terça-feira, 30 de dezembro de 2025

JOSÉ MARTINS É O NOVO GERENTE DE VENDAS INDUSTRIAIS DA TOTALENERGIES NO BRASIL

José Martins

A TotalEnergies Marketing Services Brasil Lubrificantes anuncia a nomeação de José Martins da Silva Junior como novo Gerente de Vendas de Lubrificantes e Especialidades para o segmento Industrial no Brasil.

José se reportará a Luis David Rodríguez, Vice-Presidente de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies. Juntos, trabalharão para desenvolver e fortalecer a presença dos lubrificantes e especialidades da TotalEnergies no Brasil.

“Estou muito animado para assumir esta posição e confiante de que, junto com nossa equipe altamente qualificada, fortaleceremos parcerias existentes e exploraremos novas oportunidades no mercado industrial brasileiro. Meu compromisso é manter a segurança e a excelência como pilares fundamentais, garantindo que nossas operações estejam em conformidade com os mais altos padrões de qualidade e sustentabilidade. Dessa forma, construiremos um negócio sólido e entregaremos soluções inovadoras aos nossos clientes.” — José Martins da Silva Junior.

“Estamos felizes em receber José na afiliada do Brasil. Seu histórico excepcional no mercado B2B, com foco em expansão regional, representa um ativo significativo para a TotalEnergies. Sua experiência será fundamental para reforçar nossa estratégia no Brasil”, disse Luis David Rodríguez, VP de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies.

Com esta nomeação, a TotalEnergies reforça sua liderança e compromisso com o desenvolvimento industrial sustentável no Brasil, alavancando a subsidiária no setor B2B, além de buscar expandir sua presença em segmentos-chave como laminação de metais, energia, mineração, alimentos e bebidas, entre outros.

Martins é graduado em Engenharia Mecânica Industrial e possui MBA em Marketing. Ele traz mais de 20 anos de experiência liderando operações comerciais no setor de lubrificantes industriais, com forte foco no mercado B2B e uma mentalidade estratégica marcada pela inovação e liderança de equipes multidisciplinares.

A TotalEnergies atua no mercado brasileiro de lubrificantes por meio das marcas Quartz, Rubia, ELF, Lubrilog, Nevastane, Kleenmold e LubMarine, oferecendo uma ampla gama de produtos para atender às necessidades dos segmentos automotivo, motocicletas, agrícola e industrial.

A TotalEnergies é uma empresa global de energia integrada que produz e comercializa energias: petróleo e biocombustíveis, gás natural, biogás e hidrogênio de baixo carbono, renováveis e eletricidade. Nossos mais de 100.000 colaboradores estão comprometidos em fornecer energia mais confiável, acessível e sustentável para o maior número possível de pessoas. Presente em cerca de 120 países, a TotalEnergies coloca a sustentabilidade no centro de sua estratégia, projetos e operações

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

GOVERNO FEDERAL APROVA ESTUDOS FINAIS PARA ARRENDAMENTO DEFINITIVO DO PORTO DE ITAJAÍ

O Ministério de Portos e Aeroportos encaminhou projeto à Antaq solicitando dispensa de nova audiência pública para agilizar envio ao TCU. Leilão deve ser realizado no 1º semestre de 2026

Foto: Ascom/Porto de Itajaí

O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), concluiu mais uma etapa decisiva para garantir o futuro do Porto de Itajaí (SC). O MPor aprovou a versão final dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o arrendamento definitivo do complexo de Itajaí. Os documentos foram encaminhados na sexta-feira (26) à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fará a elaboração das minutas de edital e de contrato. A previsão é que o leilão seja realizado no primeiro semestre de 2026.

No despacho enviado à agência reguladora, a Secretária Nacional de Portos solicita a dispensa de uma nova fase de audiência pública. A justificativa técnica é que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas pela sociedade e pelo mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. A meta do Ministério de Portos e Aeroportos é obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril de 2026.

Para o ministro Silvio Costa Filho, essa concessão coroa o esforço do Governo Federal em reerguer o porto. "Nosso foco sempre foi garantir que o Porto de Itajaí tenha um horizonte seguro para crescer. Trabalhamos incansavelmente para superar os desafios recentes e promover essa retomada. Agora, com a concessão definitiva, vamos oferecer a previsibilidade que o setor produtivo espera. Estamos saindo da fase de transição para um ciclo de investimentos de longo prazo, assegurando que o porto tenha a infraestrutura necessária para atender com eficiência a cadeia produtivo nacional e internacional", afirmou o ministro.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, essa medida visa otimizar o cronograma sem abrir mão do rigor técnico. "Essa aprovação é uma resposta necessária que o MPor dá à sociedade e ao mercado. Entendemos a importância estratégica do Porto de Itajaí; por isso, não estamos medindo esforços para encurtar caminhos burocráticos, sempre com responsabilidade, para garantir que o leilão aconteça no prazo a que nos comprometemos", disse.

Solução definitiva

O projeto prevê um montante de R$ 2,8 bilhões em investimentos, com uma cláusula estratégica de celeridade: R$ 920 milhões deverão ser executados já nos primeiros três anos de contrato. Esse aporte inicial tem como foco a modernização de equipamentos e melhorias na infraestrutura para receber e manobrar os navios.

A transformação física do complexo será expressiva. A modelagem estipula a construção de um novo terminal de contêineres, com capacidade estática de 37.152 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e uma ampliação de 90% nas áreas de pátio, resolvendo um dos principais gargalos operacionais do porto.

Além do ganho logístico, a concessão trará forte impacto socioeconômico para a região, com geração de empregos diretos e indiretos e o respectivo incremento na renda da região.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

BRASIL AVANÇA PARA ATENDER DEMANDA DE COMBUSTÍVEL SUSTENTÁVEL DE AVIAÇÃO ATÉ 2029

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo

O Brasil encerra o ano com avanços concretos na transição energética da aviação. O país já conta com capacidade técnica, produtiva e regulatória para atender, até 2029, a demanda nacional por combustível sustentável de aviação (SAF) e avançar na consolidação desse mercado. Um dos marcos desse processo foi o anúncio da Petrobras em relação às primeiras entregas de SAF 100% produzido no Brasil. A iniciativa integra as políticas públicas coordenadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para fortalecer a cadeia nacional do SAF e resulta dos investimentos da estatal no desenvolvimento de novos biocombustíveis.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressalta que o avanço do combustível sustentável de aviação é decisivo para posicionar o Brasil na agenda global de descarbonização do transporte aéreo. “Estamos estruturando um novo mercado no país, com planejamento, segurança regulatória e investimentos que dão previsibilidade ao setor. A produção nacional de SAF fortalece a indústria brasileira, gera oportunidades econômicas e permite que a aviação cresça de forma sustentável, em linha com os compromissos ambientais internacionais”, afirmou o ministro.

O Ministério de Portos e Aeroportos tem atuado como um articulador ativo na transição energética do setor aéreo. O objetivo é facilitar essa transição e fomentar a produção de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), alinhando o Brasil às novas regulamentações, como a Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/24).

