sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

UFA. CALCINHAS. E AS PROMESSAS? Por Marli Gonçalves*

Elas, as promessas feitas no fim do ano, parecem fantasmas que ficam nos perseguindo todos os 365 dias que foram ou os que virão; disso não fugimos, até porque novamente faremos outras. Todo dia a gente lembra de alguma sondando, que fez e, puxa, não deu para cumprir. Aí logo disfarça, espirra, sai com pressa, esquece, sei lá, garante que ano que vem, ah, o ano que vem...

Ninguém obriga, mas a gente teima. Nem bem dezembro chega e lá estamos nós pensando no ano que vem, nos sonhos que temos, começamos a fazer os planos – e eles são ousados. As promessas. Ainda tem de pensar no que vai fazer durante a passagem, naqueles momentos, que cor vai usar – (tem o mito da calcinha, até repito abaixo, leia,  um texto meu de dezembro de  2008, “Uma Questão de Calcinhas”,  que continua incrivelmente atual e que cheguei a pensar como título de um possível e sonhado livro só de crônicas) - , se vai pular ondas, dormir, sair andando com uma mala em volta do quarteirão, beber muito, ou  meditar, ver fogos espocando, se sozinho ou no meio de uma multidão.

Pensa com força, acende velas, procura simpatias, algumas até bem difíceis de encontrar os ingredientes. Todo mundo fica meio esotérico nessa época, por mais que negue. Amarra fita aqui, ali, compra lentilha, romã. Esquece o coitado do frango que cisca pra trás.

Agora já passou a religiosidade que assola o período de Natal, familiar, todos bonzinhos e amorosos. Agora é meio que a hora de uma certa esbórnia. A gente praticamente se obriga a estar otimista, radiante, feliz, e cheio de caprichadas esperanças e promessas. As tais das quais lembraremos ou mesmo esqueceremos até uma segunda ordem.

Mais do que os meses de verão ou de carnaval, dezembro é cansativo porque acumula muita coisa, de alegrias a decepções, de afazeres a pontos finais, compromissos obrigatórios e em geral muito chatos, encontros antes desmarcados, ver amigos, reunir a turma de algum lugar, seja da firma ou da vida. Mandar e responder mensagens, ficar feliz em ser lembrado, triste e preocupado quando esquecido.

É ufa atrás de ufa até aquela meia noite que vai chegar, e todos têm de estar a postos para a contagem regressiva, o relógio mais acertado que o de nossos aniversários.

Pronto, passou, e seguimos adiante com os fantasmas, as promessas e os planos para viver o início do quarto de século 2000.

Feliz 2025, meus queridos leitores, amigos, apoios, amores. Prometam que continuaremos juntos dia após dia.

UMA QUESTÃO DE CALCINHAS. Por Marli Gonçalves* (2008)

O que a cor de uma calcinha pode mudar? O mundo, de uma hora para outra. Aceita sugestões?

Calcinha amarelo-ouro, dinheiro. Vermelha, paixão. Rosa, amor. Branca, paz. Verde, para conter o desmatamento da Amazônia. Azul, para o controle do aquecimento global e o derretimento das geleiras. Laranja, para não pegar gripe o ano inteiro. Lilás, para o equilíbrio das forças mentais e espirituais. Roxa, para que a Lei Maria da Penha seja aplicada com mais rigor e rapidez neste país. Dourada, para ter mais glamour na vida social. Prateada, para atrair bons negócios ou grisalhos dispostos, o que também é bom. Marrom, para não ter medo do futuro. E preta, bem, a preta, sei lá, para combinar com o sapato. Ou em protesto. Nunca falta contra o que protestar.

Sempre soube, acompanhei e admirei a importância das mulheres e das calcinhas na história do mundo, principalmente do poder que emana daquilo que as calcinhas cobrem, ocultam ou protegem. Não duvido que tenha a ver, a cor das calcinhas, a passagem do ano, e o que queremos dele. Mulheres são bruxas cheias de magia. Calcinhas podem ser objetos poderosíssimos, verdadeiros talismãs. Quando vestidas, quando despidas, quando vislumbradas, entre luzes e sombras.

Todo ano é a mesma coisa. Além de tantas coisas para fazer, arrumar, balanços, de vida e de dívidas, pensar, desejar, projetar, dar, dividir, confraternizar, ainda é preciso decidir: que cor de calcinha usar na passagem do Ano? Ou melhor, qual o pedido que tenho para fazer? E para quem é esse pedido? Um santo especial das calcinhas? Um orixá tarado? Santo Wando? Pior, tem de ser calcinha nova, em folha.

Quem inventou isso? Quem foi o gênio?

Essa dúvida cruel já me levou há alguns anos a passar sem nada, nadinha. Recordo-me que foi muito bom e que aquele ano seguinte passou leve, com algumas coisas boas. Mas era uma situação específica e, admito, estava numa praia de nudismo do Nordeste. Minha avó paterna era índia e é nessa hora de verão, de calor, que vejo que não nego meu sangue - detesto usar muita roupa e andaria nua sem problemas e, juro, da forma mais natural possível, se é que isso um dia o será.

Desde muito garota, sem qualquer influência direta, sou fascinada pelas vedetes, pelas pinups, pelas estrelas de cinema, as divas nuas e suas biografias exóticas e eróticas. Uma das minhas ídolas, assassinada cruelmente aos 50 anos de vida, é a bailarina, naturista e uma das primeiras feministas brasileiras, Luz del Fuego, linda, cabelos compridos, baixinha mignon, que se apresentava seminua com uma ou às vezes duas jiboias enroladas no corpo. Luz Del Fuego escandalizou toda uma época, sem calcinhas. "Um nudista é uma pessoa que acredita que a indumentária não é necessária à moralidade do corpo humano. Não concebe que o corpo humano tenha partes indecentes que se precisem esconder", dizia. Fundou até um partido político, o Partido Naturalista Brasileiro. O máximo! Luz Del Fuego abalou o Rio de Janeiro; e mostrou, principalmente ao Brasil, que muitas Leilas Diniz ainda nasceriam, ainda bem.

Outra vez que me recordo e que adorei ter sido do contra - foi quando saí vestida toda de negro no mar branco das multidões ferventes e esperançosas das areias da praia de Copacabana, em plena passagem de ano. Sinceramente, acho um saco essa obrigação de usar branco, e essa quase obrigação que todo mundo se impõe, de se arrastar para fora das cidades. Tudo bem que o ano que vem será regido pelo Boi, mas espero que as pessoas não confundam com andar em manadas, até perigoso se começa.

Mas falávamos de calcinhas! O calendário vai girar e é preciso mesmo decidir a cor da calcinha da virada. Que frase bonita: a cor da calcinha da virada! Quem dera haja uma virada, hein? Você quer amor ou paixão? Tranquilidade, rotina ou aqueles tremores irresistíveis? Sugestão: há uma variação na aquarela, do rosa claro ao vermelho, passando pelo matiz do rosa-choque. Ótimo: rosa choque. Você usa e lhe aparecerá em 2009 uma paixão constante, um amor que não acabará nunca e junto de um desejo daqueles, de calor, de querer, só de chegar perto, de ouvir a voz. Esse é o melhor amor que tem. Pode durar dezenas de anos, uma vida, onde quer que esteja.

Quer paz, inclusive no Oriente Médio? Use a branquinha. Pode ser aquela branquinha com estampas de flores vermelhas, em homenagem ao sangue de tantos mortos dessas guerras absurdas, de todos os lados, que irrompem tenebrosas antes dos fogos de artifício que esperamos tanto.

Mais uma sugestão, última moda, que vou lançar agora e espero que pegue, até porque andam inventando um tal de Fundo Soberano, e temo que seja o nosso: para quem deseja dinheiro, que tal a calcinha amarela, com detalhes em dourado, com uma nota de dólar ou euro presa com um lacinho? Alguns homens não usam, nas cuecas, para embarques e desembarques em aeroportos? Um luxo, igual nhoque da sorte dos dias 29 de cada mês. Calcinha é mais quente; irradia melhor. E dá para repetir, digamos, todo dia primeiro do mês. Quem sabe se a gente se concentrar bem, não dá certo?

Enfim, outra ideia, na falta de conseguir decidir, seria usar logo uma calcinha arco-íris. Tudo bem, você corre o risco de atrair pessoas do mesmo sexo junto com tudo o que cada cor significa, mas e daí? Sempre há tempo para experimentos nestes próximos 365 dias, sei lá.

São muitos dias pela frente para enfrentar, para torcer, para vencer. Nas manhãs, de todos eles, antes de sair, no mínimo você vai pensar em que calcinha, que cueca, que meia, que cor, que tecido, que charme. Tomara que você tenha tempo e leveza para isso. Se tiver é que estará dando tudo certo em 2009.

* Marli Gonçalves, jornalista, ainda não resolveu a cor da calcinha deste ano. E ainda está precisando resolver também a cor das paredes do apartamento para onde vai mudar, assim que resolver.

São Paulo, fim de dezembro de 2008




*Marli Gonçalves. Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. À venda nas livrarias e online, pela Editora e pela AmazonMe encontre, me siga, juntos somos mais: Blog Marli Gonçalves,Facebook,Instagram,TwitterBlueSky, Threadsmarli@brickmann.com.br. 

GRUPO USIQUÍMICA ASSINA CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DA YPF LUBRIFICANTES BRASIL

O Grupo Usiquímica, com mais de 80 anos de experiência na produção e comercialização de produtos químicos no mercado brasileiro, comunica que, na última segunda-feira, 23 de dezembro, assinou um contrato para aquisição da YPF Brasil Comércio de Derivados de Petróleo, empresa controlada 100% pela argentina YPF S.A., dedicada à produção e comercialização de lubrificantes YPF no Brasil, detentora de marketshare de 2% no País.

O acordo contempla a celebração de um contrato de licenciamento das marcas de lubrificantes da YPF, com  produção na unidade fabril de Diadema, no ABCD paulista, fazendo com que seja mantida a presença de produtos lubrificantes da YPF no Brasil.

Usiquímica

Sediada em Guarulhos (SP), a Usiquímica é referência no mercado químico brasileiro, com mais de 80 anos de excelência e pioneirismo na produção de hidróxido de amônio e na distribuição de diversos produtos químicos fundamentais para as indústrias mais vitais do País, além do ARLA 32, agente de ureia essencial para a redução de emissões veiculares, a partir de 2012, após introdução da norma do Conama, Proconve P6. Em 2018, a empresa ampliou sua atuação no mercado automotivo, sendo a licenciada exclusiva da Valvoline no Brasil, fortalecendo sua posição como protagonista em soluções inovadoras para diversos segmentos industriais. 

Usiquímica
Textofinal de Comunicação Integrada

ACREDITE SE QUISER!!! Por chicolelis*

Trânsito na cidade de São Paulo. Foto: EcoDebate

Pai de dois filhos, casado com uma professora da rede estadual; um cachorro, um gato, um aquário com alguns peixes, tudo em um delicioso sobrado, vizinho a um parque municipal onde todos se divertiam nos domingos de sol. Esse era Jorge, técnico em computação, gerente de uma empresa da área, distante 18 quilômetros da sua casa.

Saia de casa, religiosamente, às 7 horas para conseguir chegar no trabalho às 8;30 horas, porque o trânsito na cidade grande era terrível, como em  todas as grandes cidades como São Paulo.

Tinha que contornar o parque, que consumia pelo menos a metade do tempo a bordo do seu Palio, que havia comprado “O KM”, alguns meses antes. Demorava, porque haviam muitos semáforos e o trânsito ficava muito tempo parado, mas ele adorava olhar para as árvores e pássaros que ficavam lá no parque, esperando a sua volta, lá pelas 19 horas.

Mas, um dia, uma surpresa desagradável: um assalto!

Baixou o vidro e o bandido pedia seu cartão, celular e a mochila (onde ele tinha toda a sua vida no computador).

Calmo como sempre, ele falou ao assaltante, que tinha um parceiro na outra porta:  olha o meu carro, vê se eu lá tenho dinheiro. Olha ali atrás, aquele BMW e o relógio do motorista. Ele é rico, por que vocês não assaltam aquele lá e não eu?

- Vamu lá - disse o assaltante - o relógio daquele cara vale mais que esse carro aqui.

Novo assalto

Tempos depois, quando ele nem lembrava mais do acontecido, que jamais contara para a esposa, muito menos para os filhos, quase no mesmo lugar, outra dupla de assaltantes o abordaram pedindo seus pertences. Ele já havia até providenciado uma mochila “fake”, enquanto a verdadeira estava no porta-malas.

Como dera certo da primeira vez, ele olhou ao redor e viu uma linda SW Audi, preta com rodas esportivas, teto solar... uma jóia. E indicou o alvo para o assalto.

Os bandidos quase agradeceram ao Jorge e correram em direção ao novo assaltado.

E mais um, mais dois.....

No terceiro assalto, na mesma região, ele achou que deveria ir de ônibus trabalhar, porque um dia, os bandidos poderiam resolver assalta-lo primeiro e depois os modelos de luxo que ele indicava.

Mas era tarde, quem bateu no vidro do seu carro naquela vez foi um policial que o obrigou a sair do carro, por as mãos para trás, que foram unidas por uma algema. Na delegacia, a acusação: chefe de quadrilha. Todas as vítimas indicavam o motorista daquela Palio cinza, que os assaltantes abordavam antes de os assaltarem.

Foi difícil para Jorge convencer o delegado. E só se saiu bem dessa, no dia em que dois integrantes da quadrilha foram presos e comentaram sobre o “sujeito” que, para escapar do assalto, sempre apontava um carro de luxo perto dele.

Jorge foi solto e agora vai para o trabalho de transporte coletivo, perdendo menos tempo do que quando ia de carro. É que ônibus vai pelo “corredor”.

*chicolelis - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Fale com o Chico: chicolelis@gmail.com. Visite o blogdochicolelis
**A caricatura é um presente do Bird Clemente para o chicolelis, que tem no ex-piloto, seu maior ídolo no automobilismo.

ERP: QUATRO TENDÊNCIAS PARA MAXIMIZAR O USO EM 2025. Por Patrícia Pereira*

Imagem ilustrativa. Fonte: Internet Google

Estamos na era dos dados. Diante disso, conceitos como cibersegurança, Big Data, IoT e LGPD, entre outros, impactam o dia a dia das empresas. Para lidar com essa ampla gama de demandas, é essencial que as organizações construam uma base sólida. Nesse contexto, um velho aliado se destaca como uma ferramenta indispensável: o Enterprise Resource Planning, mais conhecido como ERP.

Comprovando sua eficácia, o mercado global de ERP continua apresentando altos índices de crescimento. Segundo a projeção da IDC, espera-se um aumento anual de 10,4% até 2027. O Brasil ocupa a quinta posição nesse ranking, atrás de Estados Unidos, Alemanha, China e Japão, segundo um estudo da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software).

Para o empresariado brasileiro, há uma vasta oportunidade de escolher entre soluções nacionais ou globais, dependendo das necessidades e objetivos específicos de cada empresa. Esse “dilema” representa um grande desafio, especialmente devido à falta de conhecimento sobre a verdadeira função do sistema, o que leva algumas organizações a acreditarem, equivocadamente, que o software resolverá todos os obstáculos operacionais.

Em outros casos, a escolha do ERP é baseada apenas no custo, o que pode gerar frustração quando os resultados esperados não são alcançados. É fundamental lembrar que o software é uma ferramenta que apoia o planejamento e gestão. Sua eficiência depende do quanto a empresa está disposta a acompanhar os dados e relatórios emitidos, bem como tomar decisões baseadas em informações concretas.

À medida que a tecnologia avança, surgem novas funcionalidades que permitem aprimorar ainda mais o uso do ERP. Destacamos aqui quatro tendências para o ERP em 2025:

#1 Inteligência Artificial (IA): a IA continuará sendo uma tendência dominante no mercado de ERP. Sua integração com o sistema oferece sugestões e customizações para melhorar o desempenho e a experiência do usuário.

#2 Capacitação dos colaboradores: a combinação de IA e capital humano pode potencializar o desempenho da organização. Para isso, é essencial investir em treinamentos, capacitando a equipe para o uso eficiente do sistema, a fim de automatizar tarefas e criar um ambiente de trabalho estratégico e inovador.

#3 Gestão da mudança: mais do que implementar um ERP, a empresa precisa estar aberta a mudanças. Seja uma pequena ou grande, todas podem se beneficiar da ferramenta, mas é necessário renunciar a práticas ineficazes e adotar uma gestão baseada em dados e estratégias bem definidas.

#4 Nuvem: embora a tecnologia de computação em nuvem não seja nova, seu protagonismo cresceu em 2024 e deve continuar forte em 2025. Hoje, as ferramentas já nascem e operam em nuvem, por isso, investir em um ambiente em cloud, permite que a solução obtenha um melhor desempenho, com eficiência e segurança.

Essas tendências reforçam a importância da colaboração entre pessoas e tecnologia. Apesar dos receios de que a IA possa substituir trabalhadores, a realidade mostra que essa relação precisa ser aprimorada para trazer o melhor dos dois mundos. O desafio para 2025 será conscientizar o empresariado a abandonar o conceito de “sempre foi assim”, e a se abrirem para as inovações. O ERP entra como uma peça-chave nessa transição, apoiando as organizações em um momento de transformação.

No entanto, para maximizar os resultados, a escolha do software deve ser baseada na adequação ao negócio, e não apenas no custo. Por isso, contar com uma consultoria especializada pode ser uma estratégia valiosa para identificar as melhores soluções e preparar a equipe para aproveitar ao máximo os recursos do sistema.

E, para aqueles que têm dúvidas quanto ao investimento, o retorno é positivo. Estudos indicam que uma empresa pode trocar de ERP em média três vezes ao longo de 20 anos, embora isso varie conforme o nível de maturidade digital. Em um mercado em constante evolução, seguir as tendências e planejar ações estratégicas são passos essenciais para o sucesso em 2025.

* Patrícia Pereira é head de soluções empresariais no Grupo INOVAGE.

O Grupo INOVAGE é uma consultoria Gold Partner SAP, especializada em SAP Business One, SAP S/4HANA e soluções fiscais da Thomson Reuters. Através de uma equipe de colaboradores qualificada, a empresa tem como objetivo atender necessidades em tecnologia e gestão eficiente, agregando as melhores práticas de mercado, tendências e inovação.

Grupo INOVAGE
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

IFC E SOL AGORA SE UNEM PARA EXPANDIR O ACESSO AO FINANCIAMENTO SOLAR E DIVERSIFICAR A MATRIZ ENERGÉTICA DO BRASIL

A IFC investiu US$ 20 milhões (equivalente a R$ 123 milhões) para apoiar o crescimento da Sol Agora, uma fintech que oferece financiamento de longo prazo para ativos de micro e minigeração de energia solar distribuída em todo o Brasil, utilizados principalmente por residências brasileiras. O investimento da IFC apoiará os esforços do Brasil para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e abrir caminho para um futuro energético sustentável.

O investimento da IFC ajudará o Brasil a diversificar sua matriz energética, desenvolvendo soluções de energia renovável essenciais para a redução das emissões de carbono, aumentando a resiliência e apoiando a transição para uma economia de baixo carbono. Gerar eletricidade no ponto de consumo minimiza as perdas de transmissão e distribuição, levando a um uso mais eficiente da eletricidade produzida e, em última análise, resultando em contas de energia mais baixas e economia de custos para as famílias brasileiras.

A IFC adquiriu cotas seniores do IS Sol Agora Green II ESG FDIC, [1]o segundo FIDC da Sol Agora, que alcançou aproximadamente R$ 900 milhões em capital comprometido, e foi totalmente chamado e desembolsado. A Sol Agora lançou seu primeiro FIDC no final de 2022 e já levantou mais de R$ 1,4 bilhão em FIDCs até agora, financiando mais de 43.000 clientes em todo o Brasil. Os FIDCs da Sol Agora compram créditos para residências brasileiras e pequenas e médias empresas originados na plataforma digital da Sol Agora para a aquisição e instalação de equipamentos de geração solar.

A IFC apoia a expansão de soluções comprovadas de energia limpa, bem como a implantação de tecnologias transformadoras mais incipientes em mercados emergentes. Este investimento no FIDC da Sol Agora está alinhado com o objetivo da IFC de ajudar a expandir o acesso ao financiamento climático para sistemas solares, tornando-o acessível a uma gama mais ampla de clientes, incluindo a melhoria das condições de financiamento para que as instalações sejam mais acessíveis para residências e pequenas e médias empresas. Os títulos lastreados em ativos solares emitidos por FIDCs são uma classe de ativos e instrumento de mercado de capitais em desenvolvimento, e o investimento da IFC nos FIDCs da Sol Agora contribuirá, em última análise, para fortalecer os mercados de capitais do Brasil.

“Estamos entusiasmados em trabalhar com a Sol Agora para expandir o financiamento para soluções solares no Brasil. Esta iniciativa contribui para os esforços do Brasil em direção ao crescimento econômico sustentável e a resiliência climática, apoiando o país em sua busca para se tornar um líder global em questões climáticas”, disse Manuel Reyes-Retana, Diretor Regional da IFC para a América do Sul. “Este investimento está perfeitamente alinhado com a estratégia geral da IFC para o Brasil nos próximos cinco anos, que se concentra na construção de uma economia mais produtiva, inclusiva e verde”, acrescentou.

Responsável por cerca de 40% das emissões de gases de efeito estufa na América Latina e no Caribe, o Brasil se comprometeu a reduzir as emissões em 48% até 2025 e 53% até 2030 em relação aos níveis de 2005. Até 2030, o Brasil pretende aumentar as energias renováveis (excluindo hidrelétricas) para 45% de sua matriz energética, ante 22% em 2022, e alcançar emissões líquidas zero até 2050. Para atingir a neutralidade de carbono até 2050, o Brasil precisa de um investimento anual estimado em 4,3% do PIB entre 2022 e 2030, e ainda mais para o período até 2050. A IFC estima que o Brasil tem um potencial de investimento relacionado ao clima de US$ 1,3 trilhão para o período de 2016 a 2030. Para financiar esses investimentos, é fundamental expandir o acesso ao financiamento climático.

“O crédito é um pilar fundamental para fomentar o mercado de geração distribuída globalmente, e o Brasil não é exceção. Na Sol Agora, montamos uma equipe com um histórico comprovado nos mercados de crédito e de capitais brasileiros, apoiada por tecnologia de ponta e práticas de governança de primeira linha. A parceria com a IFC representa um marco transformador que reforça nosso progresso, ao mesmo tempo em que aprimora nossa estrutura de capital e capacidades de captação de recursos. Com a expertise incomparável e a perspectiva global da IFC, estamos bem-posicionados para ampliar nosso impacto e navegar pelas oportunidades futuras de forma mais eficaz”, disse Antonio Nuno Verças, CEO da Descarbonize Soluções e Sol Agora.

Descarbonize Soluções

Alinhada com a demanda por energia sustentável, a Descarbonize Soluções é a única Energytech no Brasil que possui um ecossistema completo de soluções e produtos para atender todo o mercado de energia solar, mobilidade elétrica (soluções de carregadores de veículos) e armazenamento de energia (soluções de baterias para pequena e grande escala). Com mais de 420.000 instalações, a Descarbonize é proprietária das marcas Aldo Solar – empresa líder na venda de soluções de equipamentos de primeira linha; Sol Agora – uma fintech 100% digital que oferece soluções de financiamento para projetos de energia solar; e LADO – uma empresa que garante todos os serviços de assistência técnica e pós-venda. As empresas da Descarbonize Soluções são integralmente de propriedade da Brookfield, uma empresa global de investimentos líder.

Sol Agora

De acordo com a Descarbonize, investir na Sol Agora significa investir em um futuro sustentável, com uma fintech que lidera o financiamento de energia renovável. A missão da Sol Agora é inovar o financiamento de usinas fotovoltaicas para residências e pequenas e médias empresas. A empresa visa oferecer financiamentos que proporcionem segurança e economia aos seus clientes, ao mesmo tempo em que promove o crescimento da energia solar no Brasil.

IFC

A IFC — membro do Grupo Banco Mundial — é a maior instituição global de desenvolvimento voltada para o setor privado nos mercados emergentes. Trabalhamos em mais de cem países, usando nosso capital, conhecimentos técnicos e influência para criar mercados e oportunidades nos países em desenvolvimento. No exercício financeiro de 2024, a IFC alocou um valor recorde de US$ 56 bilhões para empresas privadas e instituições financeiras nesses países, alavancando soluções do setor privado e mobilizando o capital privado para criar um mundo livre da pobreza e um planeta habitável. Para mais informações, clique aqui.

[1]  Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios, ou FIDC, é um tipo de fundo de investimento em recebíveis utilizado para fins de securitização; é regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional e pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil.

TM Comunicações

PETRONECT DOA MAIS DE 18 MIL PRATOS DE COMIDA PARA O NATAL SEM FOME

A Petronect, maior marketplace em soluções B2B do setor de Óleo e Gás do Brasil, reafirma seu compromisso com a responsabilidade social ao apoiar, pelo terceiro ano consecutivo, a campanha Natal Sem Fome, realizada pela ONG Ação da Cidadania. 

A campanha Natal Sem Fome, considerada a maior mobilização solidária da América Latina, ocorre desde 1993 e já beneficiou cerca de 26 milhões de brasileiros, proporcionando um Natal mais digno para famílias em situação de vulnerabilidade social. Este ano, a Ação da Cidadania distribuirá mais de 2 mil toneladas de alimentos, ajudando cerca de 800 mil pessoas em todo o país.

Segundo o Diretor Administrativo de Relacionamento e Marketing da Petronect, Samuel Souza, a participação contínua na campanha reflete os valores fundamentais da empresa. "Estar junto à Ação da Cidadania em mais um Natal Sem Fome nos enche de orgulho. Para nós, a responsabilidade social vai além de um pilar estratégico, mas um dever como empresa que busca impactar positivamente a sociedade. Cada prato de comida doado é um gesto de esperança e dignidade para quem mais precisa."

Souza também ressaltou o papel de cada envolvido no sucesso da campanha: "Nada disso seria possível sem a generosidade de nossos colaboradores, clientes e parceiros, que acreditam na importância dessa causa. Esse engajamento coletivo mostra o poder transformador da solidariedade e o quanto podemos fazer juntos para combater a fome no Brasil", afirmou.

A Petronect destaca que cada real doado se transforma em um prato de comida para quem necessita, enfatizando a relevância da contribuição de todos para combater a insegurança alimentar no país. A empresa segue apoiando iniciativas que promovam a sustentabilidade, solidariedade e dignidade das comunidades brasileiras.

Petronect

A Petronect (www.petronect.com.br) é o maior Marketplaces do Brasil com soluções B2B atendendo toda a cadeia de suprimentos do segmento de Energia, Óleo e Gás, desde a requisição até o pagamento de pedidos. A empresa, que tem sede no Rio de Janeiro é uma sociedade com participação tríplice composta pela Petrobras, pela SAP e pela Accenture e sua gestão é acompanhada por um Conselho de Administração. Sua missão é prover soluções eletrônicas para seus clientes, de forma simples e econômica, com agilidade e confiabilidade, consolidando-se como canal preferencial de negócios eletrônicos ao integrar clientes e fornecedores de bens, serviços e para as indústrias de óleo e gás.

Com experiência de mais de 20 anos no mercado, a empresa registrou em sua plataforma, em 2023, mais de 116 mil processos de compras realizados pela Petrobras, 72 mil pedidos emitidos por cotações, 24 mil usuários registrados Petrobras, somando 170 mil empresas cadastradas.

Clientes: Araucaria Nitrogenados, Baixada Santista Energia, Pb Biocombustível, Petrobras, Petrobras América, Petrobras Colômbia, Petrobras Logística de Exploração e Produção, Petrobras Netherland, Termo Bahia, Termo Macaé e Transpetro.

Petronect

VIBRA NEUTRALIZA EMISSÕES EM 2023 (ESCOPOS 1 E 2) POR MEIO DO PROGRAMA ISS NEUTRO E ANTECIPA COMPROMISSO DE NEUTRALIZAÇÃO

A Vibra, maior distribuidora de combustíveis e de energia do Brasil, realizou a neutralização total de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) dos Escopos 1 e 2 em 2023. A realização dessa compensação de emissões de carbono foi alcançada por meio da participação no Programa ISS Neutro, uma iniciativa pioneira da Prefeitura do Rio de Janeiro que incentiva a compra de créditos de carbono por contribuintes do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Ao adquirir 55 mil créditos de carbono, a Vibra compensa integralmente suas emissões do ano de 2023 (Escopos 1 e 2), demonstrando um compromisso com a sustentabilidade e a transição para uma economia de baixo carbono. Essa ação antecipa em dois anos o compromisso estabelecido pela empresa, alinhado ao seu valor “Liderar com Sustentabilidade”.

A Vibra realizou a compra dos créditos de carbono por meio da comercializadora Reflora, em uma transação intermediada pela Comerc Energia. Os créditos adquiridos estão vinculados ao Conjunto Eólico Campo Largo e Umburanas, localizado na Bahia, que converte a energia cinética do vento em eletricidade e impulsiona o desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais.

Com a neutralização das emissões de 2023 (Escopos 1 e 2), a Vibra reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e continuará buscando novas oportunidades para mitigar as emissões de CO2 em seus processos diretos e indiretos contribuindo para uma diminuição da pegada de carbono de seus produtos.

Vibra

Líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e de lubrificantes, a Vibra proporciona a melhor alternativa energética e de mobilidade a seus clientes, alinhada às melhores práticas de ESG do setor. No mercado automotivo, a companhia detém a licença de uso da marca Petrobras, formando uma rede com 8 mil postos de combustíveis em todo o país. As franquias da Vibra para o segmento são as lojas de conveniência BR Mania e os centros de lubrificação automotiva Lubrax+. Com uma estrutura logística que garante sua presença em todas as regiões do país, a empresa atende mais de 9 mil clientes em 26,7 mil pontos de consumo em todo o Brasil, contemplando segmentos como aviação, transporte, indústrias, mineração, produtos químicos e agronegócio.

Com a marca BR Aviation, a companhia abastece 6 em cada 10 aeronaves em mais de 90 aeroportos brasileiros. A Vibra possui a maior planta industrial para produção de lubrificantes da América Latina e atende o mercado por meio da marca Lubrax, reconhecida por ser a mais lembrada pelos consumidores em diversas premiações. A Vibra é uma companhia em evolução permanente e já investiu em torno de R$ 4 bilhões em projetos que visam a transição energética, por meio de investimentos e/ou constituição de parcerias com a Comerc, Zeg, Evolua e EZVolt. Desta forma, caminha para se tornar uma das principais companhias de energia do país, oferecendo um portfólio completo de produtos para seus clientes visando diferentes demandas. Para mais informações sobre a Vibra, clique aqui.

Vibra
InPress Porter Novelli

NESTLÉ BRASIL CRIA INOVAÇÃO PIONEIRA E RECUPERA 80% DE MÁQUINAS DE CAFÉ QUE TERIAM O DESCARTE COMO DESTINO

Engajada com a redução do impacto ambiental provocado por suas atividades, a Nestlé Brasil evoca seu DNA de Inovação e desenvolve uma iniciativa pioneira em suas operações no mundo: a recuperação de máquinas NESCAFÉ® Dolce Gusto® que, até então, eram destinadas diretamente para descarte após a devolução por clientes do e-commerce. Desde a implementação do projeto, em 2022, a Companhia evitou o descarte de 80% destes equipamentos, e economizou um total de aproximadamente de R$ 2,6 milhões.

Se antes as peças eram armazenadas e posteriormente seguiam para centros de reciclagem, agora passam por uma minuciosa revisão técnica e, após a análise da qualidade, as máquinas de NESCAFÉ® Dolce Gusto® vão para uma seção esporádica de Outlet na loja virtual www.nescafe-dolcegusto.com.br, com descontos que chegam a até 30% do valor original. A cada ciclo de vendas, cerca de 600 máquinas são disponibilizadas e vendidas em poucos dias.

A solução para evitar o descarte das peças começou em 2021 após o centro de distribuição logístico da companhia, em Araçariguama (SP), constatar a armazenagem de mais de 20 mil equipamentos que aguardavam destinação para reciclagem. Ao identificar o motivo das devoluções, a equipe do CD viu uma oportunidade de inovar: “Percebemos que um grande número de máquinas NESCAFÉ® Dolce Gusto® devolvidas eram por arrependimento dos clientes por efetuarem uma compra por impulso ou por insatisfação com a cor, por exemplo. Dos 20 mil equipamentos acumulados ao longo do tempo, cerca de 40% estavam em perfeito estado e voltaram para o e-commerce após revisão. Outros 40% passaram por reparo simples e posteriormente foram oferecidos no outlet do site, e só 20% não puderam ser recuperados e foram devidamente reciclados”, detalha Mariana Vilchez, Gerente de Logística de E-commerce da Nestlé Brasil.

A executiva reforça que as máquinas passam por rigorosas análises pela Equipe de Qualidade da Nestlé após a revisão técnica e voltam à venda apenas em estado ideal para uso, sem apresentar qualquer problema de funcionamento. “Todas as máquinas são testadas e higienizadas antes de entrarem novamente no site. Sinalizamos nas embalagens e no site que eles podem apresentar imperfeições estéticas, mas nada que prejudique o sistema operacional e impeça o uso. As caixas dos itens no Outlet são personalizadas, inclusive”,  finaliza Mariana.

Nestlé Brasil
Nova PR

LANCHA ATINGE 130 KM/H E CUSTA MAIS DE R$ 3 MILHÕES

Modelo mais veloz fabricado no Brasil já é considerado um sucesso de vendas

Fishing 410 Super Sport. Foto: Divulgação | Grupo Armatti & Fishing

Com velocidade digna de um carro de Fórmula 1, a Fishing 410 Super Sport, a lancha mais rápida já fabricada no Brasil, atinge impressionantes 130 km/h sobre as águas, impulsionada por quatro motores que juntos somam 1600hp, uma potência muito superior a outros modelos da mesma categoria. Avaliada em mais de R$ 3 milhões, a lancha acaba de ser lançada e já é considerada um sucesso de vendas, destacando-se tanto pela performance quanto pelo design arrojado, em um projeto que combina luxo, velocidade e tecnologia de ponta.

A Fishing 410 Super Sport é fruto de anos de estudo e desenvolvimento do estaleiro Fishing Raptor, um dos mais tradicionais do Brasil, com milhares de embarcações navegando em todos os continentes. O modelo foi criado para atender às expectativas de um público exigente, que busca velocidade e adrenalina sobre as águas, sem abrir mão da tecnologia de ponta. "Nossa equipe se dedicou por anos para criar uma lancha que combina design esportivo, performance extrema e o luxo que nossos clientes desejam", afirma Fernando Assinato, engenheiro mecânico e CEO da Fishing Raptor.

Com 12,50 metros de comprimento, o modelo se destaca não apenas pela velocidade, mas também pelo conforto e sofisticação. Os espaços internos e externos foram pensados para proporcionar lazer e descanso, sem comprometer a performance. A embarcação é projetada para acomodar até 16 passageiros com amplo conforto e inclui uma motorização potente de quatro motores, com opções de 4x300 a 4x400hp.

As áreas de descanso com poltronas acolchoadas, de convivência e de refeições, com mobília e equipamentos de alto padrão, mesclam elegância com praticidade. 

A embarcação tem opcional de duas portas hidráulicas laterais de 2,10 metros na área de popa que facilitam o acesso ao mar e aumentam o espaço disponível. O cockpit também possui 6 poltronas, aos convidados e piloto. No deck inferior, o modelo dispõe de ampla cabine para pernoite com um banheiro fechado, com pé direito de 1,95 metros.

A Fishing 410 Super Sport se destaca também pela tecnologia embarcada de ponta que proporciona uma navegação precisa e confortável. Um dos principais diferenciais é o joystick integrado, que facilita a pilotagem e oferece maior controle, mesmo em manobras mais desafiadoras. O posto de comando é equipado com sistemas de última geração para oferecer uma operação mais precisa, ideal para quem busca desempenho sem complicações.

O design da lancha também é um atrativo, com um hard top aerodinâmico que alia proteção e estilo, ideal para altas velocidades. Largos passadiços laterais rebaixados proporcionam segurança extra durante a movimentação a bordo e oferecem mais estabilidade e segurança aos passageiros.

Fishing Raptor
Rotas Comunicação

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

COM MAIOR DIGITALIZAÇÃO DOS PEDÁGIOS, CONCESSIONÁRIAS APOSTAM EM ENERGIA SOLAR PARA MAIS SEGURANÇA E ABASTECIMENTO ENERGÉTICO

Um dos pontos de pedágio da Eixo SP com sistema de energia solar no telhado

A crescente digitalização dos sistemas de pedágios em rodovias brasileiras, com mais cancelas eletrônicas e novos meios de pagamentos digitais, têm exigido das concessionárias um maior reforço da estrutura de segurança e abastecimento energético. Não por acaso, as companhias têm apostado em usinas de energia solar para atender à nova demanda por eletricidade nas operações.

Um exemplo desse crescimento é da Eixo SP, responsável pela maior concessão rodoviária do País. A empresa administra mais de 1,2 mil quilômetros de malha, a maior extensão da América Latina, formada por 12 rodovias paulistas que passam por 62 municípios, desde Piracicaba, na região central do Estado de São Paulo, até Panorama, no extremo oeste, na divisa com o Estado do Mato Grosso do Sul. A concessionária tem um projeto em andamento de implantação de 42 miniusinas de energia solar em várias localidades, com boa parte já concluída.

As iniciativas em São Paulo atendem às novas exigências de incluir programas de sustentabilidade nos processos licitatórios para as concessionárias e empresas vencedoras de concorrências públicas. Os projetos fotovoltaicos da Eixo SP, que incluem miniusinas em solo, módulos fotovoltaicos em telhados e contratação remota de empreendimentos próximos, são desenvolvidos pela TTS Energia, empresa de engenharia e construção de usinas solares no Brasil, responsável desde o projeto executivo, obra até a conexão na rede elétrica.

Somente nas praças de pedágio da concessionária, são oito sistemas solares implantados nas coberturas desde 2021, perfazendo um total de 2 mil módulos fotovoltaicos e 831 quilowatts-pico (kW) de potência, localizados em vários pontos de rodovias que cortam as cidades de Piracicaba, São Pedro, Santa Maria da Serra, Torrinha, Piratininga, Garça, Oriente e Cabrália Paulista.

Já nas centrais de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAUs), são 32 sistemas de geração própria solar nos telhados, num projeto iniciado em 2022 e com conclusão prevista para 2025. Cerca de 53% dos sistemas fotovoltaicos já foram entregues e estão em funcionamento. Ao todo, são 2,3 mil módulos fotovoltaicos, que somam 1,21 MWp de potência.

As usinas entregues pela TTS Energia à Eixo SP também contemplam uma central fotovoltaica remota de solo, em que a energia produzida é transferida para outras unidades consumidoras da concessionária. Neste caso, o empreendimento conta com 1,2 mil solares e 660 kWp.

A concessionária possui ainda um sistema solar no telhado na sua sede administrativa, em São Carlos. O projeto, de menor porte, conta com 224 módulos fotovoltaicos e 91,84 kWp.

O contrato assinado com o governo paulista prevê investimentos de R$ 14 bilhões em infraestrutura e tecnologia em 30 anos de concessão. Serão duplicados 600 quilômetros de rodovias, além da construção de acostamentos, vias marginais e ciclovias. O Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) já funciona 24 horas por dia ao longo do trecho, dando suporte de emergência aos usuários.

Para Jacques Hulshof, diretor executivo da TTS Energia, o uso de energia solar pelas concessionárias de rodovias é uma grande tendência no Brasil e no mundo, já que oferece energia limpa e competitiva para abastecer as operações cada vez mais digitalizadas e automatizadas.

“A parceria com a Eixo SP é de longa data, com dezenas de projetos já desenvolvidos. E a perspectiva é que tenhamos um crescimento ainda mais robusto no próximo ano de projetos junto às concessionárias de rodovias, já que a tecnologia fotovoltaica é atualmente uma das principais soluções de segurança e suprimento energético para esse tipo de atividade, além das próprias exigências das licitações no Brasil, de incluir iniciativas de sustentabilidade por parte das licitantes contratadas”, aponta.

De acordo com Sergio Santillan, diretor-presidente da Eixo SP, a eficiência energética é uma bandeira da Concessionária. “Fazemos parte de um marco histórico no sistema de gestão de rodovias. Além das instalações com energia fotovoltaica, caminhamos para ter uma frota 100% composta de veículos elétricos e energia renovável. E, num futuro próximo, seremos o maior corredor viário da América Latina com eletropostos”, conclui.

A TTS Energia é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções em energias renováveis em todo o território nacional, com o compromisso de tornar a energia fotovoltaica um negócio financeiramente viável para empresas B2B – com previsibilidade, redução de custos e alinhado com as melhores práticas ESG. Comprometida em tornar a energia fotovoltaica financeiramente viável para grandes negócios, a empresa colabora com a redução de custos e, ao mesmo tempo, mantém um alinhamento com as melhores práticas ESG, contribuindo para um futuro mais sustentável.

TTS Energia
TOTUM Comunicação

VIVO ENTRA PARA O DOW JONES SUSTAINABILITY INDEX WORLD

A Vivo (Telefônica Brasil) estreia como a única brasileira do seu setor na carteira do Dow Jones Sustainability World Index, considerado o mais importante índice de sustentabilidade do mundo. 

Em vigor a partir de dezembro de 2024, o DJSI World lista as empresas que lideram a agenda ESG, frente as 2,5 mil maiores companhias do @S&P Global Broad Market Index (BMI). A Vivo alcançou o 6° melhor desempenho no mundo em seu setor. Também está no TOP 10 pelo 3º ano consecutivo e é líder nas Américas, segundo o Corporate Sustainability Assessment (CSA) da S&P.

A empresa atingiu pontuação máxima em várias categorias da avaliação, como Transparência e Reporte, Ética nos Negócios, Estratégia Tributária, Política e Gestão Ambiental, Energia, Direitos Humanos e Saúde e Segurança Ocupacional e foi destaque em Materialidade, Influência Política, Cibersegurança, Estratégia Climática, Práticas Trabalhistas, Relação com Consumidores e Proteção da Privacidade.

“A presença da Vivo no DJSI World reflete o resultado de uma estratégia de Sustentabilidade que desenvolvemos há vários anos, com redução de mais de 90% nas emissões de gases de efeito estufa, energia totalmente renovável, diversidade e uma sólida governança. Caminhamos agora rumo ao Net Zero envolvendo toda nossa rede de fornecedores.  Para a Vivo, sem sustentabilidade, não tem negócio.”, destaca o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vivo, Renato Gasparetto.

Com forte governança para a sustentabilidade, a Vivo possui metas de curto, médio e longo prazo, processos robustos e transversais por toda a companhia e indicadores ESG atrelados ao bônus executivo. Por suas boas práticas, a empresa também é uma das líderes do ISE B3, o Índice de Sustentabilidade Empresarial da bolsa de valores brasileira.

Vivo
Agência Fato Relevante

ESTALEIRO MCP YACHTS E CAPITÃO KODJA DESTACAM CONFIANÇA E EFICIÊNCIA DOS MOTORES MARÍTIMOS YANMAR EM TRAVESSIAS DESAFIADORAS

Embarcações de alto desempenho têm nos motores YANMAR a confiabilidade necessária para enfrentar diferentes jornadas, incluindo travessias pelo Atlântico e Antártica.

Os motores marítimos da YANMAR continuam a se consolidar no mercado de embarcações de lazer, especialmente após o crescimento de 20% nas vendas durante o São Paulo Boat Show 2024. Esse sucesso se deve não só à eficiência e durabilidade dos motores, mas também aos investimentos da YANMAR em inovações tecnológicas e opções mais sustentáveis, como a rabeta elétrica E-Saildrive, apresentada em setembro deste ano pela YANMAR em Cannes.

“Na YANMAR, seguimos de perto as tendências do mercado e sempre buscamos oferecer inovações que atendam às necessidades dos nossos clientes. Esta solução totalmente livre de emissões foi projetada para ser instalada de forma simples e rápida, utilizando o mesmo espaço dos motores a combustão, o que facilita a transição para uma navegação 100% elétrica. Estamos empolgados com o impacto que essa inovação terá no mercado de navegação sustentável mundialmente e como ela irá refletir futuramente aqui no mercado brasileiro”, conta Danilo Sandrin, coordenador Comercial de marítimo lazer da YANMAR South America.

Além do foco em inovação e eficiência, a robustez dos motores YANMAR é um diferencial para clientes como o estaleiro MCP Yachts, que equipa embarcações de alto padrão, como o Global Exp 68, com a marca. Para Damien Augusto Chaves, diretor de Engenharia da MCP Yachts, o desempenho consistente é fundamental. “Nossa experiência com a YANMAR tem mais de duas décadas e sempre foi marcada pela confiabilidade. No veleiro da família - SV Flame, por exemplo, navegamos por mais de 20 anos sem precisar de qualquer reparo mecânico. Foram diversas as temporadas no mar do Norte, Mediterrâneo, Sardenha, Adriático, Grécia, Turquia e norte da África”, ressalta Chaves.

O capitão Guilherme Kodja, conhecido por enfrentar travessias desafiadoras, também destaca a performance dos motores YANMAR como essenciais em suas jornadas. “Em uma travessia de quase 5.000 milhas náuticas, o motor YANMAR equipado no catamarã Leopard 46 teve consumo abaixo do esperado, mesmo com a embarcação sobrecarregada. Isso é o que separa o bom do ótimo: saber que o desempenho será mantido até o fim da rodada, independentemente das condições”, elogia Kodja.

Inovações tecnológicas e sustentabilidade em destaque

Robustez dos motores YANMAR é um diferencial para clientes como o estaleiro MCP Yachts, que equipa embarcações de alto padrão, como o Global Exp 68, com a marca.

Em linha com as exigências do mercado por alternativas sustentáveis, a YANMAR lançou recentemente o sistema E-Saildrive, uma rabeta elétrica que elimina emissões. Com instalação simples e baixo ruído, o E-Saildrive pode ser facilmente integrado em embarcações de lazer de até 40 pés, sem necessidade de modificações no casco, tornando a conversão para navegação elétrica mais rápida e acessível. O sistema está disponível em três potências, atendendo veleiros e catamarãs com especificidade e durabilidade.

As principais características do E-Saildrive incluem baixo ruído e vibração, garantindo uma navegação mais confortável; sistema de resfriamento integrado, garantindo maior desempenho e vida útil; além de opções de potência versáteis, com modelos de 7kW, 10kW e 15kW, atendendo diferentes perfis de embarque.

Mercado em crescimento

A YANMAR, com mais de 86 anos de tradição no setor marítimo, oferece uma gama de motores específicos para o uso náutico. O foco em qualidade e durabilidade permite que a marca alcance uma economia de combustível aprimorada com tecnologias como o sistema de injeção ASSIGN. "A combinação entre motores de alta durabilidade e eficiência do nosso sistema de injeção é o que nos diferencia no mercado, especialmente para clientes que buscam desempenho e confiabilidade em suas embarcações de lazer", finaliza Sandrin.

Com um portfólio que atende desde embarcações de lazer a barcos de trabalho, a YANMAR reforça sua liderança no mercado e aposta na inovação contínua para oferecer motores cada vez mais econômicos e ambientalmente responsáveis.

YANMAR
NR7

VERA THOMAZ É A NOVA CHIEF MARKETING OFFICER DA UNENTEL

Há quase 40 anos no mercado de tecnologia, ex-diretora comercial passa a liderar segmento de marketing da companhia

A Unentel, distribuidora de soluções tecnológicas para o mercado B2B, anuncia Vera Thomaz como nova Chief Marketing Officer (CMO). A executiva, que atua na empresa desde 2019, passa a liderar a área de marketing após uma bem-sucedida trajetória de cinco anos como Diretora Comercial.

Com uma carreira sólida e reconhecida no setor de Tecnologia da Informação (TI), Vera traz uma visão estratégica e ampla experiência para a nova função. Formada em Administração de Empresas e com MBA em Gestão de Negócios, a executiva foi figura central no desenvolvimento da marca Plantronics no Brasil, consolidando-a como líder de mercado. Ao longo de sua jornada, acompanhou e contribuiu ativamente para marcos históricos do setor, desde a privatização das telecomunicações e o surgimento do Contact Center até a evolução das tecnologias de colaboração e informação.

“Nosso objetivo é posicionar a Unentel como a principal parceira para nossos clientes, marcas e revendas, ampliando a visibilidade e relevância no mercado. Seremos referência tanto em nosso relacionamento comercial quanto em nossa presença digital e institucional”, destaca Vera Thomaz.

A nova CMO assumirá um papel estratégico, englobando gestão de marca, campanhas de comunicação e marketing digital, além de atuar diretamente com as equipes da Unentel em Salvador e São Paulo, garantindo sua maior inserção no departamento e colaboração com a equipe.

“Com uma visão holística e todo o conhecimento que adquiri dentro e fora da Unentel, estou comprometida em apoiar nossas revendas a alcançarem seus objetivos. Queremos que esse movimento fortaleça as competências e o desempenho de todos os envolvidos — marcas, parceiros e clientes —, impulsionando o crescimento coletivo”, finaliza Vera Thomaz.

A Unentel Distribuição tem mais de 40 anos de mercado, distribuindo grandes marcas com soluções de videoconferência, audiovisual, redes LAN/WLAN, cibersegurança, devices e automação em todo o território nacional. Focada no público B2B, destacou-se entre as empresas que mais cresceram no país por dois anos seguidos, no Ranking EXAME Negócios em Expansão de 2021 e 2022, tornando-se referência no setor de tecnologia brasileiro.

Unentel Distribuição
Agência NoAr

domingo, 22 de dezembro de 2024

REDUÇÃO DE CUSTOS DE BATERIAS ABRE NOVOS CAMINHOS PARA A ENERGIA RENOVÁVEL NO BRASIL

A demanda por baterias de íon-lítio tem crescido de forma expressiva, impulsionada pela popularização da energia solar e pela necessidade crescente de sistemas de armazenamento, favorecida pela queda nos custos. Com a redução dos preços dessas baterias, sua aquisição se torna mais acessível tanto para o mercado residencial, empresarial e rural, acelerando a transição para um sistema energético mais sustentável e eficiente. Esse movimento contribui não apenas para a independência energética como para a redução de impactos ambientais e o fortalecimento de uma infraestrutura energética mais resiliente.

Nos últimos anos, o custo das baterias, especialmente as de íon-lítio, reduziu drasticamente. Dados da Agência Internacional de Energia (IEA) revelam que o preço dessas baterias no mercado internacional reduziu 85% entre 2010 e 2023. No Brasil, estima que o mercado de baterias de íon-lítio cresça entre 20% e 30% até 2030. A IEA também projeta que a capacidade global instalada de armazenamento em baterias ultrapasse 1 TW até o final da década, podendo chegar a quase 5 TW até 2050.

Atualmente, as soluções para armazenamento de energia têm se tornado mais acessíveis e significativa não apenas nos grandes centros urbanos e indústrias, mas também em áreas rurais, onde o agronegócio tem adotado inovações para melhorar a eficiência e a sustentabilidade de suas operações.

O armazenamento de energia, por meio de baterias, permite que agricultores e produtores rurais não só reduzem os custos com eletricidade, mas também aumenta a resiliência das operações agrícolas, permitindo que os produtores tenham acesso a energia mesmo em momentos de baixa oferta ou interrupções no fornecimento.

Demanda de eletricidade no Brasil: Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), indicam que o consumo de energia no Brasil deverá crescer, em média, 2,1% ao ano até 2034.

No setor residencial, projeta-se um aumento médio de 3% ao ano ao longo da próxima década, alcançando 226 TWh em 2034, com uma previsão de 91 milhões de consumidores, que devem utilizar, em média, 202 kWh por mês.

No segmento industrial, o setor metalúrgico deverá registrar um crescimento anual de 2,3% entre 2024 e 2034, enquanto o setor de papel e celulose deve apresentar uma expansão média de 1,6% ao ano. Já o setor químico deverá se destacar com um aumento significativo de 5% ao ano.

O consumo de eletricidade nas atividades comerciais e de serviços deverá crescer, em média, 4,4% ao ano até 2034, atingindo 157 TWh. Para as demais categorias (rural, administração pública, serviços públicos e consumo próprio), a expectativa é de um crescimento médio de 4,3% ao ano.

Geração de eletricidade própria no país

A produção de eletricidade diretamente no local de consumo, sem o uso da rede elétrica, representa cerca de 12% do consumo total de energia no Brasil. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a expectativa é que essa autoprodução, que não é injetada na rede, cresça em média 2,4% ao ano, atingindo 91,8 TWh até 2034.

O balanço elaborado pela EPE revela que a geração de energia a partir de sistemas próprios alcançou 50.633 GWh em 2023, um aumento de 68,1% em relação ao ano anterior. Como uma fonte de energia limpa, o crescimento do setor fotovoltaico contribuiu para evitar a emissão de aproximadamente 45,5 milhões de toneladas de CO2 na produção de eletricidade, conforme dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Esse crescimento colocou o Brasil como responsável por 4% da oferta global de energia fotovoltaica em 2023, consolidando o país entre os maiores mercados do mundo. De acordo com o relatório da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o Brasil encerrou o ano como o sexto maior produtor de energia solar, atrás apenas de China, Estados Unidos, Japão, Alemanha e Índia.

A energia solar fotovoltaica no Brasil, dividida entre geração distribuída e centralizada, continua atraindo significativos investimentos, com mais de R$ 202 bilhões aportados nos últimos anos para sustentar essa expansão. Esses resultados expressivos são fundamentais para manter o país entre os líderes globais em energia solar.

Benefícios do uso de baterias

As baterias garantem fornecimento contínuo durante quedas de energia da concessionária, minimizam cobranças extras por picos de consumo em ambientes industriais e comerciais com tensão ≥ 2,3 kV, e otimizam o uso de energia em horários de tarifas elevadas, aproveitando tarifas binômias e brancas. Além disso, maximizam o autoconsumo ao utilizar a geração local sem depender da conexão à rede.

“Com a queda dos custos das baterias e o avanço da energia solar, o Brasil se encontra diante de uma grande oportunidade de transformação do setor energético. A adoção dessas tecnologias pode melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em regiões onde o fornecimento de energia enfrenta maiores desafios”, ressalta o diretor geral da Fox ESS no Brasil, Robson Meira.

Regiões como o Norte e o Nordeste do Brasil sofrem com grandes déficits no fornecimento elétrico, que é irregular e sujeito a interrupções frequentes. Em áreas remotas, como na Amazônia e no semiárido nordestino, o acesso à eletricidade é limitado, e os altos custos de geração e transmissão agravam ainda mais o problema. Nessas localidades, a combinação de baterias e sistemas solares apresenta uma solução eficiente e viável para melhorar a oferta de energia.

Alguns estados brasileiros têm adotado medidas para incentivar a instalação de energia solar, como isenção de ICMS para equipamentos de geração fotovoltaica, descontos no IPTU e até redução do imposto de renda sobre a venda de imóveis que possuem sistemas de geração solar. No entanto, desde 2023, a chamada “taxação do sol” impôs novos custos sobre a energia excedente que é injetada na rede elétrica, criando desafios adicionais para o setor e afetando a atratividade econômica desses sistemas.

Fox ESS no Brasil

É uma empresa unicórnio avaliada em US$ 1,38 bilhão na Bolsa de Valores de Hong Kong e líder no setor de armazenamento de energia, está investindo aproximadamente R$ 1 milhão na expansão de seu centro de distribuição e reparos em Cotia (SP).

Em 2023, a Fox ESS faturou US$ 452 milhões globalmente, com uma previsão de crescimento para US$ 642 milhões este ano. No Brasil, a empresa faturou US$ 20 milhões em 2023 e a expectativa de crescimento para 2024 é de 20%. O agronegócio representou 35% do faturamento no Brasil em 2023, equivalente a US$ 7 milhões. Atualmente, o Grupo Tsingshan, uma força global com um faturamento anual de US$ 55 bilhões, é um dos acionistas proeminentes da Fox ESS e líder no setor de armazenamento de energia. Dentro deste conglomerado, destaca-se a REPT BATTERO, classificada como a terceira maior fornecedora mundial de baterias de lítio em 2023, de acordo com o ranking da Infolink.

Juntas, a Fox ESS e a REPT BATTERO possuem uma capacidade de produção anual de 120 GWh de baterias e células. Esse feito é complementado pela robusta capacidade de produção de inversores da Fox ESS, que atualmente atinge 10 GW por ano e está projetada para dobrar até o final de 2024, alcançando 20 GW. Além disso, a capacidade total de fabricação planejada é de 60 GW anuais, solidificando ainda mais sua posição como líder do setor.

Assessoria de Imprensa
Lucia Nunes
lucianunes@lncomunicacao.com.br

FÁBRICA DA NAKATA TEM SISTEMA DE AUTOMAÇÃO ONLINE E ESTAÇÃO DE PINTURA SUSTENTÁVEL

Operações de equipamentos são monitoradas em tempo real e novo processo de tinta em pó permite reaproveitamento do material e reduz a eliminação de 137 toneladas de resíduos ao ano

Foto: Alexandre Takashi | Divulgação Nakata.

Inaugurada em 2021, em Extrema-MG, a fábrica da Nakata fica em um complexo industrial que reúne também o centro de distribuição das marcas Frasle Mobility e está sempre em constante evolução.

Projetada para atender a demanda futura na manufatura de amortecedores, possui tecnologia avançada em automação e vem aprimoramento processos em várias linhas. O sistema de controle das operações online, por exemplo, gera dados e histórico instantâneo do funcionamento das máquinas, proporcionando rapidez no monitoramento e facilidade na análise de dados para verificação das atividades e identificação de intercorrências, assim como viabiliza as soluções necessárias.

Nova estação de pintura é mais sustentável e eficiente

Com aporte R$ 3,6 milhões, a nova estação de pintura de amortecedores é a mudança mais recente e que traz resultados mais sustentáveis com adoção de tinta em pó ao invés de líquida. Desta forma, o novo processo de pintura elimina resíduos e todo o processo de tratamento que existia, pois a máquina reaproveita todo o material, reduzindo o desperdício. Os ganhos com a reutilização dos insumos utilizados ao longo de todas as etapas da estação potencializa os índices de produção. Com isso, a geração de resíduos do processo de pintura sofreu drástica redução com a eliminação, em média, de 137 toneladas de borra de tinta ao ano, além de promover economia no consumo de energia e água e minimizar impactos ao meio ambiente.

O novo sistema de pintura atende um nível específico de temperatura para aplicação adequada do revestimento desse tipo de componente. Assim, o modelo com tinta em pó oferece benefícios relacionados ao aumento de durabilidade do revestimento, também elimina risco de escorrimento, proporcionando acabamento liso, sem manchas, gotejamentos ou bolhas.

Outra vantagem desta forma de pintura é a agilidade no processo com aplicação automática e resistente à corrosão, o que gera menos custos com manutenção corretiva e prolonga a vida útil do material.

Qualidade e inovação com padrões mundiais

Com as certificações internacionais renovadas ISO 9001 sobre gestão, ISO 14.001 relacionada a questões ambientais e ISO 45.001 que se refere à segurança e saúde ocupacional, atualmente, a planta produz 500 partnumbers diferentes para atender as necessidades da frota circulante de veículos leves, pesados e motos no mercado de reposição.

Com tecnologia de ponta 4.0 e padrões de excelência das unidades fabris da Frasle Mobility ao redor do mundo, com a participação da Randon Auttom, braço do grupo voltado à inovação e soluções de tecnologia para processos industriais, a fábrica da Nakata está apta a competir com seus produtos mundialmente, garantindo capacidade de produção, qualidade e agilidade de fornecimento de produtos tanto mercado nacional como externo.

Nakata – Com mais de 70 anos, a Nakata, marca Frasle Mobility referência na fabricação de autopeças para o mercado de reposição, é líder em componentes de suspensão para veículos leves, pesados e motocicletas. Com pioneirismo, qualidade e compromisso com o mercado, se tornou reconhecida pela alta performance de seus produtos e elevado padrão de serviços, atendendo o mercado nacional e exportação, com linhas completas para sistemas de suspensão, direção e transmissão.

Nakata
Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

INSTITUTO ELISABETHA RANDON LANÇA EDITAL PARA AUXILIAR ENTIDADES SOCIAIS GAÚCHAS

Recursos, destinados via Pró-Social, beneficiarão 10 projetos voltados à infância e juventude, no Vale do Rio dos Sinos e no Vale do Caí.

Com atenção aos desafios de reconstrução do Rio Grande do Sul após os eventos climáticos extremos que atingiram o Estado em 2024, o Instituto Elisabetha Randon (IER) lança edital para destinar recursos às entidades sociais de atendimento a crianças e adolescentes localizadas no Vale do Rio dos Sinos e no Vale do Caí, regiões fortemente afetadas pelas enchentes.

O edital é uma parceria do Instituto com o Programa Pró-Social, do Departamento de Inclusão Socioprodutiva e Projetos Especiais da Secretaria de Desenvolvimento Social do RS. Por meio da iniciativa, será destinado R$ 1 milhão para 10 entidades que apresentarem projetos com orçamento de até R$ 100 mil. Empresas que fazem parte da Randoncorp são patrocinadoras do edital, juntamente com a Lojas Renner. As iniciativas contempladas precisarão ser executadas no prazo de até quatro meses. Também é necessário cumprir uma série de requisitos descritos no edital, que pode ser acessado aqui (http://bit.ly/edital-ier)

A seleção de entidades e acompanhamento da aplicação dos recursos serão responsabilidade do IER, em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social do RS. A parceria com o poder público para ajudar Organizações da Sociedade Civil é uma das ações do Instituto no momento de retomada do Estado. “Trabalhamos de forma colaborativa para auxiliar entidades que tenham o olhar para a infância e juventude. Como guardião de iniciativas de responsabilidade social da Randoncorp, o IER atua em frentes que passam, ainda, pelo apoio aos colaboradores e familiares desde o início da crise, e junto às comunidades em diversas regiões gaúchas”, explica a diretora-presidente do Instituto, Maurien Randon Barbosa.

O IER e a Secretaria de Desenvolvimento Social são parceiros desde 2008. A Randoncorp é uma das 21 companhias que mais aportam recursos, via ICMS, para o desenvolvimento de projetos sociais no RS, reunidos sob a gestão do Programa Pró-Social.

Instituto Elisabetha RandonOrganização da Sociedade Civil com Interesse Público (OSCIP), o Instituto Elisabetha Randon (IER) promove a cidadania e o desenvolvimento social, por meio de ações direcionadas à educação, à cultura, à assistência social e ao estímulo à prática do voluntariado. Desenvolve suas ações por meio dos programas Vida Sempre, Florescer, Iniciação Profissional, Ser Voluntário e Memorial Randon, além de projetos financiados por leis de incentivo. O Instituto Elisabetha Randon é mantido pela Randoncorp e seus funcionários e coordena os programas sociais da companhia voltados à comunidade.

Randoncorp
ANK Reputation