segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

DHL E CMA CGM ACELERAM DESCARBONIZAÇÃO DO FRETE MARÍTIMO COM INICIATIVA CONJUNTA DE BIOCOMBUSTÍVEIS

Parceria em soluções GoGreen Plus reforça o compromisso com o Net Zero e prevê a aquisição de quase 9 mil toneladas métricas de biocombustível de 2ª geração; ação reduzirá em cerca de 25 mil toneladas a emissões de CO₂e no frete marítimo

Rumo à descarbonização do transporte global de contêineres, a DHL Global Forwarding e o Grupo CMA CGM firmaram acordo para o uso conjunto de 8.990 toneladas métricas de biocombustível de segunda geração, o que permitirá uma redução estimada de 25 mil toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) para o frete marítimo operado sob o serviço GoGreen Plus, da DHL. A iniciativa permite aos clientes redir significativamente a pegada de carbono de suas cadeias de suprimentos internacionais, acelerando a transição da indústria para combustíveis marítimos alternativos.

“Trabalhamos para alcançar emissões líquidas zero de GEE até 2050 e esta colaboração com a CMA CGM é um novo marco em nossa missão de viabilizar cadeias de suprimentos de baixo carbono. Ao alavancar o uso de combustíveis marítimos sustentáveis, ajudamos nossos clientes a atingirem suas metas climáticas e impulsionamos um progresso real rumo à descarbonização do setor”, afirma Eric Brenner, CEO da DHL Global Forwarding para o Brasil”.

Por meio do transporte sustentável GoGreen Plus, da DHL, e ACT+, da CMA CGM, os embarcadores tem a possibilidade de integrar a logística verde às operações. A CMA CGM realiza o abastecimento físico do biocombustível, garantindo que a redução das emissões corresponda à abordagem Book & Claim da DHL. Na comparação com o combustível marítmo convencional, o GoGreen Plus permite a redução das emissões de GEE em até 80%.

“A parceria com a DHL demonstra como a colaboração entre empresas pode acelerar a mudança para uma navegação de baixo carbono. O ACT+ oferece soluções escaláveis e confiáveis, apoiadas por nossa frota projetada para combustíveis alternativos. Estamos comprometidos com o Net Zero Carbon até 2050, e a prova desse compromisso está na redução da intensidade de carbono em nossas atividades em 57%, desde 2008, com investimentos expressivos em navios de combustível duplo”, destaca Olivier Nivoix, vice-presidente executivo de Navegação do Grupo CMA CGM.

Ambas as empresas continuarão a explorar oportunidades para ampliar o uso de combustíveis de baixo carbono e desenvolver abordagens colaborativas para descarbonizar as cadeias de suprimentos globais.

As soluções GoGreen Plus, da DHL, que utilizam combustíveis sustentáveis e tecnologia de baixo carbono, estão disponíveis para todas as modalidades de frete da companhia. Por meio da metodologia ‘book & claim’, a DHL substiti diretamente combustíveis fósseis por alternativas sustentáveis e atribui os benefícios ambientais aos clientes, mesmo que suas remessas não sejam transportadas fisicamente nos ativos que utilizam esses combustíveis. Dessa forma, as empresas reduzem a emissão indireta de Escopo 3 e auxiliam no relato voluntário de metas de sustentabilidade.

A DHL é a marca líder global no setor de logística. Suas divisões oferecem um portfólio incomparável de serviços, que vão da entrega de encomendas nacionais e internacionais a soluções de envio e fulfillment para e-commerce, expresso internacional, transporte rodoviário, aéreo e marítimo, passando pela gestão de cadeias de suprimentos industriais. Com aproximadamente 400.000 funcionários em mais de 220 países e territórios, a DHL conecta pessoas e empresas de forma segura, viabilizando fluxos comerciais globais sustentáveis. A DHL Global Forwarding integra o DHL Group, que gerou receitas de aproximadamente 84,2 bilhões de euros em 2024. O Grupo visa alcançar a logística de emissões zero até 2050

CMA CGM - O Grupo CMA CGM é um player global em soluções marítimas, terrestres, aéreas e logísticas. Presente em 177 países, emprega 160.000 pessoas. Como a 3ª maior empresa de navegação do mundo, a CMA CGM atende mais de 420 portos em 5 continentes com uma frota de mais de 650 navios. Em 2024, a companhia transportou mais de 23 milhões de contêineres TEU. Comprometida com a transição energética, a CMA CGM investe massivamente em combustíveis alternativos e visa o Net Zero Carbon até 2050

DHL
RPMA Comunicação

GABRIEL BITTENCOURT É O NOVO DIRETOR FINANCEIRO DA ALLTERRA

A chegada do executivo representa um passo estratégico no fortalecimento da estrutura organizacional da companhia, contribuindo para o aprimoramento da governança corporativa e para a integração entre a gestão financeira e as estratégias de desenvolvimento do negócio

Gabriel Bittencourt 

Graduado em Economia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Gabriel possui mais de 15 anos de experiência em ambientes multinacionais, com atuação nas áreas de Planejamento e Análise Financeira (FP&A), Tesouraria e Gestão Estratégica. Sua trajetória inclui passagens por empresas de referência nos setores automobilístico, como Pósitron Stoneridge e Tenneco, e de agronegócios, como Contech Produtos Biodegradáveis e Lindsay Corporation, onde construiu sólida experiência em orçamento, previsão, reestruturação de fluxo de caixa e modelagem financeira, e consolidou a estruturação e gestão de instrumentos de financiamento como CPR, barter, FINAME, crédito rural, linhas bancárias estruturadas e soluções híbridas de funding, com interação com bancos, tradings, fornecedores estratégicos. Atuou diretamente no desenho da estrutura de capital, gestão de riscos financeiros e suporte à expansão orgânica e inorgânica dos negócios.

Reconhecido pela combinação de visão estratégica e rigor analítico, o executivo chega com a missão de liderar a área financeira da Allterra, atuando a partir do escritório de São Paulo, em colaboração direta com as equipes de Limeira (SP) e Pains (MG).

De acordo com a companhia, a chegada de Gabriel reafirma o compromisso da Allterra em aprimorar sua governança financeira e assegurar que inovação, eficiência e sustentabilidade permaneçam como fundamentos essenciais de sua atuação.

A Allterra caminha para se tornar a maior plataforma de Agricultura Regenerativa da América Latina. A empresa integra ciência, biotecnologia e impacto ambiental positivo para desenvolver soluções que tornam o solo mais eficiente, saudável e produtivo. Com presença nacional e um portfólio que inclui marcas consolidadas como a Microgeo, com 25 anos de atuação, e a TMF Fertilizantes, com 18 anos de experiência, a Allterra alia tradição e inovação para apoiar a transição do agronegócio rumo a práticas regenerativas. Suas soluções contribuem diretamente para o aumento da biodiversidade do solo, construção do perfil de solo, incremento da matéria orgânica e melhoria dos aspectos nutricionais e sanitários do ambiente produtivo. Atuando lado a lado com agricultores, distribuidores e especialistas técnicos, a Allterra oferece ferramentas que promovem ganhos sustentáveis em produtividade, sempre com foco no uso eficiente do solo e no equilíbrio dos ecossistemas agrícolas. A Allterra faz parte de empresas do portfólio dos fundos geridos pelo Pátria

Allterra
Alfapress Comunicações

VIVIANE SALES É A NOVA CEO DA LOGGI

Viviane Sales

A Loggi, empresa brasileira referência em entregas no país e que está transformando a logística por meio da tecnologia, anuncia o início de um novo ciclo este ano com a transição interna de liderança, em que Viviane Sales, até então vice-presidente de Clientes e Receitas, assume como a nova CEO a partir de janeiro de 2026.

A executiva sucede Thibaud Lecuyer, que atuou na liderança da empresa ao longo dos últimos seis anos como CFO e CEO, metade do tempo desde a fundação da empresa, e com quem vem trabalhando num processo de transição estruturado nos últimos meses. A mudança reforça a continuidade e a evolução consistente e sustentável dos negócios, assegurando a execução da estratégia de longo prazo e o avanço da Loggi como principal plataforma logística para o e-commerce no país.

Nos últimos dois anos, Viviane esteve diretamente envolvida na evolução da operação nacional, no fortalecimento do portfólio de clientes — com destaque para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas (PMEs) — e no avanço de iniciativas-chave de eficiência, inovação e expansão de mercado.

Viviane Sales tem extensa atuação na gestão e liderança de empresas e startups de tecnologia, entre elas Creditas, Twitter, BCG e Incode Technologies. Ela possui MBA pela Kellogg School of Management - Northwestern University, com habilitações em Marketing, Finanças e Gestão de Organizações e Bacharelado em Administração de Empresas pela FGV- EAESP, com habilitações em Finanças e Economia.

“Hoje, a Loggi é referência em entregas e um dos principais operadores logísticos do país, contribuindo para cerca de 0,5% do PIB brasileiro. Operamos uma malha nacional que realiza centenas de milhares de entregas por dia, atendendo mais de 22 mil clientes de pequenos a grandes e-commerces, em mais de 5 mil municípios, com soluções que vão desde uma rede capilarizada de LoggiPontos para coleta até a integração com as principais plataformas do mercado, com serviços entregas de primeiro ao último quilômetro, sempre com rastreabilidade, segurança e flexibilidade, para todos os tamanhos de negócios”, explica Sales. “Conheço a operação, nossos clientes e o enorme potencial que temos de revolucionar o mercado no país. O nosso compromisso seguirá em facilitar o acesso a logística, criando soluções inovadoras e de qualidade, gerando valor para o ecossistema de e-commerce em nosso país”, complementa.

Dando continuidade à estratégia da empresa, a executiva manterá o foco no desenvolvimento do mercado de PMEs e na inovação de soluções logísticas para aprimoramento e consolidação de uma operação nacional cada vez mais eficiente. Além disso, continuará fortalecendo os negócios junto aos clientes corporativos da Loggi, entre grandes marketplaces e grandes empresas de diversos segmentos.

“Inovação e tecnologia estão no nosso DNA e continuam sendo alavancas e diferenciais para o crescimento, tanto no desenvolvimento de soluções quanto para a nossa cultura de inovação e resultados. O nosso objetivo é ser o principal player de entregas leves no país e ser a grande referência de logística para e-commerce, desde o pequeno empreendedor até o grande marketplace”, complementa Viviane Sales.

A Loggi é uma empresa brasileira que está transformando a logística por meio da tecnologia. Fundada em 2013, a Loggi começou com entregas rápidas dentro das grandes cidades, expandindo sua atuação por todo o território nacional, se consolidando como um dos maiores players de logística no mercado de e-commerce brasileiro. Com inovação e os melhores talentos, a companhia tem a missão de conectar o Brasil, levando novas soluções para coleta e entregas de forma simples e acessível, através de uma malha robusta, ágil e tecnológica. E para garantir uma experiência mais completa e integrada em logística, com uma operação eficiente e melhores custos, a Loggi usa inteligência artificial, big data e machine learning para otimizar e desenvolver produtos e serviços, de acordo com a demanda e necessidades do mercado

Loggi
Pine PR

RAQUEL CARDOSO É A NOVA VICE-PRESIDENTE DE SUSTENTABILIDADE DA MOTIVA

Raquel Cardoso

A Motiva, a maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, tem uma nova liderança para comandar a sua estratégia de sustentabilidade. A executiva Raquel Cardoso, atual vice-presidente de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional da Companhia, assume também, a partir deste mês, a área de Sustentabilidade, com o desafio de fortalecer e acelerar a posição de vanguarda da Motiva nesta agenda no setor de transportes no país.

Na Motiva desde abril de 2024, quando se tornou a primeira mulher a assumir o cargo de vice-presidente nos 25 anos de história da Companhia, Cardoso vem liderando uma série de avanços na frente de gestão de pessoas, especialmente na agenda de transformação cultural e desenvolvimento da liderança. Desde o seu ingresso, a Motiva foi reconhecida duas vezes como uma das melhores organizações para mulheres trabalharem no GPTW Mulher e figurou duas vezes entre as 15 melhores empresas no ranking nacional do GPTW na categoria gigantes.

Com mais de duas décadas de experiência na área de Recursos Humanos, Cardoso tem formação em Psicologia pela Universidade FUMEC, com MBA em Administração e Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) e especializações em Psicologia do Trabalho e Liderança pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também participou de programas de liderança na Harvard Business School e Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD). Anteriormente, foi líder de Pessoas na Gerdau.

A Motiva tem implementado uma série de iniciativas de sustentabilidade que a colocam líder na agenda de sustentabilidade. A Companhia foi uma das idealizadoras da Coalizão para Descarbonização dos Transportes, que teve amplo destaque durante a COP30, em Belém (PA). A Motiva tem compromissos públicos de reduzir em 59% as suas emissões de escopos 1 (direta) e 2 (energia elétrica) e em 27% no escopo 3 (indiretas) até 2033, bem como ser neutra em carbono nos escopos 1 e 2 até 2035. A empresa também foi a primeira do setor a implementar uma estratégia de resiliência climática, tendo estabelecido quase 5 mil planos de adaptação climática para ativos críticos.

“A Motiva tem a sustentabilidade no centro de sua estratégia de negócios, incorporando o tema como variável para a tomada de decisão e posicionando a Liderança sustentável como uma das quatro nossas alavancas de valor na Ambição 2035. Evoluímos de forma significativa nesta agenda, liderando as discussões setoriais, assumindo compromissos públicos para reduzir nossa pegada de carbono e colocando em prática medidas concretas para tornar os nossos ativos mais resilientes às mudanças do clima e proteger a biodiversidade. Estou muito animada para seguirmos avançando nesta jornada, com a criação de valor para todos os nossos stakeholders”, afirma Cardoso.

Com a mudança, Pedro Sutter, que até então liderava a área de Sustentabilidade, passa a ser o vice-presidente de Inovação, Tecnologia e Riscos da Motiva. A nova área terá a missão de executar um investimento de R$ 1 bilhão em inovação até 2035 para acelerar a captura de ganhos de eficiência operacional e aprimorar a experiência do cliente em suas rodovias, trens, metrôs e VLT, meta anunciada no evento Motiva 2035, em 2025.

Motiva - Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 37 ativos, em 13 estados brasileiros e 16 mil colaboradores, sendo 20 Aeroportos, 12 concessionárias de Rodovias e cinco de Trilhos. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em Trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em Aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Foi a primeira empresa a abrir capital no Novo Mercado e compõe há 14 anos o hall de sustentabilidade da B3

Motiva
FSB Comunicação

ENGIE INVESTE EM INOVAÇÃO PARA AUMENTAR EFICIÊNCIA DE AEROGERADORES

Duas iniciativas focam na identificação de desalinhamentos em turbinas, utilizando recursos como inteligência artificial e sensores de laser

A ENGIE Brasil está desenvolvendo duas iniciativas inovadoras para aumentar a eficiência e a vida útil de seus parques eólicos. Os projetos, realizados em parceria com universidades brasileiras, usam tecnologias avançadas para identificar desalinhamentos em turbinas, problemas que podem prejudicar a produção de energia e acelerar o desgaste dos equipamentos. Os investimentos, considerando as duas iniciativas, chegam a R$ 2,8 milhões. A área de performance da ENGIE, que atua em parceria com as usinas no monitoramento constante dos dados de máquina das usinas renováveis identificando correções necessárias e oportunidades de ganhos, será a responsável por gerenciar os projetos.

O primeiro projeto, em colaboração com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e duração prevista em seis meses, foca no desalinhamento que ocorre quando a turbina do aerogerador não está perfeitamente orientada em relação à direção do vento. Utilizando sensores do modelo LiDAR (Light Detection and Ranging), um dispositivo que usa feixes de laser para medir distâncias com alta precisão, criando um mapa 3D de um ambiente, a ENGIE está testando um algoritmo próprio que detecta automaticamente turbinas desalinhadas e recomenda correções pontuais. A iniciativa está sendo aplicada em caráter experimental no Conjunto Eólico Campo Largo, na Bahia.

Já o segundo projeto, desenvolvido com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e com duração de 14 meses, trata do desalinhamento de pitch — o ângulo de inclinação das pás dos aerogeradores. Quando esse ângulo está fora do ideal, a turbina perde eficiência e sofre maior desgaste mecânico. O projeto com a ENGIE tem como objetivo comparar diferentes algoritmos para detecção desses desalinhamentos de maneira automática e remota, investindo em sensoriamento para abranger toda a frota da companhia e comparar diferentes metodologias de inspeção em campo.

Ambos os projetos têm como objetivo tornar o monitoramento das turbinas mais inteligente, preciso e econômico. “Ao combinar dados operacionais com algoritmos avançados, a ENGIE busca antecipar falhas, reduzir custos de manutenção e aumentar a produção de energia renovável. Essas iniciativas mostram como a inovação pode ser aplicada diretamente no campo, com resultados concretos”, afirma o gerente de Gestão da Performance e Inovação da ENGIE, Mário Wilson Cusatis.

Com mais de 10 mil aerogeradores em operação no país, a replicação dessas soluções pode representar um salto de eficiência para todo o setor eólico nacional. Além dos ganhos econômicos, os projetos contribuem para a sustentabilidade da matriz energética brasileira, ao evitar desperdícios e prolongar a vida útil dos equipamentos.

A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 98.000 colaboradores em 30 países, o Grupo abrange toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e vendas. A ENGIE combina atividades complementares: produção de eletricidade renovável e gás verde, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas. A cada ano, a ENGIE investe mais de 10 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta net-zero em carbono até 2045. Faturamento em 2024: 73,8 bilhões de euros. No Brasil, a ENGIE, uma das líderes em energia 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 12 GW de capacidade instalada própria, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa

ENGIE Brasil
InPress Porter Novelli

YVAN CESAR LOPES COMO NOVO DIRETOR DE MARKETING DA ADAMA NO BRASIL

Yvan Cesar Lopes

A ADAMA, líder global em soluções para proteção de cultivos, anuncia a nomeação de Yvan Cesar Lopes como novo diretor de Marketing no Brasil. O executivo passa a ser responsável pela definição e execução da estratégia integrada da área, incluindo Portfólio, CRM e Go-to-Market (GTM).

Reportando-se diretamente ao CEO interino, Eric Dereudre, Lopes assume a posição após uma trajetória consolidada na companhia e no setor. Desde seu ingresso na ADAMA Brasil, em 1999, construiu uma carreira marcada por atuação estratégica e multifuncional, tendo ocupado posições de liderança sênior nas áreas Financeira, Comercial e de Marketing.

Nos últimos sete anos, exerceu a função de diretor de Negócios Sul, período em que liderou a operação comercial da região, com responsabilidade plena pela execução do modelo de Go-to-Market, gestão de portfólio e desenvolvimento do relacionamento com clientes. Sua atuação destacou-se pela combinação de visão estratégica, excelência operacional e profundo conhecimento das necessidades dos produtores e das dinâmicas do mercado agrícola.

Até a nomeação de um sucessor, Lopes acumulará interinamente as funções de diretor de Negócios Sul e diretor de Marketing.

A ADAMA Ltda. é uma empresa global líder em proteção de cultivos, oferecendo soluções inovadoras para agricultores no combate a plantas daninhas, insetos e doenças. A companhia possui um dos portfólios mais amplos e diversificados de ingredientes ativos do setor, apoiado por capacidades avançadas de Pesquisa & Desenvolvimento, fabricação e formulação. Com presença em mais de 100 países, a ADAMA combina escala global com forte foco local, desenvolvendo produtos de alta qualidade e soluções customizadas, orientadas pelas necessidades reais dos agricultores e de seus parceiros comerciais. Para mais informações, clique aqui e visite o site  ou os canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube

ADAMA
Connectare Comunicação

domingo, 11 de janeiro de 2026

MARCOS UTSONOMIYA É O NOVO DIRETOR DE LOGÍSTICA GRUPO GAZIN

Marcos Utsonomiya

O Grupo Gazin anuncia a nomeação de Marcos Utsonomiya como diretor de logística, em um movimento estratégico que acompanha a expansão nacional da companhia e o fortalecimento de sua estrutura de gestão e governança. Até então gerente da GazinLog, o executivo passa a integrar a diretoria com a missão de impulsionar a eficiência operacional e sustentar o crescimento de uma das maiores operações logísticas do varejo brasileiro.

A criação da Diretoria de Logística reflete o amadurecimento da operação do Grupo Gazin, que hoje reúne 27 centros de distribuição, 10 indústrias, 378 lojas de varejo e uma atuação integrada em múltiplos canais, distribuídos por 14 estados. A área logística assume papel estratégico em um ecossistema que exige alta performance, capilaridade, controle de custos e excelência no nível de serviço.

Com experiência consolidada à frente da GazinLog, Marcos Utsonomiya liderou processos de expansão, integração e otimização da cadeia de suprimentos, contribuindo diretamente para a escalabilidade do negócio e para a competitividade da companhia. Sua nomeação reforça a valorização de talentos internos e a aposta em lideranças com profundo conhecimento da operação e do modelo de negócios do grupo.

Para o presidente do Grupo Gazin, Gilmar Alves de Oliveira, o fortalecimento da diretoria está alinhado às demandas de um mercado cada vez mais complexo. “Empresas fortes são construídas por pessoas com experiências diferentes, visões complementares e capacidade de enxergar o negócio por múltiplas perspectivas. Esse é um pilar fundamental para decisões mais equilibradas e sustentáveis”, afirma.

A ampliação da diretoria posiciona a Gazin como uma organização preparada para novos ciclos de crescimento, atenta às transformações do varejo e às melhores práticas de gestão logística. Com mais de 60 anos de história, o Grupo Gazin segue evoluindo sua estrutura organizacional para garantir eficiência operacional, agilidade e competitividade em toda a sua cadeia de valor.

Grupo Gazin - Com 11 empresas, o Grupo Gazin reúne 434 unidades de negócios, sendo 378 lojas de varejo, 10 indústrias, 27 centros de distribuição e 1 operação de atacado, distribuídas em 14 estados brasileiros: Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Pará, Goiás, Amazonas, Bahia, Paraíba, Ceará e Tocantins. Em 2025, a Gazin foi eleita a terceira melhor empresa para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW) nas categorias Grandes Empresas. O grupo atua também nos segmentos de atacado, consórcio, seguros, financeira, e-commerce, logística e conta com seu próprio banco digital, o Gazin Bank

Grupo Gazin
Communica Brasil

FRASLE MOBILITY FORTALECE ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO COM PARCERIAS ACADÊMICAS E APOIO À PESQUISA CIENTÍFICA

Iniciativas com universidades brasileiras impulsionam desenvolvimento tecnológico, formação de talentos e soluções mais seguras e sustentáveis para o setor automotivo

Centro de Engenharia Avançada Movetech. Foto: Marcio Campos|Divulgação

A inovação é um diferencial competitivo para a Frasle Mobility e, para isso, o incentivo a projetos ocorre tanto em laboratórios quanto em parcerias estratégicas com institutos de pesquisa. Neste ano, diversas parcerias estão em vigor. Ao participar de propostas acadêmicas, a companhia acelera o desenvolvimento de tecnologias que elevam padrões de segurança veicular, sustentabilidade e controle de movimentos. A combinação entre conhecimento interno e colaboração externa garante soluções que chegam mais rápido ao mercado e, ainda, prepara profissionais para os desafios da mobilidade do futuro.

Entre os projetos apoiados, está o estudo conduzido pelo Departamento de Engenharias da Mobilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que resultou no desenvolvimento de um protótipo de atenuador de vibração em motocicletas com material particulado. A solução reduz oscilações no guidão ao trazer mais estabilidade e segurança ao piloto, especialmente em frenagens bruscas ou altas velocidades. Com investimento de cerca de R$ 1,4 milhão da companhia e financiamento do programa Rota 2030 da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), o projeto conta com suporte técnico da Frasle Mobility por meio do Centro de Engenharia Avançada Movetech e testes realizados na estrutura do Centro Tecnológico Randon (CTR). O pedido de patente da proposta está em andamento.

Outro estudo realizado com a UFSC, financiado pelo programa Rota 2030 com aporte total de R$ 1,35 milhão, busca desenvolver metodologia para avaliar emissões de partículas finas geradas em sistemas de frenagem, contribuindo para soluções alinhadas às exigências do EURO 7. A iniciativa também fomenta a formação de profissionais com bolsas de iniciação científica e pós-graduação.

Com foco em novos materiais de atrito, a parceria com o laboratório de materiais da UFSC (LabMat) e fomento via Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) desenvolveu materiais sinterizados para aplicação em fricção, habilitando rotas tecnológicas para futuros negócios da companhia. A primeira fase do projeto foi concluída neste ano, com R$ 621 mil investidos e participação de pesquisadores e estudantes. A segunda etapa já está planejada. Além disso, uma iniciativa complementar realizada com a Universidade de Caxias do Sul (UCS) investiga soluções com materiais cerâmicos sinterizados e inclui uma bolsa de mestrado MAI/CNPq.

Para o diretor de Engenharia e Vendas OEM da Frasle Mobility, Luciano Matozo, a aproximação contínua com o meio acadêmico cumpre um papel estratégico. “Quando unimos ciência e indústria, ampliamos nossa capacidade de transformar ideias em soluções reais. É assim que contribuímos para a evolução tecnológica do setor e para uma mobilidade mais segura e sustentável a todos”, destaca.

A Frasle Mobility também integra o projeto estruturante FERA II, desenvolvido no âmbito da Linha IV – Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, do programa Mover e financiado via Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), liderado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Com a participação de 28 empresas e diversas  Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICT) nacionais e internacionais (IPT, SENAI ISI Laser, UFSC e Fraunhofer IPK), a iniciativa pretende escalar a manufatura aditiva para a indústria brasileira, incluindo o desenvolvimento nacional de pós metálicos. A participação reforça o compromisso da companhia em atuar na fronteira da inovação e explorar tecnologias emergentes que definirão o futuro da mobilidade e ampliando sua contribuição para soluções que transformam os limites da aplicação industrial.

No segmento de compósitos estruturais, a marca Composs, unidade de negócios da Frasle Mobility, avança em pesquisas e soluções em parceria com o Instituto Hercílio Randon (IHR) e com o apoio de diferentes universidades e institutos de pesquisa, como as unidades do Instituto Fraunhofer, na Alemanha e no Canadá, com foco em soluções que tragam uma maior redução de massa, eficiência energética e redução de emissões.

As parcerias também fortalecem o desenvolvimento regional e a competitividade global da companhia, que utiliza o CTR como plataforma de testes, validação e aceleração de inovações.

CTR

Criado há 15 anos, o CTR é um centro destinado ao desenvolvimento de tecnologias, testes e validação de inovações. Localizado em Farroupilha, na Serra Gaúcha, em uma área de mais de 90 hectares, funciona como um hub de engenharias, potencializando o processo de criação do time técnico a partir dos recursos disponíveis. 

O Centro Tecnológico Randon conta com mais de 20 tipos de pistas – com destaque para os 53 mil m² de VDA e os 1,8 mil m² de área de baixo atrito – totalizando 15 quilômetros, onde são reproduzidos os mais diferentes pavimentos e irregularidades específicas para realização de testes nas mais variadas condições.

 Em suas instalações, são executados diversos ensaios, que possibilitam realizar avaliações estruturais em pista e laboratório, além de desempenho veicular, estabilidade dinâmica, análises virtuais e homologações certificadas por organismos nacionais e internacionais. 

Somado a sua infraestrutura de pistas, laboratórios e oficinas, o CTR conta com uma equipe de engenheiros, técnicos e pilotos altamente capacitada para o desenvolvimento e a execução dos ensaios com foco absoluto na segurança e confidencialidade dos projetos.

Frasle Mobility

A Frasle Mobility é uma companhia multinacional brasileira especializada em soluções sustentáveis para a mobilidade. Destaca-se pela forte presença no mercado de reposição automotivo e no fornecimento de componentes para OEM, reunindo produtos de alta qualidade e marcas reconhecidas pelo mercado em seu portfólio. A companhia desenvolve soluções integradas de serviços e produtos para o controle de movimentos.

Com unidades no Brasil, Estados Unidos, China, Índia, Reino Unido, Holanda, Alemanha, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia e México, possui 12 plantas industriais, nove centros de distribuição, sete escritórios comerciais, dois centros de tecnologia e desenvolvimento e equipes capacitadas para atender os clientes em mais de 125 países nos cinco continentes, oferecendo mais de 43 mil referências em soluções em autopeças.

Desde 1996, a Frasle Mobility é controlada pela Randoncorp, mantendo de forma conjunta empresas de referência em inovação, como o Centro Tecnológico Randon (CTR) e a NIONE, pioneira global em tecnologias com nanopartículas. Atua ainda na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e no incentivo à pesquisa científica por meio do apoio ao Instituto Hercílio Randon.

Frasle Mobility. Keep life in motion.
ANK Reputation

sábado, 10 de janeiro de 2026

VTEX AMPLIA PRESENÇA ESTRATÉGICA NA NRF RETAIL’S BIG SHOW

Marca se posiciona no centro das discussões sobre o futuro do varejo global

A VTEX, multinacional brasileira líder em digital commerce, marca presença na NRF Retail’s Big Show em 2026, principal evento anual do varejo mundial, realizado em Nova York pela National Retail Federation. Reconhecida como o maior e mais influente encontro do setor, a NRF reúne líderes, marcas e empresas de tecnologia para debater tendências, inovações e estratégias que moldam o futuro do varejo global, desde o online ao físico, passando por modelos cada vez mais integrados e centrados no consumidor.

Imagem da NRF Retail’s Big Show 2025

Na edição deste ano, o evento conta com diversos painéis e com a presença de executivos como Mariano Gomide, fundador e co-CEO da VTEX, e Daniela Jurado, EVP de Sales & Marketing, que conduzem discussões sobre os temas centrais e do mais novo comércio, incluindo crescimento digital, transformação omnichannel e inovação estratégica.

Além deles, Rafaela Rezende, Presidente da VTEX no Brasil, estará presente no evento, reforçando o compromisso da empresa com a inovação, o diálogo internacional e a evolução contínua do setor.

“O evento é um dos principais termômetros do varejo global, justamente por antecipar tendências, como inteligência artificial, integração de canais, experiência do consumidor, omnicanalidade e até mesmo a retail media, que ano passado foi muito falada. Para a VTEX, estar presente de forma ativa nesse ambiente é essencial para conectar nossas soluções às demandas emergentes do mercado”, afirma Rafaela.

Rafaela Rezende, Presidente da VTEX no Brasil

A participação da marca também inclui encontros e momentos de relacionamento com o mercado e network com parceiros, como o “Commerce Wonderland Social Supper Club”, um jantar exclusivo com líderes do setor, acontecendo dia 11 de janeiro às 17 horas, e o “NYC Night Out”, uma experiência que acontece durante os jogos da temporada do New York Rangers, promovendo trocas informais em ambientes diferenciados, acontecendo dia 12 de janeiro às 17 horas.

Além da participação na programação oficial, a VTEX é patrocinadora da delegação da BTR Varese e de dois happy hours, um promovido pela Cadastra e outro pela CRM Bônus. Já o VTEX Ads atua como patrocinador da delegação da FFX, reforçando o compromisso da empresa com o avanço do varejo e a troca de conhecimento entre líderes do setor.

Para mais informações, acesse este link e acompanhe pelo Instagram oficial da marca: @vtexbrasil.

VTEX Brasil
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RODADA INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS APROXIMA INDÚSTRIAS PARANAENSES DO SETOR DE MADEIRA DE COMPRADORES CANADENSES

A ação prevê a realização de reuniões virtuais com compradores previamente qualificados, em agendas personalizadas conforme o perfil de cada empresa, alinhadas às exigências do comércio internacional

Com foco na diversificação de mercados e na ampliação das exportações do setor de madeira, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) promove a Rodada Internacional de Negócios – Canadá, iniciativa realizada por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), que conecta indústrias paranaenses a compradores canadenses. A ação ocorrerá de 23 a 27 de março de 2026 e prevê a realização de reuniões virtuais com compradores previamente qualificados, em agendas personalizadas conforme o perfil de cada empresa, alinhadas às exigências do comércio internacional.

A Rodada Internacional de Negócios adota um modelo de matchmaking que considera critérios como portfólio de produtos, classificação fiscal, capacidade produtiva e posicionamento de mercado das empresas inscritas. Após o encerramento do período de inscrições, previsto para 23 de janeiro de 2026, os perfis passam por uma etapa de análise conjunta entre o CIN e a CCBC. Apenas as empresas com compatibilidade comprovada com a demanda canadense avançam para a fase de reuniões, o que contribui para maior eficiência comercial e geração efetiva de negócios.

Além do acesso direto a compradores do Canadá, as indústrias participantes contam com apoio técnico especializado ao longo de todo o processo, desde a preparação para as rodadas até a condução das reuniões, fortalecendo a segurança das negociações e o alinhamento às práticas do mercado internacional.

Ao promover a Rodada Internacional de Negócios – Canadá, a Fiep reafirma seu papel como articuladora da internacionalização da indústria paranaense, criando conexões concretas entre empresas locais e mercados estratégicos, com foco em competitividade, inteligência comercial e geração de novas oportunidades de negócio.

As inscrições para a Rodada Internacional de Negócios – Canadá estão abertas e podem ser realizadas de forma online, através deste linkPara mais informações, o Centro Internacional de Negócios do Sistema Fiep disponibiliza atendimento pelo e-mail internacional@sistemafiep.org.br ou pelo WhatsApp (41) 97400-0484.

FIEP - Federação das Indústrias do Estado do Paraná 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

ASSOMBRAÇÕES DENTRO DO BOX. Por Marli Gonçalves*

Sempre brinquei de imaginar a invasão do box do chuveiro de coisas que vejo e acontecem pelo mundo. Talvez por ser ali no banho a hora em que, mal ou bem, debaixo do chuveiro, isolada, nua, ainda seja o único lugar onde ainda consigo me sentir mais tranquila e relaxada.