Para isso, o MPor criou, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, o Fórum de Transição Energética na Aviação Civil (Fotea), um comitê interministerial focado em propor políticas públicas, coordenar ações e monitorar o programa de SAF.

Importância do combustível sustentável

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo.

No Brasil, o desenvolvimento desse mercado avança apoiado na capacidade instalada da nossa indústria de refino, na experiência acumulada sobre biocombustíveis e na nossa grande oferta de matérias-primas de origem renovável, como óleos vegetais. Esse conjunto de fatores permite ao país a criação de uma cadeia produtiva alinhada aos padrões internacionais de sustentabilidade, com potencial para atender as exigências regulatórias do setor aéreo e de ampliar a oferta de combustíveis que gerem menos emissão de carbono (CO2).

No caso do SAF, a redução das emissões de CO₂ ocorre porque parte de sua composição usa matéria-prima de origem vegetal, processada em conjunto com o querosene de aviação mineral. De acordo com a Petrobras, essa parcela renovável tem uma redução prevista de até 87% nas emissões líquidas de carbono.

O desenvolvimento do SAF está alinhado às diretrizes do Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação, que tem como objetivo estimular investimentos, ampliar a capacidade produtiva e garantir segurança regulatória para o setor. A atuação integrada entre órgãos do governo federal e empresas estratégicas é fundamental para criar um ambiente favorável à consolidação dessa cadeia produtiva.

Com políticas públicas estratégicas, os investimentos da Petrobras e o fortalecimento do marco regulatório, o Brasil avança na consolidação de um mercado nacional de SAF, contribuindo para a redução das emissões na aviação e para a construção de uma economia de baixo carbono no país.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

SP BATE RECORDE HISTÓRICO E RECEBE 2,8 MILHÕES DE TURISTAS INTERNACIONAIS

Estado consolida posição como principal porta de entrada do Brasil e registra crescimento do turismo acima da média da economia

Av. Paulista. Foto: José Cordeiro | SPTuris

* Linoel Dias

O Estado de São Paulo alcança, em 2025, um marco histórico no turismo internacional, com a estimativa de 2,8 milhões de turistas estrangeiros, o maior volume já registrado. O resultado consolida São Paulo como o principal destino e a maior porta de entrada do Brasil para visitantes internacionais, reforçando sua relevância estratégica no cenário nacional e global do turismo. As estimativas são do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).

O desempenho confirma a capacidade de crescimento do setor turístico paulista, que avança acima da média da economia do estado em um contexto de retomada e expansão do turismo mundial. A consolidação de uma maior propensão ao consumo de viagens, no Brasil e no exterior, aliada à força do mercado interno e à conectividade internacional do estado, sustenta esse movimento positivo.

De acordo com o CIET, o fluxo total de turistas em São Paulo deve atingir 51,5 milhões de visitantes em 2025, superando em 500 mil a projeção inicial para o ano. Desse total, 48,7 milhões correspondem ao turismo nacional, com crescimento de +4,3%, enquanto o turismo internacional apresenta uma expansão expressiva de 23,1%, evidenciando o fortalecimento da presença do estado nas rotas globais de viagem.

O avanço do fluxo turístico tem impacto direto na economia paulista. A estimativa é que o PIB do turismo alcance R$ 341 bilhões em 2025, crescimento de +3,75% em relação a 2024, elevando a participação do setor para 9,75% do PIB total do estado. O resultado supera as expectativas iniciais e reflete, sobretudo, o melhor desempenho da chegada de turistas internacionais, o fortalecimento do turismo de proximidade e a robustez do mercado de trabalho no setor.

A liderança de São Paulo como principal porta de entrada do turismo internacional no Brasil é sustentada por sua infraestrutura logística e aérea. O estado abriga o maior hub aeroportuário do Hemisfério Sul e da América Latina, formado pelos aeroportos de Guarulhos, Congonhas e Viracopos, responsáveis pela maior parte das conexões internacionais do país. Em 2025, esse sistema deve movimentar 84 milhões de embarques e desembarques, enquanto o fluxo total nos aeroportos paulistas, incluindo os 11 aeroportos regionais, deve alcançar 86,2 milhões de passageiros.

O crescimento do turismo também foi observado na geração de emprego e renda. A projeção é de um saldo líquido de 39 mil novos postos de trabalho formais diretos no setor, elevando o estoque de empregos formais no turismo para 972.371, um crescimento de +4,2% em relação ao ano anterior.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

EMBARCAÇÕES DA CAMORIM GARANTEM A FESTA DO RÉVEILLON 2026 DO RIO DE JANEIRO

Queima de fogos mobilizará 60 embarcações e mais de 200 funcionários da Camorim

Foto: Davi Torres|Divulgação Camorim

Há mais de 20 anos, embarcações da Camorim Serviços Marítimos participam da queima de fogos em diversos pontos do Rio de Janeiro. Enquanto mais de três milhões de pessoas estiverem acompanhando nas praias de Copacabana, Flamengo, Icaraí e Macaé a chegada do novo ano, mais de 200 funcionários da empresa estarão trabalhando com atenção total, envolvidos na condução e no monitoramento de diferentes tipos de embarcações — como rebocadores, balsas e lanchas — para preservar a segurança e a beleza que tornou o réveillon fluminense famoso no mundo inteiro.

Desde a virada do ano de 2001 para 2002 que embarcações da empresa participam da queima de fogos em diferentes pontos do Rio de Janeiro. No Réveillon de 2026, a Camorim terá atuação estratégica na queima de fogos em Copacabana, no Flamengo, em Icaraí e em Macaé, mobilizando 60 embarcações e mais de 200 funcionários.

A operação de maior envergadura é a de Copacabana. Para que o público acompanhe os 12 minutos da queima de fogos, a empresa movimentará 150 funcionários e 46 embarcações. Nas águas da Princesinha do Mar serão operadas 19 balsas — o maior número já utilizado na orla carioca —, 14 rebocadores, 12 lanchas e uma Cábrea.

No dia 20 de dezembro, foi finalizado o processo de preparação das balsas nas bases da Camorim. Entre os dias 21 e 25, foi feita a montagem, com a arrumação dos fogos de artifício. Ontem e hoje (29) está sendo realizada a operação de pré-fundeio, que prepara as embarcações para ficarem amarradas a um ponto fixo durante a queima de fogos.

A contagem regressiva para a festa da virada começa amanhã, dia 30. A partir das 19h, as balsas são levadas para a Praia de Copacabana para serem posicionadas. Esse processo se estende até a manhã do dia 31. No último dia do ano, integrantes da empresa acompanham o alinhamento das balsas, feito de forma transversal à linha da praia. Além disso, a Capitania dos Portos também vistoria os trabalhos para que tudo esteja conforme o planejado.

A queima de fogos, no entanto, depende de autorização da Marinha, feita às 23h30 do dia 31. Isso porque as condições meteorológicas podem interferir no processo. Em alguns anos, a autorização saiu no último minuto. “Reconhecemos o esforço de nossos funcionários. Eles são verdadeiros heróis. Trabalham com muito empenho e carinho para que essa grande festa possa acontecer”, explica João Guerra, gerente comercial da Camorim Serviços Marítimos.

