sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

PENDURICALHOS, BALANGANDÃS E OUTROS BABADOS. Por Marli Gonçalves*

O juiz populariza ainda mais a expressão penduricalhos. O presidente sacode os balangandãs dele e chegam notícias sambadas de todos os cantos. O país do Carnaval é mesmo uma maravilha. Além de agora festejarmos o pré, o próprio e o pós, todos os blocos se mantêm alinhados, incluindo a política, a Justiça. E as lambanças que se estenderão durante o ano.

Aqui é mesmo Carnaval o tempo inteiro. Sacode. É visível a alegria dos jornalistas noticiando o breque aos penduricalhos dos poderes, incluindo o Judiciário, nas últimas sentenças do ministro Flávio Dino, uma das novidades mais recentes do STF (instituição que cada vez mais não nos falta como fonte de notícias). Uma das primeiras vezes que eu me lembre que o “juridiquês” é claro como água. Todo mundo entende, já sabia, está adorando ver expostos os ganhos adicionais de castas, que ultrapassam qualquer limite do razoável: os penduricalhos, assim descritos. Quem os defende, quem ganha, quanto ganha, como ganha, quem os inventa, auxílio-peru, auxílio panetone, licenças-prêmio, ajudas quase divinas que nem comprovar conseguem.

Flávio Dino realmente tem um perfil diferenciado. Haroldo Lima, que a pandemia matou em 2021, um dos meus maiores e antigos amigos, ex-guerrilheiro, ex-deputado constituinte, entre tudo o mais que viveu, sempre me dizia que Dino era especialmente inteligente, e o que é melhor, com humor, como o descrevia contando suas histórias. Haroldo convivia direto com ele, era dirigente do PCdoB, partido ao qual o ministro pertenceu durante anos. Agora vejo o quanto Haroldo tinha razão. Dino animou ainda mais o nosso Carnaval.

Mas não foi o único. Lula se superou na Avenida, beijando, na Sapucaí, um a um, os pavilhões de todas as escolas do dia que a Acadêmicos de Niterói o homenageava com o desfile e samba-enredo do qual ouviremos certamente falar durante muito tempo e até depois das eleições presidenciais previstas para outubro. Tentava mostrar imparcialidade. Desceu várias vezes à Avenida, creio até que um pouco para fugir do mau humor da primeira dama, Janja, que chegou toda pronta para desfilar, mas foi convencida de que não deveria para não piorar ainda mais a situação, e como se isso fosse possível àquela altura. Uma breve leitura do samba-enredo, que dificilmente não passou pelo crivo do Planalto, deixa qualquer um com dificuldade de defender que aquilo não foi uma forma de propaganda. Com um “quase” de oficial.

Uma trapalhada evitável – ou ao menos poderia ter sido melhor disfarçada - que juntou alas e alas de ode ao líder que, segundo o enredo, só fez o bem, nunca teve problemas ou questionamentos; aliás, nem preso foi. Censurar, jamais, mas que a puxada e a deselegância de tratamento de alguns temas foram excessivas não há como negar. Não era um bloco despojado desfilando por aí com eleitores e foliões travessos; naquele momento era uma Escola do Grupo Especial, que acabou, ainda por cima, despencando de novo, rebaixada, para gáudio (mais um) dado de graça aos opositores. Que inclusive se ofendem por muito menos.

Bem, dizem que é agora que o ano começa, embora há muito isso não seja mais verdade, e este já se mostra bem animado e perigoso. Nós, que não ganhamos penduricalhos, vamos continuar sambando, balançando nossos balangandãs por aí.

PS: Tive o prazer de fazer os textos do maravilhoso livro de pesquisa e imagens da fotógrafa Catherine Krulik, Carnavais do Brasil, da Grão Editora, 2010. Lá dá para ver a beleza de todos os carnavais que festejamos. Que não são poucos

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

FABIANO PEDRASSANI ASSUME A DIREÇÃO GERAL DA OSTEN MOTORS

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente

Fabiano Pedrassani

Fabiano Pedrassani assume a Direção Geral da Osten na divisão Motors, que reúne 33 operações de Vendas e Pós-Vendas, representando marcas de referência como BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, Ram, Triumph, Kawasaki, BMW Motorrad e BYD.

Engenheiro de formação, Fabiano possui MBA em Finanças, Administração e Economia, especialização em Estratégia, Liderança, Gestão de Negócios e Inteligência Artificial. Com mais de 20 anos de experiência, esteve à frente de empresas nacionais e multinacionais em posições C-Level, iniciando sua carreira no mercado financeiro, onde construiu uma base sólida de gestão apoiada em planejamento, processos orientados a resultados e valorização das pessoas.

Ao longo de sua trajetória executiva, liderou iniciativas de transformação digital, reestruturação operacional e melhoria consistente de desempenho, sempre conectando estratégia e execução. Seu DNA profissional é marcado por foco em indicadores, disciplina financeira e uma visão clara de longo prazo.

À frente da divisão Motors da Osten Group, o executivo terá a missão de liderar a evolução da operação, combinando inovação, eficiência e foco na excelência da experiência do cliente.

Cultura orientada ao cliente

Com 25 anos de história, a Osten construiu uma trajetória sólida no mercado automotivo premium, reconhecida pela excelência operacional e pelo foco genuíno no cliente. Esse posicionamento é sustentado por uma liderança presente e um modelo de governança claro, conduzido por Jorge Yamaniski Neto, CEO da Osten, e Jorge Yamaniski Filho, Presidente do Conselho, que combinam visão estratégica, disciplina de execução e responsabilidade institucional.

Desde a origem do grupo, a cultura Omotenashi orienta a forma de agir da Osten. Mais do que um conceito, trata-se de um conjunto de práticas incorporadas ao dia a dia, com foco no cuidado, na atenção aos detalhes e na antecipação das necessidades de clientes e parceiros. Essa aplicação consistente fortalece a cultura organizacional, amplia a confiança do mercado e reforça a capacidade da Osten de gerar valor de maneira sustentável.

A chegada de Fabiano Pedrassani à Direção Geral reforça esse modelo de liderança. Sua atuação aproxima ainda mais a governança da operação, fortalecendo a execução no dia a dia e conectando estratégia, pessoas e resultados.

