sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

ASSOMBRAÇÕES DENTRO DO BOX. Por Marli Gonçalves*

Sempre brinquei de imaginar a invasão do box do chuveiro de coisas que vejo e acontecem pelo mundo. Talvez por ser ali no banho a hora em que, mal ou bem, debaixo do chuveiro, isolada, nua, ainda seja o único lugar onde ainda consigo me sentir mais tranquila e relaxada.

Moro em São Paulo, bem sabem, e por aqui a loucura da especulação imobiliária violenta e agressiva agora ocupa e demole tudo, até prédios para a construção de outros, cada um mais horrendo que outro, espetados lado a lado. Sempre brincava de temer que construíssem mais um justamente dentro do box. A coisa só piora e aumentam as assombrações: agora, assim como outros países desse mundo, temo e chego a imaginar a cara do Trump me olhando pelo vidro embaçado, onde antes eu gostava só de desenhar coraçõezinhos e vê-los se dissiparem no vapor.

Brincadeiras à parte, mas tentando manter o humor, que começo de ano foi esse? Aliás, que tempos são estes que nos trazem diariamente preocupações muito além das cotidianas? Muitas de sobrevivência, se teremos, todos, ar para respirar, como enfrentar o calor além do limite suportável, água para beber, energia elétrica, a estranha violência espalhada, o descontrole social e político, as instituições em choque e em cheque.

Agora, soma-se a intranquilidade causada por um maluco (normal, não é) poderoso brincando de mandar no mundo à sua vontade, pirando a diplomacia moderna, ultrapassando perigosas fronteiras, obrigando ao aumento de gastos com poderios militares, alegrando os senhores das armas, desarmando a promessa de que nunca mais veríamos tanto terror como os ocorridos no século passado. Fosse só ele. Mas não, a lista é grande e só aumenta numa movimentação geopolítica expressiva.

Os pesadelos agora nos pegam acordados e para quem, por obrigação profissional, precisa se manter informado, o estresse não passa mais nem debaixo d`água. Entendo até o sucesso do mundo das fofocas se alastrando em publicações sobre como celebridades e subcelebridades vivem, se vestem, esbanjam, por onde andam, com quem casam e descasam, se mostram. Essa outra realidade, se o biquini que usam é branco, de bolinhas, se “mostraram mais do que deviam”, que nunca sei bem o que é que deviam mostrar. Uma realidade paralela.

Ao mesmo tempo, aqui e ali, silêncio, o surpreendente suicídio de alguém que todos consideravam bem, e a cada dia se torna mais complexo entender o que se passa principalmente entre os mais jovens que creio não estarem sendo preparados além das telas do celular e das redes sociais nem para o sucesso.

Reparou que estamos em pleno verão e ainda nem surgiu uma modinha, uma graça qualquer? Vivemos o Verão da Lata, do assobio, do topless. Agora é só o do calor infernal, das chuvas, ciclones, rebeldia do mar causando milhares de afogamentos em dias, e já já vai é aparecer algum surto para marcar época.

O exemplo do box serve apenas para marcar uma fronteira mínima, íntima, pessoal; você pode entender esse espaço mínimo, mas me diga se tem outro. Já que todos os limites estão sendo violados, ultrapassados, modificados, precisamos imaginar onde é que ainda daria para nos proteger. Nosso bunker.

* Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela Amazon. Me encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves, Facebook, Instagram, Twitter, BlueSky, Threads, marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

PAULO ROBERTO É O NOVO DIRETOR EXECUTIVO DO MUSEU AFRO BRASIL EMANOEL ARAUJO

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Governo do Estado de São Paulo anuncia a chegada de Paulo Roberto como novo diretor executivo

Paulo Roberto

Advogado, especialista em Gestão Pública pelo Insper e em Direito Público pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP),  Paulo Roberto  assume a carga com o propósito de fortalecer a estrutura institucional do Museu, ampliar o impacto das ações culturais e intensificar a articulação com parceiros e patrocinadores, contribuindo para a sustentabilidade e a expansão das atividades da instituição.

A diretoria executiva responde pela gestão administrativa, institucional e estratégica do Museu, enquanto as atribuições curatoriais e artísticas permanecem sob a responsabilidade do Comitê Curatorial, bem como da Gerência Artística, atualmente em fase de contratação.

Para Jandaraci Araújo, presidente do Conselho do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, a nomeação reforça o compromisso da instituição com uma gestão estruturada e verificação às boas práticas institucionais. “A trajetória de Paulo Roberto reúne experiência sólida em gestão pública, conhecimento jurídico consistente e atuação específica no campo da cultura. À frente da direção executiva, sua condução se orienta por uma atuação estratégica e responsável, monitorada às boas práticas institucionais e voltadas à sustentabilidade de longo prazo do Museu. Sua gestão tem como missão proteger e perpetuar o legado de Emanoel Araujo, ao mesmo tempo, em que amplia o alcance e o impacto cultural da instituição, por meio do fortalecimento de parcerias institucionais, da diversificação das fontes e da limitação no Brasil e nenhum cenário internacional.”

Antes de assumir a diretoria executiva do Museu, Paulo Roberto atuou no escritório SBSA Advogados, com foco em Direito Público e Terceiro Setor, assessorando Organizações da Sociedade Civil (OSCs) na estruturação, formalização e gestão de parcerias com o Poder Público. O executivo acumula mais de uma década de experiência na Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo. Nesse período, teve atuação destacada na Unidade de Formação Cultural, onde foi responsável pela gestão contratual de programas estratégicos, como o Projeto Guri e as Fábricas de Cultura, mantendo interlocução direta com as Organizações Sociais de Cultura responsáveis ​​por sua execução.

"Assumir a direção executiva do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é, antes de tudo, um compromisso com o legado de Emanoel Araujo e com o futuro da instituição. Este é um momento de reafirmar nossas bases e projetar novos caminhos, fortalecendo o Museu como um espaço público de encontro, formação e diálogo, que pertence a todos e que valoriza, de forma permanente, a contribuição afro-brasileira para a história do Brasil", explica Paulo Roberto, diretor executivo do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo.

Também foi Chefe da Divisão de Gestão de Contratos da Secretaria da Administração de Ribeirão Preto, conduzindo processos de fiscalização e gestão de contratos administrativos, além de atuar como membro efetivo da Comissão Municipal de Licitações. No campo institucional e jurídico, exerceu a função de Secretário Executivo da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB-SP e coordenou o Comitê de Igualdade Racial da mesma Comissão, reforçando sua atuação em agendas relacionadas à governança, equidade e responsabilidade institucional.

Museu Afro Brasil Emanoel Araújo

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura. Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular de seu fundador, Emanoel Araujo (1940-2022), o museu é um espaço de história, memória e arte. Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo conserva, em cerca de 12 mil m², um acervo museológico com mais de 8 mil obras, apresentando diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros e abordando temas como religiosidade, arte e história, a partir das contribuições da população negra para a construção da sociedade brasileira e da cultura nacional. O museu exibe parte deste acervo na exposição de longa duração e realização de exposições temporárias.

Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
4FCom Comunicação

SHELL OBTÉM LICENÇA INÉDITA COMO EMPRESA BRASILEIRA DE NAVEGAÇÃO

Em um movimento iniciado no país, a Shell tornou-se a primeira empresa internacional de petróleo e gás a obter a licença para operar como Empresa Brasileira de Navegação (EBN) no Brasil, reforçando seu compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do setor energético nacional.

Navio Ametista Brasil conta com tripulação 100% brasileira

Com autorização, a companhia iniciou a operação do navio tanque aliviador DP Ametista Brasil, embarque registrado no país e operado com tripulação 100% brasileira. O navio será utilizado no transporte de petróleo por cabotagem ao longo da costa brasileira, com foco em operações ligadas aos ativos do pré-sal na Bacia de Santos, ampliando a eficiência logística e operacional das atividades da Shell no país.

Após um período estruturado de treinamento e capacitação, 48 profissionais marítimos brasileiros atuam atualmente no embarque, contribuindo para a geração de recursos minerais e o fortalecimento da mão de obra local. O navio foi originalmente construído na Coreia do Sul para a empresa Knutsen NYK Offshore Tankers (KNOT) e integrou a frota afretada da Shell por cerca de oito anos. A sua incorporação à frota própria permitida à companhia atende aos requisitos regulamentares necessários para a obtenção da licença do EBN.

"A nova operação gera ganhos de eficiência e otimizações financeiras para o grupo, alinhadas às boas práticas de gestão e governança, enquanto fomentamos a geração de emprego e renda para profissionais brasileiros. Além disso, uma embarcação registrada no Brasil e com tripulação local contribui para a redução de deslocamentos logísticos recorrentes, o que resulta em menor consumo de combustível e, consequentemente, na redução das emissões associadas às operações", afirma Vinicius Mazzei, gerente Comercial da Shell Brasil.

Sobre uma concha

Desde 1913 no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. 

Shell Brasil

QR CODE LIDERA A ADOÇÃO DE PAGAMENTOS DIGITAIS NA AMÉRICA LATINA, COM BRASIL À FRENTE

Pesquisa da Topaz mostra que o QR Code é hoje o meio de pagamento digital mais difundido na região, impulsionado pelo Pix e por iniciativas regulatórias locais

O QR Code consolidou-se como o principal formato de pagamento digital na América Latina, superando carteiras digitais, pagamentos por aproximação e outras soluções emergentes. É o que revela a 7ª edição da pesquisa Pulso – O futuro dos pagamentos digitais na América Latina, realizada pela Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras digitais, em colaboração com a Celent, referência global em pesquisa e consultoria para o setor financeiro, com 1.023 líderes de instituições financeiras em 20 países da região.

De acordo com o levantamento, mais da metade das instituições entrevistadas já oferece pagamentos por QR Code, com destaque para países como Bolívia (86%), Paraguai (79%), Argentina (68%) e Brasil (62%). No Brasil, a ampla adoção está diretamente associada ao Pix, que popularizou o uso do QR Code ao combinar simplicidade, rapidez e custo zero para o usuário, tornando-se uma das principais portas de entrada para pagamentos digitais no país.

“O QR Code mostrou-se como a solução mais aderente à realidade da América Latina, uma vez que elimina barreiras tecnológicas e operacionais. Ele funciona tanto para grandes centros urbanos quanto para pequenos comerciantes e regiões onde o dinheiro ainda predomina”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Além de liderar em adoção, o QR Code também apresenta os maiores índices de satisfação entre as instituições financeiras. Em mercados onde essa solução está amplamente disponível, mais de dois terços dos entrevistados afirmam estar satisfeitos com o desempenho dos pagamentos por QR, percentual superior ao observado em carteiras digitais, transferências instantâneas e pagamentos por aproximação (NFC).

O estudo aponta ainda que soluções baseadas em NFC figuram entre as menos bem avaliadas, reflexo da menor disponibilidade de smartphones compatíveis e da infraestrutura limitada em parte dos países da região.

“O que a pesquisa mostra é que inovação, na prática, precisa ser funcional. O QR Code ganhou escala porque resolve problemas reais de acesso, aceitação e custo, especialmente para pequenos negócios”, destaca Iglesias.

Outro dado relevante é o papel das instituições financeiras tradicionais na disseminação desse modelo. Em países com apoio regulatório dos bancos centrais, como a Bolívia, 95% dos bancos e cooperativas já oferecem pagamentos por QR Code, evidenciando a importância dessas instituições na consolidação do ecossistema digital.

Para o setor financeiro, o avanço do QR Code representa mais do que uma evolução tecnológica. Trata-se de um vetor estratégico de inclusão financeira, ao permitir pagamentos digitais em contextos em que o acesso a terminais de ponto de venda é limitado e o uso de dinheiro em espécie ainda é predominante, como pequenos comércios, negócios informais e regiões remotas.

“Os pagamentos por QR Code não apenas ampliam a eficiência operacional das instituições, mas também aceleram a inclusão financeira ao conectar novos públicos ao sistema bancário de forma simples e segura”, conclui o executivo.

O levantamento reforça que, embora novos modelos de pagamento continuem surgindo, o QR Code firmou-se como a solução mais acessível, escalável e adaptada à realidade latino-americana, com o Brasil ocupando posição de destaque como referência regional em pagamentos digitais instantâneos.

TopazCom mais de três décadas de experiência, a Topaz é uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais, destacando-se como líder no mercado brasileiro e latino-americano. Como parte do grupo Stefanini, atua em mais de 25 países com mais de 300 clientes de diversos portes e segmentos. A Topaz desenvolveu o Topaz One, a primeira plataforma full banking do mundo, oferecendo um ecossistema completo de soluções integradas, seguras e de alta disponibilidade como core bancário completo e core para microfinanceiras, prevenção e combate à fraude, canais físicos e digitais, AML/FTP e compliance, pagamentos instantâneos, regulatórios, investimentos e customer engagement para bancos e instituições financeiras em geral, impactando mais de 550 milhões clientes finais todos os dias. A Topaz posiciona-se como referência em tecnologia para negócios digitais e é reconhecida pelo Gartner®, FORRESTER® e Celent®

Topaz
DFreire Comunicação e Negócios

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

VIVIANE THOMAZ É A NOVA DIRETORA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DO GRUPO GAZIN

Viviane Thomaz

O Grupo Gazin anuncia a nomeação de Viviane Thomaz para a Diretoria de Governança Corporativa, cargo recém-criado que marca um avanço relevante na estrutura de gestão da companhia. A executiva torna-se a primeira mulher a ocupar um posto na diretoria executiva do grupo, em um movimento alinhado às agendas de ESG, à modernização da governança e à promoção da diversidade de pensamento na alta liderança.

Com 30 anos de trajetória no Grupo Gazin, Viviane construiu sua carreira em posições estratégicas, tendo atuado mais recentemente como Gerente de Gestão de Pessoas. Sua chegada à diretoria responde ao amadurecimento da operação e à crescente complexidade do negócio, que hoje reúne uma atuação integrada em varejo, indústria, serviços financeiros, logística e canais digitais, com presença em 14 estados brasileiros.

A criação da Diretoria de Governança Corporativa reforça o compromisso da Gazin com práticas sólidas de governança, ética, transparência e sustentabilidade, pilares centrais do componente “G” do ESG. A nomeação também evidencia a valorização de talentos internos e a construção de uma liderança plural, baseada em diferentes experiências, competências e visões de longo prazo.

Embora represente um marco institucional, a ascensão de Viviane Thomaz é resultado de um processo contínuo. O Grupo Gazin mantém uma expressiva participação feminina em cargos de liderança, sustentada por uma cultura organizacional que investe no desenvolvimento de pessoas e na diversidade como ativo estratégico. Iniciativas como a Jornada da Liderança Feminina, programa estruturado para preparar e ampliar a presença de mulheres em posições de gestão, integram esse compromisso e já têm sua expansão prevista.

Para o presidente do Grupo Gazin, Gilmar Alves de Oliveira, a ampliação da diretoria reflete uma visão contemporânea de gestão. “Empresas fortes são construídas por pessoas com experiências diferentes, visões complementares e capacidade de enxergar o negócio por múltiplas perspectivas. Esse é um pilar fundamental para decisões mais equilibradas e sustentáveis”, afirma.

Com mais de 60 anos de história, o Grupo Gazin segue evoluindo sua governança e sua liderança para sustentar um crescimento consistente, alinhado às melhores práticas de ESG e às transformações do mercado brasileiro.

Grupo GazinCom 11 empresas, o Grupo Gazin reúne 434 unidades de negócios, sendo 378 lojas de varejo, 10 indústrias, 27 centros de distribuição e 1 operação de atacado, distribuídas em 14 estados brasileiros: Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Pará, Goiás, Amazonas, Bahia, Paraíba, Ceará e Tocantins. Em 2025, a Gazin foi eleita a terceira melhor empresa para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW) nas categorias Grandes Empresas. O grupo atua também nos segmentos de atacado, consórcio, seguros, financeira, e-commerce, logística e conta com seu próprio banco digital, o Gazin Bank

Grupo Gazin
Communica Brasil

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO JÁ AJUIZOU 36 AÇÕES PARA REPARAÇÃO DOS DANOS CAUSADOS NO 8 DE JANEIRO

Medidas já resultaram no bloqueio de R$ 9,5 milhões, entre dinheiro e carros, e mais de 50 imóveis rurais e urbanos

Sedes dos Três Poderes foram alvos de vândalos nos atos antidemocráticos de 2023. - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Desde a invasão das sedes dos Três Poderes nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, a Advocacia-Geral da União (AGU) já ajuizou 36 ações judiciais com o objetivo de promover a reparação dos danos causados ao patrimônio público federal. Até o momento, as medidas adotadas pela AGU resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 9,5 milhões, entre valores e bens móveis. São 223 carros e mais de R$ 3,3 milhões bloqueados. Além disso, a Justiça bloqueou mais de 50 imóveis urbanos e rurais, entre fazendas e casas em condomínios de luxo.

As ações foram propostas pela União para que as pessoas condenadas criminalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) assumam, de forma solidária, a reparação de danos que somam mais de R$ 56 milhões.

Os danos ao patrimônio público foram definidos com base em documentos oficiais, conforme destacam as ações da AGU. No julgamento das ações penais, o STF já havia estabelecido em R$ 30 milhões o valor mínimo indenizatório a título de danos morais coletivos. A esse número somam-se os danos materiais apontados pelo Senado Federal, pela Câmara dos Deputados, pela Casa Civil da Presidência da República e pelo próprio STF, que chegam a R$ 26,2 milhões.

Os réus foram todos condenados pela Suprema Corte como responsáveis pela depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Após o trânsito em julgado das condenações, a AGU dá início às ações denominadas ex delicto, que buscam a reparação, na esfera cível, dos danos causados por delitos penais.

A atuação da AGU integra o esforço permanente do Estado brasileiro para recuperar os prejuízos causados, responsabilizar os envolvidos e defender a ordem democrática.

AGU - Advocacia-Geral da União

HAROLDO DA SILVA É O NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Escolha ocorreu na primeira Sessão Plenária do ano, que também empossou os Conselheiros eleitos para o triênio 2026-2028

Haroldo da Silva

O Economista Haroldo da Silva foi eleito nesta quarta-feira (7), por unanimidade, Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo (Corecon-SP) para o exercício de 2026. Na mesma ocasião, o Economista Antonio Prado foi eleito Vice-Presidente do Conselho, também por unanimidade.

O Presidente e o Vice-Presidente são escolhidos anualmente por meio de votação entre os Conselheiros que integram o Plenário da entidade. Os conselheiros federais Odilon Guedes, Pedro Afonso Gomes, Antonio Corrêa de Lacerda e Claudemir Galvani, participaram da Sessão Plenária.

Ao assumir a missão de presidir o Conselho, Haroldo destacou a importância de dar continuidade ao trabalho consistente e bem-sucedido realizado pelas últimas gestões, responsável por consolidar o reconhecimento do Corecon-SP no cenário nacional. “Com o apoio de conselheiros altamente qualificados — titulares, suplentes e novos membros, que trazem visões renovadas — reforçamos nosso compromisso com a transparência, a independência e a pluralidade, bem como com o fortalecimento institucional do Conselho. Nosso desafio, a partir de agora, é avançar ainda mais, ampliando a atuação do Corecon-SP e trabalhando de forma estratégica para sua internacionalização, sempre com a participação ativa e o apoio de todos.”

Já Antonio Prado enfatizou o excelente trabalho desenvolvido pela gestão anterior, destacando as publicações recentes e os debates promovidos, cuja qualidade servirá como um importante ponto de partida para a nova gestão. “Reconheço a contribuição das gestões anteriores, que fortaleceram o Corecon-SP e promoveram debates relevantes para o país. Tenho confiança de que, com esta nova composição, realizaremos um trabalho conjunto significativo, com foco no fortalecimento institucional e na internacionalização do Conselho, área na qual minha experiência pode contribuir”, afirmou. Ao complementar, destacou: “Após minha experiência na Secretaria Executiva da CEPAL e na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, considero esta uma das atividades mais coletivas das quais participei nos últimos anos, o que tem sido extremamente enriquecedor.”

O novo presidente do Corecon-SP

Economista e advogado, Haroldo da Silva é doutor em Ciências Políticas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em Direito Tributário pelo IICS.

Atua como professor e é economista-chefe da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), além de diretor de Relações Institucionais do Sinditêxtil-SP. Possui ampla experiência como consultor econômico, prestando assessoria a diversas instituições públicas e privadas.

É conselheiro do Corecon-SP e da TCP-Partners, além de integrar o Conselho de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foi vice-presidente do Corecon-SP na Gestão 2025.

Em 2024, foi reconhecido como Economista do Ano no Setor Industrial pelo CIESP Distrital Sul, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento econômico e industrial. Autor do livro “A Ilusão Neoliberal da Indústria”.

O novo vice-presidente do Corecon-SP

Professor e Doutor em Economia, Prado trabalhou no DIEESE, Senado Federal e BNDES. Integrou-se aos quadros da ONU em 2009, onde serviu como Secretário Executivo Adjunto da Cepal em Santiago e como Diretor de Políticas Sociais e Instituições Rurais da FAO, em Roma. É conselheiro do Corecon-SP.

Clique aqui e conheça a atual composição do Corecon-SP.

Corecon-SP
Compliance Comunicação

GEBRÜDER WEISS NOMEIA ALESSANDRO CACCIOLA PARA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Alessandro Cacciola

Lauterach | Áustria O Conselho de Supervisão da Gebrüder Weiss nomeou Alessandro Cacciola como novo membro do Conselho de Administração. A partir de 1º de março de 2026, ele liderará as operações aéreas e marítimas. Cacciola sucede Lothar Thoma, que deixará a empresa por motivos pessoais em 31 de março de 2026, quando passará formalmente o cargo para seu sucessor.

Alessandro Cacciola traz consigo mais de duas décadas de experiência em logística internacional. É formado em Administração de Empresas com foco em agenciamento de cargas, transporte e logística, além de possuir um MBA em Gestão e Liderança de Negócios Internacionais. Cacciola iniciou sua carreira profissional na empresa de logística Dachser, onde ocupou diversos cargos executivos e de vendas na Europa, antes de se tornar diretor global de vendas e membro do conselho administrativo da Dachser Air & Sea Logistics, contribuindo para impulsionar o crescimento internacional da empresa. Em 2019, Cacciola ingressou no conselho administrativo do Grupo Andreas Schmid, assumindo o cargo de CEO. Nessa função, foi responsável pela reestruturação abrangente e pelo programa de globalização da organização.

“Com Alessandro Cacciola, ganhamos um líder experiente que possui as habilidades necessárias para garantir a continuidade e gerar novos impulsos na GW”, afirma Wolfgang Niessner, Presidente do Conselho de Supervisão da Gebrüder Weiss. “Com seu apoio, planejamos consolidar ainda mais nossos negócios em expansão nos segmentos Aéreo e Marítimo e ampliar nossos serviços em escala global, com foco no futuro.”

Wolfgang Niessner

“A Gebrüder Weiss é uma empresa de renome no setor e sempre foi sinônimo de credibilidade, qualidade e foco consistente no cliente”, afirma Cacciola. “Estou ansioso para conhecer meus colegas ao redor do mundo. Acredito que a troca livre de informações, mesmo entre diferentes países e culturas, é um fator essencial para o sucesso, além de gerar motivação pessoal. O objetivo será impulsionar o desenvolvimento estratégico da linha de produtos da Gebrüder Weiss, priorizando a qualidade do serviço, a capacidade de integração e soluções sustentáveis – mantendo, assim, as cadeias de suprimentos globais resilientes e preparadas para o futuro.”

Lothar Thoma é membro do Conselho de Administração da Gebrüder Weiss desde 1º de setembro de 2019. Sob sua liderança, a divisão de Transporte Aéreo e Marítimo evoluiu com sucesso, apesar das fases desafiadoras do mercado, incluindo a pandemia de Covid-19. Medidas de expansão marcantes foram implementadas durante sua gestão – nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Tailândia, Polônia, Alemanha e outros países.

Lothar Thoma

“Desde as minhas primeiras experiências na empresa familiar, tive a sorte de passar cerca de 40 anos de sucesso e experiências marcantes no setor de logística, conhecendo inúmeros países e culturas e trabalhando com pessoas maravilhosas. Foi um ótimo período, mas agora gostaria de seguir outros interesses. Desejo a Alessandro Cacciola e à minha equipe muito sucesso e união”, conclui Thoma.

“A empresa gostaria de agradecer expressamente a Lothar Thoma por suas muitas realizações e desejar-lhe tudo de bom para o futuro”, disse Wolfgang Niessner.

A transição de Lothar Thoma para Alessandro Cacciola ocorrerá ao longo de um período de um mês para garantir a continuidade para clientes, parceiros e funcionários.

A nomeação de Alessandro Cacciola reforçará a equipe executiva da Gebrüder Weiss, que continua composta por Wolfram Senger-Weiss (CEO), Jürgen Bauer e Peter Schafleitner.

A Gebrüder Weiss Holding AG, com sede em Lauterach, Áustria, é uma provedora global de serviços logísticos completos, com cerca de 8.600 funcionários em 180 localidades próprias. A empresa gerou receitas de 2,71 bilhões de euros em 2024. Seu portfólio abrange soluções de transporte e logística, serviços digitais e gestão da cadeia de suprimentos. A combinação de competências digitais e físicas permite que a Gebrüder Weiss responda com rapidez e flexibilidade às necessidades dos clientes. A organização familiar – com uma história que remonta a mais de meio milênio – implementou uma ampla gama de iniciativas ambientais, econômicas e sociais. Hoje, também é considerada pioneira em práticas comerciais sustentáveis. Clique aqui e visite o site

Gebrüder Weiss

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

ENERGIA SOLAR AUMENTA GERAÇÃO DE EMPREGOS NO BRASIL

Dados apontam que, até 2030, o número de empregos deve crescer até 157%

A energia solar segue em crescente expansão como matriz energética no Brasil. Segundo dados da revista Mundo Elétrico, até 2030 a energia solar pode representar 33% da matriz energética do país. O avanço da tecnologia, a queda nos custos de instalação e a ampliação do acesso a crédito impulsionam a decisão de adquirir a energia solar em seus diversos aspectos: residenciais, empresariais, industriais e rurais.

Desde o início da década, já foram criados mais de 1 milhão de empregos diretos. A estimativa é de que, em mais quatro anos, 3,6 milhões de empregos são estimados. Em 2012, entre empregos diretos e indiretos, foram criados 1,4 milhão de postos de trabalho, assim, até 2030 a estimativa é de aumento de 157% na criação de postos de trabalho.

O portal de notícias Terra,  em reportagem de 23 de novembro, citou a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica ( Absolar), afirmando que, desde 2012, foram R$ 279,7 bilhões em novos investimentos, o que proporcionou R$ 87,3 bilhões em arrecadação de tributos. Ainda segundo a Absolar, 50 milhões de toneladas de CO₂ no Brasil, deixaram de ser emitidas na atmosfera. A PV Magazine aponta que 62,3 GW de capacidade foram instaladas. Todos esses números que corroboram com a perspectiva de aumento na criação de empregos.

Para Anderson Oliveira, CEO do Grupo EcoPower Energia Elétrica, a energia solar inspira o cuidado com o meio ambiente, e impacta a economia do país. “A energia solar vai de encontro a uma conscientização que é global: a sustentabilidade. Além dela, a economia que proporciona às famílias, às empresas, indústrias e propriedades rurais em suas contas de energia elétrica impulsiona a economia do país. O valor mensal economizado é investido em diversas áreas como viagens, ampliações das empresas, novas tecnologias etc”, afirma Oliveira.

A EcoPower experiencia diariamente o crescimento apontado. Em dezembro, a empresa celebrou 85 mil projetos homologados. Segundo Anderson, a empresa se desenvolveu porque, desde seu início, jamais deixou de anteder aos clientes da mesma forma: “Tratando por nome, tratando da forma como a gente gostaria de ser tratado. Com o mesmo respeito e atenção que cada projeto precisa”.

No mercado de energia solar desde 2013, Anderson recorda que a EcoPower  iniciou suas atividades apenas com ele e sua sócia, Náchila. Hoje, conta em sua sede, na cidade de Barretos (SP), com mais de 400 colaboradores internos. A empresa possui mais de 350 franqueados em todos os estados do Brasil e 200 veículos próprios.

EcoPower Eficiência Energética

BRUNO ELOEL ARENA ASSUME VICE-PRESIDÊNCIA INTERNACIONAL DA CASA DO CONSTRUTOR

Bruno Eloel Arena

A Casa do Construtor inicia um novo capítulo da trajetória internacional com a nomeação de Bruno Eloel Arena como vice-presidente Internacional da Rede. O movimento consolida uma estratégia que vinha sendo construída nos últimos anos e reflete a maturidade de uma empresa que, após se espalhar por todo o território brasileiro, passou a olhar com método e ambição para fora do país.

A criação da vice-presidência Internacional responde a um desafio claro. Crescer além das fronteiras exige mais do que replicar um modelo de sucesso. É preciso compreender culturas, legislações, hábitos de consumo e dinâmicas econômicas distintas. Sob a liderança de Bruno, a Casa do Construtor passa a tratar a internacionalização como um eixo estruturado do negócio, com planejamento próprio, metas definidas e equipe dedicada.

Bruno construiu sua trajetória dentro da Rede antes de assumir o protagonismo internacional. Conhece o chão da operação, o cotidiano das lojas e as engrenagens do franchising. Essa vivência prática tem orientado a expansão para países da América do Sul, onde a marca já opera no Paraguai e no Uruguai e prepara a abertura da primeira unidade na Argentina, além de negociações em andamento no Chile e México.

A atuação internacional da Casa do Construtor tem como premissa adaptar o modelo à realidade local. O portfólio de equipamentos, os formatos de loja e até os processos de suporte são ajustados conforme o perfil de cada mercado. A lógica é manter a essência da marca, mas respeitar as particularidades de cada país, evitando soluções padronizadas que ignoram o contexto regional.

"Internacionalizar é escutar. Cada país tem seu ritmo, sua forma de construir, sua relação com o aluguel de equipamentos. Nosso papel é entender essas diferenças e oferecer um modelo que faça sentido localmente", afirma Bruno Eloel Arena.

A vice-presidência Internacional também nasce integrada às demais áreas da franqueadora. Marketing, Jurídico, Financeiro, Tecnologia e Operações atuam de forma coordenada para garantir que as unidades fora do Brasil operem com o mesmo nível de governança e eficiência já reconhecido no mercado nacional. A estrutura foi pensada para sustentar crescimento de longo prazo, e não movimentos pontuais.

O avanço internacional ocorre em paralelo a um momento simbólico da empresa. A Casa do Construtor se aproxima da marca de 850 unidades. Nesse cenário, a presença fora do Brasil deixa de ser complementar e passa a integrar o planejamento estratégico da corporação.

Para os fundadores, a nomeação de Bruno representa continuidade e evolução. "A internacionalização exige preparo, visão e responsabilidade. O Bruno reúne essas características e conhece profundamente a Casa. É um passo natural para uma empresa que amadureceu e passou a dialogar com outros mercados", avalia Altino Cristofoletti Junior.

Expedito Eloel Arena reforça que a expansão internacional segue o mesmo princípio que guiou o crescimento no Brasil. "A gente sempre acreditou no interior, no trabalho local, na construção feita com proximidade. Fora do país, a lógica é a mesma. Crescer respeitando as pessoas e os territórios."

Casa do Construtor
MGA Press

LATAM RECEBE SEU PRIMEIRO BOEING 787-9 COM MOTORES GENX E ACELERA RENOVAÇÃO DE SUA FROTA DE LONGO ALCANCE

Novo Dreamliner incorpora motores de última geração que reduzem o consumo de combustível em até 15% em comparação com modelos anteriores do fabricante GE Aerospace

O LATAM Airlines Group acaba de anunciar a incorporação de seu primeiro Boeing 787-9 Dreamliner equipado com motores GEnx da GE Aerospace, tornando-se o primeiro grupo de companhias aéreas a contar com esse modelo na América do Sul. A aeronave decolou de Charleston, Carolina do Sul (Estados Unidos da América), com destino a Santiago (Chile), e será integrada nos próximos dias à operação de longo alcance do grupo.

Segundo informações fornecidas pelo fabricante, os motores GEnx (General Electric next-generation) permitem uma redução no consumo de combustível de até 15% em comparação com a geração anterior, além de menores emissões de CO₂ e NOx, redução de ruído e maiores níveis de confiabilidade e durabilidade.

“A combinação do Boeing 787-9 com os motores GEnx nos permite dar um passo relevante rumo a uma operação mais eficiente e sustentável, reduzindo o consumo de combustível e as emissões, além de ganhar flexibilidade para continuar crescendo e nos adaptando a diferentes mercados e rotas. Essa incorporação é fundamental para fortalecer a nossa malha aérea de longo alcance e acompanhar o crescimento internacional do grupo nos próximos anos”, afirma Sebastián Acuto, Diretor de Frota e Projetos do LATAM Airlines Group.

Essa incorporação está inserida no plano de crescimento e modernização da frota do grupo, que permitiu encerrar 2025 com 371 aeronaves, após a incorporação de 26 novos aviões ao longo do ano, todos modelos de última geração. Para 2026, o grupo LATAM projeta a chegada de 41 novas aeronaves - incluindo os primeiros Embraer da frota - e mais 27 aviões adicionais em 2027 - incluindo seu primeiro Airbus XLR.

Assim, a LATAM prevê incorporar, até 2030, mais de 130 novas aeronaves de diferentes fabricantes, o que permitirá ampliar sua malha e melhorar a eficiência em rotas de média e longa distância. Com esse investimento, a LATAM projeta que mais de 50% de sua frota será composta por aeronaves de última geração até o final desta década.

A LATAM Airlines S.A. e suas afiliadas são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, África, Estados Unidos e o Caribe. O grupo LATAM possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A321neo, A320, A320neo e A319. LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil são as afiliadas de carga do grupo LATAM, possuindo uma frota combinada de 21 aeronaves de carga. Essas afiliadas de carga contam com acesso as aeronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes

LATAM Brasil
GBR Comunicação

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

PEDRO BARBOSA É O NOVO CMO DO BURGER KING® NO BRASIL

A ZAMP®, máster franqueada das marcas Burger King®. Popeyes®, Subway® e Starbucks® no Brasil, anuncia a contratação de Pedro Barbosa para assumir a posição de CMO (Chief Marketing Officer) do Burger King®. O executivo vai liderar as áreas de marketing e vendas da marca no Brasil.

Pedro é formado em Administração de Empresas pela FGV e tem MBA pela NYU. Depois de começar a carreira no mercado financeiro, esteve por 10 anos na RBI, liderando importantes funções globais de marketing e vendas, nas marcas Burger King® e Popeyes®, onde foi responsável pela transformação nas áreas de marketing e vendas para marcas nos Estados Unidos e América Latina. Em sua última experiência, foi o Chief Strategy Officer da Kraft Heinz no Brasil.

”Estamos felizes com a chegada do Pedro porque acreditamos muito na sua capacidade estratégica e visão sobre o negócio de QSR. Ele será uma liderança importante para ajudar a construir esse próximo ciclo da marca no país.”, afirma Gabriel Guimarães, Presidente do Burger King®.

Burger King®
Loures Consultoria

MARCELO NADER É O NOVO GERENTE COMERCIAL DA WIZ CORPORATE NO RECIFE

Marcelo Nader

A Wiz Corporate, unidade de negócios da Wiz Co voltada para atuação com grandes empresas, recebeu o reforço de Marcelo Nader, ex-tesouraria e gerente de risco da Eletrobrás, para compor a liderança de vendas e parcerias em Recife (PE). Nader foi responsável direto pelo processo da maior contratação de seguros da história do país, a Usina de Belo Monte, que emitiu mais de R$ 200 milhões em prêmios para Riscos de Engenharia em 2010.

Especialista nos setores de infraestrutura e energia, com mais de 25 anos de experiência no mercado, Marcelo Nader assume o cargo de Gerente Comercial da Wiz Corporate como reforço para uma das frentes de atuação da empresa que tem mostrado oportunidades de expansão em todo território nacional.

“A Wiz Corporate possui em sua estrutura - e como diferencial competitivo - especialistas que conhecem a visão de seguros, aliada ao olhar do cliente. Chego com o desafio de conectar a expertise de mercado que tenho acumulado ao longo de mais de duas décadas, em passagens por empresas como a ABGR, CHESF e Eletrobrás, e o reconhecimento da Wiz Corporate em seu campo de atuação”, diz Marcelo Nader.

A Wiz Corporate trabalha com foco em seguros corporativos e oferece soluções de mercado, de acordo com as necessidades de cada cliente. Com um atendimento técnico customizado para ajudar a entender riscos e proteger negócios contra prejuízos causados por eventualidades e imprevistos, dispõe de mais de 50 soluções para empresas do agronegócio à construção civil, além de apoiar na gestão estratégica de benefícios corporativos.

Wiz Co (WIZC3) é uma corretora completa de seguros especializada em bancassurance e distribuidora de consórcio e crédito. Atua com ampla oferta de serviços para extrair valor de diferentes canais, gerando oportunidades e potencializando negócios com dinamismo, sinergia e expertise no mercado. Está avaliada atualmente em R$ 1,3 bilhão na B3, onde tem ações listadas desde junho de 2015. Possui mais de 50 anos de atuação e, ao longo dos últimos anos, firmou parcerias estratégicas com mais de 20 instituições, entre elas: Inter, Bmg, BRB, Paraná Banco e Grupo Omni

Wiz Co
InPress Porter Novelli

HELOÍSA DE CASTRO É ELEITA PRESIDENTE DO CRCSP E ASSUME GESTÃO 2026-2027

À frente do maior Conselho de Contabilidade do Brasil, a nova presidente inicia mandato em um momento de transformações na profissão, impulsionadas pela Reforma Tributária e pelo avanço da tecnologia

Heloísa de Castro

A contadora Heloísa de Castro foi eleita presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP) para a gestão 2026-2027. Ela assume o comando do maior Conselho de Contabilidade do país em um cenário de profundas mudanças no setor, impulsionadas pela Reforma Tributária do consumo e pela ampliação do uso de tecnologias baseadas em automação e Inteligência Artificial.

Em seu discurso de posse, a nova presidente reafirmou o compromisso da nova gestão com a profissão contábil, os profissionais e a sociedade. “É um compromisso que nos levará a realizar muito mais pela profissão”, destacou. Segundo ela, a Contabilidade brasileira atravessa um momento de reconfiguração, impulsionado pela Reforma Tributária do consumo, que começa a vigorar neste ano, e pela expansão do uso de tecnologias baseadas em automação e Inteligência Artificial. Nesse contexto, o papel do contador tende a se tornar cada vez mais consultivo e estratégico, com foco em resultados e não apenas em conformidade fiscal. Ao concluir, afirmou ter plena confiança no trabalho a ser desenvolvido ao longo do mandato. “Tenho a certeza de que, nos próximos dois anos, conduziremos este Conselho com trabalho, resiliência, lealdade, respeito e consideração por todos. Junto com os profissionais, o Conselho será a voz da Contabilidade.”

Além da presidente eleita, também passam a integrar o Conselho Diretor do CRCSP Flávia Augusto, vice-presidente de Gestão e Controladoria; Wander Pinto, vice-presidente de Integridade, Ética e Disciplina; Renato Prone Teixeira da Silva, vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Roberson de Medeiros, vice-presidente de Registro.

A eleição ocorreu após a posse de dois terços dos conselheiros efetivos e suplentes que passam a integrar o Plenário do CRCSP, eleitos em 13 de novembro de 2025 para o mandato de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2029. A Chapa Heloísa de Castro, única inscrita no processo eleitoral, foi aprovada com 30 votos favoráveis, dois votos em branco e um voto nulo, oficializando a composição do Conselho Diretor e das Câmaras da entidade para o biênio 2026-2027.

Ao todo, foram empossados 24 conselheiros efetivos para o mandato 2026-2029, além de conselheiros suplentes e suplentes com mandato complementar.

Perfil profissional

A contadora Heloísa de Castro possui trajetória consolidada na área contábil, com forte atuação em gestão, regulação e desenvolvimento institucional. Integra o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo desde 2018 e, no biênio 2024-2025, exerceu a vice-presidência de Administração e Finanças, sendo responsável pela gestão administrativa e financeira da entidade, com orçamento anual superior a R$ 110 milhões.

Também coordenou a Câmara de Registro do CRCSP e é vogal titular da Junta Comercial do Estado de São Paulo, com mandato de 2023 a 2027.

No setor privado, é sócia-diretora dos grupos Plancon Contabilidade e Plangest, com atuação em consultoria, planejamento tributário e gestão financeira. É formada em Ciências Contábeis e Administração de Empresas PUC-SP, com imersão em Empreendedorismo e Inovação na Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo
ConteúdoInk Comunicação

OTAVIO AUGUSTO LOPES É O NOVO SÓCIO-LÍDER DA EY

Com mais de 20 anos de experiência, Otavio Augusto Lopes chega para impulsionar inovação e reforçar portfólio de serviços  para o setor de Agronegócio Latam

Otavio Augusto Lopes

A EY, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo, anuncia Otavio Augusto Lopes como seu mais novo sócio-líder de Agronegócio para América Latina. Com mais de duas décadas de experiência em consultoria estratégica, o executivo se consolidou como referência global na condução de transformações no setor agroalimentar, atuando em quatro continentes e mais de 15 países. Sua trajetória combina profundo conhecimento dos setores de bens de consumo, alimentos e agronegócio com expertise em transformação digital e gestão de negócios.

Ao longo de sua carreira, Otavio liderou transformações complexas, implementação de mudanças organizacionais, desenvolvimento de estratégias de entrada em mercados e programas de crescimento. Também se destacou pela aplicação de inovação tecnológica em toda a cadeia de valor agroalimentar, do campo à mesa. Além disso, tem forte atuação na formação e desenvolvimento de talentos e ativos estratégicos, agregando valor sustentável às organizações.

Formado em 1996, Otavio possui mestrado em Agronegócio e Bioenergia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das principais escolas de negócios do Brasil. Antes de ingressar na EY, acumulou experiência na Origin C&P, Telecom Italia, Petroflex e Accenture.

EY

A EY existe para construir um mundo de negócios melhor, ajudando a criar valor em longo prazo para seus clientes, pessoas e sociedade e gerando confiança nos mercados de capitais.

Utilizando dados, inteligência artificial e tecnologia como viabilizadores, equipes diversas da EY ajudam clientes a moldar o futuro com confiança e a solucionar as questões mais complexas do mundo atual.

As equipes da EY atuam em todo espectro de serviços em assurance, consulting, tax e strategy and Transactions, agora EY-Parthenon. Impulsionadas pela visão dos setores da indústria, parceiros de diversos ecossistemas e uma rede multidisciplinar e globalmente conectada, as equipes da EY podem fornecer serviços em mais de 150 países.

Todos juntos para moldar o futuro com confiança

EY se refere à organização global e pode se referir a uma ou mais firmas-membro da Ernst& Young Global Limited, cada uma das quais é uma pessoa jurídica independente. A Ernst Young Global Limited, uma empresa do Reino Unido limitada por garantia, não presta serviços a clientes. Informações sobre como a EY coleta e usa dados pessoais, bem como a descrição dos direitos dos indivíduos sob a legislação de proteção de dados, estão disponíveis em ey.com/privacy. As firmas-membro da EY não exercem a advocacia onde são proibidas da prática pelas leis locais. Para mais informações sobre a organização, clique aqui e visite o site

EY
FSB Comunicação

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

ESCRAVO DA BUROCRACIA. Por Ricardo Hernandes*

Ilustração: jusbrasil.com.br 

Em pleno século XXI, o cidadão brasileiro segue aprisionado por uma engrenagem invisível, mas poderosa: a burocracia estatal. Não se trata apenas de excesso de regras, mas de um sistema que se tornou um fim em si mesmo, impondo rituais, exigências redundantes e prazos indefinidos que corroem o tempo, a paciência e a confiança da sociedade nas instituições públicas.

O escravo da burocracia não se submete a um senhor, mas a formulários, carimbos, protocolos e sistemas digitais instáveis. Sua vida é regida por normas que mudam sem clareza, procedimentos mal explicados e exigências que frequentemente ignoram o bom senso. O mérito do pedido raramente importa mais do que o cumprimento estrito — e muitas vezes confuso — do rito administrativo.

Nesse modelo, a responsabilidade quase sempre recai sobre o cidadão. Se o Estado exige um documento que ele próprio emitiu, cabe ao interessado providenciá-lo novamente. Se há erro ou inconsistência, a falha é atribuída a quem “não seguiu corretamente o procedimento”. O sistema se protege, transfere o ônus e evita a autocrítica.

Órgãos públicos como Detrans, cartórios e repartições diversas simbolizam esse funcionamento. O tempo do cidadão perde valor institucional. Horas são convertidas em números de protocolo. Dias se transformam em “processos em análise”. Semanas ou meses podem terminar em um indeferimento genérico, sem explicação clara ou orientação objetiva para correção.

É importante reconhecer que a burocracia, em sua origem, não é um mal. Ela existe para organizar, garantir igualdade de tratamento e dar segurança jurídica. O problema surge quando o procedimento passa a ser mais importante do que o resultado, quando a regra se sobrepõe à finalidade e quando a eficiência deixa de ser considerada um dever do Estado.

A digitalização dos serviços públicos, anunciada como solução, trouxe avanços inegáveis, mas também revelou novas formas de exclusão e desorientação. O balcão físico foi substituído por plataformas que exigem cadastros múltiplos, senhas, validações e sistemas que frequentemente falham. O labirinto permanece — apenas mudou de endereço.

Nesse contexto, o cidadão deixa de ser o destinatário do serviço público e passa a servir ao sistema. Acumula comprovantes, arquivos digitais e registros que comprovam apenas uma realidade desconfortável: cumprir todas as regras não garante a resolução do problema.

Enquanto o Estado não compreender que eficiência, clareza e respeito ao tempo do cidadão são direitos fundamentais — e não concessões —, o país continuará produzindo não usuários de serviços públicos, mas escravos da burocracia: disciplinados, cansados e resignados como este motorista, habilitado pela primeira vez há 54 anos, que desde de outubro passado tenta renovar sua CNH, via DetranSP - Atende Fácil São Caetano do Sul. Tenham certeza de que não está nada fácil!

* Ricardo Hernandes é jornalista

SCHAEFFLER REVOLUCIONA ROBÓTICA HUMANOIDE COM NOVO ATUADOR DE ENGRENAGEM PLANETÁRIA

O atuador planetário da Schaeffler viabiliza movimentos de alta precisão e assegura a máxima autonomia operacional das juntas robóticas

Pela primeira vez, a Schaeffler revela na Consumer Electronics Show (Las Vegas) um atuador de engrenagem planetária desenvolvido exclusivamente para as complexas demandas da robótica humanoide. Projetado para oferecer alta precisão na transmissão de torque e rigidez mecânica superior, o componente é a peça-chave para movimentos fluidos e eficientes.

Considerando que um robô humanoide exige entre 25 e 30 atuadores para articular ombros, joelhos e quadris, a tecnologia da empresa alemã supera um gargalo crítico do setor: a reversibilidade. Enquanto sistemas convencionais limitam o movimento inverso, o design inovador desenvolvido pela companhia permite uma reversão suave e precisa. Com produção 100% verticalizada (in-house), a Schaeffler garante controle total de qualidade e confiabilidade. Essa inovação não apenas aprimora a tecnologia atual, mas acelera a chegada de robôs capazes de assumir tarefas repetitivas e ergonomicamente exaustivas, elevando a produtividade da indústria do futuro.

Andreas Schick, Diretor de Operações (COO) da Schaeffler AG e líder da frente de robótica humanoide no Conselho Executivo, destaca a ambição da companhia: "Nossa meta é consolidar a liderança em um mercado de robótica humanoide que avança em ritmo acelerado. A Schaeffler traduz décadas de excelência em manufatura na capacidade de entregar soluções de alta qualidade, em escala industrial e com agilidade sem precedentes. Este novo atuador planetário não é apenas um protótipo, mas um produto pronto para o mercado, projetado para elevar o patamar de performance e versatilidade da nova geração de robôs”.

Atuador planetário: Engenharia de precisão sob medida para a robótica humanoide

A Schaeffler possui uma vantagem competitiva única: utiliza robôs humanoides em sua própria cadeia de valor. Essa experiência prática permite que a empresa compreenda profundamente as exigências do mercado e converta soluções escaláveis dos setores automotivo e industrial em produtos customizados para os desafios do futuro. Com um portfólio que abrange oito famílias de produtos, a Schaeffler supre todos os requisitos para humanoides. Atuadores lineares e rotativos — uma das competências centrais da marca — representam cerca de metade dos componentes de um robô, evidenciando a sólida integração vertical e expertise em tecnologia de movimento.

O grande destaque na CES é o novo atuador planetário, um sistema de alta eficiência desenvolvido integralmente pela Schaeffler. Esta unidade "all-in-one" integra redutor de dois estágios, motor elétrico, encoder e controlador em um design ultracompacto. Com torque entre 60 e 250 Nm e alta estabilidade térmica, o sistema minimiza a rotação involuntária e suporta forças externas com excelência. O resultado é uma sequência de movimentos precisos, e eficientes, com total transparência de torque, garantindo a performance ideal em operações contínuas.

Schaeffler na Consumer Electronics Show

Conheça o futuro da robótica: os componentes inovadores da Schaeffler para humanoides e outras tecnologias de ponta estarão em exposição na CES 2026. Visite-nos de 6 a 9 de janeiro, no West Hall (Estande 7301) do Centro de Convenções de Las Vegas. Clique aqui e saiba mais sobre a Schaeffler no Consumer Electronics Show

Schaeffler
Imagem Corporativa

domingo, 4 de janeiro de 2026

FLUXO DE PASSAGEIROS PARA A AMÉRICA DO SUL CRESCE 19,6% EM UM ANO E APRESENTA O MELHOR RESULTADO DA HISTÓRIA

Movimentação superou Europa e América do Norte

O ano de 2025 já é, oficialmente, o maior da história para a aviação internacional brasileira. Dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelam que a movimentação de passageiros entre o Brasil e o exterior, de janeiro a novembro, somou 25,8 milhões de viajantes. O volume é um recorde histórico para o período nos últimos 25 anos e já supera em 3% toda a movimentação registrada ao longo dos 12 meses de 2024.

O grande motor desse resultado foi a aproximação com países vizinhos. A América do Sul consolidou-se como o destino número 1 dos brasileiros e a região que mais cresce na movimentação de turistas ao longo do último ano.

No acumulado de janeiro a novembro, a movimentação com os países sul-americanos, considerando voos de origem e destino, atingiu 10,5 milhões de passageiros. O número não apenas representa um crescimento expressivo de 19,6% frente ao mesmo período do ano anterior, como já é 8,7% superior a toda a movimentação de passageiros em 2024 para a região.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o fato de 2025 (janeiro a novembro) já ter superado o ano completo de 2024 comprova o aquecimento da economia e da aviação nacionais. "Chegar a novembro já tendo superado os números de todo o ano de 2024 é um feito extraordinário. Isso mostra que os brasileiros estão viajando mais e que o nosso país se reconectou ao mundo. O destaque para a América do Sul, com um crescimento de quase 20%, é outro destaque a comemorar", afirmou.

Liderança sul-americana

Ao escolherem para onde viajar, os brasileiros têm optado massivamente por destino da América do Sul. De janeiro a novembro, 5,2 milhões de passageiros embarcaram do Brasil com destino aos países vizinhos.

O volume supera com folga os outros continentes e mostra uma mudança de perfil no turismo internacional. Enquanto o fluxo de passageiros para a Europa (4 milhões) cresceu 9,6% e para a América do Norte (2,4 milhões) avançou 7%, a procura pela América do Sul saltou 19,3%.

Esse índice – praticamente o dobro do crescimento europeu e quase o triplo da América do Norte – confirma que a integração regional deixou de ser uma promessa para se tornar a realidade mais dinâmica do setor aéreo nacional.

Dois países concentram a maior parte desse intercâmbio. A Argentina lidera o ranking, tendo movimentado 4,3 milhões de passageiros até novembro. Logo atrás, o Chile aparece com 3,1 milhões, consolidando-se como um parceiro estratégico de turismo e negócios. Juntos, os dois países respondem por mais de 70% da movimentação no continente. A lista de destinos em alta segue com Colômbia (873 mil), Peru (820 mil) e Uruguai (663 mil).

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, destaca que estes números refletem a recuperação da nossa malha aérea internacional e a maior integração do país enquanto destino para negócios e turismo. “Ao ampliarmos a conectividade com a América do Sul, temos uma rede maior, que atende a mais localidades com menor tempo e liga o Brasil ao resto do mundo com maior eficiência. Isso beneficia todo o sistema de aviação e incrementa as oportunidades de negócios e turismo. O crescimento de quase 20% na região não acontece por acaso; é resultado de um ambiente regulatório estável e do esforço para atrair novas rotas, permitindo que o passageiro tenha mais opções de horários e destinos do que jamais teve", disse.

Os números de 2025 consolidam uma curva de crescimento exponencial. Para se ter ideia da força dessa retomada, em 2021 (com os impactos da pandemia), o fluxo de passageiros entre o Brasil e os vizinhos sul-americanos foi de apenas 605.714 viajantes. De lá para cá, a recuperação mostrou um salto para 4 milhões em 2022; para 6,9 milhões em 2023; 8,7 milhões de passageiros em 2024 e agora rompe a barreira histórica dos 10,5 milhões.

Na prática, a movimentação de passageiros em 2025 já é 17 vezes maior do que a registrada naquele período crítico, desenhando um cenário de superação clara para o setor.

Governo Federal
Ministério de Portos e Aeroportos
FSB Comunicação