As equipes da Camorim se dividem nos rebocadores e nas lanchas, que também transportam técnicos responsáveis pelos fogos, equipes de segurança e da Capitania dos Portos. Além disso, um grupo de dez funcionários da Camorim monitora, em terra, o andamento dos trabalhos.

Após uma hora do final da queima de fogos, começa o trabalho do novo ano. Os funcionários retornam com as balsas à base. Essa operação termina na manhã do primeiro dia do ano. Boa parte dos profissionais envolvidos nessa operação começa a trabalhar no dia 30 e só retorna para casa no início da tarde de 1º de janeiro.

“Temos equipes que trabalham há anos na operação de Copacabana. As famílias compreendem que se trata de um trabalho de muita responsabilidade. E enquanto milhões de pessoas festejam nas praias, eles seguem firmes e atentos, para garantir que tudo ocorra com a maior segurança possível”, acrescenta João Guerra.

A Camorim Serviços Marítimos é uma empresa 100% brasileira com 30 anos de atuação no setor marítimo nacional. Considerada um hub 360° na oferta de soluções completas em logística e navegação, a corporação emprega mais de 1.300 colaboradores, gerando oportunidades ao longo de toda a costa brasileira. Dentre os serviços oferecidos pela corporação, destacam-se: reboque portuário, logística portuária e apoio offshore. Com mais de 150 embarcações, a Camorim oferece a frota mais diversificada do Brasil, composta por rebocadores (azimutais, TKM e convencionais); embarcações do tipo LH (Line Handler), PSV (Platform Supply Vessel), AHTS (Anchor Handling Tug Supply) e OSRV (Oil Spill Response Vessel); balsas de carga, balsas de água, cábreas (balsas-guindaste) e lanchas (de carga e de passageiros). A Camorim possui um moderno estaleiro localizado na Ilha da Conceição, em Niterói, onde opera um Terminal de Uso Privado (TUP). Além disso, a empresa conta com três bases operacionais estrategicamente localizadas (duas em Niterói e uma em Vitória, no Espírito Santo), que ampliam o suporte a operações marítimas. A empresa atua, ainda, em portos estratégicos do litoral brasileiro: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Maranhão

Camorim Serviços Marítimos
LGA Comunicação

SAULO MIGUEL É O NOVO DIRETOR DE OPERAÇÕES DO GRUPO SUPLEY

Saulo Miguel

O Grupo Supley, um dos principais hubs de marcas de saudabilidade e performance da América Latina, apresenta Saulo Miguel como o novo Chief Operating Officer (COO). Com carreira sólida e reconhecida no setor industrial e de operações, Saulo chega ao Grupo com bagagem de quase 30 anos de experiência na Heineken, onde atuou em posições estratégicas de liderança, desenvolvimento operacional e excelência industrial.

Ao longo da sua trajetória na Heineken Brasil, Saulo desempenhou papéis de destaque na gestão de operações e supply chain, comandando grandes unidades industriais e projetos de transformação voltados para eficiência, qualidade e sustentabilidade.

Reconhecido por sua capacidade de integrar visão de longo prazo com execução prática, liderança de equipes de alto desempenho e foco em resultados consistentes, de crescimento e inovação, o executivo entra como um reforço valioso para a jornada de expansão e fortalecimento do Grupo Supley no cenário nacional e global.

“Nossas prioridades incluem elevar a eficiência operacional, integrar processos para decisões mais ágeis, aumentar o controle sobre os processos e fornecer suporte efetivo para as pessoas, apoiar expansão e inovação do portfólio, e desenvolver um time ainda mais forte e engajado dentro do Grupo Supley”, diz Saulo.

Sobre objetivos, o novo COO diz que tem os clientes e consumidores como centro da estratégia, alicerçados em uma cultura de Segurança em primeiro lugar e qualidade indiscutível para transformar o Supply Chain em um motor de vantagem competitiva para a Supley, garantindo uma cadeia ágil, resiliente e orientada à performance, capaz de sustentar o crescimento do negócio.

O Grupo Supley é um dos principais hubs de marcas de saudabilidade e performance da América Latina, compreendendo as marcas Max Titanium, Probiótica e Dr. Peanut. Com portfólio variado e dedicação contínua à qualidade e inovação, a companhia busca proporcionar aos atletas e entusiastas do mundo fitness os produtos mais avançados e eficazes para ajudá-los a alcançar seus objetivos

Grupo Supley
Danthi

domingo, 28 de dezembro de 2025

OS PRIMEIROS MOTORES A ÁLCOOL NO BRASIL. Por Ricardo Hernandes*

Em 1976, o Brasil viveu um momento decisivo em sua história energética e industrial. Em meio às incertezas provocadas pela crise internacional do petróleo, o país buscava soluções que reduzissem a dependência de combustíveis fósseis importados.

Foi nesse contexto que em outubro daquele ano ocorreu o rali de validação dos três primeiros motores movidos a álcool etílico hidratado, desenvolvidos, testados e validados por engenheiros e técnicos do CTA - Centro Técnico Aeroespacial, de São José dos Campos, liderados pelo criador do projeto, o engenheiro Urbano Ernesto Stumpf, considerado “O pai do motor a álcool no Brasil”. Um episódio pouco lembrado, mas fundamental para a consolidação do etanol como alternativa viável à gasolina.

Chegada dos carros a álcool para apresentação pública em uma unidade militar de Minas Gerais

Contexto econômico e político

A crise do petróleo de 1973 havia exposto a vulnerabilidade da economia brasileira, altamente dependente da importação de derivados de petróleo. A elevação abrupta dos preços afetou a balança comercial e pressionou o crescimento econômico. Diante desse cenário, o governo federal passou a incentivar pesquisas voltadas a fontes energéticas alternativas, culminando na criação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool) em 1975.

Entretanto, antes da adoção em larga escala do álcool como combustível automotivo, era necessário provar sua viabilidade técnica e operacional. Não bastavam testes de laboratório: era preciso demonstrar que motores movidos a álcool poderiam resistir às condições reais de uso no território brasileiro.

O rali de validação

O rali realizado em 1976 teve justamente esse papel. Três veículos experimentais, um Dodge Polara, um Volkswagen Fusca e um Gurgel Xavante, equipados com motores desenvolvidos especificamente para funcionar com álcool etílico hidratado, foram submetidos a um percurso longo e exigente, trajeto que contou com  o apoio logístico de uma picape Chevrolet C-10 e uma Chevrolet Veraneio. 

O percurso de 8.500 km, cortando nove estados brasileiros em 21 dias, incluiu diferentes tipos de estradas, variações climáticas e regimes de condução, simulando o uso cotidiano dos automóveis.

"No meio do nada e distante de tudo": registro de uma das paradas técnicas para abastecimento dos veículos, feito com galões de álcool cuja distribuição para os diversos pontos do percurso da Caravana de Integração Nacional  ficou a cargo do Exército e da Força Aérea Brasileira. 

Durante o rali, foram avaliados aspectos cruciais, como:

durabilidade mecânica;

desempenho em longas distâncias;

consumo de combustível;

comportamento em partidas a frio;

confiabilidade geral do conjunto motor–veículo.