Osten Group - Fundada em agosto de 2001, a Osten Group é um dos maiores grupos do segmento automotivo premium do Brasil. A Osten Motors, operação de concessionárias, representa as marcas BMW, Jaguar Land Rover, Jeep, RAM, BYD, BMW Motorrad e Triumph Motorcycle, e foi uma das primeiras a comercializar veículos elétricos no País. A Osten GO atua em assinaturas e locação de veículos e motocicletas, com o objetivo de proporcionar uma nova rotina, por meio de experiências com veículos premium, uso e compartilhamento de veículos elétricos e terceirização da frota executiva para empresas. A Osten Seguros oferece soluções em seguros automotivo, residencial, empresarial, vida, previdência, saúde e odontológico. A REVO - Electric Revolution, é especializada na comercialização e instalação de pontos de recarga para veículos elétricos em residências, empreendimentos comerciais, shoppings e estacionamentos. A Osten Group está presente nos principais polos do Estado de São Paulo, com operações de Vendas e Pós-Vendas em São Paulo, São José dos Campos, Santos e Praia Grande, além de um Centro Administrativo e Logístico na Zona Leste da capital. Com atuação em todo o território nacional, o grupo é referência de excelência no setor automotivo, amplamente reconhecido e premiado pelas principais montadoras. O compromisso com a qualidade, a inovação e a experiência do cliente se refletem em elevados padrões em cada ponto de contato, especialmente em nosso pós-venda, que sustenta a força e a reputação da marca Osten. Clique aqui e visite o site

Osten Group
GPCOM Comunicação Corporativa

IAB BRASIL ANUNCIA LIDERANÇAS DOS COMITÊS PARA 2026

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), associação que integra uma rede global presente em mais de 45 países, anunciou os nomes dos presidentes e vice-presidentes de seus comitês para 2026 

Entre os anunciados estão: Natalia Kuchar, Heitor Estrela, Alexandre Kavinski, Ricardo D’Ottaviano e Mariana Meinberg

Neste ano, serão nove núcleos temáticos, responsáveis por discutir, propor e acompanhar os principais assuntos relacionados ao mercado de publicidade e mídia digital no país.

“É dentro dos comitês que acontecem as conversas mais relevantes sobre o nosso mercado. Os encontros têm lideranças que acompanham de perto as transformações do setor, contribuem para a construção de boas práticas e promovem debates qualificados sobre os temas que impactam diretamente a indústria”, afirma Denise Porto Hruby, CEO do IAB Brasil.

Os presidentes são eleitos e têm mandato de um ano, com possibilidade de reeleição única por mais um período. Já os vices são indicados pela diretoria do IAB Brasil. Os comitês anunciados são os de Assuntos Regulatórios e Jurídicos, Áudio Digital, Brand Safety, Creator Economy, DOOH (Digital Out-of-Home), Inteligência Artificial, Retail Media e Vídeo Digital.

À frente dos comitês estão profissionais  de empresas que integram o mercado de publicidade, tecnologia, dados, veículos, agências e plataformas digitais. Essa composição, segundo o IAB Brasil, busca refletir a diversidade de visões e experiências do setor, promovendo debates qualificados e alinhados às transformações da indústria. Todos os associados do IAB podem participar dos comitês.

Os comitês se reúnem periodicamente com todos os associados do IAB para discutir os desafios e oportunidades de cada área. Desses encontros, saem os Grupos de Trabalho, que se reúnem para produzir materiais educativos ao mercado, como pesquisas, infográficos, guias, entre outros materiais.

Os comitês e seus líderes

Comitê de Assuntos Regulatórios e Jurídicos
Presidente: Natalia Kuchar (Google)
Vice-Presidente: Nome: Beatriz Falcão (Kwai)

Comitê de Áudio Digital
Presidente: Rafael Takeshita (Spotify)
Vice-Presidente: Sabrina Balhes (Nielsen)

Comitê de Creator Economy
Presidente: Marina Landherr (TikTok)
Vice-Presidente: Gabriela Hermanny (Globo)

Comitê de DOOH
Presidente: Heitor Estrela (Eletromidia)
Vice-Presidente: Breno Cersosimo (helloo)

Comitê de Inteligência Artificial
Presidente: Alexandre Kavinski (WPP Media Services/WMS)
Vice-Presidente: Adriano Henriques (Artificial Gains)

Comitê de Jogos e Apostas
Presidente: Ricardo D’Ottaviano (Betano)
Vice-Presidente: Fernanda Meirelles (FAS Advogados)

Comitê de Mensuração
Presidente: Daniela Pereira (Unilever)
Vice-Presidente: Leo Naressi (DP6)

Comitê de Retail Media
Presidente: Mariana Meinberg (Magalu Ads)
Vice-Presidente: Daniela Keller (Mercado Ads)

Comitê de Vídeo Digital
Presidente: Breno Barcelos (Google)
Vice-Presidente: Will Zanette (Netflix)

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) é uma organização de impacto que tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável da publicidade digital no país. Integra uma rede global presente em mais de 45 países, incentivando a criação de boas práticas no planejamento, criação, compra, venda, veiculação e mensuração de ações publicitárias on-line. Com 27 anos de atuação no Brasil, a organização reúne cerca de 200 associados, entre eles representantes das principais empresas do mercado digital, como veículos de mídia, agências, anunciantes, empresas de tecnologia, institutos de pesquisa e consultorias

IAB Brasil
Ovo Comunicação

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

GRUPO UBYAGRO ANUNCIA REORGANIZAÇÃO DO COMITÊ EXECUTIVO PARA REFORÇAR ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO E INOVAÇÃO

Instalações da Ubyfol no Distrito Industrial II de Uberaba, Minas Gerais.

O Grupo UbyAgro, multinacional brasileira com atuação internacional, anuncia uma reorganização em seu Comitê Executivo, que inclui a criação de três novas diretorias estratégicas, contando com o total de oito diretorias. O movimento integra a estratégia da companhia para ampliar a eficiência operacional, sustentar o crescimento e preparar a gestão do negócio para os desafios do futuro do agronegócio.

“O novo Comitê Executivo reforça a visão de longo prazo do Grupo, que combina eficiência operacional, inovação e competitividade, com atenção especial às demandas por sustentabilidade no campo”, destaca Fabrício Simões, CEO do Grupo UbyAgro.

Para liderar a frente de Marketing, Inovação e Portfólio, o Grupo UbyAgro anuncia a contratação de Otávio Mamede como diretor de Marketing. O executivo passa a responder pelas áreas de Marketing, Pesquisa & Desenvolvimento, DTM, Inovação e Administração de Vendas, funções estratégicas para a expansão e diferenciação do portfólio da companhia. Com mais de 15 anos de experiência no agronegócio e passagens por empresas como Arysta, Timac e UPL, Mamede terá como missão fortalecer os pilares de Acesso ao Mercado e Portfólio, promovendo mais integração entre as áreas e acelerando o desenvolvimento da multinacional.

