sábado, 24 de janeiro de 2026

“ISTO É UM ASSALTO: GOVERNANÇA FRÁGIL, FISCALIZAÇÃO INSUFICIENTE E CONTROLE INTERNO DEFICIENTES - O CASO MASTER”. Por Paulo Serra*

O escândalo envolvendo o Banco Master, com liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, trouxe à tona um problema recorrente: a fragilidade dos mecanismos de controle, a opacidade em determinadas operações financeiras e a dificuldade histórica do Brasil em lidar com irregularidades de forma rápida, técnica e transparente.

De acordo com as investigações em curso e informações já tornadas públicas, a suspeita recai em operações financeiras complexas, possíveis inconsistências contábeis, movimentações atípicas de recursos e indícios de práticas que podem ter violado normas do sistema financeiro nacional.

As apurações buscam esclarecer se houve gestão temerária, omissões deliberadas, uso inadequado de instrumentos financeiros e eventual prejuízo a investidores, clientes ou ao próprio sistema bancário.

Ocorrências desta natureza não surgem do nada. Elas costumam ser o resultado de falhas acumuladas: governança frágil, fiscalização insuficiente, estruturas de controle interno deficientes e, muitas vezes, uma cultura de tolerância com riscos excessivos e pouca transparência.

O ponto central não é apenas o Banco Master, mas o que ele simboliza. Sempre que uma desordem financeira vem à tona, o impacto extrapola a instituição envolvida. A confiança no sistema como um todo é abalada, investidores ficam mais cautelosos, o crédito encarece e a Economia real, aquela que afeta empregos, empresas e famílias, acaba pagando a conta.

Por isso, é fundamental que as investigações avancem com total independência e clareza. O papel do Banco Central e dos demais órgãos de controle é decisivo. A sociedade precisa saber o que e como aconteceu, quem são os responsáveis e quais medidas serão adotadas para evitar que situações semelhantes se repitam. Afinal, transparência não pode ser seletiva, muito menos condicionada a interesses políticos, partidários, pessoais ou financeiros.

O Brasil não aguenta mais altercações. Não suporta mais a sensação de impunidade, nem a repetição de crises que poderiam ser evitadas com gestão profissional, fiscalização eficiente e regras claras. Cada nova celeuma reforça a percepção de que aprendemos pouco com os erros do passado - aliás, nem tão pretéritos, assim, convenhamos.

Investigar “doa a quem doer” não é discurso radical - é obrigação republicana. Não se trata de condenar previamente, mas, sim, de apurar o caso Banco Master com seriedade, sem blindagens e sem conivência e conveniência. Só assim será possível reconstruir a confiança, fortalecer as instituições e mostrar que o País leva a sério a integridade do seu arranjo econômico.

O caminho para o desenvolvimento do Brasil passa, necessariamente, por menos escândalos e mais gestão balizada em responsabilidade, ética e transparência. Esta nação precisa romper com o ciclo da crise permanente e avançar para uma cultura de prevenção, de controle e de respeito ao interesse público. Esse é, ao meu ver, o verdadeiro teste de maturidade institucional que o País precisa enfrentar, e agora!

* Paulo Serra é especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito, também é 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB e presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.


THYMOS ENERGIA ANUNCIA ANDRÉ MILLIONS E FILLIPE SOARES COMO NOVOS DIRETORES EM MOMENTO DECISIVO DO SETOR ENERGÉTICO

Executivos chegam para reforçar operações em M&A, da consultoria e adaptação do mercado frente aos novos desafios da transição energética

André Millions e Fillipe Soares

A Thymos Energia, uma das maiores consultorias especializadas em energia do país, anuncia André Millions, diretor da Thymos Capital; e Fillipe Soares, diretor de Consultoria. As chegadas dos executivos ocorrem em um momento estratégico para o setor elétrico brasileiro, marcado pelo cenário das fontes renováveis, pela abertura total do mercado livre de energia e por novos desafios operacionais e regulatórios que acompanham essa transformação.

Nas últimas décadas, o Brasil viveu um crescimento expressivo das fontes renováveis, tornando-se referência mundial em geração limpa. “A Thymos teve papel relevante nesse processo. Atuou como consultoria em aproximadamente 30% de toda a expansão da capacidade renovável instalada no país, apoiando projetos de geração, contratos de autoprodução e PPAs e decisões estratégicas de investidores e agentes do setor”, analisa João Carlos Mello, CEO da consultoria.

Agora, o setor entra em uma nova fase. O avanço acelerado das renováveis traz desafios como o curtailment, exigindo soluções cada vez mais sofisticadas em planejamento, operação, regulação e estruturação de negócios. Já o mercado livre de energia, com a entrada do consumidor varejista, demandará adaptação das empresas para atuar no novo ambiente, ampliando a complexidade comercial, regulatória e de gestão de riscos.

Outro movimento fundamental é a necessidade de consolidação do mercado livre de gás natural, visto como peça-chave para garantir segurança energética, competitividade industrial e complementaridade à matriz elétrica, especialmente em um cenário de maior intermitência das fontes renováveis.

“Depois de um ciclo intenso de expansão do setor e da Thymos, os desafios agora estão na integração, na continuidade do crescimento e na estruturação de novos mercados. A chegada do André e do Filipe fortalece nossa consultoria no apoio aos clientes nesse novo contexto”, afirma João.

Soluções financeiras estratégicas e novas diretrizes de mercado

“Após um ciclo de forte expansão das renováveis, o mercado passa a exigir soluções financeiras estratégicas, enquanto a abertura do mercado livre cria novas oportunidades em terrenos desafiadores. A Thymos Capital nasceu para atuar nesse ponto, conectando investidores a projetos bem estruturados e alinhados à nova realidade do setor”, diz André Millions, que assume essa frente de negócios, com o papel de impulsionar a conexão entre clientes e oportunidades em energia e infraestrutura.

“O setor elétrico brasileiro está cada vez mais sofisticado, competitivo e complexo. Nossa missão como consultoria é ajudar os agentes a navegar esse ambiente, seja na adaptação ao mercado varejista, no enfrentamento do curtailment ou na estruturação do mercado livre de gás natural”, afirma Fillipe Soares.

Com os novos diretores, a Thymos Energia reforça sua estratégia de crescimento e diversificação, ampliando sua atuação em consultoria, gestão, investimentos e novos negócios, e se posicionando como parceira essencial dos agentes que constroem o futuro da energia no Brasil.

