sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

“FAÇA O QUE EU MANDO, MAS NÃO O QUE EU FAÇO”. Por Linoel Dias*

Foto: Acervo Luiz Bhering

O jornalista e cronista carioca Millôr Fernandes, famoso, autor de frases lapidares, escreveu certa ocasião: “Democracia é quando eu mando em você; ditadura é quando você manda em mim”. Essa ironia fina revela uma verdade desconfortável: muitas vezes somos exigentes com os outros e complacentes conosco mesmos.

Quando essa frase nos transporta para a reflexão do nosso dia a dia, percebemos quantas situações desagradáveis poderiam ser evitadas se fôssemos mais cuidadosos e coerentes em todas as áreas da nossa atuação — nas comunidades, nos clubes, no trabalho, na família e até na vida de fé. Não raras vezes, cobramos atitudes que nós mesmos não praticamos; pedimos respeito, mas agimos com dureza; exigimos pontualidade, mas chegamos atrasados; falamos de amor, mas cultivamos a indiferença.

Práticas políticas, nepotismo e falta de ética

As boas novas do Evangelho - proclamadas por Cristo, vividas por seus discípulos e anunciadas pelos apóstolos – infelizmente estão sendo deturpadas.

Pastores, pregadores, e “autoridades eclesiásticas”, têm utilizado práticas políticas pouco republicanas, estratégias de poder, jogos de influência, nepotismo e atitudes que pouco dialogam com a ética ensinada e praticada pelo próprio Cristo. Em nome da “obra de Deus”, institucionalizam dinastias familiares, perpetuam mandatos, distribuem cargos como moedas de troca e se esquecem de que o Reino de Deus não é um palco para ascensão pessoal, mas um campo de serviço, humildade e verdade.

Os vendilhões do templo, denunciados por Jesus, hoje são mais sofisticados. Vestem ternos sofisticados, são titulados, pós-graduados, têm discursos elaborados — mas continuam vendilhões. O importante é ter altos salários, carro do ano, bons apartamentos: tudo às expensas. Trocaram as bancas de pombas e moedas, por estratégias de influência e marketing religioso, mas o espírito da comercialização permanece. O sagrado, que deveria ser espaço de cura, simplicidade e misericórdia, vai sendo transformado em mercado, palco, clube ou empresa.

Recentemente, o titular de uma das maiores igrejas batistas da capital de São Paulo, recém chegado do Rio, resolveu botar para fora um dos maiores regentes de música, com mestrado nos EUA que, há 40 anos conduzia, com lisura e muita dedicação, o Ministério de Música da Igreja. Não se levou em conta a idade, de 70 anos, a saúde. O motivo alegado? Foi insubordinação. Na verdade, “puxaram o tapete”. Bem antes, a trama foi urdida com uma parte da diretoria; depois, com pouco mais de vinte pessoas, representando perto de seiscentos membros, foi realizada uma votação de mudança de estatutos, mais política que religiosa.

Tudo foi feito, é claro, em nome de “uma visão espiritual”, mais alinhada, com novos preceitos e objetivos, não muito bem claros. Nada foi pensando nas viúvas, nos pobres, nos necessitados. Mas numa preocupação com a modernidade e juventude, como se essas premissas excluíssem o cuidado e o amor ao próximo.

No entanto, a espiritualidade nos convida a algo mais profundo: a unidade entre palavra e testemunho. A fé não se sustenta apenas no discurso ou sermão bonito, elaborado até com a Inteligência Artificial mas no exemplo silencioso. O verdadeiro ensinamento nasce quando o que dizemos é confirmado pelo que fazemos. Liderar, orientar ou educar não é impor ordens, mas inspirar caminhos.

Jesus, em sua pedagogia divina, ensinou sobretudo pelo exemplo: serviu, perdoou, acolheu e amou até o fim. Ele nos lembra que a autoridade autêntica brota do serviço e que a coerência é uma das formas mais belas de evangelização.

É tempo de ilustres “autoridades eclesiásticas” reverem suas posturas. Antes de dizer “faça”, perguntem a si mesmo: eu faço? Antes de cobrar, aprendam a viver. Só assim, será possível construir relações mais justas, comunidades e igrejas mais fraternas em um mundo onde as palavras não contradigam as ações, mas caminhem juntas, iluminadas pela fé, pela humildade e pelo amor.

* Linoel Dias é jornalista e colunista do “Coisas de Agora”

NUMPINTUMSÃO, 17 ANOS DEPOIS. Por Marli Gonçalves*

Pleno Janeiro Branco, tempo de pensar a saúde emocional e mental. Pergunta por aí, a quem puder: você está achando que parece que todo mundo anda bem doido? Eu perguntei, e fiquei surpresa o quanto não só quase todos estão achando que sim, e inclusive sinceramente admitindo que se incluem nesse rol. Uma pesquisa sem registro, só para não achar que estou só e averiguar o grau, concluindo que perto do que ando vendo estou até bem. Normal, normal mesmo, ninguém está.

Em maio de 2009 escrevi o artigo “Numpintumsão” e que agora revisito porque o tema não só continua ativo, como muito pior proporcionalmente. 17 anos depois, o assunto atingiu outras dimensões, ganhou notoriedade e o mês de janeiro para ser discutido, e, ao tratá-lo hoje infelizmente fica exigida a inclusão de menos ironias e humor, menos questões de foro íntimo, pessoais. Fiquei, acredite, muito impressionada ao reler, agora, o que eu própria escrevi. Quanto tempo e como ele passa rápido! Eu ainda não tinha nem o blog pessoal que criei em 2010, ideia ainda tinha acento, tudo parecia mais livre e solto. Fui encontrá-lo em meus arquivos pessoais, em um sonhado projeto de um livro de crônicas.  Vou repostá-lo aqui, ao final dessas considerações, torcendo para que ao menos as coisas não piorem ainda mais nos anos vindouros. Dá uma olhada.

Dito isso, vamos lá. Claro que atualmente há quem visivelmente anda bem doido, confuso, até aflito, mas não aceita e ainda responda com disparates – o negacionismo atinge o planeta também na questão da saúde mental. Vide os exemplos de alguns de nossos políticos, os soltos e alguns dos presos, incluindo ainda quem ardorosamente os defende apesar de tudo o que fizeram, que todos assistimos. E a confusão criada diariamente por alguns dos membros de instituições poderosas e suas decisões controversas, inexplicáveis e tortuosas?

Os parâmetros entram em crise quando se perde a confiança no que nos dava alguma segurança, sendo por eleição, por pagamento de impostos, respeito, ou até por paixão, amor ou idolatria, entre outras formas de entrega e dedicação.  Isso tudo vêm se transformando cada vez mais rapidamente com a vida digital, informação volátil, ignorância assumida, um individualismo que se destaca para garantir a sobrevivência.