Resultados e impactos

Rio de Janeiro, em frente às instalações do IPEM - Instituto de Pesos e Medidas. À época, como repórter-fotográfico do Diário do Grande ABC, recebi a missão de cobrir a pauta. Na foto, apareço à esquerda, junto aos integrantes do time de engenheiros e técnicos do CTA, responsáveis pelo desenvolvimento e testes dos motores, promoção e realização do rali; logo após uma das diversas palestras de apresentação do projeto, realizadas durante todo o percurso, direcionadas a autoridades, empresários e convidados de cada localidade.  

Os resultados do rali, ou Caravana da Integração Nacional,  foram amplamente positivos. Os motores apresentaram desempenho satisfatório e confiável, demonstrando que o álcool poderia ser utilizado como combustível automotivo sem comprometer a eficiência ou a segurança. A alta octanagem do álcool revelou-se uma vantagem técnica importante, permitindo melhor aproveitamento do motor e abrindo caminho para futuros avanços de engenharia.

O sucesso do rali teve impacto direto nas decisões políticas e industriais. Ele ofereceu a validação prática necessária para que o Proálcool avançasse e para que as montadoras passassem a investir na produção de veículos movidos exclusivamente a álcool.

Legado histórico

Dodge Polara, o "pace car" da Caravana da Integração Nacional, recebeu um mastro e a Bandeira do Brasil na preparação para a apresentação ao Presidente da República, em Brasília.

Poucos anos depois, em 1979, o Brasil lançaria o Fiat 147 a álcool, o primeiro automóvel produzido em série no mundo movido exclusivamente por esse combustível. Esse avanço não teria sido possível sem a experiência acumulada no rali de 1976.

O rali de validação dos motores a álcool representa, portanto, um marco histórico na trajetória brasileira rumo à autonomia energética e à inovação tecnológica. Seu legado permanece vivo até hoje, especialmente na consolidação da tecnologia Flex Fuel, que transformou o Brasil em referência mundial no uso de biocombustíveis.

Esse episódio evidencia como decisões técnicas, quando aliadas a políticas públicas estratégicas, podem produzir impactos duradouros na economia, na indústria e no meio ambiente.

* Ricardo Hernandes (na foto aos 24 anos de idade) jornalista há 57 anos, conta com passagens pelos jornais O Repórter e Diário do Grande ABC, Assessoria de Imprensa da General Motors do Brasil, Coisas de Agora Comunicação, TV São Caetano, NET TV, e também como colaborador e prestador de serviços de Comunicação Social, em órgãos públicos e empresas privadas.

Fotos: ©Ricardo Hernandes|DGABC

LEONARDO VAI DESENVOLVER E ENTREGAR OS PRIMEIROS QUATRO RADARES ITALIANOS DE ÚLTIMA GERAÇÃO PARA DEFESA BALÍSTICA DE LONGO ALCANCE

Um passo decisivo no desenvolvimento e na implementação do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome, apresentado oficialmente há três semanas

A Leonardo dá um grande passo à frente no desenvolvimento e na implementação dos habilitadores tecnológicos do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome ao assinar um contrato com a italiana TELEDIFE (Direzione Informatica Telematica e Tecnologie Avanzate) para o desenvolvimento e a entrega de quatro radares de próxima geração, projetados para contrapor ameaças balísticas de longo alcance (3.000 km).

A assinatura marca o segundo marco do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome desde sua apresentação oficial, em novembro. O contrato ocorre após o bem-sucedido primeiro lançamento de qualificação do sistema italiano de mísseis terra-ar SAMP/T NG, realizado no início de dezembro, equipado com o radar móvel de alta potência de última geração KRONOS Grand Mobile, da Leonardo.

O contrato inclui o fornecimento do Radar Baseado em Terra (GBR – Ground Based Radar) e do Radar Móvel de Longo Alcance (MLRR – Mobile Long Range Radar). Esses sistemas contam com tecnologia AESA GaN totalmente digital (Active Electronically Scanned Array – Nitreto de Gálio), que proporciona alta eficiência e maior alcance de detecção, além de serem capazes de oferecer vigilância avançada e alerta antecipado, identificação precisa e rastreamento oportuno de alvos. Isso permite a atualização em tempo real da imagem tática e a designação eficaz dos Radares de Controle de Tiro (FCR) e dos respectivos efetores, de acordo com a arquitetura aberta e a versatilidade de integração de ativos em cenários multidomínio, em consonância com o projeto e a filosofia operacional do Michelangelo Dome.

Essas características, combinadas com outras capacidades avançadas, tornam os novos radares uma das soluções mais eficazes para atender aos requisitos da defesa balística integrada, posicionando essa tecnologia entre as mais avançadas da Europa no campo de sensores radar. Com esse programa, a Itália torna-se o primeiro país europeu a dispor de capacidades nacionais integradas de defesa aérea e antimísseis para enfrentar novas ameaças de longo alcance.

Leonardo
Approach

BYD INVESTE MAIS DE R$ 1,1 MILHÃO EM PARCERIA COM O SENAI PARA CAPACITAÇÃO, PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO VOLTADAS ÀS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO AMAZONAS

A formação será realizada a bordo da embarcação Samaúma, barco-escola do Senai, que capacitará 320 alunos em 16 turmas de 20 estudantes

A BYD Indústria de Baterias LTDA está ampliando seus investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no Amazonas. Com mais de R$ 1,1 milhão destinados ao fortalecimento da capacitação profissional e ao avanço tecnológico da região Norte, a companhia acaba de lançar um programa educacional especializado em energia solar voltado às comunidades ribeirinhas fora da região metropolitana de Manaus em parceria com o Senai e com o apoio do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS) e da SUFRAMA. A iniciativa integra o esforço regional de pesquisa e inovação e promove capacitação técnica, inclusão produtiva e desenvolvimento socioeconômico das comunidades amazônicas.

A formação será realizada a bordo da embarcação Samaúma, barco-escola do Senai, que capacitará 320 alunos em 16 turmas de 20 estudantes. Os conteúdos abrangem sistemas fotovoltaicos, inversores de frequência, fundamentos da Indústria 4.0, saúde e segurança, TI, sustentabilidade, eletricidade e aplicações práticas de tecnologia solar, preparando os alunos para atuar em um mercado em expansão e cada vez mais estratégico para o país.

“A energia solar é mais do que uma solução tecnológica. Em regiões isoladas, ela se torna uma aliada crítica para garantir autonomia, desenvolvimento e oportunidades reais. Um projeto educacional como esse amplia horizontes, oferecendo aos jovens da Amazônia acesso às ferramentas necessárias para construir um futuro mais próspero e sustentável”, afirma Tyler Li, Presidente da BYD no Brasil.

Rogério Azevedo, Diretor Regional do SENAI no Amazonas explica que a parceria representa um marco para a modernização das iniciativas de formação profissional na região. “A parceria com a BYD é estratégica para as atividades do SENAI no Amazonas e para toda a Amazônia, especialmente considerando nossa trajetória de mais de 45 anos com os barcos-escola Samaúma e Samaúma II. Ao longo desse período, já qualificamos mais de 65 mil alunos em 65 municípios dos estados amazônicos. Poder revitalizar esse trabalho, agora com foco em novas tecnologias por meio deste projeto com a BYD, reforça nosso compromisso contínuo com a formação profissional e o desenvolvimento da região”, finaliza o executivo.