Os novos executivos

André Millions é diretor da Thymos Capital. Possui mais de 25 anos de experiência em energia, governança corporativa e gestão empresarial. Atuou como Conselheiro Fiscal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e como membro de Conselhos de Administração. Em sua trajetória, passou por empresas do Grupo Eletrobras, liderando áreas de Comercialização, e pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Possui MBA em Gestão de Novos Negócios em Energia Elétrica pelo Ibmec e em Gestão Empresarial pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios e graduação em Administração Industrial pelo CEFET/RJ.

Fillipe Soares é diretor de Consultoria da Thymos Energia, com mais de 20 anos no setor de energia. Tem experiência como diretor e conselheiro em grandes empreendimentos de energia, com atuação em gestão de riscos, regulação e relações governamentais em empresas nacionais e multinacionais listadas em bolsas de valores. Doutor e Mestre em Sistemas de Potência pela Escola Politécnica da USP, é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A Thymos Energia é uma das maiores empresas brasileiras de consultoria e gestão de energia. Com a missão de transformar o complexo em simples, a empresa oferece soluções de ponta a ponta da cadeia: geração, transmissão, distribuição, comercialização e consumo, além de orientar investidores que buscam oportunidades nesses segmentos. A energia para o futuro precisa ser projetada, planejada e construída hoje e o trabalho da Thymos é dar o suporte necessário para que as melhores decisões sejam tomadas

Thymos Energia
P4 Comunicação Corporativa

SÃO PAULO: 472 ANOS DE DINAMISMO E PUJUNÇA

Avenida Nações Unidas, mais conhecida como marginal Pinheiros, e a Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira. Foto: Leo Ikeda | Domínio Público.

* Linoel Dias

São Paulo - a maior capital do estado e cidade do Brasil, um gigante urbano global, importante centro financeiro e cultural da América Latina - fundada em 25 de janeiro de 1554, está completando 472 anos. Suas dimensões mais do que extrapolaram por sua diversidade cultural, economia pujante (10% do PIB nacional), rica vida cultural (museus, teatros, shows) e por sua mistura de modernidade e tradição, sendo um importante polo de negócios e turismo.

Apesar de seus números estratosféricos de desenvolvimento, São Paulo está longe de ser uma boa cidade para se viver com tranquilidade. Infelizmente, como todas as grandes cidades e capitais, cresceu o número de feminicídio, estupros, sequestros, assaltos e todas as modalidades de golpes.

Destaques Principais

É a capital do estado de São Paulo e a cidade mais populosa do Brasil e da América do Sul, com mais de 12 milhões de habitantes.

É o principal centro financeiro do Brasil, sede da Bolsa de Valores (B3), com forte setor de serviços, finanças, comércio e tecnologia, respondendo por cerca de 10% do PIB nacional.

A capital paulista é um caldeirão cultural, resultado de imigração massiva, com culinária, eventos e tradições de todo o mundo, além de uma vasta cena artística (museus, teatros) e de eventos (shows, feiras).

É uma cidade global, devido ao seu dinamismo econômico, boa infraestrutura e redes de transporte e comunicação.

Fundada em 25 de janeiro de 1554 no Pateo do Collegio, a data celebra a conversão do apóstolo Paulo.

Pontos de Interesse

Cultura: Avenida Paulista, MASP, Pinacoteca, Teatro Municipal, Beco do Batman, Parques (Ibirapuera). Centenas de cinemas, teatros.

Negócios: Faria Lima, B3.Bolsa de Valores B3, 130 bancos, 93 corretoras de valores.

Gastronomia: É o terceiro polo gastronômico do mundo, só superado por Tóquio (Japão) e Seul (Coréia do Sul). Dos 100 melhores restaurantes da América Latina, 50 estão em São Paulo, que tem cerca de 23 mil restaurantes. São opções infinitas de restaurantes, shoppings e mercados, muitos deles abertos 24 horas.

Destaques

Verde: Possui áreas verdes significativas, como parques, praças e trechos de Mata Atlântica preservada, apesar de ser uma metrópole de concreto.

Eventos: Capital de shows e eventos na América Latina, atraindo milhões de turistas.

> Os números tiveram como fonte o site Visite São Paulo, do CVBSP

* Linoel Dias - jornalista e colunista de Turismo do “Coisas de Agora”


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

TCP ATINGE RECORDE E MOVIMENTA 11,5 MILHÕES DE TONELADAS DE CARGAS

Exportações representam mais de 60% do volume movimentado; crescimento é impulsionado por embarques de carnes e congelados

Em 2025 a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, atingiu uma movimentação recorde de 11,5 milhões de toneladas de cargas. A soma do volume de exportações e importações, sem considerar o peso de contêineres, representa um crescimento de 7% frente às 10,8 milhões de toneladas registradas em 2024.

O resultado foi impulsionado principalmente pelas exportações, que chegaram a 8,290 milhões de toneladas de cargas, alta de 7%, enquanto as importações tiveram um aumento de 2%, totalizando um volume de 3,177 milhões de toneladas.

Os segmentos comerciais que mais tiveram destaque nas exportações ao longo do ano foram o de carnes e congelados (3,822 milhões de toneladas), madeira (1,394 milhões de toneladas) papel e celulose (991 mil toneladas), e agronegócio (393 mil toneladas).

Nas importações, a liderança foi do segmento químico e petroquímico (619 mil toneladas), seguido do automotivo (544 mil toneladas), de eletrônicos e maquinários (333 mil toneladas), e de construção e infraestrutura (233 mil toneladas).

“Em um cenário global mais complexo, por conta da imposição de cotas de importação e tarifas a produtos brasileiros, a TCP se demonstrou um eixo fundamental para a corrente de comércio do país. Com uma alta concentração de serviços marítimos e maior capacidade de transporte por navio, após a ampliação do calado operacional, encerramos 2025 com uma movimentação recorde, o que reflete a confiança do mercado em operar por Paranaguá”, explica Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores e de inteligência de mercado da TCP.

Desde 2024, o calado operacional do canal de acesso ao Porto de Paranaguá já passou por três revisões, passando de 12,10 metros para 13,30 metros. O incremento da profundidade em 1,20 metros representa um aumento de capacidade de 960 TEUs cheios por navio.

O número de atracações no Terminal de Contêineres de Paranaguá teve um aumento de 3% em 2025, chegando a 1.019 navios. A TCP é o maior concentrador de linhas marítimas entre os terminais brasileiros, contando com 23 escalas semanais regulares de cobertura global (Ásia, Europa, Américas e África), além da Cabotagem.

