sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

PESQUISA TRAÇA PERFIL E PERCEPÇÃO DOS VISITANTES DO TURISMO ITAIPU

Levantamento indica alto índice de satisfação e destaca a experiência como principal valor do Complexo Turístico Itaipu

Foto: Rubens Fraulini | Itaipu Binacional

* Linoel Dias

Uma pesquisa realizada no Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu Binacional, entre os dias 11 e 26 de setembro de 2025, traça um panorama detalhado sobre os públicos que visitam os atrativos do Turismo Itaipu, de onde vêm e como avaliam passeios, serviços e infraestrutura oferecidos.

A coleta de dados no Complexo Turístico Itaipu (CTI) reuniu a participação de visitantes maiores de 18 anos que realizaram ao menos um dos passeios ofertados pelo Complexo no período. Ao todo, foram aplicados 448 questionários, com nível de confiança de 95% e margem de erro aproximada de 4,6%.

Quem é o visitante do Turismo Itaipu

Os resultados indicam que o perfil predominante do visitante é formado por adultos entre 32 e 50 anos, faixa etária que concentra 51,6% dos respondentes. Há uma leve predominância do público masculino (52,2%), além de maioria de pessoas casadas (58,7%) e que viajam acompanhadas da família (41,7%) ou em casal sem filhos (29,5%).

Quanto à procedência, a pesquisa confirma o predomínio do turismo doméstico no Complexo Turístico Itaipu. Do total de visitantes, 91,1% são brasileiros, enquanto 8,9% são estrangeiros, majoritariamente oriundos de países vizinhos do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai.

Entre os estados brasileiros, São Paulo lidera como principal polo emissor, com 24,3% dos visitantes, seguido pelo Paraná (20,4%) e Santa Catarina (8,1%).

Avaliação dos passeios

Entre os fatores que despertaram o interesse pelo Turismo Itaipu, destacam-se a engenharia e a história da usina, seguidas pela natureza, turismo científico e educativo, arquitetura e design. Esses dados reforçam o posicionamento do CTI como um atrativo associado ao conhecimento, à tecnologia e à dimensão histórica do empreendimento.

No recorte sobre os passeios realizados, o Itaipu Panorâmica aparece como o mais visitado, mencionado por 66,6% dos entrevistados, sendo o passeio com maior número de ingressos ofertados.

Experiência, infraestrutura e percepção do público

A avaliação da infraestrutura e dos serviços oferecidos pelo Complexo Turístico Itaipu revela alto grau de satisfação do público, mensurado por meio da metodologia Net Promoter Score (NPS), indicador amplamente utilizado para avaliar a experiência dos usuários. Nesse modelo, notas de 0 a 6 representam avaliações negativas, de 7 a 8 indicam percepção neutra e de 9 a 10 classificam aqueles que recomendariam a experiência. No CTI, itens como atendimento dos monitores, embarque, limpeza geral, recepção e bilheteria registraram NPS médio acima de 97, enquanto 96% das pessoas ouvidas afirmaram que recomendariam a visita a outras pessoas.

As percepções espontâneas dos visitantes reforçam a avaliação positiva do complexo. As palavras mais associadas à visita foram “grandiosidade”, “satisfação”, “beleza” e “conhecimento”. Mais da metade das menções destaca o impacto causado pela imponência da usina, enquanto outras associações remetem à experiência educativa, ao aprendizado e ao desejo de retorno.

Para o gerente do Complexo Turístico Itaipu, Marcelo Giongo, a pesquisa confirma a dimensão do Turismo Itaipu como um atrativo que alia grandiosidade, conhecimento e responsabilidade. Marcelo observa ainda que “a pesquisa nos mostra onde estamos acertando e, principalmente, onde podemos avançar. Ela orienta decisões, qualifica a gestão e nos permite projetar o futuro do Complexo a partir da escuta de quem vive a experiência”, finaliza.

A íntegra da pesquisa está disponível para consulta no site do Itaipu Parquetec. Clique aqui e acesse.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

CORAGEM: O MELHOR DESEJO. Por Marli Gonçalves*

Fiquei pensando qual seria o melhor “desejo para desejar” não só para mim, mas para todos, depois de dar uma analisada nas perspectivas e nos acontecimentos previstos para esse ano de 2026 que já começa bem quente, literalmente, em vários pontos. Coragem ganhou, porque soma vontade, persistência, e aquele empurrão de ânimo para o enfrentamento.

Tenho já há uns três anos uma faixa com essa palavra – Coragem – afixada na porta do meu quarto. Bom para ler ao acordar e no fim do dia. Aliás, encontrei no final do ano em uma dessas ações solidárias de uma marca a ideia de escolher algumas fitinhas com palavras entre dezenas de votos para amarrar a uma árvore de Natal. Todas eram legais – Solidariedade, Empatia, Alegria, Serenidade, Clareza, União, Abundância, algumas delas, sem dúvida fundamentais. De cara, primeiro escolhi Coragem; depois peguei outras. Venho desde então meditando muito mais sobre seu significado, porque ela está sempre tão presente para mim, e lembrando o quanto ela foi essencial durante toda minha vida. Sobrevivi, por ela.

Daí estar aqui, Coragem, nesse início de ano, depois de uma pequena pausa para descanso, sem aventuras; decididamente me pareceu o melhor voto para trazer. Coragem é incentivo, não é destemor – é, apesar do medo, força para superá-lo diariamente. É manter a altivez. Seu resumo: força moral, autenticidade, determinação, ação seguindo adiante. Levantar e sacudir a poeira. Perseverança. Acima de tudo, esperança na vitória.

Que não vai ser fácil não é novidade, ora, ora. Nunca foi. 2026 será ano de ação e transformação, não precisa ser vidente para saber. Mas se também gosta de saber essas coisas, será tempo regido por Marte, o planeta associado ao Deus da guerra, que traz consigo energias de ação, coragem, assertividade e, por muitas vezes, por conta de tudo, confrontos a serem administrados. O oráculo que consultar vai trazer Coragem como palavra de ordem. Impressionante a coincidência.

Os orixás que regerão 2026, Ogum, Iansã e Oxóssi, guerreiros. Me apavora um pouco na astrologia chinesa ser Ano de Cavalo de Fogo que já é, em si, indício de fortes transformações. Lidei com alguns nascidos nos anos sob sua regência e devo dizer que a experiência foi no mínimo marcante.

2026 por aqui será atípico, forte, com Copa do Mundo, eleições importantes para presidente, governadores, deputados, senadores, transformações políticas no país ainda, infelizmente, totalmente polarizado, e onde ainda temos de escutar a repetição de certos nomes e sobrenomes, lembrar do que já passamos em suas mãos, entender quais serão os seus destinos; os nossos destinos.

Vamos seguir firmes, torcendo por menos tramoias, quebra-paus, menos violências, especialmente contra as mulheres, e mais diversão, alegrias, boas novidades, sucesso profissional, saúde. Que possamos trazer mais leveza para 2026, aconteça o que acontecer.

Marli GonçalvesJornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli GonçalvesFacebookInstagramTwitterBlueSkyThreads, marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

EDGE E ORIZON OBTÊM AUTORIZAÇÃO DA ANP PARA COMERCIALIZAÇÃO DE BIOMETANO DA PLANTA ONEBIO

Com investimento de R$ 450 milhões, maior planta do Brasil está autorizada a produzir e comercializar o gás renovável, acelerando a agenda de descarbonização da indústria e do transporte brasileiro

Planta da Onebio em Paulinia (SP)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) emitiu a autorização final que atesta que o biometano produzido pela Onebio atende integralmente às especificações técnicas e às condições operacionais, permitindo sua comercialização por meio da injeção na rede de distribuição de gás natural.

Localizada em Paulínia (SP), a unidade é fruto de uma parceria estratégica entre a Edge, que detém 51% de participação, e a Orizon, com 49%, unindo a gestão de ativos e comercialização de gás com a expertise operacional em resíduos. A comercialização de toda a capacidade de produção do gás renovável é de exclusividade da Edge.

O empreendimento consolida-se como a planta com maior capacidade de produção de biometano em operação no país e a maior capacidade produtiva da América Latina, ocupando a terceira posição no ranking mundial do setor. Com um investimento de R$ 450 milhões, anunciado recentemente com recursos do Fundo Clima e da linha Finem, a Onebio possui capacidade para produzir 225 mil m³/dia do gás natural renovável.

Demetrio Magalhães, CEO da Edge, ressalta que a autorização da ANP representa um marco para a oferta de soluções energéticas sustentáveis e competitivas no país. “Com essa autorização, consolidamos um projeto de biometano em escala relevante, integrado à malha de gás natural, capaz de oferecer previsibilidade e competitividade ao mercado. Esse desenho nos permite estruturar blends de gás natural e biometano, alavancando a infraestrutura e a escala do gás natural para viabilizar uma oferta consistente e competitiva de gás renovável. Ao ampliar nosso portfólio, fortalecemos soluções cada vez mais customizadas, permitindo que nossos clientes avancem em uma transição energética gradual e economicamente viável”, afirma o executivo.

“A autorização da ANP consolida a Onebio como um ativo estratégico para a Orizon e para a matriz energética brasileira. Estamos escalando a transformação de resíduos em gás renovável com confiabilidade, previsibilidade e capacidade industrial, oferecendo uma solução que permite aos clientes avançar em suas metas de descarbonização com integridade ambiental e eficiência operacional, sem abrir mão de desempenho”, afirma Milton Pilão, CEO da Orizon.

Mais benefícios

Além do benefício econômico, o projeto é um pilar de economia circular ao transformar o passivo ambiental de aterros sanitários em energia limpa, a partir do processamento de 5 mil toneladas diárias de resíduos de mais de 30 municípios. Diferente da biomassa agrícola, a produção do biometano a partir de aterro garante estabilidade contínua sem sazonalidade, oferecendo um suprimento constante para frotas de transporte e processos industriais. A infraestrutura já conta com um city gate conectado para injeção imediata, enquanto a empresa planeja implementar sistemas de liquefação para atender clientes off-grid e ampliar o alcance do biometano no território nacional.

O impacto da Onebio estende-se também ao desenvolvimento tecnológico. A planta é referência mundial em automação, utilizando sistemas inteligentes que se autorregulam e inteligência artificial para monitoramento de segurança proativo.

Edge
Loures Comunicação

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

INTERNATIONAL MEAL COMPANY (IMC) VENDE SUA PARTICIPAÇÃO TOTAL NO KFC BRASIL

Movimento fortalece a estrutura financeira da companhia e direciona investimentos para crescimento sustentável das marcas próprias

A International Meal Company (IMC | B3: MEAL3), uma das maiores companhias multimarcas no setor de varejo de alimentação da América Latina, celebra mais uma etapa fundamental da execução em seu planejamento estratégico: a assinatura do acordo para a venda de sua participação total no KFC Brasil. Ao antecipar o encerramento definitivo desta participação na marca, a IMC amplia a sua flexibilidade financeira e garante maior eficiência na alocação de recursos em ativos alinhados à sua visão de longo prazo.

O acordo - estruturado com o pagamento de US$ 5 milhões à vista na assinatura do contrato - possui condições precedentes e está sujeito às aprovações regulatórias usuais, como bancos, CADE, entre outros, com fechamento previsto em até 90 dias. A partir da conclusão da operação, avaliada em US$ 25 milhões, a IMC reforça sua estrutura de capital, amplia sua flexibilidade financeira e reduz complexidade operacional, criando condições mais sólidas para acelerar a melhoria de desempenho de suas marcas próprias e aumentar a eficiência do negócio como um todo.

Para Alexandre Santoro, CEO da IMC, o movimento é um reflexo direto da disciplina de execução da companhia. “A conclusão da venda da participação na joint venture do KFC marca um avanço relevante no processo de desalavancagem da IMC. Ao fortalecer nossa estrutura de capital e simplificar o portfólio, criamos as condições para elevar a eficiência operacional e sustentar a geração de valor no longo prazo. Esse movimento nos permite direcionar investimentos de forma disciplinada para o crescimento de nossas marcas próprias, com destaque para o Frango Assado”, afirma o executivo.

O movimento conclui um plano estruturado de saída, transferindo o controle integral da operação para a Kentucky Foods Chile. O parceiro estratégico é um dos maiores operadores da marca na América Latina, com um portfólio superior a mil restaurantes, agregando reconhecida expertise operacional e capacidade financeira para liderar a expansão da rede no mercado brasileiro de forma independente.

Segundo Otávio Pimentel, CEO do KFC Brasil, a transação é positiva e assegura continuidade operacional e uma governança ágil. “Temos confiança plena na força da nossa marca e no trabalho da nossa equipe. O Brasil é uma prioridade estratégica e estamos empenhados em construir uma presença cada vez mais sólida e duradoura. Nosso compromisso é garantir que o melhor frango frito do mundo esteja ao alcance de cada vez mais brasileiros, de norte a sul do país", conta o CEO.

Além disso, com a conclusão desta etapa, a IMC segue empenhada na excelência do setor de alimentação fora do lar, visando a desalavancagem que trará a flexibilidade necessária para a empresa voltar a crescer, capturando sinergias operacionais e elevando a rentabilidade de suas operações.

A IMC (International Meal Company / B3: MEAL3): Uma das maiores plataformas de serviços de alimentação, existente há 18 anos e com mais de 560 restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos, operados por um time plural: são mais de 12 mil pessoas que põem a mão na massa, têm atitude de dono e fazem o negócio acontecer todos os dias. A companhia contempla em seu sistema operações em shoppings, centros comerciais, rodovias, hospitais, aeroportos e catering, e um portfólio robusto, com grandes marcas próprias e franqueadas, como Pizza Hut, Frango Assado, Viena, Batata Inglesa, Brunella, Margaritaville, entre outras. Para mais informações, clique aqui e acesse o site

IMC - International Meal Company
FSB Comunicação

MODELO DE SERVIÇOS BRASILEIRO DA SKF VIRA REFERÊNCIA GLOBAL

Em um momento em que a indústria mundial discute o papel das pessoas na era 5.0, a SKF, multinacional líder global em soluções industriais e automotivas, celebra 25 anos da sua área de serviços no Brasil

Atualmente, a companhia atua com diferentes modelos de contratos — desde a manutenção preditiva, inspeções em rotativos até engenharia de aplicação e confiabilidade, alinhamentos, balanceamentos, dentre outras atividades — que atendem grandes players dos setores de papel e celulose, mineração, marine, cimentos, químicos, siderurgia, agroindústria, alimentos e bebidas.

A área de serviços abrange contratos de performance e sustentabilidade até os de somente de execução, nos quais a companhia assume metas de redução de custos e otimização da operação de seus clientes. Uma das primeiras marcas atendidas pela companhia, uma indústria de papel e celulose, permanece na carteira de clientes até hoje.

O modelo de negócio que deu origem à empresa foi desenvolvido em setembro de 2000, justamente nesse setor, e desde então vem sendo ampliado para áreas como mineração e siderurgia. Ao longo dos anos, o formato foi sendo adaptado e customizado para atender às necessidades específicas de cada cliente.

“O valor da SKF está nas pessoas. A indústria 5.0 é centrada nelas, e o nosso trabalho em serviços reflete exatamente isso. Ao longo desses 25 anos, mostramos que somos mais do que um braço técnico, temos um modelo de parceria e inovação industrial, transformando a manutenção de equipamentos em um serviço de performance, eficiência e sustentabilidade”, destaca Alex Pereira, Managing Director da SKF do Brasil.

“É curioso porque, num primeiro olhar, parece contraditório: uma empresa de rolamentos oferecendo contratos para usar menos rolamentos, uma manutenção mais adequada, uma montagem mais adequada e uma lubrificação baseada na condição. Mas o objetivo da SKF é justamente garantir a longevidade e a confiabilidade dos equipamentos, construindo relações de longo prazo”, complementa Eduardo Martins, Gerente de Vendas de Serviços da SKF.

Tecnologia e dados no centro das operações

Com o avanço tecnológico, o modelo de serviços da SKF incorporou recursos de monitoramento remoto e análise em nuvem. Os dados de preditiva coletados são processados e analisados por engenheiros e técnicos qualificados da SKF, e ainda, hospedados pela própria companhia, permitindo que clientes acompanhem a performance de suas máquinas em tempo real.

“Hoje, grande parte das coletas são feitas de forma digital, por tablets ou sensores inteligentes. E temos softwares próprios, como REP Center, que monitora a condição de equipamentos rotativos e fornece um diagnóstico das máquinas industriais em operação, que pode elevar a produtividade em até 70%. Este acompanha a operação de mais de 550 mil máquinas no Brasil, realizando diagnóstico de mais de 1,7 milhão de rolamentos”, destaca Martins.

Essas informações alimentam o Painel de Gestão de Ativos, um sistema próprio que identifica anomalias, orienta ações preventivas como realinhamentos e trocas programadas e mensura o desempenho operacional. O tempo de máquina parada — conhecido no setor industrial como downtime — representa um dos custos mais críticos para as empresas. Em alguns casos, as perdas podem chegar a cerca de US$ 150 mil por hora de inatividade, o que evidencia a importância de manter os equipamentos em plena operação.

Sustentabilidade e eficiência como resultado

A eficiência obtida pelos serviços da SKF vai além da redução de custos operacionais. Segundo a companhia, o uso correto dos rolamentos e boas práticas de lubrificação diminuem o desperdício de materiais e ampliam a vida útil dos equipamentos, contribuindo diretamente com metas de sustentabilidade industrial.

“Quando você usa um rolamento de forma adequada, estende a vida dele e evita descarte prematuro. Quando aplica evita desperdício de óleo e impacto ambiental. Sustentabilidade é consequência de uma operação eficiente. Para a SKF, eficiência e sustentabilidade caminham juntas”, afirma Pereira.

Do Brasil para o mundo

O pioneirismo brasileiro na criação dessa área atraiu atenção global dentro da SKF. A área de serviços veio da necessidade prática: oferecer suporte técnico contínuo aos clientes, indo além da simples venda de rolamentos.

“Outros países vêm até aqui para entender os modelos de contratos que trabalhamos. É um exemplo de como o Brasil foi além da venda de componentes, oferecendo soluções integradas de confiabilidade e performance”, detalha Gerson Quinhone, Gerente de Operações.

SKFFundada em 1907 pelo inventor do rolamento autocompensador, Sven Wingquist, a SKF é líder global em soluções para toda a indústria. A empresa conta com mais de 70 fábricas, 43 mil funcionários e 17 mil representantes de vendas em 130 países. No Brasil, a empresa iniciou suas atividades em 1915, oito anos após sua fundação na Suécia, com uma loja instalada no Rio de Janeiro. Já em 1963, a primeira fábrica nacional foi instalada em Guarulhos, e atualmente a moderníssima fábrica da SKF do Brasil está situada na Rodovia Anhanguera, km 30, no município de Cajamar, São Paulo, onde também está localizada uma área de serviços, chamada "Solution Factory", que desenvolve soluções de reparos e manutenção. E, desde fevereiro de 2013, seus escritórios de vendas e centro de distribuição estão na Rodovia Anhanguera, km 36

SKF
MAPA360

JOSÉ MARTINS É O NOVO GERENTE DE VENDAS INDUSTRIAIS DA TOTALENERGIES NO BRASIL

José Martins

A TotalEnergies Marketing Services Brasil Lubrificantes anuncia a nomeação de José Martins da Silva Junior como novo Gerente de Vendas de Lubrificantes e Especialidades para o segmento Industrial no Brasil.

José se reportará a Luis David Rodríguez, Vice-Presidente de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies. Juntos, trabalharão para desenvolver e fortalecer a presença dos lubrificantes e especialidades da TotalEnergies no Brasil.

“Estou muito animado para assumir esta posição e confiante de que, junto com nossa equipe altamente qualificada, fortaleceremos parcerias existentes e exploraremos novas oportunidades no mercado industrial brasileiro. Meu compromisso é manter a segurança e a excelência como pilares fundamentais, garantindo que nossas operações estejam em conformidade com os mais altos padrões de qualidade e sustentabilidade. Dessa forma, construiremos um negócio sólido e entregaremos soluções inovadoras aos nossos clientes.” — José Martins da Silva Junior.

“Estamos felizes em receber José na afiliada do Brasil. Seu histórico excepcional no mercado B2B, com foco em expansão regional, representa um ativo significativo para a TotalEnergies. Sua experiência será fundamental para reforçar nossa estratégia no Brasil”, disse Luis David Rodríguez, VP de Vendas Industriais para as Américas na TotalEnergies.

Com esta nomeação, a TotalEnergies reforça sua liderança e compromisso com o desenvolvimento industrial sustentável no Brasil, alavancando a subsidiária no setor B2B, além de buscar expandir sua presença em segmentos-chave como laminação de metais, energia, mineração, alimentos e bebidas, entre outros.

Martins é graduado em Engenharia Mecânica Industrial e possui MBA em Marketing. Ele traz mais de 20 anos de experiência liderando operações comerciais no setor de lubrificantes industriais, com forte foco no mercado B2B e uma mentalidade estratégica marcada pela inovação e liderança de equipes multidisciplinares.

A TotalEnergies atua no mercado brasileiro de lubrificantes por meio das marcas Quartz, Rubia, ELF, Lubrilog, Nevastane, Kleenmold e LubMarine, oferecendo uma ampla gama de produtos para atender às necessidades dos segmentos automotivo, motocicletas, agrícola e industrial.

A TotalEnergies é uma empresa global de energia integrada que produz e comercializa energias: petróleo e biocombustíveis, gás natural, biogás e hidrogênio de baixo carbono, renováveis e eletricidade. Nossos mais de 100.000 colaboradores estão comprometidos em fornecer energia mais confiável, acessível e sustentável para o maior número possível de pessoas. Presente em cerca de 120 países, a TotalEnergies coloca a sustentabilidade no centro de sua estratégia, projetos e operações

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

GOVERNO FEDERAL APROVA ESTUDOS FINAIS PARA ARRENDAMENTO DEFINITIVO DO PORTO DE ITAJAÍ

O Ministério de Portos e Aeroportos encaminhou projeto à Antaq solicitando dispensa de nova audiência pública para agilizar envio ao TCU. Leilão deve ser realizado no 1º semestre de 2026

Foto: Ascom/Porto de Itajaí

O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), concluiu mais uma etapa decisiva para garantir o futuro do Porto de Itajaí (SC). O MPor aprovou a versão final dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o arrendamento definitivo do complexo de Itajaí. Os documentos foram encaminhados na sexta-feira (26) à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fará a elaboração das minutas de edital e de contrato. A previsão é que o leilão seja realizado no primeiro semestre de 2026.

No despacho enviado à agência reguladora, a Secretária Nacional de Portos solicita a dispensa de uma nova fase de audiência pública. A justificativa técnica é que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas pela sociedade e pelo mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. A meta do Ministério de Portos e Aeroportos é obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril de 2026.

Para o ministro Silvio Costa Filho, essa concessão coroa o esforço do Governo Federal em reerguer o porto. "Nosso foco sempre foi garantir que o Porto de Itajaí tenha um horizonte seguro para crescer. Trabalhamos incansavelmente para superar os desafios recentes e promover essa retomada. Agora, com a concessão definitiva, vamos oferecer a previsibilidade que o setor produtivo espera. Estamos saindo da fase de transição para um ciclo de investimentos de longo prazo, assegurando que o porto tenha a infraestrutura necessária para atender com eficiência a cadeia produtivo nacional e internacional", afirmou o ministro.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, essa medida visa otimizar o cronograma sem abrir mão do rigor técnico. "Essa aprovação é uma resposta necessária que o MPor dá à sociedade e ao mercado. Entendemos a importância estratégica do Porto de Itajaí; por isso, não estamos medindo esforços para encurtar caminhos burocráticos, sempre com responsabilidade, para garantir que o leilão aconteça no prazo a que nos comprometemos", disse.

Solução definitiva

O projeto prevê um montante de R$ 2,8 bilhões em investimentos, com uma cláusula estratégica de celeridade: R$ 920 milhões deverão ser executados já nos primeiros três anos de contrato. Esse aporte inicial tem como foco a modernização de equipamentos e melhorias na infraestrutura para receber e manobrar os navios.

A transformação física do complexo será expressiva. A modelagem estipula a construção de um novo terminal de contêineres, com capacidade estática de 37.152 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e uma ampliação de 90% nas áreas de pátio, resolvendo um dos principais gargalos operacionais do porto.

Além do ganho logístico, a concessão trará forte impacto socioeconômico para a região, com geração de empregos diretos e indiretos e o respectivo incremento na renda da região.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

BRASIL AVANÇA PARA ATENDER DEMANDA DE COMBUSTÍVEL SUSTENTÁVEL DE AVIAÇÃO ATÉ 2029

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo

O Brasil encerra o ano com avanços concretos na transição energética da aviação. O país já conta com capacidade técnica, produtiva e regulatória para atender, até 2029, a demanda nacional por combustível sustentável de aviação (SAF) e avançar na consolidação desse mercado. Um dos marcos desse processo foi o anúncio da Petrobras em relação às primeiras entregas de SAF 100% produzido no Brasil. A iniciativa integra as políticas públicas coordenadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para fortalecer a cadeia nacional do SAF e resulta dos investimentos da estatal no desenvolvimento de novos biocombustíveis.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressalta que o avanço do combustível sustentável de aviação é decisivo para posicionar o Brasil na agenda global de descarbonização do transporte aéreo. “Estamos estruturando um novo mercado no país, com planejamento, segurança regulatória e investimentos que dão previsibilidade ao setor. A produção nacional de SAF fortalece a indústria brasileira, gera oportunidades econômicas e permite que a aviação cresça de forma sustentável, em linha com os compromissos ambientais internacionais”, afirmou o ministro.

O Ministério de Portos e Aeroportos tem atuado como um articulador ativo na transição energética do setor aéreo. O objetivo é facilitar essa transição e fomentar a produção de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), alinhando o Brasil às novas regulamentações, como a Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/24).

Para isso, o MPor criou, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, o Fórum de Transição Energética na Aviação Civil (Fotea), um comitê interministerial focado em propor políticas públicas, coordenar ações e monitorar o programa de SAF.

Importância do combustível sustentável

O SAF é considerado peça-chave para a redução das emissões de gases de efeito estufa na aviação civil e ocupa posição central nas estratégias globais de descarbonização do transporte aéreo.

No Brasil, o desenvolvimento desse mercado avança apoiado na capacidade instalada da nossa indústria de refino, na experiência acumulada sobre biocombustíveis e na nossa grande oferta de matérias-primas de origem renovável, como óleos vegetais. Esse conjunto de fatores permite ao país a criação de uma cadeia produtiva alinhada aos padrões internacionais de sustentabilidade, com potencial para atender as exigências regulatórias do setor aéreo e de ampliar a oferta de combustíveis que gerem menos emissão de carbono (CO2).

No caso do SAF, a redução das emissões de CO₂ ocorre porque parte de sua composição usa matéria-prima de origem vegetal, processada em conjunto com o querosene de aviação mineral. De acordo com a Petrobras, essa parcela renovável tem uma redução prevista de até 87% nas emissões líquidas de carbono.

O desenvolvimento do SAF está alinhado às diretrizes do Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação, que tem como objetivo estimular investimentos, ampliar a capacidade produtiva e garantir segurança regulatória para o setor. A atuação integrada entre órgãos do governo federal e empresas estratégicas é fundamental para criar um ambiente favorável à consolidação dessa cadeia produtiva.

Com políticas públicas estratégicas, os investimentos da Petrobras e o fortalecimento do marco regulatório, o Brasil avança na consolidação de um mercado nacional de SAF, contribuindo para a redução das emissões na aviação e para a construção de uma economia de baixo carbono no país.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação

SP BATE RECORDE HISTÓRICO E RECEBE 2,8 MILHÕES DE TURISTAS INTERNACIONAIS

Estado consolida posição como principal porta de entrada do Brasil e registra crescimento do turismo acima da média da economia

Av. Paulista. Foto: José Cordeiro | SPTuris

* Linoel Dias

O Estado de São Paulo alcança, em 2025, um marco histórico no turismo internacional, com a estimativa de 2,8 milhões de turistas estrangeiros, o maior volume já registrado. O resultado consolida São Paulo como o principal destino e a maior porta de entrada do Brasil para visitantes internacionais, reforçando sua relevância estratégica no cenário nacional e global do turismo. As estimativas são do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).

O desempenho confirma a capacidade de crescimento do setor turístico paulista, que avança acima da média da economia do estado em um contexto de retomada e expansão do turismo mundial. A consolidação de uma maior propensão ao consumo de viagens, no Brasil e no exterior, aliada à força do mercado interno e à conectividade internacional do estado, sustenta esse movimento positivo.

De acordo com o CIET, o fluxo total de turistas em São Paulo deve atingir 51,5 milhões de visitantes em 2025, superando em 500 mil a projeção inicial para o ano. Desse total, 48,7 milhões correspondem ao turismo nacional, com crescimento de +4,3%, enquanto o turismo internacional apresenta uma expansão expressiva de 23,1%, evidenciando o fortalecimento da presença do estado nas rotas globais de viagem.

O avanço do fluxo turístico tem impacto direto na economia paulista. A estimativa é que o PIB do turismo alcance R$ 341 bilhões em 2025, crescimento de +3,75% em relação a 2024, elevando a participação do setor para 9,75% do PIB total do estado. O resultado supera as expectativas iniciais e reflete, sobretudo, o melhor desempenho da chegada de turistas internacionais, o fortalecimento do turismo de proximidade e a robustez do mercado de trabalho no setor.

A liderança de São Paulo como principal porta de entrada do turismo internacional no Brasil é sustentada por sua infraestrutura logística e aérea. O estado abriga o maior hub aeroportuário do Hemisfério Sul e da América Latina, formado pelos aeroportos de Guarulhos, Congonhas e Viracopos, responsáveis pela maior parte das conexões internacionais do país. Em 2025, esse sistema deve movimentar 84 milhões de embarques e desembarques, enquanto o fluxo total nos aeroportos paulistas, incluindo os 11 aeroportos regionais, deve alcançar 86,2 milhões de passageiros.

O crescimento do turismo também foi observado na geração de emprego e renda. A projeção é de um saldo líquido de 39 mil novos postos de trabalho formais diretos no setor, elevando o estoque de empregos formais no turismo para 972.371, um crescimento de +4,2% em relação ao ano anterior.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

EMBARCAÇÕES DA CAMORIM GARANTEM A FESTA DO RÉVEILLON 2026 DO RIO DE JANEIRO

Queima de fogos mobilizará 60 embarcações e mais de 200 funcionários da Camorim

Foto: Davi Torres|Divulgação Camorim

Há mais de 20 anos, embarcações da Camorim Serviços Marítimos participam da queima de fogos em diversos pontos do Rio de Janeiro. Enquanto mais de três milhões de pessoas estiverem acompanhando nas praias de Copacabana, Flamengo, Icaraí e Macaé a chegada do novo ano, mais de 200 funcionários da empresa estarão trabalhando com atenção total, envolvidos na condução e no monitoramento de diferentes tipos de embarcações — como rebocadores, balsas e lanchas — para preservar a segurança e a beleza que tornou o réveillon fluminense famoso no mundo inteiro.

Desde a virada do ano de 2001 para 2002 que embarcações da empresa participam da queima de fogos em diferentes pontos do Rio de Janeiro. No Réveillon de 2026, a Camorim terá atuação estratégica na queima de fogos em Copacabana, no Flamengo, em Icaraí e em Macaé, mobilizando 60 embarcações e mais de 200 funcionários.

A operação de maior envergadura é a de Copacabana. Para que o público acompanhe os 12 minutos da queima de fogos, a empresa movimentará 150 funcionários e 46 embarcações. Nas águas da Princesinha do Mar serão operadas 19 balsas — o maior número já utilizado na orla carioca —, 14 rebocadores, 12 lanchas e uma Cábrea.

No dia 20 de dezembro, foi finalizado o processo de preparação das balsas nas bases da Camorim. Entre os dias 21 e 25, foi feita a montagem, com a arrumação dos fogos de artifício. Ontem e hoje (29) está sendo realizada a operação de pré-fundeio, que prepara as embarcações para ficarem amarradas a um ponto fixo durante a queima de fogos.

A contagem regressiva para a festa da virada começa amanhã, dia 30. A partir das 19h, as balsas são levadas para a Praia de Copacabana para serem posicionadas. Esse processo se estende até a manhã do dia 31. No último dia do ano, integrantes da empresa acompanham o alinhamento das balsas, feito de forma transversal à linha da praia. Além disso, a Capitania dos Portos também vistoria os trabalhos para que tudo esteja conforme o planejado.

A queima de fogos, no entanto, depende de autorização da Marinha, feita às 23h30 do dia 31. Isso porque as condições meteorológicas podem interferir no processo. Em alguns anos, a autorização saiu no último minuto. “Reconhecemos o esforço de nossos funcionários. Eles são verdadeiros heróis. Trabalham com muito empenho e carinho para que essa grande festa possa acontecer”, explica João Guerra, gerente comercial da Camorim Serviços Marítimos.

As equipes da Camorim se dividem nos rebocadores e nas lanchas, que também transportam técnicos responsáveis pelos fogos, equipes de segurança e da Capitania dos Portos. Além disso, um grupo de dez funcionários da Camorim monitora, em terra, o andamento dos trabalhos.

Após uma hora do final da queima de fogos, começa o trabalho do novo ano. Os funcionários retornam com as balsas à base. Essa operação termina na manhã do primeiro dia do ano. Boa parte dos profissionais envolvidos nessa operação começa a trabalhar no dia 30 e só retorna para casa no início da tarde de 1º de janeiro.

“Temos equipes que trabalham há anos na operação de Copacabana. As famílias compreendem que se trata de um trabalho de muita responsabilidade. E enquanto milhões de pessoas festejam nas praias, eles seguem firmes e atentos, para garantir que tudo ocorra com a maior segurança possível”, acrescenta João Guerra.

A Camorim Serviços Marítimos é uma empresa 100% brasileira com 30 anos de atuação no setor marítimo nacional. Considerada um hub 360° na oferta de soluções completas em logística e navegação, a corporação emprega mais de 1.300 colaboradores, gerando oportunidades ao longo de toda a costa brasileira. Dentre os serviços oferecidos pela corporação, destacam-se: reboque portuário, logística portuária e apoio offshore. Com mais de 150 embarcações, a Camorim oferece a frota mais diversificada do Brasil, composta por rebocadores (azimutais, TKM e convencionais); embarcações do tipo LH (Line Handler), PSV (Platform Supply Vessel), AHTS (Anchor Handling Tug Supply) e OSRV (Oil Spill Response Vessel); balsas de carga, balsas de água, cábreas (balsas-guindaste) e lanchas (de carga e de passageiros). A Camorim possui um moderno estaleiro localizado na Ilha da Conceição, em Niterói, onde opera um Terminal de Uso Privado (TUP). Além disso, a empresa conta com três bases operacionais estrategicamente localizadas (duas em Niterói e uma em Vitória, no Espírito Santo), que ampliam o suporte a operações marítimas. A empresa atua, ainda, em portos estratégicos do litoral brasileiro: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Maranhão

Camorim Serviços Marítimos
LGA Comunicação

SAULO MIGUEL É O NOVO DIRETOR DE OPERAÇÕES DO GRUPO SUPLEY

Saulo Miguel

O Grupo Supley, um dos principais hubs de marcas de saudabilidade e performance da América Latina, apresenta Saulo Miguel como o novo Chief Operating Officer (COO). Com carreira sólida e reconhecida no setor industrial e de operações, Saulo chega ao Grupo com bagagem de quase 30 anos de experiência na Heineken, onde atuou em posições estratégicas de liderança, desenvolvimento operacional e excelência industrial.

Ao longo da sua trajetória na Heineken Brasil, Saulo desempenhou papéis de destaque na gestão de operações e supply chain, comandando grandes unidades industriais e projetos de transformação voltados para eficiência, qualidade e sustentabilidade.

Reconhecido por sua capacidade de integrar visão de longo prazo com execução prática, liderança de equipes de alto desempenho e foco em resultados consistentes, de crescimento e inovação, o executivo entra como um reforço valioso para a jornada de expansão e fortalecimento do Grupo Supley no cenário nacional e global.

“Nossas prioridades incluem elevar a eficiência operacional, integrar processos para decisões mais ágeis, aumentar o controle sobre os processos e fornecer suporte efetivo para as pessoas, apoiar expansão e inovação do portfólio, e desenvolver um time ainda mais forte e engajado dentro do Grupo Supley”, diz Saulo.

Sobre objetivos, o novo COO diz que tem os clientes e consumidores como centro da estratégia, alicerçados em uma cultura de Segurança em primeiro lugar e qualidade indiscutível para transformar o Supply Chain em um motor de vantagem competitiva para a Supley, garantindo uma cadeia ágil, resiliente e orientada à performance, capaz de sustentar o crescimento do negócio.

O Grupo Supley é um dos principais hubs de marcas de saudabilidade e performance da América Latina, compreendendo as marcas Max Titanium, Probiótica e Dr. Peanut. Com portfólio variado e dedicação contínua à qualidade e inovação, a companhia busca proporcionar aos atletas e entusiastas do mundo fitness os produtos mais avançados e eficazes para ajudá-los a alcançar seus objetivos

Grupo Supley
Danthi

domingo, 28 de dezembro de 2025

OS PRIMEIROS MOTORES A ÁLCOOL NO BRASIL. Por Ricardo Hernandes*

Em 1976, o Brasil viveu um momento decisivo em sua história energética e industrial. Em meio às incertezas provocadas pela crise internacional do petróleo, o país buscava soluções que reduzissem a dependência de combustíveis fósseis importados.

Foi nesse contexto que em outubro daquele ano ocorreu o rali de validação dos três primeiros motores movidos a álcool etílico hidratado, desenvolvidos, testados e validados por engenheiros e técnicos do CTA - Centro Técnico Aeroespacial, de São José dos Campos, liderados pelo criador do projeto, o engenheiro Urbano Ernesto Stumpf, considerado “O pai do motor a álcool no Brasil”. Um episódio pouco lembrado, mas fundamental para a consolidação do etanol como alternativa viável à gasolina.

Chegada dos carros a álcool para apresentação pública em uma unidade militar de Minas Gerais

Contexto econômico e político

A crise do petróleo de 1973 havia exposto a vulnerabilidade da economia brasileira, altamente dependente da importação de derivados de petróleo. A elevação abrupta dos preços afetou a balança comercial e pressionou o crescimento econômico. Diante desse cenário, o governo federal passou a incentivar pesquisas voltadas a fontes energéticas alternativas, culminando na criação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool) em 1975.

Entretanto, antes da adoção em larga escala do álcool como combustível automotivo, era necessário provar sua viabilidade técnica e operacional. Não bastavam testes de laboratório: era preciso demonstrar que motores movidos a álcool poderiam resistir às condições reais de uso no território brasileiro.

O rali de validação

O rali realizado em 1976 teve justamente esse papel. Três veículos experimentais, um Dodge Polara, um Volkswagen Fusca e um Gurgel Xavante, equipados com motores desenvolvidos especificamente para funcionar com álcool etílico hidratado, foram submetidos a um percurso longo e exigente, trajeto que contou com  o apoio logístico de uma picape Chevrolet C-10 e uma Chevrolet Veraneio. 

O percurso de 8.500 km, cortando nove estados brasileiros em 21 dias, incluiu diferentes tipos de estradas, variações climáticas e regimes de condução, simulando o uso cotidiano dos automóveis.

"No meio do nada e distante de tudo": registro de uma das paradas técnicas para abastecimento dos veículos, feito com galões de álcool cuja distribuição para os diversos pontos do percurso da Caravana de Integração Nacional  ficou a cargo do Exército e da Força Aérea Brasileira. 

Durante o rali, foram avaliados aspectos cruciais, como:

durabilidade mecânica;

desempenho em longas distâncias;

consumo de combustível;

comportamento em partidas a frio;

confiabilidade geral do conjunto motor–veículo.

Resultados e impactos

Rio de Janeiro, em frente às instalações do IPEM - Instituto de Pesos e Medidas. À época, como repórter-fotográfico do Diário do Grande ABC, recebi a missão de cobrir a pauta. Na foto, apareço à esquerda, junto aos integrantes do time de engenheiros e técnicos do CTA, responsáveis pelo desenvolvimento e testes dos motores, promoção e realização do rali; logo após uma das diversas palestras de apresentação do projeto, realizadas durante todo o percurso, direcionadas a autoridades, empresários e convidados de cada localidade.  

