Gestão Empresarial pela Faculdade de Administração e Economia (FAE); bacharelado em Contabilidade pela Sociedade Paranaense de Ensino e Informática (SPEI); e MBA em Administração e Gestão Empresarial pela Nyenrode Business Universiteit, na Holanda. Além disso, recebeu o Prêmio “Equilibrista” em 2022, na categoria “Destaque em Finanças”, por liderar a implementação do processo de turnaround na Branco.

BrancoFundada em 1936, a Branco se consolidou como uma referência nacional no desenvolvimento de soluções inovadoras para o agronegócio, construção civil e jardinagem. Com o propósito de oferecer as melhores soluções aos seus parceiros de negócio, a empresa tem como foco a excelência e a inovação em cada produto. Seu portfólio diversificado inclui motores, inversores de solda, geradores, motobombas, motocultivadores, lavadoras, perfuradores de solo e outras soluções de alto desempenho. Os equipamentos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia, visando não apenas eficiência e segurança, mas também economia para os clientes. A Branco também é reconhecida pela qualidade da sua assistência técnica e pós-venda, garantindo um suporte contínuo e a satisfação dos seus parceiros

Branco
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KLECIOS SOUZA É O NOVO DIRETOR EXECUTIVO DA UNIDADE DE NEGÓCIOS BRASIL DO GRUPO TIGRE

Executivo chega com mais de duas décadas de experiência nos setores de infraestrutura e construção

O Grupo Tigre, multinacional brasileira líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, anuncia Klecios Souza como novo Diretor Executivo da Unidade de Negócios Brasil. O executivo assume a nova posição a partir de 9 de junho de 2025 e se reportará diretamente ao presidente da companhia, Luis Felipe Dau.

Com sólida carreira de 21 anos na Schneider Electric, Klecios possui ampla experiência em vendas, marketing, transformação digital e inovação. Ao longo de sua trajetória, liderou importantes projetos estratégicos, como a aquisição da Steck Elétrica, reforçando sua atuação no mercado de infraestrutura e construção, com profundo conhecimento em canais de distribuição.

Formado em Administração de Empresas pelo SENAC-SP e em Engenharia Elétrica pela PUC-SP, Klecios possui, ainda, pós-graduação em Finanças pela Business School-SP, além de especializações em Liderança e Negócios pela IESE Business School.

“Assumir a liderança da Unidade de Negócios Brasil da Tigre é, ao mesmo tempo, uma grande honra e uma responsabilidade significativa. Estou entusiasmado com a oportunidade de contribuir com uma marca tão sólida e admirada, reconhecida por sua excelência, inovação e impacto positivo na sociedade. Nosso foco será impulsionar o crescimento sustentável da companhia no Brasil, tendo como norte a execução com excelência e a proximidade com nossos clientes e parceiros”, afirma Klecios Souza, novo Diretor Executivo da Unidade de Negócios Brasil do Grupo Tigre.

Grupo TigreA Tigre é uma multinacional brasileira com 83 anos de história, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, com presença em cerca de 30 países. O portfólio de produtos abrange itens para instalação hidráulica, elétrica, drenagem, acessórios e ferramentas para pintura, além de soluções para tratamento de água e efluentes atendendo os mercados predial, saneamento, irrigação e industrial. O Grupo conta com aproximadamente cinco mil profissionais, 11 unidades de negócios no Brasil e 9 no exterior, localizadas na Argentina, Bolívia, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. Além da Tigre Materiais e Soluções, fazem parte do grupo as marcas Azzo Torneiras ABS, Tigre Ferramentas para Pintura, ADS Tigre e TAE – Tigre Água e Efluentes  

Grupo Tigre
Edelman Brasil

SANTOS BRASIL BATE RECORDE HISTÓRICO DE CONTÊINERES MOVIMENTADOS NA OPERAÇÃO DE UM ÚNICO NAVIO NO TECON SANTOS

Foram realizados cerca de 8 mil movimentos na operação de embarque e desembarque de navio do serviço SEAS3, que acumula outros quatro recordes desde seu início, em maio deste ano

A Santos Brasil acaba de registrar a maior operação portuária já realizada na escala de um único navio no seu terminal de contêineres em Santos (SP), o Tecon Santos, localizado na margem esquerda do porto. O recorde aconteceu na operação de embarque e desembarque do navio Maersk Santana, que chegou da Ásia no dia 22 e faz parte do serviço SEAS3, operado pela CMA CGM e Maersk. Foram realizados 7.996 movimentos, entre carga, descarga e remoção (retirada e realocação dentro do navio) de contêineres.

"É uma operação histórica, que corresponde a quase 14 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados em uma única escala. Ainda que não tenhamos dados consolidados de todos os terminais brasileiros, tudo indica que esta também pode ter sido a maior operação em escala única já registrada no País", afirma Bruno Stupello, diretor de Operações de Terminais Portuários da Santos Brasil.

O elevado volume de carga exigiu um fluxo intenso na operação, que demandou preparação logística estratégica para garantir a fluidez da movimentação. A marca superou o recorde anterior registrado há poucos dias, em 7 de junho, com 6.133 contêineres, também parte do serviço SEAS3. Desde sua estreia, em maio deste ano, o SEAS3 já figura entre os mais representativos em volume no terminal, com outros três recordes acumulados.

O navio Santana partiu novamente para o continente asiático após a operação em Santos, em uma rota direta, já que o terminal é o único ponto de parada do serviço SEAS3 no Brasil, reforçando a relevância estratégica do Tecon Santos para o comércio exterior brasileiro.