Embarques de carne bovina têm nova máxima histórica

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), mostram que o Brasil exportou, em 2025, 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, uma alta de 20,9% em volume e que gerou uma receita de US$ 18,03 bilhões em receita total, alta de 40,1% em comparação com 2024.

No período, a TCP foi responsável pelo embarque de 1,034 milhão de toneladas de carne bovina, alta de 53% em volume frente às 675 mil toneladas exportadas em 2024. O crescimento do volume acima da média nacional representa um avanço do Terminal em participação de mercado, que passou de 23% para 29% entre 2024 e 2025.

“O aumento da participação de mercado na exportação de carne bovina está diretamente relacionado ao aumento da confiança do mercado brasileiro na infraestrutura e na qualidade do atendimento oferecido pela TCP para as indústrias exportadoras de carne. Com a maior área para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, o Terminal de Contêineres de Paranaguá se destaca como o maior corredor de exportação de carnes e congelados do Brasil, convertendo clientes de Norte a Sul”, destaca Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e de atendimento da TCP.

Em 2024, a TCP inaugurou o maior parque para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, após a conclusão da obra que ampliou o número de tomadas no pátio de operações de 3.624 para 5.268. No ranking nacional, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui um número de tomadas 32% superior ao segundo colocado.

Atualmente, a TCP é o maior corredor de exportação de carnes e congelados do Brasil, detendo uma participação de mercado de 39% no segmento.

Embarques de frango disparam no quarto trimestre

Entre outubro e dezembro, a TCP embarcou 670 mil toneladas de carne de frango congelada, alta de 9% em comparação às 617 mil toneladas registradas no mesmo período de 2024. O resultado demonstra uma retomada nos embarques de carne de frango após um ano desafiador para as indústrias exportadoras.

Com a identificação de um foco de Influenza Aviária em uma granja no município de Montenegro (RS), em maio, diversos compradores suspenderam temporariamente as importações do produto brasileiro, gerando impacto nos embarques. “Com a resolução rápida do caso e o Brasil se declarando livre de gripe aviária em junho, após 28 dias sem registrar novos casos, as restrições aos embarques foram gradativamente removidas. Com isso, a TCP alcançou um volume recorde na exportação de carne de frango no quarto trimestre e teve o melhor mês da série histórica em dezembro” comenta Guidolim.

De acordo com os dados levantados pelas Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apenas no mês de dezembro, o Brasil exportou 510,8 mil toneladas de frango, o que representou uma alta de 13,9% frente ao desempenho do mesmo mês no ano anterior, gerando uma receita total de US$ 947,7 milhões. No mesmo mês, a TCP registrou um novo recorde mensal para o embarque de carnes de frango, sendo responsável pela exportação de 233,9 mil toneladas, alta de 19% em comparação ao desempenho de dezembro de 2024, que havia sido de 197,4 mil toneladas.

A ABPA também informou que, em 2025, o país embarcou 5,324 milhões de toneladas de frango, alta de 0,6% em volume, gerando uma receita total de US$ 9,790 bilhões. Já a TCP, maior corredor de exportação de carne de frango congelada do Brasil, foi responsável pelo embarque de 2,398 milhões de toneladas do produto, representando uma participação de mercado de 45% nas exportações.

O Paraná foi o estado de origem de mais de 70% do volume de frango exportado pela TCP. Já os principais destinos das cargas foram Emirados Árabes Unidos (9,1%), África do Sul (8%) e Japão (6,7%).

TCP
203 Comunicação

FÁBRICA DO CAFÉ PILÃO É A PRIMEIRA DO SETOR A OPERAR COM BIOMETANO NO BRASIL

JDE Peet’s Brasil e Ultragaz firmam parceria para reduzir emissões de carbono na unidade de Jundiaí

A JDE Peet’s, companhia global líder em cafés e chás, detentora no Brasil das marcas Pilão, L’OR, Café Maratá, Café do Ponto, Caboclo, Café Pelé, Damasco, anuncia que sua fábrica em Jundiaí (SP) passará a operar com gás Biometano a partir do 1º semestre de 2026. A iniciativa, realizada em parceria com a Ultragaz, marca um avanço inédito na indústria do café no País, reconhecido mundialmente como maior produtor do grão.

Com a adoção do biometano em sua maior planta de café torrado e moído do mundo, a JDE Peet’s se torna a primeira indústria de café no Brasil a utilizar essa fonte energética renovável em seu processo fabril. O combustível, obtido a partir da purificação do biogás gerado na decomposição de resíduos orgânicos em aterros, contribui para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e para fortalecer a economia circular.

“Evitaremos a emissão de aproximadamente 2.500 toneladas de CO₂ por ano na região. Além disso, o uso do Biometano reforça nosso compromisso com práticas industriais de menor impacto ambiental, transformando resíduos em energia, inovação e prosperidade para a comunidade de Jundiaí e região”, afirma Marisa Penteado, diretora de Operações da JDE Peet’s Brasil.

Além dos ganhos ambientais, o projeto contribui para que o consumidor tenha acesso a um café produzido de forma ainda mais responsável, reforçando a preferência por marcas que integram a sustentabilidade de forma estruturada ao seu negócio. “O café é parte da identidade do Brasil e entendemos nosso papel em liderar uma transformação que una tradição e futuro. Ao adotar o Biometano, damos um passo concreto rumo a uma operação mais limpa, inovadora e alinhada aos compromissos globais de redução de carbono. Essa conquista não é apenas da nossa empresa, mas de toda a cadeia do café brasileiro. Nosso compromisso é com o futuro do café”, destaca André Maurino, presidente da JDE Peet’s Brasil.

A implementação do Biometano integra a estratégia de sustentabilidade da JDE Peet’s, por meio do programa Common Grounds, que inclui metas de redução de emissões, logística mais eficiente, apoio a projetos de agricultura regenerativa e investimentos contínuos em eficiência energética. Até 2030, a empresa está comprometida em reduzir as emissões absolutas de Gases de Efeito Estufa dos Escopos 1 e 2 em 43,3%[*].

“O Biometano é uma das principais alavancas para avançar a transição energética do país. Na Ultragaz, trabalhamos para democratizar o acesso a esse combustível renovável e a colaboração com a JDE Peet’s Brasil reforça nosso compromisso em transformar a matriz energética das empresas e apoiar as metas de descarbonização dos nossos clientes”, destaca Erik Trench, diretor de Gases Renováveis da Ultragaz.