O fortalecimento da área comercial também ganha destaque com a nomeação de Raiza Machado como diretora Comercial Cerrado 2, responsável pelas operações nos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia, Tocantins e Distrito Federal. Com 13 anos de experiência no agronegócio, Raiza assume a liderança de quatro gerências regionais, para impulsionar a expansão dos negócios, aumentar a proximidade com os clientes e garantir mais agilidade nas decisões comerciais em uma das regiões estratégicas para a organização.

Ana Guimarães assume a Diretoria de Operações, passando a responder por toda a cadeia de operações, suprimentos e logística. Com uma trajetória de 10 anos e atuação recente como gerente Executiva de Finanças, a executiva agrega uma visão integrada, aliando conhecimento financeiro, organização e experiência em gestão para liderar os desafios operacionais e produtivos da companhia.

Sustentabilidade, inovação e protagonismo em biológicos

O novo formato reforça a visão de futuro do Grupo UbyAgro para o agronegócio: crescer com consistência, aliando desempenho econômico ao desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis para o campo. Nesse cenário, a Vitales, empresa do grupo dedicada a biológicos, ganha ainda mais protagonismo ao responder diretamente a uma demanda crescente do mercado por tecnologias que conciliem produtividade e preservação ambiental.

Para ampliar a disponibilidade desses insumos no Brasil e acompanhar a evolução do setor, a Vitales inaugura, no primeiro semestre deste ano, uma nova fábrica que deve triplicar a capacidade de produção. “Ao completar 40 anos, o Grupo UbyAgro se reestrutura para uma nova fase de negócios”, completa o CEO.

Grupo UbyAgroCom sede em Uberaba (MG), o Grupo UbyAgro é composto pela Ubyfol, empresa de nutrição vegetal presente há 40 anos no mercado; pela Vitales, que produz defensivos biológicos e inoculantes para a agricultura; pela Bauminas Agro, que atua na produção de matérias-primas e micronutrientes minerais, pelo Moon Hub, o primeiro polo nacional de inovação tripartite voltado para o agronegócio, e pelo Instituto UbyAgro, cujo objetivo é transformar projetos em ações que geram impacto positivo na vida de colaboradores, clientes e da sociedade. Criada em 2021, a holding foi desenvolvida para estruturar o crescimento de todas as empresas dentro do seu guarda-chuva de atuação

Grupo UbyAgro
Grupo Printer Comunicação

PAULO ALVARENGA FOI NOMEADO CEO DA TKMS BRAZIL

Paulo Alvarenga

Em 2 de fevereiro último, Paulo Alvarenga assumiu a posição de CEO da TKMS Brazil. Com mais de 13 anos de experiência na thyssenkrupp, Alvarenga deixa sua função de liderança corporativa no nível do grupo para liderar duas operações estratégicas em um momento decisivo na transformação do conglomerado industrial alemão.

“É uma honra liderar a TKMS Brazil em uma etapa tão importante. O Programa Fragatas Classe Tamandaré representa não apenas um salto tecnológico para a Marinha do Brasil, mas também uma forte contribuição para a capacidade industrial nacional, a inovação e a geração de empregos qualificados”, afirma Paulo Alvarenga, CEO da TKMS Brazil.

Na TKMS Brazil, o principal destaque é o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), um projeto estratégico que envolve a construção de quatro fragatas de última geração em Itajaí, Santa Catarina, com o objetivo de modernizar a Marinha do Brasil e proteger a chamada “Amazônia Azul”.

Alvarenga é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (Minas Gerais, Brasil), com pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV e em General Management pelo IMD, em Lausanne, Suíça. É também membro do Conselho da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) e Vice-Presidente do Conselho de Administração da ABIHV – Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde. Além de sua função na TKMS Brazil, o executivo também foi nomeado CEO da thyssenkrupp nucera na América do Sul.

Desde outubro de 2025, a TKMS tornou-se independente e passou a ter capital aberto, ingressando no índice MDAX em dezembro de 2025. Como o único fornecedor europeu totalmente integrado de sistemas de defesa marítima, a empresa possui uma carteira recorde de pedidos superior a EUR 18 bilhões, beneficiando-se de maior independência financeira, agilidade e novas oportunidades de inovação e crescimento.

A TKMS é uma das principais empresas navais do mundo, com mais de 9.100 colaboradores (incluindo trabalhadores temporários) em três estaleiros em Kiel e Wismar, na Alemanha, e Itajaí, no Brasil, além de unidades em diversos países. A empresa atua como fornecedora de sistemas para submarinos e navios de superfície, bem como para eletrônica marítima e tecnologias de segurança. Cerca de 3.300 colaboradores trabalham na unidade de Kiel, tornando-a o maior estaleiro da Alemanha. Seus 185 anos de história e a busca constante por aprimoramento permitem que a empresa estabeleça repetidamente novos padrões. A TKMS oferece a seus clientes em todo o mundo soluções sob medida para enfrentar os desafios altamente complexos de um mundo em transformação. A força motriz por trás dessa energia inovadora são seus colaboradores, que moldam o futuro da TKMS com paixão e compromisso todos os dias. Clique aqui para mais informações

thyssenkrupp Brasil
RPMA Comunicação

LUCAS FERREIRA É O NOVO CMO DA BETSUL

Com experiência em marketing digital e liderança de grandes operações de mídia, executivo assume o desafio reposicionar a marca no mercado

Lucas Ferreira

Referência em apostas desde 2019, a Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como seu novo Chief Marketing Officer (CMO). Especialista em marketing digital e com sólida trajetória em diferentes segmentos da economia, o executivo assume a liderança da estratégia do setor de Marketing em um momento decisivo de reposicionamento e aceleração do crescimento da empresa, que soma seis anos de atuação no mercado brasileiro.

“Assumo o desafio na Betsul com total otimismo e uma missão clara de reconduzir a marca ao protagonismo do setor. Temos os pilares necessários para retomar nosso lugar entre os principais players: uma base sólida de excelência no atendimento e a melhor experiência para o jogador. Agora, vamos potencializar esses atributos com uma sinergia profunda entre marketing, produto e tecnologia. Estamos ajustando o rumo com estratégias inovadoras e um foco implacável em resultados, para garantir um crescimento acelerado nos próximos meses”, afirma Lucas.

Com mais de 14 anos de experiência em marketing digital e nove anos à frente de equipes de alta performance, Ferreira construiu sua carreira na criação e implementação de estratégias de crescimento e posicionamento de marca nos segmentos de varejo, tecnologia, moda e iGaming. Nos últimos anos, esteve à frente da gestão de mais de R$ 900 milhões em investimentos de mídia, com foco em aquisição de clientes, performance e construção de marcas relevantes. Reconhecido por integrar visão estratégica, análise de dados e liderança de equipes, o executivo visa o crescimento sustentável e resultados consistentes.

Betsul - Regulamentada no mercado de apostas, a Betsul foi criada em 2019, sendo a primeira casa de apostas em território nacional a conquistar o selo RA1000 do Reclame Aqui. A empresa oferece suporte completo 24 horas por dia a fim de garantir sempre a melhor experiência aos seus jogadores, além de manter iniciativas que priorizam o jogo consciente. Ao realizar o cadastro no site, para maiores de 18 anos, o jogador tem acesso a uma ampla gama de esportes e competições nacionais e internacionais, cassinos, cassinos ao vivo, e-sports e instantâneas. Saiba mais em https://www.betsul.bet.br. Autorização Portaria SPA/MF nº 255/2025

Betsul
bpmcom

CARLOS LOMONACO É O NOVO DIRETOR-ADJUNTO DE LOGÍSTICA DA YAMAHA E YAMALOG NO BRASIL

Executivo chega para acelerar novos negócios e ampliar portfólio de serviços logísticos do grupo no país

Carlos Lomonaco

A Yamaha Motor do Brasil, pioneira na fabricação de motocicletas no território nacional, anuncia a chegada de Carlos Lomonaco como diretor-adjunto de Logística e da Yamalog, empresa de soluções logísticas do grupo. O executivo assume o cargo com a missão de fortalecer a geração de novos negócios, desenvolver produtos e ampliar a oferta de serviços no mercado nacional.

Com mais de 15 anos de experiência em Logística e Supply Chain, Lomonaco é engenheiro de produção, com pós-graduação em Gestão Logística e extensão em Finanças pela FIA. Ao longo da carreira, ocupou cargos de gestão nas áreas de Projetos, Desenvolvimento de Negócios e Operações, atendendo clientes de setores como bens de consumo, varejo, indústria, vestuário, cosméticos e automotivo.

A chegada do executivo ocorre em um momento de expansão da Yamalog, que nasceu como operadora logística dedicada às demandas da Yamaha e evoluiu para o modelo de negócios voltado também ao atendimento de novos clientes.

Criada em 2017, a Yamalog é a primeira empresa de logística do Grupo Yamaha no mundo. Iniciou as operações em Manaus, com serviços de armazenagem e transporte, e, no mesmo ano, passou a oferecer soluções in house em São Paulo.

A Yamalog ampliou sua atuação a partir do aproveitamento das rotas de retorno dos caminhões ao Norte do país, estruturando uma operação capaz de atender regiões com alta complexidade logística. Atualmente, mantém presença nacional, com 14 filiais estrategicamente localizadas, sendo quatro com serviços de armazenagem geral.

Atendendo mais de dez segmentos, com destaque para duas rodas, alimentício, industrial, cosméticos e têxtil, a Yamalog reforça sua estratégia de crescimento sustentável, combinando eficiência operacional, capilaridade e padrões rigorosos de qualidade. A empresa possui certificações ISO 9001, ISO 45001 e ISO 14001, além de autorizações de órgãos reguladores como ANVISA, IBAMA e Vigilância Sanitária.

“A Yamalog vive um novo ciclo, com foco em ampliar sua atuação no mercado e desenvolver soluções logísticas cada vez mais completas e competitivas. Minha missão é acelerar essa expansão, fortalecer parcerias e transformar eficiência operacional em geração de valor para os clientes”, afirma Carlos Lomonaco.

A movimentação fortalece o posicionamento da Yamaha no Brasil como provedora de soluções integradas em logística, com estrutura preparada para sustentar o crescimento da operação nos próximos anos.

Yamalog

Fundada em 2017, a Yamalog, empresa de logística do Grupo Yamaha Motor do Brasil, é a única operação logística própria da Yamaha no mundo, incorporando a experiência de mais de 50 anos do grupo no setor. 

Com sede em Manaus, atua nos segmentos de transporte de carga lotação e fracionada, armazenagem e distribuição. Conta com 14 unidades operacionais, que somam mais de 34 mil m², cobertura nacional e presença em todas as regiões do Brasil. 

A empresa opera com uma frota robusta terceirizada, com mais de 600 carretas e 57 veículos de distribuição, emprega mais de 400 colaboradores e atende atualmente 113 clientes ativos, oferecendo soluções personalizadas, inteligentes e alinhadas ao posicionamento “Sempre do seu Jeito”.

A Yamaha iniciou operações no Brasil na década de 1970, com a inauguração da unidade de Guarulhos (SP). Atualmente, a companhia tem uma presença global em mais de 200 países, contando com uma equipe de 54 mil colaboradores. No mercado local, a corporação mantém uma rede com 615 pontos de venda autorizados, empregando mais de 4.500 funcionários diretos. Em 2024, a Yamaha Brasil alcançou a marca de cinco milhões de motocicletas produzidas e lançou novos modelos, incluindo a NEO'S CONNECTED, o primeiro modelo elétrico da marca produzido no Brasil. A empresa também aderiu à Rede Brasil do Pacto Global da ONU, com metas para neutralidade de carbono até 2050 e reciclagem de 100% dos resíduos até 2035. Alinhada com o compromisso social, apoia programas de capacitação profissional e promove treinamentos de segurança no trânsito por meio da Yamaha Riding Academy

Yamaha do Brasil
Grupo Printer Comunicação

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CONSÓRCIO SUPERA 12 MILHÕES DE PARTICIPANTES E SE CONSOLIDA COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO NO BRASIL

Projeção de crescimento de 11% em 2026 reforça mudança estrutural no comportamento do consumidor

Em um ambiente de crédito mais caro e maior cautela na tomada de decisões financeiras, o consórcio vem deixando de ser apenas uma alternativa ao financiamento tradicional para se consolidar como instrumento de planejamento patrimonial no Brasil. A modalidade tem atraído consumidores que priorizam previsibilidade orçamentária, disciplina financeira e organização de médio e longo prazo.

Esse movimento já aparece nos números do setor. Em 2025, o sistema de consórcios alcançou o maior patamar da história, com mais de 12,7 milhões de participantes ativos, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). No mesmo período, as vendas de cotas superaram 5 milhões, mantendo trajetória de expansão mesmo em um cenário macroeconômico desafiador.

O desempenho indica uma mudança mais estrutural no comportamento do consumidor. Em vez de recorrer ao crédito com juros para antecipar a compra de bens, parte dos brasileiros tem optado por modelos de aquisição programada, que permitem organizar o fluxo financeiro sem comprometer excessivamente a renda mensal.

“Há um amadurecimento evidente do consumidor. O consórcio deixou de ser visto apenas como alternativa quando o crédito está caro e passou a integrar estratégias de organização patrimonial”, afirma Luis Toscano, vice-presidente de Vendas e Marketing da Embracon, uma das maiores administradoras independentes de consórcios do Brasil.

Segundo o executivo, a modalidade tem sido utilizada não apenas para aquisição de veículos e imóveis, mas também como instrumento complementar dentro da estratégia financeira familiar.

“Muitos clientes combinam consórcio com outras formas de investimento. O foco não é antecipação imediata do bem, mas construção de patrimônio com previsibilidade”, avalia.

Movimento estrutural

A expansão do setor ocorre em um contexto em que educação financeira e controle do endividamento ganham relevância. Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias permanece em patamares próximos a recordes históricos, com cerca de 48% da renda comprometida com dívidas e mais de 28% da renda mensal destinada ao pagamento de obrigações financeiras no Brasil em 2025. Esses indicadores refletem um cenário em que consumidores buscam alternativas menos onerosas ao crédito tradicional.

Para administradoras, o crescimento não está atrelado apenas ao ciclo de juros, mas a uma mudança estrutural na forma como o brasileiro organiza seus projetos de aquisição.

A própria Embracon registrou R$ 39,5 bilhões em créditos comercializados em 2025, crescimento de 78% em relação ao ano anterior, refletindo o avanço da modalidade no mercado.

Perspectivas para 2026

A ABAC projeta crescimento de aproximadamente 11% para o sistema de consórcios em 2026, considerando indicadores como adesões, volume de negócios e participantes ativos. A estimativa sinaliza continuidade da expansão da modalidade mesmo diante de um cenário macroeconômico ainda desafiador.

Para analistas do setor, o número reforça a consolidação do consórcio como instrumento recorrente dentro do planejamento financeiro do brasileiro.

Mais do que alternativa pontual ao financiamento, a modalidade passa a ocupar espaço estratégico na formação de patrimônio, um movimento que pode redefinir o papel do crédito no país nos próximos anos.

Embracon
Máquina Cohn & Wolfe

TERMOTÉCNICA RECICLA EPS (ISOPOR*) USADO PELAS ESCOLAS DE SAMBA

Terminou o Carnaval, e no quesito harmonia com a natureza, a empresa Joinvilense é nota 10, na “batida” do respeito ao meio ambiente. A Termotécnica recicla o EPS (Isopor*) utilizado por escolas de samba em fantasias e carros alegóricos, material escolhido pela leveza, versatilidade e segurança na criação de grandes volumes e cenários, bem como alegorias individuais.

Mas, o que muita gente ainda não sabe é que o EPS é 100% reciclável.  E na unidade, localizada em Joinville, esse material, após o uso, recebe o destino correto: a reciclagem, sendo transformado em matéria-prima para novos produtos, como: rodapés e molduras para acabamentos, peças técnicas para eletrodomésticos, entre outros.

As escolas de samba, que desejarem mais informações para dar o destino correto ao EPS utilizado, podem entrar em contato com a Termotécnica pelo email: marketing@termotecnica.com.br ou o Whatsapp: (47) 999 941 113.

Para entender melhor como funciona a reciclagem do EPS e para onde esse material vai depois do uso, clique aqui e acesse o site Sou Reciclável.

* Isopor é uma marca registrada de terceiros.

Termotécnica
Logos Conexão e Conteúdo

COSTA DO MARFIM CAIU NO SAMBA DA SAPUCAÍ

* Linoel Dias

Os representantes Diplomáticos da Costa do Marfim, no Brasil, Diamouténé Alassane Zié, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário e Jennifer Curcio, Diretora do Escritório de Turismo e Lazer da Costa do Marfim para a América Latina — participaram, no fim de semana, da maior festa popular brasileira: o Carnaval do Rio de Janeiro.

Uma das razões da presença e observação foi a de reforçar a utilização da cultura como instrumento de união entre os dois países.

Jennifer Curcio, Diretora do Escritório de Turismo e Lazer da Costa do Marfim para a América Latina; e Diamouténé Alassane Zié, Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Costa do Marfim

A participação reafirmou a política de aproximação bilateral por meio da cultura e do turismo e o compromisso do destino marfinense, em um palco de visibilidade global.

A música e a dança são as expressões culturais fortes em ambos os países, podendo dialogar com a mesma energia, os laços históricos que conectam África e Brasil.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

O TESTE DE FOGO DA RECEITA FEDERAL

O caso envolvendo o Banco Master deixou de ser apenas uma história sobre mercado financeiro. Tornou-se um episódio que toca o coração do Estado: o uso — ou o suposto abuso — de informações sigilosas.

Quando entram na equação autoridades com foro privilegiado e decisões do Supremo Tribunal Federal, o ambiente deixa de ser técnico e passa a ser político. E é justamente aí que mora o risco maior: a percepção pública.

A Receita Federal do Brasil sempre foi vista como um dos órgãos mais técnicos e estruturados da máquina pública. Seus sistemas são auditáveis. Cada acesso deixa rastro. Cada consulta é registrada. Não é um território sem controle.

Se servidores acessaram dados sem justificativa funcional, isso é grave. É crime. É passível de demissão. Mas é, até prova em contrário, um problema individual — não necessariamente institucional.

O que realmente colocaria a Receita em xeque não é o erro isolado. É a hipótese de direcionamento político, uso seletivo da máquina ou blindagem corporativa. Isso, sim, destruiria a confiança construída ao longo de décadas.

O mercado observa em silêncio. Empresas, contadores e investidores precisam de previsibilidade. Precisam acreditar que a fiscalização tributária não é instrumento de disputa de poder. A estabilidade econômica depende dessa neutralidade.

A crise atual é menos sobre o Banco Master e mais sobre credibilidade institucional. O banco pode enfrentar seus próprios problemas regulatórios. Autoridades podem se defender no devido processo legal. Mas a Receita precisa demonstrar algo maior: independência técnica.

Instituições fortes não são as que nunca erram. São as que expõem o erro, corrigem e punem — sem hesitação.

Se houver transparência, responsabilização e reforço de controles, a confiança pode sair até fortalecida. Se houver silêncio, corporativismo ou disputa política travestida de investigação, o dano será profundo.

No fim das contas, o caso é um teste. Não para um banco. Não para um ministro. Mas para a maturidade institucional do país.

E testes institucionais não admitem meia resposta.

Ricardo Hernandes
Coisas de Agora

FELIPE OLIVEIRA É O NOVO DIRETOR DE PRODUTOS DO Z.RO BANK PARA A AMÉRICA LATINA

Executivo assume a missão de estruturar a área e escalar expansão internacional

Felipe Oliveira

O Z.ro Bank, techfin especializada em soluções financeiras para grandes empresas, anuncia a chegada de Felipe Oliveira como diretor de Produtos para a América Latina. O executivo assume a missão de conectar estratégia de negócios e tecnologia, transformando soluções já existentes em produtos escaláveis para sustentar a expansão internacional da companhia, presente no Chile, Argentina e Peru. Com passagens por Worldpay e Paysafe, Oliveira liderou projetos de expansão de gateways para 15 países da América Latina e o lançamento de licenças próprias de adquirência no Brasil e na Argentina.

Com foco em jornada do cliente, simplicidade na integração e atuação multimoeda, Oliveira liderará a evolução do portfólio do Z.ro Bank para atender empresas que operam em múltiplos mercados a partir de uma única plataforma. “Nossa expansão internacional exige uma plataforma madura, capaz de escalar com consistência e atender clientes em diferentes mercados sem perder eficiência. Felipe vem fortalecer esse ponto, liderando a área e construindo produtos com visão de negócio, preparados para crescer junto com a estratégia da companhia”, explica Rafael Lavezzo, CEO do Z.ro International.

Nos últimos dois anos, a techfin processou mais de R$ 45 bilhões em transações e chegou a responder por mais de 5% de todos os Pix de pessoas para empresas no Brasil. Autorizada pelo Banco Central, a instituição se consolidou como um dos principais especialistas em Pix e em operações de alto volume, ao mesmo tempo em que avança na preparação da plataforma para a atuação internacional. Pix por biometria e Pix recorrente são funcionalidades locais com potencial estratégico de crescimento em 2026.

Segundo Oliveira, Produto vai além de construir funcionalidade. “É preciso entender quem vai usar, por quê, quando e qual impacto aquilo gera no negócio. Tecnologia e produto não podem andar separados da estratégia. Quando o time sabe para quem está construindo e qual problema está resolvendo, a execução muda de patamar. O papel da área de produtos é justamente ser esse elo entre tecnologia, negócio e cliente, garantindo que a plataforma cresça com propósito e gere valor real”, avalia o novo diretor.

Esse papel se torna central à medida que o Z.ro Bank avança em sua estratégia de expansão para a América Latina, permitindo que o dinheiro circule do continente para qualquer lugar do mundo preservando custos, consistência na experiência e agilidade. “O propósito é permitir que um cliente no Chile, por exemplo, opere para empresas chinesas ou outros mercados, dentro das regras de cada país. A área de produtos é a responsável por adaptar nossa plataforma a diferentes realidades regulatórias, moedas e perfis de clientes, mantendo uma base tecnológica única”, completa Lavezzo.

Felipe Oliveira reúne mais de 20 anos de experiência em tecnologia com atuação direta em estruturação de produtos, expansão internacional e go-to-market. Além de Worldpay e Paysafe, também atuou na Redecard. Liderou projetos de expansão de gateways para 15 países da América Latina e o lançamento de licenças próprias de adquirência no Brasil e na Argentina. No Z.ro Bank, essa experiência contribui para acelerar a maturação do portfólio e o progresso da plataforma no mercado internacional.

Z.ro Bank é uma fintech nascida no Porto Digital do Recife e acelerada pela Endeavor, Itaú e BID. Atua como instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central e, nos últimos dois anos, processou mais de R$ 45 bilhões em transações. É reconhecida pelo mercado como especialista em Pix e, durante alguns meses de 2023, processou mais de 5% de todos os Pix de pessoas para empresas no Brasil. Também foi reconhecida e premiada pela revista Exame como a terceira empresa que mais cresceu em Receita Líquida no país em 2024. É o primeiro Banco “developer first”, com todas as APIs abertas, para que grandes empresas possam plugar e moldar as interfaces do seu jeito, customizando fluxos, painéis e relatórios, para melhorar a eficiência de sua gestão financeira

Z.ro Bank
Ryto Public Affairs

EMPRESAS DE NATAL PERDEM EFICIÊNCIA AO CONCENTRAR DECISÕES NO DONO

Dependência excessiva do fundador limita crescimento e amplia sobrecarga nas PMEs da capital potiguar

Levantamentos do Sebrae indicam que grande parte das pequenas e médias empresas brasileiras ainda concentra decisões estratégicas e operacionais na figura do dono, modelo que compromete a produtividade e limita o crescimento. Em Natal, onde predominam PMEs de comércio e serviços, essa dependência tem gerado gargalos internos, atrasos na execução e dificuldade de escalar operações de forma sustentável.

Hygor Lima, especialista em gestão de processos e fundador da Potencialize Resultados avalia que a centralização excessiva deixou de ser apenas um traço cultural e passou a representar um risco direto à eficiência do negócio. Ele afirma que, quando todas as decisões passam pelo empresário, a empresa perde ritmo e previsibilidade. “O dono acaba se tornando o principal gargalo da operação. Sem ele, nada anda. Com ele, tudo depende do tempo e da energia de uma única pessoa”, diz.

No dia a dia, esse modelo se manifesta em rotinas pouco documentadas, delegação informal e ausência de indicadores claros de desempenho. O resultado é a sobrecarga do empreendedor, que acumula funções estratégicas e operacionais, e equipes com baixa autonomia para tomar decisões. “Muitos empresários acreditam que centralizar é sinônimo de controle, quando, na prática, estão apenas concentrando risco”, observa.

Esse padrão ajuda a explicar por que tantas empresas enfrentam dificuldades para crescer ou manter resultados consistentes ao longo do tempo.

Dados do IBGE e do Sebrae mostram que uma parcela significativa das empresas brasileiras encerra as atividades antes de completar cinco anos, cenário mais frequente em negócios que dependem excessivamente do fundador para funcionar. Para o consultor, a falta de estrutura é um elemento decisivo. “Empresas que dependem do dono para tudo não são escaláveis. Elas funcionam enquanto o empresário aguenta, não enquanto o mercado exige”, afirma.

A mudança começa pela organização interna. Estruturar processos, definir responsabilidades e criar rotinas claras permite que a empresa funcione mesmo sem a presença constante do fundador. “Delegar não é abandonar o controle, é substituir o controle informal por um modelo profissional, baseado em padrões e dados”, explica.

Esse debate tem ganhado espaço em encontros presenciais de empresários em Natal, que vêm se consolidando como ambientes para discutir delegação estruturada, autonomia das equipes e profissionalização da gestão. “O contato direto entre empresários ajuda a quebrar a crença de que só o dono sabe fazer certo. Quando eles veem outras empresas funcionando com autonomia, a resistência diminui”, avalia.

O especialista apresenta cinco formas de como sair da dependência do dono

Antes de avançar para soluções mais complexas, é preciso ajustar a base da gestão. A seguir, cinco pontos que costumam orientar empresas no processo de transição para um modelo menos centralizador.

1- Mapear e documentar processos: O primeiro passo é transformar o conhecimento que está na cabeça do dono em rotinas claras e acessíveis para o time. “Processo documentado não depende de memória nem de improviso”, afirma.

2- Definir papéis e limites de decisão: Delegar exige clareza sobre responsabilidades. Cada função precisa saber até onde pode decidir e quando escalar um problema, reduzindo retrabalho e conflitos internos.

3- Criar indicadores simples de acompanhamento: Sem métricas, o empresário tende a interferir em tudo. Indicadores básicos permitem acompanhar resultados sem a necessidade de microgestão diária.

4- Treinar a equipe para ganhar autonomia: Autonomia não surge de forma espontânea. “É preciso preparar o time para assumir responsabilidades, errar menos e corrigir mais rápido”, destaca.

5- Buscar apoio externo especializado: Contratar consultorias ou mentorias ajuda a identificar pontos cegos da operação. “O empresário está dentro do problema. Alguém de fora enxerga o sistema”, conclui.

Na avaliação do especialista, empresas que enfrentam esse processo ganham fôlego para crescer e reduzem a dependência emocional e operacional do fundador. “Quando a empresa deixa de girar em torno do dono e passa a girar em torno de processos, muda a produtividade, o clima interno e a capacidade de expansão”, aponta.

À medida que as PMEs de Natal buscam competir em mercados mais amplos e exigentes, abandonar o modelo do empresário sobrecarregado deixa de ser uma escolha e passa a ser uma condição para sobreviver e crescer de forma sustentável.

Hygor Lima

Hygor Lima é especialista em gestão de processos para o setor contábil e fundador da Potencialize Resultados, consultoria referência nacional na padronização de rotinas e aumento da produtividade em escritórios de contabilidade. Com mais de 13 anos de experiência na área, já apoiou centenas de empresas na estruturação de fluxos operacionais, redução de retrabalho e capacitação de equipes. 

É o idealizador do Método DITA, sigla que significa Documentar, Implementar, Treinar e Aperfeiçoar, modelo utilizado por mais de 400 escritórios no país como base para organização interna e gestão com foco em autonomia e escala. A metodologia prevê estruturação de processos, definição de indicadores e acompanhamento sistemático dos resultados. 

Além da atuação técnica, Hygor também é sócio do Energy Club, grupo que reúne nomes como Joel Jota, Jhonny Martins e Caio Carneiro. Tem presença constante como palestrante em eventos de negócios, onde aborda transformação organizacional, delegação estruturada e profissionalização de escritórios contábeis. Clique aqui e visite o site Potencialize Resultados

Potencialize Resultados
Lara Comunicação

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

ALEXANDRE MURAKAMI É O NOVO DIRETOR EXECUTIVO DE SOLUÇÕES E CIBERSEGURANÇA DA TRIPLA

Com ampla experiência em segurança da informação, o executivo chega para conectar estratégia, tecnologia e geração de valor para empresas em ambientes complexos

Alexandre Murakami

A Tripla, empresa brasileira referência em soluções de tecnologia, cibersegurança e compliance, anuncia a chegada de Alexandre Murakami como Diretor de Soluções e Cibersegurança. O movimento reforça o posicionamento estratégico da companhia em um momento de consolidação e expansão de sua atuação junto a grandes clientes e parceiros do ecossistema tecnológico.

Com mais de duas décadas de atuação em cibersegurança e tecnologia da informação, Murakami assume a liderança das unidades de Infraestrutura, SmartOPs, Cibersegurança e GRC, com o propósito de orquestrar a evolução do portfólio de soluções próprias da Tripla, como Trisky, Cyberwatch e Autoritas além de fortalecer parcerias estratégicas ampliando a atuação da companhia em ambientes corporativos de alta complexidade e criticidade.

A chegada de Murakami consolida a atuação da Tripla em projetos estratégicos junto a grandes organizações, reforçando sua presença em ambientes corporativos de alta complexidade. Bacharel em Ciência da Computação pela Unesp, com pós-graduação em Administração de Empresas e Educação, o executivo combina sólida formação técnica e visão de negócio. Ao longo de mais de duas décadas de atuação, construiu uma trajetória consistente em cibersegurança, com passagens por empresas de grande porte como Promon*IP, Telefônica e Logicalis, experiência que o credenciou a participar de discussões estratégicas relevantes e a desenvolver um relacionamento profundo com os principais atores do setor.

Ao longo de sua carreira, Murakami também esteve envolvido em projetos de grande impacto nacional, como a informatização das eleições brasileiras de 1996 e 1998, atuando nos testes das urnas eletrônicas que se tornaram referência mundial em segurança e confiabilidade do sistema eleitoral.

Na Tripla, o executivo chega com a missão de transformar essa bagagem em crescimento sustentável e geração de valor para o mercado. “Sempre tive grande interesse pela área de segurança da informação e vejo este cargo como um novo desafio para contribuir com um portfólio sólido, alinhado às reais necessidades do mercado”, afirma Murakami.

Para Hugo Bar, sócio fundador da Tripla, a chegada do executivo representa um passo natural na evolução da companhia. “A trajetória do Murakami em cibersegurança e sua visão estratégica ampliam nossa capacidade de ajudar empresas a tomarem decisões mais seguras, estruturadas e alinhadas aos seus objetivos de negócio. Sua atuação será fundamental para fortalecer uma oferta que gera valor real para organizações que operam em ambientes cada vez mais complexos”, destaca.

Tripla - Fundada em 2015, a Tripla é uma empresa brasileira que oferece soluções completas em tecnologia, segurança da informação e compliance para empresas que buscam inovação e proteção. Com sedes em Belo Horizonte/MG e São Paulo/SP, já conquistou a confiança de mais de 500 clientes em todo o país. O portifólio da empresa se organiza em três pilares estratégicos — disponibilidade, proteção e conformidade — que representam as necessidades fundamentais de qualquer organização em tecnologia. Com esse modelo, entregamos soluções que acompanham toda a jornada tecnológica e regulatória dos seus clientes: desde a sustentação da operação, passando pela segurança de dados, equipamentos e sistemas, até a adequação regulatória e a adoção de boas práticas de governança corporativa

Tripla
ConteúdoInk Comunicação

ABAV NACIONAL REÚNE LIDERANÇAS DO TURISMO EM BRASÍLIA

Encontro destacou potencial do sistema ABAV para geração de negócios, alinhamento institucional e ampliação da interlocução com o governo.

* Linoel Dias

A Associação Brasileira de Agências de Viagens — ABAV Nacional — reuniu, nos dias 10 e 11 de fevereiro, em Brasília, todos os dirigentes das ABAVs estaduais e a diretoria nacional em um encontro voltado ao alinhamento institucional da entidade, ao fortalecimento do agenciamento de viagens e à ampliação das oportunidades para as agências associadas.

Encontro dos presidentes das ABAVs estaduais e diretoria nacional. Foto: Divulgação ABAV

Mais do que uma agenda institucional, o encontro foi uma oportunidade para apresentar às regionais o potencial do sistema ABAV na geração de negócios, na abertura de novos mercados e na construção de iniciativas coletivas capazes de fortalecer a atuação das agências e a articulação do agenciamento no país. A integração entre a Nacional e as ABAVs estaduais foi um dos focos da programação, com discussões voltadas à atuação coordenada, compartilhamento de experiências e maior unicidade institucional.

A presidente da ABAV Nacional, Ana Carolina Medeiros, destacou que a atuação integrada fortalece todo o setor. “Quando trabalhamos de forma articulada, conseguimos ampliar oportunidades para os associados, gerar novos negócios e fortalecer o posicionamento das agências como protagonistas na cadeia do turismo”, afirmou.

A agenda também reforçou a interlocução institucional promovida pela ABAV Nacional com o governo federal. A participação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, foi articulada pela entidade com o objetivo de aproximar os dirigentes estaduais das pautas prioritárias do setor e ampliar o diálogo direto com o poder público. Durante sua participação, o ministro destacou que“As agências têm papel fundamental na conexão entre destinos, serviços e viajantes e são parte importante dos resultados positivos que o turismo vem apresentando”.

Um dos temas tratados no encontro foi a responsabilidade solidária nas relações de consumo no turismo, pauta considerada estratégica para o agenciamento e acompanhada pela ABAV Nacional junto ao Ministério do Turismo. Anderson Wilson Sampaio Santos, chefe da Assessoria Especial de Assuntos Técnicos do ministério, apresentou atualizações sobre os trâmites relacionados ao tema e permaneceu à disposição dos dirigentes para esclarecimentos ao longo da programação. “O diálogo com o setor é fundamental para avançarmos em soluções equilibradas que garantam segurança jurídica e proteção ao consumidor”, explicou.

O encontro contou ainda com a participação de Bruno Reis, diretor de Marketing Internacional, Negócios e Sustentabilidade da Embratur, que apresentou ao trade as diretrizes do Plano Brasis — Plano Internacional de Marketing Turístico 2025--2027 — voltado ao fortalecimento da presença do Brasil no exterior e à ampliação das oportunidades de negócios para o setor. Segundo ele, a estratégia inclui ações de promoção internacional, inteligência de mercado e aproximação com parceiros globais.

Entre os destaques da agenda esteve também a apresentação, em primeira mão às regionais, de novidades previstas para a ABAV Expo 2026. Uma delas é a implementação do agendamento estruturado entre agentes de viagens associados e buyers internacionais, iniciativa inédita voltada a ampliar a geração de negócios e a inserção das agências associadas no mercado internacional.

A próxima edição do Encontro de Presidentes das ABAVs Estaduais e Diretoria Nacional está prevista para ocorrer entre 25 e 28 de abril, no Espírito Santo.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

OS SUPERSALÁRIOS NO BRASIL DOS PRIVILÉGIOS: A DESCONEXÃO PREOCUPANTE ENTRE REPRESENTANTES E REPRESENTADOS. Por Paulo Serra*

Foto: Arquivo ICL

A volta dos trabalhos no Congresso Nacional deveria ser marcada por debates estruturantes, responsabilidade fiscal e compromisso com o País real - aquele vivido diariamente por milhões de brasileiros e de brasileiras. No entanto, o que se viu foi exatamente o oposto: a aprovação de reajustes salariais absurdos para servidores do próprio Parlamento e a criação de uma escala de trabalho mais curta e flexível do que a enfrentada, não de hoje, pelo trabalhador comum. Um gesto que escancara uma desconexão preocupante entre representantes e representados.

É óbvio que valorizar o servidor público é fundamental. Um Estado eficiente, profissional e comprometido com políticas públicas de qualidade depende de funcionários bem formados, motivados e justamente remunerados. O debate sobre mérito e desempenho na carreira pública é legítimo e necessário. Mas uma coisa é fortalecer o serviço público; outra, bem diferente, é criar uma elite do funcionalismo, divorciada e blindada da realidade econômica e social de nossa nação.

Quando o Congresso aprova aumentos salariais e condições especiais para si mesmo, enquanto grande parte da população enfrenta jornadas extensas, remunerações comprimidas e, muitas vezes, injustas, informalidade e insegurança econômica, o sinal enviado à sociedade é devastador. Cria-se um fosso entre o Brasil oficial e o Brasil do dia a dia. Um País onde poucos têm privilégios garantidos por lei, enquanto outros tantos lutam cotidianamente para fechar as contas no fim do mês patrocina a desigualdade - e, ainda, para isso, lança mão de dinheiro público, angariado por meio do contribuinte, com o pagamento de um sem-número de impostos.

O problema se agrava ainda mais quando se observa o contexto fiscal. O Brasil enfrenta desafios evidentes para equilibrar suas contas públicas, controlar gastos e retomar o crescimento sustentável. Neste cenário, a manutenção e a ampliação de supersalários e de benefícios corporativos não é apenas inoportuna - é irresponsável. Ajuste fiscal não pode ser discurso para alguns e exceção para outros - ou vale para todos, ou perde completamente a legitimidade.

Além disso, o exemplo importa, e muito. Deputados federais e senadores da República não são apenas legisladores; são referências simbólicas. Quando escolhem o caminho do privilégio, enfraquecem a autoridade moral necessária para cobrar sacrifícios, reformas ou responsabilidade de estados, de municípios, de empresários e de trabalhadores.

A criação de uma escala mais curta e flexível do que a do cidadão comum aprofunda tal distorção. Não se trata de negar avanços nas relações de trabalho ou em modelos mais modernos de gestão. Mas por que tais benefícios não começam pelo conjunto da sociedade? Por que não discutir jornadas mais humanizadas para todos, e não apenas para os que já estão no topo da pirâmide estatal?

Ao optar pelo aumento excessivo de salários e pela flexibilização exclusiva de suas próprias estruturas, o Congresso Nacional perde a chance de liderar sendo referência. E, mais uma vez, afasta-se do País que diz legitimamente representar. É preciso mais gestão e menos privilégios. É preciso mais Brasil real e menos Brasil oficial.

* Paulo Serra é especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito, também é 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB e presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.