Os resultados do rali, ou Caravana da Integração Nacional,  foram amplamente positivos. Os motores apresentaram desempenho satisfatório e confiável, demonstrando que o álcool poderia ser utilizado como combustível automotivo sem comprometer a eficiência ou a segurança. A alta octanagem do álcool revelou-se uma vantagem técnica importante, permitindo melhor aproveitamento do motor e abrindo caminho para futuros avanços de engenharia.

O sucesso do rali teve impacto direto nas decisões políticas e industriais. Ele ofereceu a validação prática necessária para que o Proálcool avançasse e para que as montadoras passassem a investir na produção de veículos movidos exclusivamente a álcool.

Legado histórico

Dodge Polara, o "pace car" da Caravana da Integração Nacional, recebeu um mastro e a Bandeira do Brasil na preparação para a apresentação ao Presidente da República, em Brasília.

Poucos anos depois, em 1979, o Brasil lançaria o Fiat 147 a álcool, o primeiro automóvel produzido em série no mundo movido exclusivamente por esse combustível. Esse avanço não teria sido possível sem a experiência acumulada no rali de 1976.

O rali de validação dos motores a álcool representa, portanto, um marco histórico na trajetória brasileira rumo à autonomia energética e à inovação tecnológica. Seu legado permanece vivo até hoje, especialmente na consolidação da tecnologia Flex Fuel, que transformou o Brasil em referência mundial no uso de biocombustíveis.

Esse episódio evidencia como decisões técnicas, quando aliadas a políticas públicas estratégicas, podem produzir impactos duradouros na economia, na indústria e no meio ambiente.

* Ricardo Hernandes (na foto aos 24 anos de idade) jornalista há 57 anos, conta com passagens pelos jornais O Repórter e Diário do Grande ABC, Assessoria de Imprensa da General Motors do Brasil, Coisas de Agora Comunicação, TV São Caetano, NET TV, e também como colaborador e prestador de serviços de Comunicação Social, em órgãos públicos e empresas privadas.

Fotos: ©Ricardo Hernandes|DGABC

LEONARDO VAI DESENVOLVER E ENTREGAR OS PRIMEIROS QUATRO RADARES ITALIANOS DE ÚLTIMA GERAÇÃO PARA DEFESA BALÍSTICA DE LONGO ALCANCE

Um passo decisivo no desenvolvimento e na implementação do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome, apresentado oficialmente há três semanas

A Leonardo dá um grande passo à frente no desenvolvimento e na implementação dos habilitadores tecnológicos do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome ao assinar um contrato com a italiana TELEDIFE (Direzione Informatica Telematica e Tecnologie Avanzate) para o desenvolvimento e a entrega de quatro radares de próxima geração, projetados para contrapor ameaças balísticas de longo alcance (3.000 km).

A assinatura marca o segundo marco do sistema avançado de defesa integrada Michelangelo Dome desde sua apresentação oficial, em novembro. O contrato ocorre após o bem-sucedido primeiro lançamento de qualificação do sistema italiano de mísseis terra-ar SAMP/T NG, realizado no início de dezembro, equipado com o radar móvel de alta potência de última geração KRONOS Grand Mobile, da Leonardo.

O contrato inclui o fornecimento do Radar Baseado em Terra (GBR – Ground Based Radar) e do Radar Móvel de Longo Alcance (MLRR – Mobile Long Range Radar). Esses sistemas contam com tecnologia AESA GaN totalmente digital (Active Electronically Scanned Array – Nitreto de Gálio), que proporciona alta eficiência e maior alcance de detecção, além de serem capazes de oferecer vigilância avançada e alerta antecipado, identificação precisa e rastreamento oportuno de alvos. Isso permite a atualização em tempo real da imagem tática e a designação eficaz dos Radares de Controle de Tiro (FCR) e dos respectivos efetores, de acordo com a arquitetura aberta e a versatilidade de integração de ativos em cenários multidomínio, em consonância com o projeto e a filosofia operacional do Michelangelo Dome.

Essas características, combinadas com outras capacidades avançadas, tornam os novos radares uma das soluções mais eficazes para atender aos requisitos da defesa balística integrada, posicionando essa tecnologia entre as mais avançadas da Europa no campo de sensores radar. Com esse programa, a Itália torna-se o primeiro país europeu a dispor de capacidades nacionais integradas de defesa aérea e antimísseis para enfrentar novas ameaças de longo alcance.

Leonardo
Approach

BYD INVESTE MAIS DE R$ 1,1 MILHÃO EM PARCERIA COM O SENAI PARA CAPACITAÇÃO, PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO VOLTADAS ÀS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO AMAZONAS

A formação será realizada a bordo da embarcação Samaúma, barco-escola do Senai, que capacitará 320 alunos em 16 turmas de 20 estudantes

A BYD Indústria de Baterias LTDA está ampliando seus investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no Amazonas. Com mais de R$ 1,1 milhão destinados ao fortalecimento da capacitação profissional e ao avanço tecnológico da região Norte, a companhia acaba de lançar um programa educacional especializado em energia solar voltado às comunidades ribeirinhas fora da região metropolitana de Manaus em parceria com o Senai e com o apoio do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS) e da SUFRAMA. A iniciativa integra o esforço regional de pesquisa e inovação e promove capacitação técnica, inclusão produtiva e desenvolvimento socioeconômico das comunidades amazônicas.

A formação será realizada a bordo da embarcação Samaúma, barco-escola do Senai, que capacitará 320 alunos em 16 turmas de 20 estudantes. Os conteúdos abrangem sistemas fotovoltaicos, inversores de frequência, fundamentos da Indústria 4.0, saúde e segurança, TI, sustentabilidade, eletricidade e aplicações práticas de tecnologia solar, preparando os alunos para atuar em um mercado em expansão e cada vez mais estratégico para o país.

“A energia solar é mais do que uma solução tecnológica. Em regiões isoladas, ela se torna uma aliada crítica para garantir autonomia, desenvolvimento e oportunidades reais. Um projeto educacional como esse amplia horizontes, oferecendo aos jovens da Amazônia acesso às ferramentas necessárias para construir um futuro mais próspero e sustentável”, afirma Tyler Li, Presidente da BYD no Brasil.

Rogério Azevedo, Diretor Regional do SENAI no Amazonas explica que a parceria representa um marco para a modernização das iniciativas de formação profissional na região. “A parceria com a BYD é estratégica para as atividades do SENAI no Amazonas e para toda a Amazônia, especialmente considerando nossa trajetória de mais de 45 anos com os barcos-escola Samaúma e Samaúma II. Ao longo desse período, já qualificamos mais de 65 mil alunos em 65 municípios dos estados amazônicos. Poder revitalizar esse trabalho, agora com foco em novas tecnologias por meio deste projeto com a BYD, reforça nosso compromisso contínuo com a formação profissional e o desenvolvimento da região”, finaliza o executivo.

Além da qualificação profissional, o projeto também avalia soluções off-grid com baterias de lítio, capazes de oferecer energia independente da rede convencional. A tecnologia é especialmente adequada ao contexto ribeirinho, que utiliza balsas e embarcações e enfrenta limitações de infraestrutura elétrica.

A atuação da BYD em energia solar é robusta: já foram produzidos 2,5 milhões de módulos fotovoltaicos ao longo da trajetória da empresa, impulsionando a descarbonização no Brasil e reforçando seu propósito de construir um futuro mais sustentável.

Centro de Referência em Energia Solar

A BYD Energy do Brasil opera de forma integrada em toda a cadeia da energia solar, com estrutura completa em Campinas (SP), que inclui P&D, produção nacional e atendimento pós-venda. A fábrica de módulos fotovoltaicos foi inaugurada em 2017 e, em 2023, a empresa instalou o primeiro laboratório da América Latina dedicado ao estudo do ciclo completo de produção de módulos, com investimentos superiores a R$ 6,5 milhões.

Este centro conduz testes de degradação, perda de potência, resistência climática e desempenho de diferentes tecnologias em ambientes tropicais, ampliando a capacidade de inovação do grupo no Brasil.

Paralelamente, a BYD Indústria de Baterias LTDA já investiu mais de R$ 7,2 milhões adicionais em iniciativas estratégicas, incluindo criação de novos produtos, softwares de monitoramento, laboratório de análise de baterias para aplicações em sistemas estacionários (second life), capacitação em Lean Manufacturing e Indústria 4.0, além de sistemas de segurança com EPI monitorados por inteligência artificial.

A BYD é líder global em carros movidos a nova energia - elétricos e híbridos plug-in. Há mais de 10 anos no Brasil, também se destaca pela produção de componentes eletrônicos, painéis solares e soluções de armazenamento de energia. A empresa opera fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM) e, em 2024, deu início à produção no Complexo de Camaçari, na Bahia, que abriga o maior complexo fabril da companhia fora da Ásia. A BYD ainda é responsável pelo projeto do monotrilho da Linha 17 – Ouro do Metrô de São Paulo (Skyrail). Em 2024, a greentech vendeu 7 em cada 10 veículos elétricos e 1 em cada 4 híbridos no Brasil, conquistando a 10ª posição no ranking geral de vendas de carros de passeio no País. Com a missão de diminuir a temperatura da Terra em 1°C, a BYD é pioneira na transição para uma economia de baixo carbono, alinhando suas operações ao Pacto Global da ONU e liderando a revolução sustentável no setor automotivo

BYD
FSB Comunicação

INPASA ANUNCIA NOVA BIORREFINARIA EM RONDONÓPOLIS (MT) E AMPLIAÇÃO EM NOVA MUTUM, SOMANDO R$ 3,48 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO ESTADO

A nova unidade receberá R$ 2,77 bilhões; a expansão de Nova Mutum, outros R$ 704 milhões

A Inpasa, maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina, anuncia um novo ciclo de investimentos no Mato Grosso, totalizando R$ 3,48 bilhões. O pacote contempla a construção de uma nova unidade em Rondonópolis e a ampliação da biorrefinaria de Nova Mutum, consolidando a presença da companhia em um dos principais polos agroenergéticos do país.

A nova unidade, localizada no sudeste mato-grossense, será a 10ª unidade da companhia e a 3ª no estado. Com investimento de R$ 2,77 bilhões, o projeto prevê a geração de até 2.500 empregos diretos e indiretos durante a construção e 400 empregos fixos na operação. A inauguração está prevista para o primeiro trimestre de 2027.

A biorrefinaria terá capacidade anual para processar 2 milhões de toneladas de grãos, resultando na produção de 1 bilhão de litros de etanol, 490 mil toneladas de DDGS (ingrediente para nutrição animal), 47 mil toneladas de óleo vegetal e 345 mil GWh de de energia elétrica.

Em Nova Mutum, com investimento de R$ 704 milhões, a expansão adicionará 1 milhão de toneladas de grãos na capacidade anual, totalizando 3 milhões de toneladas. A produção adicional será de 350 milhões de litros de etanol, totalizando a produção de 1,4 bilhão de litros, +183 mil toneladas de DDGS. A obra deve gerar cerca de 800 empregos e tem previsão de conclusão no final de 2026.

“Estamos avançando em um dos maiores ciclos de expansão da história da Inpasa. A nova unidade em Rondonópolis e a expansão em Nova Mutum fortalecem nossa estratégia de integrar agricultura, energia e indústria, ampliando a oferta de biocombustíveis e coprodutos de alto valor agregado. Este anúncio marca mais um passo decisivo na consolidação da companhia como a maior biorrefinaria de etanol de grãos da América Latina”, destaca Éder Odvar Lopes, presidente da Inpasa.

Expansão no Brasil

Fundada em 2006, a Inpasa iniciou suas atividades no Paraguai e hoje possui sete unidades em operação no Paraguai e no Brasil — nos estados de Mato Grosso (Sinop e Nova Mutum), Mato Grosso do Sul (Dourados e Sidrolândia) e Maranhão (Balsas), além de duas plantas em construção: Luís Eduardo Magalhães (BA), com previsão de inauguração no primeiro trimestre de 2026, e Rio Verde (GO), anunciada em outubro deste ano, com investimento de R$ 2,5 bilhões e previsão para o primeiro trimestre de 2027. Com a chegada a Rondonópolis (MT), a companhia amplia sua presença nacional e reafirma o compromisso com a produção sustentável de energia e com a segurança alimentar global.

Com aproveitamento integral da matéria-prima, a Inpasa transforma grãos em produtos de alto valor agregado que abastecem o mercado interno e chegam a cinco continentes — entre eles etanol, DDGS, óleos vegetais, bioeletricidade e biogás — reforçando sua liderança em bioeconomia e transição energética.

A Inpasa é uma das maiores biorrefinarias de etanol de grãos da América Latina, reconhecida por sua inovação, eficiência e compromisso com a sustentabilidade. Fundada em 2006 no Paraguai e presente no Brasil desde 2018, opera sete unidades industriais — cinco no Brasil e duas no Paraguai — além de uma planta em construção em Luís Eduardo Magalhães (BA). Com capacidade instalada para produzir 6,2 bilhões de litros de etanol por ano, a companhia também gera 3,3 milhões de toneladas de DDGS, 312 mil toneladas de óleo vegetal e 1.513 GWh de energia renovável, operando com alto padrão de eficiência energética e integração agroindustrial. A empresa é líder na exportação brasileira de DDGS e possui certificações internacionais como a ISCC CORSIA, habilitando o fornecimento de matérias-primas para combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). Entre 2021 e 2024, reduziu em 43% a intensidade de emissões por tonelada de milho processado e conquistou o Selo Ouro do GHG Protocol por quatro anos consecutivos

Inpasa
FSB Comunicação