Além da qualificação profissional, o projeto também avalia soluções off-grid com baterias de lítio, capazes de oferecer energia independente da rede convencional. A tecnologia é especialmente adequada ao contexto ribeirinho, que utiliza balsas e embarcações e enfrenta limitações de infraestrutura elétrica.

A atuação da BYD em energia solar é robusta: já foram produzidos 2,5 milhões de módulos fotovoltaicos ao longo da trajetória da empresa, impulsionando a descarbonização no Brasil e reforçando seu propósito de construir um futuro mais sustentável.

Centro de Referência em Energia Solar

A BYD Energy do Brasil opera de forma integrada em toda a cadeia da energia solar, com estrutura completa em Campinas (SP), que inclui P&D, produção nacional e atendimento pós-venda. A fábrica de módulos fotovoltaicos foi inaugurada em 2017 e, em 2023, a empresa instalou o primeiro laboratório da América Latina dedicado ao estudo do ciclo completo de produção de módulos, com investimentos superiores a R$ 6,5 milhões.

Este centro conduz testes de degradação, perda de potência, resistência climática e desempenho de diferentes tecnologias em ambientes tropicais, ampliando a capacidade de inovação do grupo no Brasil.

Paralelamente, a BYD Indústria de Baterias LTDA já investiu mais de R$ 7,2 milhões adicionais em iniciativas estratégicas, incluindo criação de novos produtos, softwares de monitoramento, laboratório de análise de baterias para aplicações em sistemas estacionários (second life), capacitação em Lean Manufacturing e Indústria 4.0, além de sistemas de segurança com EPI monitorados por inteligência artificial.

A BYD é líder global em carros movidos a nova energia - elétricos e híbridos plug-in. Há mais de 10 anos no Brasil, também se destaca pela produção de componentes eletrônicos, painéis solares e soluções de armazenamento de energia. A empresa opera fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM) e, em 2024, deu início à produção no Complexo de Camaçari, na Bahia, que abriga o maior complexo fabril da companhia fora da Ásia. A BYD ainda é responsável pelo projeto do monotrilho da Linha 17 – Ouro do Metrô de São Paulo (Skyrail). Em 2024, a greentech vendeu 7 em cada 10 veículos elétricos e 1 em cada 4 híbridos no Brasil, conquistando a 10ª posição no ranking geral de vendas de carros de passeio no País. Com a missão de diminuir a temperatura da Terra em 1°C, a BYD é pioneira na transição para uma economia de baixo carbono, alinhando suas operações ao Pacto Global da ONU e liderando a revolução sustentável no setor automotivo

BYD
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INPASA ANUNCIA NOVA BIORREFINARIA EM RONDONÓPOLIS (MT) E AMPLIAÇÃO EM NOVA MUTUM, SOMANDO R$ 3,48 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO ESTADO

A nova unidade receberá R$ 2,77 bilhões; a expansão de Nova Mutum, outros R$ 704 milhões

A Inpasa, maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina, anuncia um novo ciclo de investimentos no Mato Grosso, totalizando R$ 3,48 bilhões. O pacote contempla a construção de uma nova unidade em Rondonópolis e a ampliação da biorrefinaria de Nova Mutum, consolidando a presença da companhia em um dos principais polos agroenergéticos do país.

A nova unidade, localizada no sudeste mato-grossense, será a 10ª unidade da companhia e a 3ª no estado. Com investimento de R$ 2,77 bilhões, o projeto prevê a geração de até 2.500 empregos diretos e indiretos durante a construção e 400 empregos fixos na operação. A inauguração está prevista para o primeiro trimestre de 2027.

A biorrefinaria terá capacidade anual para processar 2 milhões de toneladas de grãos, resultando na produção de 1 bilhão de litros de etanol, 490 mil toneladas de DDGS (ingrediente para nutrição animal), 47 mil toneladas de óleo vegetal e 345 mil GWh de de energia elétrica.

Em Nova Mutum, com investimento de R$ 704 milhões, a expansão adicionará 1 milhão de toneladas de grãos na capacidade anual, totalizando 3 milhões de toneladas. A produção adicional será de 350 milhões de litros de etanol, totalizando a produção de 1,4 bilhão de litros, +183 mil toneladas de DDGS. A obra deve gerar cerca de 800 empregos e tem previsão de conclusão no final de 2026.

“Estamos avançando em um dos maiores ciclos de expansão da história da Inpasa. A nova unidade em Rondonópolis e a expansão em Nova Mutum fortalecem nossa estratégia de integrar agricultura, energia e indústria, ampliando a oferta de biocombustíveis e coprodutos de alto valor agregado. Este anúncio marca mais um passo decisivo na consolidação da companhia como a maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina”, destaca Éder Odvar Lopes, presidente da Inpasa.

Expansão no Brasil

Fundada em 2006, a Inpasa iniciou suas atividades no Paraguai e hoje possui sete unidades em operação no Paraguai e no Brasil — nos estados de Mato Grosso (Sinop e Nova Mutum), Mato Grosso do Sul (Dourados e Sidrolândia) e Maranhão (Balsas), além de duas plantas em construção: Luís Eduardo Magalhães (BA), com previsão de inauguração no primeiro trimestre de 2026, e Rio Verde (GO), anunciada em outubro deste ano, com investimento de R$ 2,5 bilhões e previsão para o primeiro trimestre de 2027. Com a chegada a Rondonópolis (MT), a companhia amplia sua presença nacional e reafirma o compromisso com a produção sustentável de energia e com a segurança alimentar global.

Com aproveitamento integral da matéria-prima, a Inpasa transforma grãos em produtos de alto valor agregado que abastecem o mercado interno e chegam a cinco continentes — entre eles etanol, DDGS, óleos vegetais, bioeletricidade e biogás — reforçando sua liderança em bioeconomia e transição energética.

A Inpasa é uma das maiores biorrefinarias de etanol de grãos da América Latina, reconhecida por sua inovação, eficiência e compromisso com a sustentabilidade. Fundada em 2006 no Paraguai e presente no Brasil desde 2018, opera sete unidades industriais — cinco no Brasil e duas no Paraguai — além de uma planta em construção em Luís Eduardo Magalhães (BA). Com capacidade instalada para produzir 6,2 bilhões de litros de etanol por ano, a companhia também gera 3,3 milhões de toneladas de DDGS, 312 mil toneladas de óleo vegetal e 1.513 GWh de energia renovável, operando com alto padrão de eficiência energética e integração agroindustrial. A empresa é líder na exportação brasileira de DDGS e possui certificações internacionais como a ISCC CORSIA, habilitando o fornecimento de matérias-primas para combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). Entre 2021 e 2024, reduziu em 43% a intensidade de emissões por tonelada de milho processado e conquistou o Selo Ouro do GHG Protocol por quatro anos consecutivos

Inpasa
FSB Comunicação

sábado, 27 de dezembro de 2025

PORTO ITAPOÁ ATINGE MARCO HISTÓRICO DE 1,5 MILHÃO DE TEUS MOVIMENTADOS EM UM ANO

Volume do porto catarinense representa um crescimento de 25% em relação a 2024, quando o terminal movimentou 1,2 milhão de TEUs (contêineres de 20 pés)

Porto Itapoá

O Porto Itapoá, em Santa Catarina, encerra 2025 com um marco histórico ao alcançar a movimentação de 1,5 milhão de TEUs, atingindo a meta estabelecida para o ano e consolidando sua posição entre os principais terminais portuários do Brasil. Este volume representa um crescimento de 25% em relação a 2024, quando o terminal movimentou 1,2 milhão de TEUs — índice significativamente superior à média nacional do setor, estimada em cerca de 8%.