O Tecon Santos é o maior terminal de contêineres da América do Sul e um dos maiores e mais eficientes da América Latina. No primeiro trimestre do ano, movimentou 341.690 contêineres, um aumento de 15,3% em relação ao mesmo período do ano passado, com crescimento no fluxo de longo curso (+14,9%), resultado de maiores importações e exportações. O volume de cabotagem também apresentou crescimento de 17,3% comparativamente a 2024.

Santos Brasil

A Santos Brasil é referência em operações portuárias e logísticas. Foi criada há 27 anos para operar o Tecon Santos (SP), um dos maiores terminais de contêineres da América Latina e o mais eficiente do País. Neste período, já investiu mais de R$ 9 bilhões, calculados a valor presente, em aquisições, expansões, novos equipamentos e tecnologia, contribuindo para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.

Atua nacionalmente por meio de oito terminais estrategicamente localizados - sendo três de contêineres (Tecon Santos em SP, Tecon Imbituba em SC e Tecon Vila do Conde no PA), um de veículos em Santos, um de carga geral em Imbituba e três de granéis líquidos em Itaqui (MA). Através da Santos Brasil Logística, que opera de maneira integrada aos terminais, oferece soluções completas do porto ao e-commerce aos seus mais de 9.400 clientes.

A Santos Brasil faz parte do Grupo CMA CGM, líder global de navegação e soluções logísticas. É listada no Novo Mercado da B3, o mais elevado padrão de governança corporativa, e signatária do Pacto Global, da ONU, que mobiliza empresas para o avanço relacionado à sustentabilidade. Integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 e do índice S&P/B3 ESG. É certificada pelo GPTW, como uma das melhores empresas para se trabalhar, pelo sétimo ano consecutivo.

Santos Brasil
Rep Consulting

BAE SYSTEMS FECHA CONTRATO DE US$ 1,2 BILHÃO COM A FORÇA ESPACIAL DOS EUA PARA FORNECIMENTO DE SATÉLITES DE RASTREAMENTO DE MÍSSEIS

Programa da Força Espacial dos EUA amplia as atuais capacidades de defesa via satélite

A BAE Systems foi contratada pelo U.S. Space Systems Command em um acordo no valor de US$ 1,2 bilhão para fornecer à Força Espacial dos Estados Unidos (U.S. Space Force) capacidades avançadas de rastreamento de mísseis via satélite.

A empresa atuará como contratada principal do programa Resilient Missile Warning & Tracking (RMWT) – Medium Earth Orbit (MEO) Epoch 2, sendo responsável pelo desenvolvimento e construção de 10 satélites ao longo do contrato. O acordo prevê a entrega dos veículos espaciais em um prazo de quatro anos, além de cinco anos adicionais de operações e suporte.

O programa tem como objetivo fornecer uma capacidade resiliente de alerta e rastreamento de mísseis, baseada no espaço, para monitoramento tanto de mísseis balísticos quanto de ameaças avançadas, como veículos hipersônicos planadores (hypersonic glide vehicles).

Além dos satélites, a BAE Systems também será responsável pelo desenvolvimento do sistema terrestre que irá gerenciar a constelação espacial, oferecendo soluções de gestão de missão, comando e controle (C2) e operações, com foco em ampliar a eficiência operacional.

“Esse projeto reforça nossa capacidade de oferecer programas de defesa espacial integrados, de baixo custo, que unem o desenvolvimento de cargas úteis e plataformas, além de gestão de suporte terrestre, operações e manutenção”, afirma Thai Sheridan, vice-presidente e gerente-geral de Espaço Militar da divisão Space & Mission Systems da BAE Systems. “Nosso sistema permite uma coordenação próxima, baseada em uma abordagem de ‘time único’, reunindo competências essenciais para o sucesso nas missões de alerta e rastreamento de mísseis.”

Cada satélite contará com sensores eletro-ópticos e infravermelhos de alta performance, além de uma carga útil de comunicações, tudo aprimorado por processamento avançado de dados a bordo e crosslinks para troca de informações entre satélites.

A operação das cargas úteis será suportada pela plataforma Trek, uma variante da linha de satélites Elevation da BAE Systems. A Trek oferece maior flexibilidade na integração de cargas, um sistema aprimorado de determinação e controle de atitude, além de comunicações seguras.

O programa visa aprimorar as capacidades operacionais das forças militares, ao viabilizar a entrega contínua de dados de missão, de forma integrada e em tempo real, com os sistemas de defesa antimísseis em operação.

Este contrato amplia a atuação da BAE Systems no suporte a constelações de satélites do Departamento de Defesa e da Força Espacial dos EUA, fortalecendo a segurança nacional e a resiliência das operações governamentais.

No início deste ano, o Space Systems Command já havia selecionado a empresa para fornecer um novo sistema de comando e controle de satélites, como parte do programa Future Operationally Resilient Ground Evolution (FORGE) da Força Espacial.

BAE SystemsFornecemos algumas das mais avançadas e tecnológicas soluções de defesa, aeroespaciais e de segurança do mundo e empregamos uma força de trabalho qualificada de cerca de 100.000 pessoas em mais de 40 países. Trabalhando com clientes e parceiros locais, desenvolvemos tecnologia que ajuda a salvar vidas, proteger fronteiras e pessoas, fortalecer nações e manter seguras informações e infraestruturas críticas

BAE Systems no Brasil
AND, ALL – Agência de comunicação

DHL EXPRESS E SEBRAE LANÇAM PARCERIA PARA IMPULSIONAR O COMÉRCIO INTERNACIONAL DE MICRO PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS COM RECURSOS GRATUITOS

Iniciativa visa impulsionar o crescimento das empresas brasileiras para ampliar seus negócios internacionalmente através de programas de capacitação e consultoria gratuita

As micro e pequenas empresas (MPEs) representam 96% das empresas registradas no país, mas muitas ainda encontram desafios para expandir os negócios para o exterior. Diante desse cenário, a DHL Express, líder global em envios expressos, anuncia uma parceria inédita com o Sebrae para oferecer um programa para capacitar as empresas que desejam impulsionar o negócio de empreendedores que querem crescer globalmente.

Atualmente, os pequenos negócios representam cerca de 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e somam mais de 12 milhões de empresas no país. Apesar dessa força, as exportações das MPEs representam apenas 1% do volume total do Brasil. Um dos principais obstáculos está na desinformação sobre os processos de exportação e nos custos envolvidos.

Para ajudar no crescimento dos empreendedores a ampliar a fonte de receita para mais de 220 países e territórios, a parceria visa preparar de ponta a ponta nesse processo. O Sebrae ajudará a empresa a se organizar antes de quaisquer vendas internacionais, como por exemplo, a procura por fornecedores internacionais, precificação, adaptação de embalagens e a emissão de documentos fiscais através de cursos, e-books e artigos. A DHL Express disponibilizará uma plataforma gratuita de vídeos interativos explicando em detalhes como fazer a exportação e importação e consultoria gratuita para qualquer etapa do processo de envio.

A ação se soma ainda a outras iniciativas da empresa de logística, como um atendimento consultivo personalizado e descontos progressivos nos fretes a partir de 65%, facilitando o acesso de micro e pequenas empresas a tarifas mais competitivas, além do auxílio na documentação e acompanhamento nos primeiros embarques, garantindo mais segurança e eficiência nos processos.

"Nós já possuímos serviços específicos para MPEs e sabemos do potencial desses negócios. Ainda assim, muitas micro e pequenas empresas deixam de exportar porque acham que o processo é complicado. Nossa intenção com a parceria é mostrar que crescer globalmente é mais acessível do que parece e criar ainda mais possibilidades para gerar novas histórias de sucesso”, explica a VP de Comercial da DHL Express, Patricia Starling.

Segundo o relatório da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), a indústria de transformação é a que mais exporta entre as microempresas e MEIs. Em 2024, o setor representou cerca de 81% das empresas exportadoras, acima de agropecuária, indústria extrativa e de outros produtos. “Essa indústria também é uma parte essencial e estratégica dos negócios para nós e para a DHL Express, o que reforça mais ainda que estamos no caminho certo ao somar para atender não só este, mas todos os segmentos”, complementa Patricia.

“O empreendedor muitas vezes nem cogita exportar, nem pensa que o mercado externo pode ser para ele também. Quando percebe este potencial, na maioria das vezes, se sente perdido sobre como fazer para chegar lá. É aí que o Sebrae e seus parceiros entram, apoiando o empreendedor ao longo de toda a sua jornada para acessar o mercado externo, com conteúdo, cursos, consultorias e ações de aproximação comercial”, afirma a coordenadora de Negócios Internacionais do Sebrae, Roberta Aviz.

Para conhecer a plataforma, basta acessar este link. Entre os temas dos conteúdos disponíveis estão: como se planejar para exportação, marketing e negociação internacional, formação de preço para comércio internacional, rotinas e procedimentos de comércio internacional.

Soluções para facilitar a importação

Um dos grandes diferenciais da DHL Express é a possibilidade de importar sem a necessidade de um despachante próprio, tornando o processo mais ágil e acessível para pequenos negócios.

A DHL Express é pioneira em uma solução completa porta a porta, no qual tem em seu recinto armazém alfandegado em Viracopos e faz a liberação alfandegária, permitindo mais economia aos clientes devido a agilidade da empresa.

A empresa também disponibiliza a plataforma MyDHL+, que centraliza todas as operações logísticas em um único ambiente digital, permitindo que os empreendedores agendem coletas, rastreiem envios e façam pagamentos com mais praticidade.

A DHL é a empresa de logística mais internacional do mundo. Suas divisões oferecem um portfólio único de serviços de logística que abrangem desde a entrega de encomendas nacionais e internacionais, soluções de operação e transporte de comércio on-line, expresso internacional e transportes aéreos e rodoviários. Com 380 mil colaboradores em mais de 220 países e territórios em todo o mundo, a DHL conecta pessoas e negócios de maneira segura e confiável. Com práticas empresariais sustentáveis e um compromisso com a sociedade e o meio ambiente, o grupo contribui positivamente para o mundo. Até 2050, planeja alcançar uma logística sem emissões

O Sebrae é uma instituição com mais de 50 anos de existência e que tem como missão promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequeno porte no Brasil, estimulando o empreendedorismo e possibilitando a geração de emprego e renda. O Sebrae desempenha um papel fundamental no fortalecimento da economia brasileira ao apoiar empresários e fomentar a cultura empreendedora e a presença digital, operando por meio de consultorias, capacitações, cursos e programas que abrangem diversas áreas, como gestão, inovação, acesso a mercados e financiamento

DHL Express
CDI Comunicação
 
Sebrae

sábado, 28 de junho de 2025

CECÍLIA PRETO ALEXANDRE É A NOVA CHIEF MARKETING OFFICER DA C&A

Com mais de 25 anos de experiência, executiva assume para fortalecer a conexão da C&A com suas consumidoras e liderar os próximos passos da evolução da marca

Cecília Preto Alexandre

A C&A Brasil anuncia a chegada de Cecília Preto Alexandre como sua nova Chief Marketing Officer (CMO). A executiva passa a integrar o time de diretoria e se reportará diretamente ao CEO, Paulo Correa, fortalecendo a estrutura de liderança da companhia e somando à trajetória de transformação da marca.

Com uma trajetória consolidada de mais de 25 anos nas áreas de marketing, branding e estratégia de negócios, Cecília é reconhecida como uma das profissionais mais respeitadas do marketing e traz uma combinação rara de visão estratégica, capacidade de execução e sensibilidade para marcas com forte apelo com o público.

A executiva chega com o propósito de intensificar o relacionamento da C&A com suas consumidoras, resgatar e reforçar o brilho autêntico da marca e fortalecer a conexão emocional com as clientes.

Sua atuação será essencial para impulsionar a Estratégia Energia, alicerce da evolução da companhia, e reforçar o posicionamento “A gente se encontra na C&A”, que reafirma o papel da marca como espaço de autoexpressão e de experiências cada vez mais significativas e memoráveis em todos os pontos de contato.

“A C&A vive um dos momentos mais relevantes de sua trajetória. Em um processo de transformação estratégica, a companhia reafirma sua essência e fortalece sua atuação como uma marca cada vez mais conectada com o seu tempo e com a sua cliente. A chegada da Cecília fortalece esse movimento, trazendo uma visão estratégica profundamente alinhada ao que queremos para este ciclo. E quem mais se beneficia disso é a nossa cliente, que encontra uma C&A cada vez mais conectada com seus desejos, mais presente em sua vida e pronta para inspirá-la em cada experiência com a marca”, destaca Paulo Correa, CEO da C&A Brasil.

“A C&A é uma marca com uma força enorme, que acompanha a vida dos brasileiros há décadas e que vive um momento muito especial de evolução. Minha missão é continuar traduzindo nosso posicionamento em experiências, propostas e movimentos que façam sentido para as pessoas e para o negócio”, afirma a CMO.

Trajetória

A CMO acumula mais de duas décadas de experiência em grandes companhias. Antes de chegar à C&A, foi Senior Marketing Director Mainstream & Economy na Heineken Brasil. Também passou pela Kraft Heinz, BRF, AMBEV e na Mondelēz International (LU France), baseada na França.

C&A Brasil
Maquina Cohn Wolfe

sexta-feira, 27 de junho de 2025

BARBA E BIGODE. Por Marli Gonçalves*

Tô ficando quase maluca com a verificação se uma observação que ouvi de um amigo é mesmo verdade: a maioria dos gays está usando barba e bigode, ou só um ou só o outro. Importância? Nenhuma. Mas é a mania de ficar contando coisas nas ruas.

O amigo querido que encontrei em um evento LGBT me conta que tem uma mania interessante, mas ainda não cheguei nisso. Ele faz estatísticas de observação de coisas.  Observa cem casos e faz o cálculo; se me lembro bem, neste da barba e bigode no público gay masculino, apenas 12 % escapavam, segundo ele. Mas a coisa só piora, porque não faço estatística, mas agora reparo que é mais geral: a grande maioria dos homens, todas as opções, idades, carecas ou não, estão nessa. Ou barba. Ou bigode. Ou ambos. A costeleta também está em alta. Tudo bem aparadinho. Como disse, não tem a menor importância, a não ser contar também o número de barbearias em todos os cantos, mas é mesmo uma loucura quando a gente encasqueta com alguma coisa.

Você tem alguma mania dessas? Por exemplo, meu irmão adora formar palavras com essas novas placas “hieróglifos” Mercosul, cheias de letras e números quase irreconhecíveis, principalmente o zero e a letra 0 (é o 0 ou o Ø cortado?).  Sai cada uma! Essa placa nos tirou a possibilidade de uma outra distração, possível só em carros mais, digamos, idosos, e que era a de ver pelas placas de onde vinha o carro, que cidade, qual Estado, e que a gente achava lugares e nomes incríveis – agora tudo é uma massa só, Brasil. É, o trânsito de São Paulo cada vez pior, parado, possibilita essas certas manias para passar o tempo nos engarrafamentos.

Tem as modas. Vamos lá, agora no inverno mais uma vez podemos sair contando pessoas usando aqueles casacos ou jaquetas de nylon “puffer”, aqueles com gomos ou “gominhos”, acolchoados e volumosos, por aqui também apelidados como “bobojacos”, sabe-se lá por causa do quê, de onde veio esse nome feio.

Você pode também contar uma nova onda e que já tem lojas gigantescas no comércio popular: perucas, de todos os tamanhos, cores, formatos e materiais. Cada vez mais as pessoas querem se modificar, e melhor que seja assim, de forma provisória, que muda de acordo com o dia e humor. Muito melhor do que também temos visto nas celebridades e subcelebridades submetendo-se a arriscadas cirurgias de transformação. Quer coisa mais arriscada do que mudar a cor dos olhos com pigmentação que é como se fosse tatuagem? Nos olhos? Alguém, por favor, conta para eles que há muito existem avançadas e seguras lentes de contato coloridas?

Voltando à barba e bigode que tem ocupado meu tempo de distração, a curiosidade sobre o porquê de tantos gays as estarem usando, me levou a questionar a inteligência artificial, o novo oráculo. A resposta: “…pode ser visto como uma forma de afirmação da masculinidade, expressão de individualidade e até mesmo como um código gay discreto, segundo alguns” … Também veio isso: “O bigode, em particular, pode ter associações culturais e históricas, como a masculinidade, a virilidade e até mesmo a transgressão. Em alguns casos, o uso do bigode pode ser uma forma de brincar com essas associações ou de desafiar normas tradicionais de gênero” …

Ok. Entendido. Vou tentar controlar essa observação até achar outra melhor para contar. Vocês podem me ajudar com alguma indicação que repararam estar se espalhando? Ah, já cansei de contar camisas de times de futebol e as amarelas da Seleção, de triste memória, e também os hype coquinhos no cocuruto. A invasão de prédios cinza horrorosos na paisagem da cidade.

Aproveitando, Feliz Réveillon do segundo semestre a todos desse ano de 2025 que voa; creio que isso todos estão observando bem.



*Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela AmazonMe encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli GonçalvesFacebook,Instagram,TwitterBlueSky, Threadsmarli@brickmann.com.br.


PINK MONEY E O “MARKETING DA FARSA”: ATÉ QUANDO VAMOS APLAUDIR MARCAS OPORTUNISTAS? Por Luciana Lancerotti*

Todo ano é a mesma coisa: chega junho e, de repente, todo mundo vira aliado. Os logotipos ganham as cores do arco-íris, as vitrines viram templos da diversidade e o feed corporativo se enche de frases prontas sobre amor, respeito e inclusão.

E, à meia-noite de primeiro de julho, volta tudo ao “normal”. É aqui que mora o problema: por trás do glitter (ecológico, por favor!) e das hashtags, o que sobra é uma pergunta incômoda: até quando a gente vai bater palma para marca que só apoia quando é conveniente? Que só defende causas sociais e ambientais quando dá curtida e prêmio de marketing?

Vamos falar sério? Isso tem nome - e não é “engajamento”; é oportunismo. Queria poder ser mais suave e branda nesta abordagem, mas como estamos falando de respeito e justiça, não dá para contornar. Esses são, pra mim, os verdadeiros marcos de virada para um mundo melhor.

O arco-íris que não está na prática

Antes de mais nada, e até pra explicar por que este tema me inquieta tanto, deixo a pergunta: você sabe o que é pink money? O termo é usado para se referir ao poder de consumo da comunidade LGBTQIAPN+, e, como qualquer força de mercado, virou alvo de interesse comercial.

Trazendo agora para o contexto do artigo, o pink money e tantas outras causas sociais viraram linha de produto. Viraram discurso de ocasião - o conhecido “diversity washing”.

E o que a gente vê é um desfile de campanhas que emocionam, mas não se sustentam na prática. Marcas que falam de orgulho LGBTQIAPN+ e continuam patrocinando quem propaga discurso de ódio. Que lançam linha “eco” e mantêm cadeia produtiva tóxica. Que compartilham post antirracista e não têm um único líder de grupos minoritários na companhia.

E não dá mais pra fingir que não sabemos. Pesquisa da NielsenIQ de 2024 mostrou que os lares com ao menos uma pessoa LGBTQIAPN+ - chamados de “Rainbow Homes” - movimentaram R$18,7 bilhões no varejo brasileiro no ano móvel até o primeiro trimestre de 2024. Isso representa um crescimento de 39% em relação ao ano anterior. O ticket médio dessas famílias é 27% maior no e-commerce. Ou seja: dá lucro - e muito.

É fácil estampar arco-íris em junho. Difícil é bancar a diversidade no restante do ano, na contratação, na política de promoção, nas decisões estratégicas.

A gente precisa começar a olhar de verdade para temas sensíveis. E não estou dizendo que o marketing seja o vilão da história: a comunicação tem poder de transformação, sim. Mas, quando usada de forma rasa, ela reforça exatamente o que diz querer combater. Sem lastro, a narrativa vira maquiagem. E a gente sabe: maquiagem não cura ferida.

Vamos buscar consistência?

Se você é líder e sua marca diz que acredita em inclusão, reflita: sua cultura confirma isso? Sua comunicação acompanha? Sua equipe entende o que isso significa na prática?

Leve o tema para os treinamentos. Crie vagas afirmativas. Ouça especialistas. Transformar ambientes demanda energia de mudança - e aprendizado constante.

Como gosto sempre de lembrar: não é mais sobre culpa ou revolta. É sobre atitude. E sobre o pink money (ou qualquer outra prática de washing), também é sobre não fingir que não estamos vendo.

Fica aqui o convite - ou o incômodo, se preferir: romantizar marcas que performam causas sociais sem compromisso real é retroceder na nossa evolução como seres humanos.

Apoio não é estética, é ética. E está mais do que na hora de sermos todos responsáveis por um movimento verdadeiramente sustentável.

* Luciana Lancerotti é consultora e palestrante na área de Marketing com práticas sustentáveis para o mundo corporativo. Ex-CMO da Microsoft, possui mais de 32 anos de experiência em grandes empresas

Comunica PR

RANDONCORP É PREMIADA PELO COMPROMISSO COM AS MELHORES PRÁTICAS SOCIOAMBIENTAIS E DE GOVERNANÇA

Companhia foi destaque no prêmio Melhores do ESG, da revista Exame, na categoria Bens de Capital e Eletroeletrônicos

Daniel Randon, presidente da Randoncorp; exibe o troféu conquistado. Foto: Brunno Kawagoe | Divulgação

A Randoncorp recebeu, pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio Melhores do ESG 2025, iniciativa do Grupo Exame que valoriza empresas comprometidas com a sociedade, o meio ambiente e a governança corporativa. Vencedora na categoria Bens de Capital e Eletroeletrônicos, a companhia foi representada pelo presidente Daniel Randon na cerimônia de entrega da premiação, realizada na Casa Charlô, em São Paulo.

“É com muita alegria que recebemos mais uma vez este reconhecimento à nossa jornada ESG, sempre comprometidos com a construção de uma sociedade melhor para todos. A Randoncorp atua ativamente no combate às mudanças climáticas, especialmente promovendo a redução das emissões de gases de efeito estufa no setor de transporte por meio do desenvolvimento de produtos alinhados à mobilidade sustentável”, destaca Daniel Randon. Signatária do Pacto Global da ONU, a Randoncorp baseia sua atuação ESG em três pilares fundamentais: Planeta, Pessoas e Negócios.

Em 2021, a companhia estabeleceu compromissos públicos com a redução da emissão de gases de efeito estufa, reutilização de efluente tratado, ampliação da presença feminina em cargos de liderança, dentre outros pontos. Desde então, vem acompanhando o cumprimento das metas e colhendo bons resultados.

No ano passado, a empresa verificou a ampliação do uso de energia elétrica proveniente de fontes renováveis, chegando a 65% do total utilizado. No âmbito social, chegou ao marco de 20% dos cargos de liderança ocupados por mulheres - número muito próximo da meta de chegar a 22% em 2025 – e consolidou investimento recorde de R$ 64 milhões em segurança com foco na redução de risco das operações e eliminação de acidentes graves.

Criado em 2000 com o nome de Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa, o Melhores do ESG reconhece há mais de duas décadas práticas sustentáveis empresariais no Brasil. Na edição de 2025, são contempladas 19 categorias setoriais que reconhecem desde as iniciativas do agronegócio até o tratamento de resíduos e economia circular, refletindo a diversidade do tecido empresarial brasileiro e seus diferentes desafios em sustentabilidade. O processo seletivo tem metodologia desenvolvida em parceria com o Ibmec, uma das principais escolas de negócios do país.

Randoncorp

Multinacional brasileira referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações ao redor do mundo, alcança mais de 125 países com a comercialização de suas soluções e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 19 mil colaboradores.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais, por meio das marcas Suspensys, Castertech, Master e JOST Brasil. A Companhia também atua como montadora e está entre as dez maiores fabricantes de semirreboques do mundo, por meio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A Companhia conta, ainda, com a Rands, Plataforma de Soluções Financeiras e Serviços, que atende aos setores de transporte e logística, mercado de reposição, agronegócio, varejo, tecnologia e inovação.

O grupo impulsiona pesquisas em materiais, nanotecnologia e eletromobilidade e cria soluções em automação e robótica industrial com o Centro Tecnológico Randon (CTR), a NIONE e a Auttom.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, atua na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica por meio do apoio ao Instituto Hercílio Randon. Faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras.

Randoncorp
ANK Reputation

GESTÃO CONDOMINIAL CRESCE NO BRASIL, MAS APRESENTA PROBLEMAS

Este crescimento reflete-se em uma arrecadação superior a R$ 61 bilhões, impondo grande responsabilidade financeira e patrimonial aos síndicos, com demandas crescentes por transparência e eficiência na gestão

A carreira de síndico profissional está em ascensão no Brasil, impulsionada pelo aumento significativo da população que vive em condomínios. Dados do IBGE indicam que mais de 25 milhões de brasileiros residem em apartamentos, o que representa 12,5% da população do país. Entre 2000 e 2010, a quantidade de moradores em apartamentos passou de 7,6% para 8,5%. A cidade de São Paulo, por exemplo, ganhou mais de 400 mil apartamentos nesse período. O Sudeste é a região onde mais se vive em apartamentos, com 16,7% da população, enquanto o Norte é a região com menos pessoas nessa condição, com apenas 5,2%.

Este crescimento reflete-se em uma arrecadação superior a R$ 61 bilhões, impondo uma grande responsabilidade financeira e patrimonial aos síndicos. Com a crescente complexidade das exigências legais e a demanda por maior transparência e eficiência na gestão, a procura por síndicos têm aumentado. Esses profissionais, regidos pelo Art. 1.347 do Código Civil, são responsáveis por uma ampla gama de tarefas, incluindo manutenção do patrimônio, gestão financeira, segurança e cumprimento das normas técnicas e legais.

No entanto, a gestão condominial no Brasil enfrenta desafios significativos. A ausência de uma administração baseada em princípios científicos resulta em problemas de governança, supervisão inadequada de serviços, gestão ineficaz de processos e contratação de pessoal desqualificado. Esses problemas não só elevam os custos operacionais como também prejudicam a qualidade de vida dos moradores.

Para enfrentar esses desafios, muitos síndicos estão formalizando suas atividades com o apoio de empresas prestadoras de serviços de sindicatura, registradas nos Conselhos Regionais de Administração (CRAs). Este movimento é respaldado pelo Parecer Técnico nº 1/2023 do Conselho Federal de Administração (CFA) e pelo parecer jurídico do advogado Cristiano de Souza Oliveira, que reforçam a obrigatoriedade do registro nos CRAs para garantir a qualidade e legalidade dos serviços prestados.

Especialistas apontam a importância de um planejamento financeiro adequado e o uso de tecnologias inovadoras para aprimorar a gestão condominial. "A importância de um bom planejamento financeiro para condomínios transcende a mera contabilidade. Ele representa a promessa de uma gestão transparente e eficiente, capaz de lidar com desafios e imprevistos," afirma Marcelo Assunção, CEO da WohPag. "As fintechs oferecem soluções inovadoras para fortalecer a estabilidade financeira, garantindo um ambiente próspero para todos."

Marcelo destaca também o papel das fintechs na gestão condominial: "As inovações tecnológicas, associadas ao cenário de responsabilidades crescentes dos gestores condominiais, reforçam o papel dos bancos digitais na busca por um ambiente de negócios transparente e confiável. No mercado imobiliário, já existem fintechs dedicadas a garantir e apoiar a gestão dos saldos condominiais."

Embora os desafios sejam grandes, a profissionalização da gestão condominial representa um avanço essencial para atender às complexas demandas legais e de qualidade dos moradores. Com a adoção de boas práticas de administração e o apoio de tecnologias avançadas, espera-se que os condomínios no Brasil possam desfrutar de uma gestão mais eficiente e transparente, garantindo a valorização do patrimônio e a satisfação dos condôminos.

WohPag
NR7 - Full Cycle Agency

CUIDADO COM A TRAÇÃO TRASEIRA. Por chicolelis*

Porsche  GTR RS. Foto: Acervo pessoal de Fernando Silva Pinto

Vários foram os casos em que o motorista, acostumado a dirigir carros com tração dianteira, com cerca de 180 cv, entra em um superesportivo, com mais de 500 cv, com tração traseira, desliga o controle de tração e pisa fundo no acelerador, sem estar familiarizado com o carro. Pronto, está armado o circo para o grande espetáculo do desastre, que pode causar o chamado “pt” (gíria para dizer perda total) do bólido e, pior, ferimentos graves e até mortes.

Isso, é claro, sem contar nos casos, muito recentes em São Paulo, em que o motorista, por estar alcoolizados ou drogado (ou mesmo os dois) não tem noção se o controle de tração está ou não funcionando e causam mortes.

- É preciso ter paciência, saber primeiro os recursos que o carro tem. Acelerar forte um superesportivo, que tem tração traseira, sem saber qual a reação do carro é muito perigoso.

A afirmação é de Paulo Gomes, um dos mais importantes nomes do automobilismo brasileiro, vencedor de quatro edições do campeonato de Stock Car, com Opala de tração traseira, sendo um deles o primeiro da categoria, em 1979, além de outras categorias no Brasil, pilotando carros de tração dianteira, como a Copa Fiat.

Quanto a qual o melhor carro para dirigir, ”Paulão”, como é conhecido prefere o de tração traseira que, segundo ele, dá mais prazer de dirigir, porque permite trabalhar melhor o uso de acelerador e volante.

O especialista

Para Fernando Rebelato, que atuou na Engenharia da General Motors (Campo de Provas) e foi responsável pela homologação dos carros da marca BMW no Brasil,  não existem registros de casos, em que pessoas experientes tenham sido responsáveis por acidentes com superesportivos de tração traseira – “salvo em casos sob efeito de bebida ou drogas”, ressalta.

Para ele, que também prefere o carro de tração traseira, aquele de tração dianteira é mais fácil de dirigir. E lembra que hoje muitos carros esportivos têm tração total, o que facilita ainda mais a vida do motorista, desde que ele não desligue o controle de tração que, quando o sistema acha necessário, interfere no modo de dirigir, diminuindo velocidade, mesmo que o pé direito esteja pisando fundo.

Rebelato recomenda que, aquele que vai trocar seu carro de tração dianteira para um superesportivo de tração traseira, não o use sem um treinamento especial.

“Se você não sabe tocar gaita, não pega um carro de tração traseira, porque é preciso saber tocar”, diz Rebelato, lembrando um dito que corre entre os especialistas no setor.

O instrutor

Para Fernando Silva Pinto, instrutor no Porsche Clube of America e na Motorsport Safety Foudation, nos Estados Unidos, as diferenças entre tração dianteira e traseira determinam a forma de dirigir um carro. Para simplificar o raciocínio, vamos eliminar duas rodas do veículo e substituir a força do motor pela força humana. O resultado é uma bicicleta.

- Se – diz ele - a corrente transmitisse a força dos pedais para a roda dianteira (permitam a imagem) a bicicleta teria um pouco mais de estabilidade sobre um chão molhado, mas em uma ladeira – mesmo em piso seco - exigiria mais força nos pedais para subir, já que a roda com tração estaria puxando todo o peso (formado principalmente pelo ciclista). É fácil imaginar que em uma subida, quanto maior a força aplicada nos pedais, maior seria a tendência da roda dianteira a rodar um pouco em falso, ou seja, perder aderência.

Segundo ele, nos carros, o fenômeno é igual. A tração dianteira, “puxando” o veículo pode, numa curva, fazer as rodas motrizes perderem um pouco a aderência no asfalto. Isso é sub-esterçar ou, em linguagem mais comum, fazer o carro “sair de frente”. Mas em velocidades normais nas ruas e estradas, isso raramente acontece.

Ele destaca outros pontos igualmente citados pelo “Paulão” e pelo Rebelato, não só a tração dianteira é uma solução pratica em engenharia automotiva porque concentra motor, transmissão e tração em uma só área do carro (liberando espaço para passageiros e carga), mas também porque oferece um pouco de segurança extra em piso molhado – principalmente hoje em dia, com a sofisticação dos freios que usam ABS e o módulo de tração impedindo a cada fração de segundo que as rodas motrizes rodem em falso.

Na traseira, carro é “empurrado”

Nando, com o é conhecido, segue explicado suas teorias sobre a diferença entre traseira traseira (sua preferida) e a dianteira, dizendo que nos carros com tração traseira, a dinâmica é diferente. O veículo está sendo “empurrado” pelas rodas motrizes. Isso se traduz em uma aceleração mais linear. Numa curva, se o motorista pisar no acelerador bruscamente, o carro poderá sobre-esterçar, ou seja, perder a aderência nas rodas motrizes, “saindo de traseira”. O controle de tração evita isso até certo ponto. Passado esse ponto, o carro derrapa ou roda.

Porém nem todos os carros com tração traseira são iguais. Alguns têm o motor e transmissão na frente. Com peso na dianteira do veículo e a força motriz na traseira, o equilíbrio é eficiente. A maioria das BMWs atuais “rezam por essa cartilha”, com uma dinâmica previsível em curvas.

Mais equilibrados ainda são os carros que combinam tração traseira com motor entre eixos, como as Ferraris mais esportivas, os Porsches Cayman ou Corvettes de última geração. O desempenho deles nas curvas é sempre preciso.

E há os carros que despertam uma paixão especial: tem o motor e a transmissão atrás. Era o caso do icônico Fusquinha e é o desenho dos Porsches 911 desde 1964, quando começaram a ser produzidos. Mesmo com 60% do peso sobre o eixo traseiro, são carros em que o motorista, com experiência, consegue ter sensibilidade suficiente no acelerador para controlar a derrapagem das rodas motrizes e fazer a “saída de traseira” ajudar a trajetória controlada com ajustes precisos nas rodas dianteiras. Em termos de emoção ao volante, é difícil de superar.

Mas com tração dianteira ou com tração traseira, a disciplina necessária para dirigir aumenta quanto maior é a diferença entre o desempenho dos carros. Perder o controle pode ser uma questão de segundos. Os números explicam.

Um carro que foi mais vendido no Brasil, o Volkswagen Polo, pesa 1.100 quilos e tem em média, 84 cavalos de potência. Um dos esportivos importados mais vendidos é o Porsche 911 S, que pesa 1,550 quilos e tem 473 cavalos de potência. O Porsche é 41% mais pesado que o Polo, porém é 563% mais potente.

A 100 quilômetros por hora em linha reta, numa estrada com boas condições, não é uma velocidade muito alta. Mas numa rua, é. Movendo-se a 100km/h, um carro percorre um campo de futebol a cada 3,6 segundos.

O Polo demora cerca de 11 segundos para chegar a 100 km/h. Para um motorista com experiência média, 11 segundos é tempo limitado para calcular distâncias, movimentos de outros veículos, aproximação de pedestres. O Porsche chega aos 100 km/h em 3,3 segundos, ou seja, o tempo de reação fica 66% mais curto. Até para um motorista experiente, a chance de reagir deixa de ser limitada, fica crítica. A possibilidade de um acidente aumenta em 300%, conclui.

*chicolelis Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis.
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

quinta-feira, 26 de junho de 2025

CAMPOS DO JORDÃO REGISTRA BAIXAS TEMPERATURAS E SE PREPARA PARA A ALTA OCUPAÇÃO NA CIDADE

Com sensação térmica de -0,7°C, Campos do Jordão tem a expectativa de receber mais de 1,4 milhão de visitantes durante a temporada de inverno

* Linoel Dias

Campos do Jordão, com temperatura congelante, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros marcando -0,5°C durante a madrugada, já movimenta a cidade, com hotéis, pousadas, bares e restaurantes registrando aumento da procura.

A expectativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Campos do Jordão e do Comtur (Conselho Municipal de Turismo de Campos do Jordão) é de que mais de 1,4 milhão de visitantes passem por Campos do Jordão ao longo da temporada de inverno, ratificando a cidade como um dos principais destinos turísticos do país.

“A temporada de inverno representa um período estratégico para a economia local, impactando positivamente principalmente o setor de serviços. Nosso foco é proporcionar uma experiência surpreendente para o visitante e fortalecer o posicionamento de Campos do Jordão como referência nacional no turismo de inverno”, destaca Sidney Isidro, presidente do Comtur.

A rede hoteleira já comemora a alta nas reservas para os próximos fins de semana e também no feriado de 9 de julho. A cidade oferece uma programação variada para diferentes perfis de turistas: desde parques temáticos e experiências ao ar livre até ambientes acolhedores com lareiras, gastronomia típica de inverno, fondues, chocolates artesanais e a tradicional culinária regional com pinhão, vinhos e pratos sazonais.

Além disso, há novidades de lazer para toda a família. O Parque Tarundu, um dos principais complexos de lazer e turismo da cidade, localizado no Circuito Alto Lajeado, conta com o novo teleférico, um passeio suspenso com 600 metros de extensão que permite contemplar, com conforto e segurança, a cidade.

No badalado bairro Capivari, abre nesta quinta-feira, 26, o Serpentário Animais Incríveis e Onde Vivem, espaço que oferece uma atividade educativa e interativa com mais de 36 espécies entre animais peçonhentos e não peçonhentos. Abrem as portas também o Dreams Park Show que, com investimento de aproximadamente R$ 100 milhões, contará com quatro atrações. As primeiras serão inauguradas já no mês de julho: o Museu de Cera Dreamland e o Parque de Miniaturas, uma cidade em escala 1/87. Já em outubro, será a vez do Vale dos Dinossauros e da Casa do Terror.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com