Como funciona o Biometano

O Biometano é um gás renovável produzido a partir da biodigestão de resíduos sólidos urbanos, agrícolas e agroindustriais, como bagaço de cana, restos de culturas, dejetos de produção. No projeto da JDE Peet’s, o Biometano será transportado do aterro sanitário até a fábrica em Jundiaí por caminhões movidos pelo próprio combustível, sem necessidade de dutos ou veículos a combustão, tornando a operação ainda mais limpa e eficiente.

Principais benefícios do Biometano

  • Redução significativa de CO₂ em comparação ao gás natural fóssil;
  • Redução de emissões de metano no aterro e uso energético eficiente do gás;
  • Diversificação da matriz energética;
  • Alinhamento com políticas nacionais de biocombustíveis;
  • Menor dependência de combustíveis não renováveis;
  • Estímulo à economia circular, transformando resíduos em energia limpa;
  • Melhoria da qualidade do ar e redução de impactos ambientais.

[*] Em comparação com a base de 2020

A JDE Peet’s é uma companhia global líder em café, que serve, aproximadamente, 4.400 xícaras de café por segundo, em mais de 100 mercados. Guiados pela nossa estratégia “Reviver o Incrível”, estamos focando no crescimento impulsionado por marcas, com atenção especial a três grandes apostas: Peet’s, L’OR e Jacobs, além de um portfólio com 10 marcas que são ícones locais. Em 2024, a JDE Peet’s gerou vendas totais de 8,8 bilhões de euros e contou com uma força de trabalho global de mais de 21 mil associados. Clique aqui e descubra mais sobre nossa jornada para oferecer um café para cada xícara e uma marca para cada coração

JDE Peet’s
WEDOPR

SÃO PAULO, 472: CÉU E INFERNO PULSAM. Por Marli Gonçalves*

A maior, a mais tudo do país, para o bem e para o mal, organismo vivo e, como tal, São Paulo registra transformações intestinas o tempo inteiro mastigando e deglutindo seus quase 12 milhões de habitantes de forma cada vez mais acelerada diante de nós, desfigurando até a sua própria História.

Nasci por aqui, e estranho que praticamente quase nada do que formaria minha memória afetiva se manteve intacto. O Hospital e Maternidade Matarazzo, onde cheguei ao mundo, agora é hotel chique, com pedaços discutíveis de preservação, depois de anos de total abandono e quase desmoronamento.  Dos lugares onde estudei, só a FAAP ainda está no lugar, e mesmo assim me parece outra quando a vejo totalmente cercada, com a beleza de sua fachada mexida e as suas escadarias vazias de alvoroços. Nos outros locais já há muito foram fincados condomínios pavorosos: na Alameda Jaú, o Externato Luiz Magnanini sumiu no tempo; na Rua Tabapuã, sumiu o Liceu Eduardo Prado e sempre penso até o que foi feito com o bondinho que ficava no pátio, tudo aquilo. Me pergunto até onde estarão os registros dos alunos – gostaria de rever meus boletins e orgulhosas notas altas.

São Paulo é mestra em encantamentos e nessas mágicas das quais não podemos nos distrair sob pena de perder referências e até, aliás, de nos perdermos em caminhos por não mais reconhecê-los, e isso às vezes em pouquíssimo tempo que ali não passamos. Descrevo a região central onde me estabeleci, bem paulistana; mas como repórter de cidades pelo Jornal da Tarde conheci muito bem toda a dimensão dessa cidade e suas quebradas, como chamam hoje suas periferias e limites inimagináveis, com barcos, represas, balsas, linhas quilométricas de ônibus, estradas de terra e esperanças de melhorias que certamente muitos ainda aguardam as soluções deitadas nas gavetas das promessas.

Vivo na região mais contemporânea, central, onde as ruas são um eterno Salão do Automóvel por onde passam os modelos mais exclusivos. Onde muita, mas muita gente, se veste de preto; aliás, se veste como bem entende, e lança moda. Onde os gêneros são realmente fluídos. Onde o luxo anda junto também com a miséria e muitos dormem pelas ruas – e algumas dessas pessoas tem nomes e até histórias conhecidas por estarem tanto tempo ali, peregrinas da região. Conheço gerações que vi nascerem e terem filhos e filhos, e grávidas cada vez mais jovens, quase crianças. Onde se diz que tem mais segurança e às vezes percebemos que não temos nenhuma, assim como sem cuidada infraestrutura, embora paguemos caríssimos impostos. Onde todas as religiões se cruzam, os judeus ortodoxos e seus enormes chapéus de pele e roupas pesadas ao véu que cobre as muçulmanas, com os belos e coloridos imigrantes africanos. Levaria dias descrevendo o que acompanho.

A cidade que tenta se comparar de forma jeca e desnecessária a Nova Iorque tem ainda muito o que se ver, conhecer. Ruas e bairros inteiros eleitos como melhores em listas de revistas internacionais, como o Bom Retiro e, agora, a Barra Funda, onde enormes galpões se transformaram em galerias de arte formando até um roteiro oficial, mesmo que ainda em meio ao abandono – tudo junto e misturado. O Centro Antigo merece uma caminhada para observar a arquitetura e mesmo até alguns de seus escombros.

São Paulo é tudo ao mesmo tempo agora. Se revela a cada momento, céu e inferno, suas contradições e falta de planejamento, sua personalidade múltipla e rica, seus barulhos e stress constantes, medida a cada feriado com a fuga desesperada de seus moradores em êxodos pelas estradas para se refrescarem.

São Paulo, de qualquer forma, vale a pena. E a gente canta Parabéns para ela. Reclamando, elogiando, olhando para os lados, ganhando ou perdendo, mas ainda uma terra de oportunidades.

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

GUIA PRÁTICO PARA ENCRENCAR O TRÂNSITO. Por Eduardo Fangel*

Há algum tempo penso em compartilhar técnicas infalíveis para “engarrafar cidades brasileiras” com eficiência suíça - só que ao contrário. Tudo baseado no princípio sagrado da política municipal: “se o eleitor pede lombada, lombada haverá”. Fiscalização? Educação? Engenharia de tráfego? Coisas neoliberais demais.

Antes, um lembrete básico que todo prefeito ignora com orgulho: 

"Vazão = velocidade x área“

Mas quem liga pra física quando dá pra inaugurar concreto?

1. Lombadas (a religião oficial)

Coloque “sempre nas vias principais”, de preferência logo após cruzamentos. 

Assim:

  • Quem vem da preferencial freia sem necessidade
  • Quem vem do “PARE” não sabe se para, arranca ou reza
  • Todos perdem tempo, combustível e sanidade

PS: os testes em laboratórios de emissões veiculares demonstram que o maior consumo de combustível e consequente emissão de poluentes ocorre no anda e para do trânsito.

Fiscalizar velocidade dá trabalho. Lombada é voto sólido.

2. Faixas de pedestres (o caos democrático)

Pinte faixas:

  • Em todo cruzamento
  • Em toda esquina
  • Em locais sem visibilidade nenhuma
  • Semáforo verde? Problema do motorista.
  • Conversão à direita? Surpresa! Um pedestre brota do nada.

Faixa no meio da avenida com canteiro central? Excelente. Pedestre não usava mesmo — agora vai usar.

3. Placas “PARE” estratégicas

Sempre dê preferência à rua:

  • Mais estreita
  • Mais lenta
  • Com menos fluxo

Estudo de tráfego é elitista. Intuição política é ciência exata.

4. Estacionamento livre, leve e solto

Avenida com duas faixas?

 Transforme em “uma”.

Rua estreita?

 Estacione dos “dois lados”.

O importante é garantir que ambulância e ônibus nunca passem. Comércio feliz, cidade parada.

5. Retornos infinitos

Permita retornos:

  • Em todas as ilhas
  • Em toda avenida movimentada
  • Sem recuo, sem sinalização e sem piedade

Nada cria mais engarrafamento que um carro atravessado tentando “só virar rapidinho”.

6. Faixas que somem magicamente

Avenida de três faixas?

  • Faça virar duas. Do nada!
  • Sem placa, sem aviso, sem vergonha.

O motorista aprende na marra. Ou não aprende.

7. Mate as rotatórias (crime urbanístico qualificado)

Rotatória flui? Então está errado.

Troque por:

  • Semáforos

De três tempos; Intermináveis! Que param tudo mesmo quando não passa ninguém, Trânsito parado transmite sensação de “controle”.

Conclusão:

O trânsito não precisa fluir. Precisa “parecer humano”, mesmo que seja burro. Lombada inaugurada, fiscalização não adotada. Lombada aparece na foto. Multa dá chilique. Engarrafamento é só o preço do populismo viário.

Se a cidade travar, melhor ainda: o eleitor acha que cresceu demais.

E os prefeitos? Seguem firmes, cortando fita… em cima da lombada.

* Eduardo Fangel é formado pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo e foi, durante muitos anos, responsável pelo “Traffic Safety” no Campo de Provas da General Motors, em Indaiatuba, SP.

** Espaço editorial da Coluna chicolelis

FABIO RIBEIRO É O NOVO CEO DA NLT TELECOM

Executivo terá a missão de expandir atuação comercial da empresa, ampliando portfólio e presença na América Latina

Fabio Ribeiro

A NLT Telecom, operadora autorizada Anatel, anuncia Fabio Ribeiro como seu novo CEO, que chega para ampliar a atuação comercial da empresa. Há sete anos no mercado, a NLT iniciou como MVNO pioneira especializada em IoT e, atualmente, tem tido relevante desempenho também como Mobile Virtual Network Enabler (MVNE).

“A NLT já se consolidou como uma das principais operadoras do Brasil graças à inovação e à capacidade de entregar conectividade confiável e customizada para os setores mais exigentes do mercado. Minha missão, a partir de agora, é a de acelerar ainda mais o crescimento e a transformação da empresa, fortalecer nosso conjunto de soluções e expandir a operação para novos mercados, sempre colocando o cliente no centro de todas as decisões”, afirma Fabio Ribeiro.

Com mais de 20 anos de experiência no setor, Fabio tem sólida experiência em gestão e desenvolvimento de equipes multidisciplinares em várias áreas de negócio, tendo atuado em importantes empresas de telecom no Brasil, como Vivo, Claro Next, TNS e Vero. O executivo tem graduação em Engenharia pela Federal de Itajubá, MBA pela University of Manchester e especialização pela UCSD e UNIFEI.

A NLT Telecom é operadora global de telecomunicações exclusiva para o mercado de IoT, uma Mobile Virtual Network Enabler (MVNE), que oferece ao mercado a melhor estrutura de core de rede do país, com conectividade em qualquer tecnologia, dentro e fora do território nacional. As soluções multitecnológicas de hiperconectividade NLT podem ser combinadas entre si de forma a atender as mais diversas aplicações, sendo ideais para comunicação entre máquinas (M2M) e Internet das Coisas (IoT), em áreas como saúde, indústria 4.0, rastreamento de veículos e ativos, logística, agronegócio, monitoramento e segurança, meios de pagamento e cidades inteligentes

NLT

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

MASSEY FERGUSON REÚNE ANTIGOS COLABORADORES PARA CELEBRAR O LEGADO DA MARCA NO BRASIL

Encontro marcou o lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”, que eterniza memórias de ex-colaboradores

Lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”

A unidade da AGCO em Jundiaí (SP) recebeu antigos colaboradores que construíram suas trajetórias profissionais na Massey Ferguson em um encontro dedicado à celebração do legado da marca no Brasil. Entre conversas e lembranças compartilhadas, o evento foi uma oportunidade de reviver trajetórias profissionais e laços de amizade construídos ao longo de décadas. A ocasião foi marcada pelo lançamento do livro “Legendários Massey Ferguson”, obra que reúne histórias, vivências e memórias de profissionais que fizeram parte da trajetória da empresa ao longo das décadas.

Escrito pela jornalista Eloisa Rangel, o livro registra relatos de 45 ex-funcionários que ajudaram a consolidar a Massey Ferguson como uma das principais referências do setor agrícola no país, reunindo experiências que vão do chão de fábrica à presidência da empresa. “Conhecer a realidade de quem participou ativamente do desenvolvimento da agroindústria brasileira foi inspirador e nos permitiu um resgate de memória muito humano. O livro é um tributo a quem fez a história da marca e da agricultura brasileira", afirma a autora.

Como forma de reconhecimento e homenagem, os exemplares do livro foram distribuídos para cada um dos antigos colaboradores durante o evento. "Este livro representa o nosso legado. A junção de todas as histórias que construíram algo tão excepcional que é difícil até de descrever. É a celebração de um grupo que se mantém unido há 40 anos, mantendo essa trajetória, essa amizade e essa paixão pela marca. É inesquecível e este livro é o coroamento de tudo isso", afirma Lucia Meilei, ex-colaboradora Massey Ferguson.