Segundo o ranking da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o Porto Itapoá ocupa a 3ª posição entre os maiores portos do País e mantém a liderança em Santa Catarina. O terminal também se destaca como o que mais cresce entre os cinco maiores do Brasil há quatro anos consecutivos.

Para o CEO do Porto Itapoá, Ricardo Arten, o resultado é reflexo de uma estratégia consistente baseada em eficiência operacional, investimentos contínuos e inovação. “Alcançar 1,5 milhão de TEUs é a confirmação de um trabalho planejado e executado com foco em produtividade, segurança e sustentabilidade. Crescemos muito acima da média nacional porque investimos de forma estruturada e com visão de longo prazo”, afirma.

Esse crescimento deve se intensificar nos próximos anos com a IV fase de expansão do Porto Itapoá, que prevê investimentos de R$ 500 milhões. O projeto contempla a ampliação de 120 mil metros quadrados de pátio, sendo 60 mil m² entregues no primeiro trimestre de 2026 e outros 60 mil m² concluídos até o fim do mesmo ano, aumentando de forma significativa a capacidade operacional do terminal.

A frota de equipamentos de cais também será reforçada com a chegada do 8º portêiner, prevista para o período entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Após o primeiro mês de operação do 7º portêiner com o terno consolidado, o terminal registrou um aumento de 15% na produtividade das operações de navios.

Outro avanço relevante está na infraestrutura de acesso, com a entrada em operação de oito novos gates em 2026, o que deve garantir maior fluidez logística e capacidade de atendimento aos clientes.

No campo da inovação e da sustentabilidade, o Porto Itapoá já opera com novas Reach Stackers e empilhadeiras elétricas, além de contar com nove Terminal Tractors elétricos em operação — a maior frota do tipo no Brasil. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o terminal receberá ainda 12 novos RTGs controlados remotamente, ampliando os níveis de automação e eficiência das operações.

Segundo Ricardo Arten, os investimentos reforçam o compromisso do Porto Itapoá com o futuro do setor portuário brasileiro. “Estamos preparando o terminal para um novo patamar de movimentação, com mais tecnologia, menor impacto ambiental e ainda mais eficiência operacional. Nosso objetivo é ser o maior, mais seguro e mais eficiente terminal portuário da América do Sul”, conclui o CEO.

TEU (Twenty-foot Equivalent Unit), é uma unidade de medida de capacidade de contêineres usada na logística marítima para padronizar a capacidade de navios e portos. Um contêiner de 20 pés tem as seguintes medidas: 5,90 metros de comprimento, 2,35 metros de largura e 2,39 metros de altura. A largura da porta é de 2,34 metros, enquanto a altura da porta é de 2,28 metros.

Porto Itapoá
Logos Conexão e Conteúdo

SHELL INICIATIVA JOVEM CELEBRA 25 ANOS IMPULSIONANDO JOVENS EMPREENDEDORES DO SUDESTE DO BRASIL

Com mais de três mil negócios acelerados, o programa consolida sua atuação como plataforma de transformação social

Evento de encerramento do Shell Iniciativa Jovem 2025

O Shell Iniciativa Jovem encerra seu 25º ano com a marca de quem ajudou a transformar ideias inéditas em negócios que hoje movimentam comunidades inteiras. Criado para apoiar jovens empreendedores, o programa evoluiu para um dos principais motores de impacto social do país. Ao longo de sua trajetória, já impulsionou mais de 3.300 empreendimentos e formou uma geração de líderes que usa o empreendedorismo como ferramenta para criar soluções reais – criando oportunidades de trabalho, promovendo inovação e respondendo a desafios que afetam o cotidiano de milhões de pessoas. Em 2025, essa rede ampliou sua presença para São Paulo e Minas Gerais, após consolidar o trabalho no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

“Celebrar 25 anos do Shell Iniciativa Jovem é reconhecer trajetórias de sucesso. O programa cresceu porque sempre acreditou no potencial dos jovens e no poder do empreendedorismo para gerar impacto positivo. Ao longo desse período, vimos ideias ganharem forma, negócios se fortalecerem e novas lideranças surgirem com propósito e visão de futuro”, afirma Maria Angert, gerente de Performance Social da Shell Brasil.

Em parceria com o CIEDS, o programa é voltado a jovens de 20 a 34 anos, com iniciativas em fase inicial ou em operação. O Shell Iniciativa Jovem mantém um compromisso sólido com diversidade, equidade e inclusão. Em 2025, 62% dos participantes são mulheres, 58% se autodeclaram pretos ou pardos e 38% são da comunidade LGBTQIAPN+.

Nesta edição, o Shell Iniciativa Jovem impulsionou 270 ideias e negócios distribuídos pelos quatro estados onde atua. Foram 29 participantes no Espírito Santo, 24 em Minas Gerais, 157 no Rio de Janeiro e 60 em São Paulo – números que ressaltam a força do programa em apoiar empreendedores de diferentes regiões e perfis, ampliando o alcance das soluções desenvolvidas pelos jovens participantes.

“Os grandes resultados que alcançamos nesses 25 anos de Shell Iniciativa Jovem, 16 deles em parceria com o CIEDS, vão além de números: ao apostar na diversidade e nas juventudes, potencializamos soluções de enfrentamento às grandes desigualdades do Brasil, fortalecendo comunidades, desenvolvendo capacidades locais e gerando valor socioambiental duradouro”, comenta Vandré Brilhante, Diretor Presidente do CIEDS.

De São Bernardo do Campo (SP), Patrick Neri é um dos exemplos da expansão do programa para novos territórios. Ele é o criador do Waker App, um aplicativo que ajuda motoristas a evitarem acidentes por distração, cansaço ou sonolência. “Durante anos eu ouvia falar do Iniciativa Jovem e queria participar, mas não conseguia. Agora vejo claramente a diferença entre a minha startup antes e depois do programa”, conta. A partir dele, Patrick estruturou seu plano de negócios, identificou o perfil de parceiro que precisava e concretizou uma fusão com uma empresa com duas décadas de atuação no setor de transportes. Hoje, integra um portfólio consolidado, com vendas na casa dos milhares de assinaturas do aplicativo e operação em expansão no Brasil e em países da América Latina. “Espero que, assim como aconteceu comigo, o programa abra caminhos para muita gente que só precisava de uma oportunidade para avançar”, afirma Patrick.

Em Uberlândia (MG), a história de Gabriela Paes dos Santos mostra o impacto do programa em empreendimentos que surgem de iniciativas comunitárias e ganham força com orientação especializada. Fundadora da Cipó Cerrado, negócio criado em 2020, e é focado na coleta de resíduos sólidos orgânicos domiciliares e na criação de projetos paisagísticos regenerativos. Também atua na implantação e manutenção de hortas e jardins, além de oferecer consultorias em educação ambiental e comercializar composto produzido a partir da compostagem.  Gabriela se inscreveu no Iniciativa Jovem sem grandes expectativas — e acabou sendo selecionada. “Ser escolhida foi um marco. Representar o estado nessa nova fase do programa me deixou muito feliz”, afirma. A aceleração marcou o momento em que Gabriela passou a enxergar sua operação como empresa, ampliou a equipe e fortaleceu sua atuação. “Entrei sem saber montar um plano de negócios e saí com maturidade para decidir o que fazia sentido para mim e para a empresa. A aceleração me fez entender quem eu sou como empreendedora e o tamanho do impacto que meu trabalho pode gerar na comunidade”, disse.

Shell Iniciativa Jovem em números

  • Empreendedores inscritos: + 20.000
  • Empresas aceleradas + 3.300
  • Empresas certificadas: +670
  • Receita gerada pelas empresas da Rede:+ R$ 660 milhões

O Shell Iniciativa Jovem tem seu impacto amplamente reconhecido por instituições nacionais e internacionais. O programa já foi destaque no ranking do UBI Index, figurando entre os melhores agentes de apoio ao empreendedorismo do Brasil e do mundo, além de integrar o Top 5 global de aceleradoras privadas segundo a UBI Global.

O Shell Iniciativa Jovem é um programa de empreendedorismo que empodera e qualifica jovens empreendedores com as competências que necessitam para iniciar ou desenvolver negócios sustentáveis e de impacto social. Desde 2000, 671 empresas foram certificadas com o Selo de Empreendimento Sustentável. O Shell Iniciativa Jovem é a versão brasileira do Shell LiveWire, programa global da companhia, presente em 15 países

ShellHá 112 anos no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia

CIEDSO Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável tem mais de 25 anos de atuação em parceria com a sociedade civil, o poder público e a iniciativa privada nas mais diversas causas com o objetivo comum de enfrentamento à pobreza. O trabalho inclui a construção de soluções que fortalecem os territórios, conectando empresas, governos, organizações e pessoas. Ao longo das últimas décadas, foram desenvolvidos mais de 760 projetos, com mil parceiros financiadores, impactando 2,5 milhões de beneficiários diretos em todo o país. Os principais focos da atuação do CIEDS são educação, engajamento cívico, inclusão social e bem-estar, empreendedorismo e socioambiental. Entre 200 organizações avaliadas, o CIEDS foi eleito como a primeira organização social do Brasil e da América Latina e 44ª do mundo em 2024, segundo o ranking internacional thedotgood

Shell
Edelman

FUNDAÇÃO ARCELORMITTAL E UNESCO FIRMAM COOPERAÇÃO PARA IMPULSIONAR O ENSINO NAS ÁREAS DE STEAM NO BRASIL

Acordo prevê capacitação de mais de 10 mil educadores e estudantes da rede pública ao longo de três anos

A Fundação ArcelorMittal, organização dedicada ao investimento social do Grupo ArcelorMittal no Brasil, formalizou uma parceria inédita com a UNESCO. O acordo de cooperação técnica e financeira tem como foco o fortalecimento da educação pública para o desenvolvimento sustentável por meio da abordagem STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). A cerimônia de assinatura ocorreu na representação da UNESCO, no Brasil, com as presenças da diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto e da diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal, Camila Valverde.

e/d:Camila Valverde e Marlova Jovchelovitch Noleto

“A educação é a base da transformação social. A parceria com a UNESCO é motivo de grande orgulho para a ArcelorMittal, pela referência global que a organização representa e pela força da cooperação. Essa aliança reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do Brasil, ao levar conhecimento e inovação para milhares de educadores e jovens, formando cidadãos preparados para liderar mudanças e construir um futuro sustentável”, destaca Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO ArcelorMittal Aços Planos América Latina.

Nesse primeiro momento, o acordo terá duração de 36 meses. As organizações irão desenvolver programas de capacitação para estudantes e professores de escolas públicas. O projeto adotará um formato híbrido em alguns estados do país e conteúdo virtual para todo o Brasil. A expectativa é beneficiar cerca de 13 mil educadores e estudantes, sendo 3 mil participantes nas ações presenciais e 10 mil na modalidade on-line.

“A parceria com a UNESCO, uma referência global, amplia o alcance das ações da Fundação ArcelorMittal. Com essa aliança, queremos estimular docentes e discentes da educação básica a atuarem como agentes de transformação social em suas comunidades, com ênfase em equidade de gênero, justiça climática e busca por soluções sustentáveis inovadoras”, aponta a diretora-executiva Camila Valverde.

“Este projeto reforça o compromisso da UNESCO com a Agenda 2030 e com a promoção de uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, uma vez que prioriza a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) e a formação nas áreas de ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática (STEAM). É cada vez mais urgente preparar estudantes e professores para os desafios globais, como a mudança climática e a degradação ambiental. Ao desenvolver competências técnicas e socioambientais, estamos formando agentes de transformação capazes de construir futuros mais justos, pacíficos e sustentáveis”, afirma a Diretora e Representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto.

Reforço na Liga STEAM - Como parte do acordo, a UNESCO passa a atuar também como parceira técnica do Prêmio Nacional Liga STEAM, uma das principais iniciativas da Fundação ArcelorMittal no Brasil, dentro do programa de formação de educadores Liga STEAM. A organização internacional também dará suporte no desenvolvimento de materiais pedagógicos, qualificando ainda mais a competição que estimula o pensamento crítico e a resolução de problemas nas escolas.

“A abordagem STEAM dialoga diretamente com as competências necessárias para o século 21. Investir na formação de professores é o caminho mais eficaz para garantir que esses conceitos cheguem à sala de aula de forma estruturada e inclusiva, promovendo uma educação que gera impacto real na sociedade”, completa Camila Valverde.

A Liga STEAM promove a adoção da abordagem STEAM nas escolas brasileiras. Lançada em 2022, trata-se de uma abordagem educacional bastante difundida em países como Estados Unidos, China, Austrália e Reino Unido. Além do Prêmio Nacional Liga STEAM, a estratégia contempla iniciativas como a formação em STEAM para todos os educadores de redes públicas de ensino e a Comunidade de Educadores Liga STEAM, com o objetivo de torná-los referência e promotores da abordagem em suas regiões de atuação

Fundação ArcelorMittal Há mais de três décadas, a Fundação ArcelorMittal é a organização dedicada a direcionar os investimentos sociais do Grupo ArcelorMittal – maior produtora de aço do país e líder no mercado global. Com o propósito de criar oportunidades, a Fundação ArcelorMittal busca promover o impacto social positivo, por meio da educação, do esporte e da cultura. Anualmente, cerca de 450 mil pessoas são alcançadas pelas iniciativas promovidas em cidades de todo o país. Clique aqui e saiba mais

UnescoCom 194 Estados-membros, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura promove a paz e a segurança por meio da cooperação multilateral nas áreas de educação, ciência, cultura, comunicação e informação. Sediada em Paris, a UNESCO supervisiona mais de 2 mil sítios do Patrimônio Mundial, Reservas da Biosfera e Geoparques Mundiais; redes de Cidades Criativas, de Aprendizagem, Inclusivas e Sustentáveis; e mais de 13 mil escolas associadas, cátedras universitárias, instituições de formação e centros de pesquisa, contando ainda com uma rede global de 200 Comissões Nacionais. Seu diretor-geral é Khaled El-Enany. Para mais informações, clique aquiA Representação da UNESCO no Brasil está localizada em Brasília, no Distrito Federal. As ações do Escritório são desenvolvidas por meio de projetos de cooperação técnica, realizados em parceria com os vários níveis de governo, com o setor privado e com diferentes setores da sociedade civil, sempre orientadas para apoiar a formulação de políticas públicas e contribuir para a construção de um futuro sustentável, equitativo e inclusivo para todos

> O acordo de cooperação técnica da UNESCO com a Fundação ArcelorMittal no Brasil restringe-se ao projeto Reimaginar os Profissionais do Amanhã: Formando Jovens para Futuros Mais Justos, Inclusivos, Pacíficos e Sustentáveis. A UNESCO não endossa nenhum produto, serviço, marca ou empresa.

Fundação ArcelorMittal   
InPress Porter Novelli

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

MONDELEZ BRASIL ANUNCIA NOVAS LIDERANÇAS EM E-COMMERCE E MARKETING DE BEBIDAS EM PÓ

Livia Seabra assume a diretoria da categoria de Bebidas em Pó e Meals; e Leonardo Pires passa a liderar e-commerce

Livia Seabra e Leonardo Pires

Dona de marcas icônicas como BIS, Oreo, Lacta, Trident, Tang e Club Social, a Mondelēz Brasil anuncia mudanças nas lideranças de duas áreas fundamentais para o crescimento do negócio: E-commerce e Bebidas em Pó. As nomeações reforçam diretamente a ambição da companhia de dobrar de tamanho até 2030, ampliando sua relevância no universo de snacks e expandindo sua presença nos principais canais de consumo.

Leonardo Pires assume a diretoria de E-commerce. Há três anos na Mondelēz Brasil e com passagens por empresas como Procter & Gamble, Ambev e Kimberly-Clark, o executivo traz sólida experiência em estratégia digital, projetos omnichannel e transformação da jornada do consumidor. A nova liderança chega para alavancar, ainda mais, o ambiente digital que está em constante crescimento e, até o fim de 2025, deve representar 15% do faturamento, com a meta de alcançar 25% até 2030.

Já Livia Seabra passa a liderar a categoria de Bebidas em Pó e Meals. Após três anos à frente da área de E-commerce e Emerging Channels e com mais de 16 anos de experiência em Vendas e Trade Marketing, a executiva possui uma carreira marcada por aceleração de negócios, desenvolvimento de canais e transformação digital em grandes companhias globais de alimentos. Agora, leva sua expertise para esse segmento, com a missão de impulsionar o crescimento de Tang, Clight e Royal, marcas fortes e presentes nos lares brasileiros.

A Mondelēz International, Inc. (NASDAQ: MDLZ) tem como propósito “Empower People to Snack Right”, ou seja, empoderar os consumidores a escolherem snacks do jeito certo, em aproximadamente 150 países ao redor do mundo. Com receita líquida de US$ 36,4 bilhões em 2024, a empresa está liderando o futuro de snacks com marcas amadas, como Lacta, Bis, Oreo, Club Social, Tang, Trident, entre outras. A Mondelēz International se orgulha por ter sido certificada, pela GPTW, como um dos Melhores Lugares para se trabalhar no Brasil em 2024 e por ser uma das Empresas Mais Atrativas para Estudantes. A companhia tem compromissos globais de sustentabilidade para impactar positivamente a comunidade em que atua

Mondelēz International no Brasil 
Textual Comunicação

FUNDO DA MARINHA MERCANTE DESTINA R$ 7,1 BILHÕES A PROJETOS NO NORDESTE EM 2025

Os investimentos contemplaram iniciativas de construção naval, modernização de estaleiros, docagem e reparo de embarcações

Os projetos da Marinha Mercante priorizados para a Região Nordeste em 2025 somaram R$ 7,1 bilhões em recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), com 21 obras aprovadas e potencial de geração de mais de 10,2 mil empregos diretos. Os investimentos contemplaram iniciativas de construção naval, modernização de estaleiros, docagem e reparo de embarcações. O Fundo é um dos principais instrumentos de financiamento da política pública para o setor aquaviário e tem como objetivo priorizar o desenvolvimento regional e a sustentabilidade da indústria naval em todo o país.

A Bahia é o estado que lidera em volume de recursos e número de iniciativas, com 20 projetos aprovados e previsão de criação de 10.189 empregos. Entre as empresas beneficiadas estão a DOF Subsea Brasil Serviços LTDA e a CMM Offshore Brasil LTDA, com projetos voltados à construção de embarcações de apoio marítimo que são essenciais para operações offshore.

Também se destacam a Belov Engenharia S.A. e a Belov Offshore Industrial LTDA, com iniciativas de construção de embarcações de apoio portuário e modernização de estaleiro, além da LHG Logística LTDA, voltada à navegação interior, e da Wilson Sons Serviços Marítimos LTDA, com projetos de docagem e reparo.

Já em Pernambuco, a Empresa de Navegação Elcano S.A. será contemplada com recursos para manutenção de frota da navegação de cabotagem, com um projeto de docagem e reparo aprovado. A expectativa é de 26 empregos diretos.

A Região Nordeste tem recebido aportes importantes do Ministério de Portos e Aeroportos, especialmente por meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e de ações de modernização portuária. Em 2024, o setor naval nacional registrou um volume autorizado de mais de R$ 30,8 bilhões em projetos, incluindo construção de embarcações, reparos, docagens e expansão de estaleiros investimentos que também tiveram impactos em empresas e cadeias produtivas no Nordeste, como parte de uma política mais ampla de fortalecimento da indústria naval em todo o país.

"A Região Nordeste tem um papel estratégico para o crescimento da indústria naval brasileira. Ao priorizarmos mais de R$ 7 bilhões em investimentos por meio do FMM, reafirmamos o nosso compromisso com o desenvolvimento regional, a geração de empregos e a valorização do potencial logístico e produtivo do Nordeste. Estamos retomando com força o setor naval no Brasil, com responsabilidade e planejamento”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Na última reunião do Conselho Diretor do FMM (CDFMM), o Ministério de Portos e Aeroportos aprovou 25 novos projetos, totalizando R$ 3,8 bilhões, além de reapresentar outros nove projetos no valor de R$ 1,2 bilhão. No acumulado de 2025, os projetos aprovados já somam R$ 32,1 bilhões, um recorde histórico desde a criação do Fundo, em 1958, com potencial de geração de 9.662 empregos diretos.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação