domingo, 4 de janeiro de 2026

FUNDO DA MARINHA MERCANTE DESTINA R$ 218 MILHÕES PARA PROJETOS NO SUL DO PAÍS

Investimentos vão fortalecer a indústria naval, ampliar a capacidade produtiva e gerar empregos na região

Investimentos reforçam a vocação da região Sul como um dos principais polos navais do país - Foto: Divulgação/Detroit Brasil

A região Sul do Brasil será beneficiada com R$ 218,8 milhões em investimentos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), destinados a ampliar a frota, modernizar estaleiros e fortalecer empresas do setor naval. Os recursos foram aprovados na quarta e última reunião de 2025 do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), ocorrida em dezembro e coordenada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os investimentos reforçam o papel estratégico do Fundo para o desenvolvimento industrial do país. “O Fundo da Marinha Mercante voltou a ser um instrumento de desenvolvimento. Ao apoiar os projetos do Sul, estamos garantindo mais empregos, inovação, competitividade e fortalecendo um setor estratégico para o Brasil”, afirmou.

Projetos contemplados

Os investimentos estão concentrados nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, reforçando a vocação da região Sul como um dos principais polos navais do país.

Em Santa Catarina, os recursos abrangem iniciativas de modernização industrial, como a atualização de estaleiros, além da construção de embarcações destinadas à navegação interior, ao transporte de passageiros, ao apoio portuário e ao apoio marítimo. Os projetos envolvem estaleiros e empresas do setor naval local, fortalecendo a capacidade produtiva e ampliando a atuação do estado em serviços de docagem, reparo e construção naval.

No Rio Grande do Sul, os recursos são destinados à modernização de embarcação voltada à navegação interior. O projeto tem como objetivo atualizar a frota empregada no transporte hidroviário, ampliando eficiência operacional, segurança e confiabilidade das operações em vias interiores.

Para Costa Filho, além do impacto industrial, os investimentos reafirmam o compromisso do governo federal com o desenvolvimento regional. “Estamos levando investimentos para onde mais fazem diferença na vida das pessoas. Cada projeto aprovado representa emprego, renda, oportunidades e fortalecimento da logística nacional”, destacou.

Esta última reunião do ano consolidou 2025 como um dos anos mais importantes da história recente do FMM. Apenas nessa reunião (61ª), foram aprovados R$ 5 bilhões em projetos para o país. No acumulado do ano, o Fundo alcançou R$ 32,1 bilhões aprovados, com potencial de geração de milhares de empregos diretos e indiretos em todo o Brasil.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

BIOPOWER INVESTE R$ 140 MILHÕES E PROJETA PRODUÇÃO RECORDE DE 650 MILHÕES DE LITROS DE BIODIESEL

Aporte é o maior desde a construção da unidade de Mafra (SC), em 2021, e visa aumentar a eficiência na produção para atender à crescente demanda por energia limpa

A Biopower, empresa da JBS Novos Negócios que produz biodiesel, acaba de anunciar um investimento de R$ 140 milhões em modernização e inovação tecnológica de suas três usinas, localizadas em Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC). O aporte, o mais significativo desde a construção da unidade de Mafra, em 2021, prepara a empresa para um novo ciclo de crescimento e reforça seu papel estratégico na transição energética nacional. Com a inovação, a Biopower projeta sua produção em um volume recorde de mais de 650 milhões de litros em 2025.

Dentre os investimentos, está a implementação da tecnologia de esterificação enzimática, um moderno processo que substitui catalisadores químicos por enzimas de alta eficiência. Essa abordagem mais limpa e precisa permitirá um ganho de produtividade, maior flexibilidade no uso de matérias-primas diversas, como sebo bovino e óleo de cozinha usado, e a conversão de subprodutos, que antes eram comercializados separadamente, em mais biodiesel. O projeto começa a ser implementado neste ano e tem conclusão prevista para meados de 2026.

“Investimos para aprimorar ainda mais um produto que já tem reconhecimento de excelência no mercado e para nos mantermos na vanguarda de um setor em plena expansão”, afirma Alexandre Pereira, diretor da Biopower. “Essa modernização nos dará mais eficiência e elasticidade produtiva, garantindo nossa competitividade para atender a uma demanda por biodiesel que, certamente, continuará crescendo”, completa. O anúncio ocorre em um momento especial para a operação, já que a unidade de Mafra alcançou recentemente a marca de 1 bilhão de litros de biodiesel produzidos.

O aumento na demanda por biodiesel, impulsionado pela legislação vigente que prevê a elevação da mistura para 20% (B20) até 2030, acontece em um momento de crescimento histórico dos biocombustíveis no Brasil. Atualmente, a mistura está em 15%. É nesse cenário de expansão que o investimento da Biopower se posiciona, preparando a companhia para capturar as novas oportunidades e contribuir para a meta do país de se consolidar cada vez mais como uma potência em energia limpa. Em 18 anos de atuação, a empresa já produziu mais de 4 bilhões de litros de biodiesel, evitando a emissão de cerca de 9 milhões de toneladas de CO₂.

A Biopower também avança em novas frentes que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo. A definição de metas globais da Organização Marítima Internacional (IMO), que busca atingir emissões líquidas zero no setor até 2050, abre espaço para combustíveis sustentáveis, e a empresa está preparada para atender essa demanda. O biodiesel se apresenta como uma alternativa viável e imediata ao diesel naval tradicional, podendo ser utilizado sem a necessidade de adaptação nas embarcações e com o mesmo desempenho e custo competitivo em relação a outras tecnologias.

Além disso, a Biopower conta com certificação e rastreabilidade internacional, como o selo ISCC (International Sustainability and Carbon Certification), requisito para o mercado europeu, e a Certificação EPA (Environmental Protection Agency), dos Estados Unidos. “À medida que o mundo acelera a transição para uma matriz energética mais limpa, queremos ser referência em soluções reais e acessíveis. Além do aumento da mistura para B20 nos próximos anos, o mercado de descarbonização naval surge como uma frente estratégica, que nos inspira a continuar inovando e ampliando nosso papel na construção de um futuro mais sustentável”, afirma Pereira.

A Biopower é exemplo do modelo econômico circular aplicado pela JBS em seus negócios: extrair valor do que era considerado descarte. Hoje, cerca de 99% de cada bovino processado pela companhia é aproveitado. Em aves e suínos, esse percentual é de quase 95%. Isso alimenta um ciclo virtuoso que combina reaproveitamento de matéria-prima, criação de empregos e redução de impactos logísticos e ambientais. A atuação também fortalece a economia regional, com operações 24 horas por dia, e cerca de 300 colaboradores diretos nas três unidades da empresa.