Os fatores não ajudam: a crise climática que ao mesmo tempo ferve nossos miolos desse lado, congela outros em estações que nos fazem acompanhar ansiosos a meteorologia e as moças do tempo como se realmente adiantasse nos adiantar. Tentar nos proteger da violência que espreita cada esquina e também invade silenciosa e sorrateiramente todos os meios digitais, fazendo com que qualquer segundo de distração ou mesmo de boa-fé possa se transformar em pesadelo e vergonha por ter caído em algum golpe. O que deveria melhorar, estar sanado, como a violência contra as mulheres, atingindo picos inaceitáveis.

Muito estranho tantos anos depois ver o quanto houve progresso e, ao mesmo tempo, retrocesso; como tudo ficou mais chato e perigoso, e o quanto ainda estamos desassistidos em algo tão importante.

Numpintumsão, mesmo.

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

(Artigo de maio de 2009)

Numpintumsão

Fale alto e devagar, pausadamente. Num-pin-ta-um-são! Não pinta um, não é verdade? Você conhece? Ou, pior, você se considera são?

Pescou? Pensou? Não tem, gente! Quando a gente acha que já viu de tudo, sempre aparece mais um ser inusitado à nossa frente. Isso acaba sendo o rico, maravilhoso e verdadeiro sentido da existência. Já pensou se todos nós fôssemos iguais? Ou normais, modelos básicos, standard? Estou falando de sanidade “mental”, comportamental, embora também indo pelo lado sanitas (saúde), diga, quem é que não tem uma bereba, um ponto fraco, um defeito de fabricação?
Sempre morei em lugares centrais onde todos os mundos se encontram, onde dá de tudo. Tanto podem ser mundos arrojados, contemporâneos, cosmopolitas, quanto grosseiros, grotescos e pouco desenvolvidos. Nos centros, o epicentro de tudo quanto é tipo. Além disso, pela força da profissão, encontrei ou esbarrei em personagens inesquecíveis, exemplos de vida, histórias fantásticas e únicas. E numpintumsão. Garanto.
Há anos essa palavra habita meu vocabulário particular, evocada, pensada ou dita bem rápido a cada uma das figuras que cruzei, e uma palavra pronta para ser o título, talvez, de uma coletânea de pequenas dessas histórias. Um dia. Eu contaria a história da amiga que só vai ao banheiro acompanhada de uma caixa de fósforos. Dos decotes e requintes de estrela de um dos muitos amigos perdidos, um que adorava Elizabeth Taylor. “Se a Elizabeth Taylor solta pum, também posso”, sempre dizia, fazendo trejeitos da diva.
Contaria a história de um ribeirinho, que tinha uma cama presa a correntes no teto de sua casa ali na beira. A água ia subindo, a cama também. O fogão boiando em cima de um isopor. O botijão de gás amarrado com correntes a uma viga. A decoração: as folhas d’água que o rio trazia. E ele sorria.
Certamente contaria a sua história, se a conhecesse. Manias especiais. Artistas e músicos têm muitas delas, algumas bárbaras, outras esquisitíssimas. Jornalistas também, além de um ou outro trauma e a vontade de consertar o mundo, que não é coisa normal. Poderei contar alguns medos que conheci por ouvir falar e que agora também habitam os meus medos. Um dos piores, morrer engasgada, sozinha. Poderei contar algumas fantasias, desejos íntimos confessados, também. Sei de cada uma!
Não é à toa que a Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, há alguns anos, constatou em uma pesquisa feita num raio de 5 km que mais de 50% das pessoas dali careciam ou viriam a precisar, em breve, nos anos seguintes, dos serviços do hospital. Seja por casos de depressão, ansiedade, esquizofrenia, alcoolismo e drogas, manias e/ou compulsões. Acho que já chegou esse tempo.
Quem nunca se desencontrou, perdido no seu íntimo, quem nunca pirou por amor, quem já não se sentiu um estranho no ninho? Quem já não teve uns tremeliques? É difícil se expor nessas horas, tendemos a nos isolar. Mas lembre que todo mundo continua ali ao redor assistindo aos nossos shows particulares, e quando “voltamos” (e se voltamos) ficamos sabendo o que tanto diziam de nós aquelas boquinhas nervosas e meio que fofoqueiras.
Loucuras que fazemos até por nada, nem se sabe de onde vêm, repentes. Mulheres – acho que todas – já pensaram pelo menos uma vez na vida em botar fogo nos seus armários, em geral antes de uma festa ou quando simplesmente não encontraram nada que quisessem vestir. Homens – creio que se desesperam em pensar que podem falhar na hora H. E falham. As coitadas das crianças, como é possível que lidem bem com tantas e todas as novidades que a vida vai apresentando? Daí, acredito, advêm muitos traumas, complexos, fatos que marcarão sua personalidade como adultos.
O negócio é que está tudo muito acelerado e a diversidade mais abrangente. Respeite. Tente ao menos entender, aceitar, como somos todos tão diferentes, tão complexos, multifacetados. O careta pode ser o mais louco de todos. O mais santo, o maior falsário. No delírio do louco, pode estar a precisão que um pensamento cartesiano não alcança jamais. Onde você nunca esperaria algo pode estar a fonte de muitas soluções. E tudo pode acontecer.
Não dá para se exigir ser são. Sabia que é abreviatura de santo? E se numpintumsão, vaipintarlogoumsanto?
São (!!!) Paulo, país da Mãe Joana, quase com uma boa idéia, 2009.
* Marli Gonçalves, jornalista. De uns tempos para cá, deu para começar a rever e a reavaliar um monte de coisas que viu, ouviu, suportou. Deve ser alguma ficha caindo. Pode ser o tempo. Pode ser uma forma de continuar, insana, "in corpore sano".

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

REFÚGIOS VERDES DE CAMPOS DO JORDÃO: UM CONVITE À NATUREZA

Cidade conta com Horto Florestal, Bosque do Silêncio, parques como Amantikir, Bambuí, Tarundu e Prana, além de trilhas para todos os perfis de visitantes

Passeio de Balão no Parque Tarundu

* Linoel Dias

Campos do Jordão, a cidade mais alta do Brasil, a 1.628 metros de altitude, é um destino que convida seus visitantes a viver uma imersão completa na natureza. Ao longo de seu território, áreas verdes preservadas, trilhas, parques temáticos e paisagens cinematográficas se unem a uma infraestrutura de qualidade, criando refúgios ideais tanto para quem busca contemplação quanto para quem prefere atividades ao ar livre.

Um dos pilares ambientais da cidade é a Área de Proteção Ambiental (APA) Campos do Jordão, criada em 1984 e com 100% de sua extensão dentro do município. São 28.800 hectares de Mata Atlântica protegida, garantindo a conservação da biodiversidade, de remanescentes de vegetação nativa e de mananciais essenciais para o abastecimento local.

