sábado, 9 de novembro de 2024

QUER APOSTAR? Por Marli Gonçalves*

Pode apostar que tem alguém apostando alguma coisa perto de você. Ou em alguma coisa. Ou até em você. Nesse mundo em que tudo virou isso ou aquilo, as torcidas se confrontam por qualquer coisa. Não é por menos que as tais bets vêm causando tantos estragos

Tudo se aposta. Um acha que vai ganhar, e acaba se tornando cabo eleitoral de coisas, inclusive, com as quais não tem a menor relação direta. Só alguma paixão, ou é tinhoso, como encontramos tantos nas redes sociais espalhando mentiras, ataques – se não pensa como eles, inimigo é, não tem conversa. Conflitos na certa, e não faltam temas.

As eleições americanas chegaram até a ser engraçadas, e acabou dando aquela coisa que aqui ninguém acreditava, fuémmmm, embora se repita seguida e historicamente no nosso país: as baratas votando nos sapatos de bico fino que as encurralam pelos cantos. E sempre aparece os videntes: agora teve até um Nostradamus americano que juravam que nunca tinha errado uma previsão, indicando a vitória de Kamala Harris. Não soube mais dele depois do resultado da vitória do dantesco Trump.

E tem os bichos, também, além daqueles mais comuns e pobrezinhos do nosso próprio jogo do bicho. Os que ficam famosos por acertar um resultado aqui e ali, em geral esportivo. Teve o polvo Paul, o elefante Yalu, o porquinho da Índia Shiva, o panda Ying Mei, o gato Aquiles, o polvo Cassandra, o camelo Princess, o porco ucraniano Funtik, e mais um elefante, o Cittá. Não sei porque não há antas famosas, combinaria muito mais.

A verdade é que nos últimos tempos o negócio de apostar se disseminou de tal forma que está incontrolável, principalmente com as tais Casas de Apostas, as Bets, numerosas, com tantos nomes e propagandas que chegam a atordoar. Falta só a “Bet Faria”. Vem do incontrolável desejo humano: ficar rico sem necessariamente muito esforço. O que me faz sempre lembrar de meu pai dizendo “Trabalha não para tu ver se cai do céu”.

O Brasil vive uma epidemia. Gente com renda comprometida. Pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC): por causa das apostas, 19% pararam de fazer compras no mercado e 11% não gastaram com saúde e medicamentos. O país talvez já seja o terceiro maior mercado de apostas do mundo, movimentando só agora em 2024 cerca de R$ 130 bilhões. Há notícias de que beneficiários do Bolsa Família chegaram a gastar R$ 3 bilhões em sites de apostas esportivas, somente no último mês de agosto. Grandes companhias já notificam preocupação com endividamento de seus funcionários e com o jogo no ambiente de trabalho.

Aposta é boa quando se vence. E, igual a drogas, quando se ganha, se quer mais, e aí a coisa vai ladeira abaixo, manipulada pela realidade das partidas sempre indefinidas ou mesmo por algoritmos estranhos. O negócio é sério e está trazendo mais pacientes aos serviços médicos, tentando retomar especialmente a sua saúde mental. Ou suas próprias vidas, famílias, casamentos destruídos. Ao invés de ganhar, perde. E muito.

O governo tomou um safanão com os números e busca melhor regulamentar, embora tarde demais, as tais bets. Mas por lá ainda falam em liberar jogos de azar. Apostam também que arrecadarão mais, como se possível fosse controlar maremotos.

Tudo vira batalha, mesmo sem dinheiro envolvido. Penso que os tais realities também avivam essa mania de concorrer, de acertar, de tentar prever, e ganhar. Os números das pessoas que votam para eliminar participantes são sempre estratosféricos. Já houve em um BBB passado estouro de fogos quando um indesejado foi mandado para fora. É impressionante. Torcidas são impressionantes.

Agora, quer apostar? Vamos passar dias ouvindo conjecturas sobre geopolítica mundial, se o resultado lá vai beneficiar aquele outro aqui, o que vai sair daquela cabeça.

Vai ter logo logo até aposta nova em assunto antigo: quem vai matar Odete Roitman na novela Vale Tudo reformulada?




*Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela AmazonMe encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves,Facebook,Instagram,TwitterBlueSky, Threadsmarli@brickmann.com.br. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2024

INICIOU NA TAMPA DE PANELA. Por chicolelis*

Os pais o surpreenderam sentado em sua cadeirinha, com a tampa de uma panela nas mãos, girando-a como se fosse o volante de um carro e fazendo “brum, brum” e, com certeza também fazendo “bibi, fonfon”. Ele tinha cerca de quatro anos e sabe que fizeram uma foto, que nunca viu,  do seu “primeiro carro”. (Só revelo sua identidade lá no final da Coluna).

Apesar dessa primeira “experiência” automobilística, ele nunca recebeu de seu pai, muito menos de sua mãe, qualquer incentivo que o levasse a uma carreira sempre ligada ao automóvel. Então somente aos 14 anos foi fazer Mecânica no Senai e, nas férias corria para a oficina “Afinauto”, que já não existe mais.

Quando adolescente, seu tio (irmão de sua mãe), o jornalista Douglas Mendonça ia visitar a família dirigindo carros esportivos de testes que deixavam louco de “inveja” o motorista da tampa de panela.

Então, para dirigir os mesmos carros, resolveu fazer Jornalismo (na Casper Líbero) para, como o tio, dirigir carros. E, aos 17 anos, ainda sem CNH foi trabalhar na revista Oficina Mecânica,  onde era auxiliar de Bob Sharp, Cláudio Carsughi e Josias Silveira (este último, já nos deixou).Era ele quem instrumentava os veículos para os testes, além de buscá-los  nas fábricas.

Quando aos 18 anos para fazer o exame para sua CNH, foi de carro, parando perto do lugar das provas. Não percebeu que um policial acompanhara sua chegada. E, depois de passar no teste da baliza, dirigiu-se ao carro quando foi interpelado pelo policial que lhe perguntou se havia sido aprovado.

Diante do “sim”, disse a ele: “então não posso mandar guinchar se carro. Mas saia logo daqui.”

Aqui é preciso abrir um parênteses para falar da emoção que ele sentia trabalhando ao lado daqueles que eram seus ídolos, todos amigos do seu tio Douglas, e já veteranos na cobertura do setor automobilístico, conhecedores de mecânica e também pilotos de corridas.

A grande revista

Com a abertura das importações, surgiram muitas publicações abordando o setor automobilístico. E, aos 20 anos foi convidado pelo jornalista Luiz Bartolomais Jr, para trabalhar na revista 4 Rodas, da então poderosa Editora Abril.

Foi naquela época que teve sua primeira experiência nas pistas, seu sonho desde aquela tampa de panela. Pilotando um Voyage, da Caraigá Veículos, chegou entre os 10 primeiros da categoria (Turismo 2.0) em uma edição das Mil Milhas, em Interlagos. Seus parceiros ao volante foram os jornalistas Eduardo Pincigher e seu tio Douglas Mendonça.

Terminada a corrida, ouviu de muitos o conselho de seguir na carreira de piloto. Ele comenta que sua vantagem era conhecer a mecânica do carro, saber tudo sobre suspensão, motor, câmbio (graças ao curso no Senai), tinha “bundometro” (gíria usada nas pistas para quem tem grande  conhecimento sobre o carro que pilota) como Nelson Piquet, por exemplo. Também correu de Gol, chegando entre os três primeiros e algumas provas.

Josias Silveira o levou de volta para a Oficina Mecânica, de onde logo saiu para entrar na Auto & Técnica, editada pelo tio (ele de novo) e Cláudio Carsughi. Ele ai já tinha 23 anos, em 1995 (segundo ele, eu, chicolelis, estive no lançamento da publicação). A editora publicava também Moto & Técnica, Chevy e Auto & Clássicos.

A sociedade se desfaz e ele fica com a Moto & Técnica, mas logo o Bartolomais volta à sua vida convidando-o para editar a nova publicação, a  MotorShow, da Editora 3. Durante algum tempo cuidava das duas revistas.

Voltando às pistas, de Marea

Ai, apareceu a oportunidade de correr com uma SW Fiat Marea Turbo, cujo motor subiu de 180 cv para 240 cv. Chegou em 4º nas Mil Milhas de Interlagos em venceu os 500 km de Brasília, mas ele não lembra das datas.

Quando a GM lançou a picape Montana, Pedro Luis Dias, então diretor da área de Comunicação da fábrica, deu sinal verde e a fábrica disponibilizou três veículos para a equipe correr nas Mil Milhas. Só não fizeram o pódio (1º, 2º e 3º) porque a bobina do carro que ele pilotava, quebrou.

Sua próxima incursão na área foi para o time de competição da Fiat, que foi tricampeão brasileiro de Endurance Categoria Turismo, em 2006, 2007 e 2008. Antes  foi vice por três anos seguidos, 2003, 2004 e 2005). Ele conta que teve a honra de competir com seus ídolos e ganhar deles. Para correr na Stock Car, faltou dinheiro.

Uma fórmula só pra ele

No final de 2008, foi convidado pelo então responsável da área de Imprensa da Fiat, Carlos Henrique Ferreira, hoje diretor de Comunicação da Renault, para criar a Fórmula Fiat, para iniciantes nas pistas. Ele foi o responsável pela área técnica, desenvolvendo câmbio e motor do carro, enquanto Adhemar Moro desenvolveu o chassis. Cuidou da categoria de 2010 até 2012. Neste mesmo ano, fez a apresentação da nova motorização da Fiat para a Imprensa e Cláudio, Rawicz o convidou para fazer parte da equipe de Comunicação da FTP.

Quando Caique foi para a concorrência, indicou o pequeno motorista da tampa de panela para seu lugar, como assessor técnico da Fiat. Depois foi galgando postos, respondendo por outras marcas, com a chegada da RAM, Dodge, Jeep, Chrysler a própria Fia. Em 2021 nasce a Stellantis e mais duas marcas surgem no grupo, Peugeot e Citroën.

Hora de voltar à tampa de panela

Então as questões burocráticas se sobrepõem ao prazer de dirigir e ele lembra dos tempos em que voava pelas pistas ou circulava pelas ruas, avenidas e estradas, fazendo aquilo que ele RICARDO DILSER, sempre quis fazer: sentar na sua cadeirinha, pegar a tampa da panela e dirigir carros.

Ele deixou a Stellantis, onde fez amigos, assim como na Imprensa de todo o País, e foi ser repórter, produtor e apresentador do Auto Esporte (domingo na Globo, 9;30 da manhã). Lá ele faz aquilo que mais gosta de fazer: testar carros, sem burocracia.

*chicolelis - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

LUPA DO BEM VENCE COMO “DINAMIZADORES” NO PRÊMIO IMPACTOS POSITIVOS DE 2024

Projeto já mapeou mais de 400 pequenas e médias ONGs, impactando cerca de 15 mil pessoas da América Latina direta e indiretamente.

O Lupa do Bem, uma iniciativa dedicada a fomentar o crescimento de pequenas e médias organizações sociais da América Latina, leva o Prêmio Impactos Positivos de 2024, na categoria Ecossistemas de Impacto como “Dinamizadores”. Os vencedores foram escolhidos por votação pública e pela avaliação de um corpo de jurados especializados, conforme os critérios de impacto socioambiental e econômico, inovação e qualidade de execução.

Em três anos de atuação, o Lupa do Bem já mapeou e integrou mais de 400 pequenas e médias ONGs à sua rede, impactando direta e indiretamente mais de 15 mil pessoas. Com um enfoque jornalístico, a iniciativa entrevista líderes dessas causas, destacando o impacto real que promovem em suas comunidades bem como os principais desafios que enfrentam. Como extensão das coberturas realizadas, o projeto conta com o podcast LupaCast, que funciona como um boletim informativo sobre os principais temas abordados.

Além de dar visibilidade às ONGs, o Lupa do Bem desempenha um papel educativo, apoiando a formalização e o fortalecimento das atividades no terceiro setor. O projeto elaborou uma coleção de três e-books gratuitos: Guia de Mobilização de Recursos, Como Começar uma ONG e Voluntariado nas Organizações, este último lançado neste mês. Com linguagem acessível e modelos de documentos práticos, os materiais estão disponíveis para download gratuito no site.

“Receber o Prêmio Impactos Positivos é um reconhecimento ao trabalho que realizamos com tanto empenho e dedicação,” comemora Fabiana Rosa, cofundadora e coordenadora do Lupa do Bem. “Esse prêmio é uma celebração não só para nós, mas para todas as ONGs e líderes comunitários que dedicam suas vidas a transformar a realidade local. É uma honra contribuir para amplificar essas vozes e levar mais longe o impacto positivo que geram.”

O Lupa do Bem, uma iniciativa da Sherlock Communications, é uma rede dedicada a fomentar o crescimento de pequenas e médias organizações sociais no Brasil e na América Latina. Com mais de 400 organizações mapeadas e integradas à rede, o Lupa ajuda ONGs a contarem suas próprias histórias através de matérias jornalísticas e a mostrarem o impacto real que geram nas comunidades locais. Além de ampliar a visibilidade dessas causas, o Lupa do Bem cumpre com um papel educativo para a manutenção e formalização das atividades voltadas para o terceiro setor. Por meio destas ações, cerca de 15.000 pessoas já foram impactadas, fortalecendo projetos sociais e incentivando a geração de mudanças positivas. Para saber mais, visite o site e as redes sociais no Facebook, Instagram, LinkedIn e Spotify.

Lupa do Bem
Sherlock Communications

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

SALVADOR BOAT SHOW: OFICINAS E EXPERIÊNCIAS NÁUTICAS RECEBEM CRIANÇAS EM VULNERABILIDADE SOCIAL E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Foto: Will Recarey / Divulgação

O Salvador Boat Show desembarcou na Bahia Marina, 100% realizado sobre as águas, em passarelas flutuantes. Os visitantes poderão conhecer, até 10 de novembro, muitas novidades náuticas incluindo 30 barcos em exposição e uma ampla gama de produtos e serviços do setor.

Além disso, em parceria com o Instituto de Cegos da Bahia e a associação I9 Vela, que trabalha com crianças da periferia da cidade em vulnerabilidade social,  o Salvador Boat Show oferece oficinas e experiências sensoriais.

“As ações envolvem uma experiência em um veleiro, direcionada a pessoas com deficiência visual, além de oficinas práticas de navegação para crianças. Essas iniciativas refletem a nossa visão de inclusão que valoriza a integração social, reforça a importância do aprendizado náutico como ferramenta de transformação e o acesso à náutica para todos”, informa Thalita Vicentini, diretora-geral da Boat Show Eventos.

Em uma ação pioneira a bordo do veleiro Marujo's Stanley, modelo Farr, de 42 pés, o evento oferece uma experiência imersiva com os alunos do Instituto de Cegos da Bahia, que acontece na quinta-feira (7). Focada em sons, toques e nos elementos do vento, a atividade permite uma conexão com o ambiente náutico. Com duração aproximada de uma hora, a imersão oferece aos participantes a chance de interagir com a tripulação, explorar a estrutura do veleiro, aprender noções básicas de navegação e sentir a energia do mar.

“Este tipo de ação é essencial para promover a cultura náutica e incentivar a prática de esportes no mar, além de fortalecer o turismo náutico da região. A parceria entre o veleiro Marujo’s Stanley e o Salvador Boat Show envolve experiências exclusivas para o público, e proporciona vivências náuticas em um dos veleiros mais destacados da região", destaca Agatha Wicks, assessora de Marketing do Veleiro Marujo’s Stanley.

Outra iniciativa do evento é a parceria com a I9 Vela, associação que trabalha com crianças da periferia de Salvador que estará no evento ensinando aos visitantes a montar e desmontar um barco a vela, além dos princípios da navegação. Além disso, irão apresentar um veleiro monotipo construído pelos próprios integrantes da associação.

"Participar do 1º Salvador Boat Show representa para nós o embarque em um sonho náutico voltado à equidade e inclusão social. Acreditamos que os alunos beneficiados pelo projeto I9 Vela ainda não têm plena dimensão de quão transformadora é essa oportunidade para as comunidades de Salvador. Este projeto teve início há três anos com um curso gratuito de vela, destinado a crianças e adolescentes de áreas socioeconomicamente vulneráveis”,  explica Juan Sobral, velejador há mais de duas décadas e coordenador do i9 Vela.

Com seus projetos sociais, a I9 Vela já impactou mais de 580 crianças e adolescentes.

Serviço
Salvador Boat Show
De 6 a 10 de novembro
Bahia Marina
Av. Lafayete Coutinho, 1010, Salvador - BA
Acesso: R$ 40,00 + Taxas
Ingressos disponíveis aqui
Organização: Boat Show Eventos
Apoio Institucional: SAC Náutico e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda de Salvador.

VIBRA ENTREGA RESULTADOS SÓLIDOS EM 3T24, COM GESTÃO FOCADA EM RESULTADOS E RENTABILIDADE.

Base de Belém. Foto: Camila Picolo/Divulgação Vibra

A Vibra, líder no mercado de distribuição de combustível e uma das maiores empresas de energia do Brasil, divulgou nesta terça-feira, dia 05, seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2024. O período foi marcado por uma performance consistente, com destaque para a manutenção de margens robustas e demonstrando a eficácia da estratégia de gestão focada em resultados e rentabilidade.

Os dados indicam que o terceiro trimestre foi o melhor do ano para a Vibra, com o lucro líquido registrando um crescimento expressivo de 234,74% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 4,2 bilhões.

No mesmo período, o Ebitda ajustado da companhia atingiu R$ 1,987 bilhão, apresentando um crescimento de 28,2% em relação ao 2T24 e uma redução de 14,8% em relação ao 3T23. A margem Ebitda ajustada foi de R$ 212 por m³, demonstrando a eficiência operacional da Vibra em um ambiente de mercado mais equilibrado em termos de oferta e demanda.

É o quinto trimestre consecutivo com margens EBITDA superiores a R$ 150/m³, indicando uma alta eficiência na geração de lucro operacional, o que sugere um controle rigoroso sobre os custos e crescente demanda pelos produtos ou serviços da empresa. Para a Vibra, um dos pontos relevantes que motivaram os fortes resultados neste trimestre é a atuação próxima aos clientes tanto B2B quanto a revenda, alcançados por conta da estratégia do projeto Cliente na Veia, implantado há mais de um ano.

A Vibra registrou ainda um fluxo de caixa livre (FCLF) de R$ 1,8 bilhão no trimestre, resultado, principalmente, dos maiores volumes vendidos, de sua disciplina na gestão de custos. A alavancagem da companhia foi reduzida para 0,6x, refletindo a solidez do balanço e a capacidade de diminuir o endividamento.

"A Vibra está mais forte do que nunca. Os resultados do terceiro trimestre refletem a nossa capacidade de navegar em um mercado desafiador e entregar resultados sólidos para nossos acionistas, atendendo o mercado com qualidade, garantindo a segurança energética em todo o território nacional de forma bastante competitiva”, afirma Ernesto Pousada, CEO da Vibra.

Foco em crescimento sustentável e criação de valor

O fechamento da aquisição da Comerc, aprovada pelo CADE, está previsto para janeiro de 2025. A integração da Comerc deverá gerar sinergias e impulsionar o crescimento do Ebitda da Vibra já a partir do início do primeiro trimestre de 2025. A Vibra estima que cerca de R$ 1,4 bi sejam capturados, com otimização de estrutura fiscal, de contratos de seguro, de licenças e com a redução de custo de dívida, com o custo de captação da Vibra. Com a Comerc, a Vibra dá um passo importante em projetos de geração distribuída e eficiência energética, além de focar em opções de crescimento em geração centralizada e na reciclagem de ativos, adicionando uma nova dimensão ao crescimento do Ebitda e ao potencial de criação de valor da plataforma multienergia da companhia.

A Vibra segue comprometida com a busca contínua pela excelência operacional e com a execução de sua estratégia de crescimento, focada em cinco avenidas principais, base para sua estratégia de crescimento nos próximos anos. A companhia está determinada a avançar em market-share de forma estratégica, sem renunciar à rentabilidade, mantendo o foco em uma atuação disciplinada e sustentável.

Vibra
InPress Porter Novelli

terça-feira, 5 de novembro de 2024

CHIEKO AOKI SERÁ HOMENAGEADA COM MEDALHA DO MÉRITO TURÍSTICO

A cerimônia que reconhece personalidades que participam ativamente no desenvolvimento do turismo no estado será amanhã (6) na capital paulista.

Foto: Blue Tree Hotels / Divulgação. 

Chieko Aoki, conhecida como a “Dama da Hotelaria” e presidente da rede Blue Tree Hotels, será homenageada, nesta quarta-feira, 6 de novembro, com a "Medalha do Mérito Turístico", concedida pelo Governo do Estado de São Paulo às personalidades de destaque na promoção do turismo paulista. O evento, que será realizado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, contará com a presença de diversas autoridades.

Ao lado de importantes personalidades do turismo como Jarbas Favoretto e Mário Carlos Beni, Chieko Aoki será reconhecida por sua contribuição e dedicação ao desenvolvimento do turismo do Estado de São Paulo.  A solenidade marcará também o lançamento oficial da Academia de Turismo SP, uma iniciativa governamental voltada para impulsionar o setor turístico no estado.

Chieko Aoki

Uma das empresárias mais influentes do Brasil, Chieko Aoki é o nome por trás do sucesso da Blue Tree Hotels, rede que fundou em 1997. Pioneira em um setor historicamente dominado por homens, a sra. Aoki, como é chamada por colaboradores e parceiros de negócios, transformou a Blue Tree em uma das maiores redes hoteleiras do Brasil com excelência em hospitalidade e em gestão hoteleira, com mais de 4 mil apartamentos e espaços de eventos distribuídos de Manaus a Rio Grande do Sul.   Formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com especializações no Japão e nos Estados Unidos, Chieko é reconhecida pelo método próprio em hospitalidade, a Alma Blue Tree, com foco em cuidar e conectar pessoas – clientes, colaboradores e investidores, assim como a todas as pessoas, para promover a convivência harmônica no mundo.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com.

KIA BRASIL PATROCINA NATAL LUZ DE GRAMADO 2024

A Kia Brasil está patrocinando o Natal Luz de Gramado, um dos maiores e mais tradicionais eventos de Natal do Brasil. A 39ª edição do Natal Luz ocorre até 19 de janeiro de 2025, em Gramado (RS), e deve receber neste ano mais de dois milhões de visitantes, com boas perspectivas após retomada das operações do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.

Durante a programação do evento, os modelos Sportage e o novo EV5, primeiro veículo 100% elétrico da marca no país, participarão, intercaladamente, do Grande Desfile de Natal, que este ano retorna para o centro da cidade, na Avenida das Hortênsias, todas as quartas, sextas e domingos às 20h, quando também acontece o acendimento das luzes diariamente às 20h.

Em sua segunda ativação, a Kia marcará presença com o modelo Sportage em estande ao lado da Avenida das Hortênsias, onde estarão concentradas atrações musicais de quarta a domingo às 18h.

“Patrocinamos o Natal Luz de Gramado como incentivo a um evento inspirador que traz toda magia e encanto desta época do ano e reflete o compromisso da Kia de proporcionar momentos de inspiração sempre que o consumidor estiver em contato com nossa marca”, afirma Gustavo Gandini, diretor de Operações da Kia Brasil.

A Kia deseja mover as pessoas de uma forma que as inspirem conforme as necessidades de mobilidade evoluem, criando experiências significativas, únicas e centrada no aspecto humano, em sustentabilidade e mobilidade inteligente.

Kia Brasil
Textofinal de Comunicação Integrada

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

NISSAN FRONTIER TARMAC: CAMINHONETE ÚNICA E PRONTA PARA AS PISTAS.

Colaboração entre a Nissan Motorsports, a Forsberg Racing e a Nissan Design America, conceito combina motor superalimentado, carroceria de fibra de carbono e suspensão NISMO rebaixada.

A Nissan Motorsports e a lenda das corridas Chris Forsberg estão revivendo uma era amada na cultura das picapes. Em parceria com o Nissan Design America (NDA), transformaram uma Nissan Frontier em uma ‘fera’ de perfil baixo e com alta performance.

O resultado é a Nissan Frontier TARMAC Concept, que fará sua estreia mundial na feira Specialty Equipment Market Association (SEMA) em Las Vegas, entre os dias 5 e 8 de novembro.

“Vinte anos atrás, ter uma picape de alto desempenho era definitivamente uma coisa legal. Mas hoje em dia, muito raramente, você vê picapes de alto desempenho rebaixadas”, diz Forsberg. “Eu não construo uma picape rebaixada desde 2003. Parecia divertido – era diferente”, completa.

Os membros da equipe Nissan Motorsports, Kevin Lutz e Paul Boyer, começaram a sonhar com o projeto em 2021 e estavam ansiosos para torná-lo realidade. “Os estandes do SEMA SHOW costumavam ser preenchidos com picapes médias de alto desempenho e rebaixadas. Então, é fácil imaginar um retorno dessa tendência”, afirma Lutz. “Proprietários de picapes como a Frontier frequentemente adoram personalizar seus veículos, então estamos considerando como podemos atender melhor às suas necessidades.”

A TARMAC é uma verdadeira homenagem às muscle trucks (picapes com apelo esportiva, motor potente, tamanho e desempenho elevados) do passado, ao mesmo tempo em que apresenta melhorias substanciais de desempenho para se adequar à era moderna.

“Este conceito ousado e chamativo foi a maneira perfeita de mostrar alguns dos nossos próximos produtos de desempenho NISMO para a Frontier”, disse Boyer, que atuou como gerente de projeto do conceito TARMAC. Projetados para desempenho em ruas e não em trilhas, tem uma enorme potência indo para as rodas traseiras.

Forsberg adicionou uma superalimentação refrigerada a água ao motor V6 de 3,8 litros, bem como um protótipo de admissão de ar frio NISMO de fibra de carbono e escapamento de alto desempenho. Isso aumentou a potência da TARMAC para impressionantes 440 cavalos e 55,2 kgfm de torque. 

Os freios NISMO foram instalados usando montagens personalizadas e incluem rotores flutuantes e ranhurados de duas peças para extrema potência nas frenagens. Há duas pinças na parte traseira, uma das quais ligada a um freio de mão personalizado para prática de drifiting.

A modificação mais marcante está na suspensão: para atingir a postura próxima ao solo, a Nissan Motorsports desenvolveu uma versão personalizada do seu protótipo de suspensão de rua de alto desempenho NISMO para a Frontier, apresentando uma suspensão com amortecedores semiestruturais nos quais as molas que suportam o peso do veículo estão montadas no próprio amortecedor (coil over) totalmente ajustável na frente e um kit flip e entalhe em C na traseira.

A aparência do conceito reflete seu alto desempenho. Ele apresenta carroceria de fibra de carbono por toda parte, incluindo o spoiler da porta traseira, a cobertura do capô e os para-lamas ultra largos, que tornam a carroceria 4 polegadas mais larga do que uma Frontier regular. A fibra de carbono contrasta com a pintura Afterburn Orange. Para colocar toda a potência do TARMAC no asfalto, o time equipou a picape com rodas NISMO personalizadas de fibra de carbono de 20 polegadas com pneus Yokohama Advan 315/35.

Por dentro, há um volante exclusivo de fibra de carbono e bancos Recaro, que são revestidos com estofamento personalizado para complementar o exterior laranja vibrante. E graças ao novo freio de mão manual, o freio de estacionamento regular foi removido.

“Queríamos que a sensação de desempenho continuasse no interior”, disse Forsberg.

A equipe de Forsberg colaborou com os designers da NDA em San Diego, que forneceram feedback sobre as principais modificações na postura e na carroceria da picape. O desenvolvimento do carro-conceito durou seis meses.

Hiren Patel, gerente sênior de design exterior da NDA, aconselhou Forsberg enquanto ele trabalhava na construção personalizada.

“Ver o veículo no meio da construção dá uma ótima ideia do seu potencial, mas também é impressionante ver a quantidade de trabalho e consideração que foram investidos nele”, disse Patel. “Foi muito divertido participar.”

Patel, que trabalhou anteriormente na Frontier da geração atual, aplicou sua vasta experiência com picapes e SUVs para ajudar a reinventar esta Frontier como um conceito pronto para as pistas.

“Picapes são realmente pessoais para mim. Há muito potencial para modificação e personalização para uma paleta muito ampla de gostos e preferências”, disse ele. “Com a TARMAC, é legal ver a Frontier imaginada de uma forma não-típica.”

Forsberg tem uma história de décadas de parceria com a Nissan. Tudo começou em 2003, quando ele comprou um 350Z e se conectou com a equipe Nissan Motorsports em corridas na Califórnia. Desde então, ele competiu em inúmeros eventos em veículos Nissan – muitos dos quais ele personalizou com sua equipe internamente – do circuito de drift a corridas off-road. Mais recentemente, a Forsberg colaborou com a NISMO Off Road para criar a Frontier Forsberg Edition.

TARMAC é a mais recente vitrine da paixão de Forsberg por desempenho e seu relacionamento com a Nissan Motorsports. Ele espera que o conceito lembre as pessoas da praticidade divertida das picapes “muscle”, ao mesmo tempo em que os apresenta aos motoristas mais jovens.

“Quero trazer de volta essa nostalgia e mostrar que uma picape também pode ter desempenho. Você pode ter uma picape divertida, rápida e pronta para a pista e ainda jogar coisas na caçamba”, disse Forsberg.

O conceito Frontier TARMAC se junta a uma linha emocionante de veículos Nissan e INFINITI estreando no SEMA Show 2024 em Las Vegas. Explore o que mais a Nissan tem guardado, aqui.

Nissan Brasil

LÍNGUAS. E LÍNGUAS SOLTAS POR AÍ. Por Marli Gonçalves*

Impressionante o estrago que uma língua solta batendo nos dentes, consciente ou distraída, malvada ou engraçadinha, pode fazer. Em épocas eleitorais as línguas ganham protagonismo porque podem derrubar até quem já estava subindo ao pódio.

Desde criança a gente sempre ouviu um sábio conselho dos mais velhos, para tentar manter a língua quieta lá dentro da boca, e esta fechada. Pensar antes de falar, para evitar problemas. Aprendemos? Não. Duvido que algum de nós já não tenha escorregado e falado mais do que devia, e depois tentado se desculpar tentando explicar que não era exatamente bem aquilo que queria expressar. Isso quando não tem outra pessoa que precisa correr para consertar o linguarudo. Saia justa. O presidente dos Estados Unidos, Biden, acaba de emitir uma frase muito infeliz sobre os eleitores do adversário Trump (“lixo”). Por sua vez um comediante de palanque de encomenda de Trump acertou os porto riquenhos falando horrores, destilando preconceitos (“ilha flutuante de lixo”).

Línguas são o pavor dos profissionais de marketing político. Como contê-las, como amarrá-las? Cortar não pode. Aí vem o corre-corre para conter os sangramentos.

Também acontece dela, a língua, se soltar como quem não quer nada – e isso tem de ser acompanhado sempre por uma cara de nuvem, de inocente. Querem exemplo maior do que o do governador Tarcísio de Freitas, que de bobo não tem é nada, no dia do segundo turno da eleição em São Paulo juntar em uma coletiva uma investigação antiga de PCC nas prisões com o nome do candidato Guilherme Boulos? Ora, ops! – foi sem querer. Então, tá. E no país do momento, parece, ficou tudo por isso mesmo. A língua continuará solta e faceira daqui pra frente. Assim como as eleições sendo tratadas de forma irresponsável.

Pois bem, esses fatos dos tempos que vivemos me fez recordar de muitos outros e famosos tipos de língua, além da deliciosa, a língua de gato; a de chocolate, que a do gato mesmo é  muito áspera e faz cosquinha.

A língua de chicote, aquela que fala e se arrepende recolhida (um pouco a tal do momento eleitoral) é bem comum. É também aquela que que fala tudo o que pensa, doa a quem doer, chicoteia.

Achei uma engraçada, a língua de lixa, que usam para, digamos, definir uma língua que “visitou muitas bocas”. Também anda comum com esse negócio aí de “ficar”, “beijar muuuito”, como dizem os jovens. Mas aí eles têm de aguentar, além dos sapinhos, as línguas de trapo. Os indiscretos, fofoqueiros, linguarudos, que gostam de cuidar da vida dos outros. Se bem que o termo acabou criado um ótimo grupo musical, o Língua de Trapo.

Claro, falei logo no início do língua solta. Mas tem língua presa. Só que isso tem nome mais complicado, médico: anquiloglossia. Uma condição que dificulta a fala, e pode ser operada se descoberta a tempo, pelo que vi.  Coisa séria.

A língua de sogra, aquele negocinho de festa que a gente sopra e ele estica, também tem esse nome porque em geral sogras não são amadas; quando se metem na vida do casal podem enrolá-los. Assim como a língua enrolada que precisa ser levada muito a sério e requer cuidados, porque quando aparece pode ser sinal de grave distúrbio do sistema nervoso central, como um AVC.

Mas a língua também anda servindo de enfeite. Tem quem a corte, divida - dizem para dar maior prazer sexual quando... vocês sabem. É a tal língua de cobra; procedimento estético, perigoso, não recomendado, e que pode dar ruim, bem ruim. Mas cada um sabe o quer fazer no próprio corpo, como tantas várias modificações na moda por aí.

Enfim, a língua dá muito samba. Mais um conselho, aos traidores: não bata com a língua nos dentes. E dá até uma praguinha bem dolorosa:

-  Se for falar mal de mim, morda a língua!




Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano – Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais. Blog Marli GonçalvesFacebookInstagram,Twitter. marli@brickmann.com.br. 

USE APOIO AO SENTAR NO BANCO DO CARRO. Por chicolelis*

Foto meramente ilustrativa: thehindu.com. Fonte: autoentusiastas.com.br.

Nesta semana, tomando café com uma amiga fisioterapeuta, a Dirce dos Santos, falei a ela sobre uma dor “nas costas” que andava sentindo. Sem pestanejar, a Dirce deu o diagnóstico: é o banco do carro. Surpreendi-me, mas ela disse, que não é só o banco do carro que eu estava usando, é o banco de todos os autos, inclusive o dela. Isso, porque, segundo ela, o assento de todos os modelos são, equivocadamente, “afundados” quando chegam ao encosto.

Daí, pedi que ela explicasse como isso acontece. Ela explicou e eu coloquei as explicações dela nesta minha coluna dessa semana.

A maioria de nós sabe que o nosso corpo tem a coluna vertebral na região das costas, que o divide exatamente no meio e faz nosso corpo realizar diversos movimentos como, por exemplo, inclinar para frente, para os lados, girar para trás e para frente, etc.

A coluna é formada por vértebras alinhadas no sentido longitudinal do corpo. Fisiologicamente, para que exerçam todas essas funções as vértebras são separadas umas das outras e no meio delas, para amortecer e garantir os espaços, temos os discos intervertebrais e para garantir o alinhamento delas temos as facetas articulares de cada lado da vértebra.

Para garantir a saúde da nossa coluna e não causar dores, é muito importante o espaço entre as facetas laterais e o disco que separa uma vértebra da outra na frente delas. Observando a coluna de lado veremos que ela tem curvas, duas para a frente na região cervical (pescoço) e na região lombar chamadas lordose e que são MUITO IMPORTANTES para garantir os movimentos SEM PRESSÃO nas facetas e discos intervertebrais. Se houver pressão nessas estruturas teremos no inicio dores e com o tempo deterioração dos tecidos.

Aqui vamos falar da região lombar. Quando sentamos dobramos nosso quadril (onde a cabeça do fémur encaixa no osso ilíaco de cada lado). À medida que descemos em direção ao assento a pelve se move para trás para apoiar o peso do corpo sobre a coluna lombar que está encaixada entre os dois ilíacos. No final do movimento, ao sentar, a pelve alinha-se com o assento e a coluna lombar neste movimento leva a curva lordose para trás retificando a curva.

Sentados

Ao sentarmos retificamos a lordose lombar e, portanto, diminuem os espaços interfacetários (dor) sensação de tratamento. Quando sentamos em algum assento muito macio, sofá muito macio, por exemplo, a pélvis afunda e a LORDOSE que estava retificada, no assento plano vai fazer uma curva contraria à ela, causando a CIFOSE que é a curva contraria, como nesta foto e podemos ver a diminuição dos espaços entre as facetas.

O problema está no desalinhamento dos ilíacos com a coluna. Foto: Dirce dos Santos. Fonte:autoentusiastas.com.br

Alguns pacientes que reclamam destas dores na coluna quando dirigem por algum período de tempo. Entre os meus pacientes, alguns ainda não desenvolveram problemas mais graves na coluna. Então, avaliando os assentos dos carros, inclusive o meu, percebi que o assento não é plano, ele tem curvatura para baixo no encontro com o encosto.

Dirce reforça o que já foi dito, que o encosto, como na foto abaixo e a pélvis inclinando-se para trás ocasiona a CIFOSE comprimindo os espaços interfacetários e, o que é mais grave, comprime também os DISCOS INTERVERTEBRAIS que, ao longo de algum tempo, pode ocasionar problemas graves.

Tratando

No tratamento para reorganização da curva lombar, a pessoa tem que saber sobre esta dinâmica da coluna e usando os conceitos de Ergonomia que é o ajuste do meio ambiente ao homem observando uma “compensação” no espaço que esta inclinado no assento do banco do carro. É necessário salientar que mesmo elevando esse assento, a inclinação permanece.

Também é preciso esclarecer que este não é o único motivo de dores na região lombar, mas é um dos fatores importantes. Qualquer tratamento não tem sucesso se esta questão ergonômica não for solucionada. O paciente sai bem de um consultório, mas se ficar algum tempo no banco do carro sem o ajuste ele perde o tratamento e volta a ter os mesmos sintomas.

Note bem que a almofada (pode ser uma toalha de banho dobrada) fica no ASSENTO e NÃO no encosto do banco. É PARA SENTAR SOBRE A COMPENSAÇÃO, destaca a fisioterapeuta.

Coluna e ilíacos alinhados com ajuda de um almofada. Foto: Dirce dos Santos. Fonte: autoentusiastas.com.br

Obs.: No dia seguinte passei a usar uma almofada no banco do carro e as dores começaram a diminuir.

Dirce dos Santos
Formada  pela Faculdade de Medicina da USP em 1973
e-mail: dirce.fisio@icloud.com
WhatsApp (11) 993 782 351

*chicolelis - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

CAMINHÃO LEVE 100% ELÉTRICO, XCMG E3-10T É O GRANDE LANÇAMENTO DA MONTADORA A ESTREAR NA FENATRAN.

Produzido na China, mas com reais chances de ser montado futuramente também no Brasil, modelo leve 100% elétrico da XCMG possui PBT de 10 toneladas e é principal lançamento da montadora durante a Fenatran.


Durante a Fenatran, de 4 a 8 de outubro, no São Paulo Expo, a principal atração do estande da XCMG (pavilhão 8) será o caminhão leve E3-10T (100% elétrico, com zero emissão de poluentes), que apresenta PBT (Peso Bruto Total) de 10 toneladas. Frente à demanda gerada por operadores de logística e empresas com frota própria – e que atuam fortemente com políticas de ESG –, os caminhões leves, que geralmente atuam nas entregas urbanas de last mile (última milha), têm aumentado sensivelmente as vendas de versões 100% elétricas.

De olho nesse segmento, e com a vantagem de apresentar uma rede de concessionários com 45 pontos de vendas e assistência técnica no Brasil, a XCMG vem investindo pesado na eletrificação da logística do transporte de cargas no país, anunciando, nesta Fenatran, a linha mais diversificada de modelos 100% elétricos do mercado nacional, com caminhões que vão de 10 até 80 toneladas.

“Teremos uma linha 100% elétrica com várias novidades. Mas, indiscutivelmente, esse modelo de 10 toneladas será o nosso principal produto na Fenatran. Estou bem ansioso pelo início da feira”, antecipa Ricardo Senda, Head de Veículos Elétricos da XCMG.

Equipado com motor de 270 cv de potência e 1.100 Nm de torque máximo, 10 toneladas de PBT e capacidade máxima de bateria de 107 kWh, garantindo autonomia de até 250 km a depender da rota e da carga, o modelo 100% elétrico da XCMG ainda terá outro argumento forte de vendas nesse período de lançamento: o preço. “Vamos divulgar durante a Fenatran”, garante Senda.

Focado no last mile e enquadrado na categoria de VUC – o comprimento total do E3-10T é de 6,065 metros –, o caminhão leve 100% elétrico da XCMG começa a ser vendido já durante a Fenatran. “Estamos programando as primeiras entregas ainda nesse ano”, promete o executivo da XCMG. A recarga pode ser realizada com carregador tipo 2 e tomadas de corrente alternada de 11 kW (AC) e contínua (DC).

XCMG

A XCMG - Xuzhou Construction Machinery Group Co. Ltd. - está presente no mercado brasileiro desde 2004. A gigante chinesa atua em 180 países e é a primeira no ranking chinês e uma das maiores do mundo. Produz diversos tipos de veículos pesados nos setores de mineração, agronegócio e rodoviário. 

No segmento de guindastes, a XCMG é a maior referência mundial. No Brasil, a empresa já realizou mais de 20 mil entregas de veículos.

Instalada em Pouso Alegre, MG, a XCMG possui uma fábrica que consumiu investimentos de US$ 500 milhões para ser erguida, em 2014. Possui 45 concessionários no Brasil, além de outras quatro unidades focadas no suporte ao produto e distribuição de peças em Guarulhos (SP), Contagem (MG), Catalão (GO) e Parauapebas (PA).

XCMG - Xuzhou Construction Machinery Group Co. Ltd.
Assessoria de Imprensa
Edu Pincigher
eduardopincigher@hotmail.com