Para o diretor da Biopower, a tecnologia é essencial, mas ganha ainda mais força quando aliada ao talento e à dedicação das pessoas que fazem a empresa acontecer. “A tecnologia é uma ferramenta, mas a inovação nasce das pessoas. Temos um time que não somente opera, mas que cria, melhora e supera desafios. Foi essa expertise que nos permitiu, por exemplo, ser pioneiros no uso de diferentes tipos de matéria-prima. É esse conhecimento que representa nosso ativo mais valioso e que nos diferencia da concorrência”.

Biopower em números

  • 3 usinas: Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC)
  • 5ª maior capacidade produtiva do Brasil: mais de 900 milhões de litros
  • Projeção de produção recorde em 2025: mais de 650 milhões de litros
  • Presença nacional: entregas em mais de 22 estados

A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 280 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. A JBS prioriza um programa de segurança alimentar de excelência, adotando as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal ao longo de sua cadeia de valor, com o objetivo de alimentar o mundo de forma mais sustentável. Clique aqui e saiba mais

JBS
FSB Comunicação

sábado, 3 de janeiro de 2026

MARCELO LAURATO É O NOVO DIRETOR DE VENDAS DA FAISTON

Marcelo Laurato

A Faiston, empresa especializada em soluções e serviços gerenciados de infraestrutura de TI, anuncia a chegada de Marcelo Laurato como novo diretor de Vendas, reforçando o plano de expansão iniciado este ano com a ampliação do portfólio de serviços e a consolidação de parcerias estratégicas no setor de tecnologia. O movimento ocorre após um ciclo em que a empresa ampliou sua capacidade de entrega, fortaleceu o atendimento nacional e avançou em soluções integradas para empresas de médio e grande porte.

A entrada de Laurato marca o início de uma nova fase. Com mais de 20 anos de atuação em tecnologia, incluindo liderança de equipes de vendas, desenvolvimento de canais e estratégias de mercado, ele assume a missão de acelerar o crescimento comercial da Faiston em um momento em que a empresa consolida sua atuação como provedora completa de infraestrutura, serviços e conectividade.

“Este ano foi decisivo para reposicionar a Faiston como uma empresa orientada a serviços, escala e atendimento de alta performance. A chegada do Marcelo ocorre no momento certo, quando ampliamos nossa capacidade técnica, expandimos parcerias e crescemos de forma consistente no mercado corporativo. A experiência dele em construir operações comerciais sólidas contribuirá diretamente para acelerarmos nossos próximos passos”, Josivan Costa, CRO da empresa.

“A Faiston está em um momento de crescimento real, sustentado por entregas consistentes, serviços que evoluíram muito e uma visão clara de mercado. Entrar para liderar essa próxima etapa é uma oportunidade de contribuir para uma empresa que já se diferencia pela capacidade técnica e pela proximidade com o cliente”, afirma Laurato.

Com a nova diretoria, a Faiston se prepara para ampliar presença no mercado corporativo em 2026, aprofundando a integração entre operações, serviços e suporte técnico, pilares que sustentam a estratégia anunciada pela companhia neste ano.

FaistonFundada em 2001, e com um novo posicionamento de mercado desde 2021, a Faiston é uma integradora de serviços e soluções 100% nacional. Com sede em São Paulo, a empresa conta com mais de 300 funcionários e 5.500 parceiros de tecnologia em todo o Brasil. Para saber mais, clique aqui e acesse o site

Faiston
Intelligenzia

SETOR DE ENERGIA SOLAR PROJETA EXPANSÃO COM ABERTURA DO MERCADO DE BATERIAS EM 2026

Mercado vive expectativa de inovação tecnológica e novos investimentos com realização do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) e da SNEC PV & ES LATAM, edição brasileira do maior evento de energia solar do mundo

Após adicionar 11,4 gigawatts em 2025, o setor de energia solar brasileiro projeta nova expansão em 2026 com a abertura do mercado de baterias. O País vive expectativa da realização do primeiro leilão de baterias e a introdução de novas soluções de armazenamento de energia, muitas delas apresentadas durante a SNEC PV & ES LATAM, edição latino-americana do maior evento da indústria de energia solar do mundo, que acontece em março do próximo ano, na cidade de São Paulo.

Depois da recente aprovação da regulamentação do armazenamento de energia por baterias, por meio da Lei 15.269/2025, está previsto para abril o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), o primeiro certame do país dedicado exclusivamente à contratação de potência por baterias. Esses sistemas de armazenamento poderão garantir a disponibilidade da energia produzida por usinas solares e eólicas em momentos em que não há produção, destravando investimentos e trazendo flexibilidade ao sistema elétrico.

O uso de baterias em conjunto com a geração solar não se restringirá apenas às grandes usinas centralizadas. Com os equipamentos tornando-se cada vez mais acessíveis, o Brasil deverá testemunhar o crescimento dessas aplicações em instalações residenciais e comerciais, trazendo economia e autonomia para os consumidores, algo que já é uma realidade em outros países.

Muitas novidades nesse segmento serão apresentadas ao público brasileiro durante a SNEC PV & ES LATAM, que acontece em São Paulo (SP) entre 24 e 26 de março. Os participantes terão a oportunidade de conhecer tendências para toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico, incluindo soluções para mobilidade elétrica e armazenamento de energia.

Também será possível acompanhar debates qualificados, conduzidos por especialistas renomados, em um congresso técnico com conteúdo de alto nível. Com organização da NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos do país, e da Oakstream, que atua na comercialização e serviços de energia renovável, a SNEC PV & ES LATAM deve receber pelo menos 10 mil pessoas nos três dias de evento.

A feira de negócios contará com cerca de 100 expositores, incluindo os principais fabricantes de equipamentos fotovoltaicos, como painéis solares e inversores, e desenvolvedores de projetos de geração centralizada e distribuída, além de empresas com atuação nos mercados de armazenamento de energia com baterias, mobilidade elétrica, smarts grids e infraestrutura.

A SNEC de Xangai, na China, é realizada desde 2007 e tornou-se o maior evento de energia solar do mundo. A edição de 2025 aconteceu entre 11 e 13 junho e contou com cerca de 3,5 mil expositores e atraiu de mais de 500 mil visitantes. A SNEC PV & ES LATAM representa a primeira versão da feira e congresso realizada fora da China.

Mercado brasileiro em 2025

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil acrescentou 8,4 GW de sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte (geração distribuída) e 3 GW de grandes usinas (geração centralizada) ao longo de 2025. O desempenho representou investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e geração de quase 400 mil empregos. Como o avanço, o país encerra o ano com 65 GW de potência operacional acumulada na fonte fotovoltaica.