Moro em São Paulo, bem sabem, e por aqui a loucura da especulação imobiliária violenta e agressiva agora ocupa e demole tudo, até prédios para a construção de outros, cada um mais horrendo que outro, espetados lado a lado. Sempre brincava de temer que construíssem mais um justamente dentro do box. A coisa só piora e aumentam as assombrações: agora, assim como outros países desse mundo, temo e chego a imaginar a cara do Trump me olhando pelo vidro embaçado, onde antes eu gostava só de desenhar coraçõezinhos e vê-los se dissiparem no vapor.

Brincadeiras à parte, mas tentando manter o humor, que começo de ano foi esse? Aliás, que tempos são estes que nos trazem diariamente preocupações muito além das cotidianas? Muitas de sobrevivência, se teremos, todos, ar para respirar, como enfrentar o calor além do limite suportável, água para beber, energia elétrica, a estranha violência espalhada, o descontrole social e político, as instituições em choque e em cheque.

Agora, soma-se a intranquilidade causada por um maluco (normal, não é) poderoso brincando de mandar no mundo à sua vontade, pirando a diplomacia moderna, ultrapassando perigosas fronteiras, obrigando ao aumento de gastos com poderios militares, alegrando os senhores das armas, desarmando a promessa de que nunca mais veríamos tanto terror como os ocorridos no século passado. Fosse só ele. Mas não, a lista é grande e só aumenta numa movimentação geopolítica expressiva.

Os pesadelos agora nos pegam acordados e para quem, por obrigação profissional, precisa se manter informado, o estresse não passa mais nem debaixo d`água. Entendo até o sucesso do mundo das fofocas se alastrando em publicações sobre como celebridades e subcelebridades vivem, se vestem, esbanjam, por onde andam, com quem casam e descasam, se mostram. Essa outra realidade, se o biquini que usam é branco, de bolinhas, se “mostraram mais do que deviam”, que nunca sei bem o que é que deviam mostrar. Uma realidade paralela.

Ao mesmo tempo, aqui e ali, silêncio, o surpreendente suicídio de alguém que todos consideravam bem, e a cada dia se torna mais complexo entender o que se passa principalmente entre os mais jovens que creio não estarem sendo preparados além das telas do celular e das redes sociais nem para o sucesso.

Reparou que estamos em pleno verão e ainda nem surgiu uma modinha, uma graça qualquer? Vivemos o Verão da Lata, do assobio, do topless. Agora é só o do calor infernal, das chuvas, ciclones, rebeldia do mar causando milhares de afogamentos em dias, e já já vai é aparecer algum surto para marcar época.

O exemplo do box serve apenas para marcar uma fronteira mínima, íntima, pessoal; você pode entender esse espaço mínimo, mas me diga se tem outro. Já que todos os limites estão sendo violados, ultrapassados, modificados, precisamos imaginar onde é que ainda daria para nos proteger. Nosso bunker.

* Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves, Facebook, Instagram, Twitter, BlueSky, Threads, marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

PAULO ROBERTO É O NOVO DIRETOR EXECUTIVO DO MUSEU AFRO BRASIL EMANOEL ARAUJO

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Governo do Estado de São Paulo anuncia a chegada de Paulo Roberto como novo diretor executivo

Paulo Roberto

Advogado, especialista em Gestão Pública pelo Insper e em Direito Público pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP),  Paulo Roberto  assume a carga com o propósito de fortalecer a estrutura institucional do Museu, ampliar o impacto das ações culturais e intensificar a articulação com parceiros e patrocinadores, contribuindo para a sustentabilidade e a expansão das atividades da instituição.

A diretoria executiva responde pela gestão administrativa, institucional e estratégica do Museu, enquanto as atribuições curatoriais e artísticas permanecem sob a responsabilidade do Comitê Curatorial, bem como da Gerência Artística, atualmente em fase de contratação.

Para Jandaraci Araújo, presidente do Conselho do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, a nomeação reforça o compromisso da instituição com uma gestão estruturada e verificação às boas práticas institucionais. “A trajetória de Paulo Roberto reúne experiência sólida em gestão pública, conhecimento jurídico consistente e atuação específica no campo da cultura. À frente da direção executiva, sua condução se orienta por uma atuação estratégica e responsável, monitorada às boas práticas institucionais e voltadas à sustentabilidade de longo prazo do Museu. Sua gestão tem como missão proteger e perpetuar o legado de Emanoel Araujo, ao mesmo tempo, em que amplia o alcance e o impacto cultural da instituição, por meio do fortalecimento de parcerias institucionais, da diversificação das fontes e da limitação no Brasil e nenhum cenário internacional.”

Antes de assumir a diretoria executiva do Museu, Paulo Roberto atuou no escritório SBSA Advogados, com foco em Direito Público e Terceiro Setor, assessorando Organizações da Sociedade Civil (OSCs) na estruturação, formalização e gestão de parcerias com o Poder Público. O executivo acumula mais de uma década de experiência na Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo. Nesse período, teve atuação destacada na Unidade de Formação Cultural, onde foi responsável pela gestão contratual de programas estratégicos, como o Projeto Guri e as Fábricas de Cultura, mantendo interlocução direta com as Organizações Sociais de Cultura responsáveis ​​por sua execução.

"Assumir a direção executiva do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é, antes de tudo, um compromisso com o legado de Emanoel Araujo e com o futuro da instituição. Este é um momento de reafirmar nossas bases e projetar novos caminhos, fortalecendo o Museu como um espaço público de encontro, formação e diálogo, que pertence a todos e que valoriza, de forma permanente, a contribuição afro-brasileira para a história do Brasil", explica Paulo Roberto, diretor executivo do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo.

Também foi Chefe da Divisão de Gestão de Contratos da Secretaria da Administração de Ribeirão Preto, conduzindo processos de fiscalização e gestão de contratos administrativos, além de atuar como membro efetivo da Comissão Municipal de Licitações. No campo institucional e jurídico, exerceu a função de Secretário Executivo da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB-SP e coordenou o Comitê de Igualdade Racial da mesma Comissão, reforçando sua atuação em agendas relacionadas à governança, equidade e responsabilidade institucional.

Museu Afro Brasil Emanoel Araújo

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura. Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular de seu fundador, Emanoel Araujo (1940-2022), o museu é um espaço de história, memória e arte. Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo conserva, em cerca de 12 mil m², um acervo museológico com mais de 8 mil obras, apresentando diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros e abordando temas como religiosidade, arte e história, a partir das contribuições da população negra para a construção da sociedade brasileira e da cultura nacional. O museu exibe parte deste acervo na exposição de longa duração e realização de exposições temporárias.

Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
4FCom Comunicação

SHELL OBTÉM LICENÇA INÉDITA COMO EMPRESA BRASILEIRA DE NAVEGAÇÃO

Em um movimento iniciado no país, a Shell tornou-se a primeira empresa internacional de petróleo e gás a obter a licença para operar como Empresa Brasileira de Navegação (EBN) no Brasil, reforçando seu compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do setor energético nacional.

Navio Ametista Brasil conta com tripulação 100% brasileira

Com autorização, a companhia iniciou a operação do navio tanque aliviador DP Ametista Brasil, embarque registrado no país e operado com tripulação 100% brasileira. O navio será utilizado no transporte de petróleo por cabotagem ao longo da costa brasileira, com foco em operações ligadas aos ativos do pré-sal na Bacia de Santos, ampliando a eficiência logística e operacional das atividades da Shell no país.

Após um período estruturado de treinamento e capacitação, 48 profissionais marítimos brasileiros atuam atualmente no embarque, contribuindo para a geração de recursos minerais e o fortalecimento da mão de obra local. O navio foi originalmente construído na Coreia do Sul para a empresa Knutsen NYK Offshore Tankers (KNOT) e integrou a frota afretada da Shell por cerca de oito anos. A sua incorporação à frota própria permitida à companhia atende aos requisitos regulamentares necessários para a obtenção da licença do EBN.

"A nova operação gera ganhos de eficiência e otimizações financeiras para o grupo, alinhadas às boas práticas de gestão e governança, enquanto fomentamos a geração de emprego e renda para profissionais brasileiros. Além disso, uma embarcação registrada no Brasil e com tripulação local contribui para a redução de deslocamentos logísticos recorrentes, o que resulta em menor consumo de combustível e, consequentemente, na redução das emissões associadas às operações", afirma Vinicius Mazzei, gerente Comercial da Shell Brasil.

Sobre uma concha

Desde 1913 no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. 

Shell Brasil

QR CODE LIDERA A ADOÇÃO DE PAGAMENTOS DIGITAIS NA AMÉRICA LATINA, COM BRASIL À FRENTE

Pesquisa da Topaz mostra que o QR Code é hoje o meio de pagamento digital mais difundido na região, impulsionado pelo Pix e por iniciativas regulatórias locais

O QR Code consolidou-se como o principal formato de pagamento digital na América Latina, superando carteiras digitais, pagamentos por aproximação e outras soluções emergentes. É o que revela a 7ª edição da pesquisa Pulso – O futuro dos pagamentos digitais na América Latina, realizada pela Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras digitais, em colaboração com a Celent, referência global em pesquisa e consultoria para o setor financeiro, com 1.023 líderes de instituições financeiras em 20 países da região.

De acordo com o levantamento, mais da metade das instituições entrevistadas já oferece pagamentos por QR Code, com destaque para países como Bolívia (86%), Paraguai (79%), Argentina (68%) e Brasil (62%). No Brasil, a ampla adoção está diretamente associada ao Pix, que popularizou o uso do QR Code ao combinar simplicidade, rapidez e custo zero para o usuário, tornando-se uma das principais portas de entrada para pagamentos digitais no país.

“O QR Code mostrou-se como a solução mais aderente à realidade da América Latina, uma vez que elimina barreiras tecnológicas e operacionais. Ele funciona tanto para grandes centros urbanos quanto para pequenos comerciantes e regiões onde o dinheiro ainda predomina”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Além de liderar em adoção, o QR Code também apresenta os maiores índices de satisfação entre as instituições financeiras. Em mercados onde essa solução está amplamente disponível, mais de dois terços dos entrevistados afirmam estar satisfeitos com o desempenho dos pagamentos por QR, percentual superior ao observado em carteiras digitais, transferências instantâneas e pagamentos por aproximação (NFC).

O estudo aponta ainda que soluções baseadas em NFC figuram entre as menos bem avaliadas, reflexo da menor disponibilidade de smartphones compatíveis e da infraestrutura limitada em parte dos países da região.

“O que a pesquisa mostra é que inovação, na prática, precisa ser funcional. O QR Code ganhou escala porque resolve problemas reais de acesso, aceitação e custo, especialmente para pequenos negócios”, destaca Iglesias.

Outro dado relevante é o papel das instituições financeiras tradicionais na disseminação desse modelo. Em países com apoio regulatório dos bancos centrais, como a Bolívia, 95% dos bancos e cooperativas já oferecem pagamentos por QR Code, evidenciando a importância dessas instituições na consolidação do ecossistema digital.

Para o setor financeiro, o avanço do QR Code representa mais do que uma evolução tecnológica. Trata-se de um vetor estratégico de inclusão financeira, ao permitir pagamentos digitais em contextos em que o acesso a terminais de ponto de venda é limitado e o uso de dinheiro em espécie ainda é predominante, como pequenos comércios, negócios informais e regiões remotas.

“Os pagamentos por QR Code não apenas ampliam a eficiência operacional das instituições, mas também aceleram a inclusão financeira ao conectar novos públicos ao sistema bancário de forma simples e segura”, conclui o executivo.

O levantamento reforça que, embora novos modelos de pagamento continuem surgindo, o QR Code firmou-se como a solução mais acessível, escalável e adaptada à realidade latino-americana, com o Brasil ocupando posição de destaque como referência regional em pagamentos digitais instantâneos.

TopazCom mais de três décadas de experiência, a Topaz é uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais, destacando-se como líder no mercado brasileiro e latino-americano. Como parte do grupo Stefanini, atua em mais de 25 países com mais de 300 clientes de diversos portes e segmentos. A Topaz desenvolveu o Topaz One, a primeira plataforma full banking do mundo, oferecendo um ecossistema completo de soluções integradas, seguras e de alta disponibilidade como core bancário completo e core para microfinanceiras, prevenção e combate à fraude, canais físicos e digitais, AML/FTP e compliance, pagamentos instantâneos, regulatórios, investimentos e customer engagement para bancos e instituições financeiras em geral, impactando mais de 550 milhões clientes finais todos os dias. A Topaz posiciona-se como referência em tecnologia para negócios digitais e é reconhecida pelo Gartner®, FORRESTER® e Celent®

Topaz
DFreire Comunicação e Negócios

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

VIVIANE THOMAZ É A NOVA DIRETORA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DO GRUPO GAZIN

Viviane Thomaz

O Grupo Gazin anuncia a nomeação de Viviane Thomaz para a Diretoria de Governança Corporativa, cargo recém-criado que marca um avanço relevante na estrutura de gestão da companhia. A executiva torna-se a primeira mulher a ocupar um posto na diretoria executiva do grupo, em um movimento alinhado às agendas de ESG, à modernização da governança e à promoção da diversidade de pensamento na alta liderança.

Com 30 anos de trajetória no Grupo Gazin, Viviane construiu sua carreira em posições estratégicas, tendo atuado mais recentemente como Gerente de Gestão de Pessoas. Sua chegada à diretoria responde ao amadurecimento da operação e à crescente complexidade do negócio, que hoje reúne uma atuação integrada em varejo, indústria, serviços financeiros, logística e canais digitais, com presença em 14 estados brasileiros.

A criação da Diretoria de Governança Corporativa reforça o compromisso da Gazin com práticas sólidas de governança, ética, transparência e sustentabilidade, pilares centrais do componente “G” do ESG. A nomeação também evidencia a valorização de talentos internos e a construção de uma liderança plural, baseada em diferentes experiências, competências e visões de longo prazo.

Embora represente um marco institucional, a ascensão de Viviane Thomaz é resultado de um processo contínuo. O Grupo Gazin mantém uma expressiva participação feminina em cargos de liderança, sustentada por uma cultura organizacional que investe no desenvolvimento de pessoas e na diversidade como ativo estratégico. Iniciativas como a Jornada da Liderança Feminina, programa estruturado para preparar e ampliar a presença de mulheres em posições de gestão, integram esse compromisso e já têm sua expansão prevista.

Para o presidente do Grupo Gazin, Gilmar Alves de Oliveira, a ampliação da diretoria reflete uma visão contemporânea de gestão. “Empresas fortes são construídas por pessoas com experiências diferentes, visões complementares e capacidade de enxergar o negócio por múltiplas perspectivas. Esse é um pilar fundamental para decisões mais equilibradas e sustentáveis”, afirma.

Com mais de 60 anos de história, o Grupo Gazin segue evoluindo sua governança e sua liderança para sustentar um crescimento consistente, alinhado às melhores práticas de ESG e às transformações do mercado brasileiro.

Grupo GazinCom 11 empresas, o Grupo Gazin reúne 434 unidades de negócios, sendo 378 lojas de varejo, 10 indústrias, 27 centros de distribuição e 1 operação de atacado, distribuídas em 14 estados brasileiros: Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Pará, Goiás, Amazonas, Bahia, Paraíba, Ceará e Tocantins. Em 2025, a Gazin foi eleita a terceira melhor empresa para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW) nas categorias Grandes Empresas. O grupo atua também nos segmentos de atacado, consórcio, seguros, financeira, e-commerce, logística e conta com seu próprio banco digital, o Gazin Bank

Grupo Gazin
Communica Brasil

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO JÁ AJUIZOU 36 AÇÕES PARA REPARAÇÃO DOS DANOS CAUSADOS NO 8 DE JANEIRO

Medidas já resultaram no bloqueio de R$ 9,5 milhões, entre dinheiro e carros, e mais de 50 imóveis rurais e urbanos

Sedes dos Três Poderes foram alvos de vândalos nos atos antidemocráticos de 2023. - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Desde a invasão das sedes dos Três Poderes nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, a Advocacia-Geral da União (AGU) já ajuizou 36 ações judiciais com o objetivo de promover a reparação dos danos causados ao patrimônio público federal. Até o momento, as medidas adotadas pela AGU resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 9,5 milhões, entre valores e bens móveis. São 223 carros e mais de R$ 3,3 milhões bloqueados. Além disso, a Justiça bloqueou mais de 50 imóveis urbanos e rurais, entre fazendas e casas em condomínios de luxo.

As ações foram propostas pela União para que as pessoas condenadas criminalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) assumam, de forma solidária, a reparação de danos que somam mais de R$ 56 milhões.

Os danos ao patrimônio público foram definidos com base em documentos oficiais, conforme destacam as ações da AGU. No julgamento das ações penais, o STF já havia estabelecido em R$ 30 milhões o valor mínimo indenizatório a título de danos morais coletivos. A esse número somam-se os danos materiais apontados pelo Senado Federal, pela Câmara dos Deputados, pela Casa Civil da Presidência da República e pelo próprio STF, que chegam a R$ 26,2 milhões.

Os réus foram todos condenados pela Suprema Corte como responsáveis pela depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Após o trânsito em julgado das condenações, a AGU dá início às ações denominadas ex delicto, que buscam a reparação, na esfera cível, dos danos causados por delitos penais.

A atuação da AGU integra o esforço permanente do Estado brasileiro para recuperar os prejuízos causados, responsabilizar os envolvidos e defender a ordem democrática.

AGU - Advocacia-Geral da União

HAROLDO DA SILVA É O NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Escolha ocorreu na primeira Sessão Plenária do ano, que também empossou os Conselheiros eleitos para o triênio 2026-2028

Haroldo da Silva

O Economista Haroldo da Silva foi eleito nesta quarta-feira (7), por unanimidade, Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo (Corecon-SP) para o exercício de 2026. Na mesma ocasião, o Economista Antonio Prado foi eleito Vice-Presidente do Conselho, também por unanimidade.

O Presidente e o Vice-Presidente são escolhidos anualmente por meio de votação entre os Conselheiros que integram o Plenário da entidade. Os conselheiros federais Odilon Guedes, Pedro Afonso Gomes, Antonio Corrêa de Lacerda e Claudemir Galvani, participaram da Sessão Plenária.

Ao assumir a missão de presidir o Conselho, Haroldo destacou a importância de dar continuidade ao trabalho consistente e bem-sucedido realizado pelas últimas gestões, responsável por consolidar o reconhecimento do Corecon-SP no cenário nacional. “Com o apoio de conselheiros altamente qualificados — titulares, suplentes e novos membros, que trazem visões renovadas — reforçamos nosso compromisso com a transparência, a independência e a pluralidade, bem como com o fortalecimento institucional do Conselho. Nosso desafio, a partir de agora, é avançar ainda mais, ampliando a atuação do Corecon-SP e trabalhando de forma estratégica para sua internacionalização, sempre com a participação ativa e o apoio de todos.”

Já Antonio Prado enfatizou o excelente trabalho desenvolvido pela gestão anterior, destacando as publicações recentes e os debates promovidos, cuja qualidade servirá como um importante ponto de partida para a nova gestão. “Reconheço a contribuição das gestões anteriores, que fortaleceram o Corecon-SP e promoveram debates relevantes para o país. Tenho confiança de que, com esta nova composição, realizaremos um trabalho conjunto significativo, com foco no fortalecimento institucional e na internacionalização do Conselho, área na qual minha experiência pode contribuir”, afirmou. Ao complementar, destacou: “Após minha experiência na Secretaria Executiva da CEPAL e na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, considero esta uma das atividades mais coletivas das quais participei nos últimos anos, o que tem sido extremamente enriquecedor.”

O novo presidente do Corecon-SP

Economista e advogado, Haroldo da Silva é doutor em Ciências Políticas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em Direito Tributário pelo IICS.

Atua como professor e é economista-chefe da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), além de diretor de Relações Institucionais do Sinditêxtil-SP. Possui ampla experiência como consultor econômico, prestando assessoria a diversas instituições públicas e privadas.

É conselheiro do Corecon-SP e da TCP-Partners, além de integrar o Conselho de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foi vice-presidente do Corecon-SP na Gestão 2025.

Em 2024, foi reconhecido como Economista do Ano no Setor Industrial pelo CIESP Distrital Sul, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento econômico e industrial. Autor do livro “A Ilusão Neoliberal da Indústria”.

O novo vice-presidente do Corecon-SP

Professor e Doutor em Economia, Prado trabalhou no DIEESE, Senado Federal e BNDES. Integrou-se aos quadros da ONU em 2009, onde serviu como Secretário Executivo Adjunto da Cepal em Santiago e como Diretor de Políticas Sociais e Instituições Rurais da FAO, em Roma. É conselheiro do Corecon-SP.

Clique aqui e conheça a atual composição do Corecon-SP.

Corecon-SP
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