Para Fernanda Teixeira, gerente de Comunicação da AGCO para a América do Sul, a iniciativa reforça a conexão da empresa com sua própria história. “Em um ano em que a Massey Ferguson celebra 65 anos de Brasil e mais de 175 anos no mundo, ver o orgulho de quem ajudou a marca a crescer é contagiante. Valorizar o ser humano vai muito além de uma boa entrega; trata-se de trazer essas pessoas de volta para 'dentro de casa' e reconhecer aqueles cujos olhos brilham pela nossa história. É uma amizade que precisamos levar para as próximas gerações, garantindo que teremos muitos outros Legendários no futuro.

A iniciativa também incluiu um encontro on-line com colaboradores atuais da Massey Ferguson, promovendo um momento de troca entre gerações. Na ocasião, integrantes do grupo de Legendários compartilharam suas experiências e memórias de trabalho, reforçando os valores, a cultura e o orgulho de pertencer à marca.

O grupo, nomeado carinhosamente de Legendários, é formado por profissionais de diferentes áreas e departamentos que atuaram na empresa desde meados das décadas de 1960 e 1970. Com tradição de promover encontros anuais, o grupo cresce a cada edição. Neste ano, os participantes puderam conhecer as diferentes áreas da operação da AGCO em Jundiaí, como Centro de Distribuição de Peças, Centro de Treinamento AGCO Academy, Centro de Excelência de Transmissões Reman e Centro de Experiência ao Cliente, em uma experiência que conectou passado, presente e futuro da Massey Ferguson no Brasil.

A Massey Ferguson, marca pertencente ao grupo AGCO, acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola. É a maior exportadora de máquinas agrícolas da América Latina e referência no mercado brasileiro há seis décadas. Os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, implementos, pulverizadores, enfardadoras e produtos e serviços de agricultura de precisão Massey Ferguson são comercializados para mais de 80 países, principalmente África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai. As fábricas na América do Sul ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões) e também na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores). Possui uma extensa e estabelecida rede de concessionárias no Brasil, com mais de 200 lojas. Clique aqui, visite o site e saiba mais

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO entrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio diferenciado de marcas, incluindo as líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO possibilita aos agricultores alimentarem o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, na Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente US$ 11,7 bilhões em 2024. Clique aqui para mais informações

Massey Ferguson
AGCO
FSB Comunicação

CIEE RECEBE JAIRO AVRITCHIR PARA COMANDAR NOVA SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA

Executivo passou por grandes empresas como Dell, JP Morgan e Banco UBS

Jairo Avritchir

Alinhado à sua estratégia de modernização e avanço contínuo do uso de tecnologia, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inserção social e trabalho jovem da América Latina, anuncia a criação da Superintendência de Tecnologia - SUTEC, que Jairo Avritchir assume como novo superintendente da organização.

Com quatro décadas de atuação no mercado, Avritchir construiu uma trajetória sólida em companhias de grande porte, tendo ocupado posições de liderança nas áreas de TI e Inovação em organizações como Dell, J.P. Morgan, Webcontinental, UBS Brasil, Portocred e Banco Fibra. Ao longo de sua carreira, liderou equipes de TI no Brasil e no exterior, conduzindo programas de transformação digital, desenvolvimento e implantação de sistemas, governança de TI, segurança da informação e gestão de risco.

A chegada do executivo reforça o compromisso do CIEE com a adoção de soluções tecnológicas para melhorar a experiência das empresas, estudantes e instituições de ensino,  ampliar a eficiência operacional, fortalecer a segurança da informação e fomentar a inovação, apoiando a missão social da entidade.

“Estou muito feliz e motivado para assumir esse desafio. O CIEE é uma instituição com um propósito social relevante e uma atuação essencial para o desenvolvimento de jovens e empresas. Implementar novas tecnologias é fundamental para acelerar esse impacto positivo”, afirma Avritchir.

CIEE 61 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Comunicação do CIEE

KEPLER WEBER INICIA EMBARQUES PARA UM DOS PROJETOS INTERNACIONAIS MAIS RELEVANTES DOS ÚLTIMOS 15 ANOS

Contrato fechado com a MP Agro, cerealista venezuelana, envolve implantação de estrutura para beneficiamento e estocagem de milho branco com capacidade de 80 mil toneladas

A Kepler Weber (KEPL3) anunciou um dos projetos internacionais de maior relevância da companhia nos últimos 15 anos, voltado à implantação de uma unidade de beneficiamento e estocagem de milho branco na Venezuela. A estrutura terá capacidade inicial para 80 mil toneladas, com possibilidade de expansão futura, e atenderá principalmente a indústria de farinha de milho branco, base da alimentação no país.

O contrato foi firmado com a MP Agro, cerealista que atua no fornecimento de insumos, equipamentos e no financiamento da safra para agricultores locais. Com a nova estrutura, a companhia ampliará sua capacidade de originação, passando a receber grãos próprios, de produtores independentes e de cooperativas parceiras, com foco no abastecimento da indústria alimentícia local.

“O projeto reforça nossa atuação internacional e está alinhado à estratégia de diversificação geográfica da companhia”, afirma Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber.

Além da estrutura de armazenagem, a obra envolve uma solução integrada com máquinas de pré-limpeza e limpeza, quatro secadores e sistema de termometria digital da Procer, com sensores de umidade relativa, que permitem o monitoramento contínuo e maior controle da qualidade do milho ao longo do processo. O cronograma contratual está previsto para conclusão no segundo semestre de 2026.

O contrato está alinhado à estratégia da companhia de ampliar a presença em outros países, especialmente na América Latina, onde a Kepler Weber é líder no segmento. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025, a receita líquida do segmento de negócios internacionais da empresa somou R$ 135,1 milhões, crescimento de 11,7% em relação ao mesmo período de 2024.

“Projetos desse porte exigem engenharia robusta, integração de sistemas e domínio de processos voltados ao consumo humano. É nesse tipo de desafio que a companhia consolida sua atuação internacional, levando tecnologia brasileira para mercados estratégicos”, destaca Ismael Schneider, gerente de negócios internacionais da Kepler Weber.

Kepler Weber
Agência Fato Relevante

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

NOS PORTOS QUE NÃO DORMEM, A ENERGIA PRECISA SER MAIS DO QUE CONSTANTE - PRECISA SER INTELIGENTE

Com recordes de 1,32 bilhão de toneladas de cargas, setor portuário brasileiro adota painéis que monitoram rede em tempo real e permitem manutenção sem parar operação

Foto: Freepik | Divulgação Engerey Painéis Elétricos

Entre guindastes imensos que puxam contêineres, empilhadeiras que cortam filas de caminhões e navios que chegam com exatidão milimétrica, está um dos maiores desafios logísticos do Brasil: manter a continuidade, minuto a minuto, das operações em um porto.

A alta demanda por exportações de grãos, minérios e produtos industrializados fez das estruturas portuárias um ponto crítico da economia, onde qualquer falha elétrica pode custar milhões.

Com o setor portuário atingindo recordes - 1,32 bilhão de toneladas de cargas em 2024, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) - e com as cargas conteinerizadas crescendo cerca de 20%, os números mostram que os portos estão cada vez mais sob pressão.

Mais volume, mais contêineres, mais turnos e, consequentemente, mais necessidade de confiabilidade. Nesse ambiente, a infraestrutura elétrica, que antes podia ser considerada um “dado adquirido” - isto é, assumia-se que os sistemas iriam funcionar normalmente - , passa a exigir atenção redobrada em engenharia, seleção de sistemas, automação e monitoramento remoto.

“Quando falamos de porto, estamos falando de carga, de risco, de prazo e de pessoas trabalhando com máquinas pesadas”, ressalta o engenheiro eletricista Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos.

O engenheiro destaca que “se um painel elétrico falhar, como por exemplo, um disjuntor desarmar indevidamente ou um cabo sobreaquecer, gera-se risco de interrupção ou até de incêndio. No cenário da logística portuária, essa falha reverbera muito além da sala de manutenção — pode significar navio aguardando, filas de caminhões paradas, atraso no embarque ou desembarque e, claro, custos altos”.

Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos

Junto a toda essa infraestrutura portuária há uma rede complexa de energia. Painéis, transformadores, disjuntores e sistemas de proteção garantem o funcionamento das máquinas e a segurança dos trabalhadores. “Mas, até pouco tempo atrás, esses equipamentos operavam ‘no escuro’, isto é, só se sabia de um problema depois que ele acontecia”, diz Amaral.

A tecnologia tem acompanhado todo esse avanço no setor, e sistemas inteligentes trabalham para que cada etapa da operação portuária funcione com segurança e continuidade.

“Um exemplo são os painéis de média tensão SM6 Connected, que garantem a continuidade das operações por meio do monitoramento inteligente de seus componentes internos. Com isso, o engenheiro pode verificar o status do equipamento de forma remota e programar manutenções preventivas antes que uma falha ocorra — tudo sem interromper as atividades. É um avanço significativo em relação aos painéis convencionais, que exigem a parada total do sistema para reparos”, destaca Amaral.

Segundo o especialista, o mesmo conceito é aplicado aos painéis elétricos de baixa tensão, como os PrismaSet da Schneider Electric, fornecidos no Brasil pela Engerey que também têm a conectividade como seu principal diferencial.

Além disso, painéis elétricos inteligentes possuem mecanismos que não protegem apenas a infraestrutura, mas também os operadores que atuam dentro do ambiente portuário, um dos mais arriscados do setor logístico.

“Quando o sistema detecta um risco e atua de forma automática, reduz-se drasticamente a exposição de técnicos e eletricistas a situações de perigo. É segurança física e operacional ao mesmo tempo”, observa.

A tendência é que os painéis elétricos passem a conversar com sistemas de gestão em nuvem, gerando dados em tempo real sobre consumo, eficiência e riscos — o que deve transformar o conceito de manutenção e gestão portuária.

“Estamos entrando em uma era em que a infraestrutura elétrica será tão conectada quanto o próprio terminal de cargas”, diz Amaral. “Isso muda tudo: o porto passa a operar de forma preditiva, e não mais reativa”, conclui.

> Clique aqui e visite o site da Engerey

Referências

https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2025/02/portos-brasileiros-registram-maior-movimentacao-da-historia-com-132-bilhao-de-toneladas-em-2024

https://www.gov.br/antaq/pt-br/noticias/2025/recorde-nos-portos-setor-aquaviario-movimenta-mais-de-1-32-bi-de-toneladas-em-2024

Engerey Painéis Elétricos
Engenharia de Comunicação

CASE IH REALIZA DESAFIO INÉDITO COM DRONE DE APLICAÇÃO

Teste de 24 horas comprova eficiência, precisão e potencial para reduzir custos e emissões no campo

A Case IH, marca da CNH, concluiu um desafio inédito com o seu Drone de Aplicação para avaliar o desempenho do equipamento em condições reais de operação, incluindo autonomia, resistência a fatores ambientais, estabilidade de voo e confiabilidade na comunicação e transmissão de dados. Durante 24 horas ininterruptas, a tecnologia foi testada na Fazenda Conectada Case IH, o laboratório de tecnologia e inovação em uma fazenda real localizada em Água Boa (MT).

E os resultados comprovam o impacto financeiro e ambiental que o drone traz para a operação agrícola. O drone modelo P150, que opera com a capacidade máxima de 70 litros, realizou 147 voos, cobrindo uma área total de 892 hectares e aplicando 7.039 litros de produto com 98,9% de acurácia. A operação registrou 18 horas e 45 minutos de voo efetivo, com velocidade média de 64 km/h, altura de 6 metros e largura de faixa de 11 metros. A taxa média de aplicação foi de 8 litros por hectare. O rendimento médio foi de 37 hectares por hora, com picos de até 51 hectares por hora, e o maior voo cobriu 8,75 hectares. O pit stop mais rápido levou apenas 22 segundos, demonstrando agilidade na operação.

Além da eficiência operacional, o teste reforça o potencial do drone para reduzir custos e impactos ambientais. A aplicação precisa e eficaz diminui o consumo de insumos e de combustível e contribui para a redução das emissões de carbono. Essa tecnologia está alinhada à estratégia da Case IH de promover práticas agrícolas mais limpas e sustentáveis, apoiando o produtor rural na transição para uma agricultura de baixo carbono.

“Neste teste, levamos o nosso produto ao extremo para comprovar o que já sabíamos: que ele entrega máxima produtividade e alta eficiência, o que reforça o nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade. O Drone de Aplicação Case IH faz parte de um ecossistema de tecnologias que oferecemos ao produtor rural e que amplia as possibilidades de manejo inteligente, com ganhos em eficiência, redução de custos e menor emissão de carbono”, afirma Leandro Conde, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina.

Para o especialista do Núcleo de Ensaio de Máquinas Agrícolas da Universidade Federal de Santa Maria, José Fernando Schlosser, que acompanhou o teste, foi um marco importante e difícil de ser repetido. “Podemos ter esse teste como referência. No tempo total de 24 horas deslocou-se uma distância linear de 815 km. Embora essa tenha sido uma prova de difícil repetição, poucos equipamentos atuais poderão alcançar números espantosos como esses”, explica.

Entre as vantagens dessa tecnologia estão a maior facilidade operacional em terrenos de topografia irregular ou mais recortados, como talhões menores, além de possibilitar aplicações em culturas de grande porte, como coqueiros e bananas. Outro uso bastante indicado para esse equipamento é em áreas alagadas, evitando o amassamento da cultura e a compactação do solo.

Fácil de transportar, o Drone de Aplicação possui um plano de voo autônomo, o que simplifica a operação, além de contar com um sistema de monitoramento do espaço ao seu redor, evitando obstáculos e acidentes, trazendo segurança e precisão à operação.

A Case IH fez o lançamento oficial do Drone de Aplicação durante a Agrishow 2025 como uma solução complementar à linha de pulverizadores Patriot. Com importação e distribuição no Brasil pela marca, são oferecidos dois modelos: de 30 litros (P60) e de 70 litros (P150), contando com todo o suporte da marca por meio de mais de 180 pontos de atendimento da rede de concessionários.

“Um dos grandes diferenciais é a segurança que o agricultor tem de comprar o produto e ter garantida toda a pós-venda da Case IH com atendimento, peças, serviços e treinamentos. Não tem outra marca de drone que ofereça todo esse suporte”, comenta Gerson Garbuio, diretor da concessionária Agritex e proprietário da Agropecuária Jerusalém, onde a Fazenda Conectada Case IH está localizada.

Fazenda Conectada Case IH

A Fazenda Conectada é um laboratório vivo de Agricultura Digital, onde a Case IH testa soluções avançadas para aumentar a produtividade e promover a transição para práticas mais sustentáveis. A Case IH, em parceria com a TIM, acaba de anunciar novos resultados da Fazenda Conectada, com safra recorde e redução de custos.

O projeto integra conectividade, gestão de dados e tecnologias de ponta, como o drone, que entrará nos próximos estudos desenvolvidos no local, pela Agricef, em parceria com a Unicamp.

A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos, colhedoras de cana, além de tratores com uma ampla faixa de potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da marca a melhor opção do plantio à colheita. A Case IH é uma marca da CNH. Mais informações podem ser encontradas no site

Case IH
REDE Comunicação

JAMES LOVE É O NOVO CHIEF REVENUE OFFICER DA CLAROTY

Veterano em cibersegurança, executivo chega para consolidar o forte impulso e liderar a empresa no próximo capítulo de crescimento sustentado de receita

James Love

A Claroty, a empresa de proteção de sistemas ciberfísicos (CPS), anunciou a nomeação de James Love como Chief Revenue Officer (CRO). Love traz para a Claroty mais de 25 anos de experiência em liderança de tecnologia e cibersegurança, construindo e escalando funções de go-to-market em organizações de alto crescimento. Recentemente, James atuou como CRO na Radiant Logic, consolidando uma trajetória de liderança que agora o posiciona estrategicamente para impulsionar os ambiciosos planos de crescimento da Claroty.

“James se junta à Claroty em um momento crucial de nossa jornada”, disse Yaniv Vardi, CEO da Claroty. “À medida que expandimos nossa liderança como a plataforma mais unificada para proteção de CPS, sua capacidade comprovada de escalar organizações de vendas de alto desempenho, desenvolver talentos excepcionais e construir culturas vencedoras será fundamental para nossa próxima fase.”

Antes de ingressar na Claroty, Love ocupou cargos executivos em empresas líderes de cibersegurança, incluindo Illumio, Imperva, Orca Security, Arxan Technologies e Radiant Logic. Nessas funções, Love formou equipes de vendas de primeira classe que prosperaram ao encantar os clientes. Sob sua liderança, suas equipes aprimoraram os processos de go-to-market, melhoraram a estratégia e a execução de vendas e fortaleceram os ecossistemas de parceiros e alianças.

“Estou entusiasmado por me juntar à Claroty em um momento em que a segurança de CPS é prioridade para todas as organizações que sustentam infraestruturas de missão crítica”, disse Love. “Os clientes que atendemos precisam de uma fonte confiável de verdade operacional, e estou ansioso para levar nossa visão de um programa de proteção de CPS inigualável para mais organizações, conforme continuamos nosso rápido crescimento em 2026 e além.”

Love ingressa na Claroty no momento em que a empresa deu um passo emocionante em sua estratégia de inovação em IA, lançando recentemente a "The CPS Library" — um catálogo de ativos movido a IA, pioneiro no setor, que garante visibilidade e precisão aprimoradas no rastreamento de especificações de ativos.

A notícia também surge após importantes reconhecimentos de analistas nos últimos doze meses, com a Claroty sendo nomeada líder no Gartner® Magic Quadrant™ de 2025 para Plataformas de Proteção de CPS (¹) e no The Forrester Wave™: Soluções de Segurança de IoT, 3º Trimestre de 2025. 

(¹) Gartner, Magic Quadrant for CPS Protection Platforms, Katell Thielemann, Wam Voster, Ruggero Contu, 12 de fevereiro de 2025. O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço retratado em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa do Gartner e não devem ser interpretadas como declarações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, em relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.

GARTNER é uma marca registrada e marca de serviço da Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas nos EUA e internacionalmente, e MAGIC QUADRANT é uma marca registrada da Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas e são usadas aqui com permissão. Todos os direitos reservados.

A Claroty redefiniu a proteção de sistemas ciberfísicos (CPS) com uma plataforma inigualável centrada na indústria, construída para proteger infraestruturas de missão crítica. A Plataforma Claroty oferece a visibilidade de ativos mais profunda e o conjunto de soluções construídas para CPS mais amplo do mercado, compreendendo gestão de exposição, proteção de rede, acesso seguro e detecção de ameaças – seja na nuvem com Claroty xDome ou on-premise com Claroty Continuous Threat Detection (CTD). Apoiada por pesquisas de ameaças premiadas e uma vasta gama de alianças tecnológicas, a Plataforma Claroty permite que as organizações reduzam efetivamente o risco de CPS, com o tempo de valorização (time-to-value) mais rápido e menor custo total de propriedade. A Claroty é implementada por centenas de organizações em milhares de locais globalmente. A empresa está sediada na cidade de Nova York e possui presença na Europa, Ásia-Pacífico e América Latina. Para saber mais, clique aqui e visite o site