Esses números mantém o Brasil como um dos principais mercados de energia solar do mundo. Nos últimos anos, o país tem se posicionado junto com a China, Estados Unidos e Índia como os líderes globais de instalação de usinas fotovoltaicas. É justamente esse cenário que credenciou o país a receber a primeira edição da SNEC realizada fora da China. As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site

Serviço 
SNEC PV & ES LATAM
De 24 a 26 de março de 2026
Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Informações: https://sneclatambr.com.br

TOTUM Comunicação

ENGIE INICIOU OPERAÇÃO COMERCIAL TOTAL DO CONJUNTO EÓLICO SERRA DO ASSURUÁ, NA BAHIA.

Maior conjunto eólico onshore da ENGIE no mundo e um dos maiores da América Latina, o empreendimento contou com investimento de R$ 6 bilhões.

A ENGIE Brasil Energia anunciou a conclusão da fase de implantação do Conjunto Eólico Serra do Assuruá, localizado em Gentio do Ouro, na Bahia. O empreendimento, composto por 188 turbinas eólicas distribuídas em 24 parques eólicos e com uma capacidade instalada total de 846 MW, é o maior empreendimento eólico onshore da ENGIE no mundo e um projeto emblemático para a América Latina. A infraestrutura também inclui 28 quilômetros de linhas de transmissão, que conectam o parque ao Sistema Interligado Nacional (SIN), garantindo o escoamento da produção para o restante do país.

O Conjunto, construído em fase única com um investimento de R$ 6 bilhões, iniciou suas operações gradualmente em agosto de 2024, após autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A energia gerada já está sendo direcionada para o Mercado Livre de Energia, um marco contratual que permite que empresas de todo o país adquiram energia renovável diretamente do produtor.

“Este é mais um projeto que fortalece o posicionamento do país como fornecedor de energia limpa para grandes indústrias e multinacionais que buscam reduzir suas emissões. Trata-se de um marco para a ENGIE, tanto pelo porte quanto pelo impacto na diversificação da matriz elétrica brasileira, reforçando nosso compromisso com o crescimento sustentável do setor energético nacional”, destaca Eduardo Sattamini, CEO da ENGIE Brasil.

Compromisso social e desenvolvimento local

Durante a fase de construção, o projeto Serra do Assuruá gerou aproximadamente 3.000 empregos diretos e indiretos. A ENGIE priorizou a contratação local, por meio de recrutamento direcionado e apoiou iniciativas de capacitação. Entre elas está o Programa Bahia Qualificação, que ofereceu 60 vagas de treinamento gratuitas — metade reservada para mulheres — em alvenaria, montagem de estruturas de concreto armado e carpintaria.

Como parte de sua política de responsabilidade socioambiental, a ENGIE investiu R$ 8,5 milhões para apoiar diretamente a população com projetos focados em inclusão social, meio ambiente, ações educacionais, de desenvolvimento econômico e a melhoria das condições de vida das comunidades de Gentio do Ouro e região. Desse total, o empreendimento investiu R$ 4,6 milhões em obras de infraestrutura voltada às comunidades rurais, quilombolas e de fundo e fecho de pasto da região, por meio da construção de instalações essenciais dessas comunidades tradicionais, como sedes comunitárias, praça e quadra poliesportivas.

“Na ENGIE, temos o compromisso de impulsionar o desenvolvimento das regiões onde atuamos, promovendo transformações significativas nas comunidades locais. Este projeto é um reflexo concreto da nossa contribuição para um futuro mais justo e sustentável. Acreditamos que o investimento em infraestrutura social é uma poderosa ferramenta de transformação, capaz de fortalecer tradições, gerar impacto positivo duradouro e ampliar as oportunidades para todos”, destaca Paulo Muller, diretor de implantação da ENGIE Brasil Energia.

Presença da ENGIE na Bahia

Atuando no Brasil há quase 30 anos, além do Serra do Assuruá, a ENGIE também opera na Bahia os Conjuntos Eólicos Umburanas, Campo Largo 1 e Campo Largo 2, nos municípios de Umburanas e Sento Sé, somando mais de 1 GW de potência instalada com operação autorizada até 2054.

Recentemente, colocou em operação no estado o primeiro trecho de 334 quilômetros da Linha de Transmissão Asa Branca, uma infraestrutura estratégica que se estenderá por mais de 1.000 quilômetros nos estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto inclui a ampliação de cinco subestações e representa um investimento de R$ 2,7 bilhões.

Fact Sheet - Conjunto Eólico Serra do Assuruá (BA)

ENGIE

A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 98.000 colaboradores em 30 países, o Grupo abrange toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e vendas. A ENGIE combina atividades complementares: produção de eletricidade renovável e gás verde, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas. A cada ano, a ENGIE investe mais de 10 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta net-zero em carbono até 2045. Faturamento em 2024: 73,8 bilhões de euros.

O Grupo é negociado nas bolsas de valores de Paris e Bruxelas (ENGI) e está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europa 120 / França 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).

No Brasil, a ENGIE, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 13 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.

A ENGIE teve no país, em 2024, um faturamento de R$ 12,3 bilhões, e somava 2.800 colaboradores.

A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia, a ENGIE Brasil Energia, cujo ticker é o EGIE3. Além de integrar o Novo Mercado da B3, a Companhia é uma das únicas empresas listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a ENGIE Brasil Energia foi incluída no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. A Companhia também recebeu, em maio de 2024, a certificação Great Place to Work, um reconhecimento que valida o compromisso contínuo da empresa de criar um ambiente de trabalho positivo e inclusivo para todos, além de também ter sido incluída no Dow Jones Best-in-Class Emerging Markets Index.

ENGIE Brasil Energia
InPress Porter Novelli

TECNOVIDRO CRESCE 10,4% EM 2025 E SUPERA MÉDIA DA INDÚSTRIA

Enquanto o setor acumula alta de 7,2% no ano, a Tecnovidro avançou 3,2% no comparativo

A gaúcha Tecnovidro encerrou 2025 com um desempenho acima do registrado pela indústria nacional de processamento de vidros. Segundo o Termômetro Abravidro de novembro, enquanto o setor acumula alta de 7,2% no ano, a Tecnovidro avançou 10,4% no comparativo entre janeiro e dezembro, superando o crescimento observado entre 2024 e 2025, que foi de 9,5%.

De acordo com o diretor-executivo da Tecnovidro, Marco De Bastiani, o resultado é impulsionado, sobretudo, pela demanda consistente dos mercados de ônibus e de máquinas agrícolas. “Os dois segmentos mantiveram ritmo firme ao longo do ano e ampliaram o volume de pedidos para aplicações especiais em vidro técnico”, ressaltou.

Para dezembro, a projeção da empresa foi de estabilidade em função da dinâmica de fim de ano. Já para 2026, a Tecnovidro trabalha com uma estimativa de crescimento de 8,5%, alinhada ao cenário esperado para o setor e às tendências de recuperação gradual de segmentos industriais.

