segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

TURISTAS ESTRANGEIROS DEIXAM US$ 7,8 BILHÕES NA ECONOMIA DO BRASIL EM 2025

Números refletem recorde de chegadas do ano passado, quando 9,3 milhões de visitantes internacionais desembarcaram no país. 

O aumento nas receitas deixadas por turistas no Brasil de janeiro a dezembro último foi de 7,1%. Foto: Embratur | Divulgação

* Linoel Dias

O Brasil atingiu um novo patamar histórico no gasto de visitantes internacionais. Em 2025, os turistas estrangeiros que estiveram no país deixaram o montante de US$ 7,865 bilhões, o equivalente a R$ 41,7 bilhões (dólar atual). O valor representa um aumento de 7,1% em relação a 2024, quando o total foi de US$ 7,341 bilhões, cerca de R$ 38,9 bi (dólar atual). Somente em dezembro, os turistas deixaram no país US$ 688 milhões, o equivalente a R$ 3,65 bilhões.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central. Os números refletem os recordes históricos de chegadas em 2025. Foram 9,3 milhões de turistas internacionais desembarcando no país. Um total de 37,1% a mais que o previsto para o ano. O avanço consolida o Brasil como um destino cada vez mais competitivo e desejado no cenário global do turismo.

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, celebrou o novo recorde e enfatizou que o turismo representa um pilar estratégico e crescente na economia brasileira. O setor contribui com cerca de 8% do PIB nacional. “É mais um resultado histórico que reafirma o poder do turismo como uma matriz econômica de geração de emprego e renda para o nosso país. Esse recorde se traduz em crescimento para os pequenos negócios e reforça o papel do turismo como modelo de desenvolvimento econômico compatível com as exigências do século XXI. O país vive um momento sem precedentes, com o maior volume de chegadas e de gastos de turistas internacionais já registrado”, destaca Freixo.

De acordo com relatório da ONU Turismo, em 2025, o país cresceu quase dez vezes mais do que a média mundial. Enquanto as chegadas internacionais no mundo cresceram 4%, o Brasil apresentou ampliação de 37,1%. O desempenho brasileiro coloca o país no topo da lista de destinos com crescimento expressivo entre os dados já consolidados.

* Linoel Dias, colunista de Turismo do Coisas de Agora, é jornalista há 50 anos com passagens pela Folha de S. Paulo, Assessoria de Imprensa da Volkswagen, Assessoria Brickmann & Associados; e Produtora 7Iris. Para pautas e sugestões:  linoel.dias.dias@gmail.com

JAQUELINE CANCELA ASSUME A DIRETORIA DE MARKETING DA REDE CONDOR E DO GRUPO ZONTA

Jaqueline Cancela

Com uma trajetória marcada por crescimento interno e liderança estratégica, Jaqueline Cancela assume a diretoria de Marketing da Rede Condor e do Grupo Zonta. A executiva iniciou sua carreira no grupo em 2017 como analista de mídia e, ao longo dos anos, construiu um caminho de desenvolvimento profissional que a levou à alta liderança, em um movimento que reforça a valorização de talentos formados dentro da própria empresa.

Ao longo de sua trajetória, Jaqueline passou pela coordenação de mídia e atuou por quatro anos como gerente de Trade Marketing, período em que liderou projetos 360º voltados à ampliação da visibilidade das marcas e ao incremento de vendas. Sua atuação estratégica envolve desde o planejamento até a execução de ações integradas em ponto de venda, mídias proprietárias, CRM, mídia exterior e redes sociais, sempre com foco na jornada do consumidor e na geração de resultados mensuráveis.

Ao assumir a nova função, a diretora destaca o reconhecimento interno como um dos pilares da cultura da empresa. “Assumir a diretoria de Marketing da Rede Condor e do Grupo Zonta é um passo muito significativo na minha trajetória, construída com aprendizado contínuo e crescimento dentro da própria empresa. Sou grata pela oportunidade e pela confiança do grupo, que valoriza e reconhece as pessoas da casa. Nosso desafio agora é integrar estratégias, fortalecer nossas marcas e gerar resultados consistentes, sempre com foco no consumidor e na entrega de valor para o negócio”, afirma Jaqueline.

Com a nova estrutura, Jaqueline passa a liderar o marketing de um ecossistema diversificado de negócios. O Grupo Zonta atua em segmentos que incluem o varejo alimentar, com supermercados, hipermercados, atacarejos e atacados, além de postos de combustíveis, indústrias, shopping center, imobiliária, logística, setor publicitário, processamento de carnes e frios, seguradora e banco.

Presente em dois estados, o grupo reúne atualmente 109 operações em 24 cidades, conta com cerca de 14 mil colaboradores e atende mais de 60 milhões de clientes por ano.

Formada em Publicidade e Propaganda, Jaqueline Cancela possui pós-graduação em Marketing e MBA em Gestão de Marketing. Antes de assumir posições de liderança no Grupo Zonta, atuou em empresas como MegaMídia e brMalls, além de prestar assessoria comercial e de comunicação para companhias do setor.

Grupo Zonta
WBC Comunicação

SOFTRACK PROJETA FATURAMENTO DE R$ 32 MILHÕES PARA 2026 IMPULSIONADA POR IA, NOVOS PRODUTOS E EXPANSÃO NA AMÉRICA LATINA

A Softrack, plataforma líder em soluções para intralogística, encerrou 2025 com resultados expressivos ao registrar um faturamento de R$ 24 milhões, montante que representa um crescimento de quase 40% em relação a 2024. A empresa projeta manter o ritmo acelerado em 2026, com a expectativa de um novo salto de 30% a 40% nas receitas, o que deve elevar o faturamento para a casa dos R$ 32 milhões.

Para dar continuidade a esse avanço, o plano estratégico para 2026 foca na expansão de novos negócios, no aumento do market share na base atual e na consolidação definitiva da operação no México, fortalecendo a presença da marca em solo latino-americano. Essa movimentação é o capítulo mais recente do projeto #Softrack4x4, estratégia desenhada para quadruplicar o faturamento em quatro anos e que vem superando as metas estabelecidas.

Desde o início dessa jornada, os indicadores confirmam a consistência da evolução: em 2022, a receita foi de R$ 8 milhões; em 2023 saltou para R$ 13 milhões; e em 2024 atingiu R$ 17 milhões. Com o fechamento de 2025 em R$ 24 milhões, a Softrack atinge um crescimento composto anual (CAGR) de 44,2%, reafirmando a eficiência de seu modelo de negócio e a alta aderência de suas soluções ao mercado global.

Pilares estratégicos

Recentemente, a Softrack consolidou seu posicionamento como uma plataforma integrada, focada em resolver as principais dores dos gestores intralogísticos por meio de três pilares:

  • Segurança da operação: mitigação rigorosa de riscos e proteção dos colaboradores
  • Redução de custos: ganhos de performance, otimização estratégica de despesas operacionais e de manutenção
  • Gestão eficiente: visibilidade de ponta a ponta para o controle total da frota

Para o CEO da Softrack, Menotti Franceschini, o setor atravessa uma transição digital definitiva. "O mercado de intralogística não aceita mais decisões baseadas em suposições. Estamos em um estágio onde a eficiência é ditada pela capacidade de interpretar dados em tempo real. Em 2025, investimos pesado em IA e novas tecnologias porque entendemos que nosso papel é transformar dados brutos em segurança para o operador e rentabilidade para o acionista. O crescimento projetado para 2026 reflete essa maturidade: deixamos de ser apenas um fornecedor de telemetria para nos tornarmos o cérebro da operação logística de nossos clientes", analisa o executivo.

Portfólio

O ecossistema tecnológico da Softrack é ancorado pela sinergia entre a Telemetria e o SmartMind. Enquanto a telemetria utiliza Internet das Coisas (IoT) para monitorar o desempenho de empilhadeiras, pontes rolantes e guindastes — garantindo reduções de até 98% nos riscos de acidentes e 20% nos custos de manutenção —, o SmartMind atua como a inteligência central. Trata-se da primeira IA generativa do setor, capaz de processar grandes volumes de dados para identificar padrões e gerar recomendações estratégicas, como predição de manutenção e otimização da produtividade.

Complementando a gestão, os módulos FleetSync e Safety garantem o controle técnico e a integridade operacional. O FleetSync foca na gestão avançada de manutenção, centralizando ordens de serviço e monitorando técnicos em campo via aplicativo. Já o Safety utiliza dados em tempo real para prevenir riscos críticos, como atropelamentos e colisões, monitorando o comportamento de máquinas e condutores. Juntas, essas soluções consolidam a visibilidade total da frota e a proteção máxima dos ativos humanos e materiais.

SoftrackCom uma trajetória de inovação desde 2013, a Softrack se destaca com suas soluções tecnológicas para gestão intralogística. A empresa projeta e fabrica integralmente seus sistemas e equipamentos com tecnologia 100% própria, garantindo uma oferta sob medida para as necessidades do mercado. Impulsionada por um crescimento expressivo, a Softrack expandiu sua atuação por todo o Brasil e América Latina, com seus sistemas gerenciando mais de 5.500 equipamentos em uma carteira superior a 200 clientes

Softrack
Alfapress Comunicações

ANDRÉ SENADOR LANÇA "ESG E COMUNICAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL"

Novo livro do profissional PhD em Comunicação analisa o papel da comunicação e do ESG na construção de reputações corporativas

André Senador

A crescente expectativa da sociedade por posturas mais humanas, inclusivas e sustentáveis tem levado organizações a repensarem seus propósitos e estratégias. Esse é o ponto de partida de ESG e comunicação para o desenvolvimento sustentável: o caso da transformação das marcas de automóveis, novo livro de André Senador, publicado pela Editora Appris, que discute como a sustentabilidade passou a ocupar um lugar central na construção e preservação da reputação corporativa.

A obra parte do entendimento de que integrar a sustentabilidade como propósito corporativo estratégico deixou de ser uma opção e tornou-se uma necessidade para marcas e empresas que desejam estar alinhadas ao novo cenário social. Nesse contexto, o autor destaca a importância do desenvolvimento de processos genuínos de empatia com as pessoas e com o meio ambiente, capazes de promover relações mais humanizadas com os diferentes stakeholders. 

Com base em uma pesquisa sobre as marcas de automóveis no Brasil, o livro analisa o papel da comunicação e da adoção das dimensões ESG — Ambiental, Social e Governança — na forma como as organizações constroem e mantêm sua reputação. O estudo evidencia como práticas sustentáveis e estratégias de comunicação alinhadas ao ESG impactam diretamente a percepção pública das marcas.

Escrito por André Senador, PhD em Comunicação e executivo C-Level com atuação em grandes empresas multinacionais, o título oferece uma reflexão sobre a integração entre comunicação, sustentabilidade e gestão corporativa. A obra demonstra como o fortalecimento dos pilares ESG, a partir de um propósito claro, contribui para o desenvolvimento de relações mais consistentes e humanizadas entre marcas, sociedade e meio ambiente.

O livro já está em pré-venda na Amazon. O lançamento acontece em 29 de janeiro, na Livraria da Vila do Shopping Morumbi. Clique aqui e garanta já seu exemplar!

Editora e Livraria Appris

GE AEROSPACE E FORÇA AÉREA BRASILEIRA ASSINAM ACORDO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA

A GE Aerospace (NYSE: GE) anunciou nesta segunda-feira (26) a assinatura de um Acordo de Assistência Técnica (AAT) com a Força Aérea Brasileira (FAB), que permitirá ao Brasil receber suporte técnico adicional, serviços de treinamento e defesa para os motores F414-GE-39E, que equipam os jatos SAAB JAS-39E utilizados pela FAB.

O acordo determina que a FAB terá acesso a dados técnicos e a serviços essenciais para dar suporte à integração, operação, teste e manutenção dos motores F414-GE-39E. A GE Aerospace ficará responsável por ministrar programas de treinamento abrangentes, prover materiais técnicos e representação local para ampliar a capacidade de prontidão e capacidade de manutenção dos motores da FAB. A empresa MDS Aero Support Corporation também contribuirá para serviços de bancos de teste e desenhos de equipamentos.

"Este acordo é mais um capítulo da longa relação entre a GE Aerospace e a Força Aérea Brasileira. Ao oferecermos treinamento de última geração e suporte técnico à FAB, nós contribuiremos para o sucesso operacional da frota Gripen e ampliaremos a capacidade de defesa do Brasil,” afirmou Asha Belarski, gerente geral de suporte ao cliente de área de de Defesa & Sistemas da GE Aerospace.

Em 2025, a FAB celebrou os 50 anos da incorporação do F5 à frota nacional – modelo que é equipado com o motor J85, também fabricado pela GE Aerospace. A GE Aerospace também tem um Acordo de Assistência técnica com as Forças Armadas Brasileiras para o motor T700, que equipa os helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawk. Todos estes acordos estão em conformidade com a Regulamentação sobre Tráfico Internacional de Armas (ITAR, na sigla em inglês), que garante que todas as transferências de dados técnicos e de serviços de defesa são autorizados e controlados.

A GE Aerospace é líder global em propulsão, serviços e sistemas aeroespaciais, com uma base instalada de aproximadamente 50.000 motores para aeronaves comerciais e 30.000 motores para aeronaves militares. Com uma equipe global de aproximadamente 57.000 funcionários, baseada em mais de um século de inovação e aprendizado, a GE Aerospace está comprometida em inventar o futuro da aviação, elevando as pessoas e levando-as para casa com segurança. Clique aqui e saiba mais sobre como a GE Aerospace e seus parceiros estão definindo a aviação de hoje, de amanhã e do futuro

 GE Aerospace
JeffreyGroup Brasil

XMOBOTS, PETROBRAS E MARINHA DO BRASIL FIRMAM ACORDO PARA AMPLIAÇÃO DE DRONES NA DEFESA NAVAL E PROTEÇÃO AMBIENTAL

Parceria acelera evolução dos ARPs Nauru para operações embarcadas, fortalece vigilância marítima e amplia capacidade de resposta a desastres ambientais e missões de busca e salvamento

ARP Nauru

A Xmobots, maior fabricante de drones da América Latina e sexta do mundo, firmou um acordo de cooperação técnica com a Diretoria de Aeronáutica da Marinha do Brasil (DAerM), em uma iniciativa financiada em parte pela Petrobras, para expandir o uso de aeronaves remotamente pilotadas (ARPs) da família Nauru em navios, plataformas offshore e operações de monitoramento ambiental e defesa.

A aliança, firmada no Rio de Janeiro, integra o projeto MMRE, iniciativa de R$ 50 milhões dedicada ao desenvolvimento de tecnologias e drones equipados com sensores avançados para fortalecer o monitoramento marítimo. O programa busca aprimorar a detecção de manchas de óleo, ampliar a capacidade de resposta a emergências ambientais, apoiar missões de busca e salvamento e reforçar o combate a tráficos ilegais nas Águas Jurisdicionais Brasileiras.

O acordo estabelece uma colaboração inédita entre a indústria nacional, Marinha e a Petrobras, que tem buscado novos recursos tecnológicos para reduzir riscos, elevar a eficiência operacional e fortalecer medidas de baixo carbono. Nos últimos anos, a estatal vem ampliando o uso de aeronaves pilotadas remotamente em atividades de detecção de hidrocarbonetos, monitoramento de áreas sensíveis e transporte leve de cargas no ambiente marítimo.

A cooperação também reforça o papel estratégico da Marinha no fortalecimento da capacidade nacional de vigilância e resposta a emergências, visto que a incorporação dos ARPs Nauru aos meios navais amplia significativamente a consciência situacional marítima, fortalecendo a capacidade de resposta a incidentes ambientais e moderniza operações de busca e salvamento.

Para a Xmobots, a parceria consolida um movimento de impacto direto na soberania nacional, inovação e proteção ambiental. A empresa é a única do país com domínio vertical completo da cadeia de desenvolvimento de drones, da aviônica ao software embarcado, e agora direciona esse know-how para missões embarcadas. “Essa parceria mostra o quanto o país quer garantir que as tecnologias aqui desenvolvidas tragam impactos positivos na eficácia da vigilância e segurança marítima e na proteção ambiental”, afirma Giovani Amianti, CEO da companhia.

O acordo prevê ainda a adaptação dos sistemas aviônicos, de potência e de propulsão dos ARPs da linha Nauru para suportar as condições marítimas severas, como salinidade elevada, umidade, areia e fungos, além da integração de tecnologias de comunicação via satélites para ampliar o alcance em áreas remotas e do desenvolvimento de algoritmos avançados que permitam decolagens e pousos a partir de navios em movimento, como fragatas e navios-patrulha.

Os testes previstos no acordo serão realizados na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ) e em embarcações da Marinha, onde serão validados os requisitos operacionais para o emprego contínuo dos drones em missões navais e offshore. Modelos como o Nauru 1000C, com dez horas de autonomia e já utilizado pelo Exército no monitoramento de fronteiras, e o Nauru 500C, primeiro eVTOL certificado pela ANAC para voos BVLOS, serão adaptados para operação embarcada, ampliando o alcance e a precisão das ações em mar aberto.

“A cooperação entre Xmobots, Marinha do Brasil e Petrobras também sinaliza uma mudança estrutural na estratégia brasileira para tecnologias críticas. Combinando recursos e expertises, o Brasil avança na construção de uma capacidade própria em sistemas autônomos de monitoramento. As operações navais e ambientais que vão contar com a linha Nauru reforçam a tendência de integração entre defesa, energia e inovação”, finaliza o CEO da Xmobots.

XmobotsFundada em 2007, a Xmobots é a maior fabricante de drones da América Latina e uma das principais referências globais em tecnologia robótica e inteligência artificial. Com sede em São Carlos (SP), a empresa desenvolve soluções integradas de hardware, software e veículos aéreos não tripulados, aplicadas a setores estratégicos como Agronegócio, Meio Ambiente, Geotecnologia, Defesa e Segurança. Clique aqui e visite o site

Xmobots
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domingo, 25 de janeiro de 2026

BRUNA BUENO É A NOVA DIRETORA ARTÍSTICA DA COOLAB

Bruna Bueno

A Coolab, reconhecida por sua atuação no empresariamento artístico e marketing de influência, anuncia ao mercado a chegada de Bruna Bueno ao time executivo da empresa. A área já é composta por Emily Trevisan, gerente artística da agência há um ano, consolidando uma estrutura focada em curadoria, desenvolvimento de carreira e visão estratégica.

Graduada em Jornalismo, Bruna fez carreira nos bastidores da criação artística. Começou sua carreira na Conspiração Filmes, uma das maiores produtoras do País, num momento em que o mercado publicitário ainda estava em expansão e as produções internacionais eram muito fortes no Brasil. Com o tempo, especializou-se como diretora de elenco, cargo que se tornaria o centro de sua carreira.

Ela passou 19 anos na TV Globo, onde assinou a direção de elenco de várias novelas e projetos de dramaturgia, como Verdades Secretas I, Órfãos da Terra e Cheias de Charme, se tornando um dos principais nomes da área no Brasil. Pós-pandemia, Bruna deixou a emissora e começou a trabalhar no mercado, com passagens por grandes players globais como Netflix (série Luz, indicado ao Emmy) e Disney + (Amor da Minha Vida I e II), além de conservar intensa ligação com o cinema nacional e projetos autorais de dramaturgia.

Agora, como parte integrante da Coolab, ela irá contribuir na formação e desenvolvimento de Talentos, na realização de projetos e parcerias a serem cultivadas ao longo de anos. “Entrar para Coolab é um encontro de forças. Aqui vejo uma estrutura sólida, ferramentas, equipe e um pensamento estratégico que vêm num caminho em que eu já estava. Uma junção de expertises que potencializa o trabalho artístico com visão de futuro”, ressalta.

Para Juliana Montesanti, sócia fundadora da Coolab, a contratação marca um novo momento para a para a empresa, que trabalha sob um propósito de unir criatividade, inteligência de mercado e excelência artística, ampliando sua presença no ecossistema do entretenimento e cultura.

Coolab - Fundada por Juliana Montesanti, Kauê Lombardi e Martin Maggio, a Coolab nasceu como uma agência de Relações Públicas e rapidamente expandiu sua atuação para se tornar uma agência completa. Hoje, a empresa se destaca pela gestão estratégica de carreiras, PR 360, marketing de influência, assessoria de imprensa, produção e gestão de conteúdo e business intelligence. Com um olhar inovador e um casting de talentos de grande relevância, a Coolab se posiciona como um player essencial no mercado de comunicação. Para mais informações, clique aqui

Coolab Digital

MÁQUINAS FURLAN AMPLIA EFICIÊNCIA OPERACIONAL COM LINHA DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO E SUPORTE CONTÍNUO À MINERAÇÃO

Reconhecida como fornecedora de soluções completas para a mineração, a Máquinas Furlan estrutura sua atuação em peças de reposição e suporte contínuo como parte do atendimento aos clientes. O escopo busca garantir segurança, disponibilidade e eficiência operacional, complementando o fornecimento de equipamentos e acompanhando as plantas ao longo de toda a sua vida útil.

Em um contexto em que o Brasil ocupa posição estratégica no cenário mineral global — concentrando cerca de 10% das reservas mundiais de minerais críticos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) — a confiabilidade das operações e a disponibilidade dos equipamentos ganham ainda mais relevância. A volatilidade do mercado de commodities reforça a necessidade de soluções que assegurem agilidade no atendimento e previsibilidade operacional nas plantas de mineração.

“O nosso compromisso com o cliente vai além da entrega do equipamento. A linha de peças de reposição e o suporte contínuo garantem que a operação mantenha desempenho, confiabilidade e rapidez na retomada das atividades sempre que necessário”, pondera o gerente comercial Gustavo Furlan.

O portfólio de itens de reposição da Furlan contempla componentes fundamentais para o funcionamento dos equipamentos, como motores, parafusos, correias, rolamentos, entre outros, permitindo que as máquinas retornem à operação com rapidez e confiabilidade. Essas peças integram a Divisão de Equipamentos da empresa, como parte da estratégia de atendimento contínuo às operações de mineração.

Para atender às exigências do dia a dia das plantas, a Furlan mantém estoques sempre abastecidos, assegurando agilidade na entrega, redução do tempo de máquina parada e maior previsibilidade operacional. O escopo é complementado por suporte técnico especializado, com equipes capacitadas para orientar o cliente na escolha da peça correta para cada aplicação. Esse acompanhamento contribui para a performance ideal do equipamento reduz riscos operacionais em campo.

Ao integrar fornecimento de equipamentos, peças de reposição, estoques estratégicos e suporte técnico especializado, a Máquinas Furlan consolida uma abordagem completa de atendimento à mineração, orientada à continuidade das operações, eficiência operacional e disponibilidade dos ativos.

A Máquinas Furlan é uma fabricante de soluções para a indústria extrativa, com um portifólio que reúne mais de 150 modelos de equipamentos e uma ampla linha de acessórios para atender às demandas do setor mineral. Fundada em 1962, na cidade de Limeira, no interior do Estado de São Paulo, a Furlan se consolidou como referência no Brasil, nas Américas do Sul, Central e do Norte. No parque industrial de 210 mil m², a fabricante agrega recursos tecnológicos e profissionais qualificados para o desenvolvimento e fabricação de produtos empregados nas operações de cominuição (britagem, trituração e moagem) e no processamento de minérios (classificação, transporte, piroprocessamento etc.)

Máquinas Furlan
HÁ Propósito

sábado, 24 de janeiro de 2026

“ISTO É UM ASSALTO: GOVERNANÇA FRÁGIL, FISCALIZAÇÃO INSUFICIENTE E CONTROLE INTERNO DEFICIENTES - O CASO MASTER”. Por Paulo Serra*

O escândalo envolvendo o Banco Master, com liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, trouxe à tona um problema recorrente: a fragilidade dos mecanismos de controle, a opacidade em determinadas operações financeiras e a dificuldade histórica do Brasil em lidar com irregularidades de forma rápida, técnica e transparente.

De acordo com as investigações em curso e informações já tornadas públicas, a suspeita recai em operações financeiras complexas, possíveis inconsistências contábeis, movimentações atípicas de recursos e indícios de práticas que podem ter violado normas do sistema financeiro nacional.

As apurações buscam esclarecer se houve gestão temerária, omissões deliberadas, uso inadequado de instrumentos financeiros e eventual prejuízo a investidores, clientes ou ao próprio sistema bancário.

Ocorrências desta natureza não surgem do nada. Elas costumam ser o resultado de falhas acumuladas: governança frágil, fiscalização insuficiente, estruturas de controle interno deficientes e, muitas vezes, uma cultura de tolerância com riscos excessivos e pouca transparência.

O ponto central não é apenas o Banco Master, mas o que ele simboliza. Sempre que uma desordem financeira vem à tona, o impacto extrapola a instituição envolvida. A confiança no sistema como um todo é abalada, investidores ficam mais cautelosos, o crédito encarece e a Economia real, aquela que afeta empregos, empresas e famílias, acaba pagando a conta.

Por isso, é fundamental que as investigações avancem com total independência e clareza. O papel do Banco Central e dos demais órgãos de controle é decisivo. A sociedade precisa saber o que e como aconteceu, quem são os responsáveis e quais medidas serão adotadas para evitar que situações semelhantes se repitam. Afinal, transparência não pode ser seletiva, muito menos condicionada a interesses políticos, partidários, pessoais ou financeiros.

O Brasil não aguenta mais altercações. Não suporta mais a sensação de impunidade, nem a repetição de crises que poderiam ser evitadas com gestão profissional, fiscalização eficiente e regras claras. Cada nova celeuma reforça a percepção de que aprendemos pouco com os erros do passado - aliás, nem tão pretéritos, assim, convenhamos.

Investigar “doa a quem doer” não é discurso radical - é obrigação republicana. Não se trata de condenar previamente, mas, sim, de apurar o caso Banco Master com seriedade, sem blindagens e sem conivência e conveniência. Só assim será possível reconstruir a confiança, fortalecer as instituições e mostrar que o País leva a sério a integridade do seu arranjo econômico.

O caminho para o desenvolvimento do Brasil passa, necessariamente, por menos escândalos e mais gestão balizada em responsabilidade, ética e transparência. Esta nação precisa romper com o ciclo da crise permanente e avançar para uma cultura de prevenção, de controle e de respeito ao interesse público. Esse é, ao meu ver, o verdadeiro teste de maturidade institucional que o País precisa enfrentar, e agora!

* Paulo Serra é especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito, também é 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB e presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.


THYMOS ENERGIA ANUNCIA ANDRÉ MILLIONS E FILLIPE SOARES COMO NOVOS DIRETORES EM MOMENTO DECISIVO DO SETOR ENERGÉTICO

Executivos chegam para reforçar operações em M&A, da consultoria e adaptação do mercado frente aos novos desafios da transição energética

André Millions e Fillipe Soares

A Thymos Energia, uma das maiores consultorias especializadas em energia do país, anuncia André Millions, diretor da Thymos Capital; e Fillipe Soares, diretor de Consultoria. As chegadas dos executivos ocorrem em um momento estratégico para o setor elétrico brasileiro, marcado pelo cenário das fontes renováveis, pela abertura total do mercado livre de energia e por novos desafios operacionais e regulatórios que acompanham essa transformação.

Nas últimas décadas, o Brasil viveu um crescimento expressivo das fontes renováveis, tornando-se referência mundial em geração limpa. “A Thymos teve papel relevante nesse processo. Atuou como consultoria em aproximadamente 30% de toda a expansão da capacidade renovável instalada no país, apoiando projetos de geração, contratos de autoprodução e PPAs e decisões estratégicas de investidores e agentes do setor”, analisa João Carlos Mello, CEO da consultoria.

Agora, o setor entra em uma nova fase. O avanço acelerado das renováveis traz desafios como o curtailment, exigindo soluções cada vez mais sofisticadas em planejamento, operação, regulação e estruturação de negócios. Já o mercado livre de energia, com a entrada do consumidor varejista, demandará adaptação das empresas para atuar no novo ambiente, ampliando a complexidade comercial, regulatória e de gestão de riscos.

Outro movimento fundamental é a necessidade de consolidação do mercado livre de gás natural, visto como peça-chave para garantir segurança energética, competitividade industrial e complementaridade à matriz elétrica, especialmente em um cenário de maior intermitência das fontes renováveis.

“Depois de um ciclo intenso de expansão do setor e da Thymos, os desafios agora estão na integração, na continuidade do crescimento e na estruturação de novos mercados. A chegada do André e do Filipe fortalece nossa consultoria no apoio aos clientes nesse novo contexto”, afirma João.

Soluções financeiras estratégicas e novas diretrizes de mercado

“Após um ciclo de forte expansão das renováveis, o mercado passa a exigir soluções financeiras estratégicas, enquanto a abertura do mercado livre cria novas oportunidades em terrenos desafiadores. A Thymos Capital nasceu para atuar nesse ponto, conectando investidores a projetos bem estruturados e alinhados à nova realidade do setor”, diz André Millions, que assume essa frente de negócios, com o papel de impulsionar a conexão entre clientes e oportunidades em energia e infraestrutura.

“O setor elétrico brasileiro está cada vez mais sofisticado, competitivo e complexo. Nossa missão como consultoria é ajudar os agentes a navegar esse ambiente, seja na adaptação ao mercado varejista, no enfrentamento do curtailment ou na estruturação do mercado livre de gás natural”, afirma Fillipe Soares.

Com os novos diretores, a Thymos Energia reforça sua estratégia de crescimento e diversificação, ampliando sua atuação em consultoria, gestão, investimentos e novos negócios, e se posicionando como parceira essencial dos agentes que constroem o futuro da energia no Brasil.

Os novos executivos

André Millions é diretor da Thymos Capital. Possui mais de 25 anos de experiência em energia, governança corporativa e gestão empresarial. Atuou como Conselheiro Fiscal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e como membro de Conselhos de Administração. Em sua trajetória, passou por empresas do Grupo Eletrobras, liderando áreas de Comercialização, e pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Possui MBA em Gestão de Novos Negócios em Energia Elétrica pelo Ibmec e em Gestão Empresarial pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios e graduação em Administração Industrial pelo CEFET/RJ.

Fillipe Soares é diretor de Consultoria da Thymos Energia, com mais de 20 anos no setor de energia. Tem experiência como diretor e conselheiro em grandes empreendimentos de energia, com atuação em gestão de riscos, regulação e relações governamentais em empresas nacionais e multinacionais listadas em bolsas de valores. Doutor e Mestre em Sistemas de Potência pela Escola Politécnica da USP, é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A Thymos Energia é uma das maiores empresas brasileiras de consultoria e gestão de energia. Com a missão de transformar o complexo em simples, a empresa oferece soluções de ponta a ponta da cadeia: geração, transmissão, distribuição, comercialização e consumo, além de orientar investidores que buscam oportunidades nesses segmentos. A energia para o futuro precisa ser projetada, planejada e construída hoje e o trabalho da Thymos é dar o suporte necessário para que as melhores decisões sejam tomadas

Thymos Energia
P4 Comunicação Corporativa

SÃO PAULO: 472 ANOS DE DINAMISMO E PUJUNÇA

Avenida Nações Unidas, mais conhecida como marginal Pinheiros, e a Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira. Foto: Leo Ikeda | Domínio Público.

* Linoel Dias

São Paulo - a maior capital do estado e cidade do Brasil, um gigante urbano global, importante centro financeiro e cultural da América Latina - fundada em 25 de janeiro de 1554, está completando 472 anos. Suas dimensões mais do que extrapolaram por sua diversidade cultural, economia pujante (10% do PIB nacional), rica vida cultural (museus, teatros, shows) e por sua mistura de modernidade e tradição, sendo um importante polo de negócios e turismo.

Apesar de seus números estratosféricos de desenvolvimento, São Paulo está longe de ser uma boa cidade para se viver com tranquilidade. Infelizmente, como todas as grandes cidades e capitais, cresceu o número de feminicídio, estupros, sequestros, assaltos e todas as modalidades de golpes.

Destaques Principais

É a capital do estado de São Paulo e a cidade mais populosa do Brasil e da América do Sul, com mais de 12 milhões de habitantes.

É o principal centro financeiro do Brasil, sede da Bolsa de Valores (B3), com forte setor de serviços, finanças, comércio e tecnologia, respondendo por cerca de 10% do PIB nacional.

A capital paulista é um caldeirão cultural, resultado de imigração massiva, com culinária, eventos e tradições de todo o mundo, além de uma vasta cena artística (museus, teatros) e de eventos (shows, feiras).

É uma cidade global, devido ao seu dinamismo econômico, boa infraestrutura e redes de transporte e comunicação.

Fundada em 25 de janeiro de 1554 no Pateo do Collegio, a data celebra a conversão do apóstolo Paulo.

Pontos de Interesse

Cultura: Avenida Paulista, MASP, Pinacoteca, Teatro Municipal, Beco do Batman, Parques (Ibirapuera). Centenas de cinemas, teatros.

Negócios: Faria Lima, B3.Bolsa de Valores B3, 130 bancos, 93 corretoras de valores.

Gastronomia: É o terceiro polo gastronômico do mundo, só superado por Tóquio (Japão) e Seul (Coréia do Sul). Dos 100 melhores restaurantes da América Latina, 50 estão em São Paulo, que tem cerca de 23 mil restaurantes. São opções infinitas de restaurantes, shoppings e mercados, muitos deles abertos 24 horas.

Destaques

Verde: Possui áreas verdes significativas, como parques, praças e trechos de Mata Atlântica preservada, apesar de ser uma metrópole de concreto.

Eventos: Capital de shows e eventos na América Latina, atraindo milhões de turistas.

> Os números tiveram como fonte o site Visite São Paulo, do CVBSP

* Linoel Dias - jornalista e colunista de Turismo do “Coisas de Agora”


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

TCP ATINGE RECORDE E MOVIMENTA 11,5 MILHÕES DE TONELADAS DE CARGAS

Exportações representam mais de 60% do volume movimentado; crescimento é impulsionado por embarques de carnes e congelados

Em 2025 a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, atingiu uma movimentação recorde de 11,5 milhões de toneladas de cargas. A soma do volume de exportações e importações, sem considerar o peso de contêineres, representa um crescimento de 7% frente às 10,8 milhões de toneladas registradas em 2024.

O resultado foi impulsionado principalmente pelas exportações, que chegaram a 8,290 milhões de toneladas de cargas, alta de 7%, enquanto as importações tiveram um aumento de 2%, totalizando um volume de 3,177 milhões de toneladas.

Os segmentos comerciais que mais tiveram destaque nas exportações ao longo do ano foram o de carnes e congelados (3,822 milhões de toneladas), madeira (1,394 milhões de toneladas) papel e celulose (991 mil toneladas), e agronegócio (393 mil toneladas).

Nas importações, a liderança foi do segmento químico e petroquímico (619 mil toneladas), seguido do automotivo (544 mil toneladas), de eletrônicos e maquinários (333 mil toneladas), e de construção e infraestrutura (233 mil toneladas).

“Em um cenário global mais complexo, por conta da imposição de cotas de importação e tarifas a produtos brasileiros, a TCP se demonstrou um eixo fundamental para a corrente de comércio do país. Com uma alta concentração de serviços marítimos e maior capacidade de transporte por navio, após a ampliação do calado operacional, encerramos 2025 com uma movimentação recorde, o que reflete a confiança do mercado em operar por Paranaguá”, explica Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores e de inteligência de mercado da TCP.

Desde 2024, o calado operacional do canal de acesso ao Porto de Paranaguá já passou por três revisões, passando de 12,10 metros para 13,30 metros. O incremento da profundidade em 1,20 metros representa um aumento de capacidade de 960 TEUs cheios por navio.

O número de atracações no Terminal de Contêineres de Paranaguá teve um aumento de 3% em 2025, chegando a 1.019 navios. A TCP é o maior concentrador de linhas marítimas entre os terminais brasileiros, contando com 23 escalas semanais regulares de cobertura global (Ásia, Europa, Américas e África), além da Cabotagem.

Embarques de carne bovina têm nova máxima histórica

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), mostram que o Brasil exportou, em 2025, 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, uma alta de 20,9% em volume e que gerou uma receita de US$ 18,03 bilhões em receita total, alta de 40,1% em comparação com 2024.

No período, a TCP foi responsável pelo embarque de 1,034 milhão de toneladas de carne bovina, alta de 53% em volume frente às 675 mil toneladas exportadas em 2024. O crescimento do volume acima da média nacional representa um avanço do Terminal em participação de mercado, que passou de 23% para 29% entre 2024 e 2025.

“O aumento da participação de mercado na exportação de carne bovina está diretamente relacionado ao aumento da confiança do mercado brasileiro na infraestrutura e na qualidade do atendimento oferecido pela TCP para as indústrias exportadoras de carne. Com a maior área para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, o Terminal de Contêineres de Paranaguá se destaca como o maior corredor de exportação de carnes e congelados do Brasil, convertendo clientes de Norte a Sul”, destaca Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e de atendimento da TCP.

Em 2024, a TCP inaugurou o maior parque para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, após a conclusão da obra que ampliou o número de tomadas no pátio de operações de 3.624 para 5.268. No ranking nacional, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui um número de tomadas 32% superior ao segundo colocado.

Atualmente, a TCP é o maior corredor de exportação de carnes e congelados do Brasil, detendo uma participação de mercado de 39% no segmento.

Embarques de frango disparam no quarto trimestre

Entre outubro e dezembro, a TCP embarcou 670 mil toneladas de carne de frango congelada, alta de 9% em comparação às 617 mil toneladas registradas no mesmo período de 2024. O resultado demonstra uma retomada nos embarques de carne de frango após um ano desafiador para as indústrias exportadoras.

Com a identificação de um foco de Influenza Aviária em uma granja no município de Montenegro (RS), em maio, diversos compradores suspenderam temporariamente as importações do produto brasileiro, gerando impacto nos embarques. “Com a resolução rápida do caso e o Brasil se declarando livre de gripe aviária em junho, após 28 dias sem registrar novos casos, as restrições aos embarques foram gradativamente removidas. Com isso, a TCP alcançou um volume recorde na exportação de carne de frango no quarto trimestre e teve o melhor mês da série histórica em dezembro” comenta Guidolim.

De acordo com os dados levantados pelas Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apenas no mês de dezembro, o Brasil exportou 510,8 mil toneladas de frango, o que representou uma alta de 13,9% frente ao desempenho do mesmo mês no ano anterior, gerando uma receita total de US$ 947,7 milhões. No mesmo mês, a TCP registrou um novo recorde mensal para o embarque de carnes de frango, sendo responsável pela exportação de 233,9 mil toneladas, alta de 19% em comparação ao desempenho de dezembro de 2024, que havia sido de 197,4 mil toneladas.

A ABPA também informou que, em 2025, o país embarcou 5,324 milhões de toneladas de frango, alta de 0,6% em volume, gerando uma receita total de US$ 9,790 bilhões. Já a TCP, maior corredor de exportação de carne de frango congelada do Brasil, foi responsável pelo embarque de 2,398 milhões de toneladas do produto, representando uma participação de mercado de 45% nas exportações.

O Paraná foi o estado de origem de mais de 70% do volume de frango exportado pela TCP. Já os principais destinos das cargas foram Emirados Árabes Unidos (9,1%), África do Sul (8%) e Japão (6,7%).

TCP
203 Comunicação

FÁBRICA DO CAFÉ PILÃO É A PRIMEIRA DO SETOR A OPERAR COM BIOMETANO NO BRASIL

JDE Peet’s Brasil e Ultragaz firmam parceria para reduzir emissões de carbono na unidade de Jundiaí

A JDE Peet’s, companhia global líder em cafés e chás, detentora no Brasil das marcas Pilão, L’OR, Café Maratá, Café do Ponto, Caboclo, Café Pelé, Damasco, anuncia que sua fábrica em Jundiaí (SP) passará a operar com gás Biometano a partir do 1º semestre de 2026. A iniciativa, realizada em parceria com a Ultragaz, marca um avanço inédito na indústria do café no País, reconhecido mundialmente como maior produtor do grão.

Com a adoção do biometano em sua maior planta de café torrado e moído do mundo, a JDE Peet’s se torna a primeira indústria de café no Brasil a utilizar essa fonte energética renovável em seu processo fabril. O combustível, obtido a partir da purificação do biogás gerado na decomposição de resíduos orgânicos em aterros, contribui para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e para fortalecer a economia circular.

“Evitaremos a emissão de aproximadamente 2.500 toneladas de CO₂ por ano na região. Além disso, o uso do Biometano reforça nosso compromisso com práticas industriais de menor impacto ambiental, transformando resíduos em energia, inovação e prosperidade para a comunidade de Jundiaí e região”, afirma Marisa Penteado, diretora de Operações da JDE Peet’s Brasil.

Além dos ganhos ambientais, o projeto contribui para que o consumidor tenha acesso a um café produzido de forma ainda mais responsável, reforçando a preferência por marcas que integram a sustentabilidade de forma estruturada ao seu negócio. “O café é parte da identidade do Brasil e entendemos nosso papel em liderar uma transformação que una tradição e futuro. Ao adotar o Biometano, damos um passo concreto rumo a uma operação mais limpa, inovadora e alinhada aos compromissos globais de redução de carbono. Essa conquista não é apenas da nossa empresa, mas de toda a cadeia do café brasileiro. Nosso compromisso é com o futuro do café”, destaca André Maurino, presidente da JDE Peet’s Brasil.

A implementação do Biometano integra a estratégia de sustentabilidade da JDE Peet’s, por meio do programa Common Grounds, que inclui metas de redução de emissões, logística mais eficiente, apoio a projetos de agricultura regenerativa e investimentos contínuos em eficiência energética. Até 2030, a empresa está comprometida em reduzir as emissões absolutas de Gases de Efeito Estufa dos Escopos 1 e 2 em 43,3%[*].

“O Biometano é uma das principais alavancas para avançar a transição energética do país. Na Ultragaz, trabalhamos para democratizar o acesso a esse combustível renovável e a colaboração com a JDE Peet’s Brasil reforça nosso compromisso em transformar a matriz energética das empresas e apoiar as metas de descarbonização dos nossos clientes”, destaca Erik Trench, diretor de Gases Renováveis da Ultragaz.

Como funciona o Biometano

O Biometano é um gás renovável produzido a partir da biodigestão de resíduos sólidos urbanos, agrícolas e agroindustriais, como bagaço de cana, restos de culturas, dejetos de produção. No projeto da JDE Peet’s, o Biometano será transportado do aterro sanitário até a fábrica em Jundiaí por caminhões movidos pelo próprio combustível, sem necessidade de dutos ou veículos a combustão, tornando a operação ainda mais limpa e eficiente.

Principais benefícios do Biometano

  • Redução significativa de CO₂ em comparação ao gás natural fóssil;
  • Redução de emissões de metano no aterro e uso energético eficiente do gás;
  • Diversificação da matriz energética;
  • Alinhamento com políticas nacionais de biocombustíveis;
  • Menor dependência de combustíveis não renováveis;
  • Estímulo à economia circular, transformando resíduos em energia limpa;
  • Melhoria da qualidade do ar e redução de impactos ambientais.

[*] Em comparação com a base de 2020

A JDE Peet’s é uma companhia global líder em café, que serve, aproximadamente, 4.400 xícaras de café por segundo, em mais de 100 mercados. Guiados pela nossa estratégia “Reviver o Incrível”, estamos focando no crescimento impulsionado por marcas, com atenção especial a três grandes apostas: Peet’s, L’OR e Jacobs, além de um portfólio com 10 marcas que são ícones locais. Em 2024, a JDE Peet’s gerou vendas totais de 8,8 bilhões de euros e contou com uma força de trabalho global de mais de 21 mil associados. Clique aqui e descubra mais sobre nossa jornada para oferecer um café para cada xícara e uma marca para cada coração

JDE Peet’s
WEDOPR

SÃO PAULO, 472: CÉU E INFERNO PULSAM. Por Marli Gonçalves*

A maior, a mais tudo do país, para o bem e para o mal, organismo vivo e, como tal, São Paulo registra transformações intestinas o tempo inteiro mastigando e deglutindo seus quase 12 milhões de habitantes de forma cada vez mais acelerada diante de nós, desfigurando até a sua própria História.

Nasci por aqui, e estranho que praticamente quase nada do que formaria minha memória afetiva se manteve intacto. O Hospital e Maternidade Matarazzo, onde cheguei ao mundo, agora é hotel chique, com pedaços discutíveis de preservação, depois de anos de total abandono e quase desmoronamento.  Dos lugares onde estudei, só a FAAP ainda está no lugar, e mesmo assim me parece outra quando a vejo totalmente cercada, com a beleza de sua fachada mexida e as suas escadarias vazias de alvoroços. Nos outros locais já há muito foram fincados condomínios pavorosos: na Alameda Jaú, o Externato Luiz Magnanini sumiu no tempo; na Rua Tabapuã, sumiu o Liceu Eduardo Prado e sempre penso até o que foi feito com o bondinho que ficava no pátio, tudo aquilo. Me pergunto até onde estarão os registros dos alunos – gostaria de rever meus boletins e orgulhosas notas altas.

São Paulo é mestra em encantamentos e nessas mágicas das quais não podemos nos distrair sob pena de perder referências e até, aliás, de nos perdermos em caminhos por não mais reconhecê-los, e isso às vezes em pouquíssimo tempo que ali não passamos. Descrevo a região central onde me estabeleci, bem paulistana; mas como repórter de cidades pelo Jornal da Tarde conheci muito bem toda a dimensão dessa cidade e suas quebradas, como chamam hoje suas periferias e limites inimagináveis, com barcos, represas, balsas, linhas quilométricas de ônibus, estradas de terra e esperanças de melhorias que certamente muitos ainda aguardam as soluções deitadas nas gavetas das promessas.

Vivo na região mais contemporânea, central, onde as ruas são um eterno Salão do Automóvel por onde passam os modelos mais exclusivos. Onde muita, mas muita gente, se veste de preto; aliás, se veste como bem entende, e lança moda. Onde os gêneros são realmente fluídos. Onde o luxo anda junto também com a miséria e muitos dormem pelas ruas – e algumas dessas pessoas tem nomes e até histórias conhecidas por estarem tanto tempo ali, peregrinas da região. Conheço gerações que vi nascerem e terem filhos e filhos, e grávidas cada vez mais jovens, quase crianças. Onde se diz que tem mais segurança e às vezes percebemos que não temos nenhuma, assim como sem cuidada infraestrutura, embora paguemos caríssimos impostos. Onde todas as religiões se cruzam, os judeus ortodoxos e seus enormes chapéus de pele e roupas pesadas ao véu que cobre as muçulmanas, com os belos e coloridos imigrantes africanos. Levaria dias descrevendo o que acompanho.

A cidade que tenta se comparar de forma jeca e desnecessária a Nova Iorque tem ainda muito o que se ver, conhecer. Ruas e bairros inteiros eleitos como melhores em listas de revistas internacionais, como o Bom Retiro e, agora, a Barra Funda, onde enormes galpões se transformaram em galerias de arte formando até um roteiro oficial, mesmo que ainda em meio ao abandono – tudo junto e misturado. O Centro Antigo merece uma caminhada para observar a arquitetura e mesmo até alguns de seus escombros.

São Paulo é tudo ao mesmo tempo agora. Se revela a cada momento, céu e inferno, suas contradições e falta de planejamento, sua personalidade múltipla e rica, seus barulhos e stress constantes, medida a cada feriado com a fuga desesperada de seus moradores em êxodos pelas estradas para se refrescarem.

São Paulo, de qualquer forma, vale a pena. E a gente canta Parabéns para ela. Reclamando, elogiando, olhando para os lados, ganhando ou perdendo, mas ainda uma terra de oportunidades.

* Marli GonçalvesJornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital.  marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br. Foto: @dukskobbi.

GUIA PRÁTICO PARA ENCRENCAR O TRÂNSITO. Por Eduardo Fangel*

Há algum tempo penso em compartilhar técnicas infalíveis para “engarrafar cidades brasileiras” com eficiência suíça - só que ao contrário. Tudo baseado no princípio sagrado da política municipal: “se o eleitor pede lombada, lombada haverá”. Fiscalização? Educação? Engenharia de tráfego? Coisas neoliberais demais.

Antes, um lembrete básico que todo prefeito ignora com orgulho: 

"Vazão = velocidade x área“

Mas quem liga pra física quando dá pra inaugurar concreto?

1. Lombadas (a religião oficial)

Coloque “sempre nas vias principais”, de preferência logo após cruzamentos. 

Assim:

  • Quem vem da preferencial freia sem necessidade
  • Quem vem do “PARE” não sabe se para, arranca ou reza
  • Todos perdem tempo, combustível e sanidade

PS: os testes em laboratórios de emissões veiculares demonstram que o maior consumo de combustível e consequente emissão de poluentes ocorre no anda e para do trânsito.

Fiscalizar velocidade dá trabalho. Lombada é voto sólido.

2. Faixas de pedestres (o caos democrático)

Pinte faixas:

  • Em todo cruzamento
  • Em toda esquina
  • Em locais sem visibilidade nenhuma
  • Semáforo verde? Problema do motorista.
  • Conversão à direita? Surpresa! Um pedestre brota do nada.

Faixa no meio da avenida com canteiro central? Excelente. Pedestre não usava mesmo — agora vai usar.

3. Placas “PARE” estratégicas

Sempre dê preferência à rua:

  • Mais estreita
  • Mais lenta
  • Com menos fluxo

Estudo de tráfego é elitista. Intuição política é ciência exata.

4. Estacionamento livre, leve e solto

Avenida com duas faixas?

 Transforme em “uma”.

Rua estreita?

 Estacione dos “dois lados”.

O importante é garantir que ambulância e ônibus nunca passem. Comércio feliz, cidade parada.

5. Retornos infinitos

Permita retornos:

  • Em todas as ilhas
  • Em toda avenida movimentada
  • Sem recuo, sem sinalização e sem piedade

Nada cria mais engarrafamento que um carro atravessado tentando “só virar rapidinho”.

6. Faixas que somem magicamente

Avenida de três faixas?

  • Faça virar duas. Do nada!
  • Sem placa, sem aviso, sem vergonha.

O motorista aprende na marra. Ou não aprende.

7. Mate as rotatórias (crime urbanístico qualificado)

Rotatória flui? Então está errado.

Troque por:

  • Semáforos

De três tempos; Intermináveis! Que param tudo mesmo quando não passa ninguém, Trânsito parado transmite sensação de “controle”.

Conclusão:

O trânsito não precisa fluir. Precisa “parecer humano”, mesmo que seja burro. Lombada inaugurada, fiscalização não adotada. Lombada aparece na foto. Multa dá chilique. Engarrafamento é só o preço do populismo viário.

Se a cidade travar, melhor ainda: o eleitor acha que cresceu demais.

E os prefeitos? Seguem firmes, cortando fita… em cima da lombada.

* Eduardo Fangel é formado pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo e foi, durante muitos anos, responsável pelo “Traffic Safety” no Campo de Provas da General Motors, em Indaiatuba, SP.

** Espaço editorial da Coluna chicolelis

FABIO RIBEIRO É O NOVO CEO DA NLT TELECOM

Executivo terá a missão de expandir atuação comercial da empresa, ampliando portfólio e presença na América Latina

Fabio Ribeiro

A NLT Telecom, operadora autorizada Anatel, anuncia Fabio Ribeiro como seu novo CEO, que chega para ampliar a atuação comercial da empresa. Há sete anos no mercado, a NLT iniciou como MVNO pioneira especializada em IoT e, atualmente, tem tido relevante desempenho também como Mobile Virtual Network Enabler (MVNE).

“A NLT já se consolidou como uma das principais operadoras do Brasil graças à inovação e à capacidade de entregar conectividade confiável e customizada para os setores mais exigentes do mercado. Minha missão, a partir de agora, é a de acelerar ainda mais o crescimento e a transformação da empresa, fortalecer nosso conjunto de soluções e expandir a operação para novos mercados, sempre colocando o cliente no centro de todas as decisões”, afirma Fabio Ribeiro.

Com mais de 20 anos de experiência no setor, Fabio tem sólida experiência em gestão e desenvolvimento de equipes multidisciplinares em várias áreas de negócio, tendo atuado em importantes empresas de telecom no Brasil, como Vivo, Claro Next, TNS e Vero. O executivo tem graduação em Engenharia pela Federal de Itajubá, MBA pela University of Manchester e especialização pela UCSD e UNIFEI.

A NLT Telecom é operadora global de telecomunicações exclusiva para o mercado de IoT, uma Mobile Virtual Network Enabler (MVNE), que oferece ao mercado a melhor estrutura de core de rede do país, com conectividade em qualquer tecnologia, dentro e fora do território nacional. As soluções multitecnológicas de hiperconectividade NLT podem ser combinadas entre si de forma a atender as mais diversas aplicações, sendo ideais para comunicação entre máquinas (M2M) e Internet das Coisas (IoT), em áreas como saúde, indústria 4.0, rastreamento de veículos e ativos, logística, agronegócio, monitoramento e segurança, meios de pagamento e cidades inteligentes

NLT