Entre as áreas verdes mais importantes está o Parque Estadual de Campos do Jordão, o tradicional Horto Florestal, inaugurado em 1941 como a primeira Unidade de Conservação do Estado de São Paulo. Com mais de 8 mil hectares, o equivalente a 35% do território municipal, o parque preserva uma parte significativa da Mata Atlântica, especialmente as florestas de araucárias, e abriga espécies ameaçadas como onça-parda, jaguatirica e papagaio-de-peito-roxo. Mais de 180 espécies de aves já foram registradas no local, consolidando-o como um dos pontos favoritos para observadores de pássaros. O visitante também encontra trilhas para diferentes níveis, como a Trilha da Cachoeira, que leva a uma queda-d’água perfeita para contemplação; a Trilha dos Campos de Altitude, com vistas panorâmicas das montanhas; e a Trilha do Rio Sapucaí, que acompanha o curso d’água em um percurso de natureza exuberante. Entre lagos, áreas para piqueniques, ponte pênsil, playground e espaços de educação ambiental, o Horto se torna um passeio completo para famílias, casais e aventureiros. Antes de ir embora, vale uma parada no restaurante Dona Chica, seja para algum petisco ou para uma refeição.

Outro destaque de Campos do Jordão é o Parque Amantikir, criado em 2007 pelo paisagista André Carneiro e inspirado nos famosos jardins internacionais. Com mais de 700 espécies de plantas distribuídas em 26 jardins temáticos como alemão, francês, inglês, japonês e austríaco, o local se consolidou como um dos cartões-postais da cidade.

Perto do centro turístico, o Bosque do Silêncio funciona como uma espécie de antídoto natural para o ritmo acelerado. Em meio a trilhas sombreadas por araucárias, o espaço oferece uma experiência direcionada à desaceleração, com caminhadas silenciosas. Para quem prefere um pouco mais de aventura, o bosque também abriga operações de arvorismo e tirolesa, que permitem contemplar o verde de outro ponto de vista e sentindo um frio na barriga.

Nos arredores da cidade, o Parque Bambuí surge como um grande complexo de lazer com mais de 300 mil m² de área preservada. Cercado por árvores centenárias e três lagos, o espaço é ideal para caminhadas, trilhas que levam a mirantes e áreas de contemplação. Um dos destaques é o passeio de maria-fumaça de 1920, que leva os visitantes até o restaurante Casa Bambuí, conhecido por sua gastronomia afetiva e pelo ambiente acolhedor com vista para o lago. A programação completa inclui atividades para todas as idades, tornando o parque uma opção versátil para quem deseja passar o dia em contato com a natureza.

Mais novo na lista de atrações, o Prana Park, inaugurado em 2022, combina aventura, experiências agrícolas e vistas panorâmicas da serra. Entre suas atrações estão o balanço infinito mais alto do Brasil, bike aérea, trilhas, playground rústico e uma área dedicada ao cultivo de frutas vermelhas e oliveiras.

Para quem busca adrenalina e atividades para toda a família, o Parque Tarundu é um dos mais completos da Serra da Mantiqueira. Com 500 mil m² de mata preservada a 1.700 metros de altitude, o local reúne mais de 25 atrações, incluindo patinação no gelo, tirolesas de até 800 metros, passeio de balão, cavalgadas, boia cross, arvorismo e arco e flecha. O Tarundu também oferece opções gastronômicas, como o restaurante Tainá-Kan, e uma infraestrutura preparada para receber crianças, jovens e adultos em qualquer época do ano.

Já o Zoom Bike Park é um verdadeiro paraíso para os amantes de mountain bike. Instalado na Fazenda Rancho Santo Antônio, o parque conta com mais de 20 trilhas para diferentes níveis de experiência, desde iniciantes até ciclistas de alta performance. Além do ciclismo, há opções de caminhadas, cavalgadas, paintball, tirolesa e hospedagem em chalés integrados à natureza, tornando-se um ponto estratégico para quem deseja unir esporte e descanso.

A cidade se destaca, ainda, em iniciativas de educação ambiental e conservação. Tem programas realizados pela APA Campos do Jordão e projetos recentes, como o Ninho de Pássaros, que fortalece o compromisso local com a biodiversidade.

Para Sidney Isidro, presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e membro do Consórcio Aproveite Campos do Jordão, que reúne associações e empreendedores locais para promover o destino,  “Campos do Jordão é um destino que vai além de seu charme urbano, com refúgios verdes que encantam e educam. Seja explorando trilhas, observando aves ou simplesmente contemplando a paisagem, a cidade mais alta do Brasil convida todos a se reconectarem com a natureza e a valorizar suas riquezas naturais”, afirma.

Mais informações: @aproveitecamposdojordao

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

FERNANDA ZAGO É A NOVA VICE-PRESIDENTE COMERCIAL DA SANKHYA

Contratação da executiva ocorre em um momento único da companhia marcado pelo lançamento do Deploy Agent, tecnologia que revoluciona a implantação de ERP e sustenta a estratégia de crescimento da empresa

Fernanda Zago

A Sankhya, referência nacional em sistemas de gestão, anunciou Fernanda Zago como vice-presidente comercial. A chegada da executiva ocorre em um cenário de consolidação da estratégia de crescimento da empresa, que vem ampliando seu ecossistema de soluções e fortalecendo sua estrutura de liderança para sustentar planos de expansão de longo prazo, em um cenário de maior maturidade operacional, incluindo uma ampla estratégia de M&A e investimentos em soluções disruptivas.

Fernanda construiu sua trajetória em tecnologia ao longo de 15 anos em uma grande fornecedora de ERP do país, onde atuou em posições de liderança comercial, desenvolvimento de mercados e gestão de grandes contas. Sua experiência está diretamente ligada à expansão de operações em ambientes competitivos, com foco em organização de processos comerciais, integração entre áreas e crescimento com previsibilidade. Na Sankhya, ela assume a responsabilidade de conduzir a estratégia comercial, promovendo maior alinhamento entre marketing, vendas, canais e pós-venda, além de reforçar uma atuação orientada a dados, disciplina comercial e foco no cliente.

A iniciativa está alinhada ao atual movimento da Sankhya, que desde a entrada do fundo soberano de Singapura GIC, em 2020, acelerou sua estratégia de crescimento por meio de aquisições. Ao longo desse período, a empresa realizou dez operações de M&A voltadas à complementação de sua plataforma de EIP (Enterprise Intelligence Platform) com soluções especializadas, evitando a incorporação de concorrentes diretos. O movimento resultou na ampliação do portfólio em áreas como inteligência de dados, mobilidade corporativa e soluções para o agronegócio, RH, entre outras frentes, consolidando um ecossistema integrado.

Esse posicionamento também orienta a estruturação interna da companhia, que vem reforçando seu quadro executivo e investindo em áreas estratégicas para sustentar a evolução da operação, ganhos de escala e o fortalecimento de práticas de governança. “É extremamente gratificante anunciar a chegada de uma profissional como a Fernanda em nosso time. Ela reúne ampla experiência no segmento de ERP, visão estratégica e uma capacidade rara de transformar planejamento em execução comercial verdadeiramente consistente. Sua trajetória e postura profissional se conectam diretamente com o que acreditamos e com a forma como queremos aperfeiçoar nossa atuação no mercado”, afirma Felipe Calixto, CEO e cofundador da Sankhya.

Para a nova VP, o desafio envolve conduzir esse novo ciclo com proximidade do mercado e clareza de direcionamento. “Queremos uma atuação ainda mais próxima aos clientes e parceiros, com propostas de valor claras, disciplina comercial e forte alinhamento à estratégia de crescimento da Sankhya”, afirma destacando que o contexto atual do mercado de ERP exige crescimento estruturado, apoiado por processos bem definidos, pessoas capacitadas e tecnologia aplicada de forma consistente à geração de valor.

Em 2026, a Sankhya vai concentrar esforços em iniciativas que permitem escalar a operação sem comprometer a experiência dos clientes, como o Deploy Agent, agente de IA que se consolida como um diferencial estratégico ao eliminar o tradicional e complexo processo de implantação do mercado de ERP. "O Deploy Agent representa a revolução no tempo de implantação dos sistemas de gestão, já que a solução chega pronta e configurada. Isso amplia a previsibilidade e a governança dos projetos, garante escala com qualidade e consistência, dá maior tangibilidade para o cliente sobre o projeto, aumenta a eficiência dos times internos e do ecossistema de parceiros e reduz de forma significativa o tempo de retorno do investimento realizado pelos clientes", comemora Calixto.

Com a chegada de Fernanda Zago, a Sankhya reforça seu posicionamento de transformar a gestão empresarial em um motor de resultados, combinando tecnologia, método e inteligência para apoiar o crescimento das empresas brasileiras em um setor cada vez mais orientado à eficiência e à escala.

A Sankhya é uma das principais empresas de tecnologia do Brasil, com uma plataforma completa (EIP - Enterprise Intelligence Platform) que integra soluções de ERP, CRM, gestão de pessoas e vendas. Fundada em 1989, conta hoje com mais de 2.000 colaboradores em 50 Unidades de Negócios pelo Brasil. Recebeu R$425 milhões do GIC em 2020, marcando um dos maiores investimentos no cenário de software de gestão no Brasil. Expandiu seu ecossistema com 10 aquisições estratégicas, consolidando-se como referência em gestão empresarial inteligente e integrada no mercado brasileiro

Sankhya
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LUCIANO SIMÃO É O NOVO CHIEF INFORMATION SECURITY OFFICER DA CLARANET NO BRASIL

Executivo tem mais de 20 anos de experiência no mercado de tecnologia e chega para liderar a agenda de segurança em um momento de expansão do portfólio

Luciano Simão

A Claranet, provedora global de serviços de tecnologia, anuncia a chegada de Luciano Simão como novo Chief Information Security Officer (CISO) no Brasil. A contratação reforça o plano estratégico da companhia para os próximos anos, no qual a cibersegurança ocupa papel central, ao lado de cloud, dados e inteligência artificial.

Com uma trajetória de mais de 20 anos em segurança da informação, governança, risco e compliance, passando por grandes organizações, e um dos poucos profissionais certificados CCISO do país, Luciano assume a missão de liderar a área de cibersegurança da Claranet, apoiar clientes em ambientes cada vez mais regulados e complexos e contribuir para a evolução do posicionamento da empresa como parceira estratégica em transformação digital segura. O movimento acontece em um momento de crescimento acelerado da Claranet no Brasil, marcado pela ampliação do portfólio, novas parcerias estratégicas e pela entrada em projetos de alta criticidade em setores como serviços financeiros, indústria e varejo.

“Cibersegurança é hoje um tema transversal, que impacta diretamente estratégia, reputação e crescimento das empresas. Chego à Claranet com o objetivo de conectar segurança à geração de valor para o negócio, ajudando clientes a evoluir sua maturidade, reduzir riscos e operar com confiança em um cenário cada vez mais digital e regulado”, afirma Luciano Simão, novo CISO da Claranet no Brasil.

Para Daniel Galante, CEO da Claranet no Brasil, a chegada do executivo está totalmente alinhada à visão de futuro da companhia. “Cibersegurança é uma das nossas prioridades de investimento e crescimento globalmente e já representa quase 10% do nosso negócio no Brasil. A chegada de Simão fortalece essa agenda no Brasil, elevando nosso nível de governança, especialização e capacidade de entrega em projetos cada vez mais complexos”, destaca.

A estruturação da liderança em cibersegurança se soma a outros movimentos recentes da companhia, que incluem a ampliação do time executivo, novas parcerias e a consolidação de um modelo consultivo, no qual tecnologia, inovação e segurança caminham juntas para sustentar o crescimento dos clientes e da própria Claranet no Brasil.

A Claranet é uma provedora global de serviços de tecnologia com um propósito claro: impulsionar o futuro digital dos clientes. Com expertise em Cloud, AI, Data, Cybersecurity, Applications e Workplace, atua de forma consultiva, apoiando empresas em todas as etapas na jornada da transformação digital, desde a estratégia até a implementação de soluções personalizadas, com eficiência

Claranet
Focal 3 Comunicação

SRM REFORÇA EQUIPE COM CONTRATAÇÕES ESTRATÉGICAS

A SRM, gestora de fundos com atuação destacada nas áreas de direitos creditórios, empréstimos para empresas de médio e grande porte e fintechs, anuncia a chegada de Fábio Leite César como diretor de Recursos Humanos (CHRO), Danielle Eger como diretora de Marketing e Produtos Digitais (CMO) e Ronaldo Castro para assumir a Diretoria de Crédito e Recuperação de Crédito.

Fábio Leite César, Danielle Eger e Ronaldo Castro

Segundo Marcos Mansur, sócio diretor da SRM, as novas contratações reforçam a estratégia de crescimento do grupo. “Estamos fortalecendo nosso time, em linha com a expansão da SRM. Em 2025, contratamos 133 novos colaboradores, elevando nosso quadro para mais de 428 profissionais. Para o próximo ano, nossa expectativa é encerrar o período com 558 funcionários.”

Com mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas e negócios, César chega com o desafio de fortalecer a cultura organizacional, impulsionar o desenvolvimento das equipes e apoiar a expansão do ecossistema SRM, sempre com foco em performance, engajamento e crescimento sustentável. Antes de ingressar na SRM, atuou em posições de diretoria em companhias como Reag, Apex Group, BRL Trust, Springer Nature, Macmillan Education e Robert Half. “Acredito que um RH estratégico é essencial para sustentar o desenvolvimento de negócios e fortalecer a cultura de alta performance que impulsiona resultados”, afirma.

Eger traz uma trajetória consolidada com mais de 20 anos de atuação em grandes empresas dos setores de tecnologia, telecomunicações, serviços financeiros e bens de consumo, com passagens por Grupo Datora/Arqia, VR Benefícios, Banco Safra, Verifone, Banco Pan, Natura, CSU CardSystem e Rede. “É um privilégio fazer parte desse momento de expansão e fortalecimento da SRM. Comunicação e marketing têm um papel fundamental na construção de marcas sólidas, na consolidação de nossos produtos e serviços e na geração de negócios que sustentem o nosso crescimento", diz.

Graduado em Ciências Econômicas e com mais de 25 anos no mercado financeiro, Castro já atuou em bancos de Middle Market, como Cidade e Sofisa, e exerceu cargos de liderança em instituições como Citibank, Safra e Original. Desde 2015, se dedica ao mercado de FIDC, com passagens por Grupo Sifra, Quatá Asset e Grupo Sarfaty, até ingressar à SRM.

Expansão da área de tecnologia

Além das contratações, a SRM amplia a área de tecnologia e anuncia novas lideranças: Henrique Gonçalves assume como Chief Technology Officer e Paula Amorim assume a Diretoria de Gente e Gestão Tech.

Henrique Gonçalves e Paula Amorim

As mudanças ocorrem em um momento de crescimento exponencial da SRM, com investimento em pessoas e processos, visão de longo prazo, alinhamento estratégico com padrões de excelência do mercado e governança. Além de adoção de novas tecnologias, com especial foco no uso de Inteligência Artificial.

“Valorizar a contribuição e o potencial das pessoas é uma das premissas da nossa empresa. Além de oferecer oportunidades e desafios, essas iniciativas aceleram a carreira dos profissionais que atuam aqui e impulsionam novas frentes de negócio. Estamos também ampliando a estrutura dedicada à tecnologia, que sempre teve grande importância para a companhia. Nossa expectativa é que, até o fim do próximo ano, 50% dos colaboradores sejam desse segmento.”, afirma Marcos Mansur, socio diretor da SRM.

SRMFundada em 2005, a SRM é uma gestora de fundos de investimento com atuação destacada nas áreas de direitos creditórios e empréstimos. Reconhecida por sua inovação, flexibilidade e pioneirismo, além do know-how adquirido ao longo de sua história, a SRM oferece soluções financeiras inteligentes para sua empresa. Com uma equipe de mais de 450 colaboradores, atendendo a mais de 2,5 mil clientes, e uma presença consolidada em todo o Brasil, a SRM possui um volume anual de operações de crédito que ultrapassa R$ 10 bilhões e R$ 7 bilhões sob gestão, após a aquisição da Empírica

SRM
Danthi Comunicação

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

COM 100 MIL MILHAS NÁUTICAS VOADAS PELA BETA, LÍDER AVIAÇÃO AVANÇA COM AVIAÇÃO ELÉTRICA

Marco reforça aposta da Líder Aviação em frota sustentável e projeta 2026 como ano de aceleração no Brasil

A marca de mais de 100 mil milhas náuticas voadas até 2025 pela BETA Technologies sinaliza um ponto de virada para a aviação elétrica mundial. O volume acumulado de voos indica maturidade operacional, robustez tecnológica e avanço consistente rumo à certificação, afastando de vez a ideia de que a mobilidade aérea elétrica é apenas uma promessa futura.

No Brasil, esse movimento tem a Líder Aviação como protagonista, ao atuar como representante exclusiva da fabricante no país e investir diretamente na aquisição de aeronaves elétricas para sua frota.

O histórico de milhas voadas foi construído ao longo de operações de teste, voos de demonstração e validações técnicas realizadas em diferentes aeroportos, regiões e condições operacionais, reunindo dados reais de desempenho, segurança e confiabilidade. Para a indústria, esse tipo de acúmulo é um dos principais indicadores de prontidão de novas tecnologias aeronáuticas, servindo de base para processos regulatórios e decisões de operadores ao redor do mundo.

A decisão da Líder Aviação de se associar à BETA vai além da representação comercial. Firmada em 2025, a parceria posiciona a empresa brasileira como ponte entre a inovação global e a operação local, permitindo que o país avance de forma estruturada na adoção de aeronaves elétricas.

O acordo inclui não apenas a exclusividade na representação de vendas, mas também a preparação de infraestrutura, capacitação técnica, manutenção especializada e o desenvolvimento de modelos operacionais compatíveis com a realidade brasileira.

“Ultrapassar a marca de 100 mil milhas náuticas voadas mostra que a aviação elétrica deixou o campo da experimentação e entrou em uma fase de maturidade real. Ao representar a BETA no Brasil e investir diretamente nessa tecnologia para nossa frota, a Líder Aviação assume um papel ativo na transformação da aviação nacional, preparando o mercado para operar com segurança, eficiência e responsabilidade ambiental desde o primeiro momento”, afirma Júnia Hermont, CEO da Líder Aviação.

Para a Líder Aviação, o marco alcançado em 2025 reforça uma estratégia de longo prazo voltada à inovação com execução concreta. Ao investir antecipadamente, adquirir aeronaves e estruturar sua operação para esse novo cenário, a empresa deixa de ser apenas observadora do avanço tecnológico e passa a atuar como agente ativo na transformação da aviação nacional.

A expectativa é que 2026 marque a aceleração desse processo, com novos avanços regulatórios, ampliação de testes operacionais e consolidação da aviação elétrica como alternativa viável, segura e sustentável no país.

Líder Aviação - É a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Fundada há 67 anos, conta com mais de 1,4 mil colaboradores e uma frota de mais de 50 aeronaves, atuando em cinco unidades de negócio: fretamento e gerenciamento de aeronaves, serviços aeroportuários, vendas e aquisições de aeronaves, serviços de manutenção e operações de helicópteros para a indústria de óleo e gás. Com presença em 22 bases operacionais nos principais aeroportos brasileiros, conta com uma equipe bilíngue atuando em escala 24/7 e treinada constantemente para prestar todos os serviços com segurança, agilidade e qualidade. A Líder também oferece serviços de corretagem de seguro aeronáutico, treinamentos em simulador de voo e reparos em pás de helicópteros. Clique aqui e acesse o site da Líder

Líder Aviação
Focal 3

USINA CORURIPE AUTOMATIZA PROCESSOS DE PRODUÇÃO E TRANSPORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR COM RPA E ECONOMIZA MAIS DE 1,3 MIL HORAS POR MÊS

Iniciativa em parceria com a AutomationEdge faz parte da jornada de transformação digital da empresa, que já implantou 33 automações em áreas críticas e ampliou a produtividade

Usina Coruripe

A S.A. Usina Coruripe Açúcar e Álcool, uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do país, com mais de 100 anos de história e unidades em Alagoas e Minas Gerais, vem colhendo resultados expressivos com sua estratégia de automação de processos. Em parceria com a AutomationEdge, fornecedora de soluções de Hyperautomação, Robotic Process Automation (RPA) e IT Automation, e a Quality Digital, especialista em soluções digitais inovadoras de alto valor, a companhia implantou 33 projetos de RPA, alcançando economia de aproximadamente 16.000 horas anuais em atividades operacionais e administrativas.

Com sede em Coruripe (AL) e centro administrativo em Iturama (MG), a companhia iniciou seu projeto de automação em 2023, dentro de uma estratégia mais ampla de transformação digital. O objetivo era aumentar a eficiência, reduzir tarefas manuais repetitivas e liberar o time para atividades analíticas e estratégicas, especialmente nas áreas de logística, fiscal, controladoria e recursos humanos.

“Buscávamos uma solução que unisse custo-benefício, agilidade e autonomia. A AutomationEdge se destacou pela facilidade de aprendizado, independência no desenvolvimento e ganhos imediatos percebidos nas áreas onde as automações foram aplicadas”, comenta Ledir Malaquias, gerente de TI da Usina Coruripe.

Entre os processos automatizados, se destacam três casos de alto impacto no dia a dia da operação da Coruripe

  • Carregamento de cana: No transporte interestadual de cana, a emissão de manifestos e notas fiscais é obrigatória. Com o RPA da AutomationEdge, o processo foi totalmente automatizado. Assim que o caminhão chega à usina, o manifesto é encerrado e a nova nota fiscal de retorno é gerada automaticamente. O documento é enviado por WhatsApp ao motorista, evitando paradas e reduzindo significativamente o tempo de ciclo logístico.
  • Notas de pesagem de cana: Antes da automação, o processo de pesagem e emissão de nota envolvia múltiplas etapas manuais entre o balanceiro e o faturista. Agora, o robô identifica o peso de saída, encerra o transporte e gera a nota fiscal automaticamente, enviando por e-mail ao gestor. O faturamento passou a ocorrer em tempo real, aumentando a agilidade das operações e a rastreabilidade das cargas.
  • Controle de vencimento de EPIs: Para reforçar a segurança do trabalho, o RPA passou a monitorar automaticamente o vencimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). 15 dias antes do vencimento, o gestor recebe alertas diários por e-mail; 10 dias antes, o robô gera e envia um documento de ciência para assinatura do colaborador; e após o vencimento, superiores são incluídos no fluxo de comunicação, garantindo conformidade e segurança.

Ganhos mensuráveis e cultura digital consolidada

Com a automação, áreas antes sobrecarregadas ganharam eficiência e novos indicadores de performance. Os ganhos vieram pela requalificação do tempo e pela ampliação da capacidade produtiva na empresa.

“Hoje ganhamos mais de mil horas mensais e quase 16 mil horas anuais de produtividade, que são revertidas em análises e melhorias. A automação assumiu o trabalho repetitivo e liberou o time para pensar o negócio”, afirma Malaquias.

Além dos ganhos operacionais, a automação também melhorou o relacionamento com os motoristas e transportadores, além de auxiliar no cumprimento das obrigações acessórias exigidas pela fiscalização tributária, minimizando o risco de autuações e assim evitando multas e penalidades. Em unidades como Carneirinho (MG), o processo de emissão de notas e conhecimento de transporte foi digitalizado, as notas são geradas automaticamente após o descarregamento, enviadas por celular e associadas ao CTE (Conhecimento de Transporte Eletrônico), eliminando filas e reduzindo a inatividade de frota.

“A Coruripe é um exemplo de como a automação pode gerar valor em atividades críticas e reguladas, reduzindo custos, aumentando a velocidade e garantindo conformidade fiscal. O diferencial foi a visão estratégica da empresa em empoderar seus times internos para criar e manter as automações de forma independente”, ressalta Fernando Baldin, Country Manager LATAM da AutomationEdge.

Com os resultados positivos, a Coruripe planeja expandir o uso de RPA para novas áreas e integrar automações com sistemas de inteligência artificial, avançando ainda mais em sua jornada de transformação digital.

A S.A. Usina Coruripe Açúcar e Álcool é uma empresa 100% brasileira, com sede em Coruripe (AL) e cinco unidades produtivas: uma em Alagoas, na cidade de Coruripe, e quatro em Minas Gerais, nas cidades de Iturama, Campo Florido, Limeira do Oeste e Carneirinho. Conta com escritórios corporativos em Maceió (AL) e São Paulo (SP), além de um terminal rodoferroviário em Iturama (MG), com capacidade estática de 40 mil toneladas. Produz açúcar, etanol, energia e derivados, distribuindo nossos produtos tanto no Brasil quanto no exterior. Nos posicionamos como uma das maiores produtoras sucroenergéticas do Brasil e líderes no mercado Norte/Nordeste, além de termos uma presença significativa no mercado global.

A AutomationEdge é fornecedora de soluções de Hyperautomação, Robotic Process Automation e IT Automation. Seu RPA inteligente, altamente avançado, reúne todos os recursos essenciais necessários para automação empresarial, como inteligência artificial, machine learning, chatbot, ETL, integrações de API prontas e automação de TI.

Comunicação Vertical

VOLVO FH 540 É O CAMINHÃO PESADO MAIS VENDIDO DO BRASIL PELA 7ª VEZ CONSECUTIVA

Volvo FH 540

Na liderança desde 2019, mais uma vez o Volvo FH 540 fechou o ano como o caminhão pesado mais vendido do País. Foram 5.403 unidades emplacadas em 2025, número que garantiu a liderança no segmento de maior volume do mercado. E o vice-líder em pesados é outro modelo Volvo, o FH 460, que teve 3.613 emplacamentos no ano passado. Os números foram divulgados ontem pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias de todas as marcas.

“É uma dupla conquista para a marca. Mesmo em um ano em que houve redução no mercado de caminhões, em especial no segmento de pesados, o Volvo FH segue como o preferido dos transportadores, seja na versão 540 cv (normalmente tracionando composições rodotrem de 74 toneladas), seja na versão 460 cv (largamente utilizado em carretas quatro eixos para 58,5  toneladas)”, celebra Alcides Cavalcanti, diretor-executivo da Volvo Caminhões. O sucesso contínuo do Volvo FH pode ser atribuído às características marcantes do modelo. “Com altíssima tecnologia embarcada é um veículo que traz grande rentabilidade ao transportador. É um caminhão muito robusto, seguro e econômico”, assegura Cavalcanti.

Alcides Cavalcanti, diretor-executivo da Volvo Caminhões

Outro destaque do FH é seu alto valor de revenda, atestado por pesquisas independentes. Isso explica também a liderança do modelo Volvo como o caminhão usado mais vendido do País, segundo o ranking da Fenauto, federação que reúne os revendedores de veículos usados no Brasil.

Inteligência artificial

Mais um fator que contribui para a grande aceitação do Volvo FH é a evolução contínua do modelo. A linha 2026 traz como novidade o I-Torque, um aprimoramento da Inteligência Artificial em benefício do desempenho e economia de combustível.

Volvo FH 540

Essa tecnologia utiliza algoritmos avançados para entregar torque de forma inteligente ao longo de toda a rodovia. A IA monitora constantemente a posição do pedal do acelerador, o peso da carga, a topografia da rodovia e a velocidade. Com essas informações, mantém o torque em níveis ideais, promovendo uma condução econômica, independentemente do perfil de cada motorista.

Outro destaque da linha 2026 é o modelo FH 500, já que a tecnologia I-Torque permite caminhões mais potentes sem prejuízo à economia. “Esta versão deve se tornar um novo padrão do mercado para tracionar carretas de quatro eixos, mantendo o mesmo consumo do FH 460 e entregando mais desempenho”, afirma Jeseniel Valério, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

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Grupo Volvo América Latina

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ERASMO LIMA ASSUME A LIDERANÇA DA OPERAÇÃO LOCAL DA HYPERTHERM ASSOCIATES

Hypertherm Associates fortalece presença no Brasil com anúncio de nova liderança e estrutura dedicada ao mercado nacional

Erasmo Lima

A Hypertherm Associates acaba de anunciar uma nova estrutura organizacional no Brasil, criada para fortalecer sua atuação no país e oferecer ainda mais proximidade, agilidade e eficiência no suporte às operações de seus parceiros comerciais.

Esta evolução faz parte de uma estratégia global que identifica o Brasil como um dos mercados mais relevantes e com maior potencial de expansão dentro do setor de corte industrial. A nova estrutura brasileira reúne um time dedicado e altamente especializado em vendas, marketing e suporte técnico, focado em atuar de forma ainda mais ágil e estratégica.

Com profundo conhecimento do mercado e experiência fortalecida nos últimos anos ao lado das lideranças da região das Américas, essa equipe vai acelerar a presença da empresa no Brasil e parte do time continuará apoiando países da América Latina, garantindo continuidade, consistência e alto padrão técnico em toda a região. De acordo com Jake Brown, Vice-Presidente Global de Vendas da Hypertherm, essa mudança reforça o compromisso da empresa com seus parceiros locais.

“Essa nova estrutura no Brasil reflete nosso compromisso em fortalecer ainda mais o suporte aos parceiros locais. Estamos confiantes de que a liderança dedicada e o time especializado permitirão à Hypertherm ampliar sua presença no mercado e apoiar de forma mais eficaz o crescimento dos nossos parceiros”.

Nova liderança no Brasil

A adoção de uma estrutura dedicada com liderança local decorre da análise global da Hypertherm, que identificou mercados estratégicos ao redor do mundo onde a criação de equipes especializadas pode acelerar o desenvolvimento regional e aumentar significativamente a eficácia na execução das estratégias corporativas.

Para conduzir esta nova fase no Brasil, a Hypertherm nomeou Erasmo Lima como líder da operação local. Após pouco mais de cinco anos à frente do Departamento Global de Assistência Técnica, Erasmo foi responsável pela implementação de melhorias substanciais na eficiência operacional e na capacidade de resolução técnica em escala mundial. Erasmo também já atuou como Diretor da Regional da América do Sul, acumulando amplo conhecimento do mercado brasileiro e de suas especificidades operacionais e estratégicas.

“Estou honrado em liderar essa nova fase da Hypertherm no país. Nosso objetivo será reposicionar radicalmente a Hypertherm como a primeira escolha dos parceiros como a melhor solução para corte industrial, posicionar a empresa para novas oportunidades de negócios e acelerar a curva de crescimento”, comenta Erasmo Lima, Líder da Operação Local da Hypertherm Associates. “Seguiremos trabalhando lado a lado com nossos parceiros para ampliar resultados e consolidar ainda mais o valor da nossa marca no Brasil.”

A Hypertherm reforça seu compromisso em oferecer soluções inovadoras, suporte técnico de excelência e uma colaboração ainda mais próxima com os parceiros comerciais, sustentando assim relações duradouras e mutuamente benéficas.

A Hypertherm Associates é uma fabricante norte-americana de produtos e softwares de corte industrial. Seus produtos, incluindo os sistemas de jato de água e plasma OMAX da Hypertherm, são utilizados por empresas em todo o mundo para construir navios, aviões e trens, fabricar estruturas de aço e equipamentos pesados, fabricar turbinas eólicas e muito mais. Além de sistemas de corte, a empresa cria CNCs e softwares que oferecem o desempenho e a confiabilidade que resultam em aumento de produtividade e lucratividade para centenas de milhares de empresas. Fundada em 1968, a Hypertherm Associates é 100% de propriedade dos funcionários e emprega aproximadamente 2.000 profissionais, com operações e representação de parceiros em todo o mundo. Clique aqui e saiba mais

Hypertherm Associates
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RICARDO ANDREZ É O NOVO DIRETOR DE MARKETING DA AZUL

Com mais de 20 anos de experiência, executivo passou por grandes empresas como MRM, WMcCan e Reckitt, além de liderar campanhas para Mastercard, GM, Nestlé e HP.

Ricardo Andrez

A Azul, maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e de rotas domésticas diretas, anuncia a chegada de Ricardo Andrez como seu novo diretor de Marketing. O executivo passa a integrar o time com a missão de fortalecer a estratégia de marca, comunicação e relacionamento com Clientes em um momento de constante evolução do setor aéreo.

Com mais de 20 anos de experiência voltada a resultados e desenvolvimento de negócios, Ricardo construiu sua trajetória profissional em empresas internacionais e agências líderes em seus segmentos, atuando de forma estratégica na gestão de equipes, no planejamento e na implementação de projetos complexos. Ao longo da carreira, acumulou sólido conhecimento em todas as principais frentes de marketing estratégico, comunicação e operações digitais.

Antes de chegar à Azul, Ricardo Andrez ocupou posições de liderança e contribuiu para o crescimento de grandes organizações e iniciativas ao longo de sua trajetória, com destaque para sua atuação no McCann Worldgroup, onde exerceu o cargo de vice-presidente de Atendimento, integrando estratégias de tecnologia, CRM e experiência do Cliente, com passagens pela WMcCann e MRM, em uma trajetória marcada pelo foco em integração de disciplinas e gestão de grandes contas regionais.

O executivo também participou de projetos e iniciativas de marketing digital desde os primeiros movimentos do setor no Brasil, com trabalhos em empresas como Starmedia e América Online, além de programas e campanhas desenvolvidos para marcas globais como Reckitt Benckiser, HP, Walmart e Carrefour.

“Chegar à Azul representa a oportunidade de contribuir com uma empresa que não apenas transformou a aviação no Brasil, mas também redefiniu padrões de excelência ao colocar o Cliente no centro de todas as suas decisões. A companhia se consolidou como referência em inovação, qualidade de serviço e conectividade, aproximando pessoas e regiões de forma única”, destacou o executivo.

Entre seus principais diferenciais está a expertise em planejamento estratégico, com forte atuação no lançamento de produtos e serviços, análise de demanda, identificação de tendências de mercado e avaliação de impactos organizacionais e de negócios. Sua experiência também inclui relações internacionais, com participação ativa em apresentações, negociações e aprovação de projetos, incluindo acordos financeiros.

Ricardo possui ainda ampla vivência na formação, desenvolvimento e liderança de equipes multidisciplinares, reunindo profissionais de diferentes níveis de senioridade. Com foco em dados e inteligência de mercado, liderou iniciativas robustas em CRM e pesquisa de mercado, estruturando áreas voltadas à análise de dados e à geração de insights estratégicos para apoiar decisões de negócios e diferenciação competitiva.

“Com a chegada de Ricardo, a Azul reforça seu compromisso com inovação, proximidade com o consumidor e fortalecimento de sua marca em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo. Temos grandes projetos em desenvolvimento para os próximos meses e acredito que sua expertise será de extrema importância para o futuro promissor que estamos prevendo para a Azul ainda em 2026”, completa Jason Ward, vice-presidente de Marketing e Pessoas – a quem Ricardo Andrez responderá diretamente.

Azul S.A. (B3: AZUL4; OTC: AZULQ), a maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e de rotas domésticas diretas, oferece mais de 800 voos diários para 137 destinos. Com uma frota operacional de cerca de 200 aeronaves e mais de 15 mil tripulantes, a companhia possui uma malha mais de 230 rotas nacionais diretas. A Azul foi eleita pela Cirium (empresa líder em análise de dados de aviação) como a 2ª companhia aérea mais pontual do mundo em 2023. Em 2020, a Azul foi premiada como a melhor companhia aérea do mundo pelo TripAdvisor, sendo a primeira vez que uma companhia aérea brasileira conquistou o primeiro lugar no Traveller's Choice Awards. Para mais informações, clique aqui e acesse o site da Azul

Azul Linhas Aéreas Brasileiras

FERNANDO CALAMITA É O NOVO CEO DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY (IMC)

Com a finalização planejada da fase de reestruturação, companhia inicia em 2026 um novo ciclo de crescimento e rentabilidade liderado pelo executivo

Fernando Calamita

A International Meal Company (IMC / B3: MEAL3) comunicou nesta segunda-feira (12), por meio de fato relevante ao mercado, a chegada de Fernando Cesar Calamita como novo CEO da companhia a partir de 1º de fevereiro de 2026.

Com uma trajetória consolidada em liderança corporativa, Calamita soma mais de 30 anos de experiência executiva, com atuação nos setores de alimentação, logística e incorporação. Entre 2020 e 2025 foi Presidente da GRSA (Grupo GPS), além de ter exercido – na mesma empresa – o cargo de CFO na Am. Latina (2018 a 2019). Ao longo da trajetória profissional, ocupou posições executivas em companhias como AGV Logística, United Technologies Group, América Latina Logística e Gafisa S.A. Fernando é graduado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e possui MBA em Finanças.

“Assumo este desafio com muita energia, convicção e ambição. A IMC entra agora em uma fase em que o trabalho realizado nos últimos anos se transforma em base sólida para um novo ciclo de crescimento. Vamos avançar com foco, disciplina e execução, mantendo os pilares que sempre sustentaram a companhia — especialmente a disciplina financeira —, mas com uma agenda clara de expansão, fortalecimento das marcas e geração consistente de valor para acionistas, clientes e colaboradores”, afirma Fernando Calamita, CEO da IMC.

IMC - International Meal Company / B3: MEAL3: Uma das maiores plataformas de serviços de alimentação, existente há 18 anos e com mais de 560 restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos, operados por um time plural: são mais de 12 mil pessoas que põem a mão na massa, têm atitude de dono e fazem o negócio acontecer todos os dias. A companhia contempla em seu sistema operações em shoppings, centros comerciais, rodovias, hospitais, aeroportos e catering, e um portfólio robusto, com grandes marcas próprias e franqueadas, como Pizza Hut, Frango Assado, Viena, Batata Inglesa, Brunella, Margaritaville, entre outras. Para mais informações, clique aqui e acesse o site ou o Linkedin

IMC - International Meal Company
FSB Comunicação

“COISA MAIS FEIA. E BURRA!” Por chicolelis*

Estava eu esperando minha vez para passar pela inspeção da segurança no aeroporto Charles de Gaulle, Paris, França (indo para os Estados Unidos) e na minha frente estava um casal cujo idioma não consegui distinguir.

Quando a agente de segurança pediu que abrissem suas bagagens de mão, eles fizeram aquele gesto de que não haviam entendido o que ela dizia. Viraram para trás, com olhar de súplica, como se eu entendesse o que era dito. Sabia o que ela pedira, mas fiz aquele ar de que nada entendei. Mas, com mímica, apontei para as bagagens de mão deles e fiz o gesto de abrir. Eles continuaram sem entender.

Logo ao lado, um agente ficou livre e eu mudei de lugar para não  testemunhar o que iria acontecer que, previ, me deixaria constrangido e a eles também. Passei e fiquei atrás de uma coluna para matar a minha curiosidade: o que será que o casal trazia naquelas sacolas?

Sem se fazer entender, a agente abriu as sacolas e descobriu a razão da falta de resposta à sua orientação. Em suas bagagens de mão o casal trazia vários talheres de mesa que, certamente, teriam levado como souvenir de algum restaurante que certamente visitaram.

A moça recolheu tudo e deixou em uma caixa, liberando os dois, pois não havia crime a ser punido, apenas a tentativa de levar para bordo objetos proibidos (facas, garfos e até inocentes colheres de sobremesa). Hoje, mesmo líquidos colocados em recipiente com 750 ml, ou mais, não podem passar pelo sistema. Eles devem ser adquiridos, já na sala de embarque, após a passagem pelo detector de metais.

O casal passou por mim, triste, abatido pela perda.

Eu voltei até a agente e, no meu francês ginasiano perguntei o que acontecera com o casal E ela me mostrou o que havia dentro da caixa: todos os talheres, em duplicata, eram de um dos restaurantes mais elegantes de Paris, o Le Procope.

Olhei para a agente que fez um ar de crítica dizendo: “quelle chose laide et stupide”!

Se tivessem colocado seus “souvenirs” na bagagem despachada, hoje estariam comendo à la francesa em seu país.

Onde está o quadro?

Isso aconteceu nos anos 90, durante o check out de um hotel baiano, o excelente Le Méridien, hoje abrigando o Pestana Bahia Lodge, misto de empreendimento comercial e hoteleiro. Uma grande fila, o que significava a saída de um grupo, ouviu do responsável pela portaria do hotel o aviso: peço que todos voltem aos apartamentos que ocupavam. Eu não estava saindo do hotel, mas apenas passando pelo lobby.

Uma voz rebelou-se: “se não me falarem a razão deste pedido, eu não volto”! Outras vozes se juntaram àquela e o lobby do hotel virou uma confusão. Era tamanha a gritaria, reclamações, que pouca gente percebeu que apenas um dos hóspedes voltou ao seu apartamento, voltando logo em seguida.

Fui para o meu compromisso e na volta ao hotel cheguei até o balcão para matar a minha curiosidade de repórter: o que acontecera naquela confusão.

Como era um hóspede habitual, o pessoal me contou a razão do “bafafá”: um dos hóspedes, justo o único que atendera ao pedido de voltar ao se apartamento, saindo sem que ninguém percebesse sua ausência, havia furtado um quadro que fazia parte da decoração do quarto.

Que coisa mais feia!!!! Burra também?

* chicolelis   -  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa da Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com.