Segundo o executivo, a empresa ainda enxerga importantes frentes para sustentar o crescimento nos próximos períodos. “Temos bastante espaço para avançar, especialmente no segmento de para-brisas, além de ampliar nossa participação no setor agrícola”, concluiu.

Com desempenho acima da média do mercado e sustentado por nichos estratégicos, a Tecnovidro reforça sua posição como uma das empresas mais resilientes do setor de vidros processados no país, com ganhos em produtividade, redução de custos operacionais e investimentos em automação e melhoria de processos.

TecnovidroFundada em 1986 em Farroupilha, a Tecnovidro é especializada na produção de vidros para veículos pesados, máquinas agrícolas e equipamentos especiais. Com 270 colaboradores e capacidade para produzir 50 mil m² de vidros automotivos mensais, a Tecnovidro se consolida como líder no segmento.

Tecnovidro
Critério

SUSTENTABILIDADE ACELERA FRANQUIAS DE LAVANDERIA EM 2026

O franchising brasileiro entra em 2026 impulsionado pelo crescimento acelerado da categoria de serviços, que cresceu 8,9% no faturamento no 1º trimestre e acelerou para 14,2% no 2º trimestre. O movimento ocorre ao mesmo tempo em que o IBGE confirma a mudança estrutural no perfil dos lares: mais de 30% dos domicílios brasileiros já são compostos por apenas uma ou duas pessoas, arranjo que reduz espaços de serviço, limita infraestrutura doméstica e intensifica a busca por soluções externas de limpeza, manutenção e organização. Nas capitais, a combinação entre adensamento urbano, tempo de deslocamento em alta e custo crescente da energia impulsiona o investimento em modelos padronizados, recorrentes e de ciclo rápido, especialmente aqueles que resolvem tarefas essenciais da rotina.

Nesse contexto, as franquias de serviços essenciais deixam de ocupar um espaço complementar e passam a integrar a própria infraestrutura da rotina urbana. Modelos como lavanderias de ciclo rápido se destacam porque entregam rapidez, previsibilidade e custo menor em um ambiente em que o consumidor precisa redistribuir o tempo com precisão. 

“A rotina urbana mudou de forma definitiva. As pessoas não querem só conveniência, querem tempo real, menos fricção e previsibilidade”, afirma Isaelson Oliveira, CEO do Grupo Hi. A compressão dos lares, o aumento do custo energético e a sobrecarga das jornadas de trabalho aceleram a migração para operações profissionais e padronizadas, que resolvem uma tarefa semanal com eficiência e constância, tendência que se consolida para 2026.

A demanda também cresce pelo lado da eficiência. O avanço da sustentabilidade no varejo de serviços empurra o consumidor para modelos que economizam água, energia e reduzem o desperdício. Enquanto máquinas domésticas tradicionais podem consumir até 135 litros por ciclo, operações profissionais trabalham com média de 48 litros, o que representa uma redução de 65% do uso de água além de ciclos de cerca de 60 minutos. Esse contraste responde a duas pressões simultâneas: o custo da energia elétrica, que segue elevado nas capitais, e a ineficiência dos espaços domésticos, que tornaram inviável manter a rotina semanal de lavagem sem comprometer tempo e orçamento.

É nesse cenário que modelos como o da Lavanderia 60 Minutos, do Grupo Hi, ganham tração. A rede já soma cerca de 890 unidades em operação até dezembro, com mais 300 pontos em implantação, consolidando-se como uma das maiores plataformas de serviços essenciais do Brasil. A empresa estruturou ciclos rápidos, padronização rígida e consumo eficiente de água, oferecendo ao investidor um modelo conectado às dores reais da vida urbana. “Quando você resolve uma necessidade semanal que não desaparece, a demanda deixa de oscilar e passa a acompanhar o ritmo da cidade”, afirma Isaelson Oliveira. Para 2026, a combinação entre sustentabilidade, praticidade e rotina estruturada tende a transformar franquias essenciais no eixo mais estável e resiliente do franchising brasileiro.

Grupo Hi

O Grupo Hi é a holding por trás da maior rede de lavanderias self-service da América Latina, a Lavanderia 60 Minutos. Fundado em 2015 por Isaelson Oliveira, o grupo revolucionou o mercado com um modelo de franquia inovador, acessível e escalável, unindo tecnologia, sustentabilidade e conveniência para transformar a experiência de higienização têxtil.

Com um crescimento exponencial, a rede encerrou 2024 com 1,5 milhão de clientes fidelizados e um faturamento de R$ 53 milhões, além de 890 unidades ativas e um ambicioso plano de expansão para atingir 1.400 lojas até o final de 2025 e internacionalizar a rede de lavanderias self-service em breve para países como Estados Unidos e Portugal. Esse avanço é impulsionado pela recente entrada de João Kepler, CEO da Equity Group, como investidor e chairman do conselho.

O Grupo Hi se diferencia pela criação e desenvolvimento de soluções inteligentes, como os armários automatizados Laundry in Box, os produtos biodegradáveis HiPlim, e a digitalização dos serviços com plataformas como BolePix, um meio de pagamento próprio, e HiChat, um chat e voicebot baseado em inteligência artificial desenvolvido pela IKLI, braço tecnológico do grupo. Além disso, a empresa se preocupa com o desenvolvimento dos seus colaboradores. Através do programa HI Academy, a empresa disponibiliza cursos e grupos de aprendizado e destina 4 horas da carga horária semanal para que a equipe possa se dedicar a adquirir mais conhecimento.

Com um olhar estratégico para o futuro, o Grupo Hi não apenas lidera o setor de lavanderias self-service, mas também projeta um valuation de R$ 1 bilhão nos próximos três anos, consolidando-se como referência global em inovação, franquias e soluções sustentáveis, além do foco em fazer o primeiro IPO do setor. Clique aqui e visite o site.

Grupo Hi
Gueratto Press

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

PESQUISA TRAÇA PERFIL E PERCEPÇÃO DOS VISITANTES DO TURISMO ITAIPU

Levantamento indica alto índice de satisfação e destaca a experiência como principal valor do Complexo Turístico Itaipu

Foto: Rubens Fraulini | Itaipu Binacional

* Linoel Dias

Uma pesquisa realizada no Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu Binacional, entre os dias 11 e 26 de setembro de 2025, traça um panorama detalhado sobre os públicos que visitam os atrativos do Turismo Itaipu, de onde vêm e como avaliam passeios, serviços e infraestrutura oferecidos.

A coleta de dados no Complexo Turístico Itaipu (CTI) reuniu a participação de visitantes maiores de 18 anos que realizaram ao menos um dos passeios ofertados pelo Complexo no período. Ao todo, foram aplicados 448 questionários, com nível de confiança de 95% e margem de erro aproximada de 4,6%.

Quem é o visitante do Turismo Itaipu

Os resultados indicam que o perfil predominante do visitante é formado por adultos entre 32 e 50 anos, faixa etária que concentra 51,6% dos respondentes. Há uma leve predominância do público masculino (52,2%), além de maioria de pessoas casadas (58,7%) e que viajam acompanhadas da família (41,7%) ou em casal sem filhos (29,5%).

Quanto à procedência, a pesquisa confirma o predomínio do turismo doméstico no Complexo Turístico Itaipu. Do total de visitantes, 91,1% são brasileiros, enquanto 8,9% são estrangeiros, majoritariamente oriundos de países vizinhos do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai.

Entre os estados brasileiros, São Paulo lidera como principal polo emissor, com 24,3% dos visitantes, seguido pelo Paraná (20,4%) e Santa Catarina (8,1%).

Avaliação dos passeios

Entre os fatores que despertaram o interesse pelo Turismo Itaipu, destacam-se a engenharia e a história da usina, seguidas pela natureza, turismo científico e educativo, arquitetura e design. Esses dados reforçam o posicionamento do CTI como um atrativo associado ao conhecimento, à tecnologia e à dimensão histórica do empreendimento.

No recorte sobre os passeios realizados, o Itaipu Panorâmica aparece como o mais visitado, mencionado por 66,6% dos entrevistados, sendo o passeio com maior número de ingressos ofertados.

Experiência, infraestrutura e percepção do público

A avaliação da infraestrutura e dos serviços oferecidos pelo Complexo Turístico Itaipu revela alto grau de satisfação do público, mensurado por meio da metodologia Net Promoter Score (NPS), indicador amplamente utilizado para avaliar a experiência dos usuários. Nesse modelo, notas de 0 a 6 representam avaliações negativas, de 7 a 8 indicam percepção neutra e de 9 a 10 classificam aqueles que recomendariam a experiência. No CTI, itens como atendimento dos monitores, embarque, limpeza geral, recepção e bilheteria registraram NPS médio acima de 97, enquanto 96% das pessoas ouvidas afirmaram que recomendariam a visita a outras pessoas.

As percepções espontâneas dos visitantes reforçam a avaliação positiva do complexo. As palavras mais associadas à visita foram “grandiosidade”, “satisfação”, “beleza” e “conhecimento”. Mais da metade das menções destaca o impacto causado pela imponência da usina, enquanto outras associações remetem à experiência educativa, ao aprendizado e ao desejo de retorno.

Para o gerente do Complexo Turístico Itaipu, Marcelo Giongo, a pesquisa confirma a dimensão do Turismo Itaipu como um atrativo que alia grandiosidade, conhecimento e responsabilidade. Marcelo observa ainda que “a pesquisa nos mostra onde estamos acertando e, principalmente, onde podemos avançar. Ela orienta decisões, qualifica a gestão e nos permite projetar o futuro do Complexo a partir da escuta de quem vive a experiência”, finaliza.

A íntegra da pesquisa está disponível para consulta no site do Itaipu Parquetec. Clique aqui e acesse.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

CORAGEM: O MELHOR DESEJO. Por Marli Gonçalves*

Fiquei pensando qual seria o melhor “desejo para desejar” não só para mim, mas para todos, depois de dar uma analisada nas perspectivas e nos acontecimentos previstos para esse ano de 2026 que já começa bem quente, literalmente, em vários pontos. Coragem ganhou, porque soma vontade, persistência, e aquele empurrão de ânimo para o enfrentamento.

Tenho já há uns três anos uma faixa com essa palavra – Coragem – afixada na porta do meu quarto. Bom para ler ao acordar e no fim do dia. Aliás, encontrei no final do ano em uma dessas ações solidárias de uma marca a ideia de escolher algumas fitinhas com palavras entre dezenas de votos para amarrar a uma árvore de Natal. Todas eram legais – Solidariedade, Empatia, Alegria, Serenidade, Clareza, União, Abundância, algumas delas, sem dúvida fundamentais. De cara, primeiro escolhi Coragem; depois peguei outras. Venho desde então meditando muito mais sobre seu significado, porque ela está sempre tão presente para mim, e lembrando o quanto ela foi essencial durante toda minha vida. Sobrevivi, por ela.

Daí estar aqui, Coragem, nesse início de ano, depois de uma pequena pausa para descanso, sem aventuras; decididamente me pareceu o melhor voto para trazer. Coragem é incentivo, não é destemor – é, apesar do medo, força para superá-lo diariamente. É manter a altivez. Seu resumo: força moral, autenticidade, determinação, ação seguindo adiante. Levantar e sacudir a poeira. Perseverança. Acima de tudo, esperança na vitória.

Que não vai ser fácil não é novidade, ora, ora. Nunca foi. 2026 será ano de ação e transformação, não precisa ser vidente para saber. Mas se também gosta de saber essas coisas, será tempo regido por Marte, o planeta associado ao Deus da guerra, que traz consigo energias de ação, coragem, assertividade e, por muitas vezes, por conta de tudo, confrontos a serem administrados. O oráculo que consultar vai trazer Coragem como palavra de ordem. Impressionante a coincidência.

Os orixás que regerão 2026, Ogum, Iansã e Oxóssi, guerreiros. Me apavora um pouco na astrologia chinesa ser Ano de Cavalo de Fogo que já é, em si, indício de fortes transformações. Lidei com alguns nascidos nos anos sob sua regência e devo dizer que a experiência foi no mínimo marcante.

2026 por aqui será atípico, forte, com Copa do Mundo, eleições importantes para presidente, governadores, deputados, senadores, transformações políticas no país ainda, infelizmente, totalmente polarizado, e onde ainda temos de escutar a repetição de certos nomes e sobrenomes, lembrar do que já passamos em suas mãos, entender quais serão os seus destinos; os nossos destinos.

Vamos seguir firmes, torcendo por menos tramoias, quebra-paus, menos violências, especialmente contra as mulheres, e mais diversão, alegrias, boas novidades, sucesso profissional, saúde. Que possamos trazer mais leveza para 2026, aconteça o que acontecer.

Marli GonçalvesJornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli GonçalvesFacebookInstagramTwitterBlueSkyThreads, marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

EDGE E ORIZON OBTÊM AUTORIZAÇÃO DA ANP PARA COMERCIALIZAÇÃO DE BIOMETANO DA PLANTA ONEBIO

Com investimento de R$ 450 milhões, maior planta do Brasil está autorizada a produzir e comercializar o gás renovável, acelerando a agenda de descarbonização da indústria e do transporte brasileiro

Planta da Onebio em Paulinia (SP)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) emitiu a autorização final que atesta que o biometano produzido pela Onebio atende integralmente às especificações técnicas e às condições operacionais, permitindo sua comercialização por meio da injeção na rede de distribuição de gás natural.

Localizada em Paulínia (SP), a unidade é fruto de uma parceria estratégica entre a Edge, que detém 51% de participação, e a Orizon, com 49%, unindo a gestão de ativos e comercialização de gás com a expertise operacional em resíduos. A comercialização de toda a capacidade de produção do gás renovável é de exclusividade da Edge.

O empreendimento consolida-se como a planta com maior capacidade de produção de biometano em operação no país e a maior capacidade produtiva da América Latina, ocupando a terceira posição no ranking mundial do setor. Com um investimento de R$ 450 milhões, anunciado recentemente com recursos do Fundo Clima e da linha Finem, a Onebio possui capacidade para produzir 225 mil m³/dia do gás natural renovável.

Demetrio Magalhães, CEO da Edge, ressalta que a autorização da ANP representa um marco para a oferta de soluções energéticas sustentáveis e competitivas no país. “Com essa autorização, consolidamos um projeto de biometano em escala relevante, integrado à malha de gás natural, capaz de oferecer previsibilidade e competitividade ao mercado. Esse desenho nos permite estruturar blends de gás natural e biometano, alavancando a infraestrutura e a escala do gás natural para viabilizar uma oferta consistente e competitiva de gás renovável. Ao ampliar nosso portfólio, fortalecemos soluções cada vez mais customizadas, permitindo que nossos clientes avancem em uma transição energética gradual e economicamente viável”, afirma o executivo.

“A autorização da ANP consolida a Onebio como um ativo estratégico para a Orizon e para a matriz energética brasileira. Estamos escalando a transformação de resíduos em gás renovável com confiabilidade, previsibilidade e capacidade industrial, oferecendo uma solução que permite aos clientes avançar em suas metas de descarbonização com integridade ambiental e eficiência operacional, sem abrir mão de desempenho”, afirma Milton Pilão, CEO da Orizon.

Mais benefícios

Além do benefício econômico, o projeto é um pilar de economia circular ao transformar o passivo ambiental de aterros sanitários em energia limpa, a partir do processamento de 5 mil toneladas diárias de resíduos de mais de 30 municípios. Diferente da biomassa agrícola, a produção do biometano a partir de aterro garante estabilidade contínua sem sazonalidade, oferecendo um suprimento constante para frotas de transporte e processos industriais. A infraestrutura já conta com um city gate conectado para injeção imediata, enquanto a empresa planeja implementar sistemas de liquefação para atender clientes off-grid e ampliar o alcance do biometano no território nacional.

O impacto da Onebio estende-se também ao desenvolvimento tecnológico. A planta é referência mundial em automação, utilizando sistemas inteligentes que se autorregulam e inteligência artificial para monitoramento de segurança proativo.

Edge
Loures Comunicação

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

INTERNATIONAL MEAL COMPANY (IMC) VENDE SUA PARTICIPAÇÃO TOTAL NO KFC BRASIL

Movimento fortalece a estrutura financeira da companhia e direciona investimentos para crescimento sustentável das marcas próprias

A International Meal Company (IMC | B3: MEAL3), uma das maiores companhias multimarcas no setor de varejo de alimentação da América Latina, celebra mais uma etapa fundamental da execução em seu planejamento estratégico: a assinatura do acordo para a venda de sua participação total no KFC Brasil. Ao antecipar o encerramento definitivo desta participação na marca, a IMC amplia a sua flexibilidade financeira e garante maior eficiência na alocação de recursos em ativos alinhados à sua visão de longo prazo.

O acordo - estruturado com o pagamento de US$ 5 milhões à vista na assinatura do contrato - possui condições precedentes e está sujeito às aprovações regulatórias usuais, como bancos, CADE, entre outros, com fechamento previsto em até 90 dias. A partir da conclusão da operação, avaliada em US$ 25 milhões, a IMC reforça sua estrutura de capital, amplia sua flexibilidade financeira e reduz complexidade operacional, criando condições mais sólidas para acelerar a melhoria de desempenho de suas marcas próprias e aumentar a eficiência do negócio como um todo.

Para Alexandre Santoro, CEO da IMC, o movimento é um reflexo direto da disciplina de execução da companhia. “A conclusão da venda da participação na joint venture do KFC marca um avanço relevante no processo de desalavancagem da IMC. Ao fortalecer nossa estrutura de capital e simplificar o portfólio, criamos as condições para elevar a eficiência operacional e sustentar a geração de valor no longo prazo. Esse movimento nos permite direcionar investimentos de forma disciplinada para o crescimento de nossas marcas próprias, com destaque para o Frango Assado”, afirma o executivo.

O movimento conclui um plano estruturado de saída, transferindo o controle integral da operação para a Kentucky Foods Chile. O parceiro estratégico é um dos maiores operadores da marca na América Latina, com um portfólio superior a mil restaurantes, agregando reconhecida expertise operacional e capacidade financeira para liderar a expansão da rede no mercado brasileiro de forma independente.

Segundo Otávio Pimentel, CEO do KFC Brasil, a transação é positiva e assegura continuidade operacional e uma governança ágil. “Temos confiança plena na força da nossa marca e no trabalho da nossa equipe. O Brasil é uma prioridade estratégica e estamos empenhados em construir uma presença cada vez mais sólida e duradoura. Nosso compromisso é garantir que o melhor frango frito do mundo esteja ao alcance de cada vez mais brasileiros, de norte a sul do país", conta o CEO.

Além disso, com a conclusão desta etapa, a IMC segue empenhada na excelência do setor de alimentação fora do lar, visando a desalavancagem que trará a flexibilidade necessária para a empresa voltar a crescer, capturando sinergias operacionais e elevando a rentabilidade de suas operações.

A IMC (International Meal Company / B3: MEAL3): Uma das maiores plataformas de serviços de alimentação, existente há 18 anos e com mais de 560 restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos, operados por um time plural: são mais de 12 mil pessoas que põem a mão na massa, têm atitude de dono e fazem o negócio acontecer todos os dias. A companhia contempla em seu sistema operações em shoppings, centros comerciais, rodovias, hospitais, aeroportos e catering, e um portfólio robusto, com grandes marcas próprias e franqueadas, como Pizza Hut, Frango Assado, Viena, Batata Inglesa, Brunella, Margaritaville, entre outras. Para mais informações, clique aqui e acesse o site

IMC - International Meal Company
FSB Comunicação

MODELO DE SERVIÇOS BRASILEIRO DA SKF VIRA REFERÊNCIA GLOBAL

Em um momento em que a indústria mundial discute o papel das pessoas na era 5.0, a SKF, multinacional líder global em soluções industriais e automotivas, celebra 25 anos da sua área de serviços no Brasil

Atualmente, a companhia atua com diferentes modelos de contratos — desde a manutenção preditiva, inspeções em rotativos até engenharia de aplicação e confiabilidade, alinhamentos, balanceamentos, dentre outras atividades — que atendem grandes players dos setores de papel e celulose, mineração, marine, cimentos, químicos, siderurgia, agroindústria, alimentos e bebidas.

A área de serviços abrange contratos de performance e sustentabilidade até os de somente de execução, nos quais a companhia assume metas de redução de custos e otimização da operação de seus clientes. Uma das primeiras marcas atendidas pela companhia, uma indústria de papel e celulose, permanece na carteira de clientes até hoje.

O modelo de negócio que deu origem à empresa foi desenvolvido em setembro de 2000, justamente nesse setor, e desde então vem sendo ampliado para áreas como mineração e siderurgia. Ao longo dos anos, o formato foi sendo adaptado e customizado para atender às necessidades específicas de cada cliente.

“O valor da SKF está nas pessoas. A indústria 5.0 é centrada nelas, e o nosso trabalho em serviços reflete exatamente isso. Ao longo desses 25 anos, mostramos que somos mais do que um braço técnico, temos um modelo de parceria e inovação industrial, transformando a manutenção de equipamentos em um serviço de performance, eficiência e sustentabilidade”, destaca Alex Pereira, Managing Director da SKF do Brasil.

“É curioso porque, num primeiro olhar, parece contraditório: uma empresa de rolamentos oferecendo contratos para usar menos rolamentos, uma manutenção mais adequada, uma montagem mais adequada e uma lubrificação baseada na condição. Mas o objetivo da SKF é justamente garantir a longevidade e a confiabilidade dos equipamentos, construindo relações de longo prazo”, complementa Eduardo Martins, Gerente de Vendas de Serviços da SKF.

Tecnologia e dados no centro das operações

Com o avanço tecnológico, o modelo de serviços da SKF incorporou recursos de monitoramento remoto e análise em nuvem. Os dados de preditiva coletados são processados e analisados por engenheiros e técnicos qualificados da SKF, e ainda, hospedados pela própria companhia, permitindo que clientes acompanhem a performance de suas máquinas em tempo real.

“Hoje, grande parte das coletas são feitas de forma digital, por tablets ou sensores inteligentes. E temos softwares próprios, como REP Center, que monitora a condição de equipamentos rotativos e fornece um diagnóstico das máquinas industriais em operação, que pode elevar a produtividade em até 70%. Este acompanha a operação de mais de 550 mil máquinas no Brasil, realizando diagnóstico de mais de 1,7 milhão de rolamentos”, destaca Martins.

Essas informações alimentam o Painel de Gestão de Ativos, um sistema próprio que identifica anomalias, orienta ações preventivas como realinhamentos e trocas programadas e mensura o desempenho operacional. O tempo de máquina parada — conhecido no setor industrial como downtime — representa um dos custos mais críticos para as empresas. Em alguns casos, as perdas podem chegar a cerca de US$ 150 mil por hora de inatividade, o que evidencia a importância de manter os equipamentos em plena operação.

Sustentabilidade e eficiência como resultado

A eficiência obtida pelos serviços da SKF vai além da redução de custos operacionais. Segundo a companhia, o uso correto dos rolamentos e boas práticas de lubrificação diminuem o desperdício de materiais e ampliam a vida útil dos equipamentos, contribuindo diretamente com metas de sustentabilidade industrial.

“Quando você usa um rolamento de forma adequada, estende a vida dele e evita descarte prematuro. Quando aplica evita desperdício de óleo e impacto ambiental. Sustentabilidade é consequência de uma operação eficiente. Para a SKF, eficiência e sustentabilidade caminham juntas”, afirma Pereira.

Do Brasil para o mundo

O pioneirismo brasileiro na criação dessa área atraiu atenção global dentro da SKF. A área de serviços veio da necessidade prática: oferecer suporte técnico contínuo aos clientes, indo além da simples venda de rolamentos.

“Outros países vêm até aqui para entender os modelos de contratos que trabalhamos. É um exemplo de como o Brasil foi além da venda de componentes, oferecendo soluções integradas de confiabilidade e performance”, detalha Gerson Quinhone, Gerente de Operações.

SKFFundada em 1907 pelo inventor do rolamento autocompensador, Sven Wingquist, a SKF é líder global em soluções para toda a indústria. A empresa conta com mais de 70 fábricas, 43 mil funcionários e 17 mil representantes de vendas em 130 países. No Brasil, a empresa iniciou suas atividades em 1915, oito anos após sua fundação na Suécia, com uma loja instalada no Rio de Janeiro. Já em 1963, a primeira fábrica nacional foi instalada em Guarulhos, e atualmente a moderníssima fábrica da SKF do Brasil está situada na Rodovia Anhanguera, km 30, no município de Cajamar, São Paulo, onde também está localizada uma área de serviços, chamada "Solution Factory", que desenvolve soluções de reparos e manutenção. E, desde fevereiro de 2013, seus escritórios de vendas e centro de distribuição estão na Rodovia Anhanguera, km 36

SKF
MAPA360

JOSÉ MARTINS É O NOVO GERENTE DE VENDAS INDUSTRIAIS DA TOTALENERGIES NO BRASIL

José Martins

A TotalEnergies Marketing Services Brasil Lubrificantes anuncia a nomeação de José Martins da Silva Junior como novo Gerente de Vendas de Lubrificantes e Especialidades para o segmento Industrial no Brasil.

José se reportará a Luis David Rodríguez, Vice-Presidente de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies. Juntos, trabalharão para desenvolver e fortalecer a presença dos lubrificantes e especialidades da TotalEnergies no Brasil.

“Estou muito animado para assumir esta posição e confiante de que, junto com nossa equipe altamente qualificada, fortaleceremos parcerias existentes e exploraremos novas oportunidades no mercado industrial brasileiro. Meu compromisso é manter a segurança e a excelência como pilares fundamentais, garantindo que nossas operações estejam em conformidade com os mais altos padrões de qualidade e sustentabilidade. Dessa forma, construiremos um negócio sólido e entregaremos soluções inovadoras aos nossos clientes.” — José Martins da Silva Junior.

“Estamos felizes em receber José na afiliada do Brasil. Seu histórico excepcional no mercado B2B, com foco em expansão regional, representa um ativo significativo para a TotalEnergies. Sua experiência será fundamental para reforçar nossa estratégia no Brasil”, disse Luis David Rodríguez, VP de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies.

Com esta nomeação, a TotalEnergies reforça sua liderança e compromisso com o desenvolvimento industrial sustentável no Brasil, alavancando a subsidiária no setor B2B, além de buscar expandir sua presença em segmentos-chave como laminação de metais, energia, mineração, alimentos e bebidas, entre outros.

Martins é graduado em Engenharia Mecânica Industrial e possui MBA em Marketing. Ele traz mais de 20 anos de experiência liderando operações comerciais no setor de lubrificantes industriais, com forte foco no mercado B2B e uma mentalidade estratégica marcada pela inovação e liderança de equipes multidisciplinares.

A TotalEnergies atua no mercado brasileiro de lubrificantes por meio das marcas Quartz, Rubia, ELF, Lubrilog, Nevastane, Kleenmold e LubMarine, oferecendo uma ampla gama de produtos para atender às necessidades dos segmentos automotivo, motocicletas, agrícola e industrial.

A TotalEnergies é uma empresa global de energia integrada que produz e comercializa energias: petróleo e biocombustíveis, gás natural, biogás e hidrogênio de baixo carbono, renováveis e eletricidade. Nossos mais de 100.000 colaboradores estão comprometidos em fornecer energia mais confiável, acessível e sustentável para o maior número possível de pessoas. Presente em cerca de 120 países, a TotalEnergies coloca a sustentabilidade no centro de sua estratégia, projetos e operações

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

GOVERNO FEDERAL APROVA ESTUDOS FINAIS PARA ARRENDAMENTO DEFINITIVO DO PORTO DE ITAJAÍ

O Ministério de Portos e Aeroportos encaminhou projeto à Antaq solicitando dispensa de nova audiência pública para agilizar envio ao TCU. Leilão deve ser realizado no 1º semestre de 2026

Foto: Ascom/Porto de Itajaí

O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), concluiu mais uma etapa decisiva para garantir o futuro do Porto de Itajaí (SC). O MPor aprovou a versão final dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o arrendamento definitivo do complexo de Itajaí. Os documentos foram encaminhados na sexta-feira (26) à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fará a elaboração das minutas de edital e de contrato. A previsão é que o leilão seja realizado no primeiro semestre de 2026.

No despacho enviado à agência reguladora, a Secretária Nacional de Portos solicita a dispensa de uma nova fase de audiência pública. A justificativa técnica é que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas pela sociedade e pelo mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. A meta do Ministério de Portos e Aeroportos é obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril de 2026.

Para o ministro Silvio Costa Filho, essa concessão coroa o esforço do Governo Federal em reerguer o porto. "Nosso foco sempre foi garantir que o Porto de Itajaí tenha um horizonte seguro para crescer. Trabalhamos incansavelmente para superar os desafios recentes e promover essa retomada. Agora, com a concessão definitiva, vamos oferecer a previsibilidade que o setor produtivo espera. Estamos saindo da fase de transição para um ciclo de investimentos de longo prazo, assegurando que o porto tenha a infraestrutura necessária para atender com eficiência a cadeia produtivo nacional e internacional", afirmou o ministro.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, essa medida visa otimizar o cronograma sem abrir mão do rigor técnico. "Essa aprovação é uma resposta necessária que o MPor dá à sociedade e ao mercado. Entendemos a importância estratégica do Porto de Itajaí; por isso, não estamos medindo esforços para encurtar caminhos burocráticos, sempre com responsabilidade, para garantir que o leilão aconteça no prazo a que nos comprometemos", disse.

Solução definitiva

O projeto prevê um montante de R$ 2,8 bilhões em investimentos, com uma cláusula estratégica de celeridade: R$ 920 milhões deverão ser executados já nos primeiros três anos de contrato. Esse aporte inicial tem como foco a modernização de equipamentos e melhorias na infraestrutura para receber e manobrar os navios.

A transformação física do complexo será expressiva. A modelagem estipula a construção de um novo terminal de contêineres, com capacidade estática de 37.152 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e uma ampliação de 90% nas áreas de pátio, resolvendo um dos principais gargalos operacionais do porto.

Além do ganho logístico, a concessão trará forte impacto socioeconômico para a região, com geração de empregos diretos e indiretos e o respectivo incremento na renda da região.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

BRASIL AVANÇA PARA ATENDER DEMANDA DE COMBUSTÍVEL SUSTENTÁVEL DE AVIAÇÃO ATÉ 2029

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo

O Brasil encerra o ano com avanços concretos na transição energética da aviação. O país já conta com capacidade técnica, produtiva e regulatória para atender, até 2029, a demanda nacional por combustível sustentável de aviação (SAF) e avançar na consolidação desse mercado. Um dos marcos desse processo foi o anúncio da Petrobras em relação às primeiras entregas de SAF 100% produzido no Brasil. A iniciativa integra as políticas públicas coordenadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para fortalecer a cadeia nacional do SAF e resulta dos investimentos da estatal no desenvolvimento de novos biocombustíveis.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressalta que o avanço do combustível sustentável de aviação é decisivo para posicionar o Brasil na agenda global de descarbonização do transporte aéreo. “Estamos estruturando um novo mercado no país, com planejamento, segurança regulatória e investimentos que dão previsibilidade ao setor. A produção nacional de SAF fortalece a indústria brasileira, gera oportunidades econômicas e permite que a aviação cresça de forma sustentável, em linha com os compromissos ambientais internacionais”, afirmou o ministro.

O Ministério de Portos e Aeroportos tem atuado como um articulador ativo na transição energética do setor aéreo. O objetivo é facilitar essa transição e fomentar a produção de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), alinhando o Brasil às novas regulamentações, como a Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/24).

Para isso, o MPor criou, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, o Fórum de Transição Energética na Aviação Civil (Fotea), um comitê interministerial focado em propor políticas públicas, coordenar ações e monitorar o programa de SAF.

Importância do combustível sustentável

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo.

No Brasil, o desenvolvimento desse mercado avança apoiado na capacidade instalada da nossa indústria de refino, na experiência acumulada sobre biocombustíveis e na nossa grande oferta de matérias-primas de origem renovável, como óleos vegetais. Esse conjunto de fatores permite ao país a criação de uma cadeia produtiva alinhada aos padrões internacionais de sustentabilidade, com potencial para atender as exigências regulatórias do setor aéreo e de ampliar a oferta de combustíveis que gerem menos emissão de carbono (CO2).

No caso do SAF, a redução das emissões de CO₂ ocorre porque parte de sua composição usa matéria-prima de origem vegetal, processada em conjunto com o querosene de aviação mineral. De acordo com a Petrobras, essa parcela renovável tem uma redução prevista de até 87% nas emissões líquidas de carbono.

O desenvolvimento do SAF está alinhado às diretrizes do Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação, que tem como objetivo estimular investimentos, ampliar a capacidade produtiva e garantir segurança regulatória para o setor. A atuação integrada entre órgãos do governo federal e empresas estratégicas é fundamental para criar um ambiente favorável à consolidação dessa cadeia produtiva.

Com políticas públicas estratégicas, os investimentos da Petrobras e o fortalecimento do marco regulatório, o Brasil avança na consolidação de um mercado nacional de SAF, contribuindo para a redução das emissões na aviação e para a construção de uma economia de baixo carbono no país.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação